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Humberto Antonio Siqueira

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Sobre Humberto Antonio Siqueira

  • Data de Nascimento Março 29

Outras informações

  • Lugares que já visitei
    Cusco, Machu Picchu, Lima, Chiclayo, Guayaquil, Quito e Bogotá.
  • Próximo Destino
    Bogotá, Panamá e Costa Rica.
  • Ocupação
    Funcionário Público
  • Meu Blog

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  1. Olá, creio que coloquei todos os deslocamentos no meu relato. Mas posso explicar de novo: 1. De Manaus à Belém - TAM (comprado antecipado no site da TAM) 2. De Belém à Lisboa - TAP (comprado antecipado pela Max Milhas) 3. De Lisboa à Porto - Comboio (trem) comprado no site CP (Comboios de Portugal) 4. De Porto à Braga - Comboio (trem) comprado no site CP (Comboios de Portugal) 5. De Braga à Porto - ônibus (comprado um dia antes na garagem da empresa na Rodoviária de Braga) 6. De Porto à Barcelona (Rayanair) comprado antecipado no site da Rayanair 7. De Barcelona à Paris (trem alta velocidade RENFE) comprado antecipado no site da RENFE 8. De Paris ao Rio - TAM (comprado com milhas antecipado) Obs: todos os hotéis foram reservados pelo site do Booking.com
  2. Não vai se arrepender. Tudo é bonito. O dinheiro investido nessa aventura valeu a pena. Não esqueça de comprar assim que chegar um chip da Vodafone. É barato, pré pago e pode-se descadastrar quando quiser. Boa viagem! Abs. Humberto.
  3. Olá Fabiano, antes de viajar eu tinha lido que no dia de Santo Antônio, 13 de junho, em Lisboa, há bastante festejos, mas isso é comemorado mais no Centro Histórico, onde fica a Catedral (ou igreja) de Santo Antonio, com desfiles de escolas públicas e outras entidades, onde se vende de tudo um pouco, como nas festas juninas do Brasil, sendo o prato típico a sardinha assada. Como era nosso primeiro dia em Lisboa, cansados da viagem de mais de 10h, viajando de madrugada e por nosso hotel ficar afastado do centro, optamos por perambular somente pelo Parque das Nações. Grande abraço.
  4. Olá Fabiano, antes de viajar eu tinha lido que no dia de Santo Antônio, 13 de junho, em Lisboa, há bastante festejos, mas isso é comemorado mais no Centro Histórico, onde fica a Catedral (ou igreja) de Santo Antonio, com desfiles de escolas públicas e outras entidades, onde se vende de tudo um pouco, como nas festas juninas do Brasil, sendo o prato típico a sardinha assada. Como era nosso primeiro dia em Lisboa, cansados da viagem de mais de 10h, viajando de madrugada e por nosso hotel ficar afastado do centro, optamos por perambular somente pelo Parque das Nações. Grande abraço.
  5. - Comecei este planejamento com seis meses de antecedência. A finalidade era encontrar minha filha Aline em Braga, norte de Portugal, onde ela estava terminando o mestrado de língua inglesa para obter o visto permanente para morar em Frankfurt, Alemanha, onde vive com seu esposo Sebastian há dois anos. Ela morava no Rio de Janeiro. Seria nossa primeira viagem à Europa. - Comprei a passagem de ida para Lisboa na Companhia TAP, saindo de Belém e a volta de Paris/ Rio de Janeiro/Manaus pela LATAM em novembro de 2017. O preço de ida à Lisboa, saindo de Belém/PA saiu a R$ 1.800,00 para cada pessoa (viajei com minha esposa), com direito à duas malas no porão até 32Kg e duas maletas de 10Kg a bordo, além de poder escolher os assentos. A volta utilizei parte de minhas milhas no Plano de Fidelidade da LATAM. - Pesquisei muito no YouTube todas as atrações e pontos turísticos de cada lugar, pesquisei no Google e também aqui neste site, onde peguei várias dicas, por isso também estou postando para servir de auxílio para alguém que faça algum dos trechos aqui descritos. - Todos os hotéis foram reservado pelo Booking.com - Quase todas as atrações turísticas comprei via internet pelos sites oficiais, além de ser mais barato evitava de entrar em filas para comprar no local. - Ao longo dos meses fui comprando Euros; viajei com 2500E, grande parte comprado com a devolução do IR. Paguei todos os hotéis em cash para não acumular no cartão de crédito. - Fiz um curso de francês de quatro meses na Aliança Francesa de Manaus, só pra relembrar; eu já tinha estudado alguns anos antes. Falo um pouco de inglês e domino bem o espanhol. Focado na viagem! - Meu Roteiro ficou assim: 1) 13 a 18 Junho 18: Lisboa, Hotel Ibis Parque das Nações 2) 18 a 22 Junho 18: Porto, iStay Hotel 3) 22 a 25 Junho 18: Braga, Pousada “Meu Cantinho” 4) 25 a 29 Junho 18: Barcelona, Hotel Peninsular 5) 29 Jun a 04 Jul 18: Paris, Palace Hotel 6) 04 Jul 18: Rio de Janeiro 7) 07 Jul 18: Manaus DIA 11/12 JUN 18 (2ª/3ª feira): Manaus-AM/Belém-PA - Início de 30 dias de férias, aproveitar para viajar! - Nosso voo LATAM LA 4692, saiu às 22:15h de Manaus-AM, onde resido, e chegou em Belém-PA à 1.20h da manhã. - Ao chegarmos em Belém, guardamos as malas no lock (R$ 60,00), pois o voo para Lisboa está previsto para hoje às 23h. Levamos alguma coisa na mochila para usar no hotel, pegamos um táxi privado do aeroporto (R$ 40,00) que nos levou até o Hotel Central de Belém (R$ 108,00 a diária com café da manhã). Chegamos às 2h. Recepção 24h. Fizemos o check-in e fomos dormir. Esse hotel é bem localizado, perto da Estação das Docas e do Mercado “Ver-o-Peso”. - Levantamos às 8h. Tomamos café e descansamos até às 12h, quando fizemos o checkout. Caminhamos até o Shopping Boulevard de Belém, bem no centro da cidade. Bonito, não muito grande. Como era Dia dos Namorados havia muitos casais. - Depois do almoço ficamos “matando o tempo” antes de ir para o aeroporto. Às 19h pegamos um táxi para o aeroporto e às 19.30h fizemos o check-in, já estava aberto! Fomos os primeiros. Pegamos nossas malas, sem nada para fazer até a decolagem...haja Facebook e WhatsApp!... - O controle de passaportes e bagagens pela PF foi tranquilo, rápido, sem frescuras. - Nosso voo saiu às 22.40h, céu limpo, sem turbulências... - Um pouco depois foi servido o jantar muito bom, tentamos dormir um pouco. DIA 13 JUN 18 (4ª feira): Lisboa -Imigração/Hotel Ibis/Teleférico de Lisboa/ Oceanário de Lisboa/ Shopping Vasco da Gama - Às 5h as luzes do avião foram acesas e foi servido o café. Chegamos com dia claro em Lisboa, céu muito azul, sem nuvens, fazia calor. Eram 6.20h da manhã para nós, mas tivemos de adiantar os relógios mais 4h, fuso horário de Portugal. Horrível viajar durante mais de 10h sentado numa mesma posição, ainda mais com os bancos muito desconfortáveis da TAP, com pouco espaço para as pernas, para quem viaja na classe econômica, claro! - Esperei uma imigração cheia de frescuras, exigências disso e daquilo, pelo que tinha visto em postagens anteriores e também no YouTube. As filas eram imensas, mas fluía rapidamente. Quando chegou a nossa vez, SÓ pediram os passaportes. Nada de Seguro-Viagem, Voucher de Hotéis, Passagens de retorno, dinheiro... NADA! - Na esteira de bagagens também foi rápido, nada extraviado ou danificado. - Na saída pegamos um táxi do Easy Táxi, cujo motorista eu já tinha contatado pelo WhatsApp. O nome dele é Fernando. Como em todo o aeroporto tem wi-fi foi fácil para ele nos achar pelas roupas que estávamos usando. A corrida de 30 min custou 6E. Fizemos o check-in no Hotel Ibis Parque das Nações, cuja estadia eu já tinha pago antecipadamente, porque havia poucos apartamentos disponíveis no momento da reserva. Custou R$ 1597,00 do dia 13 a 18 de junho de 2018. Paguei no Cartão. - Esse hotel, considerado 4 estrelas, fica na parte moderna de Lisboa, longe da “muvuca” de turistas, situado no Parque das Nações, perto da Estação Oriente, Oceanário de Lisboa, Cassino de Lisboa (o maior da Europa) e o Shopping (Centro Comercial) Vasco da Gama. Ficamos no Apto 606, cuja janela dava de frente para a rua principal e o Rio Tejo lá no fundo. Tem dois elevadores. - Tinha uma mesa, cadeira, cama dupla, ar-condicionado e banheiro privativo, sem café da manhã e sem frigobar. Utilizamos o do próprio hotel, junto com outros hóspedes. - Esse foi o hotel mais luxuoso em que estivemos na Europa. Roupa de cama e toalhas trocadas todos os dias. Os funcionários são bem educados, corteses e pertencem à mesma família. Nos deixaram ocupar antes da hora do check-in. Que bom! Precisávamos descansar um pouco. - No saguão da recepção funciona anexo o restaurante, com café da manhã e almoço, mas muito caro. Optamos em fazer todas as refeições fora. Tem também um serviço de lavanderia, mas também é caro. Cada peça custando 4E. - De manhã eu descia, comprava dois copos de café com leite e comíamos os pães de forma com queijo que comprávamos no mercado local. - às 14h caminhamos uns 10 min até o Shopping Vasco da Gama onde almoçamos. Fica em frente à Estação Ferroviária Oriente. Tem quatro andares. No subsolo tem um enorme mercado, semelhante ao Carrefour, onde se compra de tudo e por um bom preço. - Ao lado tem uma loja da Vodafone, empresa de telefonia que funciona em toda a Europa. Comprei dois chips de 10E cada, um pra mim, outro para a esposa, com internet de 4GB, válido por um mês, que a funcionária instalou na hora. Foi uma mão na roda. Serviu para nos comunicarmos quando nos afastávamos por algum motivo e também para utilizar os dados móveis do celular. Utilizei muito o Google Maps para me localizar. Valeu a pena! Tem alguns hotéis que não tem wi-fi. E você pode utilizar em qualquer lugar. No aeroporto de Lisboa tem uma loja, mas nem vale a pena comprar lá, porque vai passar mais de uma hora na fila. - Voltamos para o hotel com duas sacolas de mantimentos comprados no mercado. Alguma coisa deixamos no frigobar do hotel.- Saímos de novo às 17h e fomos fazer o passeio no teleférico de Lisboa sobre as águas do Rio Tejo. - Magnífica paisagem. O passeio ida e volta por adulto custa 5.90E e um sênior (+ de 65 anos) custa 3.35E. Fica no Parque das Nações. Depois caminhamos pela orla, repleta de bares e restaurantes, tomamos um chope, passamos pelo Oceanário de Lisboa, mas não entramos porque a última entrada já havia encerrado (19h). Eram 19.10h. Pena... Não voltamos mais. - Fomos caminhando até o hotel, onde chegamos às 20h, com o sol ainda brilhando. Verão na Europa! DIA 14 JUN 18 (5ª feira): Lisboa - Mosteiro dos Jerônimos/Torre de Belém/Padrão do Descobrimento/Rua Augusta/Praça do Comércio/Castelo de São Jorge. - Todas as atrações acima fizemos no mesmo dia. Todos os ingressos eu já tinha comprado via internet, de modo que enfrentamos pouca fila. - Saímos do hotel ás 7.30h. Caminhamos 5 min até à Estação Oriente, onde pegamos o ônibus 728 (1.80E), que nos deixou 40 min depois na Praça do Comércio, onde começa a Rua Augusta, famosa entre os turistas por causa de suas lojas e de seus restaurantes que servem bacalhoada e bolinhos de bacalhau. - A praça é enorme! De um lado, o Arco da Rua Augusta, do outro o Rio Tejo. Enorme estátua do rei D. José I no centro. Dia festivo, pois tinha começado a Copa de Futebol na Rússia. A praça estava apinhada de turistas. Soube que no jogo de empate de Portugal 3x 3 Espanha a estátua foi seriamente danificada pelos festejos. D. José I perdeu um dedo... (“Um dedo partido. Foi este o resultado negativo do empate a três bolas entre Portugal e Espanha no jogo de estreia da seleção no Mundial de Futebol, que está a decorrer na Rússia. Na Praça do Comércio, em Lisboa, onde está montado um ecrã gigante a transmitir os jogos da competição internacional, adeptos subiram à estátua equestre de D. José I e partiram um dos dedos da figura, confirma a Câmara de Lisboa. Contactada pela Renascença, a autarquia explica que na mão da estátua já faltavam outros dois dedos e que, no restauro de 2012, que custou 500 mil euros, não foram repostos. Agora, aponta a Câmara, o último dedo que D. José I perdeu só será reposto se o original for encontrado. "Caso apareça a peça original em falta será recolocada de imediato, caso contrário não será colocado qualquer elemento sob pena de adulteração.”)” Como eu já tinha pesquisado que era daí que saiam os transportes públicos para o Mosteiro e para a Torre, não perdemos tempo. - Pegamos o Elétrico 15 (ônibus sobre trilhos), 1.85E, que nos deixou meia-hora depois na Parada Belém, todas elas têm um nome e é anunciada por uma voz gravada no interior do ônibus, assim como nos metrôs. - Calor de 35 graus às 13h, entramos no Mosteiro olhando com pena aqueles que estavam na longa fila para comprar os ingressos a 10E (que perda de tempo!), sem nenhuma sombra ou lugar para se abrigar. Sol a pino! - Não há nada pra ver lá dentro, somente uma capela, com alguns bancos, mais nada! Somente a arquitetura para ser admirada. Não valeu meus 10E. Ficamos só uns 20 min e fomos caminhando em direção à Torre de Belém. Bota caminhar nisso! Acho que caminhamos bem uns 50 min. Como íamos pela orla do rio até que foi agradável por causa da brisa que vinha de lá. - No meio do caminho entre o Mosteiro e a Torre fica o Monumento do Padrão do Descobrimento, bem junto do rio. Muito bonito; pelo menos aqui você não paga nada. Tem restaurantes perto, voltados para os turistas, por isso mesmo, caro! - Depois de uma parada continuamos caminhando em direção à Torre, aff! Nenhuma sombra, sol a pino! Muito importante levar o protetor solar nessa época do ano. - Chegamos! A torre é um antigo castelo que servia como proteção contra os invasores antigamente. Hoje serve como atração turística, por isso mesmo cobram 6E a entrada. Passamos direto ao lado da fila para comprar os bilhetes (já tínhamos os nossos), subimos 93 degraus estreitos e íngremes, não é para qualquer um. Tem dois estágios, cada um com uma vista privilegiada dos arredores. Claro que a do topo é a melhor. Dá para avistar o Mosteiro dos Jerônimos, o Padrão do Descobrimento, o rio, só mesmo para dizer que esteve lá. Nada mais interessante! - Ao redor da praça tem um imenso jardim, bem arborizado, com bancos, dá para descansar um pouco tomando água ou refrigerante comprados nos quiosques ali perto, tomar um sorvete e ouvir música dos artistas de rua, que são inúmeros. - Para pegar o Elétrico 15 de volta tem de atravessar um viaduto e pegar do outro lado, pois a mão é única. Quase em frente à Parada Belém tem o lugar onde dizem que fabricam os “verdadeiros pastéis de nata ou pastéis de Belém”. Desistimos de comprar por causa da fila e do calor que fazia. Engraçado que nenhuma loja tem marquise, então haja sol na cabeça! - Descemos na Praça do Comércio, onde todos os turistas se concentram, pois daqui partem todos os transportes (bondes, elétricos, metros, tuc-tuc, táxis) para os diversos circuitos turísticos. Tudo em Portugal é bonito! Tudo limpo, policiado, seguro! - Fomos andando pela Rua Augusta até o final. Ela inicia no Arco do mesmo nome. Pode-se subir pagando uma pequena quantia. A rua é ladeada por lojas, quiosques, bares e restaurantes. Aqui nós comemos os pastéis de nata, que eu não gostei: é doce, molenga e com gosto de canela, além de ser caro. Gostei foi dos imensos bolinhos de bacalhau (4E) acompanhados de uma cervejinha bem gelada sentado numa mesa com toldo bem no meio da rua, que é exclusiva de pedestres. Multidão de turista indo e vindo... idiomas que eu nunca tinha ouvido... gente bonita... - No meio da Rua Augusta (perguntando e seguindo o Google Maps) tem uma viela que leva até os elevadores para chegar ao alto do Castelo de São Jorge, única atração que eu não tinha comprado. Esses elevadores (grátis) são utilizados pela comunidade, para evitar a subida da colina, que é bem alta. Tem transportes (bondes, ônibus, tuc-tuc, etc) que levam até lá, mas preferimos ir caminhando, porque tudo tem de enfrentar fila (sem abrigo) e o sol estava de lascar. - Na bilheteria compramos os ingressos para visitar o Castelo dos Jerônimos (8.50E adulto e 5.50E sênior). Por causa de sua localização no alto de uma das sete colinas de Lisboa, a vista é magnífica. Ficamos pouco tempo, aproveitamos para ir ao banheiro, tomar uma Coca-Cola e descer até um mirante chamado Santa Luzia.Na Praça Martins Muniz pegamos o ônibus 728 até à Estação Oriente, onde chegamos às 21.40h. Entramos no shopping Vasco da Gama (só fecha à meia-noite), compramos alguma coisa no Mercado Continente e caminhamos até o hotel. Nunca andei tanto a pé na minha vida! - Aqui meu celular estava descarregado! Que pena! DIA 15 JUN 18 (6ª feira): Lisboa - Chegada de minha filha Aline, o marido alemão, Sebastian/ Mercado da Ribeira/ Baixa/Chiado - Depois do café fomos até uma lavanderia self-service próxima, onde lavamos toda a roupa suja. - Deixamos tudo no hotel e rumamos para o shopping, nosso local de encontro. A Estação do Oriente, onde Aline e o marido desembarcaram do comboio (trem) fica bem em frente. Vieram de Braga, pois a Universidade onde ela estuda está em recesso de uma semana. Depois das apresentações (o Sebastian só fala o inglês além do alemão), seguimos para um restaurante típico português o “You and Me”, situado na Av D. João II, bem próximo ao nosso hotel. Comemos uma bacalhoada, acompanhada de uma garrafa de vinho. - Na Estação do Oriente pegamos o metro (metrô) e descemos na Estação do Rossio, que é a mais profunda de toda Lisboa. São 4 lances de escadas rolantes bem íngremes. - Passeamos um pouco pelo bairro Chiado; no Restaurante “A Brasileira” tomei um café, paguei “mico” tirando foto ao lado da estátua do poeta português Fernando Pessoa. Muito brasileiro, MPB, samba, cerveja, muita gente. - Fomos descendo (o centro de Lisboa é cheia de ladeira) em direção ao Mercado da Ribeira. É rodeado de restaurantes, cada um com um tipo de comida. No meio havia um telão para os frequentadores assistirem os jogos da Copa. Calhou que estava sendo transmitido o jogo Portugal 3 x 3 Espanha (três gols de R7). Comemos sardinhas fritas, bolinhos de bacalhau, vinho e cerveja e retornamos à Estação do Rossio, onde pegamos o metro de volta às 21.30h. Cada um pro seu hotel. DIA 16 JUN 18 (sábado): - Sintra/Palácio das Penas/Castelo dos Mouros/Cabo da Roca/Cascais - Pegamos o comboio (trem) para Sintra na Estação do Oriente às 8h. São 16 estações depois e é o ponto final. Leva 1h de viagem. - Junto à Estação de Sintra tem ponto de ônibus para levar até o Palácio das Penas e o Castelo dos Mouros. Palácio (usado como moradia). Castelo (fortaleza e defesa de um lugar). - Pegamos o ônibus 734 e paga-se a ida (subindo) e a volta (descendo) diretamente com o motorista, importante não perder o recibo. Na entrada do Palácio das Penas é necessário comprar outro ticket para embarcar num pequeno ônibus que faz o restante da subida (4E ida e volta) ou subir a pé, muito esforço. Visitamos um, depois o outro, as fotos falam por si. Entramos às 10h e saímos às 13.30h. Valeu a pena. De volta à Sintra procuramos um lugar para almoçar e encontramos o Restaurante “Apeado”, afastado da estação, onde os restaurantes são mais caros. Almoçamos sardinhas assadas, batatas cozidas, salada, dois chopes e um refrigerante por 20E. Em Sintra é muito bom para comprar lembranças, bem mais barato do que em Lisboa. Pegamos um ônibus até o Cabo da Roca, 30 min dali, considerado o ponto mais ocidental de toda a Europa, sendo seus principais marcos o farol e uma cruz com as latitudes e longitudes incrustadas numa placa de bronze. - Fazia frio e ventava muito (desaconselhável mulheres usarem vestido). Nós tínhamos levado agasalhos nas mochilas. Não demoramos e pegamos o ônibus de volta até Cascais. - Cascais é um município bucólico, poucas ruas, muito arborizado, pouco carro, pouca gente. Suas praias são calmas, areia branca, muita gente tomando sol ou jogando vôlei. Muitos, mas muitos quiosques de venda de souvenirs e lembranças. Comprei muita coisa. - Pegamos o último ônibus, o 417, na Rodoviária e descemos na Estação de Sintra Portela, onde pegamos o trem de volta à Estação do Oriente. - Chegamos às 21.30h, entramos no shopping Vasco da Gama, lanchamos, compramos alguma coisa no Mercado Continente e rumamos para o hotel. DIA 17 JUN 18 ( domingo): Lisboa - Shopping Fórum Almada/Cacilhas/Cais do Sodré/Mercado da Ribeira - Era nossa intenção conhecer o Outlet Freeport de Lisboa (o maior da Europa), em Alcochete, mas erramos o caminho por causa do congestionamento em atravessar a ponte Vasco da Gama num domingo. Fomos parar no Fórum Almada, depois de utilizar, metro, trem e ônibus. Informações erradas. - Esse shopping fica na outra margem do Rio Tejo, bem comum, lojas caras. Só almoçamos e retornamos para Lisboa. Pegamos um ônibus até Cacilhas, município do outro lado do rio, onde pegamos um ferryboat para atravessar e descer no Cais do Sodré. Entramos no Mercado da Ribeira, assistimos o final do jogo Brasil 1 x 1 Suécia, caminhamos até à Praça do Comércio, onde os brasileiros e portugueses faziam festa por causa do jogo. - Pegamos o ônibus 728 e descemos na Estação do Oriente. Entramos no shopping Vasco da Gama e retornamos para o hotel. Fomos dormir às 23.30h arrumando as bagagens para deixar o hotel, rumo à cidade do Porto amanhã! DIA 18 JUN 18 (2ª feira): PORTO - Por-do-sol no Porto/Vila Nova de Gaia - Nós quatro pegamos o comboio (trem) para a cidade do Porto às 8h. Confortável, parece um avião. Velocidade de 200 Km/h. Chegamos às 10.10h na Estação São Bento. Aline e Sebastian seguiram para Braga e nós rumamos para o iStay Hotel arrastando as malas, pois não compensava pegar um táxi. Cerca de 10 min da Estação. Fizemos o check-in e nos instalamos no Apto 503. Confortável, banheiro privativo, janela para a rua principal, wi-fi, café da manhã excepcional, funcionários cortezes e simpáticos. Ao lado do hotel tem padaria, farmácia, restaurantes, lojas diversas. - Almoçamos num restaurante próximo chamado “Companhia dos Cachorros”, cujo dono é um brasileiro de nome Cesário e toda uma equipe de brasileiros também. Dois ambientes, dentro e fora. Preferimos almoçar no ar-condicionado, pois estava muito quente, mais do que em Lisboa. - Retornamos ao hotel, antes comprando frutas, água e suco, pena que o hotel não disponibiliza frigobar. No saguão tem aquelas máquinas automáticas que você insere moedas e escolhe refrigerantes e salgados. De modo que você sempre vai poder comprar um suco ou refrigerante gelado, não muito caro. - Descansamos até às 19h, então saímos para admirar o por-do-sol no Rio D'Ouro, no bairro Jardim do Alto, em Vila Nova de Gaia, do outro lado do rio. - Fomos caminhando seguindo o Google Maps, atravessamos a ponte D. Luis I, onde também passa uma linha do metro. Começava a escurecer, o espetáculo é grandioso. Difícil saber o melhor ângulo para fotografar, todos são bonitos, ainda mais com um céu limpo, sem nuvens, sem chuvas, aliás não choveu desde que saímos do Brasil. Retornamos a pé ao hotel às 23h, antes comprando frutas, sucos, queijo e água. DIA 19 JUN 18 (3ª feira): PORTO -Livraria Lello, Shopping Via Catarina, Vila Nova de Gaya - Depois do café, fomos caminhando até a Livraria Lello, considerada a mais bonita da Europa e onde, diz que, a escritora dos livros de Harry Potter se inspirou. Tinha uma pequena fila para comprar os ingressos a 3E por pessoa. Ficamos pouco tempo, nada demais, só a curiosidade. - Fomos caminhando até o Shopping Via Catarina, na rua do mesmo nome, onde também fica o Café Majestic, famoso pela variedade de comida portuguesa. Almoçamos num self service do shopping e retornamos ao hotel, onde descansamos até às 19h. Calor, calor.. - Saímos e na Estação São Bento pegamos o metro para Vila Nova de Gaya, do outro lado do Rio D'Ouro, onde entramos no Centro Comercial (shopping) El Corte Inglês, que tem cinco andares de lojas de departamento, muito chic e muito caro! Pegamos o metro de volta e saltamos na Estação Jardim do Alto. Já eram 20h e o sol ainda brilhava. Cruzamos a pé a ponte e descemos na Ribeira, junto à orla do rio, cheio de bares e restaurantes e muitos, mas muitos turistas. - Num restaurante com mesas e cadeiras do lado de fora jantamos muito bem, e retornamos ao hotel às 23h a pé. Tranquilidade, sem pedintes, sem mendigos, muita gente nas ruas... DIA 20 JUN 18 4ª feira): PORTO - City tour pela cidade - Passeio no ônibus hop on hop off (turisbus) da linha Azul às 9.30h. Custa 18E por pessoa, incluindo o passeio de barco pelo Rio D'Ouro. Esse é o mais barato. Os das linhas Vermelha e Amarela fazem o mesmo itinerário, mas inclui uma visita com degustação de vinhos nas adegas do Porto. O bilhete dá a opção de descer em qualquer ponto de interesse e pegar os outros ônibus da mesma linha que passam depois, com intervalos de 30 minutos. Passa pelo Centro Histórico, a parte moderna e contorna a orla do Rio D'Ouro. - Nesse primeiro dia descemos no Porto da Ribeira, do outro lado do rio e embarcamos no barco para fazer um passeio de 50 min. Muito interessante, ele vai até a foz do rio. - No retorno, atravessamos a ponte e fomos almoçar na orla do rio, bairro da Ribeira, onde comemos bacalhau assado. Todos os restaurantes dispunham de TV com a transmissão dos jogos da Copa da Rússia. Retornamos ao hotel caminhando. DIA 21 JUN 18 (5ª feira): PORTO - Torre dos Clérigos, Matozinhos - De manhã caminhamos pela Rua Santa Catarina, a mais famosa do Porto, até o Shopping La Vie, um pouco depois do Shopping Via Catarina. Nesse shopping tem uma lavanderia self-service no 1º andar, onde lavamos nossas roupas. Fica quase em frente a Estação do Bolhão, cujo mercado de frutas, legumes e comidas regionais, fica bem em frente. - Depois de guardar as roupas no hotel fomos caminhando até à Torre dos Clérigos, ponto mais alto do Porto. Pagamos 5E cada para subir 200 degraus muito íngremes e estreitos até o topo, de onde tiramos várias fotos. Bem ao lado tem o símbolo da cidade estampada em letras. - Caminhamos até o ponto do ônibus Azul, mostramos nossos bilhetes e embarcamos para fazer o restante do tour. Na altura do Rio D'Ouro descemos e fomos caminhando no sentido contrário do ônibus até chegarmos em Matozinhos, 1h depois. Esse município fica em frente a uma praia muito grande. Fotografamos muito e retornamos ao Porto num ônibus de linha, o 500, 1.85E. Jantamos num self service num restaurante japonês bem em frente ao hotel. DIA 22 JUN 18 (6ª feira): PORTO À BRAGA - Viagem no “trem-bala”, chegada de minha filha Aline, Santuário de Bom Jesus de Braga - Depois do café da manhã, fizemos o checkout no hotel e fomos caminhando até a Estação São Bento, arrastando nossas malas. Compramos os bilhetes, 3.85E cada e embarcamos no trem rumo à Braga, que saiu às 9.30h. - Chegamos em Braga às 10.50h. Pegamos um táxi e alguns minutos depois estávamos na Pousada “Meu Cantinho”, na Rua 25 de Abril, 234, 5º andar. Diária de 15E num quarto bem espaçoso, com TV, mas sem ar-condicionado e ventilador. Fazia muito calor, ainda bem que a janela dava para uma sacada, que refrescava um pouco. O banheiro era compartilhado com outros hóspedes, inclusive alguns brasileiros. Podia-se usar também a cozinha e a geladeira para guardar alguma coisa. - às 13h fomos caminhando até o centro e na Praça Principal, com inúmeros bares e restaurantes almoçamos uma “francesinha”, prato típico português, assistindo num telão o jogo Brasil 2 x Costa Rica. Aqui também tinha muitos brasileiros com a camisa da Seleção. Era época de São João e a cidade estava toda enfeitada e com várias apresentações e desfiles escolares e de outras entidades. - Um pouco depois se juntaram a nós minha filha Aline e o marido Sebastian. Aline já terminou seu mestrado aqui na Universidade de Braga e retornará à Frankfurt junto com o marido. - Caminhamos até a Rodoviária de Braga, onde pegamos o ônibus nº 2 até o Santuário de Bom Jesus, uns 20 min depois. Como a igreja do Santuário fica numa colina pegamos um funicular (bondinho) até o alto. Tem a opção de subir as escadas também... - Entramos na igreja, fomos ao banheiro e lanchamos num dos restaurantes. A vista é muito bonita daqui de cima. Descemos pelas escadarias e já em Braga entramos no Mercado “Pingo Doce”, onde compramos alguma coisa e retornamos ao hotel. Não saímos mais, cansados! DIA 23 JUN 18 (sábado): BRAGA - Festejos de São João, Catedral Sé de Braga - Toda a cidade em festa pelos festejos de São João, assim como em todo Portugal. - Depois do café visitamos a Catedral da Sé e o museu histórico da igreja, onde está guardada a cruz de ferro, utilizada para rezar a 1ª missa no Brasil pelos portugueses. A entrada custa 4E por pessoa. Caminhamos muito sob o forte calor, as lojas não tem marquises. Almoçamos em frente ao hotel. - À noite encontramos com Aline e Sebastian e jantamos uma comida típica portuguesa, com duas garrafas de vinho tinto do Porto, num restaurante chamado “Velhos Tempos”. Eu comi uma bacalhoada à moda do Porto. Retornamos ao hotel às 23h. DIA 24 JUN 18 (domingo): BRAGA - Despedidas - Depois do café passeamos no centro e almoçamos por lá. Voltamos ao hotel e começamos a arrumar as malas para viajarmos para Barcelona amanhã. - Jantamos na casa em que Aline se hospedava, eles mesmos fizeram a comida. O Sebastian me presenteou com três cervejas típicas alemãs, mas eu tinha pego uma forte gripe, tossia muito, o peito e pulmões doíam. Nem aproveitei, pena...! Nos despedimos e ficamos de nos encontrar em Paris. Amanhã iremos para Barcelona e eles para Frankfurt. No caminho parei um taxista e pedi o telefone da Central de Táxis. Me deu um cartão. - Fomos dormir à 1h da manhã (tentamos). DIA 25 JUN 18 (segunda-feira): BARCELONA - Voo pela Rayanair, Praça Cataluña, Las Ramblas, Mercado La Boqueria, Carrefour - Às 3h da manhã liguei para o serviço de rádio-táxis pela Vodafone (ainda bem que o chip me serviu muito bem!). Descemos com as malas e o taxista nos levou até à Rodoviária de Braga e o primeiro ônibus que vai até o Porto acabara de encostar. Braga não tem aeroporto, de modo que é preciso ir até o Porto. Pagamos diretamente ao motorista 5.95E cada. Ele sai às 4h em ponto, o próximo só uma hora depois! Teve gente que não conseguiu embarcar porque chegou muito em cima da hora e os assentos já estavam completos. Cuidado, se for fazer essa mesma jornada. Chegue cedo!!! - Sob uma garoa fina e ainda escuro, o motorista dirigia devagar e cuidadosamente. Névoa úmida, quase não se enxergava nada... fazia um pouco de frio essa hora... - Uns 40 min depois chegamos ao aeroporto, retiramos as malas do bagageiro e nos encaminhamos para o check-in. O aeroporto é enooorme! Precisa ficar bem atento aos avisos dos painés luminosos. Todos os passageiros, independentemente de Companhia Aérea tem de passar por um portão munidos já do voucher ou cartão de embarque com o código de barras para poder passar nas catracas. Eu já tinha separado as nossas reservas, de modo que não tivemos nenhum contratempo. - Depois de passarmos enfrentamos uma fila imensa, que fazia caracol, para revista de bagagens e controle de passaportes. Até que foi rápido, pensei que fosse perder meu voo da Rynair previsto para às 6.30h. Ainda deu tempo de tomar café. Nosso voo ainda não estava anunciado nos letreiros. Um pouco depois apareceu o aviso de qual portão iria decolar. - O avião saiu às 6.30h em ponto (já tínhamos comprado essa passagem há bastante tempo, via online, diretamente com a Ryanair). Chovia um pouco e fazia frio. Tínhamos os agasalhos conosco... - Chegamos em Barcelona (Espanha) às 8.20h, hora local, uma hora a mais que Braga (Portugal). Na saída do aeroporto, não teve check-in e embarcamos no ônibus Aerobus, cor azul, bem em frente. Dentro dele tem bagageiros para o transporte de malas. Pagamos diretamente ao motorista 5.90E cada um, talvez fosse até melhor pegar um táxi; aqui em Barcelona comecei a sentir a diferença dos preços, muito maiores do que em Portugal. - Meia-hora depois chegamos ao terminal, Praça Cataluña, que eu já tinha plotado no meu Google Maps em casa e vi que dali seriam uns 15 min a pé até o hotel. Na Praça Cataluña começa as “Ramblas”, calçadão, ladeado por avenidas de ida e vinda, com o metro passando por debaixo. Alguns anos atrás um grupo de terroristas do Estado Islâmico atropelou e matou muita gente nesse calçadão. Fomos arrastando nossas malas, esbarrando na multidão de turistas que passeava nesse lugar. - Fizemos o check-in no Hotel Peninsular, reservado pelo Booking. Com, mas não pudemos subir, só liberam os quartos às 15h. Ainda eram 10h!!! Deixamos as malas no depósito, junto com outras tanto e fomos passear nas Ramblas, que é uma alameda bem arborizada, dia bonito, sol sem nuvens, mais fresco do que em Portugal. Caminhamos então para o sentido inverso, isto é, para o seu final, onde tem uma imensa torre de 50m de altura, com a estátua de Cristóvão Colombo no cimo. Aqui se concentram os artistas de rua, a maioria “estátuas vivas”, outros caricaturistas e alguns cantando ou tocando. Tirei foto com um deles que imitava um cowboy do velho oeste. - Em frente ao final das Ramblas descortina-se o mar, de incríveis águas azuis. Daqui partem barcos para fazer turismos diversos, muito caro! A paisagem aqui é incrivelmente bela. Como ainda tínhamos tempo resolvemos almoçar no shopping Maremagnum do outro lado da baía, que se atravessa sobre uma ponte móvel de madeira, que se abre e se fecha em determinadas horas para a passagem de algum barco. - O Shopping ainda estava abrindo suas lojas, demos uma olhada nos preços dos menus e desistimos de almoçar: absurdamente caro, assim como em toda Barcelona, pelo menos nos locais próximos das atrações turísticas. - Caminhamos de volta pelas Ramblas e na metade do caminho, do outro lado da rua, tem o famoso Mercado “La Boqueria”, com vendas de todo tipo de comidas, frutas, salgados, etc. A comida aqui também é cara e apinhado de turistas. Desistimos e fomos almoçar num restaurante turco perto de nosso hotel. Comida horrível e cara! Só um refrigerante saiu ao preço de R$ 10,00 (já convertidos) - Entramos no quarto precisamente às 15h. Ficamos no 4º andar. O hotel é muito grande, saguão sempre cheio de turistas para aproveitarem o wi-fi, que não é disponibilizado nos quartos. Nosso quarto tinha uma pequena mesa, cadeira, cama dupla, ar-condicionado, chuveiro elétrico, limpeza impecável, troca de roupa de cama e toalhas todos os dias, mas...SEM TV! E eu que gosto de dormir assistindo alguma coisa... - Descansamos um pouco, trocamos as roupas, colocamos bermudas e fomos caminhar nas Ramblas, dessa vez em direção à Praça Cataluña. Entramos no Mercado Carrefour, bem pequeno, mas com os preços muito alto. Compramos água e suco e retornamos ao hotel às 22h. Ainda não tinha anoitecido por completo. Não saímos mais. DIA 27 JUN 18 ( terça-feira): BARCELONA - Sagrada Família e Monastério de Monserrat - Depois de perguntar qual o melhor meio de chegar à Catedral da Sagrada Família, cujos ingressos eu já tinha comprado via internet, fomos caminhando até à Estação de Metro “Paral-El”, 15 min do hotel, para não ter de fazer baldeação; quase na frente do hotel tem a Estação “Liceu”. No dia anterior compramos um bilhete de 10 viagens nas máquinas automáticas dessa estação, por 10E. Pode-se usar o bilhete para dois. Passa um, depois o outro com o mesmo, até esgotar os créditos. - Nosso horário no voucher estava marcado para às 9h, nem tomamos café no hotel para não chegarmos atrasados, não sabíamos quanto tempo levava o metro, se pegaríamos o certo e se desceríamos na estação correta. - Pensa num cara ansioso... o metro só levou 10 min para chegar na Estação Sagrada Família. No metro tem letreiros e uma voz gravada diz qual é a próxima estação. - A Catedral é uma obra incrível, projetada pelo arquiteto catalão Antonio Gaudi, ainda não está terminada... mas o visual é impressionante. Parece coisa de ficção científica. E você pensa que vai encontrar algo escuro e claustrofóbico no seu interior? Pelo contrário, um grande salão bem iluminado por vitrais, onde há vários bancos e um altar para os fiéis assistirem as missas que aí são celebradas. - Ficamos só meia-hora e fomos tomar café num dos vários quiosques espalhados na praça em frente, onde também funciona uma bilheteria para vendas das diversas atrações de Barcelona. - Como não tínhamos nada programado para este dia resolvi comprar o bilhete de ida e volta para o Monastério de Monserrat, que eu já tinha feito buscas pelo YouTube, Google e muitas dicas aqui neste site. Achei que deveríamos aproveitar a oportunidade. - Trata-se de um templo de monges situado no alto de uma montanha, cerca de 1h de Barcelona, de trem. Comprei dois bilhetes ao preço de 35E cada, já incluída a passagem do metro ida e volta, a cremalheira (trem que sobe a serra) e se pega na Estação Monistrol-Monserrat, o funicular, que vai desde o Monastério até o alto do promontório (mirador) e mais o audio-visual, que nem utilizamos. - Aqui também entupido de turistas, visual muito bonito, difícil de descrever. Para entrar na igreja e ver a Santa Morenita, como é chamada por causa de sua cor, forma-se uma grande fila, esperamos entardecer e entramos tranquilamente, já não havia tanta gente. - Retornamos às 17.30h, antes almoçamos num dos restaurantes do lugar, comida boa e barata. Fizemos todo o mesmo trajeto de volta, só que descemos na Estação Praça de Espanha, para fazer baldeação, onde pegamos o metro L8 e saltamos na Estação Barcelona Santz, a fim de fazer um reconhecimento prévio de nossa viagem até Paris dia 29, de onde saía, etc. Apesar de toda essa precaução, no fim alguma saiu errado e perdi dinheiro! Conto adiante... nem gosto de relembrar! - Pegamos o metro de volta e descemos na Estação Liceu, bem perto de nosso hotel, 5 min, utilizando o bilhete de 10 viagens. - Minha gripe piorava, comprei Ibuprofeno e um xarope, pois eu tossia muito, os pulmões cheios, chegava a assoviar. Não aliviou nada, fiquei preocupado. DIA 27 JUN 18 (quarta-feira): BARCELONA - Bairro Gótico, Catedral da Sé, Casa Bathló e Casa Mila, Plaza España, Palácio de Montjuic, Shopping Arena de Barcelona. - Logo depois do café no hotel fomos até uma lavanderia self-service e lavamos toda a roupa suja, pois viajaremos amanhã para Paris. 1E o sabão, 1E o amaciante, 4E para lavar e 4E para enxugar. Vale muito a pena! - Depois de guardarmos a roupa no hotel, saímos para tentar comprar algum antibiótico numa farmácia perto, mas não vendem sem receita médica, assim como no Brasil. Eu estava desconfiado que estava com bronquite. Quase uma semana tomando remédios por conta própria, sem tomar mais nenhuma cervejinha e só piorando. Deram-me o endereço de um médico que atendia em seu consultório e não cobrava muito. Ficava a poucas quadras dali. Com o auxílio do Google Maps encontramos o local, mas o médico tinha encerrado já o seu turno da manhã. Eram 13.30h. Só reabriria às 17.30h. - Entramos num Hospital de Emergência Médica próximo e a funcionária me perguntou se eu tinha o Seguro Viagem. Disse que sim, me deu uma senha e disse que seria descontado o valor de 244 Euros no meu cartão de crédito (quase 1000 Reais) e que era para eu acionar o Seguro depois para poder receber ou então ligar para eles autorizarem o procedimento. Naõ consegui ligar nem do celular, nem do telefone convencional do hotel, embora estivesse com três números diferentes. Esse Seguro foi feito pelo Mastercard, quando da minha compra de passagem aérea para Lisboa. - Conclusão: não recebi atendimento! - Pra “fazer hora” caminhamos até o Bairro Gótico, com arquitetura barroca em seus prédios, assim como a Catedral de Barcelona, cheia de turistas, não entramos, a fila era grande e o sol estava a pino. Fomos caminhando em direção à Casa Batlhó e Casa Milá, passando pela Plaza Cataluña. A Casa Milá, também conhecida como La Pedrera, é um edifício desenhado pelo arquiteto catalão Antonio Gaudi e construída entre os anos 1905 e 1907. Está situada no número 92 do Passeig de Gràcia no bairro Eixample de Barcelona. A Casa Batlló é um edifício modernista, mais precisamente modernista catalão, concebido também pelo arquiteto Antonio Gaudi. Fica ao lado da Casa Milá. - Às 17.30h voltei ao consultório indicado pela farmácia. Toquei a campainha e subi as escadas até o primeiro piso. Consultório bem simples, esperei duas pessoas que estava na minha frente. Atendimento rápido. - O Dr Segundino Soley é um senhor já de seus cinquenta e poucos anos, simpático, competente! Não perdeu tempo... auscultou meu coração, pulmões, mediu a pressão, oxigenação, RX dos dois pulmões e constatou que eu estava mesmo com bronquite, mas me tranquilizou dizendo que isso não impediria de eu continuar minha viagem. Graças a Deus! - Ao final cobrou somente 15E! Saí com uma receita de Amoxilina 500 mg, Prednisona 10 mg e um xarope para quando tivesse acesso de tosse. Melhorei como passe de mágica! Somente uma restrição: não fazer uso de álcool (cerveja, vinho, etc) enquanto durasse o tratamento de 10 dias! Putz, pleno verão europeu! Mas a saúde vem primeiro, não vou morrer por isso... - O consultório do Dr Solis, se um dia alguém precisar é: Rua Om, nº 20, próximo à Estação Paral-El, junto às Ramblas. - Saímos dali e pegamos o metro na Estação Paral-El até à Estação Plaza España, para visitar o Palácio de Montjuic. Tudo aí é bonito: a praça, o shopping Arena de Barcelona bem em frente, o palácio, que é grandioso e fica no alto de um promontório, com escadas rolantes para acessar. Muito turista, apresentação de artistas de rua, às 21h show das águas (iluminação das fontes artificais que ladeam a rua de acesso ao palácio). Assistimos do terraço do shopping, onde jantamos e assistimos o final do jogo Brasil 2 x 0 Sérvia. - Numa farmácia perto comprei o medicamento prescrito pelo Dr Solis, muito barato, sem burocracia. A tosse e a coriza começaram a diminuir. Passou a opressão no peito. Respirei aliviado! DIA 28 JUN 18 (quinta-feira): BARCELONA - Parque Güell e Arco do Triunfo - Depois do café no hotel pegamos o metro L3 com destino à Estação Valcarcca, 20 min da Estação Liceu, sem baldeação. O sol às 8.30h da manhã estava de rachar! Seguindo o Google Maps e informações de transeuntes, conseguimos chegar ao parque depois de subir muita ladeira, ainda bem que em algumas tinha escada rolante. - Na Praça Cataluña tem um ônibus que leva até lá, mas preferimos o metro por causa da Estação bem próxima do hotel. O Parque Güell é um grande parque urbano com elementos arquitetônicos situado no distrito de Gràcia da cidade de Barcelona, na vertente virada para o Mar Mediterrâneo do Monte Carmelo, não muito longe do Tibidabo. Projetado por Antonio Gaudi em 1900. - Chegamos ao parque às 9h. Custou 7.50E adulto e 5.25E sênior. Nosso ticket estava marcado para às 9.30h, mas deixaram entrar assim mesmo. Oh, decepção! Sem querer menosprezar a obra de Gaudi, o parque em si é um conjunto de prédios com pedaços de azulejos encravados em sua superfície. Diferente, mas nada demais! Ficamos só uns 20 min. Do lado de fora muitas lojas de souvenirs, caríssimos. - Ladeira baixo agora, muito calor, lá fomos nós para pegar o metro em outra estação chamada Lesseps, uma antes (ou depois) da Valcarcca. Atravessamos a grande e larga avenida para aproveitar a sombra dos prédios, entrando em algumas lojas para comprar souvenirs bem mais barato por aqui. - Aproveitamos para comprar mais uma mala média, pois fomos adquirindo tanta coisa que necessitaríamos de mais uma mala. Até que não foi cara e muito bonita. - Entramos no metro e 30 min depois estávamos no hotel onde guardamos as tralhas e rumamos para o Arco do Triunfo de Barcelona (que é uma réplica do Arco do Triunfo de Paris); fica bem na saída da Estação do mesmo nome, no começo de uma grande alameda, com bancos e muita sombra. Também só tem isso para ver. Almoçamos por lá mesmo, bem mais barato do que nas Ramblas. Compramos bastante souvenirs, também mais barato e pegamos o metro de volta ao hotel. Saltamos na Estação Liceu. - Não saímos mais, fomos organizar as malas para a viagem de amanhã à Paris, última etapa! DIA 29 JUN 18 (sexta-feira): BARCELONA/PARIS - Único erro cometido na viagem e que custou caro... - Acordamos cedo, fizemos o check-out no hotel, pedimos um táxi que chegou 10 min depois. Corrida cara, motorista de mau humor, cobrou 20E e depois de meia-hora estávamos na Estação Barcelona Santz para embarcar às 9.20h com destino à Paris. Essa estação parece um aeroporto de tão grande, com muitas lojas Duty Free e trens saindo com vários destinos internacionais. Aqui cometi um erro trágico que me custou muito dinheiro. Quando comprei a passagem via internet eu sabia que teria de comprar para a Gare (Estação) de Lyon, que fica no centro de Paris. Não sei porque, comprei como destino à Gare Lyon Part-Dieu, pensei que era a mesma coisa por causa do nome Lyon e quando desembarcamos estranhamos o lugar, que nem de longe parecia o que nós sabíamos sobre Paris, embora nunca estivéssemos lá alguma vez. Parecia mais um subúrbio qualquer. - No ponto de táxi, ao chegar a minha vez dei o endereço do hotel ao motorista, que surpreso disse que o endereço era em Paris. Ué, ali não era Paris? Ele explicou que eu estava na cidade de Lyon e teria de pegar outro trem para ir à Paris, pois de táxi seriam mais de cinco horas. - Comecei a ficar nervoso pensando que talvez eu tivesse de pernoitar ali e não conseguisse comprar passagem para o mesmo dia, ainda mais num calor daqueles! - A estação é um burburinho! Muita gente embarcando, desembarcando, malas, pessoas, quiosques, bilheterias, placas luminosas anunciando os trens que chegam e os que partem... onde me informar? - Tinha um balcão de ajuda e graças a Deus um rapaz que falava o espanhol me ajudou com as informações onde eu poderia comprar os bilhetes e qual o destino. - Entrei numa fila na bilheteria ao lado, comprei as passagens certas com cartão de crédito (nem vou dizer quanto foi!) e meia-hora depois embarcamos, desta vez rumo à Paris mesmo! - O trem TVG corria a uma velocidade de quase 300Km/h. Eu estava de mau humor... nem apreciava a paisagem que se descortinava pelas janelas panorâmicas do vagão. Ainda bem que tinha ar-condicionado porque o calor era sufocante. - Chegamos em Paris (Gare de Lyon) às 15h. O calor continuava... a estação é enorme! Multidão de viajantes! Foi difícil até para achar a saída (sortie)... a partir desse ponto comecei a colocar em prática o que tinha aprendido do idioma francês. - Bem em frente à saída fica o ponto dos táxis. Já tinha uma fila grande, demoramos quase 1h para conseguir entrar num, embaixo do sol, não havia árvores ou marquises. Nenhuma sombra, nem dos prédios em volta porque o sol estava a pino. Meu mau humor aumentava... não conseguia relaxar. - Finalmente chegamos ao último hotel da viagem: o “Palace Hotel”, que de “Palace” só tem o nome: Caro! Pagamos 400E para 5 noites, sem ar-condicionado, sem café da manhã! Banheiro pequeníssimo! Box do chuveiro cercado por cortina e tão pequeno que nem dava para mudar de posição dentro, senão você saía. Tivemos de dormir com a janela (a única) aberta, mesmo assim o calor continuava. Salvou a TV, a cama (boa) e a cordialidade de todos os funcionários, que são todos parentes, além da localização, próximo ao bairro Montparnasse, estação do metro e ônibus a uns 10 min (Strasbourg-St Denis), vários restaurantes próximos, mercados e padarias, KFC e McDonald's. Fica no 10º arrondissemant (distrito), entre a Gare del Norte e Gare de L'Este, de onde partem os trens internacionais também. - Nesse primeiro dia, após o chek-in às 15h no hotel, nos acomodamos e descansamos um pouco, saindo às 19h para jantar num restaurante próximo. O sol nessa época do ano só se põe às 22h! É comum encontrar centenas de pessoas sentadas em algum barzinho só “jogando conversa fora”, bebendo, fumando, simples prazer de não fazer nada, esperando anoitecer para voltarem às suas casas. - Paris me surpreendeu de todas as maneiras: povo educado, amável, nenhuma pessoa se recusou a nos ensinar alguma direção ou onde pegar algum transporte; o sistema de metro é complicadíssimo: cada gare (estação) tem várias saídas e várias entradas, setas para um lado, para outro, para cima, para baixo. Extensos túneis em que você erra até a saída. Foi uma terrível experiência. - a arquitetura dos prédios é muito bonita, não tem arranhas-céu, mesma cor, mesma altura, tudo segue o mesmo padrão. Ruas e avenidas muito arborizadas e largas, não tem congestionamento de trânsito. Os ônibus são novos e modernos. Os táxis não param se você fizer sinal. É preciso pedir através de um aplicativo, por isso mesmo, muito seguro. Não tem piratas. Não vi, ouvi ou li qualquer coisa a respeito dos pickpockets (batedores de carteira). - Tudo em Paris é caro; o cafezinho custa 2,50E (mais de 10 reais), o refrigerante 4,50E (mais de vinte reais), a refeição mais barata custa 11,89E (quase 50 reais). Eu e minha esposa só almoçávamos, mesmo assim dividindo o mesmo prato, pois vêm bem servidos. À noite, quando voltávamos, fazíamos lanche no quarto, antes entrávamos num mercado próximo e comprávamos baguete, queijo (barato) e algum suco ou refrigerante (mais barato do que nos restaurantes). Muitas vezes levava alguma coisa do KFC. DIA 30 JUN 18 (sábado): PARIS - Museu do Louvre, Parada LGBT, Chegada da Aline, marido e sogros - Compramos a entrada do Louvre (15E) também via online. Antes de entrar é preciso ir na Agência de Viagens Paris City Vision, bem próxima ao Museu e pegar os bilhetes impressos mostrando o recibo de compra. Fomos a pé saindo do hotel, caminhando uns 40 min. Como nosso bilhete estava agendado para a tarde, decidimos fazer antes o city tour que já tínhamos comprado junto com a entrada do Louvre. Ponto em frente à Agência Paris City Vision. Só que não deu certo. Logo depois que o ônibus saiu foi impedido de continuar devido à uma parada LGBT bem em frente ao Museu. Parou todo o trânsito, tamanha era a multidão que desfilava ou simplesmente assistia. Não teve jeito. Desembarcamos do ônibus e fomos caminhando para o Louvre, controle rigoroso de bolsas e mochilas. A fila para comprar ingresso na hora não estava muito grande. - O Museu do Louvre é imenso. Grandes corredores, as obras separadas por andar. No 1º andar ficam as esculturas, sendo a principal a “Venus de Milo”. No 2º andar ficam as pinturas, sendo o quadro mais famoso, claro, a “Mona Lisa”, pintado pelo artista italiano Leonardo da Vinci. É um quadro pequeno, cores esmaecidas, dentro de uma redoma de vidro a prova de balas e cercado por uma corda, de modo que os visitantes só chegam até uns dois metros do quadro. Cada espaço em frente é disputado para as inúmeras fotografias e “selfies”. Como fomos na parte da tarde até que não estava muito cheio. Depois de esperar alguns visitantes saírem da frente chegou a nossa vez também. - Um dos quadros mais apreciados também é a “Coroação de Napoleão”, enorme, ocupa toda uma parede, muito bom gosto. - Deixamos para olhar por último o quadro mais famoso depois da Mona Lisa, “A República”, que é um símbolo de liberdade da França, muito estampado em livros escolares. Só que estava exposto num salão do subsolo e não deu tempo de visitar, pois o Museu já estava fechando, eram quase 18h e não deu tempo de ver. Pena! - Voltamos a pé para o hotel, a parada LGBT continuava... - No hotel encontramos minha filha Aline, seu esposo Sebastian e os pais dele, Sr Michael e Sra Geiza, que tinham acabado de chegar de Frankfurt e se hospedaram no mesmo hotel. Depois das apresentações, saímos para jantar nas redondezas e retornamos ao hotel. A conta deu 100E, que paguei com prazer! DIA 1º JUL 18 (domingo): PARIS - Arco do Triunfo e Igreja Sacre Coeur - Ficamos de encontrar Aline, Sebastian e os pais em frente ao Louvre por volta das 13h, pois eles vão visitar hoje pela manhã. Eu e minha esposa fomos fazer o city tour interrompido pela parada LGBT ontem. Fomos a pé e pegamos o primeiro ônibus que sai às 9h. Passeio rápido de 1.30h. Pouca coisa para ver, passando somente pelo centro histórico: Arco do Triunfo, Torre Eiffel, orla do Rio Sena e Museu do Louvre. Não recomendo. A Agência é a Paris City Vision. - Às 14h encontramos com eles e fomos caminhando até o Arco do Triunfo, sob forte calor. O verão europeu é como se você estivesse em qualquer bairro do Rio de Janeiro em fevereiro. - Pagamos a entrada, acho que 4E por pessoa e subimos de elevador. Vale a pena, a vista é muito bonita e o Arco fica bem no meio da Avenida Champs Elisée. --Saímos dali e entramos numa lanchonete, onde compramos lanche e degustamos num jardim próximo, onde outras pessoas faziam o mesmo, alguns em traje de banho, aproveitando para se bronzear. - Eles tinham comprado bilhetes para o city tour com outra agência, a Open Tour, ao lado da Paris City Vision, que dava direito a fazer quatro itinerários diferentes, bilhete válido por três dias consecutivos. Como compraram para nós também, aproveitamos para fazer os passeios juntos. Em cada atração você pode descer, visitar e pegar outros ônibus da mesma agência que fazem o mesmo itinerário de meia em meia-hora. As linhas são dividas por cores: azul, vermelha, amarela e azul, cada uma com um itinerário diferente, podendo mudar de linha em determinadas paradas. Para isso disponibilizam de um mapa, onde são assinaladas cada parada e os locais de baldeação de linhas. - Optamos por começar pela linha vermelha, já que o retorno passaria quase em frente ao nosso hotel. Depois de passar pelo centro histórico, rumou para o Distrito de Montparnasse e descemos na parada da Igreja Sacre Coeur, que fica no alto de uma colina, podendo ser acessada pela longa escadaria ou pegar um funicular ao preço de 1,50E, o que fizemos. Muita, muita gente... entramos numa grande fila para visitar o interior da igreja (grátis), mas foi rápido. Passeamos ao redor, sentamos na escadaria para descansar e por volta das 18h descemos de escadas. - Embaixo há inúmeras lojas de souvenirs, bem mais barato do que no centro. Cada chaveiro custou 1E, no centro 3E. Continuamos descendo até encontrar o famoso Café e Restaurante “Des Deux Moulins” (Os Dois Moinhos), onde a personagem do filme “O fabulosos Destino de Amélie Poulain” trabalhava; ainda está na Netflix. Tomamos refrigerante e fomos para a parada pegar o ônibus da “Open Tour”, que no retorno passava quase em frente ao nosso hotel. Nesse dia o Brasil ganhou de 3 x 0 o México. DIA 2 JUL 18 (segunda-feira): PARIS - Torre Eiffel, Catedral de Notre Dame e Bateau Mouche - Pegamos o ônibus da “Open Tour” linha vermelha perto do hotel (basta mostrar o ticket) e saltamos em frente a Torre Eiffel, cujos bilhetes já tínhamos comprado também via internet (comprem pelo site oficial), 25E por pessoa, com direito a subir até o cimo (sommet), que é um pouco mais caro do que comprar somente até à metade. A diferença é tão pouca, que eu acho que não vale a pena. Pô, você chegou até aqui para morrer na praia?...Apesar de chegarmos cedo, tem hora marcada em cada bilhete e tem de saber qual a fila para esse horário, enfrentamos uma fila (específica para quem já tem os bilhetes comprados) de uma hora, RX de tudo. - O elevador, com capacidade para vinte e cinco pessoas tem duas partes: a de cima para quem vai para o cimo e a de baixo, para quem comprou até o primeiro estágio. Muito rápido, em alguns segundos estávamos apreciando Paris a 360º, numa altura de quase 300m. Foi a cereja do bolo. O lugar mais marcante de todos. Imperdível! Ainda mais com tempo bom, céu azul. - Saindo dali pegamos o ônibus da “Open Tour”, não lembro mais qual a linha e fomos visitar a Catedral de Notre Dame, famosa pelo livro e filme “O Corcunda de Notre Dame”. Essa atração é grátis, mas a fila também é grande. Lindíssima, tanto por dentro quanto por fora. Estava acontecendo uma missa no momento de nossa visita. - Pegamos de novo o ônibus da Open Tour e saltamos na Estação do Bateau Mouche às margens do Rio Sena, que é bem limpo. Não sei quanto foi a passagem porque eles pagaram para nós. O passeio dura 1.30h e o enorme barco passa sob várias pontes, cada uma com um nome diferente. Tem áudio-guia que vai narrando os pontos de interesse a medida que vamos passando por eles, com opção de escolher o idioma, assim como no city tour de ônibus. - Anoitecia quando terminamos, seriam já quase umas 21h. Era a oportunidade de ver Paris iluminada, já que não saímos para esse lados nenhuma vez à noite. Fomos caminhando pela Champs Elisée e paramos num McDonald”s para lanchar. Caminhamos até a Praça de la Concordia, de onde fotografamos a Torre iluminada, o que acontece em cada hora cheia depois que escurece. Era meia-noite em ponto! Belíssimo espetáculo! - Pegamos o metro na Estação Concordia à 0.40h e meia hora depois desembarcamos na Estação Strasbourg-St Denis. Fomos caminhando até o hotel despreocupados... com celulares, dinheiro... que diferença de nosso Brasil! - Nos despedimos mais uma vez; amanhã regressam para Frankfurt, Alemanha e nós iremos para Versailles. DIA 3 JUL 18 (terça-feira): PARIS - Palácio de Versailles - Poderia ter pego o metro na Estação Strasbourg-St Denis, mas com medo de errar (achei muito complicado o sistema de metro de Paris), optamos por pegar o ônibus da Open Tour, bilhete ainda válido para o dia de hoje, saltamos na Estação Invalides, de onde saem os trens direto para Versailles, sem ter de fazer baldeação (troca de trens). O trem é o “RER C”. Compramos os tickets e 45 min depois chegávamos na última estação: Versailles Rive Gauche, onde se chega depois de andar sob o forte sol durante 15 min. Aqui foi sofrimento! A fila era tão grande que fazia vários caracóis (isso para quem já tinha comprado os bilhetes como nós). Passamos mais de uma hora num pátio enorme sem nenhuma sombra, sorte que eu usava um boné. - Depois de passarmos pelo RX (todo o cuidado é pouco), recebemos o áudio-guia que nem utilizamos. Cuidado!!! Não esqueçam de devolver na Portaria. Um senhor passou vergonha porque o filho ia sair sem devolvê-lo. O que aconteceu? Na Portaria tem um sensor que apita quando alguém “esquece”. Uma funcionária pediu de volta o áudio-guia e o rapaz devolveu e levou muita “bronca” do pai. Bem feito! Acho que ele queria guardar de lembrança. - Nós só conseguimos entrar às 15h e saímos na hora do encerramento às 18h. Visitamos o seu interior, onde a Corte do Rei Luiz XIV habitava depois do rei tirar todos da antiga morada no Louvre e construir o palácio para esse fim. Era chamado “O Rei Sol”. Está passando no momento uma série na Netflix chamada “Versailles”, onde se pode ver desde o início da construção do palácio, as intrigas da corte, a guerra entre França e Holanda e a realização desse feito grandioso realizado por um homem de muita visão, ambição, coragem e inteligência. - o Palácio é gigantesco, muito bem preservado, com inúmeros quadros de artistas famosos, a maioria retratando a vida na corte e os vários momentos de Luiz XIV. Os lugares mais bonitos são, sem dúvida o quarto do rei e o Salão dos Espelhos, onde o rei organizava seus bailes. - Visitamos o exterior, seus lindos jardins, também obra de Luiz XIV, com fontes e labirintos, ladeados de inúmeras árvores. Nós só tínhamos pago a visitação do Palácio. Para visitar os jardins tem de pagar de novo e passar por outra revista, mas não é caro. Esqueci quanto foi. - Descansamos num dos vários bancos espalhados nos jardins, lanchamos a que tínhamos trazido na mochila e retornamos para a estação. Entardecia... - Pegamos o trem regional “RER C” , descemos na Estação Invalides e pegamos o Open Tour para voltar ao hotel. DIA 4 JUL 18 (terça-feira): PARIS - último dia em Paris, Galeria Lafaiette e aeroporto Charles De Gaulle - Depois do café arrumamos as malas e descemos para lavar a roupa suja numa lavanderia bem ao lado do hotel. - Às 12h fizemos o check-out e pedimos para deixar as malas no depósito. - Saímos para “fazer hora” até a hora do embarque, que seria às 23h. Nada pra fazer hoje. Pegamos um ônibus e saltamos 20 min depois em frente a Galeria Lafaiette, famosa por suas lojas de griffe. Não compramos nada. Só olhamos... um pouco depois resolvemos voltar a pé para o hotel, parando para almoçar. - Às 17h nos despedimos dos funcionários do hotel que pediram um táxi para nós. Levou quase uma hora para chegar ao aeroporto. Ele perguntou qual o terminal, pois são três! Eu não sabia de qual terminal sairia o voo da LATAM para o Rio de Janeiro! Fiz o check-in online na hora, ali mesmo dentro do táxi pelo celular. Ainda bem que a internet da Vodafone era muito boa. Foi de grande ajuda. Descobri que o avião sairia do Terminal 1. Falei para o motorista bem na hora, pois já chegava na bifurcação dos terminais. Se você errar vai ter de pegar outro táxi e o retorno é bem longe. Tenha cuidado ao informar ao taxista o Terminal certo de seu voo! A corrida custo 59E. Mais de R$ 250,00. É taxada para o aeroporto. - O aeroporto Charles De Gaulle é muito grande. Através de informação consegui saber onde faria o check-in, que começou às 18.30h, bem tranquilo. No Duty Free gastei os últimos Euros que eu ainda tinha. Levar para o Brasil pra quê? Restaram as moedas... O avião da LATAM, mais espaçoso e mais bonito do que o da TAP decolou às 23h, aterrisando em Guarulhos às 5.45h, hora local. Seriam 10.45h em Paris. De volta ao Brasil! "No meio do caminho sempre tem uma pedra... cabe a você decidir o que fazer com ela”.
  6. Olá, viajantes. Vi que vocês visitaram o Palácio das Penas e o Castelo dos Mouros em Sintra. Gostaria de fazer o mesmo, mas com os ingressos já pagos antes de chegar, só que não consigo achar um site somente para comprar as entradas, sem o "pacote" de tour atrelado, o que torna mais caro. Vocês tiveram dificuldade para comprar as entradas lá? Ou compraram online? O cartão LC só pode ser utilizado por uma pessoa? É individual? Ou seja: se eu tiver só um cartão e passar na bilheteria de um metro ou comboio, minha esposa pode utilizar o mesmo se tiver crédito? Ou terei de comprar um pra mim e outro pra ela? Como saber quanto de crédito comprar para 24h e como saber quanto ainda tem em cada cartão? Grato.
  7. A passagem Manaus/Tabatinga depende da antecedência com que se compra. A minha comprei com seis meses e custou R$ 250,00. O mesmo da volta. Só tem uma empresa: Azul Linhas Aéreas e os aviões são diários. O mesmo que vai é o mesmo que volta. Leva em média 2.40h o trecho. Se deixar para comprar muito em cima o preço pode chegar a R$ 1000,00. Abs.
  8. Ok. Valeu por responder. Muito bom todos os relatos! Tenho uma dúvida, viajarei em junho com minha esposa para Lisboa. Após o desembarque, o que se faz primeiro: pegar as malas ou passar na imigração? Compensa pegar um táxi para o hotel? Se puder responda para [email protected]
  9. Olá, Rafel Frois, não existem rios navegáveis ligando Letícia a nenhum outro município colombiano. Bogotá fica localizada nos Andes Colombianos à 2.600m de altura e Medellín à 1500m. Para se chegar à essas cidades só de avião (Airbus A 320), saindo todos os dias de Letícia às 14h e indo somente até Bogotá, chegando às 14h. Para se ir a qualquer outra cidade é necessário fazer uma conexão nessa cidade.
  10. LETÍCIA, CARTAGENA, SANTA MARTA E BOGOTÁ EM JANEIRO 2018, SAINDO DE MANAUS (COM FOTOS) DIA 3 JAN 2018: MANAUS À TABATINGA - Saída de Manaus/AM, onde residimos às 9h para Tabatinga/AM, pela Azul Linhas Aéreas. Esse é um voo extra disponibilizado pela Empresa nos meses de dezembro e janeiro, quando é grande a demanda por causa das férias, havendo então dois voos diários entre as duas cidades, um às 9h e outro às 14h saindo de Manaus e retorno de Tabatinga às 11.30h e 16.30h. Nos demais meses só há um voo diário à tarde. O tempo é de 2.30h e o preço da passagem varia de R$ 300,00 a R$ 1000,00, dependendo do dia de compra. Claro que com mais antecedência, melhor o preço. Manaus é 1h menos do que o fuso horário de Brasília/DF e Tabatinga 2h DIA 4 JAN 2018: TABATINGA E LETÍCIA - Como ficamos na casa da Flávia, uma filha que reside em Tabatinga, não tivemos despesas com hospedagem. Nesse dia fizemos uma festinha para o meu neto George Andrei, que completava dois anos Aproveitamos a proximidade da cidade vizinha, Letícia, município da Colômbia, para comprarmos pesos colombianos, já que nossa viagem seria toda por aquele país. O valor estava R$ 1,00 por R$ 0,80 Pesos Colombianos. A cidade de Letícia é considerada zona franca, então os produtos importados, como perfumes franceses, whiskey, motocicletas e eletrônicos são bem mais baratos do que no Brasil. - Todos nós, eu, minha esposa, minha filha, seu marido e filho e mais duas netas fomos ao escritório da Polícia Federal em Tabatinga dar o visto de saída nos passaportes ou somente o visto para os que não possuíam, pois não é necessário nos países da América do Sul. DIA 5 JAN 18: LETÍCIA À CARTAGENA - Pegamos um táxi até o aeroporto de Letícia, onde fizemos o check-in de entrada e pegamos o avião da AVIANCA às 16.00h: Airbus A320-20. A passagem custou R$ 270,00. Duas horas depois aterrisamos no aeroporto internacional de Bogotá. Fazia frio, como sempre, pois a cidade fica a uma altitude de 2.600m a.c.d.m. Colocamos os agasalhos e desembarcamos para esperar a conexão do voo para Cartagena. O aeroporto é moderno, enorme e com muitos quiosques e não são tão caros como em outros. Não precisamos retirar as malas, então aproveitamos o tempo para fazer um lanche e navegar na internet, pois há wi-fi em todo o aeroporto, sendo que você tem de se reconectar a cada meia-hora. Nosso voo para Cartagena saiu às 19.40h e pousamos às 21h. Conseguimos pegar uma vã, pois éramos sete pessoas e mais um bebê de colo. Chegamos ao hotel Azuán Suítes, que tínhamos reservado pelo Booking.com. Não é grandes coisas, mas tem café da manhã e a localização é ótima, bem no centro da cidade. Diz que tem wifi, mas não funcionou nenhum dia. Os quartos são pequenos e sem janelas. Ocupamos dois. O nosso com cama de casal e um beliche, onde ficaram as netas. A Flavia, o marido e o bebê ficaram no quarto vizinho. Depois de guardar as malas, saímos para lanchar. A avenida principal fica a 5 min a pé e tem várias opções de comida, lanches, sem pedintes. Muito linda a cidade na sua parte mais moderna, com bastante edifícios e mansões, muito limpa. Optamos pelo MacDonald's, que além do ótimo serviço tem wi-fi grátis. Muita gente na rua, ainda mais que era sexta-feira. Retornamos ao hotel e não saímos mais. Um dos staff do hotel, Sr Pedro, nos deu a dica para ir a um passeio guiado à Playa Blanca, distante 2h do centro de Cartagena, cujos serviços contratamos ali mesmo no hotel. DIA 6 JAN 18: CARTAGENA – PLAYA BLANCA - O micro-ônibus, já com todos os outros passageiros, chegou às 6.30h. Já tínhamos tomado café no hotel e embarcamos. Tem a capacidade para 20 passageiros e possui ar-condicionado, além de um guia (a), que vai dizendo os lugares pitorescos no meio da viagem e de pois de estacionarmos numa área reservada próxima à praia nos guiou até um dos vários “restaurantes” espalhados em toda a orla da praia. Era nossa intenção pegar um barco e ir até a Playa del Rosario, onde há a dança dos golfinhos, lugar para mergulho, etc. Infelizmente a Marinha Colombiana vetou, pois o mar estava muito revolto. Fazer o quê? Nos acomodamos num banco de madeira do restaurante e pedimos cerveja, refrigerantes e tira-gosto. Então nos dirigimos à praia: pelo menos valeu a pena o passeio! Vista maravilhosa! Areia branca, fina, sol de brigadeiro, céu azul, muito calor e a água.... indescritível! Só em filmes! (como em Piratas do Caribe). No Brasil nunca vi uma cor daquelas: mesclada com azul-piscina e verde-esmeralda... Pena que só dava para ir na beirinha, muita onda e muito vento. - Há tantos “restaurantes” e quiosques na orla da praia, que os banhistas ficam com pouco espaço na areia para relaxar, aí tem de retornar para o “restaurante”, que nada mais é do que uma tenda forrada de plástico, com alguns bancos coletivos e uma birosca onde ficam os refrigerantes e cervejas, um colado no outro. Se quiser ir ao banheiro tem de pagar 2000 pesos colombianos, mais ou menos R$ 4,00. - “Almoçamos” (já estava incluído no passeio) um peixe com arroz e salada. Não gostei! Peixe magro, mal feito, refrigerantes não incluídos. Argh!! Voltamos para o ônibus às 16h. Nessa área do estacionamento ficam centenas de carros particulares e ônibus de turismo, além de muitos moto-taxitas. Uma balbúrdia total! Os motoristas tem de ser muito bons para manobrarem seus veículos naquela babilônia. Após chegarmos em Cartagena fomos para o hotel, tomamos banho e descansamos até à noite, quando saímos para o centro para lanchar. - Novamente com o staff Pedro (muito atencioso e simpático) contratamos um tour pela cidade histórica de Cartagena para o dia seguinte, não lembro mais quanto foi, mas não é caro e vale a pena porque dispõe de guia (você não fica sem saber o que fazer e o que ver) e te pegam na porta do hotel. Dia 7 JAN 18: CARTAGENA, FORTE SÃO FELIPE E CENTRO HISTÓRICO : - Depois do café eu e minha esposa fomos passear na orla da praia que circunda a cidade. Muito perto do hotel, águas mais tranquilas, pois existem barreiras artificiais para conter as ondas violentas. Essa parte lembra um pouco a praia de Copacabana, pois os prédios se dispõem numa curva, acompanhando a praia. Só a água que não é azul como à de Playa Blanca, mas é mais quente. - Existem vários restaurantes do outro lado da rua que acompanha a praia e nesta há vários quiosques para petiscos, cervejas e refrigerantes. Muito bonita essa parte da cidade. Almoçamos num restaurante tradicional na beira da praia. Às 14h pegamos o ônibus (chiva: ônibus sem janelas, pintado com várias cores e com música colombiana) na porta do hotel, que já tinha alguns outros turistas. Também esqueci o valor, que não é caro pelo custo-benefício. A cidade-amuralhada, como é chamada a parte antiga e histórica de Cartagena dista apenas uns 40 min do centro. O guia, um Sr muito simpático, ia nos explicando sobre os diversos lugares pitorescos onde passávamos: casa de quem..., quem fez.... igreja tal, estátua de …., construção do forte, por quê, quando e quem... - Começamos pelo forte e terminamos no centro histórico, algumas pausas para conhecer as lojas que vendem esmeraldas (a Colômbia é o principal exportador mundial). Lembram do filme “Em busca de uma esmeralda”, com Michael Douglas? Uma parte foi filmada aqui. - O passeio tem duração de 4h. Retornamos ao hotel às 18h. Depois jantamos num shopping pequeno e bonito no centro da cidade, distante uns vinte minutos do hotel. Aproveitamos o wifi grátis na parte onde fica o cinema e café, último piso do shopping. Dia 8 JAN 18: CARTAGENA À SANTA MARTA - Através do Sr Pedro, staff do hotel, contratamos dois táxis para nos pegar no hotel e nos levar ao lugar de onde saem as vans para Santa Marta. Infelizmente os horários mais cedo estavam esgotados. Se alguém for fazer o mesmo itinerário, lembrem-se de telefonar para o serviço com antecedência de uns dois dias. Nossa van saiu às 12h. Chegamos em Santa Marta às 16h, passando por Barranquilla (terra da Shakira), mas não paramos. Fizemos só uma parada na beira da estrada para lanchar e ir ao banheiro. A van deixa cada passageiro em seu hotel. - Nos alojamos no hotel Valladolid, 5min da praia El Rodadero, bem espaçoso, excelente localização, ar-condicionado, banheiro privativo, wi-fi e café da manhã. Bom e barato. Recomendo! Na portaria existem vários cartazes de passeio turístico a partir de Santa Marta. - Como chegamos já de tardinha, aproveitei para ir até a orla e fotografar o pôr-do-sol, belíssimo espetáculo. Estranhei que a essa hora a praia estava lotada, talvez pela época das férias escolares ou porque ninguém tinha nada pra fazer mesmo... - Mais tarde aproveitamos para passear, conhecer os arredores e lanchar. A orla da praia é toda iluminada, inúmeros carrinhos de ambulantes, que vendem de tudo: espetinhos, arepas, salsichão, cachorro quente, salgados, doces, bolos, lembrancinhas, etc. Parece Carnaval, muita gente na praia, na orla, na areia, na água, o mar aqui é sem onda e as águas são mornas. Um pouquinho mais afastado da orla, tem a cidade propriamente dita, isto é, o bairro de Rodadero, um quadrilátero de ruas que se cruzam, vendendo de tudo em prol do turismo. Restaurantes pobres, ricos, Burger Kings, casas de artesanatos (existe uma galeria), vendas de frutas e legumes frescos, sorveterias, farmácias, agências (várias) de turismo... a cidade não dorme!! - Optamos por jantar no “Kokorikos”, bem próximo à praia. Tudo à base de frango. Bem iluminado, limpo, mas muito cheio. Tem de entrar na fila para fazer o pedido e aguardar... por mais de meia-hora, dependendo dos pedidos. - Fomos dormir por volta de meia-noite. DIA 9 JAN 18: SANTA MARTA - De manhã o grupo se dividiu: eu e minha esposa optamos por fazer um tour em mais uma praia chamada de Blanca, distante cerca de 40 min de lancha, saindo de Rodadero. Os outros foram para uma praia de mergulho. Nós contratamos o serviço no próprio hotel. - Depois do café eu e minha esposa nos dirigimos até a ponta da praia de Rodadero, bem pertinho do nosso hotel, onde embarcamos em uma lancha com mais 10 pessoas. Munidos de salva-vidas, saímos às 9h, chegando à Playa Blanca às 9.40h. Lugarzinho sem moradia, somente alguns restaurantes de frente para as águas azul-turquesa desse paraíso. Um pouco monótono, haja vista que ainda era cedo. O preço do passeio inclui a ida e a volta, custa R$ 50,00 por pessoa e você pode voltar a hora que quiser, as lanchas fazem esse trajeto várias vezes levando e trazendo passageiros. Não precisa voltar na mesma lancha que veio, porque todas que ali param vem e voltam para o mesmo lugar. As opções de salgados são poucas e as bebidas são caras. Uma Heineken, a mais popular, aquela garrafinha, custou o equivalente a R$ 5,00. Nesse lugar tem uma tirolesa imensa, acho que cobre uns 200m ou mais e desce de uma altura de uns 100m. Não tive coragem! - Regressamos por volta do meio-dia, almoçamos e nos preparamos para mais outro passeio guiado: pegando uma van na porta do hotel, junto com outros turistas, fomos à casa onde morou e faleceu o Libertador das Américas: Simón Bolivar, cujos restos foram depois levados para a Venezuela, onde nasceu. A entrada fica por nossa conta: R$ 10,00 mais ou menos. É uma quinta, lugar bonito, espaçoso, cheio de árvores, muitas iguanas, distante de Rodadero mais ou menos uma hora. Somente valeu por causa do acontecimento histórico, ver o quarto onde Bolívar morreu, algumas, fotos, estátuas, um mausoléu de mármore, onde ficou algum tempo e... mais nada! Depois de 2h percorrendo a Quinta fomos até o Estádio de Futebol de Santa Marta, onde em sua frente tem uma estátua gigante do mais famoso jogador da Colômbia e da Seleção: Valderrama (Biro-Biro), nascido em Santa Marta. Dali fomos para o centro da cidade antiga de Santa Marta, onde foi fundada (centro histórico). Passeamos a pé pelas ruas antigas, rodeadas de casas populares, muita igreja, praças, etc, O guia ia explicando tudo. Um pouco cansativo, mais de 1h andando. Terminamos o passeio na orla da praia, ainda na cidade antiga, entramos na van e retornamos já de noitinha. Depois de jantarmos, passeamos na praia e compramos algumas lembranças para os amigos, pois no dia seguinte pegaríamos o avião para Bogotá. ] Em toda a viagem não pegamos nenhum dia de chuva! Sempre dias bonitos, poucas nuvens e muito, muito sol... temperatura média de 35 graus. Santa marta foi o lugar mais quente em que estivemos até agora pela Colômbia. DIA 10 JAN 18: SANTA MARTA À BOGOTÁ - Flávia, o marido e o bebê foram mais cedo para o aeroporto internacional Simón Bolívar, Santa Marta às 7h, pois seu voo sairia às 9h para Letícia, com conexão em Bogotá. Eu, minha esposa e as duas netas, ambas adolescentes de 16 anos só fomos para o aeroporto às 10h. Nosso voo sairia às 12 12h para Bogotá. O gerente solicitou um táxi e 40 min depois estávamos no aeroporto. Pequeno, bonito, aconchegante, sem muitas filas, pouca gente. Na parte superior, de onde saem os voos, tem várias lanchonetes (caras), e visão do exterior através de suas fachadas envidraças, e se vê o mar para qualquer lugar que se olhe. - Embarcamos sem nenhum problema e depois de 1.30h desembarcamos em Bogotá. A temperatura era diferente por causa da altura onde a cidade se encontra, encravada nos Andes. Como já estávamos prevenidos todos levamos agasalhos em nossa bagagem de mão. De novo conseguimos uma van, pois éramos quatro e tínhamos cada um uma bagagem. - Chegamos ao Hotel San Martin (recomendo!), no centro da Zona Rosa em Bogotá. Lugar famoso por suas lojas de grife e vida noturna. Nosso hotel ficava perto de um shopping, Casino, Restaurante Andrés Carne de Rés e várias lojas de roupas e sapatos famosas. Ficamos dessa vez em dois quartos contíguos, no último andar (3º piso), onde se chega de elevador. Hotel três estrelas, wi-fi, TV, secador de cabelo, frigobar, cofre, armários, camas espaçosas, com roupa de cama trocada todos os dias. - Depois do banho e troca de roupa minha esposa saiu com as netas e foram lanchar no shopping, 5min do hotel. Não saí, pois estava com muito mal-estar devido talvez a alguma comida na noite anterior em Santa Marta. Voltaram por volta de meia-noite sem problemas, essa parte da cidade é uma das mais seguras. Minha esposa trouxe uma sopa bem gostosa e ainda quente, que não consegui tomar toda... ainda estava mal. Durante a noite fui várias vezes ao banheiro...arghh!! DIA 11 JAN 18 – BOGOTÁ (CENTRO HISTÓRICO, MUSEU DO OURO, MUSEU BOTERO E CERRO DE MONSERRAT - Depois de um excelente café da manhã no hotel (a cozinha fica no térreo), pegamos um táxi até o centro histórico de Bogotá (15.000 pesos colombianos = R$ 20,00 +-, muito barato) distante quase uma hora do hotel, considerando o tráfego, que é intenso. Fomos caminhando pela principal avenida, muita larga e fechada ao tráfego. Muitos artistas de rua dançando, cantando, estátuas-vivas, etc. Eu ainda não estava bem, mas mesmo assim fiz questão de ir para não estragar o passeio. Em uma farmácia comprei um hidratante estomacal e fui melhorando aos poucos. - No meio da avenida fica o Museu do Ouro, cuja entrada custa R$ 10,00 (em nossa moeda), meia-entrada para maiores de 60 anos. Aqui fica o maior acervo da cultura pré-colombiana, muitas peças e artesanatos feito em ouro pelos povos que então habitavam essa região. Ficam exposto em galerias de vidros e cada peça tem uma descrição. Leva-se mais ou menos uma hora para percorrer tudo. -No final da avenida fica a Plaza Mayor ou Plaza de Armas, lugar famoso, pois é rodeado pelo Palácio da República (sede do governo), Câmara dos Vereadores, Catedral de Bogotá, etc, todos ocupando instalações ainda do antigo governo espanhol. Aí que nasceu Bogotá! No meio da praça tem uma estátua de Simón Bolivar e o interessante é que aí se concentra uma grande população de pombos, que são alimentados pelos turistas, depois de comprarem um saco de milho dos diversos ambulantes que aí trabalham. Todos ficam rodeados de pombos, que chegam a pousar na sua cabeça, braços, mãos. - Daí fomos seguindo a pé até chegarmos ao Museu Botero, famoso artista colombiano, nascido em Medellín, que dou suas obras a este museu. Várias telas, todas retratando a vida familiar do artista e todos os personagens são pintados bem gordos, inclusive animais e natureza morta. Todos são rechonchudos, essa foi sua principal características. Junto, tem também um acervo de quadros de diversos outros artistas, como Picasso, Van Gogh, etc. A entrada é franca. - Pegamos então um táxi e fomos para o Cerro de Monserrat, distante uns 20 min dali. Para se chegar lá em cima, pega-se um teleférico (estava em obras) ou o funicular, uma espécie de trem, parecido ao do Cristo Redentor no Rio de Janeiro. Muito caro, uns R$ 80,00 ida e volta por pessoa, que não leva 5 min. Quando se desembarca do funicular ainda tem de subir a pé uns 15 minutos. Com a altitude se torna mais cansativo. Bom, lá em cima compensa a vista. Tem uma igreja do Senhor Caído, onde são realizadas várias missas durante o dia. Também é mais frio do que embaixo. Lá de cima se vê toda Bogotá, quando não está nublado. Segunda vez que visito, a primeira foi em 2015. Tem lanchonetes e banheiros (pago). Ficamos uma hora mais ou menos e descemos. Pegamos um táxi de volta (R$ 5,00) e retornamos ao centro histórico, bem onde tínhamos pego o táxi para o Cerro. De novo pegamos a mesma avenida e fomos caminhando sem presa, friozinho gostoso, céu sem nuvens, muito agradável. Assistimos alguns shows dos artistas de rua, enquanto olhávamos as vitrines das lojas. No final dessa avenida há um grande cruzamento. Do outro lado fomos para um restaurante que eu e minha esposa tínhamos frequentado em 2015. Comida muito boa, não muito cara. Pena que não pude tomar minha cervejinha. Me contentei com uma sopa. Ainda não estava bem. Acho que emagreci um pouco... - Retornamos ao hotel de táxi (R$ 10,00). NÃO USEM COLETIVOS EM BOGOTÁ! OS TÁXIS SÃO MUITO BARATOS! NÃO CONVÉM SE ARRISCAR, POIS OS COLETIVOS ANDAM CHEIOS. - À noite fomos jantar no shopping e olhar algumas lojas. Eu voltei logo para o hotel, onde fiquei assistindo CSI em espanhol. Elas voltaram um tempo depois, a noite estava muito fria, meu celular marcava 5 graus! DIA 12 JAN 18: BOGOTÁ (CATEDRAL DO SAL E PARQUE JAIME DUQUE) - Depois do café agendamos um tour à Catedral de Sal, considerada o ponto turístico nº 1 de Bogotá. Essa Catedral fica no interior de uma mina de sal, escavada há muitos anos pelos antigos mineiros. Hoje ela está desativada e seu interior agora é percorrido por centenas de turistas todos os dias. Aqui foi onde mais vi brasileiros. Do próprio hotel agendamos o passeio com uma van, que nos pegou às 10h, logo depois do café. Ida e volta ficou em 150 mil pesos colombianos, quase 200 reais, mas é um preço justo, tendo em vista a distância do hotel e o tempo que o motorista ia nos aguardar (aproximadamente 2h). Fazia frio! Ao desembarcarmos, entramos numa fila pra comprar as entradas, com direito a guia (o que aconselho, pois percorremos vários túneis por aproximadamente duas horas). Custa aproximadamente 50 reais por pessoa. Se optarem por fazer por conta própria não vão entender o que estão vendo e tem o risco de se perder ou dar voltas pelo mesmo lugar. Todo interior é iluminado com luzes indiretas e fracas. O “must” é onde se encontra a Catedral, bem iluminada por uma imensa cruz, com bancos de madeira, onde os fiéis ainda vão quando há missas em datas festivas religiosas ou por algum casamento ali realizado. Nosso grupo era composto por vinte pessoas e o guia ia narrando através de um megafone, em espanhol, todos os acontecimentos que geraram a construção dessa mina. Na saída encontram-se várias lojas de souvenirs e banheiros. - Depois de 2.30h embarcamos na van e pedimos ao motoristas para nos levar ao Parque Temático Jaime Duque, que fica na direção contrária da Catedral. Ele acrescentou mais 50 reais. Tudo bem, pois esse parque fica num lugar em que é difícil pegar um táxi ou coletivo, pois fica afastado uns 100m da rodovia e ele iria ficar nos aguardando. Então marcamos para três horas depois de nossa entrada. Da catedral até o parque foi mais ou menos uma hora também. - Pagamos a entrada (+ 60 anos meia-entrada, estudantes também e crianças ate´10 anos). Esse parque é imenso e pode ser percorrido a pé ou ter uma vista aérea percorrendo-o num trenzinho sobre trilhos, cuja passagem custa R$ 5,00 e faz o percurso em 20 min. - Existem várias réplicas em escala, de vários monumentos da Idade Antiga, como o “Colosso de Rhodes', o “Taj Mahal”, “Jardins Suspensos da Babilônia”, etc. - Foi construído e depois doado pelo primeiro piloto colombiano a fazer uma viagem de longa escala: Jaime Duque. Há um pequeno museu contando sua história, objetos pessoais e também o avião que o tornou famoso. - Existem brinquedos para adultos e crianças, jardim zoológico e exposição de trajes típicos das diversas regiões da Colômbia. Pena que esse parque fica muito afastado do centro e também da periferia, sendo de pouco acesso à população de baixa renda, daí a presença de turistas ser a maior parte dos visitantes. - Tem também uma praça de alimentação, onde almoçamos por volta das 16h, embarcando de novo na van que nos esperava no estacionamento e retornando então ao hotel San Martin. - Nessa noite fomos de novo ao shopping para lanchar. DIA 13 JAN 18: BOGOTÁ À LETÍCIA - Como nosso avião só sairia ao meio-dia, marcamos com o mesmo motorista da van para nos pegar no hotel às 8.30h. Como era num sábado o trânsito estava mais tranquilo e o aeroporto dista uns quarenta minutos do hotel em trânsito normal. O check-in abre duas horas antes da decolagem. Pagamos 30 mil pesos ao motorista que nos levou ao terminal 2, afastado um pouco do Aeroporto Internacional El Dorado, terminal 1. - Depois de lancharmos e fazer o check-in fomos conduzidos à sala vip do aeroporto, pois fomos contemplados com um “up-grade” para viajarmos de 1ª classe. Foi minha primeira vez! Que beleza! - Vários petiscos e sucos e frutas e café, etc. - Sem filas para entrar no avião, fomos os primeiros a embarcar no Airbus A 320 da Avianca. - Chegamos em Letícia às 14h, calor de rachar! Selva amazônica! Depois dos trâmites na Aduana e pegar as malas, pegamos um táxi para chegarmos na casa de minha filha Flavia, onde ficamos até o dia 20, quando então viemos de volta a Manaus. "No meio do caminho tinha muitas pedras, desviei e segui em frente..."
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