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Bruno Marinho

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Tudo que Bruno Marinho postou

  1. Quando voltamos para o cruzeiro no fim do dia fomos conhecer o navio e aproveitar a mordomia a bordo. O cruzeiro teria o seguinte roteiro: 1° dia - embarque em Maurícios 2° dia - navegação 3° dia - navegação 4° dia - Seychelles 5° dia - navegação 6° dia - navegação 7° dia - navegação 8° dia - Maldivas 9° dia - navegação 10° dia - Colombo (Sri Lanka) 11° dia - navegação 12° dia - navegação 13° dia - navegação 14° dia - Pukhet (Tailândia) 15° dia - navegação 16° dia - Singapura 17° dia - navegação 18° dia - navegação 19° dia - Da Nang (Vietnã) 20° dia - navegação 21° dia - Hongkong (desembarcamos aqui em Hongkong, pois queríamos ir a Macau. Contudo, o cruzeiro continuou por mais 3 dias, conforme se segue) 22° dia - navegação 23° dia - navegação 24° dia - Xangai Muitas pessoas podem se assustar com a quantidade de dias em um navio, ou os longos trechos de navegação. Mas nós adoramos e achamos até pouco. Um de nossos sonhos é fazer a volta ao mundo de cruzeiro. Muitos pensam que os dias são monótonos. Já eu, acho que monótono é ter que acordar todos os dias e ir para o trabalho durante 11 meses para conseguir um mês de férias e aí sim, realmente viver. Nossa rotina extenuante no navio é a seguinte: acordar, dar uma caminhada na pista existente no convés. Tomar o café da manhã. Ir para a piscina e depois para a jacuzzi. Depois comer mais alguma fruta e ir para a cabine. Descansar um pouco na cabine. Ler algo ou assistir algum filme. Almoçar. Dormir um pouco depois do almoço. Jogar cartas, ler ou andar mais um pouco. Participar de alguma atividade do navio. Jantar. Assistir algum show ou ouvir música ao vivo em algum dos bares do navio. Sinceramente sentimos muita falta dessa "rotina" quando o cruzeiro acaba!!! E o balanço do mar? Já fizemos duas travessias do Brasil pra Europa, sem balançar nada. Um cruzeiro na Europa, também sem balançar nada. Um cruzeiro para o Sul do Brasil, onde balançou demais (esse foi o primeiro que fizemos), outro no Brasil super tranquilo e um na Amazônia, também sem mexer nada. Esse só ficou mexendo demais em um período de umas 30 horas. Não chegou a dar medo, mas incomodou muito. Nada que pudesse derrubar as pessoas ou fazer cair copos ou talheres das mesas, mas foi um balanço contínuo e por muito tempo, o que deu um pouco de dor de cabeça e só. Depois que passou nem lembramos mais disso. E, como eu disse, não foi nada assustador, só chato mesmo. O navio Neo Romantica, da Costa Cruzeiros era pequeno, em comparação com outros que já fomos, como o Preziosa, da MSC. A comida era muito boa, mas um pouco repetitiva. Parecia que tinham uns três cardápios que se repetiam sempre. Agora vamos seguir com os locais visitados. Seychelles era um lugar que queria conhecer desde 1998, quando li uma matéria sobre o País na revista Terra. As formações rochosas nas praias parecem que foram feitas à mão, de tão bonitas e detalhadas. A natureza levou milhões de anos fazendo um trabalho impecável. Como as ilhas são distantes e o tempo de parada era curto, contratamos uma das excursões do navio, que nos levaria às Ilhas de Praslin e La Digue. Pelas fotos vocês vão verificar que valeu cada centavo gasto na excursão.
  2. Prosseguindo com os relatos... No dia seguinte pegamos o voo em direção a Maurícios. Demos uma sorte absurda, pois fizeram uma promoção para a classe executiva para esse voo, que foi no avião A-380. Pagamos somente mais U$ 300,00 para o upgrade (depois fomos tentar fazer o upgrade nos trechos entre Xangai e Dubai e entre Dubai e Rio, mas aí não foi possível, já que custavam U$ 5.000 e U$ 4.000 respectivamente). O voo foi uma atração à parte. Muito conforto em todos os sentidos. Tenho quase 1,90m e consegui ficar deitado em encostar os pés na poltrona da frente. Comida excelente o tempo todo e ainda tinha um bar no final do avião, onde eram servidos drinks e aperitivos. O voo transcorreu sem problemas e chegamos em Maurícios, com clima tropical, mas um calor bem suportável. De lá pegamos um taxi e fomos nos hospedar no hotel, que fica na beira da praia, que tem um mar com várias tonalidades de azul. A vista da varanda era realmente espetacular. Ali, ficamos somente da manhã deste dia até a noite do dia seguinte. Fizemos um city tour em cada dia. No primeiro dia andamos mais perto do hotel e no centro da ilha. Visitamos algumas fábricas de barcos em miniatura, fomos ver a "Torre Eiffel" de Maurícios e outras atrações pela cidade, além de aproveitar a praia do hotel. No segundo dia ficamos na praia e fizemos um passeio de barco com mergulho de snorkel, almoçamos e fomos para o navio onde fizemos o checkin. Mas como o navio só zarparia à noite, saímos e fizemos o segundo city tour, só que agora na capital, Port Louis.
  3. O visto é tirando pelo site da Emirates, mas não é gratuito. Pelo menos quando eu comprei a passagem não era gratuito. Pouco depois surgiu uma promoção de vistos grátis, mas eu não fui contemplado, então tive que pagar mesmo. rsrs
  4. Depois de algum tempo afastado aqui do Mochileiros, voltamos agora com as dicas desse roteiro que acabamos de fazer. Foram 32 dias de viagem por locais muito exóticos, pelo menos para nós, brasileiros. Fomos para Dubai e de lá voamos para as Ilhas Maurício, onde embarcamos em um cruzeiro que passou por Seicheles, Maldivas, Sri Lanka, Tailândia, Cingapura, Vietnã e Hong Kong, onde desembarcamos (o cruzeiro seguiu até Shanghai, mas preferimos descer em Hong Kong), depois fomos de ferry boat até Macau, pegamos um avião até Shanghai e, já retornando ao Brasil, fizemos uma parada em Dubai e voltamos para casa. Vou fazer um relato detalhado de todos os lugares, com algumas fotos para ilustrar melhor a nossa aventura. 1. Dubai A nossa ida para Dubai foi precedida de uma grande dificuldade para conseguir pagar a taxa do visto de turista. Primeiro por causa das datas de antecedência, pois o site nos direcionava para um visto com múltiplas entradas, que custa quase U$ 500,00. Depois desse susto inicial, verificamos que seria ideal pegar dois vistos de 96 horas, que sairia MUITO mais barato, aproximadamente U$ 75,00 cada. Depois disso, nenhum dos meus cartões de crédito foi aceito. Liguei para o cartão e eles informaram que não seria possível realizar o pagamento por questões técnicas. Pedi ao meu irmão e consegui pagar como dele, do Banco do Brasil. Os meus que não foram aceitos são da Caixa Econômica e American Express. Metade do problema foi resolvido, pois o visto da segunda passagem só poderia ser tirado com menos de 30 dias de antecedência. Com isso, teve que ser tirado durante a viagem. Mas blz, conseguimos fazer tudo. Agora vamos a Dubai!!! O voo foi muito tranquilo. Eu tinha uma grande preocupação de como seria ficar 14 horas dentro de um avião, mas foi muito menos chato do que eu imaginava. A variedade de bons filmes no sistema de entretenimento da Emirates ajudou muito a passar o tempo. A comida servida foi boa em quantidade e qualidade. Chegamos em Dubai à noite e ficamos impressionados com o aeroporto, pela sua grandiosidade. Passamos tranquilamente pela imigração e pegamos um taxi para o hotel. Muito fácil a comunicação em inglês com eles. Parece que todos falam inglês. Ficamos hospedados no Ibis, que tem praticamente o mesmo padrão em todo o mundo, mas com uma grande vantagem, o café da manhã, que estava ótimo!!! Muita variedade de comidas, tanto árabes, como de outros lugares do mundo. Pela manhã saímos logo cedo em um ônibus grátis que passa no hotel, com direção ao Dubai Mall. Lá visitamos o Shopping, que é o maior do mundo e fomos no Burj al Kalifa, que é o maior prédio do mundo. Tudo realmente impressionante e com preços muito acessíveis. Depois fomos até a ilha em formato de palmeira, a Jumeirah, onde almoçamos no hotel Atlantis e demos uma volta para ver a grandiosidade do lugar. Após isso, fomos ao Mall of the Emirates, onde existe uma pista de esqui na neva, gigante, no meio do shopping. Depois voltamos para o hotel para descansar para o voo para Maurícios. Em breve seguiremos com os relatos da viagem!
  5. Boa tarde! A imigração acontece pouco antes de atravessar o Eurotunel. É interessante que leve seus comprovantes sim, pois o procedimento é o normal de imigração. Boa viagem
  6. Bom dia pessoal! Estava com dúvidas a respeito do ônibus entre Calais e Londres, se iria no ferry ou no trem. Fizemos a viagem, que foi bem tranquila. E sanando a dúvida, fomos de trem. Viagem super tranquila. aproximadamente 35 minutos de trem, mas uma demora na imigração. A viagem total ficou por volta de 5 horas. Valeu muito a pena, tendo em vista o preço muito baixo da passagem. Boas viagens
  7. Eu vou pegar o ônibus já em Calais. Pelo site está prevista uma viagem de 4 horas. Planejo pegar o de 14h, chegando em Londres por volta de 18h. De trem seria uma hora. Como vamos em quatro pessoas, de ônibus vai sair 72 Euros para os 4 e de trem 500 Euros. A diferença é absurda. Obrigado pelas dicas!!!
  8. Obrigado! Eu estava pensando em comprar a passagem de trem, mas já está custando 125 Euros por pessoa, enquanto a de ônibus está 18 Euros. Diferença absurda!!!
  9. Alguém aqui já fez o trajeto Calais x Londres pelo Eurolines? Vai pelo ferry ou pelo trem?
  10. Quando eu fui eu troquei cada Real por 1,10 Soles. O melhor câmbio foi na fronteira, em Iñapari, em uma loja bem na frente de onde você vai carimbar o passaporte.
  11. Bom dia a todos! Vou repassar agora os custos aproximados da viagem: Taxi de Rio Branco até Assis Brasil - R$ 300,00 (4 horas de viagem) Taxi de Iñapari (Fronteira com Assis Brasil) até Puerto Maldonado - 130 Soles (3 horas de viagem) Hotel em Puerto Maldonado - Puerto Amazonico, Avenida Leon Velarde n° 1080, 0051. Puerto Maldonado R$211,00 casal e R$144,00 indiv. com café da manhã incluído, wi-fi e estacionamento. Puerto Maldonado x Cusco R$ 842,00 (ida e volta) pela Avianca (acabei pagando caro, pois tive que comprar a passagem muito próximo da viagem, já que o planejamento inicial era ir de carro alugado desde Rio Branco) Hotel em Cusco - Hotel Royal Inka I - Diária de casal US$ 72.20 Vale Sagrado - Em vez de comprarmos o pacote convencional, pagamos um guia que nos levou de carro por todos os locais. Ele nos cobrou 250 Soles pleo dia inteiro de passeio, o que, dividido pelos 3 ficou muito barato. Machu Picchu - 220 Dólares por pessoa (inclui o transporte e as entradas. São umas quatro horas pra ir e outras quatro pra voltar até Cusco. Cusco x Puerto Maldonado de Avianca Puerto Maldonado x Iñapari 130 Soles Assis Brasil x Rio Branco R$ 300,00 Boas viagens!!!
  12. Alguém indica um agência de turismo para comprar um city tour em Casablanca?
  13. A viagem a ser relatada foi feita no carnaval de 2014. Primeiro dia Na verdade, saímos de Manaus, num voo com escala em Porto Velho, com destino a Rio Branco, onde chegamos perto da hora do almoço. Em Rio Branco, um amigo nos buscou no aeroporto e nos levou até onde ficam os táxis lotação que levam até Assis Brasil, na fronteira com o Peru, em uma viagem de 4 horas, que nos custou R$ 300,00. A estrada até Brasiléia está boa, no entanto, de Brasiléia até Assis Brasil existem alguns buracos gigantes na pista. Chegamos em Assis Brasil pouco antes de a alfândega fechar, mas conseguimos fazer todos os trâmites ainda neste dia. Logo na fronteira pegamos um táxi peruano, que nos levaria até Puerto Maldonado. Troquei dólares e Reais por Soles numa tenda bem em frente à alfândega. De lá seguimos até Puerto Maldonado em uma viagem de aproximadamente 3 horas, que nos custou 130 Soles. Chegando lá, fomos para o hotel Puerto Amazonico, onde passamos a noite. Segundo dia Pela manhã passeamos por Puerto Maldonado, apesar de não haver muitas atrações na cidade. Fazia um calor típico da Amazônia. Perto da hora do almoço, pegamos o avião da TACA que nos levou até Cusco. Chegando em Cusco e já começamos a sentir os efeitos da altitude. Não teve jeito, tivemos que tomar o famoso chá de coca, oferecido no hotel. E funciona mesmo! Aliviou bastante os efeitos, pelo menos para mim. O pior era o coração muito acelerado e o cansaço frente ao mínimo esforço. Fomos para o hotel Royal Inca II, que fica bem próximo à Praça D'Armas. Valeu a pena ter pago um pouco mais pelo hotel, pois foi realmente excelente localização e serviços. Nesse primeiro dia escutamos os conselhos de descansar pra ver se o corpo se acostumava à altitude. Mas mesmo assim, fizemos alguns passeios nas redondezas e aproveitamos para ir à Praça D'Armas e ao Qoricancha. De volta ao hotel, pedimos o contato de algum guia que vendesse pacotes para Machu Picchu e Vale Sagrado. Nos indicaram a Sra Juana, de quem disponibilizarei o telefone em breve. Ela nos vendeu o pacote para Machu Picchu, composto de ônibus, saindo do hotel às 04:00h. Foi uma viagem de 1:40h de ônibus, mais 1:40h de trem e mais 0:30h de ônibus para chegar no topo da montanha. Já para o Vale Sagrado ela nos indicou o Sr Hector, de quem também disponibilizarei o telefone. Este guia nos levou em seu próprio automóvel, espaçoso e confortável, para todos os pontos do Vale Sagrado, indo na contramão dos ônibus turísticos e só nos custou pouco mais que o pacote no ônibus. Terceiro dia Cedo, no horário combinado, o Sr Hector foi ao hotel para nos buscar. Seguimos para o passeio pelo Vale Sagrado. Começamos por Chinchero, o local de maior altitude por onde passamos. Lá pudemos ver vários resquícios da civilização Inca e observar como a população local mantém os traços físicos e a cultura indígena. De lá, seguimos para Ollantaytambo, onde existe um templo gigantesco, com centenas de degraus para chegar até sua parte superior. Muito cansativo, mas vale a pela. Depois fomos para Pisac, onde observamos o maior número de terraços onde eram feitas as plantações, nas encostas dos morros, em forma de degrau. Saindo de Pisac, ficamos parados um tempo na estrada, pois estava ocorrendo um desfile de carnaval típico da região. O interessante foi conhecer um pouco da cultura local, mesmo sem planejar. De lá fomos para Tambomachay e Saqsaywaman, onde não pudemos ver muitas coisas, devido ao atraso causado pelo desfile da carnaval. O ponto forte do passeio foi o guia, que sabia muito da história e pode nos passar várias informações importantes. A noite saímos para comer um ceviche, próximo à Plaza D'Armas e voltamos para o hotel. Quarto dia Esse foi o dia de conhecer Machu Picchu! Saímos do hotel às 4:00 da madruga, para uma viagem longa, mas muito compensadora. O ônibus turístico veio nos buscar no hotel e seguimos no mesmo por aproximadamente 1:40h até Ollantaitambo, onde pegamos o trem para uma viagem de mais 1:40h até Águas Calientes. Durante o percurso de trem pudemos admirar a paisagem composta de montanhas nevadas e rios durante quase todo o trajeto. Em Águas Calientes, pegamos um ônibus até o topo da montanha, em um trajeto de 0:30h que nos deixou na porta de Machu Picchu. O local dispensa comentários. Realmente é impressionante ver a perfeição das construções Incas. Tudo calculado e funcionando até hoje! Mais impressionante ainda é imaginar como eles conseguiram transportar tantas pedras gigantescas sem a ajuda de máquinas. Um guia nos conduziu no local, em uma visita de 2 horas, a meu ver, muito corrida. No final tivemos bastante tempo livre para passear pelo local e tirar várias fotos! Na volta foi a mesma viagem de ida, longa e cansativa, mas aproveitamos pra dormir um pouco. Chegando em Cusco, jantamos alguma coisa e fomos dormir. Quinto dia No último dia em Cusco aproveitamos para passear pela cidade e comprar algumas lembranças (o melhor local para comprar é no Centro de Artesanato), já que nosso voo era perto de meio dia e não teríamos muito o que fazer mesmo. Pegamos o avião em um voo assustador, onde o avião despencou em uma turbulência sem qualquer aviso por parte do piloto. Ainda bem que estávamos com o cinto de segurança e ninguém se machucou. Chegamos em Puerto Maldonado e pegamos logo um táxi para a fronteira com o Brasil. Fizemos o desembaraço na fronteira e seguimos em um táxi brasileiro até Epitaciolândia, onde tivemos uma grande dificuldade para achar um hotel limpo pra dormir. Por sorte encontramos o Vila das Orquídeas, que é excelente! Comemos algo no hotel mesmo e dormimos. Sexto dia No último dia de viagem fomos até Cobija na Bolívia, onde comprei uma câmera fotográfica muito mais barata que no Brasil e seguimos de carro para Rio Branco, onde pegamos o voo de volta para Manaus.
  14. Eu vou no dia 27 de fevereiro. Vou ver como fica o ônibus de Puerto Maldonado a Cusco. Acho que para mim seria a melhor opção. Muito obrigado pelas dicas!!!
  15. Bom dia pessoal Estou planejando uma viagem para Cusco e Machu Picchu, saindo de Rio Branco, com o seguinte roteiro: Dia 1 - chegando em Rio Branco às 12:00h e pegar o carro aludago e partir pra Assis Brasil, pernoitando na fronteira. Dia 2 - Seguir de Assis Brasil até Cusco Dia 3 e 4 - Cusco com uma ida a Machu Picchu Dia 5 Retornar de Cusco a Epitaciolândia e dar uma passada em Cobija, se der tempo Dia 6 - Retornar a Rio Branco e pegar o avião de volta pra Manaus Porém liguei para a locadora de carros e me informaram que não está sendo possível entrar com carros de terceiros no Peru. Somente o proprietário. Aí eu mudaria os planos, mas não sei se dará certo. Pegaria um taxi lotação para Assis Brasil no primeiro dia. E de lá pegaria uma van pra Puerto Maldonado, onde dormiria. Será que dá tempo de fazer isso em apenas uma tarde? No dia seguinte pegaria um ônibus para Cusco. Tem esse ônibus todos os dias??? Ou seria possível alugar um carro em Puerto Maldonado? Está muito corrida a viagem??? Qualquer ajuda é muito bem vinda!!!
  16. Eu não tinha a PID (permissão internacional para dirigir) e não tive nenhum problema para alugar o carro. Mas se tiver tempo, tire a PID. É bem rápido e fácil. Basta ir ao Detran, pagar um DUDA e o documento fica pronto em 1 dia. Boa viagem!
  17. Fala aí pessoal! Estou morando aqui em Manaus pela segunda vez e tenhom descoberto alguns lugares muito bacanas e pouco conhecidos pelos turistas, como a praia do Açutuba ou as Ruínas de Paricatuba, por exemplo. E agora, com a ponte sobre o Rio Negro, ficou fácil demais seguir atés estes locais. Na página do face e no blog abaixo, vcs podem encontrar dicas de coisas muito bacanas de se fazer por aqui e por outros pontos da Amazônia. Façam perguntas a vontade, pois temos todo o prazer em ajudar os outros turistas. https://www.facebook.com/pages/Amaz%C3%B4nia-em-Imagens/591423914235914 http://www.amazoniaemimagens.blogspot.com.br/ Boas viagens a todos!!!
  18. Bruno Marinho

    Amsterdam

    Pra economizar um tempo enorme de fila, compre o ingresso pra Casa de Anne Frank pela internet, através do site: http://www.annefrank.org/en/Museum/Practical-information/Online-ticket-sales/ Chegando lá você entra por uma porta ao lado de onde as pessoas da fila entram. Não tem informação sobre isso lá, mas vc vai ver outra porta à esquerda de onde as pessoas da fila entram. Lá tem um interfone. É só tocar e dizer que tem o ingresso.
  19. Após muito tempo de pesquisa, resolvemos chegar até a Europa pelo mar. Compramos um cruzeiro da MSC para fazer a travessia e ainda resolvemos fazer outro cruzeiro, saindo da Itália e indo até a Grécia e Turquia. Vou postar aqui o dia-a-dia de nossa viagem, tentando ilustrar ao máximo o que vimos nessa longa viagem. Inicialmente, o nosso grande problema foi saber como seria uma viagem transatlântica, pois existem pouquíssimos relatos sobre essas viagens. Porém, para nossa sorte, a viagem foi excepcional, sem nenhum problema, do início ao fim. Parecia que o navio estava em um lago, de tão pouco que balançava. Os dias também passaram rápido demais e não tivemos nenhum problema com monotonia, pois sempre estávamos envolvidos em alguma atividade. Nosso roteiro foi o seguinte: 1° Dia - Saída do Rio de Janeiro (MSC Orchestra) 2° Dia - Navegando 3° Dia - Salvador 4° Dia - Recife 5° Dia - Navegando 6° Dia - Navegando 7° Dia - Navegando 8° Dia - Navegando 9° Dia - Navegando 10° Dia - Santa Cruz de Tenerife (Ilhas Canárias - Espanha) 11° Dia - Navegando 12° Dia - Lisboa 13° Dia - Cádiz - Espanha 14° Dia - Navegando 15° Dia - Barcelona 16° Dia - Toulon - França 17° Dia - Gênova (fim do cruzeiro) 18° Dia - Gênova x Lucca 19° Dia - Lucca - Itália 20° Dia - Lucca x Civitavecchia - Embarque Cruzeiro Norwegian Jade 21° Dia - Navegando 22° Dia - Olímpia - Grécia 23° Dia - Atenas - Grécia 24° Dia - Izmir - Turquia 25° Dia - Istambul - Turquia 26° Dia - Istambul - Turquia 27° Dia - Navegando 28° Dia - Navegando 29° Dia - Nápoles - Itália 30° Dia - Civitavecchia (fim do cruzeiro) x Florença (passando de carro por Viterbo, Farnese e Orvietto) 31° Dia - Florença 32° Dia - Florença x Siena x Arezzo x San Marino x Florença 33° Dia - Florença x Caminho da FEB-Força Expedicionária Brasileira - Pistóia, Porretta Terme, Monte Castelo, Montese x Florença 34° Dia - Florença x Verona 35° Dia - Verona 36° Dia - Verona x Lugano - Suiça x Verona 37° Dia - Verona x Veneza x Pádua x Verona 38° Dia - Verona x Madrid 39° Dia - Madrid 40° Dia - Madrid x Rio 1° Dia - Saída do Rio de Janeiro (MSC Orchestra) Chegamos cedo ao embarque para evitar filas, já que a infraestrutura do porto do Rio de Janeiro é um lixo. Da última vez que tinha embarcado em cruzeiro, passei sede durante o período de embarque, pois não havia nada para bebermos. Tudo se esgotou em poucos minutos, devido ao calor infernal que fazia no terminal. 2° Dia - Navegando Aproveitamos para conhecer melhor o nosso hotel flutuante, que seria a nossa casa por mais 16 dias. 3° Dia - Salvador Como o tempo de estadia em Salvador seria curto, optamos por visitar o Mercado Modelo, subir o Elevador Lacerda, visitar o Pelourinho e fazer um passeio de taxi para conhecer os principais pontos turísticos. Fomos até o Farol da Barra e a Igreja do senhor do Bonfim. 4° Dia - Recife Em Recife contratamos um passeio fora do navio, o que nos custou menos de 1/4 do preço do mesmo pacote oferecido a bordo. Fomos até Olinda e à Central de artesanato. Aproveitamos para fazer as nossas últimas compras em Reais e retornamos para o navio para o início da travessia transatlântica. 5° ao 9° Dia - Navegando Essa era a nossa maior preocupação antes da viagem. As principais dúvidas: vai balançar muito? será que alguém vai passar mal? vamos ficar enjoados? entediados? o tempo vai demorar muito a passar? As respostas foram: não, não, não, não e não. Na verdade foi uma parte muito boa da viagem, onde pudemos conversar bastante, curtir o navio, jogar baralho, aproveitar a piscina enquanto estávamos próximos ao Brasil (porque depois ficou frio demais) e apreciar as paisagens durante o caminho. No segundo dia de travessia passamos muito perto de Fernando de Noronha. Fomos para a varanda e curtimos o panorama durante bastante tempo. Já no quatro dia de travessia passamos por Cabo Verde, não tão perto quanto Noronha, mas tivemos algumas vistas bacanas daquele país. Fernando de Noronha Fernando de Noronha Batismo de Netuno ao passar pela Linha do Equador 10° Dia - Santa Cruz de Tenerife (Ilhas Canárias - Espanha) Já no início da manhã pudemos avistar a Ilha de Santa Cruz de Tenerife, bem como, parte de seu imenso vulcão, El Teide. O clima estava excelente, nem calor, nem frio e descemos do navio com blusas de manga curta (o que depois nos custou sentir muito frio!!!) Pouco depois da descida no navio contratamos um taxi para fazer um tour pela ilha. Fomos incialmente até o Vulcão El Teide e, nessa hora, sentimos muito frio, pois fomos para uma grande altitude em questão de minutos, o que fez a temperatura cair abruptamente. A paisagem é impressionante, diferente de tudo que eu já tinha visto. Muito bacana mesmo! De lá seguimos para Orotabo e Porto la Cruz, mais duas cidades da Ilha de Santa Cruz de Tenerife. Em Orotabo visitamos um local de venda de artesanato chamado Casa de los Balcones e em Porto la Cruz fomos até as lojas de eletrônicos, uma vez que na ilha os produtos são vendidos sem impostos. Mas cuidado, compre apenas produtos com garantia internacional, pois no navio escutamos diversas histórias de prejuízos devido a compras muito baratas em lojas duvidosas. El Teide 11° Dia - Navegando Só um dia de navegação já parecia até brincadeira!. rs 12° Dia - Lisboa Resumo do dia: muito frio e chuva constante! O dia não estava agradável para o turismo, pois a chuva incomodou muito. Como já conhecíamos Lisboa, resolvemos voltar a alguns lugares que gostamos. Já no desembarque pegamos um ônibus turístico, o que não se mostrou uma boa opção, já que o transporte coletivo seria muito mais barato. Fomos até o Planetário, Museu da Marinha e Mosteiro dos Jerónimos, todos fechados! Aí seguimos para a loja do pastéis de Belém. Tomamos um chocolate bem quente e comemos as iguarias da casa. De lá seguimos para o centro de Lisboa e fomos a várias lojas nas ruas e a um shopping, rodamos um pouco, pois o frio estava desanimando muito. No final pegamos novamente o ônibus turístico, já que o nosso ticket era válido o dia inteiro, demos uma volta dentro do ônibus e voltamos para o porto. Mas antes compramos alguns queijos de cara e de ovelha e levamos para o nosso lanche da tarde, dentro do navio. Antes de embarcar ainda fomos ao museu do Exército, que fica ao lado do porto. Muito interessante e tem uma pequena parte que fala sobre os descobrimentos de Portugal, inclusive o do nosso país. Padrão dos Descobrimentos Torre de Belém 13° Dia - Cádiz - Espanha Cádiz é uma minúscula cidade espanhola localizada na região da Andaluzia. O clima estava ótimo e o dia foi muito agradável. Mais uma vez, bobeamos pegando o ônibus turístico, pois a cidade é realmente muito pequena e daria pra conhecer praticamente tudo a pé. Mas tudo bem, já que estávamos com os meus pais e ainda teríamos muitos dias de viagem pela frente, então era bom nos pouparmos um pouco. Foi um local de vontade de ficar, de tão bacana que era. Tudo muito antigo e muito conservado. Praias muito bacanas. Pena que só tivemos 1 dia por lá. Esse é o problema dos cruzeiros, você só conhece um pouco dos locais. Só dá pra saber se quer voltar ou não. Resquícios das muralhas que cercavam toda cidade. 14° Dia - Navegando 15° Dia - Barcelona Barcelona dispensa comentários! é realmente uma cidade impressionante. Pena que o tempo foi tão pequeno, pois um dia dá pra ver muito pouco do que o local tem a oferecer. Desmbarcamos e pegamos um taxi até o início das Ramblas, que na verdade é uma das ruas principais da cidade. de lá fomos até o funicular pra Montjuic, onde visitamos o Castelo de Montjuic e o Estádio Olímpico. Depois descemos as escadas rolantes a céu aberto, passando pelo Museu de Arte Catalã, onde não pudemos entrar devido à escassez de tempo. Fomos até perto da praça de touros e pegamos o metrô para a Catedral da Sagrada Família, onde também não conseguimos entrar, porque estava lotada e não poderíamos esperar até o final da tarde que era a previsão de entrada, então tiramos fotos e seguimos de volta para as Ramblas, onde visitamos o Mercado Municipal, que é um lugar impressionante pelas cores e sabores das frutas e sucos. Tomamos vários sucos antes de sair. Passeamos um pouco mais pelas Ramblas e voltamos para o navio.` 16° Dia - Toulon - França Foi a pior parada do cruzeiro. Primeiro pelo frio, que estava absurdo, segundo pela chuva constante e terceiro porque o porto não ficava em Toulon, mas sim em Seyne-sur-Mer. Era necessário atravessar uma pequena baía ou contorná-la de ônibus. O navio ofereceu transporte até Toulon, só que pago, e caro. Achamos um absurdo, pois estava escrito que iríamos para Toulon e não foi isso que ocorreu. Pegamos um trenzinho turístico e seguimos até o pier, onde pegamos uma balsa e atravessamos pra Toulon. Rodamos um pouco, fomos a uma feira e a uma igreja, andamos mais um pouco e retornamos para o navio. O grande atrativo da região são as praias, portanto não aproveitamos nada, devido ao frio que fazia. 17° Dia - Gênova (fim do cruzeiro) No fim do cruzeiro já começamos a sentir saudades do navio. Sabíamos que sentiríamos falta de sua praticidade e conforto durante o restante da viagem. O porto de Gênova é gigante. Muito grande mesmo!!! Mas quando desembarcamos foi uma confusão absurda pra pegarmos um taxi. Estava frio e chuvoso e todos estavam tentanto pegar o primeiro taxi que aparecia. Demoramos um pouco pra conseguirmos nosso transporte. O hotel ficava próximo ao porto. Lugar simples, mas atendeu perfeitamente as nossas necessidades. Fizemos o check-in e já saímos pra conhecer a cidade de Cristóvão Colombo. O local é repleto de igrejas antigas palácios para serem visitados, além da casa onde viveu Cristóvão Colombo (acredite se quiser! rs). O planejamento inicial era alugar um carro em Gênova para seguir pra Lucca, porém o tempo estava chuvoso e não tive nenhuma vontade de dirigir. Comprei as passagens de trem e desisti da reserva do carro, o que me custou uma pequena taxa. Mas acho que foi a melhor escolha, pois não gosto de dirigir com chuva nem no meu país, imagine em outro! 18° Dia - Gênova x Lucca 19° Dia - Lucca Pegamos o trem em Gênova com destino a Lucca. Como sempre, a viagem de trem foi super tranquila. Muito mais prática que de avião, pois a estação era ao lado do hotel e não temos a obrigação de chegar uma hora antes pra fazer check-in. Chegando em Lucca foi um pouco difícil de encontrar o nosso "hotel", pois na verdade, apesar de parecer um hotel pelas fotos do booking, o local era na verdade um prédio residencial onde eram alugados quartos com banheiro. Na prática era igual a um hotel, mas sem fachada ou recepção, por isso não conseguíamos encontrá-lo de jeito nenhum. Tivemos que ligar para o nosso contato, que nos deu mais orientações e veio nos encontar em um ponto mais próximo do hotel. No fim deu tudo certo, pois os quartos eram muito bons e ficamos muito bem localizados na cidade, que por sinal, também é muito bacana. O centro antigo é todo cercado por uma muralha medieval, o que dá um aspecto muito interessante ao local. Comemos ótimas pizzas nessa cidade! 20° Dia - Lucca x Civitavecchia - Embarque Cruzeiro Norwegian Jade Pegamos um trem em direção a Civitavecchia, que é onde fica o porto que atende a Roma, mas a 70 km de distância daquela cidade. A viagem foi muito bacana, pois seguimos praticamente o tempo todo pelo litoral. Pena que as janelas do trem estavam sujas e não conseguimos tirar nenhuma foto boa do caminho. Chegamos a Civitavecchia e seguimos para o porto, que fica bem perto da estação de trem. O embarque foi muito rápido e o navio, Norwegian Jade, era excelente!!! Voltamos à mordomia de um navio, o que foi ótimo para todos! Chegamos e fomos fazer um reconhecimento de nossa nova casa e ficamos comparando com o MSC Música. Eu preferi o Norwegian, pois achei mais luxuoso que o MSC e também achei a comida melhor. Sem falar no preço, pois pagamos aproximadamene R$ 1.400,00 por pessoa na cabine externa com janela para 10 dias de cruzeiro com tudo incluído! Isso mesmo, os valores estão em Reais. Nos saiu por aproximadamente R$ 140,00 por ida com direito a transporte, hospedagem, alimentação e entretenimento a bordo. O melhor custo benefício que já consegui até hoje. Sem falar que o itinerário do návio era excelente: Olímpia e Atenas, na Grécia, Izmir (Ásia) e Istambul na Turquia e Nápoles na Itália. Com direito a pernoite em Istambul! 21° Dia - Navegando Mais um dia de navegação. Porém bem atípico, pois passamos por um vulcão ativo, o Stromboli, e pela Sícilia, onde também vimos o Vulcão Etna. A passagem pela Sicília foi muito interessante, pois o navio passou por um canal estreito entre o continente e a ilha e fizemos uma viagem panorâmica nesse ponto. Vulcão ativo Sicília 22° Dia - Olímpia - Grécia Na verdade o navio aportou em Katakolon,e de lá fizemos uma pequena viagem até Olímpia, o berço das Olimpíadas! Em Olímpia nós visitamos o museu e sítio arqueológico, que é simplesmente impressionante. Dentro do museu fomos chamados a atenção porque estávamos tirando fotos das relíquias e aparecendo junto nas fotos. Isso não podia. Só podia tirar fotos das relíquias, mas você não pode aparecer nas fotos. Não sei se entendi muito bem, mas nos disseram que era uma falta de respeito com as relíquias. Não entendi, mas obedeci. É muito difícil entender como conseguiam levantar obras tão grandes sem a tecnologia que temos hoje. Na região do porto existiam diversas lojas com lembranças e restaurantes com comidas típicas. Fui o único do grupo que se arriscou a comer uma pita, sanduíche típico da Grécia. 23° Dia - Atenas - Grécia A primeira impressão da cidade, logo na saída do porto, não foi das melhores, pois fomos insistentemente assediados por taxistas nos oferecendo passeios turísticos. Juntamos um grupo grande de brasileiros do navio, mais ou menos 20, e tentavam a todo custo nos levar para passeios em seus taxis. A crise por lá está realmente feia! Eu estava convicto de não pegar taxi, pois tinha lido em vários lugares que o metrô ficava bem perto do porto. Com muito custo, muito mesmo, conseguimos nos livrar dos taxistas. Mas não fomos até o metrô, pois encontramos um ônibus turístico por um preço ótimo, que valeu muito a pena. Saiu por menos da metade do que o taxi queria nos cobrar e ainda ganhamos uma gratuidade devido ao tamanho do nosso grupo. A má impressão ficou apenas pela abordagem inicial dos taxistas mesmo, porque gostamos de tudo o que vimos depois!!! De cara fomos para a Acrópole, de onde pudemos ter uma excelente vista da cidade, depois continuamos o passeio com o ônibus, rodamos bastante, fomos até o estádio olímpico da primeira Olimpiada da Era Moderna, que funciona até hoje e por final, fomos ao Bairro de Plaka, que existe desde o Século II antes de Cristo e é o melhor lugar pra fazer compras baratas. Partenon - Acrópole Estádio Olímpico Acrópole Plaka 24° Dia - Izmir - Turquia Pisando na Ásia pela primeira vez!!! Um resumo do lugar: impressionante! Inicialmente nós estávamos receosos em relação segurança na Turquia, principalmente devido ao choque cultural de uma sociedade oriental islâmica com a nossa realidade. Por isso, pela primeira vez, compramos os pacotes turísticos do navio, tanto para Izmir quanto para Istambul. Preocuopação completamente infundada, pois tudo nos pareceu muito tranquilo. Para nosso espanto, muitos comerciantes falavam portugês!!! Como disse o meu pai, pra vender eles conseguiriam conversar até com um marciano que desembarcasse por ali! Em Izmir até que valeu a pena ter comprado o passeio do navio, pois os locais que resolvemos visitar ficavam longe de onde aportamos, bem como a guia deu uma aula de história e simpatia. Fomos até a cidade de Ephesus e à casa onde supostamente Maria, mãe de Jesus passou os últimos dias de sua vida. A casa de Maria é um lugar pequeno, mas muito interessante até mesmo para quem não é religioso, como é o meu caso. Já Ephesus é impressionante. Um lugar gigantesco, uma cidade muito grande, que foi toda soterrada e que teve apenas 12% de sua área escavada. O que mais nos impressionou foi a riqueza de detalhes das construções de mais de 2000 anos. Pra quem gosta de história, é um local imperdível. Banheiro público (se limpavam com as mãos e lavavam as mão em uma canaleta que corria a frente dos "sanitários" Biblioteca de Celsus - tinha uma passagem secreta para um bordel Deusa Nike (olha o símbolo da Nike aí) Casa de Maria 25° Dia - Istambul - Turquia 26° Dia - Istambul - Turquia Sem dúvida, uma das melhores partes da viagem! Lugar impressionante, a capital dois impérios é um lugar imperdível! Gostamos de tudo. Contratamos um passeio de dois dias pelo navio, que poderia muito bem ter sido feito sem qualquer auxílio, porque ficava tudo bem próximo. Fomos ao Mercado de especiarias, ao Gran Bazar, à Cisterna Bizantina, à Hagia Sofia, à Blue Mosque, ao Museu de arqueologia, ao Palácio de Topkapi, que funcionou como lar dos sultões e fizemos um passeio de barco pelo estreito de Bósforo. Mais uma vez nos impressionamos com a quantidade de comerciantes que falavam português. E são bons de venda mesmo. Negociam muito e todos saem contentes no final. Blue Mosque Hagia Sofia - comsímbolos católicos e muçulmanos. Gran Bazar Blue Mosque Hagia Sofia e Blue Mosque Cisterna Bizantina Ponte dobre o estreito de Bósforo 27° Dia - Navegando 28° Dia - Navegando Descansando, porque a moleza e a mordomia estavam prestes a acabar. 29° Dia - Nápoles - Itália Última parada entes do término do cruzeiro. Desembarcamos e fomos direto para Pompéia, em um translado oferecido pelo próprio navio, por um preço justo. Mais uma vez ficamos impressionados com a perfeição das obras da antiguidade. A cidade foi destruída pela Vulcão Vesúvio no Século I, era uma cidade muito organizada, de fazer inveja a muitas cidades atuais. Ainda existem os moldes de pessoas que morreram com a erupção e acabaram eternizadas pelas cinzas vulcânicas. Foi uma pena que não conseguimos avistar o vulcão, pois o céu estava muito encoberto. Só conseguimos avistar um pequeno pedaço dele quando o navio estava zarpando. Depois de Pompéia, retornamos a Nápoles, onde não vimos nada que nos agradasse muito. O trânsito é um verdadeiros caos. A cidade é literalmente infestada de lambretas e os carros estacionam em qualquer lugar. Em vários pontos o pedestre tem que passar pela rua, pois a calçada fica completamente tomada de carros. Sem falar nas abordagens constantes de pessoas tentando te vender algum produto eletrônico de origem duvidosa. Ah, fomos comer uma pizza napolitana, pois dizem que lá é o local onde a pizza foi inventada. Comemos na tradicional Pizzaria da Michele, uma das mais antigas de Nápoles. Essa pizzaria aparece no filme Comer, Rezar, Amar. Decepção total. Parecia mais uma borracha do que uma pizza. Encontramos outros brasileiros lá que disseram que estava boa, mas eu, sinceramente não gostei. Mas valeu a experiência. Pompéia Pompéia Pompéia Pompéia Pompéia Nápoles - Pizzaria da Michele Nápoles Vesúvio 30° Dia - Civitavecchia (fim do cruzeiro) x Florença (passando de carro por Viterbo, Farnese e Orvietto) Chegamos em Civitavecchia, nos despedimos de nossos amigos brasileiros que conhecemos no navio e seguimos em nossa parte terrestre da viagem. Pegamos o carro que estava reservado na Hertz e seguimos viagem. Primeiro passamos por Viterbo e depois por Farnese, cidade natal do avô de minha mãe. Foi a segunda vez que fomos até lá e aproveitamos para fazer um lanche em uma lanchonete que conhecíamos. Passeamos um pouco pela minúscula cidade e seguimos para Orvietto, um local muito bacana. É uma cidade toda cercado por muralhas, porém está situada no alto de uma montanha. Lá visitamos o Poço de San Patrício, rodamos um pouco e pegamos a estrada pra Florença. Farnese Farnese Orvietto Poço de San Patrício 31° Dia - Florença Berço do renacimento, Florença é a cidade italiana com o maior acervo cultural por metro quadrado. Pra cada lado que olhar você verá uma estátua, uma ponte ou um prédio antigo. São cartões postais por todos os lados! Visitamos a Galeria dei Ufizzi, a Ponte Vecchio, a Prefeitura Antiga, várias igrejas, a feira de artesanato, onde encontramos diversos brasileiros vendendo produtos italianos, e andamos pelas ruas apreciando a paisagem. 32° Dia - Florença x Siena x Arezzo x San Marino x Florença Dia um pouco corrido, mas nada de absurdo. Saimos cedo de Florença, passamos primeiro por Siena, onde visitamos a praça onde acontece anualmente uma corrida de cavalos, chamada de Pálio (dois carros da FIAT em uma tacada só rs). A cidade é bacana, repleta de locais históricos. Diria até que muito parecida com a próxima cidade que passamos, Arezzo, onde fomos a um praça central e observamos os prédios históricos. De lá, seguimos para San Marino, que era nosso objetivo principal naquele dia. Pena que nosso GPS nos pregou uma peça naquele dia. Passamos por cada barranco de assustar, em estradas onde mal passava um carro de cada vez. Na verdade eram estradas praticamente desertas, onde só passavam pessoas a caminho de suas residências rurais. Mas no final deu tudo certo! Chegamos a San Marino e pudemos desfrutar de suas vistas do alto da montanha, sofrendo apenas um pouco com o frio. O local é repleto de lojas de souvernirs e de perfumes. Compramos algumas coisas e depois, já no carro, descobrimos que os perfumes, apesar de virem no tamanho correto, eram em embalagens de mostruário. Os picaretas vendiam mostruário como se fosse embalagem para venda. Rodamos um pouco pelo minúsculo país e depois retornamos, já a noite, para Florença. Siena Arezzo San Marino San Marino San Marino 33° Dia - Florença x Caminho da FEB-Força Expedicionária Brasileira - Pistóia, Porretta Terme, Monte Castelo, Montese x Florença Dia reservado para conhecer os locais onde a Força Expedicionária Brasileira combateu em solo italiano. Primeiro seguimos para o Monumento Votivo, onde se encontravam os corpos dos brasileiro mortos em combate, até o translado dos corpos para o Rio de Janeiro. De lá seguimos para Porretta Terme, onde foi o Quartel General das tropas brasileiras. Depois seguimos para Monte Castelo, onde tombaram muitos brasileiros para conquistar o terreno em poder dos alemães. Local bonito e de reflexão. Nesse local existe um monumento composto por duas partes, uma concava e outra convexa justapostas, de forma que, de qualquer posição que o sol esteja, ele projeta uma sombra em formato de cruz, em homenagem aos mortos naquele terreno. Depois seguimos para Montese, onde os brasileiros participaram de um combate urbano para tomar a cidade que estava em poder dos alemães. Almoçamos em Montese e retornamos para Florença, onde ainda conseguimos fazer alguns passeios. Cemitério Brasileiro de Pistóia Cemitério Brasileiro de Pistóia Porretta Terme Monte Castelo Montese 34° Dia - Florença x Verona 35° Dia - Verona Pegamos a estrada no sentido norte e seguimos para Verona, a "terra" da Giullieta. Sim, essa mesmo, do romance Romeu e Julieta. Tudo bem que é só um romance escrito a mais de 100 anos, mas a cidade incorporou isso como se fosse verdade e tem todo um turismo voltado para esse historinha. Creio que depois do filme "Cartas para Julieta" o turismo nessa cidade tenha crescido. Lógico que essa foi uma sugestão de minha namorada e como ela teve que ir ver o caminho da FEB, nada mais justo que eu ter que ir à Casa de Julieta. rsrs. Brincadeiras a parte, Verona é muito mais do que a terra de Julieta. Lá existe uma arena, mais antiga que o Coliseu, de Roma, que ainda funciona como local de espetáculos!!! Tudo bem que não são mais combates de gladiadores, mas sim festivais de música, mas é impressionante ver uma construção de 2000 anos funcionando até hoje! Além disso, a cidade também parece um cenário de filme antigo. Pra qualquer lado que se olhe, parece que um cartão postal. Destaque para o loft que alugamos em Verona. Gostamos tanto que resolvemos cancelar o hotel de Veneza e fazer apenas uma viagem de um dia a Veneza, que é um lugar absurdo de caro, e ficar mais dois dias em Verona. O mais bacana foi o dono do loft nos instruir como pagar os dois dias adicionais. Simples, basta deixar a chave dentro de casa, deixar o dinheiro sobre a mesa e bater a porta! O cara nem nos viu, pois quem nos entregou a chave foi um funcionário, que só vimos no primeiro dia, nos alugou mais dois dias por telefone, não tinha nada nosso, nenhuma garantia e confiou que pagaríamos o combinado. Só por isso já valeu a nossa estadia prolongada, sem falar na localização e beleza do lugar. O único inconveniente é que o estacionamento era um pouco longe, uns 2 km, pois o local é permitido apenas para carros de moradores cadastrados. Mas pudemos ir até lá para pegar nossas malas, sem problemas. Se voltar a Verona, ficarei lá com certeza! Aí vai o link da propriedade: http://www.homeaway.com/vacation-rental/p3023382. esperoq eu ninguém use essa informação pra tentar tirar alguma vantagem do proprietário. Pois infelizmente essa é uma das características mais vergonhosas de boa porte de nosso povo, tentar tirar vantagem de tudo. Em viagens pelo exterior, mais de uma vez vi brasileiros fazendo vergonha, dando o golpe em metrô ou coisa parecida. Arena de Verona Ponte Pietra Casa de Giulietta - Vista da Varanda 36° Dia - Verona x Lugano - Suiça x Verona Saímos cedo de Verona com destino à Suiça. Como tudo na Europa é muito perto, rodamos apenas 228 quilômetros até o nosso destino. No meio do caminho tivemos que parar pra comprar a vignette, que é um adesivo que funciona como pagamento de uma taxa para trafegar de carro na Suiça. Muito mias prático, pois assim não existem pedágios. Compramos em um posto de gasolina perto da fronteira da Itália com a Suiça. Chegamos cedo em Lugano, andamos um pouco pelo centro e resolvemos fazer um passeio de barco pelo lago. Na verdade não tem nada me muito interessante, pois a vista da viagem é praticamente a mesma durante todo o trajeto. Depois subimos o Monte San Salvatore, de funicular. Isso sim, bem interessante. A subida é dividida em duas etapas, a primeira um pouco inclinada, já a segunda, quase a 90 graus de inclinação. rs Abaixo existe uma foto onde pode ser observado o formato do vagão e dá pra ter uma idéia da inclinação da subida. Chegando lá no alto, andamos um pouco e subimos até o ponto mais alto da montanha, onde eixste uma pequena igreja e uma visão impressionante dos alpes suiços, com seus topos congelados. Depois da nossa descida caiu a maior chuva e esse foi o sinal pra irmos embora pra Verona, pois passear na chuva não dá. Mas no meio do caminho vi uma placa indicando um lugar chamado Campione d'Itália, um enclave italiano dentro da Suiça. Como eu tinha visto isso no mapa do google e fiquei curioso por nunca ter ouvido falar sobre este enclave, decidi seguir até lá e, como a chuva já havia parado, rodamos por todo o enclave, que é muito pequeno mesmo. Depois li que lá é um paraíso fiscal. Depois que vimos tudo, pegamos a estrada de volta. Antes de irmos embora paramos em um shopping pra fazer umas compras na Suiça, chocolates e queijos. Esse shopping tinha um supermercado onde encontramos tudo o que queriamos. E ainda fomos ajudados por um brasileiro que encontramos lá no shopping mesmo, que foi muito bacana e seguiu conosco até o mercado pra nos indicar os melhores queijos. A impressão que tivemos da Suiça é de que é um lugar muito organizado e muito caro também. Campione d`Itália - enclave italiano dentro da Suiça 37° Dia - Verona x Veneza x Pádua x Verona Mais um dia de passeio saindo de nossa base em Verona. Dessa vez pegamos a estrada pra Veneza e na volta passamos em Pádua, pra conhecer a Catedral de Santo Antônio de Pádua. Chegamos em Mestre por volta de 10:00h e deixamos o carro em um estacionamento. Mestre é logo antes de Veneza e de lá sai o trem em direção a Veneza, em uma viagem de poucos minutos sobre uma ponte que liga Veneza ao continente. Já estava tudo bem cheio. De cara fizemos o passeio de gôndola. Depois fomos para a praça São Marcos, onde tentamos entrar na basílica. Existia um cartaz informando o horário de funcionamento da igreja, até as 17h. A fila estava relativamente grande e quando faltavam umas 10 pessoas pra entrarmos, a porta fechou, por volta de 12h. Me dirigi a um funcionário da igreja e perguntei qual o horário da reabertura, já que ainda estava no horário previso no cartaz. Ele me respondeu na maior tranquilidade. Abre às 8h, amanhã pela manhã. Dá pra imaginar como fiquei extremamente feliz com a resposta. Mas fazer o quê??? Segui para a Ponte dos Suspiros, que não achei nada demais. Depois pegamos um vaporeto pra Murano. Vaporetos são so barcos-ônibus de Veneza. Como lá tudo é no mar, o transporte em geral é feito por barcos. EM Murano visitamos algumas lojas de cristais e ficamos impressionados com o trabalho dos artesãos, que fabricavam peças em segundos, bem na nossa frente. Até eu que não sou nada consumista, nem muito fã de enfeites de casa fiquei com vontade de comprar tudo, imagine a minha mãe e a minha namorada. Se tivessemos comprado tudo o que elas queriam, teriamos que fretar um avião pra trazer as bagagens. rsrs Depois voltamos, comemos algo, fomos até a Ponte Rialto, passeamos pelos becos e canais, tiramos milhares de fotos e voltamos pra Mestre, onde pegamos o carro e seguimos para Pádua e visitamos a Igreja de Santo Antônio. A fachada estava em obras, mas o seu interior é muito bonito e atrai milhares de fiéis. Ela estava lotada. Dali retornamos pra Verona e arrumamos nossas malas para o dia seguinte, onde faríamos o nosso primeiro trecho de avião nessa viagem. Ponte dos Suspiros Murano 38° Dia - Verona x Madrid 39° Dia - Madrid Pegamos a estrada novamente pra Veneza, pois nosso voo saiu de lá em destino a Madrid. Devolvemos o carro e fomos para o aeroporto. Pegamos o voo sem nenhum contratempo. No início parecia mais um voo panorâmico, pois tivemos toda a vista do complexo de ilhas de Veneza, como pode ser visto em uma foto abaixo. Chegamos em Madrid na hora do almoço. Era o único local onde não tinhamos reserva de hotel. Liguei na hora pro Ibis e fiz a reserva. Me informaram que eu deveria seguir para um ponto do aeroporto e aguardar o microônibus que nos buscaria, sem nenhum custo. EM pouco tempo o micro nos pegou e seguimos para Ibis Madrid Barajas. Depois do check-in, saímos e almoçamos em Barajas mesmo, depois pegamos o metrô em direção a Madrid, que é uma cidade muito bonita. É um lugar que pretendo voltar com toda certeza. Fomos a diversos locais: ao Palácio Real, à Catedral que fica logo ao seu lado, ao Jardim Botânico, ao Mercado San Miguel, ao Parque do Retiro e passseamos pelas ruas. Andamos muito mesmo. E, infelizmente, nossa viagem chegava ao fim. Foi a melhor viagem que já fiz até hoje, que me deixou mais viciado ainda em viajar. 40° Dia - Madrid x Rio Pegamos o voo para o Rio e fizemos uma viagem sem nenhum problema. Espero que ajude a alguém na montagem de seus roteiros de viagens! Qualquer dúvida é só perguntar que terei o maior prazer em responder!!! Boas viagens a todos!!!
  20. Por acaso vocês podem me dar informações de onde posso comprar as passagens de barco de Veneza para a Croácia. Desde já, muito obrigado
  21. Depois do Palácio de Charlottenburg pegamos novamente o ônibus turístico e seguimos para o complexo Sony, que é um shopping bem grande, mas tomamos apenas um sorvete e seguimos com o passeio. Pegamos novamente o ônibus e fomos até o museu judaico, mas também resolvemos não entrar. Passeamos apenas pelos jardins, tomamos um iogurte e seguimos para o Check Point Charlie, onde tiramos algumas fotos e seguimos para o museu da Topografia do Terror. Esse local merece a visita devido à grande quantidade de fotografias das atrocidades cometidas pelos nazistas. De lá pegamos mais uma vez o ônibus turístico e passamos pela parte mais extensa do muro de Berlim ainda de pé. Esta parte se tornou uma galeria de arte a céu aberto, pois está repleta de pinturas. De lá seguimos para o Portão de Brandemburgo novamente e fomos ao monumento do holocausto, que fica praticamente ao lado do muro. De lá seguimos para o hotel e tiramos algumas fotos do terraço panorâmico do hotel. No dia seguinte fomos ao zoológico de Berlim, onde vimos o famoso urso panda Bao Bao e depois seguimos para a catedral que foi destruída durante a guerra e mantida com alguns pedaços em escombros para lembrar os horrores da guerra. Mas infelizmente estava em obras e toda coberta por tapumes. Só pudemos ver a parte da dentro, mas mesmo assim valeu a visita. De lá passamos pelo KaDeWe, um supershopping com diversos produtos de luxo. Na verdade só olhamos mesmo e seguimos o passeio. Fomos ao AquaDom, onde existe um aquário gigante em forma cilíndrica onde passa um elevador no meio. Na verdade não tem nada demais nessa atração. De lá seguimos para a Ilha dos Museus, onde entramos apenas em dois dos museus existentes, os Neus Museum e o Pergamon Museum. No Neus existe um busto da Nefertiti, a única coisa que não pode ser fotografada em todo o museu e no Pergamom existem altares e portões inteiros, gigantes trazidos para Berlim após escavações na Grécia antiga e outros lugares do mundo. A Porta de Ishtar, uma das portas da Babilônia é realmente impressionante. Depois disso seguimos para o hotel e terminaram nossos passeios em Berlim, já que no dia seguinte bem cedo pegamos o avião para Paris. Altar de Pergamom Como já conhecíamos Paris, resolvemos ir novamente a alguns lugares onde já havíamos visitado para ver a diferença da paisagem do inverno para a primavera. Realmente é outra viagem completamente diferente! Passamos pelo Moulin Rouge para tirar um foto da fachada, depois seguimos para a Saint Chapele, que é realmente muito bonita, fomos também à Conciergerie, onde ficaram os presos da Revolução Francesa antes de serem decapitados. Muito legal ver onde ficou presa a Rainha Maria Antonieta e outras figuras da revolução. Deu vontade de mandar todo o Congresso Brasileiro pra lá torcer pra que tivessem as cabeças cortadas também. Saindo de lá passamos pelo Louvre e pelo Jardim des Tulheries, que parecia realmente outro local, totalmente diferente daquele que visitamos no inverno de 2010. Andamos um pouco pela Champs Elisées e fomos ao Arco do Triunfo, de onde temos uma vista excelente de Paris, e de lá para o hotel. Putz, já ia esquecendo de falar sobre o hotel. Ficamos no Hotel Du Brabant, que de bom só tem a localização, pois fica praticamente ao lado de duas grandes estações, a Gare Du Nord e a Gare de L`est, mas o resto, um lixo. De cara, quando entramos no quarto vimos as colchas furadas por ponta de cigarro e o chão imundo, sem falar no cheiro ruim que estava no quarto. O segurança do hotel é um cachorro, que fica dentro da cozinha durante a noite. Muito ruim mesmo o hotel!!! No dia seguinte fomos à Eurodisney. Como eu nunca fui à Disney nos EUA, achei muito bacana, mas não é absurdamente grande como dizem que é a americana. Um passeio bem cansativo, mas vale a experiência. No último dia de viagem fomos à Sacre Coeur, onde assistimos parte de uma missa, passeamos pelas feirinhas de Montmartre e seguimos para a Igreja de Saint Sulpice. De lá seguimos para a Torre Eiffel, onde novamente não conseguimos subir> Da primeira vez não sabíamos que dava pra comprar os ingressos pela internet e dessa vez não conseguimos comprar pq um dos elevadores está quebrado e só havia entradas para vender a partir de junho. Da torre fomos ao Trocadero, onde tiramos fotos muito boas da torre. Depois seguimos para Notre Dame, nosso último local de passeio em Paris nesta estada. No dia seguinte pegamos o vôo para o Brasil, que transcorreu sem nenhum problema.
  22. Acordamos cedo para seguir para o aeroporto e verificamos que estava chovendo. Pedimos um taxi até a estação central, as no meio do caminho, desanimados pela chuva, resolvemos seguir de taxi até o aeroporto. O voo para Berlim seguiu sem problemas. Chegando a Berlim fomos à locadora para pegar o carro que havíamos reservado pela internet. Pegamos o carro, preparamos o GPS e seguimos para Dresden. A estrada é um tapete. Não existem muitos postos de gasolina no meio do caminho, mas sinalização é muito boa. Chegamos a Dresden depois aproximadamente duas horas de viagem. Em Dresden demoramos um pouco a encontrar o hotel, pois ele ficava bem no centro da cidade, na parte histórica e nesta parte existem várias áreas proibidas para carros. Encontramos o hotel deixamos as nossas bagagens e começamos a passear pela cidade. A Frauenkirche, que é a igreja onde Martinho Lutero pregou suas teses, foi completamente destruída durante a 2ª Guerra Mundial e totalmente reconstruída. É realmente impressionante ver as fotos da igreja destruída e ver como ela se encontra atualmente. Além da Frauenkirche vale a pena visitar o Zwinguer, que é um museu que tem seus pátios abertos ao público. E além do que, toda a cidade é um museu. Pra todos os lados que você olha dá vontade de tirar uma foto. A noite tivemos um pouco de dificuldade para jantar, pois mesmo com muitas pessoas na cidade, os restaurantes fecham cedo. Por volta de 23h só encontramos um restaurante servindo refeições. No dia seguinte pegamos o carro e seguimos para Praga. Da mesma forma, a estrada é excelente e bem sinalizada. Tudo bem que não dá pra entender mais nada além do nome das cidades. Após aproximadamente duas horas de viagem chegamos a Praga e deixamos o carro em um estacionamento subterrâneo. Li em vários lugares que não é bom deixar o carro na rua, pois existe risco de arrombamento. Procurei o estacionamento pelo GPS mesmo e cheguei até lá sem problemas. Em Praga visitamos um complexo judeu, com um cemitério impressionante, que parece mais um cenário de filme de terror e fomos a algumas sinagogas, dentre elas a mais antiga em funcionamento da Europa. Assamos pela Karluv Most (Ponte Carlos), fomos à igreja onde se encontra a imagem do Menino Jesus de Praga, onde um padre italiano puxa conversa com quase todo mundo. Ele ainda nos deu uns presentes vindos da África. Uns quadros feitos com asas de borboletas. Muito bacana o Padre!!! De lá seguimos para o castelo de Praga, que é impressionante. Foi uma pena termos ficado tão pouco tempo em Praga, pois só o castelo merecia uns dois dias de visita. No final do dia começou uma ventania que parecia o fim do mundo. Descemos do castelo pegamos o carro e voltamos para Dresden, onde passeamos mais um pouco e fomos dormir. No dia seguinte seguimos para Berlim. No entanto, no meio do caminho avistamos uma construção que parecia uma estufa gigante. Pouco depois vimos uma placa com a inscrição TROPICAL ISLANDS. Resolvemos ir ver o que era e ficamos surpresos com o que vimos. Uma estufa gigante com praias artificiais e florestas tropicais, com direito a animais e tudo. Fizemos até um passeio de balão dentro do lugar. Realmente impressionante!!! De lá seguimos para Berlim, devolvemos o carro e seguimos para o hotel, que ficava ao lado da estação principal, a Hauptbanhof. Nos alojamos e seguimos para passear. Fomos ao Portão de Brandemburgo e depois seguimos para a Torre de TV, que estava sem nenhuma fila, isso por volta das 20h. Foi ótimo, pois li que normalmente as filas são gigantescas. Ficamos aguardando anoitecer para ver as luzes da cidade. O problema é que só escureceu por volta das 22h. E na verdade não achei que tenha valido a pena ficar tanto tempo pra ver a cidade iluminada. De lá seguimos de metro para o hotel e fomos dormir. No dia seguinte acordamos cedo e fomos tomar o café da manhã no hotel, que valeu muito a pena. O hotel se chama Meninger e é ótimo, muito bem localizado, quartos limpos e excelente cafá da manhã. E como fizemos o pacote com café da manhã, tivemos direito a internet grátis no quarto. Caso contrário a internet é grátis no salão principal. Caso não possua laptop, eles tem computadores no saguao principal a preços bem acessíveis. Pegamos um dos ônibus turísticos e fomos passear pela cidade. Não sei se valeu a pena, pois eles tem uns ônibus públicos que fazem o memso trajeto. Só não sei direito o preço deste ônibus público para o dia inteiro. Fomos ao Palácio de Charlottenburg e passamos boa parte da manhã neste lugar. Vale a visita com certeza. Os jardins são muito bonitos tb.
  23. Vou aproveitar uma pausa de descanso pra começar a postar o passo-a-passo da viagem. Estamos em Berlim e até agora tudo está indo conforme o planejado, com apenas algumas alteraçoes, que sempre acontecem mesmo. Mas nada que atrapalhe a viagem!!! No dia 17 pegamos o voo da KLM para Amsterdã. O voo saiu com alguns minutos de atraso, mas transcorreu sem alterações. Tirando aquela agonia que eu sempre fico de não entender nada do que está sendo falado pelo pessoal do avião, a viagem foi muito boa. No dia 18 chegamos em Amsterdã por volta do meio-dia. O clima estava muito bom. Pegamos o metro e depois o tram para irmos até o hotel, que encontramos sem problemas. Ficamos no Hotel Armada, perto do centro e próximo ao Rio Amstel. Apesar do preço bem salgado, foi o melhor preço que encontramos em Amsterdã. Deixamos as coisas no hotel e fomos procurar o museu Madame Toussaud. Aproveitamos para ir caminhando e conhecer um pouco da cidade. Visitamos o museu de cera. Como compramos as entradas pela internet, nao enfretamos a fila bem grande que estava no local. De lá seguimos para a casa de Anne Frank, onde tb deixamos de enfrentar uma fila gigantesca por termos comprado as entradas pela internet. Ah, se comprar a entrada na internet tem que tocar a campainha um pouco depois da entrada principal, onde entra o pessoal da fila (olhando de frente fica a esquerda da fachada principal). Nós demoramos um tempão par achar a campainha e não tinhamos como entrar na frente daquele pessoal da fila pra pedir informações. O local é impressionante e deixa uma sensação ruim ao pensarmos até que ponto pode chegar a imbecilidade do ser humano, como aqueles que causaram tanto sofrimento aos judeus. Apesar de não ser judeu e não simpatizar nada com a política adotada por eles em relação aos seus vizinhos, não pude deixar de desprezar ainda mais os nazistas. De lá voltamos para o hotel, descansamos um pouco da viagem e saímos para jantar. Ah, no caminho passamos pelo Red Light District, que era no caminho do hotel. Estava cedo e não tinha muito movimento ainda, apesar de já existirem algumas garotas se exibindo nas vitrines. Apesar de não ser um ambiente familiar, na verdade não vi nada demais. Além do que, o ambiente é tranquilo e turistas passam por ali o tempo todo. Homens, mulheres, jovens e idosos, todos andam por ali com a maior naturalidade. Depois de comer uma pizza e tomar uma Heinecken fomos ao hotel para dormir. Apesar do fuso, acordamos bem cedo, tomamos o café e saímos para conhecer um pouco mais a cidade. Andamos até o ponto de encontro do ônibus para o passeio ao parque Keukenhof. Este parque funciona apenas por alguns meses durante o ano e nós fomos na véspera do fechamento do fim da temporada, por isso a maior parte das flores já tinha sido cortada. No entanto, mesmo assim valeu muito a pena, muito mesmo. O local é impressionante até mesmo para quem não é nenhum admirador de flores, assim como eu, que não tenho nenhum tipo de planta na minha casa. Para as mulheres então, o lugar é o paraíso. Eu imaginei a minha avó naquele lugar. Ela ia ter que passar um mês por lá para admirar todas as flores e provavelmente teria problemas com a segurança do parque, pois eu duvido que ela não levaria uma muda daquelas plantas. rsrsrs. Brincadeiras a parte, é uma visita imperdível. Voltamos do Keukenhof e fomos fazer um passeio de barco, que foi comprado pela internet juntamente com as entradas do parque e a do Museu Van Gogh. Muito bacana tb. Muito legais são as casas-barco. Eu encontrei até uma com uma bandeira do Brasil na janela. Depois do passeio de barco pegamos uma bike-taxi e fomos ao museu Van Gogh. Legal, mas eu sinceramente não estou mais curtindo esses museus só com quadros. Depois fomos comer alguma coisa e tirar uma foto na praça onde tem a frase I AMSTERDA. De lá fomos ao RIJKSMUSEUM, mas estava quase fechando e por isso não entramos. Passamos pelo Icebar, mas não conseguimos entrar pq não tínhamos reservas. Depois fomos jantar e retornamos para o hotel. No dia seguinte pegamos um taxi para o aeroporto e seguimos para Berlim. Agora vou dormir um pouco e depois continuo com os relatos!
  24. Muito obrigado Paula, Qualquer dúvida é só entrar em contato. Se eu souber, passo a dica com toda certeza!!!
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