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AToini

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  • Data de Nascimento Abril 7
  1. Bacana o relato Diego! Tenho duas perguntas: 1. O que te parece o asfaltamento da RN 40 entre Malargue e Barrancas, estava quase concluído ou vai mais alguns meses? 2. Em quais rodovias (ou cidades) de Entre Ríos ocorreram as abordagens dos policiais argentinos? E os horários aproximados?
  2. Então Diego. O passeio foi contratado pela Licancabur, que era subcontratada por uma empresa de turismo que não lembro o nome mas que estava na praça central da cidade, entre a igreja e o centro de informações turísticas. Em San Pedro fomos ao Vale de la Luna apenas. Não fomos ao gêiser del Tatio. O hotel onde ficamos não lembro o nome mas, vindo de Calama-Antofagasta, é a primeira rua à direita (calle Domingos Atienza), no meio da quadra. Em Purmamarca não ficamos em hotel e também não procuramos foi seguimos viagem direto para o Brasil.
  3. QUILOMETRAGEM FINAL No total foram 7545 km percorridos, contando a quilometragem rodoviária e o que foi andado dentro das cidades. GASTOS INDIVIDUAIS DA VIAGEM Diego = R$ 2.822 Anthony = R$ 2.824 Leandra = R$ 3.346 O Palio Weekend Adventure, motor 1.8, fez uma média de 13 km/l, fantástico! VALOR MÉDIO DO LITRO DO COMBUSTÍVEL (julho 2013) Santa Catarina (litoral sul) = R$ 2,80 Rio Grande do Sul (Porto Alegre) = R$ 2,70 Rio Grande do Sul (Campanha) = R$ 3,00 Uruguai (Artigas/Salto) = R$ 3,10 Argentina (Entre Ríos/Santa Fé/Córdoba) = R$ 2,50 Argentina (San Luís/Mend
  4. 16º DIA (3 de Agosto de 2013, sábado) Acordei cedo junto com o Diego e fomos tomar o café colonial oferecido pelo hotel... Enquanto isso assistimos a televisão local onde um ex-ministro comentava sobre a economia chilena. “Querem lamber as botas dos americanos, têm mais que se foder!” esbravejava o Diego. Eu também, naquela manhã tava torcendo para que o Chile se ferrasse. Depois do café fomos, por desencargo de consciência, a pé até a aduana, só para ter informações sobre a situação da rodovia. No dia anterior eu havia conversado com dois caminhoneiros brasileiros que também estavam pres
  5. 14º DIA (1º de Agosto de 2013, quinta-feira) O amanhecer ao lado do Salar de Uyuni foi muito bonito. Todo aquele branco rodeado por lhamas, cactos e casas de adobe tornava o ambiente extremamente rústico. Do alto da colina onde estava o hotel pudemos ouvir, logo cedo, as buzinas de um ônibus que vinha de longe. É a forma mais primitiva de avisar aos habitantes do vilarejo que a condução está se aproximando. E pensar que foi assim por muito tempo, inclusive na parte civilizada do Brasil. Entramos no Salar de Uyuni e Javier pôs a Toyota para decolar. Aquele excesso de branco em oposiç
  6. 11º DIA (29 de Julho de 2013, segunda-feira) Essa cidade poderia ser incluída num capítulo a parte dadas as suas peculiaridades. As ruas são estreitas e sem pavimentação. As casas são baixas e feitas de um material chamado adobe. De alguns pontos da cidade é possível se avistar o inconfundível Vulcão Licancabur, que define a divisa entre Chile e Bolívia. Pela manhã tomamos um mirrado café da manhã. Cabe destacar aqui que em todos os hotéis em que ficamos no Chile o café jamais era servido com leite. Apenas café preto com alguns pães duros, com formato de disco. Depois fomos conhecer a
  7. 9º DIA (27 de Julho de 2013, sábado) Acordamos cedo e fomos conhecer a cidade de La Serena. Fundada em 1544, é considerada a segunda cidade mais antiga do país. Bem arrumada, com um calçadão muito bonito e uma padronização das fachadas comerciais de invejar a maioria das cidades que conheço. Conhecemos o farol da cidade onde encontramos placas alertando para a possibilidade de ocorrência de tsunamis. Bem diferente! Ainda de manhã nos dirigimos para Coquimbo onde fomos visitar o ponto de referência da região – A Cruz do Terceiro Milênio. É um monumento com 90 metros de altura em for
  8. 6º DIA (24 de Julho de 2013, quarta-feira) Acordamos por volta das 8h e às 10h já estávamos prontos para enfrentar a Cordilheira dos Andes. O site da Gendarmeria Argentina indicava que o Paso Cristo Redentor estava aberto mesmo com o volume de neve que ainda persistia ao lado da pista. Poucos minutos após a saída de Mendoza já avistamos o Cordón del Plata, uma formação rochosa que se destaca entre os picos nevados andinos. Mais para frente paramos no Embalse Potrerillos, uma represa que fornece energia para a província de Mendoza. Também passamos por pequenos vilarejos até entrarmos, lite
  9. 3º DIA (21 de Julho de 2013, domingo) O dia amanheceu com temperatura de -4ºC e o vento forte dava um ar meio sombrio para as ruas de Río Cuarto. Pela internet fiquei sabendo que a onda de frio estava deixando o sul do Brasil congelado e lá no centro da Argentina o pulso de ar polar não ficava por menos. Tomamos o café da manhã e em seguida fomos ao Carrefour fazer umas compras rápidas. Abastecemos num posto de combustíveis YPF, aquele que era espanhol e recentemente foi “estatizado” pelo governo da Sra. Kirchner. Saímos da área urbana e tomamos a RN 8 que nos levaria até Mendoza. A
  10. Esse relato pretende esclarecer e responder dúvidas de futuros viajantes sobre a aventura que é viajar de carro pelos países do Conesul. A viagem foi realizada entre 19/07/2013 e 05/08/2013, no auge do inverno, portanto. A saída foi de Florianópolis (SC) e os destinos principais eram Mendoza (ARG), Santiago (CHL) e San Pedro de Atacama (CHL). O veículo utilizado foi um Palio Weekend Adventure, ano 2005, bicombustível, na época com pouco mais de 100 mil km rodados. Quem somos nós? DIEGO – engenheiro elétrico formado pela UFSC, trabalha como gerente do Hotel Varadero em Can
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