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dmvalentini

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Tudo que dmvalentini postou

  1. Olá Fábio. Com certeza eu iria também para Luxor. Em termos de atrações turísticas e sítios arqueológicos importantes no Egito, Luxor é imperdível. Lá você verá o Templo de Karnak, Templo de Luxor, Vale dos Reis ( onde vc pode entrar nas tumbas de alguns dos faraós, inclusive a do Tutankhamon), Templo da rainha Hatshepsut, dentre outros templos e palácios imperdíveis. A própria cidade de Luxor é uma atração a parte, onde vc poderá conhecer e interagir mais de perto com o mundo árabe. Se tiver tempo reserve pelo menos dois dias inteiros nesta cidade, vale muito!
  2. Olá amigos, Lima fica um tanto distante de Cusco, se tiver que voltar tudo de ônibus então... vai ser cansativo. Por que vcs não programam a volta ao Brasil de avião por Lima mesmo?
  3. Olá portnoi, estive em Jerusalém em abril deste ano. Alugamos um carro por 1 dia. Paguei 80 USD lá no dia. Existem bastante locadoras, não precisa reservar com antecedência no Brasil, a menos que consiga um bom preço fazendo isso. Na empresa em que locamos o veículo foi necessário ter cartão de crédito em nome de alguém que estivesse junto no momento, não necessariamente do motorista. Eles fazem o bloqueio no cartão, mas não me lembro quanto foi. Inclusive ficam com uma cópia do cartão, cópia do passaporte, copia da carteira de motorista (internacional). Na devolução do veículo tive a opção de pagar os 80 USD em espécie ou no próprio cartão.
  4. Nossa, isso dá e sobra muito ainda, hehe. O Egito é muito barato, mas tem que negociar. Vale muito a pena conhecer o país. É uma pena que as instabilidades dos últimos anos tenham afastado os turistas de lá, mas a situação já está bem mais tranqüila agora.
  5. Separando as despesas somente do Egito, contando tudo o que foi gasto lá nestes 10 dias (na verdade foram 11 contando com o último dia em que nos deslocamos para a Jordânia), duas pessoas = 1300 USD (650 cada). Este valor obviamente não inclui as passagens de ida e volta ao Brasil, mas incluem os deslocamentos internos feitos de avião entre Cairo > Luxor e Aswan > Cairo (120 USD por pessoa). O Egito não é caro, mas é preciso pesquisar e também negociar bastante.
  6. Olá Vinicius. A conexão em Adis Ababa na Etiópia é bem rápida e tranquila. No desembarque do voo que sai do Brasil você é direcionado diretamente para a área de embarque internacional para fazer a conexão para o Cairo. Não precisa passar pela imigração, nem de nenhum visto ou carimbo no passaporte. Se vc despachar alguma bagagem no Brasil também não precisa se preocupar, pois vai retirá- la somente no Cairo. Existe apenas uma revista no raio X antes do embarque para a bagagem de mão. A conexão foi bem rápida, cerca de 1hora e meia de espera no aeroporto. O aeroporto é confortável para quem aguarda, pois existem umas espreguiçadeiras para deitar no meio do salão de embarque, muito legal. Você terá uma primeira impressão do mundo árabe já neste aeroporto de Adis Ababa, homens vestindo túnica, algumas mulheres vestindo burca, pessoas fazendo a oração islâmica ajoelhadas em um local específico. Quanto aos gastos totais eu preciso separar a parte do Egito somente, pois depois nós continuamos ainda para a Jordânia e Israel via terrestre. Total de 20 dias de viagem. Ainda não deu tempo de atualizar tudo. Vou escrevendo aqui na sequência. Abraço!
  7. Olá iltiana. Do Cairo para Dahab fomos com a East Delta, saindo de um terminal bem pequeno chamado Almaza. Na verdade o Cairo possui vários terminais rodoviários e o mesmo ônibus pode passar em alguns desses terminais antes de sair efetivamente do Cairo para seguir viagem. No nosso caso estávamos em Alexandria e queríamos ir até Dahab. Pedimos informação e nos indicaram seguir até o Cairo (estação Almaza) e de lá pegar outro bus até Dahab. Foi o que fizemos, o bus de Alexandria nos deixou na Almaza e lá mesmo compramos na hora o bilhete para Dahab. O ônibus saiu por volta da meia noite do Cairo. Durante o percurso o exercito e a policia fazem diversas paradas ao longo da rodovia para revistar as bagagens e pedir documentos. Antes de cruzar o túnel do Canal de Suez todos tem que descer, pegar as suas bagagens e apresentar para revista. Chegamos em Dahab lá pelas 10:00 da manhã. O ônibus contorna toda a península do Sinai, passando inclusive por Sharm el Sheik, pois o trajeto mais curto estava fechado. Não é necessário comprar o bilhete com antecedência. Não chegamos a conhecer a Estação que você citou mas pode ser uma boa alternativa pois ela fica mais próxima do centro.
  8. Olá Sérgio, eu postei os preços das atrações atualizados. Fui agora em abril. Segue o link da postagem: viewtopic.php?p=965641#p965641
  9. Olá Pedro, quanto aos procedimentos de fronteira entre Egito/Israel/Jordânia eu escrevi uma postagem aqui no Mochileiros relatando como foram nossas experiências por lá, em abril/2014: jordania-perguntas-e-respostas-t30375-45.html#p950034
  10. Olá, segue um breve resumo da viagem que fiz com minha esposa ao Egito em abril deste ano. Iniciamos a viagem pelo Cairo, seguimos por 10 dias visitando as principais atrações do país. Depois continuamos via terrestre para a Jordânia e Israel, totalizando 20 dias de viagem. ROTEIRO NO EGITO: Dia 30/03/14 = São Paulo / Addis Ababa / Cairo, pela Ethiopian. Dia 31/03 = Pirâmides de Gizé (ponto B) Dia 01/04 = Museu do Cairo (ponto A) Dia 02/04 = Cidadela / Cairo islâmico (mesquitas) / Bazar Khan al-Khalili (ponto A) Viagem de avião à noite Cairo > Luxor Dia 03/04 = Luxor – Templos de Karnak e de Luxor (ponto C) Dia 04/04 = Luxor – voo de balão sobre o Vale do Nilo, passeios: Vale dos reis, Tumba de Tutankamom, Templo da rainha Hatshepsut, Colossos de Memnon. (ponto C) Dia 05/04 = deslocamento de trem Luxor > Aswan pela manhã. Passeio de "feluca" no rio Nilo em Aswan à tarde. (ponto D) Dia 06/04 = passeio ao templo de Abu Simbel (day trip partindo de Aswan) (ponto E) Viagem de avião à noite Aswan > Cairo Dia 07/04 = deslocamento de onibus Cairo > Alexandria pela manhã. Visita à nova biblioteca de Alexandria à tarde. (ponto F) Dia 08/04 = Alexandria, passeios: Anfiteatro romano Kom al-Dikka, Pilar de Pompeu, Catacumbas de Kom ash-Shuqqafa, Forte Qaitbey. (ponto F) Deslocamento de ônibus Alexandria > Cairo > Dahab Dia 09/04 = Dahab, descanso na praia, passeio de quadricículo no deserto do Sinai (ponto G) Dia 10/04 = deslocamento de ônibus Dahab > Taba. Cruzamos a fronteira Egito/Israel e continuamos a viagem na Jordânia e Israel. (ponto H) Roteiro Egito QUESTÕES LEGAIS: O visto de entrada no Egito pode ser obtido no aeroporto do Cairo, custou 15 USD por pessoa (deve ser pago em dolar). No mês de maio houve um reajuste neste valor, pesquise novamente antes de ir. O passaporte deve ter validade mínima de 6 meses e também é exigido o comprovante internacional de vacinação contra a febre amarela. PREÇOS DAS PRINCIPAIS ATRAÇÕES (abril/2014): Preço das principais atrações (inteira, por pessoa): pirâmides de Gizé: 80 LE (direito a circular pela área das pirâmides, esfinge e arredores. Se quiser entrar na pirâmide de Quéops + 200 LE, se quiser entrar na pirâmide de Quéfren + 80 LE, se quiser entrar no museu do barco solar + 60 LE. Museu do Cairo: entradas 75 LE (inclui todo o acervo de Tutankamom). Se quiser conhecer a sala das múmias reais + 100 LE (não pode tirar foto de dentro do museu) Cidadela de Saladino (Cairo Islâmica): entradas 60 LE Templo de Karnak (Luxor): 80 LE Templo de Luxor: 60 LE Voo de balão sobre o Vale do Nilo (Luxor): 35 USD Entrada Vale dos Reis (Luxor): 100 LE (dá direito a visitar apenas 3 túmulos). Se quiser entrar no túmulo do Tutankamom +100 LE (recomendo não perder por nada a visita ao túmulo de Tutankamon, a múmia dele está exposta lá dentro). Não é permitido tirar fotos do local. Entrada templo da rainha Hatshepsut (Luxor): 50 LE Entrada templo Abu Simbel (Abu Simble) 130 LE + 80 LE do transporte turístico de Aswan até Abu Simbel Entrada Teatro Romano (Alexandria): 30 LE Entrada Pilar de Pompeu (Alexandria): 30 LE Catacumbas de Kom ash-Shuqqafa (Alexandria): 40 LE Forte Qaitbay (Alexandria): 30 LE Nova Biblioteca de Alexandria: 70 LE LE: libras egípcias (pounds) USD: dólar americano DICAS: • Prepare-se para o grande assédio dos vendedores nos pontos turísticos, isso devido à queda do movimento de turistas desde a época das manifestações. • Confrontos, manifestações, ataques terroristas... Felizmente não presenciamos nada disso por lá. Viajamos pelo país todo, inclusive na região do Sinai e não vimos nada relacionado. Na verdade o exército está bem atuante, eles ficam posicionados ao longo das rodovias fiscalizando veículos e pessoas e também nas principais ruas das cidades protegendo os prédios públicos. • Para deslocamentos maiores, entre Cairo e Luxor, ou Cairo e Aswan, os turistas podem pegar o trem tipo cabine dormitório noturno, pegar um ônibus ou comprar passagens aéreas. O custo da passagem de trem subiu muito nos últimos meses, atualmente custa 100 USD o trecho por pessoa (Cairo > Luxor). Pesquisando com antecedência no site da Egyptair, é possível achar passagens aéreas promocionais. Pagamos 60 USD por pessoa para ir do Cairo até Luxor e mais 60 USD por pessoa para ir de Aswan até o Cairo. • Oficialmente os turistas não podem comprar outro tipo de passagem de trem entre o Cairo e Luxor ou Cairo e Aswan que não seja o trem tipo dormitório cabine noturno, que custa 100 USD o trecho. Conhecemos um turista mexicano que viajou com o trem para moradores locais, bem mais barato... Isso porque ele pediu para outra pessoa comprar a passagem para ele. Porém vale destacar que estes trens são bem menos confortáveis e o tempo de viagem é bastante longo. • A moeda local é a libra egípcia. Pouquíssimos lugares aceitam cartão de crédito. Leve dólares em espécie e troque lá pelas libras. A cotação quando fomos estava em torno de 1 USD = 7 Libras egípcias. Não existe muita variação se você trocar dinheiro nos bancos ou no comércio, hostals, etc. • Comunicação / internet: a internet WiFi está disponível no país inteiro. Em todos os hostals que ficamos tinha internet sem fio gratuita para os hóspedes. Além disso compramos um chip 3G da Vodafone por 5,00 L.E. e com mais 20 L.E. tivemos um bom pacote de dados disponível durante toda a viagem para utilizar internet pelo celular. • Ingressos: todos os locais de visitação cobram entrada em libras egípcias. Carteira internacional de estudante é aceita para pagamento de meia entrada. • Para as mulheres: recomendo usar sempre calça comprida, camisa que cubra bem os ombros e que não tenha decote. A maioria das mulheres egípcias se veste assim, acrescentando-se apenas um lenço para cobrir o cabelo. Para as estrangeiras não é necessário usar lenço, mas é uma boa alternativa para não chamar muito a atenção e se proteger do sol. • Compras em geral: sempre negocie bem antes de comprar. Nas lojas de artesanatos e presentes não existem etiquetas com os preços, nem mesmo em árabe. Faz parte da cultura deles negociar. Os preços começam altos e vão baixando conforme a negociação, em geral pode se chegar a um terço do primeiro valor. • A língua oficial é o árabe, mas todos que trabalham com turismo falam um pouco de inglês, então se tiver um boa noção de inglês vai se virar bem por lá. • Cuidado com pessoas que se demonstram muito "prestativas" pelas ruas do Cairo, se oferecendo do nada para ajudar sem que você tenha solicitado. Ou vão querer uma gorjeta no final ou estão interessadas em te levar a alguma loja de artesanatos ou de falsos papiros para que você gaste nestes locais. Welcome to Egypt
  11. Acabei de voltar do Egito dia 20/04. Situação normal, nada de manifestações ou protestos violentos. Viajamos por todo o país, inclusive pelo Sinai. Saímos do país pela fronteira terrestre de Taba (fronteira com Israel). Poucos turistas por lá. Vale a pena ir sim. Eu vou escrever mais informações e dicas da nossa viagem posteriormente.
  12. Da mesma forma, passar um dia a mais em um local só pra constar que descansou e almoçou não vai fazer muita diferença em um fórum de mochileiro. O que você fez efetivamente a mais lá no Cânion nestes dois dias que não pode ser feito em um? Isso sim é informação útil para as pessoas pesquisarem e decidirem o que é melhor dentro das possibilidades de cada um. O que eu fiz não foi para "constar ter feito", aproveitei muito bem meu passeio. Não desmereça a opção das pessoas.
  13. Não concordo com sua afirmação. Eu planejei minha viagem e decidi passar 1 dia apenas no Canion del Colca. Foi o suficiente para fazer o que eu queria, apreciar o voo dos condores e ver o Cânion desde o mirador. Isso vai depender do tempo de cada um e do que pretende fazer. Você não pode afirmar que é ou não o melhor, muito menos que um dia apenas é falta de planejamento.
  14. Eu acabei de voltar ao Brasil neste sábado de páscoa pela Ethiopian. Saímos de Tel Aviv Israel até Guarulhos, com troca de aeronave em Addis Ababa, Etiópia. Ficamos aguardando em Addis Ababa das 6 da manhã até por volta das 11 da manhã, quando embarcamos no 787 com destino ao Brasil. Eu me lembro que por volta das 10 da manhã tinha um pessoal embarcando pra Frankfurt pela Ethiopian. Ficamos aguardando neste tempo na área de conexões do aeroporto. Não foi necessário tirar visto para aguardar lá neste período. Ficamos descansando deitados em uma espécie de espreguiçadeira no saguão. Bem confortável, deu até pra dormir bem. A companhia tem um espaço VIP no aeroporto mas é só pra quem participa das milhas prata e gold. Não foi o nosso caso, ganhamos apenas um café da manhã no aeroporto meio estranho da companhia (arroz, omelete e legumes cozidos). Optamos pela Ethiopian devido ao preço muito bom pelo trajeto que fizemos: ida Guarulhos - Cairo e volta Tel Aviv - Guarulhos. As paradas tornam a viagem um pouco demorada e cansativa. Na ida o avião para em Lome (Togo) e na volta para novamente em Lome e também no Rio de Janeiro antes de chegar em Guarulhos. Cada parada leva em torno de uma hora e meia sem poder sair da aeronave, só esperando... Para quem faz uma conexão mais longa em Addis Ababa pela Ethiopian, de um dia para o outro, eles te encaminham para ficar hospedado na cidade. Não sei direito como funciona isso, mas você pode se informar com o escritório de vendas da Ethiopian no Brasil: [email protected]
  15. Semana passada eu e minha esposa fizemos o trajeto de Dahab no Egito até Wadi Musa (Petra) na Jordânia. Minha dúvida era qual a melhor opção, via balsa cruzando o Mar Vermelho (Nuweiba - Acaba) ou por terra seguindo até Taba - Eliat - Acaba. Conversei com o dono Hostal em Dahab que me explicou as duas opções. Acabamos indo via terrestre por Taba mesmo. Pegamos o bus das 10:30 de Dahab até Taba (30 LE). O bus passou primeiro pelo porto de Nuweba onde desceu um turista japonês que iria fazer a travessia por ferry boat. Seguimos viagem e chegamos em Taba por volta das 13:30. Para quem não sabe, Taba foi onde explodiu um bus de turistas sul coreanos a poucos meses atrás. Porém agora a situação me pareceu bem tranquila, o exército está posicionado ao longo da rodovia e eles param o ônibus por varias vezes para revista e conferencia de documentos de todos os passageiros. Em Taba quase não havia ninguém na rua. Caminhamos torno de 800 m entre a estação de ônibus e o posto de controle de saída do Egito. Para sair do Egito paga-se somente 2 LE por um selo pra colar no formulário. Saída liberada, seguimos a pé ao posto de controle de Israel, em torno de 40 metros de distância. Para entrar em Israel o controle é bem rígido. Passamos por umas 5 ou 6 etapas entre perguntas sobre o que faríamos no pais, quanto tempo iriamos ficar, onde iriamos ficar, se alguém pediu para eu levar alguma coisa na minha mala... Respondi tudo bem tranquilamente em inglês e não tivemos problema. As nossas mochilas foram revistadas por uma agente de segurança. Em pouco mais de 30 minutos já estávamos liberados. Entrada em Eliat concluída com sucesso! Outro detalhe, não se paga nenhuma taxa para entrar nesta fronteira. Pedi informação de como se chegaria na outra fronteira com a Jordânia. Me indicaram pegar um bus e seguir até o centro e de lá pegar um taxi até a fronteira, pois um taxi direto sairia muito caro. Foi o que fizemos, pagamos 4,80 ILS cada um pelo ônibus e depois mais 40 ILS pelo taxi. Dentro do próprio posto de fronteira é possível trocar dinheiro, porém o câmbio é bem desfavorável: 100 USD = 319 ILS. Não tive escolha, pois tinhamos que pegar o ônibus. Troquei logo 100 usd. Em Israel o fuso horário é de 1 hora a mais que no Egito, então quando percebi já eram 4:30 da tarde e nem havíamos chegado na fronteira com a Jordânia. O taxi nos deixou na fronteira com Acaba. Para deixar Israel via terrestre pagamos 105 ILS por pessoa. Neste horário havia bastante turistas indo para a Jordânia, mas foi bem rápido passar. Para entrar na Jordânia por Acaba não se paga nenhuma taxa, somente para a saída do país (10 DIN por pessoa). Aproveitei pra trocar dinheiro na moeda local para a despesas com deslocamentos, já eram 17:40 quando enfim entramos na Jordânia. Durante a passagem pela fronteira conversamos com outros turistas que também estavam indo pra Petra, combinamos dividir um taxi direto dalí, pois outra alternativa seria pagar um taxi até o centro de Acaba e de lá pegar um bus pra Petra. Definitivamente não sabia se naquele horário ainda encontraria ônibus... o taxi custou 60 DIN, dividido por quatro passageiros. Não saiu caro e se for considerar o tempo e o conforto da viagem, 20:30 h já estávamos no Hostal em Petra. Não sei se o japonês que foi por ferry boat conseguiu chegar no mesmo dia em Petra. Seria bom ter este relato também para comparar os custos e o tempo de deslocamento. Fica aí o nosso relato para quem quiser fazer este trajeto. Valeu!
  16. Eu fiz este passeio de 1 dia pro Cânion Del Colca saindo de Arequipa. Como o danielrmt comentou, tem uma van que passa no hostal por volta das 3 da manhã. Para quem não tem muito tempo disponível, um dia é o suficiente para ver o voo dos condores e apreciar a vista do cânion desde o "mirador cruz del condor".
  17. Amigo, sempre falo isso pra todos e raramente me ouvem , mas não custa tentar de novo. Eilat é MUITO mais que uma passagem entre Egito/Jordânia e Tel Aviv/Jerusalém. É um dos litorais mais bonitos que já vi em toda a minha vida, à beira do mar vermelho. Tire um dia que seja para conhecer, vc não vai se arrepender. Fiquei 3 completos e achei pouco, queria mais. Espero que alguém um dia me ouça e relate aqui como sua passagem por Eilat foi boa Abraço! Valeu João, obrigado pelas dicas, tanto estas quanto as escritas anteriormente. Vamos ver como vai ser quando passarmos por lá. Na verdade estamos com pouco tempo, mas vou considerar a possibilidade de ficar um dia também em Eliat. Grande abraço
  18. Olá Josy e Claudio, valeu por compartilhar estas informações. Nós vamos passar por Israel em abril e suas dicas vão me ajudar muito! Vocês estavam na região do Sinai antes ou vieram diretamente do Cairo? Como está a situação por lá? Outra dúvida, o bus 444 que vcs pegaram de Eliat passa próximo de Massada? Eu também irei entrar em Israel por Eliat e pretendo aproveitar para visitar Massada e o Mar Morto antes de seguir a Jerusalém.
  19. Excelente roteiro pra ir de carro! Liberdade pra ir onde e quando quiser. A região da cordilheira branca eh realmente incrível
  20. Olá Daniel. Você pode ficar la em Huacachina e de lá contratar os passeios ilhas Ballaestas e reserva de Paracas. O pessoal dos hostals vendem estes passeios junto com os deslocamentos até Paracas. Pelo que pesquisei quando estive por lá, os preços são bem parecidos com os que paguei contratando os mesmos passeios diretamente em Paracas. Só veja com as agências se eles conseguem te trazer de volta a tempo de fazer o famoso passeio de Buggy em Huacachina , este também eh imperdível! Acredito que dê tempo sim, mas vc tem que estar em Huacachina na noite anterior para comprar os passeios e poder sair logo cedinho no dia seguinte para fazer estes. Quanto a Nazca, eu lhe indico ir até lá de bus e comprar o voo na cidade ou diretamente no aeroporto. Mas tem que estar bem cedo pra voar pela manhã, melhor horário. De Nazca vc segue de bus para Arequipa. Quando fomos no ano passado, fizemos os mesmos passeios mas em uma sequência um pouco diferente, e com duração de 3 dias. Mas a maneira como vc quer fazer também dá certo, com a disponibilidade de dois dias completos na região.
  21. Meu plano eh entrar em Israel por terra em Eliat e seguir até Jerusalém. Porém pretendo passar em Massada e mar morto antes, já que fica no caminho. Sabe se tem ônibus facil de Eliat até Massada ou Ein Gedi?
  22. Olá Alexandre. Quantos dias vc tem para essa viagem? Eu lhe indico, se tiver tempo, ir se deslocando aos poucos entre as cidades e atrações ao longo do percurso. Existe muita coisa boa pra fazer no Peru além de Machu Picchu. No nosso caso passamos em Lima, Paracas, Ilhas Ballestas, Uacachina, Nazca, Arequipa, Canion del Colca, Puno e Lago Titicaca, Cusco, para então ir a Machu Picchu. Isso tudo, eh claro, vai precisar de uns 15 dias, mas vc pode ir adaptando conforme sua disponibilidade de tempo e dinheiro. A dica eh aproveitar o trajeto do deslocamento para incluir mais passeios para aproveitar melhor a viagem.
  23. Ilhas Ballestas por você mesma, você deve se deslocar de bus até Paracas. A única empresa que vai até o centrinho de Paracas, saindo de Lima, e a Cruz del Sur, só que tem que pesquisar o horário. Tem também outras como a Soyer, mas o bus lhe deixará na Panamericana, entrada de Pisco. Lá vc pega um taxi até Paracas, s/ 20. Provavelmente em todos os casos de bus vc vai ter que ir no dia anterior e pousar em Paracas para fazer o passeio das ilhas pela manhã. Não se preocupe com agências em Paracas pois tem muitas e eles vão te abordar na rua mesmo. O preço que pagamos no passeio foi de s/ 50 por pessoa, mas vc até acha por menos se pesquisar e negociar. Tem gente que contrata o passeio das ilhas em Huacachina (Ica), direto dos Hostals do Oásis. O importante e chegar no dia anterior, se vc for fazer por conta própria. Saindo de Lima eu não sei se tem alguma agencia que te leva direto para o passeio das ilhas. Precisaria se informar das condições e preços.
  24. Olá Isa. Fica difícil incluir os dois lugares no mesmo dia. Primeiro pela distância entre as cidades, e segundo pelo horário indicado para fazer estes dois passeios. Tanto as Ilhas Ballestas quanto as linhas de Nazca, o melhor horário para ver e pela manhã bem cedo. Nas Ballestas devido a maré da manhã, as lanchas chegam mais próximo das ilhas e fica melhor para ver os animais. Em Nazca os vôo também saem pela manhã. Quando fomos ao Peru, nos deslocando aos poucos, dia após dia entre as cidades e atrações, desde Lima até Cusco, sempre de ônibus. Até existe um aeroporto em Paracas de onde saem alguns passeios de avião para as linhas de Nazca, mas você vai pagar mais que o dobro do valor de um vôo contratado em Nazca.
  25. 1° dia - Miraflores (Lima) - 01/04/2013 Nossa passagem pela TAM estava marcada para saída do Aeroporto Internacional Afonso Pena em Curitiba às 06:15 da manhã. Fomos até Guarulhos, onde trocamos de aeronave. O voo de São Paulo à Lima durou 5 horas, chegamos no Aeroporto Internacional Jorge Chávez por volta das 11:30 horário local (-2 horas em relação ao Brasil). Passamos pela autoridade de Imigração, tudo bem tranquilo. Após isso, buscamos a mochila que havíamos despachado. Assim, nossas primeiras palavras em espanhol foram: ¿dónde están las equipajes?...o que virou uma espécie de bordão em "portunhol". Próximo às esteiras de bagagens havia um caixa eletrônico ATM e uma banca de câmbio, então aproveitamos para testar o cartão pré pago em dólar e sacar alguns soles (moeda local). A cotação do dólar dentro do aeroporto na banca de câmbio é bem desfavorável, foi a pior cotação que consegui em todo o país (1 USD = 2,43 SOL), então meu conselho é de trocar ali somente o suficiente para pagar o taxi e deixar para trocar mais dólares em Miraflores, que vai ser bem mais vantajoso. Passando com as bagagens pela alfândega já estávamos no saguão do aeroporto, enfim começava nossa jornada pelo território peruano! Já na saída do salão do desembarque fomos abordados pelos representantes dos taxistas oficiais do aeroporto, que nos pediram s/125,00 até uma praça no distrito de Miraflores denominada Parque Kennedy, a cerca de 20 km do aeroporto (muy caro!!!). Havíamos pesquisado bastante as formas de transporte entre o aeroporto e Miraflores, nosso destino definido neste dia. Nove em cada dez postagens na internet a respeito indicavam pegar um táxi oficial do aeroporto, não recomendavam pegar nem os táxis "clandestinos" que ficavam do lado de fora, muito menos os ônibus locais confusos e sem um itinerário confiável. Decidimos buscar informações no balcão de atendimento aos turistas, onde pegamos indicações de hotel e consultamos as possibilidades de fazer o trajeto por transporte público. Ao voltar no saguão para registros fotográficos, fomos abordados por um taxista "não oficial" que vagava por ali como quem não queria nada, pediu 25 USD pelo translado. Ele se ofereceu para tirar fotos nossas... oferecemos s/40,00... fechamos o trajeto por s/45,00.Apesar das recomendações contrárias à utilização de táxis não regulamentados, o motorista foi muito confiável e prestativo, fornecendo-nos as orientações iniciais a respeito do país. O trajeto entre o aeroporto e Miraflores foi um capítulo à parte, muitos carros velhos nas ruas, buzinadas, ninguém quer saber de andar alinhado nas faixas, onde tiver uma vaga eles vão entrando mesmo. O nosso amigo taxista já foi logo "costurando" seu Nissan anos 80 entre os outros carros, enquanto nos contava suas histórias - além da corrida tivemos um city tour com guia particular. Chegamos em Miraflores depois de uns 50 minutos. Pagamos os s/ 45,00 conforme combinado. Miraflores é um distrito de Lima, é onde se concentram a maioria dos turistas que vem para a capital do Peru. É um local bastante cosmopolita, ponto de encontro de mochileiros do mundo todo. Possui muitos hostals, pousadas, restaurantes, cafés. Além disso, possui uma extensão que margeia o oceano Pacífico. Ali existem os prédios modernos à beira mar, porém a praia fica mais em baixo e a cidade fica em um nível acima dos rochedos, a visão do oceano Pacífico ali é deslumbrante! Andamos um pouco até nos localizarmos nas nossas anotações. Não havíamos feito nenhuma reserva de hospedagem, efetivamente fomos ao Peru somente com as passagens de ida e volta compradas. Infelizmente o primeiro hostal da lista estava sem disponibilidade, o segundo estava acima das nossas expectativas de preço. Andamos muito e vimos várias vagas para quartos coletivos, não era bem o que a gente queria nesta viagem. Queríamos hostal, mas com quarto privativo para casal. Cansados, sentamos em um banco da praça kennedy... Logo fomos abordados por um agenciador de hotéis que foi falando comigo em inglês, dizendo que conhecia tudo por lá e conseguiria nos ajudar conseguindo um hostal. É muito comum as pessoas ficarem abordando os turistas nas ruas para oferecer serviços, câmbio, taxi, hospedagem, etc. No começo foi um pouco estranho, é normal e você deve ficar desconfiado mesmo, mas com o passar dos dias fomos aprendendo a lidar com isso e até mesmo conseguimos boas dicas e serviços. Ficamos mais um bom tempo andando, pesquisando, recebemos algumas indicações até enfim encontrarmos o Hostal The Place. O valor era de s/160,00 o casal. Olhamos o quarto e decidimos ficar lá mesmo, o lugar era bom e o preço definitivamente não conseguiríamos encontrar melhor em outro local nas imediações. O Hostal ficava a poucas quadras do Larcomar e dos rochedos da orla de Miraflores. Deixamos nossas mochilas e fomos em direção à praia. Já eram quase 4 da tarde e ainda não tínhamos comido nada. Porém não poderíamos perder o grande espetáculo do dia: o por do sol no Oceano Pacífico! O visual em cima dos rochedos é deslumbrante, a praia fica lá em baixo, porém a água é muito gelada e a areia é grossa. Poucas pessoas vão até lá pra curtir a praia. O ponto forte é sem dúvida o visual que se tem do mar! Chegamos no Larcomar, uma shopping center a céu aberto encrustado nos rochedos. Acompanhando toda a orla existe um parque linear onde as pessoas ficam caminhando, apreciando a vista. Próximo dali tem também um local de salto de parapente, onde ficamos até a hora do por do sol. Muita gente fica ali sentada apreciando este momento e conforme o sol vai descendo mais e mais pessoas vão chegando. Voltamos ao Larcomar para passear, ver as lojas e restaurantes. Nossa primeira noite fechou com um belo jantar em um dos restaurantes do Larcomar. Provamos o "Lomo Saltado", um dos pratos típicos da culinária local, brindado com o "Pisco Sauer", uma espécie de caipirinha peruana feita com o aguardente de uva "Pisco". Dica: existem muitas opções de hostals em Miraflores. Se você quiser quartos coletivos, sem problemas, são baratos e com bastante disponibilidade. Mas se você quiser quarto privativo, aconselho sair do Brasil já com uma reserva. Isso evita perder tempo procurando e você vai pagar mais barato também. 2° dia - Centro histórico de Lima - 02/04/2013 Acordamos no Hostal The Place após uma noite muito bem dormida. Arrumamos nossas mochilas e fomos tomar o café da manhã no restaurante do hostal. Não esperem um buffet como temos no Brasil na maioria dos hotéis e pousadas. É o chamado "desayuno continental" o qual iriamos provar em todos os locais em que nos hospedamos no país. Pegamos as mochilas e seguimos rumo ao centro de Lima. Da praça Kennedy em Miraflores partem os ônibus turísticos que fazem o city tour por Lima, passando por diversos pontos turísticos da cidade e com entradas inclusas no convento de São Francisco. Conversamos com os atendentes do ponto de saída do ônibus, o preço do passeio era de s/ 60,00 e ele só iria sair às 14:30 de lá. Muito tarde, e não daria tempo de conhecer melhor e circular pelo centro histórico. Decidimos então ir de transporte público mesmo. Ao lado do Parque Kennedy passavam inúmeros ônibus, vans e "Kombis", eles passam às dezenas e nunca saberíamos qual deles pegar. Pedimos ajuda a dois policiais, que foram muito prestativos e atenciosos. Não só nos indicaram qual veículo pegar, como pararam um e orientaram o motorista a nos deixar no local onde ficava nosso destino. Os "buses" e kombis fazem parte do caos do transito de Lima. Competem entre si para angariar passageiros. Cada um possui um cobrador que fica gritando o itinerário para as pessoas nas calçadas. No nosso veículo tinham poucos passageiros naquela hora, ainda bem, pois estávamos com as mochilas. Ao longo do trajeto o ônibus foi enchendo e nós não sabíamos se o cobrador ainda lembrava da gente. Falamos com um outro passageiro que se dispôs a nos avisar também onde desembarcar. Foi uma experiência interessante, vivenciando o dia a dia do transito e dos moradores da cidade e a um custo de apenas s/ 1,50. Descemos na avenida Tacna com rua Quilca, sob orientação do cobrador. Chegamos à Plaza San Martin, sentamos em uma lanchonete para verificar nosso guia de viagem. Tomamos a famosa "Inca Kola" e seguimos em direção à "Plaza Mayor", ponto central da cidade. A Plaza Mayor é muito bonita, ao redor dela ficam o palácio do governo, prefeitura, a catedral e a casa do arcebispo. Tudo muito antigo, mas também muito bem conservado. Em todos arredores existem várias construções da época colonial. Aproveitamos este dia para adquirir as entradas de Machu Picchu: reserva pela internet e pagamento do boleto no Banco de La Nacion alí mesmo no centro de Lima. Preferimos não entrar para conhecer a Catedral, pois custava s/ 10,00 por pessoa. Optamos por caminhar algumas quadras e conhecer a igreja e o convento de São Francisco por s/ 7,00 por pessoa. A visita ao convento é imperdível! A construção iniciada em 1535 pela ordem dos franciscanos abriga inúmeras peças antigas e a construção característica da época colonial espanhola muito bem conservados. No subsolo é possível visitar as catacumbas, com os ossários expostos do primeiro local que serviu como cemitério de Lima. Outras grandes atrações são: a biblioteca, a capela e a tela de Marcos Zapata da última ceia. Diante desta obra é possível observar a riqueza de detalhes do quadro que registra imagens cristãs com elementos peruanos... inclusive o prato principal servido na ceia: "cuy chactado"!!! Após este passeio, fomos enfim comer alguma coisa. Já eram quase 4 horas da tarde. Perto dali estava a rua Jilón de La Union, uma espécie de calçadão só para pedestres, com muitas lojas e algumas lanchonetes e restaurantes. Após um lanche, entramos em algumas lojas para das uma olhada, mas não compramos nada, afinal nossa bagagem era limitada e teríamos que carregar pelo restante dos dias ainda. Nossa missão agora era simplesmente encontrar um lugar na cidade, para pegar algum ônibus que fosse para a cidade de Trujillo, no norte do país. Em Lima não existe um terminal rodoviário de onde partem os ônibus, mas sim cada empresa possui seu próprio terminal ou ponto de saída. Demos uma olhada no nosso guia mas foram novamente os policiais que nos indicaram onde deveríamos ir, dizendo-nos: "Hay una calle donde las principales empresas de autobuses y se puede ir caminando hasta allí. Está a unos 2 kilómetros de distancia!". Foi o que fizemos, seguimos caminhando, observando as praças, avenidas, o grande movimento de carros, ônibus. O local indicado ficava bem em frente ao estádio Nacional do Peru, várias empresas de ônibus, uma ao lado da outra. Fomos na Cruz Del Sur, a mais indicada na internet e nos guias. Porém nós teríamos que ir de táxi até um outro terminal da empresa para embarcar. Decidimos procurar por uma outra empresa que fizesse o trajeto até Trujillo. Apesar de não haver rodoviária, na Avenida 28 de Julio e proximidades estão as principais companhias de ônibus... Compramos duas passagens para Trujillo por s/ 40,00 por pessoa em ônibus semi-leito na empresa de transportes Cromotex S.A.C. Estávamos preocupados com os riscos de se viajar de ônibus no país, mas o controle de segurança e a qualidade de atendimento da Cromotex é muito bom. De todos os passageiros são registradas as digitais, os rostos são filmados, passe-se por um pórtico de detecção de metais e os documentos são conferidos. A velocidade do ônibus não ultrapassou os 90 km/ h e há até serviço de bordo! Nosso jantar fornecido pela empresa foi sanduíche, pastelzinho e pudim... um chazinho de "manzanilla" também foi servido após o jantar. Chegamos à Trujillo às 7 horas da manhã seguinte. Em breve eu continuo com os relatos dos outros dias...
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