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Helder Silva

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Sobre Helder Silva

  • Data de Nascimento 19-04-1982

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  1. Bom, eu também colocaria no seu passeio a região de Cascais e principalmente um a visita ao Cabo da Roca, ponto mais ocidental da Europa continental. A vista de lá é incrível.
  2. Bom, eu fiz algumas alterações, mas a Eslovênia continua sendo a minha dúvida. Porém, infelizmente por logística, vou ter que ficar em Ljubljana e fazer day-trips pelas cidades que quero ir. Também achei um voo pela Air Berlim de Hamburgo pra Salzburgo que custa o mesmo preço do trem de Itzehoe pra Salzburgo. Então, por enquanto está assim: 26/07 - Voo de ida: São Paulo-Madri-Frankfurt 27/07 - Chegada em Frankfurt, ida pra Heidelberg em torno de 14:00h 28/07 - Ida para Hamburgo em um ônibus noturno da Eurolines. 29/07 - Chegada em Hamburgo 30/07 - Ida para o Wacken Open Air 31/07 - Wa
  3. Obrigado pelas dicas, mas é que no meu caso o que eu esqueci de contar foi o seguinte : 1) Salzburgo eu já conheço e estou indo lá mais para servir de base nos day-trips que citei. Já encaro como perdido esse dia, mas não achei nenhuma outra alternativa. Nem se voltasse pra Hamburgo e pegasse um avião, ainda que mais caro, gastaria o mesmo tempo, ou até mais. 2)De Salzburgo pra Kobarid vou pegar um trem até Most Na Soci na Eslovênia que é perto de Kobarid (as duas ficam no Soca Valley) e de lá vou pegar um ônibus pra Kobarid. Também é outro dia que posso considerar como perdido, a não
  4. Olá a todos. Gostaria de deixar o meu roteiro de viagem desse ano pra saber a opinião de vocês. Vou e volto pra Europa de Iberia esse ano. Vou para o Wacken Open Air na Alemanha e pretendo alongar minha viagem pra conhecer países do Leste Europeu. A princípio a minha rota seria essa: 26/07 - Voo de ida: São Paulo-Madri-Frankfurt 27/07 - Chegada em Frankfurt, ida pra Heidelberg em torno de 14:00h 28/07 - Ida para Hamburgo em um ônibus noturno da Eurolines. 29/07 - Chegada em Hamburgo 30/07 - Ida para o Wacken Open Air 31/07 - Wacken 01/08 - Wacken 02/08 - Wacken 03/08 - Ida para
  5. 06/08 – Já de tênis seco , após o café-da-manhã, pago à parte (no final do meu relato eu vou colocar o preço de tudo o que eu fiz e que tenho anotado aqui), passamos em frente à catedral de Berlim (Dom) e fomos visitar os museus. Há a possibilidade de se comprar um combo, que te dá direito a visitar três museus por 20 euros. O primeiro que escolhemos foi o museu egípcio. Pra variar, o museu é enorme e o destaque dele é a única coisa que não se pode fotografar: o busto de Nefertiti. Em seguida, já que há uma “ilha dos museus” em Berlim, fomos visitar o museu Pergamon, que entre outras co
  6. 05/08 – Dia de pegar o ônibus pra Berlim e de deixar a barraca e o colchão de ar sujos de lama pra trás. Dia de voltar a parecer gente também. Porém, ainda no acampamento, era primeiro necessário salvar meu tênis, o que significaria usá-lo molhado durante o dia inteiro. Coloquei dois plásticos do tipo zip lock por cima das meias, lavei meu tênis, coloquei duas sacolas plásticas por cima deles e vedei as sacolas com silver tape. Restava caminhar até a área do ônibus torcendo pra que as sacolas agüentassem. Deu certo! Pegamos o Metal Bus que ia até o aeroporto de Schönefeld em Berlim às 10:30h d
  7. 04/08 – Com o estrago já feito, resta se adaptar à situação e curtir. Já tinha lama na barraca e no colchão e pouca roupa limpa. Restava preservar o que tinha sobrado. As sacolas presas à calça duraram o quanto puderam, mas eu consegui algumas pra hora de ir embora (era nessa hora que seria o momento crucial de salvar o meu tênis) então, curti o show do Suffocated, pedaço do Delain, Gamma Ray, Paradise Lost, Six Feet Under, Testament (excelente), e demorei um tempão pra conseguir chegar ao WET Stage pra ver o show acústico do Moonspell. Mas valeu muito a pena, mesmo com o deslocamento sendo mu
  8. 03/08 – após mais uma noite não tão bem dormida assim, nesse dia os shows começavam mais cedo, então logo fomos assistir o momento nostalgia do festival. Sacred Reich e Sanctuary (meu segundo crowdsurfing). Logo após, o Kamelot fez um show muito bom, que me surpreendeu, mas eis que acontece algo que mudou os rumos do festival e interferiu no resto da minha viagem. Um dilúvio breve transformou toda a área de show um lamaçal só. Aí entrou a minha segunda aposta errada da viagem. Esqueci de citar que apostei que o que eu tinha levado pra passar o frio da noite do festival seria suficiente. Não fo
  9. 02/08 – após o café-da-manhã, resolvemos entrar no lugar da perdição: Metal Market. Após comprar cinco LPs que eu levaria debaixo do braço por quatro países antes de voltar pra casa, nos deparamos por lá com Ari Lehman, o primeiro intérprete de Jason Vohrees (Sexta-Feira 13) no cinemas. Hora de começar a conferir os shows. No primeiro dia assisti Skyline (banda que toca todo ano, por ter tocado na primeira edição do festival) com diversos convidados de sempre (Doro, entre outros), Sepultura (meu primeiro crowdsurfing do festival), U.D.O., Saxon e Circle II Circle. Como o Circle
  10. 01/08 – ida pro Wacken, já que era pra isso que a gente estava lá. Com a passagem de ônibus previamente comprada, depois do check-out no hostel, caminhamos um pouco com nossas tralhas até a Remedy Records e pegamos o ônibus das 10:00h. Uma hora e pouco depois, chegávamos ao local do festival. Por chegarmos cedo, conseguimos ainda ganhar a full metal bag, com vários brindes do festival assim que mostramos o ingresso e ganhamos nossas pulseiras de livre acesso ao camping e área de shows. Por estarmos em grupo (que tinha ficado maior por conta das novas amizades), dois de nós deixaram as bagage
  11. Eu pretendo incluir a Eslovênia no meu trajeto do ano que vem, possivelmente porque vou no Metal Days que acontece em Tolmin. Mas o que eu queria saber mesmo é se todas rotas de transporte público no país precisam passar pro Ljubljana. Por exemplo, eu queria visitar Tolmin, Bled e Kobarid. Mas toda vez que mudar de uma cidade pra outra vou ter que voltar pra capital pra fazer isso? Abraços
  12. 31/07 – após o café-da-manhã (pago à parte da diária), fomos visitar a catedral de São Nicolau, que é uma igreja parcialmente destruída pelo bombardeio da Segunda Guerra Mundial, mas que não foi reconstruída, mas sim feito um memorial a aprtir dela. É possível subir num elevador até o alto dela pra se ter uma vista panorâmica da cidade. Como eu adoro vistas panorâmicas, nem pensei duas vezes, já que pelo menos a gente tinha desconto no preço. E a vista de lá de cima é bem bonita mesmo. Depois fomos pra igreja de St. Michaelis (nada de grande coisa) e fomos para o porto de Hamburgo
  13. 30/07 - De cara fui na estação central de trem (Hauptbahnhof) de Hamburgo pra que fosse validado o meu passe de trem da Eurail de sete dias, por dois meses. Em seguida fomos na Saturn que fica logo ao lado pirar na quantidade de coisas de heavy metal que se tem por lá. O dinheiro pode acabar logo no primeiro dia se não houver controle. Daí fomos andando até a prefeitura (Rathaus) e depois pro Alsterpark, que também fica perto. É um parque com um lago imenso, em que se pode até mesmo velejar. Quando voltamos pro albergue, encontramos mais brasileiros (novas amizades) e a banda grega Mind Threat
  14. Chegando em Amsterdã, o cara da imigração me fez mostrar todas as reservas dos hostels que eu tinha e o voucher do vôo de volta. Implicou, mas liberou. Daí, foi só esperar mais algumas horas e pegar o vôo KL1783 pra Hamburgo. Vôo curto, menos de uma hora, mas ainda assim serviram um lanchinho. Chegando em Hamburgo, curiosamente encontrei as minhas companhias de viagem no próprio aeroporto, que tinham vindo em outros vôos. Daí foi mais fácil ir no setor de informações turísticas e comprar um passe que valia pra quatro pessoas, podendo ser usado no transporte público e que dava desconto nas
  15. 28/07 - Como sou de Campinas, peguei um ônibus que sai daqui do centro da cidade até o aeroporto de Guarulhos e peguei o vôo KL792 da KLM às 19:15 com destino à Amsterdã. Fiz o check-in no dia anterior e consegui pegar um lugar na janela do lado direito, já que não estavam mais disponíveis aqueles lugares com mais espaço na primeira fila da classe econômica. Fiquei com boas impressões da KLM, quanto ao atendimento, refeição e opções à bordo. Há monitores individuais na frente de cada poltrona que você pode escolher o que assistir, na hora que quiser. Nas opções de música, consegui achar até um
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