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1 Neutra
  1. Parabéns pelo relato! Pegando várias informações também, pois pretendo ir em 2016. Vc se importa em dizer qual foi o apartamento alugado pelo airbnb? Também pretendo alugar apt. Obrigado pela ajuda.
  2. dc_crisp

    relato Suiça - 9 dias

    Obrigado Pedro. Eu sempre gosto de falar algumas palavras da língua local. Mas, alemão não rolou não...rs. Eles são tranquilos e respondem tudo em inglês na boa. Eu só dizia "danke", obrigado em alemão.
  3. dc_crisp

    relato Suiça - 9 dias

    Bia, você vai adorar a Suiça! Confesso que não coloquei muitas expectativas, mas o país é lindo.
  4. dc_crisp

    relato Suiça - 9 dias

    Pessoal, Como sempre o Mochileiros.com me ajudou muito no planejamento e execução da viagem, então segue abaixo minha pequena contribuição Roteiro Suiça: 12/02/15 - voo Rio-Roma-Genebra 13/02/15 - chegada a Genebra 14/02/15 - Genebra 15/02/15 - Lausanne (bate-volta) 16/02/15 - Berna (bate-volta) 17/02/15 - Interlaken (pernoite) 18/02/15 - Jungfrauchof (pernoite em Interlaken) 19/02/15 - Wengen e Murren (a noite voltamos para Genebra) 20/02/15 - Lucerna (bate-volta) 21/02/15 - Genebra 22/02/15 - voo Genebra-Roma-Rio A decisão de ir para a Suiça veio numa promoção da Alitália em meados de agosto/2014. Já que não gosto de Carnaval, aproveitei para negociar no trabalho a quinta e a sexta-feira pós Carnaval e comprei a passagem que custou R$ 2.500,00. Não encontrei preços menores para a Europa no período de Carnaval, então banquei esta compra. A entrada e a saída na Suiça seria por Genebra, então fiz a minha base em Genebra, que é uma cidade linda, porém não é a melhor base para quem quer explorar o país, pois não é central. Passe de trem: optamos por comprar o Swiss Pass 8 dias consecutivos. Para mim valeu muito a pena. Se tivesse comprado as passagens avulsas, sairia mais caro. O passe de trem 8 dias por pessoa custou 295 euros no site da Rail Europe (www.raileurope.com.br). Achei mais conveniente, apesar da taxa de 29 euros que eles cobram. Com o passe de trem você tem viagens ilimitadas de trem em toda a Suiça e transporte público grátis nas principais cidades suiças. É só entrar no trem e quando o fiscal abordar é só mostrar o passe. Não é necessário nenhum tipo de reserva nos vagões da sua classe (a minha foi 2ª classe). Mas, não se esqueça que na primeira viagem, no primeiro dia de viagem, você tem que validar o seu passe com um funcionário da estação de trem. Ele vai carimbar o passe e vai colocar a data de início e fim da validade do passe. Só isso, depois não há mais preocupações. Hotéis/Apartamentos da viagem: Genebra - apartamento alugado pelo www.airbnb.com.br. Recomendo tanto o site quanto o apartamento que alugamos. O proprietário se chama Ben Majuva e no site está marcado como City Center Acomodation em Genebra. O total para 9 diárias foi de 1176CHF, o que na média deu 130 francos suiços a diária. Pesquisei hotéis simples que estavam cobrando 200 francos suiços. Além do preço menor, optei pelo apartamento para fazer a própria comida (quer dizer minha esposa fazer...rs). O apartamento atendeu plenamente as nossas necessidades. Ele é caro, mas tudo na Suiça é caro e apesar do preço, ele é mais barato do que hotel. Interlaken - Hotel Krebs. Gostei muito do hotel. Recomendo. A diária custou 180 francos (promoção). Vamos ao relato: 12/02/15 - voo Rio-Roma-Genebra Voo tranquilo pela Alitália, com a reconhecida finesse italiana...rs. Aeromoças mal-humoradas, comida meio barro meio tijolo, mas o importante foi o voo extremamente traquilo. Foram 11 horas do Rio até Roma e de lá mais 1:30h na conexão Roma-Genebra. 13/02/15 - chegada a Genebra Como não consigo dormir em avião, ônibus, carro, ou seja, nenhum tipo de transporte..rs, sempre chego quebrado nestas viagens longas. Chegamos por volta das 12h no aeroporto de Genebra. Dica: a companhia de trem disponibiliza no próprio aeroporto um ticket grátis de trem (máquina na saída) com validade de 1:20h para você se deslocar para a sua hospedagem. Show né? Fizemos isso e fomos para a estação de trem Geneve-Aeroport que é integrada ao aeroporto. Tudo integrado e sinalizado, não tem erro. A estação seguinte se chama Geneve - Gare Cornavin, mas não se engane, pois a plaquinha da estação só está escrito Geneve, mas fique tranquilo que ela é a principal estação da cidade. Dali você faz conexões tanto de trem quanto de tram, onibus e tudo o que é transporte na cidade. A estação é limpa e muito bem cuidada e bem sinalizada. Dica: todos os trens que estão nesta estação vão para o Centro de Genebra, pois a estação do aeroporto é a estação final. Nosso apartamento ficava a 2 minutos andando da estação. Muito perto. Para mim é a melhor localização de Genebra. Perto de supermercado (dentro da estação e aberto até às 22h), farmácia, restaurantes e tudo. Obs.: o comércio na Suiça fecha às 18h. Só os restaurantes ficam aberto após este horário. O que nos salvou foi o supermercado da estação de trem que só fechava às 22h. Chegamos ao apartamento e fomos recepcionados pelo Ben (dono do apartamento). Ele é excelente anfitrião. Nos deu todas as dicas necessárias e foi super solícito e nos disponibilizou seu celular. Nota 10 para o Ben. Depois fomos dormir um pouco e acordamos por volta das 17h para dar uma pequena volta na cidade. Genebra é uma cidade pequena. Fomos dar uma pequena volta no Lago Genebra (muito bonito por sinal) e depois fomos ao supermercado da estação de trem fazer umas pequenas compras para o jantar. Tudo na Suiça é caro, mas quando você vai ao supermercado consegue consegue comprar comida e sua refeição fica num preço razoável. Tempo: estava fazendo 2ºC na nossa chegada com tempo nublado. Para mim é muuuuito frio, mas fomos preparados. Comprei um casaco corta-vento 3 em 1 na Decathlon que custou R$ 320,00 e foi a minha salvação na viagem. Esse casaco suporta muito frio. Excelente aquisição. Se viajarem no inverno, não se esqueçam de comprar também uma segunda pele, luvas impermeáveis, cachecol, gorro, meias térmicas e tal. Obs.: para quem fica hospedado em Hotel, alguns deles oferecem passagem gratuita de transporte no período da hospedagem na cidade. 14/02/15 - Genebra Neste dia a temperatura subiu um pouco 4ºC, mas com chuva intermitente. Fomos desbravar os principais pontos turísticos da cidade como a Catedral de St. Pierre, Muro dos Reformadores, Lago Genebra, ONU e andar pelas ruas da cidade velha e também entrar em várias lojas no período da chuva. Sabíamos que em Genebra dois dias você já fez tudo e nosso desejo maior era conhecher os Alpes Suiços. Então Genebra foi só uma aquecimento. Eu não tinha visto neve na vida, então Genebra já estava de bom tamanho, pois lá você tem vista para várias montanhas nevadas, o que para mim já tinha valido a viagem. A cidade é muito bonita. Não achei ela formal, como tinha visto em alguns relatos. Achei bem tranquilo, quanto a vestimenta e o jeito de ser dos cidadãos. Lembre-se que a cidade fica na parte francesa, então mesmo que você não fale francês, tente introduzir a conversa com o francês básico, mas todos falam inglês. Neste dia também comprei uma bota para neve (impermeável) por 50 francos suiços (150 reais), a metade do preço se eu tivesse comprado na Decathlon, por exemplo. Roupas de frio são mais baratas na Suiça do que no Brasil. Se você for na C&A, por exemplo, encontrará casacos bons por preços atraentes. Agora, um item que não é barato lá é a calça corta-vento. Foi o único item que eu não levei aqui do Brasil. Na Decathlon custava 300 reais, mas vale a pena. A calça jeans não segura nada, o que me salvou foi a segunda pele na perna. Ela é essencial no frio. 15/02/15 - Lausanne (bate-volta) Embora nosso grande objetivo fosse conhecer os Alpes, a Suiça você tem comer pelas beiradas...rs. São muitos países dentro de um só. Como nossa base foi Genebra, aproveitamos o dia para fazer um bate-volta até Lausanne que fica só a 40 minutos de trem. Saindo da estação de trem de Lausanne você pode ir andando para o centro histórico. A cidade também é pequena, porém com a chamada cidade alta (parte histórica) e a parte baixa (lago). Domingão definitivamente não é dia de compras na Suiça. Tudo fechado. Então fomos andando pelas ruelas no entorno da Catedral meio que sem rumo, só curtindo o visual. Neste dia até deu uma esquentada com máxima de 7ºC. Estava nublado com períodos de claro, mas só de não chover já estava ótimo. Achei Lausanne menos interessante do que Genebra, não sei se por ser domingo, que é um dia meio morto, você não vê pessoas e tal. A nossa ideia inicial era conhecer Montreaux também, mas acabou que não deu tempo. No meio da tarde estávamos num parque a beira lago, muito bonito e é ali que os suiços vão no domingo. Parque bonito e cheio. Chegamos a pegar um trem em direção a Montreaux, mas pegamos o trem errado. Resultado: ficamos parados numa estação e perdemos mais de 1 hora para retornar ao local de origem e aí já era umas 17h e a luz natural caindo. Resolvemos voltar para Genebra. Lausanne é uma cidade bonita também, mas parece com Genebra. 16/02/15 - Berna (bate-volta) Embora Berna seja caminho para Interlaken, resolvemos fazer um bate-volta mesmo. O tempo de viagem é de 1:42h. Bem tranquilo para um bate-volta. A nossa decisão de ir para os Alpes somente no dia 17/02 (terça) era por causa do tempo. O passeio ao Jungfraujoch é muito caro, então resolvemos monitorar a previsão do tempo para fazermos o passeio com Sol. Neste dia em Berna, a parte da manhã ficou nublado e a parte da tarde um pouco de sol, mas bem fraco. Estava fazendo 0ºC, bem frio e na parte da tarde subiu para 4ºC. Sem dúvida nenhuma Berna é a melhor base para ficar na Suiça. Como é central, você pode fazer bate-voltas para quase todo o país e se tiver disposição nem precisa se hospedar em Interlaken para subir aos Alpes. Berna é uma cidade muito bonita. Não tem lago, mas tem um rio cortando a cidade (Rio Aare). Tem um centro medieval belíssimo e super bem conservado. Andamos com calma por estas ruas e seguimos um roteiro a pé sugerido pelo mapa que pegamos no centro de informações turísticas que fica na estação de trem. Antes de voltarmos para Genebra ainda demos uma volta de Tram para conhecer outras partes da cidade e porque também estávamos cansados. Existem trens de 30 em 30 minutos para Genebra e pegamos o nosso por volta de 18:30h. A cada cidade visitada na Suiça crescia a expectativa de ver os Alpes, e a cada cidade ficava mais bonito. Evidentemente seu grau de exigência vai subindo também. Mas era somente o 4º dia de viagem e por mim, já estava satisfeito. 17/02/15 - Interlaken (pernoite) Eu até pensei em fazer bate-volta para Interlaken, mas fisicamente não iria aguentar. De Genebra para Interlaken são 2:42h. Fica muito puxado. Fomos para Interlaken e chegamos lá por volta das 13h, pois o dia anterior tinha sido puxado. Interlaken é a cidade base para quem quer fazer os passeios aos Alpes. Os passeios são mais tranquilos se você pernoitar lá. Mas, se você estiver em Berna também dá para fazer os passeios sem pernoitar em Interlaken, mas saiba que terá que acrescentar o tempo de Berna-Interlaken de 1 hora tanto na ida quanto na volta. Interlaken tem duas estações de trem e é bom não se confundir. Os trens que vem de Berna param na estação Interlaken-West e os trens que vão para os vilarejos dos Alpes saem da estação Intrerlaken-Ost. A caminhada entre as duas estações é de cerca de 20 minutos. Interlaken é uma cidade muito pequena e neste dia resolvemos andar por suas ruas e curtir a cidade. Ela está a 530 metros acima do nível do mar e de lá você tem vistas muito bonitas para as montanhas nevadas do Alpes. Espetacular. De novo, se a viagem tivesse que parar ali, já estaria satisfeito. O dia estava parciamente nublado e a cidade é muito bonita. São dezenas de passeios que você pode fazer a partir de Interlaken, mas nós tínhamos decidido que faríamos a subida ao Top of Europe Jungfraujoch que fica a 3.500 metros de altura. Estava frio na cidade, a temperatura estava entre 0 e 1ºC. 18/02/15 - Jungfrauchof (pernoite em Interlaken) Finalmente o dia mais esperado. O que mais gerava expectativa era a previsão de temperatura lá em cima...simplesmente -14ºC com sensação térmica de -21ºC, pois ventava muito. Bem, fomos em direção a estação Interlaken-Ost comprar as passagens, munidos da força máxima contra o frio...rs (luvas de ski, casaco corta-vento, cachecol para pescoço e nariz, gorro que cobria as orelhas também, bota impermeável...só faltou mesmo a calça de esquiador...mas essa fica a próxima. O ingresso é bem salgado para subir ao Jungfraujoch. Custa 204 francos suiços. Quem tem o Swiss Pass paga 133 francos, um bom desconto. A subida até o Top of Europe dura 2:30h. O trem faz algumas paradas para a troca de trens. A primeira troca acontece no trecho Interlaken-Ost - Lautterbrunne ou Grindelwald. O circuito é triangular, se você sobe por Lauterbrunnen vai descer por Grindelwald e vice-versa. Tanto em Lauterbrunnen quanto Grindelwald você tem que trocar de trem. O próximo vai para Kleine-Sheideg. Neste trajeto o trem para em algumas estações só para embarque/desembarque. Não há assento marcado em nenhum dos trens. Em Kleine Scheideg você faz a última troca de trem. Agora sim rumo ao Jungfraujoch. Neste trecho o trem faz duas paradas de 5 minutos cada num pequeno mirante envidraçado para as pessoas irem ao banheiro ou tirarem fotos. O trem sobe rápido e altitude só vai subindo. Lembrando que estávamos em Interlaken a 500 e poucos metros e agora vamos para 3.500 metros...O trajeto Kleine-Schedegg-Jungfraujoch é quase todo feito em túneis sob as montanhas. A vista dos mirantes é sensacional. Depois de 2:30h chegamos finalmente ao Top of Europe (nome fantasia da estação de trem mais alta da Europa). Durante o trajeto não senti nada, mas chegando lá em cima começou uma dor de cabeça braba. Ela não impediu que eu fizesse o passeio, mas atrapalhou. Fazer o quê? Algumas pessoas sentiram, mas a maioria não. Minha esposa, por exemplo, não sentiu absolutamente nada.... Para mim foi um passeio sensacional, apesar da dor de cabeça. Parece outro planeta. Montanhas imensas, uma imensidão branca que jamais poderia imaginar pisar...muito legal mesmo. Ficamos lá em cima por 2 horas. Chegando lá no topo você é guiado por um tour com algumas atrações, como: palácio de gelo, dois mirantes ao ar livre, um pequeno cercadinho onde você circula no topo mesmo, um vídeo explicativo do lugar e fotos, muitas fotos. Mas existia um problema...o frio. Como falei anteriormente a previsão se confirmou e no dia que fomos estava céu super aberto, porém ventando muito e com temperatura de -14ºC e sensação térmica de -21ºC. Quando íamos tirar fotos ao ar livre não conseguíamos ficar muitos segundos sem luva, então para tirar fotos era um suplício...rs. Dica: lá tem restaurante/bar, mas com preços nas alturas, literalmente. Levamos lanche e comemos por lá mesmo. Existem armários também caso alguém queria guardar, pagando é claro. A maior parte do tempo você fica dentro de uma estrutura com temperatura agradável, porque se não ninguém aguenta ficar ao ar livre por tanto tempo. Mas não se esqueça de levar roupas adequadas. Tem gente que aguenta muito bem o frio, o que não é o meu caso. O que me impressionou nos Alpes foi a quantidade de turistas orientais, especialmente os chineses. Eles somam seguramente 90% do contingente de turistas, é impressionante. Os orientais tem resistência maior ao frio, vi muitos deles muito tranquilos com os -14ºC...rs. Foi uma experiência realmente fantástica para mim. Apesar de ser muito caro, vale muito a pena. Os trens para a subida vão de 30 em 30 minutos (já que nem todo mundo vai até o topo, fica no caminho mesmo). Para voltar é de 1 em 1 hora. Não deixe para pegar o último trem (16:40h), pois haverá tumulto com certeza. Pegamos o penúltimo às 15:30h. Dica: lembre-se que você está a 3.500 metros de altitude. Quando fomos pegar o trem faltavam poucos minutos, fomos dar um pique para não perdê-lo e advinhe o que aconteceu? O ar não vem, parece que você vai morrer...é horrível...mas depois passa. A dica é: faça tudo com muita calma e não corra em hipótese alguma. Algumas pessoas na ida preferem fazer paradas no caminho para fazer a aclimatação. Acho a ideia boa, desde que você tenha tempo sobrando, o que não era o nosso caso. Kleine-Scheideg, por exemplo, tem 2.000 metros de altitude. Várias pessoas param lá para se acostumarem. Na volta as pessoas também podem parar nas estações e ficar apreciando, mas eu queria voltar logo, para ver se a dor de cabeça passava. O passeio é cansativo, mas vale muito a pena. Chegamos por volta das 18h no hotel. 19/02/15 - Wengen e Murren (a noite voltamos para Genebra) Para este último dia, pretendíamos fazer uma outra montanha (Schilthorn), mas estávamos muito cansados. Então resolvemos ir a dois pequenos vilarejos alpinos, Wengen e Murren. Nestes dois lugares o Swiss Pass vale integralmente, então não gastamos com passeio hoje. Fizemos o check-out, deixamos as malas no hotel e fomos a estes dois vilarejos. O primeiro deles foi Wengen, uma estação de esqui bastante procurada pelos europeus. Aliás, é a praia deles...desde crianças até idosos vão lá para esquiar, caminhar simplesmente ou fazer snowboard. Muito legal. Para ir até Wengen você pega o trem de Interlaken-Ost até Lauterbrunnen e depois de Lauterbrunnen até Wengen. No total são 40 minutos. Mas preste atenção nos nomes das estações. Numa delas o trem parou (era mais velho) e não anunciou o nome da estação...na dúvida nós descemos...não era Wengen...era Wengenwald....pqp....ficamos esperando lá 30 minutos o próximo trem e depois chegamos a Wengen (se não me engano 1.400 metros de altitude). Andamos por lá por cerca de 1 hora, com calma e apreciando a paisagem...mais uma vez...para mim parece outro planeta... e depois fomos em direção a Murren. Descemos novamente a Lauterbrunnen. De lá você pega um teleférico e depois um trem até Murren. Não se preocupe...tudo sinalizado. Murren está a 1.600 metros de altitude. Outro bonito vilarejo alpino...Murren parece que está debruçado num precipício...é muito legal. Fizemos a mesma coisa, andamos com calma, paramos para comer e depois descemos para Lauterbrunnen e depois Interlaken-Ost. Passamos no hotel, pegamos as nossas malas e fomos para Genebra. Fim dos Alpes. Vale muito a pena conhecer a região. Se você vai no verão, o Jungfraujoch tem neve até nessa época. Temperatura 2ºC. 20/02/15 - Lucerna (bate-volta) Sabíamos que o bate-volta até Lucerna seria pesado. A ideia inicial era dormir em algum hotel em Interlaken ou mesmo em Lucerna que fica a duas horas de trem. Mas como o grana tava curta, resolvemos voltar a Genebra mesmo. De Genebra para Lucerna são 2:45h. Na ida o trem que iria direto teve um problema e tivemos que pegar um com 2 baldeações, o que atrasou um pouco a viagem. Chegamos lá por volta das 12h. Passamos no centro de informações turísticas, pegamos o mapa e fizemos o roteiro sugerido a pé. A cidade é belíssima. A cidade mais bonita das quais nós visitamos. Não deixe de ir lá. A cidade tem lago, rio, um centro medieval belíssimo e muitas montanhas nevadas ao redor. Muito bonita mesmo. Vale a visita. Saímos de lá por volta das 18h e chegamos totalmente quebrados...rs em Genebra por volta das 21h. Ah, a temperatura na casa dos 4ºC. 21/02/15 - Genebra Penúltimo dia de viagem dedicado às compras (leia-se chocolates...rs). Fomos em alguns supermercados para ver o preço mais barato e encontramos o preço de 1,76 franço suiço na barra de 100g Lindt no supermercado Coop. Foi lá que nós compramos. No penúltimo dia de viagem, fomos brindados com neve caindo, coisa que não tinha acontecido durante toda a viagem. Foi a primeira vez que vi neve caindo...muito legal. Na parte da tarde fomos conhecer um shopping (coisa rara na cidade). Se chama Balaexert..nada demais. No final do dia fomos comer founde. 22/02/15 - voo Genebra-Roma-Rio Último dia desta viagem sensacional por um dos países mais bonitos que já conheci. Todos as nossas interações, seja com Suiços ou estrangeiros foram cordiais. Nos trataram super bem. Voltarei com certeza! Abraços,
  5. dc_crisp

    relato Fim de ano na Suíça

    Olá mcm, se puder me tira uma dúvida ? Estou pensando em passar o próximo carnaval na Suiça, mas tenho medo que a viagem não fique legal por motivos metereológicos. Sei que no inverno os dias são mais curtos e tal, mas você acha que nessa época dá para passear pelas cidades ou a neve/chuva atrapalha muito ? Obrigado. Abs,
  6. dc_crisp

    relato Amsterdam - Só 2 dias...Set/2013

    Pessoal, Quero deixar no fórum pequenas dicas em Amsterdam. Eu, minha esposa e minha mãe ficamos somente 2 dias, mas deveria ter ficado pelo menos mais um dia. 3 dias é o mínimo para esta cidade. Cordialidade do povo: de uma maneira geral fomos muito bem atendidos em Amsterdam. Seja no supermercado, barraca de cachorro-quente, transeuntes, transporte, aeroporto. Achei o atendimento e a cordialidade deles (locais e estrangeiros que moral lá) nota 10. Atrações: Rijkmuseum, Museu Van Gogh, passeio de barco pelos canais, casa de Anne Frank e o que mais gosto de fazer por estas cidades que é andar muito. Transportes: na hierarquia do espaço na rua os Tram (metro de superfície), ônibus e carros compartilham a mesma pista, com prioridade para o Tram. Depois vem as bicicletas (mais de 800.000...mais até do que o número de habitantes !). Só que as bicicletas vem em grande velocidade, não é para lazer, o habitante de Amsterdam usa como um transporte normal para os afazeres na cidade. Como a cidade é pequena e tem ciclovia pra caramba, fica muito tranquilo andar de bike lá. Porém, os turistas pedestres tem que ter a máxima atenção, pois num mesmo sinal você tem que ficar olhando o fluxo de bicicletas, ônibus, tram e carros. O turista desavisado toma um susto quando vai andar na cidade. E nunca ande na ciclovia se não vc vai tomar no mínimo um super buzinada. Hotel: fiquei hospedado no Best Western Apollo no bairro dos museus. Achei o preço e a localização muito bons. Os quartos são pequenos, mas recomendo. De lá (para quem gosta de andar) da para fazer quase tudo a pé. Da estação de trem Centraal basta pegar o Tram que ele para muito perto. Locomoção: faz-se muita coisa a pé em Amsterdam, mas recomendo a compra de um cartão integrado de transportes ilimitado que é o da GVB (empresa de transporte de lá). Tem passes de 24,48,72 e de uma semana. Vale muito a pena para quando você já está cansado no final do dia e pegar o Tram é uma ajuda. Comprei o meu cartão no aeroporto, no guichê de informações ao turista. Só tenha o cuidado de passar o cartão tanto na entrada quanto na saída do transporte. O taxi é bem caro. O ônibus serve para quem chega e sai da cidade de/para o Aeroporto. Tem um site muito bom que tem tudo sobre Amsterdam feito por um brasileiro que mora lá: www.ducsamsterdam.net Preços: achei a cidade bem cara. Para se hospedar, para comer, atrações....aliás comer é complicado lá, pelo menos para mim. Comida caída e cara, pelo menos na zona turística. Avaliação geral: a cidade é linda e encantadora. Muito legal mesmo. Ela é pequena e o estilo de vida das pessoas é bem leve. Confesso que antes de visita-la achei que ia encontrar só maconheiro na rua. Eles estão lá, mas ficam na deles e principalmente dentro dos famosos cafés. Não vou me dar ao trabalho de falar sobre isso, porque meu tipo de turismo é outro. Ajuda muito a cordialidade do povo, você se sente acolhido, pelo menos foi o que aconteceu conosco. Voltaria lá com certeza !
  7. Pessoal, Deixo aqui o meu relato sobre a viagem que eu e minha esposa fizemos para a Turquia em Abril de 2013. Foram 14 dias de viagem, sendo 7 na Turquia e 7 na Espanha, por isso coloquei neste tópico somente a parte da Turquia. Antes de decidir que países visitaríamos, já tínhamos em mente que gostaríamos de ir à Turquia. Porém, no mês de março a TAM fez uma megapromo para a Europa e resolvi comprar o trecho que estava mais barato que era Rio-Madri-Rio (R$ 1.600 com taxas). Bom, compramos este trecho e a partir daí ficamos pesquisando voos internos na Europa para ver se caberia a Turquia no roteiro. Encontramos um voo direto Madrid-Istanbul-Madrid pela Turkish Airlines. Não foi barato, mas como queríamos muito visitar a Turquia compramos a passagem. Foi 200 euros por pessoa. Acabei aprendendo que o importante é entrar na Europa com preço abaixo, como foi o caso da passagem da TAM e depois nos viramos para comprar as passagens internas para os países que queremos visitar, desde que seja feito com antecedência. 1º Dia - Istambul (14/04/13) Chegamos em Istambul às 5 da matina. Estava com bastante expectativa sobre Istambul mas ao mesmo tempo estava com a sensação de "...o que é que eu estou fazendo aqui....rs." Sei lá, primeira vez num país muçulmano, cultura completamente diferente, língua nem se fala. Sempre que vou para um lugar tento não colocar muita expectativa, pois como diz o filósofo "A expectativa é mãe de todas as frustrações"...rs. Bom, o voo pela Turkish foi excelente, empresa muito boa. Só o preço da passagem não estava muito bom, mas já foi...Chegamos ao Aeroporto de Ataturk...aeroporto é tudo igual né ? Uns tens serviços péssimos outros ruins...rs. Chegando lá não tivemos nenhum problema na imigração. As placas são um pouco confusas...cidadãos europeus (alguns países) tem que ter visto de entrada para a Turquia, mas nós brasileiros não...excelente ! Não pegamos fila e o cara da imigração tava praticamente dormindo. Nem deu bom dia e nem perguntou nada...Passando pela imigração, fomos trocar dinheiro. Vocês sabem como é câmbio de aeroporto né ? Sempre um roubo, mas até que lá não estava tão ruim assim. Trocamos 1 euro por 2,22 Liras Turcas (na cidade a cotação estava 2,30). Em Istambul eu fiquei no Ilkay Hotel. Excelente localização, café da manhã. Gostei do custo-benefício. A diária para o casal ficou em 66 euros (com desconto para quem paga em dinheiro). Além disso, eles ofereceram o transfer Ataturk-Hotel na chegada. No desembarque lá estava o turco com a placa e o meu nome escrito certinho. Ele me comprimentou com um inglês tranquilo e eu consegui entender na boa (meu inglês não é bom). Caramba, aquele aeroporto já é uma mistureba de gente do mundo todo. A maioria muçulmano, turbante que não acabava mais. Muito legal esta diferença, tudo muito novo para nós...estava bem movimentado apesar da hora. Bom, esperamos mais uns 20 minutos e pegamos a van até o hotel. Estávamos bem cansados, mas estava ligado para ver como era a cidade. Tudo escuro ainda, céu carregado, frio de 10º mais ou menos....confesso que a primeira impressão da cidade não foi das melhores...não sei explicar direito, mas a sensação voltou "o que eu estou fazendo aqui nesta cidade...". Não é uma cidade bonita à primeira vista...o que quero dizer é que ela não encanta de primeira...chegamos ao hotel e esta sensação só piorou, pois o bairro de Sultanhmet onde ficamos tem fachadas feias, mal cuidadas...tudo muito cinza...esquisito. Quando descemos da van o motorista ficou esperando que eu lhe desse uma gorjeta (o que aliás todos esperam). Mas fingi que não era comigo, pois só a menor nota que tinha era de 20 liras. Como sou pão duro mesmo e ele carregou a mala por 17 cm, não dei gorjeta nenhuma....rapaz, pensei que o cara fosse me dar um tiro de fuzil....a cara de puto dele nos assustou, minha esposa ficou com medo...rs. Mas foi...não sou obrigado a pagar pelo que nao quero. Bom, chegamos ao Ilkay e os recepcionistas foram nota 10. O hotel não é grande. Ele tem uma parte nova que fica de frente a rua, mas o hotel só tem 4 andares...ele fica localizado numa rua super movimentada do bairro (que é essencialmente turístico). É a Hudavendigar Caddesi...ah e o metro de superfície passa na rua....quando eu vi aquilo, eu falei, cacildis....nunca vou conseguir dormir....rs. Mas até que foi tranquilo. Existe barulho, mas as janelas anti-ruído até que abafaram...Estávamos com muito sono, mas como o café já ia ser servido, aproveitei, comi e depois fui dormir. Acordamos às 12h. Olhei para a rua e uma movimentação do caramba, em pleno domingo. Ainda estava desconfiado da cidade...rs. Pô, como é difícil se localizar ali direito...olhava para o mapa e não entendia direito aonde estava. Quando chego numa cidade nova fico muito ansioso para conhecer tudo logo e de me localizar..então quando não consigo isso ficou meio desesperado. O Hotel ficava a 5 minutos da Hagia Sofia e da Mesquita Azul. Então rumamos para lá para desbravar Istambul. Estes são os dois principais monumentos da cidade e entre eles fica a praça Sultanahmet. Nossa ideia não era entrar em nenhum deles, pois no primeiro dia eu sempre quero me localizar e ter uma noção da geografia da cidade. Mas a beleza destes monumentos é tão grande e tão diferente que nós ficamos na praça Sultanahmet um tempão admirando a paisagem, as pessoas (cheio para caramba !). Porém, estava um frio do carvalho...então resolvemos pegar o sightseeing e rodar a cidade. Custou 50 TL por pessoa. Para se ter uma ideia de paridade, multiplique este valor por 1.2 e você achará o valor em reais. Não é tão barato, mas está em paridade com outros países da Europa. Rodamos umas 2 horas no ônibus e aí sim eu consegui ter uma ideia melhor da geografia da cidade. Minha impressão de que não é uma cidade bonita se manteve, são muitas áreas com fachadas feias, cinzas, pichadas e tal...eles não se preocupam muito com a fachada...o negócio é o interior. Mas a cidade encanta...e ela vai te encantando aos poucos. Não é que nem chegar em Paris e tomar um soco na cara...porque em Paris você chega e toma um susto com tanta beleza. Istambul não...está escondido...está no dia-a-dia...está no povo, que é maravilhoso, é simples, é respeitoso, é chato como vendedor...rs. Mas é um povo muito legal. Bom, depois do sightseeing acabamos por voltar na praça Sultanahmet e não resisti e entramos na Mesquita Azul (grátis). Como chegamos na hora da oração muçulmana tivemos que esperar até acabar. Isso já era mais ou menos umas 18h e ainda deu tempo de entrar e curtir a mesquita que é maravilhosa. Muito bonita mesmo, tanto por fora quanto por dentro. Para mim era algo completamente diferente, pois só estava acostumado a ver as igrejas cristãs. Ela por dentro é mais clean do que as cristãs, pois não imagens, há mosaicos, luminárias grandes...mas é muito bonito e impactante. Ah, importante reforçar que não se entra de sapatos, portanto vá com meias sem furos...rs. E para as mulheres, os ombros e cabeça tem que estar cobertos...levem lenços para cobrí-los. Depois tiramos muitas fotos do local, mas com muita fome. A localização do hotel não poderia ser melhor. Tudo ali em Sultanahmet é extremamente perto. Os principais pontos turísticos estão ali. Como já era mais ou menos 19h, nós estávamos com muita fome e fomos procurar lugar para comer...Detalhe: tenha paciência (que eu não tenho) para a abordagem do turco. O povo turco é muito legal, mas a abordagem é chata, pois eles são provavelmente as pessoas mais insistentes do mundo...rs. Portanto, tenha paciência. Muitos vem com saudações tipo: Brasil ? Oh, obrigado ! (como se fosse seja bem vindo..rs.). São Paulo, Curitiba, Rio ? Eu tenho um primo que trabalha em São Paulo...etc...óbvio que é tudo caô. Fui na época em que Salve Jorge estava passando no Brasil, mas a fama chegou lá rapidinho. Engraçado que não encontrei quase nenhum brasileiro em Istambul...completamente diferente da Capadócia. A cada quarteirão que andávamos queríamos conhecer mais. Resultado, só paramos para comer e no McDonald's às 22h. Infelizmente, comer para mim nas viagens não é prazer, é sacrifício e dúvida se alguma coisa vai me fazer mal...Pô, eu não conhecia a culinária turca...dizer que conhece esfiha e kibe é sacanagem...lá não tem isso. Então, prefiro não arriscar. Comi um Mcchiken mesmo com coca-cola e tá tudo certo. Na verdade, nós gostaríamos de jantar no restaurante Özler. A dica deste restaurante foi pega aqui mesmo no Mochileiros, mas eu esqueci a pessoa que postou...po, valeu mesmo, o restaurante é bom, acabamos comendo quase todos os dias lá, menos no dia da chegada, porque não conseguimos achá-lo. Do Mc para o hotel são 10 minutos andando. E na rua principal passa o famoso metro de superfície. Caraca, eu queria entender como funcionava para comprar bilhetes para ele mas acabei não entendendo...só fui entender no dia seguinte....rs. Ah, e uma coisa que encanta também na cidade: o chamado para as orações ecoam por toda a cidade. O negócio é mágico, ainda mais para mim que não estou acostumado... Obs.: muito dificil encontrar supermercado ou mercadinho na região de Sultanahmet. Não vi ninguém vendendo pão e frios...rs. Não estamos na Europa...quer dizer só um pedaço...rs. Só fui achar um mini mercado em outro bairro dois dias depois. Gastos do dia: Diária Ilkay Hotel = 66 euros Sightseeing = 50 TL por pessoa McDonalds = 25 TL o casal Dica: para andar de trem de superfície sem ter que comprar passagens toda hora, é melhor comprar o Istambulkart. Ele é um cartão recarregável. Você compra o cartão em lojinhas e recarrega nas máquinas das estações. Tranquilo (até você entender o sistema deles...rs.). 2º Dia - Istambul (15/04/13) - Topkapi, Grand Bazaar Hoje era dia de conhecer o Palácio Topkapi. Sempre que vou para um outro país, tento aprender algumas palavras básicas de apresentação. No caso do turco foi complicado, pois a pronúncia é bem difícil de reproduzir. Só rolou mesmo bom dia (gunaydin), olá (mehabá) e güle güle (tchau). Ou seja, só o que a novela passa...rs. Muito obrigado e obrigado é complicadíssimo...não consegui pronunciar... O foco do dia era o Palácio Topkapi e o Grand Bazaar. Tudo pertinho do hotel, fomos andando novamente. Istambul é a 7ª cidade mais visitada do mundo. Já tínhamos percebido isso ontem quando fomos dar um rolé pela cidade. Chegamos no Palácio e ficamos na fila uns 30 minutos. Suportável, mas como sou ansioso parece que foi perda de tempo. Alguns turistas optam pelo MusemKart. Ele custava 72 TL (hoje está em 85 TL) e te dá direito a Hagia Sofia + Palacio Topkapi com Harem + outros museus. Porém como não íamos nestes outros museus, ficou elas por elas em termos de desembolso. Por isso não comprei o card...mas vale a pena se você for nos outros museus...confira no site http://www.muze.gov.tr/museum_pass O Palácio Topkapi é maravilhoso. Você fica lá tranquilamente 3 horas pelo menos. Tem muita coisa para ver e muita fila também Foi construído por Mehmet II, o conquistador, logo após a conquista de Constantinopla, em 1453, e foi a residência dos sultões por três séculos. Tudo é mega neste Palácio..realmente a vida dos sultões era de superlativos....sala das jóias, relíquias muçulmanas...atentem para o aparato de segurança...tudo muito policiado...vale muito a pena. Ah, e não deixem de visitar o Harém também...eles cobram uma entrada separada para visitar o local e geralmente fica bem menos vazio do que o resto do palácio, porque as pessoas ficam tão cansadas que depois de andar tanto acabam desistindo...outra dica: não deixem de levar agua quando entrarem no palacio...existem um ou dois locais para venda lá dentro sempre com filas. Quando eram mais ou menos 13h deixamos o palácio e com fome. Aonde comer ? Para mim e minha esposa é sempre um dilema. Eu topo logo um sanduba, mas ela não. Bom, fomos ao Mc novamente, eu comi o de sempre (McChicken) e ela nada....agora o objetivo era visitar o Grand Bazaar. Do Topkapi até o McDonald's deu uns 10 minutos andando. Do Mc até o Grand Bazaar também foram uns 10 minutos andando. Istambul é uma cidade que se anda bastante e para mim isso é ótimo. Mas, se você não tem saco para andar ou está muito cansado, pode pegar o metro de superfície. Ainda não tinha chegado o momento de experimentá-lo...rs. E eu encafifado..caramba, aonde essa gente compra estes cartões, como é que o sistema e tal....mas deixei isso para o dia seguinte. Tudo é tão diferente que andar sem rumo é muito bacana...então chegamos ao Grand Bazaar. Ele tem várias entradas. Entramos pela principal. Tinha acabado de começar a chover, então ficar lá dentro foi uma boa ideia...pena que centenas tiveram a mesma ideia...rs. Já tinha preparado meu espírito para não me irritar com a abordagem dos vendedores...mas sabe como é que é...não acho legal, mas fazia parte do passeio. O Grand Bazaar é um enorme shopping de lojinhas que vendem coisas que eu não gosto...rs. São mais de 4.000 lojas...jóias, lenços, almofadas, luminárias...o problema é que as mulheres gostam de tudo e com a minha esposa não foi diferente. Os donos das lojinhas não desviam o olhar dos nossos olhos...basta você olhar para a mercadoria para ser abordado. E a criatividade é a mesma "Brasil ?? São Paulo, Rio, Curitiba ?? Eu tenho um primo que trabalha em SP...ahahahah...deve ter uma cartilha de caô na associação de lojistas...o esquema lá é o seguinte: não se leva nada sem negociação. Faz parte da brincadeira e da cultura do local. Você se interessa pela mercadoria, o cara te faz o preço, mas faz um discurso dizendo que aquilo que ele está vendendo é de prata pura, que é artesanal, que é isso que é aquilo....para valorizar a mercadoria. Aí você tenta reduzir e ele resiste e tal...até que se chega a um preço final que é em média (no meu caso) redução de 20% do preço inicial do vendedor. Ah, nenhuma mercadoria vem com preço exposto, justamente para nos pescar. Para mim bastaria ir lá e dar uma olhada, porque nenhum produto atende a minha necessidade, mas para minha esposa atende. Não tínhamos intenção de comprar muita coisa. Só lembrancinhas...compramos algumas coisas e tal. Ah, para quem quiser trocar euro/dólar por liras turcas, as casas de cãmbio do Grand Bazaar tem a melhor cotação da região. Não sei como é em outras partes de Istambul, mas a cotação de lá já valia a pena em comparação com as casas de rua. Saímos de lá e a chuva fina persistia. Resolvemos sair assim mesmo e descemos a ladeira sem rumo (o Grand Bazaar fica numa parte elevada). Para quem é do Rio, Istambul parece uma gigantesca rua da Alfândega...um autêntico mercado árabe...com muitas lojinhas pequenas e que vendem de tudo. Tudo mesmo ! Rapaz, esses turcos vendem muita coisa...são 12 milhões de habitantes na cidade...vocês não tem ideia...é muita coisa mesmo. E a característica desta região é a lojinha do seu "salim". Ele como dono fica o dia inteiro na loja tomando conta "da" negócio...rs. Aonde ficam as mulheres desta cidade ? Provavelmente arrumando a casa, lavando roupa e fazendo comida. Por que isso ? Por que simplesmente a maioria esmagadora das pessoas da rua eram homens. Na rua, no metro, em tudo o quanto é lugar. E as poucas que vimos estavam com crianças...Olha, os vendedores turcos tem um radar grudado nos seus olhos...impressionante. Bom, descemos e eis que encontramos o Bazar Egípcio (foi sem querer). Lá o foco são em condimentos e doces. Ele é pequeno e não ficamos muito tempo por lá...mas o cheiro estava ótimo e a chuva não parava...depois fomos no nível do Bósforo para atravessar a Ponte de Gálata. Ficamos ali observando o vai e vem das milhares de pessoas que passam ou ficam ali. Muitos pescadores ficam ali o dia inteiro e também vendem o seu peixe. Como já falei, Istambul é um grande mercadão a céu aberto. Muito maneiro e muito diferente ao mesmo tempo. Gente pra cacete em tudo o que é canto...e em cada canto uma mesquita, umas menores outras maiores...mas encantadoras. Fomos até o outro lado do Bósforo com a intenção de subir a Torre de Gálata e passear pela Istikal Caddesi, que é uma rua de lojs só de pedestres com 1km de extensão. Mas já estava tarde (18h) e chuvendo bem..então resolvemos voltar a pé para o hotel. Putz, lá venta pra cacete...perto mar né ? e a temperatura beirando os 12ºC. Chegando no hotel, banho, uma soneca e depois fomos jantar no restaurante Özler. Ele fica quase em frente ao hotel (5 minutos a pé). Ele não tem nada de mais, mas tem uma comida que gostei e me adaptei e o preço era bem tranquilo. Em todos os dias que comi lá foi frango empanado com batata frita e arroz...super criativo ! Me esposa já arriscou e comeu um prato típico que eu não me recordo mas era bonito. A conta ficou em 50 TL (60 reais). Muito bom o preço que foi oferecido. Ah, eu recomendo não só pela comida básica, mas boa, mas também pelo atendimento. Os garçons são extremamente atenciosos, falam inglês e espanhol...gostei bastante do tratamento. Fim do dia. Amanhã Hagia Sofia, Istiklal Caddesi e Cisterna da Basílica. Gastos do dia Palácio Topkapi + Harém = 40 TL por pessoa Mc Donalds = 15 TL (eu) Grand Bazaar (lembranças) = 75 TL Restaurante Ozler = 50 TL 3º Dia - Istambul (16/04/13) - Hagia Sofia, Cisterna, Torre Galata, Istiklal Caddesi, andar andar andar.... Optamos em começar o dia passeando pela Istiklal Caddesi. O tempo estava melhor e podemos andar sem tanto vento na cara e chuva. O tempo estava nublado, mas pelo menos não chovia. Repetindo de novo o que disse, uma das coisas mais legais para mim em viagens é poder andar sem compromisso, olhando o movimento dos locais e tal...e isso em Istambul é fácil, porque são 12 milhões de habitantes...rs. Como sou apaixonado por futebol, entrei numa loja da Adidas e comprei uma camisa do Fenerbache por 99 liras! Salgado, mas foi meu único excesso. Resolvemos almoçar por lá mesmo e depois do almoço fomos andando até a Hagia Sophia (bela caminhada). O tempo estava ajudando e resolvemos andando mesmo. Para um monumento tão antigo acho que até que está bem conservado. Algumas pessoas dizem que poderia estar melhor e tal, mas eu acho que a Hagia Sophia está em excelentes condições de visitação. Atenção, pois ela não abre as segundas-feiras. Após a Hagia Sophia fomos a Cisterna da Basílica, que me surpreendeu positivamente. Uma obra de engenharia fantástica que há milhares de anos...realmente vale a pena. Atenção, pois o ingresso para a cisterna é comprado em separado. A entrada dela fica próxima a Hagia Sophia. Depois ainda fomos andando até o hotel, tomamos e fomos jantar, aonde ? Özler, é claro !!! Voltamos cedo, pois amanhã viajaríamos para a Capadócia !!! Gastos do dia Camisa Fenerbache = 99 TL Almoço = 25 TL (duas pessoas). Foi num self-service perto da Istiklar Caddesi. Hagia Sophia = 25 TL Cisterna da Basílica = 15 TL Restaurante Ozler = 50 TL 4º Dia - Capadócia (17/04/13) Quando surgiu a viagem para a Turquia, pensamos que a Capadócia não poderia faltar (não é influência da novela...rs.). Como o nosso conhecimento de Turquia não estava muito bom, resolvemos contratar um pacote por agência, apenas para a Capadócia. Fechamos com a One Nation Travel um pacote de apenas dois dias por 854 euros para duas pessoas. O pacote incluíu: traslado Hotel Istambul-Ataturk, Kayseri aerporto-Hotel Dedeli Konak e o inverso, dois passeios de balão, dois dias de passeio na Capadócia e dois almoços. Recomendo a One Nation Travel. Deu tudo certo e eles não tiveram um único furo. Ah, no preço também estava incluída a passagem Istambul-Kayseri-Kayseri-Istambul pela Atlas Jet. Se eu for visitar a Capadócia novamente, faria de forma independente, não por falhas da agência, o que não houve, mas para poder me hospedar numa cidade chamada Göreme. Ficamos hospedados numa cidade chamada Ürgup que não fica muito longe, mas lá você só faz as coisas se estiver motorizado, o que não era o nosso caso. Bom a agência nos colocou num Cave hotel chamado Dedeli Konak hotel. Você não dá nada pela fachada, mas lá dentro é muito bacana e diferente. Tudo é moldado nas pedras e elas minimizam o frio, apesar dos quartos terem aquecedor. Durante a madrugada estava fazendo 5º, mas não sentimos frio algum. Achei muito legal e recomendo este tipo de hotel caverna. Sem contar que a hospitalidade dos turcos e mais ainda dos habitantes da Capadócia é extraordinária. Eu recomendaria que as pessoas ficassem em Göreme, pois ela é uma cidade em que você pode ser hospedar e sair para jantar a noite no pequeno centro da cidade, por exemplo. Coisa que nós não conseguimos fazer em Ürgup. A região da Capadócia é muito grande e as agências tem várias cidades como base e as atrações ficam muito longe umas das outras. Não vi lá facilidades para se alugar um carro, por exemplo. Eu vi algumas agências alugando quadriciclos, mas para os passeios eu prefiriria pegar uma agência mesmo. Agora, chegar e sair de/para Istambul-Capadócia, não vejo nenhum problema fazer independente, desde que seja de avião, pois ônibus é muito demorado. Além do que, vários hoteis dão o transfer do aeroporto para o hotel, seja em Göreme, seja em Ürgup ou outra cidade base da região. Bom, saímos de Istambul às 7h e chegamos às 9:30h no hotel em Ürgup. De lá fomos direto fazer o passeio do dia em que vistamos: Devrent Valley, Monks Valley, Avanos, Göreme Open Air Museum (vale muito a pena), Uchisar. Todas essas localidades tem formações rochosas espetaculares. O legal de toda a região é que além da geografia existe muita história também. No museu aberto de Goreme, existem diversas igrejas cristãs...a região foi um centro cristão na idade antiga e média. Os passeios são bem cansativos. Se você não quer fazer com agência, tem que ter mais dias para curtir e alugar um quadriciclo, mas repito: as atrações são distantes umas das outras. E nós pegamos guias bons, que explicaram toda a história da região e o fato de ter uma van a disposição contou muito. Bom, depois deste dia extremamente cansativo, fomos conhecer as dependencias da nossa "caverna"..rs, jantar e dormir, pois as 4h acordaríamos para o passeio de balão. Detalhe: choveu o dia inteiro na Capadócia...um tempo horroroso...mas fizemos todos os passeios, mas a previsão para os dias seguintes também era de chuva....nosso passeio de balão estava correndo risco sério...ficávamos olhando para o céu, tentando fazer previsões se iria abrir ou não o tempo...perguntamos para o guia como era o tempo na região e eles nos dissera que lá tudo podia acontecer e tal....mas ficamos sabendo que vários passeios de balão tinham sido cancelados no dia da nossa chegada...e o pior, eles tentam até o último momento fazer o passeio......se no momento da decolagem não for constatada a devida segurança, aí sim ele é cancelado...existe uma cláusula no contrato com a agência sobre devolução do dinheiro. Eles devolvem 120 euros por pessoa em caso de cancelamento do passeio....e nada do tempo abrir...bom, a única coisa que sabíamos é que teríamos que acordar as 4h.... 5º Dia - Capadócia (18/04/13) A novela começa às 4h quando acordamos. Saímos do quarto para olhar o céu e.......e.....e......e.....TUDO NUBLADO Não precisa dizer que a decepção tomou conta do casal, né ? Ainda mais que era aniversário da minha esposa e agendamos o passeio de balão justamente para o dia do aniversário....bom, o combinado era que o Seu Faruk (dono da pousada) nos acordaria e nos encaminharia para a van da agência de balão às 5h. Ficamos esperando pelo Seu Faruk e ele quase sonambulo nos disse no seu inglês turco-macarrônico: "...o pessoal da agência disse que ainda não dá para levantar voo...vocês tem aguardar o novo chamado às 6h...". Olhamos de novo para o céu e nada.......nenhuma esperança. Inclusive começava a cair uma chuva fina.....às 6h novamente Seu Faruk bate a porta...."Nada ainda. Novo chamado às 7h...." E a gente morrendo de fome e o café ainda não estava aberto e morrendo de sono também, é óbvio. E naaaaaaaaaaada do céu abrir......putz grila......cochilamos e às 7h novamente o Seu Faruk: "...let's go let's go....Aêêêêêêêêêê....finalmente o passeio de balão vai sair....mas....mas....mas olhamos para o céu e tudo nublado, mas sem chuva e nenhum balão no ar....alguma coisa esquisita estava acontecendo....Fomos colocados às pressas no balão só eu e minha esposa e lá dentro já tinha uma japonesa de um outro hotel.....a van sai do hotel pega a estrada e depois de 20 minutos eu vejo uma mala do lado da japonesa. CARACA.....pensei comigo: "...estão nos levando para o aeroporto e nos confundiram....pqp.....deu mais dez minutos e nós começamos a ver vários balões sendo enchidos....aêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêêê....finalmente é verdade. E a japonesa ia fazer o passeio também. Não importa o tempo nublado, o que importa é que estávamos lá....é óbvio que se o tempo estivesse aberto seria muito melhor, mas a sensação de voar de balão é indescritível....recomendo muito mesmo. Detalhe: voamos com a Anatolian Baloons, isso mesmo. A mesma empresa que se envolveu no acidente que matou 3 brasileiras em maio/13. Pessoal, eu me senti super seguro com eles. Nos deram todas as instruções de segurança e tal. Agora é verdade: eles fazem manobras passando muito perto das formações rochosas e são muitos mas muitos balões no ar ao mesmo tempo com tempo nublado, imagina com tempo aberto. Infelizmente aconteceu este acidente e realmente ficamos muito tristes com o ocorrido. A passeio durou 50 minutos, tomamos champanhe, pegamos nossa foto e fomos direto para o hotel tomar café, fazer check out e curtir o último (cansativo) dia na Capadócia para no final do dia sermos despachados para o aeroporto de Kayseri e retornar para Istambul. Neste último dia visitamos: Kizilcukur, Cavusin, Hospital Monastery, Kaymakli e Pigeon Houses. Algumas pessoas não ficam satisfeitas porque os passeios são muito rápidos e tal. Eu não tenho do que reclamar. Achei o serviço caro, mas pela especificidade da região não tem jeito. A agência cumpriu com todos os itens programados e o nível profissional dos guias é muito bom. Recomendo ! Bom, pegamos no voo de volta para Istambul e lá a agência nos levou novamente ao Ilkay Hotel. Fomos jantar aonde ? Özler !!! 6º Dia - Istambul (19/04/13) Acordamos e fomos para a rua andar. Hoje seria o dia para andarmos com mais calma e conhecer alguns lugares que tinha ficado de fora antes da viajem para a Capadócia. Visitamos a Mesquita de Suleymane e o Palacio Dolmabache. Nossa intenção também era subir a Torre de Galata, mas a fila estava muito grande e resolvemos tirar fotos somente lá de baixo. Além disso, o dia hoje seria para as últimas compras no Grand Bazzar (pela insistência da minha mulher é claro!). andamos, andamos, andamos e fomos até o museu chamado 1453. Muito legal ! É um pequeno museu que fica em frente as antigas muralhas da cidade. Está um pouco afastado, mas pegamos o trem de superfície e chegamos lá. São 10 TL por pessoa e tem uma exposição muito interessante (3D) sobre a queda de Constantinopla. Vale a pena ! Além de andar muito e esbarrar em várias mesquitas pequenas ao longo do caminho, aproveitamos para pegar a extensão do trem de superfície e olhar os outros bairros e ver o movimento das ruas também. Foi bem legal. Chegamos exaustos no hotel e fomos jantar aonde ??? Özler! Gastos do dia Museu 1453 - 20 TL (duas pessoas) lanche McDonalds - 25 TL (duas pessoas) Besteiras no Grand Bazzar - 100 TL Özler: 60 TL 7º Dia - Istambul (20/04/13) Último dia em Istambul. Nosso voo de volta era 20h. Resolvemos que iríamos fazer um passeio de barco pelo estreito de bósforo. Pegamos o barco por volta das 12h e ficamos até às 14h. Depois fomos almoçar no Özler e às 16h nosso shuttle passou no hotel e nos levou até o aeroporto de Ataturk. Chegamos lá com 3 horas de antecedência, mas quem vai para a Turquia entrar/sair se prepare. Lá você passa por duas esteiras, duas revistas. É tudo muito demorado. Não é nenhum exagero chegar com 3 horas de antecedência e mesmo assim não deu tempo de ver o freeshop. Gastos do dia Passeio Bósforo - 30 TL (duas pessoas) Shuttle - 50 TL (duas pessoas) Özler - 50 TL Conclusões Muito bacana a Turquia, tanto Istambul quanto a Capadócia. Felizmente não peguei a onda de protestos em Istambul e nem pós acidente com o balão na Capadócia. Difícil descrever a sensação de estar num país tão diferente...com religião diferente, formação cultural diferente, mas ao mesmo tempo com um pé no ocidente. É um país que não tem o radicalismo islâmico, mas não tem a abertura ocidental. O povo em geral é muito simpático e receptivo. É claro que tem as exceções (como os vendedores mala), mas no geral eles são bem legais. Você se sente acolhido. Desde o primeiro contato no aeroporto, passando por todos os serviços, ajuda na rua. eles foram bastante prestativos. Na Capadócia o acolhimento é maior ainda. Impressionante ! Com certeza é um lugar que eu vou voltar a visitar.
  8. dc_crisp

    Portugal - 9 dias

    Fred, o bilhete ida e volta de ônibus está 19,60 euros. A viagem dura cerca de 1:30h e tem diversos horários. Lá eu usei a Rede Expressos para andar de ônibus pelo país. O site deles é www.rede-expressos.pt
  9. dc_crisp

    Portugal - 9 dias

    Valeu MIREIS ! Qualquer dúvida estou à disposição ! Abs, Como foi no quesitos compras (preços) lá em Portugal? Roupas e acessorios? Em geral achei os preços muito bons, desde comida até diária de hotel. Gastos dos dia-a-dia até melhores do que no Rio. Falando de roupas e acessórios eu recomendo que você vá até o Freeport Alcochete que é o maior outlet da Europa (segundo o próprio site). O que eu vi mais em conta lá são roupas esportivas (Adidas, Puma, Nike). Já para roupas sociais e acessórios os preços não são tão vantajosos assim. Dá para dizer que é 10% mais barato do que no Brasil. Para chegar até lá dá uma olhada no site www.freeport.pt
  10. dc_crisp

    Portugal - 9 dias

    Valeu Fabio ! Obrigado pela ajuda ! Abs,
  11. dc_crisp

    Portugal - 9 dias

    Valeu MIREIS ! Qualquer dúvida estou à disposição ! Abs,
  12. dc_crisp

    Portugal - 9 dias

    Amigos, Venho aqui retribuir as diversas informações que consegui no mochileiros.com para minha viagem em Portugal. Ela aconteceu em fevereiro de 2013, mas eu só tive tempo de escrever agora ! Meu roteiro foi: 08/02 - Rio - Lisboa 09/02 - Lisboa 10/02 - Lisboa 11/02 - Sintra 12/02 - Évora e Lisboa 13/02 - Coimbra e Lisboa 14/02 - Porto 15/02 - Porto 16/02 - Porto e Lisboa 17/02 - Lisboa - Rio. 1º dia - 09/fev - sáb - Chegada em Lisboa. Chegamos em Lisboa por volta das 12h. O voo da TAP foi super tranquilo. Como estávamos muito cansados, resolvemos ir para o hotel de taxi. O custo foi de 16 euros (até o Centro), valor relativamente barato as outras capitais da Europa. Mas, para quem tiver disposição, existe a possibilidade também de pegar o Aerobus para o centro. Logo no desembarque existe um quiosque com informações turísticas de Lisboa. Basta chegar ali que as atendentes vão lhe explicar como fazer e não me pareceu complicado, mas realmente estava tão cansado que não consegui processar as informações e acabei pegando um taxi mesmo. Nosso destino era o Hotel Florida que fica localizado na Praça Marques de Pombal. Este hotel tem uma excelente localização e um bom custo-benefício. Pagamos uma diária de 53 euros (sem café) numa promoção da época. Fizemos o check-in e dormimos até às 17h. Nesta hora saímos parar caçar algo para comer. Apesar da boa localização do hotel, não existem muito restaurantes no entorno (só restaurantes caros). Conversando com a recepção do hotel, resolvemos ir ao Shopping Colombo, pois com certeza encontraríamos algum restaurante e assim foi. Neste primeiro dia conhecemos a excelente estrutura de transporte coletivo de Lisboa. Você pode ir para qualquer lugar da cidade com um transporte de qualidade. Para quem usa muito o transporte coletivo e nós usamos muito, há uma opção de cartão 24 horas de uso ilimitado e integrado com os onibus (autocarros), comboios (trens) e elétricos (bondes). Cada cartão custa 6 euros (parar cada pessoa). Como cada passagem unitária custava em torno de 1,20 euro, para nós foi mais vantajoso, pois usávamos mais de 5 viagens por dia. Para ir até o Shopping Colombo você saltar na estação de metro Colégio Militar/Luz. O Estádio da Luz (Benfica) fica em frente ao Shopping. Os preços em Lisboa são mais baratos do que no Rio. Dando uma olhada nos restauranates do Shopping, percebemos que não teríamos problemas algum com alimentação em Portugal. Para quem quiser comprar pão, frios e bebidas e fazer aquele lanche esperto no quarto do hotel, existe o supermercado Continente dentro do shopping. Neste primeirro contato com Lisboa, estranhamos o número reduzido de pessoas nas ruas e no shopping. Segundo o taxista que levou do aeroporto para o hotel o fato se devia ao feriado de Carnaval em Portugal (?). Afinal existe ou não carnaval em Portugal, perguntei ao taxista. Ele me falou que existem algumas manifestações, principalmente no interior. Para os habitantes da capital é um grande feriado, embora não oficial, tipo ponto facultativo...achei esquisito isso, mas essa foi a explicação. De qualquer forma, Lisboa não é uma capital muito populosa, está longe disso. A primeira impressão foi a de uma cidade segura, com excelente transporte coletivo e com preços mais baratos que o Rio. Gastos do dia: - Taxi aeroporto-hotel = 16 euros - cartão transporte 24 horas = 6 x 2 pessoas = 12 euros. Obs.: cada pessoa tem que ter o seu. - Refeição Shopping Colombo = 14 euros (total para duas pessoas) - compras no supermercado Continente = 10 euros (pão, frios, refri, agua, biscoito) Total = 52 euros 2º dia - 10/fev - dom - Lisboa. Neste dia resolvemos explorar a região de Belém para vermos a Torre de Belém, o Mosteiro dos Jeronimos e o Padrão dos Descobrimentos. E claro, provar os pastéis de Belém. O dia começou nublado e depois ficou chuvoso, mas nada que inviabilizasse o passeio. Da praça Marques de Pombal pegamos um ônibus até o Cais e depois pegamos o elétrico 15. De lá saltamos na estação de Belém. É muito fácil se locomover em Lisboa. Apesar de Belém ser um pouco afastado, chegamos na região em 30 minutos. Começamos pelo Padrão dos Descobrimentos e depois seguimos até a Torre de Belém, pois ficam perto uma da outra e beirando o rio Tejo. Não chegamos a entrar no Padrão dos Descobrimentos, só tiramos fotos do lado de fora. Já na Torre de Belém entramos e o melhor, grátis ! Aos domingos a Torre e o Mosteiro dos Jerônimos são grátis de 10 às 14h. Após fomos ao Mosteiro dos Jerônimos, mas como já tinha passado das 14h, tivemos que pagar. Mas acho que vale a pena, pois a atração é imperdível. Após esta maratona fomos almoçar e de sobremesa comer os pastéis de Belém. Todas as atrações ficam relativamente perto. Você vai andar bastante, mas fizemos estas atrações de 10 às 17h com calma. Após este dia cansativo retornamos ao hotel e lanchamos no quarto mesmo. Gastos do dia: - Refeição restaurante (não lembro o nome): 16 euros para 2 pessoas com bebida. - Ingresso Mosteiro dos Jeronimos = 8 euros por pessoa - Como nosso cartão 24 horas ainda estava válido, não tivemos gastos com transporte neste dia. - Pasteis de Belém = aproximadamente 8 euros (vários pasteis) Total: 40 euros 3º dia - 11/fev - seg - Sintra Neste terceiro dia resolvemos ir a Sintra e realmente valeu muito a pena. Imaginem Sintra como uma cidade de região serrana, tipo Petrópolis aqui no Rio, só que com muito mais história e charme, pois 3 das principais atrações da cidade estão muito bem cuidadas. Ir a Sintra de forma independente é muito tranquilo. Basta você se dirigir a estação do Rossio (referência para todos na rua). Se informe em qual plataforma você pegará o comboio até Sintra e em 35 minutos você estará lá. Compramos novamente o cartão 24 horas Viva Lisboa que também vale para lá, muito bom. Chegando na pequena estação em Sintra pegue um mapa no ponto de apoio turístico. Lá o atendente lhe informará que a melhor maneira de conhecer a cidade é pegar o ônibus circular 434 com entradas e saídas ilimitadas ao custo de 5 euros por pessoa (este ônibus possui pontos específicos de parada). A primeira atração relevante (para nós) foi o Palácio Nacional de Sintra. O Paço Real como também é conhecido era o refúgio de verão favorito da corte e foi construído no final do século XIV. Como tínhamos interesse em visitar também o Palácio da Pena e o Castelo dos Mouros, resolvemos comprar o bilhete combinado das três atrações por 21 euros por pessoa. Após visitar o Palácio Nacional do qual achamos bem legal, fomos até o Castelo dos Mouros que achamos mais interessante, sobretudo pela arquitetura, pois foi construído como objeto de defesa dos mouros. Na verdade o que visitamos foram as ruínas do Castelo, que foi uma fortificação militar do século IX, período de ocupação muçulmana em Portugal. A sua função foi a de vigilância, pela posição privilegiada da costa e de Lisboa. Depois fomos ao Palácio da Pena (de ônibus 434). Este é mais recente, foi construído no século XIX, para servir de moradia a família real. Este museu é interessante pois é uma mistureba arquitetônica, acho que vale a pena visita-lo. Mas de todos o que mais gostei foi do Castelo dos Mouros. Construir aquela fortificação há mais de mil anos é uma coisa impressionante. Ah, lá no Castelo venta pra burro. E a temperatura em Sintra é menor do que em Lisboa cerca de 3 ou 4 graus. Depois almoçamos num restaurante perto do Palácio Nacional. Foi caro pelo que ofereceu, mas estávamos com muita fome. Depois do almoço/jantar fomos para Lisboa. Chegamos em Sintra às 11 e saímos de lá às 18h. Gastos do dia - Cartão transporte - 6 euros x 2 pessoas = 12 euros - Restaurante = 35 euros para duas pessoas - Bilhetes Palácio Nacional + Castelo Mouros + Palácio da Pena = 21 euros por pessoa = 42 euros Total: 89 euros 4º dia - 12/fev - ter - Évora e Lisboa Na noite anterior tínhamos resolvido ir a Évora, mas surgiu um problema de última hora: greve da CP (Comboios de Portugal). Ficamos sabendo da greve de 24 horas no final do dia em Sintra. Como não podíamos ir de trem, resolvemos ir de ônibus. Mas, aonde era a rodoviária ? Perguntamos a algumas pessoas no metro e a rodoviária ficava na estação de metro Jardim Botânico. Muito tranquilo chegar. Você sai da estação, atravessa uma rua e chega na rodoviária. Igualzinho ao Rio A passagem custou aproximadamente 15 euros por pessoa e a viagem duraria 2:30h. Saímos de Lisboa às 8 e chegamos em Évora às 10:30h. A rodoviária fica a 5 minutos a pé da entrada da cidade. Évora é uma bela cidade fortificada na região do Alentejo. Ela começou a ganhar importância na época dos romanos e na Idade Média foi um alto centro de estudos e arte. Mas, seu poder diminuiu quando a Espanha anexou Portugal na União Ibérica em 1580. Em 1986 a cidade foi declarada patrimônio Histórico da Humanidade pela Unesco. Você consegue rodar a cidade toda em pouco tempo, a menos que entre numa das atrações e fique por lá muito tempo. Nós não entramos em nenhuma atração e preferimos andar por suas calmas ruelas. As principais atrações são: Praça do Giraldo, Templo Romano, a Sé, Convento dos Loios, Museu de Évora, Aqueduto da Agua da Prata, Capela dos Ossos. O que mais gostei em Évora foi a arquitetura da cidade fortificada e andar por dentro dela é fascinante. Resolvemos almoçar em Lisboa e saímos de Évora às 14h e chegamos em Lisboa às 16h. Retornando à Lisboa, resolvemos ir para o Castelo de São de Jorge. Nos meses de novembro a fevereiro o Castelo fica aberto de 9 às 18h. Para chegar lá você pegar o bonde (elétrico) ou um micro-ônibus. Pegamos este pois chegou primeiro. Mas, se você tiver folego vale a pena ir a pé também. Como nós estávamos cansados, resolvemos ir de transporte coletivo. A belíssima fortificação foi construída pelos muçulmanos em meados do século XI. Após a conquista de Lisboa em outubro de 1147, por D. Afonso Henriques (primeiro rei de Portugal), até o início do século XVI, o Castelo era o espaço áureo da corte. As vistas dali são impressionantes e recomendo ir no final do dia para ver o por do sol. Terminado o passeio no Castelo de São Jorge fomos a Rua Augusta (rua de comércio só para pedestres), passeamos também pela praça dos Restauradores e praça do Rossio, além do Terreiro do Paço, que fica perto do cais. Após o cansativo dia, fomos para o hotel para tomar banho e jantar. Resolvemos não almoçar e jantar ouvindo um fado. Escolhemos o restaurante Vossemecê que fica no bairro de Alfama. Apesar de turístico, valeu muito a pena, pois comemos bem e ouvimos um fado da melhor qualidade. Nós íamos a Casa do Fado, mas achamos muito caro. Então resolvemos ir ao Vossemecê e não nos arrependemos. Chegamos lá por volta das 21 e saímos por volta das 23h. Gastos do dia: - ônibus Lisboa-Évora-Lisboa = 24x2 = 48 euros - ingresso Castelo de São Jorge = 14x2 = 28 euros - Fado restaurante Vossemece = 36 euros (para duas pessoas) Total = 112 euros 5º dia - 13/fev qua - Coimbra e Lisboa Neste dia resolvemos fazer um bate-volta até Coimbra. O problema é que no dia anterior tinha acontecido uma greve da CP (empresa de comboios). Ficamos no medo de que houvesse uma operação tartaruga no dia seguinte e resolvemos ir de ônibus mesmo. Chegamos na rodoviária às 8 e o ônibus saiu às 8:30h, chegando em Coimbra às 10h. A rodoviária fica uns 15 minutos andando até o centro histórico. Tem que ter folego para subir as ladeiras até chegar a Universidade de Coimbra. Coimbra foi capital de Portugal de 1139 até 1256. A cidade é cortada pelo rio Mondego. Na parte baixa estão o comércio, lojas, bares e na parte alta o centro histórico. Vale a pena ir até a rua Ferreira Borges que é a entrada para a cidade antiga. De lá você sobe e encontra as principais atrações da cidade como a Torre de Anto, Sé Velha e Sé nova e chega até a rua que dá acesso a Universidade de Coimbra no alto da cidade. Na Universidade a principal atração é a Biblioteca Joanina, que para nosso azar estava fechada de 12 às 15h. Resolvemos então passear pela Universidade que é bem bonita, mas não podíamos esperar a abertura da biblioteca pois o nosso ônibus de volta era às 16h. Coimbra me pareceu uma cidade mal cuidada na parte baixa, mas com o centro histórico bem cuidado. Como gosto muito de andar por estas cidades medievais e suas ruelas, o passeio valeu a pena. A Universidade em si é bonita, mas não é um prédio tão imponente assim. Para mim, valeu pelo valor histórico dela. Enfim, Coimbra foi legal, mas talvez esperasse mais. Ah, almoçamos num pf na parte baixa e estava mais ou menos. Saíamos da cidade às 16h e chegamos à Lisboa às 18:30h. Como no dia seguinte partiríamos para o Porto resolvemos ir direto para o hotel e lanchar no quarto mesmo. Gastos do dia Ônibus Lisboa-Coimbra-Lisboa = 35x2 = 70 euros Almoço no pf = 16 euros (duas pessoas) Total = 86 euros 6º dia - 14/fev - qui - O Porto Estávamos torcendo para que não acontecesse nenhuma paralisação da CP e deu tudo certo. Para chegar até a estação do Oriente (onde o trem sairia) optamos por um taxi por causa das malas, mas é perfeitamente possível ir de metro. Saímos de Lisboa no trem das 9 e chegamos no Porto às 12h. Trem muito bom da CP e sem atrasos. Este trem é o mais rápido até o Porto e se chama Alfa Pendular. Ele tem paradas em Coimbra, Aveiro e Vila Nova de Gaia antes de chegar ao Porto. O Porto fica na região norte de Portugal. Lá é mais frio e mais chuvoso do que Lisboa, mas pegamos sol nos três dias que ficamos lá. Nos hospedamos no hotel Mercure Centro por 70 euros a diária (sem café de manha). Não era o hotel mais barato, mas optamos pelo padrão do hotel. Achamos uma ótima escolha e a localização é excelente. A cidade do Porto tem uma geografia bastante peculiar, dividida em cidade baixa e cidade alta. É óbvio que para locomoção a pé é mais cansativo do que se a cidade fosse plana. Achei a cidade um pouco mal cuidada. Várias lugares com pichações, muitos mendigos e tal. O hotel apesar de ser bem localizado, causa estranhamento num primeiro momento pois o entorno está mal cuidado. Neste primeiro dia peguei o sightseeing para ter uma ideia geral da cidade, já que ia ficar poucos dias. Foi ótimo ter feito este city tour, pois algumas bairros de praia é mais complicado de chegar, então o city tour foi uma boa. O que não gostamos do city foi o intervalo dos ônibus. Eles demoravam mais de 30 minutos para passar, então o city terminou lá pelas 18h. Depois disso procuramos um supermercado perto do hotel e fizemos um lanche no quarto. Gastos do Dia - Taxi Hotel Florida - Estação Oriente = 12 euros - Trem Lisboa-Porto = 30 x 2 = 60 euros - City Tour (com direito a passeio de barco) = 18 x 2 = 36 euros - Taxi estação de trem - hotel = 7 euros (é bem perto) - Compras e lanches = 12 euros Total = 108 euros 7º dia - 15/fev - sex - O Porto O que mais gosto de fazer de férias numa cidade diferente é andar. Então hoje foi o dia de andar por todos os cantos do Porto. Então, visitamos: Sé, Palácio da Bolsa, Igreja da Misericórdia, Rua Santa Catarina (rua comercial só de pedestres), Igreja de São Francisco, Igreja dos Clérigos. Também andamos pela ponte de Dom Luis I para cruzar o Rio D'ouro e ir até Vila Nova de Gaia comprar vinhos. Fomo a cave Quevedo (tudo a pé) e compramos Ruby e Tauny por 23 euros 3 garrafas. Depois de ter conhecido o outro lado do rio fomos fazer o passeio de barco no D'ouro (quando compramos o city tour o passeio estava incluído). O passeio dura cerca de 1 hora e vale muito a pena. Pegamos um dia de sol maravilhoso e depois fomos almoçar num restaurante na beira do rio, também recomendo almoçar ou jantar na beira do rio, muito legal ! Depois de um dia super cansativo é hora de voltar para o hotel. Hoje usamos metro, bonde e ônibus. No final fizemos lanche no quarto. Gastos do dia Vinhos = 23 euros Almoço = 25 euros (duas pessoas) Transporte = 15 euros Total = 63 euros 8º dia - 16/fev - sab - O Porto e retorno para Lisboa O nosso trem estava agendado para às 13h em direção a Lisboa. Então acordamos cedo porque eu queria ir ao estádio do Dragão. Sempre no último dia de cada cidade nós nos dedicamos as compras. No estádio do Porto tiramos fotos mas não fizemos o tour. Comprei apenas uma bolsa do time, já que as camisas estavam muito caras (75 euros). Do lado do estádio há um shopping, onde minha esposa comprou alguma coisa relacionada a maquiagem (não me perguntem o que...rs.). Depois voltamos ao centro do Porto para uma última passada na Rua Santa Catarina e depois fomos ao hotel pegar nossas malas. A estação de trem fica perto do hotel, mas optamos por um taxi novamente por causa das malas. Demos sorte porque justamente no trajeto de 3 horas aconteceram várias manifestações no país inteiro, o que interditou várias ruas das principais cidades. Chegamos em Lisboa justamente quando os protestos já tinham acabado. Desta vez o destino final em Lisboa era a estação de Santa Apolônia e o taxi ate o hotel ficou mais barato. Fizemos check in novamente no hotel Florida. Para a última atividade do dia em Lisboa faltava irmos ao Freeport Outlet Alcochete. Ele é o maior outlet da Europa. Porém, não sabíamos chegar lá e nem o pessoal do hotel sabia. A única coisa que sabíamos é que era do outro lado da cidade, cruzando a ponte Vasco da Gama. Então fomos até a estação Oriente e fomos nos informar. Lá existe um ônibus que passa no Outlet por 9 euros (ida e volta) por pessoa. Esqueci o nome da empresa, mas é só perguntar lá que o pessoal na estação sabe. Achei o preço da passagem caro, mas vale a pena ir no Outlet, pois os preços lá eram absurdamente mais baratos do que no Brasil. Não estávamos com muita grana, mas as lojas da Asics, Adidas e Puma estavam com preços excelentes. Para se ter uma ideia comprei uma camisa do Benfica por 14 euros, muito mais barato do que em qualquer outra loja. Muitas outras lojas tanto masculino quanto feminino estavam com preços muito bons. O que nos chamou a atenção foi o vazio do shopping. Galera, a crise em Portugal é seríssima. Portugal já não é muito populoso, com crise então as lojas ficam super vazias. Não há tumulto. Porém, se estiver chovendo pensem duas vezes pois as lojas ficam a céu aberto. Chegamos ao hotel hiper cansados, mas fomos arrumar as malas pois no dia seguinte às 13h voltaríamos ao Brasil. Gastos do dia (os presentes não entram na conta) -Taxi hotel porto - estação de trem = 8 euros - Trem Porto - Lisboa = 30 x 2 = 60 euros - Taxi Santa Apolônia - hotel florida = 7 euros - Transporte Outlet = 18 euros - Transporte em Lisboa = 6 euros - Jantar no Outlet = 14 euros (2 pessoas) Total: 112 euros 9º dia - 17/fev - dom - Lisboa e retorno ao Brasil No último dia em Lisboa queríamos fazer um passeio de bonde numa linha normal de passageiros mas de ponta a ponta. Então pegamos o elétrico 28. É um passeio turístico de bonde, mas com os lisboetas. Há uma versão mais turística, mas cara e menos divertida. É possível andar no bonde usado pelos locais o dia todo para cima e para baixo, por 4 das 7 colinas de Lisboa e atravessa o bairro do Chiado. Você pode descer aonde quiser para descobrir a cidade. Desça na Graça para visitar o Miradouro, de onde terá uma bela vista do Castelo de São Jorge e do casario. Dá para ir a pé até o Castelo e a Igreja de São Vicente de Fora. Visite depois o Largo das Portas do Sol para ver o outro lado e desça até a Sé, onde pode também visitar os claustros e verá um teatro romano. Pegue o bonde e desça no Chiado e aproveite para um café no Café A Brasileira e passear no Bairro Alto. É possível pegar o elétrico 28 em várias partes da cidade como na Baixa (Rua da Conceição), no Chiado e na Estrela. Compramos por 6 euros por pessoa o cartão Viva Viagem. Após o tour de bonde e do sobe e desce fomos almoçar no próprio hotel. Depois fomos ao aeroporto. Fim dos nossos serviços Gastos do dia - cartão viva viagem - 6 x 2 = 12 euros - almoço = 24 euros (duas pessoas) - Taxi para o aeroporto = 17 euros Total = 53 euros Conclusões Antes de concluir, seguem os gastos com passagens Brasil-Portugal e Hotéis. Hotel Flórida = 6 diárias = 330 euros total (sem café) Hotel Mercure = 2 diárias = 140 euros total (sem café) Passagem Rio-Lisboa-Rio = R$ 3.011,00 (caro pra caramba ) Bom, gostei muito de Portugal. Em viagem internacional sempre fico pensando primeiro na receptividade dos locais. Os portugueses nos receberam muito bem. Quando falo isso, me refiro a educação e cortesia. Não confundir com efusividade e aquela história "Brasileiro ? Ah, que legal....não existe isso. Quem recebe com festa e coloca no colo é o brasileiro. Em todas as situações, seja no hotel, na padaria, na rua, no transporte público, fomos bem atendidos. Somente em uma ocasião me estressei, foi na rodoviária. Não estava conseguindo uma informação e fui perguntar para uma pessoa de um guichê e ele ficou de má vontade para dar a informação e mandei ele tomar no [email protected]#$ dele ! Fora isso, tudo ótimo com relação a atendimento. É muito legal você viajar para o exterior e falar fluentemente a língua dos locais...rs. Sério mesmo, principalmente para mim que não tem inglês fluente...Se tivesse que morar e escolher um lugar para morar, eu escolheria Lisboa. A cidade é bonita, tem transporte para tudo que é canto e consegue misturar o novo e o velho sem um apagar o outro. Ao mesmo tempo que eles tem um bairro antigo como Alfama e um castelo de mais de 1.000 anos, eles tem uma parte moderna que não para no tempo. Uma cidade bem agradável e que não tem um inverno tão rigoroso assim. Encontramos um recifense que é garçom de um restaurante de shopping e e perguntamos se ele voltaria para o Brasil e ele nos disse que não, mesmo com a crise. Lisboa consegue misturar modernidade em algumas áreas e história, e é isso que mais gostei na cidade. Achei a cidade bem vazia, não sei se foi o carnaval deles e as pessoas viajaram para o interior ou se a cidade é pouco habitada mesmo. Mas às vezes senti falta de mais burburinho nas ruas, levando-se em conta que moro numa cidade (Rio) onde tudo é extremamente cheio. Também gostei da cidade do Porto, mas se tivesse que escolher preferiria Lisboa. A geografia do Porto é desafiadora, embora a parte alta e baixa da cidade seja atendida por transporte público (e de qualidade). Mas cidade você bate ou não... Numa viagem de poucos dias é difícil você traçar o perfil de um povo, de uma nação. Lá só se fala da crise. O desemprego é altíssimo mesmo (estatisticamente). Impossível também é pensar como um país revolucionou o mundo, iniciando a navegação fora da europa e ver o contraste (econômico) de hoje. Ao mesmo tempo, se você comparar Lisboa/Porto às grandes cidades brasileiras, e ficamos anos-luz em termos de transporte de massa. É óbvio que a população é muito menor em Portugal, mas nós não temos 10% do que eles tem em transporte urbano e ferroviário dentro do país. A impressão que tenho é que nunca vamos chegar num nível parecido, principalmente em transporte e segurança...
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