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mazinhaaa

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Sobre mazinhaaa

  • Data de Nascimento 12-10-1990

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  1. mazinhaaa

    Chapada Diamantina [relato]

    Em meio ao sertão da Bahia, eis que surge um paraíso natural, todo verdinho, com rios de águas geladíssimas e uma paisagem de tirar o fôlego. Praticamente um mandacaru que, em plena seca, floresce: o Parque Nacional da Chapada Diamantina. Como já estávamos na Bahia visitando a família do meu namorado, fomos para a Chapada de carro. Nos hospedamos na Casa Colonial, na cidade de Lençóis (a melhor cidade-base na nossa opinião, bem no início do Parque). O hotel é muito bem localizado, na praça principal da cidade. Apesar de ainda precisar de certos ajustes pode ser bem novo, foi uma ótima relação custo-benefício. Café da manhã caseiro e bem farto, funcionários super simpáticos e o conforto do quarto foram pontos positivos. Voltarei a me hospedar lá sem dúvida. Fachada do hotel Casa Colonial Check-in feito, foi hora de andar pela cidade, comprar os copinhos de shot (que aqui são chamados de copos de cachaça) pra nossa coleção e arranjar um lugar para comer. Paramos no restaurante Grisante. Cerveja gelada e um ótimo parmegiana a preço justo. Super indicado. Depois, fomos dormir que o dia seguinte prometia. Saímos cedinho do hotel rumo a Fazenda Pratinha, localizada no município de Iraquara, a cerca de 75km de Lençóis. O valor da entrada é de R$40,00. Eu particularmente achei o preço bastante salgado para o que é oferecido: visita à Gruta Azul, Gruta Pratinha e banho no Rio Pratinha. O lugar é maravilhoso e a água quase transparente. Mas tudo o mais que você for fazer lá dentro é pago a parte: tirolesa (R$20,00), flutuação (R$40,00), stand up, caiaque e pedalinho (R$20,00 cada) e fotos subaquáticas (valor a combinar). O estacionamento não é pago, mas tem um flanelinha (até aqui!) que cobra uma “ajudinha”. Almoçamos por lá mesmo. A Fazenda possui um restaurante e uma lanchonete, bem como uma bela loja de artesanatos. Os banheiros e vestiários são limpos e existe uma pousada para quem quiser pernoitar no local. Depois do almoço, foi hora de conhecer o Morro do Pai Inácio. Na base do morro há um estacionamento gratuito e uma barraquinha de caldo de cana, lotada de gringos. Um simpático guia na entrada nos cobra a taxa de R$6,00, que é para manutenção e proteção ambiental. A trilha, apesar de curta, é de dificuldade moderada, com muita subida em meio a pedras e rochedos. Mas o esforço é recompensado com uma das paisagens mais lindas que eu já vi. A visão da Chapada é de 360°, até onde os olhos alcançam. Além disso, de tempos em tempos, um guia do local conta a lenda que deu origem ao nome do morro, com direito a um pulo lá de cima. É ver pra crer. Vista do alto do morro do Pai Inácio No dia seguinte, fomos logo pela manhã ao Rio Mucugezinho, onde está localizado o Poço do Diabo. Paramos o carro e logo veio o guardador cobrar os R$10,00 para estacionar. No Mucugezinho não é cobrada taxa de entrada. Existe uma loja de artesanato e um belo restaurante de comida caseira (gastamos R$50,00 com bebida para duas pessoas). O rio se encontra logo no início da trilha. Tem local para banho e descanso. A água não corre rápido, o que é ideal para famílias com criança. Existe a oportunidade de fazer tirolesa e rapel, pagos a parte. Descendo a pé pela trilha por mais 15 minutos, chegamos ao Poço do Diabo. A água com cor de Coca-Cola estava muuuuuito gelada, apesar do forte calor. Não é aconselhável saltar das pedras no Poço, pois existe uma infinidade de rochas no fundo do rio. Poço do Diabo visto de cima Em todos os passeio, há a escolha de contratar um guia. Realmente não achamos necessário e fizemos todos por conta própria. Saindo do Mucugezinho após o almoço, fomos até a Cachoeira da Fumaça. Ou tentamos ir. Porque nenhum de nós se atentou ao horário. A trilha de 12 km é indicada para ser iniciada até as 13h por conta do horário do pôr do sol. O orientador do início da trilha não nos barrou, mas desaconselhou que subíssemos nessa dia, com risco de descermos já a noite. Voltamos então no dia seguinte e fizemos todo o percuso. São 6 km de subida com alguns mirantes e paradas para descanso. Depois de 2h horas, chegamos ao alto da Cachoeira da Fumaça, com seus impressionantes 340 metros de altura, o que a torna a segunda maior queda d´agua brasileira. A Cachoeira tem esse nome porque a água evapora antes de tocar no chão. E a impressão que dá é a de que ela vira fumaça. Infelizmente não estava chovendo muito na região e a quantidade de água era bem pouquinha. 340 metros de queda d´água Outros relatos de viagem no meu blog mmviaja.wordpress.com
  2. Estou na Chapada e aqui é realmente lindo!!! Belo relato
  3. mazinhaaa

    CHAPADA DIAMANTINA - AGOSTO 2018

    Galera, estou na Chapada agora. Se voces precisarem de dicas ou tirar alguma duvida chama no face Marina Moreno
  4. mazinhaaa

    Viagem sozinha para Europa

    Boa tarde. Meu primeiro mochilão foi justamente para a Europa em dez/2012. Minha irmã estava estudando na Espanha e lá fui eu sozinha encontra-la. Também levei todos os documentos, morrendo de medo de me barrarem. Desembarquei em Madri, entreguei meu passaporte na casinha e só percebi que tinha passado pela imigração quando recebi de volta já carimbado. O agente nem perguntou nada. Não sei se foi acaso, mas pelo menos comigo foi absolutamente tranquilo.
  5. mazinhaaa

    Amigas para viajar e amigas pra vida

    Tem grupo já? (11)976689020
  6. mazinhaaa

    Dicas para 1 final de semana em SP

    Anita. Bom dia. A rede The Hostel tem algumas unidades por aqui. Acho que a melhor delas fica na Paulista (até por causa da localização). Na própria Av Paulista você pode conhecer diversos pontos turísticos como o MASP, a casa das Rosas o cinema no predio da Gazeta e o Conjunto Nacional. Fica perto tambem da Rua Augusta, se você gostar da vida noturna. Outro lugar bom pra sair a noite por aqui é a Vila Madalena. Outro roteiro legal é conhecer o centro a pé. Passa pelo marco zero, catedral da Sé, pátio do colégio, a estação da Luz... Tem uma galera que faz walking tour gratuito. Joga no google que você acha rapidinho. Outros lugares interessantes por aqui são o Museu do Futebol (no estádio do Pacaembu), o Parque do Ibirapuera e seus diversos museus e o Mercado Municipal.
  7. Paraty é uma cidadezinha localizada no litoral sul do estado do Rio de Janeiro. Na época do Ciclo do Ouro, era a última parada para os minérios e pedras preciosas que vinham de Minas Gerais. Quando a exploração do ouro diminuiu, outros produtos (como o café) passaram a ser prioridade, as rotas de transporte e venda mudaram e Paraty acabou esquecida. Até a década de 60, quando foi redescoberta. E que redescoberta heim! As águas azuis, o charme do centro histórico e os festivais anuais atraem milhares de pessoas todo o ano para a cidade. Compostos principalmente de cariocas, paulistas e mineiros, os turistas buscam tranquilidade e contato com a natureza. A última vez que estive em Paraty foi no feriado de 02 de novembro. Saímos de São Paulo por volta das 05 da manhã e antes das 10h já estávamos em terras paratienses. Para quem não vai de carro próprio, ônibus da Reunida Paulista (saindo de SP) e da Viação Costa Verde (saindo do RJ) fazem o percurso. Nos hospedamos via AIRBNB na aconchegante casa da Cláudia (https://www.airbnb.com.br/rooms/14926051), que fica um pouquinho afastada do centro histórico. O preço, a comodidade, o condomínio fechado e a piscina nos fizeram optar por não ficar em hotel. Falando em hospedagem, as opções em Paraty são diversas: hostels, hotéis no centro histórico (para quem não quer deixar o charme da cidade em momento nenhum) e as agradáveis pousadas da Av. Octávio Gama são ótimas pedidas. Aproveitamos os quatro dias do feriadão para fazer os passeios. Nosso roteiro foi: Escuna – O passeio imperdível de Paraty é o de escuna. São diversas agências que oferecem roteiros parecidos que custam cerca de R$60 por pessoa. As embarcações saem do cais por volta das 11h da manhã e retornam apenas no final da tarde. Param em 3 ou 4 pontos para banho e mergulho e geralmente oferecem música ao vivo e buffet de frutas no retorno. Para quem quiser algo mais exclusivo (já que as escunas levam cerca de 100 passageiros), existe a opção de aluguel de caiçaras (barcos menores para 10 pessoas) e lanchas, sendo o preço a combinar. Passeio de escuna Passeio pelo centro histórico – O centro histórico é o que dá o charme à cidade. Suas ruazinhas de pedras irregulares com certeza já viraram mais de um tornozelo. As lojas de artesanato, os diversos bares com suas mesinhas na calçada, a igreja matriz e as casas coloniais encantam a todos. É no centrinho que estão dois dos meus lugares preferidos de Paraty: A Casa de Cultura (gratuita, sempre com exposições temporárias) e O Museu de Arte Sacra que funciona na Igreja de Santa Rita (R$4,00, sendo que às quarta feiras a entrada é gratuita). As cachaçarias são outro atrativo da cidade. Pode-se entrar e degustar antes de escolher qual levar. A maioria delas é produzida nos alambiques ao redor da cidade, muitos dos quais podem ser visitados. Como não é permitida a entrada de carros, o centro histórico é uma ótima pedida para passeios despreocupados no final do dia. Se quiser conhecer um pouco mais da história da cidade, guias turísticos com charretes fazem o passeio saindo da praça principal (o custo é de R$25 por pessoa, mas pode-se negociar facilmente). Trindade – Apesar de Paraty ser um destino turístico, as praias próximas a cidade não são lá muito bonitas. A Praia do Jabaquara é a mais famosa delas, possui águas calmas mas escuras por conta da grande concentração de lama (inclusive muitas pessoas frequentam a praia para fazer o famoso banho de lama). Mas onde estão as praias de águas límpidas que ilustram esse post? Em Trindade! Uma vilinha de pescadores que se desenvolveu toda em torno do turismo. São 6 as praias: Praia do Cepilho (ideal para surfistas), Praia do Meio e Praia dos Ranchos (são as melhores praias para banho, possuem restaurantes e quiosques), Praia de Fora (famosa por suas pousadas), Praia do Cachadaço (a mais bonita de todas. É lá que se encontra a piscina natural do Cachadaço, lugar de águas cristalinas em que é possível ver os peixinhos, acessível através de trilha ou lancha) e Praia do Brava (bonita e mais deserta, acessível através de trilha e não muito indicada para banho por conta da força da correnteza e das ondas). Praia do Cepilho Cachoeiras – Infelizmente nessa minha última ida a Paraty o tempo não estava muito firme e acabamos não realizando o passeio para as cachoeiras. Pode-se fazer tanto com carro próprio quanto com jipe das agências de viagem). Entre as mais frequentadas estão a Cachoeira do Tobogã (onde também está a piscina natural do Poço do Tarzã), a Cachoeira da Pedra Branca e a Pedra que Engole. FLIP – A Festa Literária de Paraty é o maior evento da cidade. Realizada anualmente, chega em 2018 a sua 16ª edição. Todo mês de julho, autores se reúnem para debater, conversar e trocar figurinhas sobre temas diversos. Telões são colocados no lado de fora das tendas para que toda a população tenha acesso ao que está sendo discutido, pois o número de visitantes é limitado. Relatos de outras cidades: mmviaja.wordpress.com
  8. mazinhaaa

    Paris - Ano Novo

    José, boa tarde. Como já disseram acima, bate e volta de 1 dia em Londres não vale muito a pena. São 2 horas pra ir, mais duas pra voltar, sem falar no tempo de imigração (porque Londres não faz parte do tratado Schengen). Outra coisa, passei a virada de 2012/2013 na Champs Elysees... Não sei como as coisas estão agora. Mas não foi o meu melhor Ano Novo não kkkkk Não teve festa, não teve fogos, não teve música (a não ser um grupo de brasileiros ~claro~cantando "Adeus Ano Velho"). Deu meia noite, a torre acendeu e todo mundo foi embora. Se continua igual, pelo menos pra mim não valeu muito a pena não. Vale mais procurar um bar ou alguma festa pra passar a meia noite. De resto gostei bastante do seu roteiro
  9. mazinhaaa

    Quantos dias para: Rio, Ilha grande, Paraty e Trindade?

    Paraty e Trindade acho são necessários uns 4 dias pra conhecer tudo. Mas você não vai querer voltar de lá não kkkkk Tem um post falando um pouquinho desses dois lugares no meu blog https://mmviaja.wordpress.com/2017/12/10/paraty-para-nos/
  10. mazinhaaa

    Mochileiro não anda de taxi - use o transporte público!

    Lisboa / Madri --> Existe estação de metrô dentro do próprio aeroporto Paris (Orly) --> A linha Orlyval liga o aeroporto até a linha B do trem (RER B) Roma (Fiumicino) --> O trem Leonardo Express liga o aeroporto até a estação de trem/metro Termini. Outra opção mais barata é pegar um ônibus. Há diversas companhias que fazem este mesmo trajeto. Londres (Luton) --> O Easybus faz o trajeto do aeroporto até algumas partes do centro da cidade. Se comprar com antecedência, a passagem pode sair por ate 2£
  11. Roberto, O bilhete de Madri (já com o suplemento do aeroporto) custa 4,50 euros. A viagem dura em torno de 45 minutos. Como sua conexão é de 10 horas, mesmo que ocorra algum atraso, acredito que de para conhecer os principais pontos turísticos de Madrid tranquilamente.
  12. mazinhaaa

    Mochilão Europa Julho 2015

    cip_gio "1) Tempo x Cidades: será se preciso fazer uma seleção maior ?" Acredito que sim. Você quer viajar 30 dias e conhecer 13 cidades. Daria pouco mais de dois dias em cada lugar, sem falar do tempo perdido e do dinheiro gasto em cada deslocamento. Acho que seria melhor cortar algumas cidades para que pudesse conhecer melhor cada local. Só nas principais cidades como Londres e Paris você gasta uns 4 ou 5 dias para conhecer o básico.
  13. Dica: compre o ingresso para a Torre antes. Eu não compre e me arrependi. 2 horas na fila do ingresso, mais um tempinho na outra fila. Detalhe: tudo isso em um dia de muuuuuito frio.
  14. mazinhaaa

    Mochileiro, qual a sua profissão?

    Opa... sou professora de música! Trabalho com musicalização infantil
  15. mazinhaaa

    Onde comprar passagens lowcost de voos pela europa?

    Eu fiz todas as minhas viagens aéreas pela Europa pela easyjet. Não tive nenhum problema. E o diferencial deles para outras companhias lowcost é que você consegue reservar o assento alguns dias antes da viagem, o que evita aquele corre-corre no aeroporto.
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