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brunacth

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  1. Pela Norte tur, está saindo R$2500 mais ou menos cada roteiro. Eu estou indo sozinha, mas ainda não comprei as passagens. estou planejando ir no comecinho de Setembro e passar uns 12 dias por lá.
  2. @rutemarianee Olá! eu estou tentado cotar o pacote com a Norte Tur, realmente o valor está melhor com eles. Mas está difícil para eles me passarem as datas de cada saída para eu fechar com eles.
  3. @elon você recomenda esta agência?? Eu estou planejando fazer este roteiro, só que minhas férias vai ser no final de Agosto.
  4. A melhor opção é o centro, fiquei no Sol Andino Hostal, ele tá com nota alta no booking, mas é bem simples. Aliás, como já citaram, beleza e limpeza não são qualidades que eu diria sobre a Bolívia em si. Andei pelas ruas a noite sozinha, mas não achei super seguro. Mas basta ter atenção e cuidado que nada acontece. E sim, os teleféricos são como o metrô de lá, mas só vale a pena se você for para El Alto ou para a vila das bruxas. Não há outros pontos turísticos que esse meio de transporte leva, a intenção dele é levar a população de El Alto para La Paz.
  5. Olá pessoal!! Estou buscando pessoas interessadas em fazer Jalapão e Chapada dos Mesas. Saio de férias no final de Agosto. Apartir de 26/08. Estou montando o roteiro ainda e sugestões são bem-vindas! 😛
  6. Olá à todos! Este é meu primeiro relato aqui no grupo e na vida. Já viajo sozinha de mochila há algum tempo, mas nunca tive coragem de postar minhas anotações. Mas sei como estes relatos são importantes para quem está começando e/ou é mais desconfiado que tudo sempre sai 100% como o planejado. Fiquem para me questionar qualquer dúvida ou curiosidade que tenham! Passei uns bons meses planejando está viagem e apesar de alguns contratempos e estresses ... deu tudo certo! Comecei minha viagem pelo Peru, porque não? A maioria faz o roteiro contrário, mas estava muito ansiosa para conhecer Machu Pichu e fiquei com medo de estar muito cansada quando chegasse lá. Começando pelo Peru: Fui direto para Lima. no avião, escolha o lado direito para ver o lago Titicaca e a cordilheira ao fundo, o voo passa durante a metade do trajeto, depois de mais ou menos duas horas de viagem. O passeio pela orla (por baixo e por cima) de Miraflores obrigatória. A praia é de pedras não tem areia e é muito bonita. Lá mesmo tem o Shopping Lacomar com lojas caras e bonitas vale pela vista do mar e por um jantar mais carinho nos restaurantes de lá. Falabella e Ripley há várias espalhadas por Lima. São megalojas ja que vende roupas, eletrônicos e utilitários do lar. Até dá pra achar algo em conta na Ripley por ter marcas mais locais, já a Falabella tem marcas mais conhecidas e também mais caras No centro de Lima o trânsito é absurdamente louco, os semáforos não são obedecidos, nem (as poucas) faixas de pedestres, porém por incrível que pareça, os motoristas reduzem e dão preferência para os pedestres. Fiz compras na Polvos Azules que é quase uma 25 de março, mais vazias e vendedores honestos pelo menos a que eu encontrei falou qual era original e qual era imitação e fez a conversão de usd para nuevos soles corretamente. Vale a caminhada pelo centro de Lima, começando pela Plaza San Martin e seguindo pelo calçadão até a Plaza de Armas e a Iglesa de San Francisco. Plaza de la Reserva só abre no final da tarde e já um show de luz a noite. O tour custa usd 35, mas para entrar no parque custa sl. 4 Há um sítio arqueológico em Miraflores que atrações durante o dia e a noite. A sugestão é ir para ver a iluminação especial que há lá. Calle de las Pizzas é um trecho entre o parque Kennedy e a Calle Berlin , onde há bares, restaurantes e baladas. Fui no dia que houve o jogo Peru x Brasil. Estava tudo lotado, mas seguro e bem tranquilo, só um pouco mais caro do que o normal Fiquei na Casa Cielo, não é hostel e por isso foi um pouco mais caro, porém estava tudo ótimo, cama banho e café da manhã! Segui viagem para Cusco, cheguei no meio da tarde e perdi um pedaço do meu city tour. mas o passeio é valido porque te leva para alguns pontos fora da cidade. Não se iluda, todos as agências fazem o mesmo trajeto, o que pode mudar é o tempo em cada parada. Vale Sagrado é uma boa visita, o problema que tive foi na hora do almoço, como não tinha pago, acabei ficando em um restaurante que não era tão bom e estava um pouco caro pelo o que oferecia. O trem Inca Rail para águas Calientes é confuso e as pessoas não obedecem o local marcado, as filas confusas e o troca troca de lugares acaba atrasando a viagem. A cidadezinha de Águas Calientes não tem nada além de um mercado artesanal, restaurantes e hospedagens. É um simples entreposto entre o trem e Machu Picchu. Machu Picchu sim é bem organizado, desde o ônibus que leva até o topo, a entrada que é limitada a três vezes e a rota do tour. A cercados e setas indicando as rotas, não tem como andar perdido pela santuário, você é obrigado a seguir o fluxo até a saída. Eu fiz o tour guiado e depois voltei para ver o que realmente me interessava. Na volta fui pela Peru Rail, que é mais caro e tem um serviço mas controlado e melhor. A volta para Cusco direto é bem demorado, levou quase 5hrs. O Saleiro de Maras e Moray é um passeio de meio dia que não foi tão cansativo, mas ficamos boas horas no ônibus e pouco tempo nos locais de visita. O saleiro é o mais interessante e o mais bonito. Em Cusco fiquei no Pirwa Garli que está 15 a 20 min andando da Plaza de Armas. Cama boa, chuveiro Ok, mas o café da manhã sempre estava atrasado. Em águas Calientes fiquei hostel com cama e chuveiro Ok, café da manhã foi estranho, não tinha muita coisa para comer. Finalizando Lima, fui para Puno para conhecer o lago Titicaca. A cidade é minúscula, os pontos turísticos citados no guia oficial do Peru são ridículos. O único atrativos é o lago Titicaca. Para passar o dia, escolhi visitar o povoado das islas de Uros, prepare o bolso para esta visita.O tour te leva a um ilha onde há um grupo de famílias e explicam algumas coisas e te convidam a um passeio com o barco tradicional deles (pago parte) na volta há uma demonstração muito interessante de como essas ilhas são feitas e somos convidados a entrar na casa deles e depois somos convidados a comprar o artesanato deles, que é lindo, feito a mão com perfeição e por isso não é barato, dá pra negociar, claro. Depois somos levados a uma ilha comercial que há mais vendas de artesanato e uma cafeteria que cobra 1 sol pelo carimbo de visita ao Titicaca. Há outras opções de passeios, visitando um cemitério inca ou outras ilhas do lago. Mas eu já estava desanimada e não quis fazer. Fiquei no Pirwa Hostel, também longe de tudo Mas tem cama e chuveiro bons, café também sem muitas opções. Atravessando a fronteira para a Bolívia foi mais simples do que eu pensava, mal olharam meus documentos e fui liberada. Logo já estava em Copacabana. Outra cidade que não vale a pena ficar muito tempo. Não me pareceu preparada para turismo. Basicamente ela tinha um rua com bares, lojas e restaurantes que termina no porto. Lá fui conhecer, ou tentar, a Isla del Sol. Não vale a pena fazer o passeio que eu fiz de 1/2 dia. Só vale pena para passar o dia todo lá ou pernoitar. O que não te avisam quando você compra o pacote é que tem uma taxa para entrar na ilha (que eu já sabia) e o guia é pago a parte (surpresa). Sem guia, você tem uma hora para conhecer a ilha, com guia duas horas!! No meu caso, tive uma surpresa extra o pacote que eu comprei em Puno só tinha a ida para a ilha, porquê raios não tinha a volta jamais entenderei! No trajeto com guia você faz a trilha desde o porto até o as ruínas do portal do sol, sem guia você sobe até aonde conseguir e depois pega o barco até o portal do sol. A vista da ilha é muito bonita e a subida mortífera! Fiquei no hotel Utama que tem uma cama boa, banheiro razoável e um ótimo café da manhã. O pior do hostel é que fica bem no meio de uma subida. Finalmente cheguei a La Paz, a cidade tem várias opções de atividades depende de quanto tempo você tem e quão aventureiro você é: Tem um passeio para um sítio arqueológico Tem o downhill de bike Tem o teleférico (que eu fiz) Tem a visita a Chacaltaya e ao vale da lua (que eu também fiz) O teleférico foi bem básico. O legal é conhecer um lado da cidade que eu não sabia que existia. A chegada a La Paz via El Alto, tanto de avião como de bus, me deixou um pouco chocada com o visual. Na linha verde do teleférico leva a zona sul que é bem diferente e bonita. O ruim é que o trajeto que o teleférico não faz, fazemos a pé ou pegando um bus de linha comum, sem luxo. Já a estação desativada de ski na montanha Chacaltaya é mais interessante, porém podia ser 1000 vezes melhor. Há zero estrutura no lugar que foi abandonada quando a neve sumiu do lugar. Depois de 1:30hr de viagem numa estrada precária e perigosa, quando chegamos não há um café, um lojinha nem banheiro funcionando. Quando chegamos já era quase 11hrs e até subir da base onde há dois lodges abandonados até o topo mais uns 40 min. Ainda bem que a minha agência fez um lanch box pra mim. Não consegui chegar até o topo que são a 5800 msnn, fiquei feliz em ir até a metade do morro. Não há mais teleférico nem nada lá encima também. O lugar parece cenário de filme de terror. Mas a vista é incrível! De novo, um desperdício de La Paz em não investir neste lugar. Já a o Valle de la Luna tem mais estrutura e organização. Tem trilhas predefinidas e sinalizadas. Também muito bonito. O problema é que a cidade está começando a invadir o lugar, mas ainda é possível esquecer aonde você está em quanto anda pelo vale. Peguei o ônibus da madrugada para chegar até Uyuni. Os ônibus não são tão confortáveis quanto em Lima, mas consegui dormir bem e chegar sem problemas no destino. Achei que levaria mais tempo, chegamos 4 horas da manhã e o ônibus foi cerado por guias querendo vender pacotes para nós. Tivemos que esperar até as 6hrs para tomar café de manhã e escolher o tour que saiam todos as 10hrs. Existem tour de 1 a 3 dias pelo deserto. Escolhi o de 3 dias que me levava até o Atacama, no Chile. A maioria das empresas tem o mesmo roteiro e só um dia não é suficiente para conhecer tudo, porque a distância entre um ponto e outro é enorme e as condições da estrada não ajuda. Mas se a intenção é apenas conhecer o Salar e tirar as fotos famosas do lugar, um dia é suficiente. Tive sorte de conhecer tomar banho quente nas duas noites (pagos a parte). Fiz o tour de 3 dias e foi bem cansativo e na segunda noite quase não dormimos porque levantamos às 4hrs da madrugada para ver os geyzers. Todas as paradas foram muito boas. O grupo que estava era bom, infelizmente uma das meninas ficou gripada e teve um carinha (sempre tem) mais mala, fora isso, foi tranquilo a convivência. O que decepcionou um pouco foi o nosso guia que simplesmente parava o carro e nos falava apenas quanto tempo tínhamos para explorar o local. Não contava nada, tem puxando assunto e perguntando. Outros guias explicam e falam mais. Volto a mencionar a falta de estrutura, ok que a maioria das paradas não tinha banheiro, mas quando tinha eram pagos e o estado deles era deplorável. E confesso que fiquei frustrada e triste com as termas que tinha lá: era só uma piscina minúscula. A travessia para o Chile é mais rápida do que voltar para Uyuni, leva em torno de 2 horas, mas se acrescenta 1 de fuso horário. voltar para Uyuni leva 5 horas sem acrescentar fuso. Essa era um informação que sempre pesquisei e nunca me pareceu claro. A demora maior foi para passar pela migração Boliviana que estava fechada quando chegamos. Uma vez liberados, pegamos uma van até San Pedro, onde fica a migração chilena. Depois de 3 dias no deserto sem estrutura, San Pedro é um oásis. A vila é super bonita, com várias lojas, mercados, restaurantes e agências de turismo. Mas é bem mais caro que a Bolívia, o sentimento de que você está pagando muito começa no câmbio, a moeda deles começa com 10 pesos que não vale nada, as coisas começam a valer por volta dos 500 pesos que são 6 bolivianos. Todos os tours também tem preços tabelados nas agências e a maioria são de meio período, o que são menos desgastante e te fazem passar uma parte do dia na vila (gastando). Outro ponto (negativo para quem tá no budget) é o costume da propina/ gorjetas. Eu já não pago no Brasil, imagina fora. Ainda mais quando eu já paguei pelo serviço. Os parques são muito mais estruturados, com placas informativas, mirantes e banheiros limpos. Termas Puritamas é sensacional. Infelizmente o tempo não ajudou nos dias em que estive no Atacama e não pude fazer o tour astronômico. Chorei de ódio neste dia. Um ponto que me deixou chateada em toda minha passagem pelo Chile foi a sensação de estar sendo enganada. No Atacama todo o câmbio que fiz me deixou com a impressão de que a agência não estava convertendo corretamente. Fora a falta de boa vontade do pessoal do centro de informações turísticas em me passar... Informações turísticas. Não tive sorte no Chile, durante minha passagem pelo Atacama que fui sentir o tão temido Mal da Montanha. Fiquei um dia inteiro no Hostel passando mal. No dia seguinte peguei o voo para Santiago. Cheguei a noite e logo pela manhã fui fazer o famoso bate e volta em Valparaiso e Viña del Mar. Começando por Valparaíso que me surpreendeu, foi onde eu encontrei os chilenos mais simpáticos (em extinção). Muito se fala sobre as cores e os grafites, mas o que eu mais gostei foi da engenharia investida para criar aquelas passarelas e elevadores tentando manter o estilo europeu no bairro. Para mim foi uma viagem ao passado onde eu ficava imaginando como era o dia a dia dos primeiros moradores dali. Agora Viña del Mar (segundo lugar onde achei chilenos simpáticos) perdeu todo o charme pra mim, pois já estava apaixonada por Valparaíso. É uma cidade bonita, que o forte é a faixa de praia. Mas como tive sorte, estava chovendo quando eu cheguei lá. Para circular entre as cidades é bem tranquilo, a parte histórica de Valparaíso tem um trólebus que vai indicando os pontos turísticos e de lá para Viña existem vários ônibus. Mas Viña tem menos estrutura turística. Não há linhas de ônibus, tem que ir caminhando. Já Santiago é uma cidade igual a Buenos Aires, Lima e São Paulo. A diferença que senti é que as pessoas são frias e não tem muita paciência pra turistas. E não sei como aproveitam os finais de tarde e finais de semana, porque as ruas ficam vazias e tudo está fechado. Mesmo escurecendo as 20:30, mesmo em dezembro. O centro histórico é bonito e limpo. há parques que valem a visita como o cerro santa Cecília. Tem um ótimo mirante. Foi a melhor atração para mim. Depois disso tudo já estava querendo mesmo ir para casa. E foi isso. Agora estou pronta para a próxima!
  7. Já comprei minhas passagens! Saio de São Paulo dia 14/11 com destino Lima e volto dia 6/12 de Santiago!
  8. Olá!! Farei o mesmo trajeto agora em Novembro, infelizmente tive que cortar algumas coisas pra caber em 22 dias. Pra mim, alguns trechos não teve jeito, tive que optar pelo avião. Não consegui abrir o seu link, mas segue o meu roteiro: 1. 14/11: São Paulo - Lima 2. 15/11: Lima 3. 16/11: Lima - Cusco 4. 17/11: Cusco 5. 18/11: Cusco 6. 19/11: ÁGUAS CALIENTES - MACHU PICCHU 7. 20/11: Cusco a Puno 8. 21/11: Puno 9. 22/11 Puno a Copacabana 10. 23/11: Copacabana / Isla del Sol 11. 24/11 Copacabana / La Paz 12. 25/11: La Paz/ Salar Uyuni 13. 26/11: Salar Uyuni 14. 27/11: Salar Uyuni 15. 28/11: Salar Uyuni 16. 29/11: Atacama 17. 30/11: Atacama 18. 1/12: Atacama 19. 2/12: Atacama/ Calama / Santiago 20. 3/12: Santiago 21. 4/12: Santiago /Viña del Mar e Valparaiso 22. 5/12: Santiago -- São Paulo Se eu pudesse ficaria mais tempo nas cidades Lima, La Paz, no Atacama e em Santiago. Aliás da até pra ir para Mendonza atravessando a cordilheira dos Andes, mas esta será outra aventura pra mim. Sds!
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