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DeepBlue

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  1. DeepBlue

    Huayna Potosí

    Oi Fabricio Combinar Atacama + Titicaca + Chacaltaya + Condoriri é uma ótima aclimatação. Pelo seu roteiro vc terá aproximadamente 16 dias de aclimatação. Mas aclimatação é muito variável, como vc não tem experiência vai sentir na hora. Durante a preparação vai sentindo como o seu corpo esta adaptado. E tome bastante água, muito mais do que o normal do que ingerimos. Isso para mim é o que mais ajuda. Agora o importante é treinar. Caminhando, fazendo trilha, correndo, nadando, subindo degraus ou seja o que for. Se precisar de mais ajuda disponha.
  2. DeepBlue

    Huayna Potosí

    herrera Chegar à base do Huyana não é complicado. Em uma agência eles podem vender um passeio até lá. Neste caso o transporte vai sair caro se for só para vc, e é o que vão te vender. Mas se vc aproveitar a saída de um grupo vai sair mais barato, mas eles não vão te oferecer isso. Neste caso vale a pena conhecer alguém que vai fazer a montanha e vc entra no grupo para pegar o transporte. Como vc não tem expectativa de escalar, recomendo ir a chacaltaya. O cume é muito fácil de chegar, uma subida menor do que 100 metros e a vista é animal. Dá para contratar um taxista para levar.
  3. Acredito que é possível sim ir no Chacaltaya no outro dia à chegada. Mas é uma resposta que vc terá só na hora. O importante é que você irá subir e voltar para dormir em La Paz, o que, se sua intenção for montanhismo é até interesante para aclimatação. Um amigo foi agora para lá e subiu o Chacaltaya no mesmo dia que chegou. Não deu nada. Agora mal de altitude não é lenda. Não é bicho de 7 cabeças mas só chegadando lá e ver como seu corpo está reagndo.
  4. É claro que vc está viajando, depois de muito planejar e sonhar não imagina passar por isso. Ter parte do gostaria fazer cancelado e ainda ficar retido em um bloqueio. Mas essa estória de bloqueios não é de hoje principalmente nas regiões do salar e faz parte do modo de reinvindicar, chamar atenção. Viajar também é aprender política. E a pressão popular é fazer política também. E infelizmente na América Latina teríamos que fazer isso muito mais vezes pois ainda estamos muito longe de uma democracia plena. Já estive em La Paz e em poucos dias vi várias manifestações políticas. Por conta de bloqueios um amigo perdeu duas oportunidades de conhecer o Salar. Mas neste momento parece que a situação já se acalmou.
  5. Não o conheci, e foi apenas após sua morte que fui saber quem era. No site do Eliseu Frechou tem uma reportagem muito boa publicada no montain voices: http://espnbrasil.terra.com.br/eliseufrechou/post/114078_ADEUS+AO+PAI+DO+MONTANHISMO+GAUCHO vale a pena conhecer os nomes dos que criaram e desenvolveram o montanhismo no Brasil. Fiquei excepcionalmente surpreso com a vontade e perícia do Sr. Edgar de fabricar seus equipamentos, de proteção fixa, a mosquetões e até móveis! Isto demonstra a força de vontade que ele cultivava para se dedicar ao esporte.
  6. Também lembro de uma lista de uma publicação americana que considerava entre os melhores trekings além do Himalaia, NZ e Peru. Ainda não conheço para me certificar, mas para o próximo ano pode ser objetivo...
  7. Claro que isto é uma opção de cada um, o que se esperar, quais os objetivos etc. Mas na minha opinião, a não ser que dinheiro não seja problema, uma das melhores opções para fazer treking em altitude por perto é na Cordilheira Branca, no Peru. O cenário é espetacular, paisagens que olhando em fotografias são tão fantásticas quanto Nepal, e em uma área de um parque vasto, que só se compara à Patagônia em tamanho. Por um custo muitíssimo menor, com maior facilidade de acesso. Como experiência em treking de altitude essa seria uma grande opção. Outro bom lugar é Patagônia, mas lembre-se que as altitudes são menores. No Peru as altitudes chegam tranquilamente aos 3500/4000 metros no treking.
  8. segue um link do site alta montanha em que discute os males de altitude: http://www.altamontanha.com/colunas.asp?NewsID=936 o artigo é voltado mais para o montanhismo, mas se tratando de Bolívia e Peru, serve todos os viajantes como destaque vale a recomendação do médico citado na reportagem de que é bom subir sem medicamento nenhum, e o melhor tratamento é descer. Também interesante é a distinção entre os edemas cerebral e pulmonar, enquanto o primeiro é mais imprevisível no sentido de que não tem como se prever, independendo de idade e condição física, o segundo existe uma pré-disposição e quem já teve problemas neste sentido deve tomar precauções.
  9. Fui para Bolívia e Peru. Chegamos primeiro de avião em La Paz. Assim que cheguei não senti absolutamente nenhum mal estar. Mas percebi durante os dois primeiros dias que precisava ficar o mais quieto possível. No segundo dia ao tentar fazer uma barra, fiquei com dor de cabeça. Mas a partir do terceiro dia fui ficando mais "natural" sem nenhum tipo de incômodo. Arrsicamos uma corrida na rua e sentíamos a falta de ar, mas depois de recuperados do esforço não sentíamos nenhum mal. Acho que mais difícil nos dois primeiros dias é dormir. Eu não conseguia concentrar para firmar o sono, o coração batia mais forte. Não tomei nenhum medicamento, e aconselho a evitar ao máximo o seu uso. Busque orientação médica e se não for nada de grande esforços ou de risco como montanhismo, faça uso de medicamentos leves, como aspirinas. Acredito, como alguns depoimentos anteriores, que a medicação deve ser ingerida apenas para melhorar o conforto e não como solução, e a necessidade de ingestão contínua e a doses mais altas. No quinto dia consegui fazer cume no Huayana Potosi, também sem utilizar nenhuma medicação. Mas no acampamento alto fomos deitar para dormir lá pela 8 da noite e acordamos à meia-noite. Mas de fato só consegui cochilar por um brevíssimo tempo. foi muito difícil para pegar no sono. Para quem vai viajar e não tem vivência nesta altitude meu conseho é: reserve os dois primeiros dias para descansar e conhecer a cidade, se aventure a ir para Chacaltaya ou qualquer outro passeio com alguma exigência física após o 3º dia . Mas só na hora vai dar para saber.
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