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natielima

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    Trabalhando com turismo em Yangon, Myanmar
  1. Olha, eu estou ha 3 semanas em Myanmar, estou aqui a trabalho para ficar pelo menos uns 3 ou 4 meses. E obviamente a epoca de monções . Como eu estou apenas em Yangon ate agora esta sendo ok, e um pouco chato as vezes porque com frequencia sao chuvas bastante fortes de forma que nao da pra passear pelas ruas. Em alguns anos dependendo da quantidade de chuva as vezes inundam algumas areas, este ano em regioes aqui do pais houve novamente desabrigados e as vezes ate mortes por causa das fortes chuvas, tanto no ano passado como neste ano ha muita gente se mobilizando para ajudar as vitimas das enchentes. Alguns turistas preferem vir nessa epoca porque nao e alta estacao entao tem menos turistas e os precos sao mais baratos. Dependendo da regiao pode ser que as estradas estejam impassaveis, o que acredito acontece nos outros paises tambem. Mas dependendo da rota que vai fazer isso nao seja um problema. Boa sorte.
  2. Que pena que tantos tem tido problema com o visto eletronico. Eu sei ate agora so uma vez o visto eletronico e nao tive nenhum problema, em 5 minutos eu tinha enviado o pedido. No dia seguinte me mandaram um email pedindo uma copia do meu passaporte e no outro dia eu recebi a " letter of approval", que e o que o turista apresenta no aeroporto para entrar no pais. Muitos viajantes que combinam Myanmar com Tailandia e tem mais tempo em Bangkok optam por tirar um visto na embaixada do Myanmar la. Essa opcao parece ser bem popular, por isso as pessoas relatam sobre muito tempo de espera, mas o visto sai em 1 dia se voce paga mais, ou no proximo dia.
  3. Depois de planejar esta viagem por basicamente 1 ano finalmente a hora havia chegado, deixar a °segurança° do lar em Munique e partir sozinha rumo à Ásia, 2 dias Bangkok e 13 dias Myanmar. Eu tinha expectativas enormes a respeito desta viagem; que seria monumental, que eu encontraria pessoas maravilhosas, que eu me apaixonaria mais ainda pela cultura do que já sou ( aprendo o idioma há cinco meses, tenho amigos birmaneses na Alemanha, onde moro). Chegando lá: a realidade correspondeu às expectativas? Sem dúvida. Correu tudo perfeitamente? Nem de longe, rs.... passei por algumas adversidades por assim dizer, começando já na chegada quando meu cartão foi retido pelo caixa eletronico ( esperei uns 20 min. até alguém vir e abrir a máquina), tive problemas de estômago, entre outras coisas. Mas, faz parte da aprendizagem Vamos aos fatos, a rota que decidi fazer ficou assim: Yangon , 2 dias Mandalay, 3 dias Bagan, 3 dias Inle, 3 dias Yangon, 2 dias Moro na Alemanha, daqui fui até Bangkok com a Etihad ( conexão em Abu Dhabi) ; fiquei 2 dias em Bangkok para visitar amigos e de lá peguei um voo até Yangon com a Nok Air,uma companhia tailandesa. Paguei 121 USD pela passagem de ida e volta Yangon - Bangkok, o que achei um preço razoável. Chegando em Yangon peguei um táxi até a Guesthouse onde ficaria hospedada, Aung Si Guesthouse. Um quarto simples com banheiro privado custa 20 USD por noite. Defini meu budget para acomodação para 20 USD por noite, por este preço em Myanmar se encontram quartos e hotéis simples já que Myanmar ainda é mais caro do que outros países do sudeste asiático. O único luxo que eu permiti era ter um quarto simples com banheiro privado (e não dormitórios / shared bathroom etc). Em Yangon por ex. há desde um quarto por 6 USD por noite (Mahabandoola Guesthouse) até hotéis de luxo. Aung Si Guesthouse eu recomendo, funcionários simpáticos e prestativos, apesar de não falarem muito bem inglês era sempre suficiente: http://www.myanmarhotel-budget.com/ Yangon e Myanmar são maravilhosamente caóticos. Em cidades grandes como Yangon / Mandalay há sempre bastante tráfego / engarrafamentos e os birmaneses tem um jeito todo especial de dirigir; todos buzinam o tempo todo, sempre que ultrapassam alguém, ou alguém os ultrapassa, ou pedestres querendo atravessar a rua, enfim... Praticamente não há calçadas então todos andam na rua, atravessar as ruas mais movimentadas é sempre uma aventura mas funciona. Uma amiga foi me buscar no hotel e me levou para um passeio pela cidade; fomos ao Bogyoke market e depois uma pausa para o almoço. Mais tarde fomos ao Kandawgyi park: No fim do dia fomos ao Shwedagon , era uma das primeiras coisas na verdade que eu queria fazer estando ali. É maravilhoso, monumental, lindo demais No segundo dia encontrei um outro amigo, começamos o dia com um almoço num restaurante junto ao Inya Lake, um lugar muito bonito e gostoso para relaxar. Fomos depois ao Sule Pagoda e dar uma volta nas redondezas. A noite fui com um amigo a um templo perto do hotel, Botataung pagoda. Meu amigo, um birmanes que conheço através do couchsurfing , queria testar se convenceria como birmanesa , rs.. na maioria dos templos os turistas estrangeiros tem que pagar entrada, nos templos há um sempre um guiche da "foreigners authorities". Eu estava vestindo trajes típicos, longyi ( a "saia") e engyi (blusa), ele falando em birmanes comigo, passamos sem ser parados, rs.. obviamente o sentido por trás desta ação não era entrar no templo de graça mas sim foi interessante pensar que posso paracer como uma moradora local eu não pareço como uma etinia típica mas em Myanmar há muitos moradores de origem indiana. Fizemos um passeio de sidecar: No terceiro dia peguei um voo para Mandalay onde fiquei 3 dias. Como eu não tinha muito tempo no país decidi fazer quase todos os trechos de avião , uma opção muito popular são também os ônibus noturnos , os ônibus VIP são comfortaveis e tem ar condicionado. Fui a Mandalay com a companhia local Asian Wings. Cheguei de manhã, lá fiquei no hotel A.D.1 , também 20 USD por noite por um quarto simples com banheiro privado; achei um hotel bem agradável com terraço onde é servido o café da manhã. Quase sempre eu cheguei nos hoteis cedo da manhã mas sempre pude fazer checkin depois de alguns minutos, nunca tive que esperar até depois do meio dia. No primeiro dia decidi visitar o Mandalay palace e os mais importantes templos nesta área, terminando a tour em Mandalay Hill onde se tem uma vista maravilhosa sobre a cidade. Custa 10.000 kyats, cerca de 10 USD, o combo ticket para o palácio e os outros templos e é valido por 5 dias. O palácio é uma reconstrução do palácio real original de 1857 ( o palacio foi destruido durante a segunda guerra mundial e reconstruido nos anos 90). Voltei a noite para o hotel, não tinha planos para a noite portanto só jantei num pequeno restaurante ali perto e fiquei relaxando no hotel. A comida é barata, entre 1000 e 2000 kyats custa uma boa refeição da comida local. Eu pagava em média cerca de 3 USD por uma refeição e bebida, sendo que a bebida ( coca cola, suco de fruta) custavam quase o mesmo ou o mesmo que a comida. A comida birmanesa é muito boa, pode ser bem picante mas na maioria das vezes não é muito picante. O prato nacional pode se dizer que é "mohinga", uma sopa de peixe que eles comem no café da manhã. Eu sou vegetariana então sempre escolhia as opções sem carne/frango ou peixe mas há opções vegetarianas o suficiente. No dia seguinte peguei o barco para ir a Mingun, um vilarejo cerca de 1 hora de barco de Mandalay. Mingun é conhecido entre outros pelo templo Hsinbyume e pelo sino de Mingun, o maior do mundo com 5 m de diâmetro na base e 87 toneladas. Eu havia sido convidada para almoçar em Mingun com uma família por isso não tinha muito tempo para andar pelo vilajero e visitar os templos, mas deu para visitar estas atrações também e passei umas horas agradáveis com uma típica família birmanesa. Obviamente a mesa estava fartamente posta, apesar de ser uma família simples. Comida e hospitalidade são muito importante para os birmaneses. A noite, já de volta à Mandalay um amigo me levou para um passeio de moto na cidade e uma visita ao Mahamuni paya (pagode). Nas redondezas do templo há o bairro onde vários artesãos trabalham fazendo estatuas religiosas. Na entrada para o templo havia como uma feira, com várias barraquinhas vendendo souvenirs, artigos religiosos etc. Nos templos sempre há estátuas de Buddha para cada dia da semana (a semana birmanesa tem 8 dias; a quarta-feira conta como 2 dias) , as pessoas vão ao dia da semana em que nasceram para jogar água da estátua de Buddha (geralmente 8 vezes). Para os birmaneses é muito importante em qual dia da semana se nasce, o nome das pessoas é sempre relacionado ao dia da semana. Eu nasci num sábado Eu interrompo o relato agora só para fazer uma pequena observação: esta foi a primeira vez que fui ao Myanmar. Eu tinha um amigo que conhecia pessoalmente, um rapaz que esteve visitando a Alemanha no ano passado e ficou 2 dias em Munique na nossa casa. Eu o conheci através do Couchsurfing (uma comunidade de viajantes / intercambio cultural; membros podem pedir para ficar na casa de outros membros gratuitamente). Todos os outros amigos que tenho e encontrei ali conheci primeiramente através do instagram! (comunidade fotográfica / app , por assim dizer). Mantinhamos contato pela internet / facebook já ha bastante tempo e agora tivemos a oportunidade de nos encontrarmos pessoalmente. Voltando ao relato: em meu ultimo dia em Mandalay encontrei outra amiga e seu namorado, eles me levaram à famosa U Bein Bridge, uma ponte de 1,2 km . Almoçamos juntos, depois fomos a Amarapura , onde fica situada a ponte. Atravessamos a ponte até o fim, onde fica um vilarejo, ficamos alguns minutos ali depois voltamos. Mais tarde eles me ajudaram a comprar uma passagem de ônibus para Bagan e as ultimas horas fiquei fazendo hora num shopping no centro da cidade. Minha amiga me disse que a empresa de ônibus oferecia um serviço de pick up: no centro da cidade, onde vendem os tickets, havia um ônibus que levava os passageiros até o terminal de ônibus que como descobri é super longe da cidade ; de taxi teria custado uma fortuna ; desta forma apenas 1000,00 kyats (1 USD). O ônibus para Bagan partia as 21:30 , saiu pontualmente, o ônibus era comfortável, chegamos a 1:18 da manhã. Eu e os outros turistas que chegaram no ônibus pegamos um táxi compartilhado. Antes de realmente entrar em Nyaung U , um vilarejo cerca de 7km de old Bagan , o taxi parou numa rua para cobrar entrada para a área de Bagan , são 20 USD por 5 dias. Eu já sabia sobre esta taxa mas todos ficaram surpresos e alguns bastante irritados por ser mesmo tarde da noite e antes de poder ir ao hotel ou chegar direito tinhamos que parar para comprar o ticket. Mas nos templos não há ninguém controlando se as pessoas tem ticket ou não então esta é a única forma para eles, cobrar os turistas antes de entrar na cidade. Bagan é conhecida pelos templos espalhados pela cidade, pelo nascer e por do sol, é realmente uma atmosfera mágica. Eu alugava uma bicicleta no hotel e saía pedalando pela cidade, custa 1,50 USD por dia. Infelizmente eu estava um pouco doente nestes dias, tive problemas de estômago. Me restringi um pouco então, não ficava andando / pedalando por muito tempo e sempre voltava ao hotel para fazer uma pausa. Por coincidencia tinha um medico que atendia bem em frente ao hotel onde fiquei, fui então ver o Dr. Kyaw , rs , porque precisava de remédio . Realmente ajudou, depois de 2 dias tomando os remédios e comendo coisas neutras fiquei bem melhor. Num dos restaurantes onde eu ia para comer spageti sem molho/ sem nada (rs.. eu não conseguia comer outra coisa) fiz amizade com um dos garcons que achou o máximo que eu aprendo a lingua birmanesa,rs.. Fiquei 3 dias em Bagan, pude visitar alguns templos, ver o por do sol , aproveitar a atmosfera pacata. Se não tivesse ficado doente teria provavelmente feito / visto mais, mas deu para aproveitar. Fiquei hospedada no “Innwa Guesthouse” , quarto simples com banheiro privado por 25 USD. Depois de 3 dias pequei um vôo para Heho, que fazia parada em Mandalay. Em Myanmar nos vôos domésticos quando há conexão não se troca de avião e sim os passageiros para o novo destino embarcam no mesmo avião. Heho é o areoporto da região do lago Inle. De lá até Nyaung Shwe, de onde a maioria dos turistas inicia sua jornada, são aproximadamente 45 min. Infelizmente o táxi é caro, 20 USD . Quando eu voltei a Heho para pegar o vôo para Yangon paguei 15.000 kyats, 15 USD ; mais barato do que isso não é possível. Cheguei ao meu hotel, Inle Inn, o hotel mais caro que reservei (30 USD por noite),, um pequeno luxo que me dei nestas férias. O hotel era bem aconchegante e os funcionários simpáticos e prestativos. Em Inle a tour clássica é o passeio de barco, que custa 20.000 kyats por barco. Eu fiz o passeio com 2 turistas poloneses então rachamos os custos. Fizemos o passeio com um senhor do hotel mas é possível ir ao cais e negociar com outros barcos. O passeio levou realmente o dia todo, iniciamos antes das 8:30 e voltamos um pouco antes das 18 horas. Paramos em alguns vilajeros, vimos feiras locais, visitamos templos. Em um dos vilarejos, In Deing, visitamos um monastério e ao descer do alto da estupa fomos convidados por um monge para chá e cracker de arroz ^^ Eu outro vilarejo visitamos uma tecelagem onde se produz seda de lótus, a última parada antes de voltar a Nyaung Shwe foi num templo Este passeio fiz no meu primeiro dia em Nyaung Shwe, no primeiro e no terceiro dia aluguei uma bicicleta e fiquei passeando pelos vilarejos. Uma delícia, aproveitar a paz e tranqüilidade, moradores sempre simpáticos sorrindo e cumprimentando; os birmaneses são o povo mais simpático e hospitaleiro do mundo. Em uma desta pedaladas fui espontaneamente convidada para chá e snacks, uma senhoras que moram numa casinha / cabana de Madeira bem simples. Me ofereceram chá, tofu frito e bananas. Elas não falavam inglês mas as poucas palavras que sabiam e as poucas frases que eu lembrava no idioma local (pelo menos mais do que só “oi” e “obrigada” já ajudavam; quando por ex. me perguntaram a respeito dos meus pais (se eu tinha / onde estavam) etc. Uma experiencia incrível. No último dia em Nyaung Shwe aproveitei para fazer um último passeio de bicicleta curtindo a paisagem. Á noite era lua cheia , havia algumas celebrações nos templos. Eu fui visitar um templo: Meus dias em Inle haviam infelizmente chegado ao fim e minha viagem em Burma estava caminhando ao fim, tão triste. No vôo de volta conheci um birmanes muito simpático, um rapaz de uns 24 anos. Ele se sentou do meu lado e um pouco antes de decolarmos de repente ele vira para mim „hi, I´m David“ e começa a falar pelos cotovelos, rs… conversamos o tempo todo, ele me ajudou a pedir um táxi em Yangon,trocamos contatos no facebook etc. Isso não acontece comigo quando viajo na Europa…. No meu penúltimo dia em Yangon passei o dia sozinha já que meus amigos estavam trabalhando / ocupados, alguns não estavam na cidade. Relaxei um pouco já que estava cansada dos ultimos dias, fui ao Bogyoke Market comprar os últimos souvenirs. No meu último dia em Myanmar, uma sexta-feira, comecei o dia com uma úlima visita ao Shwedagon. Tinha que me despedir deste lugar mágico, passei 2 horas ali. Um amigo que eu ainda não havia encontrado me escreveu espontaneamente convidando para almoço; fomos a um restaurante no parque Kandawgyi. Mais tarde encontrei outro amigo , fomos jantar juntos e ele me mostrou um apartamento que comprou e vai oferecer no air bnb . Por ultimo outro amigo foi me buscar para a balada, rs… fomos a um bar que fica no 4o andar de um prédio, é chamado Vista Bar. Estando lá se entende o porque, no terraço se tem uma vista maravilhosa do Shwedagon. Experimentei 2 coquetéis lá e jantei depois fomos a 2 clubes e um bar. A viagem tinha então chegado ao fim no dia seguinte saía meu vôo para Bangkok e á noite meu vôo de volta para casa. Vamos então a alguns fatos práticos sobre a viagem: Custos: - hotéis cerca de 20 USD por noite ( Yangon : Aung Si Guesthouse; Mandalay: A.D. 1 hotel; Bagan: Innwa Guesthouse ; Inle: Inle Inn). Nesta categoria de hotéis mais baratos nem sempre os hotéis tem um site , na maioria das vezes é possível encontrar um número de telefone em sites como lonely planet . Os hotéis em Mandalay e Inle eu reservei através de um site chamado agoda (que é como "booking" ). -táxi: Yangon , do aeroporto até o hotel cerca de 10.000 kyats (10 USD) , mas tem que se negociar com os taxistas , senão, especialmente de turistas chegando de vôos internacionais eles vão querer o dobro. Corridas dentro da cidade ficavam em cerca de 2500 - 3000 kyats. Mandalay , aeroporto até o hotel: 10.000 kyats. Dentro da cidade eu pegava sempre mototaxi, as corridas ficavam por 1.500 kyats. Bagan: peguei um shared táxi com outros turistas, paguei 4.000 kyats. Inle: 20.000 kyats quando cheguei em Heho para ir ate Nyaung Shwe onde era meu hotel. O caminho de volta consegui por 15.000 kyats. Comida: uma dica é preferir a comida local, por um lado porque é saborosa, barata e estando no país faz parte da experiencia de viagem. Os restaurantes com comida ocidental são sempre mais caros e na maioria das vezes a comida não é tão boa (como spagetthi, pizza etc) . Por 1500 a 2000 kyats (1,50 a 2 USD) era possível conseguir uma boa porção , as bebidas custam em média o mesmo que a comida. Em Mandalay, Bagan e Inle se paga um ingresso para visitar os palácios, templos etc. Em Mandalay e Inle são 10 USD; em Bagan 20. Estes ingressos são válidos por 3 a 5 dias. Locomoção no país: eu fiz quase todos os trechos por via áerea, os passagens custaram de 83 a 110 USD. Ônibus de Mandalay até Bagan 8.000,00 kyats; os ônibus ficam na média de 10 a 18.000 kyats. Alguns outros fatos interessantes: -muitas pessoas tem o costume de mastigar "betel nut" , eles põe um pacotinho que é embrulhado numa folha na boca e ficam mastigando por um tempo , depois eles cospem uma massa vermelha . Se vê em todo lugar, o tempo todo: taxistas, nas ruas, nos ônibus, homens e mulheres. Fora isso as pessoas tem costume de cuspirem nas ruas, fazendo aquele barulho mesmo pra limpar tudo que há nas vias respiratórias, rs... -birmaneses sempre estão cantando, nas ruas, nas lojas, assim, sem motivo. Na Alemanha as pessoas não cantam ... -Shwe signifca "ouro" em birmanês. Não só templos mas muitos hotéis , restaurante tem "Shwe" no nome, uma palavra que se vê muito; .Myanmar é um país conservador, por ex. no modo de se vestir. Nas ruas se ve homens e mulheres usando o traje típico "longyi", que é como uma "saia" que vai até os pés. As mulheres usam blusas muitas vezes até os cotovelos ou pelo menos cobrindo os ombros. Eu vi muitas meninas, turistas, andando de blusa de alcinha e shortinhos tipo hotpants. Puxa, não custa nada durante as férias você se adaptar aos costumes locais né? Não precisa usar longyi mas pelo menos camisetas e calças ou saias até o joelho. Num país muçulmano elas não usariam estas roupas , só porque Myanmar não é perigoso neste sentido não precisa abusar, acho uma falta de consideração com a cultura local. -birmaneses assim como em outros países asiáticos amam karoke nos ônibus sempre há uma televisão onde fica tocando as músicas. -Estadia privada é proibida pelo governo, portanto couchsurfing não é uma opção. Acomodação em Myanmar ainda é mais cara do que em outros países do sudeste asiático. Faz poucos anos que o país começou a se abrir para o turismo, por muito tempo Aung San Suu Kyi era contra o turismo no país como forma de protesto contra os militares. Esta posição ela mudou ao longo dos anos. Myanmar tem se tornado um destino popular , mais turistas tem ido ao país. É praticamente impossível evitar que do dinheiro que gastamos no país parte vá parar no bolso dos militares, mas uma boa opção é ficar em guesthouses / pequenos hotéis que geralmente são de propriedade privada (ao contrário de resorts etc que pertencem a membros do governo / militares) e também comprar souvenirs de feiras locais para ajudar a população. No momento tem havido muitos protestos de estudantes pelo país, os protestos tem sido brutalmente dispersados pela polícia. Myanmar ainda é imprevisível , apesar de agora mais aberto ao turismo mas nunca se sabe o que pode acontecer. Em algumas regiões há conflitos armados entre rebeldes e militares. A maioria da população é pobre mas sempre com um sorriso no rosto, apesar das dificuldades. É triste e revoltante pensar na corrupção , nos poucos se enriquecendo às custas da miséria do povo. Tenho amigos birmaneses que vivem em exílio na Alemanha porque eram politicamente perseguidos. Eu escolhi morar no exterior e posso sempre volta para casa , não consigo imaginar como deva ser ficar anos sem visitar sua pátria, sua família. Eu me apaixonei por este país e espero que a situação melhore para este povo tão hospitaleiro.
  4. natielima

    Laos - Ajuda

    oi Danilo, em Vientiane 1 dia acho suficiente sim, da pra ver a cidade, alguns templos, Patuxai (o "arco do triunfo", marco da cidade), Pha That Luang não dá pra perder. Talvez fique meio apertado se você quiser ir ao Xieng Khuan park ("Buddha Park") , mas senão creio que 1 dia já da pra ver relativemente bastante. Eu fiquei 4 dias ao todo em Luang Prabang (1 dia em um Elephant Camp ao redor) e poderia imaginar ficar ali mais tempo sim, só relaxando mesmo, é uma atmosfera muito acolhedora e com mais tempo de repente da pra explorar mais os arredores tambem (cachoeiras, povoados). Em Vang Vieng depende um pouco do seu foco, se for só pra conhecer , incluir uma parada no trecho até Luang Prabang vale a pena também por 1 dia, a paisagem é exuberante, muita gente faz trekking, eu fiz um passeio de bicicleta, com mais tempo tem umas cavernas que dá pra visitar ali perto etc. Se quiser dá uma olhada no meu relato : http://www.mochileiros.com/2-semanas-laos-bangkok-3-dias-na-terra-dos-milhoes-de-elefantes-t95477.html , pus umas informações também sobre os hotéis e tal.
  5. Muito legal o relato e as dicas já estive na Tailandia e em 2015 vou pela primeira vez sozinha, estarei só em Bangkok. Em geral o que ouvi muito até agora foi também para ter cuidado , especialmente com taxis, mas que por outro lado tendo cuidado e sabendo como se comportar é sossegado. E como você disse, vindo do Brasil nao e nada com o que nao estejamos acostumadas
  6. natielima

    Laos - Ajuda

    Eu fui ao Laos com Lao Airlines saindo de Suvarnabhummi, até Vientiane. Acho que depende de quantos dias e quantos lugares voce quer visitar no Laos. Se voce for ate Vientiane e de lá a Luang Prabang talvez seja melhor procurar um voo . Quando eu fui ao Laos fiz Vientiane - Vang Vieng - Luang Prabang , mas como tinha Vang Vieng no roteiro fiz tudo por terra. Vientiane - Vang Vieng umas 3 horas / Vang Vieng - Luang Prabang 5 horas (de Van). O ultimo lugar que visitei foi Luang Prabang e de la peguei um voo de volta a Tailandia, ambos os trechos com Lao Airlines. Da pra entrar no Laos por terra tambem, um trecho popular e ir ate Nong Khai na Tailandia e atravessar a Friendship Bridge até Vientiane .
  7. Olá viajantes, vou para o Myanmar em fevereiro , saindo de Bangkok . Moro na Alemanha e por aqui (para cidadãos alemães) os documentos necessários para pedir o visto são formulário 2 x em ingles, 2x fotos, e a taxa a ser paga. Vocês sabem se para brasileiros é exigido algum outro tipo de documento? Depois da minha estadia volto a Bangkok onde fico mais 2 dias, alguém já fez este trecho (voltando à Tailândia), é exigida algum tipo de vacina (por ter estado no Myanmar ) ? Eu tenho a vacina contra febre amarela que sei que é exigida para cidadãos brasileiros na Tailandia. Obrigada Natalie
  8. Buddha Park é um pouco afastado da cidade mas dá pra fazer numa manha por ex, leva uma meia hora de tuk tuk até la, vale a pena. Em Vientiane mesmo tem os templos para visitar, da pra fazer Buddha Park e That Luang em um dia, ou talvez numa metade de um dia se voce nao tiver muito tempo e fazer outras coisas. Comprei o pacote numa agencia alema que trabalha com uma agencia local, Khiri Travel: http://khiri.com/ . Eu nao reservei so o transporte mas tinha um pacote completo incluindo hoteis, transfer de uma cidade pra outra com Vans, algumas atividades com guias etc. Vang Vieng vale a pena pela natureza, paisagem, eu pessoalmente nao gosto dessa "agitacao" , que era muito maior ha alguns anos atrás; depois que alguns turistas bebados morreram fazendo tubing o governo começou a combater certas atividades entao diminui esse fluxo de turistas jovens (20 e tantos) que iam lá pra fazer baladas e tal... a natureza é deslumbrante. Eu gostei muito de Vientiane mas concordo que nao e necessario muito tempo, 2 dias esta bom para ver as atracoes da cidade.
  9. Oi Leandro, é tempo suficiente sim em cada lugar, em Vang Vieng a atração principal é a paisagem, atividades outdoor etc. Quanto aos trechos entre as cidades: as estradas sao ruins, com buracos e principalmente o trecho Vang Vieng - Luang Prabang é o tempo todo por estradas sinuosas pelas montanhas então vai meio que balançando o tempo todo, rs.. fizemos 2 paradas, 1 em só pra ir ao banheiro e uma para comer, claro que as paradas são diferentes do que temos no Brasil, eram umas cabanas de madeira onde viviam familias que vendiam comida / souvenirs pra turistas para ganhar um dinheiro. Vang Vieng - Luang Prabang sao 250 km acho, levou 5 horas. Vientiane - Vang Vieng eram 150 km se bem me lembro e levou umas 3 horas. Voce pode comprar as passagens de onibus em agencias de viagems pelas cidades, fomos de Van que é um " VIP Bus" (com aircon) . No nosso caso as passagens estavam incluidas / ja reservadas no pacote que compramos na Alemanha mas dá pra comprar lá também nas agencias que tem espalhadas pela cidade.
  10. Ano passado quando eu e meu marido resolvemos ir à Ásia levou um certo tempo para decidir o destino. Não tinhamos muito tempo para planejar a viagem e teríamos apenas 2 semanas de férias para fazer a viagem. Depois de muito pesquisar por acaso sempre via tópicos sobre o Laos em diferentes foruns; o país foi me ficando cada vez mais simpático, as pessoas falavam muito bem das suas experiências de viagem ali. Por isso resolvemos ir ao Laos. Encontramos um pacote barato com um bom roteiro, uma viagem curta mas que valeu muito a pena pelas experiências e pelo o que vivenciamos. O pacote incluía vôo Munique - Bangkok (moro na Alemanha) , 2 dias em Bangkok, depois vôo até Vientiane. O trecho que viajamos não foi longo , não pudemos visitar o sul etc mas deu pra ver e fazer muita coisa: -Bangkok -Vientiane -Vang Vieng -Luang Prabang (3 dias em Luang Prabang, 2 dias no Elephant Village e mais 1 dia em Luang Prabang) -Bangkok Nosso vôo era com a Etihad com conexão em Abu Dhabi. A companhia achei muito boa, o aeroporto em Abu Dhabi um tanto caótico e o vôo para Bangkok atrasou 2 horas... depois de quase 18 horas de viagem no total chegamos em Bangkok: Nosso hotel ficava perto da famosa Khao San Road, como chegamos a noite fomos dar uma volta e comer alguma coisa. No dia seguinte tinhamos o dia inteiro em Bangkok, nosso vôo para Vientiane saia as 20.30 da noite. Aproveitamos para fazer um pouco de sightseeing: Á noite fomos para o aeroporto para pegar o vôo para Vientiane com a Lao Airlines: Chegamos as 22 horas no nosso hotel em Vientiane, fizemos o checkin e depois saimos para dar uma volta só para ter uma primeira impressão da cidade. Nós estamos um pouco cansados e também os restaurantes , bares tem que fechar até a meia noite então voltamos logo para o hotel. O hotel em Vientiane era Vayakorn Inn (http://www.vayakorn.biz/), localizado na região central praticamente ao lado do Wat Mixai e Wat Ong Teu, há 10 metros de uma das ruas principais (Rue Setthathilath) . Gostamos do hotel, aliás dos hoteis em que ficamos no Laos ; funcionários sempre prestativos (mesmo que ás vezes não falavam muito bem inglês), bonito ambiente , tranquilos. Fomos então descobrir a cidade. Começamos pelos templos perto do hotel: Vientiane apesar de ser a capital me pareceu uma cidade pacata com ares de cidade do interior do Brasil. A cidade tem cerca de 210 mil habitantes. Fomos ao Laos agora em Abril que é o mês mais quente do ano, as temperaturas durante o dia ficavam na média de 36 a 38 graus (mas nada incomum para brasileiros...) . Interessante observar também que apesar de estar muito quente o céu estava quase sempre encoberto por fumaça, já que nessa época muitos agricultores queimam os campos. Mas não sentimos cheiro de fumaça nem algum tipo de desconforto. O símbolo religioso e nacional mais importante do Laos, Pha tuat luang, uma stupa budista do século 16 No nosso segundo dia em Vientiane fomos ao parque Xieng Kuang, mais conhecido como Buddha Park. Fica há 25 quilômetros de Vientiane, fomos de tuk tuk. O Buddha park foi iniciado em 1958 e contém cerca de 200 esculturas budistas. Voltando a Vientiane aproveitamos para relaxar um pouco , passear pela cidade e terminar o dia com um bom jantar e Beerlao No dia seguinte fomos de Van de Vientiane a Vang Vieng. São 150 quilômetros, levou mais ou menos 3 horas. Vang Vieng ficou conhecida há alguns anos atrás como party city, onde centenas de adolescentes ocidentais faziam festas,bebiam, ficavam meio doidos (em alguns restaurantes eram oferecidos os pratos na versão "happy" - onde eram adicionadas maconha ou cogumelos, ópio etc) ... depois que alguns morreram fazendo tubing (por estaram bêbados) o governo começou a combater o abuso de drogas e depois de alguns anos a situação se tornou mais calma. Muitos turistas incluem Vang Vieng para aproveitar a natureza e atividades outdoors que são oferecidas. Nós tinhamos só 2 dias então aproveitamos para relaxar e andar de bicicleta . O ano novo é comemorado com muita água. O ano novo lao , Boun Pi Mai, é comemorado no meio de Abril. As pessoas ficam nas ruas com barris e pistolas d´água e ficam jogando água nos passantes (durante o Pi Mai é impossível se locomover nas cidades sem ficar molhado...) . É uma forma de se puricar simbólicamente e se despedir do período de seca já que o período de Monsun deve ser atraído dessa forma. Nos templos as pessoas jogam água nas estátuas de Buda, em cidades como Vientiane e Luang Prabang há paradas nas ruas. Em Vang Vieng ficamos no Ban Sabai Bungalow (http://www.inthira.com/); diretamente ás margens no rio Nam Song com uma vista maravilhosa Em Vang Vieng fomos andar pelas redondezas e também fizemos um passeio de bicicleta em meio à paisagem bucólica. De Vang Vieng fomos a Luang Prabang , de novo de Van. 256km em 5 horas! As estradas estão em más condições e vão por montanhas literalmente o tempo todo. A paisagem é deslumbrante, mas são curvas e mais curvas por todo o caminho. Chegamos as 15 horas em Luang Prabang , pegamos um tuk tuk até o hotel e apesar de ser um percurso de normalmente menos de 5 minutos acho que demorou quase 10 minutos porque a rua principal estava cheia de carros / pick up jogando água uns nos outros / nas pessoas nas calçadas, enfim, chegamos ao hotel ensopados, rs.. Luang Prabang tem 47.000 habitantes, era a capital do Reino do Laos até 1975, quando a monarquia foi extinta. Em 1995 Luang Prabang foi tombada como patrimônio da humidade pela Unesco. A cidade fica entre o rio Mekong e Nam Khan. As atrações da cidade são os cerca de 30 wats (templos) , o museu nacional (antiga residencia real), o monte That Phousi, passeios de barco no rio Mekong; nos arredores de Luang Prabang há cachoeiroas e cavernas para se visitar. Chegamos no último dia oficial do Pi Mai, por isso no dia seguinte as pessoas já não estavam mais jogando água umas nas outras, mas as celebrações nos templos continuaram por mais 4 ou 5 dias. Em Luang Prabang ficamos no hotel Villa Saykham, bem central e tranquilo: http://villasaykhamhotel.com/ . Uma coisa que eu queria muito fazer em Luang Prabang era visitar a "Living Land Farm" : http://www.livinglandlao.com/ . É um sítio comunitário onde as pessoas da comunidade trabalham platando arroz , legumes, fazendo cestas e chapéis de palha. Turistas podem fazer uma tour das 9 até meio dia, meio dia e meio, onde se aprendem os passos para o cultivo de arroz desde a escolha do grão até preparar o solo, colheita etc. Apesar de eu não ter muito jeito nem com jardinagem me interessei porque gosto de coisas do campo, de regiões rurais etc. O guia, Mr. Lee, era muito simpático, extrovertido e explicava muito bem, todos no grupo podiam por a mão na passa . O arroz cultivado no sítio não é vendido mas apenas distribuido gratuitamente à comunidade; os legumes e verduras são vendidos aos restaurantes. Com a renda arrecadada com a venda de legumes e com turistas eles apoiam a comunidade, dão aulas de inglês para crianças etc. Custa cerca de 30 dólares essa tour, para mim valeu muito a pena ainda mais sabendo que se apoia um projeto tão bacana O transporte do hotel e de volta para a cidade está incluído no preço (tuk tuk). A tarde aproveitamos para passear pela cidade e visitar alguns templos. No terceiro dia em Luang Prabang participamos de um curso culinário do restaurante Tamarind. O dia começa com uma visita ao mercado local, onde o chefe explica os temperos, ervas e vários outros ingredientes da cozinha lao. Depois do mercado vamos a um sítio pertencente ao restaurante onde há uma cozinha ao ar livre com um lindo jardim em volta. Ali preparamos 5 pratos diferentes e sobremesa. A cozinha lao é bem interessante e saudável , utilizando muitas ervas. A base da alimentação das pessoas é o arroz (stiky rice). Nós preparamos variações dos pratos apresentados, já que somos vegetarianos e carne / peixe é a base da culinária (também molho de peixe que é usado também em saladas). Mas foi uma experiência muito interessante. O curso ia das 9 até as 15 ; aproveitamos a tarde para descansar um pouco e depois passear mais um pouco pela cidade: No dia seguinte íamos ao "Elephant Village". No sudeste asiático existem vários "elephant camps" , alguns no Laos. Eu achei a idéia interessante mas queria ter certeza de encontrar algo sério, que tem os elefantes como foco e não apenas como forma de ganhar dinheiro de turistas. O Elephant Village foi fundado por um alemão e é gerenciado por laos, no site deles se pode ler a história dos elefantes que eles mantem no camp ( no momento 12) ; são elefantes que costumavam trabalhar (por ex. na extração de madeira). Laos , uma vez conhecido como o país dos milhões de efantes, hoje abriga cerca de 1500 elefantes apenas, somente cerca de 1000 - 1100 vivendo em liberdade. No Elephant Village se recebe ao chegar um rápido treinamente de "mahout" (condutores de elefante) onde se aprendem alguns comandos. Depois de memorizar os comandos o turista sobe na nuca do elefante (sempre com o mahout acompanhando) e damos uma voltinha, rs... Depois levamos os elefantes até a floresta onde eles dormem e nós dormimos no Elephant Village, já que eles oferecem programas com estadia. Na manhã seguinte nosso guia foi nos esperar para irmos buscar os elefantes na floresta e leva-los ao rio para dar banho. As pessoas da comunidade local encontraram trabalho no Elephant Village como guias, mahouts, cozinheiros ... muitos puderam aprender inglês, a comida para os elefantes é comprada da população local. Um projeto exemplar: http://www.elephantvillage-laos.com/community-support/ Foi uma experiência incrível, nunca tinhamos chegado tão perto de elefantes, interessante também observar a relação deles (ou melhor "delas", apenas fêmeas são mantidas no camp pois são menos agressivas) com seus respectivos mahouts. Depois do Elephant Village tinhamos apenas mais um dia em Luang Prabang. Uma pena, gostei muito da atmosfera calma desta cidade. No nosso último dia fui visitar o templo Wat Xieng Thong, o mais antigo de Luang Prabang. Entrando no templo um noviço me cumprimentou em inglês e depois veio puxar conversa comigo. Me mostrou o templo, me contou sobre as tradições budistas e de ano novo (me perguntou se eu queria derramar água sobre uma estátua de buda, o que fiz: se pega uma bacia com água e pétalas de flores e a água é derramada numa espécie de cano que leva a água até a estátua ; durante este pequeno ritual se deve fazer um pedido ) Foi uma forma singela de terminar esta linda viagem. Uma cerimônia que virou atração turística em Luang Prabang é a chamada ronda das almas ou "alms giving". Os monges e noviços fazem uma ronda na cidade a partir das 5:30 da manhã coletando comida doada pelos fiéis, uma prática do budismo Therevada praticado em países como Laos e Tailândia. E bonito de se ver mais infelizmente alguns turistas não tem respeito, ficam a menos de meio metro da fila de monges para tirar fotos, um dia vi uma turista que ficava perseguindo os monges de bicicleta e parava a 20 centimetros da fila... Me irrita este tipo de comportamento; claro que tirei fotos também entendo a fascinação das pessoas, mas eu ficava do outro lado da rua, encolhida, tinha até um pouco de vergonha de tirar foto mas não resisti. Nossa viagem ao Laos então chegada ao fim. Tínhamos ainda quase 2 dias (uma noite) em Bangkok até voltar pra casa. Pegamos um tuk tuk do hotel até ao aeroporto, cerca de 15 minutos. Em Bangkok aproveitamos o tempo restante para visitar o Grand Palace. Estava muito calor, um sol forte (talvez por estar escondido atrás da fumaça achei o calor mais suportável no Laos), centenas de turistas , mas vale a pena é um complexo majestoso. Esse foi então o fim da nossa curta viagem de 2 semanas.. votamos pra casa cheios de impressões e boas lembranças. Quanto a custos em geral: hotéis , comida e locomoção são baratos. Nos hotéis pagamos cerca de 35 a 40 doláres por noite por um quarto duplo (tipo superior ou deluxe). As passagens aéreas de Bangkok - Vientiane e Luang Prabang Bangkok cerca de 100 euros por pessoa (cada trecho). Comida de rua (noudle soup etc) acredito que fique na faixa de uns 2 euros, comendo em restaurante pagávamos para 2 pessoas (com bebida e as vezes sobremesa) aprox. 10 euros. Transporte na cidade de tuk tuk varia um pouco , só na cidade mesmo pode ficar entre 20 a 30.000 kip (2 a 3 euros). Fizemos uma tour com tuk tuk para visitar as Pak ouk caves, 45 a 50 minutos por trecho o motorista cobrou 30 dolares (por quase 2 horas incluindo o tempo de espera até nós visitarmos as cavernas o que deu de meia hora a 45 minutos). O Lao Kip é bastante desvalorizado, em algums cidades se pode pagar também em Thai Bat e geralmente dólar e aceito em muitos lugares. Em cidades com Vientiane e Luang Prabang também é possível pagar com cartão nos restaurantes e lojas. Os restaurantes e hotéis costumam ter WiFi (somente um hotel, no Elephant Village,não havia WiFi).
  11. obrigada Bruno a primeira vez fui na primavera, as temperaturas nao chegaram a mais de 10 graus, 0 ou -2 de manhã . Tivemos sorte com o tempo já que quase todos os dias fez sol, mesmo não estando calor. A vegetação ainda não está muito avançada nesta época, por outro lado como ainda não é Hochsaison na primavera tem menos turistas e os preços são mais baratos. A segunda vez fui no verão, em junho. Chegou a fazer uns 20 graus , com sol, a paisagem estava mais verde. A maioria das pessoas vai no verão, o que torna os preços mais caros. Pessoalmente eu acho que vale a pena ir para a Islândia em qualquer época do ano Até porque não dá pra contar muito com o clima por lá, já que é mesmo imprevisível. No verão pode fazer mais de 25 graus mas também pode nevar. Eu gostei das duas experiências.
  12. muito obrigada KekaMC e juliad
  13. apesar de algumas pessoas dizerem que 1 semana para percorrer toda a ring road é pouco tempo eu achei que foi sossegado e para o tempo que tivemos vimos muita coisa. Claro que se você tem mais tempo você pode ficar mais um - dois dias numa região e / ou fazer mais paradas com hospedagem ao longo da rodovia e assim evitar esses trechos mais longos, mas o trecho mais longo mesmo que tivemos foi Reykjavik - Akureyri , 400km. No entanto as atrações a se visitar ficam no meio do caminho e não necessariamente nos povoados (as vezes nem isso era, era só uma fazenda mesmo ). Ou seja, eu achei que valeu muito a pena , nós simplesmente não tinhamos mais tempo e dinheiro para ficar mais dias então tinha que ser 1 semana mesmo. Muita gente recomenda você se concentrar em uma região ( por ex. golden circle) , o que sem dúvida também é uma boa opção. Questão de escolha, mas eu pessoalmente achei tranquilo Ah, e quando ao sautjánde juni : eu gosto muito de culturas e línguas escandinavas em geral por isso acho interessante vivenciar o dia a dia das pessoas e festas típicas etc, ver um pouco além do que normalmente turistas veem /vivenciam. Eu tinha amigos islandeses que moram naquela região que me explicavam o que acontecia e me mostravam / contavam sobre várias tradições. Por isso gostei e achei bastante interessante. Em Egilsstaðir (uma cidadezinha com 2 mil habitantes) as pessoas simplesmente se reuniam num parque onde havia um pequeno palco, haviam apresentações de música , poemas , um discurso do padre da cidade (rs) e por fim entra uma moça com trajes típicos representando a "fjallkonan" , mulher da montanha (uma personificação da Islândia por assim dizer) e recita um poema. Depois as pessoas ficavam por ali conversando, tinha pintura de rosto para as crianças etc. Então nada pomposo, e também como há muitos discursos / recitação de poemas e tal seria talvez não tão interessante estando lá sozinho e sem ter quem traduza. Mas depende por qual tipo de coisa / atividade você se interessa, nesses povoados / cidadezinhas pequenas os turitas não se perdem neste tipo de evento , mas imagino que em Reykjavik tenham mais atividades, desfiles, eventos culturais etc então pode ser interessante
  14. Obrigada pelas informações Vinicius Meu passaporte é brasileiro mas perguntei na embaixada tailandesa e me disseram que tendo meu visto permanente alemão e um comprovante de residência daqui não preciso da vacina para febre amarela. obrigada
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