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muniquevieira

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  1. Obrigada, Pedrada e Dérien! Decidi dormir a primeira noite em Ollanta e a noite seguinte em Águas Calientes, pra chegar bem cedo em Machu Picchu. Comprei Huayna Picchu, sim, para o horário das 7h! Sairei então de Ollanta no segundo dia às 15h. Tenho então dois dias no Vale e só falta distribuir as atrações. O que está me preocupando agora é o EL NIÑO!! Alguém mais vai agora em abril pra lá? to com medo de pegar muitas chuvas e até cogitando cancelar a viagem. Pedrada, qual o nome do hostel que vc ficou em Ollanta?
  2. Galera, vocês acham que agora em abril é necessário comprar o trem de Ollantaytamba para Aguas Calientes com antecedência? Estou pensativa em relação ao horários. Quero conhecer Ollanta, então fazer aquele tour de um dia só e abandonar às 15h em Ollanta pra pegar o trem não é opção. Eu poderia pegar o trem das 19h, mas chegar quase 21h em Aguas Calientes eu acho ruim, porque gostaria de estar muito bem descansada para acordar bem cedo no dia seguinte e ir a Machu Picchu. Pensei em fazer o Vale Sagrado em dois dias (não encontro relatos para dois dias!!), de algum modo que na primeira noite eu dormisse em Ollanta e no segundo dia partisse de Ollanta para Aguas Calientes no trem das 15h. Alguém tem alguma sugestão??? PS.: estou indo sozinha, então seria legal também ter alguma flexibilidade para me acomodar em algum grupo de amizade.
  3. Bom, o horario do trem eh 14:36 saindo do aeroporto... acho que a baldeação não eh na Centraal, mas de qq forma o IC para seja lah onde for ja estah incluído no bilhete. Engracado que no site da easyjet soh fala as dimensões da bagagem de mao, mas não o peso. Não encontrei mencao ao peso em lugar nenhum... onde vc viu esse lance dos 10kg? Eu vi que eles cobram aproximadamente 15 euros pela bagagem de 20kg... ainda nem fiz a bagagem pra saber quanto vai pesar. Obrigada pela dica do cartão! Nesses tempos de smartphone eu sinceramente acho absurdo cobrarem qualquer coisa impressa.
  4. Muito obrigada a todos pelas opinioes! Adriano, eu infelizmente tenho que ficar em Amsterdam no final, pois eh meu aniversario e eh um fim de semana, e somente nessa data meus amigos europeus podem me encontrar. Nao sei mais como eu poderia fazer... o pessoal chega dia 6 em Amsterdam, por isso coloquei pra voltar nesse dia... meu aniversario vou comemorar nessa noite de 6 para 7 (sexta para sabado), e ai ja vou ter que ficar por la mesmo. Por isso os quatro dias. Bonadia, eu pensei em fazer a reserva pra mesma cabine! Fiquei pensativa com a bagagem, essa coisa de dormir tranquilo sendo que a baggem ta ali sem eu ver o que ta rolando. Nem imaginei que pudesse dormir mal... Marcio, eu adoraria pegar aviao de Munique a Amsterdam, seria perfeito, ja que o trem pra la leva muitas horas. O problema eh que a passagem de aviao estah cara demais. Nao tem low cost nesse trecho. Abracos.
  5. Nossa, muito obrigada! Eu nao achei que teria de ir ateh Amsterdam Centraal porque existe a opcao de partida de Amsterdam Airport no DE BAHN. Entao achei que 2h30min seriam suficientes! Eu ficarei em Amsterdam nos ultimos dias porque vou encontrar uns amigos que soh podem estar lah nos ultimos dias para comemorar meu aniversario. Entao nao faria sentido ficar nesse dia em Amsterdam, fazer check-in em algum hostel e tudo o mais... mas estou sim triste por perder essa tarde. Nao consegui outra configuracao. Achei que de trem poderia ser mais interessante do que ficar perambulando no aeroporto, mas nao estou certa, porque eh minha primeira vez na Europa. Mesmo havendo 'Amsterdam airport' nas opcoes, pode ser que fique longe? Nao sei o tamanho do aeroporto. No aviao ha tb a questao da bagagem, que eu ainda nao preparei e nao sei o peso e tamanho, embora eu em geral nao carregue muita coisa. Obrigada pela dica de Praga a Munique!
  6. Gente, eu preciso ir de Amsterdam a Berlim na proxima segunda e estou na duvida entre aviao (easyjet) ou trem (ICE). Preciso considerar os seguintes pontos: 1) Chego 11:50 AM em Amsterdam de um longo voo do Brasil. Estarei cansada. 2) O primeiro trem eh as 14:30 saindo do aeroporto e chega 21h em Berlim; posso saltar numa estacao proxima de onde vou ficar. 3) O primeiro voo eh as 17h e chega 18:30 no aeroporto de Berlim. Levo 45min do aeroporto ateh onde vou me hospedar. Ou seja, devo chegar por volta de 20h. 4) O trem eh 20 euros mais barato, mas eu apenas quero o mais pratico pra mim. As perguntas sao: 1) Onde eu me cansaria menos? 2) A paisagem vale a pena, no caso do trem, mesmo sendo 6 horas e meia de viagem? Lembrando que vou tb de trem de Berlim a Praga e de Praga a Munique. Obrigada!
  7. Pessoal, estou num impasse. Meu voo eh semana que vem para Amsterdam, e tb volto por Amsterdam. No meio, tenho de ir a Praga, e gostaria de conhecer Munique porque é meu nome, em homenagem à cidade, e não a conheço. O problema é que soh tenho 14 dias. É muito apertado. Acabei encaixando Berlim para preencher o inicio da viagem, ateh porque tem avião barato de Amsterdam para la, mas eu ficaria pouco tempo. Os últimos dias tem que ser em Amsterdam. DOM 22/02 AVIAO SEG 23/02 chego 11:50AM, pego voo para Berlim TER 24/02 BERLIM QUA 25/02 BERLIM QUI 26/02 BERLIM SEX 27/02 BERLIM OU PRAGA SAB 28/02 PRAGA DOM 01/03 PRAGA SEG 02/03 PRAGA TER 03/03 MUNIQUE QUA 04/03 MUNIQUE QUI 05/03 MUNIQUE SEX 06/03 AMSTERDAM SAB 07/03 AMSTERDAM DOM 08/03 AMSTERDAM SEG 09/03 AMSTERDAM TER 10/03 saio 9:55AM De Munique para Amsterdam pensei em pegar um trem noturno. Alguém já pegou esse trem? Tem alguma dica de cabine? Bom, to achando muito apertado. Valeria a pena aumentar um dia em cada lugar (um em Amsterdam, um em Praga e um em Munique)? Pensei em ir a Viena ao invés de Berlim (até porque poderia encontrar um amigo) mas não encontrei uma boa forma de encaixar Viena no roteiro, considerando o transporte para chegar la e sair. Infelizmente tive que deixar o planejamento para a última hora, coisa que não é do meu feitio... e fico muito confusa. Tenho uma semana para resolver tudo.
  8. Resolvi ir a Salvador no mês de setembro para vivenciar um pouco a cidade fora da alta temporada e para ver as baleias em Morro de São Paulo, mas de propósito não quis planejar muita coisa ou montar um roteiro. Primeira viagem em que pesquiso somente o básico, como transporte, segurança e condições climáticas. Li alguns relatos mas eles não tinham tanta informação. Não reservei hostel porque sei que é tranqüilo nessa época. Fiquei no Barra Guest Hostel, que é muito bom. Recomendo. Pessoal muito amável e bacana, colchões bons, roupa de cama limpa, ambiente limpo, café da manhã maravilhoso. Me senti muito bem lá. Fica no bairro Barra. Antes de chegar nele, havia ido para o endereço de um muito bem conceituado no tripadvisor. Ao chegar, era um hostel design, chamado F Design, no bairro Rio Vermelho. Não gostei do ambiente da recepção nem do preço, mas eu estava cansada da viagem e acabei pegando uma diária e indo para o quarto. Fiquei cerca de uma ou duas horas por ali e depois conversei com a gerente que não queria ficar. Me senti muito mal naquele lugar, não sei explicar. Parecia um hotel, não um hostel. Tudo muito impessoal, arrumadinho demais, mobiliário caro. Não é, definitivamente, o ambiente que curto, e acredito que os mochileiros em geral tb não. Sem contar que era 15 reais mais caro. A gerente me devolveu o dinheiro. Mas conversando com ela, ela acabou dizendo que o tempo não estava bom pra ir para Morro (chuvoso e com previsão de mais chuva), e eu acabei caindo nessa história. PRIMEIRA LIÇÃO: não se importe com as previsões de chuva. Elas duram no máximo umas duas horas. Tem dia que chove meia hora, abre sol, chove mais meia hora, abre sol de novo... é uma região com muitos ventos e por isso é bem difícil prever o que vai acontecer, e percebi que as chuvas costumam ser rápidas. ARRISQUE. Eu infelizmente não tive ninguém pra me contar isso e deixei de ir a Morro. PRIMEIRO DIA Ao chegar em Salvador no fim da tarde de uma segunda-feira, pedi sugestões no hostel sobre o que fazer. Estava chovendo um pouco. Me sugeriram andar na orla. E eu fui. Obviamente andar numa orla com chuva à noite sozinha não é lá um programão. Hoje, sei que existe um espetáculo, o balé folclórico da Bahia, que eu poderia ter ido assistir, mas só soube dele no dia que estava indo embora. SEGUNDO DIA Na terça eu e dois amigos que fiz no hostel recebemos sugestōes de ver o pôr do Sol no farol da Barra e depois ir ao Pelourinho pois seria dia de ensaio do olodum. Não teve Olodum. Com muita sorte pegamos o finalzinho do bloco Didá. Mas por termos ido ver o pôr do sol, chegamos ao Pelourinho muito tarde e não vimos a tal da bênção, que na verdade tem uma simbologia. Nem vimos o tal do Jerônimo, que é a parte profana após o sagrado que é a bênção, pois nos disseram para ir depois do Pelourinho ao Rio Vermelho, num lugar chamado Casa da Mãe. Foi horrível. Péssimos cantores tocando músicas aleatórias nada a ver com a cultura baiana. Segundo soube depois, o dia ideal de ir à Casa da Mãe (que fica no Largo da Dinha) é a QUINTA-FEIRA. SEGUNDA LIÇÃO: tudo em Salvador tem um dia muito especifico pra acontecer, mas o pior é que as pessoas não sabem direito quais são. Durante o dia eu e os amigos do hostel fomos ao Pelourinho e conhecer o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo. Eu não sou de comprar coisas em viagem, fui porque achei que seria algo típico e popular. Na verdade o Mercado Modelo é uma acumulação de lojinhas de lembrancinhas caras, nada interessante. Nos recomendaram comer no Mercado Modelo. Foi o pior almoço e atendimento que tive em muito tempo. É o restaurante da parte de cima, à direita. Não conseguimos nem comer o peixe, de tão ruim. Não recomendo o Mercado. Na verdade depois eu soube que existe um mercado popular, que era o que eu achava se tratar o Mercado Modelo, que se chama Feira de São Joaquim. É um lugar onde 100 laranjas custa 6 reais, onde o coco custa 40 centavos e há diversos artigos de candomblé e artesanatos genuínos. Infelizmente acabei não indo também pois soube tarde sobre ele. O Pelourinho foi interessante. As igrejas estavam fechadas e a única que entramos é naquele estilo Rococó tao parecido com Rio e Ouro Preto que já não me impressiona mais. Não sou muito ligada em igrejas. Um carrinha que fica "vendendo" axés (bênçãos), com um monte de mato na mão, me abordou na rua. Eu sorri e recusei agradecendo e dizendo que já sou abençoada (nem sou religiosa). Ele me fuzilou com evil eyes e começou a me xingar e desejar coisas ruins. Que bela recepção. TERCEIRO DIA Como havia previsão de sol apenas para quarta-feira mas teoricamente os outros dias seriam chuvosos, resolvi acordar na quarta de manhã e partir para Praia do Forte ao invés de Morro, pois não precisaria fazer travessia por mar. Praia do Forte fica a duas horas de ônibus e este custa R$8,60. Tranquilão. Gostei de ter passado a tarde sozinha na praia lá. Negociei um snorkel por 15 reais com o Miau, que é um vendedor de bebidas na praia que me levou até o Lucas e Júnior, que ficam perto do projeto Tamar com uma canga alugando os materiais de snorkel e nos acompanhando. O Júnior é gente boa e mergulhou comigo dando muita atenção. O Miau depois de seu expediente, antes do pôr do sol, me acompanhou mostrando a pequena vila e contando histórias. Gostei muito. À noite após conversar com Miau voltei para o único hostel que encontrei no tripadvisor em Praia do Forte. É outro que sinceramente não tem nada a ver com hostel. Cheio de famílias e crianças. A maioria dos quartos é privativa. Não há uma área de convivência legal pra agregar pessoas. E só tinhas duas meninas paulistas no meu quarto que não tinham muito meu estilo. A vila é morta à noite dia de semana. E no dia seguinte, na quinta, não haveria saída para ver baleias. Ou seja... achei melhor cair fora dali no dia seguinte de manhã. QUARTO DIA Completamente fora dos planos iniciais, voltei para Salvador. A previsão era de chuva direto e mais uma vez não fui pra Morro, até porque teria pouco tempo mesmo. Perdi a manhã viajando e à tarde voltei pro Barra Guest. O pessoal estava na preguiça e eu não tinha ideia do que fazer. Resolvemos descansar para curtir a night no Rio Vermelho pois eu soube que havia um tal de Quintas Dancehall. Eu adoro dancehall e raggajam e estava muito feliz que poderia arriscar uns passos e me divertir. Fomos em quatro pessoas então para o Rio Vermelho. Eu queria também comer o acarajé da Dinha. Não entendo por que é tão famoso. Foi o quarto e pior acarajé que já comi... fava frio, o camarão fava gelado, o tempero era sem graça. Até em Cuiabá e em Cabo Frio tinha acarajé melhor. E as baianas atendem de cara amarrada. ALIÁS...em todos os lugares que eu fui, os atendentes eram muito mal-humorados e mal educados. Sempre de cara amarrada, fazendo as coisas de má vontade. Detesto generalizações, essa foi minha experiência, mas todos no hostel tiveram a mesma má impressão sobre as pessoas. Isso me fazia me sentir muito mal naquela cidade. Nada receptivos. Completamente diferente da imagem que eu tinha de Salvador. Depois do acarajé e um pouco de papo numa mesinha do Largo, fomos arriscar dançar. No dancehall tentamos dois horários diferentes, mas as pessoas simplesmente NÃO DANÇAM. Elas ficam fumando na varanda. Muito desanimado. No dia seguinte conversei com pessoas que eram de Salvador que disseram que jà foram outras vezes e sempre foi assim. Muito chato e sem sentido. Tentamos então entrar num outro lugar na orla da praia que tem a fachada grafitada. Assim como no dancehall, eles não nos deixam ver o que tá rolando antes de pagar a entrada. Tinha um boliviano inventando uns passos malucos para musiquinha de flauta, com um microfone e completamente fora de ritmo. Coisa mais bizarra. Pessoas nos atenderam muito mal nesse lugar também. Nos arriscamos depois um outro bar mais pra frente próximo ao largo da Dinda, que teoricamente seria samba. Entramos e vi o funk mais bizarro da minha vida. Tava rolando "surra de bunda". Os gringos que tavam comigo ficaram horrorizados. Como sempre, tivemos que pagar antes de entrar e ver a merda que era. A noite no Rio vermelho é uma droga e não tinha nada de típico da Bahia. Sertanejo e funk dominavam. Eu não viajei pra ver isso. Com muita decepção, voltamos para o hostel para dormir. QUINTO DIA Já muito desapontada com a cidade e com a falta de informação das pessoas e sem conseguir achar muita informação na internet, resolvi contratar uma guia particular para me levar à Igreja do Bonfim, Ribeira e Solar do Unhão. Nunca havia usado guia na minha vida. A guia era boa, o problema é que não havia mesmo nada de muito interessante nesses lugares. Foi tipo... ok. O museu estava fechado, a Igreja do Bonfim não tem muito de sincretismo religioso dentro dela como achei que teria, o lance das fitinhas é uma criação recente visando turismo mesmo (antes era uma fita de seda que tinha o tamanho do braço da escultura da igreja, para pendurar no pescoço, mas depois foi feita a outra para atrair turismo) e a Ribeira tem uma vista bonita com uma igreja que mistura barroco e rococó, mas nada que tenha me feito sentir experimentar a cidade. O sorvete da Ribeira é gostoso mas já comi melhores, e o atendimento é tão ruim que não teve graça. Lembrei muito de eu sem fazer nada em Bananal-SP comendo um sorvete delicioso, com uma sensação boa andando pela praça. Não senti o mesmo ali em Salvador. Enfim, não precisava de uma guia para conhecer. O que salvou foi o discurso dela amoroso pela cidade. Vi que tem gente que gosta e enxerga coisa boa ali, e isso deu um certo consolo, apesar de eu não conseguir enxergar. Conheci um cara durante a visita guiada que era amigo da guia e que trabalha na tv local inclusive na parte de dicas sobre a cidade, avaliações de bares, etc, que me convidou para sair à noite. Nem ele sabia direito a programação. Tentou dois lugares: um havia acabado (era um jazz na rua) e o outro estava vazio e era um pub caro, nada a ver com a cidade. Foi uma droga. Ou seja, o cara que dá dicas sobre a cidade não sabe o que tem na cidade. Shame on me. A guia me recomendou também pra ir num lugar com uma feirinha que, segundo ela, era muito legal, e quando cheguei no lugar não havia feirinha nenhuma e fui à toa. TERCEIRA LIÇÃO: as pessoas amam Salvador somente porque amam, mas não conseguem dar muitas dicas do que experimentar pela cidade. E as pessoas não são receptivas para conversar então nem assim consegui vivenciar um pouco da experiência dos moradores. As únicas pessoas locais que me deram atenção falaram muito mal da cidade, me colocavam medo dizendo que não deveria andar sozinha, que é extremamente perigoso, etc. No sábado eu tinha um vôo à tarde e tentei ir à praia do Porto da Barra pela manhã mas infelizmente choveu. SALDO FINAL Saí de lá com uma impressão ruim e a certeza de que a Salvador divulgada é uma que é criada artificialmente apenas para as grandes festas de verão e carnaval ou a da Copa. Aquelas baianas só estão lá vestidas daquele jeito para os turistas tirar fotos ou vender acarajé, não porque faz um sentido para a cultura deles mais. Ninguém soube me dizer onde e como eu conseguiria visitar um terreiro de candomblé para ver algo genuíno. Senti muita falta disso. Na terça, na bêncao, talvez tivesse sido interessante para ver algo de sincretismo religioso, mas não vi e não sei dizer. As igrejas católicas são iguais as de outros lugares e não vi pessoas do candomblé dentro delas mesmo na sexta-feira onde havia pessoas dentro dela para rezar. Apenas do lado de fora tinham aqueles caras vestidos de pai de santo com bacia de comida na mao pra pegar dinheiro de turistas. O Olodum parece que agora é aos domingos, mas como tive tantas informações erradas, não sei se da pra confiar. No site do Filhos de Gandhi não é divulgado dia de ensaio e ninguém soube me dizer. Gosto de passar bastante tempo em cada lugar para experimentar o dia a dia do local, mas sinceramente não recomendo mais do que um dia em Salvador. Escolha o que mais te interessa ou vá em função do dia. O resumo está aí abaixo (mas lembre-se, pode mudar ou podem ter me informado errado): SEGUNDA - BALÉ FOLCLÓRICO no Pelourinho TERÇA - Bênção e Jeronimo no Pelourinho QUARTA - faço nem ideia QUINTA - Casa da Mãe (não fui mas parece ser algo mais genuíno) SEXTA - Samba tradicional de 15 em 15 dias num lugar que não souberam me explicar onde era SÁBADO - nao faço ideia DOMINGO - Olodum NÃO recomendo: Acarajé da Dinha, bares pra dançar no Rio Vermelho (a não ser que você goste de sertanejo ou funk trash), Mercado Modelo. Recomendo: Barra Guest Hostel (basicamente o que teve de bom foram as pessoas legais que convivi no hostel) O usual eu nem vou comentar muito... ter cuidado com assaltos, não dar mole no Pelourinho, etc. Mas isso é fácil de contornar estando sempre em grupo e carregando pouca coisa. Não me senti segura para andar sozinha à noite, mas acho que isso é meio óbvio.
  9. Oi, eu sou de Niterói. Para Itacoatiara não compensa barca, a não ser que vc pegue um taxi quando descer em Niterói. Mas o taxi vai ficar caro, aviso logo. O melhor, na minha opinião, é pegar um ônibus frescão para ITAIPU, pq de lá o taxi para Itacoatiara fica barato. Esses ônibus para ITAIPU passam por vários lugares do centro. Pergunte na rua que vão informar. Na Presidente Vargas ele passa com certeza. Em Itacoatiara não deixe de subir o Costao. A subida é difícil mas a vista lá de cima é incrível! O plano do parque da cidade é ótimo! Mas o acesso é difícil também. Se curtem caminhadas hard, podem subir andando, mas é BEM cansativo. Bastante mesmo. De São Francisco podem pegar um taxi pra subir ali. Deve dar uns 10 a 15 reais. A praia de Camboinhas tb é bonita, mas para mim Itacoatiara édisparada a mais bonita. Ps.: fuja do centro do Rio aos domingos. É perigoso e fica vazio.
  10. Obrigada, haole. Eu entrei em contato com o SAC da Deuter (maravilhoso, aliás) e eles ofereceram de trocar por uma speed lite 20 litros. Eu não vi o tamanho, mas fico achando que seria muito grande pra carregar só água e máquina fotográfica e um lanchinho pequeno, no máximo. Por exemplo, semana que vem vou a Foz do Iguaçu. Quero poder carregar uma mochila para ir às cataratas, mas 20 litros não seria demais? E para passeios de um dia conhecendo centros urbanos, também não seria? Fico achando que para essas coisas eu não precisaria de barrigueira. Estou errada? Você comentou que até 25 litros não tem muito mistério, mas essa que comprei de 10 litros é cheia de coisas! Capa de chuva, uma estrutura mais robusta, reservatório de 3 litros, etc. A mochila tem tantos atributos que sinto muito pena de não ter me adaptado a ela. Sua ideia de testá-la em uma trilha pequena é realmente boa, mas não sei se depois de fazer isso eu poderia trocá-la. Realmente o peso tem a ver com o que colocamos na mochila, mas fico achando que por ter um volume menor, há menos espaço pra colocar coisas e aí somos mais seletivos! Talvez então fosse realmente melhor comprar uma cargueira dessas acopladas com a de ataque de 18l... obrigada pelas sugestões e opiniões! deiafranzoi, eu não queria ter que pagar portadores de carga, gostaria muito de levar pouca coisa e ser capaz de encarar por conta própria. Não sei se será possível, mas fiquei pensando nisso. O saco de dormir eu havia pensado em amarrar do lado de fora mesmo... Qual foi a mochila que você usou? Não vi nada em outro tópico, acho que não deve ter sido eu que perguntei. Realmente não farei turismo com a cargueira, mas o pouco que andei com a de 10 litros já me doeu as costas, então imagine... eu tenho lordose e escoliose. Só vou mesmo insistir em mochila pois acho que a mala vai me limitar para o que ando querendo fazer.
  11. Gente, eu postei em outro tópico mas agora encontrei esse aqui, mais específico, e vou postar novamente. Desculpem, não gosto de duplicar, mas achei que seria melhor aqui: Pessoal, me ajudem por favor com a mochila de ataque. Eu estava querendo muito uma mochila com reservatório de hidratação(por achar mais prático de carregar do que squeeze) e que coubesse a máquina fotográfica (canon T3i)e um lanche pequeno, para ficar andando um dia inteiro em viagens (na cidade, principalmente, mas não somente). Pensei então em uma de 10 litros e acabei comprando uma Deuter Compact EXP 10 SL, mas ela é mais voltada para ciclistas. Só que não achei tão confortável assim, apesar de ter capa de chuva, ser resistente e caber reservatório de 3 litros. A outra opção, uma Deuter Lite de 10 litros, pareceu mais frágil, e não tem capa de chuva, mas parece que ela vestiu melhor. Alguém tem alguma experiência ou opinião sobre essas mochilas? Será que eu não gostar da Compact EXP 10 SL é por falta de costume de usar mochila? (só uso malas de rodinha por ter problemas nas costas e nos passeios usava bolsa transpassada bem leve). Só que agora farei um mochilão para o Peru e Bolívia e vou ter que comprar uma mochila grande (pensei em 40 litros no máximo porque sinto muita dor nas costas). Existem uns modelos com mochila de ataque acoplada, mas não sei se eles possuem reservatório ou ao menos espaço para eles. Para usar na trilha Inca, não quero levar uma com mais de 20 litros. A de 10 litros acho que não serviria (embora já tenha visto relato de alguém que fez só com uma de 10 litros). Alguns dizem que essas mochilas com a de ataque acoplada não são tão boas para trilhas (embora eu não vá fazer muitas). Nesse caso, eu teria então que ter 3 mochilas? Uma de 10litros, uma de 20 litros e uma de 40 litros? Ou vocês acham que uma de 10 litros para ataque tá de bom tamanho? Eu quero depois fazer uma viagem de 6 meses por vários países, mas não posso carregar muito peso nas costas. Eu realmente teria que me limitar a algo leve ou carregar rodinha (o que é mais complicado nesse tipo de viagem). É muita loucura fazer com 40 litros? Última pergunta: dá para acoplar a Compact EXP 10 SL numa cargueira qualquer?
  12. Pessoal, me ajudem por favor com a mochila de ataque. Eu estava querendo muito uma mochila com reservatório de hidratação(por achar mais prático de carregar do que squeeze) e que coubesse a máquina fotográfica (canon T3i)e um lanche pequeno, para ficar andando um dia inteiro em viagens (na cidade, principalmente, mas não somente). Pensei então em uma de 10 litros e acabei comprando uma Deuter Compact EXP 10 SL, mas ela é mais voltada para ciclistas. Só que não achei tão confortável assim, apesar de ter capa de chuva, ser resistente e caber reservatório de 3 litros. A outra opção, uma Deuter Lite de 10 litros, pareceu mais frágil, e não tem capa de chuva, mas parece que ela vestiu melhor. Alguém tem alguma experiência ou opinião sobre essas mochilas? Será que eu não gostar da Compact EXP 10 SL é por falta de costume de usar mochila? (só uso malas de rodinha por ter problemas nas costas e nos passeios usava bolsa transpassada bem leve). Só que agora farei um mochilão para o Peru e Bolívia e vou ter que comprar uma mochila grande (pensei em 40 litros no máximo porque sinto muita dor nas costas). Existem uns modelos com mochila de ataque acoplada, mas não sei se eles possuem reservatório ou ao menos espaço para eles. Para usar na trilha Inca, não quero levar uma com mais de 20 litros. A de 10 litros acho que não serviria (embora já tenha visto relato de alguém que fez só com uma de 10 litros). Alguns dizem que essas mochilas com a de ataque acoplada não são tão boas para trilhas (embora eu não vá fazer muitas). Nesse caso, eu teria então que ter 3 mochilas? Uma de 10litros, uma de 20 litros e uma de 40 litros? Ou vocês acham que uma de 10 litros para ataque tá de bom tamanho? Eu quero depois fazer uma viagem de 6 meses por vários países, mas não posso carregar muito peso nas costas. Eu realmente teria que me limitar a algo leve ou carregar rodinha (o que é mais complicado nesse tipo de viagem). É muita loucura fazer com 40 litros? Última pergunta: dá para acoplar a Compact EXP 10 SL numa cargueira qualquer?
  13. Pessoal, eu nunca tive mochila, só viajo com mala de rodinha (e gosto muito delas). No entanto, ando com vontade de fazer algumas viagens em que a mochila seria mais prática. Como sou totalmente leiga no assunto, gostaria de saber se é possível acoplar uma mochila menor (10 litros) nas mochilas grandes. Vou comprar uma de 10 litros da Deuter com reservatório de água para outro uso, e pretendia usá-la como a mochila de ataque.
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