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  1. @Lucas Bin eu tenho a cranpon 48 tech da T&R e gosto dela, me atende bem. Você também tem a opção de procurar alguma de segunda mão, tem muita coisa boa por aí a venda...abs
  2. @Alan_Villarta ela ainda está disponível?
  3. Boa noite. Gostaria de sugestões de mochilas ou cangurus para fazer Hiking com bebês. A ideia seria uma mochila para transportar a criança nas costas entre os 6 meses até 1 ano e meio ou dois, ou enquanto as costas deixarem. Gostaria de dicas e sugestões. Eu sei que a Deuter Kid Confort é bem recomendada, mas ela por si só já pesa 3 quilos e um tanto, além do preço exorbitante, apesar de que o principal contra para mim ainda seria o peso dessa mochila. Existem soluções mais leves e econômicas? Obrigado pela atenção
  4. @Lucianegw olá, tudo bem? conseguiu ir com as crianças usando a mochila? como foi?
  5. acho que uma blusa da Quechua deve ser mais em conta não? e tão boa quanto acredito
  6. é igual dissera,m, se tem dinheiro disponível e flexibilidade de datas pode até valer a pena arriscar. Mas acredito que grande parte da galera não tem essa flexibilidade e ainda pode ter acabado perdendo as ferias desse ano ficando em casa pelo covid, já q muitas empresas adiantaram as ferias dos funcionários. Sem vacina e nem controle de pandemia é bem provável que até o fim do ano a pandemia continue muito forte no Brasil e os paises exteriores que controlarem ela ou vão pedir testes sorologicos pra quem entrar ou vão barrar geral do nosso país: pq ninguém vai gastar uma grana pra controlar a pandemia no seu país pra depois ficar importando ela de novo de países que não estão fazendo isso (EUA não conta pq é o país mais rico do mundo). janeiro penso no máximo alguma viagem pelo brasil mesmo e torcendo para os preços não explodirem ao quadrado pq vai ter uma galera que nunca passava o verão aqui passando agora e isso aumenta a demanda, que aumenta o valor de tudo. Penso em planejar alguma viagem internacional para dez/2021 e msm assim provavelmente pra america d sul pq com o dolar a 6 só dá p comprar peso, rsrs
  7. de fato @FCRO essa é uma possibilidade que acho que a maioria esta ciente que vai acontecer. Imagina uma parte da parcela da população que sempre vai pra fora do país em viagens de alto custo, elas vão passar a ocupar um nicho do turismo aqui, deslocando desse nicho a classe média que já ocupava esse local antes que vai ocupar nichos de classes mais baixas, vai forçar os preços todos para cima. E vendo que a demanda vai esta alta os hoteleiros vão querer desforrar o prejuízo da quarentena em uma temporada só.
  8. a jaqueta seria melhor que o anorak, vc nao vai fazer alto montanha. Mas você considerou a possibilidade de um Poncho grande nesse estilo porque se chover vai se molhar todo, não só no tronco https://lojaam.com.br/poncho-neblina-trilhas-rumos?gclid=CjwKCAjw2uf2BRBpEiwA31VZj-oxkbYAcwJGk_swN1HeA6HFkYejjqQpJ944xt_dpBsW-f5WYbKj4xoCw1YQAvD_BwE
  9. como @Davi Leichsenring ele disse provavelmente destinos da America do Sul serão as melhores opções de um ponto de vista econômico. O problema é que a tendencia está sendo dos países quererem fechar suas fronteiras para brasileiros (é o que eu faria tb se fosse de outro país): tipo Argentina, Bolívia ou Peru. Quando a situação permitir viajar há de se estudar o que for mais viável do ponto da carteira de cada um, o que não pode ser uma opção seria postergar por muito tempo de viajar, viajem para onde puderem. Sobre viajar no Brasil ou no cone sul, eu vou fazer as simulações de orçamento e vou para onde estiver melhor custo beneficio porque conhecemos bem o nosso país e não duvido nada que com o aumento da demanda por destinos nacionais os valores dos passeios e pacotes por aqui se multipliquem por 4 ou 5, fazendo com que mesmo com a alta do dólar ainda seja mais vantajoso viajar para Bolívia ou Argentina. Como exemplo ano passado em julho, no meio da alta temporada em Bariloche consegui um airbnb ao valor total de 450 reais para 4 diárias, com café da manhã, suite confortável, vista maravilhosa, no Brasil pro esse preço não encontra nada nada em alta temporada em lugar nenhum da região sul ou sudeste, no maximo uma kitnet fedida a uns 4km da praia, não digo das outras regiões porque não conheço. O meu medo é que podem aumentar a demanda em locais com pouca infraesttrutura, com aumento exagerado dos preços e impacto negativo para o meio ambiente. e Sobre locais fora da caixinha e menos visitados: eles são por algum motivo, falta de infra, distancia dos consumidores e distancia entre os pontos turísticos, são poucos atrativos turísticos na região, falta de linhas de ônibus (MINAS GERAIS um oi pra vc), etc. precisaria de um investimento do governo para criar novos centros turísticos.
  10. Eu tive Salmonelose na Bolívia, fiz todo o passeio do Salar de Uyuni com soroche e salmonela, nem pude aproveitar o passeio como gostaria por causa dessa situação, mas chegando em La Paz acionei o seguroviagem e fui numa clinica onde fiz alguns exames e o medico me receitou antibióticos e depois daquilo tudo ficou tranquilo, consegui até subir o Chacaltaya nos dias seguintes. E No final da travessia Petro-Terê esperando o ônibus no ponto proximo a entrada do Parnaso nenhum ônibus parava pro nosso grupo. precisamos ir para a rodoviária e pegamos o ultimo ônibus que voltava pro Rio nas ultimas passagens. Em Calafate não foi bem um perrengue mas furtaram a minha mochila no Hostel, tinha deixado ela pra pegar quando voltasse de El Chaltén, mas quando cheguei de volta no Hostel não tinha mais nada, por sorte não tinha muitas coisas importantes na mochila e acabei precisando comprar outra pra levar as comidas que eu estava comprando na viagem. A Bolívia é um pais de paisagens naturais lindas, a estrutura é precária, tão precária quanto alguns lugares do país, além de que a noção de higiene deles é diferente da nossa, outra cultura. Pretendo voltar lá com meu filho, mas só quando ele for um pouco maior, não dá p passar arriscar perrengue com uma criança a 400 ou 500km da civilização mais próxima. Um dos fatos da Bolivia ser uma das queridinhas dos mochileiros é o baixo custo de conhecer o país, isso me atraiu bastante não vou negar.
  11. Acho que nem com bola de cristal pra saber o que vai acontecer... além do problema que diversos países vão fechar as suas fronteiras pra estrangeiros por um bom tempo, também tem a questão de que vão fechar as fronteiras para países que não estão combatendo o coronavirus, nessa brincadeira é possivel até que fechem as fronteiras para voos vindo do Brasil, isso poderia acontecer com a Europa e EUA, com outros países seguindo na msm linha. Talvez ano que vem para viagens nacionais. 2022 ou 2023 para viagens internacionais em um cenário otimista, se ficar bem antes maravilha. Mas eu só vou comprar passagens a partir do momento que ja estiver mais ou menos ok. E pode ser que o voucher com valor em dinheiro de passagem aérea não sirva muito caso as passagens aumentem muito de valor. Não sei ainda qual será o cenário do turismo no Brasil pós pandemia: enfiar a mão no preço pra tirar o prejuízo igual sempre aconteceu ou preços mais convidativos levando em conta a crise econômica?
  12. é variável e depende do modelo da mochila porque dependendo da marca os pesos variam e a anatomia delas tb. Usando uma mochila maior tem a possibilidade de guardar sua barraca dentro dela o que é mais comodo para carregar a mochila. Em relação ao saco poderia pensar no micron lite da nautika que é levinho e super compacto e vai quebrar o seu galho em até 10 ou 15º.
  13. @FCRO Mas porque acontece isso? Local de fácil acesso, vista bonita, trilha curta e ponto ficou famoso depois que saiu na globo. Mas se tiver de bobeira recomendo que vá assim msm, antes da Pedra do Telegrafo tem uma pedra que quase ninguem vai porque está na fila da outra e que tem uma vista 360º da região
  14. Foto da Fila para tirar um book no telegrafo, rsrs foi 21 de abril de 2015, era feriado, mas acho q era numa terça. Mas pelo que os meus amigos me contaram virou quase um padrão acontecer isso todos os fds e só aumentando cada vez mais
  15. @FCRO , verdade na Patagônia quase se fala mais inglês do que espanhol, é praticamente tudo europeu por lá, achei meia duzia de brasileiros em duas semanas por lá fazendo triha. @Nani84 , concordo com você. Penso que nos últimos anos entrou uma perfil novo de turistas de natureza, uma galera sem noção nenhuma de preservação, é a galera que só tá lá exclusivamente e nada mais que fazer uma selfie pro instagram, tipo o pessoal que fica 3 horas na pedra do Telégrafo no Rio, eu me recusei a fazer isso e tirei essa foto aqui que já foi republicada em vários lugares. Ou uma menina que disse que deveria se cortar as arvores de uma trilha porque elas estavam atrapalhando a vista. Mas não é exclusividade de brasileiro não, lá em Sucre no Parque Cretácico, umas gringas foram limpar as botas sujas de lama nos fósseis de pegadas de dinossauro de dez milhões de anos (eu briguei com elas). O turismo no Brasil precisa se reestruturas em alguns aspectos, tem viagem pro Peru ou Argentina que é viagem pra ficar na memória que é mais barato que a maioria dos destinos brasileiros e é por isso que muito brasileiro tb não conhece o país todo. Eu não tenho carro nem CNH, então dependo de ônibus para conhecer os destinos: Minas Gerais é horrível em questão de linhas de ônibus, experimenta sair de Tiradentes e ir pra Ouro Preto, são 4 conduções; sair do Rio de Janeiro para Ibitipoca, os horários são terríveis. O que acontece que o Brasil é um destino muito barato pra quem ganha em Euro ou dólar e os gringos vem pra cá com tempo de ficar um ou dois meses, com isso certos locais vão ter mais gringos que brasileiros. Muitos locais de turismo de natureza ou aventura exigem um custo inicial alto sendo restritos a uma parcela mais bem remunerada da população. Soluções possíveis: Aumentar a segurança para as pessoas poderem fazer as trilhas já existentes, ninguém quer ir fazer trilha e ser assaltado igual acontece no Rio de Janeiro. Aumentar a oferta de parques e áreas verdes, assim como áreas para camping estruturado e selvagem Melhorar a infraestrutura de acesso as trilhas, sem essa de pensar que quanto mais difícil melhor porque aí filtra o publico, porque tb filtra a capacidade das pessoas recolherem o lixo Valorizar o turismo familiar, como o morador do entorno pra ser o guia e não vir muita gente de fora igual Ilha Grande Limitação de visitantes de acordo com a capacidade. Mas sem educação pra montanha relacionado a lixo e conservação de nada vai adiantar...
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