Ir para conteúdo

Maria Carolina Araujo

Membros
  • Total de itens

    11
  • Registro em

  • Última visita

Reputação

0 Neutra

Sobre Maria Carolina Araujo

  • Data de Nascimento 14-01-1988
  1. Demorei, mas voltei! Continuando o relato, no dia seguinte ao passeio de bike já tínhamos decidido que visitaríamos a região de Montmartre até o horário de almoço e depois iríamos diretamente ao aeroporto para irmos a Veneza. Nosso hostel era bem perto da Sacre-Couer e assim que acordamos fomos em direção a Igreja. Subimos pelo teleférico porque o ingresso era bem em conta e já tínhamos lido por aqui que valia a experiência. Aqui eu tive um ponto de ressalva que gostaria de partilhar com vocês. Ao irmos em direção ao teleférico tinham muitas pessoas tentando vender umas fitinhas. Eu vi várias vezes eles amarrando na mão dos turistas e cobrando um valor por elas. Não gosto muito desse tipo de assédio, acho que ninguém gosta. Quando eles tentaram amarrar na mão do Túlio, sai puxando ele e nem deu tempo. Mas tomem cuidado!  A Igreja é bonita por dentro e no dia que fomos estava bem lotada. Confesso que não achei nada demais. O que me empolgou de verdade foram os telescópios que estão bem na frente da Igreja. Eu adoro o Filme O Fabuloso destino de Amelie Poulan e as cenas finais e mais românticas do filme são lá. Então, se você para Paris, veja o filme! Fará outro sentido. Após tirarmos inúmeras fotos, passamos no supermercado, compramos duas baguetes e fizemos check out. Fomos para o aeroporto de metrô e foi super simples. Despachamos nossa bagagem e fiquemos esperando o vôo que seria o mais traumático de nossos vidas Galera, pegamos algumas turbulências e os passageiros perderam a compostura e teve malas voando e pessoas gritando, foi uma verdadeira loucura!!!!! Bom, ao chegarmos em Veneza pegamos um shuttle bus, mas achei bem caro - 12 euros para cada pessoa, para a ilha de Giudecca. Dentre todos os hostels que ficamos, considero o Generator de Venice um dos melhores. A estrutura é muito bacana e o clima é 10. Todos os staffs foram super prestativos e apesar de ter passado apenas uma noite por lá, considerei o hostel muito bom. Recomendo!!!!! Chegamos ao hostel por volta das 22 hs e começamos a nossa experiência gastronômica! Comemos uma pizza deliciosa por 6 euros cada. Na Itália 1 pizza individual e do tamanho de um prato e é uma delícia!!!!! Fomos dormir logo depois porque o dia seguinte seria cheio! Acordamos por volta das 7 horas, fizemos o checkout e fomos direto para a Piazza de San Marco. Pagamos 8 euros pelo Shuttle bus e aproveitamos o passeio pelas principais ilhas de Veneza. Passamos o dia por lá. Antes, fomos a estação de Santa Lúcia para deixarmos a nossa bagagem e pagamos 5 euros por mochila. Depois fomos nos perder pelas ruelas da cidade. Parávamos a cada 5 minutos para comer um gelato que custava cerca de 1,50 euros. Gente, como comi na Itália!!! Passamos o dia por lá e por volta das 17 horas fomos para a estação para pegarmos o trem rumo a Roma. O trem foi muito confortável e compramos as passagens ainda no BRasil. Custou 58 euros para o casal e recomendo muito. A diferença principal para mim em relação ao avião é que gastamos mais tempo no translado, 3 horas, mas não precisamos chegar 1 hora antes no aeroporto que ficava bem mais distante da Piazza de San Marco. No fim das contas, acredito que foi mais rápido de trem do que de avião e pudemos apreciar uma linda paisagem até lá! Ao chegarmos na estação central de Roma - Termini, resolvemos ir andando até o nosso hostel, que era bem perto. Decidimos ficar no Yellow. Como coloquei no início desse relato, tivemos um problema com essa estadia. Mas após problema resolvidos, fomos comer uma deliciosa massa em um restaurante que fica ao lado do hostel, que estava uma delícia No dia seguinte fomos ao Vaticano. Eu tinha comprado o ingresso pela internet e o primeiro dia era o do museu do Vaticano. Espetacular!!!! Foi super fácil chegar no Vaticano. Fomos a Termini e de lá pegamos o metrô até a Cidade do Vaticano. Ao chegarmos lá foi junto com o fluxo e em 5 minutos estávamos no Museu: Ao sairmos de lá voltamos andando até o hotel, mas antes, decidimos comer um nhoque pelo caminho que estava esplendido! Infelizmente não lembro o nome do restaurante, mas confesso que todos os restaurantes que comemos por lá eram maravilhosos. Voltamos ao hostel e decidirmos descansar, pois no dia seguinte iriamos ao Coliseum. Decidimos comprar o Roma Pass que nos dava o direito de ir ao Coliseu e ao Forum Romano por um preço super em conta. Quando chegamos ao Coliseum pagamos mais 8 euros para descermos ao local onde os gladiadores se preparavam e super recomendo. Eles oferecem um guia que te explica vários detalhes que são impossíveis notarmos sem sabermos a fundo a história do local. Depois decidimos passear pelas Piazzas. O que acho importante todos saberem é que Roma é bem menor do que as outras capitais da Europa. Usamos bem menos o metrô lá do que nos demais países. As pessoas são super simpáticas e a comida é muitooo familiar e deliciosa para nós. Para mim, Roma foi um dos melhores lugares que visitei e realmente pretendo voltar. Espero ter ajudado quem tem como objetivo fazer uma trip pela Europa. Bjs
  2. Pessoal, aí vai outra dica: se for possível, se programe para chegar em Paris durante o dia! Dentre todos os países da Europa, o lugar que me senti mais insegura foi lá . Na montagem do roteiro, tentei comprar os tíquetes para mais cedo, mas não tinha essa opção. Ou eu iria para a cidade de manhã ou continuaria com a lógica inicial de viajar no fim da tarde. Por isso, resolvi arriscar e pegar a única opção de vôo a tarde\noite que sai de Praga às 21 hs. Chegamos a Paris pelo Charles de Gaulle por volta da meia noite e dela pegamos o RER B rumo à estação Gare Du Nord. Nosso Hostel ficava perto da estação. Quando saímos da Gare Du Nord a rua estava muito deserta e fiquei com certo receio de ficar com o celular na mão para nos orientarmos. Por isso, liguei uma vez, tentei memorizar o mapa e fomos pelo instinto. Eu geralmente tenho facilidade em me orientar e pouquíssimas vezes eu me perdi. Esse dia foi um deles . Gente, eu acho que o pior foi o peso da mochila. Ficamos uns 30 minutos andando em círculo e quando decidimos ir de táxi nós nos achamos e já estávamos muito perto do hostel . Demoramos cerca de 45 minutos para percorrer um trajeto que gastamos uns 15 minutos nos demais dias. Eu já escrevi anteriormente que escolhi o hostel porque foi indicação do Programa “Vai pra Onde?”. Os staffs foram ótimos, um deles, inclusive, é brasileiro e é de uma cidade bem pertinho da minha (Leopoldina). O que não gostei muito foi da estrutura. Reservamos duas camas em um quarto para quatro pessoas. Quando chegamos, o staff nos informou que o nosso quarto tinha uma entrada separada, por fora do hostel. Não gostei desse ponto porque era necessário andar uns 100 metros na rua e vimos várias pessoas estranhas durante esse trajeto nos dias que ficamos por lá. Além disso, a porta do banheiro estava com problema e eu não conseguia trancar. Como só tinha eu de mulher no quarto, toda vez que eu ia tomar banho, o Túlio tinha que vigiar a porta para ninguém abrir. Chegamos a reclamar na recepção e nada foi feito! Ainda demos o azar de ficar com um Argentino muito estranho no mesmo quarto e ele era muito bagunceiro. As coisas dele ficavam jogadas para todos os lados. Conhecemos pessoas super legais nesse hostel, mas se eu fosse voltar a Paris, procuraria outro lugar. Depois do check-in, tomamos um banho e fomos dormir, porque o dia seguinte seria agitado! Acordamos cedo, por volta das 7 hs, e fomos tomar café-da-manhã, que por sinal foi ótimo e já estava incluso no valor da diária . Fomos em direção a Gare Du Nord para adquirirmos o nosso Paris Museum Pass e o Paris Visit Pass. O Paris Museum Pass (PMP) permite que você visite vários pontos turísticos da cidade por um valor fixo de 27 euros para 4 dias e o visit pass permite que você utilize o metrô e o RER para se locomover também por um valor fixo. Segue o link que utilizei para verificar valores e analisar se compensava o Visit Pass (http://www.conexaoparis.com.br/2009/07/08/comparacao-entre-o-passe-paris-visit-e-o-carnet-para-metro-e-onibus/) e o link do site do PMP para que vocês possam verificar os locais que aceitam o card (http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=fr&u=http://www.parismuseumpass.fr/&prev=search). Perdemos bastante tempo nas filas de ambos os cards, mas depois não pegamos mais, pois com o PMP, você não precisa entrar nas imensas filas das atrações da cidade. Não achei o sistema de metrô de Paris muito fácil de entender. Na verdade, achei muito mal sinalizado e ficamos perdidos algumas vezes . Por isso, tivemos que usar mais o guia de bolso do que em outras cidades. Depois de nos localizarmos, fomos até a Estação Chatelet, andamos um pouco e fomos pendurar o nosso cadeado na Pont dês Arts. Acho que fomos um dos últimos a pendurar um cadeado por lá, pois logo depois a ponte cedeu . Aproveitamos a proximidade e, para conter um pouco da minha ansiedade, fomos ao Louvre. Gente, como andei nesse dia! Andamos muito dentro do Museu que é enorme. Dentre tudo que vimos, fiquei impressionada com as pinturas italianas. Como são lindas! Ficamos em torno de 5 horas no Louvre e como a fome apertou, resolvemos comer por lá mesmo, pois não tínhamos tido tempo de passar no mercado. Resolvemos almoçar duas macarronadas, bem pequenas, e custou 15 euros as duas . Por isso, quem não quiser gastar essa grana toda com um pratinho de macarrão, passe no supermercado antes, pois sai muito mais barato. Ao sairmos de lá, fomos caminhar nos Jardins dês Tuileries em direção a Champs Elysées. A paisagem é linda. Os jardins, a avenida e o Arco do Triunfo no fundo são de tirar o fôlego! Porém ficamos um pouco receosos, pois tinham muitas pessoas ao nosso redor. O staff do hostel já tinha nos dito para tomarmos cuidado com as aglomerações, pois é nesse momento que os batedores de carteira agem. Trancamos a mochila de ataque com cadeado devido à câmera e ficamos mais tranquilos. Passeamos pelas inúmeras lojas de perfume na Champs Elysées e fomos em direção ao Arco do Triunfo. Atravessamos a passagem subterrânea e fomos curtir a vista perfeita do Arco. Na volta andamos mais um pouco pelas Champs Elysees, entramos nas lojas, compramos algumas coisinhas e fomos para o hostel descansar. Bem do lado do nosso hostel tinha um supermercado. Aproveitamos para comprar um vinho e um queijo, pagamos no total 5 euros , e ficamos na área comum do hostel para saborearmos o nosso jantar. No fim da noite tinha 5 brasileiros sentados na mesa conosco, hehehe. Ficávamos conversando e sempre passava alguém e perguntava: brasileiros? E sentava conosco, . Acordamos cedo no dia seguinte para aproveitarmos bastante já que iríamos a Versailles. Saímos do Hostel às 7:30 hs, passamos no mercado para compramos uns lanches e fomos em direção a estação do metrô. Versailles é mais longe e demoramos quase 1 hora e meia para chegarmos lá. Depois que você chega à estação é necessário andar um pouquinho, cerca de 10 minutos, mas é bem tranquilo! Acho que eu já falei por aqui que eu amo história, por isso, adorei o passeio . As pinturas, os cômodos e os jardins são lindos . Nós não precisamos pagar a entrada, pois tínhamos o PMP e pegamos uma fila menor para entrarmos na atração. É importante frisar que o PMP não é aceito para entrar nos jardins e por isso é necessário pagar um valor separado. Nesse dia estava chovendo e decidimos apenas admirar os jardins pelas janelas do castelo. O valor é em torno de 15 euros por pessoa e ele tem um carrinho similar ao de golfe para que você passar pelos jardins, pois é muito grande mesmo. Encostamos em um cantinho e lanchamos a baguete que tínhamos comprado mais cedo no supermercado, pagamos pelas duas + um suco 3 euros. Tínhamos lido que podíamos reservar 1 dia inteiro para o palácio, porém , como decidimos não ir aos jardins, fizemos o passeio todo em 5 horas e decidimos ir a Notre Dame. Andamos novamente até a estação e de lá fizemos a baldeação para a île de La Cité. Adorei a Catedral de Notre Dame, mas confesso que a Chapelle me surpreendeu muito mais. Os vitrais são lindos! Fomos a Saint la Chapelle primeiramente: Como chegamos mais tarde a Ilha, não conseguimos subir a cúpula de Notre Dame, que fica aberta até às 17 hs. Mas entramos na Igreja e gostamos bastante. Lembrando que entramos nas duas atrações (Chapelle e Notre Dame) pelo PMP também. Saímos de Notre Dame e estava chovendo bastante. Andamos um pouco pelas ruas e decidimos voltar para o hostel, pois ficamos ensopados e começamos a sentir frio também . Repetimos o feito do dia anterior e voltamos ao supermercado próximo ao hostel, compramos o nosso vinho e queijo e sentamos na área comum . Aos poucos nossos amigos do dia anterior foram chegando também e dessa vez eles trouxeram algumas coisas para comermos e bebermos juntos O saldo do dia foi excelente. Conhecemos lugares maravilhosos e gastamos muito pouco, apenas com alimentação, pois tínhamos o PMP e o card do metrô. Vocês devem ter reparado que todos os dias fomos dormir cerdo e acordamos cedo. O nosso objetivo não era sair a noite mesmo. Nós somos bem tranquilos e até em nosso dia-a-dia saímos muito pouco para baladas. Sempre sonhamos em conhecer a Europa, isso sempre se restringiu aos monumentos e museus e não queríamos perder parte desses dias de ressaca ou cansados pelas noites anteriores. Isso não quer dizer que não tomamos nossas cervejinhas e vinhos do jeitinho que a gente gosta - em um lugar tranquilo e na maioria da vezes curtindo a paisagem que sempre sonhamos. No dia seguinte, aí já estávamos no nosso 24º dia de viagem, saímos do nosso hostel e fomos até o Les Invalides. Mas primeiro, nós passamos no supermercado e compramos nosso almoço do dia por 4 euros, duas baguetes gigantes, suco e água. Fomos até a estação de metrô e fomos ao local especificado para o museu. Gostei bastante, amo a história das Guerras e curti bastante a atração. Seguem algumas fotos: Eu tinha visto no Programa "Vai pra Onde?", , que existe um passeio aos domingos a tarde de patins que você passa pelos principais pontos turísticos da cidade. Acessei o link http://www.rollers-coquillages.org/ e chegamos ao local de encontro um pouco antes do inicio para podermos alugar os patins. Pagamos 16 euros pelo aluguel dos dois patins e equipamentos de segurança. Quando estava tudo pronto para a largada, o Túlio me disse quase caindo que não sabia anda direito . Gente, eu tava tão empolgada, que eu nem conferi com ele se ele sabia andar e ele com receio de estragar minha empolgação não disse nada . Quando começou o passeio, ele não conseguia parar em pé . No fim da rua, um dos intrutores disse que ele não conseguiria acompanhar e pediu para ele treinar em uma pracinha . Tá bom, não iria sem ele e abortamos a ideia, hehehe, tudo em nome do amor . Comemos nosso lanche e fomos andando até a Torre Eiffel e foi maravilhoso. As vezes nos fixamos tanto no monumento que esquecemos de prestar atenção na paisagem. Gente, andar com uma paisagem linda, Torre Eiffeil ao fundo e ao lado do Rio Sena, realmente não tem preço Entramos na fila para comprar os ingressos e esperamos cerca de 1 hora. Essa foi a única fila grande que pegamos, mas valeu cada minuto de espera Pagamos o valor de 28 euros para nos dois e subimos até o topo.Existe a possibilidade de ir até o segundo andar, onde a vista é bonita e mais barata. Mas eu não atravessei o oceano para economizar em atrações, ehehehe, ainda mais na torre Eiffel. Eu até economizo em hospedagem e também em alimentação, mas nas atrações eu não abro mão, e paguei o valor integral para irmos até o topo. Nesse dia retornarmos mais cedo ao hostel porque tínhamos fechado um passeio a noite de bike por Paris. Esse com certeza foi um dos pontos altos da nossa viagem . Li uma reportagem sobre o passeio no conexão Paris e pagamos 49 euros por pessoa. Eu sei, é meio carinho, mas valeu muito a pena. O passeio foi incrível! Fechei com a Fernanda através do e-mail [email protected] Foram 3 horas de passeio pelos principais pontos turísticos da cidade e a meia noite fizemos um brinde em frente a Torre Eiffel e o champagne estava incluso no valor . Começou às 22 horas e terminou por volta da 1 hora e os guias nos ajudaram a pegar um táxi até o hostel. Gostei muito mesmo. Os guias foram muito atenciosos e todas as pessoas que fizeram o tour eram brasileiros, inclusive os guias.
  3. Obrigada, Be_diniz! Eu queria muito ter ido a Stonehenge, mas não deu tempo. Está na minha lista para a próxima viagem!
  4. No dia seguinte, acordamos cedinho e fomos correndo até a Abbey Road. Tínhamos planejado fazer essa visita antes, mas o ponto é bem distante dos demais locais que queríamos visitar. A Estação é St. John's Wood e a gravadora fica bem perto. Assim que se sai do metrô tem um mapa da região e fica fácil localizar a gravadora ali. Estávamos com um pouco de pressa porque o nosso vôo para Amsterdã era às 16:20 hs e tínhamos que retornar ao hostel até no máximo 12 hs. Ir e voltar foi muito rápido. O que demorou de fato foi tirar foto do Túlio atravessando a rua igual na capa do disco dos Beatles . Gente, não para de passar carro e quando o fluxo diminui as pessoas correm de um lado para o outro, estragando as fotos de todos. Então vai a dica: em frente a faixa tem um monumento, como se fosse uma estátua, a pessoa que for tirar a foto tem que tirar de lá e travar o dedo para que sejam tiradas várias fotos. Depois de uns 40 minutos, acertei a mão e conseguimos uma aceitável Depois fomos diretamente para o hostel para fazer o check out. Pegamos as nossas coisas e fomos para a Estação Victoria, a mesma que utilizamos para irmos a Cardiff. Lá, compramos a passagem para irmos ao Aeroporto de Luton. Eu já sabia que a National Express fazia esse percurso e saía da Estação Victoria - são em média 70 saídas diárias, sendo que durante a noite há ônibus a cada 30 minutos e a cada 10-20 min durante o dia. A passagem custou £7,00 por pessoa e demorou cerca de 1 hora para chegarmos ao Aeroporto. Porém, calculamos mal o tempo e chegamos no aeroporto em cima da hora. Tivemos que correr um pouquinho, mas deu tudo certo. Assim que chegamos em Amsterdã tivemos que passar pela migração novamente. E segue uma informação que me confundiu um pouco no início. Quando se chega na União Européia, você só precisa passar pelo controle uma vez, exceto no Reino Unido. Lá você sempre vai passar pela migração. Para quem tem passaporte Europeu é muito rápido. Eles têm uma fila diferenciada e a pessoa só precisa mostrar o passaporte. Para os meros mortais como nós, precisamos entrar em uma fila bem maior e conversamos com os VISA's. Por isso, quando chegamos em Londres, passamos pela migração do Reino Unido e quando chegamos em Amsterdã passamos pela migração da União Européia. Depois disso, nosso acesso foi livre aos demais países da Europa. O Visa de Amsterdã foi muito mais tranquilo do que o de Londres e nos fez pouquíssimas perguntas. Logo estávamos liberados, pegamos nossas coisas e fomos para o hostel. Eu já havia pesquisado que o aeroporto fica mais distante da cidade. Dessa forma, me programei para pegarmos um trem até a Estação Central de Amsterdã. Compramos o tíquete em uma máquina e foi super fácil. Digitamos que queríamos ir até a estação central e inserimos o cartão de crédito. Eu sei que pagamos IOF, mas o valor era baixo e era muito mais rápido. Pagamos €8 para nós dois e demorou um pouco mais de 15 minutos para chegarmos ao nosso destino. Ao sairmos da estação fomos a parada do Tram - meio de transporte super comum na cidade, que fica bem em frente. Podíamos entrar no 2 ou 5, que são os que vão na Uptown. Descemos na parada Rijksmuseum e fomos andando até o hostel que fica ali pertinho. Escolhemos o FlyPig Uptown, que fica muito bem localizado. Gostei muito do hostel e lá encontrei algo muito diferente. Uma beliche de casal . Além disso, dentro do hostel tem um bar onde a galera é super legal. Gostamos tbm dos staffs que nos atenderam super bem. A única desvantagem é que ficamos em um quarto no 4º andar e escada é muito inclinada. Por isso, fazíamos o possível para descer ou subir só quando fosse muito necessário. Gente, toda vez que eu subia, chegava no quarto com o coração na boca Chegamos no hostel por volta das 19 hs e como anoitecia por volta das 22 hs, aproveitamos para dar uma voltinha. Sentamos em um bar perto do hostel e tomamos uma cerveja bem gelada para aproveitamos a noite. Depois fomos dormir. Acordamos no dia seguinte bem cedo porque só tínhamos dois dias para aproveitar Amsterdã. Eu já havia comprado o ingresso para a Heineken Experience( 16 euros por pessoa) e um passeio pelos canais de Amsterdã (13 euros por pessoa) pela Blue Boat Company. Assim que saímos do hostel demos uma volta na região, fomos a placa do I am Amsterdã, fizemos o passeio o passeio de barco que durou 75 minutos e nos dirigimos a Zaance Schans, cidade próxima onde são fabricados os famosos tamancos de madeira. Para chegamos lá nos dirigimos a estação central e na máquina de tíquetes compramos dois até à paragem de Koog-Zaandijk, a mais próxima a Zaanse Schans. A viagem durou 20 minutos. Descemos na estação e fomos andando pela cidade. Tem um mapa assim que você desce na estação dos principais lugares para serem visitados. O nosso primeiro ponto foi a fábrica de tamancos de madeira, onde eles explicam um pouco da tradição holandesa. Fomos também a um moinho, cruzamos o principal canal da cidade em um barco, comemos umas salsichas tradicionais e voltamos para Amsterdã. Para quem tiver interesse, dá pra visitar a cidade em meio período. Fizemos tudo com calma e conseguimos retornar a tempo de pegar o último horário da visita na Heineken Experience. Gente, recomendo muito. Foi um dos melhores tours que fizemos Depois que saímos da Heineken, lanchamos em um lugar bem legal. É pertinho, mas infelizmente não lembro o nome. Tem uma vitrine para você escolher o lanche que você quer, depois de escolhido, basta colocar a moedinha e a vitrine se abre. De lá fomos andando em busca da Red Light, hehehe. Ficamos um pouco perdidos e decidimos seguir o fluxo, hehehe, escolha acertada, todos estavam indo pra lá mesmo . O que eu tenho a dizer em relação a Red Light? Exatamente o que dizem. São várias mulheres de lingerie na vitrine que chamam os clientes. Quando alguém diz ok, elas abrem a vitrine, negociam, fecham a cortina e depois retornam a vitrine normalmente. Isso mesmo, gente, sem banho Na região também existe cinemas e teatro ao vivo com sexo explícito. Demos uma volta por lá e fomos em direção ao hostel, isso tudo caminhando. Paramos para comer um combo no burguer king ( 3 euros o Whopper) e tomamos uma cervejinha antes de voltar para o hostel (5 euros uma paint) Vários amigos já me perguntaram se eu fui no Museu do Van Gogh ou na casa de Anne Frank. Decidimos não ir porque já havíamos planejado de ir ao principais museus de Paris e já tínhamos ido nos principais museus de Londres. Eu sei que são diferentes, mas confesso que de todas as atrações, essas foram as que menos nos chamaram a atenção. No dia seguinte fomos andar pela cidade. Passamos no Volderpark, andamos tranquilamente entre as ruelas, compramos umas lembrancinhas e fomos a uma feira onde se vendia um pouco de tudo. Foi lá que comi o Haring . Gente, comi pra experimentar,mas acho que nunca mais viu? É ruim de verdade, hehehe. Depois ficamos deitados no Volderpark, lanchamos novamente no burguer king, que era muito perto e muito barato tbm, e fomos ao Hostel fazer um check out. Fomos para o aeroporto de trem, da mesmo forma como chegamos ao centro de Amsterdã. Primeiramente, fomos de tram até a estação central e depois de trem até o Aeroporto. De todos os países que visitamos, Amsterdã e Londres, sem dúvidas nenhuma, superaram as minhas expectativas. Voltaria a Amsterdã sem pensar duas vezes. Fiquei apaixonada! O nosso vôo para Praga era às 19 hs, mas atrasou bastante e só saímos de Amsterdã às 21 hs. Consequentemente, quando chegamos em Praga já havia escurecido (pois anoitecia por voltas das 22 hs) e estava tudo fechado no aeroporto, inclusive a casa de câmbio. Ficamos inicialmente preocupados porque não tínhamos nada em corona. Ao sairmos do aeroporto havia um ponto de ônibus e perguntamos a um guardinha se conseguiríamos chegar ao metrô de ônibus e ele disse que sim. Assim que o ônibus chegou, explicamos para o trocador que não tínhamos coronas e ele disse era gratuito . O ônibus nos deixou em frente ao Metrô e estava tudo fechado também. Nesse caso arriscamos, porque não tinha nenhum lugar para comprar o tíquete. Fui rezando até a estação Malostranska para que não aparecesse nenhum fiscal. Depois descobrimos que após às 22 hs não tem mais fiscal, hehehe. Ao descermos na estação, ficamos um pouco perdidos e fomos pedir informação a um casal. Já havíamos ouvido que a população de Praga não gostava e não costumava falar em inglês, mas não encontramos dificuldades em nos comunicar nos locais que fomos. Andamos em torno de 5 minutos e logo chegamos no hostel. Ficarmos no Little Quarter, que fica muito bem localizado e a estrutura é ótima. Coloquei mais detalhes no início do relato. Fomos direto tomar um banho e deitar porque estávamos muito cansados. No dia seguinte, acordamos por volta das 7:30 hs e fomos tomar café. Parecia que o Brasil tinha dominado o Hostel, pois 80% do povo que estava na sala do café era brasileiro . Ficamos conversando um pouquinho e saímos em direção ao Convento di Loreto. Antes trocamos algumas coronas, cotação de 1 euro por 9,50 euros. Eu achei o povo de lá muito capitalista, pois se paga um valor para entrar nas atrações e se quisermos tirar foto temos que pagar um valor a mais. Achei um absurdo isso! O convento é legalzinho, mas não achei nada demais. Depois fomos direto ao Castelo de Praga - A entrada é gratuita, mas para você entrar nos principais pontos, você paga um valor. Vale muito a pena a visita! A catedral de St Vito que fica lá dentro é linda. Demoramos cerca de 3 horas para visitar tudo com calma. No Castelo mesmo eles vendem o vinho quente com Trdelník, que é uma delícia, parece bolinho de chuva em formato de pão, heehehe. Ao sairmos de lá, comemos no starbucks e fomos a Chares Bridge. Achei um máximo, pois tem muitos músicos tentando mostrar sua arte. Um lado ruim é que tinha muita gente pedindo dinheiro. Foi um dos países em que mais vimos pedintes . Seguem algumas fotos: Em relação a locomoção, fizemos tudo a pé. Não precisamos pegar metrô pra nada, exceto para ir e voltar do aeroporto. Fomos a Capela do Menino Jesus de Praga, que tem uma imagem de Nossa Senhora Aparecida, e pelo tripadvisor, vimos que tinha um museu ali pertinho do exército russo. Fomos lá ver o que tinha de bom e nos surpreendemos. Foi o melhor passeio que fizemos lá. O Dono é um russo muito louco que tem várias peças do KGB - bandeiras do Lenin, armas, uniforme e vídeos da época. Não dei nada pela entrada, que mais parece uma lojinha, mas foi sensacional. Ao sairmos de lá fomos direto ao Museu da cerveja. Para quem gosta, a cerveja em Praga é mais barata do que água. Para vocês terem uma idéia, quando convertemos, uma paint custa e média R$ 4,00. Gente, isso mesmo, reias! Comemos um sanduíche por lá mesmo e retornamos ao Hostel porque estávamos hiper cansados. A idéia era dormirmos cedo, mas tinha um cara no quarto que roncava muito alto e o jeito foi contar carneirinho, hehehe. No dia seguinte, tomamos café, fizemos o check out e deixamos nossas mochilas no hostel em uma armarinho que tinha ao lado da recepção. Saímos e fomos direto a Charles Bridge fazer um passeio de barco, que foi em torno de 400 coronas para mim e pra o Túlio. Achei bacana, pois vimos Praga de um ângulo diferente. Recomendo! Assim que vocês saírem da Ponte,vai ter um monte de gente oferecendo o passeio. Assim que saímos, fomos em busca do muro em homenagem aos Beatles. Já tinha lido por aqui que era muito difícil encontrar, mas não tivemos dificuldade. Fomos pelo mapa do celular e chegamos sem problema. Tiramos algumas fotos, assinamos o muro e fomos tomar uma cervejinha, again , na beirada do rio. Nosso vôo para Paris era às 21 hs, então conseguimos aproveitar bastante a tarde. Pegamos nossas coisas por voltas das 17:30 hs e fizemos o caminho inverso da chegada. Fomos ao metrô e paramos na estação do aeroporto. Nosso vôo dessa vez saiu conforme programamos.
  5. E, Dayane! Parabéns pelo relato! Ficou ótimo! Você conseguiu se locomover bem de ônibus ou você acredita que é melhor alugar um carro? Obrigada!
  6. Dia 4 - O quarto dia seria o último dia antes de irmos para Cardiff, cidade na qual estudaríamos inglês nas próximas duas semanas. Reservei esse dia para vermos a troca da guarda. Eu sei, a maioria das pessoas dizem que não vale a pena, mas eu sou daquelas que precisa ver e dizer: ‘não vale a pena!”. No fim das contas cheguei a esse conclusão. Estava lotado, vi muito pouco e não entendi quase nada. Enfim, acordamos cedo, por volta das 7 horas, tomamos café e fomos direto para o metrô. Descemos na Estação St. Jame's Park e seguimos o fluxo. Ficamos umas 2 horas em pé, mas, estava cheio desde o momento que chegamos até a hora que fomos embora. Quem, assim como eu, quiser ir deve acompanhe os dias da troca. No mês de maio e junho a troca acontece todos os dias para o público ver. Segue o link onde fique sabendo um pouco mais sobre o evento: http://www.londresparaprincipiantes.com/troca-da-guarda-onde-quando-como/ Depois da troca, fomos diretamente para o hostel pegar nossas mochilas para irmos para a rodoviária. O nosso ônibus para Cardiff era em torno das 15 hs. Já tínhamos comprado as passagens no site da National Express antes de sair do Brasil. Pagamos 9,00 libras apenas e tivemos que trocar no guichê da empresa. Segue o link para quem tiver interesse: http://www.nationalexpress.com/home.aspx O nosso ônibus saiu da Victoria Coach Station, que fica bem próximo ao hostel onde estávamos. Fomos a pé mesmo e caminhamos em torno de 20 minutos. Confesso que pelo mapa parecia bem mais perto e com o peso das nossas mochilas parecia que não íamos chegar nunca , mas chegamos vivos. A estação é gigantesca. Os ônibus que vão para Cardiff, saem no fundo da estação e andamos bastante para chegarmos lá. Gentee, aqui fica um ponto que para nós brasileiros é muito estranho. O motorista abre o bagageiro e todo mundo coloca sua mala lá. Ele não faz o controle e nem nos entrega um canhoto como aqui. Juro que fiquei muito preocupada no início e não parava de pensar que alguém pudesse levar a minha mala, mesmo que por engano. Mas isso não aconteceu. Todos colocam sua mala no bagageiro, não se preocupam e quando vão embora pegam os seus pertences, sem nenhuma conferência. A viagem demorou um pouco mais que 3 horas. A estrada é ótima! Três pistas, sem nenhum buraco, como já era de se esperar, hehehe. A paisagem é maravilhosa!!!!! Cheia de ovelhas no campo, como em filme mesmo. O ônibus é muito confortável, novo e alguns ofereciam wifi. Em relação à hospedagem, fechamos com a escola e escolhemos casa de família. Foi a melhor escolha que fizemos, pois a estrutura era ótima, perto da escola e conversamos muito com a família em que ficamos hospedados. Para vocês entenderem, a escola tem uma parceria com as famílias da região e ficamos na casa de uma senhora que era viúva (Angela) e tinha 2 filhos, mas ambos já estavam na faculdade e não moravam mais com ela. Durante uma semana, uma filha estava de férias da faculdade e ficou conosco na casa. Quando fechei com a escola (CELT) e escolhi a hospedagem, pedi preferencialmente que ficássemos na mesma casa, visto que era um casal. Em menos de 1 semana eles nos responderam e disseram que tinha conseguido uma família com estrutura para nós dois. Bom, a Angela foi nos buscar na última parada do ônibus em Cardiff, que fica na rua mesmo. Ela nos apresentou a casa, conversou conosco e nos avisou que o jantar sairia às 19 hs. Logo em seguida ela nos chamou e nosso jantar já estava servido. Achei bem diferente, porque lá eles que servem nosso prato e já colocam na mesa. Nós não vimos às panelas em momento nenhum. Ela conversou bastante com a gente, pois ficou super interessada no Brasil. Só fomos para cama por volta das 22 hs, quando acabamos de jantar e conversar. Ela combinou o horário do café conosco para não chegarmos atrasados no primeiro dia de aula. Ela é uma gracinha!! Tomamos café às 8: 20 hs e ela nos deu carona até a escola. Neste primeiro dia fizemos uma prova de nivelamento e fomos para uma turma de intermediário/avançado. Fomos apresentados aos professores e aos funcionários também. Nossa rotina ficou da seguinte forma: acordávamos às 7:50 hs, tomávamos café e saíamos de casa às 8:30 hs. Nossa aula começava às 9 hs, almoçavamos às 12:30. Retornávamos às 13:30 hs e tínhamos aula até às 17 hs novamente. Isso de segunda a quinta e na sexta só tínhamos aula no período da manhã. Vou deixar o link da escola para quem tiver interesse. Recomendo muito mesmo: http://www.celt.co.uk/index.php/courses/english-courses-available-at-celt Nós somos apaixonados por cerveja e Cardiff é a terra da Brains. Genteee, todos os dias íamos para um pub perto da escola com os nosso amigos – 2 eram do Casaquistão e 1 da República Tcheca, para tomar uma cerveja diferente. Pagávamos em torno de 3 libras por paint. Ficávamos até a hora do jantar (19 hs) e íamos para casa. Essa foi a nossa rotina em Cardiff! A cidade tem alguns pontos turísticos bem legais para serem visitados. Recomendo o Castelo de Cardiff, que fica bem no meio da cidade, e também Cardiff Bay. Fomos ao Castelo de Cardiff em uma sexta à tarde e foi o suficiente para visitarmos o castelo com calma. Pagamos em torno de £ 10,00 a entrada. O Castelo é reformado devido as guerras. Seguem algumas fotos: Dia 10 – Liverpool: Gentee, esse era um dos dias mais esperados por mim. Eu sempre quis conhecer Liverpool e também amooooo os Beatles. Quem ficou responsável por planejar esse dia foi o Túlio, pois ele, assim como eu estava ansioso para conhecer a cidade. Compramos as passagens de trem pela Arriva Train Wales e custou £ 36,00 para cada um. Saímos às 7:50 hs da estação de Cardiff e chegamos na cidade às 11:10 hs. Cometemos nesse dia um erro clássico. Achamos que um dia seria suficiente, mas não foi. Corremos muito e queríamos ter ficado, mas já tínhamos comprado um outro passeio para o dia seguinte. Bom, ficou a lição! Começamos com um tour pela Magical Mystery Tour e pagamos £ 15,00 por pessoa. Neste passeio fomos aos principais pontos turísticos relacionados aos Beatles –Strawberry Fields, na Penny Lane, na barbearia e passamos em frente a antiga casa de todos eles. Enquanto estávamos no ônibus, tocavam as músicas e o guia explicava a origem de cada uma delas. Recebemos no final do tour um ingresso para irmos ao Cavern Club. Além desse passeio, existe um outro muito concorrido oferecido pela National Trust (http://www.nationaltrust.org.uk/), onde é possível fazer uma visita guiada na casa do John Lenon e Paul McCartney. É caro, sabemos, mas valeu cada centavo. Pagamos £ 20,00 por pessoa. Mas nada que um fã satisfeito, hehehe. As casas foram doadas para a cidade de Liverpool e mantidas conforme eles deixaram. Não pudemos tirar fotos dentro da casa, apenas fora, e nossas coisas ficaram separadas em um quartinho, onde não tivemos acesso. O passeio durou em torno de 2:30m e saímos do Speke Hall. Para chegarmos lá fomos de taxi, pois fica em um local mais afastado. Gentee, pra quem gosta mesmo dos Beatles, não dá pra perder de forma nenhuma, mas é preciso comprar com antecedência, pois é muito concorrido. Compramos o nosso no dia 11 de março e fizemos o passeio no dia 10 de maio. Saímos muito atrasados nesse passeio, porque ele durou quase três horas, hehehe. O guia nos deu uma carona até o Cavern Club, conhecemos muito rapidamente e ficou aquela vontade imensa de ficar. Mas, tivemos que sair correndo para pegar o trem que saia às 19 hs. Nesse dia, comemos alguns biscoitos que tínhamos levado na mochila apenas, porque não tivemos tempo de comer calmamente. Por isso, disse que planejamos errado. Foi muito corrido e ficamos com uma imensa vontade de conhecer Liverpool de verdade. Vamos ter que voltar, hehehe. No dia seguinte, domingo, fomos a Caerphilly. Esse passeio foi indicado pelas pessoas de Cardiff mesmo. Um dos nossos professores, disse que eramos obrigados a ir lá, hehehe. Aceitamos a recomendação e compramos a passagem de trem no dia que fomos a Liverpool para garantirmos o horário. Eu não me recordo ao certo o valor da passagem, mas acredito que tenha sido em torno de £ 6,00 por pessoa e a viagem durou em torno de 40 minutos. É bem próximo e o Castelo Caerphilly fica no centro da cidade. É um dos maiores castelos do mundo e este, diferentemente do de Cardiff, não foi modificado. Fomos almoçar em um restaurante ao lado do Caerphilly. Fica bem pertinho mesmo, mas não me recordo o nome. Pagamos 17 libras em dois fish and chips e 3 paints. Estava tudo uma delícia. Demos uma volta pela cidade, que é bem pequena, e retornamos a Cardiff. Dias 12, 13, 14 e 15: Nos dias subsequentes tivemos aula e não conseguimos fazer muita coisa. Apenas passear pelas lojinhas da região, ir ao shopping e pubs que ficavam perto da escola. No dia 16 fomos à aula pela manhã, curtimos um pub no período da tarde com os amigos e nos despedimos . Já havíamos comprado a passagem de volta para Londres pela National Express. Saímos às 18 hs e chegamos em Londres às 21:15 hs na Estação Victoria. Entramos na fila para recarregar o Oyster Card e pagamos o valor referente há dois dias. Não me lembro exatamente o valor, mas foi em torno de £ 5,00 o dia para cada um, lembrando que esse valor abrangia até a região 4. Passamos no supermercado para comprar um lanchinho e depois fomos para o hostel, o mesmo que havíamos ficado na primeira estadia, Astor Victoria. Como já tinha comentado, o hostel fica em local de fácil acesso e perto do metrô. No dia seguinte fomos fazer uma criança feliz, hehehhe Eu amoooo Harry Potter e assim que fiquei sabendo que existia um tour pelo estúdio da Warner comprei o ingresso. Pagamos £ 28,00 em cada ingresso e valeu cada centavo. Peguei todas as informações que eu precisava no próprio site do tour, que é http://www.wbstudiotour.co.uk/. Pegamos o metrô por volta das 8 da manhã em direção à estação Watford Juction. Todos os percursos que fizemos pelo metrô foram simples. Quando se entra em qualquer estação, tem um mapa gigante com todas as rotas. Esse foi o único dia que fiquei um pouco confusa, porque é necessário fazer uma baldeação e pegar um trem . Além disso, tivemos que creditar um valor em nosso oyster card posteriormente, porque saímos da região 4 e para outras regiões o valor descontado é maior. Quando li no site da Warner, eles afirmaram que em frente à estação teria um ônibus com o valor simbólico que nos levaria até o estúdio (2 libras). Porém, quando sai da estação não vi nada e tive que perguntar para várias pessoas. Então vai a dica: quando você sair da estação, você tem que ir para a esquerda e uns 100 metros dali tem um ponto de ônibus, onde param os ônibus do estúdio. Gente, é impossível não reconhecer o ônibus. É de 2 andares e tem uma desenho gigante do Harry Potter. Chegando ao estúdio, troquei nossos comprovantes de pagamento por ingressos. Foi muito tranquilo. Lá dentro tem um Starbucks, então se não der tempo de tomar café, você pode comer lá. Para quem é criança, eles entregam um passaporte com os principais pontos do estúdio e no ponto da visita tem um carimbo para elas se divertirem e marcarem o passaporte . Pena que é só pra criança! Eu fui toda feliz pegar e a moça disse: “Only children” . Sai reclamando horrores. Seguem algumas fotos: Dicas: dentro do estúdio eles têm um local que vende cerveja amanteigada, c Como no filme. É um pouco caro ( £ 6,00) e não é muito bom. Existe também uma lojinha que vende os produtos do Harry Potter. Não é barato, mas é difícil sair sem levar nada. Para vocês terem uma ideia, uma camisa custa em média £ 25,00. Comprei uma taça do torneio tribruxo e paguei £ 10,00. Nosso tour demorou cerca de 4 horas mais ou menos. Quando saímos, esperamos o ônibus que nos levou novamente a estação de trem. Fizemos a baldeação e fomos para a Oxford Street. O trajeto dura em torno de 1 hora. Passeamos bastante, compramos algumas lembrancinhas, como chaveiros, shoots e canecas, que nos custou £ 9,00. Lanchamos no caminho em um barraquinha de Waffle e fomos ao Natural Museum, que tinha a entrada gratuita. Para quem vai com criança é um passeio super interessante. Eles reconstruíram os ambientes das eras na terra e construíram robôs como os dinossauros para simularem como eles viviam. Além disso, existem também simuladores, maquetes e estátuas de animais. Achei muito bacana! Pena que chegamos tarde e só conseguimos ficar uma hora, pois o museu fechou às 17:50. Segue o site do Museu: http://www.nhm.ac.uk/ Fomos para o hostel descansar porque estávamos exaustos e ficamos até tarde conversando com uns coreanos que estavam no mesmo quarto que nós.
  7. Dia 2 No nosso segundo dia em Londres fomos visitar a Tower Brigde e a Torre de Londres. Quando montei o planejamento da viagem, fiz uma planilha com os locais que queríamos visitar e agrupei-os em região, colocando em destaque o valor cobrado em cada entrada. Essa organização nos ajudou muito a não perder tempo em deslocamentos e também a economizar.Foi através dessa planilha que decidimos comprar a Oyster Card ao invés do London Pass. Bom, voltando a Tower Brigde, acordamos por volta das 7 horas nesse dia, tomamos café da manhã no hostel e fomos diretamente para o metrô. Galera, o sistema do metrô é muito simples. Você consegue ir a todos os lugares de Londres. Ele é dividido em 9 regiões e conseguimos distinguir as linhas por cores. Não tivemos dificuldade em nos deslocar na cidade. Chegamos à estação Tower Hill, a mais próxima da Tower Brigde, e fomos direto para o Starbucks - Esse foi o meu maior VÍCIO na viagem. Andamos pelas calçadas torcendo que passasse algum barquinho por ali para vermos a mesma se abrir, mas não tivemos essa sorte. Li vários relatos dizendo que não valia a pena gastar tanto tempo na Tower Brigde e decidirmos ir direto para a Torre de Londres. O dia estava lindo! Céu azul, temperatura razoável e várias pessoas nas ruas falando idiomas completamente diferentes. Realmente é uma cidade cosmopolita! Entramos em uma fila razoável para comprar os ingressos, mas demorou no máximo 15 minutos para começarmos a visitar a Torre e pagamos 18 libras por ingresso. Vale muito o passeio porque foi ali que Londres de fato começou. É uma aula de história. Neste dia tinham vários atores interpretando como se vivesse na época em que as pessoas viviam na Torre de Londres: Ficamos em torno de 4 horas na torre e saímos de lá famintos. Foi nesse dia que pela primeira vez comi o famoso fish and chips. Adoreeeiii. Compramos ao lado da torre e pagamos £ 8,00 por prato e já estava incluso o refrigerante. Não achei caro e estava muito bom. Foi o melhor que comi na viagem toda. Depois fomos andar sem rumo por Londres. Um detalhe importante. Como passamos bem próximo a St Paul, sugeri ao Túlio que subíssemos na cúpula pois dizem que a passagem é linda. Chegando lá, quebrei a cara. Só era permitida a entrada na cúpula até às 16 hs e já era 16:15 hs. Para não perdermos a viagem, visitamos a Cathedral. A entrada é gratuita e ela é bem bonita. Diferente do que costumamos ver aqui no Brasil. Como perdemos a viagem, fomos em direção a estação Oxford Street para visitar o Madame Tussauds.Já havíamos comprado o ingresso pela internet em um combo, Madame Tussauds e London Eye. O ingresso do museu de cera ficou em aberto para usarmos até junho. Acho que valeu muito a pena porque adorei as duas atrações. Senti que eu era uma criança novamente. Foi muito divertido visitar o museu. Algo que eu ainda não tinha lido, é que além dos personagens em cera, existe um carrinho, como se fosse uma montanha russa bem menor ou um trenzinho que nos leva para conhecer a história da fundadora do museu (Madame Tussauds) . Muito legal mesmo! Levamos em torno de 3 a 4 horas para visitar tudo com muita calma. Quando saimos, lanchamos em um Pizza Hut. Compramos uma pizza e duas cervejas por apenas 9 libras. Genteee, aconteceu algo no Pizza Hut que eu não acreditei. Pedimos duas cervejas e o garçom trouxe apenas uma com um copo. Achei que ele não tinha entendido e pedi uma outra cerveja, mas ele ficou super sério e pediu meu ID (passaporte). Eu sem entender, entreguei meu passaporte a ele, em seguida ele começou a rir quando viu a minha idade. Ele me respondeu que agora que ele sabia quantos anos eu tinha, ele podia trazer a minha cerveja Ele achou que eu era menor, acredita? Pagamos nossa conta e fomos para o hostel dormir! Antes disso, encontramos várias pessoas no nosso quarto conversando e fomos papear um pouquinho, hehehe. Galera, quem tem o intuito de praticar o inglês, recomendo muito ficar em um hostel. São várias pessoas do mundo inteiro e o único idioma que vocês teram em comum é o inglês mesmo. então, você vai ter que falar! DIa 3 No terceiro dia fomos ao British Museum. Gentee, foi o melhor museu que eu já visitei! Achei muito melhor que o Louvre. Eu amoooo história, principalmente Grega e Romana, e lá consegui ver peças dessa época. Mas preparem-se! O Museu é enorme. Cheguei no British Museum por volta das 9 hs e só saímos às 17 hs porque estávamos cansados. É muita informação! Tenho muita vontade de voltar com mais calma. De preferência, reservaria duas tardes da minha viagem só pra isso. Dentro do Museu existe um café com várias opções de lanchinhos. É um pouco mais caro, mas como eu já tinha comido os biscoitos da mochila, resolvi tomar um cafezinho e comer um bolinho de mirtilo que ficou em 4 libras. Quando saímos do Museu resolvemos andar sem destino. Passamos em algumas lojas de souvenir e voltamos na Primark porque ficamos impressionados com os valores das roupas por lá. Acabei não resistindo e comprei mais algumas roupinhas, hehehe. ::tchann::Para vocês terem ideia, comprei várias blusas de fio, daquelas fininhas que usamos por baixo do casaco por apenas £ 2,00. Terminamos no Hyde park, onde curtimos o por-do-dol às 21 hs com uma cerveja artezanal.
  8. Pessoal, sei que demorei muitooo para continuar escrevendo, mas estava uma correria por aqui. Vou tentar continuar o relato de onde parei. Uma das minhas maiores preocupações quando comprei as passagens foi em relação a entrada por Londres. Várias pessoas já haviam escrito por aqui sobre a rigidez dos Visa’s no momento que entramos no país. Primeiramente, eu e o Túlio entramos em uma fila enorme para apresentarmos as nossas identificações e o cara que nos atendeu implicou com a gente. Ficamos super nervosos! Ele nos questionou por quantos dias iríamos ficar e para que estávamos indo a Londres. Explicamos que iríamos estudar inglês e que nossa intenção era posteriormente fazer um tour pela Europa. Só que ele cismou com a nossa cara e começou a fazer mil perguntas. Nesse momento eu pensei: “ caramba esse cara não vai deixar a gente passar!” . Ele chegou a dizer que um mês era muito pouco tempo para estudarmos e explicamos que a intenção era só aprimorar. Eu nunca tinha saído do país antes e sempre achei que nosso inglês era fraco, mas neste momento eu vi que quando precisamos conseguimos nos virar muitoooooooo bem. A nossa sorte é que eu tinha comprado uma pasta, daquelas que possuem plásticos e usamos na escola quando crianças, só para organizar os nossos tíquetes e separei os comprovantes por países. Quando o VISA folheou e viu que tínhamos comprovantes de hostels e passagens, ele encerrou o assunto e carimbou nosso passaporte. Senti um alívio do tamanho do universo! Enfim, passado o susto, fomos buscar nossa bagagem. Só restava praticamente a nossa na esteira, rsrsr. Chegamos pelo Aeroporto Heathrow e fomos comprar o nosso Oyster Card. Já havia lido em vários locais sobre o sistema de metrô de Londres e como ficamos 5 dias, valeu muito a pena comprar esse cartão. Eu acompanhei a atualização dos valores por esse link: http://www.londresparaprincipiantes.com/precos-dos-transportes-para-2015/. Eles explicam detalhadamente o sistema de bilhetagem. Ao sair do Aeroporto, fomos para o nosso hostel que ficava na Estação Pimlico – coloquei maiores detalhes do hostel no post anterior. Como já era mais tarde, demos apenas uma volta na vizinhança. Encontramos um supermercado da rede Tesco e aproveitamos para comprar alguns biscoitos e retonarmos ao hostel para descansarmos. Neste momento fiquei muito impressionada com o poder de compra deles. Para nós o valor é aceitável, mas para quem ganha em libra é muito barato. Compramos 4 pacotes de biscoito grande (tipo Ruffles) e uma coca e pagamos cerca de £ 4,0. Como já estava bem próximo do verão, amanhecia por volta das 6 horas e o sol se punha em torno das 21hs. Por isso conseguimos aproveitar bastante o dia e chegamos no hostel com o sol se pondo. Dormimos cedo porque o outro dia seria agitadíssimo. DIA 2 – Londres Neste primeiro dia fizemos os passeios clássicos. Meu sonho era conhecer Londres, principalmente o Parlamento, e eu estava super ansiosa! Acordamos por volta das 7 horas, tomamos café da manhã – achei ótimo e já estava incluso no valor da diária do hostel, e fomos rumo ao Parlamento inglês. A estação era bem próxima do hostel, cerca de 200 metros, e descemos na estação Westminster. Fiquei impressionada com o tamanho da estrutura e tirei várias fotos! Eu já havia comprado algumas atrações pelo site da London Eye (https://www.londoneye.com/) . Paguei £ 60 nos ingressos da London Eye e Madame Tussauds para dois. É super fácil trocar também. Fui a bilheteria que fica em frente a London Eye, mesmo lado da calçada e troquei os ingressos. Aqui preciso abrir um parêntese. Já tinha lido que não precisávamos nos preocupar com roupas de frio no Brasil, pois existiam lojas super em conta lá, com preços muito mais justos. Resultado, levei UMA jaqueta de frio de verdade. Neste dia ventava bastante e tive que usá-la. Quando estava indo para a fila da London Eye, resolvi comprar um café pra esquentar. Pedi o maior copo que eles tinham e entrei na fila toda feliz. Na minha frente tinha um italiano que não parava de gesticular e juro que por 1 segundo eu pensei: e se ele me esbarrar? Bom, resolvi ignorar meu instinto de sobrevivência e, do nada, ele deu um passo pra trás e entornou o café na minha roupa inteirinha, inclusive no meu cabelo, que é gigante . Gente, fiquei fedendo a café durante todo o passeio e quando sai fui procurar uma loja da Primark para comprar uma roupa, pois era impossível ficar fedendo daquele jeito. Por isso, tivemos que voltar ao hostel para eu lavar meu cabelo, que estava fedendo muito, para depois continuarmos o nosso passeio. Apesar do contratempo, foi um dos melhores dias da viagem. Fizemos os passeios mais clássicos, mas que eu sonhava a bastante tempo. Seguem algumas fotos: Vista da London Eye: Comemos nesse dia em um Mc'donalds ao lado da Primark que ficava na Oxford Street e pagamos £ 6,00 nas duas promoções do Big Mac! Depois que tomei banho, continuamos caminhando meio que sem rumo e finalizamos o dia no National Gallery, onde ficam alguns quadros do Van Gogh! Lembrando que esse museu é completamente gratuito e vale super a pena visitar. Na volta, passamos no supermercado Tesco, ao lado do hostel, e compramos dois sanduíches com queijo e fomos descansar (média de 5 libras). Como dividimos o quarto com mais 6 pessoas, ficamos conversando com o gringos, a maior parte oriental, e depois fomos dormir.
  9. Ei, Maurinho! Desculpa pela demora, mas minha vida está uma correria. Os valores foram por dia e por pessoa. Você vai conseguir ir em Maio mesmo? Abs
  10. Ei, pessoal! Como grande parte dos contribuintes do mochileiros.com, utilizei muito esse site para tirar dúvidas e montar meu roteiro pela Europa. Por isso, vou escrever o relato para tentar ajudar os próximos viajantes a organizarem sua viagem por terras européias. Espero realmente conseguir ajudá-los. Bom, a minha idéia inicial era estudar inglês. Minha carreira exige um conhecimento da língua e eu sentia que os meus muitos anos de curso em escola no Brasil não foram suficientes para o entendimento e muito menos fluência no idioma. Por isso, decidi, junto com meu noivo, fazer um intercâmbio com o tempo reduzido. Nós precisávamos fazer o curso durante o nosso período de férias, ou seja, um mês. Nós tínhamos tbm o sonho de conhecer algumas cidades européias e como não vamos a Europa todos os dias, rsrrss, tentamos encaixar algumas viagens nos fins de semana. Depois de nosso imenso esforço em tentar montar um roteiro e nossa total falha no projeto, desistimos da correria e optamos pelo curso intensivo de inglês, aula durante o dia todo, em um período reduzido, 2 semanas. O curso intensivo durante 2 semana equivalia aproximadamente ao extensivo em 4 semanas. Assim, conseguiríamos visitar as cidades e fazer o curso de forma mais calma. Depois de muito conversamos, nosso roteiro ficou o seguinte 01 a 05/05 – Londres 06 a 09/05 – Cardiff 10/05 – Liverpool (bate e volta) 11/05 – Caerphilly 12 a 16/05 – Cardiff 17 a 18/05 – Londres 19 a 20/05 – Amsterdã 21 a 22/05 – Praga 23 a 26/05 – Paris 27/05 – Veneza 28/05 a 01/06 - Roma ESCOLA: um dos professores de inglês do meu noivo fazia constantemente excursões com seus alunos para uma escola no País de Gales, e melhor, somente esse professor levava seus alunos brasileiros, os demais alunos advinham de outros países. Esse ponto nos animou bastante! O nome da Escola é CELT e fica em Cardiff, capital do País de Gales. Na verdade a escola foi uma excelente escolha. Realmente só tínhamos nós de brasileiros e tivemos que nos virar mesmo no inglês. Mas o que nos surpreendeu muito foi à qualidade da escola. Os professores foram excelentes, atenciosos e super prestativos, a estrutura foi muito boa e o homestay reservado pela escola foi perfeito, não tinha como ser melhor. Fizemos as reserva da hospedagem e do curso diretamente com a escola. Tirei todas as minhas dúvidas por e-mail e fui prontamente atendida. Recomendamos muito a escola!!! VÔO: compramos as passagens pela TAP no mês de dezembro e conseguimos um valor bem razoável. Pagamos R$ 2500,00 ida e volta, sendo que entramos por Londres e saímos por Roma. Caso comprássemos entrada e saída por Londres sairia a R$ 2100,00, mas preferimos sair por Roma para evitarmos o desgaste de retornarmos a Londres e porque teríamos que comprar uma outra passagem interna, e no fim das contas o valor seria bem similar. A programação ficou da seguinte forma: 30/04 - Rio -> Lisboa -> Londres ( escala de apenas 2 horas) 30/05 – Roma -> Lisboa -> Rio Tivemos nosso primeiro problema com a TAP nas vésperas da viagem. Na mesma semana que iríamos viajar, recebi uma ligação da empresa avisando que eles não possuíam mais a disponibilidade para nos embarcar no vôo de volta que tínhamos escolhido. Ele no deram duas opções, ou embarcávamos no mesmo dia, 30 de maio, às 10 hs, ou dia 01 de junho às 19:25, com um detalhe, só teríamos vôo Lisboa – Rio no dia 02 às 9 hs. Acabamos optando pela segunda sugestão porque estávamos com nossa programação fechada para Roma. Já havíamos comprado o Roma Pass para esse dia e perderíamos a atração principal (Coliseum) se voltássemos no dia 30 na parte da manhã. Na verdade, quando estamos descansados e super animados para uma viagem dessa, doze horas em um aeroporto e um detalhe insignificante, rsrsrsr. Fechamos as passagens de volta para dia 01, cientes que chegaríamos ao Brasil apenas no dia 02 à noite. Na ida adoramos os serviços da TAP. Nosso vôo foi às 23 hs. Assim que entramos no avião, jantamos – estava tudo uma delícia, e depois eles diminuíram as luzes para que pudéssemos dormir. Apaguei e quando acordei faltava apenas 3 horas para chegarmos a Lisboa. EU realmente tenho essas facilidades para dormir, durmo em qualquer lugar mesmo, rsrsrsr. Quando chegamos a Lisboa aguardamos mais 2 horas para escala e nosso vôo para Londres teve um pequeno atraso de 20 minutos. Já na volta, tive meus receios. Primeiramente a TAP fretou um avião para nos levar de Roma a Lisboa. O avião passou por muitas turbulências e tremeu o tempo todo. Sem contar que as aeromoças estavam muito mal preparadas para atendes os passageiros. Tive realmente um medinho de viajar com ele, todos estavam inseguros de alguma forma. Após passarmos doze horas no aeroporto de Lisboa e ter dormido bastante nos banquinhos do aeroporto, rsrsrs, fomos tomar café e descobrimos que não só os caixas eletrônicos de todo o aeroporto não funcionavam, mas nenhum empreendimento aceitava cartão porque os sistemas estavam fora do ar. Por isso, acumulei uma fome sem precedentes, hehehe. DICA: deixei sempre uns trocados para esses imprevistos. Só tínhamos libras e não conseguimos trocar em nenhum lugar para lanchar.  Quando embarquei em Lisboa, a refeição servida às 10 hs pela TAP foi pequena e não nos satisfez completamente, até porque já estávamos bastante tempo sem comer. Como se não bastasse, a TAP só serviu uma segunda refeição quando já havíamos chegado ao Brasil e faltava apenas 1:30 hs para pousarmos. Os passageiros estavam ficando aflitos também. Já se levantavam para pegarem lanches na mochila - quem tinha, rsrsrs, mão era o meu caso. Achei que nesse quesito na volta eles pecaram bastante. Como era diurno o voo, eles precisavam ter distribuído melhor os horários das refeições. Na ida, não vi problema algum, porque era madrugada e as pessoas estavam dormindo e faz completo sentido servir o jantar e o café da manhã. HOSPEDAGEM: em grande parte da viagem nos hospedamos em albergue, exceto em Cardiff - que ficamos em cada de família, e em Roma nos dois últimos dias - fomos para um hotel. Segue abaixo a listagem dos hostels que ficamos: - Londres: Astor Victoria: excelente hostel. Adoramos a estrutura e principalmente a localização. É bem perto da estação do metrô. As pessoas que conhecemos nesse hostel foram as mais receptivas. Realmente recomendamos. Os quartos são extremamente limpos, existi um locker para cada mochileiro embaixo de cada cama. Os banheiros também são limpos, os chuveiros são bons e o mais importante, a água é bem quentinha. Eles alugam toalhas, cadeados e possuem máquinas de lavar e secar, que nos foram bem úteis. Os recepcionistas são bem atenciosos e prestativos e o valor foi bem acessível também. Segue o link da página para quem tiver interesse: http://www.astorhostels.com/our-hostels/victoria/ Cometemos o deslize de não termos tirado fotos, mas as fotos que eles possuem no facebook do hostel são exatamente da estrutura que eles oferecem. Pagamos 19,00 libras para cada um em um quarto com 8 camas. - Amsterdã: The Flying Pig Up Town: gostamos bastante da estrutura e principalmente da localização do hostel, pois é perto dos principais pontos turísticos de Amsterdã. O diferencial desse hostel é o bar que existe no subsolo. As cervejas são bem baratas e o clima super animado. Optamos por uma cama de casal de beliche - nunca tínhamos visto! Os recepcionistas também foram super atenciosos e prestativos. Gostamos bastante! Pagamos 28 euros para cada um em um quarto com 8 pessoas. - Praga – Little Quartier: em relação à estrutura, esse foi o melhor hostel que ficamos. Os quartos são grandes e não existem beliches. Os armários são fora do quarto e ficam no corredor, o que facilita bastante arrumarmos nossas coisas sem incomodar os demais. O que não gostei muito foi do chuveiro. Na verdade é uma banheira que tem um chuveirinho adaptado, igual a esses que possuímos em nossa casa para criança tomar banho, sabe? Não gostei para lavar meu cabelo, é muito complicado ter que segurar a mangueirinha e lavar o cabelo ao mesmo tempo, rsrsrs. ãã2::'> Eles vendem o café da manhã separado, mais ou menos 330 coronas, o que correponde a R$ 3,30 pra gente. O café é ótimo e o preço tbm. O hostel fica em uma das principais ruas da cidade e não precisa pegar nenhum tipo de transporte se sua intenção é conhecer os principais pontos da cidade, como o Castelo de Praga, por exemplo. É super fácil ir andando! Pagamos 19 euros para cada um em um quarto com 6 pessoas. - Paris: Le Village Hostel: vimos sobre esse hostel no programa do Bruno de Lucca, Vai pra Onde?, e resolvemos arriscar. Dentro dos padrões o hostel é bom, mas esperava muito mais. O quarto que ficamos tem uma entrada separada da recepção, por isso, precisávamos entrar diretamente pela rua, o que nos deu uma sensação de insegurança. O quarto era bom, mas a porta do banheiro não fechava direito e como eu era a única mulher no quarto, o Túlio tinha que ficar vigiando enquanto eu tomava banho. Não gostei muito da localização, apesar de ser bem perto do metrô. O hostel fica próximo a Sacre Couer, uma região bem boêmia, e por isso, tinham muitos bêbados na rua. Além disso, era uma rua bem escura e suja. Não gostei muito desse quesito. O que realmente gostei foi da cordialidade dos recepcionistas, dois eram brasileiros, o que facilitou bastante. Sem contar que fizemos amizade com mais 4 outros hóspedes, que também eram brasileiros, de diferentes regiões. Juntávamos todas as noites para tomar vinho e conversar um pouco. Quando estávamos em Paris, ouvimos dizer muito bem de outro hostel chamado Christopher INN e, posteriormente, encontramos dois brasileiros que ficaram lá e gostaram bastante. Pagamos 25 euros para cada um em um quarto com 4 pessoas. - Veneza – Generator: apesar de ter ficado apenas uma noite, adoramos o hostel. A estrutura é maravilhosa. Tudo muito limpo e organizado. Eles também possuem um bar onde as pessoas ficam conversando a noite. Eles vendem o café da manhã, que também é muito bom! Quando decidimos ir a Veneza, mesmo que por um dia, achei o preço das hospedagens exorbitante. Foi quando li através dos mochileiros que ficar na Ilha Mestre é muito mais caro. Li algumas recomendações em relação ao Generator e pedi algumas informações por e-mail de como eu poderia chegar ao hostel e foi super simples. Pegamos um shuttle bus no aeroporto Marcolo e paramos exatamente em frente ao hostel, parada Giudecca. Pagamos 12 euros pelo transporte e demorou cerca de 1 hora. No dia seguinte pegamos outro shuttle bus até a ilha mestre e pagamos 7 euros. Só a ida até a ilha foi um espetáculo e valeu por um passeio de barco, pois durou uns 40 minutos. Pagamos 23 euros para cada um em um quarto com 7 pessoas. - Roma – Yellow: Quando fiz as reservas para o hostel, só tinha vaga para o quarto com 10 camas e como já havíamos ficado em outro hostel com 10 camas e tinha dado tudo certo, resolvi arriscar. Quando chegamos lá detestei o quarto. Era uma verdadeira zona, armários quebrados, janelas quebradas e gente para todos os lados. O pior de tudo é que o banheiro era um vestiário misto comum a todos no andar. Imagina um bando de gente passando de toalha para todos os lados. Definitivamente não gostei. No dia seguinte conversamos na recepção para ver se conseguíamos passar para um quarto menor e a recepcionista nos explicou que aquele quarto que tínhamos reservado era o mais simples. Ela conseguiu um quarto com apenas 6 pessoas e, principalmente, um banheiro privativo ao quarto o/, e nos encaminhou para lá após pagarmos a diferença. Porém, só tinha um detalhe, não havia mais quartos como aquele durante toda nossa estadia em Roma. Mas decidimos que depois resolveríamos esse outro pepino, rsrsr. Acomodados, fomos conhecer Roma. Pagamos 36 euros para cada um em um quarto com 6 pessoas. À noite verificamos o que tínhamos disponíveis de hostels na cidade e estava tudo LOTADO. Mas, achamos um hotel bem perto com um preço acessível, e como seriam apenas por dois dias, reservamos o hotel mesmo - Regio. Pagamos 220 euros por duas noites para casal. Eu sei, é caro, mas a outra alternativa seria voltar para o hostel com 10 pessoas no quarto e um banheiro para mil pessoas. Acredito que tenha sido uma escolha acertada, relaxamos mais e o hotel era ótimo. Em relação à localização, todos os dois eram bem perto da estação principal de metrô e trens de Roma. Foi muito fácil nos deslocarmos na cidade e não encontramos dificuldade nenhuma em nos localizar.
  11. Ei, Rafa, tudo jóia? Vou fazer uma viagem similar no mesmo período O meu roteiro ficou Londres, Cardiff, Liverpool, Londres, Amsterdã, Praga, Paris, Veneza e Roma. Em relação a hospedagem, optei pelo albergue em todas. Seguem os nomes: Londres - Astor Victoria Museum: recebi a indicação deste hostel por alguns conhecidos. Eles disseram que é bem limpo e agradável. O preço foi bacana e fica em uma boa localização. Amsterdã: Flying Pig Uptown: li bastante sobre esse hostel em alguns blogs e todos recomendaram. Bem perto do centro e preço acessível. Praga - Litte Quartier: Localização central e bem recomendado pelo booking.com. Li alguns depoimentos de pessoas que indicaram o hostel. Além disso, o preço foi acessível. Paris: Le Village Hostel: localizado na região de Montmatre, região boêmia de Paris. Optei por esse hostel por ter visto o Programa Vai pra onde do Bruno de Lucca que mostrou as instalações do local. Preço acessível e bem central. Tive algumas dúvidas e eles me responderam prontamente. Veneza: Generator Venice: foi a cidade que tive mais dificuldade para encontrar um hostel. Tudo é bem caro na Ilha Mestra e decidi por esse hostel, que fica em Giudecca, por ser mais barato. Depois vi algumas avaliações aqui pelo mochileiros.com. Como fiquei na dúvida em relação a distância da Praça de San Marco, mandei um e-mail para o hostel e eles me ofereceram várias alternativas rápidas e baratas para chegar até lá. Roma: The Yellow : indicação de um conhecido que amou o hostel. Bom preço e bem localizado. Optei por fazer quase todos os percursos pela easyjet. Quando comprei as passagens, o site estava na promoção e mesmo eu pagando um valor a mais pela bagagem de porão, valeu a pena. A média do valor dos vôos com a bagagem foi de 50 euros. O único trajeto que vou fazer de trem será Veneza - Roma. Decidi pelo trem por querer muito andar de trem na Itália e por ter lido várias recomendações aqui no blog de que a melhor forma de se locomover na Itália é de trem mesmo. Espero ter ajudado!!!
×
×
  • Criar Novo...