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parafrenteparaoalto

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Tudo que parafrenteparaoalto postou

  1. Ola camarada muito interessante seu post.. estou planejando ir agora em novembro com a familia para o chile. e apos fazer o be a ba com santiago e arredores para programa turistico c a mae e a irma.. queria fazer um pouco mais de coisas com a minha cara. Como estou com pouco tempo queria ficar dois dias em Cajon del maipo junto c elas.. a pergunta eh.. o local tem infra estrutura de hospedagem... pq tenho certeza q elas nao vao topar em fica barracas... outra coisa o local eh propicio para atividades de montanha?(escalada principalmente)? abs
  2. DIA 15 - 26 DE NOVEMBRO 2014 - LA PAZ Esse dia tirei p descansar (andando), jã não estava me sentindo mt bem (garganta, febre) mas saí para pesquisar preços para fazer o Downhill da morte ou fazer uma escalada em rocha, fazer compras de souvenir na calle de las Brujas, pegar os equipos que havia comprado na Loja Tatoo e conhecer uma muro de escalada Indoor, EL MURO (avenida saavedra 1109 HOSTAL TOPAZ (Miraflores)). Pena q este último estava abandonado e não havia ninguém escalando por lá! O legal que deu p me afastar um pouco do centro e conhecer o bairro simpático de Miraflores. Lá tem o Estádio Hernando Siles do Strongest (não fui, me arrependo!). Voltei para o centro e acabei fechando o downhill com uma agencia na Calle Sagarnaga, cuja a operadora do downhill seria a El Solario. Paguei cerca de 350 bolivianos para o dia todo de estrada que seria no dia seguinte.Voltei para o hostel, arrumei a mochila com as compras devidamente trancada e fui tomar umas cervas no terraço do hostel. Ali eh festa todo dia, inclusive gente de outros albergues vao p la. Gastos do dia refeicoes 30 bolivianos Downhill 320 bolivianos cervejas 40 bolivianos DIA 16 - 27 DE NOVEMBRO 2014 - DOWNHILL DA MORTE No méu ultimo dia em La paz, Não acordei mt bem(meio resfriado)as 7h30 no hostel, aparece o guia num Onibus que nos levaria até o início da descida de bike. Passa em mais dois hostel e pegamos cerca de duas horas de ônibus até o ponto inicial de descida. Só a viagem de busão até o local vale a pena, Varias montanha afiadas negras, com pontos de gelo no cume. . Paramos e são dadas as instruções. Estamos a 4000 e pouco de altitude e está frio demais. Fui Somente com uma segunda pele e camiseta, mas eles fornecem uns agasalhos, luvas, calca e capacete e deu p aliviar um pouco o frio. A primeira parte é a descida na pista de asfalto, nada mt complicado so tem q ter cuidado para não ser atropelado. A paisagem e o ar puro encantam, mas nao se distraia ou é chão na certa. Cerca de 20 minutos ou mais de descida , chegamos a entrada de um tunel e paramos para tirar fotos. Passamos por fora do tunel e minha bike quebra a corrente . O guia me fornece a dele e chegamos ate um ponto de encontro onde retornamos a van para fazer um trecho de subida para irmos de fato para a descida da morte em estrada de barro. Ali fazemos um pequno lanche antes de iniciar a descida e sao dadas as instruçoes. Temos que seguir na mão inglesa, logo estamos ao lado do precipicio A descida é demais, você pega uma velocidade impressionante e curvas fechadas. Um pouco depois do comeco minha bike quebra de novo . Novamente me dão outra bike essa sim boa. Depois que pega confiança da bike e da pista vai que é uma beleza. Ainda tirei um racha com um argentino nas descidas. A medida que vamos descendo vamos entrando na selva e nos vales com cachoeiras e o calor aumenta. Quando cheguei no ultimo posto de controle, demoramos mt para sair e o sangue acabou esfriando. Comecei a sentir a gripe, febre, o cansaco da viagem sei que não deu mais para eu continuar.... Mas falatav so uma pequena descida. Fui na van ardendo em febre. fui procurar na mochila o kit primeiros socorros havia esquecido . Rumamos para o local de almoco, tinha ate uma piscina. Só comi algo e fiquei aguardando o pessoal. Perguntei se alguem tinha remedio p febre e nada.. E ainda tinha a viagem de volta, ia queimar em febre por umas 3 horas ate chegar em la paz. Por sorte, apareceu um outro grupo que haviam feito o downhill e tinha uns brasileiros que vieram falar comigo, pedindo informação e acabei pergutando se tinham remedio. Um deles tinha e me salvou!!! Paguei uma cerva trocamos uma ideia e era hora de partir. Mais duas horas apreciando a paisagem e chegamos a a paz já no começo da noite. O chato foi que ficaram de dar o cd com as fotos da trip assim q chegássemos na agencia, porem o pc de la era lento demais e nada foi feito Falaram qeu era passar de manha, mas meu voo era cedo, entao nada feito. Nao gravaram nada e fiquei sem fotos(não levei a camera) e ainda ficaram de passar no email ate hj to esperando.... Considerações não economize para do Downhill... Pegue uma bike no minimo com suspensão dianteira(hard tail). Seus bracos vão agradecer no final. Eu não recomendo a El solario. Apesar de barato as bikes nao compensam, algumas estao velhas e as roupas nao sao lah essas coisas, alem de nao me passarem as fotos. Pelo que eu vi a gravity Bolivia eh uma das melhores. DIA 17 E 18 - 28 E 29 DE NOVEMBRO 2014 - LA PAZ - COBIJA- RIO BRANCO -MANAUS Fecho a conta no hostel e tomo um táxi para o aeroporto. O Aeroporto, na sala de embarque tem uma visão espetacular para uma montanha que eu não sei qual é, mas tava sem mt saco para tirar a camera da mochila e fiquei so admirando. Entro no avião ate que confortavel sigo por 1h e faço uma conexao em Santa cruz de la sierra e de lá ate Cobija(mais uma hora). Em Cobija, aguardei por mais de 45 min até que o exército boliviano liberasse as bagagens(algumas malas foram revistadas sem a presença dos proprietários) . Lá tem varios taxi lotação que fazem a rota Cobija até rio branco. Sou solicitado por um taxista de maneira bem discreta e fecho a corrida em 70 reais. Esse tipo de taxi ao que pude entender eh proibido na Bolívia. Sigo viagem com mais tres estudantes brasileiros que fazem medicina na Bolívia e após 4 hs de viagem chego ao Aeroporto Rio branco(o táxi para nas aduanas para marcar a saída da Bolívia e entrada no Brasil e ainda para para almoçar). Daí é só aguardar meu voo para retornar a Manaus e descansar!!! Gastos do Dia. 12 boivianos taxi ate o aeroporto la paz 70 reais taxi lotação cobija - rio branco 15 reais almoço
  3. DIA 14 - 25 NOVEMBRO 2014 - 3º DIA HUAYNA POTOSI. CAMPO ALTO- CUME -CAMPO BASE -LA PAZ Por volta da meia noite e meia somos acordados..." vamos vamos" dizem os guias. Meio desnorteado levanto e sei que devo me arrumar depressa para iniciar o ataque ao cume. Todos levantam e começam a se arrumar e colocar os equipos. Segunda pele, fleece, roupas impermeaveis, cadeirinha, botas duplas, polainas, luvas. Tomamos o que seria o café da manhã (chá de coca, chocolate, biscoitos, pao e geléia.) Comi o máximo q consegui e bebi água até morrer.... . Todos se ajeitaram nas cordadas já firmadas e saíram em direção ao madrugada longa e congelante que nos aguardava. Eu tive que aguardar o francês que estava mal para ir na minha cordada junto com o guia e acabei saindo uns 15 minutos depois de todo mundo. Saída do refúgio, a primeira porrada do vento frio bate. temos que começar a andar para não congelar. Quando começa acabar a parte de rocha colocamos os crampons e usamos o piolet. Agora começamos a subir a passos lentos porém seguros a primeira inclinação logo em frente ao refúgio, logo após isso dobramos para a direita e seguimos e alcançamos alguns membros do grupo. Um caminho estreito, ao menor vacilo vc rebola até o refúgio.Até agora tudo bem, até o francês não dava sinal de cansaço... . Seguimos e passamos a cordada das garotas, e seguimos a caminhar. Eu pouco conversava, me concentrava ao máximo na respiração e na passada, tentando fazer um ritmo agradável aos meus ouvidos(como uma canção) e também aos meu pulmões. Caminhamos e caminhamos e caminhamos e chegamos ao acampamento argentino. Nessa parte encontramos uma outra cordada, um dos membros estava mal e ia descer com o guia e outro remanescente iria se juntar coma minha cordada. Tomamos folego e seguimos agora com guia, eu e mais dois franceses. ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> Logo após essa parte enfrentei uma escalada de uns 20 a 30 m em gelo,na PAREDE DE GELO chamada Pala Chica. Não é nada mt complicado, porém na altitude e na madrugada uma coisa simples se torna extremamente estafante. Seguia no ritmo" piolet, crampon, crampon. piolet, crampon, crampon . piolet, crampon, crampon) até que cheguei acima desta parede. cansado porem feliz. Continuamos a subir devagar, dali se podia ver as luzes de la paz.... avistei tambem um cachorro indo em direção ao cume... estava com outro grupo. o guia disse que ele fazia isso quase todo dia. Após quase meia hora de caminhada depois da escalada da Pala chica, os dois franceses que estavam comigo falam que não dá mais para eles.... e p completar o guia q está comigo diz que se formos nesse ritmo talvez na alcancariamos o cume em tempo hábil . Então olhamos para baixo e avistamos as lanternas cordada da dupla de garotas subindo a Pala Chica , porém so víamos duas lanternas (uma já tinha descido). A opção agora era descer até eles , para eu formar cordada com eles e os dois franceses baixarem com o outro guia. Tive q aceitar essa opção mesmo tendo que gastar o dobro de energia(descer tudo q eu já havia subido para depois voltar....) era isso ou congelar esperando eles subirem ate nós. Descemos e ficou acertado que os franceses desceriam e eu iria com o Guia Nelson e a francesa Marie.!! A principio ela quis descer porque ela estava indo devagar e nao queria me "atrapalhar". eu disse que iriamos ate onde desse! e ela aceitou.. Então partimos, subindo lentamente mas a passos fortes, e subindo, subindo... Chegamos a 5700m e encontramos a primeira cordada do nosso grupo descendo. A namorada do outro francês passou mal. Ela desceu com o guia e ele passou para nossa cordada. Seguimos então na cordada final: Nelson(guia), eu, Marie e Benjamin. Vale lembrar que uma cordada nesses moldes não é recomendável, mas mesmo assim ele seguiu conosco. Andávamos e subíamos nos montes de neve, a cada término de subida eu dava um suspiro de vitória. As paradas eram curtas de no máximo 1 minuto e já seguíamos andando, tínhamos que recuperar o tempo perdido. O Sol começa a nascer, uma das coisas mais bonitas que eu já vi na minha vida. Nesse momento uma injeção de ânimo nos é dada. Eu já estava com os nervos em frangalhos.... Olhava para a subida e tinha um ódio mortal da Montanha(pq eu fui p ali?) mas olhava para trás e via o mar de nuvens e o nascer do sol e minha pergunta era respondida..!! Eu estava ali para ver a beleza do caminho. Fascinante! Alcançamos a lateral antes da subida da famosa crista. Encontramos um grupo que já estava descendo do cume e eles disseram: "vamos, lá esta com uma visão linda ... falta pouco." Então passei a andar mais concentrado e pegava o piolet e cravava firme e com raiva na montanha. Talvez eu pensasse que assim ela se abalasse e fosse um pouco mais sociável comigo. hehhhehe Andamos mais um pouco e .."chegamos a 6000!" nos disse o Guia. Falei comigo mesmo "puta q pariu... cheguei a 6000 na minha primeira investida, ja tava de bom tamanho se alguem quisesse desistir tava valendo ja"... Faltavam os 88 metros finais que se descortinavam em uma crista absurda de linda, com comprimento de uns 100, 150 metros. Ali o negócio é o seguinte : Do lado direito da crista se vê o Lago titicaca, e embaixo dos seus pés está a face da montanha que é eh rocha e gelo. Do lado esquerdo se vê as otras montanhas e todo o caminho percorrido com gelo e neve. Não cabe mais que uma pessoa andando passo atras de passo. É realmente mt estreito. Caiu, morreu! Mas não eh nada complicado. A Marie teve vertigens e o Benjamin teve q ir cantando e ela subiu de olhos fechados até chegar ao cume. Por volta das 07h chegamos no Cume, eu vi a bandeira da Bolívia e saí correndo.Comecei a rir igual um doido, talvez a altitude ja estivesse me afetando. Respirava aquele ar puro, vislumbrava o céu azul quase violeta, sem ventos vendo o mar de nuvens. Na verdade eu ria mas estava apático, ainda não havia caído a ficha.Ficamos uns 15 minutos e começamos a descida. Cometi dois erros cruciais antes de descer. 1 não comi nada para repor a energia antes de descer(minha mochila estava cheia de doce e castanhas, mas ignorei) 2 não levei óculos de sol. Assim começamos a descida, Marie e Benjamin cantando e eu curtindo a paisagem. Saindo da crista comecei a me sentir mal, vomitei. estava fraco. mas nao queria comer. Comecamos a descer, eu já estava caminhando trôpego e sem ritmo, estava calor, a neve refletia no meu olho, estava irritado. Quando parava p descansar, não queria mais levantar, pensava q se eu caisse em algum abismo era melhor p mim... coisa de doido.. a descida foi mais sofrida q a subida. Qualquer parada p descanso eu quase ja nao acordava mais.. pa descer a PAREDE DE GELO tivemos que desescalar. o rapel nao era seguro devido ao avancar da hora e o gelo poderia nao estar mais firme para os parafusos de gelo. Aos trancos e barrancos cheguei no acampamento alto, sendo saudado por todos... so quis ir p cama e deitar um pouco. tomei um Nausedron com cha de coca e foi cura quase q imediata. comi um pouco e passei a arrumar a mochila para descer. Descemos tudo que haviamos subido no dia anterior e chegamos ao refugio la pelo 12:00 e fomos recepcionados com uma bela sopa e tomamos muitas Paceñas para comemorar. A partir daí a van foi nos buscar e voltamos para La PAz. Nesse dia só fiz chegar na cidade, falar c minha familia pela internet, jantar e ir dormir.... P.S. Quase não tirei fotos da caminhada noturna pois eh mt escroto e difícil retirar as luvas e pegar a camera na mochila e colocar td de volta.Sem contar q pocuos tempo parado ja começa a fazer um frio desgraçado. vídeo do cume Gastos do dia janta- 15 bolivianos Considerações Os equipamentos dessa agencia eu achei precários. Minha bota dupla estava remendada com silvertape e com meia hora de caminhada meus pés ja estavam dormente. Usei as meias proprias para esse tipo de empreitada(liner, meias segunda pele, meias de poliester e lã merino, todas próprias) mas acho q as botas nao cumpriram seu papel. Arrisiquei-me , mas por fim meus dedos nao foram perdidos. kkk so fiquei com as pontas dos dedoes dormente por um mês, mas nada de pes negros ou bolhas. eu recomendo fortemente pegar um guia só para vc. assim nao tem a preocupacao com os outros que estão em sua cordada. Só depende de vc. paga-se um pouco mais caro mais eh certeza que os fatores de insucesso serão reduzidos. O Guia nelson, que nos evou até o cume é o melhor dentre os 4. ele é incentivador, ajuda e conhece bastante a montanha. Sua família eh dona do refúgio no acampamento alto, o primeiro refugio que nos abrigamos. Portanto eu o recomendo, deve ser fácil achar ele , é só pegar o contato do refugio e procurar p ele. não dependa exclusivamente da agencia ou do guia. é importante pegar bastante informação antes de se meter numa dessas, assim vc pode aumentar suas chances de sucesso. Pesquisar sobre roupas, equipos, saúde na alta montanha é muito importante e facilita muito sua vida. Ali não eh um passeio qualquer de fim de semana(apesar de as agências venderem como tal) . os franceses que desistiram ficaram chateados porque não falaram p eles sobre a ingestao de liquidos antes e durante a trip , o que pode ter favorecido o mal desempenho. Lógico que o funcionamento do organismo em alta montanha nao eh uma ciencia exata. uns se adaptam rápido e outros nao! Creio q não senti tanto, pois já estava há mais de uma semana na altitude. O q me quebrou na descida foi nao ter comido nada para descer. CONTINUA
  4. Camarada eu estive em novembro de 2014, e agencia me cobrou 800 bolivianos para a trip de 3 dias c td equipamento tecnico incluso(botas duplas, crampons, piolet, polaina, capacete, cadeirinha, calca impermeavel, luvas impermeaveis) e comida . O porem de ir com agencia eh q vc fica dependente da outra pessoa q estiver com vc na cordada, sem ser o guia. Fiz cume, porém quase não consigo devido a alguns perrengues passados no dia de ataque. Então recomendo fortemente que pegue um guia só p vc. Se voltasse hj eu pegaria um guia so p mim. Recomendo a agencia Elma Tour do Jenaro Yupanqui. Eu fiz varios contatos por email e ele me passou um valor, quando fui pessoalmente ele me passou outro valor mais baixo. Eu iria com ele, porem no dia que fui fechar negocio sua aloja estava fechada e acabei indo com a millenium adventure, eles possuem uns equipamentos que deixam a desejar e os guias nao se esforçam em te incentivar. qualquer duvida estou ai
  5. DIA 13 - 24 NOVEMBRO 2014 - 2º DIA HUAYNA POTOSI. CAMPO BASE- CAMPO ALTO. Depois de uma boa noite de sono no refúgio, dormindo em colchonetes e sacos de dormir, desperto por volta das 06h30 e vou ver o belo amanhecer do sol. Está uns 6 graus e a paisagem mudara. O solo esta todo branco da neve caída na madrugada e a montanhas ao redor também. Momentos de contemplação e sou chamado para o café da manhã. Mais chá de coca, suco café biscoitos e pães. Vamos arrumar nossas coisas para iniciar a subida até o acampamento alto. Um dos franceses não esta muito bem, sente fraqueza e cansaço mas se dispões a subir. Por volta das 8h começamos a subida. Em um ritmo tranquilo me ponho a caminhar. Os primeiros 20 minutos são os mesmos do dia anterior até que surge uma bifurcação para a esquerda e seguimos a rota que nos leva para o próximo acampamento. Paramos em uma espécie de abrigo feito de pedras e lona, onde uma senhora que esta dentro recolhe a tarifa de entrada(10 bolivianos) e carimba os passaportes dos vistantes. Uma espécie de ponto de controle. Acabamos encontrado um grupo que tinha feito cume mais cedo e disse que o tempo lá em cima estava perfeito. Uma injeção de ânimo! Agora o sol ja esta mais forte, e o francês que já estava mal fica pior. Seus amigos se põe a carregar a mochila dele e seguimos. Agora começa uma das subidas mais nojentas da minha.. uma enorme subida entre pedras soltas e cascalho que muitas vezes faz com que vc de um passo p frente vá dois p tras. . Cada ponto mais plano aqui servia de parada para descanso e tomar uma água, Bater uma foto. Eu procura olhar somente para os meus pés para não ver o quanto faltava subir para evitar criar expectativas e posteriormente me frustrar. deu certo. Olhar para trás garantia uma visão espetacular das lagunas , do glaciar do céu azul.... Cerca de pouco mais de 2h30 caminhanto chegamos ao refucgio campo de rocas. fiquei feliz mas por pouco tempo! O nosso refugio era um pouco mais acima! uma descansada, uma nova puxada de ar e retomamos a subida. pouco mais de 1 h depois e chegamos ao nosso verdadeiro refugio a 5270msn. um refugio grande com mesas e beliches e bem aquecido a mais de 5000 metros. fiquei pensando na trabalheira que deu para trazer tudo aquilo. Escolhemos as camas e ficamos aguardando o almoço. Alguns foram jogar baralho, eu fui ler um livro e o francês se pôs a ficar na cama. Ele estava realmente mal: sentia enjoo, dor de cabeca, falta de apetite, sinais do mal de montanha. Miguel então foi prepara um chá de uma plantinha encontrada nas pedras da montanha para aliviar os sintomas do francês. Pouco tempo depois, o almoço estava servido(frango empaado com arroz,sopa e chá de coca). todos comeram, menos o francês que mal se levantou da cama. Após a refeição bati um papo e fui dormir. Acordei lá pelas 17h com umpouco de dor de cabeça. tomei um dorflex e resolveu. Então fui admirar a paisagem lá fora. Vi o por do sol. A minha direita via uma cadeia de montanhas(creio que era o condoriri) . Me distanciei um pouco do refúgio para sentir um pouco do lugar. incrivel... ouvir alguns passaros voando aquela altitude, o vento soprando, o sol baixando.... espetacular. Agora já era hora do jantar, mais uma vez o frances recusou a comida e fiquei com duvidas se ele disporia a subir daqui a algumas horas(ataque ao cume é feito no início da madrugada) apos a refeição foi feito o briefing para armar a estratégia de ataque ao cume. todos formaram as cordadas triplas( duplas juntamente com um guia). Fiquei com o guia Iurni e advinha com quem? o francês que estava mal. Até então era duvida se ele iria ou não. Após isso, fomo descansar para levantar a meia noite.... eu mal consegui dormir de ansiedade.... um vídeo do 2º dia Gastos do dia 0,00 Bolivianos Considerações Caminhe no sue ritmo, ali não é uma corrida! Não deixe de se hidratar, nunca! Evite fumar, se for fumante(os franceses se deram mt mal), deixe para quando descer. Evite bebidas alcóolicas em em demasia. Nesse dia de subida usei somente uma camisa e uma calça segunda pele, uma camisa e uma calça de poliester e bota comum de trekking. suficientes para caminhar para não sentir nem calor nem frio.
  6. DIA 12 - 23 NOVEMBRO 2014 - 1º DIA HUAYNA POTOSI. CAMPO BASE - GLACIAR VIEJO - CAMPO BASE Lá pelas 6h30 levanto com o pouco que consegui dormir, pois a balada no terraço do hostel acabou lá pelas 5h! tomo o café no próprio hostel e com a mochila cargueira de 70l já preparada, desço para fazer o check out. faço a mesma tática da trilha Salkantay: guardo a mochila no depósito do hostel sem custo algum. Aguardo no saguão e minutos depois aparece o guia chefe, Miguel. Um senhor pra lá dos seus 50 anos muito animado que chama o nome de todos que estão na expedição: 7 franceses e eu! .Dois dos franceses fumam seus ultimos cigarros, sao feitas as apresentações e seguimos na van rumo ao acampamento base. Antes paramos na casa de miguel para pegar as botas duplas. várias sao testadas e arranjo uma pra mim. não estão ótimo estado(algumas estão com silvertape) , conhecemos outros dois guias e seguimos rumo ao Huayna potosi. Quase duas horas de viagem em estrada de terra, em uma paisagem um tanto quanto árida, avistamos as primeiras lagunas e montanhas... lá em frente está o Huyana potosi, com seu cume nevado. Lhamas e alpacas fazem parte do cenário. espetacular. Chegamos no refugio, 4800 msnm e começo admirar a paisagem. A laguna, as montanhas. quantas delas ja foram escaladas? quais as mais dificeis.... talvez eu estivesse delirando por causa da altitude . Então é servido o almoço. Entrada prato principal e sobremesa(sopa, carne arroz c frango e bananas) mais chá de coca e suco para acompanhar. nota dez a comida. Algum pouco de conversa fora e miguel nos chama para nos equiparmos e fazer o treinamento no glaciar viejo. Uso pela primeira vez uma bota dupla e polainas. Como aquele troço pesa. Mochila equipada com piolet, agua e saimos caminhar para o glaciar. Cerca de 20 minutos de caminhada tranquila e chegamos ao destino. Começa a nevar. Minha segunda vez que vejo a neve cair( a primeira foi em Salkantay) Miguel passa as primeiras instruçoes de como caminhar com os Crampons e piolet de marcha em uma inclinação de cerca de 45 graus. Nada mt complexo, é só pegar o jeito. Depois vamos para uma parede vertical de uns 70º de inclinação e uns 10 mt de altura. Treinamos escalada em gelo com crampon e piolet. Aí o bicho pega! fazer esforço na altitude eh mt cansativo. Porém Miguel disse que essa segunda parte nao usariamos no Huayna potosi.(mais tarde descobriria que era mentira!) . Nessa parte, a bota de uma das francesas literalmente se desfaz, rasga o solado e Miguel faz um conserto de emergencia com cordeletes para que ela pudesse retornar ao refugio. Ao retornar ao refúgio, por volta das 17h, fomos tirar um cochilo e aguardar a janta. Consigo dormir um pouco, porém ainda tentando assimilar o local onde eu estava, em meio as montanhas. O vento soprava na janela do refugio. O sol meio pálido iria se por por entre os gélidos cumes das montanhas ao redor. .. Por Volta das 19h somos chamados para a janta. Macarrao a bolnhesa... estupidamente gostoso.. nunca imaginei comer tao bem entre as montanhas. Um pouco de bate papo(portugues, misturado cok espanhol e ingles) e fomos para os sacos de dormir. No próximo dia subiriamos para 5270 coma mochila com carga total(roupas, piolet, bota dupla, capacete, cadeirinha, comida, chinelos). Demoro a dormir, necessito ir ao banheiro. começa um barulho no telhado.. está nevando e muito forte... o banheiro eh fora do refugio e só de sair já retornei com a roupa toda branca de neve. Volto p saco de dormir e este esta extremamente gelado, vai demorar para aquecer novamente... mais um tempo perdido nos pensamentos e consigo dormir. Gastos do dia check-out hostel 90 bolivianos Considerações Beba bastante água nos dias que antecedem a ida ao huayna potosi, além de caminhar bastante. Ajuda no processo de aclimatação além de habituar a caminhar durante bastante tempo Não hesite em comer mesmo que seja pouco. Inclusive de preferencia as comidas "molhadas" (sopas, chás, sucos) pois o a ingestão de liquidos é fundamental para o processo de aclimatação.
  7. já fiz essa trilha duas vezes. uma pela tradicional(subindo e descendo a carrasqueira) e outra pelo como vc fez... ir pelo caminho tradiciona eu achei mais cansativo pois o caminho é maior e tem q enfrentar a carrasqueira duas vezes. A que vc fez eh muito mais legal pois você volta por um caminho diferente e ve novas paisagens... você pegou uma dia ótimo. limpinho. quando eu fui so tive acesso a imagem q vc teve na Garganta do céu por alguns instantes... e descer a carrasqueira é bem pior que subir. parabéns pelo relato
  8. DIA 11 - 22 NOVEMBRO 2014 - LA PAZ. Acordo cedo, tomo um café simples no Hostel ( pão , geléia, suco, cha de coca) e parto para encontrar a sede da Bolivianas de Aviácion . Av camacho, 1413 para comprar a passagem de volta até Cobija(fronteira Bolívia- Brasil, Acre). Poderia comprar na internet, porém o sistema da empresa estava uma droga. Saio, está um frio mas não chega a incomodar. Saio de bermuda e botas e levo um corta vento na mochila. Ao caminhar me deparo com um termômetro e marca 10º graus as 8h30 da manhã . Talvez já tivesse me acostumado com as baixas temperaturas e o frio já não me incomodava. Como o escritório da empresa so abre a 9h fiquei fazendo hora numa casa de saltenhas. paguei uns 7 bolivianos por cada . Mt show pena que não lembro o endereço.... As 9h abre e sou o primeiro a comprar a passagem. pago 187 reais na passagem de avião até Cobija. A partir daí saio a cotar novamente os preços para o Huayna Potosí na Calle Sagarnaga e na AV illampu. Acabo chegando a Loja Tattoo na av. illampu e comprando alguns equipos de escalada em rocha. Tudo muito barato se comparado com os preços do Brasil, além de equipamentos para alta montanha. Comprei muita coisa e com receio de deixar no hostel(devito ao fato acontecdo com um dos brasileiros) resolvi pagar e deixar as coisas na loja e resgatar só no ultimo dia de viagem, atendente disse que tudo bem e fiquei tranquilo. Então sai para fechar o pacote para o Huayna Potosi, acabei escolhendo a Millenium Adventure (calle sagarnaga, 223 galeria)do sr. Guillermo, que de todas as empresas foi o mais simpático. Grandalhão e bonachão, foi escalador de alta montanha porém agora so agenciava as expedições. A princípio eu estava inclinado a ir com a Elma Tours (sagarnaga, 334 ,galeria) do sr Jenaro Yupanquii que foi mt atencioso durante a troca de e-mails, ou ir com alberth tours ( calle illampu, 750) porém nenhum das duas abriram no dia em questão um sábado. com a millenium adventure paguei 800 bolivianos para três dias com tudo incluso (traslado, equipamento de alta montanha e alimentação). Almocei numa espécie de fast food boliviano que vendia tudo de frango, pedi um sanduiche de frango com batata frita e uma coca cola. aproveitei para conhecer a Calle de las brujas e fiquei de voltar lá para comprar lembranças. Curioso andar e se deparar com os fetos de llamas e todo tipo de decoração. Lojas de instrumentos musicais típicos, artesanatos, essencias, folhas de coca. O mais legal é conversar com os donos das lojinhas. Numa dessas conversas acabei ganhando um pingente de Condor da cholita da lojinha mesmo sem ter comprado nada. Ela disse que era para abencoar minha viagem. Aproveitei para comprar algo a mais que faltava para a expedição(pilhas para headlamp, uma mochila de ataque menor, castanhas, amendoim,biscoitos) e a noite tomei uma cerva de leve no hostel e arrumar a mochila para a trip tendo em vista que a agencia iria passar as 7h30 do outro dia para me pegar. Gastos do dia saltenhas e suco - 17 bolivianos equipos de escalda - 900 bolivianos expedicao huayna milleniuma dveture - 800 bolivianos almoco - 20 bolivianos castanhas e amendoim - 8 bolivianos mochila de 25 l dobravel marca doite - 270 bolivianos cerveja hostel - 10 bolivianos Considerações Barganhe o que puder na compra de coisas em lojas, sempre é possível conseguir um desconto. para sacar dinheiro eu só consegui no Banco de los andes , descend a Av 16 de julio. meu bano é bradesco e em todos caixas que fui não consegui. então haja pernada!! o pior é que nesse banco eu so podia sacar 1400 bolivianos. andar a pé pelo centro de la paz é uma das melhores coisas que se pode fazer, achei muito legal além de não parecer perigoso e haver dezenas de mochileiros nessa regiao.
  9. Cara eu fiz cume em novembro agora de 2014... Eu já tava vindo da Trilha salknatay no Peru onde no segundo dia se chega a 4650msnm e depois nos outros 3 dias desce tudo até chegar numa altitude de uns 2000m. Voltei para cusco so para pegar o busão p la paz. e em la paz fiqui dois dias andando bastante na altitude e parti para o huayna potosi. Acho q o que me ajudou muito foi ter bebido bastante Água. cada mil metros um litro dagua. Ou Seja, quando estava em la paz (3600) bebia usn 4 litros dagua por dia. Se tiver mais tempo. Sugiro ir ao chacaltaya(não fui) dar uma caminhada. ou passar usn dias em la paz e fazer o treeking condoriri até o huayna potosi que pode ser feito em 5 a 6 dias. eu gostaria de ter feito esse trekking mas ja estava sem dinheiro. recomendo ir de com guia particular, pois se for em grupo vc corre o risco de seu parceiro de cordada não estar bem e vc ter que descer junto...(isso quase aconteceu comigo) eu fui com a agencia Millenium.. fica em uma das galeria da calle sagarnaga. a comida era mt boa, ja os equipamentos nao são tao bons(principalemnte as botas duplas) porém eu tinha grande parte do meu equipaemnto pessoal. Os guias deixaram a desejar no dia de cume, tendo de 8 pessoas chegado so eu o guia e mais dois. O guia Nelson eh um dos proprietários do refugio do acampamento base. esse sim eh super gente boa... e responsavel e incentivador. vale a pena procurar o contato dele. talvez algumas das agencias possuam o contato dele. se não conseguir eu recomendo a Agencia Elmatours tbm fica em uma das galeria da calle sagarnaga. procura o jenaro Yupanqui. Ele é o guia recomendado pelo falecido Davi Marski. eu ia com ele, porem quando fui no outro dia a loja dele estava fechada(domingo) e acabei fechando com a millenium. no mais qualquer dúvidas estamos aqui e bons ventos ta aqui um pouco do feeling do local
  10. DIA 10 - 21 DE NOVEMBRO- CHEGADA A LA PAZ, CONHECENDO A CIDADE. Peguei o ônibus as 22h30 em Cusco, no mesmo dia em que voltei de Machu Picchu. Meio cansativo, e cheguei em cima da hora em Cusco. Só deu Tempo de pegar a mochila no hostel e partir p rodoviária. O ônibus não é tão novo, porém confortável, ainda dão umas mantas para não sentir frio na madrugada. Acordo umas 8h e já tenho a visão do Lago Titicaca ao meu lado... Acordar c uma paisagem dessa é demais. Chego na fronteira com a Bolívia umas 9h30 e a ponte está fechada. Estava acontecendo uma espécie de Parada Militar. A fronteira lotada, ninguem entrava nem saía. As aduanas um caos... Até que nessa confusão encontro tres brasileiros Carimbamos passaportes de saída do Peru e aguardamos a ponte ser liberada. Nesse ponto nos temos que descer do onibus e ir a pé até o outro país e aguardar a passagem do ônibus. Aflição. A ponte abre, carimbamos o passaporte de entrada na bolívia e agaurdamos nosso ônibus. Ficar na rua estreita, cheia de ambulantes, na fronteira é uma experiência divertida... As cholitas(aquelas senhoras com trajes típicos andinos) esbarram em você sem nenhum compromisso. Por mais que esteja a duas quadras de distância elas fazem questão de te dar um esbarrão, passam em cima do seu pé com uns carrinho... kkkk figuras! Depois de quase uma hora e meia, nosso onibus é liberado e seguimos a La Paz. Cheguei a La paz por volta das 13h e junto com os brasileiros rachei um táxi até o Loki Hostel. Coincidentemente todos iriam ficar lá! Fizemos Check in e acabei ficando em quarto q tinha vista para a Montanha Illimani. Demais. como viagem era dedicada as Montanhas... não tinha lugar melhor. Deixamos as malas no hostel e rumamos para ir almoçar. Porém um dos brasieliros , havia perdido sua carteira. Ele acredita que foi roubado na recepção do hostel, em um minuto que deixou a mochila longe. No fim havia perdido 100 dolares e seus cartoes de credito. A partir daí rumei a caminhar para auxiliar o conterrâneo. Fomos usar as cabines telefonicas internacionais, andamos pelo centro atras do banco Western union, Comemos um "trancapecho" numa das ruas do centro, tomamos uma cerveja Paceña para desestressar, até que ele conseguisse resolver seu problema. no fim bloqueou seus cartões e conseguiu sacar uma grana para ficar dois dias em La Paz. A partir daí, rumei junto com ele ate a Calle Sagarnaga para cotar preços para o Huayna Potosi. Andei por várias e os preços variavam bastante e partiam desde os 800 bolívares. Cotei muitas e fiquei de decidir no dia seguinte. Numa dessas que entrei, A ElmaTours conheci o Jenaro Yupanqui, que foi indicado pelo Davi Marski Filho. Jenaro meperguntou de onde era, disse que era brasileiro e el então me perguntou se eu conhecia o Davi Marski , respondi que somente pelo blog e ele que havia fornecido o contato. Entao Jenaro me disse que ele havia falecido numa escalada em Andradas. Foda! Dava para perceber que eles eram grandes amigos pois ele estava bastante abatido. Eu fiquei meio mal, apesar de nem conhecer o cara, mas lia bastante o blog dele que me deu bastante conhecimento teórico para empreitada. Depois de muito bater perna, resolvi comer algo na rua e ir dormir. Não quis nem ir p festa que rola no terraço do Hostel. Inclusive esse hostel é bastante conhecido por causa das festas. Como estava cansado ainda do dia anterior fui p cama cedo. Gastos 10 dia. cafe da manha - 10 bolivianos táxi - 2 bolvianos almoço - trancapecho c/ sprite 16 bolivianos telefonemas internacionais - 4 bolivianos 4 cervejas paceñas - 32 bolivianos lanche a noite sanduiche de "lomito" - 15 bolivianos Considerações o Loki Hostel é bem grande porém tumultuado.. se você quer descanso ali não é o lugar. mas se procura festas esta no lugar certo. Bem localizado com 7 andares, é talvez o hostel com maior altitude do mundo. heheheh. Você pode trocar seu dinheiro na rua mesmo, achei a melhor cotação na Calle Sagarnaga. La Paz é daquelas cidades de amar ou odiar. O contraste do centro com os arredores, e suas casas sem reboco é muito legal. Caminhar nas ruelas e ladeiras de paralelepípedo a uma altitude de 3600m são ingredientes ótimos para testa-lo.
  11. DIA 9 - 20 NOVEMBRO- 5º DIA SALKANTAY TREKKING - MACHU PICCHU Após uma boa noite de sono no hotel(a única em camas!) nos despertamos ás 4h30 da manhã, o café é dado em um box lunch(sanduíche, barras de cereais, suco de caixa e maçã) e arrumo a mochila e saio em direção a entrada da Cidade de Machu Picchu. Cerca de 25 minutos de caminhada desde o hotel e chega-se aos portões. A caminhada na madrugada show pois a lua ilumina as montanhas ao redor. demais. Sou um dos primeiro a chegar ao portão e logo depois uma multidão está rodeando a entrada da cidade. Às 5h em ponto o portão abre e são verificados os tickets e identidades dos visitantes, atravessa-se a ponte e começa uma subida por entre as escadas de passos gigantes da ultima parte da trilha inca. 45 minutos de passadas de gigantes e chega-se a real entrada da cidade de Machu Picchu. Aguardo até às 6h(horário oficial da entrada do parque) e entro na cidade. Agora sim é de ficar sem fôlego: O nascer do Sol em Huayna Picchu logo a minha frente, a minha direita posso ver uma montanha nevada(a qual não recordo o nome) e a cidade em si a qual eu só via em fotos e que para mim era mt distante. E chegar lá somente caminhando, é uma sensação indescritível. . Aguardei o grupo se reunir com o guia , e ele começou a contar um pouco da História da cidade e da descoberta,(se for só vale a pena contratar um guia parar passear pela cidade e contextualiza-la). Cada palavra que ele falava sobre a montanha dava um nó de garganta de felicidade. Duas Horas depois de visita guiada eu rumei para subir Huayna Picchu, eu era do primeiro Grupo então teria q subir até as 9h. Cheguei a entrada e comecei a subir as escadarias de Huayna Picchu. Poutz como cansa subir aqueles degraus altos.! depois de 45 minutos cheguei ao topo. muitas fotos e contemplação da paisagem. Pode-se ver a trilha de retorno a hidrelétrica pelos trilho do trem. Desci e aproveitei um pouco mais da cidade. Acabei perdendo o horário e quando fui sair para pegar o ônibus de descida para a águas calientes. havia uma fila enorme e nenhum ônibus . Se eu esperasse o ônibus acabaria chegando tarde para pegar a trilha de volta a hidrelétrica. Então resolvi descer todos os degraus até a entrada do parque ao invés de ir de ônibus. Desci correndo e acabei dando vários sustos no pessoal que vinha subindo a trilha. Deu certo e cheguei no inicio da trilha no horário previsto. Agora eu só tinha que fazer o caminho do 4º dia de trilha no caminho inverso até a hidrelétrica e de lá pegar a van para Cusco. E de Cusco pegar o busão para La paz. 1h30 de cainhada e eu chego a hidrelétrica e já estão chamando meu nome. A viagem até Cusco passa pelas estradas mais aterrorizantes, beirando penhascos e com direito a ré no precipicio. insano.!! dura quase 6 horas a viagem na van. Cheguei em cusco faltando 30 min para o meu onibus para La Paz sair. Só deu tempo de ir no hostel pegar a mochila grande e me mandar para a rodoviária! ufa! Que dia. Gastos 9º DIA Água, gatorade e biscoito para trilha de volta a hidrelétrica - 12 soles CONSIDERAÇÕES Leve algo para comer na mochila antes de entra na cidade. As coisas são muito caras lá. Umma agua de 500 ml 10 soles Mochilas so podem entra se forem de capacidade de ate 25 litros. as maoires tem q ficar no guarda volumes e tem q pagar. Ao sair não deixe de carimbar o passaporte com o carimbo proprio da cidade!! continua
  12. ola camarada, Bem lendo seu tópico estive em Mendoza em marco de 2014 e de lá minha idéia era fazer escalada em rocha. Acabou q me furtaram a mochila de ataque com os equipos(cuecas, camelbak e sapatilha de escalada) no trajeto BsAs-Mendoza e acabei não fazendo o previsto.... Mas a cidade de Mendoza é pequena (comparada a Buenos Aires) e o que não faltam são lojas de equipos montanha. Como no seu roteiro prevê três dias na cidade acho q você consegue comprar o que faltar, caminhando um pouco. Quanto ao gás para seu fogareiro é possível encontrar sim(não da mesma marca, mas do mesmo encaixe) é o mesmo modelo do meu e observei isso quando embarquei, os meus ficaram no aeroporto de são paulo. abs
  13. DIA 8 - 19 NOVEMBRO 2014 4º DIA SALKANTAY TREKKING. Acordamos cedo, café como de costume somado com um bolo especial feito pelos cozinheiro. O guia aguarda pela decisão de quantas pessoas irão andando até Aguas Calientes. Então, comigo são 9. O guia então tem que ir com a maioria,(Aqui o ponto negativo, o guia parece que não ficou muito feliz de ter que ir caminhando) e o restante vai de van até a hidrelétrica. O guia então nos diz que vai em seu ritmo, e se põe a andar no ritmo alucinante. No começo andamos por entre o vilarejo, alguns trechos em obras e entramos na estrada de terra. Muitas vans passando por entre a estrada estreita, neste ponto já não vemos mais André, mas contrariando o que ele havia me dito, a paisagem vale muito a pena. Abaixo de nós corre um rio e em diversos trechos se pode se refrescara na agua, vale muito a pena pois aqui o calor é de rachar. Cerca de 1h 30 de caminhada, estamos na hidrelétrica no posto de controle do Parque Machu Picchu. Agora encontramos o resto do grupo e todos estão com 100% de carga, pois não há mais as mulas para levar o material. Eu continuo só com minha mochila, pois o saco de dormir não será necessário nesta noite(o pernoite será em hotel em aguas calientes). O Caminho da hidrelétrica até águas calientes é por entre os trilhos de uma ferrovia que segue até Cusco. Muito legal, pois pode em alguns pontos ver pedacos da cidade de Machu Picchu lá de baixo. Só ficar atento para não ser atropelado pelo trem. Cerca de 2h a 2h30 caminhando e chega-se a Águas Calientes. Cidade pequena, mas cosmopolita e muito agradável Pode-se observar as várias montanhas ao redor da cidade. Muitos turistas e toda a variedade de comida. Fico no quarto de hotel com os outros tres brasileiros do outro grupo e procuro algo pra almoçar. Neste dia a agencia fornece box lunch para levar na trilha (mas prefiro comer no restaurante da cidade) e vou em em uma lan house para falar com a familia. A noite, num restaurante alto nível é feita a ultima refeição do grupo l e são passadas as instruções e dados os tickets da descida de bus para mim.Compro algo para levar na trilha de subida e vou para o hotel dormir em uma cama confortável! Gastos 8º DIA Almoço c Suco de laranja 17 soles 3 Cervejas litro- 28 soles comida p ara o dia seguinte - 15 soles passe bastante repelente nesse dia. Creio que é o pior dos mosquitos... CONTINUA
  14. Pelo que a galera anda relatando ... acho q sou sortudo.. Comprei uma bota VENTO Finisterre em junho do ano passado além do uso no dia a dia fiz a petro x terê em dois dias, fui p Escalavrado e para o Dedo de deus(descida com bastante chuva), me meti no Trekking Salkantay(2º dia de muita chuva) e no huayna potosi e o único problema q tive foi no dedo de deus, mas pq agua entrou pelo cano da bota... no mais meus pés ficaram tranquilos.
  15. DIA 7- 18 NOVEMBRO 2014 3º DIA SALKANTAY TREKKING Hoje o dia já não está mais tão frio, um mate de coca logo ao acordar, já dá aquela animada( todos os dias somos despertados pelo mate de coca entregue pelos cozinheiros).O tempo já está com menos nuvens e começo a arrumar as mochilas para depois ir tomar o café da manhã. As roupas ainda estão úmidas do dia anterior e foram deixadas na varanda coberta para secar... á toa. Nada seca naquela umidade da selva. Tomamos o café no mesmo padrão dos dias anteriores e as 7h partimos para a nova caminhada. Amarro as roupas molhadas(meias e camisetas) na mochila pelo lado de fora, para secar durante o percurso. A caminhada deste dia é mais leve, toda por descidas suaves em plena selva peruana, seguindo o curso do rio, dentro do vale por entre as montanhas. Vez ou outra, rola uma travessia em pedras solta ao lado de um penhasco, só tomar cuidado. As pedras no solo são interessantes pois possuem uma cor prateado. parece que foram pintadas. Sol forte, o calor já começa pegar. Mosquitos, até então inexistentes,agora são companheiros de caminhada. Eu sou acostumado com mosquitos daqui da região amazônica, porém os da selva peruana são vorazes. Leve um bom repelente.A paisagem continua bonita, destaque para travessias de pontes suspensas e cachoeiras por todas as montanhas. Começa-se a ser ver mais gente na trilhas, e muitos perus, será por isso o nome do País? Depois de 4 h de caminhada e chegamos no ponto de almoço ,La Playa. Apesar do nome não há praia alguma, é só um vilarejo que alguns comércios. Almoçamos 30 min de descanso e a van aparece para nos levar até o vilarejo Santa Teresa. Eu e mais alguns ddo grupo perguntamos se não podíamos ir andando. O Guia disse que sim, mas a van era p adiantar o percurso para podermos aproveitar as termais em Santa Teresa. Todos concordaram e depois de uma hora na van, em estrada de terra, chegamos no acampamento em Santa Teresa. Descarregamos as coisas, botamos roupa de banho e rumamos para o melhor banho do mundo. A van nos leva até o local de águas termais. É como se fosse um banho público em meio as monatnhas. Lugar fascinante. 4 piscinas, cada uma com temperatura diferente: Gelada, morna, quente e cozinha órgãos! Muito bom. Tomei banho, propriamente dito, no chuveiro do local. Ficamos por cerca de 1h30 nas termais, e voltamos para o acampamento. Vou ficar devendo as fotos do local Antes da janta, o guia deu as opções de trajeto para o 4º DIA: 1-ir de van até a hidrelétrica e depois ir a pé até Águas Calientes; 2- ir de van de Santa Teresa até Aguas Calientes; 3 ir a pé de Santa Teresa até Águas Calientes. obs Há ainda a opção de fazer uns trechos com direito a 6 tirolesas e se paga 90 soles. Ele fez uma enquete com o grupo e apenas eu levantei o braço para a 3 opção ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> . ãã2::'>. Pois desde o princípo quis que fosse feita do jeito mais tradicional possível: a pé! Alguns ficaram indecisos e outros escolheram a 1ª opção. o Guia disse que ia com a maioria. Após a janta fui conversar com o guia e ele disse q a parte até a hidrelétrica não valia tão a pena, e se eu fizesse esse trajeto e gostasse, ele me daria 20 soles. Argumentou ainda que era bom se guardar para a subida de Machu Picchu, pois até ele se cansava na subida, e geralmente fazia a subida ate MP de ônibus. Já estava inclinado a mudar de ideia, quando um dos membros do grupo (australiano) disse q se eu fosse andando ele iria comigo. E depois mais gente foi juntando. Mas ninguém ainda havia definido. Resolvemos decidir pela manhã. O grupo jantou, foi feita uma fogueira com os bastões de caminhada de madeira, e acabamos tomamos umas cerveja e conversando bastante. Manerei na breja pq no outro dia iria caminhar bastante ainda. Acabei me despedindo do grupo e indo dormir. Gastos do 7º Dia 4 Cerveja 1 litro - 35 soles Entrada Águas termais - 5 soles CONSIDERAÇÕES Quando se escolhe o tipo de percurso a seguir até Águas Calientes, dependendo do que escolher a um custo adcional. Ex. se for de van até a hidrelétrica 20 Soles. Se for até Águas Calientes 50 soles. isso não estão inclusos no pacote. no meu caso só estava incluso o trajeto de van de la Playa -sta teresa, onibus de descida de Machu Picchu e a van de volta para Cusco. Em Santa Teresa, já possui mais opções de alimentação e até saídas noturnas. é mais infra estruturada de maneira geral, mas ainda assim rústica. No local das águas termais, há muitoS, mas muitoS mosquitos. não esqueça o repelente! CONTINUA
  16. DIA 6 - 17 NOVEMBRO DE 2014 2º DIA SALKANTAY TREKKING "Mate de coca!, Mate de coca!" Após uma noite de sono boa(as barracas não estavam expostas ao vento nem ao frio, pois estavam em uma espécie de abrigo feita com lona), fui despertado as 06h00 com uma caneca de chá de coca por um dos cozinheiros. Perfeito para espantar o frio. Neste dia, dormi em uma barraca sozinho e não senti muito frio. Usei segunda pele(camisa e calça) fleece grosso(camisa e calça) e meias e um saco de dormir dado pela agência para temperaturas negativas(não recordo a temperatura q suportava). Desperto, vou escovar os dentes e me preparar para o café. Café farto(pães, manteigas, geleia, omelete, biscoitos, chocolate quente e chá de coca). As 7h estou pronto para o início da caminhada, o dia vai ser longo e puxado. Serão 21km com altitude máxima de 4650 m, aos pés do Nevado Salkantay. Infelizmente, meus pedidos não foram realizados pelos Deuses da montanha e amanheceu um dia sobre intensas nuvens e uma chuva leve. Mas nada que me abalasse. Vesti todas as camadas de roupa e parti para iniciar a subida.Sempre "lento, pero seguro". O começo tem uma leve inclinação, ainda anda-se sobre um pouco de vegetação e observa-se nas montanhas próximas, vacas lá no alto das montanhas.... impressionante. O acampamento vai ficando p trás, e meu fôlego também, e eu acabo ficando mais p trás também. Acabei ficando com auxiliar de guia., Roberto. gente finíssima. Conversei com ele sobre andarmos mais devagar e não fazer tantas paradas. Deu certo. Íamos a passos mais lento mas acabávamos encontrando o resto do grupo que parava para descansar, e estava indo em um passo mais rápido. Agora eu já andava sem sentir tanto a perda de fôlego(ela existia, normal pelo esforço, mas não a ponto de estar com a respiração de uma mulher em trabalho de parto!). Uma hora e meia chego a 4150m Salkantay Pampa, num ponto de reunião normal para fotos de souvenir(inclusive existe um fotógrafo que fica em sua tenda e no final da caminhada, lá em Aguas Calientes, vende a foto). Um breve descanso. Come-se algo e se põe a caminhar. Agora já estou numa subida de pedras soltas, um pouco mais íngreme e difícil. Exige um pouco mais das pernas, subida doída, sobretudo por estar com ventos e chuva. Nesse momento, percebo o guia André, subindo direto por um caminho ainda mais íngreme, indo pelas morainas para chegar na crista de um morro q estava ao nosso lado. Incrível o condicionamento desses caras. Indo no passinho de tartaruga acabo por encontrar um casal de namorados do outro grupo, e que estão bem distantes do grupo deles. Ela reclamava que não conseguiria até lá em cima. Até que falei para irmos devagar e sempre, concentrando nos próximos passos e não no que ainda falta para andar(Até porque olhar para cima e ver o fim do caminho, não adiantava muito. Tempo fechado, nuvens e chuva). Então ela ia cabeça e começamos andar todos no mesmo ritmo, até que a chuva começa a se transformar ....em neve. Caraca neve! Isso me deu mais motivação... eu nunca havia visto neve, ainda mais em uma trilha de montanha. Surreal. Continuamos a andar e eu conversando extasiado c eles sobre a minha novidade(eles eram alemães) até chegarmos no ponto mais alto. 4650 m. Eu estava vibrante, e com frio(ventava bastante e havia aumentado a intensidade ). Fui o último a chegar. Ainda deu para tirar a foto em grupo e gravar alguns vídeos. Salkantay não deu para ver. Estava muito fechado, mas é mais uma motivação para retornar a trilha. Todos já tinham se retirado no local ficando apenas eu , andré e os mexicanos e ouvimos diverso barulho vindo da Salkantay. A princípio achei q era trovão. Mas André logo falou "Avalanchas!". Sim eram avalanches de pedras e pelo barulho as pedras não eram pequenas! Tratei de arrumar minhas coisas, comer algo rápido e sair dali pois já estava muito frio, pois havia parado de caminhar. A partir de agora é só uma grande descida por entre pedras molhadas, melhor ir devagar para não estourar os joelhos. Vai se admirando toda a imponência da montanha ao lado. Observo atentamente as placas de "perigo risco de deslizamento de pedras" e as pedras que estão no caminho. Cada pedrão! Caminha-se por mais uma 1h30 e chega-se no ponto de almoço. Um local em meio a duas montanhas, abrigado do frio e da chuva. Almoço no mesmo padrão do dia anterior e mate de coca! Um descanso de meia hora para apreciar a paisagem! A chuva da uma trégua e iniciamos a descida. Descida literalmente. Saímos de 4000 para chegar em 2900 de novo! calcule aí o desnível! Agora a descida tem q ser suave para não estourar os joelhos. Vamos entrando em um caminho de mata semelhante a floresta tropical, porém com um frio pesado e molhado. O caminho é enlameado e estreito onde passam vários moradores das vilas com seus cavalos e tenho q parar para dar passagem. Segue-se olhando sempre uma Gigante montanha e um rio logo abaixo. Inspirador. 4hs de caminhada e chega-se ao acampamento de pernoite: CHAULAY 2900 m. Mais bem estruturado que o anterior, dois andares e a varanda é destinada as barracas. Há opção de tomar banho quente(10 soles), mas dispenso. Novamente servidos lanche antes da janta. Janta farta servida as 18h e apos comermos são dadas as instruções do próximo dia. A maioria se manda para suas barracas. Acabo tomando umas cervejas com o André e os mexicanos, ficando conversando até mais tarde. Acabei perguntando do André, porque havia subido aquela moraina, desviando do caminho original. Ele disse que era costume dos guias levar uma pedra até o alto, como oferenda a Pacha Mama para que o tempo colaborasse conosco. Interessante. Pena que não funcionou. ou funcionou tendo em vista que o tempo poderia ter piorado. Fomos dormir porque a dona da venda não queria mais vender cerva p gente! Gastos 6º dia 3 cervejas 1 litro - 30 soles CONSIDERAÇÕES Mantenha um ritmo de caminhada confortável para você. Ali não é uma corrida. Há água por todo o percurso, mas lembre-se que você terá que purificá-las. Segundo relatos,o banho quente no acampamento CHAULAY "não é quente, nem frio, nem morno" heheheh Há venda de estivas nos dois acampamentos leve lenços umedecidos para higiene. Meias secas extras foram fundamentais nesse dia. por mais que minha bota considerada impermeável, ela não aguentou a segunda parte do dia e umedeceu as meias.(cuide dos pés para não ficar na mão) CONTINUA
  17. DIA 5 - 16 NOVEMBRO 2014 1º DIA SALKANTAY TREKKING Domingo, 3h45 da manhã meu celular desperta. Bom dia para começar uma jornada. Tomo coragem para ir tomar o que seria o último banho em 3 dias. Água quente. Guardo a mochila grande no depósito do hostel. Acerto o checkout(40 soles) 2 noites quarto 6 pessoas. Tomo água e chá de coca até morrer e espero virem me buscar. 4h15 Aparece um simpático peruano, Nico e pergunta pelo meu nome e mais o nome de um casal de alemães que aguardavam também para a mesma trip. Nos apresentamos e saímos a caminhar no frio da madrugada de Cusco até uma pequena praça próximo aos hostel onde estava os ônibus. Nesse dia iriam dois grupos. Guardamos as mochilas e numa viagem de 1h30 a 2h00 em meio a estradas de terras e abismos chegamos a vila Mollepata, o início da viagem. O primeiro café da manhã é por nossa conta e nos levam a um local onde há duas opções de café da manhã tradicional(suco, pão , geleia e chá de coca) e um americanizado(tudo o citado mais ovo e bacon). Optei pelo mais simples e na quitanda ao lado acabei comprando uns biscoitos e chocolates e mais um bastão de caminhada de madeira. No Café da manhã ainda conheci 4 brasileiros, porém todos eles ficaram no outro grupo e eu acabei ficando como único brasileiro no meu grupo. Pois bem o guia nos foi apresentado, André. Cusqueño, baixo sempre risonho e fazendo piadas.Porém era sério no que dizia a respeito dos horários."don´t be lazy" dizia ele. Começamos a caminhar por volta das 07:30, altitude de 2900m. Isso é quase a altitude do pico da Neblina. A princípio a caminhada começa em uma subida por uma trilha pequena e vamos andando . Hora de conversar consigo mesmo apreciando a paisagem. Bem que tentei ir só mas o André e mais dois mexicanos começaram a conversar e ficamos na bagunça por toda a trilha, tirando um com a cara do outro. Eu nunca havia visto uma paisagem como aquela. Caminhando em um sol forte, porém com vento o clima era agradável. Após umas 2h de caminhada começa uma subida íngreme, mas nada mortífero. Só ir "lento, pero seguro". Pausa para o almoço depois de 4 horas de caminhada. Posso dizer que todas as refeições foram ótimas e bem servidas, sempre com prato de entrada, prato principal e sobremesa e suco. Mais o chá de coca. Descansa-se meia hora e volta-se a caminhar. Agora as subidas já não são tão íngremes e avista-se os Nevado Humantay e Salkantay durante toda o trajeto. caminha-se mais 3-4 hs e chega-se ao acampamento onde se vai pernoitar: SORAYPAMPA-3900M. Dorme-se ao pé do Humantay e o Salkantay está a direita dele. Não pude ver o Salkantay pois ele estava muito encoberto, mas o Humantay já valia a pena. Toda a paisagem valia a pena. Há um pequeno lanche antes da janta, pipoca e chocolate e lá pelas 18h vem a janta. A noite a temperatura cai bastante(chegando a negativar), o céu fica estrelado como eu nunca havia visto e descrever aqui não vai adiantar muito . Momentos de contemplação e vou dormir esperando que o próximo dia seja tão bonito quanto este. Gastos 5º dia checkout VIP HOUSE HOSTEL 40 SOLES Café da manhã 5 soles bastão caminhada 5 soles guloseimas 4 soles Considerações Este primeiro acampamento de pernoite, possui sanitários e pias(todos muito rústicos), mas podem ser considerados luxos em meio ao local em que se encontra Leve na mochila apenas o necessário, a minha pesava uns 12 kg. Continha Um anorak goretex, um corta vento leve, um casaco de fleece, 2 camisa segunda pele, duas de tactel, uma calca segunda pele, uma calca fleece, uma calca de polyester, 4 pares de meias(esse aqui é bom não relaxar),, chinelo, câmera fotográfica, alguns biscoitos e um camelback de 2 litros. Se quiser pode levar com as mulas até 5kg sem pagar nada. Eu só coloquei meu saco de dormir para ir com as mulas, porque não cabia na mochila. Uma bota confortável e meias próprias para caminhar sao altamente recomendáveis. Nesse primeiro dia andei 19km, mas no final meus pés estavam muito bem. Considere levar protetor labial pois, o vento resseca a boca. alguns estavam com os lábios estourados já no primeiro dia. Leve pastilhas purificadoras de água do brasil, as que vendem no Peru são vendidas para 20 litros dágua e demoram duas horas para estar pronta para beber.(tive que fracionar as pastilhas em doses homeopáticas). É possível comprar água por toda a trilha, mas não é barato. É possível coletar água e beber(desde que purifique). Beba bastante líquido(agua, suco, chá de coca) não hesite em beber água,mesmo que nao tenha sede. Isso é fundamental para o processo de aclimatação. bebidas alcoólicas com moderação. Não vá beber para ficar porre, até porque seu dinheiro vai embora rapidinho(é cara nos acampamentos) CONTINUA
  18. Venho aqui compartilhar meu relato de viagem pois os relatos daqui me ajudaram muito a planejar esta trip de 18 dias. A princípio eu iria de Rio Branco até Brasiléia e de lá para Cobija(primeira cidade boliviana) e de lá pegaria um avião para La Paz. Porém os vôos não ajudaram muito e eu acabaria perdendo 3 dias de viagem. Então decidi começar pelo Peru (Rio Branco x Assis Brasil X Inãpari) e testar uma coisa mais "leve" para ver como eu reagiria para tentar o Huayna Potosi. Pois bem, senta que lá vem história. DIA 1 e 2 - 12 e 13 nov 2014 MANAUS x RIO BRANCO x ASSIS BRASIL x IÑAPARI xPUERTO MALDONADO x CUSCO Comprei uma passagem de MAO-RIO BRANCO-MAO por 508 reais na GOL. A viagem a normalmente é feita em 2h, porém o aeroporto de Rio Branco encontrava-se fechado pela parte do dia e só operava voos noturnos. Saí as 14:30h de Manaus e fiz uma conexão em Brasilia vindo a chegar em Rio Branco lá pelas 2h da manha ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> . Tive que aguardar até as 4 da manha para pegar um ônibus do aeroporto até um terminal de ônibus para fazer uma baldeação para ir a Rodoviária Internacional. O ônibus você pega na frente do aeroporto mesmo e custa pouco, sei q não passava de 3 reais. No terminal tive que aguardar cerca de 1h até o ônibus q me levaria a rodoviária chegasse, pois ainda estavam iniciando as rotas. o bom é que tem telões que informam o tempo de espera do próximo busão e p mim realmente funcionou. Cheguei na rodoviária e fui logo comprando a passagem de busão( 39,90, em dinheiro, não aceitam cartão de débito) até Assis BrasiL na empresa PETRO ACRE. O primeiro ônibus sairia as 6h eu cheguei as 5h50 e só deu tempo de comprar uns salgados e um refrigerante na rodoviária e seguir viagem. A dica é comprar mantimentos para a viagem na cidade ou já trazer na mochila antes de embarcar no ônibus. A rodoviária não possui muitas coisas para comprar e só um caixa do banco do brasil. O ônibus não é muito confortável e o isolamento térmico deixava a desejar propiciando um calor infernal dentro do busão. Enfim se quisesse conforto teria ido de avião. O problema é que esse ônibus faz muitas paradas e vai em muitas cidadezinhas não previstas no itinerário quando da compra da passagem. Resultado ao invés de 4 a 5 horas de viagem levei 7 horas até Assis Brasil. O previsto era p onibus para somente em Xapuri e Brasiléia. Acabou que foi parando em várias cidades, p pessoas que faziam sinal na estrada, para o bode, para a galinha q levantava a asa.... sei que no fim já tinha gente em pé no busão e umas galinhas também... hehhehe. Cheguei as 13h em Assis Brasil(fronteira Brasil-Peru), desci no posto de controle da Polícia Federal, registrei minha saída do país e tomei um dos triciclos peruanos e rumei para Inãpari(Peru) que é mais uns 2 km a frente. Paguei um real para me levar a cidade, o condutor já me deixou direto no local das lotações que levam rumo a Puerto Maldonado. A cotação na fronteira estava 1 real - 1,10 sol.Troquei 400 reais e paguei a lotação até Puerto Maldonado 60 soles. Tive que aguardar para encher a van enquanto isso fui procurar almoçar. Bem em frente ao ponto de lotação possui alguns restaurantes, nada muito refinado. parei em um e comi uma chaufa de frango com coca cola. 10 soles.Muito Bom!Dei uma pausa para esticar as pernas e comprei água já para ajudar na aclimatação. Pouco tempo depois o condutor da lotação me chama para embarcar. Entro e paramos na aduana peruana para registrar a entrada no país. Carimbo passaporte e eles me dão um papelzinho da imigração. Não perca esse papel ou pagará multa. E começo mais uma viagem pelas estradas. Cerca de 5h depois, estou em Puerto Maldonado as 8h30. Cidade agitada, cheia dos triciclos peruanos. Casas de pollo por todos os cantos, muito iluminada. Desço no ponto final da lotação e tomo outro triciclo para ir a rodoviária. Pago 5 soles e me informo onde é o guichê da empresa Tepsa para confirmar minha passagem. Falo com atendente e ela me orienta a ir pagar 1,3 soles para a rodoviária que é referente a taxa de embarque. Compro algo para comer durante a viagem e aguardo o embarque. Entro no ônibus, só alegria. Cadeira reclinável em 160 graus, lanche de bordo incluso e manta para aguentar o frio até Cusco. De Puerto Maldonado até cusco são cerca de 10h. Sai as 21h de Puerto Maldonado e cheguei as 7h em Cusco. É impressionante acordar ao lado das montanhas peruanas e com o frio de arrebentar. Gastos 1º e 2º dia Lanche aeroporto : 10,00 Onibus até o terminal e de lá até rodoviária:+- 2,50 Café da manha rodoviária: 8,00 Onibus Rio Branco x Assis Brasil: 39,90 Almoço iñapari: 10 soles Lotação Iñapari x´puerto maldonado: 60 soles Onibus Puerto Maldonado x Cusco: 39,90 soles comprados atencipadamente no site http://www.tepsa.com.pe/ com cartão de crédito alimentação rodoviária puerto maldonado: 7 soles DIA 3 - 14 NOVEMBRO- CUSCO Cheguei na rodoviária de Cusco por volta das 7h e de lá tomei um táxi para ir ao VIP Hostel o qual havia reservado antecipadamente pela internet. Paguei 8 soles de táxi e cheguei ao dito hostel. Fui recepcionado no hostel com chá de coca de graça e teria que aguardar até as 11h para fazer o check in. Então tomei o café no próprio hostel, vesti roupa apropriada para o frio(segunda pele e um corta vento já bastavam para mim). Não senti nenhum efeito de altitude, talvez por ter vindo de ônibus ganhando altitude devagar e haver me hidratado bastante no dia anterior estava me sentindo bem. Usei a internet para avisar a família que estava vivo e saí para verificar se iria fazer a trilha Salkantay solo ou através de agência. Meu intuito era passar dois dias em Cusco antes de ir para a trilha. O Hostel ficava próximo a Plaza de Armas(praça principal da cidade) e para lá foi a minha primeira parada, tanto para conhecer a arquitetura da cidade e verificar artigos de aluguel para trilha e agencias de viagens. É impressionante como a cidade é preparada para receber turistas. Todos falam inglês e até francês. A dica aqui é andar e se perder pela cidade. Numa das ruelas que entrei, já encontrei uma feira de artesanato e vi as famosas lhamas ou alpacas(até na hoje me restam duvidas quais animais eu tirei foto heheh). A princípio tirei a parte da manhã para cotar preço de equipamentos, preços de agências e trocar dinheiro. Equipamentos é possível encontrar por toda a redondeza de Plaza de armas. Desde roupas de qualidade questionável até barracas profissionais. os preços variam bastante e geralmente são cotados em dólares... A agências também são muito fáceis de encontrar, ou ás vezes elas vão até você... várias pessoas na rua lhe abordam oferecendo os pacotes. O câmbio na cidade é bem mais baixo que na fronteira. enquanto em Iñapari estava 1 real- 1,10 soles, em cusco estava 1 real-1,03 soles (quando saí da cidade estava 1 real- 0,90 centimos ). O dólar quebrou tudo.. Enfim levei real, porque comprar dólar estava muito caro no Brasil e até que pelas contas não me lasquei tanto. Almocei em um restaurante numa galeria próxima a Plaza de Armas. Me chamou atenção pelos preços, achei que fosse um restaurante popular, porém quando entrei era muito respeitável, com taças de vinho, e velas na mesa. muio bacana. Pedi um 1/4 de (frango)com arroz e batata frita e chicha morada(o famoso refresco de milho roxo) . o almoço estava muito bom e farto paguei tudo 17 soles e achei justo pelo local e pela visão(estava em uma varanda no 2º andar e podia ter uma visão parcial de Plaza de Armas). Depois do Almoço voltei a cotar preços de equipamentos e valores de agências, comprei umas lembrancinhas numa feirinha na própria plaza de armas, até que bateu o sono(acumulado dos dias na estrada) e resolvi voltar p hostel, tomar um banho e dormir um pouco. Acordo por volta das 21h30 com uma fome desgraçada e vou andar novamente pelas ruas de Cusco. Devia estar fazendo uns 7 graus, mas minha roupa segurou de boa. Nao sentia tanto frio.Ate que andando pela rua, encontro um amigo meu do trabalho que estava com sua namorada. Que coincidência! Ninguém havia falado nada sobre a viagem!. Estavam viajando desde Lima,passando por Arequipa, Puno e na manha desse dia tinha estado Machu Picchu. Essas surpresas q só avida te dá. Era o ultimo dia de viagem e eles estavam indo ver um show de uma banda de um amigo peruano q haviam conhecido na viagem. Acabei indo junto e comi no local. Lugar Bacana com decoração inspirado na mitologia Inca, musica boa. Rock peruano com direito a flautinhas e tudo. bom demais . Acabado o show. retornei ao hostel para ter uma boa noite de sono. Gastos 3º DIA Táxi Rodoviária x Hostel - 8 soles Aguas- 9,50 soles( +-4,5 soles cada) Almoço -17 soles lembrancas- (chaveiros, meias e gorros ) 25 soles Entrada do bar -15 soles (com direito a uma cerveja) Janta no bar - 7 soles( uma hamburguesa caprichada batata frita e chicha morada) DIA 4 - 15 NOVEMBRO CUSCO(CERRO SAN CRISTÓBAL E CRISTO BLANCO) Cedo acordei, café da manhã razoável(suco de garrafa, chá de coca, café, pão, geléia e ovo frito). Uma garrafa de água de dois litros comprada e rumei para o Direccion General de Cultura de Cusco para verificar se estava tudo ok com meu ingresso para Machu Picchu, pois havia comprado na internet e queria me precaver sobre qualquer imprevisto. 20 minutos de caminhada desde o hostel tudo ok! Segui para a feira de artesanato de Qoricancha(av del sol) e comprei muitas lembranças a um bom preço. Tive que comprar logo pois iria para a trilha e na volta já rumaria direto para La Paz,não ficando mas nenhum um dia em Cusco. Feitas as compras, rumei a buscar novos preços para a trilha Salkantay e depois de diversas pesquisas saiu para mim mais vantajoso ir com a agência,pois indo solo, teria que carregar uma barraca para duas pessoas, a comida, fazer comida. Tudo isso em ambiente de altitude a qual não estava acostumado e que não seria muuuiito mais barato que ir com uma agência. Fechei com a Peruvian Wonder Travel Agency(calle Espaderos), e decidi que faria todo trajeto a pé e só a descida de Machu Picchu seria feita de ônibus. Como já tinha ingresso de Machu Picchu ganhei um sr. desconto e acabei fechando com a agência também meu ônibus para la paz. A saída seria no dia seguinte, então teria q me preparar. Comprei umas últimas coisas(lanterna, camelback biscoitos) e parti para ir almoçar. Almocei em uma dos inúmeros restaurantes que possuem menu turístico(entrada, prato principal e sobremesa) . Tomei sopa de quinua, com carne de alpaca, purê de batatas e arroz. e sobremesa salada de frutas. juntamente com uma cerveja Cusqueña. Depois do almoço, outra garrafa de água de dois litros e sentei um pouco na praça para admirar os dois morros os quais se tem visão de Plaza de armas: cerro San Cristóbal e um outro onde possui o Cristo Blanco. minha ideia era ir a pé para forçar um pouco o corpo e me acostumar com as subidas em altitude. Pois bem, parti de plaza de armas e segui reto por trás da maior igreja da praça e começa-se uma subida numa ruela de paralelepípedos. Fui perguntando de alguns donos de estabelecimento e achei o caminho . subi umas escadas e tinha uma bifurcação. a esquerda se iria para o San Cristóbal e para a direita para o Cristo Blanco. Tomei a esquerda. Um pouco de subidas e cheguei a uma espécie de posto de controle do governo que cobrava a "pequena quantia" de 170 soles para acessar não só o San Cristóbal quanto as ruínas de Sacsayhuaman. Voltei na hora ãã2::'> ãã2::'> Ainda tinha uns caras me oferecendo passeio de cavalo, gentilmente neguei e expliquei q queria ir a pé e me falaram que para o Cristo blanco o acesso era de graça . Voltei o caminho todo e e iniciei uma nova subida. 15 minutos de subida íngreme e está no topo. A trilha é um pouco suja e passa por dentro do bairro, lembrando um pouco as vielas de periferia. Chega-se no alto, descansa-se e contempla-se a visão do topo. Pode -se também ir de ônibus ou carro. Lá de cima, já se pode observar as Ruínas de Sacsayhuaman localizado sobre um imenso campo verde. Depois de um breve descanso tornei a descer em direção as ruínas. Ao chegar mais perto você se impressiona como as pedras são bem polidas e são bem encaixadas. Fiquei um pouco por fora da história do local porque estava sem guia. Mas onde tinha um pouquinho de turistas havia um guia (pago) e eu me misturava para ouvir um pouco da história.Pelo que ouvi, suas imensas muralha eram uma espécie de sistema de defesa da cidade de Cusco. Algumas fotos tiradas e me deixei perder pelos caminhos das ruínas. 10 minutos de caminhada mais tarde, apreciando a paisagem e para minha surpresa chego no Cerro San Cristobal. Aquele que estavam cobrando 170 soles... Cheguei de graça. Apreciei um pouco a paisagem, algumas fotos um breve descanso(aqui a respiração começou a ficar um pouco mais ofegante , mas nada demais) e comecei a descer pelo caminho q leva a portaria. Estava receoso que me cobrassem alguma espécie de ticket de saída, mas não cobraram nada. A partir daí foi só descer e voltar para as ruelas da cidade de Cusco. Voltei para o hostel e comecei a arrumar a mochila menor(30l) para levar para o trekking. A maior (75l) eu poderia deixar no depósito do hostel sem pagar nada .. Terminada de arrumar a mochila, parti para fazer uma boa refeição. Uma pizza caseira de bacon e carne de alpaca, na mesma rua do hostel. Ambiente pequeno, (não cabem mais q 7 pessoas) mas muito acolhedor e a pizza (8 fatias finas ) muito boa. 12 soles com suco de laranja. Daí foi partir para dormir , pois ônibus passaria as 04h da manhã para levar ao início da caminhada. Gastos 4º Dia 2 garrafas de água 2l( +- 9,5 soles) lembranças centro de artesanato (90 soles) pgto agencia 5 dias salkantay + passagem ônibus la paz (515 soles) almoço 12 soles janta 10 soles compras diversas (50 soles).
  19. Comprei uma bota Vento modelo Finisterre para fazer a Travessia Petro X Terê em DOIS DIAS. Ela chegou somente 3 dias antes da travessia e caiu como uma pantufa nos pés hehehehhe. Ela é bastante confortável, tanto que troquei meus tênis do dia -a-dia para usá-la. Na travessia se mostrou bastante resistente(quem conhece a travessia sabe os perrengues e ainda mais em dois dias) e saiu da travessia ilesa e o mais importante, meus pés também saíram ilesos. Lógico que utilizar uma meia ideal ajuda, mas o q mais surpreendeu foi o conforto dessa bota. Quanto a impermeabilidade, moro em Manaus e aqui chove pra caramba , então ela está mais que aprovada neste quesito e também com relação a questão térmica, aqui também é quente pra caramba... e nem por isso meus pés transpiram muito ou fico com calor nos pés. até agora, só avaliação positiva para essa bota. além do que ela é muito bonita. Comprei uma verde!
  20. DIA 1 - SAÍDA DE MANAUS E CHEGADA A CANTÁ Bem senhores mochileiros venho aqui para descrever um relato sobre a aventura realizada no estado de Roraima. Saindo eu e um amigo saindo de Manaus, do aeroporto Internacional Eduardo Gomes, embarcamos para Boa Vista. A viagem durou cerca de 1h00. Ressalta-se que pegamos uma promoção na Cia Aérea e foi mais vantajoso ir de avião que ir de ônibus, além de menos cansativo. Pagamos 170 reais de passagem ida e volta, enquanto que se fossemos de ônibus pagaríamos 250 reais ida e volta. Pois bem, chegado ao aeroporto de Boa Vista às 14h, tratamos de seguir rumo ao centro da cidade para comprar os mantimentos para a Subida a serra Grande e nos informamos melhor de como chegar até o pé da Serra. Saindo do aeroporto é recomendado dar uma breve pernada de uns 2km para ter mais opções de onibus para se chegar ao centro. A parada de ônibus é frente a um Cinema( muito chamativo por sinal só perguntar que lhe informam). Chegamos ao centro e compramos nosso rancho no supermercado logo em frente ao terminal rodoviário e de lá perguntamos a alguns taxistas como chegar a Cidade de Cantá para subir a Serra Grande. Nos informaram que deveríamos ir ao terminal do Caimbé, que de lá passam táxi lotação rumo a cidade de Cantá, porém ao chegar no local nos informaram que deveríamos seguir para outro local também de táxi lotação, mas chamado "Feijão com Arroz". O que pude compreender é que o Caimbé é um terminal de táxi lotação bem estruturado para cidades mais distantes e com maior demanda inclusive viagens internacionais(Venezuela, Guiana inglesa) esse já conhecia devido a minha viagem ao monte roraima em novembro. Já o feijão com arroz é um terminal de táxi lotação próximo a rodoviária(na verdade é só um casebre) destinado para comunidades e vilas proximas, especificamente zona rural. Ao chegar esse " Feijão c Arroz" por volta das 17h perguntamos como fariamos para ir a cidade de Cantá, para subir a Serra Grande. Uma mulher que aguardava a lotação completar os 5 passageiros informou que deveríamos ir a até a vila conhecida como " Pé da Serra". Combinamos o valor com o taxista,(cerca de 30 reais para cada) e seguimos até o a dita vila.Um adendo(achei o valor exorbitante, pois para ir até Pacaraima que é distante 200 km, se paga numa lotação 35 a reais) e para Cantá que fica a pouco menos de 50 km pagamos quase o mesmo valor numa lotação.) Seguimos viagem num corsa classic eu, meu amigo e mais duas mulheres, nos seríamos os últimos a descer. Seguimos pela estrada com direção a Guiana Inglesa e fomos conversando com as moças e os taxista tentando obter mais informações acerca da Subida da Serra Grande. Inclusive uma das moças ficou de conseguir um guia para nos acompanhar , mas sem exito. Então chegamos a "Vila Pé da Serra 1"( pois existe a "vila pé da Serra 2") e faz bem jus ao nome pois é ao pé da serra. Chegamos e o taxista nos deixou no final da rua, como já era noite (18h30), conversamos com um Sr.(Francisco) que estava em frente a sua residência e nos viu chegar com nossas mochilas e barracas. A principio este ficou meio desconfiado com nossa presença, perguntamos um pouco sobre a subida da Serra. Ele deu umas respostas meio vazias. Então fomos fazer um reconhecimento de algum local para acamparmos na base da serra e então o senhor nos chamou e falou que poderíamos pernoitar no espaço em frente a sua casa, dormindo nas barracas. Ficamos agradecidos e perguntamos se não iriamos incomodar e ele disse que não. Então falamos que iamos preparar nossa janta. Quando começamos a preparar a comida o Sr Francisco aparece com dois pratos gigantes de arroz, feijão , macarrão , carne e ovo . Meu amigo e eu nos olhamos e não acreditamos na imensa boa vontade do Sr. Francisco de ajudar dois desconhecidos. Fomos então comprar uma coca cola e jantamos com o Sr. Francisco, sua esposa e e seu filho na beira da pista mesmo, batendo papo até umas 22h e ele ainda mostrou a entrada da trilha. DIA 2- SUBIDA DA SERRA GRANDE Combinamos então de nos levantar as 5h00 para tomarmos café, arrumar a mochila e partir as 5h30. Até então ainda não havíamos visto a Serra Grande, só havíamos visto o Sr. Francisco apontar em uma direção a qual estaria a serra, mas estava muito escuro e não poderíamos ver. Ele ainda deu alguns bizus da trilha para não nos perdermos. Por Volta das 5:45 h começamos então a caminhar pela trilha informada pelo Sr Francisco e ao andar pouco mais de 50 metros encontramos uma cerca de arame farpado! Pois bem, apesar das dúvidas na cabeça não hesitamos em pular a cerca e seguir rumo ao destino. Passamos por um açude quase seco(o Sr. Francisco nos disse que fazia 3 meses que não chovia na região) e andamos por trilhas que se bifurcam, mas tendo um pouquinho de senso de orientação vc consegue decidir qual seguir. Pulamos outra cerca e depois de 10 minutos andando começamos a ver (e tropeçar ) nas primeiras rochas. Seguimos por mais 10 minutos e um leito de rio seco se confunde com a trilha, como o Sr. Francisco havia falado, não chovia há 3 meses na região e fazia tempo q ele não entrava na trilha(ele nunca foi ao topo, somente até a corredeira). Notamos que a trilha seguia atravessando o leito do rio e não contornando-o, pois o filho do Sr. Francisco havia falado que após atravessar o rio, iriamos ver uma imensa árvore com raizes gigantes( creio que seja uma samaúma). Anda-se mais um pouco e encontra-se o que era para ser um riacho de travessia moderada, agora nada mais é do que um corrego com algumas pedras molhadas. Da p se refrescar um pouco co córrego, mas nao bebemos agua pois ainda estavamos com os cantis cheios (que se descobriria mais tarde que foi um erro). Mais uns minutos de pernada e chega-se na corredeira também vazia, com um pouco de água acumulada na parte mais baixa. É incrível perceber que na época da cheia, aquilo fica totalmente cheio . Após uma breve parada para nos refrescar novamente, (06h30 da manhã já estava com 32º e o ar estava muito seco ) voltamos a caminhar e encontramos o que iriamos encontrar para o resto da trilha. Subidas muito ingremes.... não é nada impossível, creio que as inclinações estejam em 40º até 50º, mas são longas . E com as folhas e o solo secos parecia que estavamos em terreno de areia. Nada que uns tombos no começo, não nos fizesse aprender como andar no local. Depois de cerca de duas horas andando, a paisagem muda um pouco. Já avista-se mais paredes de pedras, mas a a mata continua fechada. Orquídeas e bromélias já começam fazer parte da vegetação. Pouco pode-se observar o quanto subiu, devido as altas copas de árvores. E durante todo o percurso permanece assim subidas, com necessidade de "escalaminhar" em determinados momentos e atravessar grandes blocos de pedras. Termina-se então de subir uma parte da trilha, começa-se uma descida por um pequeno vale e acha-se o q seria um acampamento baixo, próximo a um córrego de rio que também estava em um nível muito baixo. O que foi um achado pois nossa água já estava no fim. Reabastecidos, começa-se uma nova subida de cerca de 30 min pesada entre pedras e galhos de arvores bastante íngremes, até que se encontra uma ladeira de rocha onde o único acesso é subir escalando pela aderência de seus sapatos e mãos a rocha da serra. Passado esse desafio você está no cume. Chegamos ao cume as 13h15, depois de muitas paradas pois não tínhamos muita pressa e não estávamos no melhor de nossos condicionamentos físicos. Por fim, comemos nosso almoço sanduíches de queijo e presunto e suco, e goiabada) e curtimos o visual do topo da serra. A visão não era tão boa, pois ameaçava chover(3 meses sem chover e ameaçava chover naquele dia) porém a ameaça não confirmou. Mas o tempo estava com muitas nuvens e com fumaça das queimadas da região decorrentes da seca. Então adentramos uma pequena mata no topo da serra uma minitrilha de 5 minutos e chegamos ha um acampamento semi montado com lonas, algumas panelas e lamparinas improvisadas ... e começamos armar nossas barracas. feito isso isso voltamos ao ponto de observação para comer mais alguma coisa e aproveitar a brisa do alto da Serra. Já a noite decidimos fazer o rango da janta. Levei fogareiro para fazer a comida. Porém lá era notável que se utilizam de fogueira para fazer comida. havia rastros de fogueira. Optei por não fazer fogueira, tanto por questão de respeito a serra, quanto também o perigo de fogo se espalhar sem controle se alguma brasa voasse e pegasse no mato seco. Houve ainda o momento "cagaço" devido as histórias de onça e o local de acampamento ser mata fechada na região, fomos fazer comida com um machadinho (que havia deixado no local) sempre ao nosso lado, achando que isso nos protegeria, porém pelo menos havia o fator psicológico. Comemos e voltamos para o ponto de observação para sinalizarmos para seu Francisco. com as lanternas. Ele disse que é costume o pessoal que sobe ficar sinalizando para a vila ao pé da serra. A noite pode se observar as luzes da cidade de Boa vista se acendendo e de Mucajaí também. Ventava muito nessa noite o que fazia cair a temperatura. Creio que pegamos uns 13 graus a noite ,com o vento. Mais alguns momentos de contemplação e conversa jogada fora, fomos para nossas barracas dormir e nos preparar para a descida na manhã seguinte. DIA 3 DESCIDA E RETORNO A BOA VISTA Acordamos por volta das 6h, preparamos café com algumas bolachas batemos algumas fotos do cume, porém a quantidade de fumaça proveniente das queimadas da região na nos deixava apreciar muito a região. Algumas fotos mais ,rumamos as coisas e partimos para a descida as 8h. Descer eh um pouco mais dificil por causa das "desescaladas" que para o meu amigo foi um desespero... hahah eu só soube que ele tinha medo de altura ja na metade do caminho. e os lances nem são tão aereos. mas enfim psicológico eh foda! descemos, descemos ja chegando na parte plana e quando estávamos meio que perdidos na trilha um enxame de vespas nos atacou e a boiada disparou em direção ao q acreditavamos q nos levaria ao leito de rio seco e q possuia um pouco de agua. Por sorte pegamos o caminho certo, nos livramos das vespas e adiantamos uns 30 minutos de caminhada!!! Voltamos para a trilha e no meio do caminho fomos surpreendidos por uma manada de Bois. quanto perrengue! não deu nem tempo de sacar a câmera, saímos da trilha e deixamos os "bichinhos "passarem, e retomamos a caminhada até chega de volta a vila Pe da serra as 10h30. Voltamos a casa de Seu Francisco pois ele havia falado em arranjar um transporte para voltarmos a Boa Vista. Porém ele não se encontrava, e fomos tomar uma coca cola e algumas cervejas no bar próximo a casa do Seu francisco. Algumas cervejas, e seu francisco nos acena e diz que um amigo seu vai nos levar a boa vista por 60 conto! Enfim, meio hesitados pagamos. Ate porque pagamos o custo da lotação cheia.. se ele levasse 4 pessoas, pagaríamos 15 reais, mas como ia só nos dois foi o valor total mesmo. Combinamos para nos deixar no aeroporto, pois meu amigo queria adiantar sua passagem para o mesmo dia, pois estava sofrendo com dores nas costas. E eu colocava pilha nele para seguir rumo ao tepequem fazendo bate e volta. Mas não teve jeito, ele procurou a cia aérea porem os preços estavam muito altos. Almoçamos no aeroporto mesmo e coloquei mais pilha nele para dormir em boa vista e cedo rumar p o Tepequem, mas ele reclamava das dores e q nao aguentaria caminhar. Como bom amigo q sou, avisei ele q teria ônibus saindo da rodoviária de boa vista para manaus até as 19h e que daria para comprar a passagem na hora. Rumamos do aeroporto para o centro e de lá nos separamos ele em direção a rodoviária e eu em direção ao supermercado para comprar mais provisões para a ir ao Tepéquem. Comprado as coisas, me informei com os taxistas em frente ao supermercado no centro a respeito de hoteis baratos e de como chegar ao Tepequem. Acabei ficando no centro mesmo, pagando 40 reais e descolei um numero de uma Van que levaria por 20 reais até o Tépequen. Tratei de tomar um banho, comer algo arrumar a mochila para partir cedo, pois o cara da van avisou que passaria as 05h30 para a me pegar. DIA 4 BOA VISTA A TEPÉQUEM Despertei cedo e aguardei a van vir me buscar para ir ao tepequen. Na verdade a van segue para cidades próximas como amajari e adjacências e só entra na pequena vila do tepéquem se houver mais de 5 pessoas pra o mesmo destino. Como só havia eu, o motorista me informou que me deixaria na entrada da estrada que leva até a vila de lá teria q ir caminhando ãã2::'> ãã2::'> ãã2::'> . A van passa por diversas casas de pessoas que também haviam combinado de ir para cidades próximas e acabou que dei uma grande volta na cidade até pegar realmente a estrada. As 7h30,seguimos pela BR 174 e após uma hora viramos a esquerda e entramos rumo a cidade de Amajari. Algumas paradas em cidadezinhas e para deixar alguns passageiros e da pista já se pode ver de longe o Tepéquem. p.s na van se ouvia um forró bem caseiro com videoclipes de cenas de filme pornô, mas não mostrava o sexo. somente as mulheres dançando. como se fosse aquele brasileirinhas no carnaval. de rachar o bico... era muito engracado a montagem do videoclipe.. Então me avisam q eu estou perto de meu destino e desço. e me vejo completamente perdido no meio do nada no sol de rachar das 10h30 e vendo uma enorme e ingreme ladeira de asfalto para subir... Sério, a parada é realmente íngreme. Então me disponho a andar, afinal não havia outro lugar para ir ( até porque não sabia ate aquele ponto como ia voltar, pq a van so voltaria no outro dia e teria q estar as 4 da manha no aeroporto. Depois de 20 minutos andando, surge um barulho de moto e o camarada me ve com a mochila e para ao meu lado e pergunta se estou indo para a vila. Respondo que sim . e ele retruca" é chão hein, quer carona?" respondo quase na mesma hora q sim. A moto, uma daquelas de motocross cheia das gambiarras quase pede arrego nas subidas.... fui conversando com o camarada p saber se le sabia a entrada da trilha ele disse q achava q sabia e poderia me indicar. chegamos até a suposta entrada da trilha. dei uns trocados pro camarada e me dispus a iniciar a subida no sol de rachar. Comecei a andar pela trilha demarcada por uns 5 minutos até que a trilha some e e vejo no meio de um penhasco de pedras soltas mas se pode avistar o plato de longe. volto e tento outro caminho demarcado e nada. mais uma investida e parava na vegetação fechada. cheguei a achar que a trilha havia sido fechada por quase ninguém utilizar. Acabei desistindo e voltei para a pista, no meio do nada. sem nenhum carro passando . Resolvi descer 1km até um sítio próximo e perguntar. bati palmas e um senhor simpático me atendeu e perguntou se eu estava perdido. respondi que "sabia onde estava mas não sabia p onde ir". Perguntei onde era a entrada para ir ao platô do tepequém. Ele respondeu que " é bem aqui ó, do lado do sítio .. abre o portão ai e vai.. só toma cuidado de fechar o portão p cavalos nao saírem".. felicidade,,. o cara ainda me arranjou uma garrafa de agua geladíssima. Inicio a subida as 11h30, que não é tão ingreme, os desvios de altitude são pequenos e se mantem com leves subidas em boa parte do trecho. Depois de 30 min encontro um senhor peruano q vem descendo a trilha . inicio a conversa oferecendo agua (até pq assim como na Serra Grande, estavam bastante secos os leitos de rio que cortam o platô). ele aceita e eu pergunto se ele estava só .ele responde que nao, que estava com mais duas pessoas que vinham descendo logo atrás. papo vai, papo vem chegam os outros dois. Perguntam de onde eu era, o q eu estava fazendo ali. Contei toda a minha história e talvez eles ficaram sensibilizados por eu nao saber como iria voltar e ofereceram carona p voltar para boa vista, pois eles ainda iriam aproveitar a as cachoeiras da região e era o tempo q eu chegava no platô, descansava e descia. Combinamos de nos encontrar as 15h30 numa pousada descendo a pista. tudo certo para minha volta, eles continuaram a descida e eu a subida. Subi num ritmo confortável e em 1h30 estava no Plato do Tepequem, com ele todo só para mim. de lá se ve um abismo muito bacana e se pode observar várias araras de todas as cores a voar pelo plato e gritando ecoando pelo vale... mt legal a sensação. descansei, comi uns sanduiches, fiz uns sucos e comi a farofa de carne que vende na beira da br 174, ponto de parada obrigatória tanto q vai p amajari quanto p pacaraima todos os taxislotacao e vans param ali.(especialidade dessa estrada ) e apreciei o cume do Tepéquem so para mim. fiquei uma hora lá em cima e iniciei a descida. A descida foi bem mais rápida e falei com o sr dono do sítio , deixei algumas coisas q não iria utilizar tais como uma caixa de chocolate e biscoitos, e me informei onde seria a tal Pousada para encontrar a minha carona. O senhor falou q era pertinho logo depois da curva. Me animei e tratei de apressar o passo. Andei, andei, andei e nada.. fiquei sem agua.. calor da moléstia e nada de chegar... até que apareceu uma torneira do nada no meio da pista e tratei de encher o cantil e voltei andar que nem um condenado e cheguei na tal pousada. "-uma coca de um litro por favor e uma cerveja". Fiquei degustando a cerveja e a coca cola aguardando a minha carona. Enquanto isso a dona da pousada disse que eu poderia tomar uma banho na piscina natural se eu quisesse... Maravilha! Aproveitei para tirar a poeira e recobrar as energias nas águas geladas do riozinho. Esperei mais um pouco e Hermanio, juntamente com Alexia e mais o peruano chegaram e fomos em direçao a Boa Vista. Hermanio contou a historia do Tepequem, como era o acesso antes, pela estrada de barro(imagino subir a ladeira com o barro molhado!) e ainda me mostrou uma formação nas paredes ao lado da pista que visat de certo angulo parece acabeca de um indio entre as pedras ... mt show fomos indo até boa vista ouvindo João bosco e lá fomos a um rodizio de sopa eu, hermanio, aléxia e seu esposo . Sopa da boa na Casa das Sopas. De lá rumei para o aeroporto de boa vista até aterrissar em casa. Bem é isso se alguém tiver alguma dúvida pode me escrever aqui.. até mais e bons ventos! a cabeça de indio! http://2.bp.blogspot.com/_lVZ2Mf5QU5g/TT-J0TEP_II/AAAAAAAABGY/aNKz3xfIsA8/s320/Roraima+Tepequem+P1310001.jpg
  21. Muito bom o relato,... confesso q ia escrever o meu relato... subi em Março só eu e um amigo meu e acampamos no topo da Serra mesmo. Fiquei indignado com a quantidade de lixo na trilha, talvez pela cultura de trekking ainda nao ser tão difundida aqui pelas bandas da regiao norte(sou de manaus) e ainda se encontra muito lixo em nossas trilhas. Td lixo q eu e meu amigo prdouzimos foi trazido de volta e inclusive algum pouco do lixo da trilha. Com relação a água. tivemos bastante dificuldade, pois havia 3 meses q nao chovia na regiao e so fomos abastecer os cantis já proximos ao cume. Inclusive o riacho caudaloso, proximo aquela Samauma estava td seco!!! Mas sem mais, é uma aventura única e bastante exigente. A trilha é td íngreme e diversos pontos de mini escaladas. confesso q a noite houve certo receio com relação a Dona Onça, heheh pois no topo o lugar de acampamento é todo cercado por mato. Mas vale muito a pena quem estiver andando por esses lugares.
  22. cara q relato impressionante... muito bom o relato junatamente com as fotos... agora vc teria como dizer o qeuipamento utilizado tais como barracas e sacos de dormir. vc comprou ou alugou por la? subiu até o cume sem botas duplas?
  23. Entao..VidalPesca Acredito q esse valor, pelo q andei pesquisando é se vc for utilizar tds os recursos q a empresa te oferecer(comida, combustivel,barco,guia, carregadores, barraca, saco de dormir, isolante, material de cozinha, etc..) se rolar de fazer uma expediçoa mais solo, vc mesmo comprando e carregando a propria mochila e levando seu material para os dias da expedição, utilizando somente o guia e a embarcação, acredito q os custos podem cair consideravelmente...
  24. olá Vidal, sou de manaus e para a época planejada estou interessado em fazer parte do grupo... quem seria o seu contato... acho q ficaria mais fácil se eu pudesse contata-lo daqui.. pois tenho amigos em barcelos...
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