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Vale_do_Cafe_Guy

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  1. Se você for de São Paulo, passe no Poupatempo de Guarulhos e tire um RG provisório. Sai em apenas uma hora, mas ele só vale por 90 dias. maiores informações: http://www.guarulhosweb.com.br/noticia.php?nr=114049
  2. As empresas agora não estão nem aí com o peso das bagagens de bordo (segurança de voo pra que né?). Agora elas só se preocupam com o volume. Pior que eu comprei uma passagem de Cancun pra Bogotá com escala em Lima, mas vou abandonar o trecho em Lima. Não vou poder despachar a mala, ou seja, nada de trazer tequilas
  3. Tem gente que imprime o código do aeroporto de destino e cola na mochila com fita adesiva. Depois que li desse negócio que despacham sem etiquetar, vou começar a fazer isso No portão de embarque da VivaColombia em BOG tem uma maquininha de cartão pra esses casos hahaha
  4. Tem bastante informação sobre locomoção na América Central nesse blog: https://www.voltologo.net/viajar-pela-america-central-transportes/
  5. Na verdade, nós que escolhemos ir nos lugares mais vazios mesmo. Tem lugares bem cheios e badalados em Itacaré, e a noite de lá é boa. Já em Barra Grande a praia de Taipus de Fora é a mais lotada, e a noite é mais parada.
  6. Sobre o agendamento, eu fui num posto de documentos da prefeitura, aí talvez tenham pedido os comprovantes porque já estão acostumados com burocracia excessiva. Já meu amigo tirou a CIVP dele em um hospital, daí pelo caos cotidiano que é um pronto-socorro quem vai chegando pega a senha na hora sem precisar agendar... Na dúvida é melhor você fazer o agendamento e tirar a carteira nova, afinal como você bem mesmo disse os funcionários da imigração de outros países não tem obrigação de saber os pormenores da nossa legislação.
  7. Se a sua CIVP é de 2008 provavelmente é aquela amarela, e não é mais aceita. Esse é o meu caso, tomei a vacina em 2007 e tive apenas que trocar a carteirinha, não precisei tomar a vacina de novo. Fui tirar no bairro da Penha aqui em SP mas a fila estava gigante e desisti. Um amigo que estava junto resolveu encarar a fila e não pediram nada pra ele, só pra mostrar a carteira antiga. Já eu fui tirar em São Caetano do Sul. Lá não tinha fila nenhuma mas pediram o agendamento pela internet (aquele que faz no site da Anvisa) e o comprovante de viagem.
  8. Como essa notícia saiu hoje no site da prefeitura de Santo André, o parque deve estar em funcionamento.Porém as trilhas dentro do parque tem que ser feitas obrigatoriamente com guia, e são pequenas e sem graça. O Grupo Ecológico Caneco Verde faz trilhas por lá fora do esquema estatal, tente contatá-los pelo facebook. No FB também tem o grupo Trilhas Gratuitas que volta e meia também organizam trilhas por lá. http://www2.santoandre.sp.gov.br/index.php/noticias/item/11804-paranapiacaba-e-opcao-de-passeio-nas-ferias
  9. Mas bah, como assim você diz pra alguém não ir a Belém... Vá a a Belém se puder! Destino completo, tem cultura, tem construções históricas, tem natureza, tem gastronomia exótica, tem carimbó e aparelhagem, tem Amazônia, cachaça de jambú, praia de rio, tem a catedral e o Círio de Nazaré, tem o Theatro da Paz, cerveja Amazon Beer, o Ver-O-Peso, Sorveteria Cairu...
  10. Se a pessoa é do sul e quer fazer um primeiro mochilão pra sentir qual é a vibe, sugiro a Serra Gaúcha. Tem muita coisa legal pra ver, o povo é hospitaleiro, dá pra se virar com carona, tem um "ecossistema" variado (gastronomia variada, vinícolas, cachoeiras,mirantes, descobertas culturais, etc...). Só não vá a Gramado e se deslumbre com as "construções em enxaimel" que por lá é quase tudo fake
  11. Praia da Reserva também é a minha preferida no Rio. As praias da zona oeste são beeeem melhores que as da zona sul.
  12. Meu irmão também teve problemas com o Airbnb em Miami. Ele reservou um quarto, chegando lá o "quarto" era um quadrado feito na sala com essas divisórias de escritório. Até aí dava pra passar. Porém o anfitrião alugou a casa toda para um grupo de alemães, quando meu irmão tinha chegado de um passeio os caras tinham chegado e detonado toda comida e bebida que ele tinha comprado, fora a confusão né. Depois de várias reclamações o Airbnb não resolveu nada (na verdade nem respondeu nenhum dos contatos), então meu irmão ligou no Itaucard e entrou com um pedido de contestação de compra. Por sorte o banco acatou o pedido e estornou o valor. Comigo, aconteceu em Pomerode do anfitrião dizer no anúncio que era cama. Cheguei lá era um colchão inflável e como eu não consigo dormir naquilo acabei indo pro sofá. Também já tive problemas em Campina Grande. Fiz a reserva, faltando poucos dias para a viagem o anfitrião cancelou. Um dia depois ele recolocou o anúncio do mesmo lugar cobrando três vezes mais. Isso aconteceu duas vezes nessa viagem. O Airbnb é uma plataforma muito segura para o anfitrião, mas não dá nenhuma garantia ao locatário. Entrar em contato com eles para reclamar de alguma coisa é um parto.
  13. Estava com a mesma dúvida do autor do tópico, seu post foi providencial! Tks!!!
  14. Passaporte ou RG em bom estado. A foto do RG tem que ser mais ou menos atual, não adianta ir com aquele documento antigo com sua foto de criança haha
  15. Hoje em dia a minha preocupação maior é com o volume da mochila e não com o peso... 10 kg é coisa pra caramba.
  16. Quanto à cotação do saque, tem que ligar na central e torcer pra que o atendente saiba ver no sistema a informação que você quer, pq o atendimento do itaú é o ó . Quando vc for sacar (se conseguir haha) vai aparecer a cotação também, mas o ideal é saber antes de ir. Meu irmão tem essas frescuras de ser cliente Uniclass então ele fez essas cotações direto com o gerente. Como ele viajou pouco antes que eu e o dólar flutuou pouco naquele período então usei +- os valores que ele tinha usado.
  17. Creio que não... pq meu irmão foi pra Colômbia um mês antes que eu, e as pessoas que estavam com ele conseguiram sacar. A exceção foi um amigo dele que por coincidência também era Banco do Brasil
  18. Se o seu banco for Itaú fique bem esperto com a opção de saque na conta corrente no exterior. Não é confiável.
  19. No meu caso fiz várias simulações (meu destino era a Colômbia) e o saque a débito no exterior era o que me daria a melhor cotação, empatado em primeiro lugar com a compra de dólares no Brasil e trocando esses dólares lá (em terceiro lugar levar reais e trocar por pesos lá e em último lugar saque no cartão de crédito). Só que não consegui sacar em nenhum caixa eletrônico, mesmo desbloqueando para uso internacional. Meu amigo, que também era Itaú, teve o mesmo problema que eu de não conseguir sacar e como levamos pouco dinheiro tivemos que fazer saque de dinheiro no cartão de crédito, a pior opção de todas.
  20. Caso interesse, tem uma página no facebook chada Dicas de baldeações em viagens, que ensina como chegar a alguns lugares dentro do estado do Rio economizando através de baldeações, em vez de pegar ônibus direto. Foi lá que vi o esquema de chegar em Petrópolis gastando menos (embora o tempo pra chegar seja maior).
  21. Não tem mais não... estação mais perto é a Inhomirim, na cidade de Magé.
  22. Um fim de semana livre, milhas vencendo... peguei uma mamata pela Gol (3000 milhas na ida) e na Latam (3500 milhas na volta) saindo de SP e indo para Joinville. Como o tempo era escasso pensei em ir direto para Pomerode e curtir somente uma cidade para não ficar na correria e cansaço de vários deslocamentos... até descobrir que só tem dois horários de ônibus ligando as duas cidades( 09h30 e 16h saindo de JOI), e um deles sairia bem depois do meu voo ter pousado pela manhã... O próximo só sairia às 16hs (chegando em Pomerode às 18h10), mas por sorte consegui achar um BlaBlaCar saindo às 14hs. Mercado Municipal de Joinville No aeroporto chamei um Uber para me levar ao Mercado Público de Joinville (a corrida deu 32 reais, porém na volta exatamente o mesmo trajeto deu 20 reais, não reparei se estava em tarifa dinâmica na ida). Em geral eu gosto pra caramba de mercados municipais/públicos, mas o de Joinville é bem fraquinho. Destaque para uma choperia de nome impronunciável que servia diversos chopes de cervejas artesanais da Saint Bier (o Belgian é sensacional) com preços entre R$ 10 e R$ 12. Tomei uns três e segui para o Museu Nacional de Imigração e Colonização. No caminho passa-se na Rua das Palmeiras, um dos maiores orgulhos da cidade de Joinville e que fica bem em frente ao Museu. A entrada é gratuita, existe uma primeira casa a ser visitada, com um pequeno acervo da Princesa Dona Francisca (filha de Dom Pedro I e irmã de Pedro II), que era a dona das terras onde hoje se localiza a cidade. Não achei muito interessante, até porque nem mesmo existe algum tipo de placa ou cartaz com explicações sobre o acervo. Na parte de trás do Museu as coisas começam a ficar mais interessantes: um grande galpão contendo vários veículos utilizados ao longo da história da cidade (está exposta uma das primeiras bicicletas do Brasil), além de uma casa em estilo enxaimel que foi desmontada de seu local original e remontada na área do Museu. Lá dentro podemos ver e entender como era o cotidiano dos primeiros colonos alemães em terras brasileiras. Saindo dali fui andando à Estação da Memória, que é a antiga estação ferroviária da cidade. Mas antes entrei no supermercado Giassi, onde me surpreendi com o baixo preço das cervejas artesanais (em SP é tudo mais caro!) e comprei uma Merecida da Opa Bier e fui tomando no caminho. Dei uma volta pelos arredores da estação admirando aquela velha beleza (sou fã de estações de trem antigas) mas não entrei no pequeno museu, pois ainda teria que caminhar até a rodoviária e temia não chegar a tempo da carona combinada no Blablacar. Dali da estação até a rodoviária deu uns 20 minutos de caminhada, muito menos do que previ, então com o tempo livre comprei uma Heineken e fiquei assistindo o sorteio dos grupos da Copa do Mundo até a carona do Blablacar chegar. Rua das Palmeiras, vista a partir do Museu de Imigração Casa enxaimel que foi remontada na área do museu Estação ferroviária de Joinville Uma hora e meia depois chegamos ao destino, fui direto ao Pomerode Agradável, local reservado pelo Booking (55 reais, apartamento privativo, com um quarto, sala, cozinha equipada e banheiro). Apezinho bacana e de preço bom, mas o contra é que fica longe do centro e da maioria das atrações turísticas. Só fica perto do Portal Norte, da Casa do Produtor e da entrada da Rota do Enxaimel, que não deu pra conhecer, pois estava sem carro. Fui num mercadinho ali perto, comprei água, brejas e comida e fiquei descansando. À noite fui para o centrinho de Pomerode, visitei a Weihnachtsfest, que é a festa de natal da cidade. Tudo muito, mas muito bonitinho, desde as decorações até a casa do Papai Noel. Destaque para a “Pirâmide de Natal” gigante. Essa pirâmide é uma decoração de natal tradicional nas casas da Alemanha, com uma hélice na parte de cima que gira devido ao calor das velas que fazem parte da própria decoração. O movimento da hélice faz girar todo o conjunto decorativo, bem bacana. Porém, devido ao seu enorme tamanho, a do parque de Pomerode gira com eletricidade mesmo Weihnachtsfest Saindo dali, fui verificar outra grande tradição alemã da cidade: a cerveja! Fui na Schornstein, cervejaria artesanal e neste primeiro dia tomei três variedades de chopp. A Imperial IPA deles é sensacional! Menção honrosa também à Irish Red Ale deles, porém esta última é sazonal e talvez não esteja “em cartaz” quando o leitor por ventura visitar a cidade. Ah, e tinha uma dupla animando o ambiente com um ótimo som. Voz e violão? Não. Sintetizador e duas vozes, a menina cantava pra caramba. Altas versões de clássicos do rock oitentista e noventista. E o melhor, sem a casa cobrar couvert artístico Fui pra casa, aproximadamente 40 minutos de caminhada. Depois de um belo banho, cama. No dia seguinte acordei nem tão cedo e fui tirar umas fotos no Portal Norte da cidade. Este foi construído a mando da empresa Malwee em parceria com a prefeitura (o fundador das malhas Malwee era imigrante da Pomerânia), e é uma réplica exata, centímetro por centímetro do portal da cidade de Stettin, atualmente localizada na Polônia, mas que foi capital da Pomerânia entre 1720 e 1945. Portal Norte Dali fui para a Casa do Produtor, uma típica construção em estilo enxaimel. Neste local vendem-se produtos agrícolas e artesanais de produtores da cidade. Comprei uma cuca de morango (R$ 7). As cucas são uma espécie de pão/bolo tradicional na comunidade germânica. Também tinha muitas compotas e conservas a preço ótimo, mas que não comprei devido ao receio de estourar o volume da mochila na hora de embarcar no aeroporto. Voltei ao apê arrumei a mala, guardei a cuca e segui para o centro. Novamente caminhada de 40 minutos e fiz o checkin no Airbnb. Casa simples, mas bem perto do centro. Fui novamente no Centro Cultural, onde foi montada a decoração de Natal, dei uma volta pelo centro e entrei no Museu Pomerano (R$ 6). Ali pode-se entender toda a história da cidade através de objetos que fizeram parte das famílias fundadoras. Saindo do museu, fui bater um rango. Comer em Pomerode, sobretudo culinária típica alemã pode não ser muito barato. Mas na Torten Paradies tem um Buffet por quilo com vários pratos típicos. Nem vi quanto estava o kg, mas meu prato deu quase 700 gramas e paguei 32 reais. Achei justo, até pela quantidade exorbitante de comidas diferentes que tinha no meu prato. Muita coisa a base de batata e carne suína. Pra acompanhar o einsbein, o famoso joelho de porco, uma cerveja forte da fabricante Bierbaum (R$ 30 – chorei) de Treze Tílias (cidade de colonização austríaca, perto de Chapecó). Esse almoço me deu uma leseira... cansado e com sono fiz uma tríade de compras antes de voltar para o Airbnb e tirar um cochilo, a saber: comprei chocolates na conceituada Nugali, que fica bem pertinho da Torten, depois passei na rodoviária pra comprar a passagem de volta para JOI no dia seguinte (sábia decisão!) e por fim, fui na Pomerode Alimentos pra comprar o famoso creme de parmesão e a lingüiça Blumenau. Depois do descanso fui bater perna novamente, para ir ao Portal Sul, que também é a base da Sec de Turismo (por conseguinte, das informações turísticas). Dá pra visitar o segundo andar do portal, tirar fotos com roupas típicas, comprar souvenir e passeios... não fiz nada disso, só tirei algumas fotos do portal e fui tomar mais umas brejas na Curry Wurst, choperia que fica anexa ao portal. Fiz uma degustação (R$ 13) com cinco tipos de chopp de dois fabricantes diferentes, com uma porção de amendoim inclusa. Depois tomei mais um chopp de IPA e de Weiss. Na mesma praça do portal e da choperia tem o letreiro da cidade (agora virou moda, toda cidade tem), então não passei batido pelo clichê e tirei foto lá também Portal Sul Pomerode Degustação na Curry Wurst Já escurecendo fui para o Pavilhão de Eventos, que rendeu uma boa caminhada já que não é tão perto assim do centro. Estava rolando a Volksfriends, uma convenção de carros refrigerados a ar, sobretudo Fuscas, Brasílias e Kombis. Paguei 10 reais para entrar, lá dentro estava rolando uma discotecagem bacana (uns funks setentistas), tinha food trucks, e a onipresente cerveja Schornstein. E claro, muitos carros antigos. Nunca vi tanto Fusca num lugar só na minha vida! Fiquei um bom tempo ali curtindo um som, comendo umas bobeirinhas e tomando breja artesanal, quando deu 22hs o som parou então voltei à Weihnachtsfest para ver pela última vez a decoração de Natal. Ainda passei na Praça Torgelow para tirar uma foto do monumento que é um tributo aos 180 anos de imigração alemã em Santa Catarina e que foi construído através de um acordo entre as cidades de Pomerode e Torgelow. No domingo de manhã acordei e fui direto para a rodoviária. Para a minha surpresa, o guichê de vendas da rodoviária de Pomerode só abre às 13hs aos domingos (GRAZADEUS eu tinha comprado a passagem no dia anterior!), muito embora tenha ônibus passando antes desse horário na cidade. Saí as 09h15, chegando em Joinville às 11h30. Ainda deu tempo de ir novamente no mercado municipal e tomar uns chopes, só que desta vez a praça em frente ao mercado estava lotada, pois era final da Liga Nacional de Futsal e o time da cidade participava da decisão. Quando saí para o aeroporto estava empatado, depois fiquei sabendo que Joinville foi campeão. Um Uber para o aeroporto demorou uns vinte minutos e custou 20 reais. Às 1h40 embarquei para CGH. Algumas observações: - O único ponto turístico que fiquei com vontade de ir e não consegui foi a Casa do Imigrante. Fica longe do centro, não dava pra ir a pé e com o calor que estava acho que nem mesmo alugar uma bicicleta (40 reais por 4 horas) seria uma boa opção. Mas como visitei o Museu Pomerano e o Museu de Imigração em Joinville, então acho que não tenha feito tanta falta assim - Em Pomerode tem um zoológico bem conceituado e um parque temático sobre dinossauros. Pode ser uma boa atração para crianças, a mim particularmente não interessa muito. - A Rota do Enxaimel começa perto do Portal Norte e pode ser feita de carro, táxi, passeio contratado ou bike. Mas se a grana tiver curta você pode abrir mão desse passeio, pois existem muitas outras casas enxaimel que podem ser apreciadas no trecho entre os portais Norte e Sul. - Só tem BB, Caixa e Bradesco em Pomerode. Não tem nem mesmo um caixa eletrônico da Rede 24 Horas. Então se seu banco não for nenhum desses três citados, saque dinheiro antes.
  23. O site Diário do Rio vai atualizando a lista de blocos desde muito antes do carnaval, dá pra ir se programando. Pros descolados e alternativos, recomendo acompanhar o blog La Cumbuca, normalmente é lá que ficamos sabendo dos blocos "secretos", quase sempre de última hora. Agora que boa parte do centro do Rio foi revitalizado por causa das Olimpíadas e com o novo monotrilho, é interessante considerar se hospedar no centro, que costuma ser mais barato.
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