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danimoraes

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  1. 31-07-14: Ferrovia do Vinho Nós fechamos um passeio com uma empresa de turismo de lá para fazer o passeio da ferrovia do vinho, mas infelizmente eu esqueci o nome, mas se vocês se interessarem é só colocar no Google ferrovia do vinho que aparece várias empresas que fazem passeios bem similares. Como estávamos na região metropolitana pegamos uma empresa que saia de Canoas às 7:00 e pegamos o restante do pessoal e seguimos em direção a Carlos Barbosa , onde foi feita a primeira parada na loja da Tramontina, cujo o único o objetivo é compras, não tem visita a fabrica é só a loja e eu achei que os preços não valiam muito a pena não. Seguimos para Garibaldi onde fizemos uma visita/degustação/compra no vinhedo Garibaldi, foi bem interessante a moça explicou como funcionava a produção de vinhos antigamente, vimos as pipas de madeira onde o vinho era amadurecido e também ela fez um paralelo com a forma que o vinho é produzido hoje. Depois pudemos degustar 4 vinhos: seco, suave, moscatel e suco de uva e finalmente foi todo mundo para lojinha..rs..rs.. Passamos rapidamente pela Peterlongo, mas como já estava quase no horário marcado para o nosso almoço só deu tempo de ir para a lojinha. Almoçamos na Fenachamp (já estava incluso no passeio) que é um restaurante bem bonitinho e fica na perto da garrafa de champagne gigante de Garibaldi. Seguimos para Bento Gonçalves onde íamos pegar a Maria Fumaça. A estação de trem é bem bonita deixa aquele ar de coisa antiga, as moças usam uniformes de época. Tem um pessoal tirando fotos no estilo antigo, turistas vestidos como italianos do século XIX, muito legal. O trem é verdadeiramente a vapor utilizando lenha e água como combustível. Eu tive a sorte de viajar no vagão 15 que é o original com os bancos de madeira e realmente te dá à impressão de uma viagem no tempo. Durante a viagem há diversos shows (música gaucha, teatro, música italiana e por aí vai). Para dar mais emoção a viagem o trem parou e precisou de uma dose extra de combustível para seguir viagem. O trem faz uma parada em Garibaldi onde somos recepcionados com mais música italiana, espumante e suco de uva. Depois o trem seguiu viagem até Carlos Barbosa quando somos novamente recepcionados com música italiana dessa vez romântica. Depois seguimos viagem até Farroupilha onde paramos no shopping das malhas para mais compras e na volta uma paradinha em uma Fruteria para mais compras, ou seja, compras e mais compras...rsrs.... Eu comprei esse passeio, mas se você estiver interessado somente no passeio de trem você precisa fazer reservas com a Giordani turismo que administra o trem: http://www.giordaniturismo.com.br/ . Os valores do passeio são: R$ 75,00(fora de temporada) e R$ 80,00 durante a temporada.hh De volta a Porto Alegre jantamos em um espetinho em Esteio. Gastos: Passeio na Ferrovia do vinho: R$ 168,00 (inclui almoço, trem e o ônibus) Jantar: R$ 22,00
  2. 30-07-14: Porto Alegre Acordamos tarde e novamente fomos de trem até o Mercado Municipal onde almoçamos em uma temakeria ótima que fica no Mercado Municipal. Depois fomos dar uma volta com o ônibus de turismo da cidade que passa nos principais pontos, onde é possível descer e depois retornar para o ônibus, acabamos fazendo a volta completa(26 km) e retornamos ao ponto de partida. Foi possível ver a arquitetura da cidade, os prédios históricos, parques, os bairros boêmios e etc. O legal é que com o ônibus de turismo é possível aprender um pouco mais sobre a história da cidade. Outra coisa que me surpreende positivamente é o quanto a cidade é arborizada. Gastos: Trem: R$ 1,70 (cada passagem) Almoço (Temakeria Japesa): R$ 20,00 Chocolate: R$ 7,20 Churros: R$ 3,00 Passeio ônibus: R$ 18,00 Jantar (em Esteio – não lembro o nome): R$ 12,70
  3. Oi galera, Mais uma vez, vou relatar um pouquinho da viagem para tentar de alguma forma ser útil para alguém, portanto sinta-se a vontade para me questionar caso se interessem. Férias, adoro... mas esse ano eu não poderia gastar muito, então eu resolvi visitar a minha amiga Deise no Rio Grande do Sul, assim já matava a saudade dela e aproveitava para conhecer a região. Como minha intenção principal era visitar a minha amiga, você que esta só "turistando" conseguiria fazer tudo o que eu fiz em um espaço menor de tempo. Vou relatar alguns valores, mas lembre-se que eu me hospedei na minha amiga e que portanto não gastei com hospedagem. 29-07-14: São Paulo à Porto Alegre Saí de Guarulhos às 9:15 e as 11:00 estava em Porto Alegre. Minha amiga me buscou no aeroporto, mas para você que vai ficar em algum hotel, se informe se o mesmo fica perto de alguma estação de trem, no aeroporto você pega o aero trem (uma espécie de monotrilho) que vai até a estação de trem aeroporto, a linha é única e liga uma parte da região metropolitana até Porto Alegre (De Novo Hamburgo ao Mercado municipal em Porto Alegre). Com relação ao trem para quem é de São Paulo é tipo CTPM só que mais vazio. Primeiro fui para casa da mãe da minha amiga, onde almoçamos e depois pegamos o trem na estação Canoas (região metropolitana) e fomos até a estação Mercado onde saímos na região central da cidade e onde fica o centro histórico. Aproveitamos para conhecer o centro histórico fomos ao Santander Cultural e estava tendo uma exposição do Vitor Muniz e também tem uma exposição permanente lá sobre a história do próprio banco e da moeda já que ele fica em um prédio histórico que já foi o banco nacional do comercio, o prédio é muito bonito e vale uma passada e a entrada é gratuita. Na seqüência fomos a Casa do Mario Quintana , que foi um hotel onde o Mario Quintana viveu por muitos anos. A casa do Mario Quintana é um centro cultural, o mais legal é o quarto do Mario Quintana que se encontra conservado, porém é meio macabro ficar ouvindo a voz do Mario Quintana ao fundo e bem do lado tem um quarto de homenagem a Elis Regina, onde você consegui ouvir alguns CDs dela, tem muitas noticias da imprensa e muitas fotos. Também tem um jardim muito lindinho e uma discoteca (biblioteca de discos) e muitas bibliotecas. Uma observação: eu achei tudo muito mau sinalizado, tem muita coisa acontecendo lá, mas não tem boas indicações do que e aonde. Depois fomos até a Usina do Gasômetroque foi uma usina que gerava energia a partir da queima de combustíveis fosseis e funcionou entre 1928 – 1974 e onde agora funciona um centro cultural. E outra vez achei muito mau sinalizado, mas enfim é bem legal que a cidade tenha tantos espaços culturais. Depois fizemos um passeio no Rio Guaíba que é um passeio bem interessante, principalmente se você assim como nós pegar o ultimo barco e puder ver o por do sol do barco, mas não tem grandes atrações na verdade pelo que o capitão do barco vai falando parece que o único objetivo e mostrar as mansões nas 31 ilhas do Guaíba. Depois ainda subimos novamente no gasômetro para curtir o finalzinho de por de sol lá de cima. Alguns Gastos: Passagem de avião (ida e volta pela Tam): R$ 349,00 Ônibus Mogi das Cruzes ao aerporto: R$ 12,20 Trem: R$ 1,70 (cada passagem) Passeio de Catamarã: R$ 20,00
  4. Nossa Luiz, parece que você curtiu muito a viajem também. Em uma próxima oportunidade conheça também a ilha do mel. Lá é maravilhoso!!
  5. Que bom que ajudou. Aproveita muito a ilha. Lá é bom demais!!!
  6. 04/01/14 Chegada à Ilha do Mel Dia de acordar cedo e ir para ilha do mel. Oba praia !!! E eis que depois de um sol de rachar, amanhece chovendo e isso mexeu com o animo do pessoal. Deixa eu explicar melhor, nós não tínhamos reserva na ilha do mel, quando eu vi pela internet estava tudo muito caro e estourando o orçamento então pensamos: "bom a gente pode acampar". O detalhe importante é: nós nunca acampamos na vida e estávamos com a família completa até compramos uma barraca, arrumamos outra emprestada pegamos os colchões de ar e tudo. Tínhamos uma mala só de acessórios para acampar, mas aquela chuva acho que todo mundo começou a se imaginar na barraca. E todas essas malas para andar pela ilha procurando estadia. Daí decidimos ir apenas 2 pessoas para ilha (no caso minha mãe e eu) procurar lugar para ficar e depois ligávamos para eles e eles iriam nos encontrar. A ilha tem cinco vilarejos: Fortaleza, Nova Brasília ou Brasília, Farol, Praia Grande e Encantadas. Não há ruas ou estradas, só trilhas. A travessia para ilha do mel é feita de barco e de Paranaguá leva 1:45, você pode ir até Brasília ou até Encatadas, decidimos que iríamos até Brasília porque essa região tem mais opções. Você já compra o bilhete de ida e volta e tem validade de 20 dias e pela entrada nos barcos eles fazem o controle do número de pessoas na ilha, porque tem um limite de 5000 pessoas. Lá vamos nós, lembram que eu falei que estava chovendo então a viagem foi com emoção, um pouco de chuva, um pouco de balanço do mar, gritos histéricos de algumas passageiras exageradas, mas chegamos bem. Andamos por lá e vimos alguns lugares, mas acabamos optando pelo camping da Rhaiana. Lá tem alguns quartos e acabamos ficando com 1 super pequeno com 2 beliches R$ 50,00 por pessoa e ela ia colocar mais um colchão no chão que sairia por R$ 40,00. Dividiríamos o banheiro do camping e a cozinha. Acabamos fechando, acho que no fundo estava todo mundo com um pouco de receio de acampar e essa aventura ficou para a próxima. Mas acabou que meus pais dormiram em outro quarto todas as noites, já que não tinha chegado mais hospedes a D. Ana deixava e ninguém precisou dormir no chão. O camping fica bem perto do trapiche (é a rodoviária de barcos..rsrs..) de Brasilia fica perto do único mercadinho da ilha, ou seja, é bem localizado. Ligamos para o restante do pessoal vir para ilha. Detalhe importante o sinal é muito ruim, eu só consegui falar debaixo do batente da porta, sim no batente, se eu entrasse ou saísse já era o sinal. Minha mãe e eu acabamos saindo do hotel meio correndo para não perder o barco e não levamos nada além das bolsas, que tinha uma barrinha de cereal, umas bolachinhas como pessoal só ia chegar de tardizinha fomos explorar a ilha. O problema era que chuva ia e vinha e tava até ficando friozinho. Fomos conhecer a praia mais próxima Praia Grande. Passamos por uma igrejinha simpática de Nossa Senhora dos Navegantes e tem até um templo da igreja Bola de Neve na ilha, apesar de que era de se esperar a igreja dos surfistas. Encontramos até a carcaça de um animal que achamos que era um golfinho. O pessoal veio no barco das 15:00 que acabou atrasando bastante e quando eles chegaram descobrimos que eles sim, viveram uma aventura o mar estava mais agitado ainda e para ajudar eles passaram perigosamente próximos a um navio e enfrentaram às ondas geradas por esse, eu sabia que deveria ter comprado os tickets sem emoção. Fomos todos dar uma voltinha, mas a chuva não dava trégua, então o dia já tava perdido mesmo o negocio foi fazer um macarrão comer e dormir para acordar disposto no outro dia. 05/01/14: Ilha do Mel – Farol da conchas e praia. Acordar cedo e rezar para a chuva dar um tempo. Beleza estava nublado, mas não chovendo e lá vamos nós para o farol que é de 1872 e fica no morro das conchas. A subida é muito legal e te dá uma visão muito linda da ilha, mas dentro do farol em si é super abafado e parte externa é bem pequena e todo mundo quer subir, então sobe rapidinho vê como é, faz umas fotos e desce correndo. Ficar do lado de fora em cima do morro é muito melhor. Decidimos então curtir a praia por ali mesmo. Praia de fora, depois praia grande . Depois decidimos ir do outro lado e ver a praia do istmo e a Brasília, ali tem um banco de areia muito grande e parece que estamos andando sobre as águas. Vocês lembram da minha queimadura ? Eu amo hipoglos tava bem melhor e eu até consegui tirar a roupa para entrar no mar sem ficar com medo de ter uma queimadura de segundo grau. Nós jantamos no camping da Rhaiana, se você avisar ela ela prepara o jantar por R$ 17,00 por pessoa. É comer na ilha não é barato, mas o peixinho estava ótimo nós esbaldamos. Hora de dormir que o dia seguinte promete. 06/01/14 – Ilha do Mel – Fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres Acordamos, céu nublado, cara de que vai chover, sem problemas encaramos mesmo assim nossa caminhada até a fortaleza, aproximadamente 3 km. Uma olhadinha no mapa e nas placas e lá vamos nós, e no caminho mais uma igrejinha simpática agora de São Pedro. Nossa Senhora dos Navegantes, São Pedro (padroeiro dos pescadores), porque será ? De repente estava tudo ficando estranho, meio vazio de mais, perdemos a entrada para a trilha e estavamos indo para o meio do nada, se não perguntássemos íamos acabar chegando na área de reserva natural, mas tudo certo pega trilha vai para outro lado e beira mar de novo e chuvinha na cabeça, andando na praia de guarda-chuva, só nós mesmos. E chegamos a fortaleza de Nossa Senhora dos Prazeres – único monumento militar do século XVIII do Paraná fica junto ao morro da Baleia e é de 1769. La dentro tem a área onde ficava a prisão, o paiol de pólvora, os alojamentos e hoje abriga uma biblioteca que precisa de mais divulgação, aliás o moço que trabalha lá é muito simpático e gosta muito de falar sobre a ilha, então se quiserem um bom papo entra e conversa um pouco com ele. Na parte de cima fica os canhões e os postos de observação. A fortaleza só entrou em batalha uma vez, quando um grupo de moradores da ilha tomaram a fortaleza e bombardearam um navio inglês. Foi naquela época que os ingleses queriam acabar com a escravidão - não porque eles davam valor aos direitos humanos, mas porque era vantajoso comercialmente – parece que esse navio inglês estava atrás dos navios de escravos e galera mandou bala e conseguiu afundar o navio. Os responsáveis foram ovacionados pela ilha, mas no final o governo brasileiro teve que pedir desculpas e pagar uma indenização a Inglaterra e coitado do comante da fortaleza que pagou o pato foi rebaixado a soldado raso. Nos fundos da Fortaleza fica o morro da baleia, cansa um pouco para subir e se estiver chovendo como era nosso caso, dá um pouco de medo de escorregar e cair, portanto suba e desça com cuidado, mas vale a pena. Lá em cima tem um mirante e um labirinto de canhões são muitos canhões Dá para ter uma visão legal da ilha, mas começou a chover de novo e demos um jeito descer. Na volta o tempo deu uma segurada curtimos uma praia ali no Istmo e depois jantamos no Bar do Miguel, próximo ao trapiche, comidinha simples, mas boa R$ 17,90. 07/01/14 – Ilha do Mel – Gruta das Encantadas Hora de encarar, mas uns 4km de caminhada rumo a gruta da encantadas, mas o caminho ainda nos traria surpresas não esperadas. Começamos por uma trilha muito tranquila, bonita e deserta no meio da mata e saímos lá no finalzinho da praia grande e surpresa para passar para o outro lado não tinha outro caminho tínhamos que escalar algumas pedras, sim senhores, escalar pedras, imagine eu com meu tipo físico todo atlético escalando pedras, mas no final deu tudo certo. E lá estávamos na praia do Miguel, entradinha rápida no mar e vamos caminhar mais um pouco e sobe o morro do sabão, vocês devem imaginar o porque do nome né ? Anda mais um pouco no meio do brejo, na beira da praia, chegamos a encantadas, caminha mais um pouco e eis que temos uma pedra com uma entrada no meio, ah essa é a gruta ? Esta bem a gruta não tem nada de mais, mas como todo bom viajante sabe o destino é o que menos importa quando sabemos apreciar o caminho e o caminho até a gruta foi muito legal. Curtimos a praia ali por Encantadas mesmo. Mas o sol resolveu ficar muito forte mesmo. E não tinha onde nos esconder, então fomos para vila de Encantadas, compramos geladinho e fomos para o trapiche pegar um barco para Brasilia. Tem barcos regulares que saem com horário marcado entre Encantadas e Brasilia, mas tem uns barcos menores que funcionam como taxi, e eles te levam para Brasília, Encantadas, Fortaleza ou o Farol. Nós pegamos o barco regular mesmo que é R$ 8,00 por pessoa. E fomos para Brasilia direto para o camping descansar. 08/01/14 – Ilha do Mel – Paranaguá – Curitiba Dia de ir embora. Acordamos cedo para curtir um restinho de praia já que iríamos embora no barco da 13:00. Fomos para o Istmo, despedida do mar. Retorno, comer arrumar as coisas e ir. Em Paranaguá fomos buscar duas das malas que ficaram guardadas no hotel todos esses dias e pessoal super simpático não cobrou nada. Pegamos o ônibus e em duas horinhas estamos de volta a Curitiba, nova caminhada da rodoviária até o hostel, banho jantar no shopping e dormir. 09/01/14 – Curitiba – Guarulhos – Suzano – Guaíra. Acordamos, tomamos café arrumamos as coisas e pegamos e executivo de novo. Ponto de novo para Curitiba o executivo pontual e super prático. Bem diferente de Guarulhos, chegamos e pegamos um ônibus super lotado com gente em pé, sem lugar apropriado para as malas e fomos até o Tatuapé para pegar o trem que mesmo fora do horário de pico estava cheio chegamos em Suzano, onde eu moro. Ajeitamos a as coisas, comemos, pegamos o carro e rumo ao interior de volta para casa dos meus pais em Guaíra. A viagem foi incrível e de novo descobrimos que o sul às vezes , é muito subestimado quando se trata de turismo, em especial o Paraná. Com exceção de mim, ninguém tinha andado de avião antes, experiência nova para todos e meu pai tinha medo, e agora já até aceita fazer viagens mais longas.. oba!!! Curitiba é uma cidade excelente com um ar delicioso, organizada, limpa e com sistema de transporte se não muito bom, pelo menos muito melhor que o de São Paulo. A natureza é uma coisa perfeita e se estiver preservada como na serra do mar e na ilha do mel é melhor ainda, ou seja, uma viagem que vale muito a pena. Recomendo!!
  7. 03/01/14: Morretes-Paranaguá Acordamos cedinho e tomamos nossa café super rapidinho juntamos nossas malas e corremos para a rodoferroviária que fica à uns 5 quarteirões do hostel porque nosso trem ia sair às 8:15. Para carregar as malas no trem dá um certo trabalho. Não tem bagageiro como no ônibus, pode se usar o vagão de cargas, mas não é muito confortável porque ele fica fora da estação, mas tem um espaço atrás dos bancos no próprio vagão que cabem algumas malas se não tiver mais gente com malas, como foi o nosso caso fica tranquilo. A maioria das pessoas só descem a serra e sobem de novo então não levam malas ou contratam passeios que incluem a passagem do trem e a ida para ilha do mel, então tem uma van esperando para leva-las em morretes e as malas já vão antes, não era nosso caso que fizemos tudo por conta. Bom o passeio é uma delicia é uma ferrovia centenária, construída no meio da mata atlântica em uma época em que a tecnologia era muito mais limitada e que dá banho em qualquer obra contemporânea de metro em 5 anos eles construíram 110 km de ferrovia na serra com 15 tuneis, 30 pontes e inúmeros viadutos, no meio da mata, onde antes não existia nada. Quantos anos e milhões se gasta hoje para fazer 10 km de metro ? Ela foi construída com objetivo de ligar o porto de Paranaguá (2 mais importante do pais) ao resto do estado e escoar a produção agrícola. Essa é uma das inúmeras estações desativadas. O trem para no meio do caminho para descer algumas pessoas que moram por ali e também os aventureiros que irão escalar o pico Marumbi. Durante a viagem você aprecia toda a beleza da mata atlântica e também algumas aventuras como, por exemplo, na ponte São João quando você tem a sensação que o trem esta voando sobre a serra. Outra coisa interessante é que a ponte São João não tem nenhuma gota de solda é toda feita com rebites. O presidente JK tentou transformar a ferrovia em elétrica, mas o projeto não deu muito certo e foi encerrado. Nós compramos a passagem no vagão turismo que dava direito a um guia e um lanchinho, que era bem meia boca uma caixinha com aqueles saquinhos individuais de bolacha, 1 barra de cereal, um refrigerante ou água. As melhores atrações estão do lado esquerdo. Chegamos a Morretes na hora do almoço e fomos direto para rodoviária, deixamos nossas malas no guarda volumes e fomos comer. Aqui tem o famoso barreado, bom já que estávamos lá fomos comer o tal, mas comemos em um restaurante self-service assim dava para pegar o que quisesse. Na minha opinião o barreado é bom, mas não é também uma coisa excepcional. Em compensação tomamos um sorvete artesanal sabor banana e sabor gengibre (Morretes é a terra da banana e do gengibre), não sou muito fã de gengibre, mas tomando os dois sabores juntos fica uma delicia. Esse sim eu super recomendo. Fica ali perto da pracinha da cidade, tem uma placa escrita sorvete artesanal, realmente superou as expectativas. A cidade é bem pequenininha, mas o lugar é abafado. Mesmo chovendo eu sentia aquela sensação ruim de estar abafado. Seguimos de ônibus para Paranaguá, chegando lá não encontramos vaga no hostel, porém encontramos um hotel simples, mas arrumadinho e limpo que acabou saindo mais barato que o hostel. Hotel Litoral fica no centro de Paraguá depois que passa os grandes magazines. Daí foi chegar no hotel, comprar umas coisinhas no supermercado para comer e cama. Aliás minha queimadura continuava feia e eu pensava poxa vida vou ter que ir para praia de roupa desse jeito, mas continuei usando minha arma secreta: Hipoglos, muito hipoglos antes de dormir. Gastos: Passagem de trem: R$ 84,00 Almoço restaurante “Hora do Rango”: R$ 12,50 Sorvete: R$ 4,00 (duas bolas) Guarda volume: R$ 2,00 (por volume) Onibus para Paranaguá: R$ 4,50 Hotel Litoral: R$ 35,00 por pessoa.
  8. Para essa viagem eu consegui muitas dicas aqui nos relatos. Por isso, resolvi escrever esse relato para quem interessar e além disso, me diverti muito escrevendo e lembrei de todo a essa viagem que eu fiz com toda a minha família, pai, mãe, irmã e cunhado, e que só por isso já seria bastante especial. 02/01/14: Curitiba Saímos de Guarulhos às 6:00 e as 7:00 estamos em Curitiba. Para ir para o hostel utilizamos o ônibus executivo que sai do aeroporto e passa por vários pontos na cidade, um banho de eficiência e praticidade extremamente pontual e fácil de utilizar. Para quem quer economizar mais tem um tubo bem de frente, mas como estávamos com malas optamos pelo executivo mesmo. Ficamos no Hostel Roma que fica no centro bem próximo ao shopping estação, super bem localizado, limpo, tranquilo e com um café da manhã excelente. No site tem certinho as opções de quarto tipo família para quatro pessoas, mas chegando lá deu para negociar e ficar todo mundo no mesmo quarto, pagando o preço de uma estadia no coletivo a mais. Super recomendo. Guardamos nossas coisas e partimos para o passeio. Bem em frente a antiga estação de trem pegamos o ônibus de turismo e fomos nos esbaldar pela cidade. Quando você compra o ticket do ônibus tem direito a 1 embarque e 4 reimbarques, ou seja, você pode escolher 4 dos diversos pontos para desembarcar. Começamos pelo clássico e imperdível Jardim Botânico. Principal cartão postal de Curitiba com os seus jardins estilo Europeu e sua famosa estufa inspirada do palácio de cristal de Londres que guarda inúmeras espécies incluindo, às famosas araucárias. Bem na nossa chegada tinha um sabia todo exibido e nem aí para nossa presença, parece que já estava acostumado com os flashes. Dentro do Jardim Botânico ainda tem o Jardim das sensações onde é permitido que você toque, sinta o cheiro, ou seja, conheça as planta utilizando todos os seus sentidos. Ainda no jardim botânico fica o Museu Botânico de Curitiba que possui um dos principais herbários do país. Herbário é deposito de exsicatas, que uma espécie de preparação seca da planta que preserva as principais características da mesma permitindo que se faça uma identificação das plantas utilizando esse exemplar preservado como contra prova. Ainda quando estava na faculdade uma amiga e eu tivemos acesso ao herbário e fomos super bem auxiliadas e conseguimos o exemplar que precisávamos para nossa pesquisa. Próxima parada MON: Museu Oscar Niemeyer impressionante pela sua arquitetura como não poderia deixar de ser o olho como é conhecido abriga exposições das mais variadas, arte moderna, colagem, tapeçaria, design de tudo um pouco. A exposição que eu mais gostei foi da Beatriz Milhazes – Meu bem querer. Ela tem umas colagens muito legais com todo tipo de embalagens de chocolate, bala e etc. Então almoçamos ali em frente em um lugar chamado bar e petisqueria, comemos prato feito (arroz, carne, legumes e salada) por R$ 9,90 achei muito bom o custo-beneficio. Atrás do MON fica o Bosque do Papa fomos andando e economizamos o ticket para mais uma parada. É lá que fica o memorial polonês com 7 casas que ilustram como eram as casas tradicionais polonesas. A madeira é toda encaixada sem nenhum prego ou outra forma de unir uma peça a outra. Lá tem a igreja de 1883 onde o Papa João Paulo II celebrou uma missa e que dedicada a Nossa Senhora de Czestochowa, eita nome difícil. Como fomos no inicio do ano havia uma exposição de presépios. Super bonitinhos alguns de palha e uns palácios todos coloridos, todos técnicas polonesas. Esse lugar é uma delicia, é menor que os outros parques, mas tão fresquinho e aconchegante para fugir do calorão que estava em Curitiba ideal para passar momentos tranquilos. Próxima Parada Parque Tanguá Como a opera de arame estava fechada para reforma, seguimos até o parque Tanguá que era uma antiga pedreira e hoje é um parque bem cuidado e muito bonito com um lago e uma cascata. É bem grande e tem trilha para fazer caminhada ideal para passar uma tarde tranquila e preguiçosa. Próxima parada Torre Panorâmica da Vivo Se você quer minha opinião sincera, não vale a pena. Enfrentamos uma fila enorme pagamos e subimos e nada de mais. Podemos ver a cidade lá de cima ok, mas não é nada de mais. Se eu soubesse teria utilizado minha parada para ir a universidade do meio ambiente. E por causa disso pegamos o ônibus de turismo depois da 17:30, quando diminui o número de ônibus e eles param somente na primeira parada na praça Tiradentes e então precisamos ir a pé. Não era longe, para quem madrugou para pegar o avião, andou o dia inteiro de baixo de um sol intenso, estávamos mortos. Sol, sol, por falar em sol... andamos naqueles ônibus de turismos sem a cobertura e sol estava muito forte. Eu estava com uma blusa que cai um dos ombros e esqueci de passar filtro solar no ombro. Imaginem o resultado ? Sim uma queimadura feia, o pior é que sou morena e dificilmente me queimo feio. Nem tinha chegado a praia e já estava com queimadura. De volta ao Hostel tomamos banho e fomos jantar no shopping estação comi um prato feito de novo dessa vez no Fast Grill. Gastos: Passagem de avião (ida e volta pela Gol): R$ 236,00 Ônibus executivo (do aeroporto): R$ 12,00 Ônibus de turismo: R$ 29,00 Hostel: R$ 278,00 (5 pessoas/1 estadia) Almoço: 9,90 por pessoa + 6,50 do refri Água: De R$ 2,50 à R$ 3,00 Jantar: R$ 9,90 por pessoa. Torre panorâmica: R$ 5,00
  9. Marcos, Desculpe a demora e não sei se você já foi, mas aqui vão as respostas: 1 - Com certeza é melhor levar rands, eu consegui converter com certa facilidade na confidence é só fazer uma requisição que em 3 dias eles tem o dinheiro. Se você levar dolares vai ter que cambiar lá e isso tb é facil tem varias casas de cambio no centro da cidade, mas você vai ter que pagar taxa duas vezes: no Brasil e na Africa. 2 - Eu não consegui usar o débito tentei, mas no final passava no crédito. Já o card travel eu achei muito útil a confidence tb possui o cartão em rands. 3 - Quando eu fui o my city estava de greve e comecei a utilizar os taxis (as vans, lotações de lá) e quando voltou a funcionar eu estava acostumada a usar as vans e acabei naum usando o my city, mas parece funcionar muito bem. Espero ter ajudado... Bjus e Aproveita Cape que vale a pena...
  10. Leticia, Desculpe a demora em responder. Eu levei o equivalente a R$ 300,00 em rands em especie e levei o travel card. O Travel card eu fiz na confidence e funciona super bem pagava tudo no cartão e dá para sacar em qualquer caixa eletronico na cidade. Espero ter ajudado... Aproveita muito a sua viajem.. Bjus,
  11. Adorei o relato.. Mas se não cansa de pular naum ...rsrs....
  12. To adorando o relato e continua hen.. não é só pq a parte do romance já passou que não estamos interessados no resto..rsrs... Tenho fé nesse romance...Boa sorte!!!
  13. Paloma, Desculpe a demora em responder.. Os gastos não foram tão altos já que a moradia estava garantida...rsrs... No total eu gastei uns 2000,00 (fora passagem, estadia...é claro) com todos os passeios, alimentação, lembrancinhas e etc... Espero ter ajudado.. Bjus
  14. Vou tentar postar as fotos que não estava conseguindo.
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