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Rick rj

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  1. 15º Dia Acordei cedo e fui direto para o terminal da ADO para pegar o bus que me levaria ao aeroporto de CANCUN para tomar o vôo para CDMX pela Volaris, e digo que foi bem barato o vôo (R$ 340,00). O aero de Cancucn é bem grande e um tanto quanto bagunçado na área de embarque, às 12:00 já estava de volta ao Hostel Mundo Joven Catedral, e por incrível que pareça, fiquei no mesmo quarto . Fiquei de bobeira pela cidade, sem grandes aventuras. 16º Dia – Sábado Como era meu último sábado na CDMX, voltei ao Bosque de Chapultepec e passei quase o dia todo lá, aproveitei para comprar lembranças para família e amigos na feirinha, e vale super a pena. À noite, fui com os chicos mexicanos que conheci no Hostel para 2 baladas na cidade, Foi super legal bailar reagaton a noite toda . 17º Dia – Domingo – Último Dia Apesar da balada, acordei cedo, cedo mesmo, tipo umas 7:00, arrumei a mochila e tomei café correndo, pois queria visitar a Catedral de Guadalupe. Peguei o metrô e fui. Passei algumas horas lá, voltei para o hostel, me despedi do pessoal e peguei um taxi elétrico que ficam bem em frente ao Hostel e fui para o Aeroporto. Depois de andar bastante procurando a Copa, despachei a mochila e fui caminhando tranquilamente para o embarque, até que 2 polícias vieram correndo atrás de mim me perguntando para onde eu estava indo... Disse que era brasileiro e que estava voltando para casa, eles não acreditaram e começaram a me questionar mais duramente de onde eu era e para onde estava indo, eles não estavam acreditando que era brasileiro . Ok, mostrei o passaporte e eles continuaram questionando minha nacionalidade . Até que falei minha profissão, a empresa onde eu trabalhava e minha carteira profissional, me pediram desculpas e me deixaram em paz . Que povo doido, tá certo que eu estava como um sacoleiro, cheio de bolsas, mas pô Enfim, nada contra policiais, não tenho problemas com abordagem policial, prefiro um lugar cheio de policias que um sem nenhum. Embarquei e o voo foi super tranquilo até o Panamá e a perna até o Rio tbm foi super tranquila e vim tomando vinho a viagem toda . Cheguei no GIG às 6:40 da manhã e às 8:0 já estava no meu trabalho , morto mas lá estava Assim termino este relato com a certeza que um dia voltarei para o México novamente. Foi a primeira viagem sozinho, e com certeza foi uma das melhores!!!
  2. 13º Dia - Como já tinha visto bastante coisa, fique de boa na praia o dia todo, andei pela cidade, corri no fim da tarde (de sunga, o que parecia um absurdo , tive um dia de descanso. Tinha combinado com a Kao de irmos a Puertos Morelos no dia seguinte, que seria meu último dia no Caribe. 14º Dia – Quinta, 30/06/2016 Encontrei com a Kao logo cedo, às 8 da manhã no Terminal da ADO de Playa, compramos a passagem para Puerto Morelos e embarcamos. Puerto Morelos é uma pequena vila ao norte de Playa, sentido Cancún. O trajeto não leva mais que 40 minutos. Só que o ônibus nos deixou na estrada, e tivemos que caminhar por cerca de 2km até chegar na vila, o que fizemos sem maiores problemas e rindo bastante. Chegando na vila, vimos os preços do Snorkeling, que estava um pouco salgado em relação à Tulum, mas em Tulum paguei como estudante. Enfim, compramos um senhor que estava vendendo o passeio perto do Píer, mas antes de finalizar a compra, pedimos para ver o barco e conhecer o guia. Na verdade era um barco de uma família, cujos filhos, uma adolescente e o irmão maior nos guariam. Nos passaram confiança e fomos. O problema de Puerto Morelos é que não tem uma boa estrutura para turismo, tudo lá ainda é muito amador. O snorkeling em Puerto foi incrível, não tanto como o de Tulum, mas ao menos durou muito mais tempo, pude desfrutar muito mais. Após o mergulho, procuramos um restaurante na praia para comer e passar a tarde, e assim ficamos toda a tarde, comendo e bebendo do bom e do melhor, a preços inimagináveis no Brasil, tudo bem barato mesmo. Caro eram só os artesanatos vendidos pelos locais. No fim da tarde, voltamos para Playa e como era minha última noite, marcamos de jantar em bom restaurante. Não quis pegar balada para não correr o risco de perder a hora e consequentemente o voo de volta para a CDMX. Adiós Playa
  3. Cara, sem espanhol e estando sozinha vai ser um pouco difícil, mas fazendo um esforço para entender o básicão da língua dá sim!!! Recomendo que vc vá, sabendo ixpañol ou não
  4. Haha continua! Já tenho passagens compradas e alguns hotéis reservados. Pelo que estou vendo e lendo, o pessoal não volta com uma boa impressão dos egípcios...mas no fim isso pouco importa.
  5. 10º Dia – Domingo Cheguei no hostel super bem às 9 da manhã... Tomei um banho e dormi até às 12h somente, pois tínhamos marcados de irmos à Mamitas . Chamei a Kao, a boliviana que conheci no primeiro dia, pois domingo era o dia de folga dela. Caminhado pelas ruas próximas das praias você ve dezenas de cangas com a bandeira do Brasil, todas de gringos é claro , é interessante. Nos encontramos como sempre na Quinta, e os amigos do meus novos amigos já estavam em Mamitas. Almoçamos, passamos no mercado para comprar cerveja e partiu Mamitas. A água em Mamitas não é tão bonita como nas demais praias, mas a badalação está toda lá, a praia é muito bem movimentada, metade são mexicanos e a outra metade gringos dos USA e de outros cantos do mundo. Ali ficamos batendo papo e tomando tragos . A noite estava rolando o festival de cinema nacional em Playa, e é tudo na praia, ao lado do Portal Maya. A noite nos encontramos novamente para dar um rolê pela 5Av. E assim acaba o domingo :'> . Sem grandes eventos ou fotos no domingo, eu já estava morto . Chegando no hostel, vi que haviam duas meninas dormindo . Até então tinha passado boa parte do tempo com o quarto só para mim. Festival de Cine _______________________________________________________________________________ 11º Dia – segunda Acordei cedo, por volta das 8 e fui tomar café da manhã com chineses do Hostel. Cara, como tem chinês no Hostel. Esse seria meu último dia em Playa e partiria para para Cancun, mas na boa, praia por praia, fico com Playa . SIM, desisti de ir para Cancun, Playa estava boa demais para ficar apenas 4 dias , resolvi ficar até o 01/07, dia do voo e fui na recepção estender a reserva e aproveitei para colocar umas roupas para lavar. Tomei uma van, (custa 20 pesos) e tentei ir para Paa Mul, mas o motorista me deixou em Xpu Ha , deu para curtir, dessa vez sozinho, infelizmente perdi as fotos . A praia não é tão deserta e tão bonita como Xcacel, mas tem mais infraestrutura. O relato desses dias em Playa são menores, pois eu já estava me sentindo um cidadão de lá, então nada mais era novidade , nesse dia fui praticar um pouco de corrida na praia quando voltei para Playa, e fui como costumo correr nas prais aqui do Rio, ou seja, somente de sunga, óculos escuros e meu celular ouvindo uma boa música e é muito curiosa a reação das pessoas , apenas 2 ou 3 pessoas além de mim correndo na areia, mas vestidas normalmente, eu já estava bem à vontade, e todo mundo olhava para o maluco correndo debaixo daquele sol , mais estranha e engraçada ainda é a reação das pessoas na 5Av, pois sempre que eu corria, quase que desnudo para eles, eu ainda caminhava pela 5Av e as pessoas, principalmente as mais velhas, ficavam apontando para mim com cara de espanto, eu sempre ria e acenava . Acho que as pessoas pensavam ou que eu era muito pobre para não ter chinelos ou que eu estava afim de algum programa _________________________________________________________________________________________ 12º Dia As meninas que estavam no meu quarto eram na verdade mãe e filha. Gente da melhor qualidade de Ilhéus, mas não eram gagas XX. Logo no início da manhã pegamos uma Van para Tulum, saiu por 60 pesos. Chegando lá, a Amanda, (filha) tinha carteirinha de estudante e os vendedores que ficam bem na entrada do parque vendem os passeios de barco e snorkel, e com a carteirinha o preço caiu pela metade para nós 3 , pagamos 300 pesos cada. Cara, foi simplesmente incrível, cada coral e arrecife mais bonito que o outro e diversos peixes passando por nós. Foi sem dúvida um dos pontos altos do passeio, pena eu não ter levado protetor de celular, não estava nos nossos planos fazer mergulho . Mas o que importa são as imagens gravadas na memória . Logo após o mergulho, passeamos pelas ruínas, e o sol estava de matar. Como sou rato de praia, vi as ruínas todas e voltei para Playa para curtir uma praia #Tulum
  6. 9º Dia – Sábado Acordei meio zuado, mas me sentindo ótimo . Muita gente fica nos diversos antros e bares na 12, a mesma rua do Coco Bongo, que me recusei a ir, creio que essas atrações são mais para os norte americanos, além de ser bem carinho, preferi quedar em las calles com os locais. Acordei por volta dás 10 da manhã e fui com meu amigo Luiz (da balada anterior) para Xcacel, que praia F#DA. Como é uma reserva natural, tem horário para fechar e ainda conta com um cenote, o Xcacelito. A praia fecha às 17h e o cenote às 16:30. Fica bem próxima de Playa, e o jeito mais fácil de chegar é de van, que te deixa bem na entrada na praia, bastando atravessar a rodovia. A van na verdade é Playa x Tulum e custa 60 pesos. Até Xcacel, o preço fica 30 pesos. Para entrar na praia, pagamos uma taxa de 20 pesos, o que convenhamos, não é nada. Logo na entrada podem-se vistas várias iguanas, e assim é durante todo o perímetro da praia e do cenote. Ficamos até o fim na praia, o problema é que lá não há nada para comprar, nem água. A sorte é que antes de irmos passamos no Walmart e compramos frutas e água. Xcacel Na volta, como ainda era cedo, regressamos para a PlayaCar. Como era sábado, combinamos de ir novamente para a 12. Lá encontramos os amigos da noite anterior, um cabrón de Puerto Rico e uma Chica de Guadalajara, quedamos um rato por alla e depois fomos para um bar onde todos vão no fim da noite em Playa, o La Jarra. Não tem música eletrônica, só musica mexicana, desde as mais antigas (as tradicionais) até as novas, o que foi uma experiência bem diferente para mim, que só curto um eletro. Mas foi extremamente bom, e o lugar cada vez mais lotado, todos afastam as mesas e dançam feito loucos ali mesmo . Às 5:30 da manhã a festa acabou e como estava claro, todos estavam se despedindo e os chamei para irmos para a praia, y todos “estás loco??? Bien, vamos!!!” . Começou uma chuva fraca e passageira, o que não nos impediu de entrarmos sin las ropas na água, inclusive as chicas ... silêncio mortal agora. Amanhecer Depois fomos todos a desayunar em um lugar qualquer, e claro que eles comeram feijão de café da manhã , eu fiquei mesmo na omelete mesmo e suco .
  7. 8º Dia – Sexta-feira __ Playa del Carmen Bom, a partir daqui os relatos serão menores, não há tanto assim que possa ser contato para todo mundo Para suportar as mais de 12 horas de viagem, enchi minha mochila de bixcoitox ainda em Palenque . Mais ou menos às 10 da manhã chegamos em Playa, a primeira impressão foi bem boa, a estrada já próxima à cidade é duplicada e ótima, várias placas dos diversos parques para americanos e resorts etc, um bom movimento de carros. O terminal da ADO onde o bus parou (há 2 terminais da ADO na cidade) fica a 5 quadras do Rio Hostel https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g150812-d1757313-Reviews-Hostel_Rio_Playa-Playa_del_Carmen_Yucatan_Peninsula.html e fui andando, com um meio mapa na mão. Já havia feito uma reserva pelo booking ainda em San Cristóbal de 4 dias, nos meus planos no dia 28 de junho partiria para CUN, pois embarcaria dia 01/07 para CDMX. Pois bem, chegue no hostel antes dás 11 e o Check-in era apenas à 1 da tarde. Quem me recebeu foi um chinês que fala português , paguei a outra metade da reserva, ele me deixou guardar a cargueira, peguei a bolsa carteiro e fui andar pela cidade com meu sombreiro para fazer hora. As lojas ainda estavam abrindo, e eu andando bem devagar, morto de cansaço e precisando de um banho, passava nas portas da lojas e os vendedores acenavam para mim e me falavam “hola mexicano! Como vá?” Eu respondia, mas não entendia nada ãã2::'> Deixei rolar e respondia a todos que falavam comigo na rua . Sentia que havia algo de diferente nessa cidade E cara, Playa não faz 40 graus como aqui no Rio, faz uns 32, 33 + ou -, mas eu vou te contar, eu fiquei o tempo todo encharcado de suor, o lugar é muito úmido, muito mesmo, demorou uns 2 dias para me acostumar com a umidade e aceitar que é normal quedar suado o tempo todo . Caminhei mais um tempo e fui ao Walmart comprar algumas coisas, sabonete e kit bucal e chinelo por exemplo. Quando vi já estava dando 1 da tarde e fui para o hostel. O chin estava lá a minha espera, fiz o check-in e fui para o quarto, era um quarto de 4 camas, a diária estava US$ 9,00. Não achei tão caro :'> . Tinha 2 caras dormindo e 2 camas desocupadas. Guardei as coisas no locker e fui direto tomar um banho, devia estar podre já. E cara, que banho bom, putz, e que água salobra , uma mistura de sal com cloro . Tomei um bom banho e me arrumei para ir para a praia, claro que esqueci de comprar protetor mais cedo, então voltei ao Walmart e comprei o bendito, e uma garrafa de água também. Saí do hostel com a bolsa da Rio2016 (que me rendeu uma boa amizade ) e fui cambiar um pouco de plata na Quinta e fui até o quase o fim da Avenida, também para conhecer. Na volta, quando eu passei pela esquina da 8 con Quinta no sentido sul, escuto uma voz feminina (a rua já estava lotada – A Quinta é tipo a Rua das Pedras em Búzios, só que vezes 10 em tudo ) em um portunhol com sotaque carioca: “eu to sentindo que você é brasileiro” , como não poderia deixar de ser diferente, abri um sorriso daqueles e vi que era uma vendedora de tours que ficam nessas barraquinhas, lá tem aos montes, então começamos a conversar, e o colega dela não gostou muito não , ela disse que viu a bolsa dos jogos nas minhas costas na primeira vez que passei e ficou vigiando a rua , esse foi meu primeiro contaro com a Kaoru, uma boliviana que vive em búzios e estava passando uma temporada a trabalho em Playa, conversamos um pouco em português para matar a saudade, trocamos zap e fui para a praia do centro. A bolsa da amizade Calle 8 A única coisa que eu queria era deitar naquela areia e entra naquela água fenomenal. Na bolsa ainda havia uma bandeira do BR que usei como canga . Fiquei próximo ao píer do ferry para Cozumel, ali deitei, ali cervejei, ali cochilei . O Sol do Caribe No fim já da tarde, um mexica que estava perto de mim, veio falar comigo, perguntando se eu era brasileiro, e ali ficamos conversando, mas tarde fomos embora tomar uma na Av. 10 e encontramos com duas amigas dele, que ficaram simplesmente enlouquecidas quando eu falei que era brasileiro, tiraram foto comigo, pegaram na bandeira, fizeram a festa Foi divertido. Nos despedimos com a promessa de ainda sair para uma festa à noite. Cara, eu já estava morto, tinha tido um dia f()da no em dia anterior, com toda a aventura de San Cristobal a Palenque, enfrentado mais de 12 horas de bus. Não sei como iria sair. Marcamos às 11h na 8 x Quinta. Cara, como foi bom ficar ali torrando no naquele son, com aquela água morna e sem ondas, literalmente lavei minha alma, estava precisando muito daquilo, de um momento só meu no mar. Nos próximos dias continuei lavando a alma e a roupa (nos detalhes sórdidos ) naquele mar Cheguei no hostel e o quarto estava vazio, os caras tinham vazado . Tomei aquele banho, e dormi feito pedra até às 11 quando meu celular despertou. Aí fomos para a balada na Calle 12
  8. 7º Dia – Quinta-feira Era chegado o dia de conhecer mais um sítio histórico - PALENQUE Ás 4:30 da matina acordei para arrumar os últimos detalhes da mochila, e fazia um frio de 7 graus . Tomei aquele banho sem vontade nenhuma é claro, mas foi pois ficaria mais de 24 sem banho . Ás 5:20 já estava esperando a van chegar no hostel, passaram umas 4 vans na rua mas nenhuma era a minha. 5:40am o motorista da van me chamou na recepção, e embarquei para uma longa viagem. A van não estava muito cheia, tinha uma casal de mexicanos com uma criança no fundão, onde pensei que iria, e um grupo de mexicanos de Durango com mais de 40 anos também indo até Palenque. O motorista me convidou para ir na frente com uma senhora, Blanca, super divertida e custou a perguntar de onde eu era, achando que era eu um mexicano _quando falei que era brasileiro começou a chuva de perguntas dela e do chofer . Conversamos a viagem inteira, e a vista do amanhecer na descida da serra é incrível. Seriam 158km até Aguá Azul. Fizemos a primeira parada em Ocosingo às 7:40 da manhã, para o desayuno, em uma dessas paradas de estrada. Não me lembro o valor, mas era algo em torno de 60 pesos pelo café da manhã completo, tinha café, iogurte, pão, frutas, tortillas, geleia, bom, deu para comer bem :'> . Muitas vans de turistas param nesse lugar, todas indo para o mesmo destino. Ficamos 30 minutos e partimos, agora sem muitas serras. 2 horas depois chegamos nas Cascadas de Agua Azul. A água estava marrom na verdade , tinha chovido muito nos dias anteriores, mas estava feliz por estar ali, sem previsão de chuva e com um calor danado, tipo Rio 40 graus . Havia muitos turistas e pelo visto só eu de brasileiro , já eram pelo menos 7 dias sem falar uma palavra em português, já estava ficando agoniado . 40 minutos depois partimos para Misol-Há, mai 45km pela frente e cada vez ficando mais quente, ou mais úmido, ou os dois . Misol é fodástica, mas não entrei na água, não queria ficar molhado, mas depois me arrependi. Se forem, por favor, entrem na água!!! Tínhamos apenas 40 minutos para visitar o lugar e almoçar, preferi comer tranquilo a me arriscar a comer rápido por causa da água . No almoço em Misol pedi um peixe que era especialidade da casa, uma delícia, mas cara, quanta pimenta PQP aquilo é de matar qualquer um que não seja baiano Logo logo partimos para a última e mais esperada parada do dia Palenque . 27 km depois estavam chegando em Palenque às 3 da tarde. Na entrada da Zona Arqueológica, há dezenas de barraquinhas com as mais diversas lembranças, comprei um chapéu, por 60 pesos, o cara começou a me vender por 200 e contratamos um guia por 30 pesos por pessoa, éramos 9. Vou deixar as fotos falarem Há boatos que essa montanha ao fundo também senja uma construção antiga Quando subimos no Templo de La Cruz, saquei minha bandeira e um casal de estadunidenses com seus dois filhos vieram falar comigo e pediram a bandeira para tirar fotos, e me contaram que se conheceram na Bahia, mais tarde voltaram para a Bahia para a lua de mel e fizeram a primeira filha Conversamos um pouco e escutei que tinha um guarda gritando no gramado, mas nem dei atenção. Depois os mexicanos que estavam comigo falaram que o guarda estava mandando guardar a bandeira, pois é proibido tirar fotos com bandeira em Palenque. Ao descer perguntei ao guarda se era comigo, e ele confirmou a história da foto, que bad, mas aí já era tarde Palenque é um lugar inesquicível. A energia do lugar é algo fora do comum, mas tem que ser ligado com essas coisas e realmente gostar de história dessas civilizações antigas. Voltaria sem sombra de dúvidas para lá No fim da visita a Palenque, que durou pouco mais de 2 horas, a van partira de volta a San Cristóval, porém apenas com o casal e seu filho, eu e o grupo de mexicanos de Durango ficamos no terminal de buses da Ado, o grupo ficaria em Palenque por uma noite, nos despedimos e eles foram para o hotel, e eu fiquei no terminal pensando na vida durante 3 horas esperando o buzão chegar , pelo menos o terminal, tem banheiro, dei aquela lavada no rosto, joguei uma água no cabeça, pois estava quente demais . O ônibus estava marcado para às 20:50, mas já passava dás 21:15 quando ele finalmente chegou. Tinham alguns mochileiros no terminal esperando o bus para CUN, no de Playa embaraçaram poucas pessoas, y adiós Palenque . Pouco mais de 20 min de viagem, paramos em uma barreira do exército, e claro que entraram no ônibus para revistar apenas os gringos (passei pela mesma situação na Bolívia, e foi bem pesado, com ameaças e tudo). Estava eu no último banco e vi que o milicos pediam o passaporte para os poucos estrangeiros presentes, na hora me bateu o desespero, pois meu passaporte estava na cargueira, no bagageiro do bus. E agora José?? tinha um europeu perto de mim, o cara me olhava o tempo todo com cara de medo do exército , passaram por ele e chegou a minha vez. O milico perguntou se eu era mexicano (caramba está na cara que não sou ) e eu disse simplesmente não. Não falei que era do Brasil. Então ele me pediu o passaporte e expliquei que estava no bagageiro. Então me pediu documento de identidade, lhe mostrei minha carteira profissional, ele sorriu e disse em português, com muito asento é claro: brasileiro, ande sempre com seu passaporte por favor, e boa viagem” Agradeci em espanhol e seguimos viagem. O europeu me olhou com uma cara de “ufa”, não aconteceu nada Ainda tinha 740 km até Playa Simbora!!!
  9. 5º Dia Bom, chegando em Tuxtla pela manhã cedo, o motorista pára o ônibus na estrada e informa que teremos que fazer uma parada pois a estrada entre Tuxtla e San Cristobal estava bloqueada devido a um protesto de professores . Na hora pensei, putz vou perder um dia! Na minha programação eu chegaria, chegaria em San Cristobal na manhã do 5º dia, faria o Cañon del Sumidero de tarde, passaria a noite na cidade e seguiria para Agua Azul na manhã do 6º dia! Assim teria mais dias no Caribe. Distâncias: Paramos por cerca de 2 horas no Termina da ADO em Tuxtla, e que calor do cão que estava fazendo, mesmo com o tempo nublado. Tuxtla fica a 522 metros acima do nível do mar e CDMX a 2.250. Caribe se aproxima papi Algumas pessoas trocaram de ônibus e seguiram viagem, pois não tinha como destino San Cristobal, eu e mais 3 ficamos plantados no terminal. A todo momento eu ia falar com os funcionários da ADO, até que por fim aceitei que “perderia” um dia . Já passava das 10am quando chegou um bus para nos levar a San Cristóbal. Ainda bem que tinha vários biscoitos na mochila para matar a fome , é sempre bom viajar com biscoitos . Cheguei em San Cristóbal cerca do meio-dia e estava aquele friozinho gosto de serra. San Cristóbal está a 2.220 metros acima do nível do mar. A cidade tem um Q meio de riponga, mas é só impressão. O centro é bem preservado e arrumado, as cercanias nem tanto. Peguei um taxi e fui direto para o Rosco. Já tinha reservado 1 quarto individual ainda no Brasil por R$ 35,00, achei ótimo o preço. Chegando lá, o David, (super gente boa) me atendeu, falei que li sobre o bom atendimento dele no relato da Susy Turista e ele ficou super contente, e realmente o cara é excelente no que faz. Perguntei se conseguiria um tour ainda naquele dia para o Cañon e ele disse que não, que todos saem pela manhã, mas que se quisesse, eu poderia ir de buzão mesmo até Tuxtla e de lá até o Cañól tentar encontrar algum passeio. Preferi ficar e logo combinei com ele o passeio para o dia seguinte, acabei pegando mais uma noite no Rossco. Paguei 235 pesos pelo Tour. Subi para o quarto, tomei aquele banho e caí na cama, dormi até 4 da tarde, estava super cansado da viagem. O quarto assim como todo o hostel era bem simples e rústico, mas muito agradável. Não é um hostel baladero como os das grandes cidades, e foi muito bom ter um quarto só para mim, privacidade as vezes não tem preço, ainda mais quando paga-se barato . Acordei por volta das 4 da tarde e fui dar um rolé pela cidade e comer alguma coisa e parei tomar aquela cerveja na Calle Miguel Hidalgo, há bons bares e restaurantes lá. Voltando ao Hostel já reservei com o David o tour até Palenque para o dia posterior ao do Canõl. Por esse Tour passando em Agua Azul e Misol-HÁ + Palenque, paguei 355 pesos. Calle Miguel Hidalgo 6º Dia – Quarta-feira Chegou o dia do Cañol . Acordei, tomei uma café da manhã e um chá bem quente, tava um friozinho gostoso pela manhã. Conversei com um povo de Israel, e esperei a hora do Tour, às 9:30 a van chegou rumo à aventura . Por volta dàs 11 chegamos a Cidade de Chiapa de Corzo, que é de onde saem os barcos. E já fazia um calor danado, pois Chiapa já é bem mais baixa que San Cristobal. A seguir fotos do Passeio que é bacana demais, recomendo!!! Cañón Um dos pontos altos Após o Tour, ainda paramos por cerca de 1 hora e meia na praça de Chiapa, o lugar ruim meu Deus, não tem nada, fiquei de bobs no banco da praça pensando em mim mesmo e não nela Cheguei do passeio zuado de cansaço mas é muito bom, tomei uma banho e fui na ADO comprar comprar a passagem do bus de Palenque para Playa del Carmen, na tarde do dia seguinte. Até que não achei tão caro por uma viagem de 12 horas. Palenque x Playa Depois fui tomar aquela cerveja e me despedir de San Cristobal, pois seguiria viagem na madrugada do dia seguinte Adiós San Cris
  10. 4º Dia – 20/06/2016 Acordei cedo novamente, sozinho no quarto, que beleza . Como tinha esse dia livre, fiquei de boa na cama estudando os relatos da Susiturista e do Íkaro :'> sobre o restante do trajeto até o litoral. Li um livro, conversei com minha família e fui desayunar, arrumei a mochila, pois faria o chekout às 11, e logo depois fui dar um rolé no centro, desbravar um pouco mais do Zócalo. Saí subindo a Av. Republica Del Brasil até a Plaza de Santo Domingo, como ainda era cedo, estava vazia. É uma praça com prédios históricos e uma catedral em homenagem a Santo Domingo, tirei uma fotos e vazei, estava um tanto quanto ermo e na calçada de volta um senhor me ofereceu trabalho, fingi que não ouvi é claro, acho que ele pensou que ganho a vida com o corpo ou algo parecido , sorri e me fui. Plaza Santo Domingo Desci a rua fui para a Catedral Metropolitana, que é linda, com afrescos de ouro para todos os lados e vários altares também de ouro, uma pena não poder sacar fotos dentro, pois é realmente incrível, mas consegui ao menos uma :'> . Saí e sentei um pouco na Plaza Seminario, logo ao lado, onde podemos ver como está a estrutura dos prédios antigos, AFUNDANDO . Catedral Interior da Catedral Metropolitana Casario Plaza Seminario Caminhei até a Iglesia de La Santisima Trinidad que também espetacular, bom enfim, são todas muito parecidas, mas como curto arquitetura colonial, cada uma para mim, era mais impressionante que a outra . Bom, já estava passando das 10am então voltei ao hostel, dei uma última carga no celular, pois ficaria até o dia seguinte só com o carregador portátil, tomei um bom banho, pois sabia q a jornada seria dura para, ainda mais para quem toma 3 banhos por dia, ficar 12 horas sem banho seria dose. Iglesia de La Santisima Trinidad Às 11 em ponto fiz o cheque-out, mas deixei a mochila guardada no hostel, fiquei só com a bolsa-carteiro e a doleira no corpo (odeio andar com dinheiro). Voltei a caminhar pela cidade, afinal, teria que caminha o dia todo mesmo , o buzão sairia apenas às 19:45pm. Entrei no Templo de San Francisco, fica na Av Francisco Madero, ao lado da Torre Latinoamericana) que também é sensacional , passei um bom tempo por lá e depois segui meu dia caminhando pelo zócalo, fiz amizade com o cubano e um mexica no Palacio de Bellas Artes, o qual não quis adentrar, acho arte um tanto quanto entediante , ficamos ali fora batendo um bom papo sobre política e economia. Entrada do Templo de San Francisco Interior do Templo Bellas Artes O dia já estava chato, mas quando me dei conta já eram 5 da tarde, saí em retirada para o hostel, e eu não estava pertinho não, na minha cabeça seria somente pegar a mochila e enfrentar o metrô, que eram somente 4 estações entre o Zócalo e o Terminal San Lazaro, de onde partiria meu bus para San Cristobal. Mas aí começou uma chuva boa, peguei a mochila, e quando saí do hostel a chuva tinha aumentando, como ando sem paraguas, cheguei um pouco molhado no metrô e estava lotado como sempre, até aí sem problemas, passaram 2 composições até o esperto aqui conseguir entrar em uma, deveria fazer baldeação na estação Pino Suárez para a linha rosa até chegar em San Lázaro. Fui para o último vagão que geralmente é mais vazio. Quando chegamos na estação de Pino Suárez, tive q caminhar um bom pedaço até a linha rosa e cada vez via mais gente no corredor indo na mesma direção que eu, chegando mais próximo da plataforma, uns 100 metros talvez, era um mar de gente, e ninguém consegui passar, nem para frente e nem para trás, é nessa hora que bate aquele desespero brutal , um frio na barriga do caramba e tu pensa que vai perder sua viagem, é uma sensação muito sinistra XX. Não sei nem como consegui sair da multidão e estava na rua, e a chuva já parando thanks God :'> . Não fazia a menor ideia de onde estava, só sei que vi uma fila enorme de taxi, bateu novamente o desespero , e já estava dando 19:00h, eram só mais 45 min para perder o buzão. Só sei que passei pela fila, atravessei a rua e fiquei esperando passar algum taxista livre, quase que impossível. Até que aparece um taxi marrom (até então, 90% dos taxis que tinha visto eram branco/rosa), perguntei ao moto quanto sairia até o terminal San Lazaro, ele me disse 100 pesos o V1ad0, tive que aceitar né, já estava desesperado, dentro do carro, ele começou a puxar um papo estranho comigo e disse que a corrida seria 150 pesos, eu só falei “O que?” em bom e alto português, acho que aí ele percebeu que eu era brasileiro, me pediu desculpas mas que esse era o preço normal e era inexperiente ainda como taxista (normal e inexperiente é o Carvalho carechimba), mas o que eu poderia fazer ? Não poderia simplesmente descer e perder o buzão, ou seja, perder mais de 1000 pesos da passagem e correr todo o risco de perder 1 dia do roteiro . Disse que estava tudo bem com a cara bem fechada, claro que o moto percebeu que não gostei nenhum um pouco e ainda disse que taxi no Brasil é bem barato e o uso do taxímetro é obrigatório e que aqui as coisas são sérias ( balela pura), então ele começou a falar de futebol para desviar o assunto, mas nunca me senti tão inseguro, pensei que aquele cara poderia me assaltar u algo assim, graças a Deus chegamos logo no Terminal, paguei aquela P9RRA e saí correndo . Enfim estava no terminal a espera do ônibus, ufa ...cara, os ônibus da ADO são até bons, mas não gosto de viajar em ônibus lotado, e esses estava lotadaço, até o topo , e tinha pela frente 860 km até o destino final – San Cristobal de las Casas , só que não
  11. Cara, assim, o problema da alimentação é se acostumar...não tive preocupação com alimentação, penso q quando viajamos devemos é comer bem para poder aguentar o tranco. Achi os preços de maneira geral na CDMX bons, comia em bons restaurantes e pagava cerca de 20% menos dos valores daqui. P.S.: McDonalds é mais barato, mas em compensação o Häagen-Dazs é mais caro
  12. 3° dia – domingo (19/06) Depois de uma boa noite, acordei cedo (rotina de mí vida ), tomei aquele banho_ o hostel tem uma calefação muito boa, as vezes tu chega a suar lá dentro, então melhor ficar na rua , tomei aquele café da amanhã feito para americanos e por volta dás 9 saí para cambiar e ir até o Museo da Frida _um dos pontos mais esperados por mim. Como os americanos já tinha ido lá, quiseram ficar dormindo, até porque eles fariam check-out às 11. Não sou fascinado por arte, na verdade entendo bulhufas . Meu encanto pela Frida começou quando na adolescência assisti um filme sobre ela, uma espécie de documentário no Intercine (haha pessoal das antigas sabe do que estou falando ), e gravei tudo na memória, a história de vida dela, apesar de triste é fantástica. Até que em 2015 assisti uma peça de teatro sobre ela, e cara, que peça bacana (tbm não sou fã de teatro , fui por ser sobre a Frida), e como já tinha em mente essa viagem, não poderia deixar de visitar a casa dessa mulher incrível. Bien, cambiei mais US$ 100,00, a uma taxa de 17,20 :'> . Caminhei um pouco pelo zócalo e fui ao metrô. Bom, mais uma vez fui à Estação Zócalo e de lá fiz baldeação na Hidalgo, para a Linha 3 até Coyoacan, no bairro homônimo onde fica o Museo da Frida. A saída deve ser a que dá na Av. Universid, quase de frente ao Centro Coyoacan (um shopping), caminhei pela Av. México até a Calle Viena, e de lá até a Ignacio Allende, são 11 quadras de uma caminhada gostosa, mais ou menos uns 20 min, fui bem tranquilo admirando as construções e reparando as diferenças urbanísticas em MX e BR, não são gritantes, a influência Ibérica, como não poderia deixar de ser, é bem marcante nos nossos bairros antigos. Metro Coyoacán Caminho Quando cheguei, o museo ainda estava fechado, com uma pequena na calçada. Logo logo abriu e começamos a entrar, paguei 140 pesos no total, incluindo a taxa para poder tirar fotos, isso mesmo, quem quiser tirar fotos, paga uma taxa a mais, mas não podemos usar flash. É tudo bem simples, originalmente simples, a atmosfera é um pouco sombria, como não poderia deixar de ser, mas as cores vibrantes e alegres quebram um pouco isso, e a obra dessa senhora é impressionante. Logo o museo ficou cheio, alguns poucos gringos além de mim, 98% do público era mexicano para um domingo, mas ainda estava cedo. Entrada Um gatuno Saindo do museo voltei caminhando ao metrô, e é estranho como as pessoas ficam olhando para você, não sei se estava na cara que eu não da área ou algo do tipo, mas que é estranho se sentir olhado a isso é . Sempre que embarcava no metrô ficava eu que nem um bobo esperando o dindon do aviso da próxima estação como o metrô aqui do Rio, isso deixa a gente mal acostumado, mas percebi o quanto é importante para quem é de fora, por que muitas vezes não para ver o letreiro nas paredes da estação, então deve-se ficar bem atento. O que é bem diferente são os "pneus" do metrô. Rapidamente estava de volta ao centro frenético da cidade. Comi uma baboseira no Mc Donald’s, que, aliás, é mais barato que os daqui, mas também os achei mais sujos, enfim, ali estava, com fome e com vontade de economizar pois não sabia o que me aguardava nos dias próximos, aproveite e passei no Balcão da ADO, que fica no mesmo prédio do Puro Corazón para comprar a passagem para San Cristóbal para o dia seguinte, paguei US$ 72,71, para às 19:45, achei caro, um absurdo na verdade , sendo que paguei US$ 77,00 no vôo CUNxMEX. Existe essa história de comprar pelo site da ADO com antecedência as passagens pela metade do preço, tentei por diversas vezes ainda aqui no Rio, mas sem chance, todas as vezes o Bradesco não completava a transação, liguei para a Visa uma porção de vezes até desistir . Fui ao hostel para descansar um pouco, chegando lá os estadunidenses já tinham ido. Parede do quarto 201 Decidi ir ao Bosque de Chapultepec. Fui eu novamente ao metrô, cara como eu amo metrô , precisamos de fato investir mais nesse meio de transporte . Desci na estação do mesmo nome e me deparei com um parque cheio de gente, estava lotado mesmo, repleto de famílias e gringos. Caminhei bastante explorando o lugar, e descobri que ali era o ponto de comprar lembranças, há várias barraquinhas próximas ao lago, no caminho para o Museo de Antropología, e vendem de tudo, tudo mesmo, comprei umas batatas fritas com pimenta em pó, desceu quente, mas desceu . Deixaria para comprar as lembranças no fim da viagem. Bosque de Chapultepec Aproveitei que estava ali e fui ao Museo de Antropologia, e que Museu do Carvalho, passei quase 3 horas no museu e por mim ficava mais tempo lá. Tem toda a história mexicana contada e mostrada XX. Recomendo muito esse museu!!! Não quero falar muito do museu para não tirar o fator surpresa, mas deixo algumas fotos: Curti uma boa tarde de domingo e decidi voltar caminhando pela Paseo de la Reforma. Gosto bastante de caminhar, mas na metade do caminho já estava para lá de cansado, mas já estava ali mesmo e não iria desistir, andei por mais de 1 hora Jesus até a Av Juárez para enfim chegar no centro. Paseo de la Reforma y Centro Centro - BR :'> Outro gatuno Catedral Metropolitana Cheguei zoado no Hostel tomei aquele banho e tinha o quarto só para mim, que beleza, um pouco de liberdade . Nem comi nada, simplesmente dormi.
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