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James Cardoso

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Sobre James Cardoso

  • Data de Nascimento 29-07-1988

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Alemanha, Argentina, Brasil, Espanha, Estados Unidos, Holanda, Inglaterra, Paraguai, Portugal, Uruguai, Guiana Francesa, Suriname, Guyana, Venezuela, Colômbia, Equador, Peru, Chile, Bolívia, México.
  • Próximo Destino
    América Central ou EUA (boa parte) ou Leste Europeu

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  1. Obrigado Ricardo, é o seguinte... No lado brasileiro teoricamente, e aconteceu na prática, não posso receber o carimbo de saída no passaporte americano (seria no brasileiro que deveria ter recebido), porém a excelentíssima pessoa que estava lá disse não ser necessário. Graças as forças positivas do universo consegui entrar na Guiana Francesa sem nenhum problema, mesmo não tendo nenhum carimbo em ambos os passaportes. OBS: somente mostrei o americano. O problema foi já na fronteira com o Suriname, que não me deixaram entrar alegando que o passaporte brasileiro deveria ter o carimbo de saída da guiana francesa, como não tinha e nem teria como conseguir fui "proibido" de entrar, afinal brasileiro precisa de visto para entrar na Guiana Francesa e os policiais da fronteira se negaram a carimbar o brasileiro. Tendo em vista isso, a única solução que ambos os lados me deram era de comprar o Tourist Card (que aí sim norte-americano poderia entrar). Como já estava fechado, só consegui no outro dia. Mas no final os policiais franceses me ajudaram bastante, não tenho do que reclamar . No caso quando se passa da Guiana Francesa para o Suriname creio que eles analisam o carimbo de saída no passaporte, como eu não tinha, não consideraram aquele passaporte e tão somente no que possuía. Mesmo falando da dupla-cidadania e tudo mais. O máximo que creio poder acontecer é te obrigarem a comprar o Tourist Card, ou quem sabe de a sorte de pegar alguém mais benevolente .
  2. 37º DIA - Santa Marta Apesar dos pesares consegui acordar cedo para ir ao Parque Tayrona, tomei um bom café no hostel (não é incluso, mas não é muito caro, bem bom e com uma grande quantidade) e parti para pegar o ônibus que percorre um não tão curto caminho até o parque que fica em outro estado (cerca de 35 km de Santa Marta). Um arrependimento meu é ter só ido para passar o dia e não ter dormido uma ou duas noites no parque (e mais se não tivesse marcado de encontrar com amigos em La Paz no final do ano para a continuação do mochilão), pois o lugar eu achei sensacional: o clima e a beleza se complementam . Uma boa opção (se tiver uma próxima oportunidade espero fazer os dois) também é ficar nas proximidades do parque como no The Dreamer Hostel Palomino, essas redondezas realmente tem muitas incríveis. Chegando lá estavam acabando de abrir o parque para entrada, era proibida a entrada de sacolas plásticas e semelhantes, uma boa levar uma mochila menor (coisa que eu não tinha) ou uma sacola daquelas retornáveis que não é muito pratica. Paga-se a entrada e te dão informações sobre o parque (tem direito a meia entrada estudantes mesmo estrangeiros, então levem se forem) e uma pulseira, duas opções a partir daí se quiser ir até onde começa a trilha a pé ou pegar uma van que sai de tempos em tempos, como era barato e já estava saindo peguei. Realmente era uma distância consideravel, porém a trilha era muito mais ãã2::'> . Adorei a trilha, passando por vários locais belos e dando uma parada de vez em quando para apreciar a vista (vendedor de água e de picolé passaram pelo caminho, apenas esses dois também, além é claro de muitos turistas). Ao chegar em Cabo San Juan aquela vista para mim foi o que mais valeu da trilha (se não tivesse também teria valido a pena), o local é bem bonito e tem alguns comércios, apos uma boa apreciada e o almoço que por ali tinha continuei, minha intenção era chegar até o Pueblito. As placas para chegar até lá não estavam bem sinalizadas, muitas vezes pouco movimento e quem encontrava no caminho também não sabia onde era, apos muito perguntar e uma grande distância percorrida (saliento para ir ao banheiro se precisar antes de sair de Cabo , a situação foi complicada, com muitos cavalos passando que pode pagar para andar por partes da trilha) consegui chegar ao começo da trilha que subia para o Pueblito . Uma placa dizia que a subida só deveria ser realizada até as 13 ou 14 não me lembro bem, porém já tinha passado desse horário . Decidi ir assim mesmo ... subi a mil e até por isso comecei a sentir minha perna de novo doendo (eita Monte Roraima), mas deu para suportar e quanto mais eu via gente descendo e ninguém subindo mais eu acelerava, apos um bom tempo de subida acelerada cheguei e ... não tinha nada de muito especial: poucas cabanas, um riacho e três argentinos . Disseram que também vieram rápido e já tinham dado uma volta e era só aquilo (para mim particularmente a trilha foi legal e deu para dar uma cansada). Apos conversar um pouco e uma volta começamos a descer. Na metade do caminho de volta apareceu um bando (?) de macacos, uns 15 ou 20 em volta, no começo foi bem legal eles chegando bem perto até que começaram a jogar creio que frutas em cima da gente . De repente ao invés de observarmos tudo e achar massa, saímos correndo a mil e com os macacos seguindo . Já de volta ao começo da trilha e depois de dar uma descansada voltei o caminho todo até o Cabo que para mim foi o local mais bonito do Parque que visitei (existem outras entradas e lugares para ir dentro do parque, não de onde eu estava) e permaneci pela praia. Voltei já ao final do dia e peguei um ônibus que fica no começo do começo das trilhas que ficam por ali (preço justo e é só esperar encher), melhor do que ir até a rodovia. Já no hostel reservei minha estadia 2 dias a frente para Cartagena no El Viajero (que tinham me recomendado bastante) e o transporte de van (que vale a pena) até lá, jantei no The Dreamer (uma das melhores comidas pelos hostels em que fiquei, se não a melhor) e fiquei no bar que estava com pouquíssimo movimento e fui dormir.
  3. 36º DIA - Santa Marta De manhã fui dar uma volta no centro (me perder um pouco pela cidade), a quantidade de ônibus é muito boa além do preço, uma ótima opção. Existem hostels no centro que podem ser também uma ótima opção pela maior quantidade de atrações nas proximidades, a vantagem do The Dreamer é um centro comercial bem próximo e San Pedro, além de em si ser um ótimo hostel comum incrível clima. A parte da marina é bonita e vale a passada, tem várias opções de restaurantes, alguns cafés e um bom movimento, várias praças pela região, parei em uma franquia da Juan Valdez no centro que além de muito bem localizada tem o seu charme e um bom produto (pelo menos o que tomei ). Apos passar a manhã inteira por lá decidi ir até a praia de Rodadero e Playa Blanca, a quantidade de ônibus que ia até lá também era muito boa. Foi um caminho mais longo porém passando por vários lugares e dando para conhecer um pouco mais a região, passando ao lado de resorts e hoteis de luxo com direito a cantoria de um bom músico colombiano e um "teatro" com uma mulher respondendo a música (algo que até já vi no Brasil), porém um senhor colombiano levou a sério e começou a defender o cantor, ou seja, uma confusão . Comi um bom pescado com banana e arroz próximo a praia e fui dar uma volta, como já eram quase 15 horas não estava valendo a pena pagar para ir a Playa Blanca e acabei desistindo e ficando um pouco pela praia que não tinha nada de especial. Foi dito para mim que Playa Blanca era mais bonita ... deixa para uma próxima. A volta foi mais demorada devido a um protesto que estava tendo pelo caminho, acabei chegando tarde e os australianos já estavam prontos para ir, em 5 minutos fiquei pronto e partimos para o La Brisa Loca. O jantar já estava acabando e ficamos pelo bar do hostel que estava bem movimentado e com um clima massa, ficamos até tarde, encontrei um bocado de outros brasileiros(as), alem de muitas colombianas . O bom do hostel (ainda) é que estava com bebida dobrada até 01:00. Não lembro de muito até acordar no outro dia .
  4. 35º DIA - Santa Marta Acordei cedo para encontrar um hostel para ficar pela proximidade, já tinha visto uma placa por perto e tinha visto no hostelworld que o mesmo parecia ser excelente (aqui a viagem começa a ser mais "turistica" e com mais hostels): The dreamer hostel. Felizmente tinha ainda umas 2 camas disponíveis e muita informação sem ter que procurar muito. Voltei para pegar a minha mochila, entreguei a chave, andei mais um bocado (era uns 10 minutos andando rápido), deixei as coisas finalmente ,fui para o shopping (ou centro comercial) comer algo e finalmente conseguir sacar dinheiro na minha conta do BB (dizem eles que era um filtro específico que precisava ser liberado para Colômbia e para o Peru ). Dali já fui para a Quinta de San Pedro Alejandrino, local em que Simón Bolívar morreu, fiquei boa parte da tarde por ali, o local é interessante e bonito, valeu a pena a passada e o tempo por ali. O monumento em homenagem ao "libertador" é bem interessante, mudando de forma dependendo de que posição está, se não quiser um "estudante guia" insista várias vezes, eles te seguem de qualquer forma dizendo que não cobram nada, mas no final tem aquele migué contra os "turistas" . Aqui é separado pela parte construída depois da morte de Bolívar e a manutenção do que tinha naquela época, ótimo depois de praias, cachoeiras, ônibus e muita correria. O feliz roubo do meu celular em Quito fez eu perder muitas fotos e videos (olhando agora na Colômbia principalmente )... Voltando para o hostel o clima estava legal. A noite teve um quizz com alguns mochileiros para ajudar um projeto social e chamaram para uma festa em outro hostel no outro dia em que o lucro do jantar seria revertido para o projeto, marquei com uns australianos para rachar taxi para ir, se não haja dinheiro . Dali para a cama. Ah e a cama boa e o quarto bem melhor do que o "hotel" de antes.
  5. É em Santa Elena não tinha opção de voos pelo menos na época que fui, Canaima fui de avião mesmo (mt barato msm), não fui até Isla Margarita de avião por não ter procurado saber, sai de Isla Margarita para Caracas de avião (paguei algo entorno de 30 reais com taxas), já de Caracas para Santa Marta dei uma olhada e parecia não valer a pena, até por que começou a complicar para mim trocar os bolivares venezuelanos. Eu fui um pouco antes da situação ficar tensa (ou mais tensa do que já era), mas sei que mts falaram para mim coisas parecidas e vi algumas situações, mas não vivi nada "tenso" (que para mim foi até muito massa no final das contas haha) como na Colômbia, Equador, Guiana Francesa, Peru.
  6. 34º DIA - Ônibus/Santa Marta(Colômbia) Aqui já vale salientar uma coisa: antes de sairmos rumo a Colômbia o motorista passou pegando uma "colaboração" para podermos passar mais facilmente pelos postos venezuelanos, eu como não tinha praticamente nada, não entreguei (não sem antes receber uma encarada de muitos segundos de um dos motoristas. Dois realizavam a viagem). Esse foi o mais perto de extorsão que passei na Venezuela, mas como disse anteriormente: conheci muita gente que passou por esse tipo de situações e até nesse dia aconteceu com outra pessoa que contarei mais para frente. A viagem de praticamente 24 horas estava sendo tranquila, sem problemas com a guarda nacional e nem nada. Algumas pessoas saíram em algumas paradas, mas eu nem chamado fui (acho que é por isso que amei tanto a Venezuela ... só conheci a parte maravilhosa e sem ter problemas com a guarda, que dizem ser o problema). Eu estava um pouco preocupado em ser parado e verem meu passaporte norte-americano (vai saber né ...), e o meu receio mostrou algum fundamento, já de manhã próximo a fronteira o ônibus parou e todos tiveram os seus passaportes checados e uma colombiana/venezuelana teve problemas e foi retirada do ônibus, apos cerca de uma hora parados voltou um dos motoristas e ela pedindo dinheiro, pois a guarda alegava que a situação dela era irregular por ser colombiana/venezuelana, todos comovidos a ajudaram e arrecadam os 5000 bolivar venezuelanos para ela poder prosseguir (ajudei com uns 30 bolivares, era quase tudo que tinha da moeda venezuelana ha). Antes de nos retirarmos pagamos uma taxa para sair da Venezuela (era uma taxa cobrada por uns índios ou algo do tipo), apos mais um tempo chegamos na fronteira e demoramos um bocado para sermos "atendidos", entregavamos o passaporte e o comprovante de pagamento, mas a demora foi grande, apenas um guiche aberto e ainda com fila prioritária e ela era maior que a normal . Preparem-se por algumas horas na fila, como o pessoal do ônibus estava todos juntos fizemos um "bolo" lá no meio e conseguimos ser atendidos apos algumas horas, a má vontade incrível ... paravam para conversar, almoçar e afins, as vezes não tendo nem guiche por mais de 15 minutos . Já no lado colombiano... uma maravilha. Mais rápido impossível, menos de 8 minutos em uma fila razoavelmente grande. Prosseguimos viagem parando para almoçar em frente a entrada do Parque Tayrona (em alguns dias voltaria para esse lugar maravilhoso), como estava sem peso colombiano fiquei na vontade. Conversei com uma colombiana que falou tão bem de Santa Marta e quão melhor que era de Cartagena que já descobri ali que passaria mais dos 2 dias que pretendia (e gostei que acharam que eu era um espanhol pelo meu espanhol diferente, mas maravilhoso , acho que eles estavam loucos, mas vai saber ... começava a me fazer enteder kkk). Eu não fazia ideia de onde o ônibus pararia e nem de onde eu dormiria. A galera que desceria em Santa Marta foi deixada em um local onde tinham taxis (como estava sem dinheiro, a não ser notas grandes de dolar comecei a me preocupar) logo na entrada. Vi uma pousadinha bem ferrada e decidi que ficaria por ali (precisava ainda sacar), pedi para o dono ou "recepcionista" olhar a minha mochila que iria fazer um saque, me indicou que teria uma atm no centro comercial (shopping). Enquanto ia correndo até lá e pensando que eu era babaca de deixar minha mochila assim e que quando voltasse não teria nada, depois de uns 8 minutos de corrida cheguei e já fui direto para o atm, cartão do BB nada de funcionar, nem retirada do AMEX, apenas o meu cartão pré-pago da Confidence, que era para o caso de emergências e foi a minha salvação. Passei na praça de alimentação para comer aquele McDonald´s de lei, pedi o meu combo e descobri que estava na promoção que ganhava outro grátis . Comi um e levei outro de volta, esperando que nada tivesse acontecido com meu mochilão. Quando cheguei ninguem na entrada e a porta fechada, já até comecei a me chamar de anta ... mas quem cargas ia querer um mochilão com a alça toda ferrada, sujo e com roupas mais ainda? . Depois de uns 15 minutos o dono chega falando que já colocou até a mochila no quarto . Paguei, entrei, comi o segundo lanche da noite e a única coisa do dia e já fui dormir para decidir para onde iria no outro dia ... Venezuela - Dicas, opiniões e afins - A Venezuela foi um dos melhores (se não o melhor) país no custo-beneficio que já conheci, sei que alguns podem dizer que foi sorte por não ter acontecido nada do que mutos já relataram. Valeu a pena "arriscar", ainda mais que nada aconteceu haha. E é como outros também dizem o Brasil também não tá tão distante ... kk -As belezas naturais de lá sem palavras, as pessoas que gostam/amam Chavez/Maduros uma atração a parte, os locais em Canaima show de bola. Não percam Salto Angel e Monte Roraima. -Gostaria de ter ido em Mochima que infelizmente não fui e ouvi muitas coisas boas do local. O mesmo com Los Roques. -Nada de cartão aqui -Evitem andar com objetos e muito dinheiro para não atraírem olhares da guarda nacional, além de dar sorte. Não sei se mudou durante um ano, mas pelo que vi e leio dificil ter mudado.
  7. Agora voltei tenho que concluir o relato haha, bem ter como ir por chão até existe pelo que me contaram, mas não é nada prático e muito mais caro (isso se tiver alguem que estiver fazendo), avião é a melhor e mais barata opção. Eu recomendo ficar 4 dias no parque, curtir a lagoa de Canaima não tem preço, e o Salto Angel é simplesmente fenomenal. Até o final do ano espero concluir, .
  8. 33º DIA - Caracas/Ônibus Cedo já saí para procurar onde compraria a passagem de ônibus até Santa Marta (Colômbia) que planejava ir somente em 2 dias, graças a algumas informações que colhi aqui e no lonely planet (online), pois se não fosse isso não teria encontrado. Pedi informação no hotel diziam não existir ônibus até a Colômbia (loucos, pois existe) e tão pouco onde ficava o Terminal de Oriente , na rua muito menos, inclusive alguns taxistas e os que diziam saber queriam cobrar uma fortuna para os padrões venezuelanos ... Decidi ir de transporte público mesmo até lá, afinal o lonely planet detalhava bem, peguei o metrô e fui até a estação Petare, quase me perdendo nesse trajeto, desci na Avenida Francisco de Miranda para a esquerda e ali se encontravam os ônibus que iriam até a dita estação. Tanto metrô quanto o ônibus muito baratos ... bem melhor que o táxi . Finalmente tinha chego por lá, carregava todo meu dinheiro e achava que precisaria trocar mais em breve, porém quase ninguém trocava e quando aparecia um a cotação era 1 dolar 25 bolivianos ... repito: Maduro parece que deu uma pressionada ou algo do tipo, pois quem trocava não queria trocar, se fazia de desentendido e nem dar informação as pessoas queriam dar ... vai ver pensaram que eu era fiscalização , o estranho que provavelmente 90% pensou isso se for. Na hora de sair do ônibus todo mundo com pressa e advinha para onde 80% das pessoas do ônibus foram? Para as cias que operam o trajeto até a Colômbia, quando fui apenas duas estavam fazendo (o guichê delas um do lado da outra). Na fila descobri duas coisas maravilhosas: não tinha dinheiro suficiente para comprar a passagem e que só teriam disponibilidade dentro de 4 dias . Saí tentando trocar pelo menos o necessário para comprar a passagem, na primeira "lanchonete" o cara falou que eu não ia querer trocar pelo tanto que ele podia me oferecer (e realmente nem pensar): apenas 15 Bs por dolar . Conversei com um senhor de uma outra que disse me ajudar trocaria 20 dolares por 40 Bs, aceitei prontamente sem pestanejar. Nessa hora já pensava: tenho que pegar esse ônibus hoje de algum jeito se não esse país lindo e barato acabara se tornando feio e caro . Voltei para a fila e fiquei esperando, quando chegou a minha vez conversei com um cara fooooda, ele era o cara e o nome dele era Luis ou algo do tipo kk, devia ser o encarregado, sócio, chefe ou algo, pois outras pessoas perguntaram se teria passagem para o mesmo dia, recebendo uma negativa, masssss quando expliquei a minha situação toda e me fiz de um cara sem praticamente um bolivar no bolso que precisava encontrar sua "família" colombiana ele disse que daria um jeito e me colocaria em um dos dois ônibus da empresa que sairia no dia. Corri de volta para o hotel pegar as minhas coisas, pois sairia um ônibus em 2 horas, como tinha poucos bolivares queria tentar ir e voltar da mesma forma ... e consegui, foi uma correria louca, mas tudo deu certo. O metrô na Venezuela é show de bola, rápido e eficiente, pelo menos no horário e na época que fui. Já de volta ao terminal esperei ao lado do guichê alguma informação, até então nem pago a passagem tinha, só havia a promessa e isso me deixou um pouco receoso ... Não queria encher o saco, afinal ele estava fazendo um favor do caramba para mim, antes de mim várias pessoas tinham recebido um não e depois apareceu mais uma dezena perguntando e acabavam comprando para outro dia, isso quando tinha. Faltando 10 minutos para o ônibus sair e nada do cara confirmar. Chegou o motorista no guiche confirmando os passageiros que tinham, não consegui ouvir a conversa bem e logo depois dele sair o Luís me chamou e disse para me tranquilizar que eu iria no próximo ônibus que sairia mais tarde e já poderia pagar . Depois disso foi esperar e esperar na rodoviária que não tem nada, nem wi-fi que pega direito , acabei comendo um salgado e um refrigerante com alguns trocados que tinha e vendo um pouco de TV na "praça de alimentação". Ao entardecer/anoitecer o ônibus da Brasília (o nome da cia que fui) estava saindo completamente lotado, achei até que tinha mais gente que lugar, mas felizmente não. Ainda tive o "bônus" de ir na janela, porém na última cadeira, ou seja, do lado do banheiro. Felizmente o cheiro estava bom e o senhor colombiano do meu lado era gente boa ... até então . Gastos 1600 Bs Ônibus 100 Bs transporte, lanche
  9. INTRODUÇÃO Venho aqui contar um pouco sobre como é essa festa e o que esperar dela. Contarei de uma forma diferente, resumindo como é e o que ocorre nela, além dos belos passeios e visuais que pode se ter por ali. E colocar fotos para se ter uma noção de como é. Vale salientar que isso não foi nem um pouco estilo mochilão, mas encontrei algumas informações por aqui, então não custa compartilhar ... E dizer também que provavelmente ano que vem estou lá de novo . Como ir? Quanto gasta? Eu particularmente fiz todos os cálculos e gastei cerca de R$6000,00 com tudo incluso: voo, taxas, Grand Oasis Resort (onde ocorrem as festas a tarde que é o melhor da viagem, tendo a opção de 4 ou 5 estrelas, fiquei na 5 por ter acesso a todos restaurantes e bares, valeu muito), transfer e até alguns passeios incríveis como mergulho com cilindro, nado com golfinhos e Chichen Itza passando pelo cenote sagrado Ik-kil. Fechei com uma empresa especializada nessa viagem (se quiserem nome ou alguma coisa do tipo mandem um privado aqui ou no facebook) apos muito pesquisar e ver que a diferença indo por conta era pequena e correndo risco de sofrer um overbooking no hotel e não ter assistência para resolver. Com o grupo nada aconteceu nesse sentido, mas conheci gente que foi para outro hotel por tal motivo ... parece que eles dão um "privilégio" para as "melhores" empresas para elas não sofrerem com isso. Tendo vista isso tudo recomendo fechar com uma empresa, mas vale salientar que deve se pesquisar muiiiito, eu fechei quase com uma que tinha fama, porém cheia de processos nas costas. No final fechei com uma ótima . A assistência deles acaba nos arranjando por exemplo camarote (pago separado, mas sem eles não consegue a melhor localização em frente ao palco: que particularmente foi o melhor dia com show de Sander Van Doorn), garrafas de tequila e afins . Além de não ter que se preocupar em conseguir nada: de festas a passeios. Como é a festa? Ela é incrível . Quando você acorda (ou não dorme) vai para a praia curtir aquele mar de Cancun dentro do resort (só pessoas que compram pulseira por um valor bem alto ou estão no resort ficam por aí), em seguida começa a festa com brincadeiras maneiras em geral e algumas moçoilas bonitas nelas e também no palco, disso começa os DJs a tocar, geralmente um FOOODA (teve Van Doorn e Afrojack por exemplo) e a bebida rolando solta. Vale um adendo: quando mais vai ficando cheio mais demora para conseguir a bebida, uma propina ajuda, mas eu não dei nenhuma e sempre consegui relativamente rápido . Em alguns "shows" o camarote acaba sendo "essencial" para curtir ao máximo a festa, ali ocorreram tantos body shots, doideiras, mulheres tirando o top e afins e com uma visão privilegiada (a melhor), mas tem que ser o da frente que nós mero mortais não conseguimos (eu pelo menos tentei no afrojack e só consegui um lugar mais atras que não valeria a pena) sem os contatos que a empresa que fui tinha, vale salientar que pelo mesmo preço que o ruim que foi oferecido . Já ao anoitecer é tomar um banho e partir para as casas noturnas a noite, uma melhor que a outra (The City, Coco Bongo, Senor Frogs, Palazzio e afins). Fomos a 7: todas diferentes e incríveis. No Senor Frogs por exemplo teve festa da espuma sinistra (gente do grupo deixou a espuma entrar no olho e perdeu dois dias de balada por isso com o olho mais vermelho que maça) com muito show your tits, body shot e chantily shot . Conseguir as garrafas e as boas bebidas é importante, então a galera do grupo se juntava e dava uma propina para um dos garçons que não deixava faltar bebida, além de estarmos no camarote em lugar privilegiado para curtir a balada e os DJs PIIICAS que se apresentavam (por exemplo: Fedde Le Grand na The City). O negócio no resort é tenso, me senti até um cara meio antiquado . Acontece de sexo na piscina ao quarto (aí tudo bem né ), body shot por aí, muita gente louca gritando coisas mais loucas ainda. Falar inglês é uma ajuda em tanto para "conversar" e conversar com geral, entretanto uma galera do grupo não falava nada e fazia amizade lindas . Na balada também têm de tudo, mas sem rala e rola explicito na piscina (acho que é por que a maioria das baladas não têm, tinha uma balada a noite que havia piscina). Te falo uma coisa inclusive a gringada é mais louca que os brasileiros pelo menos que observei . Resumindo: Música eletrônica de qualidade (para o meu gosto), resort com uma estrutura boa demais (a comida não é tããão boa, mas o acesso a todos restarantes salva, tem alguns de massa e afins muito bons) e casas noturnas boaaazisimas. Por que Cancun? Mas por que cargas da água essa festa tem que ser em Cancun e não aqui em Vitória ? Tem estrutura de resorts incríveis e em um deles (Grand Oasis Resort) se abre para essa mega-festa incrível com um visual deslumbrante. A estrutura de várias casas noturnas é outra das grandes causas. E tudo isso em um local com clima ótimo para esses tipos de festa na praia (e que bela praia) podendo ainda dar um passeio e conhecer um pouco das redondezas de Cancun, como Tulum, Isla Mujeres, Playa del Carmen, Yucatan... Nessa época de março em Cancun é o ideal para quem quer curtir o clima badaladeiro com uma quantidade enorme de gringos de toda parte do mundo. Fotos Colocarei algumas fotos tiradas por mim e pela galera do meu grupo para se ter uma ideia de como é, não postarei algumas que ficar em dúvida se deveria ou não . Qualquer coisa tenho/mando no Facebook (ou não ). E percebi uma coisa durante a seleção: não posso colocar 10% HASHUSUAHSHUSHUAU.
  10. Bom dia Marcos. Não cheguei a ver voos internacionais, só os trechos nacionais que por sinal eram bem em conta, ainda mais considerando o câmbio "não-oficial". Comparado com o Brasil estava valendo muito a pena, principalmente em Isla Margarita. Mas aqui vale uma observação: não sei como está a situação agora, quando fui foi fácil trocar no começo, já lá em Caracas quase impossível, na próxima postagem explicarei ... acabei indo embora da Venezuela 2/3 dias antes do que esperava. E que bom que meu relato te ajudou . Qualquer coisa estamos aí.
  11. 32º DIA - Isla Margarita/Caracas Saí de manhã em direção ao aeroporto internacional Santiago Mariño, que por sinal achei muito bom e tranquilo, ainda mais se tiver como padrão o aeroporto Eurico Salles em Vitória . A passagem foi comprada por um preço muito bom de 753 bolivianos (isso ainda com os 15% que a agência cobrava, comprando diretamente sai ainda mais barato, mas como teria que ir até o aeroporto não valeria e também por não ser comodo), aqui as taxas já estavam embutidas na passagem. Na hora de despachar a bagagem, presente de um mês de viagem: a alça da minha mochila arrebentou... Viajei com a Venezolana, o legal (ou não) é que eles não tinham lugar marcado, você sentava onde houvesse lugar, exceto as primeiras fileiras. Fui um dos últimos a entrar e só tinha lugar na saída de emergência, e o bagageiro todo mais que lotado. A comissária começou a falar que eu tinha que guardar a minha sacola (a rede não entrava na bolsa ) não embaixo da cadeira e sim no bagageiro, mostrei que não entrava nem agulha e ela disse que eu não poderia me sentar ali, falei que trocaria de bom grado para qualquer lugar ou que ela colocasse as minhas coisas em qualquer lugar, só que a mulher estava fazendo um furdúncio total, chamou até outra comissária, que bem mais calma e educada falou que poderia sentar na frente que não entraria mais ninguém. Durante o voo eles serviram refrigerante, suco e água, também a comissária nervosa veio e pediu desculpas por como falou, disse estar muito estressada (mas não precisa descontar né , se bem que é bom uma desentendimento, faz bem ao espírito kkk). Desembarcando em Caracas (ou melhor dizendo Maiquetia, tendo em vista que fica em outra cidade distante de Caracas cerca de 21 Km) no Aeroporto Internacional Símon Bolivar fiquei perdido, pois já desembarquei na área de embarque e fiquei procurando igual um bocó onde pegaria a bagagem, apos perguntar e me mandarem para o lugar errado e perguntar de novo e me mandarem para o lugar certo cheguei as esteiras, vi pessoas do meu voo e fiquei por uma das esteiras (no painel não aparecia o voo em que tinha chego e nem em nenhum outro). Vinte minutos mais tarde finalmente começava a chegar as malas: a minha foi a primeira . Rapidamente peguei o mochilão e fui comprar o ticket de ônibus para ir até Caracas, a empresa UCAM que faz essa rota (parando em lugares como Gato Negro, Plaza Miranda, Plaza Venezuela e Parque Central). Vale salientar que desembarquei no terminal nacional que é onde fica o seu guichê. Não sabia em que parada desceria, pedi dicas para as pessoas que estavam em minha volta, fui aconselhado por um senhor a ir para ao Parque Central que lá havia um grande hotel que parecia ser muito bom. Algumas praças por qual passei eram muito bonitas e ornamentadas, com certeza mais do que esperava. Então fui até a sua última parada (Parque Central). O Hotel Venetur Alba Caracas realmente fica próximo, porém era um Hotel 5 estrelas , segui então perguntando se existiria algum outro hotel pela região, até que visualizei o Hotel Limón (em frente ao Parque Central na Av. Lecuna). Segui a 1000 para lá, afinal já eram 13 horas e queria conhecer um pouco de Caracas. Já no hotel perguntei se teriam algum quarto, a recepcionista super gente boa falou que estavam lotados, porém como o check-out era por esse horário talvez algum quarto ficasse vago. Ela me disse que tinha um congresso na cidade e a maioria dos hotéis estavam lotados e qualquer coisa deveria ir a Las Mercedes que teria mais opções, a La Candelaria também é uma boa opção. Entrou muita gente nesse meio tempo perguntando por vagas e eu de olho em uma senhora que deixou a chave e estava fazendo check-out. Uma outra senhora esperta já chegou falando para a recepcionista que ficaria com o quarto dela, mas a maravilhosa recepcionista me chamou e perguntou se eu queria o quarto mesmo ele sendo triple, aceitei na hora (mesmo sendo 1200 Bs o quarto ). O melhor quarto que fiquei na Venezuela foi aqui, banho quente mesmo, cama confortável e ar-condicionado, só não contava com wi-fi. Decidi então ir até o Teleférico de Caracas, o principal e talvez único ponto que fazia questão de conhecer. Peguei um ônibus com sentido a Plaza Venezuela e desci próximo a mesma. Acabei andando demais, cheguei a errar o caminho, subindo pela "ladeira" errada , cheguei em uma emissora de TV venezuelana e de lá não tinha saída, ou seja, teria que descer tudo e subir pela "ladeira" certa. A avenida realmente é uma subida e tanto, porém existem ônibus que chegam até lá, mas como estava entardecendo e eu não queria esperar, além de ter ficado com dó de gastar 5 Bs decidi subir a pé mesmo. Foi uma péssima ideia: meu joelho começou a doer novamente . Aguentei apesar disso, mas não aconselho a subida para quem tem dores no joelho . Já no teleférico paguei a entrada de 90 Bs, parece que agora está em 150 Bs: infelizmente os preços lá mudam tanto que fica difícil fazer algum parâmetro de quanto você irá gastar ..., e subi ( em uma cabine sozinho ). Aqui vale um adendo: cobram mais a estrangeiros que locais, assim como Canaima, porém paguei preço de local ou o cara fez errado ou o meu espanhol é maravilhoso . O visual que se tem durante cerca dos 15 minutos subindo é bela, além da sensação um pouco mais fria. Chegando na Montaña El Avilla se tem um belo visual, que vi durante poucos segundos, até as nuvens atingirem de vez a vista e a montanha . Por tal motivo aconselho a vir mais cedo possível. Dei uma volta pelo local, que possui uma ótima estrutura, inclusive uma pista de gelo para quem quiser aproveitar. Decidi fazer o meu almoço e janta de uma vez: comi "cachorro quente" (somente pão e salsicha), tomei um chicha criolla que não curti muito (arroz, leite, leite condensado e gelo), acabei mudando para um tradicional chocolate quente, ainda comi pasticho (lasagna) e para finalizar comi creme com morango, além de um churros ou parente dele . Enquanto isso usei o excelente wi-fi que ali tinha para mandar notícias, Depois de satisfeito observei o anoitecer ou o que deu para ver dele. Infelizmente o tempo abria um pouco, mas fechava logo em seguida, mas deu para dar uma espiada, melhor que escancarar . Na volta a cabine voltou cheia e pouco se via do visual pelas nuvens e o escuro, lá embaixo tem um bar/lanchonete, como achei o lugar legal acabei parando (e gastando ) para tomar uma bebida com anis, gelo e limão (estava forte para caramba, me pareceu que era 51 pura ... por tal motivo achei por bem virar o copo e voltar para o hotel). Saindo de lá vivi a loucura que é o trânsito de lá ... o motorista do táxi simplesmente passava a mil em lugares estreitos, com a mão segurando a buzina e ainda chegando. E quando chegamos ao engarrafamento ele simplesmente se metia em lugares improváveis. Ali deu emoção maior do que a Sheikra (montanha-russa do Busch Gardens) . Entre buzinas e ultrapassagens perguntei a ele que jogo estava tendo no Estádio (era o Universitário), me disse que era um jogo de baseball (os venezuelanos parecem curtir bastante) importante, pensei inclusive em ir para curtir uma programação alternativa, mas tinha que trocar mais dinheiro para garantir minha estadia tranquila e nunca consegui ver uma partida completa na televisão, então deixei pra lá e fui direto para o hotel e dormi. PS: Com o anoitecer chegando o frio vai aumentando ... leve um agasalho de garantia. Gastos Táxi Hotel x Aeroporto - 100 Bs Voo Venezolana com taxas - 753 Bs Õnibus Maquetia x Caracas - 65 Bs Quarto Triplo Hotel Limón - 1200 Bs Ônibus Parque Central x Plaza Venezuela - 5 Bs Teléferico Caracas - 90 Bs Lanches lá em cima - 200 Bs Táxi Teleférico x Hotel - 60 Bs
  12. 31º DIA - Isla Margarita Acordei com o meu colega de quarto no banheiro (novidade ), decidi esperar por ali para acertamos o restante do pagamento e eu mudar de quarto (não achei que valia procurar outro local, já que mal mal ficava por lá, porém não recomendo o hotel). A praia que mais queria ir era a Playa La Punta (ouvi gente chamando de Blanca) que ficava na Isla de Coche, como não consegui catamarã tinha que pegar o ferry normal. Queriam cobrar bastante para ir até o local (quase nada no Brasil, mas começava a pensar igual venezuelano, mesmo eles pegam os taxis que tem para todo o lado e bem velhos), então decidi dar uma volta na cidade até a van, alias não tive escolha, me davam informações erradas e nenhuma ia até o ferry, até que 1 hora depois encontrei finalmente uma van que ia até lá. Chegamos um tempo depois no ferry que já estava quase saindo, a maioria desce por ali, tirando o "terminal" e alguns comércios não tem muita coisa pelas redondezas. Durante o trajeto é tranquilo com uma leve mudança da cor da água. Desembarcando você pode pegar um táxi até Playa Blanca ou ir a pé mesmo seguindo a costa: foi a minha opção. Alguns amigos que já foram tinham dito que não era nada demais, eu particularmente achei muito bonito e diferente (isla de coche > isla margarita), vi a galera do catamarã chegando tomando todas (deu uma invejinha branca), mas já que não fui decidi aproveitar para andar de jet ski, banana boat, quadriciclo e acabei fazendo tudo pelo preço ser irrisorio comparado ao Brasil, diferença astronômica, acho que o movimento não tão grande ajudou a ser ainda menor. Fiquei preocupado com as minhas coisas (estava com meu money-belt, câmera e celular), mas felizmente nada sumiu, porém se estiver sozinho tome cuidado, pode não dar a mesma sorte . Almocei em um dos hoteis/restaurantes em frente a praia, um ótimo pescado com banana, arroz e salada. O dia foi muuuuuito bom, um dos melhores na Venezuela. Ao voltar (pelo mesmo lugar que fui) esperei por uns 30 minutos o ferry, até planejei ver o por do sol na praia do El Yake, mas simplesmente não queriam fazer . Diferente do ferry, geralmente são barcos menores que o fazem e apenas poucas pessoas usam, por tal motivo nem sempre é possível. Já de volta em Porlamar decidi conhecer um pouco da noitada, pedi dica para o "recepcionista" (a indicação igual o hotel: uma mer... ) que me indicou La Margarita Bar onde dizia ele sempre ter movimento, já tinha me informado que o Bora Bora (me disseram ótimas coisas das festas de lá e era onde queria ir) estaria fechado e não achei uma boa ir para o Hard Rock Café (antes tivesse ido ). Esse tal de La Margarita (acho que o cara do hotel tem conchavo com os caras, pois falou para dizer o nome dele para receber "desconto" nas "bebidas", só fui entender o duplo sentido lá ) nada mais era que um prostíbulo, não que esse tipo de atração seja desprovido de valor , mas o local além de feio estava vazio, além de umas 6 venezuelas bem judiadadas. Pensei: isso não dá futuro não, mas tomei algumas cervejas por causa da consumação, enquanto duas venezuelanas judiadas vieram conversar comigo, tentando de tudo para ganhar o dinheirinho delas. Fui embora menos de uma hora depois de ter chego, decidi voltar para o hotel mesmo, falei com o mestre das indicações que disse achar que eu iria gostar , resolvi ir para a cama já que teria o voo para Caracas de manhã. Gastos Tenda empanada + suco 25 Bs Van ida e volta 40 Bs Ferry Ida e Volta 60 Bs Jet ski 30 min + quadriciclo 15 min + banana boat 700 Bs Almoço 200 Bs Quarto 300 Bs Táxi 140 Bs Ida e Volta Consumação 600 Bs
  13. 30º DIA - Isla Margarita Na madrugada "já" estava em Isla Margarita, pensava que iria esperar na sala de embarque até amanhecer e procurar uma pousada/hotel/hostel. porém não existia (ou se existia estava fechado) nenhum local em que pudesse esperar. Tinham alguns taxistas por lá, porém estava com poucos bolivares e isso me deixava meio preocupado, daria só para aquele dia . Apos conversar consegui por 50% o valor que os taxistas estavam cobrando (pechinche bastante, principalmente em táxi, eles cobram valores menores para os venezuelanos e se pressionar para você também) e pedi que me deixasse em um lugar barato e bom se possível em Porlamar, passamos por uns 3 lugares que estavam lotados até chegar em frente a Plaza Bolivar onde tinha um "hotel" com uma cara bem ruinzinha, nem me recordo do nome, mas provavelmente você não ficará nele kkk. Primeiro disse ter vaga, enquanto voltei no taxi para pagar e pegar meu mochilão, chegou um senhor de idade e pegou o quarto , o "recepcionista" propôs ficarmos no mesmo quarto, como estava sem muita opção aceitei . Subimos para o quarto (um dos menores em que já fiquei, chuveiro ferrado, cama meia boca, mas não estava sujo pelo menos). Conversamos um pouco, o que me fez achar o senhor muito estranho, e ele me disse que tinha ido para a ilha tendo em vista que as calças são mais baratas ali e tinha que comprar para a irmã dele que estava internada, aproveitando para comprar uma também . Fui dormir pensando como ia deixar minhas coisas por ali e sair, só faltava eu voltar e o meu mochilão não estar mais lá. Acordei cedo, me despedi do José Luís que disse ir embora a noite , e fui andar pela cidade, comi mais um quesito muito bom e barato com malta, fui até uma agência de turismo saber preços de passagem aérea para Caracas, e então começou uma saga para conseguir trocar dolar ... rodei a cidade inteira, entrei em hoteis e comércios, mas ninguém trocava e nem sabia onde poderia trocar, muitos me olhavam com cara feia e falavam de uma forma quase me enxotando. Até que entrei em uma loja árabe e apos a mulher do dono que estava por lá fazer uma ligação disse que trocaria até 100 dolares por 50 bolivianos, aceitei e me senti mais tranquilo com dinheiro no bolso. Voltei para a agência comprei a minha passagem para Caracas dentro de 2 dias (acabei ficando pouco tempo em Isla Margarita e conhecendo pouco, mas fui mais para ver umas 2 praias e continuar viagem, já viveria em praias na Colômbia). Decidi então ir para Playa el Agua, para chegar peguei uma van (é fácil chegar até ela, só perguntar na rua), tem que esperar ela lotar para partir. O caminho é bonito e tranquilo com a maioria das pessoas ficando pelo caminho. Já na praia não achei nada de especial(apesar de ter achado o lugar muito bonito), almocei um peixe, arroz e salada, fiquei por ali um tempo observando (o movimento era pequeno), dei uma volta na praia e cheguei a conclusão que ainda veria um caribe venezuelano com a "água mais caribenha". Tentei arranjar o catamarã para o outro dia com destino a Isla de Coche e sua Playa Blanca (onde mais me recomendaram ir) sem sucesso, então vi um ônibus partindo e decidi voltar (fiquei pouco mais de 2 horas na praia). Em Porlamar tentei encontrar também algum catamarã all inclusive sem sucesso, então fiquei pela Plaza Bolivar (tem um monte de regra para passar por ali, como não andar sem camisa) e suas redondezas, comi um churrasco árabe em frente muito bom e fui para o quarto. E o seu José pelo jeito continuava lá, as coisas dele em cima da cama (inclusive algumas calças novas ) e a porta do banheiro fechada. Sem brincadeira esperei por volta de 2 horas para ele sair do banheiro, cheguei a achar que ele estava com algo sério pelos altos barulhos que de lá saiam ... ao acabar o ar estava impossível ali dentro e o banheiro bem complicado de se utilizar . Ele me disse que só iria amanhã cedo ãã2::'> e que queria tudo já desligado pois precisava dormir . Só faltava ele me proibir de tomar banho, achei tudo aquilo muito surreal, mas resolvi fazer o que ele pediu, pelo menos a minha mochila não tinha sumido . Gastos Táxi ferry x Porlamar 250 Bs Hotel 400 Bs Quarto Quesito + Malta 20 Bs Van 15 Bs Almoço 150 Bs Ônibus 5 Bs Churrasco árabe + coca 60 Bs
  14. Obrigado , nunca parei para pensar que poderia passar isso a foto, é que meus passaportes representam uma parte importante da viagem . E vou te falar que é uma dificuldade para tirar o passaporte brasileiro (o dos eua é prático vê se pode: é mais dificil ser brasileiro kkkk...), dizem que eu não sou e que minha situação é irregular kkkkkkk, mas aos poucos depois de consultas e um dia de pesquisas das leis eles voltam atras . Meu joelho só doeu as vezes no decorrer da viagem, mas não senti mais dor (e nem fui no médico kkkk) desde o Peru.
  15. 29º DIA - Ciudad Bolivar/Puerto la Cruz As 06:00 já estava indo para rodoviária pegar um ônibus para Puerto la Cruz e de lá pegar o ferry para Isla Margarita (decidi pelo ferry por achar naquele momento mais interessante e prático ). Uma bagunça e doideira para comprar a passagem de ônibus, um monte de gente vendendo, não sabia se aquilo ali tava certo, mas pelo que já sabia era aquilo (só não sabia que era tão louco assim). Comprei com o cara que gritava uns 300 destinos diferentes, perguntei para ele se era Puerto La Cruz que estava comprando mesmo umas 10 vezes para confirmar e aconselho a fazer o mesmo também antes de entrar no ônibus. Quando já estava entrando dentro do ônibus me avisam que tem de pagar uma taxa de 2 bolivianos ao lado. Entro na fila gigante e quase perco o lugar de sentar (4 horas em pé não seria legal, o ônibus vai lotado e embarca outras pessoas no caminho). O caminho até lá foi bem tranquilo e com um visual não tão belo como outrora. Já na rodoviária esperei um bom tempo até chegar um táxi que não cobrava preço turista, queriam cobrar 1000 Bs, uma coisa bem surreal para os padrões da Venezuela. Chegando no terminal marítimo descubro que não era tão bom negocio assim ir de ferry: poucos horários e chegando de madrugada ou teria que esperar até o outro dia . Tinha a opção do express que era mais rápido, mas só na madruga e o normal que sairia as 17:00. Acabei optando pelo normal para não ficar por ali e pegar o pôr do sol no mar (a única coisa que salvou do ferry). Fiquei enrolando na lanchonete, tentei trocar dinheiro que estava acabando sem sucesso e ninguém sabia onde poderia também, a não ser no banco ... Antes de embarcar você passa na SAIME que é onde eles fazem o controle de passaportes, checam carimbo e tudo mais, além de fazer algumas perguntas, nada de preocupante. Na hora do embarque primeiro entram os carros, e não são poucos, e depois as pessoas. O ferry da Conferry (cia pela qual viajei, a outra opção era a gran cacique) tá bem surrado, porém na "lanchonete" eles tinham uns quesitos (uma massa com queijo dentro frito) muito bons junto com um refresco de malta (recomendo MUIIIITTTTO). E com certeza o lindo pôr do sol fez eu esquecer o tempo que ainda faltava, só lembrava de vez em quando ao observar a lentidão . Eu estava meio preocupado por chegar de madrugada e não saber onde ficaria e nem como chegaria até lá, tentei arranjar carona sem ser direto com uma família de Manaus, mas nem deram muita bola . E quando escureceu acabou o entretenimento e foi esperar chegar lá tentando dar uma cochilada (bem agarrado a mochila para não carregarem ) Gastos Táxi Ciudad x Rodoviária 60 Bs Ônibus + Taxa 82 Bs Táxi Rodo x Terminal Marítimo 200 Bs Ferry one way (na volta decidi que tentaria aéreo ou nadando ) 90 Bs Chips + Sprite (gosto horrível, achei muito diferente) 70 Bs Quesito + refresco gelado de Malta 50 Bs
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