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i.s.a_b.e.l.l.a

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  1. Acabei de ver nas minhas anotações que foi R$100,00 por pessoa. Então saiu 4.000 rúpias no total, pois estávamos em dois. Era um carro normal, tipo táxi.
  2. Mc Leod Ganj Fica no noroeste da Índia, nos pés do Himalaia. Transporte: Fomos de Amritsar para Mc Leod de carro. Isso porque nos falaram que haviam muitos ônibus, mas quando olhamos para eles.... "simple bus" - eram ônibus muito velhos, ferrados, desconfortáveis. Perguntamos o preço do táxi e achamos que valia a pena (dava uns R$100,00 por 4h de viagem). Pedimos o carro pelo hotel Osahan. O motorista não falava inglês, então nos comunicamos por mímica, não tivemos problema. Ele quis parar para almoçar, ele comeu, nós não. Ao final da viagem, pediu o dinheiro do almoço (que era mega barato, então sem problemas... demos 100 rúpias a mais, além do combinado). Sobre a estrada: quando está mais perto de Mc Leod, e começa subir a montanha, a estrada é ultra mega perigosa. Muitas curvas, pista pequena, animais passando... um horror. Nem piscávamos de medo. Achamos que íamos morrer várias vezes. Quem tem medo de estrada, é bom tomar um dramin e dormir. Fica a dica. Hospedagem: ficamos na casa de uma família de refugiados tibetanos. Mc Leod fica na Índia, mas é mais Tibet do que Índia. Abriga os refugiados do Tibet, que fugiram da invasão chinesa, e têm recebido muitos tibetanos desde que o Dalai Lama se mudou para lá (na década de 50). Vimos no Lonely Planet que o Lha Social Work, uma instituição de trabalho social tinha esse programa de hospedagem em casas de família. Não foi barato, custou $20 dólares por dia, por pessoa, e você tem que ficar no mínimo uma semana. Topamos porque queríamos ajudar a causa (parte do dinheiro vai para a família, e outra parte para o Lha), e porque queríamos vivenciar a cultura tibetana. Ficamos na casa de uma mulher e sua filha de 15 anos (as outras duas filhas estudavam em New Delhi e o marido trabalhava nos EUA). Gostamos muito, muito mesmo da hospedagem. Casa simples, mas tinha o que precisávamos. No dia em que cheguei, quando me toquei que era inverno e que não teria aquecimento, percebi que seria difícil. Realmente, à noite fez temperatura negativa (não muito abaixo de zero, deve ter feito dois ou três graus negativos). Nos viramos com os cobertores que deram. Foi difícil. O banho também era de balde. Tomávamos a cada 2 dias, acompanhando os locais. Comemos super bem, a comida tibetana era muito boa. Não tinha Internet na casa e a do nosso celular indiano não estava pegando, Vodafone não funcionou lá. Recomendo essa experiência, de ficar em casa de família. Cidade: amamos muito Mc Leod, foi meu lugar preferido na Índia. Ironicamente, porque quase não tem indianos...rs. Realmente os tibetanos são mais fáceis de lidar. Eu andava com roupas ocidentais sem problemas, nada de olhares abusivos, tudo bem mais tranquilo. Parecia o paraíso perto do resto da Índia. Fomos no templo onde fica a casa do Dalai Lama, tudo muito simples, mas encantador. O budismo tibetano é muito interessante mesmo. Participamos voluntariamente das aulas de inglês no Lha, que são gratuitas. Ajudávamos os alunos a falar, fazendo perguntas, colocando questões. As aulas são abertas, todos os dias da semana às 16h. Foi muito gostoso estar com os jovens tibetanos. Eles me ensinaram bastante sobre o budismo e sobre o que estavam passando com a invasão chinesa. Emocionante. Mc Leod é um lugar que dá para passar meses.... ficamos 1 semana e saímos com dor no coração. Há vários passeios na natureza, caminhadas no Himalaia. Vimos muitos macacos, adoramos, mas a população não gosta deles. Roubam, as vezes atacam pessoas. É um lugar diferente de tudo que já tinha visto. Ah, aqui a água é ok, porque vem do himalaia, dá para escovar os dentes direto na torneira. Mas beber não arrisquei. Uma coisa importante, levei botas de trekking e usei muito em Mc Leod. Tudo é subida ou descida, às vezes escorregadio. A bota ajudou muito.
  3. Sim. Com relação à comunicação, praticamente não tivemos problemas. Muita gente fala inglês, ou o suficiente para o que precisávamos. Em algumas cidades mais turísticas, alguns falavam espanhol até. E quem não falava nada de inglês, sempre vinha outro indiano que falava inglês e fazia a comunicação. Nesse sentido, sim, é mais fácil do que outros países. E o trem é lento e caótico, mas mais seguro do que ônibus e carro. E apesar de termos sido enganados mil vezes, gastamos pouco no total.
  4. É isso mesmo! Eu já havia estado em 16 países antes.... a Índia certamente, de longe, foi o mais difícil. Muito difícil. Me senti uma mochileira totalmente inexperiente....
  5. Amritsar Essa cidade foi uma bela surpresa, não esperava gostar tanto. Havíamos programado ficar um dia, e aumentamos mais um. No primeiro dia fomos de manhã para o Golden Temple, e voltamos nele à noite. No dia seguinte fomos ver a fronteira com o Paquistão, a cerimônia de troca de guardas. Gostamos da cidade, achamos interessante. O Golden Templo é o local sagrado dos sikhs, uma das religiões da Índia. É um lugar mágico, tem uma atmosfera muito única, realmente vale a visita na cidade. Para entrar no templo, é necessário tirar os sapatos (aliás, isso é regra em quase todos os templos em que fomos) e cobrir as cabeças. Para quem não tem um lenço, eles te emprestam um na entrada (higiene duvidosa). É bom dedicar um tempo para essa visita, fazer com calma, porque o lugar é grande e você verá muitas cenas diferentes. Tem uma parte em que servem refeições gratuitas, você pode servir ou comer se quiser. Imperdível voltar no templo à noite. O ouro fica iluminado, deixando um reflexo incrível no lago artificial. Tirei fotos lindas ali. A cerimônia de troca de guardas é algo que nunca poderíamos imaginar. Tem que ir ver como é. Índia e Paquistão brigam por território há tempos, e agora estão em um período de paz. Para mostrar isso, fazem essa cerimônia cheia de pompas e gritarias para firmar a paz. É algo teatral. Vale para entender mais sobre os povos. Parece um jogo de futebol, com as torcidas em cada lado da fronteira. Amristsar tem um centrinho, ficamos hospedados perto dele, e na praça central tem um Mc Donald´s, totalmente vegetariano. Comemos lá algumas vezes, e no Domino´s. Hotel: Osahan Paradise. Havíamos reservado pelo Booking. Chegando lá, pedimos para ficar um dia a mais, ele disse para cancelarmos a reserva no Booking, fingirmos que não encontramos o lugar, e pagar direto para ele. Ok, fizemos isso. As tramóias fizeram parte do nosso cotidiano. Gostamos do hotel, ficamos em dois quartos, no primeiro dia era um quarto de frente para a rua. O quarto era grande, tinha até chuveiro, porém não dava para abrir a janela de jeito nenhum. Tinha muitas, muitas e muitas pombas. Moravam nas janelas. Não tinha condições de abrir, mesmo. Fora o barulho insuportável da rua. Fiquei com um super medo daquela doença fatal que vem do coco de pomba. No dia seguinte, ficamos em um quarto voltado para os fundos, foi beeem melhor. Dava para abrir a janela e até entrar um solzinho (coisa que seria bem rara no resto da viagem, visto que na maioria das Guest Houses em que ficamos não tinha janela no quarto). Em geral, gostamos desse lugar e recomendamos. Só peça um quarto que fique voltado para os fundos.
  6. @Rogerio K C olha, acho que realmente cada pessoa tem uma percepção diferente sobre as coisas, limites diferentes, bagagens diferentes, personalidades diferentes.... Para mim, ir sozinha para a Índia não dá. Se eu fosse homem, acho que também não arriscaria. Digo isso porque meu namorado foi junto, e não foi fácil para ele também, mas com certeza para homem é mais fácil. Vimos muitos homens viajando sozinhos lá, então... Vimos algumas mulheres, mas elas faziam um esquema do tipo sempre andar com alguém, com outros estrangeiros. Raramente ficavam totalmente sozinhas. Para mulher é bem, bem complicado. Não foi nada fácil. Depois de tudo que passamos, minha opinião é a seguinte: vá com uma agência. Isso é contra tudo o que normalmente penso, sou uma mochileira, mas Índia é muito difícil. Pelo menos nos primeiros dias, é importante ter alguém local ou com muita experiência que te ensine a sobreviver lá. Tem o site Vem comigo para a Índia (https://vemcomigoparaindia.com/), é um casal de brasileiros que faz viagens em grupo. Algo assim é bem mais seguro e confortável. Por ex, se vc ficar doente... no meu caso, fiquei bem doente mesmo, não conseguia levantar da cama. Estar totalmente sozinho acho complicado. Claro que aparecem pessoas para ajudar, mas nunca se sabe. Enfim, tudo depende muito do seu perfil, do tipo de viagem que vai fazer, do que quer viver por lá... Dá para ir sozinho, mas tem que ter muito cuidado, estudar bastante antes. Se você ficar em Guest Houses, tem outros estrangeiros, então dá para andar junto, o que é bom. E tem algumas cidades mais tranquilas do que outras, certamente. Dá para fazer uma viagem mais leve, ou começar pelas cidades mais tranquilas, isso realmente recomendo.
  7. New Delhi (hotel Smyle Inn) Ficamos duas vezes em Delhi, uma no início da viagem, outra no fim. Foram duas cidades diferentes! Já explico. No começo da viagem, ficamos no hotel Smyle Inn no bairro Paharganj. Ficamos absolutamente em choque. A rua Main Bazaar é um caos completo. Depois da nossa primeira tentativa de sair na rua, voltamos para o hotel e ficamos em choque. Não queríamos comer, ver ninguém, falar com ninguém, só ficar quietos no quarto. Por isso, não aconselho a começar a viagem por aqui. Se puder passar por New Delhi e ir direto para outra cidade, melhor. Se puder evitar esse bairo, Paharganj, melhor. Bom, depende também do seu estilo, se você já quer começar com tudo, ter um puta choque inicial e pronto, bom, então ok. Mas realmente não aconselho, hoje faria diferente. Não temos foto desses primeiros dias porque estávamos em pânico. Tirar foto era a última coisa em que pensávamos. Primeiro estávamos tentando sobreviver. Tudo é muito diferente, e a rua Main Bazaar parece da Idade média. Muita gente, muito barulho, uma confusão terrível, e o pior para mim, muita gente vindo nos abordar. Isso é terrível. Não sabíamos se o melhor era ignorar de vez ou responder alguma coisa e depois fugir. Chegavam assim, "Where are you from?", aí você fica pensando, ah, não vou ser mal educada, vou responder, e aí já ferrou. Não largam do seu pé, enchem o saco, te apavoram, falam para você não confiar em ninguém, e tentam te vender algo, te empurrar para algum lugar. Foi bem ruim. Mas isso é Índia. No segundo dia, tomamos coragem e resolvemos sair do quarto. Fomos para o templo Akshardan de metrô, porque ele fica um pouco afastado. O metrô é mais ocidentalizado, ali vimos pessoas de jeans, terninho, num olhar rápido parecia São Paulo. O templo é absolutamente LINDO, vale muito a pena. Mesmo. Só que é proibido tirar fotos lá dentro, o que é uma pena. Você deixa os seus pertences em um locker na entrada. As filas são grandes, evite fim de semana. Comprei duas roupas indianas porque os olhares para mim eram constantes e intensos, bem intimidador. Isso porque estava com bastante roupa, fazia frio. Ser mulher branca chama muito a atenção. Os olhares incomodam, se você não aprender a conviver com isso, vai ficando louca. No segundo dia conseguimos comer, e optamos pela comida indiana mesmo. Almoço e janta. Mas.... no fim desse dia, comecei a passar mal no hotel. Muito mal. Não parava de vomitar e de ter diarreia. Não conseguia beber nem um gole de água, que vomitava. Comecei a ficar desidratada. Acionamos o seguro viagem (primeira vez que faço isso, após uma longa história como mochileira). O seguro era Bradesco, deu tudo certo, enviaram um médico para o hotel. Os remédios que ele me deu pararam os vômitos, aí consegui beber água pelo menos. Pegamos um trem noturno para Amritsar. As dicas de higiene são aquelas que todos dão: evite alimentos crus, só coma o que for cozido ou frito. Escove o dente com água mineral lacrada. Só beba água mineral lacrada. Fizemos isso, o problema é que eles falsificam também água mineral, talvez tenha sido isso, ou realmente algo que comi. Se você conseguir beber água com gás ou refrigerante (que não é meu caso), melhor, porque são mais difíceis de falsificar. Sobre o hotel (Smyle Inn): fica em um beco em uma perpendicular à rua Main Bazaar. Um beco horrível, já tínhamos lido. Ok, dá para aguentar. O quarto era simples, uma cama gigante mas com colchão simples, roupa de cama mais ou menos limpa, janela minúscula, banheiro básico, sem nada, nem papel higiênico. Tínhamos levado alguns do Brasil (depois, meu sonho era ter levado uma mala inteira de papel higiênico, porque os de lá são caros e ruins). A água quente tem que ser solicitada, e não dura quase nada (estava frio em Delhi, era inverno). O chuveiro não funcionava, tomamos banho de baldinho. Café da manhã bem simples. Compramos um SIM card com o agente de turismo do hotel. Foi barato (umas 500 rúpias), mas depois descobrimos que era da operadora Vodafone, e aparentemente, a Airtel é melhor. Para acionar o chip é necessário ligar para um número, da cidade onde você comprou o chip. Ele dura 28 dias e tem 2 gigas por dia de Internet. Resumo da ópera dos dois primeiros dias: foram bem difíceis. Mesmo. Apesar de tudo o que eu tinha estudado sobre a Índia, lido mil relatos, lido livros, visto filmes, quando chegamos lá, o choque foi grande. Superestimei minha capacidade de adaptação a uma cultura muito diferente. Não foi fácil, nada fácil. E estávamos em dois. Sozinha, acho que eu teria desistido.
  8. Sobre os voos e a companhia aérea: Ethiopian Airlines. Meu namorado e eu compramos a passagem pelo Decolar. Nossa ideia era ir para a Índia em janeiro, contudo, todas as simulações que fazíamos com esse mês saíam uma fortuna, mais de 6k. Depois de muito tentar, conseguimos ida em 28 de janeiro e volta em 7 de março por R$3.700 por pessoa. Não tivemos problemas com os voos, tudo ocorreu normalmente. Fizemos uma escala em Addis Abeba, na Etiópia. Na ida, foram apenas 3 horas lá, ficamos no aeroporto esperando, de madrugada. O aeroporto é simples, mas não achamos terrível. Tem um banheiro decente meio escondido, lá no fim, perto da área VIP da Ethiopian (da qual fomos expulsos porque não sabíamos que era só para clientes platinum ou algo assim....rs). Os restaurantes são caros e a comida não é muito boa (novidade em aeroportos?). Na volta, ficamos um dia em Addis Abeba. Aqui tivemos um problema, que foi o seguinte: quando compramos as passagens já sabíamos que haveria um dia de intervalo. O voo Delhi- Addis Abeba era dia 7 de março, e o Addis Abeba - Sp era dia 8 de março. Portanto, pensamos que tínhamos que reservar um hotel para dormirmos. Fizemos isso. Nossa surpresa foi que quando chegamos em Addis Abeba, descobrimos que a cia aérea providenciava tudo: hotel, refeições, transporte até o hotel. Não fomos avisados em nenhum momento disso. Como já era no dia, tive que pagar o outro hotel que havíamos reservado. A sorte é que era barato. Contudo, realmente sentimos que a Ethopian ou o Decolar tinha que ter nos avisado sobre isso, afinal não se espera que a cia aérea pague tudo quando o voo já está programado, pensei que era só em casos de cancelamento. A Ethiopian também providencia um visto de trânsito, pelo qual não temos que pagar nada (se você não ficar no hotel deles e ficar por conta, tem que tirar o visto da Ethiópia, que custa $50 dólares e pode ser tirado no aeroporto. Para menos de um dia, claramente não compensa). Enfim, foi bom porque não gastamos muito, o lado ruim é que o hotel ficava bem perto do aeroporto e portanto não conseguimos ver a cidade, tínhamos poucas horas e lá tudo é muito caro, era uma fortuna para ir de táxi até o centro da cidade. Demos uma volta à pé por ali mesmo. A dica é comprar café. Um dos melhores do mundo! Muito bom. Compramos vários (no aeroporto custava 3 vezes mais) e demos de presente no Brasil.
  9. Olá, pessoal. Vou fazer um relato detalhado da minha viagem para a Índia, com os gastos. Aqui vou colocar o geral, e embaixo vou acrescentando os posts com detalhes. Foram 35 dias na Índia, 11 cidades. 29.01.18: voo São Paulo - Adis Abeba ET (Ethiopian Airlines) 30.01: voo Adis Abeba - New Delhi 31.01: New Delhi 01.02: New Delhi (trem nutorno para Amritsar) 02.02: Amritsar 03.02: Amritsar 04.02: carro de Amritsar para McLeod Ganj 05.02: McLeod Ganj 06.02: McLeod Ganj 07.02: McLeod Ganj 08.02: McLeod Ganj 09.02: McLeod Ganj 10.02: trem de McLeodGanj para Rishikesh 11.02: Rishikesh 12.02: Rishikesh 13.02: Rishikesh 14.02: trem de Rishikesh para Agra 15.02: Agra 16.02: Agra (trem noturno para Varanasi) 17.02: Varanasi 18.02: Varanasi 19.02: Varanasi 20.02: Varanasi 21.02: trem de Varanasi para Jaipur 22.02: Jaipur 23.02: trem de Jaipur para Pushkar (1 dia em Pushkar) 24.02: trem de Pushkar para Jodhpur (1 dia em Jodhpur) 25.02: trem de Jodhpur para Jaisalmer 26.02: Jaisalmer 27.02: Jaisalmer 28.02: Jaisalmer (ônibus noturno de Jaisalmer para Udaipur) 01.03: Udaipur 02.03: Udaipur 03.03: Udaipur 04.03: Udaipur (trem noturno de Udaipur para New Delhi) 05.03: New Delhi 06.03: New Delhi 07.03: voo New Delhi - Adis Abeba 08.03: voo Adis Abeba - São Paulo Total de gastos: R$8.485 por pessoa (incluindo tudo, até passagem aérea e seguro saúde) Valor da passagem aérea Ethiopian Airlines Sp-Delhi: R$ 3.700 por pessoa Média de gastos por dia, excluindo-se passagem aérea internacional e seguro saúde: R$ 121 por pessoa Seguro saúde: Bradesco, R$ 544 por pessoa
  10. @LF Brasilia sim, você tem razão. Melhor não arriscar. Bom, já voltei da Índia, foram 40 dias, mais do que suficiente.... CHEGA. ....kkkk.....
  11. Pessoal, tirei o e-visa para a Índia (válido por 60 dias). Se eu quiser ficar mais lá, como fazer?
  12. Vitor, muito obrigada!!! Estou desesperada já, sem dormir, nervosa para caramba... faltam menos de 20 dias para minha viagem e não recebo o OTP também. Acho que vou fazer então com esse cara que você indicou. É muito tenso, não aguento mais passar nervoso com isso. Aquele site da IRCTC é o pior que já vi na vida.
  13. Queria fazer um trabalho voluntário na Índia com causas relacionadas às mulheres. Alguém sabe se tem perigo? Se esses sites no Google são confiáveis? Quando coloco "volunteer work women india" aparece muita coisa. Achei esse bem legal: https://www.lovevolunteers.org/destinations/volunteer-india/womens-empowerment-delhi Alguém sabe se é confiável?
  14. i.s.a_b.e.l.l.a

    Índia

    Olá! Vou para a Índia em fevereiro de 2018 com meu namorado. Queríamos uma experiência mais local. Alguém sabe como conseguir ficar em casas de família em vez de hotel? Alguém já usou Airbnb lá?
  15. Pessoal, consegui comprar a passagem! Fiz mil simulações e consegui comprar ida e volta para New Delhi, do fim de janeiro a começo de março (39 dias) por R$3.700, pela Ethiopian Arlines. Aparentemente o segredo é não viajar em janeiro... nenhuma simulação que contemplava início e meio de janeiro deu menos de 5.000. E não ficar muitos dias também, meu plano inicial era ficar 50 dias, mas tava dando uma fortuna. Aí tive que flexibilizar para caber....
  16. Obrigada, Eduardo! Pois é, tinha visto sim, mas essas promoções em geral são para períodos curtos de viagem, tipo 10 dias.... não vou para a Ásia ficar 10 dias..rsrs. Estou praticamente desistindo da Tailândia e ficando só com Índia. Mesmo assim, até agora não apareceu nada abaixo de 5.000. Isso porque quero ficar uns 50 dias. Passagem mais barata, só nas datas específicas e por um período curto. Quem já foi para a Índia, confere esse preço? Passagem por volta de 5k?
  17. i.s.a_b.e.l.l.a

    Índia e Tailândia

    Olá pessoal, tudo bem? Pretendo ir para a Índia e Tailândia no começo d janeiro de 2018 e ficar até depois do carnaval (uns 50 dias). Quanto tempo me aconselham a ficar na Tailândia? Pensei em uns 7 dias, e o resto na Índia (que me interessa mais). A grande dúvida é a passagem aérea. Ida e volta para Tailândia estava mais caro do que ia e volta para Índia. É mais fácil ir para a Índia, e de lá comprar uma passagem para a Tailândia, e depois voltar para a Índia? Aliás, a passagem está bem cara. Alguma dica? A mais barata é da Ethiopian Airlines. Obrigada!
  18. Santiago Santiago foi apenas nosso ponto de chegada e de transporte para outros lados do país. Não exploramos muito a cidade nem os arredores. Pátio Bella Vista: esse lugar é tipo um shopping aberto, ou um food park, com restaurantes, casa de câmbio, banco, e está sempre aberto, então foi uma mão na roda para nós. É possível comer por um preço ok. Hospedagem Hostal Providencia: não me apaixonei por esse hostel não... Ele é o mais famoso, o mais indicado, porque o preço vale a pena, já que em Santiago tudo é caro. Os funcionários fazem o mínimo, não são super receptivos, estão lá para cumprir tarefas. Ficamos 3 vezes nesse hostel em datas separadas ao longo da viagem, e os quartos variaram muito. Na primeira vez ficamos em um quarto privado, era beeem pequeno, mas suficiente para viver, tinha um beliche, tinha uma janela. Gostamos, tinha banheiro perto, e não muito barulho. Na segunda vez, era um quarto coletivo para 6 pessoas, a decoração era linda, a vista da janela era incrível, bem legal. Só ficar na cama de cima não era muito confortável, meio difícil de subir e balançava muito. Na terceira vez, eu fiquei em um quarto feminino com duas beliches e meu namorado em outro quarto coletivo de 6, por um erro na reserva deles. Meu quarto era péssimo porque era de frente para um espaço coletivo ao ar livre que tem mesas, então tinha MUITO barulho todo o tempo, à noite também, o barulho foi diminuir já era de madrugada, então detestei. O café da manhã é bom, tem até frutas. A localização é boa, perto de duas estações de metrô e do centro onde tem as casas de câmbio. O hostel é enorme, tem muita gente, muito movimento, mas achei meio impessoal, sei lá, não me senti acolhida. Só repetimos esse hostel por falta de alternativa melhor em termos de custo-benefício. Casas de câmbio A melhor cotação que achamos foi na rua Agustinas, em que trocamos 1 real por 207 pesos. No Pátio Bella Vista tem uma casa de câmbio, mas estava com uma cotação bem pior, nem se compara. Dicas gerais Guarde muito BEM o PDI, papel que te dão na imigração. É fácil de perder e parece com um comprovante de pagamento, você pode jogar fora sem querer. É o papel que autoriza a sua entrada, e te pedem em todos os hostels. Uma dica para facilitar o entendimento do valor dos pesos chilenos é cortar os 3 zeros e multiplicar o que sobrou por 5, isso dá o valor aproximado em reais. Por exemplo, algo custa 3.000 pesos, corte os zeros, sobra o 3, multiplique por 5, dá 15, então isso é por volta de 15 reais. Atenção quando for trocar dinheiro em casas de câmbio, seja no Brasil ou no Chile. Sempre preste atenção na qualidade das notas, que não podem ter rasgos. E guarde na carteira de modo que conserve a nota. O Chile foi o único país até agora em que tive muitas notas recusadas, dólares e pesos, porque estavam um pouco rasgadas. Para sua viagem ficar mais memorável, você pode fazer duas coisas. Uma é comprar um perfume que nunca usou antes, e usar só lá. Toda vez que você cheirar esse perfume novamente, vai ter lembranças muito fortes do lugar (bem mais que vendo apenas fotos, por exemplo). Eu não faço com perfume, uso versões mais baratas, levo um sabonete ou um hidrante que nunca usei e que só usarei lá. Sério, é muito legal fazer isso e depois de um tempo cheirar o mesmo perfume! Outra dica é com música. Escolha uma ou algumas para escutar lá. Toda vez que você ouvir, terá lembranças fortes da viagem.
  19. Puerto Varas Como chegar Fomos de Pucón a Puerto Varas de ônibus com a empresa JAC, pagamos 9.500 pesos por pessoa (aproximadamente R$47,00) e compramos a passagem uns 3 dias antes de ir, quando estávamos em Pucón. É uma viagem curta, de umas 4h, fizemos de manhã e foi tranquilo. Para voltarmos à Santiago também fomos de ônibus, pela empresa ETM, mas há outras, como a Pullman. Compre a passagem com antecedência, pois deixamos para a última hora e quase não havia mais. São 12h de viagem. A cidade A cidade é linda, a vista do lago com o vulcão ao fundo é incrível e rende ótimas fotos, principalmente ao entardecer. Andar pela cidade é fácil, fizemos tudo à pé. A dica é caminhar na beira do lago (ou na calçada próxima a ele) para os dois lados da cidade, a partir do centro. Fomos ao Cerro Phillip e gostamos muito, é uma pequena subida em um morro e que vale muito a pena, vista fenomenal do lago, da cidade e do vulcão. Hospedagem Ficamos no Hostal Magouya Patagonia e gostamos. Trata-se de um casarão antigo, de quase 100 anos, em estilo alemão. Parece mais um bed &breakfast do que um hostel, tirando que não há café da manhã incluso, mas você pode pagar entre 2.000 e 3.000 pesos e ter o café da manhã. São alguns poucos quartos, a maioria para duas pessoas, e apenas 3 banheiros para todo o hostel. Esse foi o ponto fraco, porém, não me atrapalhou muito. Só de manhã e à noite que era necessário esperar um pouco para usar o banheiro, mas nada muito terrível. A cozinha é ótima, bem limpa, mas pequena. Fizemos compras em um mercado próximo e fizemos nosso próprio café da manhã. O hostel também organiza passeios. Fica perto do centro, basta descer algumas quadras. Comida A comida é mais barata do que em Pucón, e a base são os frutos do mar. É possível comer salmão a um preço razoável. Recomendo três restaurantes em que fomos: - Dane´s: esse foi meu preferido. Não dá para ir em Puerto Varas e não experimentar a empanada de forno do Dane´s! Tem dois sabores, carne e verdura. É simplesmente delicioso, imperdível. Também comemos a Kuchel, torta típica alemã, gostamos mas nada demais, m as o strudel deles é muuuuito bom!! Bem molhadinho, diferente desses que costumamos ver no Brasil. Pedi com uma bola de sorvete de creme. - Mesa Tropera: esse foi uma bela surpresa, não esperávamos um lugar tão incrível. Fica em cima do lago, literalmente, e tem várias aberturas no chão com vidro em que dá para ver o lago por baixo. É bem romântico o lugar, mas também vimos famílias, amigos, pessoas sozinhas, porque é uma pizzaria e cervejaria artesanal. Se chegar cedo, dá para pegar uma mesa bem na ponta e ver o pôr-do-sol, é perfeito. As pizzas não são caras, porém são pequenas, massa fina e 6 pedaços. As sobremesas são incríveis e as bebidas valem a pena. Adoramos a atendimento. - Costumbrista: ótimo lugar para comer bem e não pagar muito. O menu custa 5.000 pesos (aprox. R$25,00) e é composto por salada, pãezinhos com patê (aliás, no Chile quase sempre servem isso antes de trazerem o prato) e o prato principal. O salmão estava ótimo. Também fomos no El Retorno, tem muitas opções, é um restaurante mediano. E o Cassis fica bem próximo ao lago, tem WiFi, muitas sobremesas. Pedimos hambúrguer, estava bom, mas acho que o preço é superestimado. Muito caro para o que oferece, é mais pelo lugar ser bonito do que pela comida em si. Passeios Pela cidade, gratuitamente, fomos até o Cerro Phillip, fácil e bonito. Além disso, fomos à Frutillar de ônibus, que pegamos na cidade mesmo, sem agência. Custou 2.000 pesos (só ida) por pessoa. Olha, sinceramente, não achamos que valeu a pena ir até Frutillar. É perto, não gasta muito tempo, mas não achamos tão diferente de Puerto Varas. Tem uma ponte bonita, dá para tira fotos do vulcão, mas nada demais. A arquitetura alemã também é bacana, mas tem muito disso em Puerto Varas. Quando fomos era umas 11h da manhã, e parecia uma cidade fantasma. Não havia quase ninguém na rua, tudo vazio, os restaurantes fechados... Acho que o movimento maior é mais tarde e nos fins de semana. Achamos meio deprê. O que realmente valeu a pena foi ir até Saltos del Petrohué e o Lago Todos Los Santos. Pegamos um ônibus na cidade mesmo, custou 2.500 por pessoa, e descemos no ponto final (1h30 mais ou menos), no Lago todos los Santos. O lago é lindoooo!!! A cor é indescritível. Andamos pela beira do lago um tempão, cada hora aprecia uma paisagem mais incrível. É possível pagar um passeio curto de barco, mas não quisemos. Encontramos no caminho muitos casais (parece que essa é uma viagem típica de lua de mel) que tinham alugado carro. Nos arrependemos de não ter feito isso, porque com o ônibus é muito barato, dá para fazer, mas o caminho de Puerto Varas até lá é lindo, dava vontade de parar toda hora para tirar foto, e era um ônibus normal, de linha. Creio que pagando um passeio por agência também seja melhor. Enfim, saiu barato e conseguimos fazer, andamos pelo lago (a dica é levar chinelo e shorts, ou aquela calça que vira bermuda) por mais ou menos 1h e depois voltamos para pegar o mesmo ônibus e depois descemos no Parque Nacional Vicente Pérez Rosales, que fica a uns 6km do lago todos los santos. Para entrar, pagamos 4.000 pesos. Esse parque é lindo!! E tem os Saltos del Petrohué, cachoeiras com vulcão ao fundo, imperdível. Tem algumas trilhas para fazer nesse parque, são lindas também. O lago e esse parque foi o que mais gostamos em Puerto Varas. Não fizemos mais passeios porque choveu, e assim como Pucón, dá para percebeu que Puerto Varas tem seu auge no verão, a maior parte dos passeios é nessa época. Não fomos ao vulcão Osorno, porque estávamos traumatizados com o vulcão Villarrica e não quisemos saber de subir, nem de teleférico. Em Puerto Varas, ficamos uns dois dias sem conseguir fazer nada porque não tínhamos força para andar depois de subir o Villarrica.
  20. Comida A comida é cara, muito cara. Nós fomos para Pucón em seguida do deserto do Atacama, e achávamos que lá tudo era uma fortuna, mas que nada, Pucón também é bem cara. Não posso deixar de falar do Restaurante Ecole. Esse lugar é um hostel, um restaurante, uma agência e também uma instituição que protege as florestas locais. É vegetariano e a comida é ótima, preços justos. Pagamos por volta de 6.000 pesos por pessoa. Tem sopa, massas (nhoque na foto), tortas, burritos. O Café de La P é caro, tomamos só um chocolate quente, que era delicioso. O hostel tem algumas indicações de restaurantes, acabamos não indo em muitos porque tudo era caro, fazíamos compra no mercado e cozinhávamos no hostel. Passeios Fizemos dois passeios por meio do próprio hostel: termas geométricas e subida ao vulcão Villarrica. As Termas Geométricas aproveitamos para fazer em um dia chuvoso, porque não atrapalha muito, e custou 33.000 pesos por pessoa (aprox. R$165), uma van nos buscou e nos levou. São piscinas com água quente para entrar, em um lugar incrível, com muito verde e cachoeiras. Gostamos muito desse passeio! O que não gostamos é que foi bem corrido, tínhamos apenas 3 horas para ficar nas Termas (pelo que entendemos, é o período que o ingresso dá direito, regra do lugar). Leva cerca de 1h30 para chegar lá saindo de Pucón, é uma pequena viagem. No caminho dá para ver muita coisa legal e como é a vida dos chilenos nessa região. Só que o caminho tem algumas curvas, não sei dizer exatamente se foi só por isso, mas meu namorado e eu chegamos muito enjoados, eu quase vomitei, e eu nunca passo mal em carro ou ônibus. Na volta resolvemos tomar um dramin para não arriscar. Tem que levar roupa de banho, chinelo e tolha, eles dão toalha lá, mas é a que você irá usar para se cobrir e se deslocar de uma piscina para outra, então para se secar no final é preciso ter outra. A temperatura externa estava por volta de 10 graus, e a temperatura das piscinas variava entre 35 e 45 graus. Dica: antes de sair para andar e explorar o local (vá até o final, tem uma cachoeira linda!) entre na piscina mais quente, de 45 graus. Quando você sair para andar, simplesmente não sentirá frio. Se você for nas outras, quando andar sentirá muito frio. Foi muito bom mesmo. E lá dentro tem um restaurante que é delicioso, e surpreendentemente, não muito caro. Tomei uma sopa de abóbora que foi a melhor da minha vida, mas tem sanduíches, pizzas, doces. Não conseguimos aproveitar muito por conta do tempo curto. Li depois que é lindo ficar à noite, que eles colocam velas e a paisagem fica incrível. Não falaram para nós sobre essa possibilidade. Subida ao vulcão Villarrica: custou 75.000 por pessoa (aprox. R$375). Olha, esse passeio...é polêmico. Foi muito mais difícil para mim do que eu tinha pensado. Bom, eles fizeram uma reunião na noite anterior no hostel para explicar como seria, e deram a entender que era fácil e simples. Gente! Não achei! Nada fácil nem simples, bem perigoso e exaustivo. Ainda assim, claro que valeu a pena, a vista foi realmente maravilhosa. Saímos bem cedo do hostel, umas 6h15 da manhã, e leva uns 40 min para chegar na entrada no vulcão. Logo no início você pode optar por ir de teleférico até certo trecho (infelizmente não vai até o cume). Isso custa 10.000 pesos por pessoa. Pagamos e fomos. Não tem barra de segurança nesse teleférico... #medo. Só que o teleférico foi sem dúvida a parte em que tive menos medo...rsrs. A subida é muito, muito cansativa. Quando fomos havia bastante neve, então é bem fofa, você está carregando uma mochila de equipamentos, é íngreme, e você tem que andar no ritmo do grupo, que não é rápido, mas constante. Fiz o que pude e desisti perto dos 2.500m. No total são quase 2.900 metros, mas esses metros finais são muito íngremes e difíceis. O guia me disse que eu fui bem longe até, que a maioria dos brasileiros desiste antes. Falou que os brasileiros costumam ter muito frio e se cansam muito. Ok, não temos montanhas no Brasil! Acho compreensivo. A vista é simplesmente espetacular. Em dado momento, você fica na altura das nuvens, no meio delas. Eu fiquei encantada. Mas estava morrendo de medo, tanto de subir quando de descer de volta. A descida é insana, vários trechos fazendo ski bunda. Eu perguntei ao guia: “Isso não é perigoso?” e ele, “não...”. Depois procurei na Internet e descobri que um brasileiro tinha morrido nessa parte, escorregou demais, perdeu o controle e caiu em uma vala, não conseguiu ser resgatado, provavelmente morreu de frio. Claro, muito seguro isso! Kkk. Apesar de aterrorizada, fiz o ski bunda, só controlava bem para não ir muito rápido. A descida também é mega cansativa e acaba com o joelho. Só sei que quando chegamos no fim estávamos absolutamente exaustos, com dor em todo corpo. Eu achei muito perigoso, sem noção, mas isso é bem particular, meu namorado disse que não sentiu medo e ninguém mais da van desistiu antes, todos subiram até o cume (mas todos era de países frios...). Não sou sedentária no Brasil, mas na subida fiquei muito ofegante, não conseguia andar no ritmo do grupo, que só descansava a cada 1 hora. Se eu tivesse ido no meu ritmo, acho que teria conseguido subir mais. De qualquer forma, valeu muuuuito a pena! Só ficamos acabados depois, por 3 dias não conseguimos fazer passeio nenhum, estávamos exaustos e com muita dor no corpo. Meus joelhos ainda doem, e já se passaram 12 dias. Para quem tem qualquer problema no joelho, absolutamente não aconselho subir. Dá para fazer só até o teleférico e voltar. Fiquei com a impressão de que todos na cidade “fingem” que subir no vulcão é tranquilo, para você pagar o preço do passeio (nada barato), mas que na verdade poucas pessoas realmente conseguem fazer com tranquilidade, precisa estar com ótima forma física, bem preparado, não ter medo de altura, neve, não se abalar com o frio, com estar escorregadio etc. Por que não fizemos mais passeios e exploramos mais os parques da região – por causa do mau tempo. Choveram três dias inteiros em que ficamos lá, em um deles fomos nas Termas e no único dia de sol, no vulcão. Dicas: Se estiver chovendo, é um grande problema. O único passeio que dá para fazer na chuva é o das Termas Geométricas. O tempo atrapalhou e resolvemos ficar um dia a mais para conseguir subir no vulcão, pois precisa estar sol para ir, ou o passeio é cancelado. A alta temporada lá é no verão, então quase todos os passeios fazem mais sentido nele. Porém creio que valeu a pena a época em que fomos também, até para não pegar a cidade lotada.
  21. Roteiro Olá pessoal! Nesse tópico vou falar especificamente de Pucón e Puerto Varas, mas meu roteiro completo foi esse: 29.03: Voo de São Paulo para Santiago (chegada no dia 30) 30.03: Santiago 31.03: Voo de Santiago para Calama, e de lá, ônibus para São Pedro do Atacama 01.04: São Pedro do Atacama 02.04: São Pedro do Atacama 03.04: São Pedro do Atacama 04.04: São Pedro do Atacama 05.04: Voo de Calama para Santiago, à noite ônibus para Pucon 06.04: Pucón 07.04: Pucón 08.04: Pucón 09.04: Ônibus de Pucón para Puerto Varas 10.04: Puerto Varas 11.04: Puerto Varas 12.04: Puerto Varas 13.04: Puerto Varas, à noite ônibus para Santiago 14.04: Santiago 15.04: Voo de Santiago para São Paulo Companhias aéreas: - LATAM para para o trecho Sp Santiago (R$950 por pessoa) Seguro Viagem: Mondial Assistance (R$ 188 por pessoa) R$273 foi a média diária de gastos por pessoa (tirando passagens aéreas e seguro viagem) Sobre o roteiro: postei as informações sobre o Deserto do Atacama em outro tópico http://www.mochileiros.com/deserto-do-atacama-abril-2017-t143110.html Pucón Como chegar Fomos de Santiago a Pucón de ônibus, pela empresa Pullman. Não consegui comprar as passagens pelo site antes, então quando chegamos em Santiago tivemos que ir até a rodoviária (fica na estação de metrô Universidade de Santiago). Custou 16.000 pesos por pessoa (aproximadamente R$80,00), leito (o mais confortável, a outra opção era semi-leito). Compramos com uma semana de antecedência. A viagem em si foi ótima, o ônibus era muito confortável, a poltrona deita mesmo, tem cobertor, deram lanchinho, nada a reclamar. Saímos às 21h45 e chegamos de manhã em Pucón, umas 8h. O mais difícil, sem dúvida, foi conseguir entrar no ônibus. Basicamente, a rodoviária de Santiago é uma loucura. E eu achava que já tinha visto a loucura total na Bolívia, que nada. Para começar, ela é enorme, aliás, tem ótima estrutura, muitos restaurantes, lojas, banheiros (pagos), parece um shopping. Mas tem muuuitas plataformas (que chamam andens) e eles não dizem que qual anden o seu ônibus vai estar, dão um intervalo, tipo “seu anden será entre o 10 e o 48”....kkk. Só que é insano, porque os ônibus chegam rápido, as pessoas entram rápido, e eles saem rápido, você tem que ficar MUITO esperto, perder é bem fácil. Ficamos andando feito loucos entre todos os andens que podiam ser, e olhávamos em uma tela tipo de aeroporto que mostra todos os andens e ônibus correspondentes. Só que o nosso atrasou um pouco, e aí ficamos que nem doidos, foi bem estressante. A dica é, fique muito ligado, porque qualquer distração e o ônibus se vai... A cidade A cidade é linda! Organizada, arquitetura alemã, com muito verde e do centro dá para ver o vulcão Villarrica. É bem turística. A avenida principal é a Bernardo O´Higgins. Curti bastante andar pela cidade, é legal andar na beira do lago, tem várias “praias” bonitas, ótimas para relaxar, pois fomos no outono e já estava friozinho. É fácil de andar à pé, bem tranquilo, e tem alguns trekkings que dá para fazer indo à pé do centro da cidade (não fizemos nenhum). No dia em que chegamos estava chovendo bastante, então não deu para fazer praticamente nada. Hospedagem Hostal Chilli Kiwi: esse hostel é o melhor! Muito bom! Para começar, é lindo, tem muito verde, a cozinha externa é o máximo. No primeiro dia ficamos no quarto de Hobbit, para casal. Esse foi nosso preferido! Muito acolhedor, é pequeno mas tem prateleiras, dá para colocar as coisas. A cama era muito confortável e tinha aquecedor. Depois dormirmos no quarto da cada da árvore, também incrível, o único porém é que ainda menor que o Hobbit, então as mochilas ficaram bem apertadas, era difícil de pegar as coisas, e para ir no banheiro tinha que descer a escada, mas fora isso, recomendo a experiência. Depois dormimos em um quarto coletivo de 6 pessoas, também foi bom, camas muito confortáveis. Os funcionários são ultra simpáticos, e falam inglês, e não espanhol. Aliás, esse hostel acolhe pessoas que falam inglês, não encontramos nenhum chileno lá. Às 10h30 todos os dias tem uma reunião em que eles explicam tudo o que tem para fazer na cidade. Escolhemos dois passeios que fizemos pelo Hostel mesmo, e não pelas agências do centro. O hostel tem duas cozinhas, então é tranquilo de cozinhar, algumas vezes fizemos janta lá para economizar, mas eles também oferecem janta por 5.000 pesos. Não tem café da manhã, mas é bem fácil ir no mercado e comprar as coisas. Nos mercados não dão sacolas plásticas, é necessário levar algumas.
  22. Comida Comer lá não é barato, pelo menos não se você ficar só na Caracoles. É difícil encontrar um prato individual por menos de 5.000 pesos. Alternativas: em alguns lugares, esses pratos são enormes, então dá para dividir com outra pessoa. Outra coisa é falar com os locais e descobrir os restaurantes fora do circuito, andando um pouco para fora da rua principal é possível encontrar pratos com qualidade semelhante por 3.000 pesos. Na rua Caracoles, eu recomendo o Estella Negra, principalmente para os vegetarianos (meu caso), pois eles têm menu vegetariano e vegano diariamente por 5.000. Vem bastante comida e é bem gostosa. Fomos também na pizzaria Charruá e gostamos, não é muito barato (uma pizza por volta de 10.000 pesos). La Picada del Índio é um clássico, quando o nome de um restaurante começam por “la picada” significa restaurantes baratos. Vem bastante comida, dá para dividir um prato. Tomamos muitos sorvetes na heladeria Babalu (isso que nos faliu, porque não é barato...kkk...à tarde bate um calor infernal, o sorvete é muito tentador). Recomendo provarem os sabores típicos de lá, com as frutas e nuts locais (como quinoa e lúcuma), achamos delicioso. Hospedagem Ficamos no Hostal Tuyasto, reserva pelo Booking.com antes de ir, no Brasil, para duas pessoas em quarto privado. As funcionárias não são simpáticas, falam o mínimo necessário com você. Mas o quarto em que ficamos era bem grande, super espaçoso, tinha uma cama de casal e mais duas de solteiro, dois armários, então dá para guardar as suas coisas bem. Wi-fi é boa. Os banheiros são limpos, têm água quente no banho, e tem café da manhã (simples, mas ok). Não fica exatamente ao lado da rua Caracoles, que é a rua principal, mas é uma caminhada bem curta. É que em São Pedro tudo acontece na Caracoles, então parece que esse hostel está bem longe, mas são poucas quadras. À noite as ruas ficam bem escuras fora da Caracoles, dá um pouco de medo, mas a cidade é bem segura. Eu gostei de ficar nesse hostel, recomendo. Ficamos 5 diárias, pagamos em reais aproximadamente 160,00 por dia. O pagamento tem que ser feito em dinheiro vivo, mas pode ser em dólares (isentando do imposto IVA). Só atenção à qualidade das notas, eles recusaram duas notas minhas porque tinham rasgos pequenos. O que eu faria de diferente Eu ficaria pelo menos um dia a mais em San Pedro sem passeio, só para descansar entre um dia de passeio e outro. Os passeios são maravilhosos, mas cansativos, na maioria você acorda muito cedo, pode passar mal com altitude, enfim, cansa. Eu também iria para as Termas de Puritana e iria de bike até o Valle de la muerte, pois não tivemos tempo (e quando tivemos, estávamos exaustos). O que fazer se não tem dinheiro Para quem não tem dinheiro mas tem tempo, é possível ir para San Pedro e trabalhar lá em alguma das agências. Conheci alguns brasileiros lá que estão fazendo isso, morando por alguns meses, e com o trabalho conseguem pagar uma moradia e fazer os passeios de graça, como parte do treinamento para o trabalho. Para quem fala inglês, melhor ainda, porque há falta de pessoas fluentes! Fiquei surpreendida por ter poucas pessoas que falam inglês (no Chile em geral), e tem muitos turistas que só falam inglês, então há demanda. É possível trabalhar legalizado, não tenho detalhes, mas falaram que não é difícil. Além dos passeios, é uma experiência de vida incrível, você conhece muita gente do mundo todo. Dicas gerais - Guarde muito BEM o PDI, papel que te dão na imigração. É fácil de perder e parece com um comprovante de pagamento, você pode jogar fora sem querer. É o papel que autoriza a sua entrada, e te pedem em todos os hostels. - Uma dica para facilitar o entendimento do valor dos pesos chilenos é cortar os 3 zeros e multiplicar o que sobrou por 5, isso dá o valor aproximado em reais. Por exemplo, algo custa 3.000 pesos, corte os zeros, sobra o 3, multiplique por 5, dá 15, então isso é por volta de 15 reais. - Atenção quando for trocar dinheiro em casas de câmbio, seja no Brasil ou no Chile. Sempre preste atenção na qualidade das notas, que não podem ter rasgos. E guarde na carteira de modo que conserve a nota. O Chile foi o único país até agora em que tive muitas notas recusadas, dólares e pesos, porque estavam um pouco rasgadas. - Para sua viagem ficar mais memorável, você pode fazer duas coisas. Uma é comprar um perfume que nunca usou antes, e usar só lá. Toda vez que você cheirar esse perfume novamente, vai ter lembranças muito fortes do lugar (bem mais que vendo apenas fotos, por exemplo). Eu não faço com perfume, uso versões mais baratas, levo um sabonete ou um hidrante que nunca usei e que só usarei lá. Sério, é muito legal fazer isso e depois de um tempo cheirar o mesmo perfume! Outra dica é com música. Escolha uma ou algumas para escutar lá. Toda vez que você ouvir, terá lembranças fortes da viagem.
  23. Passeios - preços Chegamos em San Pedro um dia de manhã para agendar os passeios no deserto a partir do dia seguinte. Li que não era bom reservar os passeios antes chegarmos na cidade, e deu certo fechar lá mesmo. Fomos à agência 123 Andes, que fica no final da Caracoles, porque tínhamos indicação de que era boa. Tínhamos 4 dias inteiros para fazer passeios. Nossa agenda e preços ficaram assim (cada linha é um dia e os preços são por pessoa): Piedras Rojas – 60.000 pesos Laguna Cejar – 15.000 Salar de Tara – 60.000 Geyser del Tatio + Valle de la Luna – 20.000 + 10.000 Passeio Astrônomico: esse fizemos na agência Space e custou 20.000 pesos por pessoa. Aproximadamente R$100 reais. Total dos passeios, por pessoa: 185.000 pesos ou R$925 reais (aproximadamente) Esses foram os valores que pagamos para a agências, mas além disso, tem as entradas dos lugares, que é necessário pagar em dinheiro e em cada lugar: Piedras Rojas – 5.500 Laguna Cejar – 15.000 + 2.000 Salar de Tara – nada Geyser del Tatio + Valle de la Luna – 10.000 + 3.000 Total das entradas: 35.500 pesos ou R$175 reais (aproximadamente). Arredondando, com os passeios gastamos por volta de R$1.100 por pessoa. Lembrando que esses valores podem variar muito, de acordo com a agência, com a cotação do peso, de onde você fez a troca de dinheiro e dos passeios que escolheu. Na 123 Andes podia pagar com dinheiro ou depósito bancário. Cada agência aceita uma forma de pagamento, o mais difícil é aceitarem cartão de crédito, por isso sempre é bom ter bastante dinheiro. Na agência Space pagamos com cartão de crédito. Passeios – descrição Os passeios são o motivo da viagem, então é bom ter cuidado com a agência e ir por indicação, e ler antes as reviews do Trip Advisor também. Tem agências muito baratas, daria para pagar bem menos, mas não acho que vale a pena. Também tem as mais caras, se você tiver como pagar, deve ser bom. A 123 Andes tinha preços intermediários e no geral gostamos. Foram bem pontuais e cumpriram o que prometeram, van com poucas pessoas e com ar condicionado. Abaixo coloco o que poderia ter sido melhor. Piedras Rojas: esse lugar é muito, muito lindo! Imperdível! Fotos incríveis! Foi ótimo, o nosso guia era geólogo, então ele nos deu vários detalhes. O almoço foi bom também. De manhã estava bem frio, depois foi esquentando. Aqui tiramos a foto mais bonita de toda a viagem. A dica é perguntar para a agência se vão mais cedo que as outras, porque nós chegamos uns 15 min antes das outras, o que foi essencial para as fotos, porque depois que um monte de gente chega fica bem difícil de você fazer as fotos que quer. Laguna Cejar: essa é a laguna mais salgada que o mar morto. A entrada custa uma fortuna, mas vale a experiência. Em termos de passeio, esse foi o mais fraco, simplesmente porque não havia guia. Tinha só o motorista, mas ele falava bem pouco, então foi meio estranho, não curtimos muito. Depois da laguna Cejar, vemos outras lagoas, mas o motorista não tinha falado isso e já tínhamos tirado a roupa de banho, e nas outras não tem vestiário para se trocar. As paisagens são bonitas, mas bem menos do que a dos outros passeios. Achamos esse o passeio mais fraco, mas eu não cortaria, por conta da experiência de flutuar na Cejar. Já fomos com roupa de banho por baixo, o que facilitou. Leve chinelos, na agência não falaram isso e tivemos que andar um monte descalços pisando em pedras e minerais do chão. Tem chuveiros com água doce no local, são cruciais, não tem como você sair da laguna e pôr a roupa, é muuuito sal, você fica todo branco quando o corpo seca. No final do passeio, vimos o pôr do sol nas montanhas, o motorista serviu Pisco e queijos, foi gostoso, mas se fosse com um guia teria sido muito melhor, não sabíamos o que ia acontecer, não tivemos informação nenhuma do lugar. Salar de Tara: esse lugar é incrível, surpreendente. Muito lindo! Esse passeio foi realmente surpreendente, acho que essa é a melhor palavra. Gostamos muito. De manhã estava muito, muito frio e passei um pouco mal com a altitude, mas tudo valeu a pena. Quando estiverem no meio no caminho, pergunte ao guia sobre a pedra Obsidiana. Essa pedra é formada de magma e só tem nesse lugar, os incas as usavam para cortar corpos, porque são afiadas. Em Game os Thrones a pedra aparece como Vidro do Dragão. Ela é linda e tem no chão! Pegamos algumas para trazer. Os místicos dizem várias coisas sobre ela, que tem muita energia, que faz x e y. Enfim, trouxemos e fez muito sucesso. Geyser del Tatio: para esse passeio tem que madrugar, mas vale a pena. Faz muito, muito frio, pegamos 8 graus negativos. É preciso colocar toda a roupa que você tiver, mesmo assim vai passar frio. Os gêiseres são lindos. Só tem que tomar muito cuidado para não cair em nenhum deles, é morte certa.... Vários turistas já morreram lá, porque foram tirar fotos, se aproximaram demais, desequilibraram e caíram. As fumaças saem com mais de 200 graus. Colocaram umas barreiras de proteção melhor em alguns gêiseres por conta disso. O passeio é lindo, ver o sol nascer é imperdível. Depois seguimos para um local onde podemos entrar na água, ela está a uns 35 graus. A dica é já ir com roupa de banho e simplesmente entrar, não ficar pensando muito. Quase ninguém da nossa van entrou, todos estavam com muito medo do frio. É frio? Sim, muito! Mas vale a pena. Experiência para a vida! Valle de la Luna: achei esse lugar lindo demais. Não sabia que íamos fazer uma trilha pequena em cavernas, foi bem legal. Só passamos muito calor, é necessário estar com boné, levar muita água, protetor solar e bons tênis (ou bota de trekking), porque você anda na areia fofa algumas vezes. Vimos o pôr do sol da Pedra do Coyote, foi lindo, mas estava lotaaaado de gente. Passeio Astronômico: esse vale a viagem! Eu pagaria a passagem até San Pedro só para fazer esse passeio. Imperdível. Não vá em época de lua cheia porque o passeio é suspenso. O céu precisa estar aberto e a lua não pode estar muito cheia, então eles confirmam no próprio dia se terá passeio ou não. Porém é importar reservar antes o passeio por e-mail para a agência Space, foi isso que fiz. Uns 15 dias antes avisei as datas que eu estaria na cidade, e eles fizeram uma pré-reserva para um dos dias. É mágico demais!!!! Recomendo absolutamente a agência Space, porque os telescópios deles são incríveis. Fizemos o tour em inglês, era um astrônomo canadense muito engraçado, foi ótimo. Ficamos o tempo todo de pé, olhando para o céu. É frio, mas nada como nos Gêiseres. O que poderia ser melhor: Tivemos um atendimento simpático na 123 Andes, e a consultora nos deu informações sobre os passeios e as roupas a serem usadas em cada dia. Foi ok, mas conforme fazíamos os passeios, vimos que poderiam ter nos dado informações mais detalhadas. Por exemplo, no Valle de La Luna ela disse para irmos com roupas confortáveis, mas no passeio tivemos que andar mais ou menos 1h30 no sol e um calor terrível, se não tivéssemos levado bonés estaríamos ferrados. E nossa água acabou, porque nos outros dias tínhamos levado garrafas enormes e não bebido quase nada, aí nesse dia levamos pouco e nos ferramos, por conta de andar no sol. Então faltaram mais detalhes do que faríamos em cada dia, se íamos andar ou não, pegar vento, para poder nos planejar melhor. Sobre a agência Space, foi tudo ótimo, único ponto é que os funcionários na loja não são muito simpáticos, tirando isso, foi excelente.
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