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  1. Excelente relato. Me deixou mais empolgada para conhecer. E irei em fevereiro/17. Parabéns e obrigada.
  2. Olá Thor Santos, Saímos do Brasil pelo Acre e no Peru não precisa se preocupar mesmo, só com a polícia nas Carreteras, fomos abordados 4 vezes na tentativa de tirar dinheiro, mas não são agressivos, e de fato não querem passar a multa, então é vencer no cansaço. Desistimos de passar pela Bolívia pq era o final da viagem e um guia em San Pedro nos informou que da lá as estradas estavam muito ruins na Bolívia até Uyuni, levaríamos muito tempo e desistimos, voltamos pelo Paso Jama.
  3. Ótimo relato e com boas dicas. Obrigada. Em dezembro vamos, meu marido e eu, num esquema parecido o seu, sem muitas reservas antecipadas. Continuo aguardando a continuação do seu relato, por favor não pare. São tão poucas informações de quem foi para o Equador! Abç.
  4. Nossa que final triste! Espero que se recupere logo. Obrigada por compartilhar as dicas. Em dezembro meu marido e eu faremos um trajeto parecido, porém de carro. Gostaria de uma dica sobre Agência para Galápagos, seus amigos aprovaram a agência? Quantos dias e quanto foi o pacote? Melhoras.
  5. Oi Ana, vamos bem no comecinho de dezembro, espero não ter problemas, mas como temos tempo, qualquer coisa voltamos ou procuramos alternativas. Já a volta pretendemos fazer via Corumbá ou Cáceres, ou na pior das hipóteses por Ciudad del Leste. Muito obrigada pelas informações. Fiquei mais tranquila quanto a segurança.
  6. Olá Marcelo, Em dezembro estaremos indo de carro passando por Bolívia, Chile, Peru e Equador. Vc ainda tem as dicas para passar? Acho que muita coisa ainda pode servir para este ano. Não tenho encontrado muita coisa sobre o Equador. No Peru ouvi dizer que é preciso ir a embaixada no Brasil antes para pegar autorização do carro, vc fez isso? Obrigada por qualquer informação. Abç.
  7. Olá raschadeck, Infelizmente nossas datas não coincidirão, devemos sair dia 7 ou no máximo dia 8 de dezembro. Mas sua dica do comboio dos ônibus já valeu. Vamos aguardar se alguém que foi dá mais alguma dica. Abç.
  8. Oi Ana, Gostaria de pedir uma dica para vc que conhece bem a região. Meu marido e eu vamos passar pela transoceânica em dezembro de carro, é um mês bom para fazer esse percurso, digo, em relação a chuvas? Qual a condição da estrada? E quanto a segurança do percurso até Cusco, é boa ou problemática? Obrigada,
  9. Olá raschadeck, Meu marido e eu temos a mesma preocupação sua nesse trajeto e vou aproveitar seu tópico para acompanhar informação de quem passou recentemente por lá. Quando vc pensa fazer esse trecho? Também vamos em dezembro, mas faremos um trajeto mais para o norte, pretendemos chegar ao Equador, mas ainda não decidimos se entraremos por Corumbá e voltaremos pela fronteira do Acre em Assis Brasil usando a transoceânica, ou se faremos o contrário. quem sabe um comboio diurno seja mais seguro, não? Se eu descobrir algo com conhecidos posto aqui. Abç.
  10. Angela, Obrigada pelo seu relato, fantástico! Meu marido e eu estamos fechando um roteiro na região para o final do ano de 32 dais contando com ida e volta daqui, portanto vai ser bem parecido com o seu. Como está em cima, seu relato tem ajudado muito, pois estamos estudando outras opções em regiões onde vai ter clima bom nessa época. Aguardo a continuação!
  11. Oi cristianobarnabe, Infelizmente também fui no verão, janeiro, e não posso opinar sobre as correntes e como estariam as estradas em outubro. Na época fomos de 4x4 e foi bem tranquilo, não precisamos colocar reduzida nenhuma vez e só uma vez usamos a tração normal, numa subida da Cordilheira embaixo de chuva perto do PN Queulat na Carretera Austral.
  12. Oi Cristiano, Ia sugerir o mesmo que o Adriano, passar por El Calafate e depois por Punta Arenas e não parar ao menos dois dias no Parque Nacional Torres del Paine é um desperdício. Uma das paisagens mais lindas que vi nessa parte do Cone Sul. Vale também uma paradinha na cidade de Puerto Natales, de onde partem muitos passeios para o PN Torres del Paine. Fiz uma viagem parecida a sua, mas no sentido contrário. Entre o Estreito de Magalhães e Punta Tombo é bem sem graça e odiei a cidade de Comodoro Rivadavia. Se der, passe rápido por essa parte e ganhe tempo em outras.
  13. Oi viniciuspgm, Estou adorando os detalhes do seu relato, eu e meu marido planejamos ir no final do ano, dez e jan. Por favor, continue que suas informações estão sendo bem úteis. Obrigada.
  14. Oi felizzz, Pois é cobravam tudo, os USD 2 foram por carga, só precisei carregar uma vez, pq tinha levado 3 baterias carregadas, ainda bem... rs. O pior foi que deixaram carregando na areia e não percebi que tinha ficado poeira e coloquei na máquina, isso deixou entrar um pouco de umidade quando mergulhei com ela (era a prova d'água) então é bom sempre limpar bem as vedações, mas apesar disso a máquina resistiu. Realmente era altíssima temporada, permanente havia mais ou menos 15 pessoas, mas muita gente ia passar o dia e no final de semana 4 e 5 de janeiro a ilha lotou, ficou cheio de barracas, mas voltamos dia 5. Duas noites os Kunas dormiram ao relento para dar a cabana deles a turistas! Como se vê, eles sempre dão um jeito. Mas é o ganha pão deles. E atendem muito bem a todos. Uma simpatia. Só os corais já vale a pena a viagem, dá para nadar bem longe acompanhando os corais e cada mergulho uma novidade, o bom é que não tem quase nada de corrente no mar, então dá para nadar tranquilo indo e voltando, sem se cansar. O banho é de cumbuca, mas sempre era água doce e com fartura, não vi problema. É tem gringo que já se satisfaz só com o banho de mar... rs É tb gostei mais do colchão inflável sobre o chão do que a cama, mas eles trocaram a gente de cabana pq achei que na cama seria melhor, mas antes tivesse ficado no colchão. Mas deu pra dormir... Bom, o importante é que o saldo foi muuuito positivo. Voltaria lá com certeza, deve ser ótimo ir com um caiaque. Quem sabe um dia... Abç e obrigada pelas dicas.
  15. Complementando as informações... Como disse fomos para Isla Diablo onde parte é da família do Sr. Arquimedes, mas quem organiza tudo, alimentação, transporte, acomodações e cobrança é a esposa dele Yani. A outra parte da ilha é da outra família que tem as 3 cabanas Dad Igwa, 1 coletiva com diária a USD 50 por pessoa e 2 privadas a USD 70 por pessoa. São cabanas mais novas e arrumadinhas também, todas com cama e lençol novinho. No Arquiimedes tem algumas cabanas que são com colchão inflável no chão sobre a areia, o que não acho nenhum problema, passamos uma noite nessa e a dormida foi ótima tb, não sei se pela cama, pelo cansaço ou pela bebida . Quando chegamos, apesar da reserva, não havia cabana privada para todos que queriam no lado do Arquimedes , o jeito é não esquentar, como dizem incorporar o “Caribbean Style”, relaxar que eles resolvem e tudo dá certo no final. Isso acontece pq as pessoas às vezes ficam mais do que o planejado. Então a Yani nos sugeriu ficarmos na cabana da família ao lado só aquela noite e no dia seguinte já haveria cabana vaga, e foi o que aconteceu. Passamos a virada do ano na Diablo e foi bem legal, com pessoas de diversas partes do mundo, cada um levou uma bebida e juntamos tudo, batendo papo até altas horas. De lá vimos alguns fogos em outras ilhas e pra quem queria agito, logo ao lado tinha a Isla Perro com música e muita gente. Pelo que vi a Isla Perro é para camping, estava cheia de barracas e nos finais de semana enche de turistas panamenhos, pelo menos naqueles dias de ano novo e alta temporada. A Perro não tem coral próximo e pelo que me falaram lá, coral tão próximo da ilha só a Diablo tem (não consegui confirmar essa informação). O dia seguinte não deu para ir a Cayos Holandeses porque estava ventando muito então ficamos na ilha, fazendo snorkel no coral que é bem bonito e tem bastante peixes. Lá vimos lulas, moréia, diversos peixes e até um Lyon Fish. No dia seguinte nadamos até a Isla Perro, vimos o barco afundado e ficamos por lá. É pertinho e não tem praticamente correnteza. Como encontramos um grupo bem legal na ilha, que ficou mais ou menos os mesmos dias que nós, e percebemos que as outras ilhas são bem parecidas, porém sem os corais da Isla Diablo, resolvemos não mudar de ilha. Depois de 1 dia e meio com vento forte conseguimos ir à Cayos Holandeses, achei belíssimo, a água estava muito clara, do barco dá para ver muitas estrelas do mar, vimos uma arraia manta e um tubarãozinho. Dá para nadar em volta de uma ilhota e fazer o que melhor se faz por lá, relaxar. Esse passeio custou por pessoa USD 12, mais USD 2 para entrar na ilha, que na verdade é cobrado na volta quando paramos numa ilha habitada só para fazer o pagamento. Quanto a comida, comemos muito bem e tanto eu como meu marido achamos que a quantidade foi suficiente, levamos uns extras para beliscar, mas nem precisou. Levamos 4 garrafas de 5 litros de água para os 5 dias,no fim sobrou mais ou menos uma, ou seja uns 5 a 6 litros. Essas garrafas custavam em torno de USD 1,50 no mercado do Panamá (no Super 99), então vale a pena levar, pq na ilha uma garrafinha pequena é quase o mesmo preço. Quanto ao banho, não faltou água nenhuma vez e os banheiros estavam sempre limpos. Na Diablo tem energia à noite e eles carregam a bateria da sua câmera, custa USD 2, só cuidado que eles deixam na areia carregando, eu estava usando uma câmera a prova d'água e não percebi que a bateria tinha ficado suja, isso acabou deixando entrar umidade quando fiz snorkel. Tem uma noite que eles oferecem lagosta, paga a parte, eram enormes, então pedimos uma para duas pessoas com os acompanhamento, foi um prato bem servido que custou USD 15 para os dois e estava uma delícia. Resumindo, pelo que vi, 4 dias são ideais para ficar lá, ou mais, isso porque pode ser que um dia seja mais chuvoso ou com muito vento, não permitindo fazer passeios para outras ilhas no dia planejado. Assim ficaria 1 dia para curtir Diablo, 1 dia para ir a Perro, 1 dia para ir a Cayo Holandeses e 1 dia de folga para imprevistos ou visitar outras ilhas. Para quem quiser fazer contato direto com os donos da Isla Diablo aqui vão os dados do cartão que Yani entregou: Arquimedes Fernandes V. Manager Tel. (507)6733-6309 / 6074-7841 email: [email protected] Abç.
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