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copaes

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  1. André, valeu pelas dicas. Vou tentar organizar o meu roteiro. Se tiver mais dúvidas, volto a te incomodar. Abraços..
  2. Acho que vou seguir seus conselhos. Vou tentar ir para saba. Desde o início achei bem legal, diferente das demais ilhas do caribe. Tenho algumas perguntinhas ainda, caso não te incomode, pois já perguntei muito: 1-Você tem alguma indicação de hospedagem em saba? 2-Você acha que se eu ficar 3 dias inteiros só em San maarten é suficiente? dá para conhecer muita coisa? 3- Será que eu chegando a san marteen no começo da tarde dum sábado ou domingo, consigo pegar fácil o ferry para anguilla? 4- Você tem o site do lloyds guest house em anguilla (não consigo acessar o site informado acima www.lloyds.ai, dá erro)? você sabe informar se lá tem cozinha completa? Valeu, Abraços,
  3. Olá André, Mais uma vez agradeço as dicas. Saba só mesmo de avião. Talvez eu desista de saba e prefira ir para a velha e boa bonaire. 3 dias lá dá para um monte de mergulho. Mas, acho que vou passar 2 ou 3 noites em anguilla e devo alugar carro. Adoro lugares calmos, apesar de minha esposa gostar um pouco de agitação. Você tem indicação de hospedagem em anguilla boa e que não seja cara? É fácil chegar no porto de anguilla e alugar um carro? Valeu.. Abraços
  4. Valeu André.. vi que saba é pequena e que o forte lá são as trilhas e os mergulhos... você foi pra lá de avião ou de barco a partir de st. maarten? o custo foi alto? me parece que lá é o melhor lugar da região para mergulhar e um dia só lá não dá para mergulhar e conhecer a ilha. O melhor mesmo é passar uns 3 dias lá. Quanto a anguilla, creio que passarei umas 2 ou 3 noites.... para saba, as passagens de avião, pela winair, estão um pouco caras para a distância, cerca de Us$ 150,00 ida e volta, a partir de sr. maarten. Outra coisa, é fácil chegar de ferry em anguilla? tem vários ferrys por dia, em vários horários? você sabe onde posso conseguir o horário dos ferrys? Mais uma coisinha. Devo chegar em St. maarten e ir primeiro para anguilla. Daí, terei que pegar o ferry. É fácil se deslocar do aeroporto para o local de onde saem os ferrys? há transporte que não seja táxi? Abraços..
  5. Olá André, Estou com uma viagem para o Caribe marcada para o próximo mês de novembro. Meu voo é gol, milhas, e chegará por aruba, única das ilhas ABC que ainda não conheço. Terei 2 semanas de viagem e também irei para San Martin e mais uma terceira ilha. Adoro mergulhar. Para se ter idéia, já fui 2 vezes para bonaire. Por isso, estou em dúvida quanto a terceira ilha: Saba ou anguilla. Pelos relatos no tópico de san martin, todos, inclusive você, falam super bem de anguilla. Eu vou para as ilhas mais pela beleza natural. Vi que saba é mais mergulho mesmo. Pelo que vi, nem praia lá tem. Você já esteve em Saba? se tivesse que escolher entre saba ou anguilla, qual escolheria? e san martin, quantos dias só lá, sem considerar passeio a barth, por exemplo, vc acha que são ideais? vi que saba é linda, tem o melhor mergulho da região (não sei se no nível de bonaire), apesar de não ter praia. Já anguilla, parece ter praias maravilhosas, melhores do que as de san martin, por isso achei que seria interessante ficar lá ao invés de fazer o que o bate e volta que a maioria das pessoas fazem. Eu tou pensando no seguinte roteiro: 4 dias em aruba, depois mais 4 dias em saba ou anguilla, e, finalmente, mais uns 5 dias em san martin. Outra opção, seria incluir tanto saba quanto anguilla e reduzir a quantidade de dias em algumas ilhas. Baseado em sua experiência, o que achas? Abraços
  6. Aninha, O andré tem razão.. é altamente recomendável o curso de mergulho. Com ele você aproveitará a verdadeira beleza de bonaire, o fundo do mar, podendo fazer até uns 4 mergulhos por dia. Para batismo, vc fará menos mergulhos. Sem contar que o batismo é mais caro que simplesmente mergulhar por conta própria, com seu dupla. Com o curso vc também poderá mergulhar em muitos lugares maravilhosos do Brasil.
  7. Olá Aninha.. Conheço tanto Los Roques quanto Bonaire. Nesta última ,estive 2 vezes, a última em dezembro/2010. As 2 são ilhas muito diferentes. Los Roques é bem menor e tem menos de 3000 habitantes. Bonaire, apesar de ser quase do tamanho de Curaçao, não tem mais do que 12000 habitantes. Por conta disso, é um ótimo lugar, calmo e com o mar maravilhoso. Baladas: no máximo você encontrará, em Bonaire, alguns bares com música ao vivo a noite. Não recordo de ter visto nada mais animado. Mergulho: Seria muito bom que você tivesse o certificado OPEN WATER para poder mergulhar a vontade por lá. A ilha respira mergulho. E o melhor, você pode mergulhar por conta própria. Caso não faça o curso, você pode fazer batismo com qualquer das várias operadoras de lá. REcomendo a dive friends. São muito organizados. Carro: eu só alugaria uma caminhonete se fosse mergulhar. Do contrário, um carro pequeno resolve. Mas, não deixe de ter um veículo para poder circular na ilha. Lá não tem transporte público e as praias são longe. Comida: Na capital de bonaire há um bom supermercado, onde você poderá comprar tudo o que precisa para cozinhar. As coisas não são baratas como no Brasil, pois lá é ilha e tudo chega de barco, geralmente da Venezuela. Mas, não são tão caras. É muito mais barato cozinhar do que comer em restaurente. Vale a pena. Eu mesmo, nas 2 vezes que fui por lá, opter por cozinhar. NO mais, é isso. Aproveite que a ilha é linda. Por enquanto, dentre as que conheço, Bonaire é a minha predileta do caribe, apesar de também adorar Los Roques. Este ano conhecerei outras ilhas caribenhas e, creio, dificilmente, serão melhores que Bonaire e Los Roques. Saudações...
  8. Olá.. Acabei de vir de Bonaire. Esta foi a segunda vez que estive por lá. O lugar é maravilhoso. Certamente voltarei outras vezes. De fato, a regra número 1 do mergulho é mergulhar pelo menos em dupla. Em Bonaire a grande maioria dos mergulhos você faz sozinho, sem operadora de mergulho. Apenas aluga o material com as operadoras. Portanto, na minha opinião, vc deve arrumar uma dupla para os mergulhos. Creio que lá esta será uma tarefa não muito fácil. Você tem a opção de fazer alguns mergulhos com as operadoras, principalmente em Klein bonaire (a ilha que fica em frente a bonaire). Se servir de consolo, encontrei um senhor brasileiro de são paulo mergulhando sozinho. Ele pareceia bem tranquilão. O mar lá é bem tranquilo. De repente você poderia ir para os pontos de mergulho e chegando lá poderia tentar acompanhar algum mergulhador que estivesse para iniciar o mergulho. Mergulhador é o que mais tem por lá. Abraços..
  9. Entre os dias 6 e 13 de dezembro de 2009, estive viajando na chapada dos veadeiros, em Goiás. Sempre me utilizo das experiências de viagens dos viajantes deste fórum. Desta forma, mais uma vez posto aqui a experiência de mais uma viagem. De início, eu pretendia tomar um ônibus de Brasília para são Jorge e tentar fazer os principais passeios através de agências de turismo locais. Através de pesquisas verifiquei que ficaria inviável. Tentei então fechar um pacote completo com uma das agências de alto Paraíso ou Cavalcante. Também não deu certo, pois eu estava sozinho e precisavam de pelo menos mais uma pessoa para fechar o pacote. Ocorre que a época é de baixa temporada, o que apesar de ter algumas vantagens, como pousadas mais baratas e lugares mais vazios, houve a desvantagem de não conseguir fechar um pacote que fosse viável. 1- Vamos aos detalhes: - As cachoeiras são longe, quer seja de São Jorge, quer seja de Cavalcante ou de Alto Paraíso. Poucas cachoeiras você consegue fazer a pé a partir dessas cidades. Portanto, um veiculo é indispensável. Ou você contrata os passeios através de alguma agência local ou vai de veículo particular. Um veículo pequeno chega aos principais atrativos. As estradas de terra são ruins, mas são transitáveis. -A época é de chuvas. Portanto, deve-se ir preparado para tomar banho de chuva em alguma hora do passeio. Eu dei sorte. Peguei tem pó nublado quase todos os dias, mas em apenas dois dias choveu mesmo e mesmo assim foi apenas na parte da tarde. Não chegou a estragar o passeio. -Além do tênis, levem uma sandália tipo papete. Vai ser muito útil nas travessias dos rios, evitando molhar o tênis. Também pode ser utilizada para entrar nos rios que tiverem muitas pedras. - Diária dos guias: em Cavalcante e São Jorge, R$60,00. Em Alto Paraíso, R$ 80,00. São negociáveis, especialmente se tiver poucas pessoas. A partir da sétima pessoa, cobram um valor adicional. Em Cavalcante fechei 3 diárias por R$ 140,00. Em Alto Paraíso paguei R$ 60,00. Em São Jorge, paguei R$ 50,00. 2- Roteiro Como dito, não fechei um pacote com nenhuma agência. Os preços estavam impraticáveis. Preferi ter o custo do aluguel de um veículo em Brasília, ainda no aeroporto. Aluguei um celta mil, com ar, ao custo de R$ 550,00 por uma semana. Foi a melhor coisa que fiz, pois tive toda a liberdade para ir para onde eu quis e quando eu quis. - 06/12: Brasília – Cavalcante Ao chegar em Brasília, peguei o carro alugado, previamente reservado, e segui para Cavalcante. A viagem é bem tranqüila, apesar da estrada não estar muito boa, especialmente num trecho de estrada do DF. Muita chuva neste dia. No começo da tarde cheguei a Cavalcante. Seguindo indicações do fórum, fiquei hospedado na POUSADA MORRO ENCANTADO (http://www.pousadamorroencantado.com.br – F: 62-3494-1079), ao custo individual de R$ 50,00. A pousada foi uma agradável surpresa. Um ótimo custo benefício. Além de ter boas instalações ainda oferece, gratuitamente, internet WI FI. Portanto, podem levar os notebooks. A pousada também possui um bom restaurante, a preços razoáveis, com pratos custando em média R$ 12,00. Seguindo indicação de Weverson (http://www.namuchila.com) contratei o guia ZÉ PEDRÃO ([email protected] – f: 62-96587367). Ótimo guia. Recomendo bastante. Bastante responsável e conhecedor da região. Em épocas de alta temporada é bom reservar com ele antecipadamente, pois é bastante solicitado. 07/12 – Cavalcante - Cachoeira Santa Bárbara e da Capivara. Certamente a Santa bárbara tem as águas mais transparentes de toda a chapada. Linda. Para chegar nela, foi preciso percorrer de carro cerca de 26 km de estrada de terra até o Engenho II dos Kalungas (remanescentes dos quilombos). Paga-se R$ 10,00 para ter acesso as cachoeiras. Para quem estiver de caminhonete ou alguma carro bem alto, consegue-se chegar até bem próximo da cachoeira Santa Bárbara. Como eu estava de celta, tive que deixar o carro a uns 4 km da cachoeira. A caminhada é bem tranqüila. Bem leve. Voltando à sede do Engenho II, pega-se uma outra estrada para chegar a cachoeira da capivara. O carro chega bem perto do início da trilha, que por sinal, é relativamente curta. A vista dessa cachoeira é linda. Não tem águas claras como a santa bárbara, mas vale muito pelo visual. Na volta do passeio ainda paramos para ver a cachoeira Ave Maria. Fica na estrada de acesso ao engenho. Não deixem de parar, pois a vista é linda. A queda é enorme. Vale muitas fotos. 08/12 – Cachoeiras do rio da Prata. Se o dia anterior já tinha sido lindo, neste dia as expectativas se superaram. Para chegar ao início da trilha, antes foi necessário trilhar 63 km de estrada de terra. Foi sofrido chegar lá, mas valeu a pena. Para ter acesso às cachoeiras, paga-se entrada no valor de R$ 5,00. O objetivo era chegar a uma das últimas cachoeiras do rio da prata, chamada de rei da prata. A trilha é de 7 km, passando por matas e atravessando rios. É uma boa caminhada, que é recompensada ao final com uma cachoeira maravilhosa. Na volta conhecemos várias outras quedas que ficam logo no início da trilha, que por sinal não ficam para trás, são igualmente lindas. Valeu muito o passeio. 09/12- Cavalcante – Ponte de Pedra e fazenda Veredas Minha intenção inicial era ficar só 2 dias em Cavalcante. No entanto, gostei tanto dos lugares que resolvi ficar mais um dia e conhecer mais atrativos da região. Desta forma, resolvi conhecer a famosa ponte de pedras e as cachoeiras da fazenda veredas em apenas um dia. Foi um dia muito puxado, mas valeu a pena. Primeiramente nos dirigimos à fazenda Renascer, onde fica a Ponte de Pedra. Até o início da trilha, percorre-se cerca de 12 km de carro. Preço: R$ 5,00. Após pagar o ingresso, pega-se uma estradinha de 2 km dentro da fazenda até o início da trilha. A estrada é péssima. Se fosse meu carro, jamais poria nessa estrada. Teve trechos que o carro quase não passou. Foi preciso forçar a barra para conseguir passar. Mas no final deu tudo certo. O detalhe do passeio é a companhia de 3 cachorros da fazenda, que nos seguiram durante todo o percurso. Apesar de não ser tão longo (cerca de 3 km de trilha), este foi o passeio mais cansativo de Cavalcante. O problema é que para chegar na ponte de pedra, sobe-se muito. A caminhada foi puxada. Mas, no final, o visual compensou. Valeu cada passo dado. O lugar é muito lindo. Vale muito a pena. Da ponte de pedra fomos para a fazenda Veredas, que fica um pouco antes , na mesma estrada, cerca de 6 km de Cavalcante. É um lugar mais tranqüilo. As pessoas costumam fazer este passeio sem guia, mas não é recomendável, especialmente na época de chuvas. São várias cachoeiras e o volume de água é imenso. Para chegar em algumas quedas é preciso passar por dentro de rios com correnteza. Nesta hora um guia é essencial. Inclusive, na passagem por um dos rios, escorreguei e se não fosse o guia teria ido rio abaixo. A sorte é que ele estava segurando minha mão, ajudando na passagem. Portanto, não dispense o guia. 10/12 – Cavalcante – Alto Paraíso – Cataratas do rio dos Couros Pela manhã, logo cedo, despedi-me de Cavalcante. Peguei estrada até alto Paraíso (cerca de 90 km - estrada boa). Meu objetivo neste dia era conhecer as Cataratas do rio dos couros. Dirigi-me ao centro de informações turísticas de Cavalcante. Chegando lá, arrumei um guia (guia Deni Barbosa – [email protected] – f: 62-99010185 – muito bom guia – também aluga seu veículo para passeios) e seguimos para as cachoeiras. São cerca de 50 km de distância a partir de Alto Paraíso, dos quis uns 30 km são de estrada de terra. Achei esta estrada mais perigosa que as de Cavalcante, pois estava com barro mole e em alguns trechos escorregadio. Mas, conseguimos chegar e retornar. Mas tenha cuidado com a estrada. Sempre leve um guia. Para ter acesso as cataratas dos couros, a presença de guia é obrigatório. Preço do ingresso: R$ 10,00. Distância percorrida em trilha: 2km. Percurso curto. Como visual esta foi uma das mais belas cachoeiras da chapada dos veadeiros. Valeu muito ter ido lá. Superou minhas expectativas. A única parte ruim, além da estrada, foi a chuva que caiu na parte da tarde. Mas, como estávamos tomando banho de cachoeira, nem foi tão ruim assim, afinal, quem está na chuva é pra se molhar. Na volta do passeio deixei o guia em Alto Paraíso e segui para a vila de São Jorge. Em São Jorge, fiquei hospedado na pousa da Alecrim do Campo (http://www.pousadaalecrimdocampo.com.br – f: 62 – 34551118), ao custo individual de R$ 70,00 (valor este que seria de R$ 65,00 se tivesse ficado mais uma diária). Ótima pousada. Quartos novos e espaçosos. Possui frigobar e não tem TV. Bom café da manhã. 11/12 – Parque Nacional – Saltos do Rio Preto (120 e 80), Cânion 2 e Carioquinhas O objetivo deste dia erra fazer os saltos de 120 e 80 metros no parque nacional. Fui para a portaria do parque na intenção de me juntar a algum grupo que por ventura estivesse se formando. No entanto, como era baixa temporada, nada consegui. Mais uma vez tive que contratar um guia só para mim. Já que estava só e disposto, resolvi fazer todo o parque em um só dia. O guia não gostou muito da idéia inicialmente, pois queria cobrar o dobro do valor, mas acabou aceitando minha proposta. Primeiramente fomos aos saltos do rio preto. O de 120 é de uma beleza indescritível. É lindo demais. Não deixem de conhecê-lo, especialmente na época das chuvas, quando as quedas ficam mais volumosas e mais bonitas. Depois dos saltos, fomos ao cânion 2 e ás carioquinhas, cujo banho é muito bom (nesta época não tão bom, pois o volume de água é muito grande, tornando os rios um pouco perigosos). No total, andamos cerca de 17 km, segundo o guia. Nada de matar. Para quem tiver um pouco de preparo e disposição, é tranqüilo. 12/12 – Vale da Lua e Almécegas – Alto Paraíso Este foi o único dia que dispensei o guia. Primeiramente fui ao vale da lua. De São Jorge até lá são cerca de 9 km, de estrada de terra ruim. Mas dá para chegar tranquilamente. A estrada possui placas indicativas. O vale da lua é uma das atrações mais visitadas da chapada dos veadeiros. Preço: 5,00. Não deixem de ir, vale a pena. Do vale da lua, segui para a fazenda são bento, com o objetivo de conhecer as cachoeiras almécegas I e II. Porém, antes, parei para almoçar no famoso rancho do Waldomiro. Valeu a parada. Logo na estrada fui recepcionado pelo próprio senhor Waldomiro, que por sinal foi atencioso do começo ao fim. A dica lá é comer o prato regional, chamado MATULA (mistura de feijão com carne de sol, carne normal, carne de lata, legumes, macaxeira [aipim ou mandioca] entre outras coisas). Um prato feito custa R$ 12,00 e um comercial, R$ 20,00. Também é possível comprar licores e doces. Mas o melhor do lugar são as conversas do seu Waldomiro, especialmente sobre objetos não identificados. Não deixem de perguntar a ele se ele já viu algum disco voador ou alguma luz estranha pela região. É conversa e risos para uma tarde inteira. De lá segui para a fazenda são bento. Paga-se uma entrada de R$ 10,00. Percorre-se dentro da fazenda cerca de 3 km para chegar ao início da trilha da almécegas I. A trilha, apesar de ter uma subida chata, é bem tranqüila, menos de 1,5 km. A cachoeira é muito bonita. Vale várias fotos e banhos. Já a almécegas II é um pouco menor, mas vale a visita. Saindo da fazenda, fui para Alto paraíso, onde me hospedei na pousada Veadeiros. Preço R$ 49,00, porém paguei R$ 40,00, pois não iria tomar café da manhã no dia seguinte, pois viajaria muito cedo. Das pousadas que fiquei esta foi a mais simples. Porém, o quarto tem uma boa cama, frigobar e TV e é bem limpo, além de ser muito bem localizada. A pousada também é agência de turismo (ECOROTAS – http://www.ecorotas.com.br – f- 62-34461820 – mesmo número para a pousada). 13/12 – Retorno para Brasília e Recife Logo cedo, ainda de madrugada, já com saudades da chapada, peguei estrada com destino à Brasília, onde tomaria meu vôo para Recife. Peço desculpas por eventuais erros de português cometidos.
  10. Pois é, O Marcos do Reymar também é uma gentileza de pessoa. Gostamos muito de ficar no seu hostal. O Ricardo e a Ada também são muito gente fina. Fico feliz de ter ficado nos seus hostals... Ah sim, peguei a dica de hospedagem em Ushuaia e Puerto Natales aqui no site do mochileiros. Inicialmente estava indo pra outro hostal, mas preferi seguir a dica.. Abraços..
  11. Olá Sueli.. Bom, compramos sim todas as passagens no Brasil. Você pode comprar diretamente pela internet, no site da LAN, ou numa agência de viagem. Os preços são os mesmos. Tivemos uma experiência ruim quanto as passagens quando viajamos para a Colômbia e Caribe no meio de 2008. Sempre é melhor comprar com antecedência. SE comprar na hora, os preços são bem superiores. Quanto aos hotéis, reservamos por internet mesmo, sem precisar fazer depósito. Em todos os hotéis reservados, quando chegamos, não tivemos problemas. Os quartos estavam a nossa espera. Eles apenas pedem que confirme quando estiver perto de chegar. Abs..
  12. PREZADOS AMIGOS. Os relatos do mochileiros.com tem sido de bastante ajuda nas minhas viagens, pois nada melhor do que um viajante para contar o que há de melhor e pior nos lugares. Portanto, segue mais um relato de uma viagem excelente pela Patagônia, Argentina e Chilena, realizada em dezembro de 2008. Entre os dias 12 e 30 de dezembro de 2008, viajamos ao extremo sul de nosso continente. Desta vez, nosso destino foi a Patagônia, tanto Argentina, quanto Chilena. Nossos destinos foram, por ordem: El Calafate – Puerto Natales (Torres Del Paine) – Punta Arenas – Ushuaia – Buenos Aires. Chegamos e saímos por Buenos Aires. Viajamos de milhas TAM até Buenos Aires e fizemos praticamente todos os demais trechos de avião. Viajamos com a LAN (http://www.lan.com) , onde fizemos os seguintes trechos: Buenos Aires – El Calafate (US$ 148,00 por pessoa); Punta Arenas - Ushuaia (US$ 70,00 por pessoa) e Ushuaia – Buenos Aires (US$ 178,00 por pessoa). Chegamos na madrugada do dia 13, em Buenos Aires. Ainda no aeroporto de Ezeiza fizemos câmbio. Tenham cuidado. Não façam câmbio na loja de câmbio que fica dentro do desembarque, ao lado das esteiras onde pegamos as bagagens. Lá pagam muito pouco pelo dólar ou pelo real. Após sair do desembarque, do lado direito tem um BANCO DE LA NACIÓN, que funciona 24 horas e tem as melhores taxas de câmbio. Foi aí onde conseguimos as melhores taxas de câmbio de toda a viagem. Nossa chegada foi a 01:00 horas do dia 13. Tínhamos que tomar vôo pela LAN, para El Calafate, que saia às 05:45 horas do aeroporto Aeroparque, que fica a uns 40 minutos de táxi do Ezeiza. O táxi entre os aeroportos custou AR$ 100,00. 13/12/08 – Após 3 horas de vôo (sem escala), chegamos em El Calafate, que não adotou o horário de verão. Portanto, às 08:00 horas, chegamos. O aeroporto fica meio longe da cidade, cerca de 20 km. O táxi custa AR$ 80,00. Preferimos pegar umas Vans, que eles chamam de bus e fica logo no desembarque. O preço por pessoa é de AR$ 26,00. É um pouco mais demorado que o táxi, pois sai parando de hotel em hotel, deixando os demais turistas, mas vale a economia. Ficamos hospedados no hostal Las Avutardas. Informações pelo site: http://www.lasavutardas.com.ar. Pagamos AR$ 200,00 (uns US$ 60,00) pela diária, por um quarto de casal. Hostal muito bom. Não temos queixas. Os quartos são novos, limpos, bem aquecidos, banheiros limpos e novos. Não tem TV. O café da manhã é o velho café continental (medias lunas, tostadas, mantequilla, geléia, suco, chocolate quente ou café), mas muito bom. Muito bem localizado. Fica na avenida principal, Libertador San Martin, a umas 4 quadras dos restaurantes e lojas. Não podemos deixar de falar do excelente atendimento por parte do proprietário, o senhor Jorge. Muito simpático e super prestativo. Fazia o que podia para resolver tudo para nós. Neste mesmo dia chegamos no Hostal por volta das 09:30 horas. Já tínhamos procurado saber por e-mail, com o Jorge, qual seria um bom passeio que poderíamos fazer nesse dia. Assim, quando chegamos, resolvemos ir conhecer a atração que seria, sem dúvida alguma, a mais bonita de toda a viagem: o imenso Glaciar Perito Moreno. Custo do passeio: AR$ 80,00 pelo transporte, mais AR$ 40,00 de entrada no parque nacional, mais AR$ 50,00 de passeio de barco (facultativo) para se aproximar da geleira. Assim, mal chegamos em El Calafate, só trocamos de roupa e seguimos pro passeio. A geleira fica a uns 80 km da cidade. Levamos cerca de 1,5 hora para chegar. Um pedaço da estrada é de ripio (não asfaltada). A geleira é maravilhosa. Por mais que eu escreva aqui, é impossível transmitir a sua imponência e beleza. O passeio é dividido em 2 partes. A primeira parte é opcional. É a parte que tomamos um barco e nos aproximamos a cerca de 200 metros da geleira. Lindo. Custo AR$ 50,00 por pessoa. Passeio de 1 hora. A segunda parte são as passarelas, onde ficamos umas 3 horas, apenas contemplando a geleira. Tivemos sorte, pois fez sol, algo improvável, segundo o pessoal local. É mais fácil chover. Retornamos ao hostal no final do dia. Descansamos e fomos procurar o passeio do dia seguinte. Fomos direto na única agência que faz o passeio de barco aos glaciares Upsala e outros menores. Na agência fomos informados que devido ao grande degelo por que vem passando o glaciar, dificilmente chegaríamos nele, pois o caminho não estava navegável, devido a grande quantidade de tempanos (pequenos blocos de gelo) que flutuavam no caminho. Alternativamente, iríamos, novamente, ao Perito Moreno. Custo do passeio: AR$ 290 mais AR$ 40,00 do transporte, mais AR$ 40,00 da entrada no parque nacional, total: AR$ 370,00 por pessoa. 14/12/08 – Passeio aos glaciares Upsala, Spegazini y Onelli. Passeio maravilhoso. O barco é super confortável. Os banheiros são limpos. A duração é de todo o dia. Só retorna ao local de partida às 16:30 horas. Aconselho levar lanches. El Calafate possui diversas padarias que vendem sanduíches os mais variados possíveis. Durante o passeio, vê-se muito gelo boiando na água, além dos glaciares. Como dito, não foi possível chegar ao Upsala, mas fomos ao Perito Moreno e aos demais glaciares. É tão bonito, que não achamos ruim. Ao contrário, adoramos. Ao final do passeio, tivemos o primeiro contra-tempo da viagem. Minha namorada machucou o joelho quando foi descer a escada do ônibus. Nada grave, mas incomodou o resto da viagem. Contra-tempo este que nos impediu de fazer o minitreking, que estava programado para o próximo dia. 15/12/08 – Como não conseguimos fazer o minitreking, alternativamente, resolvemos fazer um passeio de 4x4, onde visitamos os arredores de El Calafate, subindo a quase 1000 metros acima do nível do mar. O visual é lindo. Custo do passeio: AR$ 140,00 por pessoa, com direito a um lanche (chá e biscoitos) num refúgio. Duração de 3 horas. Nossa impressão: não vale o que custa, pois o passeio é muito curto. Mas, se você não tiver outro passeio, com certeza é melhor do que ficar na cidade sem ter o que fazer. Saímos as 10:00 e retornamos as 13:00 horas. Descansamos e saímos para passear pela cidade. A cidade de El Calafate é super agradável. Vale tirar pelo menos uma tarde para conhecê-la com calma. Um detalhe que esquecemos de mencionar é que, no verão amanhece às 05:30 horas e escurece as 23:00 horas. Portanto, tudo é feito enquanto há luz. Muito legal. 16/12/08 – Partida para Puerto Natales (Chile), de ônibus. Preço AR$ 60,00 por pessoa. Duração da viagem: 6 horas. Viagem super tranqüila. Detalhe. O Jorge, dono do Hostal, não nos deixou tomar um táxi. Fez questão de nos deixar na rodoviária de El Calafate no seu carro. Chegamos em Puerto Natales às 14:30 horas. Já tínhamos reservado um hostal, por email. Ficamos no hostal REYMAR. Informações pelo seu sítio na internet: http://www.hostalreymar.cl. Muito bem localizado. Fica numa das principais avenidas da cidade, na Baqueadano. O proprietário, senhor Marcos, foi nos recepcionar na nossa chegada. Muito atencioso. Pagamos CHs$ 20000,00 (uns US$ 35, 00) pela diária, quarto de casal. Quarto limpo, com um bom aquecimento à gás, TV. O café da manhã já era melhor, não era continental. Tinha queijo e presunto, iogurte. Na parte de baixo do hostal tem internet para alugar e uma agência de viagens. Nesta agência, compramos nosso passeio para o dia seguinte. Fizemos o tour de 1 dia para o parque nacional Torres Del Paine e Cueva Del Milodon. Custo do passeio: ChS$ 18000,00 pelo transporte, mais ChS$ 15000,00 de entrada no parque nacional, mais ChS$ 3000,00 para visitar a Cueva Del Milodon (opcional). Neste primeiro dia em Puerto Natales, tivemos uma boa impressão da cidade. Pequena (cerca de 20000 habitantes), limpa, organizada. Na beira do canal (ou mar), o vento é de derrubar qualquer um. Não conseguimos ficar lá mais do que 10 minutos. A sensação térmica também era muito baixa. Apesar de lindo, saímos correndo. 17/12/08 – Passeio a Cueva Del Milodon e ao Parque Nacional Torres Del Paine. Sem sombra de dúvida, este parque foi um dos pontos altos da viagem. Só estando no Torres Del Paine para descrever a sua beleza. Detalhe: o vento é de derrubar qualquer um. Muito forte, mas não chega a estragar o passeio. O passeio de um dia foi muito legal, pois pudemos parar nos principais pontos do parque. A Van pára muito. Dá pra ter uma boa noção do parque. É um passeio sem pressa, que dura todo o dia. O ideal teria sido ficar hospedado pelo menos uns dois dias no parque. Mas, os hotéis são caríssimos e não podíamos fazer caminhadas longas para poder ficar nos refúgios ou nos campings. Quem sabe em outra oportunidade. Detalhe, não esqueçam de levar lanches. Não há onde comprar comida durante o passeio. 18/12/08 – Perto Natales – Punta Arenas. Nossa programação para este dia era fazer um passeio de barco e conhecer os glaciares balmaceda e serrano. O custo do passeio era de uns US$ 100,00 por pessoa. Quando procuramos nos informar, percebemos que era um passeio que se assemelhava com o passeio do glaciar upsala em El Calafate. Acabamos por desistir. No mesmo dia, viajamos para Punta Arenas. Chegamos lá no final do dia, após 3 horas de ônibus. A viagem foi feita pela empresa Pacheco, considerada uma das melhores da região. O custo foi de ChS$ 6000,00 por pessoa. Ficamos hospedados no Hostal Del Estrecho. Informações pelo seu sítio de internet: http://www.hostaldelestrecho.cl . Muito bem localizado. Fica perto de restaurantes e do centro. Instalações muito boas. Preço: ChS$ 30000,00 (perto de US$ 50,00) pelo quarto de casal. Excelente quarto, amplo, com TV a cabo, aquecimento. Café da manhã muito bom (o melhor da viagem), com queijos, presunto, ovos, pães, iogurte, suco, enfim, um café da manhã que brasileiro gosta. Após chorar um pouco no preço, conseguimos baixar para CHS$ 28000,00 por dia. Mas o pessoal do hotel é ruim de negócio. A cidade estava cheia. Os hotéis estavam lotados, em sua maioria. 19/12/2008 – Punta Arenas - Pela manhã, compramos o passeio para a Isla Magdalena, que sairia as 16:00 horas. Custo do passeio: ChS$ 35000,00 por pessoa. Fizemos pela Solo Expediciones (http://www.soloexpediciones.com). Tem outra companhia, a Comapa, que faz o mesmo passeio e é mais barata, mas não estava operando. O passeio por esta companhia custava cerca de ChS$ 20000,00. A diferença principal, é que o da Comapa é de Ferry, e para ver a mesma coisa, dura o dia inteiro. Bom, o passeio a Isla Magdalena foi excelente. Passamos uma hora caminhando na ilha, que possui uma colônia de pingüins de Magalhães. São muitos pingüins. É pra matar a vontade de qualquer um de ver pinguim. Deve ter uns 100000 ou mais. É muito bonito. O passeio também pára na Isla de Los Lobos, onde é possível ver leões marinhos, porém, apenas de longe, para tirarmos fotos. O retorno foi as 20: 00 horas, debaixo de um frio de rachar e de chuva. Neste mesmo dia, na parte da manhã, tomamos um táxi coletivo e fomos à zona franca. Aproveitem que os preços são muito bons, principalmente bebidas. Vale muito a pena. A cidade também é um bom lugar para comprar roupas de frio. Os preços são razoáveis nas lojas da Columbia e da North Face, que ficam no centro, na J. Noguera. 20/12/08 - Passeio ao Fuerte Bulnes. Custo: ChS$ 10000,00 por pessoa. Qualquer agência de turismo local faz o passeio. Passeio de visual muito bonito. Dura umas 4 horas. Gostamos do passeio pelas paisagens vistas. O forte em si, não é nada demais, apesar de estar bem preservado (é uma reconstrução). No retorno, comemos Centolla (caranguejo gigante), no restaurante La luna. Muito legal o restaurante. Indicado por vários guias de viagem, como o Lonely Planet. Comida boa e preços razoáveis. O legal, é que tem um mapa mundi onde podemos colocar, na nossa cidade (Recife), o nosso nome, indicando o local de onde somos. 21/12/08 – Adeus Chile - retorno a Argentina – Punta Arenas – Ushuaia. Ás 13:20 horas, tomamos o nosso vôo, pela LAN, para Ushuaia, nosso último destino na Patagônia. Seria o lugar onde passaríamos mais dias, 6 noites. O vôo durou menos de 1 hora. Muito tranqüilo. No caminho, dava para ver as imensas montanhas geladas. Muito bonito. E mais bonito ainda foi a chegada a Ushuaia. A cidade fica aos pés duma cordilheira. Visual lindo. Ficamos hospedados no hostal Los Calafates. Informações pelo seu sítio de internet : http://www.loscalafateshostal.com.ar . O preço foi de AR$ 200,00 por noite, para um quarto de casal. No entanto, como íamos ficar por 6 noites, conseguimos um desconto de 10%, ficando por AR$ 180,00 a noite. O hostal fica a 3 quadras da avenida principal de Ushuaia, a San Martin. No entanto, apesar de perto, fica numa parte mais alta. Portanto, para retornar, sobem-se umas boas ladeiras, mas nada que alguém com saúde razoável não consiga. É tudo bem asfaltado. O hostal também é legal. É recomendável. O quarto possuía TV (nem todos os quartos possuem TV), um bom aquecimento a gás e era limpo. Banheiro novo e limpo. Fomos muito bem atendidos pelos donos, Ricardo e Ada. Todos são super atenciosos. O bom deste hostal é que se você comprar os passeios nele, consegue 10% de desconto, pois eles abrem mão da comissão. Nas agências os preços são tabelados. Já o café da manhã, foi o mais fraco da viagem. Apenas media luna com leche ou café. Mas, outro fator positivo do hostal, é que a cozinha é liberada para uso dos hóspedes. Assim, para completar o Café da manhã, compramos pão com queijo e presunto na padaria que fica bem próxima ao hostal. Dica 1: Ushuaia tem, na Av. San Martin, um ótimo centro de informações ao turista. Chegando lá, informam você sobre todos os passeios da região. Entregam um papel onde consta tudo, além dos preços e horários. E o melhor, tem informação em português. Dica 2: Se sua hospedagem tiver cozinha disponível, procure uma peixaria (tem uma na avenida Maipu, em frente ao porto e outra na avenida Gobernador Paz ou Beloqui, não lembro ao certo) e compre filé de Centolla. Um pacote com meio quilo sai por cerca de AR$ 50,00. Já vem pré-cozido. Basta aquecer no microondas, colocar sal e comer. Uma delícia, lembra lagosta. Você come bem melhor e mais do que nos restaurantes. Um prato de Centolla num restaurante razoável não saia por menos de AR$ 70,00 e é pra uma pessoa. 22/12/08 – Passeio ao Canal de Beagle, incluindo a isla de los pinguinos, isla los lobos e El Faro. Custo do passeio: AR$ 200,00 por pessoa. Como compramos no hostal, saiu por AR$ 180,00 por pessoa, já que tivemos o desconto de 10%. Passeio muito legal. Durou umas 6 horas. O barco é muito confortável. Conselho: leve lanche. O passeio é muito bonito. As paisagens são muito legais. De um lado do canal está a Argentina, do outro o Chile. Inclusive, passamos, um pouco longe, pela cidade de Puerto willans, no Chile. Os pingüins são muito bonitos e legais de se ver. Porém, ao contrário da Isla Magdalena, não pudemos desembarcar. Portanto, a frente do barco é altamente disputada pelos dezenas de turistas que estão desesperados para tirar foto dos pingüins. Já a ilha dos lobos marinhos, também é legal. Também não desembarca. E o farol, fica numa pedra. Bonito e curioso. Valeu o passeio. 23/12/08 – Parque Nacional Terra do Fogo. Nosso objetivo era passar o dia no parque e conhecer o que desse. De início pensamos em ir numa excursão, mas o Ricardo (proprietário do hostal) nos aconselhou a alugar um carro, pois aproveitaríamos melhor e sairia mais barato. Assim, no dia anterior, procuramos diversas locadoras, e a maioria não tinha carro popular disponível. Mas, depois de muito procurar, conseguimos alugar o carro. Alugamos um gol por AR$ 175,00. Preço este que saiu mais em conta do que uma excursão para os dois. DE Ushuaia até o parque é perto. Uns 30 minutos de carro. Parte da estrada é de ripio. Saímos pela manhã. Nossa primeira parada foi na estação do trem do fim do mundo. Não tínhamos intenção de fazer o passeio, pois tinham nos falado que não valia o que custava. De qualquer forma, como era caminho do parque nacional, fomos conferir. Vale pelo menos pra tirar foto. Chegando no parque, paga-se AR$ 30,00 por pessoa pela entrada. Recebe-se um mapa e algumas orientações. É muito fácil de andar. A dica é dar uma parada na agência de correio mais austral do mundo e carimbar seu passaporte. Não é de graça, vale AR$ 6,00 por carimbo, mas é uma oportunidade única na sua vida. Voltando ao parque, com o carro você fica bem a vontade para conhecer e parar onde bem entender. Paramos em quase todas as atrações indicadas no mapa. Saímos do parque depois das 17:00 horas. Valeu muito o passeio. Só lamentamos não ter podido fazer nenhuma das trilhas, como a senda costera, que havíamos planejado anteriormente, apesar do joelho de minha namorada estava bem melhor, não merecia confiança para fazer uma trilha de 8 km só de ida. Ficou pra próxima. Ah sim, ia esquecendo. O vento no parque também é muito forte. O tempo também é meio louco. Hora está um sol forte, hora fecha tudo e começa a chover. Não esqueça de ter sempre em mãos um casaco corta vento, impermeável. 24/12/08 – Este foi um dia diferente. Fomos conhecer os Lagos Fagnano e Escondido. Mas, não fizemos o tour tradicional. Resolvemos ir em 4x4, Land Rover. Custo do passeio: AR$ 240,00 por pessoa, incluindo um excelente almoço (parrillada). Dica: pesquisem bastante, pois tem agências que vendem o mesmo passeio por AR$ 330,00. Foi um passeio excelente. É uma verdadeira aventura. Passamos por lugares intransitáveis para carros sem tração nas quatro rodas. Muito legal. Se preparem para balançar muito. A única coisa ruim é que o dia estava chuvoso. Uma pena, pois os lagos são lindos. Recomendo o passeio. 25/12/08- Nossa intenção era fazer o passeio do glaciar Martial, mas quando paramos o táxi, fomos informados que as aerosillas (teleférico) estavam fechadas. Deixamos pro próximo dia. Procuramos outras alternativas de passeio e tudo estava fechado. Só nos restou ir conhecer a Playa Larga. Fomos de ônibus urbano. Passagem barata. Só não foi legal ter que esperar quase uma hora pelo ônibus, tendo em vista ser feriado. O ônibus deixa você na estrada e até a playa larga, faz-se uma caminhada de uns 30 minutos. Mas, bem tranqüila. Foi bom ter ido num feriado, pois vimos a praia do povo local. Chegamos a ter pena. O lugar é bonito, mas se você pensa que alguém, pelo menos, molha os pés, está enganado. Não poderia ser diferente. O lugar é frio de rachar, como toda Ushuaia. O vento é uma constante. Só resta ao povo local arrumar um cantinho e fazer um churrasco e apreciar a paisagem. É o que a maioria estava fazendo. Valeu para conhecer, mas só vá se não tiver outro passeio mais interessante, ou se tiver de bobeira, como estávamos. 26/12/08 – Nosso último dia de passeios em Ushuaia. Pela manhã, logo cedo, fomos conhecer o Cerro Martial. Tomamos um táxi perto do hostal. Saiu por cerca de AR$ 16,00. Chegando lá, você pode optar por subir nas aerosillas ou subir caminhando. Fomos de aerosillas. Custo: AR$ 35,00 por pessoa, ida e volta. São cerca de 13 minutos de trajeto. A vista é muito bela, principalmente se estiver fazendo sol, que foi o caso. No final do trajeto, você ainda caminha mais uns 20 minutos para chegar na base do Cerro Martial. Infelizmente, não pudemos subir. É uma subida muito acentuada e preferimos não arriscar o joelho. Mas na base dele tinha alguns blocos de gelo, o que já valeu a caminhada. Na volta, o tempo mudou de repente e começou a cair uma chuva fina. O senhor que toma conta da aerosilla avisou que não adiantava esperar a chuva passar, pois a tendência era piorar e até nevar. E foi o que aconteceu. Tomamos uma baita chuva nos 13 minutos de descida. E o tempo fechou geral em Ushuaia, tendo nevado bastante nas montanhas. A paisagem ficou ainda mais bonita. Pela tarde, fomos conhecer o museu do presídio. Custo: AR$ 20,00 por pessoa, só para brasileiros, pois outros estrangeiros pagavam AR$ 45,00 por pessoa. Fomos na hora da visita guiada. Valeu muito a ida. Muita história interessante para ouvir. Não deixem de ir, que vale muito a pena. 27/12/08 – Dia de retornar para Buenos Aires. Nosso vôo da LAN era apenas as 16:00. Então, aproveitamos para caminhar pela cidade pela manhã. Fizemos nossa despedida e as últimas compras. Á tarde, fomos para o aeroporto. O táxi saiu por cerca de AR$ 20,00. Depois de quase uma semana, estávamos nos despedindo de Ushuaia, mas com a certeza de um dia regressar a este lugar tão belo e gelado. Chegamos em Buenos Aires perto das 22:00 horas. Tínhamos reservado o Hotel Victory, ao custo de US$ 60,00 (uns AR$ 200,00) o quarto do casal. Um bom hotel que fica no centro, muito bem localizado, perto da rua Florida e a 2 quadras da galeria pacífico. Informações sobre o hotel no sítio de internet: http://www.victoryhotel.com.ar . Detalhe, devido a época do ano, ficamos com medo de não encontrar hotel em Buenos Aires, então reservamos as três diárias por uma agência aqui no Brasil. Lá o preço é maior. O café da manhã é o famoso continental. Mas é gostosinho, com medias lunas, tostadas, mantequillas, geléias, suco e chocolate ou café..... 28/12/08 - Já conhecíamos Buenos Aires de uma outra viagem. Resolvemos retornar aos lugares que mais gostamos. Este dia era um domingo. Dia da famosa feira de San Telmo. Fomos andando. Passamos pela Casa Rosada e pela Florida. Dia de domingo é o dia da Feira de San Telmo. Muito legal. Há muita gente, inclusive brasileiros. Há diversos casais dançando tango na rua. Pra quem gosta, também há a feira de antiguidades. É um passeio imperdível. Almoçamos por lá mesmo um bife de chorizo. Muito bom. De lá seguimos, de ônibus, para rever a Recoleta. Atenção: ônibus em Buenos Aires é super tranqüilo e seguro, mas lembre de ter em mãos moedas, pois as passagens são pagas numa máquina, que só aceita moedas. A Recoleta continua um lugar legal para visitar. Dia de domingo o lugar fica lotado com o próprio povo local, além dos turistas, claro. Os restaurantes ficam cheios, há uma feirinha que vende artesanato. Há apresentações de espetáculos ao ar livre. Vale a visita. Pra quem gosta, lá tem uma das mais famosas sorveterias de Buenos Aires, a Fredo (também tem na Florida). A especialidade são variedades de sabores de sorvete de doce de leite. Muito bom. 29/12/08 – Já cansados de quase 20 dias viajando, resolvemos dormir um pouco mais. Saímos para conhecer uma livraria que ainda não conhecíamos. Fomos a livraria O Ateneu. Lugar muito legal. Construída num prédio antigo. O ruim foi ter que andar quase 20 quadras pra chegar no local, mas foi bom que conhecemos outro lado do comércio de Buenos Aires. Depois, caminhamos pela Florida e fomos rever o Puerto Madero. 30/12/08 – Retorno ao Brasil – Recife. Fim de mais uma viagem. Na bagagem, a certeza de ter conhecido mais um lugar imperdível nessa nossa bela América do Sul e a vontade de um dia retornar e fazer algumas pequenas coisas que não fizemos, como se hospedar dentro do Torres Del Paine e fazer o minitreking no perito moreno. Qualquer informação adicional que necessitem, podem me enviar e-mail: [email protected]
  13. CArol, Entre no fórum do país Colômbia, pois postei um relato sobre uma viagem recente a Curaçao e Bonaire, juntamente com Cartagena e San Andrés na Colômbia. Curaçao com certeza é mais cara que Margarita.Também é mais bonita. E, com certeza, você vai querer alugar um carro lá. E lá também é mais caro. De todas as ilhas da região, a que mais recomendo é , com certeza, Los Roques. Saudações...
  14. André... Também sou mochileiro e a Coco Palm foi a pousada mais barata que achei. Bonaire é caro mesmo. De qualquer forma, entra no site: www.infobonaire.com. Aí tem indicação de outras pousadas. Também considere a possibilidade de alugar carro, sob pena de não ter como se locomover. Abraços..
  15. RELATO SOBRE VIAGEM À CARTAGENA, SAN ANDRÉS, BONAIRE E CURAÇAO Entre os dias 12 e 29 de junho de 2008, viajei, juntamente com minha namorada, para Cartagena e a Ilha de San Andrés, na Colômbia e para Bonaire e Curaçao, nas Antilhas Holandesas. Planejei a viagem chegando e saindo pela Venezuela, tendo em vista que lá estivemos um ano atrás e, como já relatei anteriormente, o câmbio nos era bastante favorável, facilitando a compra das passagens aérea que necessitaríamos. Nosso roteiro foi: Caracas-Maracaibo-Cartagena- San Andrés - Cartagena-Maracaibo-Bonaire-Curaçao-Caracas. Chegamos a Caracas logo cedo do dia 12-06. Não compramos com antecipação nenhum dos trechos aéreos que utilizaríamos a partir da Venezuela. Ao chegar no aeroporto de Maiquetia, procuramos trocar dólares por Bolivares Fortes. Ano passado, também em junho, conseguimos fazer câmbio de 3600BS por cada dólar. Vimos relatos no mochileiros.com dizendo que em dezembro estavam pagando 5000BS por cada dólar. Portanto, fomos tranqüilos. Chegando lá, qual não foi nossa surpresa. A moeda local estava mais valorizada e não conseguimos mais do que 3000BS por cada dólar. Bom, como não íamos viajar pela Venezuela, dos males o menor. Ruim porque encareceu as passagens aéreas que compraríamos na Venezuela. Assim, em 12-06, compramos passagem aérea, pela empresa Venezolana (recomendo), para Maracaibo, pois nosso destino inicial era a Colômbia-Cartagena. De Caracas para Cartagena são 24h de ônibus. Preferimos pegar o ônibus a partir de Maracaibo. São 12h de viagem, com direito a perder pelo menos 2 horas na travessia da fronteira. Chegando em Maracaibo, tomamos um táxi, que nos levou ao escritório da empresa de ônibus Expresso Amerlujo (f: 6532536). Esta empresa faz o trajeto para Cartagena direto, sem trocar de ônibus. O bilhete custou 140Bf por pessoa, uns US$ 50,00. Boa empresa. O ônibus já vem de Caracas e não passa no terminal de passageiros de Maracaibo. Passa no escritório, que fica longe do terminal. Portanto, resolvemos ficar, a conselho do taxista, num hotelzinho perto do escritório, pois o ônibus saia às 05:30 da madrugada. Ficamos no hotel Ejecutivo (f: 0261 7874247). É um hotel bem simples. O quarto possui ar condicionado e TV, além de banheiro privativo. É limpo, mas o problema é que também é utilizado como motel. Para dormir uma noite é suficiente (apenas uma noite – o lugar do hotel é subúrbio, meio feio, sem nada para fazer). Pagamos por ele 90BF (cerca de US$ 30,00). A viagem até Cartagena foi bem tranqüila. Paga-se uma taxa na saída da Venezuela, no valor de 45BF. Não se paga para sair da Colômbia. O ruim da Colômbia é a sua imigração, que é super burocrática. Passamos quase uma hora na fila para carimbar o passaporte. CARTAGENA: Chegamos em Cartagena por volta das 18h do dia 13-06. O terminal de transportes fica longe do centro e do bairro de Boca Grande, onde ficamos. Portanto, pegamos um táxi (17000 pesos – US$ 11,00) até o hotel onde ficaríamos. Ficamos hospedados no hotel Pinar Del Mar (End.: CRA 3, nº5-131. F: 6652071), no bairro turístico de Boca Grande. Pagamos 50000 pesos por noite. Um dólar compra 1600 pesos colombianos. Bom hotel. Limpo, com ar condicionado e TV, além do banheiro privado. O hotel é bem localizado. Fica ao lado de um supermercado 24 horas, onde se pode tomar café da manhã, e perto de diversos restaurantes e pizzarias. A região de Boca Grande é altamente turística. Tem a maioria dos hotéis de Cartagena. Do hotel até a Ciudad Amurallada são 10 minutos de táxi, a um custo de 5000 pesos. O centro histórico é lindo, mas achamos melhor ficar mesmo na Boca Grande. Tem mais restaurantes, mais hotéis e preços melhores. Cartagena é uma cidade linda, inesquecível, que vale muito a pena conhecer. O ideal é no primeiro dia fazer o City Tour nas Chivas (caminhões adaptados em forma de ônibus), que dura umas 4 horas, e conhecer La Popa, o Forte de San Felipe, além de passar pelo centro histórico e conhecer uma joalheria, para quem quiser comprar esmeraldas (que não foi nosso caso). Custo do passeio foi de 25000 pesos por pessoa (depois de muito chorar com o cara da agência – tem agência que oferece o mesmo passeio por 40000 pesos, portanto, pesquisar é o melhor a fazer). Outro passeio super legal que fizemos foi conhecer a Isla Del Rosário. Custo de 40000 pesos por pessoa, com almoço incluído. Tais ilhas ficam a cerca de 40 km de cartagena. É bom ir de lancha rápida, pois assim, aproveita-se mais o passeio. Há barcos lentos, mas não vale a pena. Fomos de lancha rápida. A primeira parada foi na ilha que tem o oceanário. Lá tivemos a opção de conhecer o aquário, ou fazer snorkel. Ambos eram pagos. Optamos pelo aquário. Preço de 15000 pesos por pessoa. Muito legal. Tem tubarões lixa, arraias, golfinhos. Snorkel, faríamos muito ainda nos nossos próximos destinos. Após o oceznário, seguimos para a última parada, a playa blanca. Praia muito legal. Águas típicas do caribe, bem transparentes. Lá foi servido o almoço. O ruim dessa praia foi a quantidade enorme de vendedores. Enche o saco. Nem tomar banho em paz eles nos deixam. É bom ter certo cuidado com as coisas que ficam na areia enquanto estiver no mar. De volta a Cartagena (umas 16h), passamos o resto da tarde no centro histórico. Fica bem de frente de onde chegam as lanchas do passeio das Ilhas Del rosário. É lindo demais. Super preservado. Uma muralha de 9km protege a ciudad amurallada. Vale muito a pena conhecer. O bom é ir no final da tarde, pois o comércio ainda está aberto. À noite fecha quase tudo, ficando apenas os restaurantes abertos. Retornamos outro dia ao centro histórico para fazer o passeio de Coche (charrete). Pagamos 25000 pesos pelo passeio completo, que durou 35 minutos, passando pelos principais atrativos do centro histórico. Muito legal, principalmente para casais em lua de mel. Com certeza, o centro histórico é o ponto alto duma viagem a Cartagena. SAN ANDRÉS: San Andrés fica a uns 500km da costa da Colômbia, mais para América Central do que para a América do Sul. Ilha maravilhosa, tipicamente caribenha. Águas de uma cor inesquecível ( como dizem por lá: “El água de 7 colores”). Compramos um pacote em Cartagena, incluindo hotel com café da manhã e jantar. Saiu praticamente o mesmo preço caso comprássemos apenas a passagem aérea. Procurem a agência de viagem Aviatur. Agência muito boa, séria (f: 6650101, 6650209, 6650081 – [email protected]). Lá nos preocupamos em ficar em um hotel um pouco melhor, tendo em vista que a ilha não possui água doce e apenas os hotéis melhores possuem, pois é necessário ter um desalinizador. Ficamos hospedados no hotel Tiúna, umas 3 estrelas, que tinha água quase doce. Muito bom, apesar de velho. Fica a beira mar, no centro, perto de todas as melhores lojas para compras. E por falar em compras, lá é zona franca, portanto, perfumes, eletrônicos, óculos, etc, possuem preços excelentes. Para quem não quiser comer no próprio hotel, a ilha tem alguns restaurantes e pizzarias, mas a maioria dos turistas faz pacote de meia pensão ou pensão integral. San Andrés é uma ilha de uns 7km de comprimento. Tem uma população de 70000 habitantes. Para conhecer a ilha, alugamos uma moto (uma scooter). Preço: 40000 pesos por 7 horas. Muito tranqüilo. O cara que aluga fornece um mapa da ilha. O legal é que a estrada margeia toda a costa da ilha. A ilha quase não tem praias. A mais legal que achamos fica em frente ao hotel Decameron, na parte sul da ilha. Mar lindo, de águas transparentes. Outro ponto legal para conhecer é um lugar que paga para entrar, 1000 pesos, chamado aquário. Muitos peixes e águas azuladas, transparentes. Lugar um pouco fundo. Uns 3 metros de profundidade. Lembrem, tenham sempre uma máscara em mãos. Lugares para fotos e banhos são muitos. Um outro passeio legal que fizemos foi a duas pequenas ilhas. Uma delas se chama aquário e a outra se chama ilha jonny cay. Lugares maravilhosos. Mar maravilhoso. Preço de 15000 pesos por pessoa. Sai as 09:00h e retorna as 13 ou 15 horas, você quem escolhe. Voltamos as 15 horas, lamentando. Por nós, ficávamos até as 18 horas. Bom, foi uma pena termos ficado apenas 3 dias. San Andrés valia pelo menos mais uns 2 dias. Cartagena – Maracaibo (21-06) Compramos a passagem no bairro da Boca Grande, no escritório da Expresso Brasília, a um custo de 115000 pesos por pessoa (mais caro que da Venezuela para a Colômbia). O bom é que não tivemos que ir ao terminal de transportes, que fica bem longe de boca grande, uns 40 minutos de táxi. A viagem foi tranqüila, mas tivemos um pouco de estresse na fronteira. Passamos quase 2 horas para carimbar o passaporte na imigração da Colômbia. Eita povo burocrático. O pior é que quando chegamos para carimbar o passaporte no lado venezuelano, tinha faltado energia elétrica e já era noite. Mas, no final deu tudo certo. Saímos de Cartagena as 08:30h e chegamos em Maracaibo as 22:00h. Acabamos ficando num hotel indicado pelo motorista do ônibus. O motorista foi muito legal. Parou o ônibus bem em frente ao hotel Milenium. Custou 150BF. E é bem melhor do que o Ejecutivo. Fica na entrada da cidade. O ônibus da expresso Brasília apenas vai até a praça El Toro (fica na entrada da cidade - de lá é necessário tomar táxi para o hotel), e de lá segue viagem para Caracas. Esta praça é meio afastada e como já era tarde, não pensamos 2 vezes antes de aceitar o hotel. No início, tentamos ficar no centro de Maracaibo e pelo menos umas 3 pessoas não nos aconselharam, pois diziam que lá é perigoso a noite. Seguimos os conselhos. Inclusive o guia lonely planet indica alguns hotéis no centro, como o Caribe e o Montevidéu. Ninguém aconselhou. Portanto, cuidado ao ficar no centro. No dia seguinte (domingo 22) seguimos para o aeroporto de Maracaibo, onde, anteriormente, na chegada, tínhamos comprado a passagem para Curaçao, pela Avior (www.aviorairlines.com), a um custo de 260BF por pessoa. O detalhe, é que além deste preço, tivemos que pagar taxas de embarque, no valor absurdo de 150BF (mais de US$ 50,00) por pessoa. Resultado, a passagem saiu (só ida) o valor de 410BF por pessoa (uns US$ 140,00). Detalhe, o vôo até Curaçao é de apenas 25 minutos. Curaçao-Bonaire Nosso destino, nesse dia 22 era Bonaire. Curaçao ficaria por último. Assim, ao chegarmos em Curaçao, por volta das 12:30h, procuramos imediatamente se informar sobre vôos para Bonaire. Tinha lido anteriormente que várias companhias voam durante todo o dia para Bonaire. Assim, compramos passagem pela Insel Air, ao preço de US$ 46,00 por pessoa. Vôo super tranqüilo, apenas 25 minutos. Vôo exclusivo, somente nós no avião, o qual possuía apenas uns 20 lugares. Chegando em Bonaire, fomos recepcionados pelo senhor Samuel, taxista que presta serviço a pousada Coco Palm, onde ficamos hospedados. Anteriormente, tinhámos entrado em contato com o pessoal da pousada e reservado por e-mail. Dados da pousada: www.cocopalmgarden.com - F: 599 – 7172108 e 7861479 – fica localizada a 5 minutos do aeroporto. Ficamos num apartamento, com cozinha completa (Kolibri), ao preço de US$ 66,00 e mais US$ 10,00 para utilizar ar condicionado, portanto, US$ 76,00 (o calor é grande – é melhor ficar com ar condicionado). Quartos novos e espaçosos. Fica distante uns 5km da capital, Kralendijk. Como possui cozinha completa, caso se queira, dá para cozinhar e economizar na comida. Para comer na cidade, gasta-se pelo menos uns US$ 15,00 por pessoa. Só elogios a fazer da pousada. As donas, Marion e Bridgite são super atenciosas e corretas. Como falamos, a reserva foi feita por e-mail. Reservamos além do quarto, um automóvel. Em Bonaire não há transporte público e há poucos táxis. Portanto, no mínimo alugue uma moto. Mas, se for mergulhar, alugue uma pick up. No aeroporto, ligamos para Samuel (detalhe – tivemos que pedir um favor a uma pessoa, pois não há telefones públicos no aeroporto e era domingo, dia que quase ninguém trabalha na ilha, nem mesmo o escritório do Coco Palm funciona). Bom, no aeroporto, Samuel já nos entregou o carro alugado e nos guiou até o Coco Palm. O caro custou US$ 40,00 por dia, com todos os seguros inclusos. Negociamos com o próprio Coco Palm, que intermediou o aluguel. Os carros não são novos, mas é o suficiente. Bonaire é uma ilha maravilhosa. Com certeza a de mar mais bonito entre as três que visitamos. Certamente é o paraíso dos mergulhadores. Aliás, é praticamente só o que se faz na ilha. Ou se mergulha ou se faz snorkel. A água do mar é de uma cor maravilhosa. Lembra muito o mar de Los Roques. O mergulho é de praia. Assim, alugamos equipamento numa operadora e fizemos em apenas um dia, 4 mergulhos. No início, achamos ruim, pois estamos acostumados a mergulhar embarcado. Mas no final do dia achamos excelente, já que não temos que viajar de barco até o ponto de mergulho. Tudo o que fazíamos era escolher o ponto de mergulho e se dirigir a ele, estacionando a caminhonete num local o mais próximo possível do local de entrada no mar. O interessante é que nos pontos de mergulho costumamos ver diversos carros estacionados e ninguém no local, já que todos estão submersos. Importante, o carro deve ficar estacionado com os vidros abertos, pois os poucos furtos que ocorreram em Bonaire foram em carros que estavam estacionados enquanto os donos mergulhavam e deixaram os mesmos fechados. Portanto, deixar as janelas abertas e não levar coisas de valor quando for mergulhar. Indico a operadora Dive Friends. Um dos escritórios fica na saída do aeroporto. Quando for alugar equipamento, é bom alugar tanques ilimitados. Assim, ficamos mais a vontade para mergulhar. Os tanques podem ser repostos em qualquer dos escritórios da Dive Friends espalhados pela ilha. O legal é que a Dive Friends do aeroporto, tem uma pessoa que fala bem o português, pois é casada com um brasileiro. O nosso primeiro dia de praia em Bonaire foi o dia da chegada. Chegamos por volta das 16 horas. Fomos conhecer uma baía (Lac Bay), onde se pratica muito Wind surf. Bem legal, pense num vento forte. No segundo dia, conhecemos as praias do norte da ilha. Com certeza, as melhores. Dia de muitos banhos e snorkel. Também conhecemos o vilarejo de Rincon. Muito pacato. É onde fica a entrada para o parque nacional, que acabamos não indo por falta de tempo. No terceiro dia, foi o dia do mergulho. Logo cedo alugamos todo o equipamento para mergulho. Fizemos 4 mergulhos. Foi um dia maravilhoso. Mergulhar em Bonaire foi uma experiência super legal, principalmente porque pela primeira vez, fizemos mergulho de praia. Sim, lá o mergulho é na praia. É chegar, estacionar o carro, colocar o equipamento e cair no mar. Todos os pontos de mergulho são muito bem sinalizados, tanto na terra quanto no mar. Portanto, não tem como errar. E também não há perigo. O ruim é que mergulhamos apenas um dia. A maioria do povo que vai pra lá, passa uma semana inteira mergulhando. No quarto dia, passeamos pela capital, já que pela manhã estava chovendo. As lojas de bonaire só abrem durante o dia. A maioria fecha às 18 horas ( no máximo). Material de mergulho em Bonaire é super barato. Vale muito a pena comprar. É inclusive melhor de comprar do que Curaçao. Na parte da tarde fomos conhecer a parte sul da ilha. Região muito diferente do norte, principalmente por ser mais baixa e plana e ter várias salinas. Mas vale muito a visita. Mas, escolhemos para terminar o dia na praia de 1000 steps, uma das mais bonitas da ilha, que fica na parte norte. Banho maravilhoso. No quinto dia, viajamos para Curaçao. O inconveniente, é que deixaríamos o carro no aeroporto, mas, na saída, o carro não quis pegar. A bateria se foi. Nem sinal. E o pior, é que era pouco mais de 05:00h da madrugada. Tudo escuro ainda. Bateu um pouco de desespero na hora, mas nos acalmamos e minha namorada lembrou do manual de instruções da pousada, principalmente da parte que dizia que em caso de emergência, podíamos nos dirigir a casa de Marion (umas das donas) e acordá-la. Foi a nossa salvação. Apesar de bastante assustada, ela foi super prestativa e nos deixou no aeroporto. Portanto, recomendo bastante o Coco Palm Garden. É inclusive um dos melhores custos benefício da ilha. Bom, já com muita saudade, conseguimos pegar o avião para Curaçao. CURAÇAO Chegamos em Curaçao por volta das 08:00 da quinta-feira 26 de junho. Não tínhamos reservado hotel, mas tinha uma lista de possíveis candidatos. Era baixa temporada. Do aeroporto, ligamos para o Alablanca apartments e, ao preço de US$ 65,00, mais 7% de taxas, aí ficamos hospedados (f: 599-5680647 7365660 – End.: Kaya Toni Kunch15a, Curaçao). O dono foi legal, deixou-nos entrar as 09:30h, sem pagar nada mais. Assim como o Coco Palm, o quarto também tem cozinha completa, mas é mais velho. Mas, é o suficiente. É limpo e fica a apenas 5km da capital, Willemstad. Ainda no aeroporto, alugamos um carro nas locadoras que ficam no próprio aeroporto. Pagamos US$ 50,00 pela diária de um Atos, com ar condicionado (locadora Trifty - a mais barata entre as locadoras do aeroporto). Carro novo, com seguro incluso. Detalhe, o seguro não cobria o parque Christoffel National Park e a Mambo Beach (praia que fica ao lado do sea aquarium). Portanto, evitamos essas áreas. Compramos um mapa e seguimos para o alablanca apartments. Chegamos sem muita dificuldades. Bonaire tem apenas cerca de 10000 habitantes, enquanto Curaçao tem 170000. Daí, a diferença entre as ilhas é enorme. Em Curaçao tudo é bem mais longe, apesar de ser fácil se guiar com um mapa. Bonaire é bem mais tranqüila. O acesso as praias em Bonaire também é bem mais fácil, é mais perto. Enquanto Bonaire tem uma estrada que praticamente circunda pelo litoral toda a ilha, Curaçao não tem uma estrada propriamente costeira. Assim, para chegar às praias, deve-se guiar pelas placas de indicação. Curaçao tem mais praias (de areia) que Bonaire. Também tem mais gente nas areias e as melhores praias são pagas. Paga-se para entrar e para ter uma cadeira de praia. Outro detalhe é que a água do mar de Bonaire ( e de San Andrés) são mais transparentes que Curaçao. Na maior parte das praias de Curaçao as águas não são tão transparentes, são um pouco brancas. Mas, comparando com o Brasil, são águas maravilhosas, também dignas do Caribe. No nosso primeiro dia em Curaçao, resolvemos conhecer as praias do oeste, as melhores da ilha. Fomos em direção a West Punt, cerca de 40 minutos de carro desde Willemstad. Com o mapa na mão é bem fácil de chegar. Passamos para conhecer na maioria delas, mas ficamos apenas em duas. O tempo era curto. Nossa primeira parada foi na praia Kalki. Gostamos bastante desta praia. Praia de águas claras, com pouca gente e boa para snorkel. Tomamos um bom banho. Saindo de lá, paramos para conhecer diversas praias, todas bonitas, mas escolhemos para ficar a praia Kenepa, tida como uma das melhores da ilha. É uma pequena praia, que lota nos finais de semana, mas quando fomos tinha bem pouca gente. Foi ótimo. Um banho maravilhoso. Na volta, paramos para conhecer Willemstad, a capital de Curaçao. Cidade essa que é dividida em duas partes, Otrobanda e Punda, separadas por um braço de mar, uma baía. A ligação entre elas se dá por uma ponte que só passa pedestre e é giratória. Sempre que vai passar algum barco ou navio, ela abre, ficando os pedestres impossibilitados de atravessar, tendo que recorrer ao Ferry que fica a disposição, gratuitamente, das pessoas. Em Punda estão as melhores lojas para compras, tendo em vista que Curaçao é uma zona livre de impostos. Nesse primeiro dia, paramos em Otrobanda. Tiramos várias fotos, principalmente de suas construções antigas, bem pintadas e preservadas. É uma visita imperdível. Neste mesmo dia, à noite, retornamos a Willemstad, desta vez para Punda. Viagem praticamente perdida, pois a noite tudo fecha, ficando aberto apenas alguns restaurantes e cassinos. A cidade fica meio que deserta. Acabamos nos perdendo para sair e retomar a estrada para nosso hotel, mas, com auxílio do mapa, encontramos a saída. No nosso segundo dia, fomos ao Sea Aquarium, US$ 15,00 por pessoa. Passeio legal, para turista. Tem desde algumas aves como flamingos e pelicanos, até shows com golfinhos, lobos marinhos e tubarões lixa. Com relação a estes, a curiosidade é o fato de os turistas poderem alimentá-los com peixes, dando uma certa emoção à visita. Também há a opção de nadar com os golfinhos, mas a um custo bem maior. Nossa visita durou cerca de 2 horas. Valeu a pena. Do sea aquarium, resolvemos conhecer alguma praia do lado leste da ilha (ou lado sul para alguns – segundo os nativos a parte acima da capital seria o oeste, o aeroporto estaria no norte). Bom, por orientação do guia do sea aquarium seguimos para umas das praias do lado leste, mas não gostamos de nenhuma, pois quando comparávamos com as praias do oeste, ficavam bem aquém. Assim, resolvemos andar um bom pedaço de carro, e ir até uma praia privada no lado oeste, chamada Porto Mari. Super legal. A melhor praia que fomos em Curaçao. Também tem as águas mais claras das praias que fomos. Ficamos na praia até quase 7h da noite. Valeu muito a pena. No retorno paramos novamente em Willemstad, onde tiramos mais fotos. No nosso último dia em Curaçao, que seria o nosso dia de retorno à Caracas, pedimos ao dono do hotel para ficarmos até as 17 horas. Fomos atendidos e ficamos livres para passear praticamente o dia todo. Logo cedo, fomos conhecer uma tal de Zona Livre (Free Zone), crentes que lá estariam os melhores preços. Lugar que fica na região portuária e que só pode entrar turista. Quando chegamos foi a maior decepção da viagem. Corram de lá. Lugar péssimo. Não percam tempo. Assim, quando vimos que era uma furada, corremos para Willemstad. Aí sim, tem diversas lojas, com preços excelentes, além do charme da própria cidade, que é linda. Ao final do dia retornamos para o hotel e seguimos para o aeroporto, onde entregamos o carro e nos despedimos de Curaçao. Detalhe, a taxa de saída de Curaçao é no valor de US$ 35,00 por pessoa. Curaçao-Caracas-Brasil À meia noite chegamos a Caracas (nosso vôo foi via Bogotá, demorando 4 horas para chegar – se fosse direto seriam apenas 30 minutos de vôo). Resolvemos ficar no próprio aeroporto, pois nosso vôo para o Brasil seria as 08:00h do dia seguinte. Além de nós, o aeroporto estava cheio de turistas, que também preferiam ficar no aeroporto. Sair de Maiquetia para Caracas é muito longe e caro.Um táxi para Caracas custa cerca de US$ 50,00. Achamos melhor ficar mesmo no aeroporto, pois teríamos que estar de volta as 06:00 para fazer check-in. Enfim, passamos todo o dia 29 viajando, até chegarmos em nossa cidade, Recife. Bom, diversas impressões ficaram nessa viagem. Com relação à Colômbia, podemos dizer que superou nossas expectativas. Cartagena é uma cidade linda, imperdível. É realmente tudo o que falam de bom. San Andrés é ilha caribenha que não deixa a dever a Curaçao e Bonaire. Inclusive gostamos mais de San Andrés que de Curaçao, principalmente pelo mar de 7 cores. A única parte meio tortuosa da viagem foi a entrada e saída na Colômbia, de ônibus. Apesar de a viagem ter sido tranqüila (tanto na ida quanto na volta) é preciso ter bastante paciência para agüentar a demora na fronteira. Na volta perdemos simplesmente 2 horas. Bonaire, sem palavras para descrever. Valeu cada dólar gasto. Lugar lindo. Pretendemos retornar o quanto antes. Se você gosta de mergulhar, lá é o lugar. Curaçao é um lugar bonito. Também muito legal. Mas é bem diferente das outras ilhas que fomos. É lugar grande, com muitos carros, trânsito e praias pagas. Lugar pra turista americano mesmo, talvez não como Aruba. Mas, se você for a Bonaire, vale a passada por Curaçao. De todas as ilhas da região, que conhecemos, em nossa opinião as melhores, por ordem, são: Los Roques, Bonaire, San Andrés e Curaçao. Sem dúvida, Los Roques é a mais bela, tendo em vista ser a mais preservada. Qualquer dúvida, mandem e-mail: [email protected] Perdoem eventuais erros de Português.
  16. Finalmente consegui terminar meu relato sobre viagem a Cartagena, San andrés, Bonaire e Curaçao. Os relatos que aqui são postados tem me ajudado bastante em minhas viagens, portanto, segue o meu...... Entre os dias 12 e 29 de junho de 2008, viajei, juntamente com minha namorada, para Cartagena e a Ilha de San Andrés, na Colômbia e para Bonaire e Curaçao, nas Antilhas Holandesas. Planejei a viagem chegando e saindo pela Venezuela, tendo em vista que lá estivemos um ano atrás e, como já relatei anteriormente, o câmbio nos era bastante favorável, facilitando a compra das passagens aérea que necessitaríamos. Nosso roteiro foi: Caracas-Maracaibo-Cartagena- San Andrés - Cartagena-Maracaibo-Bonaire-Curaçao-Caracas. Chegamos a Caracas logo cedo do dia 12-06. Não compramos com antecipação nenhum dos trechos aéreos que utilizaríamos a partir da Venezuela. Ao chegar no aeroporto de Maiquetia, procuramos trocar dólares por Bolivares Fortes. Ano passado, também em junho, conseguimos fazer câmbio de 3600BS por cada dólar. Vimos relatos no mochileiros.com dizendo que em dezembro estavam pagando 5000BS por cada dólar. Portanto, fomos tranqüilos. Chegando lá, qual não foi nossa surpresa. A moeda local estava mais valorizada e não conseguimos mais do que 3000BS por cada dólar. Bom, como não íamos viajar pela Venezuela, dos males o menor. Ruim porque encareceu as passagens aéreas que compraríamos na Venezuela. Assim, em 12-06, compramos passagem aérea, pela empresa Venezolana (recomendo), para Maracaibo, pois nosso destino inicial era a Colômbia-Cartagena. De Caracas para Cartagena são 24h de ônibus. Preferimos pegar o ônibus a partir de Maracaibo. São 12h de viagem, com direito a perder pelo menos 2 horas na travessia da fronteira. Chegando em Maracaibo, tomamos um táxi, que nos levou ao escritório da empresa de ônibus Expresso Amerlujo (f: 6532536). Esta empresa faz o trajeto para Cartagena direto, sem trocar de ônibus. O bilhete custou 140Bf por pessoa, uns US$ 50,00. Boa empresa. O ônibus já vem de Caracas e não passa no terminal de passageiros de Maracaibo. Passa no escritório, que fica longe do terminal. Portanto, resolvemos ficar, a conselho do taxista, num hotelzinho perto do escritório, pois o ônibus saia às 05:30 da madrugada. Ficamos no hotel Ejecutivo (f: 0261 7874247). É um hotel bem simples. O quarto possui ar condicionado e TV, além de banheiro privativo. É limpo, mas o problema é que também é utilizado como motel. Para dormir uma noite é suficiente (apenas uma noite – o lugar do hotel é subúrbio, meio feio, sem nada para fazer). Pagamos por ele 90BF (cerca de US$ 30,00). A viagem até Cartagena foi bem tranqüila. Paga-se uma taxa na saída da Venezuela, no valor de 45BF. Não se paga para sair da Colômbia. O ruim da Colômbia é a sua imigração, que é super burocrática. Passamos quase uma hora na fila para carimbar o passaporte. CARTAGENA: Chegamos em Cartagena por volta das 18h do dia 13-06. O terminal de transportes fica longe do centro e do bairro de Boca Grande, onde ficamos. Portanto, pegamos um táxi (17000 pesos – US$ 11,00) até o hotel onde ficaríamos. Ficamos hospedados no hotel Pinar Del Mar (End.: CRA 3, nº5-131. F: 6652071), no bairro turístico de Boca Grande. Pagamos 50000 pesos por noite. Um dólar compra 1600 pesos colombianos. Bom hotel. Limpo, com ar condicionado e TV, além do banheiro privado. O hotel é bem localizado. Fica ao lado de um supermercado 24 horas, onde se pode tomar café da manhã, e perto de diversos restaurantes e pizzarias. A região de Boca Grande é altamente turística. Tem a maioria dos hotéis de Cartagena. Do hotel até a Ciudad Amurallada são 10 minutos de táxi, a um custo de 5000 pesos. O centro histórico é lindo, mas achamos melhor ficar mesmo na Boca Grande. Tem mais restaurantes, mais hotéis e preços melhores. Cartagena é uma cidade linda, inesquecível, que vale muito a pena conhecer. O ideal é no primeiro dia fazer o City Tour nas Chivas (caminhões adaptados em forma de ônibus), que dura umas 4 horas, e conhecer La Popa, o Forte de San Felipe, além de passar pelo centro histórico e conhecer uma joalheria, para quem quiser comprar esmeraldas (que não foi nosso caso). Custo do passeio foi de 25000 pesos por pessoa (depois de muito chorar com o cara da agência – tem agência que oferece o mesmo passeio por 40000 pesos, portanto, pesquisar é o melhor a fazer). Outro passeio super legal que fizemos foi conhecer a Isla Del Rosário. Custo de 40000 pesos por pessoa, com almoço incluído. Tais ilhas ficam a cerca de 40 km de cartagena. É bom ir de lancha rápida, pois assim, aproveita-se mais o passeio. Há barcos lentos, mas não vale a pena. Fomos de lancha rápida. A primeira parada foi na ilha que tem o oceanário. Lá tivemos a opção de conhecer o aquário, ou fazer snorkel. Ambos eram pagos. Optamos pelo aquário. Preço de 15000 pesos por pessoa. Muito legal. Tem tubarões lixa, arraias, golfinhos. Snorkel, faríamos muito ainda nos nossos próximos destinos. Após o oceznário, seguimos para a última parada, a playa blanca. Praia muito legal. Águas típicas do caribe, bem transparentes. Lá foi servido o almoço. O ruim dessa praia foi a quantidade enorme de vendedores. Enche o saco. Nem tomar banho em paz eles nos deixam. É bom ter certo cuidado com as coisas que ficam na areia enquanto estiver no mar. De volta a Cartagena (umas 16h), passamos o resto da tarde no centro histórico. Fica bem de frente de onde chegam as lanchas do passeio das Ilhas Del rosário. É lindo demais. Super preservado. Uma muralha de 9km protege a ciudad amurallada. Vale muito a pena conhecer. O bom é ir no final da tarde, pois o comércio ainda está aberto. À noite fecha quase tudo, ficando apenas os restaurantes abertos. Retornamos outro dia ao centro histórico para fazer o passeio de Coche (charrete). Pagamos 25000 pesos pelo passeio completo, que durou 35 minutos, passando pelos principais atrativos do centro histórico. Muito legal, principalmente para casais em lua de mel. Com certeza, o centro histórico é o ponto alto duma viagem a Cartagena. SAN ANDRÉS: San Andrés fica a uns 500km da costa da Colômbia, mais para América Central do que para a América do Sul. Ilha maravilhosa, tipicamente caribenha. Águas de uma cor inesquecível ( como dizem por lá: “El água de 7 colores”). Compramos um pacote em Cartagena, incluindo hotel com café da manhã e jantar. Saiu praticamente o mesmo preço caso comprássemos apenas a passagem aérea. Procurem a agência de viagem Aviatur. Agência muito boa, séria (f: 6650101, 6650209, 6650081 – [email protected]). Lá nos preocupamos em ficar em um hotel um pouco melhor, tendo em vista que a ilha não possui água doce e apenas os hotéis melhores possuem, pois é necessário ter um desalinizador. Ficamos hospedados no hotel Tiúna, umas 3 estrelas, que tinha água quase doce. Muito bom, apesar de velho. Fica a beira mar, no centro, perto de todas as melhores lojas para compras. E por falar em compras, lá é zona franca, portanto, perfumes, eletrônicos, óculos, etc, possuem preços excelentes. Para quem não quiser comer no próprio hotel, a ilha tem alguns restaurantes e pizzarias, mas a maioria dos turistas faz pacote de meia pensão ou pensão integral. San Andrés é uma ilha de uns 7km de comprimento. Tem uma população de 70000 habitantes. Para conhecer a ilha, alugamos uma moto (uma scooter). Preço: 40000 pesos por 7 horas. Muito tranqüilo. O cara que aluga fornece um mapa da ilha. O legal é que a estrada margeia toda a costa da ilha. A ilha quase não tem praias. A mais legal que achamos fica em frente ao hotel Decameron, na parte sul da ilha. Mar lindo, de águas transparentes. Outro ponto legal para conhecer é um lugar que paga para entrar, 1000 pesos, chamado aquário. Muitos peixes e águas azuladas, transparentes. Lugar um pouco fundo. Uns 3 metros de profundidade. Lembrem, tenham sempre uma máscara em mãos. Lugares para fotos e banhos são muitos. Um outro passeio legal que fizemos foi a duas pequenas ilhas. Uma delas se chama aquário e a outra se chama ilha jonny cay. Lugares maravilhosos. Mar maravilhoso. Preço de 15000 pesos por pessoa. Sai as 09:00h e retorna as 13 ou 15 horas, você quem escolhe. Voltamos as 15 horas, lamentando. Por nós, ficávamos até as 18 horas. Bom, foi uma pena termos ficado apenas 3 dias. San Andrés valia pelo menos mais uns 2 dias. Cartagena – Maracaibo (21-06) Compramos a passagem no bairro da Boca Grande, no escritório da Expresso Brasília, a um custo de 115000 pesos por pessoa (mais caro que da Venezuela para a Colômbia). O bom é que não tivemos que ir ao terminal de transportes, que fica bem longe de boca grande, uns 40 minutos de táxi. A viagem foi tranqüila, mas tivemos um pouco de estresse na fronteira. Passamos quase 2 horas para carimbar o passaporte na imigração da Colômbia. Eita povo burocrático. O pior é que quando chegamos para carimbar o passaporte no lado venezuelano, tinha faltado energia elétrica e já era noite. Mas, no final deu tudo certo. Saímos de Cartagena as 08:30h e chegamos em Maracaibo as 22:00h. Acabamos ficando num hotel indicado pelo motorista do ônibus. O motorista foi muito legal. Parou o ônibus bem em frente ao hotel Milenium. Custou 150BF. E é bem melhor do que o Ejecutivo. Fica na entrada da cidade. O ônibus da expresso Brasília apenas vai até a praça El Toro (fica na entrada da cidade - de lá é necessário tomar táxi para o hotel), e de lá segue viagem para Caracas. Esta praça é meio afastada e como já era tarde, não pensamos 2 vezes antes de aceitar o hotel. No início, tentamos ficar no centro de Maracaibo e pelo menos umas 3 pessoas não nos aconselharam, pois diziam que lá é perigoso a noite. Seguimos os conselhos. Inclusive o guia lonely planet indica alguns hotéis no centro, como o Caribe e o Montevidéu. Ninguém aconselhou. Portanto, cuidado ao ficar no centro. No dia seguinte (domingo 22) seguimos para o aeroporto de Maracaibo, onde, anteriormente, na chegada, tínhamos comprado a passagem para Curaçao, pela Avior (http://www.aviorairlines.com), a um custo de 260BF por pessoa. O detalhe, é que além deste preço, tivemos que pagar taxas de embarque, no valor absurdo de 150BF (mais de US$ 50,00) por pessoa. Resultado, a passagem saiu (só ida) o valor de 410BF por pessoa (uns US$ 140,00). Detalhe, o vôo até Curaçao é de apenas 25 minutos. Curaçao-Bonaire Nosso destino, nesse dia 22 era Bonaire. Curaçao ficaria por último. Assim, ao chegarmos em Curaçao, por volta das 12:30h, procuramos imediatamente se informar sobre vôos para Bonaire. Tinha lido anteriormente que várias companhias voam durante todo o dia para Bonaire. Assim, compramos passagem pela Insel Air, ao preço de US$ 46,00 por pessoa. Vôo super tranqüilo, apenas 25 minutos. Vôo exclusivo, somente nós no avião, o qual possuía apenas uns 20 lugares. Chegando em Bonaire, fomos recepcionados pelo senhor Samuel, taxista que presta serviço a pousada Coco Palm, onde ficamos hospedados. Anteriormente, tinhámos entrado em contato com o pessoal da pousada e reservado por e-mail. Dados da pousada: http://www.cocopalmgarden.com - F: 599 – 7172108 e 7861479 – fica localizada a 5 minutos do aeroporto. Ficamos num apartamento, com cozinha completa (Kolibri), ao preço de US$ 66,00 e mais US$ 10,00 para utilizar ar condicionado, portanto, US$ 76,00 (o calor é grande – é melhor ficar com ar condicionado). Quartos novos e espaçosos. Fica distante uns 5km da capital, Kralendijk. Como possui cozinha completa, caso se queira, dá para cozinhar e economizar na comida. Para comer na cidade, gasta-se pelo menos uns US$ 15,00 por pessoa. Só elogios a fazer da pousada. As donas, Marion e Bridgite são super atenciosas e corretas. Como falamos, a reserva foi feita por e-mail. Reservamos além do quarto, um automóvel. Em Bonaire não há transporte público e há poucos táxis. Portanto, no mínimo alugue uma moto. Mas, se for mergulhar, alugue uma pick up. No aeroporto, ligamos para Samuel (detalhe – tivemos que pedir um favor a uma pessoa, pois não há telefones públicos no aeroporto e era domingo, dia que quase ninguém trabalha na ilha, nem mesmo o escritório do Coco Palm funciona). Bom, no aeroporto, Samuel já nos entregou o carro alugado e nos guiou até o Coco Palm. O caro custou US$ 40,00 por dia, com todos os seguros inclusos. Negociamos com o próprio Coco Palm, que intermediou o aluguel. Os carros não são novos, mas é o suficiente. Bonaire é uma ilha maravilhosa. Com certeza a de mar mais bonito entre as três que visitamos. Certamente é o paraíso dos mergulhadores. Aliás, é praticamente só o que se faz na ilha. Ou se mergulha ou se faz snorkel. A água do mar é de uma cor maravilhosa. Lembra muito o mar de Los Roques. O mergulho é de praia. Assim, alugamos equipamento numa operadora e fizemos em apenas um dia, 4 mergulhos. No início, achamos ruim, pois estamos acostumados a mergulhar embarcado. Mas no final do dia achamos excelente, já que não temos que viajar de barco até o ponto de mergulho. Tudo o que fazíamos era escolher o ponto de mergulho e se dirigir a ele, estacionando a caminhonete num local o mais próximo possível do local de entrada no mar. O interessante é que nos pontos de mergulho costumamos ver diversos carros estacionados e ninguém no local, já que todos estão submersos. Importante, o carro deve ficar estacionado com os vidros abertos, pois os poucos furtos que ocorreram em Bonaire foram em carros que estavam estacionados enquanto os donos mergulhavam e deixaram os mesmos fechados. Portanto, deixar as janelas abertas e não levar coisas de valor quando for mergulhar. Indico a operadora Dive Friends. Um dos escritórios fica na saída do aeroporto. Quando for alugar equipamento, é bom alugar tanques ilimitados. Assim, ficamos mais a vontade para mergulhar. Os tanques podem ser repostos em qualquer dos escritórios da Dive Friends espalhados pela ilha. O legal é que a Dive Friends do aeroporto, tem uma pessoa que fala bem o português, pois é casada com um brasileiro. O nosso primeiro dia de praia em Bonaire foi o dia da chegada. Chegamos por volta das 16 horas. Fomos conhecer uma baía (Lac Bay), onde se pratica muito Wind surf. Bem legal, pense num vento forte. No segundo dia, conhecemos as praias do norte da ilha. Com certeza, as melhores. Dia de muitos banhos e snorkel. Também conhecemos o vilarejo de Rincon. Muito pacato. É onde fica a entrada para o parque nacional, que acabamos não indo por falta de tempo. No terceiro dia, foi o dia do mergulho. Logo cedo alugamos todo o equipamento para mergulho. Fizemos 4 mergulhos. Foi um dia maravilhoso. Mergulhar em Bonaire foi uma experiência super legal, principalmente porque pela primeira vez, fizemos mergulho de praia. Sim, lá o mergulho é na praia. É chegar, estacionar o carro, colocar o equipamento e cair no mar. Todos os pontos de mergulho são muito bem sinalizados, tanto na terra quanto no mar. Portanto, não tem como errar. E também não há perigo. O ruim é que mergulhamos apenas um dia. A maioria do povo que vai pra lá, passa uma semana inteira mergulhando. No quarto dia, passeamos pela capital, já que pela manhã estava chovendo. As lojas de bonaire só abrem durante o dia. A maioria fecha às 18 horas ( no máximo). Material de mergulho em Bonaire é super barato. Vale muito a pena comprar. É inclusive melhor de comprar do que Curaçao. Na parte da tarde fomos conhecer a parte sul da ilha. Região muito diferente do norte, principalmente por ser mais baixa e plana e ter várias salinas. Mas vale muito a visita. Mas, escolhemos para terminar o dia na praia de 1000 steps, uma das mais bonitas da ilha, que fica na parte norte. Banho maravilhoso. No quinto dia, viajamos para Curaçao. O inconveniente, é que deixaríamos o carro no aeroporto, mas, na saída, o carro não quis pegar. A bateria se foi. Nem sinal. E o pior, é que era pouco mais de 05:00h da madrugada. Tudo escuro ainda. Bateu um pouco de desespero na hora, mas nos acalmamos e minha namorada lembrou do manual de instruções da pousada, principalmente da parte que dizia que em caso de emergência, podíamos nos dirigir a casa de Marion (umas das donas) e acordá-la. Foi a nossa salvação. Apesar de bastante assustada, ela foi super prestativa e nos deixou no aeroporto. Portanto, recomendo bastante o Coco Palm Garden. É inclusive um dos melhores custos benefício da ilha. Bom, já com muita saudade, conseguimos pegar o avião para Curaçao. CURAÇAO Chegamos em Curaçao por volta das 08:00 da quinta-feira 26 de junho. Não tínhamos reservado hotel, mas tinha uma lista de possíveis candidatos. Era baixa temporada. Do aeroporto, ligamos para o Alablanca apartments e, ao preço de US$ 65,00, mais 7% de taxas, aí ficamos hospedados (f: 599-5680647 7365660 – End.: Kaya Toni Kunch15a, Curaçao). O dono foi legal, deixou-nos entrar as 09:30h, sem pagar nada mais. Assim como o Coco Palm, o quarto também tem cozinha completa, mas é mais velho. Mas, é o suficiente. É limpo e fica a apenas 5km da capital, Willemstad. Ainda no aeroporto, alugamos um carro nas locadoras que ficam no próprio aeroporto. Pagamos US$ 50,00 pela diária de um Atos, com ar condicionado (locadora Trifty - a mais barata entre as locadoras do aeroporto). Carro novo, com seguro incluso. Detalhe, o seguro não cobria o parque Christoffel National Park e a Mambo Beach (praia que fica ao lado do sea aquarium). Portanto, evitamos essas áreas. Compramos um mapa e seguimos para o alablanca apartments. Chegamos sem muita dificuldades. Bonaire tem apenas cerca de 10000 habitantes, enquanto Curaçao tem 170000. Daí, a diferença entre as ilhas é enorme. Em Curaçao tudo é bem mais longe, apesar de ser fácil se guiar com um mapa. Bonaire é bem mais tranqüila. O acesso as praias em Bonaire também é bem mais fácil, é mais perto. Enquanto Bonaire tem uma estrada que praticamente circunda pelo litoral toda a ilha, Curaçao não tem uma estrada propriamente costeira. Assim, para chegar às praias, deve-se guiar pelas placas de indicação. Curaçao tem mais praias (de areia) que Bonaire. Também tem mais gente nas areias e as melhores praias são pagas. Paga-se para entrar e para ter uma cadeira de praia. Outro detalhe é que a água do mar de Bonaire ( e de San Andrés) são mais transparentes que Curaçao. Na maior parte das praias de Curaçao as águas não são tão transparentes, são um pouco brancas. Mas, comparando com o Brasil, são águas maravilhosas, também dignas do Caribe. No nosso primeiro dia em Curaçao, resolvemos conhecer as praias do oeste, as melhores da ilha. Fomos em direção a West Punt, cerca de 40 minutos de carro desde Willemstad. Com o mapa na mão é bem fácil de chegar. Passamos para conhecer na maioria delas, mas ficamos apenas em duas. O tempo era curto. Nossa primeira parada foi na praia Kalki. Gostamos bastante desta praia. Praia de águas claras, com pouca gente e boa para snorkel. Tomamos um bom banho. Saindo de lá, paramos para conhecer diversas praias, todas bonitas, mas escolhemos para ficar a praia Kenepa, tida como uma das melhores da ilha. É uma pequena praia, que lota nos finais de semana, mas quando fomos tinha bem pouca gente. Foi ótimo. Um banho maravilhoso. Na volta, paramos para conhecer Willemstad, a capital de Curaçao. Cidade essa que é dividida em duas partes, Otrobanda e Punda, separadas por um braço de mar, uma baía. A ligação entre elas se dá por uma ponte que só passa pedestre e é giratória. Sempre que vai passar algum barco ou navio, ela abre, ficando os pedestres impossibilitados de atravessar, tendo que recorrer ao Ferry que fica a disposição, gratuitamente, das pessoas. Em Punda estão as melhores lojas para compras, tendo em vista que Curaçao é uma zona livre de impostos. Nesse primeiro dia, paramos em Otrobanda. Tiramos várias fotos, principalmente de suas construções antigas, bem pintadas e preservadas. É uma visita imperdível. Neste mesmo dia, à noite, retornamos a Willemstad, desta vez para Punda. Viagem praticamente perdida, pois a noite tudo fecha, ficando aberto apenas alguns restaurantes e cassinos. A cidade fica meio que deserta. Acabamos nos perdendo para sair e retomar a estrada para nosso hotel, mas, com auxílio do mapa, encontramos a saída. No nosso segundo dia, fomos ao Sea Aquarium, US$ 15,00 por pessoa. Passeio legal, para turista. Tem desde algumas aves como flamingos e pelicanos, até shows com golfinhos, lobos marinhos e tubarões lixa. Com relação a estes, a curiosidade é o fato de os turistas poderem alimentá-los com peixes, dando uma certa emoção à visita. Também há a opção de nadar com os golfinhos, mas a um custo bem maior. Nossa visita durou cerca de 2 horas. Valeu a pena. Do sea aquarium, resolvemos conhecer alguma praia do lado leste da ilha (ou lado sul para alguns – segundo os nativos a parte acima da capital seria o oeste, o aeroporto estaria no norte). Bom, por orientação do guia do sea aquarium seguimos para umas das praias do lado leste, mas não gostamos de nenhuma, pois quando comparávamos com as praias do oeste, ficavam bem aquém. Assim, resolvemos andar um bom pedaço de carro, e ir até uma praia privada no lado oeste, chamada Porto Mari. Super legal. A melhor praia que fomos em Curaçao. Também tem as águas mais claras das praias que fomos. Ficamos na praia até quase 7h da noite. Valeu muito a pena. No retorno paramos novamente em Willemstad, onde tiramos mais fotos. No nosso último dia em Curaçao, que seria o nosso dia de retorno à Caracas, pedimos ao dono do hotel para ficarmos até as 17 horas. Fomos atendidos e ficamos livres para passear praticamente o dia todo. Logo cedo, fomos conhecer uma tal de Zona Livre (Free Zone), crentes que lá estariam os melhores preços. Lugar que fica na região portuária e que só pode entrar turista. Quando chegamos foi a maior decepção da viagem. Corram de lá. Lugar péssimo. Não percam tempo. Assim, quando vimos que era uma furada, corremos para Willemstad. Aí sim, tem diversas lojas, com preços excelentes, além do charme da própria cidade, que é linda. Ao final do dia retornamos para o hotel e seguimos para o aeroporto, onde entregamos o carro e nos despedimos de Curaçao. Detalhe, a taxa de saída de Curaçao é no valor de US$ 35,00 por pessoa. Curaçao-Caracas-Brasil À meia noite chegamos a Caracas (nosso vôo foi via Bogotá, demorando 4 horas para chegar – se fosse direto seriam apenas 30 minutos de vôo). Resolvemos ficar no próprio aeroporto, pois nosso vôo para o Brasil seria as 08:00h do dia seguinte. Além de nós, o aeroporto estava cheio de turistas, que também preferiam ficar no aeroporto. Sair de Maiquetia para Caracas é muito longe e caro.Um táxi para Caracas custa cerca de US$ 50,00. Achamos melhor ficar mesmo no aeroporto, pois teríamos que estar de volta as 06:00 para fazer check-in. Enfim, passamos todo o dia 29 viajando, até chegarmos em nossa cidade, Recife. Bom, diversas impressões ficaram nessa viagem. Com relação à Colômbia, podemos dizer que superou nossas expectativas. Cartagena é uma cidade linda, imperdível. É realmente tudo o que falam de bom. San Andrés é ilha caribenha que não deixa a dever a Curaçao e Bonaire. Inclusive gostamos mais de San Andrés que de Curaçao, principalmente pelo mar de 7 cores. A única parte meio tortuosa da viagem foi a entrada e saída na Colômbia, de ônibus. Apesar de a viagem ter sido tranqüila (tanto na ida quanto na volta) é preciso ter bastante paciência para agüentar a demora na fronteira. Na volta perdemos simplesmente 2 horas. Bonaire, sem palavras para descrever. Valeu cada dólar gasto. Lugar lindo. Pretendemos retornar o quanto antes. Se você gosta de mergulhar, lá é o lugar. Curaçao é um lugar bonito. Também muito legal. Mas é bem diferente das outras ilhas que fomos. É lugar grande, com muitos carros, trânsito e praias pagas. Lugar pra turista americano mesmo, talvez não como Aruba. Mas, se você for a Bonaire, vale a passada por Curaçao. De todas as ilhas da região, que conhecemos, em nossa opinião as melhores, por ordem, são: Los Roques, Bonaire, San Andrés e Curaçao. Sem dúvida, Los Roques é a mais bela, tendo em vista ser a mais preservada. Qualquer dúvida, mandem e-mail: [email protected] Perdoem eventuais erros de Português. Cleber
  17. Caro Maazam.... O seu roteiro não está ruim. Todos são lugares legais. Mas, tenho algumas dicas rápidas. Bom, acabei de retornar (há uma semana) de uma viagem a Colômbia (Cartagena e San Andrés), Bonaire e Curaçao. Em breve, colocarei neste fórum o relato da viagem. Minha viagem foi pela Venezuela. Tive que passar pelo aeroporto internacional de maiquetia. ~ Ano passado passei 20 dias na Venezuela e foi super legal, principalmente pelos custos, já que o câmbio negro nos estava muito favorável. Consegui cerca de 3600BS por cada dólar. Vi relatos aqui neste fórum que em dezembro último se conseguia cerca de 5000BS por cada dólar. Baseado nestas informações, resolvi tomar a Venezuela de base e comprar todas as passagens aéreas em bolivares fortes, para os meus destinos: Maracaibo (a caminho de cartagena), para Bonaire e Curaçao. Assim, em 12 de junho, ao chegar no aeroporto, a primeira coisa que fui fazer, foi tentar trocar os dólares que precisava para comprar as passagens aéreas. Para minha surpresa, apenas conseguir 3000BS por cada dólar. Menos do que consegui um ano atrás. E o pior, tudo estava pelo menos uns 20% mais caro. REsultado, aumentaram os custos de minha viagem. Acabei de chegar de Curaçao e acho que vc vai gostar muito mais de Los Roques. Por falar em Los roques, a passagem para lá está 770 bf (cerca de US$ 358,00 no oficial ou US$ 257 comprando os bolivares no paralelo). Como vc quer gastar pouco, Curaçao não é o lugar, pois lá, no barato vc vai gastar para se hospedar uns US$ 65,00, sem falar a necessidade de alugar um carro. Sem carro lá, vc não é nada. A ilha é muito grande. Tem 170.000 habitantes e tudo é longe. Nas melhores praias, só se chega de carro. O aluguel de um carro está cerca de US$ 50,00 por dia. Mesmo com o câmbio desfavorável, a Venezuela ainda é mais barata. Principalmente considerando que vc vai em alta temporada. Acho que em alguns lugares vc vai encontrar dificuldades para se hospedar. Se puder evite Caracas, trânsito de louco. Quase não tem o que ver. Do seu roteiro, eu não perderia: chichiriviche (morrocoy), Mérida, Salto Angel (é bem caro) e Los Roques ( o melhor de todos). Margarita é legal, mas não tem nada de tão especial. Nem podemos dizer que o mar é um mar caribenho. ´ Qualquer dúvida, veja o meu relato acima, ou manda e-mail. Saudações...
  18. Relato sobre viagem a Venezuela: Olá, conforme prometido, a seguir relatarei a viagem que fiz com minha namorada a Venezuela, entre 08/06/2007 e 28/06/2007. A Venezuela é um país muito bonito. Possui praias maravilhosas, como Los Roques, a maior cachoeira do mundo, Salto Angel e o maior Teleférico do mundo em Mérida. O nosso roteiro foi o seguinte: Canaíma/Salto Angel - Ilhas Margarita - Los Roques – Mérida - Chichiriviche/Morrocoy. Antes de relatar a viagem, é importante esclarecer a questão do câmbio. Como já relatado por outros viajantes, existe um câmbio negro muito grande na Venezuela. O câmbio oficial é fixo, de modo que 1dólar equivale a 2150 bolivares. O aeroporto internacional de Maiquetia (perto de Caracas) possui diversas casas de câmbio, que só pagam a taxa oficial de 2150BS por dólar. A dica é que no aeroporto nacional, que fica ao lado do internacional, possui diversas agências de viagem, as quais trocam dólar. Se você trocar uma quantia razoável, consegue cerca de 3600BS ou mais por cada dólar. Diferença muito grande. Outra dica que dou é que ao desembarcar no aeroporto internacional, uns caras colam em você oferecendo dólar a 2500BS, alegando que as casas de câmbio só pagam 2150BS. Cuidado, corram deles. Prefiram trocar no aeroporto nacional, e nas agências de viagens. Não troquem em outro lugar, pode ser perigoso. Outro ponto importante, é que o aeroporto é o melhor lugar para se trocar dólar, é onde pagam melhor. Para se ter idéia, em Margarita, o melhor que consegui foi 3200BS por cada dólar. Se tiverem idéia do que vão gastar na viagem, troquem tudo ainda no aeroporto. Outro ponto importante para quem for para a Venezuela. A alta temporada, além dos feriados tradicionais, são os meses de julho, agosto, final de dezembro e janeiro. Se puderem, evitem tais meses. Na região de praias, o clima é bom o ano todo, muito calor e pouca chuva. Na região do Salto Angel, chove, e muito, entre junho e setembro. Vamos a viagem em si: Partimos de Recife em 07/06 com destino a São Paulo. Tivemos que dormir no Hotel Íbis de Guarulhos. Pagamos R$ 80,00 o casal. Muito bom. Na manhã do dia 08/06, seguimos, de Varig, para Caracas/Maiquetia. Chegamos por volta das 13:00h, horário local (fuso horário de uma hora a menos em relação ao horário de Brasília). 08/06 Ao chegar no aeroporto, deixei minha namorada com as bagagens numa lanchonete do aeroporto internacional e fui procurar lugar para trocar dinheiro. Acabei descobrindo que o melhor lugar para se trocar é o aeroporto nacional. Conseguimos 3600BS por cada dólar. Ainda no aeroporto nacional compramos uma passagem de avião para Ciudad Bolívar, ao preço de 218000BS por pessoa. Retornando ao aeroporto internacional, liguei para o Francisco Alvarez, que era da Adrenaline e agora é da Turismos Alvarez, para acertar o passeio ao Salto Angel. Anteriormente já havia tido contato com ele por e-mail e reservado o passeio. Ele tinha oferecido o passeio de 3 dias e 2 noites, com tudo incluso, dormindo 2 noites em acampamento, em redes, a 950000BS, mas quando liguei do aeroporto, ele falou que a época era de baixa temporada e que os preços haviam baixado para 870000BS por pessoa. Antes de confirmar, liguei para o pessoal da Adrenaline em Ciudad Bolívar. Ofereceram o mesmo passeio por 850000BS por pessoa. O diferencial do Francisco é que ele ofereceu uma noite de hospedagem na chegada e na saída de Ciudad Bolívar, e também ofereceu mais uma noite em Canaíma, para quem quisesse, mas sem comida. Acabamos fazendo o passeio com o Francisco, pois tanto o Francisco como o pessoal da Adrenaline foram muito bem falados por outros viajantes. E no final das contas, descobri que ambos enviam seus viajantes para a mesma agência em Canaíma, TIUNA TOURS. Assim, liguei para o Francisco e fechei o passeio. Na verdade ele é apenas intermediário, pois vive em Santa helena. A agência que você negocia de fato em Ciudad bolívar é a TOTAL AVENTURA, do JAVIER, sócio do Francisco. Chegamos na noite do dia 08/06 a Ciudad Bolívar. O Javier já estava nos esperando no aeroporto, como combinado com o Francisco. Fomos para a sua agência que também é pousada, que por sinal é super simples (um calor danado), mas suficiente para dormir e seguir viagem no dia seguinte. Ressalto que o Javier foi super atencioso conosco. Dados do Francisco Alvarez: F: 04133852846. E-mail: [email protected] ; site: www.roraimarsta.com Dados da TOTAL AVENTURA (JAVIER), em Ciudad Bolivar: F:0285-6324635, Cel: 04148546807, 04148533830. E-mail: [email protected]; site: www.canaimasaltoangel.com. 09/06- Seguimos de ciudad bolívar para canaíma, num avião para 6 pessoas, que mais parecia uma lata velha. De qualquer forma, a viagem de 1 hora foi bem tranqüila. Ao chegar em Canaíma fomos recepcionados pelo pessoal da TIUNA Tours, agência que faríamos o passeio pelos próximos 3 dias. Tivemos o resto da manhã do dia para conhecer um pouco de Canaíma. Depois do almoço seguimos viagem para conhecer as quedas de canaíma, embarcados, e depois fomos conhecer o lindo Salto el Sapo. Quedas lindas. Tomamos muito banho, tanto de cachoeira, como de chuva, pois chovia bastante, mas nem incomodava. Depois de conhecer as cachoeiras, seguimos para o acampamento em que dormiríamos. Depois de navegar 1,5 hora debaixo de chuva, chegamos ao acampamento, que não tem energia elétrica e fica num lugar lindo. Escolhemos nossas redes e fomos tomar um banho (aliás, como éramos os únicos brasileiros, fomos os únicos a tomar banho. Fato que se repetiria nos próximos dias. Pense nuns gringos fedorentos). 10/06- Este era o grande dia. Após tomar o café da manhã, seguimos no barco ( uma espécie de canoa com motor) para o famoso Salto Angel. O rio possui muita correnteza e , na ida, o barco teve que ir contra a correnteza (Rápidos, em espanhol). Levamos quase 3 horas de navegação para chegar ao acampamento de onde ainda andaríamos 1 hora para chegar ao Salto. Do acampamento, já avistamos a imensidão do Salto Angel. Realmente é de perder o fôlego. Após caminharmos por 1 hora, numa subida íngreme, chegamos praticamente à base do Salto Angel. Passamos mais de uma hora apreciando a sua imponência. É muito bonito, sem palavras para descrever. Do mirador, caminharíamos por mais 10 minutos para poder tomar banho. Até pensamos em ir, mas os gringos não queriam tomar banho, estava um pouco frio. Acabamos desistindo, fato que depois nos arrependemos. Tivemos que tomar banho no rio que fica na base do acampamento onde almoçaríamos. Mais uma vez fomos os únicos a tomar banho. Após o almoço, retornamos ao acampamento, onde tomamos nosso banho e jantamos. Como o acampamento não tem energia elétrica, todos dormem bem cedo, por volta das 21:00. 11/06 – Dia de retornar a Canaíma. Após o café da manhã, retornamos a canaíma, onde almoçamos e seguimos viagem para ciudad bolívar. Do aeroporto tomamos um táxi para a agência do Javier, que pagou a corrida. De lá, tomamos banho e seguimos viagem, em Por Puestos (carro de passeio que se paga pela sua vaga), 40000BS por pessoa, até Puerto La Cruz, para no dia seguinte seguir para a Ilha Margarita. Os Por Puestos para Puerto La Cruz saem da rodoviária. São carros bons, com ar condicionado, e é bem melhor do que pegar ônibus. Estes custam em torno de 30000BS por pessoa. Alerto para que tenham cuidado quanto aos Por puesto, pois como era uma segunda-feira, e já no final do dia, tinham poucos passageiros, de modo que o motorista pegou um passageiro até metade do caminho e lá teve que procurar por outro passageiro para cobrir o resto da viagem. Esperamos quase uma hora e o motorista não conseguiu outro passageiro. Colocou-nos em outro carro. Acabamos nos atrasando e chegamos tarde a Puerto La Cruz. Lá Chegando , pedimos ao motorista que nos levasse a algum hotel. Fomos em uns 3 hoteis, e todos lotados ou muito caros. No quarto, ficamos, pois já era tarde da noite, cerca de 22:30h e precisávamos dispensar o motorista que estava sendo bem legal conosco. Acabamos escolhendo o hotel sem olhar o quarto, 50.000BS (não indico). Péssima escolha, apesar de ter ar condicionado e ser bem localizado, tinha muito mofo, pouca água, etc. Foi o pior hotel que ficamos na viagem. Ficamos morrendo de saudade de nossas redes no acampamento do Salto Angel. 12/06 Às 14h, pegamos o Ferry tradicional para Margarita, ao custo de 23000BS por pessoa. A viagem é super tranqüila, dura cerca de 5h. O Ferry parece mais um navio, é muito grande. Tem restaurante, sala com ar condicionado, filme. Chegamos no começo da noite em Punta de Piedras (lugar de Margarita onde chega o Ferry). Na saída do Ferry, pegamos um buseta (pequenos ônibus) que vai ao centro de Porlamar, custo de 1800BS por pessoa. No centro de Porlamar, pegamos um táxi (6000BS) até o hotel Lê Parc, indicado por um viajante do site. Hotel muito bom, quarto limpo, com tv a cabo, banheiro e com piscina. Pagamos 70000BS (o preço real era de 80000BS) por noite, sem café da manhã. O pessoal do hotel foi super atencioso conosco. Para quem viaja sem carro, acho o hotel um bom lugar para ficar, pois fica no centro, de onde partem os ônibus para todos os lugares de Margarita. O ruim do hotel é que não tem lugares legais perto para comer, além de ficar há 5 ou 6 quadras do centro propriamente dito. À noite é perigoso caminhar em direção ao centro. Creio que lugar melhor de ficar seja nas imediações da avenida 4 de maio. Porlamar é uma zona livre de impostos e nessa avenida ficam diversas lojas com preços excelentes para compras, inclusive com preços melhores que o famoso shopping Sambil, que por sinal tem preços bem salgados. Hotel Lê Parc: end.: calle guillart (entre as calles Lãs Flores e Paez),centro, Porlamar. 13/06 Dia pouco proveitoso. O pé de minha namorada amanheceu doendo bastante. Inicialmente achamos que era alguma torção sofrida na caminhada do Salto Angel. Colocamos gelo. Resolvemos ficar na cidade neste dia. Fomos a famosa avenida 4 de maio. As lojas possuem ótimos preços, mas não compramos nada, pois ainda era começo de viagem e não queríamos gastar muito, pois ainda iríamos para Los Roques. Compramos um passeio para o dia seguinte, Jeep Safári, ao custo de 90000BS por pessoa (preço oferecido: 110000BS). 14/06 Neste dia fizemos o passeio do Jeep Safári comprado no dia anterior. Passeio legal, conhecemos Assunção (capital de Margarita), a Laguna La Restinga (espécie de manguezal com várias ostras , muito bonito), e a praia Punta de arena. Infelizmente não pudemos aproveitar bem o final do passeio, pois teve um pequeno ciclone que fez faltar energia em toda a ilha. Praia muito bonita. O pé de minha namorada continuava a incomodar, colocamos mais gelo. À noite, como o pé não melhorava e estava bem inchado, resolvemos ir a um hospital. Fomos, meio receosos, a um hospital público em Assunção. Para nossa surpresa, fomos muito bem atendidos pela médica de plantão. Descobrimos que o pé não estava torcido, e sim infeccionado por causa das picadas de mosquito do Salto Angel. A médica passou antibiótico e anti-inflamatório. 15/06 Compramos os remédios e fomos conhecer, de ônibus, a praia caribe e o Fortin de la galera, em Juan Griego. A vista do fortin é imperdível, muito bonita. Não deixem de conhecer. O ônibus que sai de porlamar vai até um terminal de ônibus de Juan Griego. De lá deve-se pegar um Por Puesto para o Fortin e de lá outro para a praia Caribe. A praia possui vários bares, mas estavam , praticamente, todos vazios, era dia de semana e baixa temporada. Gostamos bastante da praia. Vale uma ressalva que Margarita não tem as águas claras, transparentes, tão sonhadas que possui o famoso mar do caribe. As praias são bonitas, mas nada que já não tenhamos no Brasil, principalmente no nordeste. Da praia Caribe, pegamos um táxi até a rodoviária de Juan griego e de lá um por puesto para Porlamar. Chegando em Porlamar, fomos para a av. 4 de maio, procurar saber preço de passagem e avião para Caracas. Conseguimos uma promoção na Aero Postal, dois pelo preço de um, a 178000BS para os dois, pouco mais caro que o custo que teríamos para chegar no aeroporto de Caracas indo de Ferry e ônibus, sem contar que minha namorada ainda estava com o pé ruim. 16/06 Nosso vôo era as 13 horas. Pela manhã fomos conhecer o shopping Sambil. Tem ônibus para lá saindo do centro. Infelizmente, não tivemos muito tempo para conhece-lo, apenas 1 hora. Acabamos sem tempo de comprar nada. A tarde pegamos o vôo para Maiquetia. Chegando em Maiquetia, procuramos o guichê das companhias aéreas para Los Roques. Compramos passagem só de ida, pela LTA, Aero Tuy, a 260000 BS por pessoa. Apenas 2 companhias, atualmente, voam para Los Roques, esta e a Transaven. Os preços são iguais. Mas vale a dica que a Transaven tem um promoção de ida e volta a 430000BS se vc for e voltar para Los Roques entre segunda e quinta-feira. Às 17h seguimos para Los Roques. São apenas 30 minutos de vôo. A chegada a Los Roques é maravilhosa. Do alto vc já vê o paraíso que é Los Roques. Ao desembarcar em Los Roques, fomos procurar as pousadas indicadas pelos viajantes do Mochileiros, a da Magaly e a Roque Lusa. A primeira fica na praça principal de Los Roques. Ao chegar lá, como era baixa temporada, a pousada estava fechada, em reforma para enfrentar a alta a partir de julho. Outras pousadas vizinhas, aparentemente do mesmo porte, ou estavam lotadas ou eram muito caras, tipo 400000BS por pessoa. Só nos restou ir para a Roque Lusa. Não foi fácil achar, pois ela fica no final da ilha. Deixei a namorada com as bagagens e fui atrás da pousada. Ao chegar, a pousada também não estava funcionando, pois na próxima segunda iria começar uma reforma. Foi aí que entrou a conversa de brasileiro. Falei para a senhora dona da pousada que tínhamos vindo por indicação e que queríamos muito ficar lá. Ela acabou nos aceitando, mas sem café da manhã e sem jantar. Em princípio achamos bom, pois ela fez 90000BS pelo quarto, o qual possuía ar condicionado e banheiro privativo, mas é bem apertado. Para se ter idéia, o preço normal da pousada é de 100000BS por pessoa e na alta é de 130000BS, incluído café e jantar. Durante todos os dias tivemos que comprar café da manhã na única padaria da ilha (não tem muitas opções, mas tem sanduíche de jamon com queso, a 10000BS , além, é claro, das famosas empanadas, e só). É incrível como o povo da Venezuela come empanada, espécie de pastel com massa de milho.Não gostamos muito. O jantar era problema, pois , como todas as pousadas da ilha oferecem café da manhã e jantar, existem pouquíssimos restaurantes e são caros. Mas acabamos nos virando. Em relação aos passeios, procuramos fazer os melhores, que geralmente inclui mais de uma ilha. Portanto, fizemos os mais caros, mais valeu muito a pena. Os preços são tabelados. Seguimos a dica de um mochileiro e procuramos o Manoel, dono da Francisky Tours. Ele fica todos os dias pela manhã no cais de onde saem os passeios. Basta perguntar por ele a qualquer nativo. Falamos que tínhamos vindo por indicação e ele nos deu alguns descontos. F:0414-3140611, 0416-9843811, [email protected] Fizemos alguns passeios com a Beth, pois o Manoel não tinha saída para uma ilha que queríamos ir. Ela fica do lado do cais, numa cabana que tem indicação da associação dos operadores de turismo de Los Roques. Ela não dava desconto, mas é super legal e nos emprestava sua caixa térmica, para levarmos bebidas. Indo em alta temporada, reservem os passeios e as pousadas. 17/06: Passeio para fazer snorkel na Boca de Cote/Palafitos/ Ilha Crasqui. Custo: 80000BS por pessoa, mas o Manoel nos fez um desconto, acabamos pagando 70000BS por pessoa, incluso cadeiras e guarda-sol. Se não foi o melhor, foi um dos melhores passeios que fizemos. Boca de Cote fica no final do arquipélago. Foi o melhor lugar de snorkel que fomos em Los Roques. O lugar é maravilhoso. Muita vida marinha e águas super claras. Depois da Boca de Cote fomos para os Palafitos. É uma palafita no meio do mar, sobre um pequeno banco de areia. Apesar do aspecto de favela, o lugar é muito bonito. O último lugar que fomos foi a Ilha Crasqui. Ilha muito linda. Para quem quer comer algo, é uma das poucas ilhas que tem restaurantes e não são caros. Comemos um peixe frito por 25000BS. Ilha maravilhosa. A dica é que caminhando até o final da ilha tem um lugar ótimo para fazer snorkel. 18/06: Passeio para Cayo de Água, Dos Mosquises e Espenky. Foi outro dia maravilhoso. Novamente fizemos o passeio com o Manoel. O custo do passeio é de 80000BS por pessoa, conseguimos pagar 70000BS, cadeira e guarda-sol inclusos. Cayo de água é linda, sem palavras. Em Dos Mosquises tem um projeto similar ao TAMAR aqui do Brasil. Mas ainda falta muito para ser um Tamar. Para quem conhece o TAMAR, acho que é melhor seguir para outra ilha e não perder tempo. A última ilha do passeio foi Espenky. Chegamos já perto das 17 horas e tivemos apenas 30 minutos para fazer snorkel. Mais uma vez, o lugar é muito bom para snorkel. Valeria a pena ter retornado para passar o dia. Espenky é um banco de areia pequeno, sem estrutura. É preciso levar comida e bebidas para passar o dia. 19/06 Passeio a Ilha Noronsky. Custo 40000BS por pessoa. A partir deste passeio, fizemos com a Beth, pois neste dia o Manoel não tinha saída para esta ilha. Ela nos emprestou sua caixa térmica. Levamos algumas bebidas. Como foi bom tomar água gelada, refri gelado, smirnof ice geladíssima....... Passamos o dia todo nesta ilha. O lugar é maravilhoso. É um ponto de desova de tartarugas. É fácil ver tartarugas lá, basta fazer snorkel ou esperar no final da tarde na praia que elas vem. 20/06: Mergulho. Custo US$ 85,00 por pessoa. Pagamos 535000BS para os dois. Fizemos o mergulho com a operadora Ecochallenge. Excelente operadora. Seu dono e Instrutor, Jesus, é super atencioso e cuidadoso. Quem mergulha sabe que a segurança está acima de tudo. O Jesus, desde o primeiro instante foi muito atencioso e responsável. Também ressalto que ele nos deu 10% de desconto. Outra operadora tinha o mesmo preço e não dava descontos. Site: www.ecochallenge.ws , [email protected], [email protected], [email protected] Mergulhamos na Maceta de Cote e La gata. Lindo. Mais um dia maravilhoso. A cada passeio que fazíamos, perdíamos vontade de ir embora. A vontade que dava era de ficar pelo menos uns 15 dias. 21/06: Passeio para Sebastopol e Cayo Muerto. Custo 80000BS por pessoa. Levem comida e muita água. Mais um lugar lindo. Sebastopol fica no final do arquipélago. No caminho passamos por algumas ilhas com várias aves, uma mais bonita que a outra. Antes do passeio compramos nossa passagem de retorno para Caracas, na Aerotuy, ao mesmo custo da ida, 260000BS por pessoa. 22/06: Pela manhã, passeio para Islã Francisky. 50000BS para os dois. Como tínhamos feito vários passeios com a Beth, ela nos forneceu, como cortesia, as cadeiras e o guarda-sol, além, é claro, da caixa térmica. O aluguel do guarda-sol, seria uns 15000BS , fora as cadeiras. Esta é uma ilha muito próxima de Gran Roque, a ilha principal. Portanto, ela sempre tem uma quantidade razoável de pessoas. É um passeio para ser feito mais no dia de viajar, pois se pode ir e retornar a hora que quiser. O ponto forte de Francisky do meio, onde ficamos, são os arrecifes, onde se faz um snorkel belíssimo. Junto com Boca de Cote são os melhores lugares para se fazer snorkel em Los Roques. As 16h, pegamos o avião para Caracas. Do aeroporto precisávamos ir para o terminal de passageiros La Bandera. Você tem 2 opções, ou pega um táxi e paga cerca de 150000BS, ou toma um ônibus a 13000BS por pessoa até o parque central em Caracas e de lá toma um táxi a 20000BS para o teminal La Bandera. Como bons mochileiros, escolhemos a segunda opção, pois Los Roques deu uma boa baixa em nosso dinheiro. Em 6 dias gastamos perto de US$ 900,00, incluindo as passagens aéreas. No terminal La Bandera, procuramos a empresa Flamingo e tomamos Bus Cama para Mérida, cerca de 650km. Segundo o Jesus, é a melhor empresa. Realmente a empresa é muito boa. O ruim foi ter que ficar cerca de 2 horas preso num engarrafamento na saída de Caracas. Uma viagem que no Brasil se faz em 10 horas, fizemos em quase 15 horas. Aliás, nunca vimos tanto congestionamento como em Caracas. Em todo lugar que fomos na Venezuela, tinha muito congestionamento, pois lá existem muitos carros circulando, pois se enche um tanque de gasolina com cerca de US$ 1,5 (acreditem se quiser). O litro da gasolina custa entre 80 e 100BS. É muito barato. Outra coisa bastante barata são os pedágios. Um carro de passeio paga 400BS, algo como R$ 0,25. 23/06 Por volta das 12 horas chagamos ao terminal de passageiros de Mérida. Ficamos Hospedados no hotel: Lãs 20 Truchas de Cheos. Pagamos 85000BS o casal por um bom quarto, com TV a cabo, frigobar, banho quente, sem café da manhã (como é costume na Venezuela). Era véspera da copa América e Mérida era sede. Portanto, pagamos preços de alta temporada, apesar de ainda ser baixa. O hotel fica muito bem localizado, na praça do teleférico, creio que o melhor lugar para se ficar em Mérida. O único ruim do hotel é que o mesmo fica em cima de uma churrascaria. No sábado, dia de movimento, o cheiro de carne incomodou um pouco. Neste dia a tarde, caminhamos pelo centro de Mérida e fomos conhecer a famosa Heladeria Coromoto, a sorveteria com mais sabores no mundo, mais de 700 sabores. Está no livro dos recordes. Os sorvetes são ótimos. 24/06: Subida ao teleférico. Para todos os trechos se paga 60000BS por pessoa. Até a penúltima estação se paga 45000BS por pessoa. O detalhe é que na baixa temporada, o teleférico só funciona de quarta a domingo. É muito organizado e seguro. A vista é linda, e o frio na altitude é imenso. Levem roupas de frio, casacos, luvas, gorros. A dica é que no próprio teleférico você consegue alugar roupa de frio. 25/06 Passeio a Venezuela de Antier. Custo 50000BS por pessoa, mais 40000BS de táxi para ir e voltar. Se contratar numa agência o transporte fica 35000BS por pessoa ida e volta. Este é um passeio que procura retratar a Venezuela dos anos 30. O lugar é lindo. A gente passa cerca de 4 horas para percorrer todo o percurso. Muito legal. Vale a pena. A noite pegamos ônibus para Valência. 26/06 : Pela manhã chegamos a Valência. Do terminal de passageiros, pegamos um ônibus (Buseta) para o parque nacional Morrocoy, Chichiriviche. Foram 3 horas de viagem até Chichiriviche. Pense num para para. A dica é que fiquem em chichiriviche e não em Tucacas. Indico o hotel Capri. É de um Italiano. Fica bem perto ao descer do ônibus. Preço da hospedagem: 70000BS pela diária, quarto com ar condicionado, tv a cabo. Limpo e arrumado e bem localizado. Neste mesmo dia fizemos o chamado tour A . Conhecemos algumas inscrições rupestres , manguezal e fomos para o Cay Muerto, uma ilha de águas claras (não era uma Los Roques, mas é muito bonita). Custo do passeio: 90000BS pela lancha, para os 2, pois era baixa temporada e não tínhamos com quem dividir. 27/06 :Fomos para Cayo Sombrero. Custo 80000BS pelos 2. O lugar é lindo, lembrou Los Roques. Águas muito transparentes. Lindo, imperdível. O único ponto negativo, foi um pouco de sujeira, mas nada que estragasse o passeio. 28/06: Retorno. Pela manhã pegamos ônibus para Valência. De lá outro ônibus (executivo) para Caracas. Na rodoviária de Caracas, La Bandera, conseguimos táxi a 60000BS para o aeroporto, uma barbada, pois o táxi estava indo pegar uma pessoa que estava para chegar. À 1:00 do dia 29, finalmente embarcamos, de Varig, de volta para o Brasil. Concluindo, a Venezuela superou as nossas expectativas. Dois lugares são imperdíveis: Salto Angel e Los Roques. Não deixem de ir pelo menos a Los Roques. Isla Margarita é um lugar bonito, mas sua maior atração são as compras, pois praias com lá temos aqui no Nordeste. Para quem não puder ir a Los Roques, não deixem de conhecer o Morrocoy, pelo menos terá idéia das águas do mar do caribe. Peço desculpas por eventuais erros de português cometidos. Fico a disposição para tirar qualquer dúvida que esteja a meu alcance, pelo e-mail: [email protected]
  19. Olá, acabei de chegar de uma viagem a Venezuela de 20 dias. Nos próximos dias tentarei colocar resumo de todos os lugares por onde passamos, Canaíma/Salto Angel, Margarita, Los Roques, Mérida, Morrocoy, incluindo dicas de hospedagem e passeios. A viagem foi maravilhosa. O país é lindo. Para quem for, pode viajar sem medo.
  20. Olá, Estou indo com minha namorada pra Uyuni no começo de dezembro. Meu vôo chega em Cochabamba em 03/12 e no dia seguinte devo estar indo pra Uyuni. Alguém sabe me informar a data das eleições na Bolívia? Ouvi dizer, via televisão, que é em 18/12. Aqui no site alguém falou que é em 04/12. Estou preocupado com os possíveis conflitos que possa vir a ter. Preciso saber da data pra evitar estar na Bolívia durante o período eleitoral. Em caso de conflitos, quais as piores regiões e cidades? Há ônibus bom de Cochabamba para Potosy ou Sucre? Obrigado, cleber
  21. Olá, devo estar indo pra Machu-Pichu em dezembro, mas antes devo passar pelo Salar de Uiunay. Como terei pouco tempo, pretendo economizar tempo fazendo alguns deslocamentos de avião (vai depender dos preços). Portanto, gostaria de saber se alguém sabe horários e preços de alguns destinos aéreos. São eles: 1-cochabamba-Potosi; 2-(Arica ou TAcna)-Cusco. 3-cusco-La Paz Quem souber de algo, agradeço.......
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