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valderes

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  1. Olá@Schumacher , já conseguiu escrever o livro? Estou ansioso para ler o seu relato. Qual foi o peso da sua mochila ao longo da travessia? Como fez para tratar a água durante a viagem? Obrigado pela atenção
  2. Realmente, é bem carinho. Mas às vezes aparece um usado pra comprar na internet por preços aceitáveis, TB vale procurar um tal coberto aluminizado, que é diferente daquele pequenonde alumínio de 30 reais que vendem por aí. Tente sempre pensar em soluções para diminuir o peso da mochila. Dormir com toda a roupa TB sempre é minha opção para ficar quentinho. Boa sorte nas aventuras!!
  3. Não sei em uma situação extrema, mas eu já subi a travessia Petro Terê, acampando e foi com um saco da Nautika mícron x-lite, aquele fininho e levinho acompanhado de um liner Sea to summit o vermelho que promete até 15° extras, e levei um cobertor de alumínio para emergência. Eu não sou friorento e consegui me virar. Fui para a Patagônia em janeiro TB e acampei com essa combinação. Não peguei temperatura negativas extremas, mas foi bom pra eu pq ficou muito leve e pequeno pra carregar.
  4. @FCRO verdade, pouquíssimos brasileiros e até mesmo pouquíssimos latinoamericanos na região, nos hosteis e nas trilhas a língua falada era o inglês. de Chilenos só os moradores e mesmo assim muitos eram imigrantes
  5. para quem for cancelar a passagem, tenta procurar alguma consultoria juridica, existem alguns casos em que as empresas são obrigadas a dar reembolso, mesmo que não digam
  6. EU também gostaria de saber, mas temos que levar outros fatores em conta como por exemplo infraestrutura, pq ser de fácil acesso é importante. Até entendo que aquela vila de um distrito distante de uma cidade do interior seja o hotspot de observação, mas se só consegue chegar lá de carro 4x4 depois de horas de viagem também nem é tão viável assim....
  7. @broa1973 tenta procurar grupos gringos exclusivos de Patagônia ou Torres del Paine no facebook, deve ter mais chance de encontrar pessoas que já estejam indo pra lá. Até pq se não em engano eram só cerca de 80 pessoas por dia que podiam comecar o circuito O, ou seja, é bem limitado mesmo. abraços
  8. @ricardo.barros e @RicardoRM , aproveitando o tópico, a partir de qual idade seria o momento a ideal para levar uma criança no Salar e Atacama??
  9. @cheledrum , conseguiu viajar com a sua filha? como foi?
  10. @cheledrum , Realmente, eu também sinto falta sobre relatos sem carro. Meu filho está para nascer e quando pesquiso sobre viajar com crianças sem carros praticamente não encontro nada. Eu não tenho carro nem CNH e não estou pretendendo ter tão cedo, mas quando pesquiso sobre viajar com crianças só leio "pegue o carro e faça isso ou aquilo..." e pessoas dizendo ser impossível viajar com crianças sem carro. Por isso gostei bastante do seu relato! Saudações mochileiras
  11. olá, como foi a viagem? também gostaria de saber como foi viajar com o bebê?
  12. Acabei de voltar de Bariloche. Não fiz passeios noturnos. Mas os principais: desde circuito Chico, cerro campanário, Otto e Catedral é possível fazer de ônibus. O cartão SUBE é só comprar e carregar em vários lugares disponíveis: os ônibus passam com frequência e pontualmente. Para o Cerro Catedral é preciso ir até o centro e pegar de lá quando sair do ponto inicial. O Piedras Blancas é preciso de Remis, em duas pessoas já vale a pena, 500 pesos o trecho e volta quando quiser. Fiquei hospedado km8 da Bustillo e fiz tudo de ônibus, não é tão fácil quanto de carro, mas vai dirigir no trânsito do centro de Bariloche nas férias, o trânsito fica horrível e fica tudo parado...
  13. passagem de avião de ida para Santa Cruz e volta por Cusco ou Lima e você simplifica sua viagem...
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