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diogomarxx

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Sobre diogomarxx

  • Data de Nascimento 08-05-1981

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Vários, e vários...
  • Próximo Destino
    Outubro - Colômbia
    Dezembro - Joinville e Pomerode
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/sete-dias-em-bom-jardim-e-chapada-dos-guimaraes-t109311.html
    http://www.mochileiros.com/3-dias-em-belem-com-uma-esticada-em-macapa-t113687.html
    http://www.mochileiros.com/foz-do-iguacu-e-puerto-iguazu-roteiro-de-2-1-2-dias-com-precos-e-cambio-t125565.html
    http://www.mochileiros.com/buenos-aires-economica-junho-2016-t133046.html
    http://www.mochileiros.com/costa-do-cacau-e-do-dende-itacare-barra-grande-ilheus-marco-2017-t142190.html
    https://www.mochileiros.com/topic/61754-para%C3%ADba-em-junho-2017-s%C3%A3o-jo%C3%A3o-de-campina-grandejo%C3%A3o-pessoa/
    https://www.mochileiros.com/topic/64390-lado-b-da-serra-ga%C3%BAcha-caminhos-de-pedra-caravaggio-veran%C3%B3polis-agosto-2017/
  1. Antes de decidir, dá uma lidinha nesse artigo http://www.melhoresdestinos.com.br/hora-certa-comprar-passagens-aereas.html
  2. Roteiro Goiás

    Já fui à Goiás Velho, parece ser uma boa opção para quem está com pouca grana. O que pega é a bebê, pq aí hostel não aceita, e ficar num hotel/pousada sobe o custo de hospedagem.
  3. Dica: se você tiver KM de Vantagens, compensa trocar esses KMV por pontos Multiplus, sairia a metade do preço. Cada lote de 2.000 KMV pode ser trocado por 10.000 pontos Multiplus, pagando uma taxa de 300 reais. Exemplo: Santiago/Ilha de Páscoa/Santiago com ida dia 22/04 e volta dia 28/04 (dependendo da data, tem saindo de Lima também) Emitindo com pontos Multiplus seriam necessários 40.000 milhas, então você gastaria 1200 reais (+taxas). Comprando direto no site da Latam, sairia R$ 2443 (+taxas) nas mesmas datas.
  4. Chegando em Morretes, é tranquilo conseguir algum transporte até o início da trilha (carona, táxi, uber, mototáxi)?
  5. Uau, que relato! Como apreciador fiquei curioso com os vinhos que se produzem na Ilha do Fogo.
  6. Colombia

    Estive em Santa Marta, Taganga, Cartagena e Bogotá. Pelo menos nesses lugares não tem esse negócio de dólar ser mais aceito, use pesos colombianos normalmente. Alguns lugares até aceitam, como no pub The Clock em Cartagena, mas um dólar com eles vale apenas 2500 COP, enquanto na casa de câmbio achei ao menos a 2740 COP cada dólar. Entre as várias maneiras de conseguir pesos, a mais vantajosa foi comprar dólar no Brasil e trocar por pesos em Bogotá. Mesmo com os 6% de IOF, sacar COP no caixa eletrônico com débito na conta também dá uma boa cotação (melhor que levar real e trocar lá), mas apenas se o valor do saque for alto pra diluir o valor da taxa de saque cobrada pelo banco.
  7. Como levar dinheiro pro mochilão?

    Se o seu banco for Itaú fica esperto. Desbloqueei a função débito para saque no exterior, chegando na Colômbia não consegui sacar um centavo! Um amigo que viajava comigo também é Itaú (Personalité ainda) e também não conseguiu. Na conexão no Panamá conhecemos duas meninas que estavam voltando do México e também não conseguiram. Quando voltei vi na internet várias reclamações sobre o saque do Itaú não funcionar lá fora.
  8. Eu achei tranquilo. Considere que: - o bus custa 2200 COP e o carro de Pasacaballos para a praia custa 10000 COP, então 25000 ida e volta (a van turística mais barata vai sair 40000 e o barco 50000) - o ônibus não é dos grandes (pouco maior que uma van), mas ele também não lota, então dá pra deixar a mochila no banco ao lado - em alguns momentos o ônibus vai ficar parado esperando passageiros, mas mesmo assim o tempo de chegada à praia vai dar quase o mesmo de um passeio contratado (por causa do tempo que se perde fazendo o pick up de todos os passageiros em seus respectivos hotéis, embarque no terminal hidroviário etc) - o ponto de ônibus fica perto do Castelo San Felipe. Pergunte ao motorista onde descer pra pegar o carro/moto para a praia. Confirme o horário do último ônibus de Pasacaballos para Cartagena, não lembro bem mas acho que é as 18h00. - algumas vans turisticas não lotam, ai vc pode voltar com elas, pergunte no quiosque se ele tem alguem a indicar. Fomos de transporte público e voltamos nesse esquema, pagamos 15000 COP numa van que tinha lugares vagos. - só compensa ir de busão se for pra chegar cedo e pegar a praia vazia. A praia "abre" para banho a partir das 08h00 e costuma encher por volta das 11h00 que é quando chegam as vans e barcos turísticos.
  9. Acabei de voltar da Colômbia, vou escrever um relato depois mas por enquanto algumas impressões: Bogotá me surpreendeu positivamente. Adorei a Candelária, achei uma mescla de Rua Augusta com Santa Teresa, uma boemia meio roots ao contrário da Zona T que é meio gourmet. Comida e bebida a ótimos preços, cheguei a almoçar por 6000 COPs. Santa Marta tem trânsito caótico e o centro histórico morre a noite. As comidas de rua são tenebrosas em questão de higiene. Taganga: fomos na Playa Grande, uma praia próxima ao centrinho da vila, custou 10000 COP o barco a ida e volta, mas a praia não tem nada de mais, farofada mesmo. No dia seguinte iríamos à Playa Chengue, já dentro do Parque Tayrona, mas não conseguimos sacar dinheiro e os barqueiros não aceitavam cartão. Enão ficamos na cidade um dia a menos que o previsto. Taganga tem a hospedagens mais baratas de todos os locais que estivemos. A noite até que foi bacana com um restaurante a beira-mar que rolava uns drinks baratos e ainda no esquema compre um ganhe outro. Cartagena: Calor demais, cerveja o dia inteiro. Ficamos hospedados dentro das muralhas, onde as coisas são um pouco mais caras. No Getsemani os preços baixam e a boemia é mais roots, dentro das muralhas é tudo mais gourmetizado. Em Cartagena, na rua, todos os preços são negociáveis então nunca aceite o primeiro valor oferecido. Chapéu, por exemplo, o vendedor queria me vender por 50000 COP e acabei levando dois por 30000 COP. Fiz o passeio a Playa Blanca na sexta e gostei do lugar mas não do esquema de passeio contratado. Fui de barco, chegando as 11h e voltando as 16h. O restaurante vinculado ao passeio servia uma comida mequetrefe. No dia seguinte, fomos de transporte público: pegamos um ônibus até Pasacaballos, e de lá tem motos e carros que levam até a praia. Sai 25000 COP nesse esquema, mas a vantagem não é meramente financeira: você pode ir e voltar a hora que quiser e escolher o lugar onde vai comer. Ficamos na barraca do Pepe, um senhor que parece o Seu Madruga do Chaves. Almoço delicioso a 15000 COP e cervejas long neck a 3000 COP (menor preço por lá). Ainda fomos cedo e pegamos a praia vazia antes da galera dos passeios de barco e van chegarem. Panamá City (conexão de dia inteiro): Não curti muito a cidade, o trânsito é caótico e não existe prioridade nenhuma para transporte público como corredores exclusivos de ônibus. Na imigração foi tudo tranquilo, não perguntaram nada. Não ia encarar 30 dólares de táxi, então peguei a van gratuita da Copa Airlines para o shopping Metromall. Lá no shopping foi duro encontrar um lugar barato pra comer, mas então achei um PF com arroz, lentilha, uma coxa de frango assada, banana frita e refri por 4,29 dólares. Do outro lado da avenida do shopping peguei um bus para o terminal Maranon e de lá fui andando para o Casco Viejo, passando pelo Mercado de Mariscos. O cartão do ônibus custa 2 dólares e existem duas tarifas do bus: ônibus convencionais custam 0,25 dólares e os ônibus que circulam por vias expressas rápidas custam 1,25. Achei o Panamá um local sem personalidade, tudo muito americanizado. O Casco Viejo é bacaninha mas esteve longe de me impressionar. O Mercado de Mariscos tem ceviches a partir de 1,07 dólar, e o assédio dos vendedores é tão chato quanto o de Cartagena. O aeroporto Tocumen é horrível: longe de tudo, quase não tem lugares pra sentar, não tem tomadas e todos os bebedouros foram desligados (talvez para forçar os turistas a pagar 4 dólares por uma garrafinha de água?). Os preços do free shop talvez não são essa maravilha que dizem na internet.
  10. Estou pensando em gastar 200 reais no máximo em PTY (fora o táxi). Fuçando na internet, vi um esquema pra economizar: a Copa tem um serviço de transfer gratuito para o Shopping MetroMall. Do shopping MetroMall até o Casco Antíguo a corrida de táxi sai por mais ou menos 10 dólares. Vi aqui: https://boaviagem.org/posts/estados-unidos-panama/11-horas-na-cidade-do-panama.html
  11. Belo relato! Peguei a mesma promoção de 490 reais da Copa e vou fazer a mesma loucura de 3 cidades em oito dias (Santa Marta, Cartagena e Bogotá), além de uma conexão longa no Panamá. Como você fez pra sair do aeroporto em PTY? Vi que os táxis por lá estão entre 30 e 40 dólares, muito caro!
  12. Agora em agosto aproveitei três dias que tinha de folga para visitar uma amiga que mora em Carlos Barbosa, na Serra Gaúcha. Ela, que adora conhecer lugares novos assim como eu, fez as honras da casa e me levou pra conhecer alguns lugares na região. Meu único pedido é que fôssemos a locais mais alternativos aos três passeios mais comuns na região (e que eu já conhecia): Gramado, Canela e o Vale dos Vinhedos em Bento Gonçalves. Segue o relato. 1° dia (03/08, quinta) Comprei passagem para descer no aeroporto de Caxias do Sul, mas uma forte chuva na região da Serra Gaúcha obrigou o vôo a descer em POA. A Gol disponibilizou ônibus para levar os passageiros para Caxias, mas quase três horas foram perdidas nisso tudo. Esse contratempo prejudicou os passeios do primeiro dia: tínhamos combinado de ir aos Caminhos de Pedra de Bento Gonçalves, mas com o atraso e a chuva não seria possível. Então pesquisamos no Google “o que fazer em Caxias com chuva” e apareceu o Chateau Lacave, uma vinícola que fica numa edificação com ares de castelo medieval. Um imigrante uruguaio que produzia vinhos ordenou sua construção com base em plantas de um antigo castelo espanhol. Paga-se dez reais para entrar, a partir daí segue-se uma visita guiada pelos aposentos (tem até calabouço), vemos como era produzidos os vinhos antigamente. Numa determinada parte tem um trono com coroas para se tirar boas fotos. Também tem réplicas de armas medievais, aí sim o cosplay fica completo Ao final da visita guiada temos a degustação dos vinhos Lacave (já incluída nos 10 reais que se paga para entrar), se não me engano foram seis variedades de vinho/espumante e uma de suco de uva. Os vinhos são bons, nada de outro mundo, mas ainda sim bons. Acabei comprando um espumante brut (R$ 30) e um cabernet sauvignon por um preço honestíssimo, 18 reais. Saímos de Caxias e fomos até Monte Belo do Sul, uma pequena cidade bem perto de Bento Gonçalves. Um centrinho pequeno com uma igrejinha bem simpática nos recepcionava. Paramos no Il Divino Café, onde comemos tortas salgadas bem gostosas. Também compramos alguns produtos coloniais: biscoitos, graspa, doces. Pegamos um folhetinho turístico da cidade e decidimos ir numa cascata que ficava próxima ao centro. Não achamos, porém. Passamos na Vinícola Calza, a mais famosa da cidade, mas já estava fechando. Decidimos então seguir para Carlos Barbosa. Um pequeno city tour no centro e uma parada na Lancheria Original, que além dos lanches também tem algumas cervejas artesanais de marcas regionais. Para quem gosta de esportes, uma curiosidade: no Original foi fundada a multicampeã Associação Carlos Barbosa de Futsal, três vezes campeão mundial FIFA. Saindo do Original, fomos para a casa da Tayla, para descansar para o dia seguinte. 2° dia Acordamos cedo e fomos para os Caminhos de Pedra, em Bento Gonçalves. É uma rota turística que segue ao longo de uma estrada no distrito de São Pedro. Possui muitas edificações feitas de pedra (daí o nome), entre elas igrejas, casas, restaurantes e vinícolas. A paisagem é bonita demais, todos por ali falam que lembra a Itália. A primeira parada foi na Casa da Ovelha. Na entrada tem duas ovelhas “esculpidas” na poda de duas árvores e uma lojinha que vende diversos produtos derivados de ovelha, até cerveja com lactose. Tayla comprou um queijo de leite de ovelha (eu não gostei, é meio doce). Para entrar no parque, a bagatela de 50 reais! Somando nós dois e mais o Matheus, filhotinho da minha amiga, seriam 125 cabrais. Achei muito dinheiro para ver ovelhas serem pastoreadas e dar mamadeira pra filhotinho. Deixamos pra lá, andamos pelas imediações e tiramos algumas fotos da bela paisagem e também da igrejinha que fica ali ao lado. Pegando novamente a estrada passamos por vários lugares bonitos como restaurantes, lojinhas de produtos coloniais, até uma casa em formato de pipa de vinho! Na cantina Strapazzon não paramos, ela é famosa por ter sido locação do filme O Quatrilho. Estava na hora de degustar uns vinhos, então paramos na vinícola Salvati&Sirena. Tiramos várias fotos na área externa, entramos e continuamos com os cliques. Pra quem é muito adepto de Instagram, é um prato cheio para boas fotos. A degustação custou dez reais e eles foram bem generosos. Foram uns oito tipos de vinho pra provar, mais um de suco de uva e uma provinha de limoncello (a atendente tinha ouvido eu comentar que limoncello é muito bom, e foi bem bacana ter oferecido a bebida, que não faz parte da degustação). O legal aqui é provar vinhos que são feitos com variedades de uva não tão comuns de se achar. A variedade peverello, por exemplo, só se encontra por ali, e está extinta na Europa. Outras uvas não tão comuns são a Goethe e a Barbera Piemonte. Uma coisa comum no roteiro do Caminho de Pedra são as casas temáticas, como a da Ovelha que havíamos passado antes. Saindo da vinícola, tem a Casa das Cucas (espécie de pão/bolo tradicional naquela região), Casa da Confecção, e a Casa da Erva Mate. Paramos em frente a esta última, mas novamente não pagamos o ingresso para entrar, apesar do valor simbólico do ingresso. Só não tivemos interesse mesmo... Lá dentro aparentemente era uma réplica de como era uma antiga fábrica de erva-mate. Tiramos algumas fotos na parte de fora, e sentamos na grama ali em frente, curtindo um solzinho gostoso, nem parecia estarmos no inverno! O interessante ali, pra quem está vendo do lado de fora é a roda d’água, utilizada como força motriz no processo produtivo. Ainda passeamos bastante pelo CdP, que a despeito de ter apenas 12 km possui muitas e muitas atrações. Decidimos então ir ao Santuário de Nossa Senhora do Caravaggio. Algumas estradas secundárias e de terra batida depois, chegamos ao Santuário. Um lugar bem amplo, que conta com duas catedrais, a original e uma bem maior, para comportar a grande quantidade de romeiros nas principais datas católicas. A antiga é bem mais bonita por dentro, enquanto a nova se impõe por seu tamanho e bela arquitetura externa. Entre as duas tem uma torre bem bonita, que conta com um grande relógio e os sinos do complexo. Falando em complexo, o local não é composto apenas pelas igrejas. Além delas, existe uma vila, uma ampla praça, mirante, restaurante, rádio... Ficamos um bom tempo aqui relaxando e contemplando a vista no mirante quando decidimos ir à Cascata da usina, que aparentemente ficava não muito longe dali. Depois de rodar um bocado, quando achamos o local, estava fechado. Parece que só abre na época do calor mesmo, e conta com camping. Nos demos por satisfeitos com o role feito até então e voltamos para Carlos Barbosa, pois o pequeno Matheus tinha consulta com pediatra. Depois da consulta, fomos apenas ao Morro do Calvário, que é o ponto mais alto da cidade de Carlos Barbosa. Tem uma igreja e um mirante por lá que proporciona uma vista bacana. Em seguida fomos à cidade de Barão, que fica ali ao ladinho. Apesar de ter colonização alemã, a cidade não tem nada de mais, nem mesmo casas com arquitetura típica (a cidade é a mais pobre da região, deve ser por isso). A única coisa que chama a atenção por lá é uma escultura gigante de um figo. Já escurecendo, voltamos para descansar e jantar. 3° dia Último dia do role, acordamos cedo e pegamos a estrada em direção à Veranópolis. Estrada sinuosa e pista única em quase todo o percurso. Tem que ter cuidado. Passamos pelo bairro Tuiuty em Bento Gonçalves, onde pode-se ver indicações para as vinícolas Salton e Cainelli e para a Cachaçaria Bucco mas não paramos. Muito cedo pra beber. Mais para a frente a primeira parada: a Ponte dos Arcos, bem na divisa entre Bento e Veranópolis. A ponte compõe muito bem o visual com o rio e natureza ao redor. Vimos algumas pessoas passando por cima dos arcos da ponte para tirar fotos, não chegamos a tanto. Ao lado da ponte um desses restaurantes de beira de estrada, o Recanto dos Arcos. O lugar é bacana, pois além de ter tomadas e wifi naquele meio do nada, tem comidinhas gostosas a preço justo, e produtos coloniais maravilhosos, também com preços bem em conta. O salame colonial é muito bom, me arrependi de não ter comprado mais. Além disso, como o lugar tem dois andares, na parte de cima a vista é sensacional da ponte e do Rio das Antas. Com o solzinho gostoso que estava, ficamos bastante tempo por ali, até pegar a estrada novamente e procurar um lugar que tinha visto na internet: o Belvedere Espigão. Que é basicamente uma parada de beira de estrada, assim como o Recanto dos Arcos. Mas o diferencial é que ele tem um mirante que proporciona vistas sensacionais do Vale do Rio das Antas. Bem legal mesmo. Próxima parada prevista: Cascata dos Três Monges. Aproximadamente 8 km à frente do Belvedere Espigão, a certa altura sai da rodovia e entra numa estradinha de terra, o Google Maps orientou de boa. Chegamos lá e a portaria estava fechada, acabamos indo embora (ficamos sabendo depois, então repasso a informação: no Parque dos Três Monges a porteira fica fechada para que o gado criado no local não fuja. É só abrir a porteira, entrar com o carro e fechar na sequência ). Como ainda tínhamos tempo livre e o passeio à Cascata não deu certo, resolvemos ir num lugar que algumas placas indicavam na rodovia: a Gruta Indígena. Voltando na rodovia sentido Bento, mais uma vez estrada de terra e estacionamos do lado de fora. Uma pequena trilha nem um pouco cansativa e chegamos na gruta. Um espaço amplo numa rocha maciça onde viveram tribos indígenas há muitos e muitos anos. Existe iluminação artificial em um esquema bem interessante: tem um interruptor do lado de fora, você acende a iluminação e quando vai embora, apaga. Não se perde muito tempo aqui, mas o local rende fotos bem interessantes. Na saída a Tayla quis tirar uma foto numa simpática estátua de São Francisco de Assis, o padroeiro dos animais, com dois bichinhos. Meu passeio pela Serra Gaúcha se encerraria tirando essa singela foto para ela, pois dali seguimos direto para a rodoviária de Bento Gonçalves, onde peguei o bus para Porto Alegre. Ainda dei uma voltinha por ali no centro histórico, comi e comprei souvenir no mercado municipal antes se seguir pro terminal 2 do aeroporto Salgado Filho.
  13. Fim de semana em Porto Velho

    Tenho curiosidade de conhecer Porto Velho e Rio Branco, mas os preços de passagens são proibitivos! Por enquanto vou viajando no seu relato.
  14. Programação Rio de Janiero?

    O amigo aí em cima já deu o caminho das pedras. Ir para a região dos lagos em feriados é loucura. Já que você vai ficar hospedada na Barra, tente curtir as praias da zona oeste, são mais limpas e menos muvucadas que as da zona sul.Na zona sul eu só gosto de duas praias: o Arpoador e a Praia Vermelha, que nem sempre está própria para banho, mas tem uma beleza cênica, com o Pão de Açúcar e o Morro da Urca ornando o visual. Aliás, se estiver com um orçamento curto, dá para fazer a trilha até o topo do Morro da Urca e pegar o bondinho apenas para descer, por um preço bem mais camarada. Quanto à folia, tente fugir dos mega blocos que desfilam no Aterro do Flamengo, pois ficar espremido no meio de um milhão de pessoas com sol a pino e termômetro marcando 45° não é legal. Eu prefiro os bloquinhos, em Santa Teresa está lotado deles. Eu particularmente gosto do Filhos da Martins, que sai na segunda de carnaval e encerra na Escadaria Selarón, é bem legal.
  15. Estive em SLP na Festa do Divino, é um lugar que vale a visita nem que seja por um bate e volta. Além da arquitetura da cidade, os desfiles de grupos tradicionais e folclóricos da região durante a festa e a procissão no final tornou o passeio ainda mais agradável.
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