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copaes

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Tudo que copaes postou

  1. Schumacher, parabéns pelo fantástico relato. Uma opinião sua: quem é mais bonita, ilhas Maurício ou ilhas Seycheles? Estou com passagem comprada para novembro, para Joanesburgo. De lá quero conhecer uma dessas 2 ilhas. Mas o detalhe é que irei com minha esposa e filha de 4 anos. Pretendo ficar em AIRBNB. Quais das 2 ilhas possuem praias mais bonitas e de águas transparentes? Já vi que Maurício é maior e mais povoada, além de ter um trânsito absurdo no entorno da capital. Já Seycheles me parece mais calma. Bem, não faremos as trilhas que vc fez, mas aproveitaremos bastante banho de mar e mergulho, que adoro.. Por fim, me pareceu também que a temperatura da água do mar em Seycheles é mais quente que Maurício, é isso mesmo? Valeu..
  2. Parabéns pelo relato. Estamos indo para Austrália em Setembro, para Gold Coast, onde faremos um curso de Inglês, Sydney, Melbourne, e regiões próximas. Também passaremos alguns dias na Nova Zelândia (ilhas sul e norte). Aguardamos ansiosos o restante do relato..
  3. Sara, parabéns pelo seu relato. Estou indo para Cape Town em Outubro, com minha esposa e minha bebê de 1 ano e meio. Gostei muito dos detalhes do relato. Passaremos cerca de 40 dias na região de Cape Town, pois faremos um curso de Inglês. Além do que você fez, faremos a Garden Route, em 5 dias. Infelizmente, por conta da minha filha, não poderemos conhecer Victória Falls, já que tudo com ela é mais difícil e trabalhoso. Quem sabe em outra oportunidade. Na volta, tentarei postar mais um relato.
  4. Prezado, Como conselho, acho que também vale você passar uns dois dias em St. Barth.. há voos entre St. Maarten e essa ilha, pela winair (www.fly-winair.com). Não acho que vale a pena fazer um bate e volta. Ficando na ilha você aproveita muito mais e com calma. Fique no Auberge De La Petite Anse, um apartamento de frente para o mar e que me custou, em junho de 2014, 80 euros por dia. Vale muito a pena (email: [email protected]). Também considere ir para as ilhas Virgens Britânicas, especialmente as ilhas de Anegada e Virgem Gorda, pra mim as duas ilhas mais bonitas da região, achei melhor, inclusive, do que Anguila. A Winair também vende passagens para a capital das ilhas virgens, Tortola, de onde você pega ferries para as demais ilhas.
  5. Olá, Para quem mergulha, como eu, não tem lugar melhor no mundo, especialmente por conta dos mergulhos nas ilhas Darwin e Wolf. Realmente tubarão é o que mais tem por lá. Mas não dá medo, pois o ambiente submarino de Galápagos é dos mais ricos em vida e nutrientes do planeta. A parte terrestre também é fantástica, com muita vida e diversidade. Para quem gosta de contemplar a natureza Galápagos é um dos melhores lugares do mundo. Espero poder voltar lá um dia.
  6. Deia, O cruzeiro que fiz é exclusivamente para mergulhadores certificados, e certificação Avançada, pois os mergulhos exigem um pouco de experiência dos mergulhadores... A maioria dos cruzeiros de mergulho apenas aceitam mergulhadores com certificação avançada. Mas, para não mergulhadores há vários cruzeiros que ficam visitando as várias ilhas da região de Galápagos. Parecem ser bem interessante. Em cada parada você pode fazer snorkel.. não posso te indicar algum cruzeiro porque não lembro... mas, vi que há vários.. pesquise pelo google que achará... vá preparada para as águas frias.
  7. Sim, Wolf e Darwin, principalmente Darwin, dão de 1000 a zero nos demais pontos. Mergulhamos em vários pontos de Galápagos, mas nada se comparou a Wolf e Darwin. Só aí é possível ver Tubarões Baleia, por exemplo. Também se vê centenas de tubarões martelo no mesmo mergulho. Mas, claro, os mergulhos nos outros pontos de Galápagos também são bons, principalmente se comparados a outros locais, como a maioria dos locais do Brasil. Mas, nada que se compare a Darwin e Wolf. Não fomos em Gordon Rocks, mas imagino que seja similar a alguns dos outros pontos que fomos. Pelo que você falou, é iniciante em mergulhos. Para mergulhar em Wolf e Darwin, só tendo a certificação Avançada, pois lá o mergulho é com correnteza, exigindo uma certa experiência dos mergulhadores. Se puder, faça o curso avançado e retorne a Galápagos para mergulhar em Wolf e Darwin. Mas, vá na época dos tubarões baleia, que, se não me engano, vai de junho a outubro.
  8. Olá, para chegar em Anguilla, o melhor caminho é seguir via Ferry, desde St. Martin (lado Francês da ilha). São apenas 30 minutos de travessia e deve custar uns USD 15,00 por pessoa. Para chegar desde o aeroporto de St. Maarten, pegue um táxi. Acho que quando fui, paguei uns usd 20,00 até o terminal do ferry, no lado Francês. Lá, você pode andar de bicicleta, mas a ilha tem um tamanho razoável (não é enorme como Sr. Maarten/St. Martin). Mas, a não ser que você seja um ciclista bem disposto, o ideal seria um carro (mas aí é minha opinião). Se optar pelo carro, peque um automático, porque lá é mão inglesa, direção do lado direito. 5 dias é legal em Anguilla, vai dar para relaxar. Mas, não deixe pelo menos uns 3 ou 4 dias para St. Martin, já que vai passar por ela de qualquer forma. Também tem praias bonitas. Sem contar que para comprar é muiot melhor que no Brasil. O centro da capital do lado Holandês tem muitas lojas com preços interessantes. Anguilla é bem diferente de St. Martin.. é menor e não tem o fluxo turístico da ilha vizinha.. as praias são melhores, com águas super transparentes e azuladas. Dê uma olhada no relato que fiz na época que viajei pra Anguilla e St. Maarten. Acho que vai te ajudar. Segue o link: topic63439.html Abraços..
  9. Beleza Lico.. tentei passar um pouco da nossa experiência. Com certeza, voltarei um dia a este lugar tão fantástico e ainda tão preservado.
  10. Mais uma vez venho aqui postar minha contribuição para um destino que é muito pouco visitado por brasileiros, o arquipélago de Galápagos. Nossa viagem foi entre os dias 05 e 19 de outubro de 2013. Antes de iniciar, é importante deixar claro que nossa viagem teve, acima de tudo, um objetivo principal: mergulhar pelas águas frias de Galápagos, a bordo de um liveabord. Mas, também conhecemos lugares lindo na terra. 1- Passagens Aéreas Para chegar às ilhas de Galápagos que recebem voos, é necessário ir para Quito ou Guayaquil. Optamos pela segunda opção. Compramos passagem aérea pela Copa Airlines (http://www.copaair.com), partindo direto de Brasília, com uma conexão na cidade do Panamá. O voo de ida foi super tranquilo. Na volta, fizemos uma parada de 2 dias na cidade do Panamá (sem custo adicional). O custo da passagem, ficou em torno de R$ 1900,00. Nosso liveabord iniciaria da fantástica ilha de San Cristóbal. Optamos então por comprar passagem de ida para San Cristóbal e o de retorno por Santa Cruz, principal ilha do arquipélago. Compramos as passagens diretamente do site da LAN (http://www.lan.com). O custo de foi de aproximadamente R$ 1.000,00 (ida e volta). Fica a observação de que tinhamos 2 opções para chegar em Guayaquil. A primeira seria pela LAN e a outra pela Copa. Pela LAN, o voo é bem mais demorado, fazendo conexão em Santiago ou Buenos Aires. Sem contar que o custo era maior. Já tinhamos voado pela Copa antes e não tínhamos tido problemas. Mas, desta vez, tivemos um atraso grande na volta. O sistema informatizado da companhia deu problemas e atrasou todos os voos do dia de nosso retorno. Nosso voo atrasou umas 7 horas. Mas, teve voo que atrasou mais e outros que foram cancelados. O ruim é que os monitores do aeroporto do Panamá não informavam a previsão de horário do voo. Bom, pelo menos eles nos deram usd 10,00 para comer algo em qualquer restaurante da praça de alimentação do aeroporto. No mais, o voo de volta foi super tranquilo. 2- Hotéis a) Guayaquil Passamos apenas uma noite neste cidade. Ficamos no hotel Manso Boutique Guest House. F: +59334256644; email: [email protected] Custo aproximado de USD 50,00, de um quarto para casal, mas com banheiro compartilhado. Reservamos pelo booking.com. No ato da reserva, não percebi que o banheiro seria compartilhado. Chegando lá, fiquei chateado, mas paguei pelo meu erro. Até me ofereceram um quarto com banheiro privado, mas seria só uma noite e o banheiro seria dividido com apenas mais um quarto, que não tinha ninguém (mas chegou gente a noite). Bom, o hotel é razoável. O quarto tem ar condicionado e uma cama razoável. Possui internet WIFI boa. Pegou inclusive no quarto. O café da manhã, incluso no preço, é bom. O que não gostei foi do chuveiro do banheiro, que só pingava água. Se você quiser um pouco de conforto, não vá para este hotel. Mas se for apenas por uma noite, dá para ficar. Ele é super bem localizado, bem em frente ao Malecón 2000, um calçadão imenso a beira dum rio. É um imenso complexo de lazer. b) Ilha de San Cristóbal Ficamos no hotel Casa Blanca (http://www.casablancagalapagos.com - email:[email protected]). Preço de USD 70,00, quarto de casal, com banheiro privado, TV e café da manhã. Excelente hotel. Fica de frente para o mar, bem em frente ao cais turístico de atracação. Para o preço pago, o hotel é bom. Os quartos são novos, com ar condicionado e TV. A proprietária é uma simpatia só. Muito gente fina. Por 2 vezes nos deixou fazer o check in antes do horário. Uma das vezes, entramos no quarto antes das 10 da manhã.O café da manhã é razoável, é suficiente para começar bem o dia. O único defeito seria com relação a falta de porta no banheiro do quarto e o fato de ele ser de meia parede. Mas, nada demais. Nada que estrague a estadia. Recomendo muito este hotel e a ilha de San Cristóbal. c) Ilha de Santa Cruz Ficamos hospedados no Hotel Fiesta (email: [email protected]). Reservamos pelo booking.com. O preço foi de USD 74,00 pelo quarto de casal, com café da manhã. O hotel é muito bom. É bem espaçoso. O café da manhã é muito bom. O quarto é grande e novo, com uma ótima cama, ar condicionado, TV. O hotel possui ainda piscina e salão de jogos. Fica a beira duma linda lagoa. Fica a uns 400 metros da rua principal de Santa Cruz. É bem tranquilo. Os donos são ótimos. Dão sempre atenção e tiram todas as dúvidas sobre o que fazer. Recomendo bastante este hotel. d) Cidade do Panamá Ficamos no hotel Tryp Panamá Centro. Reservas feitas pelo booking.com. Preço de USD 90,00 (já com o imposto de 10%) para casal, com café da manhã. O hotel é muito bem localizado. Fica numa região perto de vários bares e restaurantes. Fica perto dos shoppings e das atrações turísticas. Não sei se foi sorte, mas nos colocaram num quarto excelente, bem completo. Super novo. Nada a reclamar. O café da manhã é bom, do tipo buffet. A dica é que para fazer passeios turísticos ou mesmo tomar um táxi, o hotel tem algumas Vans turísticas conveniadas, que cobram um pouco mais caro, mas é super confiável. 3- DIVING LIVEABORD CRUISE (IATE DEEPBLUE - http://www.deepbluegalapagosdiving.com) Sim, nós somos mergulhadores e amamos o fundo do mar. Antes de prosseguir, entenda-se que quando falo em mergulhar em Galápagos, não é mergulhar em suas principais ilhas, mas ir bem além, em Wolf e Darwin. Para chegar nestas ilhas, só em um liveabord de mergulho. Mergulhar em Galápagos é um sonho de anos. A ideia já vinha na minha cabeça a tempo. Já tinha lido algumas matérias na revista Mergulho sobre as ilhas Darwin e Wolf e fiquei fascinado. Então, este ano, após voltar de uma viagem do México, onde fizemos de tudo para ver o magnífico tubarão baleia, e não conseguimos, fiquei com a idéia de Galápagos na cabeça. Eu sabia que lá eu veria não só tubarão baleia, mas uma imensidade de peixes e tubarões que não se vê em mergulhos no Brasil e na maioria dos destinos de mergulho no mundo. Pois é, mergulhar nas ilhas Darwin e Wolf é o maior desejo de 10 entre 10 mergulhadores. Estas ilhas são consideradas um dos melhores lugares do mundo para se mergulhar. Foi com tudo isso na cabeça, que comecei a pesquisar. Segundo se fala, os melhores liveabord de Galápagos seriam o Agressor (I e II) ou o Body Diving. Só que esses são os mais caros (algo em torno de Usd 5.200,00 por pessoa na alta temporada, por 7 noites de cruzeiro). Após pesquisar, descobri um outro que acabou sendo um ótimo negócio. É o liveabord DEEPBLUE. Excelente. É um Iate com capacidade para 16 mergulhadores, divididos em 8 cabines. As cabines são suítes, com banheiro, TV, ar condicionado. Um luxo só. Se você quiser, volta do passeio gordo, pois a comida é farta. Nunca mais tinha comido tanto camarão. Nas saídas dos mergulhos, tinham toalhas à disposição e sempre tinha algo quente para beber na saída do mar frio. Os 10 tripulantes são excelentes, super atenciosos. Nosso cruzeiro de mergulho durou 7 noites. Com 3 dias entre Wolf e Darwin. Bom, o DEEPBLUE é considerado um IATE First Class. Portanto, não é barato. Mordomia é bom, mas é caro... quem mergulha sabe que mergulhar é um hobie muito caro, principalmente as operações de mergulho, e mergulhar num liveabord é bem caro. Fomos na alta temporada, época em que há o tubarão baleia (de julho a novembro). O preço normal do cruzeiro de 7 noites é de USD 4.500,00, por pessoa. Mas, tivemos sorte de pegar uma promoção de último minuto e pagamos a "bagatela" de USD 3.100,00 por pessoa (sei que é caro, mas dentro da realidade, foi uma economia de Usd 1400,00 por pessoa). Eram os 2 últimos lugares do barco. Como o preço é promocional, nós ficamos com uma cabine um pouco mais fraca em relação às demais. É que ela fica ao lado da sala de jantar e em frente a cozinha. Mas, não incomodou. Às vezes, o cheiro de comida entrava um pouco no quarto, mas nada demais. Quando pensava na economia que fizemos, eu ficava era feliz.... Informações detalhadas sobre o Iate DEEPBLUE está no site oficial: http://www.deepbluegalapagosdiving.com/. No site você pode ver a programação de saídas, preços e as promoções Last Minute. Também pode enviar email para o Sr. Wilson: [email protected] Um detalhe é que o pagamento deve estar todo feito até 1 mês antes do início do cruzeiro. Eles só aceitam pagamento por transferência bancária internacional (Swift). Não tive problemas. Tudo correu conforme combinado. Bom, recomendo bastante o Iate DEEPBLUE DIVING. É caro, mas valeu cada dólar gasto. 1º Dia - Guayaquil Viagem Brasília - Guayaquil. Nosso voo, como já dito, foi pela Copa Airlines. Os voos para Galápagos saem todos no turno da manhã. O voo da Copa chegou em Guayaquil no começo da tarde. Tivemos então que dormir o primeiro dia em Guayaquil. Tínhamos reservado um transfer no Hostal Manso, por 10 dólares. Como li que Tal cidade não é muito segura, resolvi pagar mais por um transfer. Para nossa surpresa, ao chegar no aeroporto, não havia ninguém nos esperando. Acabamos pegando um táxi oficial no aeroporto, por USD 5,00. Guayaquil não tem muito o que fazer. Possui uma praça onde há algumas iguanas para ver e uma bonita igreja. Também há o Malecon 2000, um calçadão de 2km na orla dum belo rio, cheio de atrações. Numa das extremidades do Malecon fica um morro onde se pode subir e ter uma bela vista da cidade (não subimos). Há também um mercado de artesanato na outra extremidade do Malecon 2000. Uma tarde é suficiente para conhecer um pouco de Guayaquil. 2º dia - San Cristóbal Dia de voar de Guayaquil para a ilha de San Cristóbal. Como não tinhamos mais o que fazer, resolvi chegar cedo no aeroporto. Chegamos cerca de 2,5 horas antes do horário do voo. foi a nossa sorte. Tenham bastante cuidado. Para os voos para Galápagos, deve-se chegar pelo menos com 2 horas de antecedência. É que no aeroporto, antes de fazer o check-in, tem-se que pagar uma taxa de USD 10,00 por pessoa e a bagagem deve passar por uma vistoria. As filas são grandes. No final, ingressamos na sala de embarque faltando apenas cerca de 30 minutos para o voo. Foi meio corrido. Ao chegar a Galápagos, nova fila. Nossos passaportes são conferidos e temos que pagar uma taxa fixa de USD 50,00 por pessoa (isso por sermos brasileiros. Outros turistas pagam USD 100,00). Para chegar ao hotel, toma-se um táxi, que é uma caminhonete. Preço de USD 2,00. Muito barato. Chegamos no hotel Casa Blanca antes das 11h e nos deixaram fazer o check-in antecipado. A dona do hotel e suas filhas são muito simpáticas. Deixamos as bagagens e fomos atrás dos equipamentos de mergulho que tínhamos reservado para alugar. Chegamos então ao centro de mergulho PLANET OCEAN DIVING CENTER (email: [email protected]), que fica bem ao lado do hotel Casa Blanca. O proprietário, Alex Villamar, é bem atencioso e fez o melhor preço para os equipamentos que tivemos que alugar lá: colete, regulador e roupa de neoprene de 7mm - custo aproximado de USD 200,00 por pessoa e pelos 7 dias de cruzeiro. Os equipamentos não eram nenhuma maravilha, mas nos atenderam, principalmente a ropa de neoprene de 7mm. Mergulhar em Galápagos é sinônimo de mergulhar em águas frias. Portanto, deve-se usar roupa semi-seca ou pelo menos de 7mm. Chegamos a mergulhar em águas de 18ºC. Bom, de equipamentos em mãos, resolvemos economizar em alguma coisa (já que tudo é tão caro lá) e foi no almoço. Almoçamos num lugar local, no centro de San Cristóbal, por USD 3,50 (uma sopa e um prato principal). Esta é uma coisa boa de ficar nas ilhas, dá para comer pagando pouco. Claro que a comida não é nenhuma maravilha, mas é razoável. De barriga cheia, fomos passear pela ilha. Tínhamos toda a tarde. Um detalhe, é que o clima estava bastante ameno, fazendo até um pouco de frio na sombra (foi assim durante boa parte dos dias). É que estávamos no inverno (Outubro). Bom, San Cristóbal foi sem dúvida a melhor surpresa terrestre da viagem. Adoramos muito esta ilha. Chegando na orla, já se topa com dezenas de leões marinhos nas calçadas e bancos. Isso mesmo, eles são os donos das calçadas e até mesmo das ruas. São muitos. Ficamos impressionados como eles saem do mar e vão "andando" meio desajeitados para os bancos que ficam na orla. Muito bonito. Lá, os humanos são invasores. A terra ainda é dos animais. Pois bem, San Cristóbal é tomada pelos leões marinhos. Aonde quer que se vá, sempre há muitos leões marinhos. Da orla, seguimos para as praias próximas e para o Centro de Interpretação Isla San Cristóbal. Bom, as praias são muito bonitas, porém com água bem fria. Também tem-se que "dividir" elas com os leões marinhos que estão dentro do mar e aos montes na praia. Muitos turistas e locais se arriscam a tomar um banho frio. Nós não arriscamos. O Centro de Interpretação é um passeio imperdível. É o único lugar de Galápagos que conta toda a história do arquipélago (ocupação, bichos, correntes marinhas, etc). Vale muito a visita. 3° Dia - San Cristóbal - Iate Deep Blue Este era um dia muito aguardado por nós, pois seria o dia em que embarcaríamos no Iate Deep Blue para passar 7 maravilhosos dias. Ainda com desacostumados com as 3 horas a menos de fuso horário, acabamos acordando cedo. Tomamos o café da manhã do hotel, que é bom, apesar de não ser tão farto, e fomos passear. Nosso embarque só seria depois das 13h. Andamos pela cidade e compramos algumas lembranças. No começo da tarde, aguardamos no cais turístico o pessoal do Deep Blue. Fomos recepcionados pelo Alejandro e pelo Geofrey, que seriam nossos guias no Deep Blue. Ao chegar no Iate, fomos recepcionados com um copo de suco natural. Após o embarque de todos, fizemos nosso primeiro briefing, onde recebemos algumas explicações gerais e fomos informados em qual quarto ficaríamos. Conforme já relatei, ficamos no único quarto que fica no piso principal do barco, ao lado da grande sala e ao lado da cozinha. O tamanho do quarto é o mesmo dos demais. A diferença é a localização, o que não foi nenhum problema. Não tivemos problemas com barulho. O que incomodou um pouco foi a proximidade da cozinha, o que era resolvido colocando-se uma toalha de piso na fresta da porta. Bom, o almoço foi servido e começamos a passar bem. Em seguida, já tivemos que fazer nosso primeiro mergulho, que seria um check-out. Serviria para os guias verem se estávamos bem para mergulhar e serviria para nós checarmos os equipamentos que alugamos e para nos acostumarmos com as roupas de neoprene de 7mm e com o lastro (peso). No Brasil, somos acostumados a mergulhar com apenas 6 quilos de lastro. Lá, tivemos que utilizar entre 13 e 14 quilos, o que nos fez apanhar um pouco nos 2 primeiros mergulhos (e olhe que temos perto de 100 mergulhos). Lá pelas 23h, partimos de San Cristóbal, com destino a ilha de Baltra. Passamos a noite viajando. Para nós que éramos marinheiros de primeira viagem em liveabord, estranhamos algumas coisas. Primeiro, não poderia ser diferente, o balanço. Nesta primeira noite, o Iate balançou um pouco, mas nada demais, principalmente porque já estávamos deitados. O ruim foi ter que se acostumar com o barulho do gerador do barco e do motor. Eram barulhos constantes. Acho que só na terceira noite nos acostumamos um pouco. 4º Dia - Iate Deep Blue - Ilha de Baltra e Seymour Norte Já acordamos em Baltra (ilha onde chegam os voos para quem vai para Santa Cruz). Tomamos café e já fomos nos arrumar para cair na água. Foi mais um mergulho para testar o lastro. Pela segunda vez, apanhamos. O mergulho foi razoável, considerando o que ainda estava por vir. Mas, já vimos tubarão, tartaruga, arraia, etc. Como opção ao segundo mergulho, nos foi sugerido um passeio terrestre, pela ilha Seymour Norte. Acabou se revelando um ótimo passeio. A ilha é seca, mas cheia de aves, especialmente os Blue Footed Boobies (atobás de patas azuis) e fragatas. Também possui iguanas terrestres. Muito legal. Para quem for para Santa Cruz, vale a pena conhecer esta ilha. De volta ao Iate, almoçamos e começamos a navegar para a ilha Wolf. Seria uma longa viagem. Creio que levamos umas 18 horas para chegar em Wolf. É longe. Por isso, só se chega nessas ilhas em liveabord. 5º, 6º e 7º dia - Ilhas Wolf e Darwin. Certamente esses 3 dias foram o grande motivo de nossa viagem a Galápagos. As ilhas são santuários de vida submarina. Posso escrever aqui mil páginas e mesmo assim não conseguiria descrever a emoção que foi mergulhar nessas ilhas, especialmente Darwin. Antes de prosseguir, tivemos uma ótima surpresa com relação a temperatura da água, que foi bem menos fria do que pensávamos que seria. Nessas ilhas, a temperatura da água oscilava entre 24 e 25 graus celsius (enquanto em San Cristóbal, e Isabela, a temperatura média foi de 19ºC - um gelo). A roupa de neoprene de 7mm que levamos foi mais do que suficiente. Pois bem, chegamos em Wolf por volta das 10h do 5ºdia de viagem. Acordamos às 7h para o café. Tivemos o briefing sobre a ilha. Um detalhe importante é que o pessoal do Deep Blue tem uma grande preocupação com segurança. Os briefings eram longos, justamente para nos alertar sobre questões de segurança, já que os mergulhos nessas 2 ilhas são com correntes de moderada a forte. É justamente a corrente marinha de humbolt a grande responsável por trazer nutrientes para a região, atraindo uma imensa quantidade de vida marinha. Em Wolf, tivemos a oportunidade de mergulhar 4 vezes, 3 de dia e 1 a noite. Em Darwin, tivemos 5 mergulhos no primeiro dia e 3 no segundo. Posso dizer que, sem sombra de dúvida, foram os melhores mergulhos de minha vida. E olhe que já mergulhamos em boa parte do Caribe e na Polinésia Francesa, além de abrolhos e Noronha. Mas, Galápagos é especial. Em um único mergulho, vimos dezenas de tubarões martelo, muitas arraias, moreias, milhares de pequenos peixes, tubarões silke, entre outros. E, claro, o fantástico tubarão baleia. Pense numa emoção que foi nadar ao lado desses grandões. Para quem não sabe, o tubarão baleia é um tubarão que chega a 15 metros de comprimento (daí o nome "baleia"), mas se alimenta dos nutrientes trazidos pelo planctôn. Ele costuma nadar muito lentamente, contra a correnteza e com a boca aberta, para filtrar o planctôn. Como já estávamos em final de temporada dos tubarões baleia, só conseguimos vê-los em Darwin. Mas, vimos vários. Quase em todos os mergulhos víamos pelo menos 1. Teve mergulho que nadamos ao lado de 4 deles. Sempre que localizávamos um deles, era uma correria embaixo d'água. Acho que gastava metade do meu tanque de ar para chegar perto deles. Mas, valeu demais nadar coladinho com esses gigantes com bolinhas brancas. Outro peixe fantástico são os tubarões martelo. Víamos uma quantidade imensa deles em todos os mergulhos em Wolf e Darwin. Em todos os mergulhos lá estavam vários deles a nos observar de longe (às vezes de bem perto...rsrs). O tubarão silke também dava as caras, principalmente perto do bote inflável que nos levava aos pontos de mergulho. Muito show. Quem pensa que há algum risco de ataque, não há. O ambiente lá é muito equilibrado. Tem comida de sobra para os tubarões. Em 12 anos de operações do Iate Deep Blue, não foi registrado nenhum acidente ou ataque. É importante reforçar que o mergulho em Wolf e Darwin só é indicado para quem tem certificação Avançada, tendo em vista que o mergulho é feito em correnteza. Mas, não é nada de super difícil. Apenas alguns cuidados básicos devem ser tomados para não ser levado pela correnteza. Utilizar luvas é essencial para conseguir se segurar nas pedras sem arrancar a mão fora. Bom, mergulhar nessas 2 ilhas foi um sonho (e continua a ser). Ir lá só aumentou a vontade de retornar um dia. Na tarde do segundo dia em Darwin, zarpamos para Isabela. Um mergulho que prometia ser o mais gelado de todos os que faríamos em Galápagos (e foi). 8º e 9º Dia - Ilha Isabela e Pedra Cousin Depois de umas 15 horas navegando, chegamos, por volta das 8h da manhã, na bela ilha de Isabela, onde estavam previstos fazer 3 mergulhos. O ponto de mergulho seria Punta Vicente Roca. Havia promessa de mergulharmos com leões marinho, peixe morcego, filhote de tubarão Bull Head, e o fantástico peixe Lua, ou Mola Mola. Pois bem, a promessa foi muito bem cumprida. O mergulho em Isabela gerou muita expectativa aos mergulhadores, por causa da temperatura da água, que pode chegar, no fundo, aos 14ºC. Mas, segundo o guia, tivemos muita sorte. A visibilidade estava ótima, o que não é tão comum, e a temperatura da água chegou ao mínimo de 18ºC, com média de 19ºC. Confesso que mesmo com a roupa grossa que eu usava, não foi suficiente para evitar o frio, mas foi suportável, principalmente pela qualidade do mergulho. No nosso primeiro mergulho vimos o estranho peixe morcego (o sudeste do Brasil possui muitos peixe morcego), que fica estático no fundo do mar, parecendo que está caminhando lentamente. Vimos o filhote de Bull Head Shark, que também ficava bem paradinho no fundo. Leões marinho brincavam conosco o tempo todo, pareciam cachorrinhos fazendo festa. Mas, o melhor nos aguardava para o segundo mergulho. Foi quando apareceu muitos peixes Lua, Mola Mola. São ao mesmo tempo estranhos e belos. São imensos, com uns 2 ou 3 metros de diâmetro. Realmente valeu muito vê-los. Na superfície, a ilha Isabela é fantástica. Muito bonita. Rendeu belas fotos. De Isabela, navegamos mais umas 15 horas para chegar na pedra Cousin, local de nossos últimos mergulhos. Infelizmente, devido a água fria, minha garganta foi pro espaço. Desde Darwin que ela já não vinha boa, e com os mergulhos gelados de Isabela, piorou bastante, o que me impediu de mergulhar no último dia. Quem fez o mergulho falou que foi legal, mas não trouxe nada de novo em relação ao que já tínhamos visto. Bom, de Isabela, seguimos para a ilha de Santa Cruz. 10º dia - Ilha de Santa Cruz Esta ilha foi nossa última parada antes de retornar para San Cristóbal. A programação seria desembarcar e conhecer alguns pontos turísticos de Santa Cruz. Para os que não quisessem retornar a San Cristóbal, havia a opção de já desembarcar com as malas e ficar em Puerto Ayora. Nós preferimos retornar a San Cristóbal. O passeio pela ilha consistiu em visitar uma fazenda na parte alta da ilha, onde foi possível ver várias tartarugas gigantes de Galápagos e ir a estação científica Charles Darwin (também para ver tartarugas gigantes), que fica em Puerto Ayora, principal cidade da ilha. Os passeios foram bem interessantes. Valeu muito, inclusive porque já adiantou passeios que poderíamos fazer em nossa estadia futura em Santa Cruz. Já na parte da noite, retornamos ao Deep Blue, onde jantamos e partimos de volta para San Cristóbal. 11º dia - Retorno a San Cristóbal Quando acordamos, já estávamos ancorados em San Cristóbal. Tomamos o café da manhã e nos preparamos para desembarcar. Nos despedimos do pessoal tristes por deixar o Deep Blue, porém felizes por ter feito um cruzeiro fantástico, onde não tivemos problemas nenhum de segurança e porque conseguimos ver tudo o que queríamos nos maravilhosos mergulhos, principalmente o tubarão baleia. Já em terra, retornamos para o hotel Casa Blanca, para mais uma diária. Mais uma vez, fomos muito bem recebidos e nosso quarto foi liberado cedo novamente, por volta das 10h. Na parte da tarde, resolvemos conhecer o outro lado da ilha. Paramos um táxi na rua e contratamos um tour para Punta Chino, Estação Científica de San Cristóbal e para o vulcão (custo de Usd 45,00). O passeio foi muito interessante. A primeira parada foi na estação científica, onde pudemos acompanhar as tartarugas gigantes se alimentando. Muito legal, principalmente porque o taxista guia era muito disposto para explicar e tirar fotografias nossas. Depois fomos a Punta Chino, que é uma praia com vários leões marinhos (não poderia ser diferente) e, na parte alta da praia, uma bela vista e vários Blue Footed Boobies (atobás de patas azuis). No final do passeio, no lugar do vulcão (que estava encoberto em neblina), fomos a loberia, local onde há vários leões marinhos e iguanas marinhas. Também valeu a visita. A noite ainda comemos uma pizza no restaurante da própria pousada e fomos passear pelas várias lojas de lembrancinhas. O legal é que mesmo a noite os leões marinhos também estão pelas calçadas e bancos que beiram o mar. 12º e 13º dia - Ilha de Santa Cruz A travessia entre ilhas foi de lancha rápida. A passagem custou USD 30,00 por pessoa. O percurso durou cerca de 2 horas (feito em 7 ou 8 horas pelo Iate). É aconselhável não comer e tomar um remédio para enjoo. A lancha bate e pula muito. O ideal é ir na parte traseira, local que bate menos. Chegando a Santa Cruz, tomamos um táxi, custo de usd 1,00, até o hotel Fiesta, onde ficamos por 2 noites. Mais uma vez, nos deixaram ingressar no quarto cedo, por volta das 10h. Chegamos no hotel e tomamos café da manhã no restaurante do hotel, pagando cerca de usd 6,00 por pessoa (para os demais dias estava incluído). O pessoal do hotel é super solícito e a proprietária, junto com seu filho, são ótimos. Recomendo muito este hotel. Os usd 74,00 pagos foram muito bem pagos. Como já havíamos conhecido a estação científica e a fazenda de tartarugas, e não queríamos mais fazer passeios de lancha (estávamos cansados do bate bate), fomos aconselhados a ir para Turtle Bay, uma praia muito bonita, que se alcança a pé, por uma trilha calçada e depois andando um pedaço pela praia. A baía é uma praia muito bonita. O mar é cheio de filhotes de tubarões, inclusive o martelo (vimos um nadando bem perto da faixa de areia da praia). Não tomamos banho porque o tempo estava nublado e meio frio. A água do mar é bem fria lá, principalmente para quem é acostumado com as águas quentes do nordeste do Brasil. Uma ótima opção é alugar um caiaque e remar pelas águas calmas da baía (custo de usd 20,00 pelo caiaque duplo). A noite fomos para o centrinho para jantar. O hotel fica a uns 400 metros da rua principal. Muito perto. No horário que fomos, quase todos os restaurantes estavam cheios, por conta do jogo entre Chile e Equador, jogo que definiu a classificação do Equador para a Copa do Brasil. Até carreata de comemoração teve na cidade. Foi divertido ver. Jantar nos restaurantes para turista não é barato. Um prato para uma pessoa custa entre usd 10,00 e 15,00, fora os impostos (uns 12%) e taxa de serviço (10%). Mas, este dia, resolvemos comer bem. Assim como em San Cristóbal, também há os restaurantes do pessoal local, onde a comida é barata (porém simples). No dia seguinte, almoçamos num desses restaurantes, onde por uma sopa de carne de entrada e um prato de arroz com peixe, pagamos, cada um, usd 4,00. Muito bom, se comparado aos restaurantes de turista da rua principal. No segundo dia em Santa Cruz, resolvemos fazer um tour de barco pela baía de Santa Cruz. O passeio custou usd 30,00 por pessoa e consistiu em um passeio de barco, saindo do cais turístico de Santa Cruz e passando por uma ilha de leões marinhos, outra ilha onde se via de cima alguns tubarões nadando, e um Canion muito bonito (Cretas). Para nós, que já havíamos visto muita coisa, não teve tanta graça, mas para quem acabou de chegar em Galápagos, é bem interessante. 14º dia - Santa Cruz - Guayaquil - Cidade do Panamá Este foi um dia bem cansativo, pois tomamos 2 voos até a cidade do Panamá. No dia anterior, reservamos um táxi para o aeroporto, por usd 18,00. O aeroporto não fica em Santa Cruz. Fica na ilha vizinha de Baltra. Para chegar lá são 45 minutos de carro, mais uns 15 minutos de travessia e outros 15 minutos num ônibus, já em Baltra, para chegar no aeroporto. O aconselhável é sair do hotel umas 3 horas antes do horário previsto para o voo. Chegamos tranquilos em Baltra. Ainda arrumamos um casal de Argentinos para dividir o táxi até o ferry que faz a travessia entre ilhas. Bom, os voos da Lan (Santa Cruz - Guayaquil) e da Copa (Guayaquil - Cidade do Panamá), foram super tranquilos. Chegando no Panamá, tomamos um susto quando vimos nossas malas sem os cadeados de segurança. Registramos uma ocorrência na Copa. Graças a Deus, nada estava faltando. Ao que tudo indica, a polícia do Equador abriu os cadeados (são aqueles cadeados universais que podem ser abertos pelas polícias) e não os colocou de volta. Pelo menos o prejuízo foi pequeno. A Copa até se dispôs a nos reembolsar pela compra de um novo cadeado, mas acabamos não comprando antes do embarque. Bom, contratempos a parte, desembarcamos e lá estava nos esperando o Riolando Fajardo (F: 507-65784858 - email: [email protected]) , para fazer nosso transfer até o hotel Tryp Centro Panamá. Ele nos cobrou USD 30,00. O Riolando é um brasileiro super atencioso e responsável. Uma pena que ele não pode ficar conosco nos 2 das que ficamos na cidade do Panamá. No caminho para o hotel ele nos deu algumas dicas do que fazer no dia seguinte, inclusive alguns shoppings para compras. No dia seguinte, contratamos um taxista conveniado com o hotel para nos levar para um rápido city tour pelo Casco Antíguo (parte antiga da cidade) e depois para o shopping Multi Plaza, indicado pelo Riolando. O Casco Antíguo é muito bonito. Valeu muito voltar lá com o tempo bom. Não gosto muito de shopping, por isso não quis ir ao Albrook Mall, maior shopping de lá. Além do mais, Riolando informou que os preços das lojas melhores, como a Tommy, são similares . Acabamos rodando a tarde toda no Multiplaza. Não por mim, mas por minha esposa. O que a gente não faz pelas mulheres. Mas, pelo tempo rodado, não compramos quase nada. os preços do shopping são bons e são os mesmos do aeroporto acrescentado do imposto de 7%. Mas, alguns estabelecimentos dão desconto que acabam compensando o imposto. Para conseguir o desconto, pode-se tirar um cartão de turista que fica num quiosque (basta perguntar que o pessoal local informa). 15º dia - Cidade do Panamá - Brasília Dia de voltar ao Brasil. Nosso voo era só na parte da tarde. Acordamos então cedo e fomos fazer um rápido passeio na calçada do amador. Muito legal. A região é um complexo de lazer, com pista para cooper, marinas, restaurantes, free shopping, hoteis. Muito bonito. Vale a visita. Já no aeroporto, fizemos checkin e embarcamos. Demos o azar de o sistema informatizado da Copa ter tido problemas. Resultado, o aeroporto estava um caos só. Todos os voos da Copa estavam atrasados. A maior confusão. Bom, nosso voo atrasou umas 7 horas. Pelo menos ganhamos cada um usd 10,00 para fazer um lanche. Chegamos bem em Brasília e, principalmente, muito felizes de ter conhecido o fundo do mar mais belo de nossas vidas e faunas terrestres fantásticas também. Valeu muito ter ido a Galápagos. Dúvidas adicionais, podem escrever para [email protected]
  11. Nossa viagem foi realizada entre os dias 31/05 e 14/06/2013, onde conhecemos um pouco da cidade do Panamá e a Riviera Maia (Cancun, Playa del Carmen e Cozumel). 1- Passagem Aérea. Compramos com a Copa Airlines (http://www.copaair.com). Voamos de Brasília para Cancun, com uma conexão na cidade do Panamá.A grande vantagem da Copa é não ter que ir para a cidade do México (caso não faça parte do seu roteiro, que foi o caso). A Copa possui um bom atendimento e um bom serviço de bordo, oferecendo sempre jantar e um lanche pouco antes da chegada ao local de destino. Na compra da passagem, tínhamos a opção de ter uma conexão de apenas 2 ou 3 horas ou de 12 horas. Optamos pela conexão mais longa, pois assim tivemos tempo de fazer um city tour na cidade do Panamá. Adianto que valeu muito a pena conhecer a cidade do Panamá. 2- Hotéis Ficamos hospedados em Cancun, Playa del Carmen e Cozumel. Reservamos todos os hoteis pelo booking.com (http://www.booking.com), o que nos possibilitou avaliar melhor as condições dos hoteis. Não tivemos problemas com as reservas. Em todos os hoteis as reservas estavam confirmadas. Em Cancun, ficamos hospedados 2 vezes, logo que chegamos e nos últimos dias. O primeiro hotel foi o Aquamarina Beach Hotel ([email protected]), no começo da zona hoteleira de Cancun e a beira mar. O hotel é 3 estrelas e a diária custou cerca de USD 77,00, sem café da manhã. Possui internet WIFI grátis na área da recepção. No quarto a internet não chega. O detalhe negativo deste hotel foi que, ao chegarmos, o recepcionista nos colocou num quarto muito bom, porém com um forte cheiro de cigarro. Isto, apesar de termos pedido, no ato da reserva pelo booking.com, um quarto para não fumantes. Pedi para trocar, mas só havia disponível um quarto inferior. Acabamos ficando no quarto com o cheiro de cigarro. Abrimos todas as portas e janelas e o cheiro melhorou um pouco, mas não passou. Como positivo, o hotel possui um bom restaurante, que serve almoço e jantar, no sistema de buffet, por cerca de USD 15,00 por pessoa. Depois de irmos a Playa Del Carmen e Cancun, retornamos a Cancun para mais 2 dias, antes de retornar ano Brasil. Desta vez, ficamos num hotel melhor, o Casa Maya ([email protected]). É 5 estrelas, mas acho que se enquadraria melhor como 4 estrelas. É um bom hotel, também a beira mar. O custo foi de cerca de USD 110,00 a diária, com café da manhã. O quarto é muito bom e com vista para o mar. O ruim é que para acessar a internet WIFI, é preciso pagar uns usd 10,00 por hora. Um absurdo. O café da manhã é do tipo buffet, onde você se "acaba" de comer. O hotel também possui bons restaurantes, com refeições a uns usd 15,00 por pessoa, o buffet. É melhor que o Aquamarina. Nosso segundo local de hospedagem foi em Playa del Carmen. Aí, ficamos no Condohotel Fabíola ([email protected]), que é mais simples, mas é excelente. Este hotel, na verdade, são apartamentos tipo estúdio, com quartos bem completos, com ar, banheiro privado, cofre, TV a cabo, cozinha completa e internet WIFI grátis. O proprietário, Patrizio, é muito atencioso e se preocupa com os detalhes, como disponibilização de um garrafão de água para beber. As toalhas são trocadas diariamente. É muito bem localizado e silencioso. Fica bem perto da quinta avenida de Playa del, a uns 2 quarteirões. Recomendo muito este hotel. Preço: usd 64,00, sem café da manhã. Outro detalhe importante, é que perto do hotel tem um supermercado Walmart. Ao final de nossa estadia, tinhamos que ir ao Ferry para ir a Cozumel. O proprietário, Patrizio, fez questão de nos levar em seu carro até bem perto do local de embarque. De Playa del Carmen, fomos para Cozumel, onde passamos 4 noites. Ficamos hospedados no hotel Flamingo ([email protected]). Diárias: usd 79,00, com um pequeno café da manhã continental incluso. Hotel localizado no centro de Cozumel, perto de restaurantes, mercadinhos, centros de mergulho, etc. Possui quartos espaçosos, com tv a cabo, chuveiro quente, internet WIFI grátis. Apesar de o café da manhã ser continental (frutas, suco, e pão com geléia e manteiga), é bem gostoso. Eles oferecem a opção, pagando a parte, de complementar o café da manhã. A coisa ruim é que o hotel não possui elevador. Mas, são apenas 3 andares. O pessoal do hotel é super atencioso, especialmente o Ivan, que geralmente está lá no período da tarde e noite. 3- Agências de Turismo Utilizadas a) Riolando Fajardo - Conexão Panamá. Email: [email protected] ou [email protected] F: 507-65784858. O Riolando é um brasileiro que mora na cidade do Panamá e trabalha como guia turístico. O custo de 8 horas com ele, para até 4 pessoas, é de usd 100,00. Ele pega você no aeroporto e o deixa de volta após os passeios. Sua Van possui água mineral a disposição, biscoitos e barra de cereal. Ele é muito interessado e estudioso, procurando explicar para os turistas um pouco da cidade, inclusive da parte histórica. Recomendo bastante. b) Alvaro Tours (http://www.alvarotours.com). F: +52.998.883.1959. Email: [email protected] Descobrimos o Álvaro e sua agência através do mochileiros.com. Confirmo tudo o que o pessoal fala dele. É muito atencioso e faz tudo para agradar. Seus passeios são bem organizados, sendo alguns exclusivos. Fizemos com ele o transfer de chegada e saída para Cancun, por usd 55,00 o casal; transfer de ida para Playa del Carmen, por usd 55,00 o casal; Chichen Itza especial, por usd 69,00 e Tulum especial, por usd 75,00, por pessoa. O detalhe negativo do Álvaro é que ele não responde emails. Mandei vários emails para ele e nada de resposta. Até que resolvi ligar para ele por skype (tem um link de acesso através do site dele). A partir daí o tratamento mudou. Ele e sua esposa, Flor, foram muito atenciosos e conseguimos reservar todos os passeios que queríamos. Já saímos do Brasil com tudo reservado. c) Centro de Mergulho Bull Sharks (http://www.bullsharksdivingcenter.com). Calle 2 nte between 5ta ave and seashore. F: 52 (984) 8032741. Contratamos 2 passeios com este centro de mergulho. Mergulho no Cenote Chac Mal, usd 110,00, por pessoa e Tubarão Baleia, usd 140,00, por pessoa. Sua proprietária Karla, é uma simpatia só. O difícil é você sair de lá rápido, pois ela fala demais. É uma pessoa séria, sempre nos informando os detalhes do passeio e até não nos recomendando fazer alguns passeios, tendo em vista que o tempo não estava bom. Para o passeio do tubarão baleia, ela nos recomendou e vendeu o passeio da operadora Ocean Tours, que segundo ela, era a melhor operadora que ela conhecia. A vantagem desta agência é que um dos guias é instrutor de mergulho. Também possui um bom serviço na embarcação. Outro detalhe é que agência devolve seu dinheiro se não ver nenhum tubarão baleia (foi o que ocorreu conosco - mas, acabei não pedindo o dinheiro de volta, pois achei que o pessoal do barco se esforçou muito para achar o único tubarão baleia do dia, entre todos os barcos que saíram para procurar o bicho - mais detalhes adiante). 4- Roteiro (dia a dia): Nosso roteiro foi o seguinte, por ordem: Cidade do Panamá, Cancun, Playa del Carmen, Cozumel, Cancun. 1º dia- Chichen Itzá - Cenote Ikkil – Valladolid Este é um passeio diferenciado organizado pela agência Álvaro Tours. Vale muito a pena. As ruínas são muito bonitas e preservadas. Os guias explicam muito bem a história delas. No local, há muitos vendedores de artesanato. Aconselho comprar lá que é muito mais barato do que comprar na loja de souvenirs que a excursão para na ida para o passeio. Os produtos são praticamente os mesmos. O passeio inclui um almoço tipo buffet, no cenote Ikil, que por sinal é muito bom para banho. É pequeno e profundo, mas é super legal, principalmente depois de passar horas em pé nas ruínas. A cidade de Valladolid, é legal, mas não tem nada demais. A visita se concentra mais na igreja. O ruim, é que na parte da tarde deste primeiro dia em Cancun, acabamos pegando uma super tempestade, que acabou estragando um pouco. O legal é que não pegamos chuva nas ruínas. 2º dia - Isla Mujeres Para este dia, tinhamos contratado com o Álvaro a excursão para ver os enormes tubarões baleia. Porém, por conta das chuvas, o passeio foi cancelado. Acabamos indo para a Isla Mujeres. Para chegar, pode-se ir por conta, ou de excursão. Fomos por nossa conta. Pegamos o Ferry no El Embarcadero, perto do nosso hotel. Pagamos usd 17,00 para ir e voltar. Há mais outro ponto de saída da zona hoteleira, em playa tortugas. Viagem super tranquila. Lugar muito bonito, de águas super transparentes. Vale muito o passeio. Infelizmente, pegamos um pouco de chuva, o que acabou evitando que conhecessemos toda a ilha. Para conhecer a ilha, você pode alugar uma moto escooter, por uns usd 25,00 o dia, ou um carrinho de golfe, por usd 50,00 o dia. Acabamos não alugando nada por conta da chuva fraca. Preferimos ficar num restaurante na praia. A chuva deu uma trégua e conseguimos aproveitar um pouco da ilha. Lá, os artesanatos são bem em conta. Basta pesquisar um pouco. O chato da ilha é ter que aguentar a quantidade imensa de vendedores oferecendo passeio de lancha, para fazer snorkel, ou aluguel de carrinhos de golfe ou moto. A dica é que há muitas lojas para alugar moto ou carrinho de golfe. Portanto, vale dar uma pesquisada. 3º dia - Cancun - Playa Del Carmen Neste dia, devido às chuvas insistentes, contratamos o transfer do Álvaro, a usd 55,00. Dá para ir de ônibus tranquilamente, no entanto, chovia demais. Pegar o transfer foi a melhor coisa que fizemos. Em Playa del Carmen, aproveitamos o dia para conhecer a 5ª avenida, principal avenida da cidade, muito agitada e badalada. Possui diversas lojas, desde lojas com roupas de marca, souvenirs, restaurantes, lojas de passeios, etc... A cidade é uma graça, especialmente a região do entorno da 5ª avenida. O grande diferencial de Cancun, é que lá você consegue fazer tudo a pé. Lá se consegue ver muito mais gente nas ruas. Lembra um pouco praias badaladas do Brasil, como Porto de Galinhas. Outra grande vantagem é estar bem mais perto de alguns passeios importantes, como a maioria dos cenotes e parques temáticos, além de Tulum. 4º dia - Playa Del Carmen Neste dia, mais uma vez, amanheceu chovendo bastante. Tínhamos programado fazer Tulum, com a agência do Álvaro. Chegamos a acordar cedo, mas recebemos uma ligação do Álvaro, adiando o passeio. Resolvemos então ficar em Playa e passear pela cidade e organizar a programação para os próximos dias. Foi aí, que conhecemos a agência Bull Sharks, e sua simpática proprietária, Kárla. Tendo em vista o tempo ruim, resolvemos fazer uma coisa que não estava em nossa programação inicial, mergulhar em cenote. Fomos convencidos pela Karla que seria super tranquilo e seguro. Estávamos com medo, por causa da morte de uma casal de brasileiros paulistas, um ano atrás. Depois de ouvir várias histórias sobre o acontecido, vimos que a morte ocorreu porque eles não seguiram as normas mínimas de segurança que todo mergulho deve ter, especialmente mergulho de caverna. Bom, fechamos o passeio para o dia seguinte. Neste dia, ainda aproveitamos para passear um pouco pela praia de Playa Del Carmen. Sentamos num restaurante de praia e comemos um prato típico de lá, o pescado inteiro frito (prato que temos muito em nosso Brasil, especialmente no meu querido nordeste). Gostoso, mas um pouco sem gosto. O detalhe é que em quase todos os restaurantes de lá, eles oferecem de entrada uns nachos com algum molho, que geralmente é bem picante. Ahh, como eles gostam da tal pimenta. Apesar de não apreciar muito, nunca provei tanta pimenta na minha vida como no México. 5º dia - Mergulho no Cenote Chac Mol Sim, foi neste Cenote que o casal de brasileiro morreu. Mas, criamos coragem e fomos lá. Nosso guia, dive master, era um francês, daqueles chatos, mas super correto. Gostei disso. O cara gostava de tudo certinho. E isso me deu mais tranquilidade, por ver que ele era bem responsável. O que tranquilizou ainda mais, foi que ao chegarmos ao local dos 2 cenotes que mergulharíamos, vimos que teríamos muita companhia. Tinha muita gente para mergulhar. Acho que mais de 30 mergulhadores no mesmo local. Bom, o primeiro mergulho foi no cenote Kukulman. O interessante é que a parte superior do cenote é de água doce. Quando vamos afundando, chegando perto dos 12 metros de profundidade, a água começa a misturar com água salgada e ficar meio embassada. O interessante também é sentir que a água do mar é bem mais quente que a água doce, do rio subterrâneo. Bom, o mergulho foi super tranquilo. O detalhe do mergulho de caverna é que sempre se mergulha em locais onde é possível ver a luz do dia, mesmo que seja longe. É diferente de mergulho de cova, onde realmente se entra em locais sem nenhuma luz. Aí, só para mergulhadores com curso técnico de caverna. Para mergulhadores com curso básico de mergulho, já é possível fazer o mergulho que fizemos. O segundo mergulho foi no famoso Chac Mol. Este deu um pouco mais de medo, por causa do histórico e porque a parte superior da caverna estava com a água turva, por conta das chuvas. Mas, chegando na parte mais abaixo, a partir de uns 3 metros de profundidade, a água estava super transparente. O mergulho foi fantástico. Muitas formações rochosas interessantes e uma paz imensa. Valeu muito a experiência. 6º Dia - Xel-Ra Este é um parque de água fantástico. Você paga usd 79,00 pelo dia, com direito a comida e bebida livre o dia todo, além de equipamentos de snorkel, boias, etc.. Parque muito legal. Possui uma lagoa salgada muito boa para snorkel, além de um rio onde é possível descer fazendo snorkel ou em bóias. Para os que gostam, há ainda nado com golfinhos e peixes boi. Como não gostamos de animais em cativeiro, nem pensamos no assunto. Ficamos imaginando o quanto os golfinhos devem sofrer nos treinamentos para ficarem dóceis e obedientes como ficam nesses cativeiros para turistas. Lugar de golfinho é no seu habitat natural, o mar. Nós humanos, se quisermos, que vamos atrás deles no mar, como em Fernando de Noronha. Bom, protestos à parte, o parque é bem legal. Come-se bem, bebe-se bem e aproveita-se muito bem a estrutura do parque. Para chegar, a partir de Playa Del Carmen, pode-se ir de excursão ou por conta. Fomos, mais uma vez, por conta. Há uma praça central, na esquina da 15ª avenida com a calle 2 norte, onde há várias vans lotação que vão para Tulum e região. Basta dizer que vai para Xel-Ra que o motorista para na estrada, bem perto do parque. O melhor é o preço, menos de usd 4,00. Na volta, pode-se pegar as Vans na beira da estrada, basta acenar com a mão. 7ºdia - Tulum - Cenote Dos Ojos -Playa Akumal Finalmente conseguimos fazer o passeio do Álvaro para Tulum e região. A excursão veio de Cancun e nos pegou em nosso hotel em Playa. De lá, fomos a Tulum. As ruínas são bonitas, mas bem menores que Chichen Itzá. Mas, são bonitas. O melhor é a vista do mar do caribe de lá. Fantástica. Aproveitamos para tirar muitas fotos. Nosso guia, Lino, explicou muito bem a história do local. De lá, fomos para o Cenote Dos Ojos, onde fizemos um snorkel fantástico, adentrando para dentro das grutas do cenote. Muito legal. O guia nos forneceu lanternas, máscara e nadadeiras (tudo incluso no preço da excursão). Apesar da água fria, o passeio foi bem legal. De lá, fomos para Playa Akumal. Linda. Fizemos outro snorkel (guiado pelos guias da excursão), onde foi possível ver algumas tartarugas. Durante todo o passeio, os guias tiram fotos do grupo e, no dia seguinte, é possível pegar as fotos num CD, na agência do Álvaro (também por conta do preço da excursão). 8º dia - Excursão Tubarão Baleia Este foi o grande motivo de termos viajado no mês de junho para Cancun e região, já que a temporada dos tubarões baleia vai até setembro. Devido às chuvas, esse passeio deixou de sair por diversos dias. Foram mais de 5 dias sem ter o passeio. Bom, os tubarões baleia são encontrados em alto mar, na região da Ilha Contoy e Ilha das Mulheres. Para chegar ao local onde eles ficam, navega-se em lancha rápida por pelo menos uma hora e meia. Para quem enjoa, é bom tomar um remédio anti enjôo, como dramim. O passeio se resume a uma caça implacável no mar, em busca dos bichos. E não vão achando que eles ficam sempre no mesmo lugar, pois não ficam. O pessoal da lancha vai na proa, olhando o mar em busca dos bichos. Infelizmente, para nossa decepção, o passeio não foi bom, pois, devido ao resquício do tempo ruim, ainda não era possível encontrar os tubarões baleia. Na verdade, nós até tivemos sorte de ter encontrado um deles. Mas, quando caímos na água, o danado afundou. Bom, coisas da natureza. Não era nosso dia. Como consolo, ficou o fato de que, dentre umas 30 lanchas no mar, nós fomos a única que pelo menos viu um tubarão baleia. Cheguei a pensar em pedir os usd 140,00 pagos de volta, mas, diante do esforço dos guias da lancha para encontrar o animal, acabamos desistindo. Acho que quando se busca algo na natureza, há sempre o risco de encontrar ou não. Depende muito das condições climáticas, que ainda não eram tão favoráveis, e do fator sorte, o que parece não tivemos muito. Ao final do passeio, retornamos para Playa Del Carmen, pegamos nossas malas no Condohotel Fabíola, e seguimos para pegar o Ferry para a ilha Cozumel, onde ficamos por 4 noites. Chegando no terminal de atracação dos ferrys, arrastamos nossas malas até o Flamingo Hotel, que ficava a umas 4 quadras. Muito tranqüilo achar o hotel. Fomos muito bem recebidos pelo funcionário de plantão, que nos deu um bom quarto e nos orientou sobre lugares para comer. 9º dia – Cozumel Anteriormente, já havíamos reservado mergulho para o dia seguinte, com a Deep Blue Diving. Muito boa operadora, recomendo. Sim, o principal motivo de irmos a essa ilha foi merguhar. E, é o melhor a se fazer por lá. Vale muito a pena mergulhar em Cozumel. O mar possui águas incrivelmente transparentes. A visibilidade passa fácil dos 30 metros. Para quem é mergulhador há um bom tempo e já mergulhou em vários lugares do mundo, nosso caso, a vida marinha não é lá essas coisas não, mas tem o trivial, como tartarugas, arraias, moréias, muitos peixes pequenos. Chegamos a ver um tubarão Black Tip, mas muito longe. Vimos alguns tubarões Lambaru, ou Lixa (são tubarões de arrecife – ficam dormindo em algum cantinho dos arrecifes). Mergulhos bem tranqüilos e belos. Vale a pena. 10º dia – Cozumel Dia reservado novamente a mergulhar. Foram mais 2 ótimos mergulhos. Os mergulhos em Cozumel podem ser para iniciantes ou mesmo para mergulhadores avançados, como eu e minha esposa. Tem para todos os níveis e é muito bonito. 11º dia – Cozumel Este dia foi dedicado a fazer um tour pela ilha. Para tanto, alugamos uma moto scooter. A ilha tem várias opções de aluguel e o preço não é caro. Demos uma volta pela ilha, começando pelo lado mais deserto da ilha, onde o mar é mais agitado, cheio de ondas. Mas, é incrivelmente belo. A estrada beira o mar e dá para fazer várias paradas no caminho. Ao final da parte de mar agitado, há entrada para o parque nacional, onde se paga uma taxa para poder ter acesso. Lá, pode-se ver uma lagoa com jacarés e no final tem uma belíssima praia, onde se pode fazer um ótimo snorkel e curtir uma boa praia. Também há um farol onde se pode subir para ver o visual. Vale a pena passar algumas horas nesse lugar. Ao sair do parque, continuamos o tour pelo lado de mar calmo da ilha. O detalhe é que este lado é quase todo construído e para ter acesso às praias, é preciso, muitas vezes, entrar em algum bar ou estabelecimento. Mas, há umas poucas praias pelo caminho onde é só parar a moto e entrar no mar. Fica o alerta para passar repelente, pois essas praias são cheias de pernilongos, daqueles que te deixam louco. 12º dia – Cozumel – Playa Del Carmen – Cancun Este dia foi dedicado a retornar para Cancun. Logo cedo, pegamos o Ferry em Cozumel em direção a Playa Del Carmen, onde basta seguir para o terminal e pegar o ônibus para a rodoviária de Cancun. O detalhe é que o ônibus não passa nem para no setor hoteleiro. Chegando na rodoviária, pegamos um táxi para o hotel Casa Maya, onde ficamos por mais 2 dias. Tiramos o resto do dia para aproveitar um pouco de Cancun. 13º dia – Cancun A idéia inicial era ir para a Isla Mujeres novamente. Mas, como o hotel era a beira mar e possui uma praia muito bela em sua frente, resolvemos ficar por lá mesmo e caminhar um pouco pela praia. A caminhada acaba sendo meio aventureira, pois as construções invadem o mar em alguns pontos, forçando-nos a entrar no mar para conseguir passar. Mas, é tranqüilo. Com o calor que estava fazendo, eu até achava bom entrar no mar. 14º dia – Cancun – Cidade do Panamá – Brasília Dia de regresso. Acabou-se o que era doce.... Tínhamos reservado com a Álvaro Tours o transfer para o aeroporto. Lá pelas 4 horas da madrugada uma Van passou no hotel e nos pegou, deixando-nos a tempo no aeroporto. Os vôos de regresso foram bem tranqüilos. Bom, Cancun, Playa Del Carmen e Cozumel, são lugares que valem a pena. Mas, deve-se ter cuidado para não ir na época de chuvas, pois estraga a viagem. Dúvidas adicionais, podem escrever para [email protected]
  12. copaes

    San Andrés

    Angélica, tentarei te ajudar dentro do possível.Vamos lá. "1) Faz diferença a ordem dos lugares: Bogotá, Cartagena e San Andres? (Saindo do RJ)" Não conheçi Bogotá, mas conheci bem Cartagena e San Andrés. Eu faria exatamente na ordem indicada. "2) 3 dias em Bogotá, 3 dias em Cartagena e 4 dias em San Andres são suficientes? (Eu nunca fiz mergulho e no máximo faria aquele de superfície com máscara)" FAlarei do que conheço. Para Cartagena, acho bem a conta. Se você ficar 3 dias inteiros, acho que será suficiente. Para San Andrés, se você ficar os 4 dias inteiros, dará para aproveitar bem também se você não pretende gastar uns 2 dias só com compras (rsrsrsrs). Dá para fazer passeios como volta a ilha de moto ou carro, Cayo Bolivar, John Cay e Aquario, entre outros. "3) Eu só posso gastar até 7 mil de Brasil-Colômbia / Colômbia-Brasil, ou seja, tudo mesmo, desde o pacote até todos os gastos diários, passeios e compras no período da viagem. É suficiente ou eu ficarei apertada?" Eu acho que se você não for ficar em hoteis caros, acho que dá. Eu mesmo fiquei em pousadas, com bons preços (veja as informações acima). "4) Eu tenho que levar dólares e trocar por pesos colombianos para tudo ou apenas para os gastos básicos (como alimentação e ingressos) e o restante eu pago diretamente em dólar? E VTM é muito bem aceito, assim como cartões de crédito (principalmente Mastercard)? (Eu não tenho dólares...teria que comprar...tanto VTM como papel moeda - e pelo visto peso colombiano no RJ eu não vou encontrar)" Acho que não é uma boa idéia levar VTM para San Andrés. Talvez seja aceito em Cartagena. Eu levaria só dólares e lá trocaria por pesos colombianos. Cartões de crédito, como visa, amex, e mastercard, são bem aceitos."5) É recomendado algum outro lugar como Villa Leyva? (Me parece apenas um centro histórico que não compensa o custo de deslocamento)" Nâo conheço. "6) Não ir para Providencia é uma perda muito grande? (Me parece similar a San Andres, só que com mais opções de mergulho para quem pratica)" Para mim é uma perda imensa. Providência é uma ilha muito diferente de San Andrés.Enquanto San Andrés tem uns 90.000 habitantes, providência tem apenas uns 4500. Enquanto Providência é uma ilha vulcânica, com muita mata, San Andrés é uma ilha coralínea, bem mais plana. Providência tem um povo mais acolhedor, que te cumprimenta na rua. Providência não é uma ilha muito turística. Não possui grandes redes de hoteis, apenas pousadas (algumas muito boas). San Andrés possui grandes resorts e tem turismo de massa. As belezas das ilhas também são distintas. O mar de San Andrés é mais azul, enquanto o de Providência é mais verde. Ambos, são maravilhosos. De fato, Providência é melhor para mergulho. Mas, a ilha não vive só de mergulho. Tem muito o que fazer, como ótimas praias, trilhas, e muito mar para tomar aquele banho caribenho. Providência é fantástica. Se você ler alguns relatos postados aqui no mochileiros, muitas relatam que quando retornam para San Andrés, esta ilha meio que perdeu a graça. E eu concordo plenamente. Gosto é subjetivo, mas garanto que se você for a Providência, não se arrependerá. 3 dias lá, dá para conhecer legal. 7) Os passeios de barco compensam ser comprados diretamente no porto e estes passeios são recomendados se realizados por lanchas e não por barcos (por serem lotados como uma escuna)? É fácil comprar os passeios de barco. Em San Andrés, vc compra em qualquer lugar (no cais, na rua, nas agências, nos hoteis). Em Providência, você compra no próprio hotel. "*Ah...só mais uma pergunta: Pelo que eu já conversei com algumas pessoas e eu li nos tópicos, esses 3 lugares não precisam de muito planejamento para montar um roteiro, já que são cidades com tudo muito central e que é possível fazer tudo à pé ou alugando carrinho de golf (Bogotá / Cartagena) e lancha (San Andres), certo ou errado?!" Quanto a Cartagena, acho que lá é melhor andar de taxi. Dentro da ciudad amurallada, você anda a pé. Em San Andrés, você anda a pé e, para dar a volta na ilha, aluga carrinhos de golf ou moto (scooter). Em Providência, é bom alugar uma scooter também.
  13. copaes

    San Andrés

    Olá, De Bogotá até San Andrés são cerca de 2 horas de avião. De Cartegena até San Andrés, creio, são cerca de 1,5 horas, se o voo for direto. San Andrés está quase na Nicarágua, bem longe da Colômbia. Não sei se há barco para lá a partir de Cartagena ou vice-versa. Mas, mesmo que haja, eu não recomendaria. É longe demais e você perderia muito tempo no mar. A passagem a partir de Bogotá custa cerca de US$ 130,00 se você comprar com antecedência. Tente as companhias LAN, AVIANCA E COPA. Algumas delas ou todas, não sei ao certo, também fazem o trecho a partir de CArtagena.
  14. copaes

    San Andrés

    Pessoal, publiquei um relato sobre uma viagem que fiz a San Andrés e Providência. Para verificar, consultem: san-andres-e-providencia-nov-2012-t76902.html. Abaixo, segue parte do relato publicado, especialmente sobre como chegar e onde se hospedar. "Antes de prosseguir, registro que esta foi a segunda viagem que fiz com minha esposa a San Andrés. Nossa primeira viagem foi em 2008, quando passamos 3 maravilhosos dias nesta bela ilha. Gostamos tanto que resolvemos retornar para conhecer, também, a fantástica ilha de Providência. Também é importante registrar que não demos sorte com o tempo nas 2 ilhas. Infelizmente, a época (outubro a janeiro) é de chuva e vento, o que acabou por estragar um pouco a viagem. Pegamos vários dias de chuva e tempo nublado, deixando de fazer vários passeios. Pior. A parte do mar que fica próximo as praias estava com as águas meio sujas, por conta dos detritos que chegavam no mar por conta das chuvas, especialmente em Providência, que é uma ilha vulcânica. Mas, chuvas à parte, deu para aproveitar o suficiente as 2 ilhas. Mas, de antemão, deixo a dica: evitem viajar para o Caribe entre os meses de outubro a dezembro e talvez janeiro. Este já foi o 3º ano seguido que viajamos para o Caribe em novembro. Nos outros anos demos sorte (fomos à Bonaire, Aruba, St. Martin, Anguila, Sata), pegamos um ou outro dia de chuva. Nada que estragasse. Mas, desta vez, a chuva e tempo nublado foram mais intensos. Pois bem, nossa viagem ocorreu entre os dias 15/11/2012 e 25/11/2012. A seguir, repasso as informações que julgo importantes para quem quiser ir (além das suprarelatadas): 1- VOOS - CHEGADAS a) Para chegar em Bogotá, fomos de milhas TAM. 15000 pontos por trechos. É importante que se saiba que a TAM não faz mais São Paulo-Bogotá, quem faz é a LAN. Então, no trecho nacional até Guarulhos, fomos de TAM e de lá até Bogotá, fomos de LAN, uma ótima companhia. Para quem voa muito de TAM, como eu e minha esposa, sabe que para voos da própria TAM, dentro da América do Sul, não há restrições de assentos. No entanto, a LAN tem assentos limitados para passagens compradas com milhas. Portanto, se for usar os pontos da TAM, compre no limite dos 90 dias anteriores ao voo em que a TAM permite comprar, para poder conseguir vaga no avião da LAN. b) Não tinhamos tempo para ficar em Bogotá. Então, para chegar em San Andrés, procuramos um voo imediato a nossa chegada em Bogotá, às 18:40h. Conseguimos um voo da LAN para ás 01:10h da madrugada, chegando em San Andrés às 03:15 da madrugada. Fomos de milhas Lan. Compras pelo site http://www.lan.com. 3) Para chegar em Providência, compramos passagens pela companhia aérea SATENA, por seu próprio site: http://www.satena.com. Super tranquilo. Custo de $ 429000,00 para 2 pessoas, ida e volta. 4) Volta de San Andrés a Bogotá pela AVIANCA (http://www.avianca.com). O voo da LAN de retorno ao Brasil sai de Bogotá às 05:35 horas. Pegamos o voo da Avianca das 22:20h, que chegou em bogotá umas 00:30h. 2- HOSPEDAGEM a) San Andrés. Ficamos hospedados em 2 locais diferentes, um na chegada e outro na volta de Providência. - Hostal Mar Y Mar. Email: [email protected] F: +573176572436. End.: Av. Colômbia 1-32. Proprietários: Javier e Clara. Preço de $ 120000 (uns U$S 67,00) pesos colombianos, sem direito a nenhuma refeição. Reservamos pelo booking.com (nota de avaliação no booking.com acima de 9). É uma pousada nova, inaugurada há poucos meses. Só possui 3 quartos, com mais um sendo construído. Os quartos possuem ar condicionado, frigobar, TV de tela plana com canais a cabo, água quente, microondas. O quarto é muito novo. A localização da pousada não é no centro. Fica num local super tranquilo, perto do hotel Decameron Mariland (se não me engano). Creio que do hostal até o centro, são cerca de 1000 metros de uma caminhada tranquila pela peatonal (calçadão da beira mar). A praia peatonal fica bem perto da pousada. Seus proprietários, Javier e Clara, são excelentes. Super prestativos. Como exemplo da boa vontade deles, citamos a tentativa de reservar alguns passeios para nós, e o fato de guardarem nossas malas quando fomos para Providência. Para a chegada a San Andrés, o Javier tinha reservado um taxi para nos buscar por $ 18000 (uns US$ 10,00). Viajamos tranquilos. Porém, quando chegamos, o tal taxista não estava lá com uma plaquinha com nossos nomes. O Javier também tinha nos dito que qualquer problema, podíamos ligar para ele. Então, liguei. De pronto ele falou que o taxista dormiu e ele mesmo foi nos buscar sem nos cobrar nada por isso. Um detalhe importante é que o hostal não tem nome. Portanto, é bom mesmo reservar um taxi com o Javier. O curioso é que os taxistas de San Andrés são meio perdidos. Não sabem direito onde são as pousadas mais simples. Tivemos problemas para encontrar a pousada Cli´s Place , quando voltamos de Providência. Por último, vale a observação de que o hostal não possui internet WIFI disponível, o que acaba fazendo falta. - Posada Nativa Cli´s Place. Email: [email protected] F: 57 (8)5120591. Celular: 573144908850 e 573176559775. Preço: $ 100.000,00 pesos bolivianos pela diária. Localizada bem no centro de San Andrés, na avenida 20 de Julio. Para achar, fique atento a uma praça que tem na avenida uma quadra antes da praia. A pousada fica ao lado da praça. Tem o nome pintado num muro. Também é uma ótima opção para ficar em San Andrés. Os quartos não são tão bons e novos como os do Hostal Mar y Mar, mas atendem. Ficamos num quarto com ar condicionado, TV. A água é fria. Não tem frigobar, mas tem uma cozinha à disposição, podendo utilizar a geladeira e fogão para cozinhar. A dona da pousada, a senhora Cleotilde, é uma simpatia só. Ficamos apenas 2 dias nesta pousada, quando retornamos de Providência, mas a recomendo bastante se você não se importa com o luxo dos grandes hoteis. Para mim e minha esposa, o que importa é o lugar. Hotel, basta ter uma boa cama e um com ar condicionado (a ilha é bem quente). b) Providência - Hotel Sirius. Site: http://www.siriushotel.net. Email:[email protected] F: 0057-8-514-8213. Gerente: Sr. Paulino. Preço da diária de um quarto de casal: $ 165000,00, com café da manhã. Preço este conseguido depois de chorar muito. Ele queria nos cobrar cerca de $ 185000,00. O hotel Sirius é muito bem localizado e tem um excelente custo benefício. Fica na Bahia Suroeste da Ilha (southwest bay), a maior praia da ilha (uns 500 metros de areia). O hotel fica a beira mar. Para os mergulhadores, como nós, ele é excelente, porque possui um centro de mergulho próprio. O Paulino, gerente do hotel (o dono do hotel é um Suíço de 25 anos que o recebeu de herança e vive na Suíça) é super gente fina. Quando chegamos ao hotel nos levou ao restaurante, onde há um mapa da ilha, explicou um pouco sobre a ilha e o que havia para se fazer. Explicou que Providência está fora dos grandes centros de turismo, daí não possuir grandes hoteis. De fato, constatamos que a ilha tinha poucos turistas, quando comparado com San Andrés. O Paulino ainda nos deixou ingressar no quarto do hotel ainda na parte da manhã, por volta das 10h e fazer o checkout por volta das 15 horas, já que nosso voo era perto das 17 horas. Quanto ao hotel em si, ele poderia estar mais bem cuidado. Os quartos possuem ar condicionado, TV, frigobar e são bem espaçosos. Dormimos numa cama gigantesca, equivalente a 2 de casal normal. No entanto, notamos que alguns quartos necessitam de pequenas reformas. A parte externa do hotel também necessita de um pouco mais de cuidados. Creio que é porque talvez o Paulino não tenha autonomia para gastar com reformas. O dono do hotel raramente vai a ilha e segundo o Paulino só quer saber do que foi apurado. Quanto ao café da manhã, é razoável. É meio estilo americano. Frutas, suco, café, ovo, manteiga, geleia e pão. De qualquer forma, o hotel Sirius é altamente recomendável, principalmente por estar de frente para um mar maravilhoso e ter acomodações suficientes para quem quer ter dias relaxantes na frente do mar maravilhoso do caribe."
  15. SAN ANDRÉS E PROVIDÊNCIA 2012 Mais uma vez venho a este fórum deixar minhas impressões sobre uma viagem super legal, que foi San Andrés e Providência, na Colômbia. Antes de prosseguir, registro que esta foi a segunda viagem que fiz com minha esposa a San Andrés. Nossa primeira viagem foi em 2008, quando passamos 3 maravilhosos dias nesta bela ilha. Gostamos tanto que resolvemos retornar para conhecer, também, a fantástica ilha de Providência. Também é importante registrar que não demos sorte com o tempo nas 2 ilhas. Infelizmente, a época (outubro a janeiro) é de chuva e vento, o que acabou por estragar um pouco a viagem. Pegamos vários dias de chuva e tempo nublado, deixando de fazer vários passeios. Pior. A parte do mar que fica próximo as praias estava com as águas meio sujas, por conta dos detritos que chegavam no mar por conta das chuvas, especialmente em Providência, que é uma ilha vulcânica. Mas, chuvas à parte, deu para aproveitar o suficiente as 2 ilhas. Mas, de antemão, deixo a dica: evitem viajar para o Caribe entre os meses de outubro a dezembro e talvez janeiro. Este já foi o 3º ano seguido que viajamos para o Caribe em novembro. Nos outros anos demos sorte (fomos à Bonaire, Aruba, St. Martin, Anguila, Sata), pegamos um ou outro dia de chuva. Nada que estragasse. Mas, desta vez, a chuva e tempo nublado foram mais intensos. Pois bem, nossa viagem ocorreu entre os dias 15/11/2012 e 25/11/2012. A seguir, repasso as informações que julgo importantes para quem quiser ir (além das suprarelatadas): 1- VOOS - CHEGADAS a) Para chegar em Bogotá, fomos de milhas TAM. 15000 pontos por trechos. É importante que se saiba que a TAM não faz mais São Paulo-Bogotá, quem faz é a LAN. Então, no trecho nacional até Guarulhos, fomos de TAM e de lá até Bogotá, fomos de LAN, uma ótima companhia. Para quem voa muito de TAM, como eu e minha esposa, sabe que para voos da própria TAM, dentro da América do Sul, não há restrições de assentos. No entanto, a LAN tem assentos limitados para passagens compradas com milhas. Portanto, se for usar os pontos da TAM, compre no limite dos 90 dias anteriores ao voo em que a TAM permite comprar, para poder conseguir vaga no avião da LAN. b) Não tinhamos tempo para ficar em Bogotá. Então, para chegar em San Andrés, procuramos um voo imediato a nossa chegada em Bogotá, às 18:40h. Conseguimos um voo da LAN para ás 01:10h da madrugada, chegando em San Andrés às 03:15 da madrugada. Fomos de milhas Lan. Compras pelo site http://www.lan.com. 3) Para chegar em Providência, compramos passagens pela companhia aérea SATENA, por seu próprio site: http://www.satena.com. Super tranquilo. Custo de $ 429000,00 para 2 pessoas, ida e volta. 4) Volta de San Andrés a Bogotá pela AVIANCA (http://www.avianca.com). O voo da LAN de retorno ao Brasil sai de Bogotá às 05:35 horas. Pegamos o voo da Avianca das 22:20h, que chegou em bogotá umas 00:30h. 2- HOSPEDAGEM a) San Andrés. Ficamos hospedados em 2 locais diferentes, um na chegada e outro na volta de Providência. - Hostal Mar Y Mar. Email: [email protected] F: +573176572436. End.: Av. Colômbia 1-32. Proprietários: Javier e Clara. Preço de $ 120000 (uns U$S 67,00) pesos colombianos, sem direito a nenhuma refeição. Reservamos pelo booking.com (nota de avaliação no booking.com acima de 9). É uma pousada nova, inaugurada há poucos meses. Só possui 3 quartos, com mais um sendo construído. Os quartos possuem ar condicionado, frigobar, TV de tela plana com canais a cabo, água quente, microondas. O quarto é muito novo. A localização da pousada não é no centro. Fica num local super tranquilo, perto do hotel Decameron Mariland (se não me engano). Creio que do hostal até o centro, são cerca de 1000 metros de uma caminhada tranquila pela peatonal (calçadão da beira mar). A praia peatonal fica bem perto da pousada. Seus proprietários, Javier e Clara, são excelentes. Super prestativos. Como exemplo da boa vontade deles, citamos a tentativa de reservar alguns passeios para nós, e o fato de guardarem nossas malas quando fomos para Providência. Para a chegada a San Andrés, o Javier tinha reservado um taxi para nos buscar por $ 18000 (uns US$ 10,00). Viajamos tranquilos. Porém, quando chegamos, o tal taxista não estava lá com uma plaquinha com nossos nomes. O Javier também tinha nos dito que qualquer problema, podíamos ligar para ele. Então, liguei. De pronto ele falou que o taxista dormiu e ele mesmo foi nos buscar sem nos cobrar nada por isso. Um detalhe importante é que o hostal não tem nome. Portanto, é bom mesmo reservar um taxi com o Javier. O curioso é que os taxistas de San Andrés são meio perdidos. Não sabem direito onde são as pousadas mais simples. Tivemos problemas para encontrar a pousada Cli´s Place , quando voltamos de Providência. Por último, vale a observação de que o hostal não possui internet WIFI disponível, o que acaba fazendo falta. - Posada Nativa Cli´s Place. Email: [email protected] F: 57 (8)5120591. Celular: 573144908850 e 573176559775. Preço: $ 100.000,00 pesos bolivianos pela diária. Localizada bem no centro de San Andrés, na avenida 20 de Julio. Para achar, fique atento a uma praça que tem na avenida uma quadra antes da praia. A pousada fica ao lado da praça. Tem o nome pintado num muro. Também é uma ótima opção para ficar em San Andrés. Os quartos não são tão bons e novos como os do Hostal Mar y Mar, mas atendem. Ficamos num quarto com ar condicionado, TV. A água é fria. Não tem frigobar, mas tem uma cozinha à disposição, podendo utilizar a geladeira e fogão para cozinhar. A dona da pousada, a senhora Cleotilde, é uma simpatia só. Ficamos apenas 2 dias nesta pousada, quando retornamos de Providência, mas a recomendo bastante se você não se importa com o luxo dos grandes hoteis. Para mim e minha esposa, o que importa é o lugar. Hotel, basta ter uma boa cama e um com ar condicionado (a ilha é bem quente). b) Providência - Hotel Sirius. Site: http://www.siriushotel.net. Email:[email protected] F: 0057-8-514-8213. Gerente: Sr. Paulino. Preço da diária de um quarto de casal: $ 165000,00, com café da manhã. Preço este conseguido depois de chorar muito. Ele queria nos cobrar cerca de $ 185000,00. O hotel Sirius é muito bem localizado e tem um excelente custo benefício. Fica na Bahia Suroeste da Ilha (southwest bay), a maior praia da ilha (uns 500 metros de areia). O hotel fica a beira mar. Para os mergulhadores, como nós, ele é excelente, porque possui um centro de mergulho próprio. O Paulino, gerente do hotel (o dono do hotel é um Suíço de 25 anos que o recebeu de herança e vive na Suíça) é super gente fina. Quando chegamos ao hotel nos levou ao restaurante, onde há um mapa da ilha, explicou um pouco sobre a ilha e o que havia para se fazer. Explicou que Providência está fora dos grandes centros de turismo, daí não possuir grandes hoteis. De fato, constatamos que a ilha tinha poucos turistas, quando comparado com San Andrés. O Paulino ainda nos deixou ingressar no quarto do hotel ainda na parte da manhã, por volta das 10h e fazer o checkout por volta das 15 horas, já que nosso voo era perto das 17 horas. Quanto ao hotel em si, ele poderia estar mais bem cuidado. Os quartos possuem ar condicionado, TV, frigobar e são bem espaçosos. Dormimos numa cama gigantesca, equivalente a 2 de casal normal. No entanto, notamos que alguns quartos necessitam de pequenas reformas. A parte externa do hotel também necessita de um pouco mais de cuidados. Creio que é porque talvez o Paulino não tenha autonomia para gastar com reformas. O dono do hotel raramente vai a ilha e segundo o Paulino só quer saber do que foi apurado. Quanto ao café da manhã, é razoável. É meio estilo americano. Frutas, suco, café, ovo, manteiga, geleia e pão. De qualquer forma, o hotel Sirius é altamente recomendável, principalmente por estar de frente para um mar maravilhoso e ter acomodações suficientes para quem quer ter dias relaxantes na frente do mar maravilhoso do caribe. 3- O QUE FAZER? A) San Andrés Conforme já relatado, esta foi nossa segunda vez em San Andrés. A primeira vez foi em junho de 2008, quando pegamos um sol de rachar e um mar realmente de 7 cores. Foi justamente este mar maravilhoso o que nos fez voltar. Infelizmente, o mar estava lá, porém, com muito vento e com chuva a noite e chuva ou tempo nublado durante o dia. O sol saia muito timidamente. Como já conhecíamos as principais atrações de San Andrés, desta vez queríamos refazer o que tinhamos gostado e o que ainda não tínhamos feito anteriormente. Portanto, locais como Olho Soprador e aquário, estavam fora de nossos planos. Um dos passeios que pretendíamos fazer, inclusive chegamos a reservar do Brasil, era o Cayo Bolivar. Chegamos a reservar com a Marina Tonino, por telefone diretamente do Brasil. F: +573163143053. No entanto, devido ao vento forte, o passeio não pode sair. Uma pena, pois parece ser o melhor passeio da ilha. Pretendíamos retornar a pequena ilha de Jhony Cay. No entanto, apesar de perto, devido aos ventos fortes, também não estava saindo passeio para lá. Nos restou então alugar uma moto (scooter) e sair rodando pela ilha, para parar em suas principais praias (e de vez em quando tomar um banhozinho básico de chuva). Praticamente demos 3 voltas na ilha, uma por dia. No primeiro dia, fomos a Piscinita (antes tentamos ir a West View, mas não estava podendo entrar no mar, por conta do vento forte). Para entrar, paga-se algo em torno de uns R$ 2,00 por pessoa. Lá, mesmo com o tempo meio nublado, entrei no mar e tomei um banho maravilhoso. A água do mar estava super transparente. Nem parecia que o tempo estava ruim. Valeu muito a pena. Depois do banho, almoçamos no restaurante do local, onde comemos o prato mais típico de San Andrés: pescado frito com ensalada, arroz de coco e patacones (banana prensada). Uns R$ 20,00 o prato para uma pessoa, mas bem servido. Mal sabíamos que nos próximos dias comeríamos esse prato até enjoar. No segundo dia, tentamos, mais uma vez, ir a Johny Cay, mas não tinha jeito. Tempo ruim ainda. Portanto, lá fomos nós de moto de novo. Desta vez, pegamos a moto e fomos no sentido contrário ao do dia anterior. Paramos na praia que achamos ser a melhor da ilha, a de Rock Cay. Há placas na estrada, mas deve-se ter cuidado para não passar direto. Lá, dá para ir com água na cintura até a ilhota de Rock Cay e fazer um excelente snorkel. Vale muito a pena. O mar lá é super transparente. Depois do banho legal, fomos em direção a São Luiz, atrás do restaurante indicado por um dos mochileiros, o restaurante Paraíso. Tem um bom custo-benefício. A comida é muito boa e fica na beira mar de uma praia super legal. No terceiro dia, já pegamos a moto e fomos para São Luiz. Não perdemos tempo. Neste dia, saiu um solzinho legal. REtornamos ao restaurante paraíso e ficamos lá aproveitando um pouco do marzão de San Andrés. San Andrés tem inúmeras lojas de produtos importados. Dá para comprar muitas coisas legais. Há lojas de perfumes, bolsas, óculos de sol, eletrônicos, roupas, tênis, entre outras coisas. Recomendo a La Riviera, que é uma loja grande e não vende produtos falsificados (pelo menos é o que achamos). Além do mais, possui uma variedade grande de produtos, como perfumes, bolsas, óculos, relógios, bebidas, etc. Há também a Presidente, que vende roupas de marcas famosas, como a Tommy Hilfilger, Hugo Boss, Polo Rauph Lauren, entre outros. Os preços são melhores que o free shopping do Brasil. Acho que vale muito a pena tirar uma tarde para passear entre as lojas. San Andrés também possui, em seu centro, alguns restaurantes e boates. Tem desde fast food, italiano, regional (frutos do mar), pizzaria, entre outros. É fácil de achar, pois o local é pequeno. Possui um calçadão legal (a peatonal). Inclusive a praia peatonal é bem legal. Vale tirar um dia para aproveitá-la. Nós, apesar do tempo ruim, passamos umas horinhas nela no nosso último dia, na volta de Providência. Tomamos um banho legal. No quarto dia, seguimos para a fantástica Providência, conforme relato em seguida. B) Providência Saímos logo cedo de San Andrés para tomar o primeiro voo para Providência. Por volta das 8 da manhã, já estávamos lá. O primeiro ponto a destacar é a fantástica chegada a ilha. Um visual fantástico. De cima, é possível visualizar as águas super claras da ilha. Também já foi possível verificar que a água perto da costa estava mais escura, tendo em vista as chuvas dos últimos dias, que acabava por fazer com que a lama das montanhas da ilha caíssem no mar e sujassem a água. Infelizmente, por conta das chuvas, essa foi a situação em que encontramos a principal praia da ilha, Southwest Bay. O lugar é fantástico, mas a água não estava super transparente. Mas, não estava feio. Só não estava uma água digna de Caribe. Bom, chegamos na ilha com o tempo nublado. Depois de nos instalar no Hotel Sirius, e de ter as explicações do Paulino sobre o que fazer na ilha, resolvemos que o melhor para o primeiro dia seria alugar uma moto e rodar a ilha. O Paulino intermedeia o aluguel de motos, mas, quando decidimos, ele tinha saído. Assim, acabamos alugando uma scooter no hotel Miss Mary, que fica bem ao lado do Sirius. É bem tranquilo alugar uma moto lá. Inclusive, os preços são muito bons, quando comparados com outros lugares. Pagamos cerca de $ 50.000 por um dia de aluguel, entregando a noite. Para entregar no dia seguinte, pagaríamos $ 60.000. O passeio de volta a ilha é muito bonito. Também é mais rápido do que em San Andrés, já que a ilha possui um perímetro menor. Pegamos a estrada em direção ao centro da ilha (ao lado do qual fica a ilha de Santa Catalina), pelo lado esquerdo da ilha. Primeira parada, um lindo mirante para tirar fotos. De lá é possível avistar toda a praia Southwest Bay, como dito, a maior da ilha. Seguindo adiante, paramos em Almond Bay, onde há um polvo enorme na entrada. É só descer por um caminho de uns 300 metros que chega na praia. De lá, o visual é lindo. É um lugar muito bom para apreciar o por do sol. Vale tomar umas boas águas de coco, ou coco loco (coquetel típico local, que inclui entre seus ingredientes a água de coco e é servido dentro dum coco) para os mais animados. De Almond Bay, continuamos em direção a Santa Catalina, porém, antes, passamos por Água Dulce (ou Fresh Water Bay). É o lugar da ilha com mais pousadas. Porém, aqui a faixa de areia da praia é minúscula. Não vale tanto a pena (lembre-se que não pegamos tempo bom - o mar batia muito e a água estava misturada - talvez na época de sol abundante e de ventos fracos, seja um ótimo local para banho). Seguindo pela estrada, passamos ainda por alguns mirantes, mas não paramos. Fomos direto para Santa Catalina. Chegamos, então, no centro e estacionamos a moto na entrada da Puente de Los Enamorados, a ponde de madeira que dá acesso, a pé (e somente a pé) a Santa Catalina. Atravesamos a ponte e, como estávamos com fome, fomos comer no restaurante da Eneida. Comemos um pescado frito ao preço de $ 12.000 pesos por pessoa. Um bom preço e uma comida simples, mas gostosa. A ilha em si é bem pequena, tem cerca de 1 km². Se você andar para o lado direito, encontrará apenas um canhão e uma placa. Para o outro lado, você encontra uma parte mais alta. Subindo a escadaria, é possível encontrar o resto do Forte Warwick, que fica logo atrás de uma estátua de Santa Catalina. Do outro lado, há uma outra escadaria que dá acesso a praia de Fort Bay, uma linda praia que vale a visita (fizemos lá um intervalo de superfície de mergulho). Dessa parte alta, o visual é lindo. tiramos várias fotos de Providência. De volta a estrada, a intenção era parar em outras praias pelo caminho, mas o tempo resolveu fechar de vez. Já depois do aeroporto, caiu uma baita chuva, o que nos fez tomar um senhor banho. Levamos com bom humor, pois ficar chateado com a chuva só estragaria nosso passeio. Voltando então a southwest bay, passamos no supermercado e compramos alguns aperitivos para a noite e alguns lanches. Lembrem de que Providência não tem tanto lugar para comer, especialmente a noite. À noite, há alguns lugares simples para comer no centro de southwest bay. Na estrada, no caminho para água dulce, há um café, chamado Studio Café, que dá para ir andando pela estrada. Lá serve jantar e tem umas tortas bem gostosas. Comemos uma torta deliciosa. No nosso segundo dia em Providência, programamos mergulho. Nossa intenção era mergulhar para ver tubarões, mas na hora do mergulho, fomos informados que só poderíamos ir para um lugar mais raso na parte onde o mar estava mais calmo e a água mais limpa. Fizemos então 2 mergulhos bem básicos (no máximo 12 metros de profundidade), mas que foi legal. Não tinha nada demais. Conseguimos ver ainda peixe leão (o novo predador do atlântico - para quem não sabe, este peixe, apesar de pequeno, é um invasor das águas do Atlântico e que não tem predador - há ilhas caribenhas, como Bonaire, que paga para quem pescar estes peixes), arraias e inúmeros peixes de recifes. O mergulho foi feito pela operadora de mergulho do próprio Hotel Sirius. Um pessoal muito bom e prestativo. Recomendo bastante. Preço do mergulho: cerca de $ 85000,00 por pessoa, dando direito a 2 mergulhos. Voltanto a praia, fomos almoçar num restaurante de praia de própria Southwest Bay, chamado El Divino Niño. A comida lá foi tão gostosa, que retornamos lá mais 2 vezes. A especialidade da casa é o famoso Plato Mixto, constituído por 2 peixes fritos, meia lagosta grande, filé de caranguejo, e filé de caracol, além de arroz e patacones. Uma delícia. Tudo ao preço de $ 40000 pesos, uns R$ 45,00. Dá para umas 3 pessoas comerem. Geralmente, eu e minha esposa tinhamos que nos esforçar para comer tudo e não estragar. Vale muito apena. O terceiro dia em Providência foi dedicado a volta a ilha em barco. Um passeio que recomendo. Vale muito a pena. O próprio Paulino, gerente do Hotel Sirius, se encarregou de fazer a reserva. Fomos no barco com mais 1 casal. Custo de $ 30.000 por pessoa. É legal, pois dá para ter uma boa noção da ilha. De fora, o barqueiro para o barco e mostra os povoados, explicando sempre algo interessante, além de algumas paradas legais, como na puente de los enamorados (para quem ainda não foi lá) e em Crab Cay, ou Cayo Cangrejo. Este sim, um lugar lindo, de um mar divinamente caribenho. Só a visita a esta ilhota já vale a pena. Para descer na ilha é preciso pagar uma taxa por pessoa, que, se não me engano, foi de $ 13500. Não deixem de levar máscara, pois a água lá é super tranquila e transparente para fazer snorkel. De volta ao hotel, aproveitamos o resto dia na praia Southwest Bay. No nosso quarto dia na ilha, fomos mergulhar novamente. Desta vez, fomos onde queríamos, a Turtle Rock, o lugar mais fantástico de mergulho da ilha. É aí onde se pode mergulhar com uma boa quantidade de tubarões Black Tip (tubarões de arrecifes). No nosso mergulho tinham mais de 10. Valeu muito a pena. Eram tantos, que chega dava medo, mas nada demais, pois lá eles estão num ambiente totalmente equilibrado, com peixes à vontade para se alimentarem. Mergulhamos também em outro ponto, que também tem tubarões e tem um cristo no fundo do mar, muito legal. O intervalo de superfície foi feito em Fort Bay, onde tomamos banhos bem legais. No final do quarto dia, alugamos uma scooter novamente e seguimos para Playa Mazanillo. Foi a nossa melhor surpresa da viagem. A praia estava divinamente caribenha. Aproveitamos o final do dia no Roland's Bar, comendo um bom pescado frito e um camarão muito gostoso. De quebra, ainda tivemos aula de Criollo com o dono do bar, que nos explicou a misturada que é essa língua (Inglês, Espanhol, etc..), falada na ilha como principal idioma. No nosso quinto e último dia na ilha, estava um sol muito bonito, que ainda não tinha feito nos demais dias. Pegamos a scooter e resolvemos aproveitar ao máximo. REsolvemos dar uma nova volta na ilha. Paramos então na Puente de Los Enamorados para tirar novas fotos. Para nossa surpresa, a água estava tão limpa que conseguíamos ver as arraias nadando no fundo do mar. Não pensamos 2 vezes, corremos para a scooter, pegamos as máscaras, e pulamos, no meio da ponte, na água para ver as arraias. Um ótimo banho e que recomendo a qualquer um. De lá, paramos em vários mirantes e praias para tirar fotos, todas no caminho do aeroporto. Por fim, terminamos o dia na Playa Mazanillo. O mar estava ainda mais belo que no dia anterior. Valeu muito a pena. Tomamos altos banhos nas suas águas transparentes. O melhor é que a praia era quase que exclusivamente nossa. Voltamos a southest bay e comemos novamente no El divino Niño. Às 15:15h, nossa taxista nos levou ao aeroporto de Providência, para logo mais deixar esta que, sem dúvida, é uma das mais belas e preservadas ilhas do Caribe. Dica: para ver a ilha do avião, sente do lado esquerdo (lado que tem apenas 1 cadeira), principalmente na chegada a ilha. É isso. Espero ter ajudado. Para dúvidas, podem postar no próprio Mochileiros.com ou me escrever: [email protected]
  16. Olá André.. Fui sim, em novembro passado. Amamos Anguila. As praias de lá são bem mais bonitas que as de Sr. Martin. O relato da viagem foi publicado logo depois que voltei. Dá uma olhada nos relatos do caribe. Se não achar, avisa que posto novamente. topic63439.html Abraços..
  17. Olá Marcela, Tou acompanhando seu relato.Parabéns. Gostei dos hoteis que vc ficou em Berlin e Praga. Parecem ser legais. São recomendáveis? Estarei viajando entre maio e junho deste ano para os seguintes locais: Frankfurt, Munique, Berlin, Praga, Budapeste e Viena. Como vc ainda não relatou alguns de seus destinos, gostaria de me adiantar e te perguntar algumas coisas. Munique. Quantos dias você acha que são suficientes? tou planejando 2 dias, vc acha que é suficiente? em qual hotel você ficou lá? REcomenda? É fácil chegar do aeroporto de Munique para o centro? Você ficou algum dia em Frankfurt? vou passar apenas 1 dia. O que vc recomendaria fazer? Grato..
  18. Olá André.. Sempre que posso deixo aqui meus relatos. Adoro o Caribe e sempre que posso, programo uma viagem para lá. Abraços.. Cleber
  19. Fui pra Polinésia Francesa em março de 2010. Fomos de Lan. As passagens custaram cerca de R$ 2700, para cada um. Eu e minha esposa conhecemos Huahine, Bora Bora, Rangiroa e Fakarava. Foi demais. O fundo do mar mais fantático que já mergulhei, principalmente em Fakarava e Rangiroa. Não sou de fazer pacotes, mas acabei fazendo um ótimo pacote com a AIRTAHITI (www.airtahiti.com). No site, procure por packages...... lá há explicações sobre várias ilhas e há preços de hoteis e pousadas, dos mais simples aos mais completos. Prefira pousadas com meia pensão, pois lá comida é muuiiiiiito caro... e, dependendo da ilha, vc fica longe de um supermercado. Com a airtahiti vc pode reservar os hoteis/pousadas e as passagens aéreas. Um pacote de 2 semanas sai em torno de uns EUR 1400, para conhecer umas 4 ilhas. Outro detalhe importante. O arquipelago de tuamotu (onde estão fakarava e Rangiroa) possuem o fundo do mar mais bonito. Mas, Bora Bora, possui o mar mais bonito. A vida submarina é bonita, mas não como as do arquipélago de tuamotu. Fakarava foi a ilha que mais adorei. Lá se mergulha no meio de uns 200 tubarões e nada te acontece. Lá, há arraias e tubarões black tip na beira das praias. É um paraíso submarino. Espero poder voltar lá um dia. Pretendo conhecer outras ilhas do tuamotu, como tikehau e manihi. Sim, em Fakarava aconselho a pousada Hawaiki. O dono é o Joaquim, um Francês que adora o Brasil. Eu e minha esposa, em vários anos, fomos o segundo casal de brasileiros que foi na pousada dele. É uma pousada simples, mas muito bem localizada, perto da vila. Sem contar que o Joaquim te dá uma super atenção e providencia ótimos passeios. Também procura integrar os hóspedes. Se puder, não deixem de fazer um passeio de lancha até o outro extremo da ilha. Lá, se faz snorkel junto a muitos peixes, incluíndo o curioso peixe Napoleão, e vários tubarões black tip. O lugar é fantástico. É isso... bateu uma saudade grande desse paraíso que é a Polinésia Francesa... quem puder, vá sem medo.... para mim, valeu a pena fazer o pacote. deu tudo certo....
  20. RELATO CARIBE 2011: ARUBA-SABA-ANGUILLA-ST. MAARTEN/MARTIN Entre os dias 19/11 e 04/12, fiz uma viagem com minha esposa para as ilhas caribenhas de Aruba, Saba, Anguilla e St. Martin. Para organizar a viagem, as informações do mochileiros.com foram essenciais. Muitos dos hotéis que ficamos foram indicações dos viajantes. Desta forma, resolvi, mais uma vez, postar detalhes de minha viagem ao Caribe. Nosso trecho internacional, a partir do Brasil, foi de GOL. Passagem emitida com 30.000 milhas para cada um, ida e volta. Chegamos e saímos por Aruba. Para chegar nas outras ilhas, utilizamos as companhias locais INSEL AIR (http://www.fly-inselair.com) e WIN AIR (http://www.fly-winair.com). Esta não foi nossa primeira viagem ao Caribe. Na verdade, foi a quarta. Nas outras vezes fomos através de Caracas. Horrível. Pelas experiências passadas, fizemos de tudo para evitar Caracas. Foi a melhor coisa que fizemos. Além de ganhar tempo, já que o vôo foi direto para Aruba, economizamos estresse. Já viajamos por muitos países, e o aeroporto de Caracas foi o pior. O tempo todo tem gente querendo se dar bem em cima da gente. Seja querendo vender dólar, querendo te arrumar um hotel safado, ou mesmo te roubar (apesar disso tudo, a Venezuela é uma país lindo, especialmente Salto Angel e Los Roques). De volta ao relato. A seguir coloco o roteiro que fizemos, dia a dia. 19/11 –Voo Brasília-Aruba e Hospedagem em Aruba. Como falei, fomos de GOL. Emitimos as passagens com bastante antecedência, ainda em junho/11. Chegamos em Aruba perto das 21 horas. Antecipadamente eu já tinha reservado um veículo econômico na HERTZ. Sim, alugamos carro em quase todas as ilhas em que fomos. É um grande diferencial. Mesmo em Aruba, que tem transporte público, o carro é de suma importância, pois te dá uma grande mobilidade. Pois bem. Pegamos o carro e seguimos para a nossa pousada-apartamento, o Villa Punta Salina (http://www.puntasalina.com). Peguei a indicação com os viajantes do mochileiros.com. Uma boa indicação. O Olivier e a Milly são ótimos anfitriões. Por email o Olivier nos explicou como chegar (Saindo do aeroporto, siga para a esquerda, sentido Oranjestad. Cruzar a cidade. Seguir pela via costeira até Palm Beach, setor dos Rise Hotels. Dobrar a direita no balão que tem quase na frente do hotel Marriot. Depois, dobrar novamente na primeira a direita e seguir reto. Após, dobrar na segunda rua a esquerda e procurar, no lado esquerdo da rua, uma casa com uma porta indiana). Apesar da indicação de Olivier, acabamos nos perdendo perto da pousada, pois dobramos uma rua antes e era noite. As ruas secundárias lá não possuem postes de iluminação. Mas, acabamos encontrando. Ficamos hospedados no quarto IQUITOS. Preço de US$ 70,00 por noite. Quarto pequeno, mas tem o indispensável. Um bom aparelho de ar condicionado e um bom banheiro (bem espaçoso, com um bom chuveiro). Na frente do quarto há uma varanda com uma cozinha. Há microondas, um frigobar e um fogão elétrico de 2 bocas. Só não gostamos dos pernilongos, também conhecidos no nordeste como muriçocas. Um repelente é essencial. 20/11 – Nosso primeiro dia em Aruba. Era domingo e acordamos um pouco tarde. Ao acordar, peguei o carro e fui a um supermercado chinês que tem perto do Punta Salina. Lá, conseguimos comprar vários mantimentos para nossos café da manhã e jantar. Depois do café, o Olivier veio nos dar algumas dicas sobre o que fazer na ilha (claro que já sabíamos as principais atrações). Após as explicações, resolvemos ir para a bela praia de Palm Beach. Como já conhecemos outras ilhas caribenhas, ficamos muito feliz em ver uma praia longa, com grande extensão de areia. Para quem conhece Curaçao, sabe que lá as praias são pequenas enseadas, com não mais, em geral, que 200 metros de faixa de terra (mas são lindas). Palm Beach é a praia dos hotéis altos (rise hotels). Essa foi a parte que não gostamos. Vários hotéis de uns 8 andares ou mais na beira de uma praia linda. Acaba por estragar um pouco a paisagem. Sem contar que as cadeiras de praia dos hotéis acabam por invadir um pouco a praia. Ao chegar na praia, corremos logo para tomar um ótimo banho. Depois, resolvemos caminhar um pouco e pesquisar sobre um passeio de barco para fazer snorkel. Verificamos que há várias companhias que fazem o passeio. A mais famosa e melhor, segundo o Olivier, é a Joly Pirata. E foi nela que acabamos por fazer o passeio no dia seguinte. Mais detalhes adiante. Ainda em Palm Beach. Quem quiser ficar estirado na praia em alguma espreguiçadeira, no geral não conseguirá, pois a praia é tomada por espreguiçadeiras dos hotéis a beira mar. Mas, há alguns pouquíssimos lugares que alugam espreguiçadeiras. Na praia também há alguns bares, a maioria sobre alguns piers. Um detalhe que não falei é que, apesar de Palm Beach ter uma água clara, em alguns trechos ela é meio branca e pouco transparente. Há praias com água super transparente em Aruba. É o caso de Baby Beach, que em termos de cor de água, não perde para nenhuma outra praia de Aruba e fica entre as melhores das ilhas que já conhecemos. De Palm Beach, passamos rapidamente no Mc donalds (mais barato que no Brasil – temos que economizar em algo, e escolhemos economizar na comida – qualquer almoço nos restaurantes das praias, para casal, dificilmente sairia por menos de US$ 40,00), comemos, e fomos ver o farol (California light house) e a Arashi Beach. O farol em si é meio feio. Mas a vista de lá vale a pena. Vale umas belas fotos. Do farol fomos para a Arashi Beach. Infelizmente estava chovendo e não pudemos aproveitar. Mas vimos que é uma praia muito bela. Tem alguns quiosques (cabanas de palha) para as pessoas ficarem. Gostei da praia. Pena que não podemos tomar um bom banho. Na volta para o hotel ainda paramos para ver algumas praias perto de Arachi Beach. Algumas delas, como boca catalina, é toda rochosa e não dá para tomar banho. É uma das paradas para snorkel do passeio de barco. Voltamos ao hotel e fomos tomar banho e descansar. Um pouco mais tarde, resolvemos não comer no hotel. Saimos para comer uma pizza. Por trás dos Rise Hotels há uma rua (não lembro o nome) com vários restaurantes e bares, além de várias lojas para compras. Rua super agradável. Nessa rua ou bem próximo a ela, você encontra bares famosos como o señor frog, que é super animado. Passeamos pelas lojas e comemos a esperada pizza. Porém, para esta, sem comentários. Péssima pizza. Qualquer pizzaria meia boca de Recife ou Brasília (vivemos entre Recife e Brasília) faz uma pizza melhor. 21/11- Segunda-feira. Dia do passeio de barco com a Joly Pirata. Esta companhia faz 2 passeios. Um pela manhã e outro pela tarde. O da manhã custa US$ 56,00 e o da tarde custa US$ 38,00. A diferença é que o da manhã é um pouco mais longo, cerca de 1 hora a mais, e tem almoço. No mais, os 2 passeios incluem 3 paradas para snorkel, um deles no naufrágio antilla, e possuem bebidas incluídas (coquetéis a base de vodca e rum, cerveja, refrigerante, água, whisky). O passeio vale a pena, pois dá para aproveitar bem o snorkel. O ruim é o excesso de gente. E olhe que nosso barco não tava tão cheio, pois estávamos em baixa temporada. Quanto as bebidas, muito legal, bebemos enquanto agüentamos..rsrsrsrs. Já a comida, eu esperava mais. Foi um prato feito (no Brasil chamaríamos de PF) com um pouquinho de arroz, um pouquinho de maionese, uma coxa de frango e uma costelinha de porco (chicken and rigs). Conclusão: se fosse hoje, eu faria o passeio sem almoço. Mas, no geral, o passeio vale a pena. Esqueci dum detalhe importante. Se o passeio for comprado pelo site (http://www.jolly-pirates.com), com 48 horas de antecedência, consegue-se 12% de desconto. Nós não compramos pelo site, mas conseguimos um cupom que dá US$ 10,00 por casal. O cupom tiramos da revista NIGHTS. Esta revista dá para pegar no aeroporto, no balcão de informações. É uma revista com propaganda de vários estabelecimentos e atrações da ilha. Na parte da tarde fomos passear no centro de Oranjestad (a capital da ilha). Lá, há várias lojas com preços bem em conta. Minha esposa comprou alguns perfumes na DUFRY, que é bem mais em conta que o free shopping no Brasil. Também compramos óculos de sol de boas marcas e também com excelentes preços (mas não tão bons como em St. Maarten – aí, encontrei o mesmo óculos Ray Ban que comprei em Aruba por US$ 30,00 a menos – pense numa raiva, mas faz parte). 22/11- Baby Beach. Não podíamos deixar de conhecer a praia mais bonita de Aruba. Para chegar lá, dirigimos por mais de 30 km. Não há muitas indicações na estrada. Aconselho levar um mapa da ilha. Só encontramos placas indicativas já perto da praia. A praia é ótima. Águas super claras e lindas. Um banho maravilhoso. Há alguns quiosques onde podemos deixar nossas coisas. Para quem quiser, há cadeiras de praia para alugar. Também há um restaurante. Não deixem de ir a essa praia linda. Vale muito a pena (pelo menos para nós). Na volta da praia, “almoçamos” num subway que tinha no caminho. Depois, fomos novamente passear no centro, onde compramos alguns souvenirs de lembrança, além de pesquisar preços de algumas coisas que estávamos pensando em comprar. Ainda voltaríamos a Aruba para mais um dia, já que nosso vôo da GOL sairia de lá para o Brasil. 23/11 ARUBA-SABA. Não há vôos direto para Saba a partir de Aruba. Todos os vôos de Saba chegam a partir de St. Martin. Para chegar a Saba, precisamos pegar vôos em 2 companhias aéreas. De Aruba para St. Martin fomos de Insel Air. Preço total da passagem ida e volta, para 2 pessoas, com taxas, foi de US$ 575,90. Compra feita no site da insel air (http://www.fly-inselair.com). De St. Martin para Saba, fomos de Winair, a única companhia aérea autorizada a operar em Saba. Para os que não sabem, Saba tem a menor pista de pouso do mundo (pelo menos é o que o povo de lá fala), com apenas 400 metros de comprimento. Os pilotos da Winair passam por treinamentos mensais. Uma verdadeira aventura. Os aviões possuem apenas uns 22 lugares para passageiros. Compramos a passagem pelo site da Winair (http://www.fly-winair.com) ao custo por pessoa de US$ 140,85 por pessoa, ida e volta (detalhe: o vôo é de apenas 15 minutos entre as 2 ilhas). O que falar de Saba? Resumirei com a seguinte palavra: EXPLÊNDIDA. Foi a melhor surpresa da viagem. Para os que não sabem, Saba é uma ilha vulcânica. É uma ilha, digamos, vertical. Lá, ou você sobe ou desce. Não se anda na horizontal. Não há praias. Se você procura praia, esqueça Saba. Em Saba você pode fazer 3 coisas: relaxar apreciando a fantástica paisagem, fazer trilhas (para cima ou para baixo) ou mergulhar. Nós fizemos a primeira e a terceira opção. Fomos recepcionados no aeroporto de Saba pela taxista Donna, enviada pelo nosso hotel. Uma senhora hipersimpática, que não para de rir e falar o tempo todo. Aliás, o povo de Saba é só simpatia. Quando se anda na rua, os moradores locais sempre cumprimenta os visitantes, é sempre um bom dia, um boa tarde.... pense num povo educado. Ficamos hospedados em Windwardside, uma das cidades da ilha, que fica a mais de 400 metros do nível do mar. Isso mesmo, 400 metros de altura. Só estando na ilha para imaginar como foram calçadas as estreitas estradas e ruas de Saba. Só a subida para Windwardside, já vale a visita a ilha. A estrada beira penhascos o tempo todo. O visual do mar é fantástico. Recomendo muito que fiquem nessa cidade, pois lá a paisagem é fantástica. Outra boa surpresa foi nossa pousada, The Cottage Club (http://www.cottage-club.com). A pousada é constituída de 10 chalés. Todos com cozinha completa, uma bela cama e uma vista fantástica do mar. Da varanda do chalé você observa o contraste da montanha com o mar. Uma vista de tirar o fôlego. Pagamos pela diária US$ 120,00. Café da manhã a parte por US$ 9,50. Sobre o valor da diária ainda há um pequeno imposto. Apesar de não ter sido barata, valeu cada dólar gasto. Ainda há uma bela piscina, com vista panorâmica. O pessoal da pousada, a Leslie e o Stefan, são super atenciosos. Na cidade, há uns poucos restaurantes e 2 supermercados. Há também 2 centros de mergulho, o Sea Saba e o Saba Divers, com o qual mergulhamos. Fizemos 4 mergulhos cada um. O Saba Divers é um pouco mais barato que o Sea SAba. Em seu preço está incluso também o transfer até o porto, Fort Bay, local de onde sai o barco para o mergulho. Pagamos pelos 4 mergulhos, cada um, em torno de US$ 260,00, já com material e taxas de preservação. Quem mergulha sabe que este não é um esporte barato. Eu já havia reservado o mergulho com certa antecedência. A reserva pode ser feita na própria pousada. Nesse primeiro dia, acabamos apenas ficando na cidade, onde passeamos e curtimos um pouco do visual. E, claro, curtimos nosso cottage. 24/11- Mergulho em Saba. O taxista da operadora de mergulho, Billy, chegou às 08:50h para nos pegar e levar ao Porto. Antes, porém, uma passada rápida no centro de mergulho para pegar mais 4 mergulhadores. Chegando na base que fica no Porto, fomos recebidos pela Dive Master April, uma irlandesa super atenciosa e que se esforçava para falar espanhol conosco, já que minha esposa não fala inglês. Fez questão de detalhar todo o mergulho. Tudo o que veríamos e o que podíamos ou não fazer. Os dois mergulhos do dia foram maravilhosos. Super tranqüilos. Valeu a pena. Apesar de termos visto peixes grandes e tartarugas, não vimos tubarão (sim, gostamos de ver tubarão. No seu ambiente natural, dificilmente te farão mal). Insistimos que no dia seguinte queríamos tentar algum lugar que tivesse tubarão. Voltamos do mergulho com a alma renovada. Retornamos para a pousada, onde almoçamos e descansamos apreciando a linda paisagem. No final da tarde caminhamos um pouco pela “larga” rodovia (em muitos trechos só passa um carro), onde tiramos belas fotos das paisagens. A idéia era fazer uma caminhada, pegar uma das tantas trilhas que a ilha possui, mas mergulho também é cansativo e desistimos. Preferimos curtir a cidade. 25/11 – Mergulho em Saba. Mesma coisa do dia anterior. Nada de tubarões, porém uma paisagem submarina fantástica. Para nós que já mergulhamos em Bonaire em 2 viagens, digo o seguinte: o fundo do mar de Saba é até mais bonito que o de Bonaire (não que Bonaire não seja maravilhoso e mais prático, já que os mergulhos são de praia). Lá a variedade de espécies submarinas parece ser maior e o fundo do mar é bastante interessante. Eu diria que ambos são lugares imperdíveis. 26/11 – Saba-Anguilla. Logo cedo da manhã, às 06:30, pontualmente, nossa taxista, Donna, chegou para nos buscar e levar para o aeroporto de Saba. Apesar da hora, Donna novamente nos recebeu com seu super sorriso. Não para de falar em inglês em todo o trajeto. Explica várias coisas de Saba. O valor do taxi foi de US$ 17,00 (mesmo valor da ida). Ela nos foi providenciada pelo hotel (acho que teve um preço diferenciado). Chegando em St. Martin, pegamos nossas bagagens e pegamos um Taxi para o Porto de Marigot, local de onde saem os Ferris (barcos) para Anguilla. Pagamos US$ 20,00 pelo Taxi. A viagem até o Ferry durou cerca de 40 minutos, tendo em vista que no meio do caminho ficamos presos esperando uma danada duma ponte levadiça baixar e liberar o trânsito. Chegando ao porto de Marigot (capital francesa), pagamos a taxa de embarque para Anguilla (valor de US$ 5,00 por pessoa). Já no barco, pagamos a passagem, no valor de US$ 15,00 por pessoa. Em Anguilla, por indicação dos colegas do mochileiros.com, ficamos hospedados no apartamento Patsy’s Seaside Villa (Site: inns.ai/patsys – sem o www – F: 1 264 4767419 / 1 264 2358893). Pagamos US$ 145,00 pela diária (depois de muito chorar). É caro mesmo. Mas, como diria um colega mochileiro, para ficar pé na areia, é caro. O apartamento é completo. Tem um quarto, sala e cozinha. É bastante amplo. Calculo que tenha uns 50 m² ou mais. São meio velhos, precisam de um pouco de conservação, mas atendem. O principal é a localização, beira mar (a 15 metros do mar). Pé na areia. O problema do Patsy’s é que muitas coisas estão muito velhas, como a geladeira e o fogão, acabados pela maresia. A geladeira fazia um pouco de água, que molhava um pouco o chão. O fogão funcionava, mas faltou gás. Como foi no dia da tempestade, não teve como trocar. Tivemos que usar o apartamento vizinho para cozinhar algo. O ar condicionado também estava vazando água para o quarto. Mas, no geral, valeu a pena. Um detalhe importante é que o Patsy’s fica a uns 300 metros do cais de atracação de embarcações. O problema de estar perto é que durante todo o dia você ouve o barulho dos barcos. Mas, a vantagem é que dá para ir a pé até o hotel. No nosso caso, reservamos um carro com a própria Marjorie, proprietária do local, que nos foi entregue no próprio porto. A locadora se chama Andy’s. Fica no restaurante na saída do Porto. Pegamos um carro meio velho, mas bem completão e automático, por US$ 35,00. Fora isso pagamos ainda a quantia de US$ 20,00 por uma habilitação provisória (é obrigatório. Não aceitam a permissão internacional para dirigir, emitida pelo Detran Brasileiro, quebrei a cara). Não deixem de pegar um carro automático, pois a direção dos veículos em Anguilla é no lado direito (para os que não sabem, a ilha foi de colonização inglesa). Dirige-se no lado esquerdo da rua, oposto do Brasil. No começo eu me enrolei um pouco, mas depois me acostumei. Como chegamos cedo, deixamos as coisas no apartamento e fomos fazer umas compras num supermercado perto. Tudo na ilha é espalhado, inclusive os restaurantes. O bom mesmo, para economizar e evitar estresse, é você mesmo fazer sua comida. Perto das 12 horas, saímos na direção leste, para a praia de Shoal Bay East. Praia fantástica. Que água!!!! Aliás, todas as praias de Anguilla são de um azul indescritível e super transparentes. Esta praia possui alguns restaurantes. Possui também espreguiçadeiras para alugar, ao custo de US$ 10,00. Preferimos ficar num restaurante, onde comemos um tira gosto e usamos a espreguiçadeira (sem custo adicional). Tomamos banhos maravilhosos. Na volta para o hotel, ainda passamos na praia de Crocus Bay, onde vimos o por do sol. Mais uma praia fantástica. Vale a pena visitar. 27/11 – Anguilla. Este tinha tudo para ser um dos melhores dias de nossa viagem. Mas, foi o contrário. Acordamos cedo para curtir ao máximo algumas praias já pré-selecionadas. No entanto, o dia amanheceu com uma chuva fraca. Esperamos passar e nada. Lá pelas 11 da manhã, resolvemos sair, pois parecia que a chuva iria passar. Ao contrário, piorou. Acabamos voltando para o hotel e passando o resto da tarde fazendo nada, apenas na esperança que o tempo melhorasse. A chuva virou uma baita tempestade e o paraíso ficou feio. Confesso que fiquei muito triste, pois no dia seguinte teríamos que ir para St. Martin. Fiquei rezando que na segunda-feira amanhecesse um dia bonito, para curtir um pouco a ilha na parte da manhã. Ainda bem que o apartamento tem uma ótima internet WIFI gratuita. Deu para passar o tempo. 28/11- Anguilla – St. Martin. Acordamos cedo novamente na esperança de aproveitar um pouco mais anguila. O dia estava melhor, mas o tempo estava feio, nublado. Chegamos a dar uma volta na ilha, mas o tempo fechou e começou a chover. Voltamos para o apartamento e resolvemos ir embora para St. Martin, talvez lá o tempo estivesse melhor. Às 13 horas saímos do apartamento em direção ao Ferry. A essa hora, eu já tinha devolvido o carro, pois o aluguel venceu às 10 horas. Cheguei a pedir para ficar um pouco mais com o carro, mas levei um não super grosseiro de umas responsáveis pela locadora de veículo(uma mulher meio gorda que fica no restaurante do Porto de Anguilla). Ou eu pagava outra diária, ou nada feito. De qualquer forma, outra moça de lá, Lisa, é super gente fina. Desde o começo nos tratou super bem. Aliás, o pessoal de Anguilla é bem educado e prestativo. Desde que chegamos na ilha, várias pessoas se ofereceram para nos ajudar, mesmo sem ganhar nada em troca. Quando fui abastecer o carro, um senhor, que estava abastecendo o carro dele, se ofereceu para colocar a gasolina no meu carro alugado (lá os postos são self service, a gente mesmo abastace). Considerem, então, a gorda do restaurante como uma exceção no quesito educação. Pois bem, Patsy, filha de marjorie, gentilmente, se ofereceu para nos levar ao Porto, pois estava chovendo. Aceitei na hora, a carona. Uma surpresa foi a taxa que tivemos que pagar para sair da ilha. Tivemos que pagar US$ 20,00 cada um pela taxa de saída, fora os US$ 15,00 pelo Ferry até Marigot. Tchau Anguilla. Ficou um gosto de quero mais, já que tivemos um dia perdido. Com certeza ainda voltaremos a essa ilha tão maravilhosa. Perto das 14 horas, chegamos em Marigot, St. Martin. Alugamos um veículo econômico (um hiundai I10, completo e automático – em St. Maarten/Martin, dirige-se no lado “correto”, como no Brasil) na Thrifty St. Maarten (lado holandês). Anteriormente eu já havia entrado em contato por email com o pessoal da locadora, que, gentilmente, se ofereceu para nos pegar em Marigot e levar até a locadora. Tudo o que tive que fazer foi ligar e avisar o horário que chegaríamos em Marigot. Não nos cobraram nada por isso. E olhe que o percurso é relativamente longo, entre 20 e 30 minutos de carro, sem trânsito (nem me fale no trânsito de St. Martin... adiante falarei melhor). O aluguel do veículo foi de apenas U$ 20,00 por dia. O problema foi o valor do seguro, US$ 18,00 por dia, além das taxas. No total, por 4 diárias, gastamos quase US$ 185,00. Portanto, cuidado ao alugar carro em St. Martin. O valor do seguro lá é alto, além de ter algumas taxas que encarecem o aluguel. Em St. Maarten/Martin, há furto de veículos. É bom ter atenção. A locadora fica ao lado do aeroporto do lado holandês. De lá para nosso hotel, foram apenas uns 10 minutos. Bem tranqüilo. Chegamos no hotel perto das 16 horas. Também por indicação de algumas pessoas do mochileiros.com, ficamos no FLAMINGO BEACH RESORT (http://www.diamondresorts.com). Conseguimos uma ótima promoção de baixa temporada. No total, gastamos em torno de R$ 650,00 por 4 diárias. Uma pechincha, considerando a qualidade do hotel. Fiz uma reserva antecipada no site hotels.com. O único detalhe é que tive que pagar à vista e de forma antecipada. Mas valeu a pena. O quarto do hotel é, na verdade, um Studio, com uma ótima cama, ótimo banheiro e uma ótima cozinha. Tem sala e varanda. Tudo muito novo. Inclusive, durante nossa estadia, trocaram o colchão e colocaram 2 novas TV s de tela plana. Não gostamos de 2 coisas no hotel. O primeiro é o fato de não terem nos colocado num quarto com vista para o mar. Mas aí o conforto do quarto compensou. E a outra é que o quarto não tem internet WIFI gratuita. Pelo menos há na recepção do hotel. Uma coisa que não chegou a incomodar, mas vale o comentário, foi o fato de o hotel ser lotado de americanos, que, por qualquer coisa, davam gorjeta aos funcionários do hotel. Aliás, a ilha toda é assim. Isso acaba sendo ruim para nós brasileiros, pobres mortais, que não podemos dar gorjeta para todos (nem acho que temos obrigação de sair dando gorjeta por qualquer besteira, como fazem os americanos). Na noite desse dia 28, choveu pra caramba na ilha. Alagou tudo. 29/11- St. Maarten/Martin. Volta na ilha. O dia amanheceu meio nublado, mas sem chuva. Resolvemos dar a volta na ilha de carro, parando nas principais praias. Saimos em direção a Marigot, capital francesa da ilha. Na saída dessa cidade, começou um baita engarrafamento. Passamos cerca de 1,5 hora para chegar em Grand Case, nossa primeira parada. Confesso, que fiquei muito estressado. Sair do Brasil, de Recife, que é super engarrafada, para pegar engarrafamento, em plenas férias, ninguém merece. O problema foi uns pontos de alagamento, devido às chuvas do dia anterior. Infelizmente Grand Case não foi o que esperávamos. Achamos uma praia muito urbana. A praia é tomada de construções na beira mar, quase invadindo o mar. Muitas casas na beira mar acabam deixando poucos acessos para a praia. Demos uma olhada rápida e fomos embora, em direção a Orient Bay, já que todos diziam ser uma das melhores praias da ilha. Para nossa surpresa, também não gostamos de Orient Bay. Praia com um pouco de ondas e de águas não tão caribenhas como Aruba e Anguilla. Pra completar estava com muitos sargaços. Aliás, a cor do mar dessa ilha não se compara a Anguilla. O mar não é feio não. Mas, não é super transparente como Baby Beach em Aruba e como Anguilla. Antes de Orient Bay, demos uma passagem na praia (cul de sac) de onde saem os barcos para Ile Pinel. Como o tempo estava meio instável, deixamos a visita a essa ilha para o dia seguinte. Já perto do lado Holandês, fomos conhecer a praia de Oyster Pond. A praia meio que serve como uma espécie de porto. Nessa praia, quando estávamos manobrando o carro, outro carro parou no nosso lado e uma moça desceu para nos oferecer 2 bebidas para conhecermos o Resort Westin (uma rede mundial de resorts). Ela nos ofereceu um cupom, onde teríamos que riscar e concorrer a um prêmio, que poderia ser até o valor de US$ 1000,00. Para nossa surpresa, nosso cupom deu a chance de ganhar ou esse prêmio em dinheiro, ou 4 diárias num resort do México ou uma câmera filmadora. Mas, para isso, teríamos que ouvir alguém tentando nos vender um danado dum pacote, durante pelo menos 1 hora. Ainda pensei em não ir, mas não resistimos aos prêmios. Resultado, passamos cerca de 1,5 hora ouvindo o danado do povo. Pelo menos no final, conforme prometido, ganhamos um prêmio, 4 diárias no México. Espero que cumpram com o prometido. Já eram quase 15 horas e estávamos cansados. Resolvemos então ir caminhar no centro de Philipsburg, capital holandesa. Achei a beira mar muito bonita. Inclusive a praia lá, apesar de urbana, é ótima para banho. Hiper calma e com águas claras (lógico que não como Anguilla). Também é um ótimo lugar para compras. Tem, inclusive, melhores preços que Aruba. Parecia que esse não era nosso dia. Voltamos para o hotel perto das 18 horas. Pegamos outro engarrafamento gigante. Levamos quase 2 horas para chegar no hotel. Pense num estresse. Além das chuvas, a cidade estava em obra, com vários desvios. Como a ilha é toda montanhosa, não há muitos caminhos alternativos. 30/11- Ile Pinel. Acordamos com o firme propósito de ir para Ile Pinel. Estávamos secos por um bom banho de mar. Foi a melhor coisa que fizemos. A travessia custa US$ 7,00 por pessoa, ida e volta. Os barcos partem a cada 30 minutos de cul de sac e a travessia não dura 20 minutos. Pense num lugar maravilhoso. Um mar realmente caribenho. Tomamos muito banho bom. O lugar é excelente para banhos. A ilha não possui muitas sombras, por isso acabamos nos rendendo e alugamos um guarda-sol com 2 cadeiras de praia, ao custo total de US$ 15,00, com direito a 2 drinks free. O detalhe é que tinham muitas gringas (mais velhas ou mesmo novas) fazendo top less. Na volta, paramos em Marigot. Passeamos um pouco pela cidade e entramos no shopping que tem lá. Há várias lojas, mas a única que de fato vale a pena é a loja duty free que vende perfumes e cosméticos. Inclusive, a maioria dos preços são iguais ou melhores que as lojas similares do lado holandês. Foi uma surpresa. Minha esposa aproveitou para fazer logo a feira dela. Mas, como mulher gosta desse tipo de loja. Não sei pra que comprar tanto creme e perfume.. rsrsrsrs. Na volta para o hotel paramos em Mulet Beach, onde vimos o por do sol mais belo da viagem. A praia é bonita. Talvez, a praia mais bela do lado holandês. No caminho para o hotel ainda passamos em Maho beach (a famosa praia que fica por trás do aeroporto), onde pudemos ver um avião grande pousando. Imperdível. Voltamos para o hotel. À noite, fomos comer uma boa pizza, na beira duma baía interna, porto seguro para atracação de várias embarcações. 01/12- Ile Pinel, novamente. Este seria o dia que tínhamos planejado ir para St. Bart. O problema é que a esta altura, quase 2 semanas viajando, já estávamos um pouco cansados e ainda não tínhamos aproveitado tudo de St. Maarten/Martin. Desistimos do passeio. Ficaria para uma próxima visita, onde tentaremos dormir na ilha pelo menos 2 noites. Advinha para onde resolvemos ir novamente. Isso mesmo, Ile Pinel. Pois é, repetimos o programa. Gostamos tanto da ilha, que resolvemos passar o dia torrando no sol da pequena, porém bela, ilhota. Foi ótimo. Neste dia tinha menos gente que o anterior e o mar e o sol estavam ótimos. Por volta das 15 horas já estávamos novamente em Philipsburg. Aproveitamos a tarde para comprar várias coisas que ainda não tínhamos comprado, bem como para tirar as últimas fotos. Afinal de contas, esse era nosso penúltimo dia de viagem em St. Maarten/Martin. 02/12- St. Maarten - Aruba Último dia na em St. Maarten. Nosso vôo era no final da tarde. Tiramos o dia para aproveitar a praia do Flamingo Beach Resort. Apesar de não ter as águas claras que tanto falei ao longo deste relato, é uma ótima praia. Águas calmas e numa boa temperatura. Valeu uns bons banhos de despedida. Às 12 horas, em ponto, tivemos que fazer o check out do hotel. Chegaram a nos oferecer um quarto para banho, para sair um pouco mais tarde, mas avaliamos que não compensaria. Preferimos sair um pouco mais cedo do hotel, comer algo e depois fazer hora em Maho beach. Ótima escolha. Mais uma vez vimos uma avião pousando e a força da turbina de um jumbo prestes a decolar. Valeu o espetáculo. Retornamos para a locadora, onde devolvemos nosso possante. Como a locadora não fica dentro do aeroporto, eles nos levaram lá sem custo adicional. Detalhe. O motorista da Van da locadora não foi muito simpático. Creio que foi porque não demos gorjeta (mais uma vez, antes de entrar na van, vi os danados dos americanos molhando a mão do motorista). Não dá para pobres mortais brasileiros concorrer com os poderosos americanos do norte. Retornamos, então para Aruba, pois nosso vôo para Brasília partiria de lá. Como muitos sabem, a GOL não opera mais vôos partindo de St. Martin. Voltamos um dia antes da viagem para o Brasil. Ainda teríamos mais um dia em Aruba. Chegando no aeroporto de Aruba, pegamos, mais uma vez, um carro alugado que tínhamos reservado na hertz (US$ 55,00 incluíndo US$ 16 de seguro e taxas) e nos dirigimos para o Villa Punta Salina, de nosso amigo Olivier. Desta vez, não nos perdemos. Como ele tinha reserva para o quarto Iquitos, ele nos colocou no outro quarto, o Pucalpa Studio. Apesar de esse quarto ser mais barato, US$ 60,00, e do Olivier nos ter cobrado esse valor, resolvemos pagar o mesmo preço do Iquitos, US$ 70,00, tendo em vista que o Olivier, muito gentilmente, nos deixou ficar no quarto até a hora em que teríamos que seguir para o aeroporto no sábado, até as 19 horas. Detalhe, a única diferença entre os quartos é que no Iquitos o banheiro é maior que o do Pucalpa. 03/12 Aruba – Brasília Apesar de esse ser o nosso dia de partida, nosso vôo só seria perto das 22 horas, de modo que teríamos todo o dia para aproveitar. Tínhamos a intenção de retornar a praia de Aruba que mais gostamos, Baby Beach. No entanto, o dia amanheceu chuvoso. Resolvemos então ir para Eagle Beach, uma praia que apenas tínhamos passado ligeiramente nos nossos primeiros dia na ilha. Ao chegar lá, começou a danada da chuva. Tivemos então que mudar de planos. Fomos passear em Oranjestad. Esse era nosso plano para a parte da tarde. Acabamos invertendo. Compramos umas últimas lembranças e minha esposa aproveitou a promoção da Tommy de 50% de desconto em algumas peças. Também pegamos um feirão na Polo Ralph Lauren. Montaram uma coberta em frente a loja e começaram a vender várias roupas com mais de 50% de desconto. Não dava pra quem queria. Almoçamos na Pizza Hut. Uns US$ 22,00. De lá, resolvemos tentar novamente aproveitar a bela Eagle beach. Conseguimos tomar um bom banho de final de tarde. Uma ótima despedida. Nosso vôo da GOL não tinha nem metade da lotação máxima. Achei bom por ter um pouco mais de conforto na viagem, mas achei ruim porque a companhia aérea acaba não lucrando, podendo deixar de operar a rota. Rezo para que isso não aconteça, pois amamos o caribe e pretendemos retornar várias vezes, e não quero ter que viajar por Caracas. Nossas impressões das ilhas: 1- Aruba: de fato é, como dizem, uma ilha para americanos.A ilha é cheia de cassinos e de prédios altos. Mas também é para nós brasileiros. Tem coisas para todos os gostos. Dá para ficar na ilha gastando pouco, ou o mínimo possível. Vejam que gastamos US$ 70,00 por dia na Villa Punta Salina. Confesso que a ilha foi muito mais do que eu esperava. Acho que vale a pena passar pelo menos uns 3 dias lá. Inclusive, para quem gosta de compras, tem ótimas opções. E, para quem gosta de praia, tem a fantástica Baby Beach. 2- Saba: uma excelente surpresa. É, como disse um colega do mochileiros.com, a Suíça do Caribe. Pense numa ilha vertical e com tudo muito arrumado, organizado. É Saba. Uma pequena ilha, sem praias, mas de um visual espetacular. Amamos. Quem for não se arrependerá. E o bom é ir para ficar pelo menos umas 2 noites. 3- Anguilla. Como os colegas do mochileiros.com falaram, tem as melhores praias do caribe. É fantástica. Uma pena que pegamos um dia de chuva. Mas, o dia de sol que passamos foi suficiente para vermos o quão bela é esta ilha. Acho que vale ficar pelo menos uns 3 dias lá. Só não espere agito lá. De noite, no máximo, você vai aos restaurantes da ilha, que por sinal é super cara. 4- St. Maarten/Martin. Das 4 ilhas, achei a mais complicada. Como é uma ilha montanhosa, possui estradas muito estreitas, o que acaba deixando o trânsito meio maluco. Com relação às praias, não achamos as praias da ilha muito bonitas, quando comparadas com as das demais ilhas que fomos. No entanto, lá tem uma pérola que vale muito a visita e muitos banhos, que é Ile Pinel. Talvez lá tenha sido, ao lado de Baby Beach (Aruba), o melhor lugar de banho da viagem. Ah sim... lá também é uma ilha cheia de americanos do norte. Mas, no final, o que vale é conhecer todas as ilhas. Cada uma tem sua particularidade. Cada uma é melhor em algo. Elas se complementam. O que falta em uma, acabamos achando na ilha seguinte. Só posso terminar esse humilde relato dizendo que o Caribe continua belo. Espero que continue assim por muitos e muitos anos e que a GOL continue a operar pelo menos Curaçao e Aruba, pois assim evitamos ter que passar pela turbulenta Caracas. Peço desculpas pelos eventuais erros de Português que eu possa ter cometido. Para esclarecimentos adicionais, podem escrever nesse fórum ou enviar mensagem para: [email protected] [picturethis=http://www.mochileiros.com/upload/galeria/fotos/20111208220628.jpg 500 375 baby beach]Escreva seu texto aqui. Apague este texto mas tome cuidado para não deletar as chaves [ ]. Onde está escrito Legenda da Foto, coloque o Nome da Foto e se quiser ver como fica antes de escrever seu texto clique no botão Prever[/picturethis]
  21. Olá Edu.. Infelizmente nas 2 vezes que fui a bonaire não tive a oportunidade de encontrar tubarões baleia. Talvez pela época (fui em junho/2008 e dezembro/2010) ou talvez por sorte mesmo. E olhe que, em cada uma das vezes que fui ,fiz pelo menos uns 7 mergulhos. E, como falei anteriormente, nenhum tipo de tubarão eu vi. Pelo que eu andei lendo, principalmente em revistas especializadas em mergulho, como a revista mergulho (www.mergulho.com.br), o caribe norte é mais fácil de ter tubarões baleia, inclusive perto da costa norte do méxico. Este ano alguns mergulhadores aqui do recife avistaram um tubarão baleia em um naufrágio, que inclusive já mergulhei. Foi muita sorte. Até no fantástico saiu. Fiquei morrendo de inveja... Em novembro próximo estarei indo novamente pro caribe. Desta vez vou conhecer aruba, san maarten, anguilla e talvez saba. Esta é um dos 10 melhores lugares do caribe para mergulhar (veja a revista mergulho deste mês - tem uma reportagem legal). Vi nas informações sobre a ilha que lá tem alguns pontos de mergulho com chance de ver tubarão..... mas, vou falar... dá uma vontade de passar uns 3 dias pelo menos em bonaire... mas minha esposa não quer, pois já foi 2 vezes e quer conhecer lugares novos.... talvez na próxima viagem eu volte a bonaire.. Vi os sites que vc mandou.. relamente falam da chance de ver tubarão baleia... fiquei pensando onde.. talvez em mergulho embarcado, mais afastado da ilha..... Boa sorte por lá.. Abraços...
  22. VAleu André... tentarei escrever um relato de minha viagem ao caribe em novembro. Já é certo de eu ir para aruba, anguilla e san maarten. Por equanto estou vendo a questão das hospedagens e passagens locais entre ilhas. Também estou resolvendo se vou para Saba, pois ficará um pouco corrido. Mas, estou pensando fortemente em ir. Abraços..
  23. Caro Edu Siqueira, Minha intenção não foi ser "ríspido". Foi ser apenas realista. Quando falei que vc era como a maioria das pessoas ao achar os tubarões monstros, foi porque 99% das pessoas pensam assim. E com o seu medo de tubarão, demonstrado claramente em suas mensagens, vc, certamente, está neste grupo. Mas, ao afirmar que vc está neste grupo, não estou te rebaixando. Ao contrário, tentei passar um pouco da minha experiência para tentar abrir sua cabeça e de outros que leem este fórum. Portanto, fique a vontade para tirar qualquer dúvida que tenha sobre tubarões. Se eu souber, não hesitarei em te responder. Fique tranquilo que em bonaire o mergulho é super tranquilo. Não esqueça da regra número 1 do mergulho: nunca mergulhar sozinho. Portanto, peça a sua namorada para também fazer o curso, pois em bonaire a grande maioria dos mergulhos é de praia, por nossa conta, sem nenhum dive master para te acompanhar. Você terá que ter alguns equipamentos, como um computador ou relógio de mergulho (você pode comprar em curaçau ou aruba - para iniciante um relógio citizen digital de mergulho é mais que suficiente - lá deve custar perto de us$ 300,00 - em bonaire tem uma loja no centro que vende relógios citizen, mas em curaçao ou aruba é mais fácil comprar). No mais, mergulhar em bonaire é uma tranquilidade.Basta estacionar a caminhonete de ré, equipar-se, entrar no mar, nadar um pouco, e afundar. A partir daí é só apreciar a natureza preservada de bonaire. E, para mim, rezar que apareça um peixe grande, como um tubarão. Infelizmente, em bonaire, dificilmente, você verá tubarões baleia. Se vir, tire fotos e avise aqui, pois vou arrumar minhas malas e ir correndo para lá. Peixes maiores, como barracudas e talvez badejos, você verá facilmente no naufrágio hilma hooker. Conclamo você e todos os que participam do fórum a não comer carne de tubarão. Sempre que servirem cação, recuse, pois assim estará contribuindo para a não extinção de algumas espécies de tubarão. Dê uma olhada no site www.seashepherd.org.br. É uma organização internacional que luta pela preservação da vida marinha (não faço parte de nenhuma organização de preservação - apenas tento ser mais consciente). Fico á disposição para novos esclarecimentos que por acaso surjam. Abraços
  24. CAro Edu Siqueira.. Infelizmente você parece ser como a maioria das pessoas, ou seja, acham que os tubarões são monstros. Quando você começar a mergulhar verá que os tubarões não são nada disso do que você acha. Os ataques no nordeste (sou de recife, local de ataques) ocorrem devido a única e exclusiva culpa do homem, que achou de destruir os locais de reprodução dos tubarões, além de mudar as correntes marinhas com a construção do porto de suape. Além do mais, os tubarões não gostam de carne humana. Atacam em recife por confundirem os surfistas com focas, estas sim, fazem parte do cardápio deles. Fique tranquilo. infelizmente bonaire não tem tubarões. Já fiz mais de 10 mergulhos lá nas 2 vezes que fui e, para minha tristeza e de minha esposa, não vimos tubarões. Nem mesmo os tubarões lixa, que costumam dormir no fundo do oceano e nos deixam passar a mão. O caribe sul é fraco de tubarão. Se você tem medo de tubarões, não mergulhe no pacífico. Lá sim, tem muitos tubarões. Mas, não nos representam uma ameaça. Para você ter idéia, mergulhei na polinésia francesa com mais de 100 tubarões num único mergulho. Dos 10 mergulhos que fiz na polinésia, creio que em apenas um não vi tubarão. E, sinceramente, este último foi o mais fraco. Mergulhar com tubarões é uma emoção grande. Depois que você fizer seu curso básico de mergulho e já tiver alguns mergulhos de experiência, tente o mergulho em algum lugar que tenha tubarões. Você verá que eles não estão nem aí para você. Eu mesmo, ano que vem ou no outro, pretendo ir para galápagos, paraíso dos tubarões. É uma pena ser tão caro, mas acho que valerá o esforço. Bom, é isso aí. Tire da cabeça que tubarões são monstros. Abraços..
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