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icaroamendes

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Tudo que icaroamendes postou

  1. Olá pessoal! Estou começando este mês (jan/2014) um mochilão longo pela América Latina, Como é uma viagem muito importante para mim não poderia deixar de documentá-la, e por isso criei um blog para ela, quem quiser acompanhar é só seguir a fanpage no facebook ou direto no blog: Fanpage: https://www.facebook.com/mohviagem Blog: http://mohviagem.blogspot.com.br/ Obrigado! Abraços!!
  2. Vlw Bruna! vou aproveitando o que surgir pelo caminho mesmo, imagino que o pessoal mais experiente jah tenha feito muito disso msm, soh queria encontrar alguém para conversar e tirar duvidas diretamente, o que mais me preocupa eh que esses empregos normalmente variam de acordo com a temporada o que pode dificultar dependendo da época...
  3. Olá! No final de janeiro começarei meu primeiro mochilão, e decidi fazer no formato que dois amigos meus fizeram: trabalhando em empregos temporários e esticando a viagem ao máximo. Notei que tem poucos relatos desse tipo de mochilão por aqui, gostaria de saber de mais pessoas que fizeram.. Alguém aí que já fez um mochilão trabalhando em hostels e outros empregos temporários poderia falar mais sobre sua experiência? Indicar os lugares que trabalharam, passar o contato, dizer se valeu a pena, etc. Vlw gnt! Abraços!
  4. Daniel, nesse caso vc vai curtir a história desse cara aki: http://papodehomem.com.br/ze-do-pedal-a-volta-ao-mundo-pedalando/
  5. uma dica tbm eh investir mais no sapato e na mochila mais do que nas outras coisas... são a ultima coisa q podem te deixar na mão e se causarem qualquer desconforto vc vai se arrepender durante a viagem inteira. roupas sinteticas, leves e que secam fácil são a melhor opção, imagine vc na estrada carregando um jeans encharcado que não seca nunca...
  6. Há também os fogareiros a alcool (que o pessoal chama de espiriteira), vale lembrar, é o modelo mais simples e barato que tem caso vc não tenha R$300 para gastar nesse multifuel, vc ñ tem dificuldade nenhuma em achar o combustível q é mto barato, eh confiável e dificilmente vai t deixar na mão jah q o modelo eh tão simples q vc pode ateh fazer o seu. recomendo msm.
  7. Eu apoio o Alan! por mais louca que seja a ideia o mundo precisa dessas coisas, olha o caso do Christopher McCandless, a história dele inspirou mta gnt a correr atras da liberdade, inspirou boa parte dos participantes desse forum, tenho certeza, Estão faltando sonhadores no mundo! lembrando que sonhadores são aqueles cujo sonho vale a propria vida, por que eles entendem algo que nós esquecemos! conforto e segurança são coisas mesquinhas quando estão do lado de um sonho de verdade, vivemos a era do conforto, ninguém teria descoberto novos continentes, conquistado o everest ou os polos pela primeira vez se pensasse em segurança e conforto como prioridades. Vai voar cara!
  8. Olá! recomendo acima de tudo que explore esse forum, as melhores informações você vai encontrando durante a pesquisa, e aqui tem muito material, desde relatos de viagem a reviews de equipamentos. tem muita coisa a se considerar, desde as roupas para minimizar o peso a vacinas que você pode ter de tomar, e não caberia tudo nesse post, rs recomendo a sessão "guia do mochileiro de 1ª viagem", vai te tirar muitas dúvidas: guia-do-mochileiro-de-1-viagem-f95.html Abraços!
  9. Muito foda! E o vídeo ficou muito bom também! completou bem o relato e deu para sentir bem o lugar, e o recurso de colocar a câmera no bastão deixou as filmagens bem interessantes. Estou montando roteiros para fazer quando estiver pela região no começo do ano que vem e com certeza o Pico do Corcovado entra nessa lista! Abraços!
  10. Muito bom! Faz um tempo que estou querendo ir à São Thomé, mas mesmo morando pertinho ainda não tive a chance... Dizem que o reveillon lá é uma loucura (para quem gosta de estar no meio de uma muvuca)! um detalhe que me contaram e que pode servir de curiosidade eh da famosa Pedra de são-thome, que só existe nas pedreiras de lah e fazem peças de decoração para turistas. dizem que é de mau agouro, algo sobre ter o sangue dos muitos escravos que morreram nas minas. mas não eh algo que eles te contem nas lojinhas de lembranças... rs Abraços!
  11. Cara, o mais importante numa situação dessas acho que é não ficar só nos planos, mta gnt faz planos de começar a mochilar e nunca dá o primeiro passo, por isso minha principal dica é não fique só pensando em fazer! tem uma categoria fixa aki no site q eu não sei se vc jah viu: guia-do-mochileiro-de-1-viagem-f95.html o guia do mochileiro de primeira viagem, acho que a ideia de viajar caminhando é ateh legal se vc tiver forma física para o percurso que quer fazer, senão chegando no destino você não tem ânimo para aproveitar o lugar. e pelo que vi são uns 250km, coisa considerável... sobre carona não posso falar mto, mas tem alguns tópicos sobre o assunto no forum. quanto ao dinheiro você tem que pensar no meio de transporte, emergencias, atividades que quer fazer, etc. Abraços!
  12. Vlw pelo relato! é bom termos relatos de lugares novos, ajuda no planejamento da vigem de mta gnt, se tiver umas fotos manda aí tbm
  13. icaroamendes

    Mochilas NAUTIKA

    Olá! Não sei se o proprio fabricante é a melhor fonte de referencia para o produto, rs nenhum vai admitir que o seu é inferior... não tenho uma náutica nem nunca botei nenhuma à prova, mas no geral as pessoas não falam muito bem das mochilas dela, pode ser só intriga da oposição ou não... quando tiver testado um tempo ela por favor nos diga se valeu apena agora só não sei quanto ao 10% do peso corporal quando for usar uma dessas, se fosse assim eu só poderia carregar 7,5Kg; uma carga ridícula para quem está usando uma cargueira. mas bem, são os médicos... vá entendê-los... rs Abraços!
  14. Wow! q viagem! se o adjetivo 'roots' ñ servir para esse caso, ñ sei para que serve, huahuahua aposto que muita gente te chama de louco por fazer uma viagem dessas sozinho, mas eu entendo que viajar sozinho dá um sentido mais espiritual, também prefiro assim na maior parte do tempo. E aquelas áreas são um outro Brasil que o Brasil tem que descobrir, são lugares tão fora da nossa realidade que é difícil acreditar que são do mesmo país. Adorei o relato! Abraços!
  15. Muito bom! Muitas informações úteis Uma pena pela barraca, essa época do ano no litoral com uma barraca de baixa coluna d'agua é perrengue msm... Estou planejando fazer essa travessia em janeiro, sozinho mesmo, daí o planejamento cuidadoso é a chave, obrigado pelo relato bem detalhado e pelas infos! Abraço!
  16. Noosssa! Fotos lindas! é incrível que no brasil haja geografias tão variadas como a da Chapada Diamantina!
  17. Este é o meu primeiro relato para o mochileiros.com. É uma maneira de agradecer esse fórum, sem o qual eu dificilmente teria animado para fazer essa trip, também foi aqui que encontrei conhecimentos que me foram muito úteis depois. Sem contar que é o nascimento do meu lado aventureiro, que estava em gestação fazia algum tempo, só olhando os posts aqui do fórum. A ‘Pedra aguda’ é uma montanha localizada em Itajubá-MG, na serra da Mantiqueira. Quem já passou pela cidade com certeza já notou o maciço de pedra visível de qualquer lugar da cidade, a face norte da montanha. A 1570m de altitude é um passeio relativamente fácil e com uma recompensa incrível, uma visão de quase toda a região, com a vista de muitos outros picos da serra até o limite do horizonte. -Vista da lateral por onde é feita subida ->Localização do pico para o google -22.477387,-45.448944 Para ser sincero esse passeio começou alguns anos antes, quando eu era moleque de uns 17 anos e uma turma de amigos se juntou para subir o pico, que é um passeio comum para quem é aqui da cidade. Na época a minha forma física deixava bem a desejar e logo na primeira subida mais pesada minha pressão caiu e tive de voltar com uma sutil dose de humilhação. Como a pedra é visível de cada canto da cidade foi algo que não deu para esquecer, e virou algo pessoal vencer aquela subida algum dia. Planejando algumas trips (que eu conto mais para o final) pensei que subir a pedra seria o ideal para começar a me preparar, também vi a chance de resolver esse assunto há muito tempo pendente. O plano inicial era acampar com uns amigos, mas os mesmos não se sentiam preparados. Eu já estava com tudo pronto havia algumas semanas, tinha investido em mochila, barraca, saco de dormir, etc., um gasto inicial que todo mochileiro tem que fazer, e é preciso estar certo do que se quer para não parecer que está queimando dinheiro, por que não são tão baratos assim (principalmente quando se é um universitário duro só com bolsa de estágio). Meus amigos acho que se intimidaram um pouco com os planos e decidiram que não estavam prontos para acampar. Como eu já havia decidido, investido e sonhado com esse acampamento, resolvi que ficaria lá durante a noite independentemente se alguém estivesse junto. Partimos 7:00 do bairro Medicina, o último bairro urbano antes do rural Anhumas, onde se localiza a serra que subiríamos. Foram 7km de caminhada antes da porteira da estrada que leva até a trilha, um passeio bem calmo e bonito, com direito a vários ipês em flor, igrejinhas do tamanho de um cômodo, sítios, passarinhos cantando e tudo que há de bom nesses cantos de minas. Iriamos pegar uma entrada que eu havia me informado com uma senhora do bairro, mas por sorte encontramos alguns ciclistas fazendo uma excursão pela estrada. Eles estranharam que estivéssemos subindo por ali, e informou que a entrada que todos usavam era um pouco mais para trás. Conforme pude confirmar durante a volta, aquele era mesmo o melhor caminho. -Não poderia faltar o ipê em flor Na porteira havia um pessoal de carro, conversamos um pouco, eles também iam subir, mas com um horário diferente do nosso. Nos deram algumas instruções de onde ficava a entrada da trilha e sobre o abrigo da montanha, que fica em um sítio da Triboo Montanhismo, onde poderíamos pegar água e fazer um descanso. Subimos pelo que chuto ser 2km. Minha primeira experiência com uma cargueira me fez refletir como vale um equipamento ideal, apesar de estar com uns 15 quilos nas costas não sentia eles incomodarem de maneira alguma, creio que meus amigos com mochilas comuns, sem barrigueira nem nada, estavam sofrendo bem mais de desconforto com cargas bem menores. Um rebanho de vacas não pareceu gostar muito da gente, nos acompanhou de perto um trecho, o que fez os menos tranquilos se cagarem de medo. Também caímos na armadilha de um pé de laranja carregadíssimo: a mordida no gomo de ponkan foi a mais decepcionante que já tivemos. Na verdade aquilo era um limão. -Bifes revoltados -e sooobe... Chegando perto do pé da montanha não tínhamos notado nenhum sinal do abrigo, um amigo meu olhou além da cerca que ia do lado e não viu nada. Havíamos passado ele com certeza e achamos melhor seguir do que voltar. Paramos em um bambuzal que já haviam comentado ser bem na entrada da trilha (até esse ponto é possível chegar de carro). Ainda que tivessem comentado que a entrada ficasse mais para a ‘esquerda’, achamos que essa entrada era mais à frente, e seguimos pelo descampado à direita. Isso nos custou uma busca de meia hora pela entrada no lugar errado e mais um descanso longo para compensar o desânimo. Andando um pouco encontrei a entrada rente a uma cerca. Era uma entrada bem aberta e certamente era ali. Encontrei um casal descendo, eles confirmaram que esse era o caminho. Estávamos prontos para subir. -Entrada da trilha A trilha é boa. Bem aberta, e para facilitar a subida boa parte do trecho tem degraus formados pelas raízes. Em alguns pontos a inclinação é grande e os degraus bem altos, mas ainda que a malhação das pernas seja garantida, algumas paradas pelo caminho e um pouco de paciência tornam a subida possível para qualquer um (qualquer um mesmo! Conforme vocês podem ver um pouco mais abaixo). E pela primeira vez na viajem senti o peso da carga, principalmente pelo equilíbrio, onde meu centro de gravidade estava mais para trás enquanto eu fazia aquela subida íngreme e precisava me jogar um pouco à frente para me garantir estabilidade. Usar as mãos é imprescindível em algumas partes da subida. -A subida O casal de amigos que estava junto foi o que mais cansou, paramos algumas vezes para que eles pudessem nos alcançar. A chegada ao pico foi fenomenal, de repente o mato se abre em um mirante com uns 250 graus de vista para a região. Pode-se ver muito longe, o observatório nacional de astrofísica (LNA), o Pedrão, a Serra dos Toledos, e outras montanhas a se perder de vista (Dizem que os Marins são visíveis, mas não conheci lá para poder identificar ao certo sua silhueta). Logo notei que o montanhista dormente em mim tinha despertado, mesmo sem nunca ter praticado montanhismo tive certeza que o que eu fazia naquela hora todos os outros montanhistas faziam por instinto: identificar na paisagem outros picos para serem enfrentados. É uma daquelas paisagens que não cabem em foto, vídeo ou imagem panorâmica. Simplesmente fantástico. Há o mirante e um pouco acima, no ponto mais alto da montanha, uma pequena clareira perfeita para acampamento, suportando 2 ou 3 barracas sem problemas. A única coisa ruim nessa chegada foi o sol das 13:30 que estava estalando de forte. Um pouco mais tarde chegou um casal, ficou 15 minutos e foi embora com um ânimo bem mais fraco que o nosso. Almoçamos e começamos a montar a barraca. Logo meus amigos precisaram descer para poderem chegar antes da noite na cidade. Fiquei sozinho e tirei um descanso deitado em uma das poucas sombras da clareira. Achei que longe em distancia, altitude e acesso não encontraria muitas pessoas, mas foi o contrário, depois disso ainda chegaram a passar cerca de 15 pessoas pelo pico, entre elas (Espantem!) um moleque de 3 anos!!! Mesmo que os irmão ou primos que estavam juntos o tivessem ajudado a subir os degraus mais altos, aquilo era assustador. Um garoto bem vivo, com cara de arteiro, nariz escorrendo, esse tinha a marca daquelas crianças que corriam pela roça, brincavam na terra e tem a resistência que os pobres garotos que foram criados no carpete (o que foi meu caso) não tem. -A carga Há um outro acesso ao topo pelo outro lado da montanha, uma travessia bem maior em que se passa por outros lugares adjacentes como o ‘pico do galo’ e a ‘pirâmide’, mas isso fica para outra vez. O por do sol foi ótimo e no começo da noite o tempo limpou bem e pude ver o céu super estrelado. Não esfriou tanto quanto achava que iria e passei confortável a noite. Sozinho em um lugar desses você não se acostuma de cara, mas logo está colhendo os benefícios da solidão junto com a beleza do lugar. A vista da cidade iluminada, o tamanho da área que eu podia ver, tudo isso me levou a tantas reflexões que seria preciso outro relato para detalhar. Uma feijoada em lata com pão de torresmo terminou de me derrubar junto com o cansaço e as 20:30 já estava dormindo. Despertei no meio da madrugada, já descansado, e esperei o sol nascer, o que não pude ver diretamente devido à direção da montanha e do mirante, mas ainda assim foi memorável. Infelizmente a água que eu levei não foi a medida certa e me preparei para a descida com os últimos goles de água. -Indo embora Desmontei o acampamento e comecei a descer por volta das 08:30. A descida foi bem mais tranquila e fui ajudado por um bastão de caminhada perfeito que encontrei pelo caminho, que me ajudou principalmente contra o chão escorregadio cheio de folhas. Fiz a descida em menos de uma hora e lá em baixo encontrei um outro casal que queria subir (Por que será que tantos casais procuram lugares isolados no meio do mato??? rs). Passei algumas informações (eles também nunca tinham subido antes) e também passei o cajado que havia me ajudado tanto e comecei a descer. Resolvi ignorar o abrigo, o qual acabei não visitando e fui pegar água em uma bica mais para a frente. Na volta a boiada (ou manada de animais assassinos) não pareceu muito amigável de novo, tanto que me fecharam a passagem e um boi parecia animado para avançar. Nunca tive medo desses animais, mas meu instinto não me recomendou seguir por ali (a história da música ‘menino da porteira’ serviria de lição? rs). Cortei caminho por outros pastos, e após alguns contratempos, como arbustos cheios de espinhos e terreno íngreme, cheguei à estrada do Anhumas. A caminhada foi broxante, meus dedos dos pés tinham bolhas pequenas e a bota se mostrou mais justa do que deveria, não que fosse apertada, mas não seguia a recomendação de ser bem folgada na parte da frente para não machucar nas descidas. Um pouco de mal-humor começou. Resolvi pedir carona ao primeiro que passasse, a lei de murph falou mais alto e em 3km cerca de 20 carros haviam passado por mim e nenhum na direção certa. Um que veio na direção correta quase parou para mim, mas logo acelerou e seguiu. Na metade do caminho depois de passar por alguns bares fechados vi ao longe um aberto, do lado do campo de futebol , e só consegui pensar em uma garrafa gelada e suada de cerveja. Chegando perto do bar, uma reviravolta: uma caminhonete parou do meu lado e me ofereceu carona. Pulei na caçamba sem demora e aproveitei com conforto o resto da volta. -A carona milagrosa Como iniciante aprendi algumas lições, como melhorias na arrumação da mochila, recursos a levar e coisas a trocar - como por exemplo a bota que poderia ser um numero maior para ficar mais folgada, ou a necessidade de ter uma lanterna de cabeça no lugar de só uma de mão. Essa é a primeira de muitas histórias, pretendo explorar mais do que a serra da Mantiqueira tem para oferecer, ganhar experiência e no final do ano, durante as férias, fazer o que estou planejando por um tempo: conhecer as inúmeras travessias do litoral do sul do Rio e São Paulo, em uma maratona, uma após a outra. Se alguém aí que já conheça essas paradas quiser conversar, aceito dicas! E (por enquanto) é só isso.
  18. Nooossa!! Vlw msm! era exatamente o que eu estava precisando! e mto bom o blog seu, curti, tbm! Se mais gente tiver indicações tbm, nunca é demais, tenho mais uns meses p planejar com calma...
  19. Olá pessoal! Uma coisa que nunca fiz foi acampar em áreas do litoral, Aqui na serra da mantiqueira não faltam lugares para acampar pelas serras, sem ter que se preocupar muito, só vai monta a barraca e pronto. Mas notei que para acampar no litoral parece um pouco mais complicado, Pesquisei principalmente por Paraty, Trindade e região e descobri que para camping só em áreas particulares, e pagar para áreas de camping vai contra os meus princípios. Queria saber se alguém conhece áreas do litoral que se pode fazer camping selvagem, (se é que existem) Por que a meu ver é território nacional, público, não deveria ter problemas acampar em praias...
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