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paulineaguiar2

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Sobre paulineaguiar2

  • Data de Nascimento Janeiro 2

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  • Lugares que já visitei
    Argentina, Peru, Bolívia, Chile, Tailândia, Camboja, África do Sul, Emirados Árabes, Índia, Nepal, Butão, Myanmar.
    Chapada da Diamantina, Chapada dos Veadeiros.
  • Próximo Destino
    Amazônia julho 2015
    Europa 2016
  • Meu Blog
  1. Post original: http://mochilatreks.blogspot.com.br/2015/06/myanmar-terra-do-sol-de-fogo-vermelho.html Iniciei sozinha minha mochilada linda pelo Myanmar, aonde cheguei no dia 05-02-2015, de onde saí no dia 14-02-2015. Escolhi a cidade de Yangoon, como porta de entrada e de saída, através de um vôo da Jet Airways, de ida e volta partindo e retornando a Delhi, na Índia, local que utilizei como ponto de partida para os países vizinhos e onde, mais tarde, mochilei durante 17 dias. Myanmar (antiga Birmânia) é um país enigmático e que deve ser “mochilado” de um modo diferente dos demais, em razão de sua história e atual contexto político, uma vez que a forma como nós, viajantes e turistas, empregamos nosso dinheiro no país poderá ajudar diretamente sua população que vive na pobreza, ou contribuir para um governo que desrespeita e abusa dos seus próprios cidadãos. Faz-se primordial, antes de pisar em terras birmanesas, saber ao menos o resumo de sua história e situação atual. Um país polêmico e controverso a começar por sua nomenclatura. O antigo nome, Burma (Birmânia, quando traduzido para o português), foi alterado em 1989 pela junta militar ditatorial, atual regime que rege o país. Entretanto, diversos grupos de oposição ao atual regime político ainda utilizam a terminologia antiga, Burma, uma vez que estes não reconhecem a legitimidade do atual governo, bem como sua autoridade para alterar o nome do país. Acontece que, no Myanmar, reinava o regime democrático até o ano de 1962, quando o general Ne Win comandou o golpe de Estado militar, onde governou durante quase 26 anos. Em 1990 (quase 30 anos mais tarde), foram promovidas eleições democráticas pela primeira vez durante o governo, momento em que surgiu o partido da Liga Nacional pela Democracia, liderado por Aung San Suu Kyi, que ganhou a grande maioria dos assentos da Assembléia Popular. Entretanto, o Conselho da junta militar recusou-se a deixar o poder e anulou todos os resultados das eleições, valendo-se de diversas ações sangrentas para tanto, práticas essas fortemente reprimidas pela comunidade internacional. Aung Suu Kyi foi mantida em prisão domiciliar pelo governo e passou a ser vista como símbolo de resistência pacífica pelos birmaneses, ganhando o prêmio Nobel da Paz em 1991. (Foto extraída do google) Em 2000, o governo declarou que todo e qualquer cidadão que se opusesse ao regime militar e oferecesse risco para a estabilidade do país seria eliminado. Ou seja: os membros da junta militar de Myanmar não respeitam os direitos humanos e já praticaram diversos crimes contra a humanidade, inclusive a prática de trabalho forçado de seus cidadãos. Até mesmo os Estados Unidos, por volta de 1997, aplicaram sanções econômicas contra o regime birmanês, devido ao seu menosprezo aos tratados internacionais de direitos humanos. Em 2007 começaram a surgir novos grupos antigovernamentais, chefiados por monges budistas e cidadãos reprimidos pelo governo, que têm protestado pela democracia no país. Após longo período de instabilidade política, em 2011, sob forte pressão, a junta militar foi dissolvida e o partido de Aung San Suu Kyi deixou de ser ilegal. A líder, que havia sido solta em 2010, foi eleita deputada. No entanto a situação do país ainda é de instabilidade e forte insatisfação. Hoje, Myanmar tem metade dos 53 milhões de habitantes vivendo na miséria e bate recordes de pobreza, perdendo somente para a África. A ONU calcula mais de 1.300 presos políticos no país. O governo é formado por generais obscuros e supersticiosos que em 2003, mudaram a capital de Yangoon para Naypyidaw, supostamente a conselho de astrólogos. A população só ficou sabendo dois anos depois, quando os funcionários públicos receberam ordens para mudar de cidade. A repressão política e o desrespeito aos direitos humanos ainda imperam no Myanmar e o fazem pauta de trabalho na agenda do Conselho de Segurança das Nações Unidas. Até os dias de hoje, governos de diversos países insistem, sem sucesso, para que o atual regime conduza o país à democracia. E a essa altura, você deve estar quase desistindo de incluir em seu roteiro um país que sequer respeita os direitos humanos. Mas pode ficar totalmente tranqüilo quanto isso. Em que pese todo o seu quadro conturbado, o Myanmar é um dos países mais seguros da Ásia para turistas independentes. Sim, nisso inclui mulheres. Podem mochilar sozinhas no país sem stress, obviamente tomando os mesmos cuidados que tomam em qualquer lugar do mundo. A dica crucial para quem pretende visitar o país é que, por se tratar de um regime que não respeita os direitos humanos, advogados não são bem vindos. Mas isso também é fácil de revolver. Se você é advogado, quando for providenciar o visto omita essa informação. Diga que é empresário, estudante, do lar ou qualquer outra profissão que bem entender, exceto advogado, e não terás problema algum. Sou advogada e fiz isso, me declarei como empresária e não tive problemas. Nenhum representante birmanês solicitou à OAB informações acerca do meu registro profissional. Advogada, mulher e sozinha no Myanmar, sem medo de ser feliz. Por essas e outras razões como cultura e costumes, por exemplo, o Myanmar manteve-se fechado ao turismo pela maior parte do tempo. Estamos falando de um país que há menos de 5 anos atrás mal possuía atms, que o transporte oficial nas cidades ainda é a charrete puxada à cavalo, um lugar onde a internet era censurada e o facebook e emails foram liberados há menos de 2 anos atrás (isso mesmo, dois anos!). Não, não espere internet rápida em nenhum lugar do país. Um simcard birmanês não lhe proporcionará mais do que conseguir enviar uma mensagem via whatsapp aos seus familiares de vez em quando. Por outro lado, isso é sinônimo de contato com uma cultura rica e preservadíssima. Calça jeans é raridade. A vestimenta que os birmaneses usam é o longyi (uma espécie de saia longa), usado tanto por mulheres quanto por homens. Mulheres e crianças ainda usam no rosto a famosa Tanaka, uma pasta feita de pó de madeira usada como maquiagem e protetor solar. (Longyi birmanês) (Tanaka) No mais, bastou algumas das primeiras horas no Myanmar para eu entender porque todos falavam tanto acerca da receptividade daquele povo. O nome deles é carisma e o sobrenome é resiliência e boa vontade. Não restam dúvidas de que os birmaneses são o povo mais incrível que você encontrará, seja pela cultura, pela fé inabalável, pelos costumes preservados, pela alegria de viver mesmo diante de toda a opressão pela a qual são submetidos por seu governo, e por tudo isso reunidos a uma boa vontade nata e sincera para lhe ajudar e para tudo que se propõem a fazer. Um dos povos que mais me encantaram até hoje. Acredito também que, por pertencerem há um país que ainda tem pouco contato com o mundo exterior possuem uma inocência natural e desprovida de malícia, algo fácil de impressionar qualquer brasileiro. Informações úteis Moeda: Kyats. 1 dólar = aprox 970 kyats. Fuso horário: + 6h30min em relação ao Brasil. Olá = Mingalabar Obrigada = Kyai zu be (lê-se “tchai zu bê!”) Aprenda essas duas palavrinhas mágicas e use-as quando precisar. Isso vai lhe render bons sorrisos e até mesmo um desconto extra na hora de pechinchar. Sim, claro, a boa e velha pechincha não pode ficar de fora, principalmente nos artesanatos. Todos dizem para levar dólares em notas absolutamente lisas, sem qualquer tipo de rasura ou dobradura, pois em alguns lugares eles não as aceitam neste estado. De tanto ler isso nos relatos eu procurei levar tudo lisinho e bonitinho, mas, sinceramente, não vi nada disso por lá. Ninguém sendo barrado na entrada dos templos, nem no câmbio nem em lugar algum por causa de uma notinha levemente amassada. O que acontece de fato é que eles valorizam muito mais as notas de 100 e 50U$ na hora de cambiar. Estas possuem uma cotação muito mais favorável para nós quando comparadas as notas de 10 e 5U$. Portanto, vale a pena levar notas altas e trocar valores cheios, e não picados. Não são todos os lugares que aceitam dólares, e quando aceitam aplicam a taxa que lhe convém, ou seja, você sempre sairá no prejuízo. Em restaurantes, taxis e ônibus é melhor pagar tudo com kyats, pois do contrário você perderá dinheiro na conversão deles. Precisará cobrir pernas e ombros para entrar em qualquer templo no país, portanto, vá preparado ou leve lenços para cobrir-se, se não quiser gastar comprando um com um precinho pra lá de caro na porta do local. Para ajudar os birmaneses busque sempre fazer um turismo consciente. Alguns serviços e estabelecimentos como hotéis mais luxuosos, restaurantes mais chiques, vôos, etc., repassam a maior parte da verba recebida para o governo. Muitos, inclusive, são estabelecimentos oficiais do governo. Para evitar que seu dinheiro vá parar nas mãos de um regime militar que oprime a própria população procure hospedar-se em pousadas familiares, comer em restaurantes locais e comprar artesanatos nas ruas diretamente com os locais É uma forma de garantir que o dinheiro irá diretamente para as famílias locais e não para as mãos dos governantes. Visto Atualmente, com a abertura do país ao turismo, o governo facilitou a emissão do visto para turistas (que dura até 30 dias). O mesmo pode ser facilmente obtido junto ao site: http://evisa.moip.gov.mm/ Você preenche o formulário, anexa uma foto 3x4 de até 2mb e paga a taxa de U$50 (pode pagar com cartão de crédito). Em mais ou menos 3 dias úteis é liberada a carta de autorização de visto e entrada no país. Basta imprimir esta carta e apresentar-se na imigração munido com a mesma e passaporte com validade mínima de 6 meses. Simples e rápido. Obs: guarde muito bem esta carta enquanto estiver dentro do país, pois ela é seu visto e sua garantia de regularidade com a imigração. Perdê-la significará um motivo para ter problemas com o regime militar birmanês, o que, pelo seu histórico, não parece uma boa ideia. O que fazer Antes de mais nada e independente do que você procura no Myanmar tenha mente que, se você não gosta de simplicidade, ou pelo menos não pode lidar com ela, você vai se sentir desapontado neste país. Tudo, absolutamente tudo é muito simples. Tudo é pé no chão e em muitos templos não são permitidos nem meias nos pés. Em Yangoon, a grande atração visual é o Shwe Dagon Pagoda. Um lugar energético e espiritual que vale a pena conhecer é o Botahtaung Pagoda. Um passeio relax é uma volta no lago Karaweik para ver a barca real que é bem bonita e tirar algumas fotos. Se você aprecia jóias, vá ao Bogyoke Market, um mercado de jóias com peças de rubi e jade a preços atrativos, alguns vendedores fornecem certificado de qualidade da pedra preciosa. Em Bagan, lugar que mais gostei, vale a pena tirar uns 5 dias ou mais para fazer tudo com calma e perder-se pelas ruas e estradinhas de terra de moto ou bicicleta motorizada, ver o pôr do sol nos templos a perder de vista e em um barco no rio Ayeyarwady e visitar um vilarejo de pescadores. São mais de 3 mil templos nos arredores da cidade e você sempre achará algo novo para fazer. Se tiver grana, invista em um passeio de balão sobre as planícies de Bagan. É absurdamente inflacionado (330U$ por pessoa), mas é daquelas coisas que você fará somente uma vez na vida. Juntei, espremi, apertei, tirei daqui e dali, paguei e não me arrependi nem um pouco. Sua alma vai te agradecer. O Lago Inle é sim imperdível porque é diferente, tem uma aura meio bulcólica, um clima diferente e, além disso, a forma diferenciada de pesca local é muito interessante e bacana de se ver. É a Veneza asiática, totalmente roots, claro. As casinhas de palafita são charmosíssimas e nada como almoçar em um restaurante de palafita tomando uma boa e gelada cerveja Myanmar. Mas um dia é suficiente para ver tudo no lago Inle. Também não se demore aqui. Aliás, com exceção de Bagan, as cidades do Myanmar em geral podem ser feitas bem rapidamente, porém nem por isso deixam de ser imperdíveis. Hospedagem Diferentemente dos outros países, chegar com a mochila nas costas batendo de porta em porta nas guesthouses não é uma boa ideia. Vi gente passar horas em uma madrugada fria procurando por um quarto e tudo estava cheio. Isto acontece porque não há muitas opções de hospedagem no país, lembrando que turismo ainda é uma atividade recente e em crescimento. Hostels quase não existem, é um ou outro ali ou aqui com preço nada atrativo, e olhe lá. Mas você também não precisa se desesperar para garantir sua hospedagem com meses de antecedência. Uma semana, em geral, é suficiente. Foi com este intervalo de tempo que enviei um e-mail ao Motherland inn Guesthouse, em Yangoon, e solicitei a minha reserva que foi confirmada imediatamente. Um quarto privado para uma pessoa por 27U$, sendo o banheiro compartilhado. Tudo muitíssimo simples, não espere muito conforto e nenhum luxo, de verdade. Roots level hard. Aliás, no país inteiro predomina forte pobreza. Em Bagan, a opção mais em conta que encontrei foi o May Kha Lar Guesthouse que, não me lembro ao certo, mas paguei algo em torno de 15 ou 25U$ pela diária de um quarto privado (banheiro partilhado) com café da manhã simples porém muito saboroso. Essa guesthouse é onde a maioria dos mochileiros fica por ser a melhor opção custo x benefício de Bagan, que é a cidade mais turística do país e, conseqüentemente, onde estão os preços mais inflacionados. Não há email do May Kha Lar Guesthouse, nem contato para reservas via internet. Cheguei em Yangoon e pedi na recepção do Motherland Inn para que ligassem para o May Kha Lar e fizessem a minha reserva. É assim que são feitas as reservas de guesthouses em todo o país. Em qualquer lugar que você estiver, assim que chegar, peça na recepção de sua pousada atual para que telefonem para a da próxima cidade em que ficará. Eles o farão com a maior boa vontade e haverá alguém a sua espera quando chegar ao próximo destino. Se você não abre mão de quarto e banheiro privados, o preço mínimo é a partir de 35, 40U$ pela diária. Custos Mesmo com um custo médio diário ainda considerado barato quando comparado aos padrões com os quais estamos acostumados, o Myanmar ainda foge a regra de preços baratíssimos dos países asiáticos. Os valores não são muito atrativos para mochileiros, com exceção da comida, que gastei na faixa de 6 a 10U$ por dia (incluindo todas as refeições). Gastava 10U$ quando fazia a extravagância de ir em algum restaurante caro. Os taxis não possuem taxímetro então sempre negocie bem o preço antes de aceitar a corrida. Em Yangoon não gastei tanto com taxi, mas em Bagan foram 10U$ por dia somente para taxistas. O ideal lá é alugar uma moto para quem sabe andar ou uma bicicleta para que gosta de pedalar, pois a distância entre os templos é um pouco longe. Mas ainda assim, recomendo o planejamento e o considero um lugar imperdível. Transporte Avião: Há algumas cias aéreas locais que operam entre as principais cidades e não há vôos todos os dias. Além do mais, é necessário reservar tudo com antecedência. Os preços são nada convidativos também. Ônibus: maneira mais barata de se locomover no país. Porém, as estradas não são muito apresentáveis e a distância entre as principais cidades é bastante longa, o que demandará tempo e paciência. No mais, no quesito conforto, tudo é realmente muito precário. Poltronas fedidas e de dar dor nas costas. Os banheiros nas paradas são assombrosos, podendo facilmente serem comparados com os da Índia. A comida nas paradas é complicadíssima. Mesmo os mais desapegados encontram dificuldades de encontrar algo que dê para encarar. Portanto, ao viajar de ônibus do Myanmar, abasteça a mochila antes com biscoitos, chocolates, salgadinhos e petiscos para toda a viagem. Taxi: não possui taxímetro, negocie antes e com bastante pechincha. Charrete: geralmente são mais baratas, mas são em péssimas condições, principalmente para os animais que sofrem absurdamente. Evite-as. Considerações finais O melhor do Myanmar sem dúvidas é o seu povo, e a “rotina” de acordar cedo para ver o sol vermelho a nascer e depois a se pôr, dia após dia. Ver os monges passarem em fila a cada manhã, descalços, recolhendo doações da comida que comerão ao longo do dia. Caminhar pelas ruas sem hora marcada, observando as pessoas e o olhar das crianças. Não espere muita estrutura de nada, vá de coração aberto a entender aquelas pessoas, porque é exatamente assim que elas vão te receber. Espero ter ajudado, Abraço =)
  2. http://mochilatreks.blogspot.com.br/2015/06/chapada-dos-veadeiros-roteiro-de-4-dias_9.html#more Criado em 1961, o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros é uma unidade de conservação brasileira de proteção integral à natureza localizada na região centro-oeste do estado de Goiás, administrado pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade e reconhecido atualmente pela UNESCO como Patrimônio da Humanidade. É composto por diversas formações vegetais, nascentes, cursos d água; rochas com mais de um bilhão de anos e paisagens de rara beleza, típicas do cerrado brasileiro. Há algum tempo atrás eu havia incluído a Chapada dos Veadeiros na minha listinha de destinos brasileiros a conhecer. Como este ano o tempo está curto e a grana também, la fui eu aproveitar o feriado de Corpus Christi e tentar espremer a Chapada em um roteiro de 4 dias. Desta vez não sozinha, mas muito bem acompanhada. Sim, adoro viajar sozinha como sempre fiz, mas quando encontramos a companhia que faz tudo ser mais especial, além de dividir os mesmos gostos, valores e sonhos, então ter alguém ao seu lado mundo a fora com quem se pode contar passa a ter um significado diferenciado. Em contato por email com algumas agências, albergues e pousadas, pesquisando valores de diárias e pacote de passeios para os lugares que desejávamos, encontrei o menor orçamento pelo valor de 980,00 por pessoa (incluso somente passeios sendo 2 de dias inteiros e 2 de meio período). As diárias mais econômicas estavam a partir de 100-200,00 por pessoa. Entendo que era feriado e alta temporada, mas achei um absurdo os valores, considerando que as taxas de entrada das atrações da Chapada são bem baixas e muitas vezes gratuitas. Muito bem. Conseguimos nossos vôos para Brasília com milhas. A minha volta de Brasília para São Paulo troquei por 1000 milhas + 138,00 (taxas já inclusas, volta pelo aeroporto de Congonhas). Deixamos pré-reservado por email o aluguel de um carro junto à locadora Mobilis Car, que foi a que ofereceu o melhor valor: 4 diárias de um pálio com direção, ar, vidro elétrico, 4 portas e GPS por 445,00, podendo ser dividido no cartão de crédito (a Localiza e a Hertz, por exemplo, cobraram entre 550,00 a 700,00 pelo mesmo veículo). Muito embora não haja um balcão da Mobilis Car dentro do aeroporto de Brasília, um atendente da empresa nos telefonou e encontrou conosco no próprio aeroporto para entrega do veículo. Também é válido frisar que, durante o dia, o sol estava escaldante e para chegar nas atrações você anda alguns quilômetros pela estrada de terra, logo, valeu muito a pena ter pegado um carro com ar condicionado e direção hidráulica. Pegamos nosso Palio que seria nosso companheiro de estrada pelos próximos 4 dias e seguimos rumo a Alto Paraíso, cidade ponto de partida para quem pretende explorar a Chapada dos Veadeiros. Alto Paraíso fica a uma distância aproximada de 230km de Brasília, uma viagem de aprox 3 horas. Há também opções de ônibus da Real Expresso que fazem esse trajeto, no entanto, se você não quer ficar preso a um guia ou agência, a melhor opção é realmente alugar um carro e fazer tudo por conta própria, pois a grande maioria dos passeios e as principais atrações não necessitam de acompanhamento de guia, bem como o fato de ser quase impossível locomover-se na região sem um carro a sua disposição. Além disso, sairá também muito mais em conta do que contratar agência. Ir sozinho para a Chapada dos Veadeiros, de fato não é uma opção econômica, pois ou você arcará sozinho com o aluguel do carro, gasolina, etc., ou ficará preso aos valores astronômicos cobrados por algumas agências. Em razão do abusivo valor que as pousadas e albergues da região estavam cobrando, decidimos acampar e fomos direto para o Camping Pacha Mama, situado entre o km 62 e 63 da estrada que liga Alto Paraíso ao vilarejo de São Jorge. Pagamos 40,00 pela diária por pessoa. O camping era uma graça, arrumadinho, com uma vista linda do nascer do sol. Muito embora estivesse bem cheio por conta do feriado (como tudo na Chapada), os banheiros eram limpos, chuveiro quentinho, havia uma cozinha bacana, e o clima do lugar era muito agradável. Os donos eram muito simpáticos e receptivos, e a água das torneiras era potável, ou seja, enchemos nossas garrafinhas para as trilhas e não gastamos um centavo com água durante a viagem inteira. Encontramos outros campings não tão ajeitadinhos que estavam cobrando 30,00 a diária (valor mais barato que encontramos), mas acabamos decidindo pelo camping Pacha Mama pela energia do lugar e pela prestatividade dos donos, e não nos arrependemos nem um pouco. Para chegar lá, logo na entrada de Alto Paraíso terá um arco branco em forma de portal. Vire na rotatória e pegue a saída à esquerda. Marque 17km e do lado direito da estrada verá a placa de entrada “Camping Pacha Mama”. (Vista do Camping Pacha Mama) 1º dia – Cachoeira dos Cristais Quando terminamos de montar nossa barraca já era final de tarde, mesmo assim fomos até a cachoeira dos cristais para um banho revigorante de boas vindas à Chapada. No caminho, começamos a ter o primeiro contato com o cenário da Chapada. Céu rosado, sol alaranjado, vegetação verdinha e flores roxas a cobrirem de vista os cenários por onde passávamos. A Cachoeira dos Cristais possui acesso por uma trilha fácil de cerca de 700m, sendo cobrada a entrada de 10,00 por pessoa. Pequena e notável, a água é transparente esverdeada. Seguimos para Alto Paraíso para procurar um lugar para jantar e não encontramos muitas opções. No entanto, há um mercado bacaninha na cidade, onde compramos comida para nossos cafés da manhã, lanches das trilhas dos dias seguintes e para o jantar. Decidimos voltar ao camping e cozinhar nosso próprio jantar. E a noite se resumiu em uma massa capelleti aos 4 queijos com molho de tomate com manjericão, uma garrafa de vinho em volta da fogueira, debaixo de um céu absurdamente estrelado e iluminado por uma lua cheia, gigante e amarela. Noite linda, única e especial, para não deixar qualquer dúvida para aqueles que ainda se perguntam se realmente precisamos de muito para sermos felizes de verdade. 2º dia – Trilha dos Saltos do Rio Preto e Vale da Lua Acordamos, tomamos um bom café da manhã, fizemos nossos lanches, carregamos a mochila e seguimos para o Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Para chegar na entrada do parque vá ate a vila São Jorge (aprox. 34km de Alto Paraíso, e 17km do camping Pacha Mama) e lá terá placas indicando a entrada, que é gratuita. Além disso é importante frisar que o parque abre as 8:00hs da manhã e limita o número de visitantes por dia. Naquela função de arrumar mochila, se trocar, tomar café, etc., acabamos enrolando e chegando na entrada do parque as 9:20hs da manhã. Ficamos sabendo depois que naquele dia o parque encerrou as visitas as 9:30hs e que várias pessoas que estavam na fila não conseguiram entrar. Por pouco não ficamos de fora. Portanto, se você tem pouco tempo na Chapada e não quer correr o risco, chegue cedo. Protetor solar, repelente, camiseta, chinelo, boné, toalha, câmeras fotográficas, maçã, barrinhas de cereais, sanduíches, biscoito e MUITA água, abasteceram bem a nossa mochila para a trilha. Vá de roupas de banho bem confortáveis, shorts e tênis apropriado. A trilha dos Saltos do Rio Preto totaliza aproximadamente 12 km de ida e volta. Apesar de longa, é uma trilha tranqüila e plana em sua maior parte, com poucos trechos de subida e descida íngremes. O caminho é cheio de pedrinhas brancas cristalizadas, a vegetação é deslumbrante e a paisagem de cair o queixo. Primeiramente, chegamos ao mirante do Salto de 120m com vista belíssima, porém aqui começou a parte de disputar um espaço com vários turistas que chegavam, além da saga de tirar uma foto sem alguém atrás. Lugar muito bonito, mas muito cheio e isso atrapalhou um pouco. Fizemos uma pausa para o lanche e seguimos para o Salto de 80m, onde é possível tomar banho. Água limpa, vista da cachoeira muito bonita, porém, mais uma vez, lugar tomado por turistas, difícil achar um canto sossegado. (Vista do Mirante do Salto de 120m. Não é permitido banhar-se) (Salto de 80m. Embora não seja permitido chegar perto da cachoeira, há lugar próprio para banho) Finalizamos a trilha dos Saltos por volta das 15:30hs e seguimos para o Vale da Lua, cujo acesso para a estrada de terra fica a cerca de 5km de São Jorge. Tudo na chapada é de muito fácil acesso com carro. Basta perguntar e seguir placas, é bem tranqüilo. Pois bem, chegamos ao Vale da Lua. Lugar de beleza impressionante e estonteante. As formações rochosas realmente dão a sensação de terreno lunar, porém bastou andar até a parte das piscinas naturais para encontrarmos o “piscinão de ramos”. Sei que não é um termo muito carismático, mas o lugar estava realmente cheio e isso tira muito o seu encanto. Imagino que fora de temporada seja bem mais tranqüilo. De todo modo, o local vale a visita por si só. É cobrada taxa de entrada de 20,00 por pessoa. Saímos do Vale da Lua por volta das 17:30hs e, na estrada de volta para o camping, paramos para apreciar um pôr-do-sol vermelho, digno de cinema. A noite, a dona do camping montou um telescópio onde pudemos observar alguns planetas que estavam visíveis no céu naquela noite, como Saturno e Júpiter. Além do mais ela e nos deu uma breve “aula ao vivo” sobre as constelações e satélites. Belíssimo e muito bacana. Mas uma vez ficamos felizes por ter escolhido aquele camping. Ficamos ali por um tempo e depois decidimos sair para jantar fora em São Jorge. Encontramos a Risotteria Santo Cerrado que acredito ser o maior restaurante da região e com maior estrutura. Aqui foi a ostentação onde chutamos o pau do barraco do modo econômico da viagem rsrs. Um jantar com um risoto (serve 2 pessoas), uma entrada, cerveja e refrigerante por 98,00. Pelo menos valeu a pena e o risotinho de funghi caiu como uma luva para matar a fome e cansaço que estávamos. Achei o jantar muito bom, serviço ok e ambiente aconchegante, embora ainda assim seja muito caro para os padrões da região. 3º dia – Cachoeira dos Arcanjos Mochilas abastecidas, seguimos sentido Alto Paraíso rumo ao vilarejo Moinho, onde achamos as placas que nos levaram a Cachoeira dos Arcanjos, que fica em propriedade privada de um suíço, que cobra a entrada de 10,00 por pessoa. O percurso da trilha dura mais ou menos 40 min a 1h sendo metade mais tranqüila e outra metade de subidas e descidas mais íngremes. Uma cachoeira muito bonita e o único lugar em que conseguimos um pouco de sossego. Chegamos e não havia ninguém lá. Lugar de paz e tranqüilidade, todinho somente para nós. Ficamos la pelo período da manhã, quando voltamos sentido São Jorge para procurar um lugar para almoçar. Na estrada entre Alto Paraíso e São Jorge, a poucos quilômetros do camping, encontramos o famoso Rancho do Valdomiro, um restaurante bastante conhecido na região que serve em seu cardápio um prato que chama de “Matula”, com opções com carne e vegetariana (uau!). Pedimos 2 pratos feitos de matula vegetariana por 20,00 cada. Trata-se de uma mistura de feijão, farinha, abobrinha, couve, legumes, servido com arroz, abóbora, tomate e mandioca frita. O segredo fica por conta do tempero. Prato muito bem servido e de lamber os beiços! O restaurante possui ainda diversos licores diferentes feitos de frutas típicas da região, que podem ser vendidos a garrafa. E a melhor parte: a degustação é livre e por conta da casa =). Cansados de longas caminhadas, após encher a barriga com aquele prato delicioso e nos esbaldar na degustação de licores, decidimos tirar a tarde livre para descanso. Voltamos para o camping e deitamos em uma das redes que davam vista para a paisagem da chapada. Tarde linda e de relax. A noite fomos para São Jorge procurar um lugar para jantar. Embora o povoado de São Jorge seja menor que Alto Paraíso, possui mais opções de restaurantes ajeitadinhos. Escolhemos uma pizza de abobrinha com mussarela e gorgonzola na pizzaria Luar de Pimenta. Simplesmente maravilhosa, massa fininha, crocante e saborosíssima. 4º dia – Mirante da Janela Último dia de viagem, precisávamos estar em Brasília para pegar o vôo as 19hs. Havíamos planejado acordar bem cedo e ir na cachoeira das Loquinhas e Almécegas. Mas na hora mudamos de ideia e decidimos partir para o Mirante da Janela. Fiz essa escolha primeiro porque, pelas cachoeiras que havia visto até então, achei que nesse quesito a Chapada dos Veadeiros, digamos, deixou um pouco a desejar. São lindas, mas nenhuma com água azul cristalina (exceto a Santa Bárbara que ja já mencionarei). Acho que inevitavelmente acabei comparando-a com a Chapada da Diamantina, que no quesito grutas e poços azuis ganhou facilmente (lembrando que digo isso com base em um roteiro de 4 dias). Segundo, quando comecei a pesquisar sobre a Chapada dos Veadeiros a primeira foto de cartão postal que me tirou o fôlego foi a da vista do Mirante da Janela. Eu sabia que havia algo de especial lá. E tinha mesmo, foi a melhor decisão que fizemos. A trilha mais puxada de todas, sem sombra de dúvidas, que totaliza 6km (ida e volta) de fortes descidas e subidas em morros de pedras íngremes. Desaconselho para quem não tem um mínimo de preparo físico. Vá com tênis/bota apropriado para trilhas, daqueles que não escorregam, lhe dão estabilidade e "travam" seu pé ajudando a prevenir de torções. Entretanto, foi a mais recompensadora também, pois a vista la em cima te faz esquecer por uns instantes de todo o esforço feito para chegar lá. Fomos com tempo contado, não deu para ficar muito tempo la em cima. Aconselho a reservar umas 6 horas para fazer essa trilha sem correria e apreciando a paisagem lá em cima com calma. Valor da entrada: 10,00 por pessoa. No mais, só mesmo chegando la no topo, sentindo o vento sacudir os seus cabelos e observando a magnitude da beleza do visual da Chapada. Na vista do Mirante da Janela é possível ver os Saltos do Rio Preto e suas imponentes quedas d’água. Lugar energético, forte, e de muita paz. Um legítimo espetáculo da natureza.
  3. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Dani monteiro, obrigada! Natsoares, em San Pedro de atacama, procure a agência da Tur Bus e compre uma passagem de onibus para Arica. Vc sai a noite de San Pedro e chega de madrugada ena rodoviária de Arica, lá espera abrir as agências e procure alguma que venda passagem para La Paz. É tranquila a viagem mas bem demorada. so na fornteira para entrar na Bolivia o onibus levou mais de uma hora parado, sem contar o trânsito dentro de La Paz. Levei aprox 24 horas nesse trajeto todo. Boa viagem meninas, aproveitem!
  4. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Eu fiz Peru e Bolivia em viagens diferentes. Vi gente fazendo as duas rotas, porém, quem vai primeiro ao Peru diz não gostar tanto da Bolívia depois. É muito pessoal, mas eu comecaria pela Bolivia mesmo, trem da morte, Uyuni, La Paz, Ilha do Sol e subiria para Puno e depois Cuzco, Águas Calientes e Machu Picchu.
  5. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Roberta, Hahah combinado, se precisar é só falar. Bom en San Pedro tem vários tours para outras lagoas, observatório astronômico, Salar de Tara, entre outros. Esses tours eu nao fiz mas gostaria de ter feito, todos que fizeram gostaram muito. A visita a San Pedro vale a pena ainda que rápida pois é um lugar sensacional.
  6. TAILÂNDIA: Coisas que voce não pode viajar sem saber

    Sorrent, obrigada! Ouvi falar sim de gente que teve o locker arrombado e objetos de valor furtados. Fiquei em um hostel onde havia uma câmera de segurança filmando bem em cima dos lockers, é uma otima alternativa ja que ela inibe que alguém tente arrombá-los!
  7. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Hahahah de maneira alguma, vá sozinho vc nao vai se arrepender, eu fui sozinha e conheci pessoas maravilhosas Isso, são 3 dias de tour. O passeio é feito em um veículo 4x4 e o seu mochilão vai em cima do carro amarrado, o pessoal da agência ajeita tudo. Sai logo cedo de Uyuni, por volta das 10, passa pelo ceninterio de trens, entra no salar e vai parando para tirar fotos e depois para almoco. No final do dia o guia/motorista leva o grupo para um alojamento no meio do deserto. Segundo dia acordar bem cedo, por volta das 4, segue pelo deserto e lagunas altiplânicas. Para denovo em outro alojamento para pernoite. No ultimo dia acorda bem cedo para ir aos geiseres e laguna verde. De lá, o guia segue ate a fronteira vom o chile onde deixa o pessoal que escolheu terminar o tour em San Pedro (um outro bus da mesma agencia pega a gente e leva ate a cidade), e segue de volta a uyuni para quem escolheu voltar. Ele volta para a cidade por outro caminho, por fora do deserto de sal. Tudo isso, alojamento, comida, transporte, ja esta incluso no pacote que vc fecha com a agencia. Da uma olhadinha no meu blog que lá trm algumas fotos do alojamento que ficamos e mais detalhes, vc vai entender melhor. www.paulinearoundtheworld.blogspot.com.br
  8. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Oi Eriendson, que bom que o relato está te ajudando, obrigada. Quando vc fecha o tour vc pode escolher por acabar o passeio retornando a Uyuni ou indo para San Pedro de Atacama. A grande maioria das agências dá essas duas opções e vc pode escolher na hora. Se precisar de mais alguma info é só falar.
  9. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Luan, que bom que o relato te ajudou. Olha é bem rápido. Entre a cidade de Uyuni e o ceminterio de trens (primeira parada), levamos entre 10 e 20 min. Entre o ceminterio e o salar mais uns 20 no max. Alectus, obrigada!
  10. TAILÂNDIA: Coisas que voce não pode viajar sem saber

    Legal. Muito bom, com ctza a melhor escolha que vc poderia ter feito, rsrs.
  11. TAILÂNDIA: Coisas que voce não pode viajar sem saber

    Muito bom, também estou a procura de uma doleira impermeável, com a capinha então creio que nao vai ter erro. Que legal que vc curtiu o blog e que ele está te ajudando.! Obrigada mais uma vez!! Que dia vc embarca e quanto tempo ficará?
  12. TAILÂNDIA: Coisas que voce não pode viajar sem saber

    Olá Ze Carlos, que bom que curtiu, obrigada!! Então, nunca arrisquei deixar meu dinheiro no hostel, mesmo dentro do armário com cadeado. Levava tudo sempre comigo. Vi muita gente fazendo isso e não tiveram problemas. No maya bay sleep aboard são apenas 25 pessoas no barco e todos deixavam seus pertences no barco mesmo enquanto faziam snorkel. Não tive problemas. É bem mais difícil alguém arriscar pegar algo em um grupo tão pequeno. Foi bem tranquilo. Nos passeios de barco pelos outros lugares fiz o mesmo. Quando o barco parar na praia leve tudo com vc pois só retornarão após o jantar. A capinha impermeável pode entrar um pouco de água. Acho que ela serve bem para docs e dinheiro. Uma boa ideia talvez seja colocar passaporte e dinheiro dentro de um saco plástico ziplock comum e depois dentro da capinha, assim teria dupla proteção e chance menor de entrar água. Já eletrônicos eu não faria isso. Vi bastante gente colocando celular e iphone dentro da capinha e mergulhando, mas eu decidi não arriscar. Na praia para mergulhar, pedia para o guia segurar minha mochila, não tinha opção mesmo, e ficava com todos os olhos grudados nele, rs. Se possível, leve uma mochila com vários zipers e cordões que dê para fazer tipo uma gambiarra de proteção enrolando tudo nela e usando cadeados, pelo menos para dificultar se alguém tentar abrir. Quem abre bolsas para roubar grana e docs geralmente desiste se ve uma muito difícil de ser aberta, rs. Resumindo é isso. Se precisar de algo é só falar. E enjoy a trip, Tailândia é insana! Abs.
  13. TAILÂNDIA: Coisas que voce não pode viajar sem saber

    Nati, obrigada! Exatamente isso. Boa viagem e aproveita bastante
  14. Bolívia - Salar de Uyuni - abril 2014

    Henrique, Felipe e Gilvan, fico feliz que tenham gostado, obrigada! Se ficar alguma dúvida é só falar. A foto salvo engano foi tirada com uma canon eos60d, amei muito também rs.
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