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  1. Fui ano passado. Se precisarem de dicas basta avisar. Estou criando um post completo sobre a viagem aqui mesmo neste fórum:
  2. @marceloespanha Fiz Bolívia, Perú e Chile em 2014. O relato completo postei aqui: Tenho uma planilha completa que cotei em dollar. Se tiver interesse basta deixar um email.
  3. A maioria dos brasileiros que escolhem a Colômbia como destino o faz devido as fotos incríveis de Cartagena ou de San Andres, que encontramos na internet. Talvez mais um ingrediente se adicione na motivação, devido o sucesso das séries da Netflix sobre Pablo Escobar e El Chapo. No meu caso foi devido eu resolver fazer outra faculdade. Desta vez, Arquitetura e Urbanismo. Logo me veio a cabeça visitar Medellín, referência mundial em urbanismo. Viajar, principalmente para outro país é tão caro, que eu não poderia deixar de conhecer outras cidades. Sentei diante do computador e comecei a pesquisar. Certeza eram Medellín e Cartagena. San Andres nem fazia parte dos planos iniciais. Fontes de pesquisa foram o google e este site, além das comunidades no face. Encontrei também alguns grupos no whatszapp que foram muito úteis. Comecei a monitorar os preços da passagem para Bogotá, que me pareceu a opção mais econômica, no começo de 2018. Finalmente comprei a passagem em meados de março pela Latam por 1400,00 mais 5mil pontos multiplus. A viagem seria dia 6 de junho com retorno dia 27. O roteiro ficou definido assim: Bogotá, Zipaquirá, Medellín, Guatapé (bate e volta para Medellín), Cartagena, San Andres, Santa Marta e Tayrona. Grana: Reservei 2400 dólares em espécie, mais 3mil reais transferidos pela WU. Sobraram 1700 dólares. > Dia 05: saí da minha cidade, no sudeste de minas, rumo ao Rio de Janeiro de ônibus. Cheguei ao Rio na manhã do dia 06 e peguei o frescão (ônibus com ar) para o Galeão. O Voo partiu do Rio às 11h da manhã. A partida de São Paulo foi às 14:50h e a chegada em Bogotá às 19:10h. Fiz câmio no aeroporto onde troquei 100 dólares. Peguei um táxi no aeroporto por 35 mil até a candelária. Fiz reserva pela internet no Tip Top Backpackers, na carrera 1, com calle 12c. Preço 20 mil por noite. Como eu estava sozinho em quarto com banheiro, pude escolher a melhor cama. Lá conheci um brasileiro que estava viajando no esquema de 10 dólares por dia. Foto: Bogotá dia 07/06/2018. La candelária é o bairro histórico de Bogotá, mas todos dizem não ser muito seguro à noite. Não tive problemas, mas as ruas a noite são realmente escuras e é preciso ficar esperto. > dia 07: saí bem cedo rumo ao Terminal Salitre Norte. Peguei um Bimodal (ônibus articulado). Me informei sobre o melhor local para descer, o mais próximo do terminal. Precisei caminhar uns 20 minutos até o terminal. Dica: Baixei todos os mapas do google, para acessar offline. Vacilo: Não levei câmera fotográfica. Pensei que o celular seria suficiente. Mas esqueci que seria necessário consultar o mapa toda hora e a bateria não daria conta de, além disso, fazer as fotos da viagem. No terminal, basta se informar sobre empresas que oferecem translado para Zipaquirá. Paguei 10mil. No caminho o ônibus vai pegando outros passageiros, mas ele mal para para o embarque. O trocador vai dependurado na porta que fica aberta, gritando o destino sempre que vê alguém parado no caminho. Em zipa desci na chegada da cidade. Avise ao trocador que pretende visitar a catedral que ele te indicará o melhor local para desembarcar. Mas o ônibus nem para direito. Prepare-se para saltar, kkkkkk. Caminhei uns 15 minutos até o parque. Acho que foram 25 mil para entrar. Você recebe um aparelho com áudio gravado, no idioma que preferir, para que possa compreender o que significa cada local da visitação. A catedral foi esculpida em uma antiga mina subterrânea de sal. A via Crucis é representada por altares esculpidos pelo caminho, a medida que se adentra a mina. Via crucis - Catedaral de Sal - Zipaquirá Algumas surpresas visuais se apresentam diante de seus olhos e que mais surpreende é a imensa nave com 16 metros de altura bem no fundo da mina. Também chama a atenção o comércio lá embaixo. Há de lanchonetes a lojas de artesanato e outras que até vendem esmeralda. Nave - Catedaral de Sal - Zipaquirá Escultura de sal - Catedaral de Sal - Zipaquirá Lá dentro não se percebe o tempo passar e quando me dei conta já passava da hora de voltar para Bogotá. Queria evitar de chegar a noite. Peguei um táxi que me deixou numa esquina da cidade por onde passava o ônibus para Bogotá. Não foi difícil identificar o ônibus, pois o trocador veio pendurado na porta e gritando o destino. Quando sinalizei, ele saltou do ônibus, e praticamente me empurrou lá pra dentro com o mesmo ainda em movimento kkkkk. Cheguei em Bogotá no final da tarde e parti para o ponto de ônibus a 20 minutos de caminhada do Terminal. Foi preciso consultar o mapa no celular que estava quase descarregado. peguei o bimodal e saltei na estação do museu. Eu deveria ter saltado uma estação adiante. Me guiei pela torre do edifício da primeira foto que postei, pois através dele eu conseguia me localizar. Caminhei de volta ao hostel e o celular estava sem carga. Estava escuro, e fiquei atento, sempre de olho em alguma rota de fuga kkkk. Passei em frente ao meu hostel mas não percebi. Continuei caminhando até encontrar um guarda que segurava um pastor alemão. Pedi ajuda e ele me levou até o hostel. Bastou dar meia volta e caminhar uns 200 metros kkkkkk. Dia 08/06: acordei cedo e fomos para o museu nacional. Eu o brasileiro que estava neste hostel. Para o alívio dele a entrada foi barata, 2 mil, afinal ele não podia começar o dia causando um rombo no seu orçamento de 10 dólares/dia. Do museu nacional fomos para o museu Botero. A entrada é gratuita, outro um alívio para o cara. Este museu é incrível e é quase impossível não sorrir a cada pintura do artista. Foto: Museu Botero - Bogotá, Colômbia Ficamos neste museu até a hora do almoço. Há um restaurante lá no museu que me pareceu uma boa opção, mas pelo preço, não era a melhor opção para o meu amigo. Descemos a rua e ele escolheu um restaurante que servia Bandeja Paisa - o prato mais tradicional do país. Só que ele esqueceu de perguntar o preço e ri muito quando veio a conta. 25 mil kkkkk. Foto: Bandeja Paisa Depois do almoço, perambulei pela Candelária para conhecer o bairro. Fui até uma loja da Western Union e saquei metade da grana que havia enviado do Brasil. Por volta das 17h peguei um táxi (7 mil) e fui para o funicular. Dica: Táxi na Colômbia é barato, conforme relatarei mais adiante. Mas procure por taxistas com taxímetro. Esta carrera (corrida) de 7 mil custaria bem menos pela tabela. Meu destino era o Montserrate. Naquele horário, só havia a opção de subir pelo metrocable - 20mil. Vale a pena ver o por do sol lá de cima. Visual insano. Foto: Vista do alto do Monserrate - Bogotá Colômbia. Quando voltei, no dia anterior de Zipaquirá, no Terminal Salitre Norte, comprei passagem de ônibus para Medellín. Paguei 70 mil. A viagem seria às 23h, portanto era hora de voltar para o hostel e preparar tudo para partir. Foram só dois dias em Bogotá. Só me arrependi de não ter tido tempo de visitar o museu do ouro e o Andres Carne de Res (www.andrescarnederes.com/andres-dc) Partindo para Medellín: Programei viajar a noite para chegar em Medellín pela manhã do dia 9. Desse modo economizei na hospedagem, pois dormi no ônibus. A companhia foi a Brasilia, o ônibus era bom e foram 10h de viagem. Dia 09: Pesquisei o mapa offline que baixei para descobrir como deslocar do Terminal Norte (terminal rodoviário) até o bairro Poblado (bairro nobre de Medellín onde ficam os principais hostels e baladas) O terminal é interligado à estação de metrô Caribe. Me informei sobre qual lado da estação deveria esperar pelo trem para a estação Poblado. O metrô de superfície é super funcional e barato. Não se aguarda nem 5 minutos e o trem já aparece. Parti para a estação Poblado e de lá caminhei até o bairro subindo a calle 10. Não havia reservado hostel e pensei em ficar no Happy Buddah na Carrera 35, mas estava tão cansado, e com uma cargueira nas costas, que entrei no primeiro hostel que encontrei - Casa 10 na Calle 10 no Poblado. É um hostel mais tranquilo para quem não quer escutar a barulheira do bairro. Diária foi 35 mil. Lancei uma mensagem no grupo de brasileiros em Medellín no whatzapp, dizendo que estava na área. Duas pessoas responderam e combinamos o encontro ali na muvuca do bairro. Encostei minhas coisas num canto do quarto (estava sozinho) e fui conhecer o bairro. Dica: El Poblado é melhor lugar para se hospedar em Medellín. O bairro mistura boemia, hostels e edifícios da classe alta. Visite o supermercado êxito, próximo a Samart Fit, na calle 10. Ali fiz compras de frutas, biscoitos e sucos que deixei na cozinha do hostel. Lá é possível até fazer câmbio, ou mesmo comprar roupas da Levis. Anoiteceu e parti para rua. São quarteirões de muita gente. Bares com baladinhas, um diferente do outro e muita gente circulando entre eles. Aguardei no ponto marcado pelos novos amigos: Juliana, uma brasileira que mora lá e o Fábio, que estava de turista assim como eu. Foto: Eu, Juliana e Fábio, no Poblado em Medellín. Continua ... vou falar dos bares, inclusive um com piscina de bolinhas... kkkkkk
  4. Muito simples. No terminal de bus, que é nada mais do que a rodoviária, tem um centro de informações turísticas. Então sugiro que se informe com eles, para evitar as piores empresas. No peru não há monopólio de rotas, portanto várias empresas oferecem este translado. As melhores são a Cruz del Sur e a Otursa. Ambas são realmente muito boas, com internet, serviço de bordo, e ônibus leito ou semi leito. São mais caras também e o ideal é comprar a passagem nestas companhias com antecedência, o que pode ser feito pelo site deles. Outro detalhe. A viagem é longa, então viaje a noite para ir dormindo.
  5. A estrada para Ibitipoca pode ser percorrida de carro comum, porém evite carro muito baixo. Boa parte da estrada já é calçada com piso intertravado. Porém os últimos quilômetros, nos trechos mais ingrimes, é de pedra fincada e mal conservado. A regra para Ibiti é a seguinte. Se estiver chovendo muito, desista. Se o tempo estiver bom ou for chuvinha fraca, vai de boa.
  6. Em Ibitipoca, tem o camping do ibitilua bem centralizado, mas chegando ali no centro do vilarejo é só perguntar que irão indicar outras opções. Sugiro vistar o site: http://www.ibitipoca.tur.br/camping/
  7. Planilha enviada. De janeiro a março há muitas chuvas, mas poderá provocar paisagens inusitadas no salar. Escolhi abril por ter pouca chuva e não ser tão frio. a partir de maio esfria bastante. Agosto costuma ser alta temporada por causa das férias dos europeus. Setembro se equivale a abril e o resto do ano se equivale ao começo do ano. É mais ou menos isso.
  8. Fiz pela http://www.xtremedownhill.com. Paguei 430 bol . Fica mais barato se escolher uma bike mais simples, mas não recomendo. Fui numa japonesa com suspensão a gás e freio a disco. Além da bike inclui todo equipamento de segurança, traje e capacete. Café da manhã, uma parada para reforçar a alimentação e almoço. Vc ganha uma camiseta bacana e um dvd com fotos da aventura.
  9. Olá Thalita. Acho que vou fazer Cusco e Colômbia primeiro e depois México e Guatemala. Ou então eu faço o contrário, México e Guatemala primeiro. Quando eu planejar a viagem eu postarei aqui no mochileiros.
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