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Michele SP

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Tudo que Michele SP postou

  1. Dormindo na selva Making off da noite na selva em: E se você me perguntar: "tem risco?" Gente, se até pernilongo mata a gente, que dirá aranha, cobra, jacaré, piranha, onça... No interior a gente cresce ouvindo que os bichos é que tem medo da gente, mas aqui eles estão organizados em gangues gigantescas e diferentes facções são vizinhas, não dá para achar que é tranquilo. O guia diminui a probabilidade de dar alguma zica, mas o risco existe - isso é fato. Ai, mas quer saber - prefiro passar medo por conta de bicho, do que por conta de gente. E se você me perguntar se vale a pena, eu diria que vale MUITO a pena! Foi a experiência que mais me marcou no passeio! E é bem menos assustador do que eu imaginava. Nosso guia foi o Souza - uma belezinha, um verdadeiro sentinela no mato. SUPER recomendo o trabalho dele! O passeio nesse dia sai as 15h30 do hotel.. O hotel nos empresta uma rede e um mosqueteiro - cada um leva o seu, juntamente com seus pertences pessoais (só o básico.. uma blusa de manga se vc for mais friorento.. repelente, protetor solar.. eu levei tbem uma meia extra e lenços umedecidos - super recomendo lenços umedecidos :'> rs -... ah e levei uma canga tambem que foi muito util na hora de improvisar uma "porta de banheiro", que nada mais era que uma moita que elegemos para este.. "fim" rs). Ah, brasileiros que somos, Dioguito e eu levamos um balde com gelo e algumas cervejas rs .. bem da verdade foi ele que carregou, mas gosto de dizer que "nós trouxemos" rs Conseguimos ainda aproveitar 1 horinha de cachoeira e quando voltamos para a base, o Souza já tinha preparado uma fogueira, tinha um frango ali cheiroooooso assando, e estava preparando a montagem das redes. Ele ajuda a montar todas ass redes.. um nozinho de nada que segura a gente menino, nem sei como rs. Depois ele corta uns tocos de madeira e começa a talhar uma colher de pau para cada um.. e faz uns pratos de folha também, beeem legal! Confesso que as colherinhas são a lembrança mais afetiva que trouxe de lá.. sabe? daquelas memórias que não dá para comprar na lojinha? rs Bebemos as poucas cervas que tínhamos.. jantamos o rango também preparado pelo Souza, que estava oooootimo - o frango defuma com a lenha, fica com um gosto espetacular! Ele fez também arroz e bananinha assada! Lá pelas tantas acaba o papo, tá todo mundo meio cansadão, já indo pras redes... qdo vc percebe que são 21h00 ainda rs Pra espantar os bichos, além da fogueira o Souza acende velas ao redor da nossa base.... e fica ali, de "tocaia" rs ... durante a noite eu vi ele fazer umas 3 rondas.. reacendendo a fogueira e as velas sempre que necessario. Senti muuuito calor pra dormir... a rede com o mosquiteiro protege, mas dá uma gastura, parece que você está num casulo... confesso que lá pelo meio da madrugada, me arrependi de ter tomado as cervejas .. quem disse que eu teria coragem de levantar toda valentona, para ir "no banheiro" no meio da noite, lá na cabaninha que improvisamos? Segurei como uma guerreira até o amanhecer kkkkk Minha alegria quando amanheceu! No nosso caso não vimos nenhum bicho neste dia... é claro que, durante a noite, ao menor ronco de qualquer pessoa você já imagina que é a onça vindo te pegar ou um porco do mato assassino, só coisa leve rs.. mas acho que faz parte do pacote rs Montanha russa que não gela a barriga, não tem graça rs.
  2. Esse roteiro que nós escolhemos não é um roteiro específico para cachoeiras. Elas são pequenininhas - não sei dizer em metros rs (dimensões espaciais não são o meu forte rs). Fomos apenas naquelas que eram próximas ao Hotel. Mas, olha.. elas quebram um galho danado pra refrescar ... ter "água" no roteiro foi um ponto que me chamou a atenção também! A sensação de caminhar na floresta é a de fazer trilha numa sauna com a temperatura no talo e cheia de tronco e galho no caminho. A cachoeira acaba virando o pote de ouro no final do arco íris, a luz no fim do tunel e todas as outras frases prontas que dão essa ideia de alivio no final - ainda mais para um ser mega, ultra, hiper encalorado como eu rs Cachoeira 01: A primeira é menorzinha e tem um pouco mais de pedra no fundo, mas tem uma queda beeem boa para dar aquela massageada nas costas: Cachoeira 02: A segunda é maior e tem uma queda mais forte.. mas se você "engancha" ali numa pedra, igual eu e o Dioguito nessa foto, consegue aproveitar a massagem sem ser carregado lááá pro outro lado: A queda corre num rio bem rasinho que quando bate o sol fica dourado, bonito de ver, parece que estamos nadando em chá, gasolina ou algo que o valha kkkkkk O bom que a combinação suor-vento-suor-cachoeira-vento deixa o cabelo bom menino, neeem embaraça .... perceba as ceramidas rs As fotos não dão muito a dimensão, então fiz filminhos delas também ... Coloquei aqui no vídeo, o banho no Rio Preto (como ele é escuro, confesso que entrar dá uma gastuuura, menino rs ... o esquema é sair correndo e dar um pulo bomba rs). Coloquei também as duas cachoeirinhas! Link: ACchoei
  3. Sobre as trilhas Pra todo mundo pra quem eu falava dessa viagem o que mais ouvi foi "leva repelente! leva repelente!" (sem falar, é claro, das reações de estranheza e caras de ué de quem não curte muito esse tipo de passeio rs). Comecei a pesquisar obsessivamente sobre qual repelente seria mais indicado para esse tipo de passeio Vi algumas recomendações de que repelentes "devastadores" são a base de DEET com concentração de 20% a 30% - até então jamais tinha pensando em ler rótulos de repelentes.. por curiosidade, vi que estes que nós usamos normalmente tem concentração de 5%.. 7%. Não achei um repelente a base desse mesmo composto, mas achei na mesma concentração kkkkk algum parâmetro teria que me valer! Levei um da Baruel, a base de icaridina (que não tenho a menooor ideia do que seja). É caro, menino... Paguei na faixa de R$ 45. Comprei a versão em creme, na expectativa de fazer uma barreira física de muito creme, impedindo a picada de insetos - sabe como é, para o caso da "icaridina" não funcionar kkkkk Gente, eu não sei explicar se é por conta da época do ano, ou se era a região onde estávamos, ou se meu sangue não é muito gostoso rs... só sei que fui pra lá esperando encontrar pernilongos do tamanho de pombas e não tinha! Vi algumas mutucas perto das cachoeiras, mas só! Usamos repelente nas trilhas no mato por precaução, mas durante os banhos de rio e toda estadia no hotel de selva, não foi necessário - Bom, minha recomendação é: leve. Você estará no meio do mato e, caso surja uma inesperada revoada de insetos sobre sua cabeça, você não terá onde comprar. Mas, saiba, que pode voltar com o pote mais cheio do que esperava. Ah e sobre as trilhas! Fizemos duas saindo das proximidades do hotel e uma terceira, que tem também um trajeto de barco. Óia eu no barco com o Souza, nosso guia - parece bem daquelas fotos de turista né kkkk o cara mega concentrado, de repente vendo um bicho a quilometros e eu ali fazendo selfie kkkk Ai, voltando: as trilhas em geral no Malocas são tranquilas - tem obstáculos, troncos caídos, cupinzeiro, aranha, mas são curtas (menos de 1 hora), planas, possíveis e a mata não é muito fechada : Na primeira, podia usar shorts, mas com sapato fechado e meias de cano alto - eu fui com um tênis comum e foi ok! Ah, sim - tenis comum e meu cajado rs Para segunda tinha um pouco de rochas e troncos, então ele recomendou utilizarmos calças - comprei uma dessas de corrida, que absorve bem a transpiração e também foi super ok (recomendam tbem blusa de manga, mas o calor é insuportável.. fui de regata sempre e deu super certo): Fiz um videozinho, dando uma visão geral das trilhas na selva - agora empolguei com esse negócio de vídeo! rs [Vídeo 03]: Amazônia Brasileira [03 de 08] - Trilhas na selva! Em nossa primeira trilha, fizemos uma pausa numa casa de farinha - onde explicam o processo onde extraem de um tudo da mandioca (tucupi, tapioca, farinha).. e depois comemos várias frutas típicas no pé! Filmei nossas reações com as frutas, ficou bem legal também! rs [Vídeo 04]: Amazônia Brasileira [04 de 08] - Provando frutas no pé! Por enquanto, é isso! (próximo capítulo: Cachoeiras - e depois desta, o mais legal de todos, "uma noite na selva" rs)
  4. Gente, consegui subir os vídeos no youtube! Não manjo nada de windows movie maker, to me aventurando nele por aqui - encarem o material como um diamante bruto kkkkkkk Bom, voltando aos relatos sobre o Hotel de Selva: Nessa proposta de "turismo natureba para beginners rs", tínhamos certeza de que queríamos nos hospedar num hotel de selva - afinal, o nome é impactante, né? Kkkkkk Mas, para bem da verdade, não tínhamos muita ideia de como seria, do que iríamos encontrar. Eu acredito que reações espontâneas são sempre mais verdadeiras, por isso, filmei nossas impressões assim que chegamos - tem coisa que é mais fácil mostrar, do que explicar. Oh, abaixo minhas primeiras pérolas de filmagem e edição kkkkk publiquei os dois primeiros videozinhos desse seriado de 8 capitulos que foi minha viagem rs: [Vídeo 01]: Amazônia Brasileira [01 de 08] "Hotel de selva": Onde é que a gente dorme? Dá uma visão dos quartos de dia.. e de noite, no escurão rs... bem numa proposta: "vamo trabalhar com a verdade?" kkkkkkkkkk Não sei colocar link na figura, então coloquei aqui: (para curiosos de plantão, existem sanitários individuais - e com porta rs - do lado de fora, próximos ao restaura... combinamos de usar o do quarto para banho e "número 1" kkkk) [Vídeo 02] Amazônia Brasileira [02 de 08] - Descobrindo o que é um "Hotel de selva" rs No segundo, dei uma visão geral do espaço... ai tem o depoimento da Melri que trabalha lá, cozinha que é uma beleza e transborda simpatia e energia boa Não sei colocar link na figura, então coloquei aqui: Agooora, sim. Pronta para o próximo capítulo: Trilhas na selva!
  5. Sobre o hotel de selva: A escolha do hotel de selva foi um ponto chave pra gente... ainda que sem conseguir traduzir direito, o que queríamos era uma experiência "selva - selva", bem roots mesmo. A maioria dos Hotéis de Selva que pesquisei trabalham com pacotes, que incluem: - Transfer Manaus -> Selva -> Manaus - Hospedagem - cafe da manhã / almoço / janta (sem bebidas) - Passeios E o que varia em geral é o número de dias que você pode ficar por lá... dois dias e 1 noite.. três dias e duas noites, enfim (obvio que mudando a quantidade de dias, muda a quantidade de passeios que você pode fazer). Quando você vê o valor do pacote, assusta num primeiro momento. Mas, como os hotéis ficam literalmente no meio da floresta, é muito caro e complexo para eles agendar um "bate-volta" para Manaus... por isso, a forma de diluir o custo é fechando os pacotes mesmo. E se você faz as contas de quanto ficaria contratar por conta própria cada item, chega a conclusão de que não compensa (fiz o teste!). Experiências de Selva, tem diversas... desde descer de cruzeiro IberoStar ou se hospedar num hotel de selva de luxo (pela bagatela de R$ 1.000 a DIÁRIA rs), até algumas opções com caráter de parque mais turístico e outras mais roots. Nós queríamos uma experiência selva-selva! Com segurança, é claro, mas o menos "pacotão turístico de 200 pessoas" possível. Foi ai que encontramos o Malocas Jungle Lodge (https://www.malocas.com) que nos pareceu o mais roots de todos. Eles tinham a proposta mais natureba: sem energia elétrica, raríssimo sinal de celular/ internet (para não dizer nenhum), guia nativo e descendente de índios, com proposta de conscientização e respeito a natureza e com um leque de passeios bem bacana (trilha na selva, canoa, pesca de piranha, focagem de jacaré, cachoeira, dormir uma noite na selva - ai, de cara ficamos loucos com a ideia de dormir na selva!)! Ah e o preço também era melhor - a maioria dos hotéis (mais acessíveis) estava na faixa de R$ 1200 por 3 dias e 2 noites e este estava R$ 1100 por 4 dias e 3 noites (valor por pessoa). Confesso que estava com um pouco de medinho, mais porque não encontrava muitos comentários sobre este hotel na internet... mas, dando a-que-la respirada para criar coragem, FECHAMOS! E, para nossa alegria e graça, ele era uma belezinha e bem mais estruturado do que eu imaginava! Aqui é a vista geral do hotel (como fomos na época seca, tem toda essa parte de areia na frente.. em junho quando os rios estão cheios, a água sobe 11 metros e toda essa região parece que alaga.. o trajeto entre as instalações é feito de barco nesses meses): Aqui em cima é a suite que eles chamam de lua de mel: Embaixo dessa suite tem um espaço de convivência, com "umas par" de rede que todo mundo pode usar: Aqui nessa instalação verde ficam os quartos: Dei um zoom melhor aqui para mostrar a casinha onde ficam os quartos: Oh, e dentro é assim... segundo minha amiga, estas são as camas dos 3 ursinhos, todas com mosquiteiro rs: Nesta outra instalação, é o restaurante: Nossa recepção no hotel foi com sucos da região: A comida é simples e sempre deliciosa - arroz, feijão, saladinha, uma farinha ou farofa e peixe. Esse ai é o Tambaqui, MAAARAVILHOSO! Renovei meu estoque de ômega 3 para o resto do ano de tanto peixe que comi. Olha coloquei uma panoramica do restaura, que mostra melhor a estrutura: Aqui é uma vista do Rio Preto, que fica em frente ao hotel: Já no primeiro dia convenci o guia a me fazer um cajado, pra me sentir mais segura kkkkkkk não larguei mais rs: Gente, o rio é preto mesmo, gelado e fundo. OBVIO, que dá um medinho de entrar... mas dai você já manda um pulo bomba e fica tudo certo rs: Ah! E sabe o que foi mais incrivel do mundo? Como é baixa temporada na Amazônia, o hotel estava vazio! Éramos só nós 3 e o casal de franceses... foi assim, diviiiino poder conhecer a Amazonia numa experiência tão intimista Abaixo a fotinho da nossa trupe (com a cara Ó-TI-MA de quem acordou bem cedo kkkkkk) : Ai eu fiz um vídeo, dando uma visão geral sobre o hotel! Se der certo subir, compartilho com vocês. O próximo capítulo será: Trilhas na selva!
  6. Gente, Acabei de voltar da Amazônia (fui agora na ultima semana de janeiro/2017) e voltei tão maravilhada que gostaria de compartilhar um pouco da experiência . Fui com mais dois amigos. Queríamos uma experiência selva-selva, mas conhecer também o Teatro e o MUSA (Museu da Amazônia) em Manaus. Confesso que pesquisando sobre o clima fiquei um pouco confusa.. porque para eles é inverno, mas é época da chuva, só que não é época da cheia do rio rs. Sou de SP, aqui chuva é no verão e é sinônimo de alagamento imediato, então não consigo associar inverno + chuva + rio baixo rs.. mas enfim. Embarcamos de GOL em Guarulhos-SP no domingo, por volta das 11h00 e chegamos as 13h30, no horário local (com o horário de verão, lá são 02 horas a menos do que em SP). O plano era: * Ficar 02 dias em Manaus: - Na metade que sobra do primeiro dia, conheceríamos o Teatro e o MUSA. - No segundo dia alugaríamos um carro para conhecer as cachoeiras de Presidente Figueiredo. - E passaríamos 04 dias (03 noites) em Hotel de Selva, com hospedagem até as 17h. - das 17h às 03:00 da madruga pensaríamos num plano mirabolante para guardar as malas em algum lugar e aproveitar a noite em Manaus, até o horário do nosso voo. Agora, a execução foi rs: - Chegamos em Manaus no domingo, embaixo de uma chuva infinita (mas, sem perder o bom humor rs). - Como Janeiro é baixa temporada, o Teatro e o MUSA estavam fechados rs (eu pesquisei os horários de funcionamento, só que confundi, vi no sábado e não no domingo... dãããrr ... e não vi que tinha uma programação ainda mais reduzida em janeiro - deveriam divulgar isso em NEON ). - Nesse dia só restou comer e dar aquela olhada para o horizonte, com um suspiro fuuuundo rs. Ao menos almoçamos no restaurante Tambaqui de Banda, fantardigo e com preços muito justos - pedimos um Matrinchan com farofa de banana a R$ 79, mas dava para dividir pelos 3. - A noite, ainda debaixo de chuva, não achamos nenhum barzinho mais bacaninha andando a pé pelo centro... looogo, entramos no primeiro xexelento com musica ao vivo que encontramos no caminho rs. O "recalculando" da viagem, foi: - Primeira coisa foi desistir de cachoeira em Presidente Figueiredo e nem considerar a hipótese de alugar o carro. - Pensamos em trocar esse dia por um "day tour" (pacotão turistico mesmo), para ver o boto rosa, encontro das aguas, vitoria regia.. Eu não curto esses pacotes, mas queria muito ver o boto... mas, descobrimos - só no dia - que segunda e quarta feira são dias "de folga" do boto - então, seeem passeio pra gente nesses dias . - Falei com a mulher do Hotel de Selva e ela topou antecipar nossa estadia, sem custo. - O mais incrivel e flexível que achei: o cara do hotel em Manaus também topou mudar a data da nossa segunda diária sem custo. Ficamos hospedadas no Hotel do Largo (quarto com 03 camas de solteiro, café incluso, bem limpinho e equipe super educada e atenciosa.. pagamos R$ 40 a diária, cada um). - Contudo, só poderíamos levar para o hotel de selva até 6kg de bagagem cada um - eu tive que deixar uns 3kg. Minha amiga bem mais rs. Um susto de primeira, porém, depois outra noticia boa: o hotel em Manaus tambem guardou nosso "excesso" sem custo (o hotel de selva avisa para levarmos pouca bagagem.. mas mudando a data, fomos junto com um outro casal o que reduziu ainda mais o espaço no carro e barco que faria nosso transfer). Sei que falei que foi ótimo e até agora só contei desgraceira kkkkk Mas é que aaaqui começou de fato a nossa viagem! (para mim foram as vibrações da floresta nos chamando e abrindo caminhos kkkkk) Parte 01: Trajeto Manaus -> Hotel de Selva Bem, nossa expedição começa em Manaus às 09h00 da manhã rumo à Rio Preto da Eva, trajeto que dura cerca de 1h20. No carro fomos nós 3, um casal de franceses, a motorista, a bagagem de todo mundo, mais todos os mantimentos do próprio hotel de selva para abatecer o grupo todo - Dai já viu.. malas super compactas - necessariamente! Podemos levar de 4 a 6 kg por pessoa - o resto teve que ficar no hotel em Manaus. Chegando em Rio Preto da Eva a gente pega um barco. Ali embaixo o barquinho que vai nos levar até o Hotel de Selva que escolhemos para nossa trip: Malocas Jungle Lodge - não pensem que foram 2 barquinhos, foi um só rs. Descemos pelo Rio Preto (é Rio Preto mesmo gente, não to confundindo com o Rio Negro rs). Acho que foi mais 1h30 de barco. Lá pelas tantas o barco para numa casa à beira do Rio pra pegar gelo, já que nosso hotel não tem energia elétrica. Confesso que só senti falta da energia quando o gelo acabou, lá para o final do terceiro dia ... porque para banho gelado dá-se um jeito.. agora, para cerveja quente, meu amigo, senta e chora rs. Torraríamos ao sol esperando o carregamento do barco se Nazarethy, sempre fina e precavida, não viesse prevenida com sua sombrinha! kkkkkk Embarcação montada, seguimos nosso rumo novamente! Próxima parada (e próximo capítulo): Desmistificando o Hotel de Selva!
  7. Obrigada João! Na torcida para que essa maré positiva de sorte chegue até minha viagem tbem ehehehhe
  8. Gente estava pensando em ir para Alter do Chão agora no final de Janeiro, mas li em posts anteriores que neste período a região inunda cobrindo as praias. Por gentileza, alguém da região poderia confirmar se vale a pena a viagem neste período?
  9. Olá! Fiz com a Cerrado Rupestre... se quiser, me manda mensagem inbox que te passo o contato do guia.
  10. Palomiiita! Ajuda a resgatar os custos porque você sabe que sou ruim em controlar as despesas - a ponto de perder moedas em toda parte kkkkkkk
  11. Meus queridos, só posso dizer uma coisa: visitem o Jalapão! Tava doida para ir, mas vi que não compensava ir sozinha porque era tudo muito caro. Tive a grandissima sorte de conhecer aqui no Mochileiros a Paloma, Alex e Michele de Cuiabá que também estavam a procura do quarto elemento para fechar o quarteto - e encontraram: eeeeuu! kkkkkk Fomos agorinha, agorinha: de 17 a 24 de fevereiro de 2016. E como o Mochileiros me ajudou a viabilizar minha viagem, nada mais justo do que compartilhar as dicas que encontrei! Grana cuuuuurta, por isso, contratamos um roteiro mega otimizado de 3 dias no Jalapão (com guia) e 3 dias livres em Palmas (por pura falta de grana mesmo). Ter um guia foi fundamental para otimizar nosso passeio, não tínhamos tempo para desperdiçar ou ousar ficarmos perdidos. Fora que as ruas de terra, outras de areia sambam pra caramba e a quantidade de horas dentro do carro no nosso roteiro foi bem intensa , fica puxado para quem for dirigir. Vi alguns relatos de pessoas que foram por conta, achei bemmm ousado embora não impossível. Nosso guia foi o Andrei (fala-se ân-drei) da Cerrado Rupestre, agência que tem parceria com a Novaventura. Parece que estão finalizando o site deles, assim que criarem eu compartilho. Nosso roteiro ficou assim: Dia 1. Chegada em Palmas. Dormir na cidade. Dia 2. Canyons, deserto vermelho e contemplação na cachoeira da velha. Dormimos em Mateiros na Pousada do Cardoso. Dia 3. Subir a serra do Espírito Santo para ver o nascer do Sol, nadar na Cachoeira da Formiga e entrar no Fervedouro do Ceiça e no Fervedouro da Bela Vista. Nesta noite dormimos em São Félix, numa casa-base da própria agência (a princípio voltaríamos para a Pousada do Cardoso, mas o guia gente finíssima nos cedeu este espaço que nos fez ganhar tempo na viagem e economizar uma graninha). Dia 4. Descemos o Rio do Sono (que depois ganha outro nome, mas esqueci) num rafting de 3 hoooras - que mesmo eu sem preparo físico consegui fazer! Me senti a Chuck Norris do Cerrado kkkkkk depois, almoço toooop five do Universo com o senhor Hélio (eleito como um dos melhores almoços do Jalapão pela Quatro Rodas). Na sequência, cachoeira das Araras e depois bora para Palmas. Dia 5. Dia livre em Palmas. Dia 6. Praia do Prata e Praia Graciosa em Palmas (achei engraçado chamarem de "praia" rs... ) - fomos de taxi, porque é beem distante, no meio do nada. Dia 7. Cachoeira da Roncadeira e Cachoeira Escorrega Macaco em Taquaruçu - fomos de bus para Taquaruçu: 1 bus até taquaralto, outro até taquaruçu, depois pegamos um terceiro por uns 10 minutos só para não ter que subir 1h de ladeira até as cachoeiras (este último ônibus não é indispensável, mas com um sol de 35 graus na cabeça, é realmente algo a considerar rs). Ainda assim, suuuper tranquilo de chegar, acho que levamos 2h sem transito para ir e cerca de 1 hora / 1h30 para voltar, porque paramos no meio do caminho na famosa feira da 304 - tem às sextas e terças-feiras, a partir das 16 horas (Comprei 4kg de paçoca de carne de sol que é a coisa mais maravilhosa do mundo... paçoca na minha terra é doce, mas lá é tipo uma farofa, parece comida de vaqueiro. Comam a paçoca apimentada! Tem uma marca chamada o Rei da Paçoca, me pareceu a mais famosa, forma até fila para comprar). Taquaruçu normalmente é incluída no roteiro de 4 dias, mas optamos por seguir sozinhos, para baratear nossa viagem. Não fizemos todos os atrativos que tem lá, porém, deu para sentir o gostinho. Minhas impressões: Primeiro de tudo: Ooooooo terra quente da moléstia kkkkkkkkkkkkkk Rapaz, eu que sou de SP quase morri de calor. Os cuiabanos aparentemente estavam mais adaptados rs. 35 graus a pino e com sensação térmica de um forno ligado em 200 graus rs Passado o desabafo sobre o calor rs.... Olha, eu já fui para alguns lugar de natureza linda, como Noronha, Chapada Diamantina/ Guimarães, Bonito.. Mas os benditos fervedouros do Jalapão não são apenas lindos.. a sensação quando se entra é tão diferente, eu ao menos nunca tinha entrado e não tinha a menor ideia do que ia acontecer pisando lá. Entrei em dois, o Fervedouro do Ceiça e o Fervedouro Bela Vista.. no primeiro você vai entrando, o chão é firme, depois começa a ceder em trancos (no começo, isso dá uma gastuuuura menino kkkkk) e quando cede por completo, você fica em pé, sem afundar, sem ter que bater perna e com a areia revirando no fundo... ficava tentando forçar para afundar, mas a água não deixa, você fica tipo um João-Bobo, tipo uma mola (eu ficava brincando comigo mesma neste sobe desce, repetindo mentalmente: póin... póin kkkkk)... Parece que eu tava nadando numa massa de bolo, sabe quando você coloca o açuçar e fica uma pasta meio granular, pedregosinha? kkkkkkk Fora que é lindo, eles plantaram bananeiras em volta para proteger as margens.. a água é azul e transparente, linda, linda, linda! Fiquei igual criança eufórica, falando sem parar, boba alegre, parecia que estava num ofurô natural, dá uma sensação de que você é rico kkkkkkk O fervedouro da Bela Vista é bem maior e branco... tem muita árvore de buriti em volta e quando os frutos caem na agua soltam um óleo, com isso a textura da areia e da água são muito diferentes... na parte firme da areia forma uma película, para mim parecia que estava pisando numa lona... e na parte que cede, fica leitoso, parecia que tava nadando num balde de tinta branca. É inevitável: você entra e fica narrando como a sensação lhe parece, mas faltam palavras porque é novo, mas ainda assim você fica falando kkkkkk é igual criança! rs o Lugar é imeeenso e maravilhoso! Fizemos uma competição de corrida dentro da água sem usar as mãos ahuahuahua perdi na melhor de 3! rs Jalapão não cabe em foto minha gente, tem que experimentar, sentir na pele! Fora que acho que gastei nesta viagem toda sorte que 2016 havia reservado para mim... em todos os atrativos só tinha a gente, quando muito uma meia dúzia de gatos pingados e olhe lá! Sobre os outros atrativos do primeiro dia: Os canyons estão in-fes-ta-dos de duendes kkkkkkkkkkkk brincadeiras a parte: o lugar não é tão grande, mas o que chama mais a atenção é que você anda na superfície completamente seca e no canyon, que fica bem abaixo do paredão, escorre uma água que vem não sei da onde ... muito bonito e de fácil acesso, descemos um pequeno lance de pedras apenas. Pena que tem gente sem noção que precisa pixar o lugar e deixar "sua marca".. espero que com essa moda de selfie a vontade de aparecer seja canalizada para um meio digital rs. A cachoeira da Velha é apenas para contemplação, não pode (melhor: não dá para) nadar, mas vale a visita. Muito exuberante e dá para chegar bem perto da queda. Já as dunas são lindiiiiiiissimas! É bacana que você vê a serra ao fundo se desfazendo e é dela que vem a areia vermelha que forma a duna. Como nosso guia disse, é um "deserto com água", porque tem vários corregos em volta. No por do sol os contrastes do verde das plantas, do vermelho da areia e do azul do céu ficam ainda mais bonitos - e rendem fotos maravilhosas #ficadica. Como fizemos o roteiro compacto de 3 dias, confesso que o primeiro foi beem cansativo porque ficamos muuuitas horas no carro, só no sacolejo. Mas os demais me fizeram até esquecer desta correria! Posto as dicas dos demais passeios e informações sobre contatos e valores na sequência. Beijos, Michele
  12. Olá Zaney, tudo bem? Confirmada sua ida para o Jalapão em fevereiro? Sou de SP e estou conversando com um grupo de Goiás que tem planos de ir para lá de 17 a 22 de fevereiro. Se as datas coincidirem, vamos conversar! Se preferir, me adiciona no whats 11 98536 3763
  13. Patrícia Fui para Chapada agora em Agosto, fiquei no hostel BackPackers em Lençois. Realmente, os preços para o Buracão estavam bem altos, não compensava. Mas conheci um pessoal que tinha alugado um carro e fomos em 04 para lá. Descemos até a cidade onde fica a cachoeira (esqueci o nome agora rs) e lá contratamos um guia, que é obrigatório. Guia + Gasosa + Lanchinhos deu cerca de R$ 95 para cada - os meninos só não nos cobraram a diária do carro, que eles já iriam pagar de qualquer forma. Fizemos um bate-volta, saímos as 06h00 de Lençois, chegamos por volta de 09h30 na cidadezinha, a trilha é curta mas a parte de atravessar o canyon é bem tensa... na volta, ainda paramos num alambique que tem uma cachaça animal, o proprietário ainda te conta toda história. Na volta, chegamos em Lençois por volta das 21h30. Olha... a viagem em si foi incrível, mas o passeio para a cachoeira do Buracão foi algo assim, indescritivel! Se tiver oportunidade, vá! Deixa para conhecer uma galera no dia e combinar as coisas por lá.. quem sabe você não acha alguém com uma vaga no carro te esperando? Boa sorte!
  14. Olá! Acabei de voltar da Chapada, foi minha primeira viagem sozinha também e preciso dizer que foi IN-CRI-VEL! É para quem curte natureza, mato, cachoeira, andar um bocado rs Fui agora em agosto/2015. A Chapada é imensa, mas em uma semana você conhece vários lugares bacanas. Fiquei no hostel Backpackers (R$ 35 a diária sem café da manhã... se quiser tomar café lá, você paga mais R$ 15 mas a opção de deixar esta escolha em aberto me soa bem aberta e democrática ). O lugar foi ótimo, conheci um pessoal muito bacana e animado (dica: No quarto de 4 pessoas o banheiro funciona melhor do que no quarto de 8 pessoas rs). Contratei passeios em quase todos os dias, porque não fui de carro.. achei meio caro, na faixa de R$ 130... R$ 180 - a maioria deles sem almoço incluso. Mas todos valeram a pena! Tem um tour clássico, onde num mesmo dia você visita a Cachoeira do Diabo, Morro do Pai Inácio e Gruta da Lapa Doce que é incrível. Além da Cachoeira da Fumaça que é clássica (a maior do Brasil e quinta maior do mundo, segundo as wiki-fontes rs), super recomendo a Cachoeira do Mosquito e a Cachoeira do Buracão - nesta última você escala em canyons para conseguir chegar perto da queda. Meu condicionamento físico é péssimo e mesmo assim consegui fazer as trilhas - nada que se diga, "noossa que performance", mas ainda assim consegui! E isso que importa rs Normalmente quando viajo fico com um sentimento de quem coloca um check numa lista de desejos e parte para um próximo desafio.. mas na chapada eu voltaria e logo, sem dúvida nenhuma. vai sim! E se precisar de alguma dica, fique a vontade em me escrever. Beijos
  15. Olá FrancisPedroso, estou pensando em ir para lá na próxima semana de agosto. Vou dar uma olhadinha neste relato que você divulgou. Já tem roteiro definido?
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