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Sobre fore

  • Data de Nascimento 03-06-1985

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Argentina, Uruguai, Colômbia, Chile (Deserto do Atacama), Estados Unidos (Roadtrip de San Francisco à San Diego), Japão
  • Próximo Destino
    Ushuaia
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  1. @Juliana Champi valeu, obrigado!! Quanto aos itens de segurança obrigatórios, acho que o cambão até vale a pena ter. de repente você tem uma pane no carro, já é um item que vai te ajudar. Na minha viagem inteira, a única coisa que me pediram pra ver foi o extintor, o restante só perguntaram e eu falei que tinha.
  2. Fiz uma viagem saindo de São Paulo até o Ushuaia, passando pelo Uruguai e um pedaço do Chile (Torres del Paine e Punta Arenas), tenho G5 no carro todo e G30 no parabrisas. Tive problema em uma blitz na Argentina, não me multaram, só pediram pra eu tirar a do parabrisas.
  3. @Elder Walker po, me senti super seguro com ele, é um baita carro. pena que as pessoas ainda tem preconceito com a marca. Diferente lá da Argentina, que eu só via esse carro na rua! E qualquer cidadezinha tinha concessionária Peugeot.
  4. Conclusão Foi a melhor aventura que já fiz na minha vida. Sempre gostei de viajar de carro, pois dá uma sensação de liberdade de você ir para os lugares que você quiser, a hora que você quiser. E nessa ainda tive a sensação de chegar no Ushuaia, literalmente Fim do Mundo! A pergunta que eu mais ouvia: "você vai com um Peugeot? tá maluco...", pois bem, cheguei lá e voltei! hahahaha. Como vocês puderam ver, não tive problema nenhum com o carro, exceto um amassado no escapamento e um rolamento ruim (que na verdade foi por tempo de uso mesmo). Mas tenho que fazer alguns adendos. Como puderam ver no relato, esse roteiro de viagem foi bem corrido para nós. Ficávamos praticamente o dia todo na estrada. No começo eu ainda tava empolgado com a ideia de acordar muito cedo e pegar a estrada para ainda conseguir aproveitar o dia na cidade seguinte, mas o cansaço vai batendo e na verdade eu fui vendo que nem valia a pena fazer isso. Era melhor aproveitar no nosso ritmo que acabava ficando menos cansativo. Infelizmente deixamos de visitar muitos lugares por questões de tempo também. Daria pra visitar mais? Daria. Mas daí também exige uma certa saúde pra viver mais intensamente esses 28 dias. Fizemos essa viagem com um custo baixo-médio. Economizamos muito em comida, pois quase não comemos em restaurantes. E em hospedagem também. Se você for com um motorhome, camper ou tiver barraca de teto para carro, você não precisa gastar nada com hospedagem se não quiser. Há muitos pontos para esse tipo de acomodação em lugares públicos e seguros. Nosso maior custo da viagem foi com combustível.
  5. 20/11 - Tapes/RS - Barra Velha/SC Mais estrada, dessa vez com destino a Santa Catarina. A ideia inicial era ficar em Florianópolis e curtir mais uma praia, mas como eu teria que estar em São Paulo no dia seguinte, resolvi dar uma esticada a mais para não ficar tão pesado no último dia. Encontrei um camping em Barra Velha. Um camping à beira da praia, com piscina, área para motorhomes e barracas, uma área comum/cozinha coletiva bem grande e os melhores banheiros que vi nessa viagem. KM rodados: 663 Duração da viagem: 07:00 Combustível: R$ 202 (R$ 4.89/L) Hospedagem: R$ 60 (Camping Rota 89) 21/11 - Barra Velha/SC - São Paulo Nesse dia resolvemos fazer um almoço com calma, aproveitamos a piscina do camping e descansamos um pouco. Saímos já era umas 17:00 de lá rumo à São Paulo. A viagem é tranquila até chegar na Serra do Cafezal. Apesar de estar toda duplicada, tem muitos caminhões e pegamos muita chuva o que atrapalhava muito a visibilidade. Tive que vir bem devagar. Parei em um Graal para jantar e chegamos em São Paulo por volta da 01:00. KM rodados: 554 Duração da viagem: 07:30 Combustível: R$ 180.83 (R$ 4.23/L)
  6. 19/11 - Punta del Este - Tapes / RS Saímos do camping direto pra estrada, dia da última fronteira da viagem. No caminho, passamos em frente ao Forte de Santa Tereza e entrei pra tentar visitar, mas nada feito. Já é a segunda vez que passo por lá e está fechado. Só dei uma volta de carro por fora e prossegui viagem. Dei aquela parada básica no Chuí pra ver se tinha alguma coisa que valia a pena e segui viagem. Quando chegamos na fronteira, não há barreira nenhuma na pista e a casa onde se faz todo o processo de imigração é do lado esquerdo da pista. Na minha cabeça eu pensei que aquilo servia só para quem estava dando entrada no Uruguai e fui em frente. Daqui a pouco chegou o posto da Polícia Federal brasileira, desci e perguntei se eu tinha que ter dado saída no posto anterior do Uruguai, o atendente disse que sim, que eu teria que voltar. Voltei, parei o carro e carimbei a saída no passaporte. A ideia era ficar em Pelotas, mas acabei achando um camping em Tapes e resolvi ir pra lá. Chegamos já a noite, dava a impressão de que o camping estava fechado, mas logo que encostei o carro na entrada, o segurança já saiu para nos atender. O camping é bem bonito com acesso para uma lagoa, cozinha coletiva e banheiros bons. Eles também disponibilizam alguns quartos para quem preferir. KM rodados: 674 Duração da viagem: 10:00 Combustível: $ 870.44 ($ 54.92/L) Hospedagem: R$ 36 (Camping Recanto da Lagoa)
  7. 17/11 - Colonia del Sacramento - Punta del Este Acordamos, tomamos café com calma, desmontamos a barraca e pegamos a estrada. O tempo amanheceu nublado e começou a chover durante a viagem. O Google Maps me jogou por umas rotas que deram muitas voltas e paguei vários pedágios desnecessários. Pelo menos não lembro de ter pagado tudo isso dá outra vez que estive aqui. Paguei tudo em reais e pesos argentinos que tinham sobrado. Fora que vim direto e demorei muito pra chegar, apesar das rodovias do Uruguai serem mais lentas que as Argentinas. Cheguei no camping, bem estruturado, aceitava até cartão. Montamos a barraca e fomos dar uma volta por Punta. Mesmo de baixo de chuva foi difícil conseguir uma foto dos Dedos simbólicos da cidade. Abasteci o tanque e espero que o combustível dure até depois da fronteira com o Chuí, porque não foi fácil pagar isso. Compramos uma carne e fizemos um churrasco no camping. KM rodados: 329 Duração da viagem: 04:45 Combustível: $ 2000 ($ 54.96/L) Hospedagem: $ 600 (Camping Punta Balleña - 2 diárias) 18/11 - Punta del Este Acordamos com sol nesse dia e resolvemos ir à praia, depois de pegar tanto frio, ia fazer bem. Fomos até a Bikini Beach que tava bem tranquila, porém, com umas rajadas de vento que ficamos com muito frio. Ficamos escondidos atrás de uma pedra, mas mesmo assim o vento era muito forte. Saímos de lá e fomos para a praia de José Ignácio, que estava bem cheia. Ficamos um pouco por lá e voltamos para dar mais uma volta na cidade.
  8. 16/11 - Buenos Aires - Colonia del Sacramento Tomamos café da manhã no hotel, tomamos um banho (já pra garantir, pois a noite seria acampando) e partimos. Como os preços da Argentina eram bem chamativos, resolvi parar num Carrefour bem na entrada de Gualeguaychu, que paramos quando acampamos por lá, para abastecer de comida e bebida para o restante da viagem. Além de abastecer o tanque do carro também, pra aproveitar o preço da gasolina que é bem mais em conta que o Uruguai. Feito isso, partiu fronteira. Seguimos rumo a Fray Bentos. Depois da ponte, se paga um pedágio bem caro (desculpem, eu anotei todos os valores de pedágio da viagem e não sei onde tão essas anotações) e logo a frente já são as cabines para migração. Eu tinha lido no iOverlander que os processos eram separados (tinha que dar saída antes da ponte e dar entrada depois do pedágio). Agora é tudo junto, eles só carimbaram a entrada no Uruguai. Ainda perguntei se tinha mais algum processo, o cara falou que só iam revistar meu carro e seguir em frente. Passei por onde tavam revistando o carro, parei e vi o policial que faz a revista lá do outro lado da rua. Acenei pra ele e ele disse pra seguir. Mais a frente entreguei o papel de saída do carro e pronto, estávamos no Uruguai. Chegando em Colonia, peguei uma estrada de rípio bem curta para chegar no camping. Acabei pagando 420 pesos argentinos porque eu nem fiz câmbio para pesos uruguaios. To com 300 pesos de uma outra viagem que fiz para cá e vou guardar pra quando precisar. Armamos a barraca e fomos até o centro histórico. Comemos uma coisa rápida por lá e voltamos pro camping já a noite. KM rodados: 476 Duração da viagem: 08:00 Combustível: $ 950 ($ 41.98/L) Hospedagem: $ 420 (Camping Brisa del Plata)
  9. 14/11 - Puerto Madryn - Monte Hermoso Saímos cedo de Puerto Madryn porque a viagem ia ser longa até a cidade de Monte Hermoso com a ideia de acampar. O Google Maps sugeriu que não seguissemos direto pela Ruta 3 e sim pegar a RP 251 na cidade de San Antonio Oeste e no final seguir pela RP 22 até Bahia Blanca. Foi o que caminho que fizemos. Quando passamos pela cidade de Bahia Blanca, logo no acesso à Ruta 3 fomos parados em uma blitz. Policiais bem mal educados que mal sabiam o que tavam fazendo, me pediu os documentos e entreguei o passaporte e o documento do carro. Daí ele me pediu a carteira de habilitação, que entreguei de prontidão. Mas ele nem conhecia nossa carteira e foi consultar o outro policial, que confirmou que estava tudo certo e nos deixaram ir. Chegamos na cidade já era no fim do dia. Logo na entrada da cidade, um outdoor gigante do camping que íamos ficar, era coisa de 9km até lá. E eu com 1 pontinho de gasolina no tanque (autonomia de uns 100km em rodovia). Pensei: amanhã na volta eu abasteço. Bora pro camping. Seguimos o caminho - e que caminho! Chegamos numa parte que eram dunas, a beira mar, avistando o por do sol maravilhoso - chegamos no complexo e nenhuma alma viva. Desci do carro e fui procurar a pé. Até que encontrei o tal do camping e um cara lá. Perguntei se era ali o camping e ele respondeu: sim, mas está fechado para reforma, vão reabrir daqui 1 mês. O problema é que ali próximo não tinha mais nada. Fiz uma busca rápida no Booking e o hotel mais barato era na faixa de 250 reais. Bom, resolvi voltar para o centro e procurar alguma coisa por lá. Com o carro em movimento, resolvi procurar no GPS por algum posto de combustível, que tava acabando. Lembram das dunas que tivemos que passar na ida? Então, no que eu tava com o olho no GPS, só senti o carro dando aquela parada e afundando. Quando olhei, já tinha atolado. Por sorte, veio um carro atrás (não sei da onde ele surgiu, porque não tinha ninguém naquele lugar) e me ajudou a empurrar o carro que saiu com certa facilidade. Mas nessa acelerada o combustível entrou na reserva. Fui suando frio, mas chegamos no posto de gasolina. Abasteci e fui dar uma volta no centro, que por sua vez, também não tinha NADA aberto. Passei na frente de um hotelzinho e resolvi perguntar quanto era a diária. 1000 pesos. Podem passar no cartão? (Eu só tinha 500 pesos em dinheiro). Pode, mas daí fica 1200 pesos. Fechou! Passa o cartão na máquina. Cartão inválido. Acho que essa máquina não está habilitada com Mastercard. Eu só tenho 500 pesos. Ok, amanhã você me paga o restante. No final das contas, "alugamos" um apartamento que era meio quarteirão pra frente do hotel, com cozinha e garagem. Um lugar meio assustador, mas era o que tinha pro momento. O bom é que conseguimos cozinhar com o que tínhamos em estoque e dormimos. KM rodados: 790 Duração da viagem: 09:30 Combustível: $ 660 ($ 32.56/L) Hospedagem: $ 1000 (Hotel Saul) 15/11 - Monte Hermoso - Buenos Aires Acordamos bem cedo, fui sacar dinheiro. Paguei o restante do hotel e tchau. Viagem bem tranquila até a Capital Federal. Chegamos antes do anoitecer e resolvi ficar só 1 noite por lá. Não tava afim de ficar dirigindo e se locomovendo em cidade grande. Deixamos as coisas no hotel e saímos para dar uma volta. Pedi um Uber, que nos deixou no Caminito e de lá fomos a pé até Puerto Madero. Foi nostálgico eu visitar os lugares depois de uns 10 anos da minha primeira visita à cidade. Comemos e bebemos por lá e voltamos pro hotel. KM rodados: 790 Duração da viagem: 09:30 Combustível: $ 1400 ($ 41.44/L) Hospedagem: $ 1000 (Hotel Irum)
  10. 12/11 - Rada Tilly - Puerto Madryn Saímos por volta do meio-dia do camping rumo à Puerto Madryn. A viagem foi tranquila e "curta". Ficamos no camping ACA. Um camping bem grande e bem estruturado também. Foi o camping com mais pessoas que encontramos na viagem toda. Decidimos ficar 2 dias, pois iríamos no dia seguinte para a Península Valdes. Montamos nossa barraca onde já tinham uma turma de pessoas acampadas. Foi um "erro" na verdade. As pessoas não calavam a boca e dormiram muito tarde. Na barraca do lado, tinham dois que beberam todas, tavam gritando até que resolveram deitar. Porém, eles tavam em duas barracas separadas e continuaram conversando de suas respectivas barracas, ou seja, o tom não diminuiu. Mas eu tava tão cansado que acabei capotando de sono. KM rodados: 450 Duração da viagem: 05:30 Combustível: $ 1030 ($ 32.56/L) Hospedagem: $ 260 (Camping ACA - 2 diárias) 13/11 - Península Valdes Acordamos, tomamos café e fomos pra Península Valdes. A entrada foi a mais cara que a gente pagou. 560 pesos por pessoa. A primeira parada foi na cidade de Puerto Pyramides. Uma cidade bem estruturada, com hotéis, mercado, posto de gasolina e as agências que você pode contratar os passeios. Compramos algumas coisas no mercado para poder comer durante o dia e fomos para a pinguinera. É um caminho de pelo menos 1:30 em rípio até chegar lá. Saímos de Puerto Pyramides morrendo de calor, chegamos lá num puta frio e vento. Dava pra ver os pinguins muito perto, coisa de menos de 1 metro de distância. De lá, fomos para a Punta Norte, onde tínham os Elefantes e Leões Marinhos. Fizemos algumas fotos e aproveitamos o estacionamento para fazer um rápido lanche. De lá, voltamos para Puerto Pyramides e ficamos apreciando a orla, de onde saem os barcos para ver a baleias, que da costa não era possível ver, só contratando os passeios de barco. Dica: para quem for de motorhome ou camper, eles dizem que o valor do ingresso é válido somente para 1 dia. Mas se você dormir por lá, não vão te cobrar na saída. Pelo menos comigo e com outros relatos que ouvi, não me pararam na saída. A não ser que você fique hospedado em algum hotel por lá que eles devem dar algum tipo de voucher para abater essa entrada. Voltamos para o camping, fizemos nossa comida e dormimos. Dessa vez a galera do camping tava menos agitado e dormi. No meio da madrugada, do nada, um puta som alto vindo de algum carro. Até pensei em ir ver o que tava acontecendo, mas o cansaço era tanto que voltei a dormir. Combustível: $ 1300 ($ 32.56/L) Entrada do Parque: $ 560 por pessoa
  11. 11/11 - Rio Gallegos - Rada Tilly Acordamos, tomamos café no hotel e já saímos em seguida. Quando saímos, pensei: "vamos ter que pegar um trecho urbano na rodovia e com certeza vamos passar na frente de algum posto de gasolina". O problema é que o Google Maps sempre traça uma rota menos movimentada, ou seja, andamos uns 20km e nada de posto, até que resolvi fazer o retorno para voltar a Rio Gallegos abastecer. Aí começou a desandar tudo. Bem no retorno havia um controle policial. Tavam parando todo mundo, inclusive eu. Mostrei meu passaporte para os policiais da Germanderia, sempre simpáticos, me perguntou se eu estava gostando da Argentina e me deixou passar. À frente, um outro policial acho que ia fazer a revista no carro, mas ele bateu o olho no parabrisa e já falou: você vai ter que tirar a película. Pensei: que merda! Vai dar um trabalhão da porra. Ele ficou lá me aguardando tirar, por sorte saiu por inteiro e quando terminei ele disse: te explico, aqui na Argentina temos casos de sequestros e não é seguro andar com película escura no parabrisa, ainda mais por serem estrangeiros. Enfim, a mesma história do Brasil. Na verdade eu nem fiquei puto, pois eu to sempre preparado psicologicamente para um dia ter que tirar, nem no Brasil é permitido, mas ainda assim eu prefiro. Ele só pegou a película pra jogar no lixo e me liberou. Fiz o retorno pra abastecer. Voltei pra cidade, abasteci e quando voltei nesse mesmo ponto (acho que foram uns 30 minutos de intervalo), não tinha mais nenhum policial lá! Daí sim, fiquei puto. Hahahaha Seguimos viagem tranquila pela Ruta 3 que começou a ficar cheia de buracos próximo à Rada Tilly. Eu não sabia, mas é uma cidade litorânea e bem jovem. Ficamos no camping municipal, bem organizado e estruturado, com poucas pessoas acampando. Acabamos conhecendo um casal de brasileiros que também estavam voltando do Ushuaia. KM rodados: 764 Duração da viagem: 11:00 Combustível: $ 1550 + $ 900.28 ($ 32,80/L) Hospedagem: $ 300 (Camping Municipal de Rada Tilly)
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