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GIACOME

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Sobre GIACOME

  • Data de Nascimento 20-02-1978

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Arequipa
    Buenos Aires
    Montevideo
    Punta del Leste
    Rio de Janeiro
    São Paulo (Jungle)
    Cusco
    Ouro Preto, MG
  • Próximo Destino
    BR319 de Moto - 19 Janeiro 2018.
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/porto-velho-ro-ferrovia-madeira-mamore-abandonada-twister-07-t81342.htm
  • Ocupação
    Professor Universitário
  • Meu Blog

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  1. Pessoal, segue o último vídeo da série na Chapada dos Guimarães; Famosa trilha do Matão, espero que gostem.
  2. Vídeo novo pedalando no Mirante Alto do Céu
  3. Pessoal, postei alguns vídeos na sessão Cicloturismo mas não fiz o relato desta viagem que fiz à Chapada dos Guimarães. Fiquei dois dias neste lugar belíssimo, e relato aqui as minhas experiências. Primeiramente fiquei em dois locais; agendei um flat pelo Airbnb, mas não consegui efetuar o Check in no dia da chegada. Como fui de moto, saindo de Rondônia, rodei 1050km e cheguei às nove horas na Chapada. Assim, não consegui dar entrada no quarto. A anfitriã estava se comunicando por e-mail, e eu não estava recebendo os e-mails. Logo, tivemos um desencontro. Tive que procurar uma pousada. Encontrei a pousada Ribas, saída para Campo Verde, em frente a ciclovia. Indico a pousada pelo estacionamento, preço e café da manhã, bem como a cordialidade. Pernoitei na primeira noite, uma segunda-feira, dia 22 de janeiro. Logo pela manhã fui atrás de informações sobre passeios, principalmente de Bike, que era o objetivo inicial. Obtive algumas informações, mas ainda estava tudo indefinido. Estava confiante nas dicas do Tiago, o meu contato inicial desde a saída de Cacoal. O Tiago é ciclista e proprietário da Bikes Cia, uma loja de bike que também aluga bicicletas para trilhas. Mas mal sabia que nesse dia teria alguns problemas. Demorei bastante para encontrar o meu apartamento alugado. Tive que encontrar meios de comunicação com a proprietária, até conseguir; tão logo consegui encontrar o Flat já era 9 horas da manhã. Fiz o check in no flat e iniciei os preparativos para sair ao encontro do Tiago e iniciar os pedais. Preparei os apetrechos e saí caminhando até o centro. O local onde me hospedei é distante aproximadamente 1,4km do centro. Logo, uma caminhada é possível de dia, durante a noite é bom evitar, pois o local é ermo. Para a minha surpresa, a loja estava fechada. Imaginei que era o horário de almoço, pois já eram mais de 11 horas. Fui então almoçar em um dos restaurantes de frente à praça da Chapada, especificamente em frente a Igreja principal. Restaurante mediano, que agora não me recordo o nome. Comida burocrática mas barata: 19 reais comer a vontade. Comi e fui ao encontro do Tiago. Quando olho no celular, ele me responde dizendo que hoje não abriria, pois estava resolvendo questões familiares. Fiquei ainda um pouco mais na frente da loja, quando encontro o amigo Tito. Um professor de Alagoas que também queria alugar uma bike. Desolados, sem bike, saímos atrás de uma. Passamos a tarde andando pela Chapada para encontrar um local que aluga bikes. Infelizmente só o Tiago mesmo. Neste entremeio conhecemos o Naldão, um ciclista que conhece todas as trilhas da Chapada e costuma dar dicas de pedais. Foi muito bacana conhecê-lo. Com um dia quase perdido, saímos para conhecer o Mirante Morro dos ventos, um clássico local, que você paga 5 reais. Muito bacana. Depois fomos comer esfiras na Pomarola, um local bem bacana que serve boas esfiras. Nos despedimos e eu fui até o flat pegar a moto e conhecer o Mirante do Centro Geodésico. Foi maravilhoso. O local é mágico e fica a 7km pela ciclovia. Peguei o por do sol sensacional, com nuvens colossais. Encerrei o primeiro dia comendo no restaurante Popular, um espetinho bem simples que tem buffet de comida, que basicamente era a do almoço. O que eu faria no primeiro dia, se fosse hoje: quem pedala, locar uma bike no Tiago e seguir a ciclovia; conhecer o Mirante do Centro Geodésico; depois seguir para a cachoeira do Segredo, que é próxima e tem uma descida sensacional, segundo o Tiago. Retornaria, almoçava e seguia por 7km para conhecer as cachoeiras do Maribondo e Geladeira. Ambas cachoeiras que são pagas. Se quisesse, pegar o por do sol no Mirante Morro dos Ventos. Dia pago, com certeza. No segundo dia acordei e fui direto à Bikes Cia, finalmente conheci o Tiago. Cara muito gente boa. Enfim consegui locar a bike. E o resto pode ser acompanhado nos vídeos que seguem. O primeiro vídeo trata da conversa com o Tiago, início do Pedal conhecendo três cachoeiras. Véu da Noiva, Cachoeirinha e Namorados. Vídeo III. Mirante Alto do Céu. Pedal top demais. Vista memorável.
  4. Pessoal, segue o segundo vídeo que relata o pedal no mirante Alto do Céu. Lugar sensacional, de beleza indescritível. E de bike ficou melhor ainda. Confiram.
  5. 9boro, Sim. originais. Realmente são bem durinhos, mas dão conta do recado. O lance é o minimalismo. Abração.
  6. As fotos não estão à altura da beleza. Pensei em um rio Verde, de águas transparentes e com várias corredeiras. Uma cachoeira linda e água quente. Sensacional. Se puderem ir até Campo Novo dos Parecis, visite o Balneário Municipal. Mas como tudo na vida nada é de graça. Com a trepidação perdi a placa da moto. Pensem em uma situação: quatro horas da tarde, com uma placa na mão e 500km para percorrer até em casa. Mas todo viajante tem que ter resiliência. Nada está perdido. Com paciência encontrei uma oficina mecânica de motos, arrumei a placa e parti para Comodoro. Cansei menos que a ida, pois a euforia da aventura produziu muita Andrenalina. Na volta passei pelos rios mais lindos do Brasil. Transparentes, profundos e correntes.
  7. CONTINUANDO. Bem, em sequência ao relato, depois que eu abasteci em Lucianópolis, fiquei mais tranquilo e acabei pensando merda. Estava à 50km do trevo que liga Tangará da Serra a Campo Novo dos Parecis. Na minha cabeça, em um planejamento anterior, eu IMAGINAVA que as cachoeiras do hotel Salto das Nuvens, um hotel muito legal que existe próximo a Tangará da Serra, ficavam a 8 km do trevo. Ledo engano; quando cheguei no trevo que dividia Tangará para a esquerda e Campo Novo, pensei; quando estarei aqui novamente? porque não ir? no meu raciocínio de mochileiro a lógica é: está próximo de um lugar top e posso ir, porque não ir? mas não estava próximo. ir ou não ir? fui. virei a esquerda e fui embora. Passou os 8km e nada de entrada de cachoeira. Bem, de relance lembrei que eram 20km. Ande os 20 e nada. Putz. Onde está esta entrada da cachoeira? pois é. Andei mais 25km com aquela teimosia de motociclista que não quer perder a viagem. Até que nada. Então pensei: chega. parei e saquei o celular. Google Maps e vi que eu estava totalmente equivocado e parecia que o salto das nuvens estava em outra direção. Bem, estava aberta a tensão. Voltei os 45km com a esperança de almoçar, pois já eram 13 horas. Precisava abastecer. Tinha rodado 140km e não tinha chegar em Campo Novo sem gasolina. E aí então veio o GRANDE problema. Posto fechado. Caramba. Impossível chegar, matematicamente. Mas a lógica das coisas também seguem outros caminhos. Deitei na moto, só em baixa rotação, andando a 60km por ora, pensei: preciso rodar 70km com o resto de gasolina que só dá para 40km. Só milagre mesmo; e gente, acreditem, andei contanto cada metro, atrás de um caminhão para fugir da inércia. e DEU CERTO. Cheguei. Confesso que não teve lógica. Realmente tenho que admitir: feriu a lógica. A HD fez 40kmql, moto que faz 20km. Já não tinha almoço na maioria dos restaurantes. Gastei uma hora e meia em um trecho de 70km. Almocei em um restaurante de final de expediente. Perguntei do famoso Balneário Municipal de Campo Novo dos Parecis. O garçom do restaurante afirmou que eram 15km de terra. A coceira não passa. Voltei a ficar instigado. Peguei a moto e ia indo embora quando pensei: putz, já estou aqui, porque não conhecer? fui em um posto pedir informações. O pessoal que estava lá declarou: olha, areia pra caramba. se chover, fedeu. Bem, meia verdade. Segui meu instinto suicida mais uma vez e fui lá ver aquele balneário. Valeu a pena? MUITO.
  8. Sensacional!!! Exercício mental bem descrito por vocês!!! Parabéns pelo relato!!
  9. Pessoal. Agora em Janeiro estive na Chapada dos Guimarães exclusivamente para pedalar. Mas não levei a bike. Aluguei uma Bicicleta apropriada para a Trilha lá na cidade e tive excelentes dicas de passeios com a galera de Lá. Segue o primeiro vídeo desta aventura. Logo postarei o segundo vídeo, que trata do Pedal no Alto do Céu. Espero que curtam.
  10. Pessoal, inicio este relato já mencionando o título de um relato que li antes de abrir o meu. Chamou-me muito a atenção a frase "jornada de autoconhecimento". Sempre digo que toda viagem produz muito conhecimento. Mas as viagens de moto geram além disso, geram conhecimento de si mesmo. Dessa forma, esta pequena viagem também trouxe-me revelações, nas linhas que seguem, caso tenham paciência de ler. Minha viagem ocorreu entre os dias 22 e 26 de Janeiro. Saí de Casa, Cacoal, Rondônia, às 5:30, realmente pegando a estrada depois de abastecer às 6 horas da manhã. Da minha casa até a Chapada dos Guimarães são 1050km, que foram percorridos em um dia. Tudo transcorreu perfeitamente, dentro do cronograma. Apenas a dificuldade de andar em Cuiabá, que me fez atrasar quase uma hora. Cheguei na Chapada dos Guimarães às 21:00 horas, já bem cansado. Esta parte da ida da viagem deixo o resumo em um vídeo que fiz no meu canal PedalSemCompromisso. O vídeo está bem resumido e exprime bem a sensação maravilhosa da viagem. Assistam se puder. Mas o lance da viagem foi a volta, e esta lhes conto. Foi muito especial a volta porque tive dois grandes sustos e um pequeno problema que poderia ter acabado com a viagem. E especial também porque vi os Rios de Água mais cristalina do Brasil. Bem pessoal, indo direto para a volta da Chapada, saí da Cidade da Chapada à 6 horas da manhã em ponto. Meu objetivo era vir por Nobres, o que não passaria mais na cidade de Cuiabá. Mas aí tive o primeiro aviso de uma conduta que um motociclista NUNCA DEVE FAZER: NÃO TER CERTEZA DAS DISTÂNCIAS, OU SEJA, NÃO TER PLANEJADO ADEQUADAMENTE E "ACHAR" QUE SABE AS DISTÂNCIAS. E não foi por falta de aviso. Primeiramente "achei' que sabia a distância da Chapada até Nobres, e de fato não sabia. Quase fiquei sem gasolina. Detalhe que o tanque da HR Sportster só cabe 12 litros, o que me permite andar em média 150km antes da reserva. Eu já havia andado 150 e nada de Nobres. Sorte que mais alguns quilômetros achei o trevo que vai a Bom Jardim. Abasteci e respirei aliviado. Mas a lição não foi aprendida. Chegando em Nobres tomei café e fui direto a Diamantino, pela via duplicada que leva à Sinop. Em Diamantino abasteci bem o tanque, porque a placa declarava 73km do próximo posto de abastecimento. Fui embora. No caminho fui assediado por um Prisma branco. Como eu ando sempre na média de 120 e 130km por hora, tive que acelerar. Minha libido falou mais alto e esnobei o carro, acelerando e sumindo da sua vista à 160km por hora. Após esta babaquice cheguei no posto designado, e qual foi a minha surpresa. Estava fechado. Ora, o próximo posto estava a 120km de distância, em suma, não dava. Mas deixa que o pessoal do Prisma estava lá também e foi ao meu encontro para conversar. Galera jovem que parecia de Santa Catarina. O cara se prontificou a ficar atrás de mim, andando devagar, para caso desse problema de pane seca. Com muita sorte havia uma cidade a 60km dali, Lucianópolis, se não me falhe a memória. Assim pude abastecer e tomar aquela Coca KS. Mas agora a aventura começava. O pior estava por vir.
  11. Pessoal do Mochileiros, quero divulgar meu Canal no Youtube sobre Bike e Passeios em locais Interessantes. Gosto de conciliar lugares instigantes com o desafio dos pedais. abaixo seguem links dos vídeos relacionados aos Pedais realizados na Chapada dos Guimarães. O primeiro vídeo mostro o aluguel de uma bike própria para trilha na Loja Bikescia, na própria Chapada dos Guimarães e o início do Pedal de 40 km em algumas rotas turísticas como as cachoeiras Véu da Noiva, Namorados e Cachoeirinha. O segundo vídeo trato da viagem de Motocicleta de 1000km entre Rondônia e Mato Grosso, viagem esta realizada em uma Harley Sportster 883;
  12. SÁBADO, dia 15 de Julho de 2017; dia de Arequipa; saímos de Puno tarde, beirando às 9:00 horas; tomamos o café da manhã no Hostel Tayka e partimos; na saída para Juliaca, a subida nos últimos mirantes de Puno para fotografar o lago; mas já não tínhamos tanta motivação, depois das outras fotos absorvidas; fiquei com dor no coração de saber que estava passando ao lado das Chulpas de Sillustani e que não poderia parar. Um bom motivo para retornar ao Peru. Abasteci em um posto que aceitava cartão; enchi o tanque e partimos rumo a famosa Juliaca. Como sempre esta cidade dá um pouco de trabalho; e principalmente por saber que ela é integradora; liga Cusco, Puno e Arequipa, ou seja, conecta o Peru; Como sempre fui salvo pelo Google Maps, que serviu de GPS, com download dos mapas off line, sempre feito nos hotéis; ao sairmos de Juliaca, aquele trânsito louco. Sabíamos que subiríamos a cordilheira, mas não imaginaríamos quanto; nos primeiros 50km a transição da vegetação típica de Puno para o deserto de Arequipa; terreno ressequido, vegetação baixa e lindas planícies, apenas entrecortadas pelas montanhas; Lindas curvas e paisagens que me fizeram acreditar que era a estrada mais linda que eu haveria de ter passado, até aquele dia. Subimos até os quase 4500 metros e vimos as belíssimas Lagullinas, lagunas de águas geladas e azuis; parei no mirante e fotografei; parada obrigatória; se você está subindo, pare no mirante de cima; passamos ainda ao lado do campo das Vicunas, irmãs menores das Lhamas e Alpacas; você verá logo as placas e deve parar para fotos; conseguimos visualizar este típicos animais em seu habitat natural; logo após o Pedágio em uma pequena vila, já visualizamos os lindos vulcões; visão epifânica; Chegamos em Arequipa às 15 horas; para penetrá-la, três camadas: a primeira da cidade periférica, dos trabalhadores, fábricas e indústrias; a segunda camada o centro urbano e comercial; nota 10; movimentado e bem urbanizado; e depois o centro histórico; o miolo turístico. Excepcional; magistral; Já descemos à Plaza de Las Armas para conhecer; belíssima, movimentada; com um tom árabe, talvez pelas palmeiras; cercada de construções coloniais; amamos de cara; comemos um Menu Turístico onde eu experimentei as Papas Huancaína; mal eu sabia que Arequipa seria o melhor lugar para comer da viagem e o local que eu sentiria menos fome; Depois do almoço procuramos o nosso Hostel: Le Foyer; simplesmente ótimo; muito bem localizado; café da manhã de gala, com vista para os vulcões; tratei antes de encontrar abrigo para o carro; passei em frente ao estacionamento privativo do restaurante Chicha, do Gaston Acuri; combinei com o dono e paguei 90 soles pelos três dias; muito bom; carro guardado, crianças descansando no Hostel, agora era a hora de Explorar Arequipa; mas deixo para o próximo dia, pois neste fim de tarde, apenas reconhecemos o terreno; e que terreno; várias quadras de lojas, restaurantes, boa comida e gente; massa; comemos comida fast food, para contrariar; KFC e Pizza Hut; pois é; o domingo foi repleto de coisas legais; continua...
  13. Legal, qualquer coisa, vou relatar agora a parte da cidade de Arequipa, uma grande surpresa
  14. Thiagopqd, pretendo ir em Julho/2018; mas desta vez sem as crianças; fazer o mesmo percurso até La Paz; lá ficar um pouco para fazer a estrada da morte de bike; depois voltar por Iquique e descer até Antofogasta e San Pedro do Atacama; fazer o Salar de Yuni também; o retorno quero passar por Arequipa e Lima;
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