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gabib

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  1. Como já faz um tempinho não vou me lembrar muito sobre os valores exatos, mas como era baixa temporada não achei muito caro (não sei como está atualmente). Há restaurantes em conta, fiquei em uma pousada ótima e com preço acessível e os passeios tbm são baratos. O que achei realmente bem caro foram as barracas nas praias e o restaurante Bora Bora em Carneiros. Com três dias a mais acho bacana ir até Maragogi e se hospedar lá. Não fiz o bate-volta pois os passeios pra lá não estavam saindo por conta da maré, que estava muito alta. Além disso, acho que Maragogi merece mais do que um passeio rápido, se vc puder passe esses três dias por lá ou repita as praias próximas que vc mais gostar. Qualquer dúvida é só falar. Boa viagem!
  2. Demorei mas vou concluir... 7º Dia - Quarta: Nosso dia de maré baixa, finalmente! Estava a 0.3, enquanto nos outros dias não baixou de 0.5, então as piscinas ficaram para o final. Acordamos cedinho, tomamos café na pousada e fomos. Realmente dá pra ir andando até às piscinas, mas achei bem mais prático ir no passeio de jangada (R$15,00 p/p), já que vc pode deixar as coisas nela, o jangadeiro te empresta máscara para ver os peixinhos, ração para jogar para eles e tira fotos lindas, te orientando onde ficam melhores kkk É bem rápido, eles te levam onde ficam as principais piscinas, onde fica o mapa do brasil e depois nos deixam um tempinho em uma maior, onde se pode nadar e fazer snorkel. Foi o passeio que fechou com chave de ouro nossa viagem. Lindo, encantador. Depois disso, fomos nos arrumar, pois o transfer nos pegaria às 12:00. Hora ruim, é a hora de ir embora :\ (Depois coloco as fotos do último dia, pois estou sem meu computador.)
  3. Alguem sabe dizer como é o cambio em Cali? É pior que em Bogota?
  4. Olá jenifer, parabéns pela viagem e pelo relato. Gostaria de saber se vc reservou a Cli's Place por e-mail. Entrei em contato com eles e fiz a reserva para o período do reveillon, no entanto estou um pouco receosa já que eles não mandam nenhum comprovante e nao pedem nenhum depósito antecipado. Com vc foi assim tbm? Foi tudo tranquilo? Outra dúvida: eles me garantiram que posso parcelar o valor total da estadia no cartão de crédito. Sabe me dizer se realmente épossível? Desde já, agradeço.
  5. Oi MIla, tbm estou indo para San Andres com conexão de 8hrs em Bogotá. Acredito que vc já tenha ido, então será que poderia me dizer, por experiencia propria, se dá tempo de fazer alguma coisa nesse meio tempo? Gostaria de visitar a regiao da Candelaria, o Museu do Ouro e arredores, vc acha que dá tempo de uma rapida passeada? Obrigada.
  6. Parabens pela viagem e pelas fotos maravilhosas! Desculpe a pergunta chata, mas qual é a câmera que vc usou? As fotos ficaram realmente sensacionais!
  7. Que relato maravilhoso! Fotos lindíssimas, sem palavras. Parabéns pela ótima viagem, aguardando o restante
  8. Olá Júlio, primeiramente, parabéns pela viagem e pelo relato. O que vcs acharam da pousada Zermatt? Ela é uma das mais baratas, pelo booking, mas vale a pena? Ela fica distante do centro? Daria pra ir a pé? Pois estarei em Gramado mas não vou alugar carro, por isso a preocupação. Desde logo, agradeço.
  9. Ola achei otimo seu relato. Tenho passagem marcada para gramado em marco e tbm ficarei sete dias. Pretendo conhecer as mesmas cidades que vc, incluaive POA, e vc me ajudou muito, pois nao pretendo alugar carro e sim me virar de onibus, rss.. Tbm goatei pq vc nao se ateve muito aos museus, que ja vi que tem varios, mas nao me interessei muito, parece muito desperdicio de dinheiro conhcer todos, so faco questao do Mini Mundo. O passeio que vc fechou para Cambara foi muito caro? Estou indo com meu namorado, vc acha que valeria a penalugar carro so por um dia para conhecer os dois canyons? Obrigada.
  10. Oi gente, tenho 7 dias na regiao sul e gostaria de me hospedar em gramado. A partir de lá é possível fazer bate e volta para Cambará a fim de conhecer ao menos um dos cânions, sem carro? É preciso fechar com agencia ou posso ir de onibus até lá e fechar com um taxista na cidade? Como fica a visibilidade e a cerração nos canions no mes de março (quando estarei la)?
  11. Oi Kelly, tudo bem? Então, nós fomos sem carro tranquilamente, tendo em vista que ficamos hospedados na própria vila e que as praias são relativamente perto uma da outra, e os passeios mais distantes fizemos com agência. Se vcs estão em algum hotel que não fique na vila, não curtem caminhar bastante e/ou estão com um dinheirinho a mais, aluguem sim, vai ser ótimo, até pela comodidade de fazer os passeios no seu ritmo. Acho mais vantagem ainda se estiver pensando em ir à Carneiros e à Maragogi, que são mais distantes e apesar do valor das agências ser barato vcs ficam naqueles passeios regulados e limitados por eles. Resumindo..dá pra aproveitar muito sem carro sim, na vila é bem pequeno, se faz tudo a pé, mas o carro te dá mais conforto e comodidade nos passeios. Fica a seu critério.. Qualquer dúvida, estou a disposição
  12. 6º Dia - Terça: DIa do (trágico) mergulho de batismo! Havíamos adiado para esse dia, bem cedinho, devido à maré estar melhor. Eu havia reservado tudo antes pela internet, com a Ganesh. Nem eu e nem meu namorado nunca mergulhamos, seria nossa primeira vez. O dia estava lindo, solzão, tudo perfeito e lá fomos nós. Primeiro umas básicas instruções la na agencia e partimos para a jangada que nos levaria até o ponto do mergulho. Chegando lá equiparam meu namorado primeiro e colocaram na água, a gente fica ali na beirada da jangada treinando a respiração de baixo d'agua por alguns minutos, até se acustumar...esse foi o problema! Na hora que colocaram a máscara em mim, já me senti sufocada, aquele negocio tampando meu nariz me deu um desespero enorme. Na hora que me jogaram na água, com cilindro e tudo, me deu mais desespero ainda. E quando o instrutor me ensinou a respirar pela boca com aquele negócio e colocar a cabeça de baixo da agua..ai sim o pânico foi total!! Não conseguia ficar nem um minuto respirando dentro da agua. Aquele tipo de respiração lenta me dava um panico, parecia que me faltava ar, nao conseguia me controlar Juro pra vcs que tentei muuuito, meu namorado estava amando, dizia que era otimo respirar com aquilo, tentava me acalmar e o isntrutor tambem, mas nao teve jeito. Sempre fico agoniada em lugares apertados, ou debaixo de cobertas, qualquer coisa que me impeça de respirar livremente pelo nariz, então aquilo ali pra mim foi demaiis! Se eu nao conseguia ficar nem ali, cinco minutos respirando, quem dirá a 4 metros de profundidade e durante 30 minutos!!! Comecei a chorar de desespero, me sentindo frustrada e disse que nao iria conseguir. Meu namorado fez e amou, eu fiquei só na inveja das fotos e na esperança de um dia superar esse pânico e conseguir tbm. Parecia (e é) tão simples, não conheço ninguem e nunca li relato de alguem que nao tenha conseguido fazer, mas enfim, tive a confirmação de que tenho algum tipo de fobia e preciso superar. Depois de passado o meu sufoco, fomos até o Posto Ipiranga ver se conseguiamos alguem para nos levar até Muro Alto, pois queríamos passar o dia lá, já que gostamos muito. Os bugueiros queriam cobrar R$70,00 só para levar, até que fomos pechinchando e conseguimos um que fez a R$20,00. Nos disseram que não conseguiriamos transporte lá para a volta, pois os bugueiros já ficam comprometidos com o passeio de ponta a ponta, mas como nosso lema era ir sempre e dar um jeito de voltar depois, nós fomos kkkk. Passamos o dia lá, sentamos nas barracas só para consumir bebidas, quando a fome apertou, sguimos para uma parte mais tranquila, estendemos a canga e fizemos nosso piquenique com os sanduíches que levamos. Fomos embora no fim da tarde, debaixo de chuva e encontramos um casal que esperava um táxi para voltar a Porto e dividimos com eles (muita sorte) A noite, jantamos no restaurante Traga Luz, uma peixada especial, muito barata e com comida ahco que para quatro pessoas kkkk..muito farto o prato, comemos muito. É um restaurante simples, mas com comida boa e barata. De lá, fomos comprar lembrancinhas e depois, dormir.
  13. 5º Dia – Segunda: Passeio para a Praia de Calhetas, no Município de Cabo de Santo Agostinho, R$40,00 por pessoa. Fomos em um carro, com apenas mais um casal e dessa vez o guia não era muito simpático. Mal falava, não explicava nada e eu tive a impressão de que ele “cortou” parte do passeio, pois só paramos na Praia de Gaibu, rapidamente, para fotos e no Mirante de Nossa Senhora de Nazaré (de onde temos uma vista liiinda) onde tem uma igrejinha que estava fechada quando fomos. Depois ele já seguiu para Calhetas. Eu pensei que faríamos paradas nas outras praias da região. Ao chegar em Calhetas há uma tirolesa que cai no mar, muito boa, de onde se tem uma vista incrível da praia. O valor é R$15,00 por pessoa, por mais R$10,00 eles tiram fotos e te entregam em um CD e tem tbm a opção do teleférico (R$10,00 p/p) que te deixa no ponto de apoio para onde somos levados, que é o Bar do Arthur. Fizemos apenas a tirolesa com fotos e recomendo, bem gostoso. O guia nos deixa no bar do Artur a vontade até as 15hrs. Dessa vez já estávamos vacinados e levamos lanchinhos, só consumimos cervejas do bar. Achei tudo muito caro tbm, achei que seria mais barato, pelo menos as porções são melhores do que de Porto, pelo que vi passar. A praia é pequena, acredito que lotada deve ficar um pouco ruim, mas quando fomos não havia muita gente, estava deliciosa. O mar ali é mais agitado do que na região de Porto, mas não tanto, dá pra ficar tranquilamente, gostei muito. Antes de chegar no bar tbm tem umas lojinhas vendendo cangas, roupas etc. Não olhei preços. De volta à Porto, nós ainda tínhamos a intenção de ver o por do sol no Pontal de Maracaípe e, ao comentar isso com o bugueiro ele nos levou até Maracaípe, sem cobrar nada a mais, pois ficaria mais perto. Nisso ele foi gente boa heheh.. Fomos andando rápido até lá, a fim de pegar o por do sol NE? Chegando lá..nossa que lugar maravilhosooo. A maré já tinha baixado deixando uma imensa faixa de areia. Estendemos a canga na parte virada para onde o rio e o mar se encontram e, mesmo com o sol se pondo, a água era quentinha e de correnteza forte, não dava vontade de sair. Recomendo muuuito! Ao retornamos a noite caiu e não tinha como seguirmos até Porto naquela escuridão. Ao chegar em Maracaípe fomos em busca de um táxi, bugue, qualquer coisa, mas o local estava quase deserto kkk.. Andando mais descobrimos um grupo de mulheres esperando pelo microônibus que iria para lá e esperamos tbm. O ônibus passou (passagem R$2,5)e descemos bem perto da pousada. Nesse dia jantamos na creperia La Creperie, na rua do BB. Sinceramente, não gostei muito do crepe, esperava bem mais pelos comentários que vi. São bons, mas não a maravilha que dizem, gostei foi do caldinho de peixe que pedimos de entrada.
  14. 4º Dia - Domingo: Tinhamos fechado o city tour Recife-Olinda, a R$40 por pessoa. Novamente nos buscaram pontualmente as 08:30, conforme combinado (devido a localização da nossa pousada eramos sempre os primeiros a ser pegos). Após pegar todo mundo, seguimos para Recife. O guia Tiago, da Maracatur foi ótimo, bem simpático e divertido, nos explicava muitas coisas. Primeira parada: praia de Boa Viagem. Apenas uns 10min, somente para fotos. A beira mar de Recife é muito bonita e bem cuidada, com vários prédios luxuosos e é tbm o metro quadrado mais caro da cidade. Seguimos para a parte do Recife Antigo, onde ainda se preservam os antigos casarões coloniais. A van para em um praça e seguimos a pé pelas ruas antigas, de paralelepípedos. Pode-se entrar, opcional, na Casa dos Bonecos Gigantes de Olinda, a R$10,00 por pessoa. Nós não nos interessamos em entrar e seguimos andando sem o grupo. Chegamos na Praça do Marco Zero, onde havia um palco montado e alguns bonecos gigantes dançavam por ali, muito legal. Andamos por ali até o restante do pessoal nos encontrar, entramos na antiga Caixa Econômica onde se tem um cofre enorme e antigo e tbm um chão de vidro de onde se ve parte da antiga estrutura. De volta à van seguimos para a Casa da Cultura, que é um antigo presídio que hoje funciona, em cada antiga cela, lojinhas de artesanato. Eu já tinha ouvido falar de lá, mas esperava mais. De fato, o artesanato de lá é muito mais barato do que o de PG, mas não achei tão bonito, não comprei nada. Tinham várias lojinhas com artigos em renda, roupas e para casa, mas como esse não era do meu interesse não posso informar se os valores compensam.Ficamos por 1h a vontade na casa da cultura. Depois de reunido o grupo o guia nos deu duas opções de restaurante self-service para almoçar e todos escolheram o mais barato, que nem era tão barato assim: R$39,9 o quilo. Restaurante bem simples, já em Olinda, não achei muito condizente com o preço, mas comida boa, só não me lembro do nome agora Depois do almoço paramos para receber um outro guia que faz parte de uma associação de Olinda. Rapaz muito simpático, nos deu muitas informações sobre a cidade. Ao final d passeio ele pede uma contribuição, no valor que vc quiser/puder. Conhecemos as ruas antigas, com as casinhas coloridas coloniais e seguimos para o alto da Sé, onde se encontra uma igreja que leva esse nome, muito bonita, quando fomos estava tendo missa. Ali tbm tem feirinha de artesanato, mas pequena, eu comprei um porta retrato bonitinho por R$12,00. Nos deixam a vontade para andar por ali, acho que por 1h. Subimos no elevador panorâmico (que não estava funcionando, tinha que subir escada mesmo kkk...), gratuito e com uma vista maravilhosaa, da igrejinha com o marzão azul ao fundo e de toda a cidade..lindo, vale a pena subir! Todos reunidos novamente paramos em outro lugar com bonecos gigantes, dessa vez gratuito. E depois em uma outra igreja colonial, com altar todo em ouro, belíssimo. Já no final da tarde seguimos para o Instituto Ricardo Brennand, o maior acervo de armas brancas da América Latina, a R$20,00 por pessoa, estudante paga meia, levem carteirinha . O guia para no posto para comprarmos agua, pq segundo ele lá dentro é muito caro. Chegamos lá debaixo de chuva, mas que logo parou. Gente, que lugar maravilhoso. Desde a entrada com um caminho de coqueiros, jardins impecáveis, atéa estrutura interna dos palácios, das armas e de todo o acervo. Vale a pena entrar! Depois de uma hora livres no local, é o fim do passeio, retornamos para PG já estava escuro. É um passeio muito bom, longo, rico em informações, recomendo!! Chegamos na pousada cansados e como a questão financeira já começava a gritar resolvemos comer só um cachorro-quente na esquina da pousada mesmo kkkk..
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