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larissamarques11

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  1. Botei os gastos em um link pra não ficar mandando por email!! POR PESSOA EM REAIS: Aéreo: 1400 Inca Jungle Trail: 550 Todo o resto: 3900 Total: 5850 Planilha de gastos para casal: https://www.dropbox.com/s/lohtjz76x0eksv6/10740201_958744730821195_886543143_n.xlsx?dl=0
  2. Outro dia vi promoções de passagens para essa viagem! Se assinar a newsletter desse site http://www.melhoresdestinos.com.br/ eles mandam pra você no email quando tem! Boa viagem a todos!!
  3. Se você reparar no começo de cada cidade coloquei uma média de temperatura. Fui em janeiro, o que certamente é bem diferente de agosto. Passei muito frio e muito calor, de negativo e neve a 40 graus. Inclusive as vezes no mesmo dia. Creio que você vai pegar o mesmo, e ainda mais frio. Antes de ir li relatos de -40º no Salar de Uyuni em julho, eu peguei -5º no primeiro dia do passeio do Salar e já estava com duas meias, bota, duas calças, gorro, cachecol, 2 casacos e um corta vento. No Salar de Uyuni mesmo nem casaco eu usei. Óbvio que -40º é exceção, era uma tempestade de neve e tudo, mas vá preparado pra negativos nos amanhecer e anoitecer. Nos passeios em San Pedro do Atacama a amplitude térmica é bizarra, 0º de manhã na primeira parada do passeio e 40º meio dia que se mantinham até chegar de volta em San Pedro umas 16h. Isso era verão, tenho uma amiga que foi no inverno e disse que as vezes nem aproveitava o passeio porque não conseguia sair da van porque não tava agasalhada o suficiente. Resumindo, segunda pele, gorro, cachecol, casaco e corta vento. O corta vento é essencial. Conforme fica calor ao longo do dia vai tirando camadas. Quando chegar em cidades grandes lava as roupas todas porque roupa de frio ocupa muito espaço né? Não dá mesmo pra levar muito.
  4. Ah sim, achei que era a bolsa em isla del sol. A minha é de 60L. Lavar roupa lá é muito barato e os lugares lavam de um dia pro outro, dá pra contar com isso na hora de fazer a mala!
  5. Renan, as pessoas costumam ir e voltar no mesmo dia. Dormir é mais pra não ficar tão puxado mesmo e caminhar sem pressa. Dá tempo sim de conhecer tudo! É uma ilha pequena, e a parte habitada então menor ainda. Desembarque na parte norte, caminhe pra parte sul e não perderá nada! Usei uma mochila bem básica e pequena, tinha sabonete, escova de dente, casaco e uma blusa pra trocar. A trilha é um pouco puxada, não leve muito peso, fora que é um dia só! O mochilão fica no hostel em Copacabana. Não se esqueça de levar algo pra comer e água, a trilha dura horas e não tem onde comprar comida até chegar na parte habitada. Verifique se esse barco de volta das 8h existe, não sei se era porque era dia 25 de natal mas o primeiro barco era as 10h pelo que me lembro! Boa viagem!
  6. Então, nós fechamos tudo na hora, sem dificuldade nenhuma. Não foi direto com o Renildo, foi com a Pumas Trek. No site também não tinha ingresso disponível, nem mesmo pra entrar em Machu Picchu, quem dirá pra subir as montanhas. Nós achávamos que era por causa da virada de ano e uma hipotética "não abertura de vagas", mas isso foi uma teoria nossa, então não sei te dizer se haverá vagas pra subir alguma das montanhas, mas pra Machu Picchu sempre tem. Você pode cotar com outras empresas pela internet sondando sobre ter vagas ou não, como com a http://www.brasildemochila.com/ . A cargueira fica no hostel em Cusco, o guia não tem como guardar nada porque ele vai estar junto com vocês. Levamos a mochila de ataque com roupas pra trilha. Fomos em janeiro e por isso não estava muito frio, mas o corta vento foi essencial por causa da chuva. Além dele eu tinha um moletom e uma calça, o resto só um shorts e camisetas. Nos jantares eu usava o moletom porque fazia friozinho. Não sei como é o clima agora em abril! Acho que se você sondar a empresa ela pode te responder isso também. A lente era uma 50mm sem filtro!
  7. DIA 33 - LIMA Acordamos tarde, e fomos conhecer Miraflores durante o dia, tínhamos andado por ali de noite no dia anterior. Na rua principal tinha uma feirinha que eles chamam de "artesanato", mas que na verdade tem todos os souvenirs que tinham em todas as cidades até aqui. Como ainda não tínhamos comprado, aproveitamos pra comprar alguns para família e amigos. Em seguida, passamos por alguns lugares que tínhamos passado na noite anterior. Miraflores é muito rica e bonita, uma parte da cidade incrivelmente bem cuidada, onde obviamente mora a elite. A praça tava tendo outra feirinha, e por ali tem muitos restaurantes turísticos (muito mais caros e sem menus do dia), mas são bonitos e chiques também. Os cachorros abandonados das outras cidades são substituídos aqui por um milhão de gatos. Não fomos à praia, não sei porque acho que não deu muito tempo! No fim da praça principal tem um restaurante brasileiro, o primeiro que vimos. Resistimos à feijoada pelo preço - uns 40 reais por pessoa - e também porque já já voltaríamos pro Brasil. Mas no meio da viagem é uma opção! Acabamos achando um lugar mais barato pra almoçar mais escondido, e a noite fomos no famoso Parque das Águas, de ônibus, ver o Circuito das Luzes, algo assim. Super fácil de achar, 4 soles o ônibus pros dois mais alguns soles pra entrar no parque. Achei bem sem graça, sinceramente, e tava incrivelmente lotado. Masss, se tá sobrando tempo, dá pra ir. Voltamos a noite, passamos no mercado e cozinhamos no hostel mesmo pra jantar. Na falta de tempo, dois dias em Lima é o suficiente. Um para o centro, outro para Miraflores. Nós nos organizamos mal e no primeiro dia acabamos não vendo muita coisa no centro, por isso voltamos pra lá depois. Com organização dá pra conhecer Miraflores em um dia e o centro da cidade em outro. Tem um mirador que dizem que é muito bonito, mas não fomos porque era mais longe. DIA 34 - Lima Era nosso último dia, e voltamos pro centro da cidade para visitar o Convento de São Francisco, as Catacumbas e mais uns dois museus que eram de graça. Além disso, ainda havia muitos lugares turísticos, mas iríamos embora nesse dia ainda. Acordamos de manhã, tomamos café, arrumamos todas nossas coisas para fazer o check out. Deixamos as malas lá e fomos almoçar e visitar os museus. Voltamos já na hora de pegar o táxi para o aeroporto. O aeroporto de Lima é gigante, muitas opções pra comer e, claro, comprar. Fim de viagem e aquela contenção, ficamos só olhando até a hora de embarcar. DIA 35 - São Paulo Enfim, voltamos pra casa com muita história pra contar. Espero que o relato tenha ajudado! Qualquer dúvida estou disponível e podem continuar me pedindo a planilha por email! Acho que é possível gastar menos do que gastamos, foi tudo bem confortável e não passamos vontade em questão de passeios - algumas alimentares talvez , com horas rodando atrás de um restaurante que coubesse no orçamento, mas nunca passando fome! Algumas vezes chutamos o pau da barraca, indo em lugares mais caros, e nem sempre valeu a pena. Enfim, foi uma viagem incrível! Sem arrependimentos, talvez aquela montanha em Machu Picchu ! Até, se deus quiser, um próximo relato!
  8. Vim, finalmente, terminar o relato com a última cidade! DIA 31 - Lima > Temperatura: bastante calor durante o dia, vento gostoso e fresco a noite > Estadia: 3 noites no hostel EKEKO > Preço médio das refeições: Lima é uma cidade grande, e não tem o turismo tão concentrado quanto as outras. Desde Miraflores até o centro dá pra achar todo dia de comida por todo tipo de preço - se não procurar, porém, em geral é caro. Nosso ônibus até Lima era logo depois do almoço. Acordamos, arrumamos as coisas, tomamos café, demos uma enroladinha e pegamos um táxi pra Ica. Pra variar, não tinha rodoviária na cidade, então fomos para a própria loja da empresa do ônibus que tínhamos comprado em Huacachina. Trocamos o papel que a moça havia nos dado pela passagem, despachamos a mala e como tinha um tempo fomos almoçar. Não conheci Ica e não sei o tamanho dela, mas a rua - muito movimentada - que percorremos era bem feia e suja . Escolhemos um dos restaurantes da rua e pra variar comemos Lomo Saltado, o prato típico (e delicioso) do Peru. Quando deu a hora fomos pro ônibus, confortável e tranquilo até Lima, com lanche, filme e tudo. Chegando lá, outro táxi para o hostel. Acabamos chegando tarde, já estava escuro. SUPER recomendo esse hostel e SUPER recomendo ir pra Lima. Eu não esperava nada da cidade e gostei muuuito. Quanto ao hostel: cozinha, área comum, bons banheiros e chuveiros com água quente, ficamos num quarto privado de casal com banheiro simplesmente incrível! Uma graça, tv, cama confortável, amplo e arejado. Só não recomendo o quarto "twin", privado que tem duas camas de solteiro. É pequeno, abafado e de um rosa vibrante capaz de dar dor de cabeça, não vale o preço e destoa do resto do hostel. Enfim, chegamos e eu achei até estranho porque não tem nem placa na porta. É uma casa na área residencial de Miraflores. Entramos de qualquer modo e o (acho que era dono) dono nos recebeu e foi a pessoa mais solícita do mundo. Ele é super gentil e fala português, ficamos batendo papo e ele deu várias dicas. Fomos dar uma volta ainda pra conhecer em volta antes de dormir e vimos o primeiro super-mercado de verdade da viagem, pertíssimo e com direito a tudo que se desejar. Compramos algumas coisas e voltamos pro Hostel pra dormir. DIA 32 - Lima O café da manhã do hostel era bem simples como todos. Pãe, geléia, manteiga, café e chá, mas tínhamos comprado leite e cereal na saudade no dia anterior. Esse dia fomos até o centro, ver as atrações, acabamos indo outro dia também. Como sempre fazíamos em cidades grandes, pegamos os mapas que sempre tem disponíveis nos hostels, bem turísticos mesmo, e escolhemos os pontos turísticos que gostaríamos de ver. Se rolar uma dúvida se algum ponto vale a pena ou não, vale a pena entrar no tripadvisor, lá tem mil opiniões de mil pessoas sobre praticamente tudo, mas geralmente as pessoas acham tudo o máximo, inclusive coisas que fomos por estar bem recomendado que eram bem sem graças mas era um parâmetro, e muitos visitantes descrevem bem! Pra ter acesso ao ônibus-meio-metrô tem que comprar um cartão. Acho que também dá pra chegar com os outros ônibus, mas deve demorar mais ou ter que andar mais. Táxi obviamente também dá. Com 12 soles compramos o cartão e as passagens de ida e volta para nós. Muito bonito e organizado o centro. O transporte também super eficiente. Esse dia entramos em várias igrejas e o que tinha de gratuito por ali. Andamos bastante e almoçamos que super recomendo, do lado de um pintor que pra quem gosta de comprar pinturas tinha muita coisa legal! O restaurante era estilo menu do dia e tinha uma sobremesa (panqueca de manga com doce de leite) maravilhoooosa! Os dois - restaurante e pintor - são na frente do Museu do Convento de São Francisco, lugar que acabamos visitando só dois dias depois. Depois voltamos para Miraflores e fomos andar por lá, a pé mesmo. Fomos andando, andando, andando até a praia, onde tem o Parque do Amor, simplesmente uma graça! Um pôr do sol divino, bem no meio do mar. Andamos mais um pouco pela orla e depois, voltando, fomos procurando um lugar pra jantar. Acabamos jantando numa lanchonete famosa - e por isso não muito barata - que chama La Lucha. Bem gostosa, vale a pena se quiserem algo diferente! Depois, voltamos pro hostel pra descansar!
  9. Sim reservamos todos lá, fica tranquila aí que não tem pressa, conversa pessoalmente lá na hora. Você fechar o Salar de Tara com eles não é garantia de pegar o mesmo guia! Se quiser ele manda um email pra ele mesmo.
  10. Fernando, mandei a planilha! Peço que me peçam por email pra não conturbar aqui! O clima varia muito de lugar pra lugar, fomos de negativo no passeio de Uyuni e manhãs nos passeios do Atacama a quase quarenta graus nas tardes do mesmo Atacama, climas frescos em algumas cidades e verão brasileiro em outras! Antes de falar sobre cada cidade no relato falei da temperatura, em alguns passeios também, dá uma olhadinha!
  11. Conforme falei já, na verdade aí estão misturadas fotos de 3 câmeras. A do meu namorado é uma Canon t4i com uma lente 50mm, a minha é uma Nikon Coolpix p100 com lente integrada, e usávamos uma GoPro2 nos momentos em que levar a câmera era perigoso no sentido dela cair e adeus câmera, como no rafting, tirolesa, etc
  12. É comum sim, tem mil agências de turismo oferecendo o trajeto. Demora umas 10h imagino, saímos depois do almoço e chegamos em Arequipa de noite. Mas também devido ao fato de que você tem que parar na fronteira e fazer a imigração, o que envolve parar na polícia da Bolívia e depois de novo na do Peru. No nosso caso ainda foi uma confusão trocar de ônibus algumas vezes etc. Normalmente deve demorar menos. Não recomendo as empresas Chakana e Pachakuti, as duas deram essa confusão aí de não fechar ônibus por não ter pessoas o suficiente e ficarem realocando todo mundo, aconteceu com a gente e outras pessoas. A empresa que recomendo eu não lembro o nome, mas foi a empresa pela qual chegamos em Copacabana. Fica na esquina da rua 6 de agosto com a rua 16 de julho. Copacabana é minúsculo, você vai encontrar. O preço geralmente era igual, só por ser natal essa outra empresa estava um pouco mais cara, por isso não fomos nela. Você pode verificar se tem bastante pessoas com reserva na mesma empresa, aí não corre o risco da sua empresa não disponibilizar ônibus e você ficar a merce de lugares sobrando e ficarem te encaixando primeiro num ônibus que vai até Puno, depois em outro que vai até não sei onde e por aí vai, ao invés de ter o seu lugar bonitinho até Arequipa.
  13. DIA 28 - Se deslocando até Huacachina Bom, conforme já disse aqui em algum momento, o ideal de trajeto não seria esse que fizemos. Mudamos um pouco por conta de querer passar o Reveillon em Cusco. Caso não tivéssemos mudado, passaríamos em Arequipa, o que hoje em dia me parece, no mínimo, igualmente bom, mas pode ainda ser melhor visto que achei o Reveillon em Cusco normal, ficamos mais na festa do Hostel. Pois então, se tivéssemos feito o trajeto "certo" considerando facilidade de deslocamento, teríamos feito Copacabana > Cusco > Arequipa > Huacachina > Lima Como fizemos Copacabana > Arequipa > Cusco > Huacachinha/Lima, para ir para lá agora seria uma bela viagem de 18h de ônibus, porque não existem ônibus que vão de Cusco para Huacachina, eles necessariamente passam por Arequipa, apesar de todas as distâncias formarem um triângulo. Não sei se a estrada é ruim ou se ela não existe. Achamos uma passagem por 300 reais e resolvemos ir de avião, pra economizar o tempo, a paciência e a vida, porque algumas pessoas já tinham nos dito que era um trajeto perigoso em algum ponto (não sei entre quais cidades também). Li relatos, por outro lado, dizendo sobre a viagem de ônibus ser viável, só demorada mesmo. Acordamos tarde em Cusco depois de descansar dos últimos dias e fomos pro aeroporto de táxi, 10 soles. É longe pra ir a pé, e você percebe que Cusco é muito maior que só o centro turístico. Iríamos para Lima já que não tem aeroporto em Huacachina. Despachamos a bagagem e descobrimos que nosso voo estava atrasado, então fomos procurar algo pra almoçar. Dentro do aeroporto é sempre aquele preço não camarada né? Na rua da frente tinham alguns restaurantes com menu do dia, e pra minha felicidade encontramos um restaurante de brasileiros, que tinha suco de maça, sopa de milho, arroz, feijao, salada e bife de churrasco por nada mais nada menos que 6 soles!!! Achei impressionante. Chama Calderón de Oro o lugar, bem ali na frente do aeroporto. Comemos muito felizes e voltamos pro Aeroporto. Depois do voo, chegamos em Lima e tivemos a infeliz surpresa que o aeroporto de Lima é na verdade em uma cidade vizinha, como se fosse o internacional de São Paulo em Guarulhos. Começamos a procurar preços para sair dali até a rodoviária mais próxima para ir para Huacachina, e descobrimos uma salinha de informações ao turista super solícita. Os moços nos explicaram que teríamos que pegar um taxi, e que era melhor pegar direto no balcão porque se você pega os motoristas que te abordam da mesma companhia, mesmo dentro do aeroporto, eles podem cobrar até o dobro. Não deu outra, saindo da salinha perguntamos pra um taxista quanto sairia até a rodoviária que nos indicaram e o cara teve a pachorra de pedir 80 soles. No balcão era 45 (continua não sendo barato), mas fomos embora. Bom calcular isso aí comparando ônibus com avião porque é bastante dinheiro. Poderíamos ter ficado em Lima primeiro, e depois ter ido para Huacachina, tínhamos ainda alguns dias de viagem que dividimos entre as duas cidades. Sem contar esse dia de deslocamento, ficamos 2 dias (3 noites) em Huacachina e preferimos ir para Huacachina primeiro não lembro porque . Se for pra descansar mesmo, ou fazer mais passeios, dá até pra ficar mais dias, mas pra quem tá corrido e quer conhecer um dia só já dá pra fazer dois passeios (bug nas dunas e tour de vinhos) e ver tudo que tem pra ver. Chegando na rodoviária de Lima, pegamos um ônibus até lá, umas 4h de viagem. Tinha lanchinho incluído. As empresas são todas praticamente iguais, a diferença é que as turísticas (Cruz Del Sur por exemplo) tem o serviço executivo das outras empresas no serviço normal deles, mas o preço é o mesmo comparando as duas. Os ônibus vão até Ica, não Huacachina, que é minúsculo e não tem nada além de uma dúzia de estabelecimentos ao redor do lago e muitas dunas (mas não deixa de ser legal!!!). Um táxi da rodoviária até o hostel foi 10 soles, mas na volta o motorista nos cobrou 5 (então acho que esse enfiou a faca mesmo). É bem pertinho, 5 minutos. Já era de noitão e só fomos dormir. DIA 29 - Huacachina > Temperatura: calooor 25 a 30º > Estadia: 3 noites na Hospedaje del Barco > Preço médio das refeições: há diversos restaurantes em volta do lago, todos com os preços do menu do dia praticamente iguais, mudando 1 ou 2 soles. 15 soles por pessoa mais ou menos com suco, entrada e prato principal. O grande porém é que, pelo que percebi, a maioria dos hostels não oferece café da manhã, e as vezes nos restaurantes pode sair pelo mesmo preço do almoço. Decidir o hostel de Huacachina foi uma saga. Nas pesquisas da internet não havia um que parecia decente por um preço camarada. Os que tinham melhor avaliação eram bem mais caros que a média dos hostels que estávamos frequentando, como o Bananas ou o El Huacachinero. Nos de preço melhor li sobre "percevejos na cama" em mais de um. Não sei nem onde encontramos uma recomendação sobre esse hostel, Hospedaje del Barco. O preço é incrivelmente barato, não tem site nem tá em nenhum site de booking. Só conseguimos entrar em contato pela página do Facebook. https://www.facebook.com/hospedaje.delbarco?fref=ts A única coisa que me decepcionou foi a piscina. Tava verde e não tive coragem de entrar, e nas fotos do facebook tava bonita e tudo. A equipe não é muito solicita, mas de resto tem um restaurante legal, chuveiro quente e cama sem bichos . Era limpo, mas mal cuidado. Pintura descascando, infiltração no banheiro, etc. Foi o pior hostel que ficamos na viagem mas mesmo assim bem viável. Esse dia ficamos só na preguiça. O mais legal desse hostel é o andar de cima, tem uns sofás com vista para o lago, bate um ventinho gostoso e ficar lendo e tomando cerveja lá foi o que mais fizemos em Huacachina. É um óasis, um lago que tinha até gente nadando, pedalinho e canoa, com construções em volta, em sua maioria lojinhas, restaurantes e hotéis. Um lugar bem legal pra descansar, com poucas atrações para dar motivo para correria. Vale a parada por ser, pelo menos pra mim, diferente de tudo que já tinha visto, mesmo na viagem. Areia pra todo lado e o silêncio do deserto que só tinha ouvido em San Pedro. Para resolver o problema da dificuldade de qualidade de hostels, ouvimos gente falando que preferiam ficar em Ica (o lugar da rodoviária), com hotéis bons e baratos. Mas sei lá, vai de cada um, porque pra mim assim talvez você perca a graça do lugar. DIA 30 - Huacachina Esse dia queríamos fazer passeios. Os mais tradicionais de lá são o de Bug, Ilhas Ballestas (barco vendo animais, pássaros, etc) e um tour de vinhos. Acabamos fazendo só o de Bug por falta de dinheiro, coisa normal no fim da viagem né . Fechamos numa empresa em frente ao Hostel, tinha o Bug e o sandbord junto. O preço é igual em todas as lojinhas de turismo, pelo menos as que pesquisamos. Quando fechamos o Bug, aproveitamos pra fechar também a passagem de volta pra Lima no dia seguinte, lá só se vendem passagens de ônibus nas lojas de turismo, a não ser que você vá até Ica comprar. Acordamos, tomamos café com a maior panqueca do mundo no restaurante do Desert Nights (esse hostel me pareceu legal) e resolvemos subir as dunas. Estávamos de chinelo e não foi uma boa idéia, queimamos o pé legal. Mas serviu de aviso pra ir de bota no passeio de Bug . Tem vários horários esse passeio, mas pelo mesmo preço você fica mais tempo vendo o por do sol se pega o último horário, foi o que fizemos. Então depois de ficar de preguiça e almoçar fomos pro passeio. É muuuito divertido, meu estômago é fraco e quase vomitei porque parecia muito uma montanha russa. Em alguns momentos parávamos pra fazer sandboard. Muito legal também, e apesar de ter ficado com areia em todos os lados não comi areia como me falaram que iria comer . Algumas pranchas estavam mais novas que outras, e consequentemente mais lisas, o que fazia elas irem muito mais rápido. Vimos um lindo por do sol e na volta enjooei de novo, mas nada que 10 minutos em terra firma não fizessem passar. No jantar não tinham muitas promoções como o menu do dia, só no Desert Nights que tinha um hamburguer gigante e divino com batatas fritas por 10 soles, e isso era o mais barato que tinha por ali, o que nos fez jantar por lá duas vezes! Depois disso, cervejinha na laje do hostel e soneca pra voltar pra Lima no dia seguinte. Como dito, se ficássemos mais dias era ou pra ver as Ilhas Ballestas ou pra ficar de perna pro alto lendo e tomando cerveja lá no hostel.
  14. DIA 26 - INCA JUNGLE TRAIL DIA 3 Esse dia da trilha em si é o mais sem graça... mas tem a tirolesa! Outro opcional, de novo a melhor opção é fechar lá na agência, junto com a trilha toda. Vale muito a pena, foi muito divertido, e o preço pra fechar na hora era tipo o triplo! Quer dizer, não sei quanto a mais era porque a gente fechou o pacote, não sei quanto foi a tirolesa em si, mas tava escrito numa tabela algo como 60 doláres, ou seja, um absurdo!!! Eles oferecem pra fechar na noite anterior também, por um preço mais salgado. Então, quem quiser, melhor fechar lá no começo. Lembrando, pagamos 220 dólares em tudo. Acordamos e tomamos café. Logo direto do café eles separam quem vai fazer a tirolesa. Quem não vai, vai caminhando até o ponto de almoço, que eu não lembro o nome do lugar que era, creio que algo como 4 horas de caminhada. Saímos do restaurante, pegamos nossas coisas e entramos na van pra tirolesa. Levaram a gente até um camping incrível, chamado Cola de Mono, que é a empresa que faz a tirolesa (http://www.canopyperu.com/). Não ficamos lá mas achei muito bonito e arrumadinho, então fica a dica. São umas 5 ou 6 cordas. É muito legal e pode descer de todo jeito, cabeça pra baixo, de super homem, normal... por aí vai! Depois disso, voltamos de van pra Cola de Mano, devolvemos os equipamentos e fomos, também de van, para o local de almoço. Chegando lá o pessoal do grupo ainda não tinha chegado. Depois que chegaram almoçamos todos (esse almoço tava incrível!!!). A partir daí, esse é o dia mais sem graça de caminhada. Caminhamos nos trilhos do trem, na real pra não pagar o bilhete, que é uma fortuna! hahaha Então lá vamos nós, caminhando no trilho do trem. Chão cheio de pedras, a bota salvando de novo aí! Tinha gente voltando também a pé, nós voltamos de trem. De noite acho que pode ser perigoso, mas pernoitar lá e voltar no dia seguinte andando talvez seja uma opção pra economizar. O trilho do trem termina em Águas Calientes, a cidade base de Machu Picchu. Por fecharmos com a empresa Pumas Trek, tínhamos um hostel separado do pessoal, porque essa empresa tem um hostel próprio. Chegamos lá e não tinham agendado a gente, mas sem pânico, colocaram a gente no hostel do lado, quentinho, grande, wifi, banheiro e água quente. Não fomos para as termas que dão nome à cidade, mas nos falaram que eram muito ruins comparadas às que entramos depois do segundo dia de trekking. No hostel nos deram nossos ingressos de Machu Picchu e passagens de trem. Duas meninas do nosso grupo, não sei de que empresa, tiveram os ingressos comprados errados, pra dali dois dias, e outras teriam que dormir outra noite em Águas Calientes porque tinham comprado passagens de trem erradas pra elas também, dali a dois dias. O nosso deu tudo certo, ingressos de Machu Picchu e passagens de trem pro dia seguinte de noite. Existem trens em vários horários, inclusive muito cedo, o que faz você ter que descer correndo de Machu Picchu. Combinar o horário na agência é legal (nós fizemos isso). Esse dia ainda tinha jantar incluído. Nos encontramos todos num restaurante de noite, e os guias se ofereceram pra comprar o ônibus de subida pra quem não quisesse subir a pé. Estava uma chuva do capeta, e nós nos rendemos ao ônibus. Compramos o de ida e pensamos em voltar a pé. O que mais pegou foi que os guias marcaram de se encontrar lá em cima, em Machu Picchu, no dia seguinte muito cedo. Quem fosse a pé tinha que acordar 4h da manhã, quem fosse de ônibus umas 6h. É caro, mas foi um dinheiro bem gasto conforme vou falar no próximo dia! Antes de dormir, compramos muitas barrinhas de cereais num mercadinho. Em Machu Picchu não vende comida, e você chega cedo e sai tarde, planejamos ficar a base disso até descer pra almoçar ou jantar! DIA 27 - INCA JUNGLE TRAIL DIA 4 Acordamos cedíssimo, fomos pra fila do ônibus, compramos um sanduíche pra tomar de café da manhã numa padaria no caminho (a única aberta e cobrando caro por isso) e pegamos o ônibus. Chegando em 10 minutos lá em cima vi o pessoal do grupo que subiu a pé. Tava frio e chovendo, e eles tavam todos muito suados mesmo assim. Fiquei feliz pelo ônibus! Esperamos juntar o grupo pra começar o "tour". Tava muita neblina, eram como 7h da manhã e ainda não dava pra ver nada. Os guias falaram algumas coisas sobre Machu Picchu, sendo que a maioria delas um dos guias já tinha contado pra gente durante os outros dias de trilha. Ficávamos sempre conversando com ele enquanto caminhávamos, o que rendeu histórias e mais detalhes sobre tudo. Eis que, pelo menos pelo que eles falavam, são tudo hipóteses. O tour durou pouquíssimo e eles se mandaram. Totalmente desnecessário o horário cedo desse jeito. Machu Picchu fica aberto até umas 16h ou 17h, e cedo sempre tem neblina, independente da época do ano pelo que me falaram. Mais tarde o tempo abriu, mas nesse começo não dava pra ver nada e eu fiquei pensando "o que vou ficar fazendo aqui até quatro horas da tarde". Dá pra ir mais tarde tranquilo, ver tudo que tem pra ver e descer. Sim, não achei Machu Picchu nada demais. A paisagem em volta é incrível, montanhas gigantes, neblina, no meio do nada. A natureza sim é bonita, mas a cidade em pedra em si, lotada de gente e nem é alta temporada, fiquei ouvindo histórias diferentes entre si de bocas de guias de vários grupos depois e concluí que aquilo ali pode nem ser inca e eles ficam especulando (ok exagerei ). Podem me matar, tem que ver porque tá no caminho mesmo, é bonito, mas ir com altas expectativas é pedir pra se quebrar porque o "oooooohhhhhh' que fazem e tal... normal em comparação ao que já tinha visto até aqui na viagem. Eu teria acordado mais tarde, tranquilamente, tomado café da manhã no hostel (era incluso mas não tomamos porque não tava aberto quando saímos), pegado o ônibus, lido informações num livro talvez... tomado meu tempo, observado e ficado um pouco lá... algo mais tranquilo. Não sei se o ritmo que foi ajudou pra minha leve birra. E ai, agora vem a única coisa que acho que não recomendaria no mochilão. Nos falaram que a subida à montanha Machu Picchu, ao invés da Wayna Picchu, era mais bonita, por ser mais alta e ter uma vista melhor. Compramos essa e subimos depois que os guias nos deixaram. Gente, é muito alta, mesmo. De longe a coisa mais cansativa da viagem. 2h de subida, mas meu deus, de matar. Não sei se foi a altura, o ficar sem comer ou os degraus gigantes de pedra, escorregadios, infinitos, até chorei! Chegamos lá em cima e, além de um urso fofo, também não achei nada demais pro esforço sobre humano que foi subir aquilo tudo (e pra descer também ). Mas meu namorado gostou e disse que recomendaria e não se arrepende. Eu não me arrependo, acho que eu ali, na hora, se não tivesse subido ia pensar que não subi e nunca mais voltaria lá pra subir (pensamos em desistir, várias pessoas descendo no meio). Só não recomendo pra geral, mas não é unânime. Descendo a montanha, as pernas do meu namorado já tavam falhando de esforço. Minha mochila rolou montanha abaixo, por sorte caiu onde conseguimos pegar . Tudo isso fez a gente comprar, também, o ônibus de volta pra descer. As pernas não iam aguentar outra descida. Outro dinheiro muito bem gasto, que só não será melhor gasto que o a seguir: chegamos em Águas Calientes de volta umas 16h. Nosso trem era as 21h e estávamos bem cansados e sujinhos da subida. Entramos no primeiro Bed & Breakfast que achamos e o dono nos cobrou 25 reais pra nós dois tomarmos banho e dormimos até às 21h. Melhor chuveiro da viagem!!! Me senti em casa, uma delícia. Dormimos, tomamos banho. Tinha toalha e tudo, shampoo, sabonete. O lugar chama Bed & Breakfast mesmo, na primeira rua perpendicular à rua que o ônibus para, subindo. Se quiser pernoitar, aqui vale muito a pena. Saímos de lá e jantamos num restaurante muito gostoso com outros brasileiros que encontramos, baratinho e com direito a cerveja e pão de alho de petisco, além de entrada, prato principal e sobremesa. Existem muitos restaurantes turísticos na rua principal, e quanto mais você sobe mais barato eles ficam. A cidade é gostosa, se tiver sobrando tempo ou quisesse descansar, dá até pra pernoitar aqui. Fomos pra estação de trem, e logo nosso trem chegou. Haviam nos falado que o trem pararia em Ollantaytambo, e lá alguém nos pegaria. Não tinha me preocupado como seria isso. Chegando lá estava um caos, um milhão de pessoas com cartazes com nomes, que nem em aeroporto. Não achávamos nosso nome em lugar nenhum, até que achei um grupo procurando uma "Clarice Martins + 1". Eis que era eu, Larissa Marques + meu namorado. Ou não, eles não tão muito preocupados, acho! Sendo eu ou não entramos no ônibus e conseguimos chegar em Cusco em mais umas 2h. Chegando lá, voltamos para o hostel em que havíamos deixado nossas malas, fizemos o check in pra dormir aquela noite, no dia seguinte iríamos embora pra próxima cidade.
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