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  1. Pra contar o tempo divido em duas partes: 1º de Barreirinhas - MA para Paulino Neves-MA: Nosso carro por força natural maior ficou em Paulinho Neves, então, de Barreirinhas para lá fomos com o transporte de 4x4 (R$20,00 pessoa) que, naquele dia, tava ocorrendo duas vezes. O trajeto pelas trilhas de areia dura pouco mais que 1 hora. Depois... Paulino Neves-MA para Brasileira-PI: O percurso entre essas duas cidades não é tão longo caso esteja de carro, a distância é cerca de 240km, porém, já tinha anoitecido e um dos perigos de dirigir por essa região são os burrinhos e jegues que ficam soltos pastando e que empacam pra dormir. Muita vezes esse lugar é o meio da pista! haha. Dirigindo com cuidado se chega lá em umas 3 hrs e pouco de viagem. Lembro também que no trajeto passamos por um rio com uma pequena balsa(R$ 10,00), só não lembro o nome da cidade ou desse rio, pq não estou com o mapa que usamos na viagem agora. Brasileira é uma das cidades sede do Parque Nacional de Sete Cidades..
  2. Po Pedrada, confesso que quando vc mencionou Crato tive que pesquisar. Pois bem, não passamos não. Contornamos a Serra de Ibiapapa e Ubajara somente. Ví que é a cidade de entrada para a Chapada do Araripe. Apesar de ficar bem longe do litoral, deve ser um outro ponto bacana de conhecer naquela região. falô!
  3. Muito legal o relato! Através do relato dos Lençóis Maranhenses segui para esse, já que moro em Londrina e o Pico Agudo é um lugar que tenho interesse de conhecer já faz alguns meses. Vou arrumar boa companhia e como vocês acampar no cume do Pico Agudo. Quem sabe não surge boas histórias e conto por aqui também.
  4. Muito legal seu relato. Estive nos Lencóis em Junho e só pensava nisso "só se conhece esse lugar com a experiência de um trekking". Me deixou com mais vontade ainda de voltar nesse parque que com certeza é um dos mais incríveis do Brasil.
  5. Role feito. Me sobra a nostalgia e vontade de partilhar. Chegamos (eu e um casal de amigos) em Fortaleza na noite do dia 1 de julho de 2013, pegamos um taxi no aeroporto e com ele mesmo conseguimos uma pousada na Praia de Iracema para passar a noite (R$40). O ponto era estratégico para nós, pois já tínhamos reservado um carro na Localiza para os próximos 21 dias (90 reais diária, com seguro para 3 motoristas e km livre)... Sem programação alguma, decidimos que passaríamos o dia em Fortaleza para conhecer ao menos uma praia de lá. Fomos para a Praia do Futuro(talvez a mais conhecida). Aquele estilo de praia com bares e gente tentando te vender algo a todo momento realmente não é nossa cara, e no fim da tarde, após nos abastecer com alguma comida, partimos rumo a Canoa Quebrada. Dica: pra quem é de outras regiões, fique esperto, pois tem váários radares de velocidade espalhado por toda as rodovias estaduais no CE e diferente daqui, não existe sinalização avisando hehe. Canoa fica cerca de uns 160 km de forteleza em direção a chamada "costa leste". Chegamos já a noite, sem saber muito onde estávamos, a ideia era acampar na praia, mas encontramos um camping vazio, procuramos algum responsável, mas sem sucesso. Decidimos entrar, pensamos, "ctz que vai aparecer alguém" e logo apareceu. Uma argentina que não lembro o nome agora e que morava na casa que dava aos fundos. O lugar não tinha nenhum conforto, tinha ducha o que nos era importante. Pagamos R$ 10 a diária, ficamos dois dias. A praia não oferece muitos passeios ou lugares para desbravar, mas vale pela beleza impar da falésias. No final do segundo dia em Canoa partimos em direção ao oeste com a intensão de dormir e alguma praia. Chegamos na praia de Fortim, mais uma vez a noite, e dessa vez encontramos um lugar ótimo para montar as barracas e dormir. Amanheceu um lindo dia, tomamos aquele banho de mar, desmontamos acampamento e partimos na mesma direção. Dessa vez saímos ainda pela manhã e fomos parando em algumas praias para banho (Beberibe, Aquiraz). Passamos direto por Fortaleza e seguimos agora na direção da Costa Oeste. Mais uma vez anoitecendo, e com o mapa nas mãos procuramos um lugar para acampar novamente. Passamos por Cumbuco (praia bacana) e seguimos a frente até se distanciar um pouco da cidade. Mais uma vez acampamos na praia. Manhã seguinte e o objetivo era: Jericoacoara. Seguimos então direto até a entrada. Lá, infelizmente, o local é praticamente interditado pelos guias que forçam a ideia de que não é possível chegar até lá sem o serviço de guia. Como estávamos de carro popular, decidimos contratar o serviço (R$40). Dica: Sim, é possível chegar a Jericoacoara sem a ajuda de um guia. Porém, você terá que dirigir por cerca de uns 16km na areia. Deve-se murchar o pneu (deixa cerca de 16 libras). Você deve seguir uma espécie de tocos sinalizadores que tem o propósito de indicar o caminho. No caminho você passa pela famosa Arvore da Preguiça, e é muito emocionante dirigir um Celta pelo percurso com o receio de atolar. Chegando em Jericoacoara, conseguimos uma pousada por R$ 25 reais/pessoa, ambiente agradável, nada de luxo, mas a possibilidade de ducha sempre nos era apreciada. Passamos 3 dias lá. Roles feitos: Lagoa Azul(R$ 10,00/pessoa) - Uma grande logoa de água transparente com uma redes dentro d'agua. Realmente ótimo pra relaxar. O problema é que na margem tem dois bares que cobram um preço salgado por um refeição. Voltando da Logoa Azul e com algumas poucas horas de sol, decidimos ir até a Pedra Furada. Num lindo final de tarde seguimos o caminho pela praia. O recomendado é fazer esse caminho em uma tarde, porém, como citado, chegamos no final da tarde no local. O Por do sol já tinha acontecido, porém o crepúsculo dentro da pedra foi uma visão totalmente incrível. Estávamos só nós, todos os turistas já tinham seguido. Voltamos no escuro. Dia seguinte fomos à Nova Tatajuba(60,00 o guia. Fomos com o Celta) - (já faz parte do município de Camocim) o caminho para a vila que desapareceu coberta de dunas já vale antes de chegar ao destino final: Praias (Preá e outras), mangue seco, a travessia de balsa, e conhecemos o local onde se podem ver o cavalos marinhos(R$ 10,00/pessoa). Esse role tem que ser feito com guia. Não é preciso um veículo 4x4, apenas um motorista experiente e que conheça o lugar (Recomento o Galego, ele fica na entrada de Jeri, muito gente boa). Final da tarde vimos o por do sol na famosa Duna do Por do Sol, que fica ao lado da praia principal. A duna fica cheia e o ambiente é o melhor possível. Saímos da lá pelo caminho de areia sem a ajuda de guia (eles vão insistir que você vai se perder caso vá sozinho). Seguimos em direção ao Oeste sem destino e chegamos em Cajueiro da Praia. Praia pequena que tem grande parte da população envolvida com a pesca. Quando chegamos demos de cara com dois pescadores carregando uma carga de peixes tão pesados que eles até andavam com alguma dificuldade. Compramos um lindo pescado (cerca de 2,8kg), saímos nas imediações da comunidade, achamos um local perfeito para acampar. Um local que parecia ser um antigo alagado já seco. Comemos muito bem, descansamos. Objetivo próximo, Delta do Parnaíba. Já no Paiuí, chegamos em Parnaíba era dia. O delta não fica muito distante da cidade. Lá o contexto natural exige que, caso você queira realmente conhecer o lugar, tenha que contratar o serviço de embarcação. Nessa hora, vale ficar bem esperto! vão te oferecer mil maneiras de conhecer o local (todas de barco), porém, a maioria é daquele tipo que leva vários turistas. Não queríamos isso. Fizemos o seguinte acordo com o Pequeno que é morador e tem um bar bem na beira do porto: que nos levasse a algum lugar dentro do Delta (existe diversas ilhas lá), e que nos buscasse na manhã seguinte para um passeio pelo Delta (R$ 180,00 os 3. vale a pena chorar no preço). Acampamos em uma duna já dentro do Delta, mas não tão longe do porto (dica importantíssima: não esqueça de maneira alguma o repelente). Na manhã seguinte, fizemos o passeio combinado. Não conseguimos chegar até quase o mar, pois nossa embarcação era pequena e com motor bem fraco e lá já formava ondas. O local é incrível e a natureza extrema. Segundo relatos do pessoal, em alguns períodos do ano chega a se tirar cerca de 30.000 caranguejos por dia de lá. e Objetivo próximo: Barreirinhas e os tão famosos Lençóis Maranhenses. Seguimos de Parnaíba já no final do dia, passamos uma noite em uma pousada (R$25) já em terras Maranhenses, comprovados pelos grandes quadros do José Sarney e da Roseane Sarney que enfeitavam uma sala da pousada. Seguimos pela manhã para chegar em Barreirinhas. Optamos pelo caminho por Paulino Neves (a outra opção seria contornar cerca de 300km). Em Paulino Neves deixamos nosso carro e pegamos um 4x4, pagamos caro pois já era final de tarde e só estávamos em 3 (R$150 os 3), há opção do mesmo caminho de 4x4 que sai uma vez ao dia para Barreirinhas (R$20 /pessoa). O caminho é entre trilhas extremas de areia que dura cerca de 1 hora. Observamos a natureza e fomos agraciados com um ARCO-ÍRIS DUPLO FORMADO POR COMPLETO, bem ali, na nossa cara. Confesso que foi um dos momentos mais fodas da viajem. Em Barreirinhas existe todo tipo de pousada (não ví camping), optamos pela mais barata, Pousada da Terra (R$25 / pessoa), sem luxo algum e com banheiro comunitário (o que é meio trash). Roles feitos: Lagoa Azul (R$ 40,00/pessoa) (Lençóis Maranhenses), pegamos a época de cheia das lagoas e garanto, o lugar é maravilhoso e o banho na lagoa de água doce é ainda melhor! Tentamos desbravar mais um pouco o local, porém, como fomos com guia, a liberdade não é tanta. Caminhamos entre dunas e nadamos em outras lagoas, local maravilhoso! uma pena não ser possível um desbravamento maior diante das condições naturais do lugar (gigantesco!). Caburé (R$ 50,00/pessoa), é um maravilhoso refúgio onde o Rio Preguiça deságua e se pode tomar banho de mar e tirar o sal do corpo em água doce. Existem chalés e boa comida (cara!), o role vale muito também em função do passeio de barco pelo Rio Preguiça. Curtimos um festival com danças das escolas de Barreirinhas, a cidade tava em festa, e no fim da noite de domingo, forró! Saímos de Barreirinhas e dessa vez não tínhamos um objetivo em comum, a opção era chegar até São Luiz ou interior do estado. Olhamos bem o mapa (Guia 4 Rodas 2013), e vimos "Parque Nacional de Sete Cidades" no Piauí e "Parque Nacional de Ubajara", decidimos o interior com passagem pelos dois parques. O Parque Nacional de Sete Cidades que fica no Piauí. Não é um parque tão badalado, mas muito curioso e legal. Lá tem diversas inscrições antigas (datam de mais de 5000 anos), elas estão muito bem conservadas em função da porosidade da rocha, do local estratégico onde foram feitas e da tinta que sugere uma mistura de gordura animal ou vegetal com extrato de ferro. Esse parque tem diversas formações geológicas diferentes onde cada uma delas significa uma cidade (com 7 pontos para conhecer, taí o da onde deriva o nome do parque). O percurso pode ser feito de bike, a pé (com tempo) ou de carro(nos pontos vai andando). No Parque Nacional de Ubajara, que fica no Ceará (já estávamos voltando para Fortaleza), você desce de teleférico (R$ 5,00/pessoa) e adentra uma caverna, onde com o guia do parque você conhece cerca de uns 50 metros da mesma. Além disso é possível fazer trilhas que chegam em cachoeiras. Com um dia dá pra conhecer... Do parque dirigi sem rumo definido até o litoral novamente, não vou lembrar o nome da praia que ficamos, mas acampamos mais uma vez. Dessa noite vale o relato que dormimos muito próximo a um rio que deságua no mar, resultado: no começo da noite, logo que pegamos no sono, sou acordado pela conversa alta na barraca ao lado - Está tudo alagado! haha, o rio encheu muito quando a maré subiu e pegou nossas barracas. Durante o deslocamento do acampamento fomos surpreendidos por uma tempestade, resultado: durmi no carro! haha Passado o perrengue, seguimos em direção a Fortaleza, mas com a intenção de dormir em uma ultima praia, acabamos em Lagoinha, passamos o final de semana lá. A praia é bonita e pequena, em forma de meia lua com barreira de pedras dos dois lados. Fomos informados que naquele final de semana a cidade estava em festa e que aconteceria a famosa regata dos pescadores de Lagoinha que estava na sua 23ª edição. Ficamos em uma pousada logo na entrada da cidade (R$ 100,00 quarto p/ 3). A sexta e o sábado foram de forró na praça com grandes shows. Só quem já curtiu forró por lá sabe como é..e por fim, no domingo, a cidade foi "invadida" por milhares de pessoas (muita gente mesmo!) para a regata. A festa era na praia mas o que desagradou foi a sujeira feita pela multidão. Saímos em direção a cidade de Fortaleza na manhã da segunda com o voo marcado para o meio da tarde. Deixamos, o carro (pagamos lavagem especial - R$ 100,00 - , tinha areia até no teto!) almoçamos e pegamos voo em direção à Londrina, no Paraná. Enfim, valeu a experiencia de cada um dos 2735 km rodados nos estados do Ceará, Piauí e Maranhão! Dúvidas e troca de experiências são bem vindas.
  6. Para roteiro alternativo, Além das prais menos conhecidas, o Parque Nacional de Ubajara pede uma passada. No parque você desce de teleférico e adentra uma caverna, onde com o guia do parque você conhece cerca de uns 50 metros das mesma. Além disso é possível fazer trilhas que chegam em cachoeiras. Com um dia dá pra conhecer...e se tiver por lá, vale uma passada no Parque Nacional de Sete Cidades que fica no Piauí (não é tão longe de lá). Não é um parque tão badalado, mas muito curioso e legal. Lá tem diversas inscrições antigas (datam de mais de 5000 anos), elas estão muito bem conservadas em função da porosidade da rocha, do local estratégico onde foram feitas e da tinta que sugere uma mistura de gordura animal ou vegetal com ferro extraído. Esse parque tem diversas formações geológicas diferentes onde cada uma delas significa uma cidade (com 7 pontos para conhecer, taí o da onde deriva o nome do parque). O percurso pode ser feito de bike, a pé (com tempo) ou de carro(nos pontos vai andando).
  7. Philipepr

    Fortaleza

    Oi Paulinha, Chego com um casal de amigos em Fortaleza dia 1 de Julho, ficaremos 22 dias, vamos alugar um carro e conhecer a costa oeste. programação não existe, mas o forró será uma busca também...
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