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Helder Silva

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Sobre Helder Silva

  • Data de Nascimento 19-04-1982

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Alemanha, Itália, Áustria, República Tcheca, Portugal, Inglaterra, Escócia, Irlanda, Suécia, Rússia, Eslovênia, Hungria, Romênia, Argentina, Chile, Holanda, Macedônia, Montenegro, Bósnia Herzegovina e Croácia.
  • Próximo Destino
    França e Bélgica..
  • Ocupação
    Químico
  1. Helder Silva

    Viagem a Portugal e ao Leste Europeu

    Bom, eu também colocaria no seu passeio a região de Cascais e principalmente um a visita ao Cabo da Roca, ponto mais ocidental da Europa continental. A vista de lá é incrível.
  2. Helder Silva

    Wacken e Leste Europeu em 28 dias

    Bom, eu fiz algumas alterações, mas a Eslovênia continua sendo a minha dúvida. Porém, infelizmente por logística, vou ter que ficar em Ljubljana e fazer day-trips pelas cidades que quero ir. Também achei um voo pela Air Berlim de Hamburgo pra Salzburgo que custa o mesmo preço do trem de Itzehoe pra Salzburgo. Então, por enquanto está assim: 26/07 - Voo de ida: São Paulo-Madri-Frankfurt 27/07 - Chegada em Frankfurt, ida pra Heidelberg em torno de 14:00h 28/07 - Ida para Hamburgo em um ônibus noturno da Eurolines. 29/07 - Chegada em Hamburgo 30/07 - Ida para o Wacken Open Air 31/07 - Wacken 01/08 - Wacken 02/08 - Wacken 03/08 - Ida para Salzburgo de avião a partir de Hamburgo 04/08 - day-trip em Werfen 05/08 - day-trip em Halstatt 06/08 - ida Ljubjiana 07/08 - Bled 08/08 - Bohinj 09/08 - ? 10/08 - ? 11/08 - ? 12/08 - Budapeste 13/08 - Budapeste/ida para Sighisoara (trem noturno) 14/08 - Sighisoara 15/08 - ida para Sibiu 16/08 - Sibiu 17/08 - ida para Brasov 18/08 - Brasov 19/08 - Brasov 20/08 - ida para Bucareste 21/08 - Bucareste 22/08 - Ida para Madri (voo pela Tarom) 23/08 - Madri 24/08 - Voo de volta: Madri-São Paulo Então as interrogações estão na parte que falta fechar da viagem. Gostaria de saber, pela quantidade de dias na Eslovênia e a quantidade de dias que vou passar em Budapeste, qual seria o melhor dia pro tempo poder ser pelo menos o perto do suficiente pra ficar em cada um desses lugares.
  3. Helder Silva

    Wacken e Leste Europeu em 28 dias

    Obrigado pelas dicas, mas é que no meu caso o que eu esqueci de contar foi o seguinte : 1) Salzburgo eu já conheço e estou indo lá mais para servir de base nos day-trips que citei. Já encaro como perdido esse dia, mas não achei nenhuma outra alternativa. Nem se voltasse pra Hamburgo e pegasse um avião, ainda que mais caro, gastaria o mesmo tempo, ou até mais. 2)De Salzburgo pra Kobarid vou pegar um trem até Most Na Soci na Eslovênia que é perto de Kobarid (as duas ficam no Soca Valley) e de lá vou pegar um ônibus pra Kobarid. Também é outro dia que posso considerar como perdido, a não ser que eu ache o que fazer em Most Na Soci, já que vou ter que esperar umas seis horas por lá. 3) Todos esses lugares que marquei na Eslovênia eu faço questão de conhecer. Seria mais fácil tirar qualquer outra parte da rota do que tirar a Eslovênia. 4) Heidelberg fica a menos de uma hora de trem de Frankfurt, e eu acabo economizando umas horas de ônibus de Heidelberg pra Hamburgo, já que essa linha que vou pegar sai obrigatoriamente de Frankfurt. Enfim, continuem dando palpites, por favor.
  4. Olá a todos. Gostaria de deixar o meu roteiro de viagem desse ano pra saber a opinião de vocês. Vou e volto pra Europa de Iberia esse ano. Vou para o Wacken Open Air na Alemanha e pretendo alongar minha viagem pra conhecer países do Leste Europeu. A princípio a minha rota seria essa: 26/07 - Voo de ida: São Paulo-Madri-Frankfurt 27/07 - Chegada em Frankfurt, ida pra Heidelberg em torno de 14:00h 28/07 - Ida para Hamburgo em um ônibus noturno da Eurolines. 29/07 - Chegada em Hamburgo 30/07 - Ida para o Wacken Open Air 31/07 - Wacken 01/08 - Wacken 02/08 - Wacken 03/08 - Ida para Salzburgo pegando trem a partir de Itzehoe 04/08 - day-trip em Werfen 05/08 - day-trip em Halstatt 06/08 - ida para Kobarid (Eslovênia) 07/08 - Kobarid 08/08 - day-trip Tolmin 09/08 - ida para Ljubjana 10/08 - day-trip Bled 11/08 - day-trip Bohinj 12/08 - ida para Budapeste 13/08 - Budapeste 14/08 - Budapeste 15/08 - ida para Sibiu (Romênia) 16/08 - Sibiu 17/08 - ida para Sighisoara 18/08 - ida para Brasov 19/08 - Brasov 20/08 - ida para Bucareste 21/08 - Bucareste 22/08 - Ida para Madri (voo pela Tarom) 23/08 - Madri 24/08 - Voo de volta: Madri-São Paulo
  5. 06/08 – Já de tênis seco , após o café-da-manhã, pago à parte (no final do meu relato eu vou colocar o preço de tudo o que eu fiz e que tenho anotado aqui), passamos em frente à catedral de Berlim (Dom) e fomos visitar os museus. Há a possibilidade de se comprar um combo, que te dá direito a visitar três museus por 20 euros. O primeiro que escolhemos foi o museu egípcio. Pra variar, o museu é enorme e o destaque dele é a única coisa que não se pode fotografar: o busto de Nefertiti. Em seguida, já que há uma “ilha dos museus” em Berlim, fomos visitar o museu Pergamon, que entre outras coisas possui um templo grego inteiro no seu interior. Eu confesso que fiquei babando nos dois museus que visitei, pois nunca tinha ficado tão perto de coisas tão antigas assim. Durante o dia, ainda deu tempo de passar pela prefeitura de Berlim (Rotes Rathaus) e à noite fomos passear na East Side Gallery, que infelizmente parte dela hoje em dia foi destruída por causa da especulação imobiliária. O lugar era impressionante, pois transformaram o Muro de Berlim numa galeria de arte a céu aberto. Fora que do outro lado dela, há vários quiosques na beira do rio, parecendo uma praia, em que deu pra gente descansar depois de um dia puxado e tomar e beber alguma coisa.
  6. 05/08 – Dia de pegar o ônibus pra Berlim e de deixar a barraca e o colchão de ar sujos de lama pra trás. Dia de voltar a parecer gente também. Porém, ainda no acampamento, era primeiro necessário salvar meu tênis, o que significaria usá-lo molhado durante o dia inteiro. Coloquei dois plásticos do tipo zip lock por cima das meias, lavei meu tênis, coloquei duas sacolas plásticas por cima deles e vedei as sacolas com silver tape. Restava caminhar até a área do ônibus torcendo pra que as sacolas agüentassem. Deu certo! Pegamos o Metal Bus que ia até o aeroporto de Schönefeld em Berlim às 10:30h da manhã. Escolhemos esse destino porque desse aeroporto havia metrô direto pra Hauptbahnhof (estação central de trem) de Berlim. É incrível que mesmo no meio de uma fazenda, há um painel eletrônico anunciando os horários e “plataformas” de cada ônibus, além do serviço de som. Tem ônibus lá até pra Barcelona!! A viagem foi meio longa (quatro horas e meia), mas foi tranqüila, com pausa no meio pra um almoço. E de tarde, chegamos em Berlim, mas no aeroporto de Tegel. Tive que me informar sobre como ir até a estação central de trem a partir de lá. Mas foi fácil pegar um ônibus e descer à margem do rio, de cara com a estação de trem mais fantástica que eu já vi!! Cinco andares de trens, supermercados e lojas que me deixaram de boca aberta. O albergue (novamente o Meininger) ficava exatamente do lado. Assim que fizemos check-in já fomos providenciar que nossas roupas fossem lavadas. Mas não dava pra ser tudo de uma vez. Só havia uma máquina de lavar, e a gente não pagava por ela, mas pelo sabão! Enfim, como estava ocupada, o jeito foi tentar já conhecer um pouco da cidade e fazer a limpeza das roupas depois. Pelo menos banho já foi possível tomar. Então, ainda deu tempo após toda essa jornada de passar pelo Parlamento (Reichtag) e pelo Portão de Brandemburgo. Na praça do Portão havia um cara vestido de militar que estava vendendo uns postais de época. Tinha a opção de selá-los com os selos dos quatro países que controlavam a Alemanha na época. Pra encerrar o passeio, à noite, no Reichtag, à beira do rio, havia algo como se fosse uma arquibancada e em uma das paredes do prédio foi projetado um filme contando toda a história do Parlamento alemão. O dia foi encerrado com uma boa noite de sono e roupas lavadas.
  7. 04/08 – Com o estrago já feito, resta se adaptar à situação e curtir. Já tinha lama na barraca e no colchão e pouca roupa limpa. Restava preservar o que tinha sobrado. As sacolas presas à calça duraram o quanto puderam, mas eu consegui algumas pra hora de ir embora (era nessa hora que seria o momento crucial de salvar o meu tênis) então, curti o show do Suffocated, pedaço do Delain, Gamma Ray, Paradise Lost, Six Feet Under, Testament (excelente), e demorei um tempão pra conseguir chegar ao WET Stage pra ver o show acústico do Moonspell. Mas valeu muito a pena, mesmo com o deslocamento sendo muito mais devagar por causa da lama. Pra encerrar, Amon Amarth e Scorpions de volta pros palcos principais. Até queria ver o show do Dio Disciples, mas desisti. Voltou a chover e resolvi encerrar minha participação no Wacken daquele ano nessa hora mesmo. Curti muito, mas a lama me impediu de curtir 100%.
  8. 03/08 – após mais uma noite não tão bem dormida assim, nesse dia os shows começavam mais cedo, então logo fomos assistir o momento nostalgia do festival. Sacred Reich e Sanctuary (meu segundo crowdsurfing). Logo após, o Kamelot fez um show muito bom, que me surpreendeu, mas eis que acontece algo que mudou os rumos do festival e interferiu no resto da minha viagem. Um dilúvio breve transformou toda a área de show um lamaçal só. Aí entrou a minha segunda aposta errada da viagem. Esqueci de citar que apostei que o que eu tinha levado pra passar o frio da noite do festival seria suficiente. Não foi. Passei frio à noite, mas uma certa hora eu conseguia dormir. A segunda foi ter levado um par de tênis e um par de chinelos como meus únicos calçados. Enfim, a cena era a seguinte: meu único par de tênis estava coberto de lama, e eu ainda tinha que passar mais vinte dias na Europa. Então, naquela hora não dava pra fazer muita coisa, então o melhor foi curtir o show (muito bom) do Overkill, Coroner, Hammerfall (achei mais ou menos) e Dimmu Borgir com orquestra. Pra finalizar a noite, um pouco de luta livre no Bullhead Circus. Ao voltar pro camping, tive que lavar o tênis e coloca-lo molhado de novo no pé pra voltar pra barraca, amarrando umas sacolas plásticas com silver tape na minha calça.
  9. 02/08 – após o café-da-manhã, resolvemos entrar no lugar da perdição: Metal Market. Após comprar cinco LPs que eu levaria debaixo do braço por quatro países antes de voltar pra casa, nos deparamos por lá com Ari Lehman, o primeiro intérprete de Jason Vohrees (Sexta-Feira 13) no cinemas. Hora de começar a conferir os shows. No primeiro dia assisti Skyline (banda que toca todo ano, por ter tocado na primeira edição do festival) com diversos convidados de sempre (Doro, entre outros), Sepultura (meu primeiro crowdsurfing do festival), U.D.O., Saxon e Circle II Circle. Como o Circle II Circle iria tocar no Headbanger Stage, tive que sair uns dez minutos antes do Saxon terminar. O legal foi eu ter levado a bandeira do Brasil e ter tirado fotos com pessoas com bandeiras de outros países. Também assistimos um show de pirotecnia do Thrash of the Titans Field pra encerrar a quinta-feira. Saldo mais que positivo pro primeiro dia.
  10. 01/08 – ida pro Wacken, já que era pra isso que a gente estava lá. Com a passagem de ônibus previamente comprada, depois do check-out no hostel, caminhamos um pouco com nossas tralhas até a Remedy Records e pegamos o ônibus das 10:00h. Uma hora e pouco depois, chegávamos ao local do festival. Por chegarmos cedo, conseguimos ainda ganhar a full metal bag, com vários brindes do festival assim que mostramos o ingresso e ganhamos nossas pulseiras de livre acesso ao camping e área de shows. Por estarmos em grupo (que tinha ficado maior por conta das novas amizades), dois de nós deixaram as bagagens com o resto do grupo e foram procurar um lugar bem localizado pra acampar. Bingo! Conseguimos ficar numa área próxima às áreas de alimentação, banho, banheiros e de show. Incrivelmente perto! Montamos nossas barracas e já fomos à área de compra de material oficial do festival. Camisas e agasalhos devidamente comprados, ora de explorar a área, assistindo alguns shows na vila medieval (Wackinger Stage), uma encenação de batalha campal, algumas bandas no Bullhead Circus (WET e Headbanger Stages) e um pouco de luta livre também. Vale lembrar que um dia antes do começo oficial do festival, já há o Metal Battle e já é possível desfrutar das demais áreas do festival, exceto as dos palcos principais.
  11. Helder Silva

    Eslovênia - Perguntas e Respostas

    Eu pretendo incluir a Eslovênia no meu trajeto do ano que vem, possivelmente porque vou no Metal Days que acontece em Tolmin. Mas o que eu queria saber mesmo é se todas rotas de transporte público no país precisam passar pro Ljubljana. Por exemplo, eu queria visitar Tolmin, Bled e Kobarid. Mas toda vez que mudar de uma cidade pra outra vou ter que voltar pra capital pra fazer isso? Abraços
  12. 31/07 – após o café-da-manhã (pago à parte da diária), fomos visitar a catedral de São Nicolau, que é uma igreja parcialmente destruída pelo bombardeio da Segunda Guerra Mundial, mas que não foi reconstruída, mas sim feito um memorial a aprtir dela. É possível subir num elevador até o alto dela pra se ter uma vista panorâmica da cidade. Como eu adoro vistas panorâmicas, nem pensei duas vezes, já que pelo menos a gente tinha desconto no preço. E a vista de lá de cima é bem bonita mesmo. Depois fomos pra igreja de St. Michaelis (nada de grande coisa) e fomos para o porto de Hamburgo, o segundo maior da Europa. Demos uma passada do Hard Rock Cafe de lá e pegamos uma balsa pra região de St Pauli, a minha favorita de lá. Infelizmente o fishmarket estava fechado, mas a gente achou um ponto alternativo de vista panorâmica, DocLand, que eu não sei exatamente o que funciona lá, mas é um prédio à beira do rio com uma escadaria por fora, em que é possível subir até o topo dele. E o resultado compensa. Após isso, pausa pra repor as energias no Zwick e em seguida fomos ao parque de diversões de Hamburgo pra gente voltar a ser criança um pouco. Talvez fosse algo que não tivesse graça de se fazer sozinho, mas foi bem divertida a ida no trem fantasma de lá. O parque é bem naquele estilo que quem tem mais ou menos 30 anos deve saber bem do que se trata. Por último, uma compra de uma camisa do St Pauli na loja oficial deles e uma passada no Night Light pra uma confraternização básica com gente do mundo todo que estava em Hamburgo por causa do Wacken. Aí é que eu quero fazer uma observação pra quem estiver lendo isso: pra quem curte heavy metal, o clima pré-Wacken que invade a cidade é sensacional. Você vê alguém andando de preto nas ruas e já sabe exatamente o que essa pessoa está fazendo lá. Porém, pra uma pessoa que não curte o estilo, ou em outra época do ano, eu não sei se Hamburgo seria uma cidade a ser visitada na Alemanha. A cidade é extremamente bem estruturada, com serviços de transporte funcionando de maneira eficiente e é possível se comunicar perfeitamente em inglês, mas não é uma cidade tão turística assim. Enfim, isso é o que eu acho. Pra uma pessoa que nem eu, valeu a pena e sinto falta desse lugar.
  13. 30/07 - De cara fui na estação central de trem (Hauptbahnhof) de Hamburgo pra que fosse validado o meu passe de trem da Eurail de sete dias, por dois meses. Em seguida fomos na Saturn que fica logo ao lado pirar na quantidade de coisas de heavy metal que se tem por lá. O dinheiro pode acabar logo no primeiro dia se não houver controle. Daí fomos andando até a prefeitura (Rathaus) e depois pro Alsterpark, que também fica perto. É um parque com um lago imenso, em que se pode até mesmo velejar. Quando voltamos pro albergue, encontramos mais brasileiros (novas amizades) e a banda grega Mind Threat que iria participar do Metal Battle do Wacken. À noite fomos gastar os tickets de desconto nos Burger Kings de Hamburgo que vinham junto com o ingresso do Wacken.
  14. Chegando em Amsterdã, o cara da imigração me fez mostrar todas as reservas dos hostels que eu tinha e o voucher do vôo de volta. Implicou, mas liberou. Daí, foi só esperar mais algumas horas e pegar o vôo KL1783 pra Hamburgo. Vôo curto, menos de uma hora, mas ainda assim serviram um lanchinho. Chegando em Hamburgo, curiosamente encontrei as minhas companhias de viagem no próprio aeroporto, que tinham vindo em outros vôos. Daí foi mais fácil ir no setor de informações turísticas e comprar um passe que valia pra quatro pessoas, podendo ser usado no transporte público e que dava desconto nas atrações turísticas. Hora de pegar o metrô do aeroporto até a estação Altona, que era onde ficava o hostel Meininger. Esse bairro não é central, mas o albergue é perto da Remedy Records, de onde iria sair nosso ônibus pro Wacken. Já era noite e só deu tempo de dar uma passada na Reeperbahn, famoso distrito de vida noturna de Hamburgo. O grosso da coisa mesmo começava no dia seguinte. A rede Meininger é muito conhecida na Alemanha, e tem a estrutura de um hotel mesmo, com quartos individuais, mas também tem os coletivos. Gostei muito de ter ficado hospedado lá.
  15. 28/07 - Como sou de Campinas, peguei um ônibus que sai daqui do centro da cidade até o aeroporto de Guarulhos e peguei o vôo KL792 da KLM às 19:15 com destino à Amsterdã. Fiz o check-in no dia anterior e consegui pegar um lugar na janela do lado direito, já que não estavam mais disponíveis aqueles lugares com mais espaço na primeira fila da classe econômica. Fiquei com boas impressões da KLM, quanto ao atendimento, refeição e opções à bordo. Há monitores individuais na frente de cada poltrona que você pode escolher o que assistir, na hora que quiser. Nas opções de música, consegui achar até um Motörhead no meio. Enfim, vôo noturno, eu fiz o que pude pra dormir o máximo possível, mas não é fácil. A poltrona do lado da janela dá um pouco mais de espaço, mas é desconfortável do mesmo jeito. Então, nessa de dormir um pouco e acordar, teve uma hora que valeu a pena ter escolhido o lado direito. Vi o nascer do sol pela janela do avião. Bela cena.
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