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GIACOME

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Tudo que GIACOME postou

  1. Que viagem maravilhosa Sergio este é o primeiro relato que leio dos que pretendo ler para iniciar o planejamento da minha viagem; já o vejo como marco inicial belíssimas paisagens e muita aventura; abraços
  2. GIACOME

    Nobres

    Olá salguodsevlacnog dois dias é suficiente, principalmente porque você ficará em Bom Jardim e não em Nobres de Bom Jardim você se encaminhará diretamente para Chapada pela via asfaltada que passa pelo manso não precisará voltar.
  3. Olá, belíssimo relato; bem detalhado e e claro; algumas observações: na minha viagem o restaurante no vale sagrado, aquele que eles indicam antes de chegar em Olanta foi o melhor; realmente comer no Peru é algo complicado; comi nos melhores restaurantes possíveis, pois a comida mais barata, aparentemente demonstrava menos cuidado; também percebi e acho que você também no seu relato, que carnes são meio escassas, principalmente a bovina; gostei demais também do vale sagrado e já quero deixar anotado este passeio de Bike em Olanta; quero retornar e ficar em Olanta com certeza; mudar a base da viagem; Parabéns pelo relato;
  4. Olá, belíssimo relato; bem detalhado e e claro; algumas observações: na minha viagem o restaurante no vale sagrado, aquele que eles indicam antes de chegar em Olanta foi o melhor; realmente comer no Peru é algo complicado; comi nos melhores restaurantes possíveis, pois a comida mais barata, aparentemente demonstrava menos cuidado; também percebi e acho que você também no seu relato, que carnes são meio escassas, principalmente a bovina; gostei demais também do vale sagrado e já quero deixar anotado este passeio de Bike em Olanta; quero retornar e ficar em Olanta com certeza; mudar a base da viagem; Parabéns pelo relato;
  5. Olá Robson, que bom que gostastes foi uma viagem muito boa mesmo; especial; principalmente para nós amantes das rodas (seja duas ou quatro) Um grande abraço esta semana vou ver se posto uma parte sobre o Huayna Picchu abraços cordiais Rômulo
  6. GIACOME

    Nobres

    Não muito o que mais atrapalha a visibilidade é pisar no fundo do rio e revolver a terra ou areia embaixo dágua está tudo tranquilo abraços
  7. Olá Saulo que bom que gostou do relato bem, a moto se comportou bem...a hornet parece baixa mas tem um curso de suspensão relativamente bom... mesmo que street a areia atrapalha muito, pois o pneu da frente é liso. mas nada grave. Com cuidado e pouca velocidade enfrentamos bem. Indico muito Bom Jardim. Sensacional. Abraços
  8. GIACOME

    Huayna Picchu

    Comprei meus ingressos antecipados com a Pumas Trek; o Rolando Acaupuri; na verdade deixei agendado desde março; (sou muito ansioso) Paguei 260 dólares: City Tour, Vale Sagrado + trem ida e volta + guia em Machu + entradas de Machu + Huayna + ônibus + hostel em Águas + translado de volta a Cusco; Subi no dia 12 de Julho; indico a subida; ainda mais pela exclusividade e desafio, além da visão; mas principalmente quando você conhece a cultura Inca tudo faz ainda mais sentido; cuidado com os degraus; não leve muita coisa; deixe para lanchar em baixo, pois eles enchem o saco com o fato de você levar comida lá; gaste o tempo que for preciso na subida; fui no segundo horário, pois curti o guia até as 10 horas; depois iniciei a subida, quando Machu estava bem cheio; Alguns degraus são altos e podem atentar contra a saúde de joelhos despreparados, portanto subir devagar é importante; gasta-se 1 hora em média para subir e outra para descer; então não adianta pressa; leve uma máquina leve e a filmadora; quando eu subi filmei tudo com a Gopro; ainda levei uma máquina pesada; corre-se o risco de arranhar a câmera em função de alguns percalços; Se isto inspira: subiu com a gente um americano com problemas nas pernas; subiu e desceu; Bem, qualquer outra dica tenho um relato completo falando; Abraços e sucesso a quem subir; Rômulo
  9. Rogdias valeu demais pela contribuição será que esta lente é cara? ou compensa comprar a Hero3? será que a Hero3 já vem com esta lente? um grande abraço Rômulo
  10. VALE SAGRADO, ÁGUAS CALIENTES E MACHU PICCHU Os preparativos para este dia foram os seguintes: sairíamos para o passeio ao Vale Sagrado e às 16:00 pegaríamos o trem em Olantaitambo; chegaríamos em Águas Calientes e nos hospedaríamos no Pumas Ink; lá encontraríamos o Guia que nos passaria os procedimentos; levamos uma mochila leve, com roupas, e outra média; levamos um pouco de comida comprada em um mercado de cusco; na moral, acho desnecessário; leve alguns petiscos. No retorno à Águas Calientes você almoça lá. Ou tire a mão do bolço e almoce lá em Machu mesmo; não conheço o restaurante, mas você acabou de conhecer a sétima maravilha da humanidade, deve estar de bom humor Bem, este dia (Quinta) nos reservava muitas surpresas; a primeira foi esquecer os passaportes no hotel bem na hora que o passeio para o Vale Sagrado saia; foi terrível correr até o hotel naquela altitude; mas consegui o Rolando estava lá como o combinado, de frente a Pumas Trek; nos entregou tudo e explicou tudinho; embarcamos no ônibus e fomos entender porque é Vale Sagrado; Muita agricultura e literalmente um vale em que percorre o famoso rio URubamba; sensacional; uma espécie de vale do Nilo, fértil, imbricado pelo Rio; da janela víamos a importância e imponência da agricultura para os Incas; zonas férteis alagáveis pelo rio; realmente os Incas sabiam o que adorar; adorar a natureza e o alimento é algo crucial. Chegamos em Pisac (antes paramos em um mirante para fotografar o Vale Sagrado); Lá em Pisac tem uma feirinha interessante; mas os preços são bem semelhantes aos de Cusco; Na sequência subimos a Pisac; um antigo local de armazenamento, estocagem e laboratório de plantio de milho e batata; na verdade, o Império Inca foi todo construído não sobre o poder das armas, mas sim sobre o poder dos alimentos; em Pisac tudo é muito grande, legal e tecnológico (na medida deles). Não deixe de fotografar os buracos que os espanhóis fizeram ao roubar as múmias; Depois de Pisac fomos almoçar; que grande surpresa; local sensacional; o primeiro Buffet livre que encontramos; tinha carne de alpaca, macarrão legal, frango, uma salada estupenda; top de linha mesmo; Eles indicam sempre este restaurante; ao custo de 30 soles por cabeça; mas não se engane; vale cada centavo; O próximo passo era Ollantaitambo; que lugar heim? achei o que eu queria, minhas rochas lisas e perfeitas organizadas em forma de templos, feitas em consonância com o solstício; só que é lá em cima; você deve estar bem preparado para subir as pedras de Olanta; a subidinha é bruta; mas ali é muito sagrado; é o encontro de três vales, pega um vento danado; há, deixamos nossas mochilas em um café que cobra dois soles; é importante porque subir com a mochila nas costas não é legal; Depois de contemplar a beleza de Olanta, descemos os vários degraus e pegamos nossas mochilas; pagamos e fomos em direção à estação; ao atravessar a ponte, intui que era um pouco longe e decidimos ir de moto-táxi, uma espécie de motoneta com cobertura; pagamos 1 sole e chegamos rapidinho na estação; valeu a pena porque realmente era longe; ao chegar na estação e ver os trens, ficamos bem excitados com a ideia de Machu Picchu; bati uma foto pelo celular e postei no facebook rsrsrs A viagem de trem foi muito bonita e confortável; as paisagens são exuberante; o rio circunda integralmente a linha férrea e nos acompanha até Águas Calientes com suas águas azuis; do outro lado as montanhas e seus picos nevados; tentei filmar com a gopro, mas a deixei ligada e acabou a bateria; viajavam conosco um casal de franceses e um casal de italianos, separados ironicamente pelos números 19 e 20 das poltronas, que estavam em vagões diferentes. rsrsr Ao chegar em Águas Calientes uma louca surpresa; cidade massa, sem carros e parecida com a Tailândia; bem turística, com muitos restaurantes; mas bem pequena; tomamos um bom banho e já fomos inspecionar esta interessante cidade. Procuramos aquilo em que somos melhores: comer rsrsr Muitas opções e a preços não tão caros; Encontramos um restaurante com um preço atrativo, na rua principal, logo depois do hostel: comemos o menu turístico (ceviche, lomo saltado e panqueca de chocolate de cobremesa). O ceviche é muito azedo e a panqueca ruim. Pagamos 20 soles. Passeamos pela cidade e logo fomos descansar, porque no outro dia era preciso acordar cedo. Tínhamos que nos encontrar com o guia às 7:00 da manhã, lá em cima, na porta de Machu. Bem, no outro dia, acordamos bem cedo; nem comi nada, de tanta ansiedade; pegamos o ônibus às 6:00 em ponto; subimos a montanha e a ansiedade subindo; chegamos nos portões de entrada e nada ainda de ver Machu Picchu; ele só foi aparecer para a gente quando atravessamos a portaria; aí ele se manifestou; deslumbrante; a única coisa que queríamos era bater "aquela foto" rsrsr; Eu indico que, fazer a subida ao Wayna e contemplar minuciosamente Machu Picchu é complicado; subi no Wayna e só foi alegria (próximo relato) no entanto, deixei um pouco detalhes que gostaria de ver em Machu; sei que vou retornar; lá é realmente mágico;
  11. Valeu babjow bem, no mercado San Pedro existem muitas opções de comida local a preços bem bacanas; o frango deles não é tão ruim; se gosta de sopas e macarrão legal; mas se vc é vidrado em carne o negócio fica mais complicado; para comer bem e barato em Cusco o segredo é a pizza; comida universal rsrsrsr Um grande abraço e obrigado por acompanhar o relato, que continua
  12. DICAS IMPORTANTES PARA O CITY TOUR (E OUTRAS NEM TANTO) Como relatado anteriormente, fiz o City Tour em uma quarta-feira; foi muito especial, porém muito corrido; é contraditório eu ter feito o City Tour por empresa se eu estava de carro lá; deveria ter ido com o carro aos locais; mas valeu para uma próxima experiência: antes de tudo: leve mais blusas de frio do que o normal; o negócio vai ficando frio ao avançar do City, que termina bem tarde; 1. KORICANCHA --> Local muito especial, onde começa o City Tour; mas muito lotado; você tem que pagar 10 soles para entrar; é importante prestar atenção nos acabamentos em pedra, a forma geométrica perfeita com que dimensionaram e poliram as pedras; fique atento à explicação do guia quando chegar no mural em ouro (réplica) que aborda a mitologia Inca; é muito interessante compreendê-la; a importância do sol, natureza, montanhas etc. além disso, prestar atenção à relação entre as constelações de úrsula maior e o vale sagrado; merece uma ida depois, em outro horário, com menos pessoas; acaba ficando muito lotado; 2.SACSAYHUAMAN --> Local interessantíssimo e muito importante; aqui uma dica; já come o "choclos", milho gigante com queijo; iguaria deliciosa e dificílima de encontrar em outros lugares; não fique limitado ao guia; as informações que ele te trará são facilmente encontradas em bons artigos na Net; leia antes de fazer o City (obrigação do bom turista); lá chegando, já vá explorar, fotografar, sentir a energia deste local enorme e encantador; tudo nele é grandioso, as dimensões, espaços, pedras, formas; exuberante; talvez uma das grandes atrações Incas; 3. QUENQO --> O lance de Quencho é o túnel na rocha e a mesa de sacrifícios; provavelmente ela sobreviveu em função de estar escondida; os espanhóis destruíram qualquer referência aos sacrifícios no império Inca; 4. PUCA-PUCARA - Local que eu não entendi bem o sentido; merece uma pesquisa mais aprofundada; é uma oportunidade de comer mais um milho gigante com queijo rsrsr 5. TAMBOMACHAY -Infelizmente este local foi o último; uma pena; belíssimo local; místico, pois relaciona água e elementos geométricos caros aos Incas; como os portais pequenos e grandes; bem feitos e bem polidos; fotografe estes portais; fotografe logo pois anoitece rápido; as dicas do guia são relevantes; nesta altura do City Tour vocês estará bem cansado e com frio; Em suma, é um passeio longo e muito interessante; torna-se cansativo se você não estiver preparado; leia antes sobre as atrações para entender seu significado; (continua)
  13. Gustavo, o chip é só comprar e colocar; comprei por 10 soles e coloquei mais 3 soles de crédito naveguei por uns 3 dias; net boa; depois coloquei mais 10 soles e naveguei o restante do tempo (uns cinco dias) Que bom que está gostando do relato;
  14. GUIAS TURÍSTICOS E RELATO DE QUARTA-FEIRA (10 DE JULHO) Bem, antes de relatar a quarta-feira em Cusco, é importante comentar sobre a minha experiência com os Guias Turísticos; a primeira experiência foi com o Rolando, da Pumas Trek; indico este guia e esta agência, como já referendada aqui no site mochileiros. Como sempre ficamos muito preocupados com tudo antecipadamente, é natural que nos sentimos ansiosos em agendar tudo. A minha experiência sugere o seguinte: agende antecipado se for subir o Wayna; caso contrário pode fazer tudo por aqui mesmo; como sou muito ansioso agendei tudo com antecedência com o Rolando; ele foi muito atencioso, tanto aqui como lá em Cusco; nos recebeu sem surpresas e nos levou para explicações e comprar o boleto turístico (essencial); segue seu e-mail: Rolando Auccapuri I. Guia oficial de turismo machupicchu-peru [email protected] Uma outra dica é procurar o guia Juan Alberto, próximo à pedra dos doze ângulos; o relato dele e as demonstrações nas pedras, além das informações pela praça e adjacências foi essencial para fortalecer nossos laços culturais com a cultura Inca. Bem, ao adentrar à Catedral principal é fundamental um guia; muitas informações essenciais só são obtidas por aqueles profissionais que já atuam; óbvio que uma leitura antecipada é crucial; a Igreja é muito importante para o Barroco e arte renascentista de vocação religiosa; portanto a visita a esta Catedral é essencial. Voltando ao relato, a quarta-feira foi marcada pelo City Tour; ele começaria às 14:00 horas; assim, teríamos tempo de comprar algumas coisas para levar para o Machu Picchu; em uma rua paralela à Avenida El Sol tem um supermercado; mas antes fomos ao Mercado San Pedro comprar mais algumas bonecas; aproveitei e comprei uma boneca de Lhama bem bacana; nesta mesma rua do mercado, encontramos uma loja chamada Tiptop (tipo C&A); nela comprei minha única jaqueta (estilo Jaspion/motoqueira resistente ao vento e frio) que melhorou meu conjunto de roupas, composto por apenas: sweter + fleece + luvas + gorro andino do Chaves; bem, mas para Cusco creio não ser preciso muito mais; mas para Puno, aí sim; Resolvidas as questões de compras, fomos procurar algum restaurante legal que atenda no cartão; como nosso dinheiro em espécie era limitado ao fato de que não teríamos como sacar lá, sempre demos preferência ao cartão de crédito; fomos abordados na rua e entramos em um restaurante bem em frente à Plaza; também no primeiro andar; a Helem queria comer espaguetti; eu queria uma Parilla; havia parrilla de dois tipos: a de carnes andinas (alpaca, Cuy etc) e a normal. Pedi a normal. (ainda não dava para ousar); a Parilla estava deliciosa; o Espaguetti também; no total foram 65 soles, para minha Parilla, que dava direito ao Buffett de salada e ao Menu turístico da Helem: sopa crioula + Espaguetti + sobremesa + suco; ali que conseguimos conversar com nossa funcionária pela primeira vez; ela estava com a Lívia, nossa Bebê de um ano e seis meses; conversamos pelo facebook; indico comprar um chip Peruano da Claro. Com ele você tem um bom acesso à internet e pode se conectar até em Machu Picchu; além de ser bem barato; dica: mesmo se você não goste, tome a sopa crioula; é bacana; Dali fomos conduzidos pelo Rolando ao nosso City Tour; o guia era o Julio Cezar, um guia muito bom, mas tinha a dificuldade de atender tanto em espanhol como em Inglês, o que tornava cansativo as informações; na próxima postagem falarei do que acho interessante olhar no City Tour; também das dificuldades e dicas imperdíveis; até logo... (continua)
  15. Meu carro mesmo; placa do BR; lá já tinha alguns carros do Brasil estacionados; não tem estacionamento rotativo não; é free!!! o centro histórico tem pouco movimento de carro particular; é fácil conseguir vaga sim; abraços
  16. Sim. Na pracinha em frente ao hotel monasterio e MAP. Local chique. Super protegido.
  17. Hlirajunior, não fiz o seguro não; pelo Acre a entrada foi supertranquila; exigiram os seguintes documentos: - doc do carro em meu nome; - passaporte - habilitação Assim deram entrada no carro colocando um adesivo no parabrisa; nem falaram do Soat; mas sei que no código de trânsito deles exigem este doc; Se você for de Puno a Cusco e Puerto Maldonado dificilmente te pediram este documento; dizem que para Arequipa já pediram; mas o Soat só fazem em Cusco;
  18. Geovani Me referi ao carro 1.0; fui com um Voyage 1.6; te digo por experiência própria: a subida na cordilheira pelo Acre é muito bonita, mas o carro sobe devagar; são curvas sobre curvas que dispensam velocidade; é atenção redobrada e baixa velocidade mesmo; para você ter uma ideia, tem locais que você coloca segunda; é terceira e segunda; Cuidado com a perca de potência em função da gasolina peruana; ela ocorre mas não é dramático não; quando subi tinha um Celta do acre na minha frente, lotado de brasileiros; subiu de boa; Faça esta viagem de carro ou moto pela transoceânica que você vai pirar; depois vá até Puno; esta sim, é uma estrada epifânica; veja uma foto dela para ilustrar
  19. TERÇA-FEIRA (09 DE JULHO) O dia começou tenso;;; pensei que tinha "backupeado" as fotos da noite anterior e deletei todo o cartão da câmera principal. Caramba. Fiquei igual a um doido procurando um software que recuperasse; encontrei um software, o Micro Sd Recovery, que salvou minha vida. Tomamos o café clássico, com aquele leite sensacional, e saímos a toda rumo à Salinas de Mara e os círculos de Moray; embarcamos no ônibus e o nosso guia chamava-se Eric; chegamos em Chinchero, uma típica comunidade especialista em fazer trabalhos têxteis com lã de lhama ou alpaca; as artesãs nos ensinou a fazer a tintura; depois nos ofereceu os produtos; claro que sei que é uma articulação comercial; mas neste jogo comercial estamos todos, não podemos nos insentar; no geral gostei; mas gostei mesmo de Moray; me fez pensar, enquanto estávamos no caminho, na questão da propriedade no Peru; quase não tem cercas; os terrenos são pequenos para cada agricultor; a terra é árida e merece muita tecnologia Inca para produzir. E é isto que é Moray; um maravilhoso celeiro com muros de contensão, contendo alturas diferentes, criando climas diferentes; é majestoso, grandioso e fotogênico; esteticamente perfeito; o nosso Guia Eric iniciou sua fala explicando da relação entre o três e a cruz andina; que também é composta de três degraus em cada vértice, formando doze espaços; dali já nasceu minha boa relaçao mística com a cruz andina; ele não é um amuleto comum; ele é um amuleto com um princípio geométrico e numérico bem definido; não é passivo de interpretações casuais; é objetivo; Fotografias e nos encaminhamos à Maras, as salineras; uma nota antes: quase morri para descer Moray e subir; pensei que talvez a ideia do Wayna não fosse tão oportuna; Wayna ficou em minha mente como um desafio físico real; Bem, enfim chegamos em Maras; a chegada já é insana; um penhasco com um estradinha que passa bem pertinho de cair, já é uma emoção chegar e fotografar no momento oportuno; temos uma visão privilegiada de Maras; O guia explicou o processo de salinização e a importância daquele fiozinho de água salgada que forma todos os tanques; cada tanque ou piscina de sal tem a dimensão proporcional a da família; lindas fotos são possíveis; saímos do passeio já era 14:00 horas; estávamos famintos; a expectativa é comer no restaurente Fuego and Barbecue, acho que o nome é esse; ele fica no andar superior, na Rua de baixo da Plaza de Las Armas, pertinho do Mama Africa. Comemos as famosas costeletas de porco ao molho Barbecue; elas tem duas configurações: Texano e outro que não me lembro agora; sei que pedimos o menos picante, com mel; muito bom; duas costeletas e refrigerante ficou em 91 soles, no cartão; salgadinho (a conta, claro); Nosso dia estava quase completo, e íamos para o hotel quando decidimos conhecer a pedra dos doze ângulos; conhecemos a pedra dos treze ângulos e muitas outras, em um relato simbólico / histórico que fiz no blog TEOLITERIAS, que já está linkado na primeira postagem; comprei um Quoricancha de bronze em uma lojinha na frente da pedra dos treze ângulos; no fundo do palácio Inca Roca vimos uma lojinha que vende all stars com temas andinos; show de bola; mas achamos meio "free" demais para o brasil; Acabamos este dia comendo na grata surpresa La Bodega; uma pizzaria show de bola, com uma decoração rock / pin up massa; comemos uma pizza exuberante e pagamos apenas 30 soles; valeu demais a pena; é bem pertinho da plaza de las armas, mas na rua que passa na frente do Hotel Monastério; indico a todos esta pizzaria. Lembrem do nome: La Bodega. Bem, fico por aqui. Continuarei com a quarta-feira em cusco...
  20. Amigo, vc achará sensacional ir de carro; é emocionante; quando cruzei Assis Brasil rumo à Puerto maldonado senti algo que a muito tempo não sentia; o novo a frente e seus desafios nos fazem vivos; sensacional; logo logo postarei o relato de carro;
  21. Aletucs, que bom que gostou dos textos; vou contar como encontrei o guia Um grande abraço
  22. Deu certo sua viagem? tudo tranquilo? um grande abraço
  23. Valeu Aletucs que bom que gostou do relato, este foi o primeiro dia rsrs tem mais dias para sair, com mais restaurantes e preços no próximo relato colocarei outras experiências culinárias, porque sou vidrado em restaurantes quando viajo rsrs abração e até o próximo
  24. Pessoal, se ajudar, fiquei em um hostel a poucos metros da pracinha onde fica o MAP; museu de arte pré-colombiana; pertíssimo do centro; ele fica no fundo do restaurante Uchu Peruvian Steakhouse, quase de frente a entada do Hotel Monastério; como é uma região de hotel cinco estrelas é bem protegido; meu carro ficou nessa pracinha por seis dias; acho que o nome do hostel é MixPeru Hostel; eu gostei; quarenta soles por pessoa;
  25. Acabei de voltar de Cusco pelo Acre de carro; é possível ir bem com um carro popular na subida da cordilheira; apenas abasteça com gasolina 90 em Quincemil, que a gasolina 84 reduz bastante a potência do carro; abraços e boa viagem
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