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James Cardoso

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Sobre James Cardoso

  • Data de Nascimento 29-07-1988

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  1. Obrigado Ricardo, é o seguinte... No lado brasileiro teoricamente, e aconteceu na prática, não posso receber o carimbo de saída no passaporte americano (seria no brasileiro que deveria ter recebido), porém a excelentíssima pessoa que estava lá disse não ser necessário. Graças as forças positivas do universo consegui entrar na Guiana Francesa sem nenhum problema, mesmo não tendo nenhum carimbo em ambos os passaportes. OBS: somente mostrei o americano. O problema foi já na fronteira com o Suriname, que não me deixaram entrar alegando que o passaporte brasileiro deveria ter o carimbo de saíd
  2. 37º DIA - Santa Marta Apesar dos pesares consegui acordar cedo para ir ao Parque Tayrona, tomei um bom café no hostel (não é incluso, mas não é muito caro, bem bom e com uma grande quantidade) e parti para pegar o ônibus que percorre um não tão curto caminho até o parque que fica em outro estado (cerca de 35 km de Santa Marta). Um arrependimento meu é ter só ido para passar o dia e não ter dormido uma ou duas noites no parque (e mais se não tivesse marcado de encontrar com amigos em La Paz no final do ano para a continuação do mochilão), pois o lugar eu achei sensacional: o clima e a bel
  3. 36º DIA - Santa Marta De manhã fui dar uma volta no centro (me perder um pouco pela cidade), a quantidade de ônibus é muito boa além do preço, uma ótima opção. Existem hostels no centro que podem ser também uma ótima opção pela maior quantidade de atrações nas proximidades, a vantagem do The Dreamer é um centro comercial bem próximo e San Pedro, além de em si ser um ótimo hostel comum incrível clima. A parte da marina é bonita e vale a passada, tem várias opções de restaurantes, alguns cafés e um bom movimento, várias praças pela região, parei em uma franquia da Juan Valdez no centro que a
  4. 35º DIA - Santa Marta Acordei cedo para encontrar um hostel para ficar pela proximidade, já tinha visto uma placa por perto e tinha visto no hostelworld que o mesmo parecia ser excelente (aqui a viagem começa a ser mais "turistica" e com mais hostels): The dreamer hostel. Felizmente tinha ainda umas 2 camas disponíveis e muita informação sem ter que procurar muito. Voltei para pegar a minha mochila, entreguei a chave, andei mais um bocado (era uns 10 minutos andando rápido), deixei as coisas finalmente ,fui para o shopping (ou centro comercial) comer algo e finalmente conseguir sacar dinh
  5. É em Santa Elena não tinha opção de voos pelo menos na época que fui, Canaima fui de avião mesmo (mt barato msm), não fui até Isla Margarita de avião por não ter procurado saber, sai de Isla Margarita para Caracas de avião (paguei algo entorno de 30 reais com taxas), já de Caracas para Santa Marta dei uma olhada e parecia não valer a pena, até por que começou a complicar para mim trocar os bolivares venezuelanos. Eu fui um pouco antes da situação ficar tensa (ou mais tensa do que já era), mas sei que mts falaram para mim coisas parecidas e vi algumas situações, mas não vivi nada "tenso" (que
  6. 34º DIA - Ônibus/Santa Marta(Colômbia) Aqui já vale salientar uma coisa: antes de sairmos rumo a Colômbia o motorista passou pegando uma "colaboração" para podermos passar mais facilmente pelos postos venezuelanos, eu como não tinha praticamente nada, não entreguei (não sem antes receber uma encarada de muitos segundos de um dos motoristas. Dois realizavam a viagem). Esse foi o mais perto de extorsão que passei na Venezuela, mas como disse anteriormente: conheci muita gente que passou por esse tipo de situações e até nesse dia aconteceu com outra pessoa que contarei mais para frente. A v
  7. Agora voltei tenho que concluir o relato haha, bem ter como ir por chão até existe pelo que me contaram, mas não é nada prático e muito mais caro (isso se tiver alguem que estiver fazendo), avião é a melhor e mais barata opção. Eu recomendo ficar 4 dias no parque, curtir a lagoa de Canaima não tem preço, e o Salto Angel é simplesmente fenomenal. Até o final do ano espero concluir, .
  8. 33º DIA - Caracas/Ônibus Cedo já saí para procurar onde compraria a passagem de ônibus até Santa Marta (Colômbia) que planejava ir somente em 2 dias, graças a algumas informações que colhi aqui e no lonely planet (online), pois se não fosse isso não teria encontrado. Pedi informação no hotel diziam não existir ônibus até a Colômbia (loucos, pois existe) e tão pouco onde ficava o Terminal de Oriente , na rua muito menos, inclusive alguns taxistas e os que diziam saber queriam cobrar uma fortuna para os padrões venezuelanos ... Decidi ir de transporte público mesmo até lá, afinal o lonely
  9. Bom dia Marcos. Não cheguei a ver voos internacionais, só os trechos nacionais que por sinal eram bem em conta, ainda mais considerando o câmbio "não-oficial". Comparado com o Brasil estava valendo muito a pena, principalmente em Isla Margarita. Mas aqui vale uma observação: não sei como está a situação agora, quando fui foi fácil trocar no começo, já lá em Caracas quase impossível, na próxima postagem explicarei ... acabei indo embora da Venezuela 2/3 dias antes do que esperava. E que bom que meu relato te ajudou . Qualquer coisa estamos aí.
  10. 32º DIA - Isla Margarita/Caracas Saí de manhã em direção ao aeroporto internacional Santiago Mariño, que por sinal achei muito bom e tranquilo, ainda mais se tiver como padrão o aeroporto Eurico Salles em Vitória . A passagem foi comprada por um preço muito bom de 753 bolivianos (isso ainda com os 15% que a agência cobrava, comprando diretamente sai ainda mais barato, mas como teria que ir até o aeroporto não valeria e também por não ser comodo), aqui as taxas já estavam embutidas na passagem. Na hora de despachar a bagagem, presente de um mês de viagem: a alça da minha mochila arrebentou
  11. 31º DIA - Isla Margarita Acordei com o meu colega de quarto no banheiro (novidade ), decidi esperar por ali para acertamos o restante do pagamento e eu mudar de quarto (não achei que valia procurar outro local, já que mal mal ficava por lá, porém não recomendo o hotel). A praia que mais queria ir era a Playa La Punta (ouvi gente chamando de Blanca) que ficava na Isla de Coche, como não consegui catamarã tinha que pegar o ferry normal. Queriam cobrar bastante para ir até o local (quase nada no Brasil, mas começava a pensar igual venezuelano, mesmo eles pegam os taxis que tem para todo o la
  12. 30º DIA - Isla Margarita Na madrugada "já" estava em Isla Margarita, pensava que iria esperar na sala de embarque até amanhecer e procurar uma pousada/hotel/hostel. porém não existia (ou se existia estava fechado) nenhum local em que pudesse esperar. Tinham alguns taxistas por lá, porém estava com poucos bolivares e isso me deixava meio preocupado, daria só para aquele dia . Apos conversar consegui por 50% o valor que os taxistas estavam cobrando (pechinche bastante, principalmente em táxi, eles cobram valores menores para os venezuelanos e se pressionar para você também) e pedi que me de
  13. Obrigado , nunca parei para pensar que poderia passar isso a foto, é que meus passaportes representam uma parte importante da viagem . E vou te falar que é uma dificuldade para tirar o passaporte brasileiro (o dos eua é prático vê se pode: é mais dificil ser brasileiro kkkk...), dizem que eu não sou e que minha situação é irregular kkkkkkk, mas aos poucos depois de consultas e um dia de pesquisas das leis eles voltam atras . Meu joelho só doeu as vezes no decorrer da viagem, mas não senti mais dor (e nem fui no médico kkkk) desde o Peru.
  14. 29º DIA - Ciudad Bolivar/Puerto la Cruz As 06:00 já estava indo para rodoviária pegar um ônibus para Puerto la Cruz e de lá pegar o ferry para Isla Margarita (decidi pelo ferry por achar naquele momento mais interessante e prático ). Uma bagunça e doideira para comprar a passagem de ônibus, um monte de gente vendendo, não sabia se aquilo ali tava certo, mas pelo que já sabia era aquilo (só não sabia que era tão louco assim). Comprei com o cara que gritava uns 300 destinos diferentes, perguntei para ele se era Puerto La Cruz que estava comprando mesmo umas 10 vezes para confirmar e aconsel
  15. 28º DIA - Canaima/Ciudad Bolivar Acordei cedo com alguém batendo na porta e com uma ressaca muito boa . Como a galera que tinha chego no dia anterior ia cedo para salto angel, o café da manhã acabou também sendo servido cedo (pão, queijo, presunto, refresco e café). Depois de despedir (e sobrar de novo apenas eu e o maltês no acampamento) decidimos dar uma volta na "aldeia" e conhecer melhor a área. Atras do acampamento Wey Tepuy tem uma escola, ficamos ali "conversando" com os mini indios :'> que só morriam de rir do maltês, batendo na careca dele (no bom sentido ). Ficamos andando
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