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Drica100

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  1. Ola . Ficaremos (2 adultos) à Floresta Negra ficando por 1 semana (periodo apos o natal). Iremos fazer as cidades Freiburg e Baden Baden como base. Gostamos muito de andar de trem na Alemanha, nao temos, a priori, intenção de alugar carros. Queria por favor, duas dicas / sugestão de quem ja esteve por la: - Qual passeio de trem mais bonito, com paisagem mais bacana para se fazer na região da Floresta Negra? (li no site da DW que o trajeto entre "Offenburg" a "Konstanz" é bem bacana. Mas achei tao distante.... sera que valeria a pena tal trajeto no inverno? . - Quais cidades / Lugarejos mais bonitos que sugerem para se fazer um bate volta na região da Floresta Negra? (considerando nossas 2 cidades-base)? Obrigada!
  2. Uma vez que se vai à Alemanha no natal, difícil se torna escolher um outro destino! E foi isso que ocorreu conosco! Apos ter conhecido o centro e sul da Alemanha no natal passado (2014), não tivemos qualquer dúvida ao escolher a viagem de natal do ano seguinte: decidimos conhecer a parte norte da Alemanha, mais precisamente Berlim e a belíssima cidade de Dresden, além de incluir Praga, na vizinha Republica Tcheca, todas elas espetaculares, surpreendentes e acima de qualquer expectativa que pudéssemos ter! Diante de um bom desconto na passagem aérea para entrar e sair por Berlim e com 25 dias inteiros disponíveis para a viagem, desta vez resolvemos descansar mais e ficar mais tempo em cada cidade. Então traçamos o roteiro assim: 1. Berlim 7 dias – Chegada em Berlim dia 13 , onde ficamos 7 dias 2. Dresden 5 Dias- Dia 21 descemos de trem para Dresden, onde ficamos 5 dias, incluindo a “ceia de natal” da noite de 24/12 3. Praga 6 Dias – Dia 25 , com tudo fechado aproveitamos para ir de trem para Praga, onde ficamos até dia 30/12 4 Dresden 4 Dias – Dia 30 de novo Dresden 5. Berlim 6 Dias – Dia 2 de janeiro retornamos para mais 5 dias em Berlim, de onde sairia nosso voo de volta ao Rio. Por que retornamos a Dresden? Ano novo como em todo o mundo hospedagem é caríssima nas grandes cidades, e em Berlim não foi diferente. Dresden apresentou preço mais em conta! E o melhor: ano novo em Dresden é ótimo e animado! Alem do que uma viagem direta Praga x Berlim representaria uma maratona de quase 7 horas de viagem, diante disso, uma parada em Dresden amenizou tal distância. E, confesso: Dresden é simplesmente maravilhosa, única, linda e foi uma tremenda sorte “ter” que voltar a esta cidade e passar ali o ano novo!!!! Poderíamos ter seguido para Viena mas isso além de encarecer a viagem nos obrigaria a visitar (e estudar) uma quarta cidade e a proposta era descansar e “degustar” a Alemanha, então a Áustria ficou para uma próxima vez, oxalá venha rápido! Essa equacao da viagem foi diferente de todas as demais. Vejam: - tinhamos muito tempo disponivel - Queriamos passar muito tempo em cada cidade dessa vez, sem qq pressa ou a velha mania de "cumprir agenda" por isso tivemos total de 12 dias em Berlim, 8 dias em Dresden - somando as duas etapas em cada cidade - e 5 dias em Praga posso dizer que estas foram as melhores ferias da minha vida! Sem sombra de duvida, a cereja do bolo foi Berlim! Como tem coisa para fazer e ver em Berlim! Imperdivel em Berlim: Estacao Wittenberpltaz e Kadewe - Como ficamos hospedados em um Mercure nessa regiao, que é perto de tudo mas não e tão central, permitindo um preço bastante bom para hospedagem por mais dias. E logo no dia da chegada começamos pelos shoppings, ficamos pertinho da KaDeWe, que é um belíssimo elegante centro de comprar gigante, imagina todooo enfeitado para o natal!? E entre um passeio e outro, passávamos pela Feirinha de Natal, e seus cheiros deliciosos, embaixo da Gedächtniskirche. Gedächtniskirche – A histórica e emociontemente linda Igreja, infelizmente semibombardeada na segunda guerra, da qual se preservou o que dela sobrou, ainda que para relembrar a lição sobre os horrores da guerra e confirmando o seu imenso valor Histórico para a cidade de Berlim. Tour no Ônibus 100 – o maior amigo do turista em Berlim é o Bus 100! Dia sim dia não fazíamos um passeio a bordo do segundo andar do ônibus 100, que faz um tour pelos principais pontos turísticos ao preço de uma passagem (mas fica a dica: pague pouco mais de 7 euros em um passe diário e dê varias voltas de “carona” no ônibus 100 pela cidade, passe vale para tram e metrô também!) O Bundstag: a bela sede do governo, o Bundstag, é um prédio histórico de muito significado, om qual vale muito uma visita à sua maravilhosa cúpula (e é gratuito! basta agendar!). Ali se documenta a importância do secular prédio do Bundstag / Raichstag antes, durante e depois da segunda guerra, presença registrada nos movimentos pela derrubada do muro de Berlim. Portão de Brandemburgo – o emblemático Portão de Brandemburgo, cartão postal da cidade, além de lindo, guarda muita, mais muita História e fica pertinho do Bundestag! Atrás do muro é possível ver no chão, em paralelepípedos, as marcas do Muro de Berlim. Unter Den Linden – É uma avenida maravilhosa que se pode seguir desde o Portão de Brandeburgergo … ali tem a fantástica loja da Mercedes Benz: vale a pena entrar, uma loja quase popular…rsrs afinal, vende deste Mercedes último modelos, até souvenir da marca, demos sorte que ganhamos até presentinho de natal só por entrar e conhecer a loja! E , do outro lado da rua, tem a loja gigante da Nívea, com inumeros produtos da marca, além dos famosos cremes, claro. Dá pra ficar horas namorando os produtos da Nívea!! Ilhas dos Museus: no comecinho da Alexandre Platz , onde fica a famosa Torre de TV, tem a Ilha dos Museus, patrimônio histórico tombado pela Unesco, é uma complexo arquitetônico que forma uma espécie de ilha sobre o rio Spree e reúne 5 museus magníficos e grandiosos, dentre os quais foi difícil escolher em quais iriamos… optamos acertadamente pelo Museu de História e, em outro dia, passamos uma agradável tarde no imperdível Museu Pergamon, que abriga maravilhas da Mesopotâmia e do oriente, como o quase surreal Portal de Ishtar, reconstruído quase que em sua totalidade dentro do Museu Pergamon, cujas dimensões e expressivas gravuras impressionam, considerando que é uma relíquia da antiquíssima Babilônia, datado do ano 600 AC! Ainda pegamos a exposição “1945” que trata da segunda guerra sob o ponto de vista dos cidadãos de várias nacionalidades que tiveram suas vidas transformadas completamente pela segunda guerra. Nao gostei muito,achei deveras parciais os relatos… como se uma guerra tivesse apenas uma única nação envolvida. Guerras não são monólogos, vale lembrar… Fora do complexo mas ainda nas imediações, junto ao Píer, tem o museu interativo DDR, que mostra como eram as casas da Alemanha oriental. Não chegamos a entrar. Coluna da Vitória, Palácio Bellevue e Haus Kulturen Welt (Casa de Cultura do Mundo) – são mais três atrações que você pode fazer com o Bus 100, ambas pertinho do Tiergarten. A Coluna da Vitória é um monumento gigantesco, pode se subir ao topo, mas estava bem frio e preferimos fazer somente fotos, não tivemos muito interesse em conhecer o Palácio Bellevue, só ficamos nas fotos, por fora mesmo… e a Haus Kulturen Welt, apesar de fechada para visita quando fomos, nos deixaram entrar e apreciar sua arquitetura única e seus lagos (que estava lindos e congelados no começo de janeiro)! Memorial Holocausto- também perto do Portão de Brandemburgo se tem o Memorial do Holocausto Judeu e o Museu do Holocausto, que é outra atração, com gratuita, ali as atrações são 2 em 1: tanto a caminhada entre os grande blocos de concreto, Memorial do Holocausto, que é um monumento á morte de grupos judeus durante segunda guerra, quanto o Museu do Holocausto, que é um Centro de Documentação em seu subsolo, com mostra permanente sobre o tema “judeus” e “regime nazista” e “segunda guerra”. Vale dizer que a construção do Memorial do Holocausto rendeu (e rende) controvérsias, pois, além do natural questionamento estético do monumento dos grandes blocos de concreto em uma área imensa, se tem o fato de o monumento apenas contemplar os judeus perseguidos sob o regime do Partido Nazista, deixando de fora os demais grupos igualmente perseguidos e mortos como os ciganos Roma e Sinti e também os homossexuais. Por causa disso, se tem hoje em Berlim um monumento distinto para cada um destes grupos, o que não seria necessário visto que todos sofreram perseguição de um mesmo único regime, em uma mesma época, todos eles minorias, mas enfim… sendo assim, se cobrar tempo, visite também o singelo Monumento dos Roma e Sinti, que fica dentro do Tiergarten próximo ao Bundstag e o Monumento dos Homossexuais, também ali perto ( esse não chegamos a conhecer). Potsdammer Platz e Check Point Charlie - reservamos o quarto dia para explorar com calma a Potsdammer Platz belíssima com uma animada feirinha de natal e seu moderno Shopping da Sony Center (observação como tem loja da Lego na Alemanha!!) . ja na Potsdammer Platz já se vê resquícios do Muro de Berlim em destaque, mas a gente queria ver mais Então partimos para o Bairro Mitte,que é onde fica o Check Point Charlie! Museu da Topografia do Terror, imperdivel e tem entrada gratuita e fica no mesmo prédio que outrora abrigava a Sede da Policia Nazista, e foi palco de tristes dias e local onde ocorreu torturas. Esse museu é uma riquíssima mostra que explica em fotos históricas e textos como nasceu e tomou grandes proporções a era do regime nazista, e retrata com coragem, inclusive, o inegável engajamento da maioria da sociedade alemã, antes e durante o apogeu do regime, tocando deste modo em feridas silenciosas e abordando todos os personagens, sem máscaras, para que a História não mais se repita. O Check Point Charlie também, obvio, merece uma espiada, dizem que foi nesse posto de guarda que as cancelas do muro foram primeiramente “abertas”, obviamente porque não mais conseguiram segurar a massa fazendo pressão para ter de volta seu direito de ir e vir e pela reunificação de uma Alemanha absurdamente separada no pós guerra por um muro, ideológico e físico. Muro de Berlim: entramos em um trem (o chamado “S”) rumo à Ostbahnhof (Dica: vá de trem, é mais rápido e mais fácil que ir de bus…) e em poucos minutos, já do lado de fora da estação estávamos ali, diante da História contemporânea, vendo os resquícios que sobraram do muro de Berlim! Ali a surpresa: como conseguiam pular o muro? É muito mais alto que poderia imaginar, sequer fotos retratam fielmente isso! (Eu teria chance zero com minha estatura….rs)! Hoje o restante do muro ali deixado de pé, se transformou em uma imensa galeria de arte à céu aberto: incontáveis painéis pintados por diferentes artistas de várias nacionalidades, ficam ali expostos em mais de um quilômetro de muro, deixados como prova viva da ignorância e absurdos que podem ser cometidos também em nome de guerras ideológicas. E , retratando, principalmente, a vitória da liberdade, ainda que tardia, sobre a opressão. Viva a queda do muro de Berlim e a benção de testemunhar in loco a História! CharlotteBurger - Fizemos um breve bate volta a tarde, em CharlotteBurger, para conhecer a feirinha e ir a uma cervejaria muito legal ali perto, indicada por amigos, a Lenke, muito boa (apesar do cheiro de gordura geral …), que produz cervejas próprias, com opção, no cardápio, de degustação de toda a linha produzida. Charlotte Burger pareceu um bate e volta interessante durante o dia para visitar o Palácio, mas faltou tempo e tivemos que optar e preferimos então conhecer a vizinha Potsdam, que fica a 45 min de trem de Berlim. Bate e volta a Potsdam – Recomendo demais Potsdam, é um lugar que parece cenário de conto de fadas! Saímos cedo de Berlim e em menos de 45 min chegamos de trem a estação, assim que chegamos vimos uns senhores oferecendo o passeio em um Bus Tour em Potsdam, o qual recomendo demais! Sai por cerca de 15 euros por pessoa e eles te levam de ônibus com guia em alemão e opções de áudio guia,inclusive em espanhol, a uns 5 ou 6 castelos, dentre eles o famoso Palácio Sansussie e ainda na famosa casa onde ocorreu a “Conferência de Potsdam” onde Churchil, entre meia dúzia de charutos diários, no comando dos Aliados, tomou importantes (e algumas péssimas) decisões sobre a administração da Alemanha pós guerra. Isto tudo foi feito na pequena Potsdam. No final do passeio se pode passear no Bairro Holândes todo com arquitura holandesa, com os famosos tijolinhos vermelhos, e o centro comercial, onde acontence uma boa e genuína Feirinha de Natal de Potsdam, onde tomamos vários Gluwein para esquentar o frio e animar a fazer o caminho de volta a Berlim na friaca de -2! . Torre de Tv e Alexandre Platz: símbolo de Berlim, a visita ao topo da Torre de Tv é passeio turístico indispensável. A vista que se tem de lá da Cidade é realmente fantástica. Não é barato (se não me engano custou 12 euros….) mas acaba valendo, a vista 360º é realmente sensacional e tem um bar bacana, onde, com sorte de se achar lugar, se pode degustar uma boa cerveja com vista panorâmica de Berlim. Há ainda um restaurante, mas aí tem que reservar. (Dica: mas só pague para subir se o tempo estiver limpo). Hackesche Höfe – é um shopping meio alternativo, com uma feira em seu entorno. A arquitetura interna dos prédios que o foram é bem interessante, lá até se encontra marcas como a HM e tal, mas as lojas têm decoração alterativa, fugindo daquele padrãozão… se tiver tempo sobrando, até vale a visita, não achei nada demais, mas… Cervejaria HB HausBraus – Já tínhamos conhecido a matriz da HB em Munique ano passado, e quando soubemos que tinha HB também em Berlim, partimos para lá, na mesma hora! Em um prédio enorme, nos arredores da Alexandre Platz, no ponto final do Bus 100 (olha ele aí de novo! rsrs) a Hb é uma opção deliciosa, com cerveja servida em canecos de 1 litro e comida farta e excelente (a batata assada com sourcream e manteiga de ervas acompanhada de salada é uma das melhores batatas que já comi na vida!), além do atendimento ótimo e muita, mas muita animação!!!! Ideal é reservar para não correr risco de não ter lugar, e acredite, só por sorte se consegue lugar sem a reserva! E já que falamos de restaurante, uma dica em Berlim é a L’Osteria, tem pizza gigante e opções de massa que dão até para dois! Comida Deliciosa, ambiente mega legal, bar ótimo e acima de tudo, preço super justo! Se ficar muitos dias na Cidade, circule a L’osteria do Shopping Bikini em seu mapa! Zoológico e Aquário – Apesar de ler dicas de que não valeria muito a pena ir ao Zôo de Berlim no inverno, já que a maioria dos animais não dava as caras por causa da temperatura abaixo de zero, tínhamos tempo de sobra e curiosidade de ver os tanques dos hipopótamos e o dos pinguins, que é de vidro (ou acrílico) sendo possível ver os animais mesmo quando submersos. Munidas de curiosidade, compramos por 16 euros o ingresso que dava direito ao Zoo + o Aquário e fomos assim mesmo! De fato, não se vê motos animais, como o urso polar por exemplo, que se entocam com temperaturas negativas, mas vale o passeio de qualquer jeito! No tanque dos Hipopótamos, todo em vidro, se pode ver de pertinho os enormes animais , em mergulhos incríveis, que até “interagem” com os visitantes, saltando (acredite!) e brincando com quem está no vidro. E o mais bacana: tem plaquinhas com os horários quando os animais são alimentados, então você pode ver o animal de sua preferencia no auge da interatividade! Vimos os pinguins, também em aquário de vidro, sendo alimentados e fazendo muita algazarra! Inclusive os funcionários permitem que os visitantes joguem os peixes. O Habitat das focas também parece um “pequeno estádio”, onde é possível sentar e apreciar o nado incrível através do tanque de vidro. Enfim, seja n inverno ou versão, vale a pena visitar o Zoo de Berlim, se você tiver tempo de sobra! O Aquário se vai por dentro do próprio zoo, é espetacular, vale muito a pena! tem além do aquários dos peixes e tipos raros de agua viva, ainda um andar só de cobras e répteis,alguns que jamais vi na vida! E ainda um andar de insetos, que nem fomos. Bunkers de Gesundbrunnen - pesquisamos muito e queríamos muito conhecer os Bunkers de Gesundbrunnen foram construídos como abrigo subterrâneo na segunda guerra. Ha 3 ou 4 tours diferentes, sendo o mais cobiçado o primeiro tour. Por ser janeiro, temperatura negativa, não achamos que seriam tão cobiçados assim…. pegamos o metrô em direção a estação de Gesundbrunnen e fomos até a agencia que vende os tais tours dentro dos bankers, chegando com meias hora de antecedência e, para nossa surpresa, o passeio estava esgotado!! O atendimento deles não e lá muito simpático, e não pudemos sequer comprar ingressos com antecedência para o dia seguinte, então fica a Dica: se quiser visitar os bunkers subterrâneos, chegue beeeem cedo, o primeiro passeio é as 11h, chegue as 9:30h para ter chance, senão voltará frustrado como nós! Aproveitamos para conhecer um pequeno shopping no bairro de Gessundbrunnen e passear nesta parte da cidade. E alem disso? Andar à toa com muito tempo livre, apreciar as paisagens de inverno, principalmente quando tem neve que deixou a cidade ainda mais linda e aproveitar dias de ocio nas feirinhas regadas a muito vinho cokm especiarias, o Gluwein e muita cerveja alemã nas feirinhas! Dresden: Dresden é a capital do estado Saxônia, uma das mais lindas e emocionantes cidades da Europa que já conhecemos! Fabulosa Dresden Linda, povo amável, arquitetura deslumbrante, beleza natural nas duas margens do esplêndido rio Elba, Dresden é uma joia da Europa, contribuindo para a Alemanha ser o pais mais bonito,rico culturalmente e interessante que já conheci! Uma Dica de ouro: não caiam na falácia que se pode conhecer Dresden em uma parada de trem de um dia entre Berlim e Praga…. porque alem de não conhecer realmente Dresden, você ainda achará que a conheceu …. e perderá a oportunidade de realmente apreciar uma cidade incrível, histórico e culturalmente rica, como ela merece. Fique no mínimo 3 dias em Dresden. Reserve um dia inteiro para o Hop On Hop Of, outro para explorar o centro histórico e pelo menos visitar o Museu da Cidade e ver as margens do Elba ao entardecer e outro para fazer compras em seus shoppings incríveis! Tivemos a sorte de comprar uma promoção da rede Accor e ficar hospedados no excelente Pullman em Dresden, que foi o melhor hotel que já nos hospedamos até hoje pela rede Accor! Localizado perto da estação, facilita demais a chegada e, ao mesmo tempo, fica a poucos minutos do centro histórico. O café da manhã desse hotel vale cada centavo investido na diária. É simplesmente sensacional! Dresden é sensacional! Dividida entre Cidade velha, que é onde fica seus prédios históricos e cidade nova, por uma infelicidade da segunda guerra, a cidade nova possui prédios mais antigos que a Cidade velha, já que nesta parte da cidade a maioria dos prédios foi totalmente destruídos pelos aliados na segunda guerra. Mural de azulejos E quando digo “destruída”, não digo com “avariada” pela guerra, não. A cidade – maioria absoluta de civis – foi duramente atacada pelos Aliados, por bombardeamento aéreo pesado e pior, com as chamadas “bombas de fósforo” que arrasou quase que completamente a parte antiga onde se concentravam os prédios históricos e seculares, em uma extensão imensa, deixando a cidade inteira e o que sobrou dela ardendo em fogo por mais de cinco dias (isso é documentado e está claramente exposto em vídeo e fotos, em um museu da cidade de Dresden). De modo que por esta catástrofe cometida pelos aliados contra a população civil da Alemanha, a cidade nova possui prédios originais mais antigos que a cidade velha, hoje praticamente toda reconstruída, utilizando inclusive material que pode ser recuperado dos escombros, tais quais sinos, estatuas que foram recuperadas. Não pretendo me estender. Até porque infelizmente ha coisa que só vendo ao vivo, in loco. Mas ter a oportunidade de conhecer a cidade de Dresden tal como é hoje, 70 anos apos a guerra que praticamente tornou seu centro um crematório, é algo realmente emocionante. E incrível como a cidade de Dresden ressurgiu e é o que é hoje. Ao povo alemão, especialmente aos bravos habitantes de Dresden, todo o meu respeito, toda a minha admiração e todo o meu grande apreço. Ponto. Vamos ao turismo? Interior Semperoper Já no primeiro dia embarcamos em um Hop-On-Hop-Off, que custou cerca de R$ 30 euros, mas com ele fizemos passeios incríveis, tanto na parte da cidade velha, quanto na cidade nova, que fica do outro lado do rio Elba, vale muito a pena! Recomendo! O que se destaca em Dresden e se faz facilmente com 3 dias: – Theather Platz: onde fica concentrado o teatro, o museu de porcelana, e outros pontos turísticos centrais. – Semperoper, Palácio da Coroa e Jardins do Zwinger – Dentro é um espaço grandioso com belíssimo jardim – Fraunkirche: linda também foi reconstruída totalmente com ajuda inclusive de um matemático alemão que ganhou o premio Nobel e o doou quase que integralmente para acelerar a reconstrução da belíssima Fraunkirche. Tivemos a sorte de assistir a um concerto de natal gratuito no dia 23 dentro da Igreja, divino! – Torre da Rathaus e Kreuzkirche: pertíssimo da Theater Platz, você passa por ali quase todos os dias… Dresdener Schloss: o castelo de Dresden – Mural de Azulejos de Maisen: é um painel incrível que retrata séculos com a evolução dos muitos príncipes eleitores da saxônia, uma obra de arte linda em plena rua! Fábrica transparente da Volkswagen: é incrível essa fábrica da Volks, conhecida como “fábrica transparente” é toda a fachada e lateral é em vidro, permitindo ver algumas etapas da construção do carro ponta de linha da Volks, tem ainda expostos modelos antigos e um pequena sala de vídeo com varias peças de publicidade geniais da Volkswagen, incluindo sobre o Fusca a Kombi. Não optamos pelo passeio guiado por questão de tempo,mas mesmo sem fazer a visita completa é possível ter acesso aos carros antigos expostos, a vista da cúpula e a sala de vídeo,além do bar! E um projeto futurista e tanto! Pont Augustusbrucke e Terraço de Brühl – ao cruzar a ponte se chega a feirinha de natal da Rua Augustiner, e se conhece ainda dois belíssimos palácios e o melhor: desfrutamos de preciosas horas no entardecer admirando a cidade do outro lado do rio, às margens do Rio Elba, com a bela Augustusbrucke ao fundo! Cinematográfico! – Conhecemos ainda através do Hop On Hop Off, um bairro nobre no alto da cidade nova, em uma colina com casas belíssimas e atendido por um tram, ao final se tem a Cervejaria Brauhaus am Waldschlosschen: neste dia almoçamos por lá e provamos uma das melhores cervejas de toda a Alemanha, a cervejaria é linda, decorada com objetos antigos. Vale a pena a visita, se gostar de cerveja então, ai é obrigatória a visita! Ano Novo em Dresden: 31 de Dezembro em Dresden foi ótimo e animado, nosso hotel estava cheio e teve festa com várias bandas alemãs no entorno do Theater Platz e na queima de fogos com os belíissimos prédios históricos e a ponte fundo, alem de alguns bares abertos até meia noite,ou seja, garantia de cerveja alemã até meia noite! Destacamos ainda o Museu que abriga a História de Dresden, um pouquinho adiante do centro histórico, mas que é visita Obrigatória para se ter uma ideia do que foi as atrocidades da guerra também para o povo alemão: Stadt Musem Dresden, imperdível, com 3 andares de pura história da cidade, seu glorioso passado como capital da Saxônia, registro do que foi a Guerra e sobretudo, de como a cidade deu a volta por cima e se reconstruiu das cinzas. Dresden deveria chamar-se “Fênix”. Praga: Praga para ir de mochila como nos fomos é uma aventura e tanto!! A começar pela baita dificuldade da língua. Depois, já na estação, os guichês de informação não são lá muito amistosos com quem chega não. O cuidado na hora de sacar a moeda, fora da zona do euro (ainda) apesar da proximidade com a viznha alemã, Praga tem outra moeda, a coroa checa, e de pagar os tíquetes de metro tem que ser redobrada (exemplo: no guichê oficial do metrô, nos retornaram troco errado, sorte que vimos rapidamente e reclamamos 2 min depois). Mas, passado o impacto da chegada, Praga surpreende qq um, seja pela sua arquitetura que eu diria ser tão ou mais bonita que paris, seja pela grande quantidade de turistas, abarrotando suas ruas noite e dia. Parece uma festa constante! Se nota mais pobreza (ou mais simplicidade?) quando compara-se a outra capitais europeias. A cerveja é muito, mas muito boa! Nao vale tomar cerveja em garrafa em Praha, o Draft la que é o must! E a comida e bem barata. Uma ideia, tinha cerveja de ate 1 real no mercado! E nos restaurantes, uma caneca de meio litro de cerveja não passava de 8 reais. Comida barata, se come por R$ 20 reais. Praga é cidade que não pode se deixar de conhecer e facilmente adaptada a um roteiro para Alemanha ou Viena! A Cidade se domina facilmente no segundo dia e é possível se roda-la toda a pé. Diferente, interessante, belíssima arquitetura e o melhor: cerveja maravilhosa, ate mais que a famosa vizinha alemã! Imperdível em Praga: – ir a casa dançante de dia e de noite, subir e tomar uma cerveja em seu terraço – passar horas admirando o Castelo lá da ponta OU vice versa! (ja ir até ele, nao gostei…) – tomar cerveja na outra margem do rio com vista total da cidade – andar (muito) por suas ruas e comércios e por sua ruelas apinhadas de turistas, parece uma festa todo dia – encantar-se feito criança vendo o espetáculo no relógio astronômico – comer o pãozinho enrolado de açúcar e canela – admire o Divaldo Nardoni, o teatro municipal lindo, lindo. – well, o Castelo tem que ir ne? mas não gostei não. Muito turistão, muita gente, meio pegadinha de turista perto, enfim… tem que ir, claro. mas que e – tire umas horas para margear o parque que faz parte do complexo do castelo na cidade nova, que oferece uma vista belíssima da cidade! – ande a pé nas duas margens do rio e descubra detalhes sensacionais, tanto da paisagem, quanto do comercio! – O bairro judeu e bem legal de rodar a pé também O transporte é fácil e similar ao alemão, não tem roleta apenas um local no bus ou trem para validar seu ticket. Achamos tantas coisa diferentes que deixa bem claro a distinção da Europa oriental, mais um motivo que torna Praga imperdível para quem já conhece a Europa ocidental. Um detalhe curioso: as escadas rolantes do metrô são mega rápidas, não sei se daqui a 10 anos eu conseguiria…rs As fachadas e calçadas são muito bem conservadas e bem cuidadas. Lembra muito Paris, mas é mais colorido, fachadas mais ricamente detalhadas, porque não dizer que o Rio Vitava misturado a paisagem da cidade, quando se aprocima do Castelo perto do Castelo, fica mais bonito que o Siena, (sorry Paris), mas não tem o mesmo charme de Paris, só vendo mesmo, in loco…. mas quem é que liga para charme com tanta cerveja e tão boas a preço de banana? Praga vale demais a visita, não fique menos de 4 dias, a Cidade merece um tempo para encantar você. Relógio astronômico Orloj - Nossa primeira impressão não foi boa, afinal, vínhamos da belíssima e delicada Dresden e a diferença entre ambas cidades, criou algum impacto. mas ambas são imensamente belas, de uma beleza diferente. Só uma coisa: não achei o povo (especialmente do comercio nada, mas nada simpático mesmo! Não espere simpatia com o turista em Praga,não mesmo! Nisso os vizinhos alemães são infinitamente mais simpáticos. Perto dos garçons de Praga, com rara exceção, até a fama de Paris cai por terra! (fama porque não achei ninguém antipático em Paris conosco) A exceção de bom atendimento que tivemos em Praga, ficou por conta do Restaurante Mastro (https://www.tripadvisor.co.za/Restaurant_Review-g274707-d1070706-Reviews-Maestro-Prague_Bohemia.html)fica a dica da melhor e mais barata comida de Praga e melhor atendimento que recebemos!! Fotos da viagem em nosso site: www.viajandofeliz.com.br
  3. Muito Obrigada Adriano! Vou pesquisar nestes sites. Iremos refazer as pesquisas usando estas dicas! =)
  4. Senscional tuas considerações! De fato em plena polinia se pegar inverno com sol,maravilha...mas chuva por 2 ou 3 dias, deve ser tédio puro! Muito boas consideracoe,s te agradeco muito. So uma pergunta: onde voce viu este trem por este preço? Porque tenho pesquisado e tenho visto passagens bem caras! Fui ver media de preço na Rail Europe para Viena por exemplo e fiquei muito assustada com os preços. Te confesso que tava assustando ja. Na outra vez que estivemos na Alemanha, usei só a Bahn, regional d Alemanha, e ja achei cara (qdo comparado a trem regional na Italia, por exemplo) Mas qdo vi entre Alemanha x Praga ou Alemanha x Viena achei assustador. Te pediria, onde posso ver estes preços?
  5. Te entendo, mas e que nao gostamos de ficar menos de 5 dias mesmo em cada cidade mesmo. E como ja tenho projeto de fazer varios bate e voltas em Berlim que me consumirao cerca de 50% do tempo, se jogar mais uma base ficara corrido , pro nosso estilo de viagem ao menos. O que encareceria seria justamente transporte, alem do mais preciso, que é o tempo tb. entao iremos permanecer com so 1 delas. A questao é: qual.
  6. Bruno,obrigada pela sua resposta. Mas realmente nao estamos desta feita capitalizados para enfrentaR$ tantas bases. E cansa tb, ne? em 20 dias percorrer ttos paises. terei mesmo de escolher entre as duas. De qq modo valeu por sua sugestao! Sua dica sobre polonia sair mais em conta é preciosa, pois sempre leio que Viena é cidade bem cara tambem, e isso acabna deixando Wroclaw um bocadinho à frente... Mas duvida de roteiro é fogo.....! : (
  7. Cecilia, muito grata pelo seu tempo e pela ajuda. Sim,iremos considerar cada coisa que disse. Apesar de vc nao conhecer ainda Wroclaw , deu otimas "pistas" de como a Polonia pode ser interessante. Muito Grata!
  8. Pessoal, seguinte: Perfil da viagem: Pretendemos ( 2 adultos sem criancas) ficar 20 dias no Dezembro / Janeiro. Temos +/- 40 anos, gostamos de historia e selecionamos sempre 1 a 2 museus por cidade (mas nao mais que isso) e fazemos viagens meio economicas ( restaurante as vezes, nao todo dia, porem cerveja sem limite..rs) E iremos nos deslocar de trem Adoramos frio, sem problemas (até - 15 acho..rs) Berlim, Dresdem e Praga estao certos ja. Mas aí vem a dúvida da terceira base: Apos praga desceríamos para Viena? Ou rumariamos para Wroclaw ? As perguntas sao muitas, mas: Gastaremos a mesma grana em qq uma das duas escolhas? Qual seria a Cidade que nos daria melhor relacao custo beneficio em termos de roteiro de ferias? Qual cidade teria mais a nos oferecer em termos de cultura, pratos típicos, boas cervejas e coisas para ver por 4 ou 5 dias: Viena ou Wroclaw?} Quem conhece ambas pode ajudar? OU sugerir algo? : /
  9. Drica100

    Alemanha - Natal e Ano Novo 2015

    Concordo com o mochileiro que diz que os roteiros imaginados nao caberiam nessa data. Dia 25 e tudo fechado, dificil ate para comer. E dia 26 é um grande feriado na Alemanha. Entao se tem tudo fechado dias 25, 26 e 1 de Janeiro. E no dia 24 e 31 voce até vê movimento, mas no máximo até 16h, Depois é dificil até para conseguir comercio para tomar cerveja. E ainda: 24 e 31 a maioria dos museus e outros pontos de interesse fechados. Idem dia 31. Entao sao dias ideais pra usar em Traslado. Passei o Natal passado na Alemanha: e irei voltar! é uma data maravilhosa para curtir neve nas ruas, clima de natal e as feiras de natal, os museus de Munique, os de Nuremberg. Mas para roteiros como o que voce deseja, não é a época do ano mais indicada Considere desta vez, levando em conta a epoca do ano, feriados e temperatura próxima ou abaixo de zero, ficar so pela Alemanha ( que é bem grande) e conhecer bem as suas grandes e pequenas cidades Voce ira aproveitar muito mais e sair de la com uma sensacao de descanso e extasiado com este grande País que é a Alemanha Em tempo: ceias de natal e reveillon tem pouquissimas e carissima ofertas, ficando como melhor opção ceia no quarto e usar os dias seguintes (25 , 26 e 1) para os traslados mesmo. Dê uma olhada no nosso roteiro nesta mesma epoca: http://viajandofeliz.com.br/viagens/alemanha-fantastica/ Espero te-lo ajudado.
  10. Alexandre, sao propostas de roteiros bastante diferentes Frankfurt e imediações de Munique para ir a Neuschwanstein OU ir Frankfurt e Londres. Nao recomendo voce considerar 1 dia para o trajeto de Frankfurt ao Castelo de Neuschwanstein... de trem gastamos cerca de 3 horas...quer dizer meio dia voce reserva praticamente para percorrer as distancias... Nao creio que possa ajudar muito.... Nao tenho experiencia de viajar com criancas ( o que deve ser bem bacana viajar em familia, lembrancas fantasticas para o resto da vida de voces) e eu fiz tb todos os percursos de trem (http://www.viajandofeliz.com.br tem os relatos.) Mas creio que voce esta correto quando pensa em reservar 3 dias para Frankfurt: nao fique menos que 3 dias, a Cidade é uma delícia, tranquila e com bastante opções (centro antigo, rua das compras, caminhada pelos parques que beiram o Rio Main, Museus lindos. Frankfurt é uma graça e merece 3 dias. Mas eu acho (opiniao minha) que nao compensa voce dividir e ficar apenas 3 dias em Londres principalmente considerando aeroporto e tempo precioso que se perderá neste traslado. Deixe Londres para ano que vem! Londres merece mais dias!!! Aproveite estes tempor na Alemanha somente. O País é espetacular: tem Maiz que é pertinho de Frankfurt (ate trem caberia neste caso), Tem Nuremberg com um Castelo, que sempre pode encantar crianas e adultos, falam muito bem do museu dos brinquedos e a fabrica da Fabber Castel (nao fui). Tem Munique que poderia facilmente te tomar 3 dias alem da ida ao Castelo... enfim Minha dica considerando estes 6 ou 7 dias seria se manter apenas na Alemanha. Sobre a questao das Vagas eu nao teria como te responder, ja que nao utilizei carro e acabei nao prestando atencao a este aspecto. Mas percebi transito e impaciencia (muita buzinacao!!) nos horarios de rush, mas realmente nao atentei para a questao de vagas. Um abraco!
  11. Ola pessoal vim agradecer o tempo de voces, e deixar um relato de viagem. http://www.mochileiros.com/alemanha-no-natal-5-lindas-cidades-em-17-dias-t108765.html Grata a todos
  12. Antes de mais nada, agradecemos aos membros do MOCHILEIROS.COM que nos ajudaram na montagem do Roteiro. Temos fotos e mais relatos individualizados para cada Cidade no Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/ que, talvez, possa ter alguma utilidade para quem ainda não conheceu a Alemanha. Fotos e mais relatos: ViajandoFeliz.com.br Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/ Destino: Alemanha. Centro + Sul Todos os elogios que fazem à Alemanha, enquanto destino turístico, são poucos. Após priorizar várias cidades na Europa em nossa lista de “lugares para conhecer”, finalmente (e felizmente) nos decidimos pela Alemanha em Dezembro de 2014. E que decisão feliz foi esta! o/ Já tínhamos uma experiência anterior na vizinha Holanda, que, certamente, pela sua cultura “Deutsche”, pesou muito na hora de elencarmos Alemanha como nosso destino no ano seguinte. Roteiro Frankfurt > Nuremberg > Munique > Heidelberg > Frankfurt E lá fomos nós, para o mais difícil: elaborar o roteiro, escolher as cidades, definir nossas cidades-base e pesquisar todos os bate-voltas interessantes e possíveis, claro, em uma nem sempre fácil equação, com muitas variáveis, entre elas tempo e dinheiro disponível, sem abrir mão do item conforto: afinal, fazemos “mochilão arrumado” depois de 45 primaveras… : ) Decidimos entrar e sair por Frankfurt e fazer uma espécie de triangulação em 17 dias (de 14 a 31 de Dezembro). Pronto! Por que escolhemos este roteiro? 1. Aérea ficou expressivamente mais barata entrando e saindo pela mesma cidade. 2. Andar de trem na Alemanha não é caro, quando compra-se passagem com antecedência. Além de adorarmos passear de trem pelo velho mundo! 3. O trajeto meio que “triangular” nos faria evitar trilhar a volta em um mesmo percurso, algo bastante chato, especialmente quando envolve viagens de 2, 3 horas. O nosso roteiro ficou então: Frankfurt (chegada + 1 dia) Nuremberg: 4 dias com bate volta a Furth Munique: 4 dias Heidelberg: 2 dias Frankfurt: 3 dias com bate volta a Mainz. Que escolha acertada!!!! Discorrerei sobre cada uma em outros links ok? Porém vou me ater abaixo às considerações gerais sobre viajar para a Alemanha em Dezembro! Da Temperatura: Fomos em 14 dezembro, pegamos frio que oscilava entre 5°C e -3°C , entretanto, nada que um bom casaco e botas não protejam (aliás, compramos por preço inacreditável em Frankfurt, assim que chegamos). E luvas. E cachecol. Infinidade deles! Pegamos 4 dias de neve, tranquilo. Well…bem sei que a resistência maior ou menor ao frio varia de pessoa para pessoa, mas eu, pessoalmente, amo frio. Então, reitero o que disse acima: basta um bom casaco e um hidratante, caso não queira usar uma calça fina sob o jeans. (até aguentei o frio só com o jeans, usando casaco um bocadinho comprido, mas acabei queimando levemente a região atrás dos joelhos no dia que pegamos -3°C… Bastaria uma calça de malha fininha embaixo da calça jeans OU um bom hidratante para proteger… Mas, é vivendo e aprendendo! Recomendaria então um único (e bom!) casaco, que seja fácil de tirar e colocar, quando se entra em ambiente com calefação, com uma blusa de lã por baixo, uma malha de mangas compridas sobre a pele e um bom cachecol… E se encara temperatura negativa sem muito mistério. Observando-se, claro, a diferença de sensibilidade ao frio de cada um, né? Das Feiras de Natal Ah, este capítulo, deveria ser à parte… Não creio tenha época mais deliciosa, literalmente falando, para ir-se a Alemanha! As Feiras de Natal (Weihnachtswichtel), pessoal, são inesquecíveis, fabulosas, mágicas e incrivelmente deliciosas. Quando lia ou via fotos de Feiras de Natal, imaginava algo mais glamouroso e tal (nem sei porquê…enfim) mas chegando lá, já na nossa primeira Feira, em Frankfurt, percebi que as famosas de Feiras de Natal, são, antes de mais nada, um genuíno evento de encontro e confraternização do povo alemão. A grande maioria dos seus frequentadores é o povo alemão, o “local”, que faz ali seu happy hour, seu encontro com amigos e onde vê-se famílias inteiras desfrutando. Se você quer conhecer de fato o povo alemão, vá uma vezinha que seja, em Dezembro, nas Feiras de Natal. Comida mais típica, não creio que haja! Muita Cerveja, é claro, além da bebida típica deles nesta época do ano, o famoso “Glühwein”, que é um vinho quente (tinto ou branco) com especiarias, que lembra (um pouco) o nosso Quentão, mas com o sabor mais discreto. Do Glühwein nós gostamos, mas nada que rendesse lá muitos elogios, não. Já os sanduíches de pão com (todos os tipos de) linguiça, dizem que é de outro mundo! Eu dei sorte com as barraquinhas de raclete e as de crepes, além de barraquinhas de pretzels – deliciosos e gigantes – com coberturas de queijo. Imagina isso com cerveja alemã? Pois é. Os sanduíches nestas Feiras de Natal saíam na faixa de €3,50, e o Glühwein e as cervejas, idem. Já as racletes eram um bocadinho mais caras, na faixa de de €5. Um detalhe curioso que quase rendeu um vergonhoso embate, foi que ao pedirmos um Glühwein e uma cerveja, apesar de estar escrito na plaquinha de €3,50, nos cobraram 5… Ora! O que eu, brasileira, carioca, imaginei na hora? “Ah, o cara sacou que a gente é turista, e tá querendo se dar bem e cobrar mais!” Que vergonha ter cogitado em pensamento algo assim… É o seguinte: eles cobram de €1,50 de “Depósito” pela canequinha do Glühwein ou pelo copo da cerveja. Aí você pode devolve-los em qualquer outra barraquinha, ficando livre para percorrer a Feira… E apanha de volta seus de €1,50 devolvendo a caneca ou o copo quando e em qual barraquinha quiser! Fantástico né? E mais: não fica aquela sujeira de copos descartáveis… além de se tomar cerveja o tempo todo em copo de vidro, afinal, no copo certo! Muito legal! Na verdade, rende um capítulo grandão, só para a Feira de Natal. Como tem uma em cada Cidade Alemã que visitamos, falarei delas em outro Link, em breve! Dos preços na Alemanha: As cidades da Europa mais baratas que já fomos. Não sei se porque o Rio de Janeiro, onde moramos, tá cada vez mais caro, não achei nenhum preço absurdo na Alemanha, não. Preços justos para produtos maravilhosos! Museus: entre €6 a €11. Cervejas: na faixa de €3 as de 300 ml ou 4.50 as de 500 ml. Pratos típicos: salsichas com Sauerkraut (chucrute) OU salada de batata, em torno de €7. Pizzas ótimas: €7. E por ai vai… Não se morre de fome, é ou não é? E note: não é expressiva a variação de preço conforme o “visual” ou “endereço” do restaurante por lá não… Almoçamos um dia em um restaurante com o selo Michelin na porta que nos cobrou o mesmo que os demais pelo mesmo prato. Aliás, um parênteses para as comidas: concordaremos que repolho, batata, salsichas e carne de porco – com exceção da batata – não são lá unanimidades… ok. Mas em todas as Cidades que fomos tem Subway, tem Pizza e restaurantes Italianos à bessa, comida japa, quer dizer….. Ah! e tem Pretzels e pães deliciosos! Então de fome jamais se morre na Alemanha!!! Nos supermercados então, se me contassem eu não acreditaria. Cervejas Paulaner: € 0.89 cents. ( recomendarei muito a Tegernseer, espetacular, mesmo preço! OU, se for chop, a Binding!) Compramos em um supermercado de Munique barras grandes de Milka Alpine, o delicioso chocolate suíço, que é importado para eles, por €1.19. Ai ai ai……!!! Do povo: Não os achamos “frios”. De pouca conversa, talvez. Não esticam o assunto sabe como? Assim como costumamos fazer aqui com algum turista porventura disponível rsrsrs. Porém os achamos gentis e sempre prontos para ajudar. São pessoas simples, porém (sempre tem um porém) meio sacanas, sabe como? Difícil de explicar sem relatar episódios… Mas, se você entrar numa loja e pedir algo, por exemplo, é bem possível que comentem e riam sobre seu pedido, ou o modo de falar a menos de 2 metros de você (e isso ocorre na língua deles, pior ainda). Da língua: “Teremos dificuldade com a língua na Alemanha?” Era a pergunta que mais ‘Googleamos’ antes de viajar… E lemos em vários sites que não teríamos dificuldade com o inglês, porque “todo jovem alemão fala inglês.” Não é bem assim. Alguns alemães jovens falam inglês. Mas é muito no comércio de todas as cidades nas quais estivemos, cidades grandes como Munique ou Frankfurt, atendentes que não entendiam perguntas simples como “How much is it?”, “Do you have a larger size?”e corriam para chamar um colega para nos atender. Logo, não creio que possamos afirmar que “sobretudo os jovens falam inglês” na Alemanha. Talvez jovens de um extrato social econômico o qual nós turistas não tenhamos acesso durante a viagem… Logo é relativo se dizer que não há dificuldade com o inglês. Notei também que os que falam inglês, o fazem com um acento muito forte, de inglês da Inglaterra, claro, porém com acento alemão forte. Em contrapartida não se esforçam muito para entender o que você diz se for uma pronúncia diferente da britânica, que é a deles. Mais um exemplo? A maioria dos restaurantes não ofereciam cardápio em inglês. Então, inglês básico – aliado a facilidade de mímica – é capaz de resolver a questão tanto quanto um inglês perfeito do tipo ‘com extensão em Londres’…rsrs Frases curtas. E pronto! Não invente!!! Não “estique” a prosa! Essa foi a minha percepção e registro, ok? Há certamente divergências. / Turismo e História Se você ama História e, sobretudo, se o assunto “Segunda Guerra” o fascina, você precisa conhecer a Alemanha! E Nuremberg, especialmente, vai arrebatá-lo!!! É você “entrando” na História, sabe como? Nuremberg parece um túnel do tempo, com suas muralhas do ano 800, que cercam quilômetros do Centro Histórico, com seu Castelo, seus museus extramuro sobre a segunda Guerra, as muitas obras erguidas (e bombardeadas) no Terceiro Reich. Há ainda em Nuremberg as construções megalomaníacos projetadas neste período para reunir o Partido Nazista e a juventude Hitlerista, como o Zepellin, local onde Hitler discursava para a multidões, enfim, todos estes registros estão presentes nesta Cidade, considerada pelo próprio Hitler “a mais alemã das Cidades alemãs“, que hoje, seis décadas depois, traduzem para nós, o que foi este fascinante e, depois, sombrio, período da História, bem como nos mostra de perto seus personagens principais, nos ajudando a entender como se deu a ascensão e queda do Partido Nazista e sobretudo, nos revela em detalhes o incrível poder de reconstrução deste povo incrível, já que Nuremberg, dentre outras, ficou totalmente destruída após a Segunda Guerra e hoje se apresenta esplêndida, reconstruída e organizada. Sim, pois não nos enganemos: o horror da Guerra é sempre uma pista de mão dupla. Milhares de civis alemães também morreram vítimas dos bombardeios dos Aliados, com várias Cidades totalmente destruídas e população alemã devastada por esta que foi a mais absurda e selvagem Guerra. Do desenvolvimento. Poderia ficar horas escrevendo sobre como são desenvolvidas as cidades e a população alemã, mas não conseguiria descrever quão maravilhada fiquei. Vou citar algo que resume em meu espírito esse registro de civilidade enquanto cidade e gestão pública, que é o aspecto do transporte público. A gente chega ao aeroporto de Frankfurt, se dirige a uma máquina de fácil operação e escolhe comprar ou um bilhete individual (ao custo de €4,60, se não me engano) ou um bilhete coletivo que, por €7,50, dá direito de uso para até 5 pessoas. Imagine neste contexto uma família inteira saindo em lazer em um fim-de-semana, pagando apenas um único bilhete? E mais: após pagar menos do dobro para duas pessoas (poderia ser para cinco) você tem acesso ao trem, metrô ou tram (que são como os nossos antigos bondinhos daqui) e tal acesso se dá sem qualquer catraca, sem qualquer roleta, sem qualquer outro mecanismo de validação do cartão ou de controle de acesso. “Como assim?” Me perguntava: “cadê a roleta?”, “cadê o local para eu validar meu ticket?” e, principalmente, ruminava: “e se eu não tivesse pago pelo Ticket na máquina?” Sim, porque nós poderíamos muito bem ter tomado o metrô para a Hauptbahnhof, nosso destino, sem ter pago, uma vez que não existe qualquer roleta que nos impedisse o acesso. Mas, aí é que está: a premissa é de que o cidadão seja honesto! Essa é a premissa que rege a civilidade. Você crê que o cidadão seja honesto. Ponto. E ele (re)age de modo honesto porque o sistema de transporte em si funciona de modo perfeito, há a “honestidade” no poder público, no que tange ao sistema de transporte. E foi aí, na chegada, que a civilidade a mim se mostrou na Alemanha. De cara, ao pegar um metrô. Ha fiscalização? De certo que há! Tem até placa que avisa que a multa é de €40. Mas só o fato de o cidadão ser respeitado ao ponto de não precisar de um sistema de controle mecânico ou sistemático no transporte público, já me impressionou deveras. É isto. Alemanha é assim e muito mais! Me apaixonei. Ah! E aceito doações para uma nova visita a este meu “novo amor”, se tiver vocação para cupido, não se acanhe!! rsrs Fica a dica: visite a Alemanha. Por estes e muitos outros motivos! Vale demais cada dia da viagem. Conheça a Alemanha e surpreenda-se, assim como nós, com este que é sem dúvida um dos mais belos e desenvolvidos países do mundo! Fotos e mais relatos: ViajandoFeliz.com.br Blog http://viajandofeliz.com.br/viagens/category/alemanha/
  13. Obrigada pela Dica, vou pesquisar sobre Ulm, mas, agrada demais isso de ela junto no meio do caminho, podendo ser a parada que buscávamos para minimizar as 3h e tal de viagem. Abc!
  14. Sim Mario, Nuremberg vamos ficar 03 noites por la e de lá que desceremos para Munique, na hora de subir de Munique para Frankfurt é que iremos a Heidelberg, so que: queria coocar uma cidezinha bacana ai no meio, justo para quebrar estas 3h e poucos de trem. nao tenho o Link nesta maquina, mas deve ser a mesma promocao, tem tb promo para Am Latina e outras regiões da Europa.
  15. Prezados #Panda, #AdrianoLB e #AdrianoLB e #mariojr : Grata pelas preciosas respostas. Mediante as suas opiniões + algumas pesquisas, já nos decidimos pelo Sul mesmo! E ainda demos sorte de promoção na Rede Accor com diárias com 50% de desconto para toda a Alemanha! Entao já reservamos hoteis por preços muito baratos ontem mesmo. Uma sorte! (alias esta promoção vale para fechamentos de reservas até dia 28/08 achei muito interessante mesmo! Que diferença dos preços que pagamos na viagem passada pela Europa....!) Obrigada por nos ajudarem a decidir. Só pediria alguma dica ( se tiverem) de alguma cidade na qual possamos fazer pit stop entre Munique e Heidelberg, pois 3h e tal mesmo de trem ICE é dose....! PS: E #AdrianoLB: a sua dica de day-trip Heildelberg a partir de Frankfurt é valida, mas é que Heidelberg já está no nosso caminho de volta de Munique x Frankfurt, entende? É mais em conta parar por la, já que será o caminho da volta, antes de proseeguir para Frankfurt, onde teremos obrigatoriamente de fechar o ciclo, por causa da passagem de volta.
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