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renatohimself

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  1. Estou em grupos de CS na CR e todos estão recomendando pular a Nicarágua, inclusive tirei do meu roteiro.
  2. Olá pessoal, Anteriormente pretendia gastar todos meus dias na trindade Costa Rica, Panamá (Bocas del Toro) e Nicarágua. Porém, com a crise na Nicarágua, dificultando o transporte terrestre e mais uma observação atenta do que a Costa Rica pode oferecer, como por exemplo, Manuel Antônio parece muito com ilha grande. Resolvi encurtar algumas coisas e vejo que agora estou com 6-7 dias livres. Meu roteiro prévio 28-Jul sábado San José-Chegada 2:15PM - Ida para La Fortuna 29-Jul domingo La Fortuna 30-Jul segunda-feira La Fortuna 31-Jul terça-feira La Fortuna - San José (Congresso) 1-Aug quarta-feira Puerto Viejo 2-Aug quinta-feira Puerto Viejo-Bocas 3-Aug sexta-feira bocas del toro 4-Aug sábado bocas del toro 5-Aug domingo Bocas del toro 6-Aug segunda-feira Deslocamento de Bocas até San Jose 7-Aug terça-feira 8-Aug quarta-feira 9-Aug quinta-feira 10-Aug sexta-feira 11-Aug sábado 12-Aug domingo 13-Aug segunda-feira San josé (vôo sai 4:44PM) Então decidi pesquisar e encontrei dois destinos que me interessassem um pouco pelo aspecto cultural/histórico: Cuba e Panamá. Sei que são destino bem diferentes. Mas o que pesa de não comprar imediatamente Cuba é o fato que não comprei o visto ainda (ainda não verifiquei se em San Jose eles vendem para ir para Cuba) e também que será que 7 dias dá para conhecer? Normalmente vejo viagens de 10 a 20 dias por lá. Alguém pode me ajudar a decidir? Abraços.
  3. Obrigado Adriano, eu só comprei pq era isso ou não viajar. Agora é só ver como eles fazem esta conexão. Você já teve experiência com a United?
  4. Olá pessoal. Farei uma viagem em julho para Lisboa e retorno em agosto. Terei duas escalas, uma de 11h em Houston e outra de 1:30 em Washington. Comprei pela United, pq estava MUITO mais barato. Pergunto: Após chegar em Houston e ter feito o check in de imigração, é necessário fazer em Washington? Se sim, quanto tempo leva em Washington? UPDATE: No site da United diz que não, mas no geral, quanto tempo leva para embarcar? Tenho um visto b2, é o suficiente ou preciso de algo mais? É necessário o C1? Alguma outra dica ou recomendação?
  5. Dubrovnik É a cidade mais fancy da Croácia, porque escolhi conhecer? Simples. É deslumbrante e é uma das poucas cidades que ainda tem um centro da cidade cercado de paredes. E fora que é lá que foi gravado boa parte das cenas do Game of Thrones. A parte da frente da cidade é a base de Kings Landing. Como chegar: Eu vim de avião, mas há muitos que optam por vir de ônibus, principalmente da Áustria. Eu paguei meus 40 euros sorrindo na passagem saindo da Rep. Tcheca. Aliás foi uma aventura para sair de lá. A compania que fez o vôo, a Smartwings não possui voucher online de passagem. Para onde foi a parte "Smart" dessa companhia? Não sei, mas recebi um número via e-mail e troquei por uma passagem lá no aeroporto. Chegando na Croácia por Dubrovnik, troque por Kunas no aeroporto. Agora, se você vier de Split ou Zagreb, troque todo seu dinheiro por lá. A cotação em Dubrovnik é um insulto. Outra coisa, transporte do aeroporto. Ele é longe, são 20 km da cidade. Você pode pegar um ônibus, que foi o que fiz ou pegar um táxi que custa 10 vezes mais. A escolha é sua. Chegando na cidade, meu couchsurfing não deu certo. Minha host queria me conhecer pessoalmente antes de me hospedar, portanto não deu o endereço da casa dela. Ao invés disso, marcou um local de encontro. Tudo seria lindo se não fosse uma mega tempestade que varreu as comunicações de Dubrovnik por uns 2 dias. Então, sem anfitrião e com uma chuva leve, assim começou a Croácia. "Nossa que merda." Você pensou, eu fiquei tranquilo. Fui conhecer um pouco a cidade mesmo com chuva e achei muito bonito, não havia visto nada igual. Em pouco tempo a chuva começou a parar e simplesmente o tempo abriu. E dei de cara com meu amor da Croácia, o mar. Outra coisa que me deixou impressionado é que andando pela cidade, a procura de um hostel... descobri que havia plantações imensas de alecrim pelas ruas. Amo esse tempero. E após a chuva o cheiro dele por alguns caminhos da cidade ficou bem forte, o que adorei. Liguei o maps with me e lá tinha um hostel no mapa. Fui no hostel, não gostei do preço, parei em uma casa e paguei menos e por um quarto privativo com suíte e a dona, sra. Marina, era muito legal. Coisas a se fazer em Dubrovnik: - Andar pela City Walls inteira. Nem comprei o tourist card, achei perda de tempo pois falavam que os museus eram fracos e meu foco na Croácia eram coisas outdoor, como praias e as paisagens naturais. - Visitar a ilha próxima Lokrum. É UM MUST GO! Não tem muito segredo essa ilha, é só caminhar que você a termina facilmente em 1 dia e ainda sobra tempo para relaxar. - Ver o por do Sol do ponto mais alto da cidade, você pode ir de táxi ou bondinho. Eu não fiz pq já estava satisfeito de lugares altos. - As baladas são legais, mas é só para turista. Tem uma que é dentro da City Walls, gostei de lá. - Se quiser pagar de bacana e fazer fotos ostentação, este é o lugar. É fancy mesmo. Algumas vezes tive a sensação que as pessoas lá não estavam vivendo e sim interpretando. - Se sobrar tempo, visite Montenegro (no caso as cidades Kotor e Budva). Paguei 45 euros para fazer uma daytrip para lá.
  6. Continuação!!! Eis que quase 2 anos depois volto. Vi que ainda a Croácia não é um lugar muito conhecido pelos mochileiros. Então vou retomar aqui. Fatos gerais sobre a Croácia: - O país vive basicamente do turismo, portanto o Couchsurfing é relativamente difícil de conseguir, mas é possível. - Pelo fato supracitado, é muito, mas muito fácil de arranjar hospedagem e negociar valores mesmo na alta temporada. Quando se visita as ilhas, principalmente Hvar, pode ir sem pousada que você consegue se virar por lá. - Por ser um país com uma economia mais ou menos, você verá que no verão todo mundo, das mais diversas formações, tais como engenheiros, advogados e etc vão para o turismo. - Os croatas são bem diretos e secos com algumas coisas, então vai se acostumando. - Foi o segundo país mais caro que visitei e gastei todo os restos mortais da economia em Hvar. Faria tudo de novo sorrindo. - É o país da zoeira e da playbalife, principalmente nas ilhas.
  7. Olá pessoal! Estou montando uma viagem de Salvador para Boipeba e depois Barra Grande. Chegarei em Salvador às 11:30 am e pesquisando vi que vai ser apertado, mas é possível chegar em Boipeba no mesmo dia. No entanto, estou preocupado com a volta (dia 03/03/2016 e o voo sai às 17:30, portanto às 16:30 tenho que estar lá). Observando os sites: até agora a estratégia seria a seguinte: Voltar de lancha até Camamu (1:30h) e de lá pegar um ônibus para Bom Despacho (5h). E de bom despacho pegar um ferry para Salvador (1 hora). Coloquei alguma gordura de tempo. O que acham dessa estratégia? É a mais rápida? Consultei de fazer direto Barra Grande - Salvador via empresa de turismo, mas está R$750,00. Abraços!
  8. Praga Talvez o melhor lugar custo/benefício se você quer muitas atrações diversificadas e gosta de fazer party hard . Para mim era importante conhecer a cidade porque foi a morada do Franz Kafka e serviu de inspiração para o Milan Kundera. Também queria conhecer Praga na sua melhor época, a primavera. Só senti falta de pedalar, a cidade não tem estrutura para o ciclismo igual as cidades por onde estive anteriormente. O deslocamento de Viena para Praga foi via bus, foi rápido e relativamente barato. Custou 22 euros. Havia também diversas ofertas no car bla bla, mas preferi o ônibus para observar mais a paisagem. As paisagens rurais do leste europeu transmitem muita calma. No meio do caminho pude observar muitas cidades pequenas e bem antigas, mas com um bom estado de conservação. No terminal rodoviário de Praga, havia wi-fi, assim como em quase todo lugar na Europa. De lá segui para pegar o ônibus para ficar no meu próximo host. Cheguei a meia noite na casa dele. Aliás, aqui vale ressaltar uma informação, foi o único lugar que tive uma inconveniência no couch. Eu sabia das preferências do meu host, mas não me importei porque o CouchSurfing não é CouchFucking, o que aconteceu é que algumas vezes ele entrava no banheiro na hora que estava tomando banho, mas após conversar com ele, deixando claro quais eram minhas preferências, não tive problemas e ele demonstrou um profundo conhecimento da cidade. Participei dos encontros do CouchSurfing promovidos por ele, mas tivemos a mesma proximidade que tive com meus demais hosts. De qualquer modo, se o assédio continuasse, eu iria para um dos infinitos albergues da cidade. No primeiro dia, estava propenso a fazer algo mais natural, resolvi subir a Petrin Tower. Esse dia fiquei andando por aquela área. Aliás é um jardim vertical muito bonito e você pode subir de trem ou a pé, preferi ir a pé para conhecer mais calmamente. Na parada do meio, há um bar, chamado caverna mágica que é a cara da riqueza. De lá você come com vista para cidade, porém é um pouco salgado. Se tiver disposição para ir a pé, no momento que você está indo para a Torre há um outro restaurante, na mesma altura, com uma vista melhor e menor requinte, que vale a entrada. Na descida resolvi entrar em um restaurante medieval mesmo, encontrei o U-Sudu, conhecido como Seven Sabians. Decoração no melhor estilo Game of Thrones. Nele eu pedi um prato que é um omelete com repolhos e especiarias, impronunciável o nome, mas de sabor marcante. E a cerveja, assim como toda a comida de Praga, é ridiculamente barata. A dona do restaurante foi muito simpática e deixou eu tirar várias fotos do local. Saindo dali, fui para o centro histórico e conheci o Astronomical Clock, quando você entra dentro você não conhece as engrenagens do relógio, mas pode ver a cidade e todos seus pontos chave de lá, também passei pela Charles Bridge e fui margeando o rio. Aguardem que tem mais. Praga foi longa e teve até um day trip.
  9. Viena Se quer experimentar um grau elevado de cultura, Viena é um must go. É a cidade do Mozart, do Freud e do Gustav Klimt. Nela você visitar igrejas antigas e gigantescas, com interiores incrivelmente bonitos, como também assistir óperas, ouvir música clássica na rua, apreciar aqueles quadros que você viu em algum livro do ensino médio e ver o que realmente é uma galeria de arte clássica. Além disso tem diversos palácios como o Schönbrunn e o Belvedere. De quebra tem a catedral de Saint Stephan (Stephansdom), uma área cult como Museumquartier (que você pode beber por lá a noite), ir a um parque de diversões incrível (com direito a uma das rodas gigantes mais antigas do mundo) e de quebra a possibilidade de nadar no Danúbio. Lá as possibilidades são infinitas, tentei fazer de tudo. O preço no geral não é barato, mas compensa e muito. Vou listar os pontos que fui e deve ir, tirando o museu do Freud que achei um caça níquel descarado, todo o restante pode ir sem medo. Encontrei um post no mochileiros que está com uma descrição muito boa e vou inserir aqui. Stephansdom Igreja gótica que é o cartão postal de viena. Está em reforma. Pode entrar e conhecer por dentro e não paga nada. Ao seu redor ficam várias carruagens para passear pelas ruas de viena. Para conhecer, basta descer no metro na estalçao STEPHANPLATZ CITY que já vai dar de cara com a igreja. Casa de Mozart o grande compositor Mozart é um dos filhos nobres de Viena. Apesar de ter nascido em Salsburg, viveu toda a vida e compos sua obra em Viena. Sua casa, foi tranformada em Museu e fica em uma ruazinha atrás da igreja Stephansdom. Palácio de Hofburg Palácio real, fica próximo à Stephanplatz. Museus Tem uma praça com 2 museus, um de frente pro outro. O museu de historia natural e o museu de arte. Ficam na estação de metro MUSEUMSQUARTIER. Schloss Schonbrunn Castelo que fica dentro da cidade. Pode-se fazer o tour dentro dos castelo, conhecendo suas dependencias. Existe o tour pequeno e o grande. Tem ainda um jardim e um parque enorme, com um zoológico e um labirinto feito de plantas. Muito legal. Fica um pouco longe do centro, mais ainda dá pra ir de metro. Pode descer na estação SCHONBRUNN e andar uns 10 minutos até chegar ao castelo. Só paga se for fazer o passeio dentro do castelo. Schloss Belvedere Palácio e Museu de arte Belvedere. Famoso pelas obras de arte e pelos jardins coloridos. Pode descer na Karlsplatz e andar cerca de 15 minutos. Rio Danúbio (Donau) O rio que corta a cidade. Tem um calçadão em parte de suas margens. Pode-se chegar ao rio descendo na estação de metro SCHOTTENRING. Opera Estatal Aqui já volto a ser eu a falar, NÃO DEIXE DE VER UMA PEÇA! Neue Donau channel É o que o vienense tem mais próximo de uma praia. A água tem uma boa temperatura. Nos domingos e nos feriados fica lotado de vieneses e turcos. Aliás Viena tem muito deles, então se você falar Merhaba, está in. A roda gigante Pensei na música do me lambe do Raimundos. Além dessa roda gigante, todo o parque tem brinquedos que não fazem feio perante a uma terra encantada ou qualquer parque de diversões bom no Brasil. Áreas descoladas: A noite pode ficar na Museumsquartier e também nos quiosques próximos ao canal. Outros pontos: - Monumento a Johan Strauss - Igreja de São Carlos - Palácio Schwarzenberg - Palácio Hofburg - Palácio e jardins de Belvedere - Torre del Milênio - Igreja Votiva - Catedral de Santo Estevão - Academia de Bellas Artes - Bosque de Viena - Museu de História da Arte - Ópera estatal (MUST GO) Dicas: O transporte é fácil, existe o Existe o cartão Viena (72 Horas) e um tourist card também para transporte, mas com 1000 km na verdade eu só andei de bike, todos os dias. 20-30 km por dia. Usei um serviço de bike igual ao itaú bike, que é citybikewien no http://www.citybikewien.at/ fiz o cadastro e paguei 1 euro para usar a bike. Na verdade ele só te cobra mais se você usa a bike por mais de 1 hora seguida, então eu fazia assim: pegava a bike, estacionava ela no ponto que tinha que deixar, visitava a atração e depois pegava uma outra bike. Não saia sem comer um Wurstelstand, Käsekrainer e um Schnitzel, procure comprar de lojas turcas que são mais saborosos e baratos. Pesquise bastante, a cidade é rica em opções.
  10. Budapeste Budapeste foi o ponto alto da viagem para mim, pois era o lugar que menos esperava boas coisas. A cidade é decadente, mas possui um charme único, é muito barata e as pessoas muito politizadas em função das ocupações nazistas e soviéticas, conservando um vasto registro de como foram as coisas por lá durante esse período. Além disso, tem muitos pubs construídos nas ruínas, os ruins pubs. Lá eu fui recebido pela Szilvia, aliás, super bem recebido, ela me recepcionou com uma cachaça típica que a família dela faz, a pálinka. Para quem gosta, recomendo. Outro dia ela preparou uma comida típica do lugar. Por afinidade ao lugar, foi onde fiz mais questão de conhecer pelo menos as palavras básicas, por mais que engasgasse a pronunciá-las. Rolou ? Não, era apenas a receptividade do couch surfing, que não é um site de relacionamento amoroso ou pegação. Para isso tem o Tinder. Comecei me dando um dia de dignidade , só comi fora. Café da manhã em uma rua ao lado da Andrassy (a champs de elysees do lugar) e depois subi via Chain Bridge para o Castelo de Buda, bonito por fora e por dentro mais ainda. Ele reúne um complexo de museus e galerias da vida húngara, da coisa mais medieval até a vida na década de 90. Há um restaurante na frente do castelo que sério, é mais barato que biroscas de Amsterdã, comi bem. A vista de lá de cima é digna de cartão-postal. A galeria nacional e o museu da história valem a visita. Se você estiver lá na hora do almoço, verá a troca de armas, que achei bem mais legal que a de Praga, por exemplo. Gastei todo meu dia lá, ia sair a noite com minha host e sua amiga. Conhecer os ruins pubs. Recomendo o Szimplá e o Instanz. Há um no centro também, perto do Wombats que fica no terraço de um prédio, esse só se você quiser pagar de rykkko. No dia seguinte fui ver o monumento shoes on danube e também o parlamento, fantástico por dentro. Porém a visita é uma rapidinha de 30 minutos e custa caro. Compre os tiquetes com antecedência, nessa hora vi como meu espanhol me salvou. Se dependesse só inglês estava sissifufu. Depois visitei a ilha Margarita (Margitsziget), um grande parque muito bonito e lotado de bikes de todos os tipos. Você pode ir a pé, bike, ônibus e trem. Na sequencia fui ao Bastião dos Pescadores, um conjunto de sete torres, de 1895, que homenageia as sete tribos que fundaram o país. Vista maravilhosa e rende ótimas fotos. O bastião dá para encaixar em um dia com o castelo. O terceiro dia deixei para ver o praça dos heróis e o terror háza, um museu muito interessante. Soco na cabeça de história. É uma homenagem às vítimas dos períodos de totalitarismo na Hungria no século 20, o nazismo e o comunismo. Logo na entrada, o visitante se depara com um tanque soviético usado na Segunda Guerra Mundial. O prédio era o quartel da polícia secreta húngara. O legal de viajar sozinho e ter um bom equipamento é que o pessoal acha que você é fotógrafo mesmo, quando perguntavam, dizia que gostava de tirar boas fotos. Tirei muitos retratos de ciclistas e pessoas aleatoriamente conversando. No último dia deixei para conhecer o mercado municipal, um show a parte. Para quem gosta de comida e penduricalhos, é obrigatório a visita. Na sequencia, visitei a ponte da liberdade, tudo de bike! Por descuido não consegui ver a sinagoga de Budapeste, mas estava ok pq iria ver a de Praga. Dei umas voltas no bairro judeu, algumas partes pareciam cenários vívidos da Lista de Schindler. Outra coisa também é que não fui a uma das termas, mas me consolaram falando que é uma droga. Não vi, não posso dizer. Uma coisa que tentei fazer tanto aqui quanto nos outros lugares é segmentar por área os locais para visitar, cobria uma área toda em um dia e não retornava a ela. Porém, muitas vezes deixei me demorar bastante, sentar e apreciar o lugar. Estava de férias. Dicas gerais: - Lá é o lugar para você gastar com souvenirs, tem muita coisa boa e barata; - Se gosta de comida e comer, vá ao mercadão da cidade; - Se conhece alguém que goste de cozinhar, trazer páprica de presente é uma boa; - O transporte lá é mais fiscalizado que em outras partes da Europa, tirando Amsterdã; - Li sobre um restaurante chamado gundel e uma confeitaria chamada gerbeaud, mas não os visitei; - Prepare-se para apaixonar em cada esquina.
  11. Berlim Obs: Rammstein na Alemanha é lixo. Atari Teenage Riot é mais desconhecido lá do que aqui. Berlim é a capital da Alemanha, mas ao contrário do que pensava, não é a economia mais forte e a taxa de desemprego é alta para os padrões europeus, sendo assim, mesmo Berlim sendo um must see da Europa, o pessoal prefere ir para Munique. A parte turística de Berlim é muito bem tratada e sinalizada, atualmente ela passa por uma reforma geral. Fora isso, a cidade tem um quê industrial decadente. Ali eu procurei aproveitar o verde dos parques e também ver alguma parte histórica. Visitei o treptower park que é extremamente bonito e tranquilo para relaxar. Mas descobri algo que não vi muito nos forúns, há um parque do lado do treptower, que é muito bonito também e é possível andar de canoa a 12 euros a hora e você pode colocar 3 pessoas. O visual é charmoso e gastei um dia nisso. Uma coisa que achei legal de todos os parques é que todos tem um forte hábito de leitura e algumas vezes de praticar o nadismo (arte de fazer nada), sem essa voracidade de espertofones que temos por aqui. Do que todos falam no fórum visitei o Bradenburg Tor, Museu do holocausto, memorial dos judeus, east side galery e a Berlim TV Tower. Se você tem pouco tempo pode ir sem medo nessas atrações. As entradas dos museus são caras, mas vale muito a pena. No east side tem uma loja de souvenirs cara, mas tem tudo. Se você quer comprar itens da guerra de verdade e vai para Budapeste, compre por lá que é muito mais barato. Outra coisa legal são os Beach Parks, que são bares próximo aos canais da cidade. Com um visual cool, boa música, gente interessante, poucos turistas e cerveja a 5 euros, é uma ótima pedida para o final do dia e apreciar o por do sol. Foi lá que tive uma das imagens mentais mais marcantes dessa trip. Que foi ver, em volta do canal uma onda gigante de dentes de leão voando acima da água. Meu host Deniss foi meu irmão germânico, me levou para conhecer muitas coisas quando podia. Me recebeu super bem no primeiro dia, com janta e tudo. E de quebra, graças a ele, participei de um típico churrasco berlinense em um parque com seus amigos. Era engraçado ver a comida caindo na grama e o pessoal pegando e comendo sem frescura alguma. Eles gostam de assar muitos legumes junto com a carne. E jaggermeister para todos!!! Dicas: - O transporte mais utilizado é o tram e o metro. Compre tickets de 24 horas ou tourist card se você pretende visitar muitos museus; - Prepare suas moedas. As máquinas para comprar ticket de ônibus/trem/metro em diversos países só aceitam moedas. Tenha um bom alemão ou algum app para traduzir, pois tudo é em alemão nessas máquinas - A cidade nos pontos turísticos é BIZARRAMENTE lotada, então atenção com sua carteira. Há muitos pickpockets; - É seguro para andar com equipamento potente de fotografia; - Ande de bike pelo Treptower e de canoa também; - Coma um currywurst; - Se vai com amigos, dê um jeito de fazer um churrasco em algum parque; - Senti falta de ir para uma noitada na cidade, mas não estava no mood falam que vale muito a pena. - Se tem muito tempo, vá a Postdam. É o que farei numa próxima viagem. - Berlim é a conexão para boa parte da Europa e fica bem posicionada e os voos de lá são relativamente baratos. Na volta da Croácia paguei 21 euros em um voo. Encerrando essa parte, de Berlim voei para Budapeste, paguei 32 euros comprando em fevereiro. Do centro da cidade para o Schoenenfeld reserve pelo menos 1:30 de viagem. O Tegel é quase a metade disso. Próxima parada, Budapeste. Pela lógica seria Praga, mas sair de praga para a Croácia era muito mais barato do que de Budapeste. Aliás, em viagens quase sempre há algum ponto fraco, seja na logística, custo, imprevistos. Be cool, pois viajar é o máximo .
  12. Continuação! Antes de falar das cidades. Acho importante falar que alguns aplicativos me ajudaram muito. Se você tem um espertofone com processamento razoável e sabe usá-lo aqui vão alguns aplicativos essenciais para viagem: - Maps With me: faz o download do google maps inteiro do país que você quiser e sincroniza com seu gps. Não precisa acessar a internet quando ligar o programa. Te poupa muito 3g, wi-fi e tempo; - Google tradutor: baixei o pacote de idiomas de todos os países que visitei. Para mim era importante saber oi, bom dia/tarde/noite, tchau, muito obrigado e tim-tim. Mas foi muito útil, com ele negociei uma estadia na Croácia, temperos em Budapeste e outras coisas mais. - Tourist Eye: Você faz o download de cidades e escolhe o que ver, o legal dele é que sincroniza também com o mapa offline que você tiver; - Conversor de Moedas: nem preciso falar; - Hostelworld: para encontrar abergues on-line - App do Couchsurfing: que vai muito mais rápido que o site oficial. Isso se vc vai pelo couchsurfing. Vamos começar. Lisboa 6 horas. Cheguei e não esperava uma fila nababesca no passaporte. Aliás, calcule bem seu horário e com boa folga, do contrário você perde o voo, apesar que algumas vezes, eles fazem você passar na frente. Outra dica é que o aeroporto de Lisboa tem wi-fi grátis por 15 minutos, então dá para mandar mensagem dizendo que vc está vivo , tirar onda no instagram e por aí vai. Não tinha muito tempo. Então a coisa era fazer o tempo render. Do aeroporto você sai facilmente pelo metro ou de ônibus, escolhi metro pois o tempo é marcado com mais precisão. Fui para a praça Marques de Pombal. Vale muito a visita, achei muito bonito todos os lugares próximos e vi a área onde diz que saiu a caravela de Cabral. Por causa do horário, só entrei no Castelo de São Jorge, que vale muito a visita. Tem um outro ponto com um ponto de vista alto, mas não bate o do Castelo. Amsterdã Dicas básicas: - O transporte mais utilizado é o tram e o trem. O primeiro é tipo um bondinho, super clean e prático. Compre tickets de 24 horas ou tourist card se você pretende visitar muitos museus; - Prepare suas moedas. As máquinas para comprar ticket de ônibus/trem/metro em diversos países só aceitam moedas; - A cidade nos pontos turísticos é BIZARRAMENTE lotada, então atenção com sua carteira. Há muitos pickpockets; - É seguro para andar com equipamento potente de fotografia, assim como em todos os outros lugares que visitei; - A noite na cidade brotam traficantes oferecendo um monte de drogas como cocaína e afins como ambulantes oferecem cd do windows 8 ou chip da tim. Apesar deles chegarem muito perto, não vão te assaltar, só querem te vender. So keep calm; - Alugue uma bicicleta, se você gosta e tem um mínimo de preparo; - A cidade tem uma bike por habitante, então você vai ter tulhas de bike por todos os lugares e os ciclistas de lá são como motoristas de táxi, barbeiragem e alguma falta de educação são esperadas; - A cidade é extremamente fotogênica, prepare sua máquina e cartões de memória; - Se você quer ir na época de colheita das tulipas, prepare-se para o começo de maio, cheguei lá e perdi. Mas vi lindos arranjos por toda a cidade e também nas bicicletas. - Coma um Febo, é uma delícia. - Os restaurantes são caros, mas bons. No final do dia estava chegando a Amsterdã. O Aeroporto deles é o mais bonito que vi de toda a viagem e relativamente bem sinalizado. Cheguei na casa do meu host relativamente fácil. Com um bom nível de inglês dificilmente você passará perrengue. Para baratear meus custos, fazia o seguinte esquema. No geral comprava boa parte da minha comida no supermercado, cozinhava na casa que estava hospedado e preparava uns lanches para colocar na mochila. Mas claro que tirava um dia ou mais para comer a coisa típica ou comer num restaurante fodástico do lugar e também para algum drink típico. Dei sorte com o clima e peguei a bike do meu host para andar. A parte turística é bem concentrada. De bike você alcança tudo, a Dam Square, O Rijkmuseum, Voldenpark, Museum Van Gogh. Ao invés dos museus clássicos preferi visitar uma exposição de lego e outra do corpo humano. Andei pelo Vondelpark, fiz o passeio de barco pelos canais (vale muito a pena), visitei o Redlight, sentei no canal para descanar com amigos que fazia aleatoriamente. Aliás, seja honesto consigo mesmo e veja/faça o que tem haver com você, não faça turismo de ostentação para postar no face. Outra coisa, você não precisa visitar todas as Igrejas, todos os museus de um lugar. Eu fiz o seguinte, gastava 20% do meu tempo com museus e outros lugares fechados, 40% andando para conhecer o lugar e as pessoas, 5% com alguma meta que tinha pré planejado 5% com meu host do couchsurfing e 30% dormindo (porque é necessário, mas depois comecei a dormir bem menos e tomar algumas vitaminas para compensar, tipo Pharmaton para ter mais energia). Quando voltei para viajar de volta ao Brasil, visitei a casa da Anne Frank, que é imperdível e também os mercados a céu aberto que vendem de tudo. O melhor deles está na Waterlooplein, o da Albert vale se você quer comprar comida e o outro lembra o Camelô da 25 de março. Meu host de Amsterdã era um cara de 42 anos, foi super tranquilo ficar na casa dele e conversávamos sobre diversas coisas. Aliás gastei um bom tempo pesquisando na casa de quem ia ficar e isso foi muito proveitoso. De Amsterdã segui para Berlim de carona, usando o site Bla bla Car, que é super fácil e funcional e barato As fotos quando colocar no Flickr, aviso aqui. Próxima parada: Berlim.
  13. Olá amigos! Esse relato é uma viagem que fiz recentemente a Europa e para mim ela foi um sucesso. Agradeço muito a toda ajuda e informação que consegui no site do mochileiros. E em especial ao colaborador Marcos Pereira, que foi meu guia espiritual. , Recomendo a leitura para quem quer fazer um mochilão rock'n' roll sem perder muito a classe e principalmente a quem quer saber como é a experiência do couchsurfing. Tirando Dubrovnik (por motivos de desencontro e Hvar, que explico depois) todos os lugares fiquei nos sofás e tendo a oportunidade de conhecer e praticar coisas não tão óbvias para turistas. Minha viagem foi de 28 dias, os lugares visitados foram Lisboa (29/05) - 7 horas Amsterdã (29/05 a 31/05) Berlim (31/05 a 03/06) Budapeste (03/06 a 07/06) Viena (08/06 a 11/06) Praga (11/06 a 15/06) com daytrip a Kutna Hora Dubrovnik (15/06 a 17/06) Split (17/06 a 19/06) Hvar (19/06 a 23/06) Amsterdã (23/06 a 25/06) Gastos gerais: Passagem - final de maio/junho - R$2533,00 Passagens internas - 288 euros + 80 jogados no lixo Gastos na viagem inteira (comida, hospedagem, baladas , ingressos, souvenirs e tudo mais) - 1478 Euros. A viagem foi feita com uma mochila com isso que vocês estão vendo[media][/media]. Levei 5 camisetas, 2 calças, 2 bermudas, 6 cuecas, 6 pares de meia, 2 sapados, 1 chinelo de palha (para andar dentro de casa ou na areia), 1 camisa xadrez de flanela, uma blusa, um casaco corta vento, meu bebê (Nikon D5100 com lente 18-200m e outra 1.8 50mm que não usei), uma mochila de ataque, uma pasta contento todo meu roteiro de viagem e itinerários, 1 kindle e 1 hd externo. Bem, essa foi a introdução.
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