Ir para conteúdo
  • Cadastre-se

hgleo

Membros
  • Total de itens

    36
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Sobre hgleo

  • Data de Nascimento 02-02-1990

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Barcelona, Lisboa, Algarve, Dublin, Londres, Paris, Oslo, Odda, Zaquintos, Roma, Florença, Praga, Cracóvia, Cidade do México, Cancun, Playa del Carmen, Tulum, Conzumel, Machu Picchu, Cuzco, Copacabana, La Paz, Uyuni, San Pedro de Atacama, Santiago, Los Angeles, San Diego, Las Vegas, San Francisco, Grand Canyon, Zion e Yosemite Park, Toronto, Vancouver, Rocky Mountains, Montreal, Quebec, Niágara, Ottawa, New York, Puerto Iguazu, Brasília, Chapada dos Veadeiros, Paraty, Curitiba, Foz do Iguaçu, Ciudad del Leste, Rio de Janeiro, Vitória, Vila Velha, Campos do Jordão, Santos, Serra Gaúcha, Capitólio, São Tomé das Letras, Florianópolis, Guarda do Embaú, Bombinhas.
    Trilhas: Trolltunga Trail (Noruega), Pico do Corcovado, Ilha Anchieta e 7 praias desertas (Ubatuba); Poço Formoso e Cachoeira da Fumaça (Paranapiacaba); Vulcão Lascar (Atacama-Chile); Catarata dos Couros, Cachoeira Santa Bárbara, Loquinhas (Chapada dos Veadeiros)
  • Meus Relatos de viagem
    http://www.mochileiros.com/canada-toronto-niagara-ottawa-montreal-quebec-t66512.html
    http://www.mochileiros.com/mochilao-nos-eua-califa-vegas-e-canyons-jul-ago-2014-t107113.html

Últimos Visitantes

O bloco dos últimos visitantes está desativado e não está sendo visualizado por outros usuários.

  1. Um mês antes das minhas férias ainda não tinha decicido o que fazer e após várias pequisas, acabei dividindo minha programação em dois roteiros: Chapada dos Veadeiros e México. No caso da Chapada dos Veadeiros, acabei encontrando em um grupo de mochileiros pelo FB, duas garotas que estavam procurando companhia para ir a Chapada e dividir custos. Achei interessante a proposta e acabei topando. Logo pude ajudá-las a montar o roteiro, pois elas só tinham comprado a passagem aérea. Aproveitei uma promo da Azul que dobrava os pontos caso fizesse a transferência de milhas cumuladas no Itaucard, resultado, não paguei nada na passagem aérea pra Brasília (ida e volta). Em BSB existem dois terminais, um apenas para os aviões da Azul e o outro, bem maior e mais confortável, para as demais cias aéreas. A programação foi a de ficar uma semana na Chapada. Elas chegaram no sábado, já alugaram o carro e foram para Alto Paraíso e eu na madrugada de domingo. Na madruga, nem dormi, aproveitei para pesquisar no grupo do FB "CARONA BSB CHAPADA (Solidário de Verdade)" a possibilidade de carona até Alto Paraíso. Incrível como funciona e tem muita gente que realmente concede carona, pra divisão de combustível. Sai mais barato que o bus. Um bus de Brasília a Alto Paraíso custa R$ 46 e a divisão da gasosa pra mim custou apenas R$ 20. Tive a sorte também de estar com uma outra paulistana, que chegara de manhã e também buscava carona. O cara que nos deu carona era nativo de Brasília e queria passar um FDS na Chapada... o risco da carona é um que passei... o cara fumava maconha. O problema não era esse, mas sim se fossemos parados em uma blitz policial. No caminho, apenas chegando em Alto Paraíso existe um posto policial, no resto é de boa, uma viagem de um pouco mais de duas horas (cerca de 230 km). Mas graças a Deus, deu tudo certo. Ele me deixou no centro de paraíso em uma praça, perguntei pra um nativo onde ficava o Hostel que havia reservado, o Jardim Nova Era Hostel e estava apenas a 50 passos do Hostel. O hostel é bem ajeitado, fiquei em um quarto de 4 pessoas (R$ 50/noite). Também existe a opção de camping pra quem quiser. Enfim... já era cerca de meio-dia, pude almoçar perto do hostel por R$ 15 e encontrei as garotas, as quais só conheci lá mesmo. Partirmos a tarde para uma cachoeira localizada em Alto Paraíso mesmo, a Cachoeira dos Cristais. Ela não é a das mais famosas, mas é muito bonita, e foi o suficiente para perceber que seria top aquela trip: Meio dia é o suficiente para a Cachoeira dos Cristais. Paga R$ 10 reais para entrar e existe uma trilha leve até chegar a cachoeira. No dia seguinte, acordei bem tarde devido ao cansaço de não ter dormido na noite anterior. Assim, aproveitamos apenas o período da tarde, novamente. COm isso, fomos para uma trilha que pudesse ser feita em meio-dia. Fomos então para a Pousada São Bento. Lá dentro tem a Cachoeira São Bento e a Almécegas I e II. R$ 10 reais apenas para a São Bento e R$ 30 para todas. Como já era pra lá das 14 hrs, não tinhamos tempo suficiente para fazer as 3, optamos então para fazer as mais rápidas, a Almécegas II e a São Bento. Tanto para a Almécegas I e II existe um trajeto de carro da entrada da pousada até o começo da trilha de uns 10 minutos. A trilha também é leve e as Cachoeiras da Almécegas II são lindas e ótimas para banho, pois tem vários pontos para tomar um banho: Aproveitamos por mais de duas horas lá. Já era quase 17 horas e ficaria tarde pra ir na I, por isso optamos ir pra São Bento, que fica perto da entrada da pousada em uma trilha de quase 10 minutos, bem easy. De diferente na São Bento é a cor da água, tipo cor de Coca-Cola, porém, dos lugares que visitei, foi o que menos me impressionou, não faria falta no meu roteiro. Ficamos longe da Cachoeira, que além de tudo é minuscula em relação a expectativa nas fotos: Porém, em uma viagem dessas, precisamos estar atento aos detalhes, e foi em um detalhe nessa trilha easy da São Bento, voltando pra Pousada que pude clicar uma imagem bonita como essa: Como a pousada São Bento fica entre Alto Paraiso e São Jorge, e tínhamos a intenção de ver o Por do Sol no Jd de Maytrea, fomos até lá. Na verdade precisa deixar o carro quase no acostamento e precisa ficar bem ligado nas placas pra saber exatamente onde fica o Jardim. É um lugar muito bonito, porém a melhor foto do por do Sol foi no meio da estrada mesmo, onde paramos o carro: O terceiro dia era um dia que prometia, pois fomos para as Cataratas dos Couros, que é lugar com mais queda d'água na Chapada. Para muitos, é a Cachoeira mais bonita da região, mais até do que a badalada Santa Bárbara. Na minha opinião as duas são incríveis, porém a dos Couros é mais imponente e a Santa Bárbara, mais diferente (pela cor). Pra trilha dos Couros é necessário guia. Se não estiver de carro é possível contratar guia com carro, mas é bem mais caro. Foi R$ 150 reais pro guia, divido por quatro, pois outra pessoa que estava no Hostel acabou indo com a gente. Para a catarata dos Couros a estrada é péssima, e leva cerca de 40 minutos de carro até a entrada da trilha, após saindo da BR de Alto Paraíso. A trilha em si é nivel médio. Existem pontos de descidas e subidas um pouco estreitos, mas nada impossível. Chegando lá é incrível a vista. Existem 3 descidas opcionais, até chegar na parte debaixo das cataratas, acabei descendo dois níveis. Em um deles vi até cobra hahah. O bom de descer é a possibilidade de ver a Catarata de frente e também tomar banho de cachoeira. Na volta da trilha também existem cachoeiras que valem a pena ser visitadas. Na volta, foi possível observar mais um belo por do sol na estrada. Final de terceiro dia, eis que temos mais 3 dias para relatar: Santa Bárbara, Pq Nacional, Loquinhas, Vale da Lua e um pouco da noite de São Jorge e Alto Paraíso... fica para o próximo post em breve.
  2. hgleo

    REVEILLON 2016 - URUGUAI

    Galera... curti mto da idéia de reveillon no Uruguay. me add no grupo aí qm tiver precisando de cia para mais detalhes... 11 96301-0777 Abs
  3. hgleo

    Mochileiros em sp

    Me add tbm... da capital 96301-0777
  4. Seis meses depois de postar sobre o roteiro California-Vegas-Canyons, conforme o link: http://www.mochileiros.com/california-vegas-e-grand-canyon-21-jul-11-ago-t90865.html a viagem se concretizou. Com a ajuda do site, além de mim, outros dois mochileiros, um da Paraíba e outro do Rio Grande do Sul, toparam a ideia e fomos em três para os EUA. Do Brasil para Los Angeles, o voo mais barato encontrado foi o da TAM, e é bom se planejar antes, pois a passagem é bem variável, cheguei a ver a passagem por R$ 2.000 e por R$ 3.000 em diferentes meses. Por experiência consegui pegar voo de ida e volta em dia de semana, pois geralmente é mais barato. De São Paulo a Los Angeles foram um pouco mais de 14 horas com conexão em Lima. Chegando em uma terça feira no horário de rush em Los Angeles peguei um baita trânsito só pra sair de lá, mais de uma hora dentro do Super Shuttle, que por U$ 15 dólares me levou do aeroporto até o hostel Same Sun, em Venice Beach. Este hostel eu já conhecia por ter ficado nele em Vancouver, o qual acho que era melhor do que Venice, principalmente o café da manhã oferecido, contudo o Same Sun de Venice oferecia banheiro mais privativo do que o de Vancouver. Ficamos três noites e pegamos o quarto mais barato, que é Mix com 6 pessoas com banheiro compartilhado, ao todo U$ 127 pra cada. Nesses três dias aproveitamos mais o lado praiano de Los Angeles, conhecendo a própria praia de Venice Beach e a de Santa Monica. Alugando uma bike a partir de U$ 5 dá pra ir de Venice a Santa Monica em 30 minutos e com uma paisagem bem agradável. Venice Beach é uma praia que não tem muita beleza mas durante o dia existem apresentações na rua e de skate em espaço reservado para skatistas. É comum ver por lá muita pessoa esquisita, no sentido dependentes da chamada Weed, Marijuana ou somente Maconha pra nós. As vezes até parece que você não é normal no meio de tanta gente brisando pelas ruas. Para aqueles que são adeptos a erva, só ficar para por uns 5 minutos na praia que aparecerá alguém oferecendo ou que sabe onde tem. A noite Venice não tem muito agito, pelo menos nos dias que ficamos lá, que eram dias de semana. Embaixo do hostel tem um karaokê bacana e do outro lado da rua um pub. A noite a quantidade de malucos aumenta. Inclusive foi em uma noite em Venice que fomos parados por um casal canadense, com olhos estralados a procura de weed. No fim tudo foi muito engraçado em Venice. Bonito mesmo é Santa Monica, onde tem o Pier como grande atração. Dependendo do dia rola até show ali. Tanto de manhã, quanto mais a tarde, no por do sol ou a noite com a iluminação da roda gigante que fica sobre o píer a paisagem é muito bacana. Um dia depois da minha chegada, fomos para um jogo do Manchester United x Los Angeles Galaxy, no Rose Bowl, em Pasadena, com ingressos comprados no Brasil mesmo. Pasadena é bem longe de Venice... um pouco mais de duas horas de ônibus e trem. Lá é possível adquirir o day pass por U$ 5 e utilizar todos os meios de transporte público em um dia. O jogo em si, valeu a pena, 7 a 0 para os Red Devils, mas o que mais vai ficar na minha lembrança é a volta do jogo. Isto por que não tínhamos anotado os ônibus exatos pra voltar, então começamos nos perder já em Pasadena para achar a estação de trem. Na companhia de mais dois franceses que também estavam no mesmo hostel e que foram pro jogo, fomos perguntando até chegar na estação de metrô na downtown, e aí que começou a brincadeira. Chegamos lá já tarde, por volta da meia-noite. Pegamos dois ônibus errados, até esperar o ônibus correto, o qual demorou 40 minutos pra passar. Nesse tempo vimos muito maluco, dessa vez não era por causa de weed só... era coisa mais pesada. Homem, mulher, velho... todo tipo de gente estranha, puxando conversa louca com a gente ou só enchendo o saco mesmo. Quando o ônibus chegou, pensávamos que isso ia acabar, mas só foi entrar no ônibus e vi um negócio que nunca tinha visto... parececia um homeless bus. 2:30 da manhã pegamos um ônibus cheio de gente aparentemente sem lar, ou que saiu da balada estragado, ou que estavam sob efeitos de drogas. Cada um que você olhava tinha um problema. Uma hora de ônibus gelado até chegar no hostel. Apesar de tudo, valeu a experiência. Recomendo andarem de ônibus na downtown de madrugada. Após a terceira noite partimos para o segundo hostel em LA, o Banana Bungalow Hollywood, na Hollywood Blvd. U$ 68, por duas noites valem pelo custo benefício. Esse hostel é bem localizado, a poucos metros de uma estação de metrô e da Walk of Fame. Além disso, oferece café da manha razoável aparenta ser bem higienizado e oferece atividades para quem fica lá. Em dois dias de Hollywood, fomos para Bervely Hills, mas não encontramos nenhum famoso, para a Walk of Fame, que vale pela experiência mas é muito cheia, lembra a 25 de março dependendo do dia e no último dia fui para Universal Studios, enquando meus parceiros de viagem preferiram ir para a Six Flags. Como fui para a Universal, posso dizer que vale a pena. São duas estações partindo do Banana Bungalow. Fui na parte temática do filme Transformers, Jurassic Park e a Múmia, além do City Tour, que leva para studios da Universal e mostra como são feitos efeitos especiais nos filmes... Muito legal cada um deles, só não é legal a fila. Somando todas as filas que peguei creio que devo ter perdido 5 horas na fila. A fila do Transformers parece interminável, mas valeu a pena. Recomendo ir cedo e planejar lá no parque o que fazer. Acho que os principais passeios eu fiz. Quem vai com criança tem muita opção de brinquedos e entretenimento lá dentro. A noite em Hollywood é agitada, muita balada ou opção de musical e teatro. Na noite de sexta fomos para uma balada que entramos com desconto pelo hostel e foi muito legal. Do hostel até a balada de limo e chegando lá curtição. 2 da manhã e a maioria das balada fecham por lá. Depos de quase cinco dias em LA, fomos para o aeroporto pegar o carro que alugamos já no Brasil. Alugamos um Toyota Corolla, por cerca de R$ 1.800, com GPS e condutor adicional incluso além de todos os seguros, por 15 dias. Chegando na Álamo, na ausência do Corolla, pudemos pegar um Chrysler 200. Pra quem tá acostumado a andar de Uno Mille no Brasil entrar num Chrysler é como se fosse entrar numa nave. Carro lindo por dentro e por fora e todo automático. Dá até vontade de ter um, mas poder... #SQN. De Los Angeles partimos rumo a San Diego, porém fomos para um lugar que não estava no roteiro original... Hunnigton Beach, uma pra linda, cheia de maria-pranchas que são lindas também. Fomos até lá por que ficamos sabendo que estava rolando uma das etapas do circuito mundial de surf, ou seja, não podíamos perder. Lá é uma praia super badalada e além do surf tinha arena montada para apresentação de skate. Super recomendo Hunnington Beach, uma praia que retrata a ideia que se tem da badalada Califa. Uma hora até Hunnington mais uma hora até San Diego e chegamos no hostel USA hostels, no bairro Gaslamp, que parece ser o mais agitado da cidade. Este hostel foi o mais caro que pegamos, U$ 62 de domingo e U$ 40 de segunda. A infra-estrutura é boa e me pareceu o hostel que oferece maior individualidade no quarto, com lockers grandes, luzes e tomada em cada cama das beliches. Andando domingo a noite vimos muitos lugares abertos porém, com pouca gente, talvez porque era domingo. San Diego me pareceu uma cidade bem menor do que LA, porém conta com suas atrações. No dia seguinte, fui para o Sea World, com ingresso comprado desde o Brasil. Lá vi a famosa apresentação da Shamu, a baleia orca, além de golfinhos, leão do mar, beluga e urso polar. O parque também conta com teleférico e montanha russa de nível leve... então eu fui. Valeu a experiência no parque. Saí cedo de lá, por volta de umas 3 da tarde. Consegui ir de ônibus até La Roja Beach, uma praia onde você vê focas muito próximo da areia. O legal é o som que elas fazem na praia, porém o cheiro não é agradável... elas fedem muito. No entardecer tive a oportunidade de visualizar um dos mais lindos por do sol que já vi, em Pacific Beach. Aquele encontro entre o Sol e o horizonte do Pacífico, é incrível. Percorri metade da orla dessa praia e vi de tudo, até um casamento, propício para aquele cenário. A noite, andamos pelas ruas de Gaslamp, mas para uma segunda-feira, não vimos nada de mais interessante pra fazer. Na manhã seguinte partimos para o Outlet Las Américas, o último local dos USA, antes da fronteira com o México. Se perdêssemos a última entrada seria fatal, íamos direto para o México. O outlet é grande, com todas as lojas boas para compra. Fiz até que compras razoáveis, mas se soubesse que o de Vegas era melhor, teria deixado para comprar mais lá. Perto do final da tarde, partimos de quase da fronteira com o México para Nevada, rumo a Las Vegas. Cerca de 6 horas depois de estrada cansativa, mas com belas paisagens no meio do deserto começamos a observar um monte de luzes no horizonte... era ela... Las Vegas, uma cidade fascinante e cheia de luzes. Ao entrar em Vegas, já observamos toda a sensação e agitação da cidade. Basicamente a badalação de Las Vegas se resume a uma avenida, a Strip Boulevard. Com cerca de 7 km de extensão, e nela que ficam os grandes hotéis e cassinos e onde tem toda a mega estrutura da cidade. Como estávamos em 3 pessoas e não entramos em um consenso sobre o assunto, acabamos alugando 1 noite no Riviera (U$ 59 diária) e 2 (U$ 77 diária) no Excalibur, ambos localizados na Strip. O problema é que o Rivieira é um pouco mais distante dos hotéis mais badalados. O Excalibur fica praticamente em frente ao MGM. Os hotéis em si são bons com relação ao quarto, porém se alguém depender de WI-FI em ambos vá se preparando para dor de cabeça. O sinal é uma droga. Na primeira noite em Vegas, mesmo cansados da viagem, fomos na caminhada percorrendo a Strip. Ficamos mais tempo em uma balada chamada de Crazy Frog, por que a entrada era grátis. Mas não ficamos por muito tempo. No dia seguinte já partimos para o Excalibur e a tarde fomos as compras. De toda a viagem, na minha opinião, o melhor Outlet com relação a preços foi o de Vegas. Na região existem o Las Vegas North Premium Outlets e o Las Vegas South Premium Outlets, o qual foi o que visitamos, pois no caminho passaríamos pela famosa igrejinha do “Se Beber não Case” e do “Welcome to fabulous Las Vegas Sign”. Se soubesse antes, faria todas as compras lá. A noite, perambulamos por Vegas, até encontrar uma balada de graça, no hotel Luxor. Por ser de graça, tava boa, mas não era nenhuma balada top. No dia seguinte, caminhamos pelos hotéis e cassinos da cidade, e foi aí que percebemos o quão quente é aquela cidade. Chegamos a pegar 42ºC de temperatura, a sensação térmica passava dos 50ºC fácil. Só é possível essa caminhada, pois boa parte dela é feita dentro dos hotéis que são interligados por passarelas refrigeradas. Foi o dia que pegamos pra ganhar e perder dinheiro nos Cassinos. Com centavos, já é possível apostar. Como já havia ganho em outro Cassino jogando 21 (Blackjack), optei apenas por esse jogo, e não tive tanto sucesso dessa vez haha... mas valeu pela experiência. Durante o dia, encontramos promoter da balada Hakkasan, no MGM, que nos deram entradas gratuitas para a balada da noite... nem sabíamos como era... quando chegamos, aí sim vimos como é uma balada digna de Vegas... tudo top dentro e fora da balada, valeu realmente a pena, ainda mais pra nós que pensávamos que baladas em Vegas seria de 50 dólares por noite, no fim não gastamos um tostão. Estávamos em Vegas, então entre 4 às 6 da manhã, não estávamos no hotel nem na balada... estávamos andando pela cidade, curtindo as paisagens e as demais curtições de Vegas. Depois de descansar um pouco pela manhã, rumamos a tarde para Flasgstaff, cidade que nos abrigaria para ir ao Grand Canyon... Já está enorme o texto... haha Depois continuo com a segunda parte da Viagem: Grand Canyon, Horseshole, Zion National Park, Death Valley, Yosemite Park, San Francisco, Big Sur e Los Angeles again
  5. Thiago, até da pra ver em 2 dias, mas vai ficar muito corrido. Até por uma questão de logistica, sugiro que você vá primeiro na downtown, curta a região a pé, lá tem o City Hall, tem a Young Ave, que é considerada a maior avenida do mundo e lá tem um monte de opção de restaurante e é caminho para a CN Tower. Sobe lá, mas não crie muita expectativa... Depois vá para a Toronto Islands, lá é grande e dá pra explorar mais tempo lá... tente voltar para a downtown lá pelas 20 hrs... na minha opinião a vista mais bonita de Toronto é do lago Ontario de frente pra cidade a noite. E aí a noite curta a downtown... vale a pena, no sentido de conhecer a cidade e noite.. Aí no dia seguinte vá na Casa Loma de manhã e a tarde no Higk Park... esse parque é grande viu... em uma tarde vc não explora tudo, mas não tem muito de diferente pra ver lá não... Se não der tempo eu deixaria o High Park de lado. Se eu voltar pra Toronto o que não perderia seria um jogo do Maple Leafs no Air Canada Center... em dias de jogos é uma atmosfera bem legal na cidade, mas quando fui eram playoffs da liga de hoquei então nem consegui ingresso. Agora, se vc tiver dois dias full, talvez vc consiga incluir a Casa Loma junto com as outras atrações em um dia e deixe o outro dia para ir a Niagara... em um dia vc curte bem lá tbm, pois é cerca de 1,5 hr de Toronto.
  6. Em um dos finais de semana com feriado na segunda, aproveitei para ir para French Canada (Quebec, Montreal e Ottawa) com uma agência. Paguei 300 CAD, por três dias, sendo duas noites, uma em Quebec e outra em Montreal mais onibus. De Toronto até Quebec de ônibus dá umas 8 horas. Fui pela agência TNT: http://www.tnttours.ca/ também existe a opção nesta agência: http://www.isx.ca/ Mesmo não sendo aluno de nenhuma escola, é possível comprar a viagem na própria agência. O primeiro destino foi Quebec, a qual é uma cidade conhecida por ser velha, mas no sentido que muito da história está preservada, pois de chato não tem nada. Gostei muito de Quebec, em um dia conheci os principais pontos turísticos, que estão concentrados na região chamada de Old Quebec e um pouco da noite da Grande Allee, uma região badalada a noite com muitos bons restaurantes e a melhor balada de lá chamada Dagobert. Em Quebec até dá pra se virar com o inglês, mas a maioria dos sinais são somente em francês e 95% das pessoas falam francês e metade só falam este idioma. Ou seja, o idioma talvez seja um problema para quem não arranha no francês. Com relação ao transporte pelo pouco tempo que fiquei só posso dizer que o taxi é muito mais barato do que em Toronto. A dica pra Quebec é ir bem agasalhado, mesmo no verão, pois o vento em Quebec é muito gelado. No segundo dia fomos para Montreal, foi a cidade que eu menos gostei, não sei se foi porque a agência não nos levou em todos os bons lugares ou porque era domingo e tinha muita coisa fechada. Independente disso, foi a cidade canadense que vi pichações e até prisão de bandido na rua, coisa que não vi em nenhuma outra cidade de lá. Algumas alamedas de Montreal até me lembrava algumas ruas de São Paulo. Mas isso é muito pessoal, pois ouvi de pessoas que ficaram mais tempo lá e amaram Montreal. a catedral de Notre Dame é bonita por fora, mas dizem que o legal é por dentro, mas não entrei. Para as compras é recomendado a Saint Catharine Street. O que eu mais gostei de lá foi o complexo olímpico de Montreal. No terceiro dia fomos para a capital, Ottawa e foi muito bacana. O parlamento do governo é imponente e tive a oportunidade de ver uma celebração do Victoria Day, com direito a tiros de canhões. Por ser em Ontario, Ottawa têm mais pessoas que falam inglês, porém quase 50% da população fala francês também. Assim como em Quebec e Toronto, é comum ver apresentações de ruas que valem a pena parar e assistir. Na volta, entre Ottawa e Quebec fizemos um passeio chamado de Gananoque Boat Line, Gananoque, uns 300 km de distância de Toronto. Foi bacana em uma hora de barco no Rio Saint Lawrence custou 40 CAD. Duas semanas depois, em um domingo fui para Niagara com os amigos. Pegamos um onibus pela Greyhound por 40 CAD, mas também tem a opção pela Megabus. O preço não muda muito, mas o ônibus da Megabus aparenta ser mais confortável: https://www.greyhound.ca/ http://us.megabus.com/ Saímos de Toronto umas 10:30 e chegamos em Niagara 11:30, na volta saímos 23:00 e voltamos 00:00. Recomendo esses horários, pois considero o suficiente para ver as principais atrações sem atropelos, a não ser que você queira ir no lado americano e no Niágara-on-the-lake, uma parte mais histórica de Niágara Falls, porém de difícil acesso de ônibus, esse deixamos de fora do roteiro. Chegando na rodoviária é necessário pegar um ônibus até o centro, se não estou enganado a passagem é 2,70 CAD. O centro de Niagara é um destaque, com alguns lugares temáticos, muitas atrações para crianças e Casino, no qual consegui multiplicar em 6 vezes a minha aposta inicial de 10 CAD, só no Blackjack. O Niagara Falls Outlet Mall é uma opção interessante para compras, não tem tentas lojas como o Vaughan Mills em Toronto mas possui algumas grifes com bons preços também. Porém não fica no centro, talvez uns 10 minutos de ônibus partindo da downtown. Enfim as cataratas... para quem conhece as do Iguaçu, talvez concorde comigo. As cataratas brasileiras e argentinas são bem mais imponentes e bonitas do que as americanas e canadenses, mas mesmo assim Niagara Falls é muito belo. Vale a pena fazer o passeio Maid of the mist, uma espécie de Macuco Safari de lá, só que mais barato, não mais do que 20 CAD. Também vale a pena fazer o passeio que você fica bem do lado das cataratas e sentir a pressão da água atrás das cataratas. O legal é pegar um bom tempo, como eu peguei, pois é possível ver o arco íris com as cataratas. Como havia falado no início voltei pra Toronto bem a noite, porque a partir das 22:00 de sexta e domingo no verão, existe uma apresentação de fogos e iluminação nas cataratas. Além disso a cidade de Niagara é muito bonita a noite também. Vale a pena conhecer na noite. Esse post somado ao post anterior foi o resumo da minha aventura na costa oeste canadense. Depois do intercâmbio ainda visitei Vancouver e Rocky Mountains, em outro fórum posto mais detalhes. Para quem for fazer intercâmbio em Toronto, vale a pena ir na parte francesa do Canadá e em Niagara Falls também. Quem for apenas para visitar não vai se arrepender. É isso aí, espero ter contribuído. Abraços!
  7. Aproveitando o tópico vou deixar um relato resumido do intercâmbio que fiz em Toronto, entre maio e junho de 2013. Nestes dois meses, tive a oportunidade de ir para Niagara, Quebec, Montreal e Ottawa também. Primeiramente quem tiver interessado, recomendo a agência na qual fechei o negócio, a Canadá Brasil da 7 study intercambio: http://s7study.com/ Lá, para cada lugar que você quer ir, tem alguém pra te atender e que já viveu por um tempo naquele país, podendo dar várias dicas. Sobre a viagem, logo ao chegar no aeroporto de Toronto já percebi que realmente estava pisando num país de primeiro mundo, pois é incomparável a infraestrutura de lá com Guarulhos, por exemplo. Após algumas perguntinhas na imigração eis que estou liberado e cheio de ansiedade. Chamo um taxi para ir até a casa de família, a qual não era tão longe e foi cobrado 40 CAD. Segundo a hostmother geralmente é cobrado 25 CAD para aquele percurso, ou seja, apesar do taxi em Toronto ser conhecidamente caro, lá também existem aproveitadores, então cuidado. Toronto é uma cidade bem planejada, pois todos os caminhos fazem sentido, as avenidas são na vertical ou na horizontal, e se a pessoa tem noção da rosa-dos-ventos e com um mapa na mão ela não se perde. Minha sugestão é se virar no transporte público, o qual funciona e tem a opção de passes diários, semanais e mensais podendo utiliza-lo quantas vezes quiser. Esse é o link para maiores informações do transporte público: http://www.ttc.ca/Fares_and_passes/Passes/index.jsp As principais linhas de ônibus funcionam 24 horas. Lá existe ônibus, metrô e os streetcar, uma espécie de bonde, muito bacana: Apesar de ter sido bem tratado, minha hostfamily era filipina com uma alimentação um tanto diferente do que estava acostumado no Brasil. Assim, caso bata aquela saudade da comida brasileira ou queira assistir algum jogo de time brasileiro eu recomendo o Brazlian Star: http://oitoronto.com.br/17246/brazilian-star/ Para quem pensa em fazer um intercâmbio eu recomendo a minha escola, a KGIC: http://www.kgic.ca/school/index.php/en/2012-09-21-21-35-06/contact-kgic-toronto Os funcionários são bem legais e acho que a metodologia é bem interessante para melhorar o inglês. Tive 5 professores ao todo, sendo 2 canadenses, 2 iranianas e 1 cubano. A maioria dos professores não são canadenses, aí eu não sei se isso ocorre em todas as escolas ou se é uma particularidade de Toronto apenas, pois 50% da população é formada por imigrantes e este detalhe que pra mim é que faz Toronto única, é uma cidade realmente multicultural. Teve dia que peguei ônibus e ouvi português, árabe, japonês, espanhol e inglês. Realmente se encontra todas as raças lá, e sem discriminação, pelo menos não vi ou presenciei em nenhum momento lá. Bom, falando agora das atrações em Toronto, primeiro da mais conhecida, a CN Tower... na minha opinião foi um tanto decepcionante. rsrsrs Achei muito caro para algo que não considerei tão bom, talvez porque criei muita expectativa, principalmente para o chão de vidro, o qual é muito pequeno e não dá uma vista tão legal assim. Eu prefiro ver uma vista de Toronto com a CN Tower, ver Toronto na própria CN Tower é diferente, mas lá é legal pra se ver toda a cidade e a parte da Toroto Islands. O elevador é muito rápido, em menos de 60 segundos você sobe mais de 550 metros. Só para subir na CN Tower são uns 40 CAD, mas eu comprei o Citypass, que é um passe que te dá direito de visitar cinco atrações (incluindo a CN Tower) em 9 dias, a contar da primeira atração que você visitar. O Citypass compensa, pois custa 70 CAD. As demais atrações do Citypass são: - Casa Loma: É tipo um castelo na cidade construído no início do século XX com uma bela arquitetura por fora e por dentro existe vários móveis e cômodos da época, além de poder subir até o topo e ter uma vista diferente de Toronto. Pra quem gosta de história é uma boa. - Toronto Zoo: Destaco no Zoo de Toronto o urso polar (o animal que mais gostei de ver lá), o grizzly (um urso típico do Canadá), os pandas (na época que fui, eles eram a novidade por terem acabado de chegar da China, então na cidade existia vários anúncios deles como se fossem famosos, rsrs), o tigre (apesar do vidro, você fica muito perto dele) e o dragão de Komodo (muito feio, mas grande). Enfim, é um bom passeio em família e se você for de transporte público, vá cedo, pois é bem longe do centro. - Royal Ontario Museum: O ROM é um museu que particularmente curti, e eu não sou um apreciador de ir a museus. Lá você vê artigos antigos ou quadros de várias regiões do mundo, como China, Japão, Egito, Grécia, o próprio Canadá e os EUA e o Brasil também. - Ontario Science Center: Este lugar é muito bacana e muito instrutivo. Quem estiver com criança recomendo, porque elas vão adorar. Têm várias atividades interativas e vale a pena ir no planetário, pois já está incluso no ingresso. Bom, fora as atrações do City Pass eu também fui na Art Gallery of Ontario. A AGO pra mim foi um tanto chato, lá você vê bastante arte abstrata, pra que curte é uma boa, pra quem não curte pelo menos vale a pena passar e conhecer a arquitetura por fora, pois é bem bacana. Quem pretende relaxar recomendo dois lugares. Woodbine Beach e Toronto Islands. Woodbine Beach, apesar do nome é mais um parque com areia do que uma praia, de praia que nem no Brasil esquece. No parque tem várias arenas pra se jogar vôlei de praia, longas pistas para caminhar ou andar de bicicleta e quem tiver coragem pode sentir as águas congelantes do lago Ontario. Já a Toronto Islands é um lugar pra esquecer da vida, pois é um lugar amplo muito calmo e conta com praias (daquele estilo já descrito), praia de nudismo, parques pra pique-nique e trilha para caminhar apenas. O ferry custa 7 CAD e vale a pena pela melhor vista de Toronto na minha opinião, que é no lago Ontario, de frente para a CN Tower. Recomendo ir para a Toronto Islands a tarde e voltar lá pelas 8 da noite, pois é quando começa a escurecer, aí é possível ter uma visão privilegiada no Lago Ontário. Com relação a compras não recomendo o centro de Toronto. Em um cruzamento badalado da cidade (Dundas Ave. e Younge Ave.) existe o Eaton Centre, mas é caro, acredito que a melhor opção seja o Vaughan Mills, que fica em Vaughan, uma cidadezinha na grande Toronto. Dá pra ir de ônibus, mas eles também tem shuttle da estação principal (Union station) até lá: http://www.vaughanmills.com/ Lá é enorme, e conta com várias marcas. Vaughan Mills é muito próximo de Wonderland, um parque temático, muito badalado também, mas como não curto montanhas russas, não fui. Para comprar souvenirs recomendo a Chinatown, um bairro chines e até a Dollorama, uma rede que parece hiper lojinhas de 1,99. Sobre comida, acho que os preços são bem parecidos com São Paulo, ou seja, caro. Mas dá pra comer barato, desde que seja nos junk foods da vida, como Mc, BK, Taco Bell e Subway. Ahhh e um lugar que é indispensável para o café da manhã ou o café da tarde é o Tim Hortons, uma rede que tem apenas no Canadá e é um tipo de starbucks, porém mais barato e com muito mais opções de café ou bagels. Pra quem é fã de esportes que nem eu, saiba que lá tem várias opções de time para se adotar. Como fui no verão, o Toronto Raptors, já tinha sido eliminado na NBA e a temporada de futebol americano já tinha acabado. Sobrou o futebol, o beisebol e o hoquei. Não assisti nenhum jogo de futebol, porque o Toronto FC estava em ultimo no grupo e o ingresso era muito caro. Com relação ao beisebol eu fui assistir um jogo, do Blue Jays no Rogers Centre. Achei muito bacana a organização, a arena o ambiente, mas não entendi nada do jogo, que pra mim é muito longo e chato, mas valeu a experiência. Eu gostei mesmo foi do hoquei no gelo. Os torontonianos são fanáticos pelo Maple Leafs, que agora é o meu time no hoquei também. Como estava nos playoffs o pessoal que não conseguia ingresso no Air Canada Centre se reunia do lado de fora da arena para torcer e ver o jogo num telão, compareci em um dos jogos ao lado de milhares de pessoas, foi muito legal. Um lugar bacana para assistir jogos ou curtir uma balada é o Madison Pub, o qual é um pub mas com balada, passa jogos e também tem sinuca. Quinta feira é o melhor dia para ir lá pois os preços são cobrados pela metade. Como falei anteriormente, Toronto é uma cidade multicultural, então é possível que algum final de semana quem for pra lá encontre festivais típicos, como os de italianos e de portugueses, os quais eu vi, mas também tem de poloneses, ucranianos, chineses, jamaicanos, árabes, hippies e claro de brasileiros. Eu não vi o nosso festival, mas participei das manifestações no City Hall em Toronto. Aliás o City Hall é um lugar muito bonito, legal para se conhecer, e ao lado tem a antiga prefeitura também. Enfim, a downtown é relativamente pequena e apesar das estações de metrô dá pra conhecer na caminhada apenas. Lá as estações são muito próximas umas das outras. outros lugares interessantes de se conhecer é a Dundas Square, uma espécie de Times Square de Toronto e que sempre tem alguma atração para se assistir, Yorkville, que é uma região mais nobre com várias grifes pra quem quer comprar mas com ruas e praças bem arborizadas e legal de se caminhar e o High Park, um parque imenso de frente para uma estação de metrô. Lá é possível caminhar, andar de bicicleta e até jogar um futebol. Bom, de Toronto é isso... acho que consegui resumir bem. Quem pretende fazer intercâmbio, eu recomendo essa cidade, sempre me senti seguro e Toronto é incrível pela sua multicultura e também por tudo que ela proporciona para você com relação a lazer e quem quiser mais informações, sinta-se a vontade para me mandar um mensagem. Para quem pretende apenas fazer turismo lá, creio que não há mais nada de tão interessante que eu não tenha citado aqui. Sobre as demais cidade vou postar em outro post, pois esse já está enorme. Espero ter contribuído. Abraços!
×