Ir para conteúdo

Edinho

Membros
  • Total de itens

    62
  • Registro em

  • Última visita

Tudo que Edinho postou

  1. Grande irmão Fredo! Andei afastado dos computadores e, só agora estou vendo o que aconteceu. Fiquei muito triste por vc ter que abortar essa viagem. Mas ao mesmo tempo aliviado por não ter sido algo mais grave. Sei muito bem o que é andar na Transamazônica com uma luxação. Quando eu caí na BR 163, empenei o braço do retrovisor com as costelas. Fiquei sem fala por um bom tempo. Depois fiquei sem respirar direito por mais de uma semana. Não sei bem o que aconteceu, mas só fiquei sarado 30 dias depois. Um dia eu expirrei e quase desmaio de dor. Mas eu não dependia das costelas para ficar em cima da moto. Andar 165 Km de moto na Transamazônica sem poder apoiar o pé é demais. Ainda bem que deu certo. Tenho certeza que a próxima vai ser melhor. Flamel, Adolfo, onde vcs estão? Vai dar para fazer o roteiro como planejado? Amanhã vamos voltar ao Bar da Ostra, aquele que fomos quando vc esteve aqui. Vamos acertar uns detalhes da viagem de Ubajara/Jericoacoara. Quando vc chegar, dê notícias. Abração ! Edinho.
  2. Tô aqui de novo! Cadê o fredo? E o Flamel? Será que já estão na Transamazônica? Ô Fredo/ Flamel, vcs estão encontrando a "puaca" ou o lamaceiro? Rodolfo, amigo do meu amigo é meu amigo! Então fique à vontade e se falar com aqueles vagabundos, peça para darem notícias. Abraços! Edinho.
  3. Meu irmão Fredo, vc já está na estrada e eu perdendo a festa! Camarada, passei um tempo sem acessar o tópico e agora que recebi seu e-mail, vi que as fotos eram da viagem da Venezuela/07! O tópico já está com 17 páginas e eu perdendo isso. Recebi uns e-mails do Flamel e fiquei sabendo das baixas. É uma pena perdermos companheiros em cima da hora, mas rapidamente a estrada nos faz pensar no futuro e esquecemos os contratempos passados. Estou feliz por saber que o projeto não morreu. Saibam que eu estarei apartir de agora, rezando por um sucesso total dessa aventura, que tenho certeza, jamais sairá das suas memórias. Não vejo a hora de ver outra aventura de vcs na revista. Flamel, meu camarada, estamos nos preparando para em setembro nos encontrarmos em Jericoacoara. Vou dar uma restaurada na velha Tornado de tantas aventuras e cairemos na estrada novamente. Agora que abri o tópico, vou ler as páginas anteriores para não perder nada. Vou ligar agora mesmo para o Nido e o Neto para eles tomarem conhecimento da partida. Não esqueçam de postarem fotos. Sem muito bem como é difícil procurar uma lan depois de vários Km em cima de uma moto, mas o povo quer saber como está sendo cada dia da aventura. Abração, e contem comigo pra qualquer coisa! Edinho.
  4. Fala, galera aventureira!!! Fredo, assim o pessoal vai achar que eu não consigo nem andar de moto, de tanta cerva no juízo! Sou organizado, bebo só o suficiente. Agora Neto e Nido... E quem dera eu um executivo. Tô e confinado na plataforma há duas semanas. Doido pra ir pra casa! Mas vamos à programação do próximo fim-de-semana, quando estarei em terra firme: sábado, lá na praia de Ponta Negra. Flamel, eu, Nido e Neto tirando dúvidas sobre a BR-230, cerveja, camarão, cerveja, tapioca e cerveja. domingo, na praia de Genipabu. Neto,Nido, eu e Flamel treinando nas dunas, cerveja, peixe frito, cerveja, definição do que levar na viagem e cerveja. À noite, como ninguém é de ferro, um chope para fechar, hehehehehe. Viu como bebemos organizadamente?! Edinho.
  5. Grande Flamel ! Quero saber quando virah a Natal. Olha, nunca usei o Desert. Sei que os pneus michelims sao os mais macios. Isso dah bom desempenho mas diminui a vida util. Alem do mais sao os mais caros. Aqui a galera usa o Rinaldi para competicao off road a entrega de pizza. Eh um pneu muito "ecletico". Na verdade o ponto forte dele eh o custo benificio. E em 2000 Km de asfalto, vc soh gastou 20% dele. Rodei 10000. Tres mil de barro e sete de asfalto. Eh claro que cheguei da viagem nas ultimas. E interessante eh que o dianteiro chegou na lona e o traseiro ainda rendeu um bocado de trilhas. Agora soh tem uma pior que andar com pneu na garupa de uma moto: eh andar com um bebado! Abraçao e vamos viajar! Edinho
  6. Eita que tá chegando o dia !!! Fala companheiros de aventura! Fredo, pelo que eu entendi, vcs vão sair de SP até o início da BR-230 levando os pneus Off Road na bagagem e, só então montá-los ? Eu sairia já rodando com eles. Se vcs instalarem pneus Rinaldi SH 31, composto de borracha mais duro, os 2000 Km de asfalto não vão detoná-los, não. Vc pegam a BR-230 com eles ainda em bom estado. Aí em Manaus era só comprar/instalar os de asfalto e jogá-los fora ou pegar na volta (não vi o roteiro completo) e detoná-los até chegar em casa. Agora encarar estrada de chão com pneus misto é loucura maior que encarar asfalto com pneu off road. Abração!
  7. Fala galera!!! Vcs são demais! Flamel, gostei de saber que vc vai planejar parte da viagem em Ponta Negra. Eu, Nido e Neto estamos aguardando. Nido paga a cerveja, Neto o aluguel dos bugues e eu serei o guia . Não tenha dúvida, será tudo 0800! Meu irmão, andamos cerca de 900 Km na BR-230. Gastamos três dias. Tivemos alguns imprevistos. Dois pneus furados e um cabo de embreagem partido. Um pneu furou dentro de Altamira-PA. Foi fácil! O outro foi no meio da mata, tinha um prego no meio do caminho. Tivemos que trocar a câmara de ar. O reparador não deu conta do serviço. E o cabo de embreagem, como levávamos um reserva, foi fácil. Em Santarém compramos outro e repomos o extoque de sobressalentes. Se as motos forem iguais, basta levar uma peça de cada tipo. Nada de redundância! O casaco que usávamos era exatamente o sugerido pelo Ramon. Jaqueta para Rally (parka).Eu e Neto com o SJT Evolution e Nido, acho que com um Kaerre. São resistententes; cheios de bolsos; têm aberturas para facilitar a circulação de ar ou bloqueá-la; têm a gola alta, o que protege o pescoço; resistem a pequenas chuvas, para maiores só uma capa. E para um dia de chuva forte só indo para debaixo de posto. A gente pensa que a capa vai segurar , mas quando percebe, a bunda já está molhada. ;e o melhor, custam pouco(cerca de 200 menininhos) e a gente usa em todo tipo de clima. Eu faço enduro aqui em Natal com o meu. Parou a moto, abre o fecho de velcron e tudo fica mais fácil. Vai chover, fecha tudo. O frio arrochou, bota mais camisa por dentro. Sei que existem melhores, mas na relação custo benifícil, não tem nada melhor. Pesquise na Internet em lojas de material Off Road! Ei fredo, adoraria ir com vcs. Mas pra min não vai dar. Agora se vc convencer Nido e Neto, eu peço conta do emprego e vou junto. Não iria ficar de fora de uma viagem dessa. Mas depois vcs teriam que me dar uma mesada vitalícia. rsrsrsrs Como eu te disse anteriormente, aqui a galera tá fazendo trilha com garupa que é pra rachar a gasolina. E tem neguinho levando dois que é pra dividir as despesas por três.
  8. Fala galera aventureira! Eh, to vendo que os caras tao com todo gas! A preparaçao tah boa. Fredo a sua preocupaçao com a gasolina pura tem fundamento. Recentemente um amigo meu conseguiu uns litros de gasolina pura e eu botei na moto. Pensei que ela ia virar um aviao, mas nao foi bem assim. Alem de um "buraco" na aceleraçao, o consumo aumentou. Percebi que a mistura ficou rica. Como eu nao quis regular o carburador para a nova gasolina, voltei a usar a nossa velha e alcoolica gasolina. A pura eu botei no carro, onde a injeçao faz a regulagem automaticamente. Como vcs vao rodar muito pela Venezuela, seria interessante ver com um mecanico uma "regulagem pratica" para o futuro problema. Quanto aa bagagem, quanto menos melhor. Soh o estritamente necessario. Seria uma boa raspar a pintura do tanque para diminuir peso. rsrsrsrs Para o trecho sem apoio, banana passa eh uma boa. Eh compacto e alimenta bem. Para quebrar as longas horas de silencio, que tal um Ipod com trocentas musicas?! Jah testei um talk abaut mas acima de 100 Km , o vento atrapalha muito. Mas tenho certeza que na BR-230 vcs nao vao atingir 100 Km Grande amigo Fredo! Eu vi o filme da subida do morrinho que vcs subiram com muita dificuldade. Ele ele fica na BR -163. Agora vcs subiram com tempo bom. Nos subimos debaixo de uma chuva... Abraçao cambada de aventureiros! Edinho.
  9. Grande Roger! Camarada, foi uma pena passar na sua cidade e não nos encontrarmos. Mas estávamos loucos para chegar à Santa Helena de Goiás-GO, cidade onde mora a mãe de Neto. Aí era todo tempo ele chorando e dizendo: "eu quero a minha mãe!" Não conseguimos agüentar a choradeira e passamos lotados por Cuiabá. Mas na próxima viagem, vamos ao sudeste e aí, como vc estará morando na baixada santista, terra da família de Nido, não vai ter como fugirmos do encontro. Abração! Edinho.
  10. Fala galera das estradas!!! Grande Flamel, só dou dica se for tomando uma gelada na praia de Ponta Negra. Aí eu arranjo até um mapa da Venezuela que tem até as fazendas.kkkk Meu grande amigo, iniciamos a viagem pela BR -230 na cidade de Novo Repartimento. Como íamos fazer uma visita a uma tia de Neto que mora em Tucuruí e não queríamos repetir estrada, optamos pelo asfalto de Marabá a Tucuruí. No caso de vcs é melhor pegar logo a "Transamargura", como é chamada a BR 230 em Marabá. No primeiro dia de BR 230, saímos de Tucuruí e dormimos em Altamira, mais de 400 Km, o que nos deixou moídos. No segundo dia saímos de Altamira e dormimos em Uruará. Andamos pouco, 190 Km, tivemos dois pneus furados. No terceiro dia saimos de Uruará e dormimos em Alter do Chão, próximo a Santarém. Uma jornada até boa. Fredão não se meta com pinhão de 14 dentes na Tornado, não! A menos que ponha uma coroa de 60 dentes.kkkkk Eu e Neto saimos com uma relação de 13/40 e um pinhão de 12 na bagagem para usarmos nos areiões de Jeri e Lençóis. Quando montamos o pinhão de 12, deu vontade de jogar o de 13 fora. A moto com uma relação mais curta fica ágil e, a perda de velocidade final, assim como o aumento do consumo, ficam imperceptíveis. Ter uma boa retomada é fundamental quando se precisa de uma ultrapassagem rápida dentro de uma nuvem de poeira. O pinhão de 13, só voltei a usar quando voltei e assim mesmo com uma coroa de 44. A tornado vem com uma relação muito longa! Mas faça o teste. Um pinhão não é caro, e vc sentirá a diferença. Flamel, o meu e-mail é [email protected] Tô esperando as fotos! Abração! Edinho.
  11. Grande Fredo! Camarada, esse trecho da Transamazônica não tem problema de abastecimento, não! Lembro que nunca rodávamos cem kilômetros sem encontrar posto de combustível. Andávamos com os tanques originais. Como a estrada não permite médias de velocidade altas, o consumo despenca e a autonomia sobe. Nós (eu e Neto), ainda tínhamos um caminhão tanque (a Tenerê de Nido) de reserva, mas nunca usávamos! Eu usaria o tanque original e, dependendo do trecho, depois de Itaituba por exemplo, duas pets cheias na bagagem, conforme vc planeja. O Nardo usava essa tática na Sahara. E olha que ele viajava só! Quanto ao movimento, não é intenso. Mas como a moto anda mais rápido que os outros veículos, somos obrigados a fazer várias ultrapassagens. E cada uma delas é como se estivéssemos em um Rally. São momentos dentro da poeira intensa e com visibilidade ZERO! Um verdadeiro vôo cego! Essa foi a única dificuldade que enfretamos, mas acredito que vcs passaram por isso na BR-163 . O resto é só alegria! Mais algum questionamento, grande mestre? Abração! Edinho.
  12. Grande Irmão Fredo!!! Se preparando para mais uma, né? Que inveja!!! Não tenha dúvida de que essa será A Aventura. Eu já sugeri antes, e vou repetir: essa viagem pra ser perfeita tinha que começar no início da Transamazônica, em João Pessoa-PB. Vcs subiriam pra cá (Natal), o Flamel desceria de Teresina pra cá e, eu Nido e Neto acompanharíamos vcs até o Km zero da Transamazônica. E a cerveja seria por conta dos anfitriões (Nido). kkkkkkk Vcs sabem que vierem por aqui, não se arrependerão. E eu quero sair nas fotos da viagem, que sem dúvida, será publicada nas revistas especializadas. Rapaz, esse trecho Marabá - Humaitá é o supra sumo da aventura. Nós fizemos de Marabá até Altamira, mas o filé está em chegar a Humaitá e seguir para Manaus. E nesse período, vcs ainda devem pegar uma "laminha" ou os efeitos das chuvas! Ah, se nós pudéssemos ir juntos... Mas vá passando os detalhes da viagem. Quero participar, nem que seja pelo fórum. Abração! Edinho.
  13. Grande ilso, Você pode ver algumas fotos clicando em "minhas fotos" na coluna ao lado. Estou preparando o relato para mandar para algumas revistas especializadas. Abraço! Edinho. P.S. Fredo, Flamel,Nardo, todo o pessoal da época da aventura, cadê vocês?
  14. Grande Flamel! Eis as últimas! Acabamos de chegar da trilha que foi o enduro no domingo passado. Eu Nido e Neto. Agora foi sem valer. A prova que durava quatro horas, com as paradas para cerveja, fizemos em sete horas. Essas minhas companhias não valem nada! Se achar o caminho sóbrio não era fácil, imagine depois de umas latinhas? Mas deu tudo certo. Descemos o lava-cu sem molhar os fiofós. Na minha categoria, domingo , tinha oito. Consegui ficar entre a metade melhor. Fredo , a molecada é um barato. Um grande abraço! Edinho.
  15. Olá galera! Descobri hoje, quatro dias depois, que além da feijoada, ganhei o quarto lugar da minha categoria. Não é muito. Mas pelo meu esforço,que não foi pequeno, mereci o trofeuzinho. Abração! Edinho.
  16. Fala cambada! Edi, não se preocupe com postos de gasolina na 230 e 163, não! Tb pensava que ia ter esse problema. Mas o Fredo me tranqülizou. A maior distância sem postos é na 163, na divisa do PA com o MT, cerca de 180 Km. E na estrada de chão, as motos ficam mais econômicas. Tivemos mais problemas no asfalto, onde a autonomia era de aproximadamente 150 Km. Agora não tamos indo com o Flamel/Fredo para a Venezuela, não. Seria muito bom, mas não vai dar. Pelo menos dessa vez. Estamos na entresafra financeira. Viagem só mais tarde. Mas somos a equipe de apoio nessa parada estratégica, que é Natal. Estamos aguardando você também. Pô, Nardo, a gente sabe que lavar a garganta é obrigatório. Mas e aquela noite que estávamos próximos da reserva dos índios Xavantes, no MT, que o pessoal da região contava as histórias de confusão dos índios, e você, depois de umas cervejas, queria entrar na tribo e brigar com toda a aldeia sozinho? Ou será que eu, depois das minhas, ouvindo você dizer vamos largar os indios, entendi vamos acabar com os indios?[}] Nardo, se na época da sua viagem às Guianas, nos estivermos capitalizados, pode ser que consigamos levar o Fredo e o Flamel juntos. Aí seria maravilha. Vamos plantar a semente! Abração Edinho.
  17. Fala cambada de sonhadores! Ei, Nido, uma XTZUDA é um pouco obesa, não[xx(]? Quando ela fica por cima da gente, é horrível[V]! E vc só me esperava porque eu e Neto ficávamos admirando a paisagem. Às vezes sentindo a textura[b)]. Mas buraco pra Tornado, é a oportunidade de usar um pouco a suspensão, já que toda, ninguém usa. rsrsrs Mas que venham as XT que as XR estão esperando, não é Neto? Que notícia boa, essa que vc nos deu, Flamel! Um 0800 é tudo que preciso agora. SENDO 0800, EU ENCARO ATÉ UMA XT660. Mas Fredo, já que vc vai investir no "Adventure Team", não dá pra descolar uma KTM 640 pra mim, não[]? Pode até ser usada. Desde que seja 2005, porque se for mais velha, uma Tornado é melhor[][][]. P.S. Ah, Fredo, quero também uma Range Rover exclusiva pra minha bagagem.Quem mandou mandou montar equipe![}] Abração e estamos esperando, nem que seja de jumento. Edinho.
  18. Olá, galera das aventuras! A EXPEDIÇÃO VENEZUELA VAI PASSAR POR NATAL !!!!!!![][][] Valeu Flamel. Viu como a birra funciona? Tem mais e que trazer essa turma pra cá! Grande fredo, sábia decisão! Vamos programar isso direitinho que é prá dar tempo conhecer alguma coisa por aqui. Estamos doidos pra fazer um passeio nas dunas daqui. Ontem falei com um amigo bugueiro, o Duda, e ele se prontificou a ser o nosso guia. Ele quer levar a gente pra descer a duna do lava cu. É uma duna com uma lagoa abaixo. Se o cara passar direto, lava o fiofó. Deve ser legal! Mas vamos esperar vcs pra conhecer juntos. Preparem o estambo, que vamos comer uma buchada de bode. Com cachaça(pouquiha). Não se preocupe com material de apoio, não. Qualquer coisa, a gente leva para o pronto socorro mais próximo. agora se consegui trazer o Nardo, me avisem antes. Nesse caso devo dobrar o estoque de cerveja. Fredo, esqueci de falar o quanto o Nardo aprecia uma cerva. ELE DEIXA OS TRÊS MOSQUETEIROS NO CHINELO. Conheça a figura. A gente levando fama de pé inchado, e ele passando despercebido... Arrasta o cara pelo menos até aqui. E a viagem Edi? Como está o projeto? Quanto sofrimento dos glúteos, eu e Neto sentimos mais. Nido andava numa moto muito mais confotável. Nos últimos dias, parecia que tinha um cacto no lugar do banco. Mas é assim mesmo. Não esquenta não que vc tb vai sentir um cacto na bunda. [}][] [}]. Abração! Edinho.
  19. Olá, Edi_jp! Nada no mundo é melhor que realizar um sonho. Como vc deve ter visto aqui, realizei o meu. Ainda estou com as imagens na cabeça.Seu roteiro parece com o nosso. E garanto que é bom. Agora cuidado para seu sonho não virar um pesadelo com a Transamazônica/BR-163 debaixo d'água. Como o Nardo disse num tópico aqui nos mochileiros: uma coisa é pegar 2000 Km de estradas ruins; outra, é pegar 2000 Km com alguns trechos transitáveis. Ponha pneus pra lama nas motos e não faça cronograma. Marque só o dia de sair. É difícil mas não impossível. Estou à disposição para qualquer ajuda que possa dar. P.S. Aquela canoa tinha um furo no fundo que obrigava o canoeiro a ser rápido, se não...[][][] Abraço! Edinho.
  20. Muitas vezes sonhamos com viagens inesquecíveis, cruzeiros, excursões, passeios, etc. Mas poucas vezes realizamos a tão sonhada viagem. Seja por falta de dinheiro, tempo ou até mesmo coragem. Viajar de moto é uma coisa que fascina muitos, mas poucos tem a oportunidade de desfrutar esse prazer. Amarrar uma mochila na garupa da moto e sair sem hora para voltar, tendo certo apenas o rumo a ser seguido, é uma experiência única. Eu tinha o sonho de andar de moto na estrada que meu pai trabalhava nos anos setenta, a Transamazônica. Queria visitar a casa que morei, em Marabá-PA. Até tentei há alguns anos, mas como estava só, não consegui. Caí numa estrada de chão e vi que era perigoso andar sozinho numa região inóspita como a Amazônia. Este ano tomei coragem, chamei dois amigos e fizemos a tão sonhada viagem. Foram exatos trinta dias de aventura. Conhecemos um Brasil esquecido dos brasileiros. Foram paraísos isolados, cidades minúsculas, praias incríveis, estradas desertas, rios imensos e matas virgens, estas pouco . Mas conhecemos algo melhor que tudo isso; conhecemos o povo brasileiro; tão hospitaleiro e receptivo que nos causava admiração. Nos trinta dias de viagem, nunca precisamos de alguém para não ser bem atendido. Que povo somos nós! Andamos 10322 Km, sendo mais de 3000 Km de estradas de chão, muitas em estado lastimável. Mas em momento algum, sentimos arrependimento pelo desconforto que passávamos. Quando um pneu furava, e foram doze, descíamos da moto rindo. O que para muitos seria um aborrecimento, para nós era diversão. Quando dormíamos ao relento, apenas debaixo de árvores, o que seria perigoso para muitos; para nós era a oportunidade de fazermos boas fotos. Havia um pequeno receio, é claro. Mas o povo logo nos tranqüilizava dizendo que, podíamos dormir sossegado, que o lugar não oferecia risco. Foram trinta dias andando de moto até anoitecer e, acordando para andar de moto. Isso era o supra sumo do prazer! Um mês de alegria. Sem um aborrecimento sequer. Dizem que, se queres conhecer seus amigos, tire férias com eles. E é verdade. Nesses dias, conheci melhor os meus amigos Nido e Neto. Não poderia haver entrosamento melhor. Isso já acreditava. Não se sai para um mês de convívio intenso com quem não temos afinidade. A moto de Nido, vou confessar, além de ter dezessete anos de uso, não inspira muita confiança para quem não é do ramo. Mas, além de confiarmos no "protótipo", não seria problema algum, termos de abortar a viagem ou abandoná-la no meio do caminho, como La Poderosa, do filme Diários de Motocicleta, e seguirmos os três em duas motos. Mas nada disso aconteceu. Apenas ficou uns dias sem partida e Neto teve que aprender a empurrá-la com o pé para pegar no tranco. E nesses dias, nem Neto se aborrecia com a árdua tarefa, nem Nido com as brincadeiras que fazíamos a respeito. Brincadeiras que foram do início ao fim da viagem. Também, não houve aborrecimento quando a corrente da moto de Neto partiu-se às oito horas da noite e, tive que rebocá-lo até meia-noite, quando encontramos um posto para dormir. Não houve aborrecimento também, quando eu descobri, depois de vários dias, que o bolso traseiro do meu casaco estava cheio de bagaço de laranja. O clima era tão bom que, no último dia, quando só pensamos em chegar em casa, amarramos com arame o pedal de partida da moto de Nido e, ele teve que recorrer a um alicate para tirar o arame. Sem dúvida, o lema um por todos, e todos por um, era o nosso. Éramos os três mosqueteiros motorizados. Fico hoje pensando: quando teremos mais trinta dias como aqueles? Ainda bem que os pestes são meus vizinhos e, nos finais de semana, fazemos umas trilhas para não perder o hábito de levar sopapo de moto. Edinho.
  21. Olá, pessoal! Grandes Eduardo Luis e Fredo! Pode deixar Fredo, que, com um profissional da cerva, eu vou com um pé atrás[}]. E vc Eduardo Luis, quando acabar o pato, não se preocupe que a gente entra nas lagartixas. Lá tem que é peste. Tira-gosto não vai faltar[]. Só não sei se o Flamel gosta das bichinhas. Mas depois de umas, elas devem ficar saborosas[][][]. Abraços a todos! Edinho.
  22. Grande Eduardo Luis! Vamos ver se na sua viagem, vc dá uma parada por aqui. Se vc vier de moto off, a gente vai lá no sítio, juntamente com os outros dois mosqueteiros, por um caminho que só passa calango, mas sem risco. Lá, a gente te mostra os álbuns de viagens, e saboreia sua uma cerveja com um pato que tá bagunçando a minha horta. Abração! Edinho.
  23. Olá, pessoal! Estou de volta, e com boas notícias. Consegui postar parte das 450 fotos que tiramos na viagem. É só clicar em minhas imagens e depois, main album. Abraço! Edinho/Nido/Neto.
  24. Oi pessoal!! Aqui e o filho de Edinho (Edson Filho). e descubri que a rpoxima viagem dos 3 mosqueteiros e o Caribe e estou convensendo ele a deixa eu ir .Se ele ñ deixa eu ir.Vou escondido no alforge do meu pai. Xau!!!!
  25. Destemido, Nardo! Que bom que sua chegada também foi tranqüila! A gente, como vc sabe estava sem capa de chuva. Mas São Pedro ajudou e não caiu uma gota d'água sobre nós. Mas lá em Santa Helena, choveu no dia seguinte a sua saída. Tanto que até adiou a nossa saída. E aí, qual será a próxima aventura? Seja para onde for, inclua Natal no roteiro. Aqui vc terá um apoio igual aquele de Santa Helena. Um abraço, e não deixe de dar notícias. Edinho.
×
×
  • Criar Novo...