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Nosotrosnaestrada

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    Brasil, Peru, Bolívia, Chile, Argentina, Uruguai, EUA, Espanha, França, Itália
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    Rio de Janeiro, João Pessoa
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    Veja mais relatos e dicas de viagem no nosso site: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/
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    Jornalista
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  1. Andrélzar, para acampar nas praias do Araguaia - especificamente na região de Luiz Alves - você pode ir "na tora", com sua barraca, tralhas, etc. Para alugar um rancho, com estrutura de água, energia e banheiro, você tem que entrar em contato com o pessoal que monta esses ranchos. Tenho aqui o contato do Leandro, que monta esse tipo de rancho para alugar. Dá uma ligada nele, para sondar quanto fica: 62 9923 5519
  2. Quando a gente foi custou R$ 100 por adulto, ingresso + almoço incluído.
  3. Nosotrosnaestrada

    Conhecendo Brasília - Esplanada dos Ministérios

    Mais duas postagens sobre as atrações de Brasília, confira no nosso blog: Chapada Imperial - http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/07/chapada-imperial-otimo-passeio-pra.html Brasília durante a seca: a linda vista a partir da Torre de TV - http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/06/brasilia-durante-seca-linda-vista.html
  4. Quer uma ótima dica de passeio para fazer com as crianças nessas férias? Vá conhecer a Chapada Imperial. Localizada no ponto mais alto do Distrito Federal -1342 metros de altura - tem acesso fácil de carro e fica a pouco menos de 50 km do centro de Brasília. Se você for por Taguatinga, o caminho é mais curto. A Chapada Imperial é uma reserva ecológica particular com trilhas e mais de 50 lindas cachoeiras. Lugar ideal para quem precisa recarregar as baterias, fazendo uma boa trilha e tomando um banho nas águas geladas das cachoeiras que nascem ali. No site oficial da reserva, é possível saber um pouco mais sobre os 4.800 hectares que compõem a maior reserva particular do DF, desde 1986. Além das cachoeiras, é possível conhecer espécies típicas do cerrado e, se você tiver sorte, dá até pra avistar algum animal ameaçado de extinção como onça, lobo-guará, tamanduá-bandeira e tatu-canastra. É o lugar ideal para recarregar as energias com um banho de cachoeira, apreciar as árvores retorcidas e de casca grossa típicas do Cerrado brasileiro, fazer trilhas e comer uma comida caipira. Na sede da fazenda, a estrutura para receber os visitantes é bem legal. Na chegada, chá e um cafezinho até o guia da sua trilha sair chamar para uma conversa rápida, com as orientações gerais. Tem também parquinho para as crianças, tirolesa e arvorismo. Vários pássaros e outro animais recolhidos pelo Ibama são deixados na fazenda para se readaptarem. As araras ficam soltas e mesmo sendo lindas, é preciso tomar cuidado, pois elas, às vezes, decidem dar uns rasantes acima da cabeça dos visitantes. Na volta, um almoço caipira espera os visitantes. O cardápio é sempre o mesmo, mas é bem gostoso: galinhada, feijão, mandioca, farofa e uma saladinha. Depois do almoço, descansar nas redes que ficam ao lado do restaurante é a melhor pedida. Eles também disponibilizam uma área para camping, mas não gostei muito da estrutura não. Achei muito precária. Existem três trilhas diferentes, com graus de dificuldade progressivo. Todas as trilhas são feitas com acompanhamento de um guia. Trilha Curta - É a mais fácil de todas. Foi a trilha que escolhemos para fazer com nossa filha de 2 anos, apesar da indicação ser para crianças a partir de 3 anos. Mas, é realmente muito leve e não foi nenhum sacrifício levar a Duna para essa aventura. A caminhada é tranquila, dura cerca de 1h30, por apenas 1 km. Demora por causa das paradas, para tomar um banho de cachoeira, tirar fotos e apreciar a paisagem. Nessa trilha, passamos por 2 piscinas naturais, 3 cachoeiras e 2 mirantes. Ah, e um lindo bosque de buritis. Trilha Média: indicada para crianças a partir de 7 anos. A caminhada tem duração de 3h30 e distância de cerca de 3km. Durante o trajeto o guia mostra várias características do cerrado e os visitantes conhecem cerca de 15 cachoeiras. As paradas previstas são para banho e piquenique. Na volta, o caminhão “pau-de-arara” da fazenda traz o pessoal de volta até a sede. Trilha Longa: são 4 km, mas as subidas e descidas fazem com que você caminhe por cerca de 4h30. Já fizemos essa trilha, há uns 10 anos, e vale muito a pena. É nessa caminhada que você avista as cachoeiras mais bonitas da reserva. São 30 cachoeiras. As paradas servem para dar aquele mergulho, reabastecer as baterias e descansar. Na volta, o caminhão “pau-de-arara” da fazenda traz o pessoal de volta até a sede. Dicas: Funciona sábados, domingos e feriados de 9h às 17h30. Só aceitam cheque ou dinheiro. Para reservar basta ligar e dar seu nome todo, telefone, número de pessoas e dia pretendido. (61) 99652461 – (61) 99619068 Ou enviar um e-mail: [email protected] Confira o post completo com fotos: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/
  5. Um amigo da época da faculdade de jornalista, Eduardo Risi, completou recentemente 7 anos de Berlim. Para comemorar, decidiu fazer um tour pela capital da Alemanha, com vários amigos. A proposta foi tomar alguma coisa nos 7 bairros mais legais de Berlim, com o compromisso de, em cada bairro, brindar o aniversário dessa parceria. Leia outros relatos de viagem com dicas no blog http://www.nosotrosnaestrada.com.br Confira o relato e o link para um mapa do roteiro: "5ª feira passada, no dia 7/5, comemorei (pela primeira vez) "aniversário" em Berlim. Há exatos 7 anos eu cheguei na cidade, dia 7 de maio de 2008. Claro que, dessa vez, eu tinha que comemorar! Muita coisa aconteceu nesses 7 anos, às vezes parece que eu era outra pessoa quando cheguei! Voces devem conhecer essa sensação: parece que tudo mudou, mas ao mesmo tempo nada mudou... Renato Russo já sabiamente colocou: "Mudaram as estações / Nada mudou / Mas eu sei que alguma coisa aconteceu / Está tudo assim tão diferente" Celebrei em "alto estilo", incentivado principalmente por um amigo italiano, Federico, que sugeriu comemorar atravessando 7 (tudo girava em torno do numero mágico) dos bairros mais legais de Berlim, em cada um parando pra beber ou comer algo. No total éramos como 14 pessoas, mas quase todos fizeram uma parte e não o percurso todo. Os guerreiros fomos obviamente, eu e o Fede, de 6 da tarde até as 6 da manha seguinte... Os bairros foram os seguintes: 1) Charlottenburg - que é west Berlin, é considerado "mauricinho" pelos outros bairros. O boteco visitado foi Schwarzes Cafe em Charlottenburg; 2) Tiergarten - o bairro onde eu moro, e também ainda west mas já na transicão; O boteco da vez foi The Lir em Tiergarten; 3) Wedding - um bairro bem misturado, e relativamente barato, com presença turca bem forte; Fomos ao Vagabund em Wedding; 4) Mitte - o centro propriamente dito; Aufsturz em Mitte; 5) Kreuzberg - já foi alternativo, hoje é cada vez mais sofisticado e mais caro;Clash em Kreuzberg; 6) Neukölln - já foi (e continua) super alternativo, mas hoje é alternativo-cool. É o bairro dos artistas; Grau etílico em alta, fomos a um boteco de esquina em Neukölln, mas eu nao vi o nome... 7) Prenzlauerberg - foi o primeiro bairro que eu morei em Berlim. Quando eu cheguei, era alternativo-cool, hoje continua cool, mas é bairro de casais jovens e crianças pequenas. Terminamos a noite no Makum em Prenzlauerberg. Até agora só tenho uma foto, que estou anexando pra vocês verem. Em pé estão o Hussein (sírio), Clara (brasileira), Federico (italiano), Mara (alema) e eu. Sentados estão dois amigos do Fede, um dinamarquês e uma americana. Depois disso encontrei vários outros amigos, mas ainda não tenho as fotos.... Eu, Fede e Paula terminamos a noite (ou seria começamos a manhã...) da melhor maneira: jogando totó. O plano original era um pouco diferente, mas improvisamos muito no caminho (claaaro!) e também tivemos que usar transportes alternativos porque os trens fizeram uma greve que durou até hoje". Clique aqui para ver o mapa com o roteiro: https://goo.gl/maps/F2Ji7
  6. Leia o post completo com todas as fotos em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/03/em-puerto-varas-o-vulcao-osorno-nos.html Escolhemos começar nosso mochilão na Região dos Lagos, Patagônia chilena, pela simpática cidade de Puerto Varas, pacata, pequena, super turística e com atrações naturais exuberantes, como o vulcão Osorno. Durante o planejamento da viagem, não encontramos muitas informações sobre casas de câmbio, dicas de restaurantes, cafés, etc. Então, esse post serve como base para um início de pesquisa para quem pretende visitar essa região. Puerto Varas é uma cidade muito linda, tranquila, com aquela vista sensacional do Lago Llanquihue e dos vulções que a cercam, principalmente, é claro, o espetacular Osorno. A cidade é pequena (no wikipidea, consta 40.000 habitantes, parece bem menos). Como estávamos (eu e minha esposa) acompanhados da nossa filhinha de 2 anos, programamos passeios mais tranquilos: ir até a base do Osorno e subir os dois níveis de aerosillas; conhecer os espetaculares Saltos Petrohué; e fazer o percurso de carro entre Puerto Varas e Frutillar margeando o lago Llanquihue para poder apreciar com calma as muitas vistas. Como nossa viagem de Brasília até Puerto Varas durou cerca de 20 horas (Brasília - São Paulo - Santiago - Puerto Montt), ficamos um dia por conta de caminhar pela cidade e descansar. No primeiro dia: caminhamos desde o hotel (Casa Kalfu) até o centrinho da cidade pela orla, sempre com o Osorno nos observando. Passsamos pelo Museo Pablo Fierro, um museu muito louco de coisas antigas e ferro velho; e fomos ao Centro de Atendimento ao Turista (onde há mapas da cidade e da região, mas nem todos são grátis). No centrinho há muitas opções de restaurantes. Fomos ao Fogón Las Buenas Brasas e gostamos. Lugar bem bonitinho, com uma entrada cheia de flores. A comida estava excelente e o atendimento muito bom... experimentamos um prato típico chileno de frutos do mar, chamados Locos. Estava “riquísimo”. Por ali, também há uma feirinha de artesanato, beeeeeemmmm feirinha mesmo, nada demais! Ah, lá também estão as casas de câmbio Afex e uma outra que fica ao lado (na hora de comprar vai em uma, faz cotação na outra e decide). Dica: se for passar em Santiago antes, faça o câmbio alí próximo ao Palácio La Moneda! Em Puerto Varas o câmbio não é bom, a cotação parece de aeroporto. Nosso hotel, Casa Kalfu, ficava um pouco distante do centro, caminhamos do hotel até o centrinho com nossa filha de 2 anos e não foi cansativo. Gostei demais desse hotel, staffs sempre dispostos a te ajudar, a sala de convivência muito confortável, ampla e com uma janela gigante com vista para o lago e vulcão. Café da manhã na medida certa (com frutas, café, chá, iogurte, pães, geléias – pode pedir huevos revueltos, etc). O quarto confortável e o banheiro super limpo. Recomendadíssimo. Próximo do hotel tem o bar/restaurante, chamado La Gringa. Não deu tempo de ir, mas li que é um lugar agradável. Se precisar, no hotel, eles disponibilizam um berço desmontável sem custo. Sobre hospedagem, ressaltamos que a cidade é muito procurada por turistas de todo o mundo e, principalmente, por chilenos durante o verão. Então, fazer reserva com antecedência de 2, 3 meses é importante para conseguir estadia confortável e barata. No segundo dia, alugamos um carro e fomos fazer o caminho entre Puerto Varas e a cidade de Frutillar pela estrada que margeia o lago Llanquihue. Saímos de Puerto Varas rumo a ruta 5 (caminho para a cidade de Osorno) e você pode conferir todas as nossas impressões desse lindo passeio no post Frutillar, o jardim da Patagônia: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/03/frutillar-o-jardim-da-patagonia-chilena.html No terceiro dia, o roteiro começou pelos Saltos Petrohué com suas águas verde azuladas e teve o seu ápice na subida do vulcão Osorno. Também contaremos tudo sobre essa deliciosa aventura num próximo post aqui. Confira! Depois de tantas emoções, partimos em direção à Villa la Angostura, na Argentina, assunto que rendeu um outro post: De Villa La Angostura a San Martin de los Andes: a rota dos sete lagos - http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/02/de-villa-la-angostura-san-martin-de-los.html Leia o post completo com todas as fotos em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/03/em-puerto-varas-o-vulcao-osorno-nos.html
  7. Visite o nosso blog: http://www.nosotrosnaestrada.com.br para ler o post completo com as fotos! Gabriel Garcia Marquez disse uma vez que Pablo Neruda é o maior poeta do século XX em qualquer idioma. Além de poeta, Neruda foi ativista político, embaixador e Prêmio Nobel de Literatura. Grande colecionador dos mais diversos objetos, as casas onde viveu são hoje museus abertos à visitação que recebem milhares de turistas todos os anos. Existem 3 casas museu do poeta Pablo Neruda abertas à visitação no Chile: uma em Santiago, outra em Valparaizo e outra em Isla Negra, uma vila de pescadores a uns 100 km de Santiago. Nossa dica é: vale a pena conhecer as três. Mas, se você não tiver tempo, escolha pelo menos uma delas para conhecer um pouco mais sobre o grande personagem que era Pablo Neruda. Neruda gostava de coleções e casas com formatos diferentes, em locais que inspirassem suas obras. Nessas casas museo, você vai encontrar coleções incríveis dos mais variados tipos de coisas, como conchas, fantasias, livros. E histórias mais incríveis ainda do Poeta excêntrico que inspira arte e poesia até hoje. Em Santiago, La Chascona La Chascona (a descabelada) era o apelido da última mulher de Pablo Neruda, a cabeluda e descabelada Matilde Urrutia. Localizada no bairro Bellavista (aos pés do Cerro San Cristóbal), começou a ser construída em 1952 para celebrar o amor entre os dois. Mostra o caráter intimista que Neruda e Matilde deram ao lugar cuja construção - que parece desordenada, mas tem todo um significado - começou com um quarto e sala e foi aumentando com o tempo. Atualmente, além de funcionar como casa-museu, também sedia a Fundação Pablo Neruda. As visitas são feitas com áudio-guia, também disponíveis em português. Funcionamento: janeiro e fevereiro: de terça a domingo, de 10h às 19h. De março a dezembro: de terça a domingo, de 10h às 18h. Em Valparaizo, La Sebastiana La Sebastiana vale a visita. A vista para o Pacífico, a partir dessa casa de Pablo Neruda, é algo impressionante. Muito linda, a casa tem o formato de um barco e lá você pode conhecer um pouco das incríveis coleções do poeta. Pelo áudio-guia (também disponível em português), o turista fica sabendo um pouco mais das loucuras de Neruda, como as portas secretas que ele usava para se disfarçar e assustar as visitas. Chama-se assim em homenagem ao seu antigo proprietário Sebastián Collado. Ao contrário das demais casas de Neruda, essa já estava parcialmente construída, quando o poeta resolveu comprar pra morar. Funcionamento: a visitação a casa La Sebastiana funciona de março a dezembro, de 10h10 às 18h e em janeiro e fevereiro, de 10h30 às 18h50, e está fechada às segundas-feiras. Em Isla Negra, a casa das coleções A presença do mar é marcante nessa que é a mais bonita das casas do poeta. Visitamos a casa de Neruda em Isla Negra num sábado frio de julho. Havia fila para entrar, mas a espera foi rápida, ainda mais com alguns voluntários recitando poemas de Neruda para quem esperava na fila. Essa casa, comprada e ampliada por Neruda no início dos anos 1940, fica numa pequena vila de pescadores, em Isla Negra, a cerca de 100 km de Santiago. A maior parte do acervo de coleções de Neruda está nesta casa, considerada por muita gente como a casa mais interessante. Em Isla Negra é possível compreender bem o fascínio de Pablo Neruda por coleções. Não coleção de uma ou outra coisa, mas coleção de tudo. A ideia de Neruda como colecionista fica clara aqui. São mais de 3.500 objetos de todo o mundo espalhados pela casa. Nos jardins, com uma linda vista para o Pacífico, descansando em sua casa favorita, está o corpo do poeta e sua amada Matilde. As visitas em janeiro e fevereiro são de terça a domingo de 10h a 20h e de março a dezembro, de terça a domingo, de 10h a 18h. - Dicas: Site da Fundação Pablo Neruda: http://www.fundacionneruda.org/en Como chegar: La Chascona: é mais fácil do que você imagina. A Chascona, casa que fica em Santiago mesmo, está localizada na rua Fernando Márquez de la Plata, 0192, Barrio Bellavista. O mais fácil é pegar o metrô, estação Baquedano (linha 5 – verde). La Sebastiana: Para ir de Santiago a Valparaizo, basta pegar um ônibus da empresa TurBus ou da empresa Pullmann no Terminal Alameda, em Santiago. Os ônibus saem a cada 15 minutos e demoram 1h30 até Valparaizo. O endereço da casa é rua Ricardo Ferrari, 692, Cerro Bella Vista. Casa de Isla Negra: em Santiago, pegue um ônibus para Isla Negra no terminal Alameda. Eu sei que a Pullmann faz o percurso até a cidade. É bom avisar ao motorista que você quer descer na casa do poeta, eles te deixam bem perto da casa. A viagem até Isla Negra demora cerca de 2 horas. Endereço da casa: Poeta Neruda s/n, Isla Negra, El Quisco.
  8. Leia o relato completo com fotos: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/02/cervezas-mas-frias-que-el-corazon-de-tu.html Das cidades chilenas que conhecemos, Valparaizo - também conhecida como a Pérola do Pacífico - está com certeza entre as top five! Cidade portuária, alternativa, culturalmente atraente, é a sede do Poder Legislativo chileno. Distante de Santiago cerca de 120 km, é uma ótima pedida para quem quer conhecer o Pacífico e um pouco do modo de vida dos porteños chilenos. Ficamos quatro dias agora em janeiro de 2015, hospedados no hostal do Alvaro e desfrutando da companhia dos amigos chilenos para desvendar as atrações de Valparaizo a partir de uma visão de quem vive na cidade. Dessa vez, é fundamental falar do recorrido de butecos que visitamos em um domingo maravilhoso de verão, com tempo aberto, bom humor, boa música, boas companhias e muita buena onda. Iniciamos nossa programação procurando por um lugar para tomar café da manhã. Como estávamos hospedados no Hostal del Alvarin (esse não é o nome oficial, quando eu souber, atualizo), descemos o Cerro Monja (o mesmo onde fica a Casa de Pablo Neruda) procurando um lugar que aceitasse cartão, porque também não tínhamos pesos chilenos. Encontramos uma padaria/confeitaria simpática chamada Nora Haas, onde comemos as empanadas de pino (carne de boi, ovo cozido e azeitona preta) mais deliciosas da viagem. Depois disso, voltamos ao Hostal para acordar nossos anfitriões e começar as aventuras do dia. Caminhamos do Cerro Monja até o Cerro Alegre, onde o agito cultural/artístico/musical/alternativo/butequeiro de Valparaizo é mais intenso. Caminhando e gueveando (algo do tipo “sacaneando”, “brincando”) uns aos outros tentamos almoçar no El Pimentón, considerado a melhor picada de Valpo e onde se servem as melhores Chorrillanas do Porto. Chorrillana é um prato de batatas fritas, com uma camada de cebolas na chapa chafurdadas em ovos mexidos, sobre a qual se deita uma suculenta porção de lascas de carne frita. O caldo da carne e da cebola envolve as batatas, encharcando-as e deixando-as muito saborosas. Vale a pena experimentar. Nós queríamos muito comer a Chorrillana de lá, mas, infelizmente havia fila e lista de espera e tivemos de seguir adiante, pois não queríamos esperar. Para alegria geral, encontramos na mesma rua do El Pimentón uma distribuidora de bebidas, essa que aparece na primeira foto, com “cervejas mais geladas que o coração do seu ex”. Alguns foram de cerveja, outros de água com gás. O importante é que todos hidratados, seguimos adiante. Passeando pelos becos grafitados, coloridos e sujos da cidade quase paramos em um outro restaurante que tinha uma bela vista, mas era muito "rururu" (burguês/capitalista) pra gente. Decidimos andar mais um pouco e encontramos o delicioso Café con Letras, onde pudemos experimentar um prato típico super apropriado para pessoas que tinham passado a noite toda tomando vinho tinto, melão com vinho, cerveja escudo, cachaça brasileira e etc: o delicioso cura ressaca Charquicán. Se você tiver a oportunidade, experimente! É um prato bem caseiro, espécie de purê rústico de batatas, abóbora, cenouras, milho e ervilhas. A carne vem misturada ao purê, e é saborosíssima. Por cima, um ovo estrelado com a gema mole. Todos comemos e aprovamos. Foi ótimo comer uma comida tão deliciosa e saudável para quem passou a noite bebendo. A Duna, nossa filhota de 2 anos, que não estava de ressaca, também aprovou. Depois de nos alimentarmos bem e nos lambuzarmos com a sobremesa de churros com doce de leite e nozes maceradas, seguimos caminhando e agora já nutridos, decidimos continuar os trabalhos. Cerveja, vinho, cerveja, água... Levamos nossa filhota numa apresentação de títeres (fantoches) no Teatro Museo. Foi muito bom, e valeu a pena. Se você estiver com crianças, como era nosso caso, veja antes a programação. É um teatro super bonito e bem localizado, com vista linda para o oceano. Pasamos por um atelier de empanada e pães, chamado Le Pató, ainda no Cerro Alegre, e compramos algumas deliciosas empanadas para comer depois. Nesse lugar, você encontra pães e empanadas com diferentes recheios, sempre típicos, além de comida vegetariana. Vale a pena visitar e experimentar. Descendo o Cerro Alegre, nos deparamos com um coletivo de poesia e música que fazia uma apresentação em uma praça. Cenário perfeito para o fim de tarde, com direito a por do sol e diversão para a criançada que corria em volta dos artistas que se apresentavam, dançando e curtindo o alto astral. O destino final foi "El Ritual", um bar especializado em pisco sour. Tinha pisco tradicional, pisco pornô (com gengibre e pimenta) e super pornô (com muito gengibre e muita pimenta). Todos deliciosos. Duna estava dormindo, então aproveitamos bem. Outros, dormiram lá mesmo. Pra mim, duas coisas sensacionais sobre esse bar: cada pisco sour, pornô ou não, era único. Preparado especialmente para o cliente. E estava delicioso. Cada um deles. Outra, foi a tirada do garçom quando alguém da nossa mesa pediu uma água: "posso trazer um copo com água da torneira, muito bem servido. Mas, não temos água para vender aqui, porque isso aqui é um BAAAAAAAAAR!", fez questão de ressaltar o senhor de uns 50 anos que depois veio perguntar de que parte do Brasil éramos nós. Super simpático e atencioso. Nesse simpático bar também comemos uma pizza vegetariana que estava simplesmente deliciosa! O cardápio tem ainda outros petiscos e drinques interessantes como o vinho com frutas e o terremoto. Leia esse e outros relatos completos com fotos em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/2015/02/cervezas-mas-frias-que-el-corazon-de-tu.html
  9. A América Latina é cheia de surpresas. Paisagens incríveis se revelam para o viajante que decide experimentar a beleza da Cordilheira dos Andes e seus arredores. Nosso roteiro em janeiro de 2015 incluiu novamente a Patagônia Chilena e Argentina, além de Valparaizo e Santiago. (Leia o post completo com todas as fotos, em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/) No coração da Patagônia Argentina, entre a Cordilheira dos Andes e a famosa cidade de San Carlos de Bariloche nós pudemos nos deleitar com os mais belos lagos da América do Sul, além de aproveitar as atrações da Villa La Angostura (ou Villa Angustura) e, num bate e volta, das atrações de San Martin de Los Andes. Apesar de ser somente uma vila mesmo, com uma única rua comercial cheia de lojas, parecendo um shopping a céu aberto, o melhor de Villa La Angostura é o que está ao redor. Natureza, muito verde e lagos, muitos lagos. Água azul, limpa, transparente e muito gelada. Praias lindas e acessíveis para todos os gostos e bolsos. Ficamos quatro dias nesse paraíso e tivemos a sorte de pegar belos dias ensolarados e quentes, com um céu azul lindo, o que nos deixou muito felizes e favoreceu bastante as fotos. Como essa viagem foi em família, com nossa pequena aventureira de apenas 2 anos, não fizemos nenhuma caminhada longa nem passeios de barco, mas pudemos apreciar a belíssima "Rota dos Sete Lagos" tranquilamente, num clima de férias que há muito não curtíamos. Escolhemos alugar um carro e fazer a Rota dos Sete Lagos por terra, parando nos mirantes para admirar a paisagem no nosso tempo, sem pressa. Ficamos hospedados em Villa La Angostura e de lá até San Martin de los Andes são cerca de 110 km. Um trajeto belíssimo - na maioria asfaltado, mas com um pequeno pedaço de rípio (chão de terra) - por onde é possível ver vários lagos, entre eles os lagos Lácar, Machónico, Villarino, Falkner, Escondido, Espejo Grande e Correntoso. Além desses sete, outros lagos e rios também se mostram ao visitante revelando uma paisagem única, sensacional mesmo. Vale a pena escolher bem o dia do passeio, olhando a previsão do tempo. Se você tiver a sorte de pegar um dia de sol, com céu azul, vai aproveitar muito. Para quem vai fazer esse passeio de carro, uma boa dica é levar as coisas para fazer um lanche na beira de algum dos lagos ou rios. Nós fizemos um delicioso piquenique à beira de um rio, onde tinha algumas famílias acampadas ou curtindo as férias em suas "casillas rodantes" (famosos motor home). Encontramos uma sombra na beira do rio e voilà: sanduíche feito na hora e um suquinho delícia para agradar nosso paladar. Por todo o caminho, pudemos ver placas com áreas de camping ou praias públicas indicadas na estrada, onde era possível parar para tomar um banho e fazer um lanche. Villa La Angostura é um point para argentinos e estrangeiros, tanto no verão quanto no inverno. Por isso, é caro. A hospedagem, a comida, os passeios que são pagos. Achamos tudo um pouco mais caro que outros lugares na Argentina. Mas, vale a pena. E sempre existe a opção de fazer os roteiros alternativos, quase sempre de graça. A preocupação com a preservação dessas belezas naturais ficou evidente no comércio ou nos supermercados, onde não existem mais sacolas plásticas. Ou você leva sua própria bolsa para as compras ou usa as caixas de papelão que eles disponibilizam para o cliente. O resultado é uma cidade limpa, praias limpas e quase nada de lixo espalhado pelos caminhos. Porém, como nem tudo é perfeito e o povo argentino costuma fumar muito, é comum encontrar vários pitocos de cigarro jogados em qualquer lugar. O Rio Correntoso é considerado o menor rio do mundo em extensão, tem apenas poucos metros. É por esse pequeno rio que o Lago Correntoso se une ao Lago Nahuel Huapi, um lago de origem glaciar com cerca de 550 km². É tão grande que chega até Bariloche. Nas águas límpidas , transparentes e com vários tons de um azul perfeito do Rio Correntoso é possível avistar e até pescar deliciosas trutas. Só depende do horário, nos contaram alguns pescadores. Nesse lugar se pratica a famosa pesca com moscas. A cidade de San Martín de los Andes é linda. Se você tiver tempo, vale a pena pernoitar nela para conhecer melhor e aproveitar os agitos da noite, nos restaurantes, cafés e até mesmo na praia. Planejada, arborizada, super simpática à beira do lago Lacar, um dos mais impressionantes da rota, por estar espremido por um fiorde. A cidade é um autêntico vilarejo de montanha, com suas casinhas baixas de madeira e pedra, mas super organizada e bem desenhada. Oferece ótimas opções de restaurantes e cafés. Nós fizemos um lanche reforçado antes de pegarmos estrada novamente num café super legal, chamado Corazon Contento. Comida excelente, experimentamos umas quiches de legumes e de frango com queijo. Cerveja super gelada e um ótimo suco de limão, refrescante. Dicas úteis: Site oficial da cidade: http://www.villalaangostura.gov.ar/es/ Café em San Martin de los Andes: Corazón Contento - Av. Gral. San Martin 467, San Martin de los Andes. Supermercados: La Anonima, Santa Izabel Quando ir: o ano todo (Leia o post completo com todas as fotos, em: http://www.nosotrosnaestrada.com.br/)
  10. Leia o relato completo com fotos: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/2014/09/floripa-capital-com-clima-bom-de-cidade.html Sempre quis conhecer Florianópolis, a incrível Ilha da Magia. No entanto, durante algum tempo encontrei certa resistência da minha esposa! Bom, depois de muita insistência e persistência fui liberado para começar a planejar a viagem! Pegamos muitas dicas com amigos que já moraram lá e de muitos blogs de viagem. Primeira coisa que eu não entendia: sempre ouvi dizer que Florianópolis, capital de Santa Catarina, é uma cidade com características de cidade grande e, ao mesmo tempo, parece uma cidade do interior!! Você pode estar pensando: como isso é possível? Pois é isso mesmo! No centro de Floripa, podemos até encontrar um jeitão de cidade grande, mas na maior parte da ilha a sensação e de que você está numa cidade do interior com praia... sempre lugares lindos e tranquilos! Pescadores, turistas, surfistas...outro clima, outro astral. Nada dessa pressa terrível de cidade grande. Inclusive, a maior parte das vias para trafegar na Ilha é de mão dupla. Por lá, encontramos muita paz e respeito. Então, aí vai nossa primeira dica: quando você chegar na Ilha desacelere total. Dirija na velocidade da via, relaxe, aprecie a paisagem e se encante com a energia boa que emana nesse maravilhoso lugar. Pra mim, sem dúvidas, é a capital brasileira onde encontrei o maior número de belas praias. São muitas e pudemos conhecer algumas: Barra da Lagoa (onde nos hospedamos), Praia Mole, Joaquina, Praia dos Ingleses, Praia Brava, Praia do forte, Daniela, Jurerê, Praia da Armação, Matadeiro, Pântano do sul... Transporte Alugar um carro pra nós foi essencial. Estávamos com a Duna, 1 ano e 5 meses, e tínhamos que carregar sempre muita tralha. O transporte público nos pareceu confuso e, depois que demos uma carona a um nativo, percebemos que não funciona tão bem. De qualquer forma, sempre existe a opção do transporte alternativo: bicicleta, táxi ou carona. Ah, tem mochileiro pedindo carona por todo lado... e gente dando carona também por todo lado! Um amigo que morou durante muito tempo em Floripa disse que apesar de ser mais cansativo, usar o transporte público também é possível. A cidade tem vários terminais de integração onde é possível pedir informações – ainda que não seja muito eficiente. Existe um cartão de transporte para turistas que ele recomendou comprar caso se pretenda fazer uso frequente. Isso permite aproveitar as tarifas de integração. Clima Quanto ao clima, podemos dizer que fomos abençoados! Dos 12 dias que ficamos pegamos muito céu limpo e sol. Não estava tão quente, pois era abril/2014, mas fazia calor suficiente para querer entrar naquele mar gelado! Tivemos também um dia de chuvisco, mas também deu pra aproveitar, comendo deliciosas ostras em um bom restaurante a beira mar. Bom dizer que escolhemos abril por dois motivos: menos trânsito – não pegamos nada de engarrafamento; e além disso, segundo o Praiômetro, abril geralmente é o mês mais seco na Ilha – o que realmente foi confirmado: abril é um excelente mês para conhecer aquele paraíso. As Praias Simplesmente lindas! Paisagens incríveis – muitas vezes não há uma só edificação; no máximo um barzinho/quiosque aqui outro ali. O sul da Ilha é a região mais preservada e menos procurada pelos turistas - com exceção do verão, quando não há porção de areia que não esteja ocupada. A água é mais gelada, mas o visual é espetacular. No norte da Ilha estão as praias mais turísticas, pois a água do mar é mais quente, ou melhor: menos fria! Muitas casas, prédios, condomínios e um clima de festa, clima de verão. Canasvieiras e Ingleses são quase cidades à parte: bastante gente morando, muita opção de serviços. Barraquinhas nas praias, bons restaurantes, enfim, se você gosta de um lugar mais agitado, o norte de Floripa deve ser a sua escolha. As praias tranquilas, para ir com criança são: Praia do Forte, Daniela, Ponta das Canas e Barra da Lagoa – uma beleza para os pequenos! A Praia do Forte é tranquila, muito boa para ir com crianças. Leve um isoporzinho, pois durante a semana não tem muita opção de barraca aberta. Boa para descansar e aproveitar o mar sem ondas. A Barra da Lagoa tem uma praia linda e tranquila, apesar de ter muitas ondas. Tem boa infra de restaurantes, lanchonetes, hotéis e pousadas. Muito legal para ir com a família, pois geralmente não fica lotada e o mar é relativamente calmo. Nessa praia também tem escola de surf para quem quer começar a se aventurar no mar! Aquelas agitadas, melhores para curtir e ir com a galera: Praia Mole, Joaquina, Praia Brava, Canasvieiras, Ingleses – gostei demais do movimento da Praia Brava. Mar agitado, muitos surfistas e muita gente bonita. Assim é a Praia Mole. Visual sensacional, parece que você está numa praia deserta, com cara de praia no interior, com pegada de surfista. Se você não puder passar o dia, vá para o por do sol, vale muito a pena. Fomos à praia da Armação também, mas o clima não estava ajudando muito – ao lado dessa praia tem uma outra que considero uma das mais belas, é a Praia do Matadeiro - muuuiiito bonita, tem um barzinho super simples, mas interessante. A trilha até lá nem pode ser chamada de trilha de tão fácil que é chegar. Vale a pena, nós recomendamos! No geral, as praias são limpas e têm infraestrutura. Nas mais afastadas, vale a pena levar seu lanche e bebida para não ter surpresas. Durante a semana, por exemplo, em algumas praias menos turísticas não tinha nada aberto. Outra dica é levar saco de lixo para recolher o lixo que você produzir. Não faça como alguns visitantes gringos e fumantes que jogam as bitucas de cigarro por toda parte. Se você fuma, apague a bituca e jogue no lixo. Leia o relato completo com fotos: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/2014/09/floripa-capital-com-clima-bom-de-cidade.html
  11. Nosotrosnaestrada

    relato Dicas para Torres del Paine

    Beto, nós fomos no verão, em janeiro. Mesmo sendo verão, fomos alertados que em TDP podia nevar, chover, fazer calorão, ventar muito, tudo no mesmo dia, pois como é praticamente na Cordilheira dos Andes era possível a alternância de microclimas. Talvez aqui no site do Mochileiros você encontre relatos de pessoas que foram em maio ou perto disso. Abraço. Nosotros na Estrada.
  12. Nosotrosnaestrada

    relato Concha y Toro - um passeio pelo mundo do vinho

    A gente pegou o metrô no centro de Santiago e foi até a última estação em Puente Alto. De lá, pegamos um táxi para a Concha y Toro que custou cerca de R$ 15. Mas, tivemos de pedir desconto, pq teve taxista que queria cobrar mais caro. É só pesquisar e acertar o preço antes de entrar no carro. A viagem é super perto, uns 10 minutos. Fizemos o Tour Marquês de Casa Concha, com degustação de queijos e vinhos no fim. Valeu muito a pena. Reservei um dia antes, por telefone. Mas, vc pode fazer a reserva no site deles também. Desculpa a demora pra responder, mas só vi que tinha essa mensagem agora. Colocamos mais dicas sobre o Chile no nosso blog recentemente: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/
  13. Nosotrosnaestrada

    relato Dicas para Torres del Paine

    Infelizmente, não temos mais os valores, Filipe Salese. Mas, fizemos uma viagem bastante econômica ficando em hostals e durante o passeio em TDP acampamos. Levamos nossa comida e fogareiro nas costas, o que também ajudou a economizar. Abraço. Nosotros na Estrada.
  14. Nosotrosnaestrada

    Butecando pelo Chile

    Leia o relato completo com fotos no nosso blog: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/ Um grupo de amigos vai viajar para o Chile nos próximos dias e preparamos dicas especiais de butecos em Santiago e arredores para que possam aproveitar bem a viagem. Somos todos apreciadores dos vinhos chilenos, mas o Chile nos oferece muito mais que vinho. Além da cerveja de litrão (não tão estupidamente gelada como gostam os brasileiros), alguns drinques típicos como o famoso "terremoto" e o delicioso "pisco sour" - que no Chile é invenção dos chilenos e no Peru de peruanos - merecem ser experimentados durante a visita ao Chile. Primeira parada: o buteco mais buteco que já visitei em Santiago é o "LA PIOJERA", ou em bom português: "O Piolhento". Fica no centro de Santiago, ao lado do famoso e turístico mercado central. O estilo é esse mesmo: botecão de centro de cidade. Freguesia eclética. Tem de tudo. De estudante a guardador de carro. O bar é todo pixado, desenhado, rabiscado, escrito. Decoração tradicional butequeira chilena. Mas, é muuuito legal. Vale a pena conhecer, lá você se encontra com o Chile de verdade. Na Piojera, recomendamos: comer uma ensalada chilena (muito tomate vermelho e doce, com muitas cebolas cruas crocantes finamente picadas que incrivelmente não ardem, não tenha medo) e tomar uma cerveja escudo ou o típico drinque “Terremoto” (vinho branco com licor e sorvete de abacaxi). Se tiver pique, tomar o terremoto, a réplica e a tréplica. Vai sair de lá trocando as pernas. Na Piojera também tem empanada de pino (uma espécie de pastel assado, recheado com carne, ovo e azeitona) e outros pratos típicos como o arrolado (carne de porco cozida, enrolada nela mesma, é meio feia, mas gostosa). Endereço: Aillavillú 1030 – próximo à estação de metrô “puente cal y canto”. Segunda parada: as centenas de botecos no bairro Bella Vista. Esse é um bairro de estudantes, lugar de muitas faculdades e tals. Fica perto do centro de Santiago, dá pra ir a pé, ou, dependendo do seu grau etílico, de metrô. Cheio de opções para se tomar um vinho, uma chela helada (cerveja), comer algo. Além disso, tem uma feirinha de artesanato bem interessante na entrada do bairro, ao lado do Rio Mapocho. Já na rua Bella Vista, tem uma galeria com artesanato também, um pouco mais caro, mas com coisas bem bonitas. Endereço: pio nono – no início dessa rua tem a feirinha, depois vai subindo e encontrando os botecos. Terceira parada: quer comer uma refeição mais completa? Vá ao "La Chimenea", ou "A Chaminé". É um restaurante que fica no centro de Santiago – próximo à torre de TV e do Palácio La Moneda. Recomendação: se for comer chorrillana (um prato que leva batata frita, carne, ovo, linguiça, muito delicioso) em Santiago, esse é o lugar. Tem outros pratos recomendados também, mas lá comemos chorrillana. Único restaurante de Santiago que ainda tem uma chaminé que funciona. Nesse restaurante também vale a pena experimentar o vinho com frutas, uma espécie de sangria. Delicioso e não se engane: embebeda bonitinho. Endereço: Principe De Gales 90 – centro – próximo a torre de tv. Ensalada Chilena, Tréplica de Terremoto y Escudo! Mais uma: Mercado Central. É um mercado de peixes e mariscos. Dá pra ter uma noção da diversidade de ingredientes que a cozinha chilena possui. Muito bom pra experimentar a comida típica do Chile. Os restaurantes maiores têm até atendentes que falam português. Mas, a dica aqui é dar uma volta e se conseguir driblar o assédio dos garçons dos restaurantes maiores e tiver coragem, comer nos restaurantes mais populares que ficam escondidos nas laterais. Ali, servido por senhorinhas ou garçons desdentados você irá comer a típica comida chilena, bem servida e por um preço infinitamente menor do que nos famosos Donde Augusto ou El Galeon. É tradicional oferecer a centolla - o caranguejo gigante chileno - para os turistas, por um preço extremamente salgado. Confesso que o gosto é o mesmo do nosso caranguejo anão, mas você tem que decidir se vale a pena. Outra coisa, como em qualquer lugar no centro da cidade, tome cuidado com máquinas fotográficas e celulares. Por último: Fuente de Soda Alemana. Típica lanchonete chilena. Sanduíches gigantes com os ingredientes típicos, inclusive a palta, que é o nosso abacate. Vou falar uma coisa: é muito delicioso e vale por uma refeição. Os sanduíches são sempre gigantes e não dá pra ter frescura. Experimente! Você senta no balcão mesmo e a garçonete que te atende prepara o seu lanche também. Minha dica: peça lomito (pernil de porco) e escolha os agregados: a maionese de lá é deliciosa. Com abacate e tomate, fica muito bom! O mais engraçado é ficar vendo como são preparados os sanduíches já que a cozinha fica no meio do restaurante e os clientes em balcões ao redor, tipo um quadrado. Tem sanduíche com vagem, carne de porco, tomates (os tomates de Santiago são doces, deliciosos) etc. Nessas Fuentes de Soda, também tem vários tipos de cerveja artesanal, todas deliciosas. Vale a pena experimentar tomando uma cerveja artesanal. Em Valparaizo, duas dicas preciosas J. CRUZ – em Valparaiso – tradicional “picada” chilena. Restaurante com música ao vivo, cantador de cuecas – música tradicional chilena. Recomendo comer: chorrillana (prato típico de carne, ovo e batata frita) acompanhada de um bom vinho (pinot noir combina muito bem) Dirección: Condell 1466, Valparaíso. Lá, pode perguntar que te dirão onde é. Boate "El Huevo" ou "O Ovo": quer ficar bêbado, feliz e louco? Vá pra essa boate depois de jantar e beber todas no J. Cruz. A noite em Valpo começa tarde, lá pela meia noite, 1h da manhã, então dá pra fazer as duas coisas no mesmo dia. Ou na mesma noite. Dica derradeira (por Ruths): Não deixe de conhecer o tradicional Café com Piernas! Existem vários pela cidade, uns mais interessantes que os outros... lá não vende bebida alcoólica, nem um petisco daqueeeeles, mas vale uma passadinha para tomar um cafezinho e apreciar o movimento! Nesse aí da foto, você pode inclusive levar sua esposa, clima familiar.... tem outros que é melhor deixar a patroa em algum museo e ir apenas com os amigos, isso por que não aceitam a presença de mulheres... só por isso! Dica final (por Ruths): se for beber, disfarce... se não for disfarçar, encontre um boteco, porque beber na rua é proibido! Os mocorongos também conhecidos como carabineiros ou polícia vão te pegar e te prender! Ainda tem mais uma dica: Se quiser comprar bons vinhos pra trazer por um preço muito, mas muito bacana vá ao céu, ou melhor vá até EL CIELO: distribuidora de bebidas no centro de Santiago. Lá, é mais barato que nos supermercados ou lojas especializadas em vinhos. Vale a pena ir, se for comprar mais de 6 garrafas de bons e caros vinhos deliciosamente bons. Endereço: http://www.elcielo.cl/ - San Diego N° 1430, Centro, Santiago. Leia o post completo: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/
  15. http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/2014/03/concha-y-toro-um-passeio-pelo-mundo-do.html Mesmo que você não seja um fanático por vinhos, vale super a pena conhecer a vinícola Concha y Toro quando você for a Santiago, no Chile. Fundada em 1883 por Dom Melchor de Concha y Toro, a vinícola Concha y Toro é ainda hoje uma das mais premiadas do Chile. Em 2013, foi eleita a vinícola do ano pela revista Wine & Spirits. Produz vinhos encorpados e de sabor único, alguns dos quais você pode provar durante o tour ou no charmoso wine bar avarandado do lugar. Única dentro da área metropolitana de Santiago, é fácil de chegar (apesar de ser um pouquinho longe) e ótima para apreciar alguns dos melhores vinhos chilenos como o Marquês de Casa Concha, Almaviva, Terrunyo e Don Melchor. Exemplo da uva carménère, que dá origem aos melhores vinhos chilenos É possível chegar lá de metrô, ônibus e táxi. Do centro de Santiago até a Viña, demora cerca de 45 minutos. Uma das formas de se chegar é ir de metrô até o ponto final em Puente Alto e, ali numa pracinha logo na saída da estação, pegar um táxi até a Concha y Toro. O percurso não é muito longo, mesmo assim tem uns taxistas que cobram caro quando notam que são turistas. A dica é pedir desconto! Então, pechinche, sugira um valor menor e se o taxista recusar, procure outro. Temos um amigo chileno que nos avisou sobre isso. Pechinchamos e pagamos metade do preço cobrado pelo primeiro que nos ofereceu a corrida. Leia mais em: http://nosotrosnaestrada.blogspot.com.br/2014/03/concha-y-toro-um-passeio-pelo-mundo-do.html
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