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Carola_RJ

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  1. @iaosp Olá! Reservei só o de Rotorua. Mas, é melhor reservar sim. Em Auckland, simplesmente não tinha mais vaga. Acredito que dependendo da época do ano podem ficar cheios sim.
  2. @iaosp Muito obrigada! Te Puia ou Wai o Tapu -> Poxa, não dá para cortar outras coisas? Os dois são imperdíveis. E o passeio ao Parque Te Puia pode ser feito à noite, então dá para encaixar mais fácil. Olha, meu sonho era conhecer aquelas piscinas coloridas de Wai o Tapu, então esse é o meu preferido. Mas o Geyser é um show da natureza impressionante. Os dois parques têm coisas que você não vai ver em nenhum outro lugar do mundo, pensa nisso. Dá para fazer uma visita rápida, chegar cedinho, ou ir no fim do dia. Campings -> lembro dos nomes sim! Mas, é bom baixar o aplicativo do Campermate! Esse app te diz todos os campings disponíveis, preço, pode fazer reserva, é ótimo! Camping em Wanaka - Wanaka Lake View Holiday Park: é bem bom, pertinho do centro. Custa $50 Camping em Rotorua - Holdens Bay Holiday Park: é longe do centro, tem um Mc Donalds na esquina. A estrutura é meio ruim, banheiro meio feio, mas nada demais. Pegamos uma promoção no app e custou $20 a diária com internet. Camping em Mount Cook - Em Mount Cook Village só tem um camping free, ele é público! Você paga um preço símbólico, mas não tem recepção, você deposita em uma caixa. Não tem lugar para tomar banho, cozinha, nada disso. Achamos MUITO no meio do nada. O local perfeito para uma cena de filme de terror, rs. Preferimos voltar 20 km e ficar no Glentanner Holiday Park Mount Cook, custou uns $50. O lugar é surreal de lindo. Abastecimento do Motorhome -> Você diz abastecer o diesel? A maioria dos postos é self service, você chega abastece e depois paga no caixa. Tem que entregar o carro com tanque cheio. Na segunda locadora nós pagamos uma taxa de $90 onde podíamos entregar o carro sem estar com tanque cheio. Se tiver mais alguma dúvida, tamo aê!
  3. Viagem de 14 dias em casal feita em julho de 2018. Coloquei tudo em tópicos e montei 3 tabelas com gastos da viagem. Comprando a Passagem aérea - sempre pesquisamos passagens pelo site “Kayak”, ele é ótimo e permite criar alertas de queda de preço. Isso significa que toda vez que tiver uma diminuição no valor da passagem para o local que você quer viajar, você recebe um e-mail. Nós queremos conhecer tantos lugares nesse mundo, que sempre criamos vários alertas para diferentes destinos. Calhou de surgir uma promoção para a Nova Zelândia na Latam e compramos na hora. Voando com a Latam para NZ - Todo mundo diz, e eu acredito que a Air New Zealand é melhor. Mas, no voo Santiago X Auckland, eu achei o serviço da Latam bem bom. Infinitamente melhor do que nos trechos da América Latina. A refeição era superior, amenidades e etc. Chegar na NZ é muito mais rápido do que eu imaginava. Na volta, foram 10h Auck X Santiago, e depois 4h Santiago X Rio. 14h no total, achamos bem rápido. Sala Vip da Latam em Santiago - gente, deixa eu começar com uma dica que eu achei genial. Na volta fizemos uma conexão de 12h em Santiago. A latam no Chile, diferente do Brasil, só adianta seu voo se você pagar e o valor era bem alto. Aí, pensamos em ir para um hotel, mas gastaríamos uber, tempo na imigração, comida e etc. Foi aí que vimos que Santiago tem uma sala Vip gigantesca da Latam. Eu nunca voo de executiva então nem sei por onde entra. Mas meu marido viaja pela empresa e disse que algumas tem camas. Despretensiosamente fomos lá perguntar quanto era. Custou 40 dólares por pessoa! Para ficar o tempo que quiser, comer o quiser, beber o quiser, toalhas para tomar banho quentinho, camas com cobertor para dormir e tudo mais! Não tinha mais ninguém dormindo, então foi super tranquilo. Dormimos umas 5 horinhas e fomos para o “open bar”. Tinha todos os tipos de bebidas, enchemos a cara de champagne! Comemos muito e depois já quase não aguentávamos com a sobremesa, mas tomamos sorvete. O legal é que eles te chamam quando está na hora do seu voo, então pode beber a vontade que não vai perder o voo. Viajar no Inverno - Sou professora, então só posso viajar em janeiro ou julho, no inverno ou verão ( muito frio ou muito calor). Acho as piores estações, prefiro as temperaturas mais amenas da primavera ou outono. Além disso, sempre viajo nas férias escolares, alta temporada, preço de passagem cara e alguns locais turísticos cheios, dependendo do lugar. Entretanto, eu AMO frio, adoro ficar encasacada, adoro a paisagem do inverno, acho tudo um charme. Então, é tudo questão de preferência. No caso da Nova Zelândia, o frio pode prejudicar um pouco para aqueles que estão em busca de certos esportes radicais aquáticos. Mas dá para fazer quase todos os esportes, e ainda dá para esquiar. Não curto esportes muito pesados, fizemos apenas um jet boat em Huka Falls, e foi legal. A paisagem da ilha sul com as montanhas nevadas foi um absurdo de linda. Não me arrependo nada ter viajado no inverno. Porque viajar para a Nova Zelândia - Em termos de paisagens naturais, deve ter sido o país mais lindo que conheci. O mais legal é a diversidade de paisagem, em cada canto é uma paisagem diferente e você quer tirar foto de tudo. É tudo muito único. Além das belezas naturais, o país é mega seguro, bem desenvolvido, tem ótima infra estrutura, tudo funciona bem. A população é mega simpática e receptiva. O país é multicultural, tem uma miscigenação muito forte e uma grande presença de imigrantes, principalmente de indianos. Tem uma cultura asiática que pode ser sentida pela presença de restaurantes de muitas nacionalidades. Na viagem comemos em restaurante indiano, coreano, chinês, japonês, tailandês, entre outros. Como não errar montando o roteiro como nós erramos - sim, tive que fazer alguns cancelamentos por não ter estudado bem como devia antes. A primeira coisa a fazer é ler relatos sobre o país e listar os locais que achar interessante de visitar. Na hora de escolher os locais, deve se avaliar se vale a pena na época do ano que vai. Listei vários locais bacanas, mas depois eu vi que não eram adequados para o inverno (época que fui), tipo praias. Outra coisa é pensar nas distâncias entre os locais e o tempo que tem disponível. Só tinha 13 dias para conhecer tudo, então decidi selecionar locais mais próximos entre si. Curiosidades da NZ: 4 milhões de habitantes e 40 milhões de ovelhas Além do inglês, a língua Maori, dos nativos ainda existe no país Os carros andam na mão inglesa Não tem pedágios nas rodovias O país é menor que o estado do Rio Grande do Sul Motorhome - Sempre tivemos curiosidade de viajar em um motorhome e a Nova Zelândia é o país perfeito para isso, tem uma ótima infra estrutura. Preço do Motorhome - É importante colocar no papel o preço do motorhome e avaliar se vale a pena. Se eu fosse refazer a viagem, e tivesse uma grana a mais, eu ficaria apenas uns 4 dias de motorhome e o resto ficaria em carro normal, dormindo em hotel. Isso porque é meio cansativo dormir direto em motorhome, eu senti falta de uma cama. Queenstown X Auckland - 12 dias - $370 -> Essa foi a nossa primeira reserva, mas cancelamos depois que vimos que a balsa para ir da ilha sul para a ilha norte, entre Picton e Welington, custava $400 e leva cerca de 4 horas a travessia. Fora isso, entre Christchurch e Taupo são 800 km sem nenhum lugar que fazíamos muita questão de visitar. Ou seja, gastaríamos muito diesel, horas dirigindo e o nosso precioso tempo a toa. Daí, alteramos a reserva acima para entregar em Christchurch. Ficou relativamente mais caro o valor em si do Motorhome mas otimizamos a viagem. Queenstown X Christchurch - 6 dias - $300 Auckland X Auckland - 5 dias - $200 Obs: Os preços estão sem as taxas! Vou colocar aqui a tabela do custo final, incluindo seguro, diesel e etc. E os outros custos da viagem. Motor 1 (1035km) Motor 2 (750 km) Aluguel 300 200 Taxa de Queenstown 95 0 Seguro 190 150 Gás 40 35 Wi fi 35 0 No return 50 0 Quilometragem 65 40 Diesel 210 140 TOTAL 985 565 NZD total R$ (por pessoa) Empresa Aéreo: Rio X Auck X Rio 3600 Latam Aéreo: Auck X Queenstown 256 345,6 Air New Zealand Aéreo: Christchurch X Auckland 132 178,2 Air New Zealand Motorhome 1: Queen X Christ 985 1329,75 Mighty Campers NZ Motorhome 2: Auck X Auck 565 762,75 Cheapa Camper Hotel Auckland 1 diária 96 129,6 Airport Gateway Hotel Hotel Queenstown 2 diárias 320 432 Nomads Queenstown Backpackers Hotel Auckland 1 diária 95 128,25 Airport Gateway Hotel Hotel Auckland 1 diária 80 108 Ibis Budget Auckland Central Seguro viagem 140 Assist Med Camping ( 8 noites) 400 540 TOTAL 7694,15 Cidade Atividades NZD R$(por pessoa) Site Queenstown Gondola + Almoço 75 202,5 https://www.skyline.co.nz/en/queenstown Queenstown Milford Sound Day Trip 118 318,6 https://www.bookme.co.nz/things-to-do/queenstown/home Wanaka Puźzling 22 59,4 https://www.puzzlingworld.co.nz/ ILHA NORTE 0 Matamata Hobbiton 84 226,8 https://www.hobbitontours.com/en/our-tours/hobbiton-movie-set-tour/ Rotorua Parque Wai o Tapu 32,5 87,75 https://www.waiotapu.co.nz/plan-your-visit/ Rotorua Parque Te Puia 145 391,5 https://tepuia.com/ Waitomo Glow worm 51 137,7 http://www.waitomo.com/Waitomo-Glowworm-Caves/Pages/default.aspx Taupo Jet Boat Huka Falls 94 253,8 https://www.bookme.co.nz/things-to-do/rotorua-taupo/activity/hukafalls-jet/1873 Rotorua Gondola + Ludge 36 97,2 https://www.skyline.co.nz/en/rotorua/ Rotorua Redwood Walk 25 67,5 http://www.treewalk.co.nz/en_US/ Rotorua Polynesian Spa 30 81 https://www.polynesianspa.co.nz/ TOTAL 1923,75 Pontos negativos do Motorhome: Limpar os dejetos do banheiro Caução de 5 mil dólares no cartão de crédito (na segunda locadora tem a possibilidade de não pagar se aderir a um plano lá) Ter que arrumar as coisas toda hora, principalmente a parte da cozinha. Tem que andar com tudo bem fechado nos armários, mas, ainda assim, fica tudo balançando, coisas batendo umas nas outras o tempo todo. Dá uma certa agonia. Fora que na hora de dar uma freada forte parece que vai tudo ser jogado para frente, e de fato algumas coisas são. Preço das coisas: Garrafa de água - 4 NZD Lanche no Mc Donalds - 10 NZD Almoço - 15 NZD Aplicativo Campermate - é fundamental para quem viaja de Motorhome, mas é bom para todos. Ele te informa a localização, preço e avaliação de todos os campings. Mas também mostra onde tem banheiro, posto de gasolina, hospital, wi fi, coisas para fazer, e etc. Ilha sul A Ilha sul é a parte com paisagens mais maravilhosas. É o tipo de viagem que o legal não é apenas o chegar em certa local, pois todos o trajetos, as estradas são encantadoras. Você quer parar toda hora no acostamento para tirar fotos, apreciar a paisagem. Quanto tempo? Dava para visitar tudo o que visitei em menos tempo. Digamos que na ilha sul fizemos uma viagem mais preguiçosa, ficamos muito tempo ociosos, mas isso foi nossa opção. Quisemos apreciar mais os locais, as paisagens do que fazer atividades. Roteiro: O que fizemos: fomos de Queenstown até Christchurch de carro, passando por Wanaka, Mount Cook e Lake Tekapo. Sendo assim, não visitamos a costa oeste, que tem muitos lugares bonitos, como Franz Josef. Fizemos isso, porque li algumas pessoas dizendo que era perigoso ficar dirigindo no inverno, principalmente nessas áreas montanhosas, e que tinha risco de fechar as estradas por conta de congelamento e etc. Na boa, acho que é bem tranquilo ir, mesmo no inverno. Deve ter ocasiões que fecham as estradas, mas isso ocorre, tipo 1 vez no ano e quando ocorre, então não é evento frequente. Se você quer fazer um giro completo na ilha sul, sugiro pegar e devolver o carro em Queenstown. De Queenstown pegar a costa oeste, subir a costa oeste sentido sul, depois atravessar novamente para a costa leste na Artur Pass, e voltar pela região de lake Tekapo, uma volta no sentido horário. Ilha norte A Ilha norte é a ilha quente! As atividades geotérmicas de Rotorua era o que eu mais tinha curiosidade de conhecer na Nova Zelândia, é o que de mais diferente parecia para mim. A ilha norte tem a capital do país, Wellington, que infelizmente não conhecemos, mas dizem que é uma cidade muito bacana e boa de morar. E também temos a maior cidade do país, Auckland, que é onde provavelmente todos desembarcam. Acho um crime fazer um roteiro só com a Ilha Sul. A ilha norte é muito interessante. Quanto tempo? Acho que 5 dias inteiros, assim como nós ficamos, é um bom tempo para conhecer os pontos principais. É claro que se quiser ficar mais tempo, sempre tem atividades e locais para serem visitados. Roteiro resumido: Pernoite Data Dia Cidade Local Atividades 15/07 1 Auckland Airport Gateway Hotel Chegada às 5 am / Passeio pelo centro de Auckland 16/07 2 Queenstown Nomads Backpackers Voo: 7:10 - 9:00 am / Passeio pelo Lake 17/07 3 Queenstown Nomads Backpackers Milford Sound Day trip 18/07 4 Queenstown Camping Gondola 19/07 5 Wanaka Camping Glenorchy / Arrowntown / Wanaka 20/07 6 Wanaka Camping Blue Pools / Puzzlind World / Lake Wanaka 21/07 7 Mount Cook Camping Viagem de Wanaka até Mount Cook 22/07 8 Lake Tekapo Camping Mount Cook / Lake Pukaki / Lake Tekapo / Observatório 23/07 9 Auckland Airport Gateway Hotel Trajeto Lake Tekappo até Christchurch / Voo 8:00 - 9:00 PM 24/07 10 Rotorua Camping Pegar Motorhome / Matamata: Hobbiton / Rotorua: Polynesian Spa 25/07 11 Rotorua Camping Rotorua: Gondola e Ludge, Redwood Forest, Parque Te Puia 26/07 12 Waitomo Camping Rotorua: Wai o Tapu / Taupo: Lake Taupo, Huka Falls e Jet Boat 27/07 13 Auckland Ibis Budget Central Waitomo: Glow worm / Auckland: Jantar na Skyline 18h 28/07 14 Auckland Avião Passeio pelo centro de Auckland / Voo às 18:15 Dia 1 - Auckland Chegamos em Auckland às 5 am. A imigração fez algumas perguntas, nada muito demorado. Depois passamos pela vigilância deles onde eles são bem chatos, não pode entrar com absolutamente nada in natura. Eles olham até a sola do sapato para ver se tem detritos. Perguntaram se tínhamos equipamento de hiking. Se for pego com uma banana paga 400 dólares de multa. Depois, pegamos o transfer gratuito para o nosso hotel. Decidimos ficar em um hotel próximo do aeroporto pois viajaríamos muito cedo no dia seguinte. O hotel cobrava 50 dólares para antecipar o check in, mas nossos planos era fazer um passeio mesmo. Então, deixamos nossas malas no hotel e pegamos um ônibus para o Centro de Auckland. Na verdade, foram 2 ônibus e demorou cerca de 1h15 de trajeto. Os ônibus são bem pontuais, olhávamos o horário no Google Maps e passava direitinho na hora. Cada ônibus custou mais ou menos 5 dólares a passagem. Achei meio caro. O valor da passagem é de acordo com a distância percorrida. Você diz ao motorista onde vai descer e ele emite o bilhete na hora. Estava chovendo muito. Choveu o dia inteiro. Chegamos no Centro e estava tudo fechado, só abria pelas 10 am. Ficamos tomando café esperando a hora passar. A hora passou, a chuva não. Andamos pelas lojas da Queen Street. Tem uma loja da Daiso, a mesma que tem no Japão só que mais cara, mas sempre tem umas coisinhas interessantes. Fomos andando até a baía, mas tava chovendo demais e minha bota abriu toda. Almoçamos em um restaurante Chinês bem raíz (fica na Hight St., próximo do número 48), custou 30 dólares para nós dois, mas comemos um barbecue de porco muito bom. Voltamos para o hotel e dormimos das 5 pm até 2 am. Acordamos cedo para ver a final da Copa do Mundo da Rússia, na torcida pela Croácia, mas não deu muito certo… rs Dia 2 - Queenstown Viagem de Auckland a Queenstown: Acordamos às 2 am e vimos a França ganhar o mundial de futebol, logo depois fomos para o aeroporto pegar o voo às 7 am para Queenstown. Achei bizarro no aeroporto não pedirem NENHUM documento para viajar. Podia ter viajado qualquer pessoa se passando por mim porque não pediram nenhuma identificacao em nenhum momento. Fizemos o check in online pelo celular, depois nós mesmos imprimimos as etiquetas das bagagens e as colocamos na esteira. O voo começou tranquilo, a Air New Zealand tem serviço de bordo bem ok para uma viagem tão curta. Chegando em Queenstown a paisagem das montanhas é muito linda, tirei muitas fotos da janela do avião. Só que é meio tenso porque o avião aterrissa no meio das montanhas. quando o avião estava quase pousando ele arremetou. Que medinho! Todo mundo bolado, o piloto explicou que tava ventando muito e ia posicionar melhor a aeronave. Deu mais uma voltinha, e conseguiu aterrissar. Ufa! O aeroporto de Queenstown é bem pequeno. Você desce e vai andando pela pista mesmo. Curioso que a galera que embarca e desembarca no mesmo lugar, fica tudo junto. Inclusive, o local que você pega as bagagens fica na entrada do aeroporto, qualquer um pode entrar e ter acesso. País desenvolvido é outra coisa. Pegamos um ônibus na frente do aeroporto até o Centro. Pagamos 5 dólares pelo cartão e colocamos uma recarga. Um único cartão serve para mais de uma pessoa. A passagem custou 2 dólares até o Centro. Atividades em Queenstown: Onsen - Reserve com muita antecedência! Não consegui fazer a reserva e fiquei muito triste porque eu tava sonhando com esse lugar. Não imaginava que era tão difícil arrumar vaga. Só tinha vaga para o mês seguinte, para ter noção. O visual do lugar é espetacular, muito romântico. Para compensar, eu achei um lugar parecido em Rotorua (Polynesian Spa), que eu recomendo fortemente. Se pudesse, teria ido nos 2. Dá uma olhada no site deles, olha o visual: https://www.onsen.co.nz/ Custa cerca de $90 para 2 pessoas. Passeio pelo lago e pelo centrinho - ah! Que lugar lindo! Eu amei o Centro e arredores. O lago é lindo! No inverno, aquela paisagem de montanhas com picos nevados é incrível. Passamos horas sentados na frente do lago, apenas admirando a paisagem. Agência de turismo Happy Tour - tem várias dela pelo Centro. Entramos nela logo quando chegamos na cidade porque queríamos confirmar que não tinha mesmo vaga na Onsen. Mas o cara que nos atendeu era um inglês muito gente boa e ficamos cerca de 2 horas lá. O bacana foi que essa agência dá desconto no preço dos passeios (cerca de 10%). Então, achei que foi muito vantajoso reservar com eles. Nós já tínhamos os passeios que iríamos fazer pensados e reservamos logo todos. Ah! Eles reservam passeios por toda a Nova Zelândia, inclusive da ilha norte. Eles também agendaram o dia e horário. Então, economizamos uma graninha, pegamos muitas dicas e deixamos já tudo comprado e marcado. Obs: nem todos os passeios precisam marcar a data, só dos locais mais cheios. Pub 1876 - o melhor lugar para beber barato. 5 dólares as bebidas e o local é bacaninha. Passamos essa noite lá e gostamos bastante do ambiente e das bebidas. Dia 3 - Milford Sound Day Trip Ir de carro ou fazer com uma agência? Íamos fazer nosso passeio de carro, mas, depois de ler algumas pessoas dizendo que era perigoso ir para essa região no inverno, porque podiam fechar a estrada e bla, bla, bla, decidimos fazer com a agência. Primeiramente, não achei nada perigoso para ir de carro. Nada demais! O ponto positivo de ir de carro é que você pode parar onde quiser para tirar fotos e tal. O ponto negativo é que é uma viagem bem longa, cerca de 600 km no total, ida e volta. O valor para de ir carro 2 pessoas sai quase a mesma coisa que ir de ônibus. Diesel $102 + Barco $50 para cada um (Rendimento: 10km/l - Valor do Diesel: $1,70 - Dist: 600 km) Pagamos 118 dólares por pessoas. Reservamos o passeio pelo site “bookme”. É bom ficar de olho e tentar reservar com mais antecedência possível pois sempre tem promoções ótimas, mas só acha se for para datas com mais antecedência. Ah! Tem opção de passeios com almoço incluso. Acho que não vale a pena mesmo. Pelo menos o almoço que eu vi, na verdade era só um sanduíche frio e um saco de salgadinho. No barco tem uma lanchonete com poucas opções de lanche. Comemos um sanduíche frio por uns 5 dólares. Acho que vale a pena levar o seu próprio lanche. No barco tinha café, chá e água gratuitos. Nós comemos na parada em Te Anau também, tinha umas coisas bem gostosas. Eu fiquei bolada porque na volta paramos lá por volta das 16:30, compramos alguma coisa pra comer e tal. Quando deu 17h e estávamos indo embora a lanchonete colocou uma placa com 50% de desconto em tudo, “desconto de final do dia”. A dica é: chegue na loja às 17h e compre pela metade do preço! Rsrs Bom, não sei se isso rola todo dia, é claro. Saímos 6:50 da manhã, fomos o segundo ônibus a chegar lá, o que foi ótimo porque chegamos antes dos outros ônibus e estava tudo mais vazio. Demora umas 4 horas para chegar em Milford Sound. O ônibus faz parada em Te Anau e em alguns pontos bonitos na estrada. Teve um lugar maravilhoso que ele parou, que eu tirei umas fotos lindas do lago, é difícil especificar o local, mas acho que todos os ônibus sempre param nesses mesmos locais que são os mais lindos. Milford Sound é uma região que chove muito, praticamente todos os dias. Eu sempre olhava a previsão do tempo e via que todo dia chovia mesmo. Então, eu já esperava uma bela chuva. Mas, por uma sorte muito grande, o dia estava lindo! Em alguns momentos, o céu ficou bem azul com pouquíssimas nuvens, realmente foi incrível. Quando chega em Milford Sound, o pier de onde saem os catamarãs já é lindíssimo e rende ótimas fotos. O passeio de barco pelos fiordes dura cerca de 2 horas. O barco vai até a parte que os fiordes encontram o mar aberto. Ao longo dos fiordes têm lindas cachoeiras, algumas bem fortes. Também fomos bem pertinhos de umas pedras com muitos leões marinhos. Ficamos quase o tempo inteiro do lado de fora do barco. Mesmo com o frio, valia muito a pena ver bem de perto aquelas paisagens. Quando chegamos em Queenstown de noite, estávamos esgotados. Nem saímos para jantar! Dia 4 - Queenstown Dia de buscar o motorhome no aeroporto logo pela manhã. Depois, fizemos check-in no camping, deixamos o carro estacionado e saímos. Passeio de Gôndola + almoço: optamos por fazer o pacote gôndola + almoço (75 NZD) porque o restaurante tem uma vista linda. Só a gôndola custa 39 NZD. E valeu muito a pena, você come à vontade, inclusive sobremesa. Lá também tem pacote para descer de Ludge, que é tipo um carrinho de rolimã, mas infelizmente a pista estava fechada. Nós fizemos o Ludge na Gôndola de Rotorua e foi muito maneiro, super recomendo. Ice bar - atividade pega turista. Só fomos porque ganhamos a entrada grátis quando reservamos os passeios, entretanto tínhamos que consumir pelo menos 1 drink cada. Cada drink custou 13 dólares, bem carinho. Ficamos pouco tempo, porque não curti muito. Fergsburger - É uma hamburgueria super tradicional. Os hambúrgueres são enormes e bem gostosos. Mas, a fila é gigantesca. Vá com paciência. Patagonia Chocolates - o sorvete é uma delícia, e a vista lá do segundo andar é maravilhosa. Essa rede tem filiais em outras cidades também. Pernoite do Motorhome em Queenstown: Holiday Lake View - super bem localizado, do lado da gôndola. Banheiro e cozinha super limpos. Dia 5 - Glenorchy, Arrowtown, Wanaka Trajetos de carro (212 km): Queenstown X Glenorchy - 46 km Glenorchy X Arrowtown - 66 km Arrowtown X Wanaka - 100 km (tem opção por 55 km) Glenorchy - A estrada de Queenstown até Glenorchy é a mais linda de todas! Sério, dá vontade de parar em todos os lugares para olhar. Maravilhoso! Glenorchy é uma cidade com 363 habitantes com uma paisagem encantadora, um dos lugares mais bonitos que fui. Não sei se fora do inverno é tão lindo, porque as montanhas com neve no fundo deixam o visual lindo. Paramos para tomar um café no Sugar Loaf Cafe, depois fiquei curiosa pelo nome, será que são cariocas? Mas, lá nós comemos o doce mais gostoso de toda a viagem, um tal de Anzac Caramel Slice. Não vi vendendo em nenhum outro lugar. Arrowtown - É um vilarejo minúsculo. Vale a pena dar uma passadinha. Sentar e beber alguma coisa. Mas é uma visita rápida. Chegar em Wanaka - existem 2 caminhos para chegar em Wanaka vindo de Queenstown, um deles é pela Crown Range Road, que é mais curto e mais bonito. Entretanto, esse caminho é em zig zag e subindo uma grande montanha. A empresa que alugamos o carro proíbe passar por esse caminho, tá escrito no contrato e não quisemos infringir. Mas tinha muitos carros grandes passando por esse caminho, e com certeza deve valer a pena. Wanaka - chegamos em Wanaka no fim da tarde, fizemos check-in no camping e fomos sair de noite para beber. Fomos no Lake Bar, bebemos só um pouco porque não achamos nada muito barato (chopp 10 dólares). Dia 6 - Wanaka e Blue Pools Walk Trajetos de carro (144 km): Wanaka X Blue Pools - 72 km Blue Pools X Wanaka - 72 km Blue Pools Walk - É bem bonito, um tom de azul incrível do lago. Vale a pena o passeio. Puzzlling World - Eu amei esse lugar. É um museu ilusionista com várias salas divertidissimas e um labirinto enorme. Já na entrada, tem a famoso construção de uma casa virada para baixo. No salão de entrada, tem diversas mesas com joguinhos gratuitos, eu podia ficar uma tarde inteira ali brincando. Lá dentro, na segunda sala, eu fiquei um pouco tonta, mas é muito legal. Só indo mesmo para entender. Do lado de fora, tem um labirinto. Se quiser tentar o caminho mais difícil, leva cerca de 1h30. O caminho mais fácil, 30 minutos. Gente, é difícil mesmo! Rs Fomos só no mais fácil. Wanaka Tree - É uma árvore solitária dentro do lake Wanaka que as pessoas se degladiam para tirar foto. Lake Wanaka - o lago é bem bonito, vale a pena ver o pôr do sol nele. De repente fazer um piquenique, ou só contemplar a paisagem mesmo. Acho que vale a pena dar uma passada em Wanaka, mas dentre os lugares da ilha sul foi o que achei menos interessante/bonito. Passamos 2 noites, mas acho que podíamos ter passado apenas 1 noite. Dia 7 - Mount Cook Trajetos de carro: Wanaka X Mount Cook - 209 km Salmon Farm - é uma fazenda de salmões, onde você pode alimentar de graça os salmões. Eu odiei! Os peixes vivem em piscinas minúsculas, deu muita pena, muito mesmo. A maioria dos criadouros de salmão deve ser assim, mas ver aquilo me deixou com a consciência muito pesada. Enfim, além disso, tem uma lojinha que vende tudo quanto é tipo de comida a base de salmão. Não quisemos experimentar nada, eu realmente não gostei de lá. Mount Cook Village - é um vilarejo minúsculo sem nada para fazer, nada mesmo! Vá direto para o Tasman Valley, que é a rodovia que chega no Tasman Glacier View Point.. No nosso caso, chegamos na parte da tarde estava caindo uma chuva muito forte. Sem chance de fazer qualquer trilha. Então, tínhamos que dormir lá para fazer a trilha no dia seguinte. À 1,5 km da vila, vimos que tinha um camping. Chegando lá, vimos que era um camping público, ou seja, um local aberto sem nenhuma infra estrutura (banheiro, cozinha, internet). Assim, nenhum problema ficar lá, estávamos de Motorhome mesmo, mas o problema é que não tinha absolutamente mais ninguém e caindo o maior temporal. Sendo assim, achamos melhor passar a noite em algum lugar menos ermo. Tivemos que voltar 20 km até o camping mais próximo em Glentanner. Fica bem no fim do Lake Pukaki, lá tem um café e acho que tem quartos para dormir também. O local tinha mais 3 carros. Ufa! Já não estávamos sozinhos. No outro dia, vimos como era um local lindo cheio de montanhas a nossa volta. Você acorda olhando para o Mount Cook. Em termos de beleza, foi um achado! Dia 8 - Mount Cook Lago Tekapo Mount Cook X Lake Tekapo 60 km Acordamos e seguimos em direção à Tasman Valley para fazer as trilhas. Dá para fazer as 3 trilhas em 2 horas, mais ou menos. Não estava chovendo, mas o tempo estava feio e ventando muito. Por sorte, as vezes as nuvens iam embora e dava para ver um céu azul. A gente quase não conseguiu ver o glaciar por causa das nuvens. Em compensação estava mega vazio, pudemos tirar fotos e admirar a paisagem com calma. Fazer 3 trilhas: Trilha Tasmanian Glaciar view - essa trilha é pequena, mas um pouco inclinada.Tem a vista do Glaciar todo, do mount Cook, maravilhoso! Trilha Blue Lakes - na verdade, os lagos são verdes. Lá tinha escrito uma explicação, mas eu esqueci. Bem lindo também. Trilha Lake Jetty - essa trilha é maravilhosa. Você fica pertinho dos grandes blocos de gelo. Fiquei apaixonada, sério. Meu marido pegando gelo! Lake Pukaki - o caminho até Mount Cook vai margeando o lake Pukaki e tem uma vista mais linda que a outra. Indo em direção ao Lake Tekapo também tem vistas maravilhosas do Lake Pukaki. É interessante porque ele tem um tom mais esverdeado, uma cor diferente do Lake Tekapo. Lake Tekapo - o lago é lindo, com uma cor incrível, cheio de pedras. Da vontade de ficar horas ali admirando. Igrejinha de pedra no lake Tekapo - “Church of the Good Shepherd”, impossível não ver essa igreja. É uma igreja bem pequena mas com uma paz infinita. Tem que dar uma passadinha. Observatório Mount John - Fica no topo de uma montanha e tem uma vista linda. Fomos de tarde para tomar um café. Quando chegamos a entrada estava fechada devido ao vento forte. Ficamos esperando um pouquinho e eles reabriram. Tem que pagar $8 por carro para entrar. Na subida, voltou a ventar MUITO. Ficamos com muito medo. Lá em cima ventava tanto que tivemos dificuldade de sair do carro. Mas, conseguimos! Engraçado porque o céu estava mega azul, quase sem nuvens, mas ventava muito. Logo depois que subimos eles encerraram a entrada de carros novamente devido aos ventos fortes. Dia 9 - Christchurch Trajeto: Lake Tekapo X Christchurch 225 km Não fizemos nada nesse dia. Christchurch não pareceu ter muita coisa interessante. Depois dos estragos dos terremotos dos últimos anos, já tinham nos alertado que a cidade estava meio que em construção. Mas é uma cidade grande, a maior da Ilha sul, com certeza deve ter alguma coisa para fazer, ou pelo menos comer e beber, rs. Voo Christchurch X Auckland: voamos novamente de Air New Zealand e foi tudo ótimo. O aeroporto de Christchurch é maravilhoso. Acho que não tem nenhum assento daqueles de plásticos, só tem sofás, super aconchegantes e até puffs, e o chão é todo de carpete. Ficamos muito tempo literalmente deitados nesses puffs. Dá para morar nesse aeroporto. E, novamente, ficamos chocadas com a falta de “fiscalização”. Simplesmente não nos pediram nenhum documento em nenhum momento. Chegando em Auckland passamos a noite no mesmo hotel que ficamos quando chegamos na NZ, próximo do aeroporto. Dia 10 - Matamata (Hobbiton) Auckland X Matamata: 150 km Matamata X Rotorua: 67 km Acordamos cedo e fomos ao aeroporto pegar o Motorhome e seguir viagem rumo a Hobbiton em Matamata. Hobbiton - A verdade é que eu não curto Senhor dos Anéis e etc. Mas, meu marido gosta e sempre achei a paisagem do local bem bonita, o que é total verdade. No dia que fomos, o céu tava muito azul, uma coisa linda. Então, foi um passeio bem legal, eu curti. No fim do passeio eles dão uma bebida para você degustar. Eu tomei um chopp escuro que estava bem gostoso. Fiquei com vergonha de perguntar se podia beber mais. Só bebi um copo mesmo. Polynesian Spa - Fiquei muito triste de não ter conseguido ir na Onsen de Queenstown. Então, comecei a procurar outros lugares parecidos. A NZ tem muitas piscinas públicas, o problema é que a maioria não tem piscinas privativas e com uma vista bonitona. Esse Polynesian Spa tem muitos tipos de piscinas. Tem as piscinas coletivas, acho que custa $10 por pessoa e pode ficar o tempo quiser. Tem as piscinas privadas, umas sem vista bonita e mais barata, e outras com vista bonita, que foi a que pegamos. Nós nem tínhamos calculado a hora, mas calhou de chegarmos lá umas 17h, então pegamos o pôr do sol com cores rosadas. A piscina tem uma vista linda do lago, foi maravilhoso, super romântico! Roupas de banho - Só um detalhe dessa história toda. Eu esqueci de levar biquini! Quando cheguei à NZ que lembrei disso e fui procurar nas lojas em Auckland. As vendedoras achavam super esquisito em pleno inverno, um frio tremendo e eu procurando biquini. Resultado: nenhuma loja tinha! Eu consegui comprar um top e um short de academia que funcionaram como biquini. A dica é: não esqueçam de levar biquini / sunga. Na loja da Polynesian Spa vendia roupas de banho por uns 100 dólares! Além de ser surreal de caro, eram bem feios. O padrão de biquini fora do Brasil é muito feio, vamos ser sinceros. E, se quiser, dá para ficar sem roupa nessas piscinas privativas porque ninguém tem acesso e não dá para ninguém te ver. Dia 11 - Rotorua Ficamos o dia todo em Rotorua. O dia foi bem puxado, fizemos muitas atividades. Gôndola + Ludge - A Gôndola de Rotorua é da mesma empresa que a de Queenstown. O restaurante também, o Ludge também. Só que em Rotorua é muito mais barato. Compramos o combo gondola + ludge no site book.me. Saiu bem barato. Andar de Ludge é muito divertido. Pegamos 5 voltas, aí você desce de carrinho e sobe de teleférico. Redwood Tree Walks - A floresta é bem bonita, mas o passeio por cima das árvores eu achei bem sem graça e caro ($25). Esse passeio pode ser feito de dia ou de noite. Talvez de noite valha mais a pena porque tem uma iluminação bem bonita. Uma coisa que achei curiosa é que você não pode tocar nas árvores para não “danificar”. Como assim? Eles amarram a árvore com um monte de cabo de aço para sustentar as passagens e escadas e a gente que vai danificar encostando a mão? Enfim, acho que só caminhar em baixo pelas árvores já é bem legal. Tem diversas trilhas para fazer, é só pegar o mapa no centro de informações na entrada e se divertir. Parque Te Puia - é um parque geotérmico mas também um centro de cultura Maori. Tem atividade geotérmica para todos os lados e aquele cheiro de ovo podre também. O destaque do parque é o Pohutu Geyser, que entra em erupção à toda hora. Imperdível, gente! Tem vários tipos de ingresso, nós optamos pelo combo completão com visita ao parque geotérmico com guia + apresentação da cultura Maori + apresentação de dança + jantar + percurso noturno pelo parque. Chegamos às 16h e fomos embora umas 21h. Dentre as atrações, tem uma sala onde é possível ver “kiwis”, as aves noturnas símbolo da NZ. A apresentação de dança é bem legal, com todas aqueles gritos, caras e bocas, e eles interagem com a plateia, mas nada constrangedor, super tranquilo. O jantar é feito aos moldes Maori, com a comida sem cozida pelo calor do subsolo. O sistema é buffet livre, com sobremesa, tudo bem farto e delicioso. Dia 12 - Taupo Rotorua X Taupo - 81 km Taupo X Waitomo - 150 km Parque Wai o Tapu - É um parque geotérmico impressionante. Esse era o local mais esperado por mim. A champagne pool, aquele piscina de água verde com borda laranja, era um sonho ver de perto. Acho que era o que mais me chamava atenção quando eu pensava em NZ. Infelizmente, o dia não estava muito bom, tava com muita nuvem e nublado. A champagne pool estava com muita fumaça em cima, então era difícil vê-la. Agora, uma dicona que eu li antes de viajar e que realmente é muito boa é o seguinte. Às 10h30 um tal de Lady Knox, um geyser fake, é acionado por um funcionário do parque. Tem uma plateia montada e todo mundo fica esperando o cara chegar para “ligar” o geyser. Aí, eu pergunto: qual a graça? Ainda mais se você viu o Pohutu Geyser no Parque Te Puia, que é enorme, de VERDADE, maravilhoso! Enfim… quando chegamos no parque, fomos na entrada para retirar os ingressos com nosso voucher digital. Aí, perguntamos onde era a entrada do parque, e as mulheres disseram que era do outro lado. Na verdade, a entrada do parque é ali mesmo onde se compra ou retira os ingressos, mas ela estava nos enviando para o outro lado do parque onde fica o Lady Knox. O Lady Knox fica meio distante, você precisa ir de carro e tal, e vimos que todo mundo estava indo para lá. Chegando lá, vimos onde estávamos, chegamos até dar uma olhada para ver como era esse “geyser”, e ratificamos que era sem graça. Isso era umas 9h40, pegamos o carro e voltamos e entramos no parque. O resultado foi que visitamos o parque totalmente vazio. Todo mundo tava lá vendo o geyser fake. Além da Champagne pool, tem a devil's bath que tem um tom de verde amarelado lindo, e várias mud pools. Huka Falls - é uma queda d’água bem bonita, com uma cor azul incrível. Vale muito a pena, e é gratuito. Jet Boat no Huka Falls - acho que foi a única coisa “radical” que fizemos. Foi legal, mas eu fiquei meio tonta. Tipo, eu amo montanha russa, mas montanha russa demora uns 3 minutos. O Jet boat demora 30 minutos! Achei muito tempo sacolejando. Ele chega bem pertinho da Huka Falls, e deixa a gente bater fotos. Podem ficar tranquilos que não se molha, eles dão uma capa gigante e óculos para proteger. Dia 13 - Waitomo e Auckland Waitomo X Auckland 200 km Glow Worm - Esse lugar é muito interessante. Mas, parece que tem outros lugares na NZ que é possível ver os bichos luminosos de graça, só não lembro onde! Em Waitomo o passeio começa pelas grutas e depois você pega um barco bem no escuro para ver os bichos luminosos. Não pode tirar foto. Sky Tower - A torre é bem alta, a mais alta do hemisfério sul. Tem muita gente que pula de bungee jump dela. Vale a pena ver o pôr do dol dela. Reservamos para o início da noite um jantar no restaurante Orbit. É um restaurante giratório bem bacana e o bom é que não pega para subir a torre se você jantar em algum restaurante de lá. Esse Orbit custa $80 o menu completo (entrada + prato principal + sobremesa). Se quiser só um prato, custa uns $40, garrafa de vinho uns $45. Valeu muito pena, a comida estava bem gostosa. Nessa noite estávamos ainda com motorhome e não conseguimos fazer reserva no camping que fica perto do Centro. Então, passamos a noite num hotel no Centro porque facilitaria nosso deslocamento. Dia 14 - Auckland Ficamos andando pelas ruas de Auckland, compramos chocolates no supermercado para levar pro Brasil, fomos na Daiso. Basicamente, ficamos vendo lojas na Queen Street. Almoçamos em um restaurante coreano muito bom e com preço acessível (uns $17 o prato) BannSang Korean Restaurant (47 High St). Voltamos para o aeroporto e fim de viagem!
  4. Amigos, Gostaria de saber se alguém conheceu Cajon del Maipo e a vínicola Concha Y Toro no mesmo dia. Alugamos um carro, e como a vinícola fica no caminho, pensamos e passar nela na volta. Também queria saber como poderia dividir o tempo, porque precisa reservar o tour da vinícola com antecedência e não sei qual horário agendar. Outra pergunta: dá para se virar sem gps no carro? Obrigada
  5. Olá, @Helen Pusch! Eu amei a região de Takayama e acho que a época mais linda de ir é no inverno. Bom, eu amo frio e amo paisagens com neve, acho lindo demais. Não sei se você curte. Para o frio, é só levar um bom casaco. Se tiver neve, um sapato impermeável, talvez uma galocha. Eu não estava com um sapato ótimo para neve, então, às vezes tinha que entrar em alguma loja para aquecer meus pés. Sobre Seul, eu amei também. Você não precisa de mais de 4 ou 5 dias em Seul. A comida é muito boa, muito melhor que a do Japão. Seul é um paraíso para quem gosta de cosméticos, são baratos e maravilhosos. Seul é mais frio que Tóquio mesmo, bem mais frio. Mas como eu gosto, achei tranquilo. A dica é ter um bom casaco. Olha, eu passei 3 semanas viajando com apenas 2 casacos. Mas, 90% dos dias eu usei apenas 1 casaco que é perfeito. No frio, a gente não transpira tanto, e se transpirar é só trocar a blusa de baixo e o cachecol (esses eu trocava sempre). O que quero dizer é que não precisa levar milhões de roupas, leve pouca, mas que seja adequada. Que saudade da minha pele no frio! Minha pele é sempre muito oleosa aqui no RJ, quando eu viajo eu fico maravilhada com a minha pele sequinha. Vocês vão viajar quando? Se tiver mais perguntas, pode escrever que eu adoro lembrar da viagem! : -)
  6. Adicionei uma foto do Maid Café no post. Depois mostra para sua esposa essa bizarrice japonesa! rs No fim das contas, ficamos quase 40 horas viajando, entre deslocamentos, espera no aeroporto, voos, conexões... foi triste!
  7. Olá! Desculpe-me a demora na resposta, estávamos viajando pelo Peru (incríveeelll). Vou aproveitar para completar algumas informações no final da postagem que havia esquecido. KAYAK - O Kayak é ótimo mesmo. Ele tem uma opção de "qualquer lugar no mundo", onde você coloca um período do ano e ele te diz o quanto está custando as passagens, e você pode colocar filtros e etc. Já usei o "matrix.itasoftware" que é legalzinho, mas não se compara ao Kayak. Airbnb em Tóquio - De fato, ficamos em um Airbnb nas 3 primeiras noites e num hotel nas outras 3 noites. Chegamos dia 30 de dezembro, vésperas do ano novo, e os hotéis estavam carérrimos. Tipo, 4 vezes mais caro que o valor habitual. Não comentei sobre o Airbnb porque não vale a pena nas "CNTP". O Airbnb custou R$237 enquanto o hotel custou R$178 a diária. O Airbnb ficava em Takanadobaba, uns 15 min andando da estação, que tem o mesmo nome do bairro. Enquanto o hotel ficava a 3 min andando da estação e num local mais bem localizado, com mais comércio. O quarto do Airbnb era beeeem pequeno, conseguia ser menor do que os dos hotéis. Até fiquei com pena da família, porque depois notamos que não havia outro quarto, então eles dormiam todos na sala, para liberar o quarto para os hóspedes. Mas o bairro era bonitinho, o prédio moderno, tudo bem legal. O bacana de ter se hospedado neste Airbnb foi ter a experiência de ficar junto com uma família japonesa raiz. Eles foram muuuuuito legais com a gente, sempre nos davam coisas para comer, e nos serviram um jantar de ano novo. Tomar banho também foi uma experiência diferente, porque eles não têm chuveiro tradicional; tomam banho sentados num banquinho bem baixinho num salão de banho, é até meio difícil de explicar. Enfim, eu aconselho ficar no hotel mesmo. Essa rede de hotéis Sotetsu tem em todo o Japão e é qualidade garantida. Informação do nosso Airbnb: https://www.airbnb.com.br/rooms/11381015 Gastos da nossa viagem (por pessoa): 20 noites de hotel, incluindo nossa esticada em Seul. Hospedagem 2389,5 JP Pass 1360 Tokyo X Seul 940 Visto 200 Seguro 130 Passagem 4400 TOTAL (R$) 9419,5 Esticada em na Coreia do Sul: Para quem tiver um tempinho a mais, super vale a pena incluir Seul na sua viagem. Há muitos voos do Japão para a Coreia. Pegamos um voo saindo da cidade de Nagoya, porque era a mais próxima de Takayama (nossa última cidade a ser visitada), e o voo de volta foi direto para Tóquio, de onde sairia nosso voo para Brasil. Vale a pena ficar 4 ou 5 dias inteiros em Seul. Lá é um paraíso para fazer compras de cosméticos: são ótimos e baratos. E, no geral, as coisas são mais baratos que no Japão. Fazer um stopover: eu recomendo muito fazer um stopover na viagem para o Japão se você viajar de econômica, ou tomar um rivotril se você é daqueles que não consegue dormir bem em avião. É muito cansativa a viagem. Fizemos um voo Rio X Houston X Tóquio, e se eu pudesse eu teria dormido pelo menos uma noite em Houston. Normalmente, o preço da viagem sai o mesmo quando você coloca esse stopover, então vale muito a pena. Eu cheguei no Rio passando mal. Ainda fizemos a besteira de sair da Coreia no mesmo dia. Nosso trajeto foi: Seul X Tóquio X Houston X Rio direto! Foi absurdamente cansativo. Nós tivemos uma conexão de 8 horas em Houston, onde já tínhamos programado de pegar um Uber e ir a um Walmart e um Outlet comprar umas coisinhas. Nós só fomos rapidinhos no mercado comprar vitaminas (são muito mais baratas que no Brasil) porque não tínhamos disposição para nada. Seguro viagem: Super recomendo fazer o seguro da "Assist-med". O preço é absurdamente mais barato que em qualquer lugar. Eu fiz a primeira vez há uns anos atrás só para dizer que fiz. Paguei tipo uns 70 reais para uma viagem na Ásia. Daí, eu passei muito mal e tive que usar o seguro e foi espetacular todo o atendimento. Desde então, sempre faço o seguro com eles. Inclusive, semana passada, na nossa viagem ao Peru, meu marido passou muito mal com falta de oxigênio. A médica veio rapidamente no Hotel, ele foi levado de ambulância ao hospital, ficou internado num quarto ótimo (tinha cama de casal para acompanhante no quarto e tudo mais), muito bem medicado e etc. Visto para o Japão: tem que tirar visto para o Japão. Eu ACHO que quem tem passaporte europeu não precisa. Mas, tirar o visto é super rápido. Pelo menos aqui no Rio, você vai qualquer dia com a documentação solicitada e volta 3 dias depois para buscar seu passaporte. Informações no site:http://www.rio.br.emb-japan.go.jp/itpr_pt/vistos.html Meu Instagram: Se quiserem olhar algumas fotinhas minhas... https://www.instagram.com/carol.geografia
  8. Esse é o relato da nossa viagem pelo Japão. Fomos em casal, fizemos todas as reservas sozinhos. Pesquisamos muito antes de viajar, lemos muitos roteiros e dicas da internet e de alguns amigos que já tinham ido. Tentei ser objetiva e coloquei tudo em tópicos para facilitar. Se ainda tiverem alguma dúvida, só perguntar. Porque conhecer o Japão: país limpo, organizado, com pessoas muito simpáticas e uma cultura única. Tudo no Japão é novidade. Você não precisa ir para nenhum ponto turístico para vivenciar coisas diferentes. Sempre tive receio dos preços, mas não achei nada absurdo para fazer as coisas básicas. Também não é um local para voltar com 3 malas cheias de compras. O único problema do Japão é que ele é longe do Brasil, e como é longe! A viagem é bem cansativa, mas vale muito a pena. Dados da viagem: Partida do Rio: 28/12/2017 / Retorno do Japão: 19/01/2017 Compra da passagem aérea: sempre fazemos pesquisa pelo site do “kayak”, que eu considero um dos melhores. O bom dele é que você pode criar alertas de preço, então,quando o preço cai, você recebe um e-mail avisando. Viajar pela ANA (All Nippon Airways): essa é a segunda maior empresa aérea japonesa. Ficamos apaixonados pelo serviço de bordo. Além das comissárias serem japonesas fofas, sempre sorridentes, as comidinhas são ótimas! Para vocês terem ideia, serviram Häagen-Dazs! E foi, praticamente, um rodízio de Häagen-Dazs, porque tinha a vontade! Pena que dos 4 trechos da viagem (Rio X Houston X Tóquio X Houston X Rio) apenas um foi de ANA e os outros trechos foram operados pela United, que não chega aos pés da ANA. Viajar no INVERNO: como eu sou professora, só tenho férias no verão e no inverno, que são as piores estações, de forma geral. Acredito que não é bom nem calor e nem frio demais. Entretanto, viajar no inverno tem suas vantagens no hemisfério norte. Eles não estão de férias, então é baixa temporada e os locais estão mais vazios. Além disso, algumas paisagens incríveis e sentir neve caindo, você só vai ter no inverno. O Frio tava tranquilo, não é nada nível Canadá. A média era de 5 graus, exceto Hakone e Takayama que era negativo. Preço das coisas: ( para facilitar a conversão, corte dois zeros e tem o preço aproximado em dólar. Exemplo: 1000 JPY = 10 dólares) Garrafa de água - 100 JPY Almoço (standard) - entre 500 e 1000 JPY Cerveja - 500 JPY (sim, bebida alcoólica é bem caro) McDonald's - 600 JPY (o trio) Café da manhã no McDonald’s - 300 JPY (o trio também) Passagem de metrô - varia com a distância, mas uma média de 200 JPY Cafézinho - depende, no McDonalds’s é 100, numa cafeteria são uns 300 Curiosidades: O banco dos trens são aquecidos As privadas são muito high tech. Elas tocam música com sons de descarga (para não ouvirem barulhos), lava em diferentes ângulos com água quente, o assento esquenta Mão inglesa dos carros, das ruas, dos pedestres Todo mundo leva muito a sério usar o lado esquerdo da escada rolante Tem água de graça em todos os estabelecimentos. Inclusive, eles quase não compram bebidas para acompanhar a comida. Não vi ninguém almoçando com Coca-Cola, por exemplo. Eles tomam muito chá verde, e também é oferecido grátis nos restaurantes Não existe taxa de serviço ou gorjeta nos restaurantes As faixas de pedestres “tocam” música quando o sinal abre para atravessarmos. É fofo o som de passarinhos. Eles não falam inglês! Isso é meio chocante. Eles têm uma educação muito boa, descobrem inúmeras inovações tecnológicas, mas não aprendem outra língua. Assim, eles falam um pouquinho, e só alguns. Mesmo no hotel nos deparamos com atendentes que não falavam. Entretanto, a comunicação é fácil. Eles são extremamente solícitos e esforçados para ajudar em tudo. Comida: A essa altura, você já deve estar sabendo que o que nós denominamos de comida japonesa (sushi, sashimi..) é só uma pequeníssima parte da culinária dele e que eles pouco comem. A comida do dia a dia é arroz e suas derivações. Eles comem arroz em todas as refeições, inclusive no café da manhã. Você até encontra umas lojas francesas que fazem pães e alguns sanduíches com pão em lojas de conveniência, mas é uma comida ocidental. Fizemos duas refeições em restaurante com sushi. É bem diferente do Brasil, eles têm menor variedade, acredite. E eles usam mais atum do que salmão nos pratos. Ramem: uma coisa que se vê muito são os restaurantes de comida rápida chamados de ramem. Funciona assim, na porta do restaurante tem uma máquina, tipo máquina de comprar refrigerante. Você faz o pedido, paga na máquina e recebe um recibo na máquina. Você entrega seu recibo no balcão e rapidamente vem o seu prato. Esses locais são mais baratos, os pratos variam entre 400 e 700 ienes. Alguns pratos japoneses: Tonkatsu - costeleta de porco frita e empanada servida com salada Oyakodon - é um bowl de arroz coberto com frango frito e ovo (eu achei muito bom!) Gyudon - é um bowl de arroz coberto com carne bovina bem fininha Donburi - é um bowl de arroz com alguma carne por cima Dicas: Google maps - usava toda hora para traçar rotas de transporte público. Outra informação importante é o valor das tarifas que ele fornece. Então, você pode ver qual opção tem a tarifa mais barata, e saber o valor exato que vai precisar comprar o ticket (no caso do metrô, você compra o ticket com o valor do trecho que vai utilizar) Google translate - eu não sabia disso, mas o aplicativo faz tradução de foto. Isso é ótimo para japonês. É só tirar uma foto do "texto" em japonês. Seria complicado digitar aquele monte de tracinhos. Etiqueta japonesa: Não conversar em transporte público; nem com os amigos e nem ao celular. É sempre um silêncio sepulcral! Pegar e entregar dinheiro, cartão de crédito e etc com as duas mãos Fazer mesura para cumprimentar as pessoas JAPAN RAIL PASS: É um passe de trem de 7, 14 ou 21 dias de uso ilimitado nas linhas de trem operadas pela empresa JR. Vale muito a pena para quem vai viajar para muitas cidades. O passe é caro (14 dias = 400 dólares), então, vale a pena fazer as contas antes e avaliar. No Google maps você traça a rota e ele diz o valor da tarifa naquele trecho. É válido para os trens de alta velocidade (shinkansen) que são bem caros. Mas, é importante se atentar que não é válido para todos os shinkansens, pois existem mais de uma companhia de trens. Na cidade de Tokyo existem uma linha de trem operada pela JR, a Yamanote line, que aceita o JR pass. O JR pass não é aceito nos metrôs. O passe deve ser comprado no Brasil. É enviado um “vale passe” pelos correios. Então, tem que comprar com boa antecedência. Existem alguns pontos da cidade onde você faz a troca do passe. Trocamos no aeroporto quando chegamos. Roteiro (número de dias): Vou dar uma sugestão do mínimo de tempo em cada cidade. Mas isso vai funcionar para aqueles que curtem acordar cedo e ficar o dia todo batendo perna, tipo de 9h às 18h todo dia sem parar. Se você gosta de fazer mais devagar, coloque mais tempo para cada lugar. Mais abaixo eu comento o que fazer em cada local. Tóquio - 3 dias (+1 para Nikko, bate e volta) Hakone - 1 dia Himeji - 1 tarde Hiroshima - 1 tarde Miyajima - 1 manhã Quioto - 3 dias (+1 para Nara, bate e volta) Takayama - 2 dias Hospedagem: Vou colocar nossa hospedagem e abaixo um link com a nossa avaliação mais detalhada. Tóquio - Sotetsu Fresa Inn Ochanomizu Jimbocho (Muito bom!) https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g1066443-d7319793-Reviews-Sotetsu_Fresa_Inn_Ochanomizu_Jimbocho-Chiyoda_Tokyo_Tokyo_Prefecture_Kanto.html Hakone - Kinokuniya Ryokan (Maravilhoso!) https://www.tripadvisor.com.br/ShowUserReviews-g298171-d1103555-r557342070-Kinokuniya_Ryokan-Hakone_machi_Ashigarashimo_gun_Kanagawa_Prefecture_Kanto.html#CHECK_RATES_CONT Hiroshima 1 - Hotel Park Side Hiroshima Peace Park https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298561-d558339-Reviews-Park_Side_Hotel-Hiroshima_Hiroshima_Prefecture_Chugoku.html Hiroshima 2 - Hotel Sunroute Hiroshima https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298561-d320354-Reviews-Hotel_Sunroute_Hiroshima-Hiroshima_Hiroshima_Prefecture_Chugoku.html Kyoto - Sotetsu Fresa Inn Kyoto-Shijokarasuma (Excelente!) https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298564-d12139468-Reviews-Sotetsu_Fresa_Inn_Kyoto_Shijokarasuma-Kyoto_Kyoto_Prefecture_Kinki.html Takayama - Country Hotel Takayama https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g298113-d1076693-Reviews-Country_Hotel_Takayama-Takayama_Gifu_Prefecture_Chubu.html Nagoya - Meitetsu Inn Nagoya Nishiki Seul - Won's Ville Myeongdong Hotel https://www.tripadvisor.com.br/Hotel_Review-g294197-d6622670-Reviews-WON_s_Ville_Myeong_dong-Seoul.html Trocando dólares por iene: Leve dólares para o Japão. O aeroporto teve a melhor taxa, por incrível que pareça. As taxas pela cidade eram piores. Existem muitas máquinas de câmbio pela cidade, onde você mesmo troca o dinheiro. Muito rápido e fácil. Taxa do aeroporto (Travelex): 1 USD = 111 JPY Cambio de 27/12/2017: 1000 JPY = 8,80 USD 1 USD = R$ 3,40 Internet do Japão: Ficamos com receio de não ter wifi nos lugares e achamos melhor garantir um chip. Mas, acho que não teríamos sufoco sem o chip, pois tem wifi em muitos lugares. Aplicativo para buscar wifi grátis em todo o Japão: Japan connected free wifi - http://www.ntt-bp.net/jcfw/en.html CHIP - No aeroporto tem vários quiosques que vendem chip pré-pago. Compramos o chip de 5gb por 5500 JPY, válido por 30 dias. A loja só aceitava cartão de crédito. Do aeroporto até o Centro: O aeroporto de Narita é distante do Centro. Eu cheguei a dar uma olhada no preço do Uber, mas era algo surreal de caro. Há diferentes opções para chegar ao Centro. Skyliner - 2600 JPY/ 40 minutos - é a opção mais cara, mais moderna e rápida. É um trem bala. Você compra o bilhete com hora e assentos marcados. Trem - Eu usei o skyliner porque queria chegar mais rápido. Mas, se você for ativar o JR Pass no primeiro dia, esse trem é a opção que faz parte do passe. Eu chequei no Google Maps e tá dizendo que a passagem custa 2800 JPY (1h de viagem). Não faz muito sentido estar mais caro que o skyliner, então é bom verificar. Ônibus - 1000 JPY / 1h15 TOKYO (ou Tóquio, rs) Sistema ferroviário do Japão: o sistema deles é gigantesco e incrível. Existem várias empresas ferroviárias. Você consegue imaginar um mesmo trecho com duas linhas férreas paralelas? Quero dizer que não são apenas trens que pertencem a empresas diferentes. Cada empresa tem a sua linha férrea! Sistema capitalista de mercado, livre concorrencia total! Não é fácil de entender tudo, mas a gente vai entendendo a medida que vamos utilizando um trecho. O Google Maps ajuda muito. Sistema ferroviário de Tóquio é composto por: Trens da JR Metrô Metrô Tonsei (de outra empresa) Monorail Cada um com sua tarifa! É muita informação sim!! METRÔ: não é baratinho (a partir de 200 ienes) mas é extremamente pontual e eficiente. Tenta ser confortável, mas é bem cheio! Existe a opção de ticket para 24h de uso (você compra na mesma maquininha), pode sair mais em conta dependendo da sua rota do dia. O valor da tarifa é calculado de acordo com o trecho que você vai percorrer: quanto mais longe, mais caro. Fique tranquilo! Em cada estação tem um mapa do metrô e o valor da passagem para cada destino. É só olhar o seu destino e ver quanto será. As máquinas de ticket têm menu em inglês, são auto explicativas e aceitam cartão de crédito. Ela emite um ticket, que você passa quando entra e quando sai. Não se preocupe, se você tiver errado o valor da passagem, ou tenha decidido depois descer em outra estação, eles tem as máquinas de ajuste de tarifa antes da catraca, onde você paga a diferença de valor. O que visitar: “O melhor de Tokyo é estar em Tokyo!” - Bom, é claro que devemos visitar os pontos turísticos, mas tente sentir o lugar, olhar as pessoas, como elas se comportam, tudo no Japão é muito diferente. Para todos os cantos que você olha, você vê algo novo, interessante. Vou listar abaixo algumas experiências e programas legais. MAID CAFE - Recomendo muito essa experiência antropológica! Maid Cafe são restaurantes/bares com uma temática teen. São super fofos, tudo colorido. As atendentes usam roupas colegiais, são meninas novas. Os pratos são servidos com desenhos de carinha feliz, elas fazem você cantar musiquinha e fazer cara de gatinho. Bom, essa parte é no mínimo risível. Mas o que mais me surpreendeu foi ver as pessoas que frequentam e o que isso representa. Quase todos eram homens, só tinha eu e mais duas outras mesas com mulheres. Os homens eram na maioria mais velhos, alguns de ternos. Antes de entrar, além de enfrentar uma fila (e tinha 6 andares apenas nesse que eu fui), você lê as regras: não pode tirar foto delas, não pode tocar nelas, se quiser tirar foto de si próprio tem que pedir para elas pegarem seu celular e tirar, não pode ficar mais de 60 min, e precisa pagar uma taxa só pela entrada. Se quiser tirar foto com elas tem que pagar (e não é uma selfie, é uma foto de acordo com os parâmetros delas). Bom, escolhemos um combo que dava direito a uma foto ou game. Depois eu fui ver que você pode jogar com elas. Fui vendo que tinha muitos caras jogando dama, brincando de bichinho, um “jogo” mais bizarro que o outro. Outros caras ficavam lá num monólogo e elas dando atenção e rindo de coisas que não deveriam ser nada engraçadas, ou seja, só para agradar. Vi um homem dando um dinheiro para uma delas. Mas o mais estranho veio da mesa do lado onde sentaram 3 homens. Todos levavam uma maleta contendo centenas de fotos dessas meninas. Eram colecionadores. Inclusive, o chaveiro da bolsa era foto delas. Depois eu reparei pela cidade outros homens com chaveiro dessas meninas. Seriam essas meninas as novas gueixas do Japão? As gueixas não eram prostitutas. Eram moças bonitas que ficavam em casas de chá entretendo homens, conversando, dando atenção. Enfim! Acho que vale a pena ir e tirar suas conclusões. A comida custava uns 1000 ienes e a bebida uns 600 ienes. Nós fomos no "@ Home café" em Akihabara. Aqui abaixo está a fotinha que ganhei de souvenir, junto com um "member card" oficial.... Que vergonha!!! Hatsumode: ritual de ano novo de visita ao primeiro templo do ano. Viajamos no réveillon. Durante os 3 primeiros dias do ano as pessoas fazem essa primeira visita aos templos, que tem um significado forte para eles. Os templos estavam todos lotados. Japão e religião: Eu não imaginava que eles eram tão cheios de superstição ainda. Já tinha lido um pouco sobre gueixas e sabia que elas eram bastante. Mas achava que isso já tinha passado. Em todos os templos tinha sempre muitas lojas vendendo tipo amuletos, e os locais eram sempre repletos de rituais, onde as pessoas seguiam. ROTEIRO: No link abaixo, tem o mapa com a indicação de todos os pontos turísticos de Tóquio e de Kyoto. Eu tentei separar por cor cada região a ser explorada. Dá uma olhada no mapa para entender melhor onde fica cada lugar. https://drive.google.com/open?id=1jnGSCRvmxnchkjbkgiI8cTlRpJw&usp=sharing Dia 1 - Bairros: Harajuku, Shibuya, Shinjuku Para esse dia, eu coloquei no mapa o meu roteiro a pé. Fomos andando do Santuário Meiji, dentro do Parque Yoyogi até Shibuya, passando por toda Shinjuku. Deu uns 5 km de caminhada que demora 1 hora andando sem parar, é claro que demoramos muito mais porque fomos bem devagar. Só um detalhe, nesse mapa, do ponto A ao ponto B ele dá uma volta por fora do parque, acho que o Google não sabe que tem rota de pedestre por dentro do Parque... HARAJUKU Templo Meiji-jingu - um dos maiores templos de Tóquio, fica numa área verde muito bonita ao lado do Yoyogi Park. Parque Yoyogi - Ir no domingo que é dia de casamentos Rua Takeshita Dori - é uma rua estreita, confusa, lotada de loja, cheia de coisas diferentes para comprar. É também o local onde ficam os jovens fantasiados de roupas bizarras. Loja Daiso - é uma loja de 100 ienes, leia-se: tudo por 1 dólar! Tem muita coisa legal, muita mesmo! Comprei meias e luvas ótimas e até coisinhas para casa! Ah! Essa loja tem em outros lugares e cidades, mas essa foi uma das maiores que vi. Rua Omotesando - é uma rua chique, cheia de grifes, tipo uma Champs-Élysées. Essa rua começa na Harajuku Station, e o começo dela é cheio de barraquinhas de comidas bem interessantes. SHIBUYA Cruzamento de Shibuya - é um cruzamento de faixas de pedestres gigantes, com muuuuuita gente atravessando para todos os lados. Esse local também é um dos cartões postais de Tóquio e ponto de encontro para datas importantes, tipo a virada do ano. Starbucks do cruzamento - bem na frente tem um Starbucks que dá uma vista ótima. Mas, prepare-se porque é lotado! Estátua do Hachiko - é a estátua do cachorro que ficava esperando seu dono falecido na estação e que foi tema de filme. Genki Sushi - é um restaurante de sushi ótimo! Você pede a comida numa tela e recebe pela esteira. Bem interessante! Tem uma filinha básica, mas vale a pena. SHINJUKU Shinjuku, o bairro - é um bairro gostoso de andar, cheio de ruas com neons, bem típico. Kabuki-Cho - é uma área de entretenimento adulto, mas eu não vi nada demais. Até porque, esse tipo de prestação de serviço tem em todos os lugares. Golden Gai - são bares muito tradicionais, bem pequenos só cabem umas 6 pessoas dentro! Muito pitoresco, vale a pena passar lá a noite. Na noite que passamos estavam fechados (véspera de ano novo), mas ouvi dizer que alguns são tão tradicionais que não aceitam turistas, é bom olhar antes de entrar se tem menu em inglês. Shinjuku Station - é só a estação de trem mais movimentada do mundo. 2 milhões de pessoas por dia. Uma zona, mas é divertida! Jardim Gyoen - eu não fui, mas parece ser um parque bem bonito Tokyo Government - um prédio alto, bem bacana e que não cobra para subir. Uma boa opção para olhar Tóquio do alto de graça. Melhor ainda ir na hora do pôr do sol. Dia 2 - Tsukiji, Ginza e Tokyo Tower Templo budista Tsukiji hongwan-ji - quando você sair da estação em direção ao mercado de peixe vai ver esse templo bem grande. Ele é bem bonito, vale a pena dar uma passada. Mercado Tsukiji - Maior mercado de peixe. Tem leilão de peixes das 5h às 8h, mas é limitado para turistas. Fomos na hora do almoço, tem muitas opções de locais para comer. Bairro de Ginza - um bairro bem chique e bonito para andar Palácio Imperial - a nossa experiência no palácio foi bem peculiar. Apenas uma vez por ano o imperador abre os portões do palácio (você só consegue acessar o jardim nos outros dias) e dá as caras. Isso ocorre no segundo dia do ano. Tivemos a adorável ideia de ver o imperador e enfrentamos horas de fila para isso. Foi legal para ver o patriotismo e respeito da população, mas não valeu a pena. Nós erramos o portão da entrada e tivemos que dar uma mega volta em torno do palácio e, apesar de cansar as pernas, vimos paisagens muito lindas no entorno. Tokyo Tower - é uma torre que parece a Torre Eiffel, muito simbólica para a cidade. Odaiba - é a parte mais moderna e futurista de Tokyo, com shoppings e prédios modernos. O bairro avança sobre a baía e é conectado pela Ponte do Arco-Íris. As principais atrações são a enorme roda gigante, uma réplica da Estátua da Liberdade, uma praia artificial, o prédio da Fuji TV, as pirâmides invertidas do parque de exposições, shoppings e área de jogos eletrônicos. Rainbow Bridge - É uma ponte bem bonita que você passa para chegar até Odaiba. De dentro do monorail, você tem uma vista bem legal. Tem algumas pessoas que atravessam a ponte andando. Íamos fazer isso, mas no inverno não tava confortável com o vento fortíssimo na cara. Dia 3 - Asakusa, Ueno e Akihabara Bairro Akihabara - é o bairro do mundo dos jogos virtuais, o bairro nerd. Eu não entendo nada de jogo japonês mas, ainda assim, gostei de andar por lá. Tem muitos maid cafés nesse bairro. Asakusa – bairro com o mais antigo e importante templo budista de Tóquio, o Senso-ji Templo Senso-ji - também conhecido como templo Asakusa. Templo super movimentado, budista mais popular de Tóquio. LOTADO de gente! Ao chegar no templo, você desce por uma ruazinha cheia de lojas! Lá dentro tem o templo principal com o altar folheado a ouro. Parque Ueno - um parque lindo enorme. Lá dentro funciona um zoológico e alguns templos bonitos. Tokyo Sky Tree - já foi uma das maiores torres do mundo. Vale muito a pena ir, mas tá sempre bem cheia. O bilhete custa 350m (2000 ienes) ou 450m (3000 ienes). Quando eu fui a fila tava de 2 horas! Eles vendem um bilhete express, que custa o dobro do preço, mas demora apenas 20 min. Fomos perto da hora do sol se pôr e optamos por pagar mais caro. Outros locais de Tóquio que você pode pesquisar e acrescentar no seu roteiro: Parque Hibiya Tokyo Dome City - um complexo de shopping, parque de diversões, lojas, restaurantes, e tem até onsen! Shimokitazawa - um bairro vintage Piss Alley - O nome oficial é Omoide Yokocho (Memory Lane), mas a rua é mais conhecida pela sua pouco elogiosa alcunha: Piss Alley. Rua recheada de minúsculos restaurantes locais . Legal ir de noite para comer yakitori. Rappongi Hills - complexo de bares e restaurantes bem ocidental The lock up - Bar do terror Kawaii monster café Capcom Bar - bar temático da produtora de jogos como Street Fighter, Mega Man, Resident Evil, DMC, etc) - Nesse nós fomos, mas não achamos tão interessante, além de ser meio caro. NIKKO (Bate e volta a partir de Tóquio) Pode ir com os trens da JR A viagem a partir de Tóquio demora mais de 2h. Então, é bom sair bem cedo para conseguir aproveitar bem o dia Quando chegar na estação de Nikko, pegue um mapa gratuito no centro de informações turísticas. Dá pra fazer tudo a pé de boa e o caminho é bacana, cheio de lojas! Com 20 min de caminhada você já chega na Ponte Shinkyo. E dali em diante tem diversos lugares legais para visitar Existem diversos templos para serem visitados, vou colocar abaixo os pontos de interesse: Shinkyo Bridge - é a ponte vermelha belíssima onde todo mundo tira fotos. Para caminhar na ponte mesmo, você precisa pagar! Ela é uma fonte sagrada. Mas, só vale a pena andar por ela se você tem alguma misticismo. Parque de Nikko - o parque é belíssimo e é onde estão os templos abaixo Rinnoji Temple - é um dos mais importantes de Nikko. Estava em obras, e acredito que essa obra ainda demore alguns anos. Santuário Toshogu - tem vários templos lá dentro. E lá que você vai encontrar as estátuas famosas dos três macacos sábios: seus nomes são mizaru (o que cobre os olhos), kikazaru (o que tapa os ouvidos) e iwazaru (o que tapa a boca), que é traduzido como não ouça o mal, não fale o mal e não veja o mal. HAKONE É uma das cidades ótimas para conseguir ver o Monte Fugi. Entretanto, saiba que é difícil estar com boa visibilidade, mas o local é muito interessante. Algumas pessoas optam por fazer um bate e volta a partir de Tóquio. Mas, se você for visitar outras cidades, acho que vale a pena dormir em Hakone. Dá um olhadinha no mapa, Hakone fica no “meio do caminho” para outras cidades como Hiroshima ou Quioto. Só que o maior motivo para dormir em Hakone é ter a experiência de um Ryokan legítimo. HAKONE FREE PASS - Hakone possui um roteiro já preparado para os turistas. Para facilitar, você compra esse Free Pass que te dá direito a andar em todos os transportes públicos. Você pode comprar a partir de Tóquio (bom para quem não vai usar o JR pass) ou a partir de Odawara. Quem tem o JR consegue ir grátis apenas até Odawara. Preços e informações: http://www.hakonenavi.jp/english/freepass/ RYOKAN - São hospedagens japonesas legítimas. Acho que foi um dos pontos altos da viagem. É uma experiência muito diferente, vale muito a pena. A maioria tem o sistema "all inclusive", então você vai fazer as refeições no melhor estilo japonês. Não tem cama, só tem tatame e eles colocam um futon de noite para dormir. Você usa kimono dentro do hotel. Eu amei o Ryokan que fiquei. Foi um excelente custo X benefício. Leia mais no meu review de hospedagens. ONSEN - Os japoneses adoram um banho. E eles adoram o banho nessas fontes termais. Nesse Ryokan tinham onsens públicas, separadas entre homens e mulheres. E também tinha as privadas, onde podia reservar por 30 minutos. Não pode entrar com nenhuma roupa e é proibido para quem tem tatuagem (bom, na onsen privada, dá para burlar isso…). Prepare-se porque a água é muito quente! Quando eu digo muito, é muito mesmo. Eu pensei em desistir de entrar várias vezes. Para se ter ideia de como a água é quente, veja nossa experiência: fomos no inverno e nessa noite estava nevando, um frio violento. A onsen fica num local fechado, mas para chegar nela você anda por uma área externa do hotel. Na ida, imagina a gente só de kimono? Eu quase congelei! Entretanto, depois que terminou o banho, voltamos andando numa boa. Parece que esquenta o corpo todo. Eu fiquei sentindo calor ainda por um tempo no quarto. LOCAIS INTERESSANTES: Como eu disse, eles têm meio que um circuito pré programado, que você pode fazer no sentido que quiser. Olhando o mapa do local, dá para entender melhor a logística. Mapa mais didático: http://www.odakyu.jp/english/destination/hakone/images/fig-index-03.gif Mapa bem completo: http://www.hakonenavi.jp/english/traffic/rout_map/pdf/hakone_map.pdf Vou explicar como nós fizemos. Antes de tudo, saímos bem cedo de Tóquio, pegamos o trem até Odawara. Na estação de Odawara compramos o Hakone Free Pass e depois pegamos um ônibus até o nosso Ryokan. Deixamos as malas no Ryokan e pegamos um ônibus até o Lago, onde começou nosso circuito. Passeio no Lago Ashi - você pega um barco todo estiloso, bem confortável e faz um passeio de 30 minutos. O lago é bem bonito. O barco deixa na entrada do teleférico. Ver o Monte Fugi - tanto do lago quanto do teleférico tem visão do Fugi. Mas nós não tivemos sorte. Parece que no inverno tem dias melhores, apesar de não termos conseguido. Teleférico - o teleférico é dividido em 2 trechos, o primeiro até Kowakaduni. E o segundo, de Kowakaduni até Gora. Nós não andamos de teleférico porque estava fechado devido a alta concentração de gases vulcânicos. Massss, não desistimos de fazer o percurso e pegamos um ônibus. Deu trabalho, mas funcionou. Kowakaduni - é o local onde você fica bem.pertinho da emissão de gases vulcânicos. É muito interessante. E lá vendem os famosos ovos pretos. Ovos pretos - tem que comer! São ovos feitos no enxofre. Por dentro tem o sabor normal. Diz a lenda que comer um ovo prolonga a vida em 7 anos. Locais que eu não fui, mas podem ser incluídos: Hakone Open Air Museum - um museu ao ar livre perto da estação Chokoku, Gora Park - um jardim próximo da estação de Gora Gotemba Premium Outlet - um dos maiores outlets do Japão HIMEJI No trajeto de Hakone para Hiroshima, fizemos uma parada em Himeji. Deixamos as malas no locker da estação (700 ienes cada mala) e fomos andando até a principal atração: o castelo! Castelo de Himeji - é o castelo mais famoso do Japão e um dos poucos que ainda são originais. Muitos outros castelos são réplicas, porque já foram destruídos por guerras, terremotos e etc. O Castelo de Himeji é muito bonito. Mas eu gostei mais do lado de fora. Ele tá vazio por dentro. Outra coisa muito legal é o jardim. Não deixe de passear pelo jardim. Em 2, 3 horas você faz sua visita a Himeji. HIROSHIMA O que eu achei de Hiroshima - é uma cidade bem bonita, moderna e organizada. Foi atingida por uma bomba atômica, então acho que sempre dá uma curiosidade para saber como ela sobreviveu com o tempo. E é fantástico ver o poder de superação dos japoneses. Não precisa de muito tempo para conhecer os pontos turísticos da cidade, mas acho que vale a pena dormir pelo menos uma noite para ver com mais calma e dar uma passadinha na ilha de Miyajima. Muitos fazem bate e volta em Hiroshima + Miyajima a partir de Kyoto, saindo bem cedinho, tipo de madrugada mesmo. Acho que também é válido, mas mais cansativo. Dicas de Hiroshima: Comer Okonomiyaki - é um prato típico dessa região. Consiste num macarrão frito com um monte de coisas, numa chapa super quente. Não achei o prato muito gostoso, mas a experiência do local e do preparo são legais. Okonomimura - é uma instituição da cidade e o local perfeito para comer okonomiyaki. Eu quase não achei o lugar, porque você precisa entrar num prédio e pegar o elevador. Tem restaurantes no terceiro e quarto andar. Ônibus com city tour gratuito - A dica valiosa é que existe uma linha de ônibus que passa por todos os pontos turísticos da cidade incluído no passe da JR. Esse ônibus gratuito serve não só para ir nos pontos turísticos, como para chegar no seu hotel, se locomover de forma geral. Pegue o mapa da linha no guichê de informações turísticas na estação de Hiroshima. Atrações que precisam obrigatoriamente serem visitadas são: Castelo de hiroshima - Acho que vale mais a pena só ver por fora. O castelo original foi devastado pela bomba e construíram outro no lugar. Agora, dentro do castelo, tem uma exposição sobre guerreiros, samurais. Se você curtir, vale a pena entrar. O que eu achei mais interessante foi a vista da cidade lá do último andar. Museu Memorial da Paz - é o museu que conta a história da guerra. Eu sempre acho bem pesado esses museus e não fico muito tempo lá dentro. Acho muito triste e não quero ficar deprimida durante a viagem. Atomic Bomb Dome - única estrutura que restou do ataque da bomba. Você só passa na frente. Parque Memorial da Paz - é um parque muito bonito com vários elementos de memória da guerra e de clamor pela paz. MIYAJIMAGUCHI Miyajima é uma ilha bem fofa que tem um dos cartões postais do Japão: o tori vermelho dentro da água. Você vista a ilha em umas 3 horas, ou seja, uma manhã é o suficiente. Dicas: - Para quem tem o JR pass - de Hiroshima, você pega um trem para a estação Miyajimaguchi. Mas, preste atenção porque tem mais de uma linha de trem que faz esse percurso além da JR. Depois do trem, você pega o Ferry. Mesma coisa: existem diferentes ferrys, tem que verificar qual pertence a JR - Pesquisar as marés, porque fica mais bonito na Maré alta - Hight Tides -> http://www.tides4fishing.com/jp/hiroshima/itsukushima - Ir cedo porque de manhã fica mais vazio - Tirar fotos ainda do ferry - Interagir e fotografar os veados - Passear pelas ruas estreitas e lojinhas fofas do centrinho de Miyajima Pontos turísticos Visitar Itsuku-shima Jinja (templo que deu nome a ilha) o-torigate (gaste vermelho no meio da água) Five stores pagoda (templo vermelho de 5 andares) Ponte vermelha - Momijidani Park Daishointemple - dos budas de gorrinho Monte Misen -Dá pra subir caminhando pelas trilhas ou pelo teleférico. A vista lá de cima é bem bonita. KYOTO O que eu achei de Kyoto - é a cidade dos templos e das gueixas! Tem meninas vestidas de gueixas por todos os cantos, mas gueixa de verdade é dificílimo de ver. Só encontramos duas gueixas muito, muito apressadas de noite, nas ruazinhas de Gion. Tem centenas de templos, tem uma hora que fica cansativo e você acaba olhando só por olhar, sabe? Então, eu sugiro ler antes sobre os tempos da cidade e colocar no seu roteiro aqueles que lhe chamam mais a atenção. Acho que não vale a pena visitar 20 templos por dia só para tirar foto e dizer que foi. Na verdade, nunca vale a pena fazer algo só para dar "check in". As vezes somos mais felizes e curtimos mais passando uma tarde tomando uns drinks, admirando uma paisagem ou tomando um chá, do que visitando centenas de coisas que nem sabemos o real significado. Como se locomover - de ônibus! Eles têm metrô, mas para os pontos turísticos não atende. Com exceção dos portais vermelhos que dá pra chegar de trem usando o passe da JR, o restante precisa ir de ônibus. Na estação de Quioto vende o passe de 1 dia por 500 ienes. Eu comprei o passe no meu hotel, acho que vende em vários lugares. Acho que o passe vale a pena. A passagem unitária custa uns 160, 200 ienes. Roteiro Dá uma olhada no mapa que eu coloquei, naquele link acima. Eu dividi os pontos turísticos de Kyoto por cores. Olhando o mapa acho que fica mais fácil de entender. Dia 1 Floresta de bambu Templo Gio-ji Otagi Nenbutsu-ji Templo Zen (Tenryu-ji) Templo Kinkaku-ji Ryoan-ji Ninna-ji Dia 2 Kiyomizu-dera Temple - foi um dos mais bonitos que achei, mas ele estava em obras, e essas obras devem durar bastante tempo. Ele tem um terraço com uma vista incrível e também tem água da fonte santificada que fazem fila para beber Vielas de Higashiyama Ryōzen Kannon Templo Yasaka Chion-in Temple Rua Pontocho Gion Castelo Nijo Dia 3 Heian Jingu Path of philosoph Nanzenji-temple Ginkaku-ji Fushimi Inari NARA Nara é uma cidade bem bonita e super vale a pena conhecer. É tranquilo visitar Nara em uma manhã (umas 3h), então, se tiver disposição, vale a pena ir depois para Osaka. Quando chegar na estação, precisa pegar um ônibus. Os dois principais pontos turísticos ficam próximos, então só vai precisar pegar ônibus de novo para voltar para a estação. Logo quando você chegar no parque de Nara vai ver um monte de veados. Eles são super esfomeados e tentam comer tudo, plástico, papel, casaco, seu sapato, rs. Mas não é nada demais. Eles vendem comida para dar pra eles, e a experiência é muito engraçada. Todai-Ji - um templo bem famoso que tem uma escultura gigantesca de Buda. Na parte de trás do salão você vai ver um buraco pequeno na madeira, do tamanho das narinas do Daibutsu, e algumas pessoas tentando passar. Pela crença, uem conseguir atravessar esse buraco alcançará a iluminação suprema. Eu consegui passar, foi bem divertido. Templo Kasuga Taisha - fica no parque de Nara (Nara Koen). Ele é bem bonito e tem muitas lanternas. TAKAYAMA Bom, eu não sei se essa região é tão legal de ir nas outras estações do ano. Decidimos ir para Takayama ao pesquisar lugares bonitos no Japão durante o inverno. Dá uma olhada no Google imagens em “Shirakawa winter” ou “Takayama winter”. Eu me apaixonei pela paisagem. E depois fui lendo alguns relatos e reafirmei a vontade de ir. Nunca tinha visto tanta neve! O lugar é lindo demais! O que fazer: Em Takayama mesmo, não tem lá muuuuita coisa para fazer. É um lugar bonito, tem algumas lojinhas, alguns templos, mas nada demais. Você visita a cidade toda em meio período. Ir até Hida Furukawa - é uma cidade linda! Fica há 20 minutos de trem. Sugiro ficar 1 tarde ou 1 manhã lá, talvez até menos que um período inteiro... Não tem especificamente nada muito para fazer, mas é uma cidadezinha pequena e bonita. Ir até Shirakawa - sugiro deixar shirakawa por último porque é a cidade mais linda! Sério, que lugar! Nunca vi tanta neve assim, é impressionante tudo. Tem que pegar um ônibus que demora 1 hora de viagem. A passagem custa 2200 ienes cada trecho! O percurso já é o início do show, cada lugar lindo demais. Passa por muitos túneis, inclusive um dos maiores túneis do Japão com 11 km. Você também vai ficar 1 tarde ou 1 manhã por lá. Tem umas casas históricas para serem visitadas, se estiver afim. Logo quando chegar, é só pegar o mapa no centro de informações turísticas. Fotos de Shirakawa: Imagens Enviadas
  9. Carola_RJ

    Roteiro - Tailândia e Vietnã - Janeiro/2017 - Ajuda!

    Obrigada, gente! Por que mais um dia em Chiang Mai?
  10. Oi! Vou viajar em janeiro/2016, e estou precisando de uma opinião sobre o tempo em cada destino. O que acha? Nº de dias CHEIOS, não tô contando os dias em que faço deslocamentos. 4 dias - Bangkok (bate e volta em Ayutthaya) 2 dias - Krabi 2 dias - Phi Phi 2 dias - Chiang Mai 2 dias - Ho Chi Minh 4 dias - Hanoi (2 para Halong Bay) OBS: Praia não é a minha prioridade. Sobretudo praia muito cheia. Por isso não coloquei muito tempo em Phi Phi e Krabi. OBS2: Em Chiang Mai, não tenho interesse de fazer algumas atividades muito turistona, tipo o parque lá dos tigres/leões (não sei qual é mesmo o felino, rs). Obrigada!!!
  11. Carola_RJ

    Roteiro - Tailândia e Vietnã - Janeiro/2017 - Ajuda!

    Olá! Já li muitos relatos, mas sempre bate uma insegurança. Se alguém puder me dar uma opinião sobre o número de dias em cada cidade, vai me ajudar muito. Nº de dias CHEIOS, não tô contando os dias em que faço deslocamentos. 4 dias - Bangkok (bate e volta em Ayutthaya) 2 dias - Krabi 2 dias - Phi Phi 2 dias - Chiang Mai 2 dias - Ho Chi Minh 4 dias - Hanoi (Se achar Hanoi ruim, iria 2 dias para Halong Bay) OBS: Praia não é a minha prioridade. Sobretudo praia muito cheia. Por isso não coloquei muito tempo em Phi Phi e Krabi. OBS2: Em Chiang Mai, não tenho interesse de fazer algumas atividades muito turistona, tipo o parque lá dos tigres/leões (não sei qual é mesmo o felino, rs). Obrigada!!!
  12. Fiz a viagem com o meu marido. Somos um casal jovem e sem muita frescura. O obejtivo da viagem era assistir alguns shows em Oslo. Fomos para Oslo, Bergen e Copenhagen. Acabamos fazendo uma parada em Portugal aproveitando a TAP. Vou compartilhar o que acho de mais útil. Qualquer informação a mais, é só pedir! Indo para a Europa: fomos de TAP. Compramos múltiplus destinos ( Rio X Oslo / Copenhagen X Lisboa / Lisboa X Rio) saiu absurdamente mais barato que comprando separadamente. E vale também a pena por conta das bagagens. Quando compra assim, eles concedem o peso de uma viagem internacional em todos os trechos e não precisa pagar por excesso de bagagem. A saga no aeroporto do Rio: Saímos do Brasil no meio das Olimpíadas, não queríamos ficar em prisão domiciliar em agosto. No dia do embarque, o Rio estava com um trânsito absurdo. Fiz o check in antecipado, mas no fim das contas cheguei no aeroporto às 17h e o voo saía às 17h40. Do Guichê da Tap até a aérea nova de embarque são uns 20 minutos, além do tempo nos controles de emigração. A primeira funcionária da Tap disse que não dava mais e não podia fazer nada. Comecei a chorar, fui falar com outro cara e depois de insistir ele passou um rádio dizendo "tô enviando 3 bagagens mas não coloca no avião, aguarda para ver se os passageiros vão conseguir embarcar" , eu só respondi: muito obrigada, Deus lhe pague mas eu vou embarcar sim! Corremos e atropelamos todo mundo no aeroporto. Meu marido saiu do detector de metais com o cinto na mão, sapato mal colocado. Chegamos no avião encharcados de suor, mas chegamos. É o avião fechou as portas às 17h40 pontualmente. A saga no aeroporto de Lisboa: chegamos em Lisboa às 7:30 e nosso voo decolava às 8:20 para Oslo. Tivemos que esperar o ônibus do aeroporto porque o avião estacionou no meio da pista. Chegando no controle de passaportes, a fila dava infinitas voltas. Pensei: já era! Avistamos um funcionário da Tap e ele fez a gente furar todas as filas. Depois uma atendente foi correndo conosco e nos colocou dentro do avião. Ufa! Mas pensei, as malas não conseguiram chegar! Ledo engano, estavam todas as malas lindas em Oslo. Deu tudo certo. Porto Duração: 2 noites - Aconselho ficar 2 dias. Com muita disposição, em um dia longo de verão, é possível ver os locais tops em 1 dia. Moeda: euro, troquei tudo no Brasil. Cotação estava 4,20 reais = 1 euro. Troquei com bastante antecedência, porque estava muito instável o câmbio. Temperatura: Estava fazendo uns 23 graus no verão. Sempre levava um casaquinho, porque batia um vento gelado mesmo durante o dia. Hospedagem: Ibis Porto Centro - ótima relação custo x benefício, super bem localizado. Pertinho do Café Majestic. Comida: A comida é muito boa e barata. Você come um bacalhau por 8 euros. Um dia almocei só uma sopinha e paguei 1,50. Sério, em restaurante mesmo. Um prato bem típico é a Francesinha. É um sanduíche feito com pão de forma, recheado com linguiça, salsicha, presunto e carne, coberto com queijo derretido e mergulhado num molho que leva vários ingredientes. E ainda vem acompanhado de uma porção de batatas fritas, mergulhadas no molho. Transporte Aeroporto ou Estação de trem: há metrô em ambos. A tarifa do metrô é 1,20. Você compra o ticket (ou título, como eles chamam) na máquina e depois valida. Pontos turísticos: Ribeira - é a área que fica nas margens do Rio D'ouro. Belíssima! Recomendo ficar lá sentado apreciando a vista. Ponte D. Luiz I - a ponte liga a Ribeira com a vila nova de Gaia. A ponte tem 2 andares, em baixo passam os carros, em cima o metrô. Há passagem de pedestre em ambos os andares. Vila Nova de Gaia - É a parte mais moderna. E o que lá tem de melhor? Uma linda paisagem da Ribeira! Rs Tem outras atrações também como as caves, o mosteiro, o teleférico... Caves - são os locais ondem armazenam os vinhos. Existem diversas opções de caves com visita guiada. Eu li alguns relatos e disseram que são todos bem parecidos. A maioria das pessoas faz o tour da Sandeman, que fica bem no início da Gaia. Lá estava com muita fila e decidimos ir para outra cave. Fizemos na Offley. Durou uns 30 minutos. Custou 4 euros, com direito a 3 degustações de vinho. Recomendo! Mais informações: http://www.sograpevinhos.com/visitas/cave/2 Teleférico de Gaia - custa 5 euros. Andamos nele 1 vez porque estávamos bem cansados e porque queríamos ver como era. Achei legalzinho! A subida é bem forte, então pode quebrar um galho, além de desfrutar de uma ótima vista. Funicular da Ribeira - Se quiser economizar pernas, vale a pena porque as escadeiras são brabas. Custa 2,50 a passagem. Torre dos Clérigos – É o ponto mais alto da cidade, tem uma vista bonita. Mas, acho que não voltaria lá. Foram 2 horas na fila, em pé, e não tinha nem um wi-fi para passar o tempo. Realmente, o acesso lá em cima é bem limitado. Vai uma pessoa por vez, em sentindo único. Ou seja, se quiser voltar para ver alguma coisa, não dá. É uma fila indiana. Achei meio desconfortável isso, mas entendo que o local tem acessibilidade reduzida. Talvez, em outras épocas fora das férias, não tenha tanta fila e seja mais tranquilo. Acho que a entrada custa uns 5 euros. Majestic Café - É um café bem tradicional. Sempre estava com fila. Meu hotel ficava quase que do lado, uma vez, passando num hora de chuva, vi que estava sem frio e entrei. Olha, é extremamente caro. Nos outros dias tomei café nas padarias que tem em frente, paguei 60 centavos no cafézinho.  Rua Santa Catarina – É uma rua com bastante lojas, bem legal Mercado do Bolhao – Tem uma feira tradicional lá dentro Livraria Lello – É bem famosa por causa do filme Harry Porter. Tem que pagar para entrar, não pode tirar foto, estava com uma fila imensa, e desisti de entrar. Outros pontos: Capela das Almas Avenida dos Aliados Igreja do Carmo Miradouro da Vitoria Palacio da Bolsa Igreja de S. Francisco Mosteiro da Serra do Pilar Palacio de Cristal Estaçao Sao Bento Catedral da Sé Igreja S. Lourenço Igreja de Santa Clara Lisboa Duração:5 noites. Bom, esse é o tempo mínimo para conhecer os principais locais. Moeda: euro Temperatura: Estava fazendo muito calor. Se ficasse direto exposto ao sol, torraria. Mas é um calor diferente do Rio. Quando você fica debaixo de uma árvore, ou qualquer lugar que não pegue sol, fica agradável. Não tem aquele abafado. De noite batia um ventinho gelado, sempre colocava algo mais fechado. Hospedagem: Ibis Lisboa Liberdade – Fica próximo da Avenida Liberdade, em um bairro bem aconchegante. Cheio de restaurantes, bares e lojas. O hotel é aquele padrão Ibis de sempre. Eu ia andando de lá até os pontos turísticos. Na volta, vinha de metrô porque já estava morta. Preços: Tudo bem barato. Achei o Porto mais barato ainda. Mas deu para comprar lembrancinhas e etc. Fora os vinhos. Eu trouxe dezenas de vinhos enrolados nas roupas na mala. Tudo muito barato no mercado. Comida: Comida maravilhosa! Só de lembrar me dá água na boca. Tudo muito gostoso, vale a pena sair da dieta e experimentar as delícias. Transporte Aeroporto: Tem metrô, super tranquilo chegar no Centro. Trajeto Lisboa X Porto: Fui de trem. O trem demora um pouco mais de 2 horas. Comprei no site da empresa. Com antecedência, custou 9 euros cada trajeto. Site para compra: https://www.cp.pt/passageiros/pt Minhas considerações sobre os portugueses: Pode ter sido apenas um sucessão de azares, que eu tenha sido aquela estatística improvável. Mas a verdade é que eu nunca tinha sido tão maltratada em uma viagem. Nunca levei tanto fora e palavras de ironia em minha vida. Para tentar amenizar a barra deles, eu interpretei que eles levam tudo ao pé da letra e não deixam passar nada sem te dar uma boa resposta. Olha que eu achava os garçons do Rio mal educados, mas os portugueses conseguiram ser piores. Lisboa Card: Dependendo dos lugares que quer visitar uma boa é comprar o Lisboa Pass, que dá entrada gratuita ou com desconto em diversos lugares, e passagem gratuita nos meios de transportes, inclusive no trem para Sintra. Acho que vale a pena entrar no site, fazer as contas e ver se vale a pena. Existem vários locais na cidade para compra-lo. Site: http://www.lisboacard.org/es/ Vou dar uma sugestão de divisão de roteiro: Dia 1: Centro de Lisboa Praça Marques de Pombal – Sugiro começar o tour por aqui. Pegue o metrô e desça na estação “Marquês de Pombal”. A praça fica bem no alto. E a partir dela para os outros pontos turísticos você vai descendo. A gravidade vai dando uma forcinha! Av. da Liberdade – É uma larga e extensa avenida, bem arborizada, repleta de lojas e restaurantes. Siga ela da Praça Marques de Pombal até o final. Praça dos Restauradores – É uma praça bonita, com um monumento. Estação Rossio – É uma estação belíssima. É de lá que saem os trens para Sintra. Se você já vai para Sintra outro dia, pode passar direto por ela. Praça Dom Pedro IV – Outra bela praça, cercada por bares. Tem um chafariz bem bonita e o Teatro Nacional. Elevador da Justa - Na minha primeira tentativa estava uma fila enorme e desisti. Mas tem outra possibilidade de chegar até o topo com menos fila, indo pela praça Chafariz do Carmo. Dessa forma, você só paga 1,50 para subir o trecho de escada. É uma escada caracol meio sinistra, mas a vista lá de cima é maravilhosa. Acabei indo 2 vezes só pela escadinha. Mas vale muitíssimo a pena. A vista é maravilhosa. Fiquei bastante tempo lá em cima. Praça do Comércio - É uma praça linda, gigante, bem na frente do Tejo. Acho que inevitavelmente, ao andar pela cidade, você vai acabar uma hora nela. Igreja da Sé - bem bonita, você vai passar na frente quando for no Castelo de São Jorge. Castelo de São Jorge - acho que foi um dos lugares mais legais de Lisboa. À entrada custa X, mas estudante tem desconto, leve sua carteirinha do Brasil mesmo. Optamos por ir andando, e foi ótimo. Olha, tem algumas subidas. Para pessoas idosas é claro que fica complicado, mas para quem gosta de andar é tranquilo. Também tem a opção de ir de bonde, que também é pitoresco. Tem muitas lojinhas no caminho. O castelo é maravilhoso, tem uma vista linda, e muitas árvores fazendo uma sombrinha gostosa, ótimo para relaxar. Praça Luiz de Camões – É uma praça bacana, e nas cercanias dela tem bastante lugar para bater perna. Dia 2: Belém Como ir para Belém: você pode ir de ônibus que sai direto do Centro, de taxi, ou pegar um trem com direção a Cascais. Eu optei pelo último. O trem levou uns 15 minutos até lá. Em Belém, fiz tudo a pé. Mosteiro de São Jerônimo - Tava incluso no Lisboa Pass. Mas gente, eu me arrependi de ter ido. A fila também tava quilométrica, mas fiquei lá dentro uns 20 minutos. Acho que não valeu tanto à pena. Sei lá, não fui um local que mexeu comigo, que eu esqueci da hora andando. Óbvio que valorizo a história do local, mas foram esses os meus sentimentos. Do descobrimento - Ele estava em obras, uma pena! Não deu para tirar fotos da fachada. Mas, gostei muito de uma rosa dos ventos pintada no chão bem na frente dele. O tempo estava péssimo na hora que cheguei lá, mas como não tinha fila nenhuma (o maior convite para entrar) decidi ir logo. Tem uma vista boa lá de cima, porém, por conta do mau tempo, não dava para ver quase nada. Tem alguns salões com muito material histórico. Torre de Belém - eu achei a torre tão linda! É sempre quis conhecer, então foi uma delicia poder ir. Curti muito, foi uma sensação maravilhosa poder estar ali. Óbvio que teve fila. Acabou que eu fiz um amigo americano na fila e isso foi ótimo para poder passar o tempo. Dia 3: Sintra Separe um dia só para Sintra. Ainda assim, provavelmente, você não vai ver tudo que lá oferece, mas será incrível. Como chegar a Sintra: a melhor maneira é de trem. Sintra é um pouco longe sim, demora uns 50 minutos de trem. É tranquilo comprar o bilhete na hora. Quando chegar na Estação de Sintra, você deve tomar um ônibus até as partes turísticas. O ônibus custa 5 euros ida e volta. Atrações principais de Sintra: - Castelo dos Mouros – O lugar é magnífico. Leve casaco porque fica muito no alto e venta demais. Entrada: 8 euros - Quinta da Regaleira – Que lugar incrível! Os jardins são fantásticos. Eu esqueci do tempo, fiquei horas andando pelos jardins. Tem muitos túneis e passagens secretas, é coisa de louco mesmo. Às vezes senti até um pouco de medo, pelos ambientes meio sombrios. Mas foi maravilhoso. - Palácio e Parque da Pena – Não deu tempo de ir. Mas parece ser bem legal. Dia 4: Cascais É mais adequado para o verão. É uma região de praias bem bonitas. O trem para Cascais sai da Estação “Cais do Sodré”. Dia 5: Parte mais nova da cidade Oceanário Parque das Nações Centro Comercial Vasco da Gama Freeport Outlet
  13. Fiz a viagem com o meu marido. Somos um casal jovem e sem muita frescura. Nessa viagem também fomos para Portugal, aproveitando a parada da TAP. Vou compartilhar o que acho de mais útil. Qualquer informação a mais, é só pedir! Indo para a Europa: fomos de TAP. Compramos múltiplus destinos ( Rio X Oslo / Copenhagen X Lisboa / Lisboa X Rio) saiu absurdamente mais barato que comprando separadamente. E vale também a pena por conta das bagagens. Quando compra assim, eles concedem o peso de uma viagem internacional em todos os trechos e não precisa pagar por excesso de bagagem. A saga no aeroporto do Rio: Saímos do Brasil no meio das Olimpíadas, não queríamos ficar em prisão domiciliar em agosto. No dia do embarque, o Rio estava com um trânsito absurdo. Fiz o check in antecipado, mas no fim das contas cheguei no aeroporto às 17h e o voo saía às 17h40. Do Guichê da Tap até a aérea nova de embarque são uns 20 minutos, além do tempo nos controles de emigração. A primeira funcionária da Tap disse que não dava mais e não podia fazer nada. Comecei a chorar, fui falar com outro cara e depois de insistir ele passou um rádio dizendo "tô enviando 3 bagagens mas não coloca no avião, aguarda para ver se os passageiros vão conseguir embarcar" , eu só respondi: muito obrigada, Deus lhe pague mas eu vou embarcar sim! Corremos e atropelamos todo mundo no aeroporto. Meu marido saiu do detector de metais com o cinto na mão, sapato mal colocado. Chegamos no avião encharcados de suor, mas chegamos. É o avião fechou as portas às 17h40 pontualmente. A saga no aeroporto de Lisboa: chegamos em Lisboa às 7:30 e nosso voo decolava às 8:20 para Oslo. Tivemos que esperar o ônibus do aeroporto porque o avião estacionou no meio da pista. Chegando no controle de passaportes, a fila dava infinitas voltas. Pensei: já era! Avistamos um funcionário da Tap e ele fez a gente furar todas as filas. Depois uma atendente foi correndo conosco e nos colocou dentro do avião. Ufa! Mas pensei, as malas não conseguiram chegar! Ledo engano, estavam todas as malas lindas em Oslo. Deu tudo certo. Oslo Duração: 5 noites - Mas 2 noites são suficientes. Ficamos mais tempo porque fomos assistir 3 shows na cidade. Moeda: Coroa Norueguesa - pode trocar no aeroporto ou em diversos lugares pela cidade. No aeroporto eu vi que aceitavam até reais, mas normalmente eles desvalorizam muito o real, é melhor levar euro mesmo. A cotação tava 1 euro por quase 9 coroas. Temperatura: Estava fazendo uns 18. Anoitecia umas 22h, dando para aproveitar bem o dia. Imigração norueguesa: estava vindo do voo de Lisboa. Como a Noruega não faz parte da União Europeia pensei que tivesse um novo controle de imigração, mas não teve nadinha! Depois lembrei do Acordo de Schengen, que dá livre acesso nas fronteiras. Eu nunca faço seguro viagem, mas como a Noruega tem muita preocupação com segurança social achei que eles fossem exigir. Nenhum carimbo norueguês no passaporte e nenhuma verificação do seguro. Hospedagem: Airbnb - fiquei hospedado perto da Estação Groland, bem perto da Estação Central. É um bairro com muito imigrante, bem diversificado. Foi a melhor relação custo X benefício. Não precisamos pegar transporte público para nada. Dicas: - leve um guarda chuva, parece que sempre chove. Tive que comprar um que custou 100 kr e era bem vagabundo - bebida alcoólica é muito caro. Compre no free shop do aeroporto quando chegar. A lata de Carlsberg tava custando 10 kr no aeroporto. - acesse o site: visitoslo.com ele é muito bom, tem informação, preço e horário de tudo Transporte na cidade: dependendo de onde você fique hospedado é possível fazer tudo à pé. Exceto visitar os museus da ilha de Bygdoy que você pega uma barca e ir no Frogner Park que é um pouquinho mais longe. O transporte público é muito caro (valor da passagem: 50kr comprando na hora/ 32kr se comprar antecipado na máquina). Metrô, ônibus e bonde custam o mesmo valor. Preços: é tudo caro. Vou colocar os preços de algumas coisas. Garrafa de água (20kr), Cachorro quente (30kr), Kebab (60 kr), Quilo da carne moída no mercado (200 kr) Comida: optamos pelo Airbnb justamente pela possibilidade de fazer nossas refeições. Trouxemos alguma coisas do Brasil e compramos algumas no mercado. Jantamos um dia no Hard Rock Café porque o Oslo Pass dava 20% de desconto, os preços foram os seguintes; hambúrguer (200 kr), prato de frango (250 kr), cerveja 600 ml (98 kr) Transporte Aeroporto: algumas opções: Táxi - cerca de 700 kr a viagem Fly to get - 180 kr - 20 min - é o trem bala Metrô - 92 kr - 1 hora Minhas impressões e curiosidades: - Tem wi-fi aberto em todos lugares, é incrível - Os noruegueses e norueguesas são muito bonitos, nunca vi uma densidade tão alta de gente bonita. - Tinha uma espécie de mendigo na rua. Na verdade, era um pedinte. O cara era muito bonito, tipo um modelo. E as roupas eram super bonitas. - A segurança é algo surpreendente. A polícia nem anda com armas. - Só vi um único brasileiro - Não tem muito turista, e parece não ter muito estrangeiro vivendo lá. É bem pouco cosmopolita. Se bem que, sobretudo na área que fiquei hospedada, parece estra crescente a imigração de muçulmanos. - Absolutamente todos falam inglês. - Eles gostam muito de futebol. Os poucos momentos que vi gente vibrando foi durante partidas de futebol. - Assistimos 3 shows da banda Kraftwerk. A plateia não soltava um gritinho de "Uhull", eram só aplausos e momentos oportunos. Igualzinha a nossa farra brasileira...só que não! Oslo pass: é um passaporte que te dá acesso livre à diversas atrações da cidade além de transporte público gratuito. Valor para 24horas = 335 kr (Estudante tem desconto de 20%. Não sabia disso e esqueci de levar minha carteirinha) Inclusive eles possuem um aplicativo interessante com mapas e informações e que funciona off-line. Pontos turísticos: - Opera - Acabei indo várias vezes porque os shows foram lá. - City Hall - Parlamento - Fortaleza de Akershus (castelo com vista para o porto) - Johan Gate - Uma rua cheia de lojas e restaurantes - Frogner Park - Museus: Folk, Viking e da Resistência (ficam bem próximos na península de Bygdoy) * Norway in a nutshell Valor: 1700kr (mas o preço varia um pouco) Saímos às 6:25 de Oslo e chegamos às 21:10 em Bergen Este é um dos passeios mais famosos da Noruega. Tenta mostrar um pouco de tudo que a Noruega tem. O passeio é meio caro, mas é inesquecível. Você passa por altitudes bem diferentes, e mesmo no verão vai ver o topo das montanhas cobertas por neve que nunca acabam. A água é um recurso muito presente e vivo na Noruega. Eles possuem uma costa muito recortada, fazendo ter um litoral muito mais extenso do que se imagina. Lagos, rios e cachoeiras são vistos a todo momento. As cachoeiras são de tirar o fôlego. Toda nossa passagem pela Noruega foi chuvosa e esse dia também teve muita chuva e céu nublado. Ainda assim, o passeio foi ótimo. Há diversas combinações do passeio. Você pode comprar no sentindo inverso ( Bergen X Oslo), pode pernoitar em alguma cidade também. Acho que se tiver tempo de sobra, quiser relaxar, pode ser interessante passar uma noites nesses vilarejos tão peculiares. Trajeto: Oslo X Myrdal (trem) Myrdal X Flam ( trem especial. É um trajeto interessantíssimo pois você varia uns 1000 metros d altitudes num espaço bem curto) Flam X Gudvangen - Lindo passeio de barco pelos fiordes. Gudvangen X Voss - Ônibus Voss X Bergen - Trem Bergen Duração: 2 noites - Mas 1 dia é suficiente para conhecer a cidade. Temperatura: Estava fazendo muuuuuito frio. Uns 8 graus, chuvas frequentes, céu nublado. Mas parece que foi bem atípico. Normalmente é mais quente o verão. Hospedagem: Airbnb. Hotel estava bem caro, e foi uma ótima opção. Ficamos num lugar ótimo, próximo do Centro. O norueguês que nos abrigou foi super gente boa, bebemos cerveja juntos. E a casa dele era maravilhosa, embora acho que ele não fosse nada rico. Enfim, conforto não é privilégio só de alguns ricos na Noruega, foi o que me pareceu. Preços: tudo caro, normal. Comprei caviar para levar para casa. Tava custando 50kr o pote com 100g. Levei de souvenir porque particularmente experimentei e não curti. Também levei uma espécie de salame de carne de baleia (80kr), isso tava bem gostoso. Outra coisa típica que vale a pena experimentar é o tal cheese ball, é um queijo meio adocicado, às vezes lembra um pouco doce de leite. Achei bem gostoso, custou umas 100kr uma embalagem, comprei no fish market. Transporte Aeroporto: tem um ônibus que faz o transporte por 130 kr, estudante tem desconto e cai para 95kr. Pontos turísticos: a cidade é muito deliciosa. Dá vontade de ficar o dia inteiro andando pelas ruas. Acho que os três lugares imperdíveis são: - Bryggen: é o cartão postal de Bergen. Na frente do Porto, onde ficam aquelas casinhas de madeira colorida que estão ali há 500 anos. É patrimônio mundial da Unesco. - Monte Floyen: é um ponto bem alto da cidade, com uma vista incrível. Você pode chegar a pé ou pegar o funicular. Achei o passeio de funicular muito legal. Valor ida e volta 100kr. - Fish Market: O mercado de peixe fica bem perto do Bryggen. É muito legal, vale a pena fazer uma refeição lá. Copenhagen Duração: 4 noites - Mas, 2 dias inteiros são suficientes para conhecer os pontos turísticos Moeda: Coroa Dinamarquesa. Pode trocar tranquilo no aeroporto ou em casas de cambio pela cidade Temperatura: É aquele verão que engana. Leve casaquinhos finos para colocar até de dia, porque bate um vento gelado. Choveu quase todos os dias, mas era chuva fraca e pontual. Hospedagem: Hotel é caro. Ficamos no Airbnb para poder economizar, e até fazer algumas refeições em casa. Tivemos uma grande sorte. Conseguimos ficar em um apartamento em frente ao Nyhavn. A janela do quarto tinha uma vista espetacular para, na minha opnião, o melhor ponto turístico. Assim, era um prédio beeeem antigo. Apesar da modernização, ele era bastante torto. Eu tinha medo das paredes caírem, mas confiei nos padrões de segurança nórdicas. Preços: Não tão cara quanto a Noruega, mas bem mais cara que o resto da Europa. Comida: Os restaurantes do Nyhavn são bem caros. O povo gosta de uma cervejinha, muita gente compra no mercado e bebe na rua, pois é permitido. Tem metrô do aeroporto até a zona central. Você compra o ticket nas máquinas e só valida, não tem catraca. Se você estiver hospedado na zona central, compre um ticket para 3 zonas. A máquina tem opção em inglês e aceita cartão de crédito. A viagem até o centro dura 15 minutos. Informações de como sair do aeroporto: https://www.cph.dk/en/parking-transport/bus-train-metro/metro/ Pontos turísticos: Cristiana - é uma área "paralela" da cidade. É interessante ver dentro de um país tão desenvolvido uma área tão excêntrica. Regras: não pode tirar fotos; não pode correr. Tem muita barraquinha vendendo maconha de todos os tipos que se pode imaginar, apesar de ter algumas placas dizendo que a venda é ilegal (!?). Deve ser por isso que os vendedores andam encapuzados. Tem café e bar lá dentro. Tomamos umas cervejas, gostamos de ficar lá dentro. Nyhavn - é a área que mais gostei da cidade e onde fiquei hospedada. É um canal lindo, com várias casas antigas coloridas que rendem lindas fotos.Tem vários restaurantes e bares, mas tudo meio carinho. A gente comprou umas cervejas no mercado, sentamos na margem e ficamos bebendo até o pôr do sol. Como o sol se põe só pelas 22h, dava para esperar bastante! Rsrs Só cuidado para não cair no canal. Acompanhamos algo inusitado: uma velhinha do nosso lado tombou com bolsa e tudo depois de uns gorós! O pessoal resgatou ela rapidinho, rsrs Passeio de barco - sai do Nyhavn, custa 40kr e demora 1 hora. Eu não curto muito esses passeios não, sempre me dão sono. Mas até que gostei desse. Valeu a pena. Malmö (Suécia) - passamos uma tarde lá. O trem custa 288 ida e volta para 2 pessoas. Se você comprar o adulto individual sai mais caro, a partir de 2 tem o bilhete família. Malmö fica a uns 50km de Copenhagen. A viagem demora uns 40 minutos. A viagem é interessante por si só, a ponte é imensa e na parte de cima tem pista para automóveis. ah! Também é possível ir de ônibus. Quando chegar em Malmö vá no centro de informação turística, pegue um mapa e explore os pontos turísticos, fica tudo pertinho do Estação Central. Outros pontos turísticos: - a pequena sereia - kastellet – bem legal para caminhar em volta - Amalienborg – Ver a troca da guarda, chegar por volta das 12h - Runde Tam - é um igreja que tem uma torre redonda. O legal é subir pois tem uma vista ótima da cidade. Valor: 25kr - Rua Stroget - uma rua enorme cheia de lojas para todos os bolsos - City Hall - Tivoli - é um parque de diversões super tradicional. Mas além dos brinquedos, o local é bem bonito. Você paga uma taxa para entrar e o ticket de cada brinquedo. - Rosenborg Slot – Em volta tem um parque bem interessnate - Vor Frelsers Kirke , fica próximo da Cristiana, subir na torre da igreja - Larsen Plads (orla para ser caminhada) - Frederiks Kirke -Igreja de mármore
  14. Carola_RJ

    O que fazer em Oslo?

    A questão é que tenho dois shows para ir em Oslo. A passagem de ida teve que ser modificada. Oslo é o primeiro destino, ficou muito tempo para Oslo, mas ficaria muito apertado para ir para outro local antes.
  15. Carola_RJ

    O que fazer em Oslo?

    Bom dia! Estou terminando o cronograma da minha viagem. Vou ficar 5 dias em Oslo. Eu ando lendo que é possível ver todos os pontos turísticos de Oslo em 2 dias. Preciso arrumar o que fazer... OBS: eu já vou para Bergen depois!
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