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julio555

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Sobre julio555

  • Data de Nascimento 27-09-1969

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  1. No dia 15 de fevereiro saí de casa exatamente as cinco e meia da manhã, com destino inicial no litoral norte do Espírito Santo. Seriam 800 km da capital mineira ao litoral. Mas os resultados foram tão surpreendentes que resolvi continuar a viagem de bike e não voltar de ônibus. Percorri o litoral capixaba até a divisa com o Rio de Janeiro. Não subi para a Bahia com receio do forte calor que estava fazendo na região. Dormi em postos de gasolina, em igrejas, ginásios, na beira da estrada e por aí vai. Depois de chegar em Marataízes segui por várias cidades do interior do Rio de Janeiro, e logo após fiz o caminho novo da estrada real com a minha velha bike. Cheguei em Ouro Preto e já comecei a percorrer o Caminho dos Diamantes da Estrada Real, até a cidade de Diamantina. Pedalar 30km em estrada de terra não muito boa e com bike não apropriada cansa mais do que pedalar 100km na estrada de asfalto. Depois, chegando em Diamantina, voltei para Belo Horizonte. Foram no total aproximadamente 3200km em 55 dia. Narro toda essa aventura no blog que escrevo desde o ano de 2012 Diário e as fotos de minha viagem pelo sudeste do Brasil
  2. Obrigado pela dica, vou dar uma pesquisada por aqui. Dei uma pesquisada no caminho Cora Coralina e em breve irei fazê-lo, pelo que vi nas imagens deve ser muito boa essa caminhada.
  3. Pessoal, depois do período das chuvas irei fazer o caminho dos diamantes e o caminho novo da estrada real. Mas, até lá gostaria de fazer um percurso de bike em um caminho qualquer pelo Brasil. O principal requisito é que seja no asfalto e que não seja no sul, pois dizem que por lá as coisas são caras. Não precisa ser lugares paradisíacos, apenas que dê para sair por aí viajando de bike. Irei dormir na minha barraca e levarei uma grana para as despesas. Feliz natal e ano novo à todos os mochileiros do grupo.
  4. Olá Jgmiguel Eu achei esse caminho bem interessante e não consegui achar no google um site que dê melhores explicações sobre o percurso. Você conhece algum site?
  5. Parabéns primeiro por ter feito o percurso e também pelas ótimas dicas e fotos. A dica sobre o gado nelore é bem válida rsrsrs No caminho para São Brás, temos que entrar em um lugar onde ficam os bois(esqueci o nome agora) e lá tinha gado dessa raça. Uns sete começaram a correr atrás de mim, que fiquei sem entender nada, quase sai correndo também, mas fiquei mais calmo quando vi que não tinham chifres. Depois, eles pararam e ficaram me acompanhando, foi um susto, mas foi bem legal.
  6. Mas você vai dormir em barraca ou em pousadas? Se for em barracas, pode ser um pouco perigoso. Qualquer dúvida é só perguntar, o caminho é bem legal, vale a pena percorrer, apesar de ser muito longo.
  7. Valeu pelas dicas Mario Realmente as abelhas tem que se tomar cuidado, acho que foi no povoado de Vista Alegre que elas se enroscaram em meu cabelo, foi complicado me desvencilhar delas. Não tinha uma lagoa rsrsrs A trilha antes de Lagoa Dourada é legal, mas tem que se prestar atenção mesmo, eu fui parar em uma fazenda, o cara tinha aquele sotaque mineiro bem forte, foi até engraçado. E pode ser complicado pois geralmente chegamos a Lagoa Dourada já quase no final da tarde, e se escurecer no meio da trilha... Esse trecho entre Carrancas e Cruzília só tem um bar mesmo, que só tem biscoitos para se comprar. Eu também recomendo que as pessoas que fizerem este percurso combinem com o Roberto, pois ficar um dia sem o arroz e o feijão e a carne é complicado quando estamos caminhando todos os dias. Você conheceu o Jair na entrada da trilha da serra da Mantiqueira? É um senhor gente boa, até almocei na casa dele, ele até me deu um pedaço de pau para me defender de um possível ataque das urutus, mas até que não avistei nenhuma não. Essa trilha é bom a pessoa se informar com algum morador, pois os marcos não foram colocados em seus lugares, estão jogados lá há quatro anos. Se não fosse o Jair, passaria a trilha direto e não iria virar à direita. De cima da serra, dá para se avistar a casa branca lá embaixo, que é a direção que devemos tomar.
  8. Verdade, todo mundo se assusta quando digo que estou fazendo a viagem sozinho, e ainda mais com a barraca, de vez em quando em bom dar uma boa descansada em um colchão bem macio. Subir a serra da Bocaina é bem complicado, nem sei se teria ânimo, depois de descê-la. Eu também dei uma passada em Aparecida, foi bem legal, meio sem querer, acho que foi obra do destino, sempre quis conhecer a basílica, mas nem tinha noção que a estrada real passava perto de Aparecida. Verdade, os mineiros são um pouco desconfiados, mas são muito hospitaleiros e prestativos. Vou acompanhar o seu relato sim, é uma aventura e tanto.
  9. Quanto tempo demorou para percorrer? Parou alguns dias para descansar? Passou muitos perrengues?
  10. Cara, vai ser todo a pé mesmo, se pintar uma carona nas br's, até que pego, pq é um pouco chato e perigoso andar por algumas estradas deste país. Obrigado pela visita ao blog.
  11. Pessoal, estou fazendo no momento(07/05/2013) o caminho da estrada real a pé. Estou postando no meu blog o dia a dia dessa caminhada.Quem quiser acompanhar é só copiar o link abaixo e colar em uma nova aba, ou então copiar e clicar e colar e ir, para não sair do site. O link é: http://memoriasdeumesquizofrenico.blogspot.com.br/2013/05/estrada-real.html
  12. Esse caminho foi feito pelo padre Anchieta até os últimos dias de sua vida. Liga as cidades de Vitória e a vila de Regitiba, atual Anchieta. São 100km, sendo a maior parte do caminho em praias, mas também tem trilhas, estradas asfaltadas e de terra. O primeiro dia foi tranquilo, percorri cerca de 25km a pé entre Vila Velha e o balneário de Barra do Jucu, que tem uma pequena mas linda praia. Não é preciso fazer muito esforço, pois a maior parte do caminho é reta. Dormi em Barra do Jucu, que é bem tranquilo. De manhã, ao curtir uma praia, bato o meu tornozelo em uma pedra dentro da água. A caminhada deixou de ser um prazer para virar meio que uma obrigação, pois o local ficou um pouco inchado e dolorido. Mas as paisagens e belas praias compensaram o esforço. O segundo dia é mais complicado, pois a maior parte do caminho é feito na praia mesmo, na areia, e a caminhada não rende. Como estava caminhando devagar, anoiteceu e fiquei meio que perdido na praia deserta, entre Barra do Jucu e Guarapari. O pacote de granola quebrou o maior galho nesse dia. Montei minha barraca e não consegui dormir, pois o barulho das ondas era muito alto. No dia seguinte, ainda na praia deserta, a água havia acabado, e bateu um pequeno desespero. Tive que andar muito até chegar a Setiba, com suas belas praias. É recomendável seguir o caminho no segundo dia bem de manhã, pois, apesar de ser só 25km, a caminhada na areia fofa é bem cansativa. Depois de Setiba, a caminhada é feita por uma pequena trilha e por pedras localizadas na beira da praia. É preciso um pouco de cuidado para não pisar em uma pedra escorregadia. Já em Guarapari o caminho é tranquilo, sem maiores problemas. Dormi em uma praça na praia da areia preta e não fui incomodado por ninguém. O resto da viagem não tem muito segredo, pois existem marcos no caminho, indicando a quilometragem e a direção a ser seguida, não tem como errar, até nas trilhas existem setas pintadas. Depois da praia de Meaípe, a caminhada perdeu um pouco da graça, pois era feita em estradas asfaltadas, e os caminhões e ônibus passavam de fininho perto de mim, e o vácuo me fazia balançar um pouco. Mas logo depois a caminhada fica mais agradável, ao se aproximar de Anchieta, pois o caminho é feito em estrada de terra e a maior parte é descida, o que me deu ânimo para terminar o caminho antes do previsto. Depois irei postar algumas fotos da viagem, que recomendo a todos, devido as belas prais e paisagens e também pela facilidade do trajeto. Eu tenho um blog que fala sobre esquizofrenia, e nele relatei a viagem com mais detalhes. No próximo dia 07/05 irei começar a fazer o caminho velho da estrada real e irei estar postando fotos e o diário da viagem. O link do caminho do padre anchieta é este: http://memoriasdeumesquizofrenico.blogspot.com.br/2013/03/a-viagem.html
  13. A viagem é um pouco cansativa, mas vale a pena. A paisagem é bem legal, principalmente perto de Aimorés, ainda em Minas Gerais. Até gravei um video quando estava passando por perto, e ai tirei essa imagem. Quanto a bebida, infelizmente não vendem, e os seguranças são um pouco rígidos se o cara dar uma vacilada no trem.
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