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Eunice Lima

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  1. Eunice Lima

    relato Conhecendo a Floresta Amazônica e o norte do Brasil

    Oi Alex, estou planejando ir em agosto para Amazônia, vc poderia dizer qual a agencia e pousada vc ficou. O que vc me diz do color, é realmente insuportável como dizem? obrigada
  2. Olá galera!! Passando por aqui para deixar mais um relato de viagem e dicas que possam ajudar aos aventureiros. A viagem foi maravilhosa, Minas como sempre é tudo de bom, lugar lindo com um povo lindo. A simpatia do mineiro é sempre um atrativo a mais. Saímos de Londrina com destino a Capitólio dia 09/04, daqui lá são 704 km indo por que foi minha escolha, poderia ser também por Ourinhos. Meu problema com longos percursos é que sinto muito sono dirigindo (red bull é meu companheiro constante), por isso preciso parar muitas vezes para espantar o sono, também gosto de ir tranquilamente curtindo cada momento sem desespero com horário, por isso sempre demoro além da média para chegar ao meu destino e como sou míope não gosto de dirigir ao anoitecer optei por quebrar a viagem em Passos onde pousamos no Hotel Cidade (R$ 140 apto duplo), hotel bastante confortável com wi-fi, ar condicionado e bom café da manhã. Chegamos em Passos por volta de 16 horas nos instalamos e fomos dar uma volta na cidade cujo único ponto turístico é a Igreja da Penha, no jantar comi o melhor feijão tropeiro da minha vida na lanchonete Spaguetti e Grill. 10/04 – Levantamos cedinho e após o café da manhã pegamos a estrada com destino a Capitólio que fica a 75 km de distância. Estrada bastante tranquila e bem conservada (MG 050 – pedágio R$ 5,10). Já chegando em Capitólio (uns 15 ou 20 km antes) havia no acostamento um movimento grande de carros parados, não há indicação nenhuma de ponto turístico, mas onde há fumaça há fogo..rss, paramos e fomos informadas por um rapaz que dali se podia ver os cânions de Furnas e também tomar banho de cachoeira. O rapaz foi muito simpático nos deu dicas e disse que se quiséssemos ele cuidava do carro por R$ 5,00 e aí foi minha surpresa quando ele quis deixar bastante claro que era opcional...acostumada a me irritar com as ameaças veladas de flanelinhas fiquei feliz de que mesmo eu dizendo que não precisa ele ainda continuou com a mesma simpatia. As trilhas até os cânions e a cachoeira são muito curtas e tranquilas, até mesmo crianças e idosos conseguem fazer. A primeira visão foi maravilhosa os cânions são magníficos, só a vista deste lugar já compensava a longa viagem. Atravessando a rodovia há também algumas cascatas, mas de menor beleza. Ficamos um tempo apreciando os cânions e a cachoeiras e depois fomos almoçar. Já havia visto vários comentários a respeito da traíra desossada do restaurante do Turvo e fomos provar. Saindo dos cânions é seguir em frente na rodovia MG 050, há uns 10 km avista-se o lugar de onde saem as lanchas para o passeio no logo de furnas e em frente fica o restaurante. A fama do lugar faz jus, a traíra recheada é maravilhosa, o prato serve muito bem duas pessoas de custa + ou – 60,00. Não dá para deixar de provar!!! Depois do almoço iriamos fazer o passeio de lancha, mas resolvemos deixar o passeio para a segunda e fomos conhecer a cachoeira Lagoa Azul. Para chegar na cacheira deve-se voltar em direção ao mirante dos cânions, + ou – no meio do caminho. A cachoeira fica em uma pousada, pagamos R$ 25,00 por pessoa para conhecer. Muito lindo o lugar com acesso fácil. Na pousada há um restaurante flutuante bastante simples (não vi muita graça), e há também alguns poços maravilhosos para banho, relaxamos por ali e no final da tarde fomos para nossa pousada. Ficamos na Pousada Mar de Minas, lugar bonito e confortável as margens do rio Turvo, com ar condicionado e wi-fi. A pousada fica na área rural, são 3 km de estrada de terra, mas a estrada e boa mesmo para carros baixos. Reservei através do booking R$ 240 quarto duplo Ficamos o resto da tarde curtindo a tranquilidade da pousada. 11/04 – Após o café da manhã fizemos o check out e fomos fazer o passeio de lancha. Há várias empresas que fazem o passeio pelo lago de Furnas, escolhemos fazer o oferecido pelo restaurante do Turvo, pois já havia lido comentários da boa qualidade do passeio oferecido por eles - R$ 70,00 por pessoas com duas horas de duração. Há também a opção de fazer o passeio com uma chalana R$ 40,00 por pessoa, com duração de 3 horas, porém por ser maior a chalana não entra em 2 lugares e também é lenta por isto o passeio é mais longo. Nossa lancha saiu as 10h30, durante o passeio são feitas várias paradas para quem quer tomar banho, cada lugar é mais lindo que o outro e a decisão de fazer o passeio na segunda foi a melhor de todas. Por ser segunda feira o movimento era muito menor e por isso não havia a correria de um dia de muito movimento, em cada um dos pontos p banho ficamos parados uns 20 minutos. O passeio durou quase 3 horas e foi magnífico, por mais belas que sejam as fotos não refletem a beleza real do lugar. Gostamos tanto da traíra desossada que almoçamos novamente no restaurante do Turvo. Após o almoço seguimos nossa viagem em direção a Serra da Canastra cidade São Roque de Minas. A distância entre Capitólio e São Roque de Minas é de 103 km a estrada é boa e bastante calma. Chegamos no meio da tarde, ficamos hospedadas na Pousada Canastra Adventure (R$ 160 apto duplo) reservada através do bookging, não recomento, por ser segunda-feira erámos as únicas hospedes da pousada e com isto o café da manhã servido era de bolachinhas do mercado e frutas passadas, a única coisa fresca era o pão francês. Depois de instaladas aproveitamos o final da tarde para ir ao mercado comprar água e algumas coisinhas para lanche. A noite apenas descansamos pois na cidade não tem nenhum atrativo noturno. 12/04 – A parte alta da Serra da Canastra precisa de carro 4x4 para fazer o passeio, mas São Roque de Minas é uma cidade muito pequena e só há movimento de turistas durante o final de semana por isso não conseguimos neste dia formar grupo suficiente para alugar um carro, então optamos por fazer o passeio da parte baixa da serra com nosso próprio carro. Na pousada conseguimos um mapa e seguimos, são 20 km de estrada de terra, a maior parte em bom estado, mas como não tenho prática neste tipo de terreno fui bem devagar, o medo de furar um pneu num lugar deserto era grande. Na parte baixa está a primeira cachoeira do Rio São Francisco, que fica dentro do parque Serra da Canastra, paga-se R$ 10 por pessoa para entrar. O parque é muito bonito e depois de uma caminhada leve (1.500 metros a partir da portaria) chega-se a Cachoeira Casca D’anta que é simplesmente magnífica. A cachoeira leva este nome porque na época dos tropeiros havia muitas antas que iam ao lugar beber água, então o bom mineirinho que adora juntar as palavras não falava cascata das antas, mas Casca D’anta e assim ficou. Dentro do parque há banheiros, lugares para pic nic e o melhor de tudo, lugares magníficos para banho nas águas geladas do rio São Francisco. Voltamos para pousadas felizes da vida com o ótimo passeio que tivemos, tomamos banho e pedimos indicação de algum restaurante, o problema é que era terça-feira e as opções que já não eram muitas ficaram menores ainda, pois terça é o dia da folga e alguns não abrem, por fim jantamos em um lugar bastante simples (não me lembro o nome). Era uma rua muito escura e esquisita quase desisti, quando uma mulher nos informou que estávamos no caminho certo. Jantamos a R$ 14 por pessoa a vontade, bastante barato, mas bastante simples também. Fomos dormir torcendo para no dia seguinte conseguirmos formar o grupo para visitar a parte alta da serra. 13/04 – A dona da pousada havia contactado outras pousadas p ver se haviam hóspedes dispostos para fazer o passeio e ainda bem conseguimos. Pagamos R$ 100 por pessoa, mas é um passeio muito bem pago pois a estrada é muito ruim é impossível fazer com outro tipo de carro senão o 4x4 e também é preciso habilidade na direção, muitos trechos são críticos. Andamos ou melhor sacolejamos por + ou – 2 horas para chegar na nascente do rio São Francisco. É mágico saber que aquele rio ali tão pequeno se tornará imenso e majestoso (me lembrei de quando criança quando a professora ensinou que o Rio São Francisco é o Nilo Brasileiro). Quem espera nesta região arvores frondosas e altas pode se decepcionar ou como li alguns relatos pensar que foi desmatado, quanto engano!! A vegetação no alto da serra é cerrado, vegetação baixa e retorcida, mas na minha opinião tão linda como a floresta atlântica do meu Paraná. Depois da nascente andamos mais um pouco até a alto da cachoeira Casca D’anta (a mesma que vimos na parte baixa da serra), lugar lindo com ótimos lugares para banho. Ficamos ali por umas 3 horas e começamos nosso retorno. Paramos no Curral de Pedras, lugar construído pelos escravos na época dos tropeiros para como o próprio nome diz servir de curral. Segundo o guia em dias de sorte é possível da estrada ver tamanduás, lobos guarás e outros, nós tivemos a sorte de ver uma cervo com seu filhote (eram lindos). Passamos também por uma fazenda de queijo canastra, mas foi somente para degustação não conhecemos o processo de fabricação. O guia Wagner eu recomendo (fone dele p quem tiver interesse: 037 98823-8268/98811-2810) também é dono de uma lojinha de artesanatos, queijos e licores. Uma dica legal dada por ele é que ao comprar o queijo canastra é melhor sempre escolher os já curados pois os frescos as vezes não têm boa qualidade e só se descobre isto depois de alguns dias quando provavelmente já estamos de volta em nossas casas. Não compramos o queijo na fazenda ou na loja do guia, pois já tínhamos a indicação de que no mercado “Mercearia da Esquina” havia chegado o queijo artesanal já curado com um preço bem menor R$ 18 cada, nos outros lugares era no mínimo R$ 30, para mim que não especialista em queijos a diferença entre o de marca e o artesanal é apenas o preço, pode ser que para um especialista haja diferenças. Nesta noite optamos por fazer um lanche com coisas compradas no mercado, afinal a opção de restaurantes não era boa e estávamos cansadas. Dica importante: O ideal é fazer o passeio ao contrário do que fizemos, final de semana em São Roque de Minas e meio de semana em Capitólio. Isto porque desta forma haverá mais turistas em São Roque e com isto mais opções de passeios contratados, e em Capitólio ao contrário haverá poucos turistas o que possibilitará um passeio longo e tranquilo no lago de furnas. 14/04 – Queríamos conhecer a serra da Babilônia, mas não foi possível já que nenhuma das empresas de turismo tinham passeios agendados (por ser meio de semana), então resolvemos ir para Poços de Caldas. Fica um pouco fora da rota para nosso retorno ao Paraná, mas para quem estava no meio do caminho e sempre foi um desejo conhecer valia a pena. Arrumamos nossas coisas e partimos (339 km BR 146), como foi um roteiro não planejado não sei dizer se este era o melhor caminho (existiam outras 2 opções de estradas). Passamos por alguns pequenos trechos de estrada de terra, mas nada preocupante. O preocupante foi quando próximo a Guaxupé um buraco enorme na estrada causou um rasgo enorme no pneu. A estrada era boa, o problema é que após uma curva o danado do buraco estava lá, e como a velocidade não era baixa não deu tempo de desviar e lá se foi o pneu. Para duas mulheres ter um pneu furado não é uma experiência muito agradável, já que falta um requisito importante para fazer a troca.........a força, mas graças a Deus um senhor parou e nos ajudou, não precisamos ligar para seguradora e esperar horas o socorro. Após a troca seguimos em direção a Guaxupé para fazer o reparo do pneu. Infelizmente não deu reparo precisamos fazer a troca, resultado...várias horas de espera e um rombo no bolso. Acabamos por chegar em Poços de Caldas no finalzinho de tarde. A cidade é bastante movimentada e há várias pessoas que ficam nas avenidas e quando veem um carro com placa de fora “cai matando” oferecendo hotéis, são tão insistentes que chegam a irritar. Como era começo de final de semana e não tínhamos feito reservas antecipadas as opções não eram muitas, acabamos ficando no Nacional In no centro, R$ 200 por quarto duplo. Nos acomodamos e fomos dar uma volta no centro da cidade e jantar. Jantamos no Caçarola Bar Restaurante em frente ao hotel, comida mineira simples, de boa qualidade e bom preço. 15/04 – Após o café saímos a pé conhecer a cidade, que já estava cheia de turistas principalmente da terceira idade. A insistência dos taxistas e dos charreteiros oferecendo passeios é grande e acabei fechando um passeio de charrete R$ 40,00 por pessoa. Depois acabei me arrependendo por dó do cavalo, não que tivesse presenciado algum mau trato mas passei a observar a dificuldade deles em andar no asfalto, escorregam e devem sentir muito medo dos carros, além disto o passeio em si não vale a pena. Depois o passeio de charrete fomos fazer o passeio de teleférico R$ 40,00 ida e volta, não gostei, primeiro porque não vi nada de especial, segundo senti muito medo daquele treco. Acho que não me passou segurança pois já andei em outros e nunca tive medo, Almoçamos novamente mesmo restaurante da noite anterior, depois do almoço pegamos o carro e fomos conhecer os lugares mais distantes: Pedra Balão e Recanto Japonês. Não conhecemos nenhum dos spas com as águas termais, não houve tempo e também não é muito minha praia. No geral a cidade é bonita, mas não há nada de extraordinário. A noite apenas tomamos um lanche o fomos descansar, nossas férias terminam e voltaríamos para casa no dia seguinte cedinho. Tudo que é bom dura pouco...
  3. olá Rafael, Eu acho que foi uns R$ 2.800,00, mas eu não fiz muita economia . Por exemplo fiquei em hotel e não hostel, o ferry boat de Colonia para Argentina é caro especialmente se comprador em cima da hora como eu fiz, fiz o passeio/degustação na vinículo Bouza na minha opnião é caro e como disse no meu relato acho que não vale a pena. Porém o dolar estava mais barato e infelizmente apesar da moeda corrente ser o peso muita coisa é dolarizada e convertida para pesos ou reais. espero ter ajudado. se precisar de mais dicas estou a disposição. abraços.
  4. Oi Rafael..apenas pergunte antes se o restaurant tem o beneficío do IVA, eu vi que alguns não tinham. No meu caso eu levei tudo em reais e conforme precisava fazia a troca para pesos. Em nenhum momento me senti insegura, é claro que usei o porta dolar junto ao corpo e um cartão de credito internacional para refeições e emergências , mas há relatos de pesssoas que deram bobeira e foram assaltados. Mesmo o Uruguai sendo um país muito mais seguro que o Brasil não dá pra dar bobeira e ficar ostentando cameras e celulares de última geração, ou frequentando lugares a noite que os próprios Uruguais não recomendam como Ciudade Vieja. Como em todo lugar, vale o bom senso. Espero que vc adore o Uruguai é um lugar de povo e natureza esplendidos.
  5. OI Juliana, Para o Ferry comprei um dia antes, mas era final de semana e fora da alta temporada. Ouvi dizer que os uruguaios utilizam muito este meio de transporte para ir trabalhar na Argentina, então não sei dizer se muda muito dependendo do dia. Também li que se comprar antecipado é mais barato, como eu decidi em cima da hora não fiz pesquisa antes p saber se é real, sei que muda o preço se for para ir e voltar no mesmo dia que foi o meu caso (é mais barato) as passagens de ônibus comprei todas na hora, pois tem vários horários durante o dia. Se quiser consulta os horários de uma olhada no site abaixo. http://www.cot.com.uy/site/ abraços
  6. OI Juliana, Para o Ferry comprei um dia antes, mas era final de semana e fora da alta temporada. Ouvi dizer que os uruguaios utilizam muito este meio de transporte para ir trabalhar na Argentina, então não sei dizer se muda muito dependendo do dia. Também li que se comprar antecipado é mais barato, como eu decidi em cima da hora não fiz pesquisa antes p saber se é real, sei que muda o preço se for para ir e voltar no mesmo dia que foi o meu caso (é mais barato) as passagens de ônibus comprei todas na hora, pois tem vários horários durante o dia. Se quiser consulta os horários de uma olhada no site abaixo. http://www.cot.com.uy/site/ abraços
  7. Dia 21/05/2015 – Nosso último dia em Punta, fomos pela manhã visitar o bairro Beverly Hills (onde só há belas mansões) e a ponte ondulada, que achamos incrível parecíamos crianças (passamos por ela quatro vezes). Fomos também procurar a melhor cotação para trocar dinheiro para pagar o hotel, encontramos a R$ 1,00 = 8,30 UYU. Fizemos nosso check out no hotel, devolvemos o carro e pegamos o ônibus de volta para Montevideo ( 248 UYU por pessoa, pela viação COT). Chegamos em Montevideo no meio da tarde, ficamos novamente em Pocitos porém agora no hotel Punta Trouvelli (taxi rodoviária x hotel 151 UYU), ótimo hotel (181 $ duas noites também reservado pelo booking), com uma minicozinha no quarto e maravilhoso café da manhã. Fizemos o check in e fomos conhecer o parque Rodó. No parque havia uma linda exposição de fotos da marcha do silêncio, (esta marcha acontece todos os anos em maio em memória dos desaparecidos da ditadura de 1973 a 1985) . Achei simplesmente magnífica as fotos, uma história contada sem palavras. No final do dia fomos curtir as Ramblas, andamos calmamente por horas naquele lugar maravilhoso. Com o final da tarde os uruguaios chegavam para fazer suas caminhadas, conversar e tomar seu mate; e junto com o por do sol formavam o cenário perfeito. Contemplando aquele final de tarde incrível e sabendo que nossa viagem estava chegando ao fim sentimos uma certa nostalgia. A noite jantamos no La Passivas, um prato que não lembro o nome, mas seria algo parecido com nosso bife a cavalo acrescido de batata fritas. O garçom nos disse que dois pratos não dariam para nós três então pedimos um para cada uma de nós (737 UYU já descontados o IVA), mas ou ele achou que eramos gulosas ou queria que gastássemos mais, pois era muita comida e sobrou muita coisa. Dia 22/05/2015 – Nosso último dia de passeio, pois no dia seguinte cedinho embarcávamos de volta para casa. Este dia foi destinado a curtir com calma nosso último dia neste lindo lugar. Nosso único compromisso predefinido era fazer a visita guiada no teatro Solís. Fomos de ônibus para Ciudade Vieja, como era sexta-feira a cidade já estava mais movimentada que no início de nossa viagem. Havia muitos artesãos nas ruas, restaurantes com mesinhas na calçada e maior movimento de pessoas. Compramos algumas lembrancinhas nos artesãos, passeamos um pouco e fizemos a visita guiada das 12:00 hrs no teatro Solís (20 UYU por pessoa em espanhol ou 50 UYU em português). O Teatro por dentro é tão lindo quanto por fora, a apresentação da visita guiada é muito legal, no meio da visita há uma pequena apresentação de teatro que torna ainda mais interessante. Amamos!! Almoçamos em um lugar chamado Copacabana e pedimos um bife a brasileira, mas para dizer a verdade estava tudo muito longe de parecer com uma comida brasileira (805 UYU havia cobrança de cobiertos e não havia o desconto do IVA). O prato era composto de carne, salada, ovo, batata frita e arroz, porém tudo muito sem tempero para o gosto brasileiro. Provamos a cerveja artesanal Patrícia, que até então não tínhamos experimentado. Não achei nada de especial, mas é boa apesar de não estar gelada como gostamos. Após o almoço fomos andar pela 18 de julho e na prefeitura visitar o mirante, apesar da visita ser grátis é preciso pegar o ticket no posto de informações turísticas em frente. O mirante não foi um lugar que impressionou, acho que se tivéssemos subido na chegada ao país seria outra impressão, mas agora após ter visto tanta coisa bonita ficou sem encanto. Depois do mirante fomos de ônibus ao monumento La Carreta que fica no parque José Batlle. Muito bonito o monumento. Na volta para Pocitos nossa intenção era ir curtir novamente a rambla, mas infelizmente pegamos o ônibus no lado errado da rua e invés de irmos para o hotel acabamos na Ciudade Vieja de novo, como lá era ponto final tivemos que descer e andar mais alguns quarteirões para pegar o ônibus correto. Com isto ficou tarde e desistimos da rambla, pois queríamos trazer vinho e médio y médio e ainda precisávamos ir ao mercado comprar. Estávamos com medo de trazer o vinho na bagagem e quebrar, pois, na ida a delicadeza com nossas malas foi tanta que chegamos com duas delas quebradas, mas mesmo assim arriscamos uma dica que vi na internet que é comprar fralda descartável para embalar as garrafas e deu perfeitamente certo, chegaram intactas! Dia 23/05/2015 – Nosso maravilhoso passeio acabou, voltamos ao Brasil no voo das 6:00 hrs. Ainda não havíamos saído e o sentimento já era de saudade. Visitar o Uruguai foi divino !!! :'> Dicas: - para fugir do IOF troque reais por pesos por lá, porém no aeroporto faço a troca apenas do necessário para o transporte, pois a cotação é muito ruim; - no aeroporto de Montevideo há três opções de transporte para os hotéis ou hostels ônibus de linha, van ou taxi - a taxa de serviços nos restaurantes não está inclusa na conta e é opcional, o interessante é que os garçons não pedem para incluir apenas avisam que não está calculado na conta. - de carro trafegue sempre de luz acessa - a tensão elétrica no Uruguai é 220 - no ônibus circular sempre pegue o ticket que sai da máquina, não se i por que mas é obrigatório - no mercado del Puerto é possível pagar em R$ e a cotação é melhor que nas casas de câmbio - algumas despesas como restaurante/aluguel de carro tem o desconto do IVA (18% ) se pagas no cartão de crédito, mas não são todos pergunte antes - os taxis não cabem mais de 3 pessoas e possuem um vidro blindado entre os passageiros e motoristas
  8. Dia 20/05/2015 – Nosso destino neste dia era Cabo Polonio, distante cerca de 140 km de Punta. Chegamos em Cabo Polonio próximo ao horário do almoço, fomos bem devagar respeitando os limites de velocidade que no máximo chegam a 90 km/h. A estrada é muito boa e totalmente reta (com um pedágio de 65 UYU), porém não há como estamos acostumados aqui postos de combustível ou lanchonetes a beira da estrada, então não saia sem antes abastecer. De tão calma e reta a estrada dá um sono terrível. Na entrada do balneário há um terminal onde chegam os ônibus de linha e onde deixa-se o carro, pois somente pode-se entrar com os veículos autorizados (caminhões 4x4) que leva cerca de 30 minutos para vencer os 7 kilometros de areia. Como era baixa temporada, os horários de descidas eram fixos e tivemos que esperar cerca de 40 minutos, o preço foi de 170 UYU por pessoa ida e volta e não pagamos estacionamento (acredito que por ser baixa temporada, pois havia uma tabela de preços para o estacionamento), para os mais aventureiros o acesso também pode ser feito a pé. Cabo Polonio é uma reserva natural sem luz elétrica, telefone e muito menos caixa automático, no entanto tem toda exuberância de um mar azul de tirar o fôlego. A combinação da natureza, as casinhas coloridas e a calmaria fazem de C. Polonio um lugar único, magnífico. Caminhando entre as casinhas sente-se como se o tempo tivesse parado; a calmaria, o vento no rosto, a beleza do lugar acalma o corpo e a alma. Subir no farol ( 20 UYU por pessoa) e ter a vista maravilhosa do mar azul e as casinhas ao fundo é maravilhoso, atrás do farol também é possível ver os leões marinhos. Enfim C. Polonio é tudo de bom!! O horário do transporte de volta era s 16:30 hrs, mas este atrasou e chegou já eram quase 17 hrs, o sol já estava muito fraco e junto com o vento o retorno até a entrada do balneário foi bastante frio. Pegamos nosso carro e voltamos para Punta já de noite.
  9. Dia 19/05/2015 - Levantamos cedo e antes do café fomos ao monumento de Los Dedos, pois queríamos tirar fotos do lugar sem ninguém nele e este é o único horário em que isto é possível. Voltamos tomamos café e fomos em pesquisar aluguel de carro, pois em Punta tudo é muito longe e também queríamos ir até Cabo Polonio e de ônibus não conseguiríamos fazer tudo. Encontramos somente duas locadoras abertas a Avis e a Punta Car. Na Punta Car a diária em carro básico era de 40 doláres e calção de 300 para franquia, na Avis era 70 dolares com seguro de cobertura total sem franquia. Optamos pela Avis que apesar de ser mais cara nos dava a segurança de não haver franquia alguma e que tinha o desconto do IVA, no total o aluguel do carro por dois dias com gps ficou em 127, 87 dolares (já descontados o IVA), por um Clio 4 portas com ar condicionado, não que fosse necessário o ar (estava um clima muito agradável) é que não havia outro mais simples disponível. Depois de alugarmos o carro fomos no posto de informações turisticas na rodoviária mas estava fechado, encontramos outro na avenida principal uma quadra antes da feira de artesanato. Agora motorizadas e com nosso precioso mapa saímos rodar. Fomos no porto, no cassino, no farol, na igreja N.S da Candelária, nas ramblas mais distantes e por final Casapueblo. Tudo em Punta é muito lindo, mas o por do sol na Casapueblo (120 UYU ingresso) é magnifico!! A construção em si já impressiona, as pinturas, esculturas, fotos, etc do artista Calos Vilaró são lindas, tudo parece mágico lá e para os brasileiros há um enquanto a mais, a construção vista de cima forma o mapa do Brasil (mas isto não foi intencional). Até o sol deu seu espetáculo, pois o céu estava nublado e achávamos que não iríamos conseguir ver o por do sol, porém na hora exata como que se houvessem aberto as cortinas de um espetáculo, surge o sol magnífico na sua cor laranja. Nos autofalantes soa um poema em reverência ao sol na voz do artista Carlos Vilaró, o poema tem a duração de 10 minutos, juntos como que cronometrados o poema termina e o sol se põe. Descrever a sensação que se tem durante estes 10 minutos não é possível somente estando lá consegue-se entender o torpor em que todos ficam. Dizem que o por do sol no Uruguai é um dos mais bonitos do mundo, não sei se o é o mais bonito do mundo, mas com certeza é o mais bonito que eu já vi. Na volta para o hotel, passamos em um grande mercado Tienda Inglesa e encontramos alfajor com preços muito melhores que o que já tínhamos visto (25 UYU) e fizemos nossas comprinhas para trazer para o Brasil. continua....
  10. Rumo a Punta Del Este, como não há ônibus direto de Colonia para Punta tivemos que pegar um ônibus até Montevideo e de Montevideo para Punta. De Colonida para Montevideo pegamos o ônibus da empresa Turil (311 UYU por pessoa), não recomendo está empresa o ônibus era muito velho e o wi-fi não funcionava, prefira a empresa COT. De Montevideo a Punta del Este pegamos novamente ônibus da empresa COT (249 UYU por pessoa). Chegamos em Punta no final da tarde, o hotel ficava a uns 800 metros da rodoviário, porém como estávamos com malas pegamos um taxi (65 UYU). Nos hospedamos no hotel Florinda, bem próximo a rambla e ao monumento ao Los Dedos (ou Afogados). Hotel limpo, com equipe bastante cordial e bom café da manhã (5.650 UYU por 3 noites) Fizemos o check in e fomos aproveitar o final da tarde e conhecer as redondezas. A cidade estava um pouco deserta por ser baixa temporada, mas é possível vislumbrar o glamour que deve ser a cidade no verão. Punta é uma cidade muito linda e cara, as ramblas são imensas pois como é uma península há a rambla do rio del Plata e a rambla do mar, ambas são lindas. Andando pela avenida principal do comércio percebemos que muitas lojas e restaurantes estavam fechados por ser baixa temporada, mas nada que prejudique a estadia dos turistas. Demos uma olhada nas lojas, fizemos comprinhas de mercado e voltamos para o hotel.
  11. Dia 18/05/2015 – Ficamos a manhã em Colonia para aproveitar a cidade vazia, já que era uma segunda-feira e tirar mais algumas fotos e na hora do almoço partimos para Punta del Este.
  12. Dia 17/05/2017- Nosso destino era Buenos Aires, a travessia do rio del Plata entre Colonia e Buenos Ayres é de 1 hora e é feita por três empresas, a Buquebus, a Seacat e a Colonia Express. A diferença de preço entre a Buquebus e a as outras duas é enorme, optamos pela Seacat (1.316 UYU na promoção de ir e voltar no mesmo dia) pois havia lido alguns relatos não muito favoráveis da Colonia Express. O porto de onde saem os barcos é muito próximo ao hotel e ao lado da rodoviária, o procedimento de embarque segue os mesmos procedimentos de um voo internacional, deve-se chegar com no mínimo uma hora de antecedência para fazer o processo de imigração. Chegando na Argentina registra-se a entrada no país e é entregue um formulário carimbado que devemos andar sempre com ele e apresentar no processo de saída do país. Os barcos chegam em Buenos Aires muito próximo ao Puerto Madero onde há um posto de informações turística, pegamos o mapa da cidade e fomos caminhar. Andamos das 11 hrs até as 17:00 hrs somente paramos para fazer um lanche no final da tarde. Buenos Aires é bela e glamorosa, mas percebe-se muito nitidamente a diferença social que há no país e os argentinos infelizmente não são simpáticos ou hospitaleiros, mas é um passeio que vale a pena fazer. O horário do nosso embarque de volta a Colina era 18:45 hrs, e novamente deveríamos chegar com 1 hora de antecedência para o processo de imigração. Terminarmos o dia com o jantar em Colonia.
  13. Dia 16/06/2015 – Nosso destino nesse dia foi Colonia del Sacramento, levantamos cedo e fomos para o terminal Tres Cruces (taxi hotel x terminal 117 UYU). Pegamos o ônibus da empresa COT (307 UYU por pessoa), ônibus bom com wi-fi também de boa qualidade. Chegamos em Colonia ainda antes do almoço, nosso hotel ficava muito perto da rodoviária (uns 300 metros) fomos a pé mesmo. Hotel também reservado através do booking, Hotel Rivera, 5.724 UYU por apartamento triplo por 3 noites. O hotel é bem limpo, aconchegante e com equipe muito simpática, porém o quarto era bastante pequeno, sem armário e secador. O café é bom, mas é servido direto na mesa de cada hóspede. Deixadas nossas malas no hotel fomos andar pela cidade, é tudo muito próximo pode-se fazer tudo a pé, mas para aqueles que não gostam de andar há a opção de alugar bicicletas ou aqueles carrinhos de golfe. Colonia, é linda e faz jus ao nome de Paraty Uruguaia, pois realmente lembra em muito a nossa Paraty. Ruas floridas, carros antigos, lojas de artesanato, farol, museus, igrejas, restaurantes, rambla do rio del Plata e a beleza do povo uruguaio. É impossível uma cidade desta não ser linda. Andamos e tiramos fotos a tarde toda e a noite fomos comer o famoso chivitos (pronuncia-se tivitos) é um sanduiche com carne, ovo, bacon, queijo presunto, alface, ovo e quando servido no prato acompanha também batata frita. Pedimos um para duas pessoas (que serve muiiito bem três) e é muito bom vale a pena provar (487 UYU já descontados o IVA).
  14. Dia 15/05/215- Tínhamos já agendado uma visita guiada e degustação de vinhos na Boudega Bouza, estava agenda para as 12 hrs. Fomos a pé até o shopping Montevideo para pegar o ônibus (linha G11) até o terminal Colón, foi bastante demorado até que passou o ônibus e até chegar ao terminal foi mais uma hora. No terminal chegamos já eram 11 horas, o próximo ônibus que nos deixaria próximo a boudega somente chegaria as 11:30 e a demora no percurso era de 30 a 40 minutos, ou seja, de ônibus não daria tempo de chegarmos para a degustação, então pegamos um taxi (150 UYU). A degustação foi legal foi legal, mas nada de espetacular e bastante caro para o que oferece 920 UYU por pessoa já descontados o IVA, não indicaria o passeio a não ser que seja para alguém muito apaixonado por vinhos. No preço estavam inclusos degustação de 4 vinhos e uma tábua de frios. Para voltar pegamos novamente taxi (172 UYU) até o terminal Colón e ônibus (24 UYU) até Pocitos. Como chegamos já no final da tarde e já não havia tempo para grandes passeios fomos até o zoológico que era próximo, porém demos com a cara na porta pois não estava mais ativo apesar de constar no mapa de atrações turísticas. Voltamos para a Rambla e fomos andando até os letreiros de Montevideo, terminamos o dia com compras no mercado para o lanche da noite.
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