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debalves

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Tudo que debalves postou

  1. Caramba, jujuba78, adorei esse seu tópico! Super completo! Parabéns por fazê-lo e ajudar tanto a nós todos!
  2. Oi ritacoutinho! Já que os desejos de conhecer as cidades são muito pessoais, trace um roteiro que você acha que vai ficar legal e mostra pra gente, com quantos dias pretende passar em cada cidade e tudo mais, e a gente opina de acordo com as experiências de cada um! Aqui no Mochileiros, se você procurar, vai encontrar alguns relatos de viagens parecidos com o que você deseja fazer e vai te dar uma idéia melhor sobre a viagem!
  3. gabidominicci, só uma pergunta: você lembra o nome do restaurante onde vocês foram em Matosinhos? estou montando um roteiro para Portugal e provavelmente vamos conhecer essa cidade, à pedido da minha cunhada! Abraços!
  4. Sem problemas! Podem trocar informações por aqui também, às vezes tem alguma informação que vai ser útil pra mais gente!
  5. Caramba Juliana! Adorei o seu relato! Eu não conhecia os Travertinos, adorei, muito lindo! Quanto a casa de Nossa Senhora, minha mãe iria adorar! Ela ama Nossa Senhora e a gente já foi até na cidade de Natividade, aqui no RJ, que possui uma réplica do Santuário em Éfeso, segundo dizem, é a única no mundo, construída pelo Dr. Fausto de Faria, para quem Ela apareceu. Cuti muito sua viagem (acho que eu estava viajando junto, lendo o relato! Hehehe). Parabéns pela linda viagem!
  6. Oi Juliana! Tô acompanhando! Gente, que viagem incrível! Essa foi a primeira viagem que vocês fizeram em estilo mochilão, por conta própria?! Se sim, acho uma baita coragem! a gente ainda preferiu uma cultura mais parecida com a nossa e uma língua que podemos enrolar e tentar sermos melhor entendidos (como fomos para a Espanha)! Eu também não acompanhei a novela da Globo, mas vários colegas meus já foram pra lá para a Turquia e vi principalmente por imagem que realmente é muito bonito e interessante... Sem contar a parte da dança, que eu adoro! Vocês foram em alguma apresentação de dança? Foram em algum restaurante que tinha dançarinas? Como você contratou os guias? Foi por indicação? Foi pela internet? Ri muito com a parte de terem se perdido antes de achar o restaurante! Continuo acompanhando por aqui! Beijos! P.S.: Estou mega curiosa com a parte da Capadócia!
  7. Olá! Gostaria de saber se alguém já visitou Régua (ou Peso da Régua, como tenho lido em alguns lugares). Sei que meu avô veio de lá (apesar de não ter nenhum documento comprovando) e gostaria muito de conhecer e gostaria de saber como é o acesso e o que se tem pra visitar. Não dirijo e sei que por isso vou ter bastante dificuldade de conhecer muitos lugares em Portugal, quando eu for e pelo visto Régua é um deles. Li em vários lugares que pra se conhecer muitas cidades em Portugal, é necessário alugar um carro, pois de ônibus e/ou trem a locomoção se torna restrita, não é sempre que se tem bons horários de ida e volta e tudo mais... e pelo que eu estou lendo, acaba que quem não dirige conhece somente Lisboa, Sintra e Porto. Agradeço qualquer informação que puderem me fornecer!
  8. Continuando o relato (está quase terminando!), no dia seguinte, em Barcelona, era nosso último dia “útil”. Acordamos um pouco mais tarde, pois ninguém é de ferro e acabamos perdendo o café da manhã do hostel. Mas não teve problema, pois escolhemos um café na mesma rua do hostel e comemos lá, estava tudo delicioso! Não me lembro o nome do café... Depois pegamos o metrô e fomos até a Plaça D’Espanya visitar os vários pontos turísticos que existem ali perto. Primeiro fomos ao Arenas de Barcelona (a antiga plaza de toros que virou um shopping). Muito interessante, mas não o visitamos muito por dentro nesse momento. Pagamos uma pequena taxa e subimos pelo elevador que tem por fora do shopping para ver a vista do último andar (bem legal). Descemos e fomos caminhar. Passamos pela escultura que simboliza os três rios: Ebro, Gualdaquivir e Tajo e seguimos em direção a Montjuic. Passamos pelas Torres Venecianas e a essa altura o sol estava de rachar! Seguimos em frente. Estavam montando um palco entre as torres e o Montjuic e passando o som para um show mais tarde. Subimos pelas escadas rolantes laterais e fomos até o Palacio Nacional. Não visitamos o Museo Nacional de Arte de Cataluña, pois achamos que não haveria tempo suficiente. Ficamos um pouco lá, do lado de fora, nas escadarias, descansando e obervando as pessoas e uns artistas tocando violão. Achamos estranho, pois tinha uns andaimes próximos, como se estivessem fazendo manutenção numas estruturas próximas a Fuente Magica. Olhamos o mapa e falei com meu marido que queria ir até o Castelo de Montjuic. Queria visitar mais um castelinho na Espanha! Confesso que não tive muito tempo para pesquisar sobre essa parte de Montjuic antes da viagem... Traçamos uma rota e fomos tentando subir. A subida é um tanto íngreme e pesada para quem não está acostumado. E ainda achamos um pouco mal sinalizada. Chegamos na parte onde tem as atrações olímpicas, mas também não entramos para visitar nada. Eu queria seguir a pé subindo e achei que o castelo era “logo ali”. Mas estávamos muito cansados e o Rodrigo viu que passava um ônibus que sinalizava que ia até lá. Procuramos o ponto de ônibus e vimos que realmente tinha um ônibus que ia para lá... Se eu não me engano, era o número 150. Quando o próximo passou, subimos e vimos que realmente a subida à pé seria por demais puxada... a gente ia chegar lá só no dia seguinte, com muita língua pra fora da boca! Chegando lá em cima, o ponto é bem próximo de onde tem o teleférico. Mas também não usamos o teleférico porque achamos o preço meio salgado. Próximo também tinha um espaço com umas atrações circenses para crianças... Bem interessante conseguimos ver lá de cima um pouquinho, tinha equilibristas e malabaristas! E estava lotado de crianças! Compramos as entradas para o Castillo de Montjüic e qual não foi minha decepção, ao entrar e perceber que não se tratava de um castelo, mas de um forte (igual aos que existem aqui no Rio... em Copacabana tem um!). Visitamos ele por dentro e a vista realmente é muito bonita, do porto e do mar... Entramos e percebemos que tinha umas barraquinhas vendendo salgadinhos e cachorro quente muito do pobre, mas tinha também (bem lá dentro mesmo), uns restaurantes self-service perto de umas lojas de suvenir. Já estávamos morrendo de fome e fomos almoçar lá. Não me lembro do nome do restaurante... A comida não era maravilhosa, mas dava para o gasto! Após descansar um pouquinho, saímos de lá e pegamos o ônibus de volta, que nos deixou na Pl. Espanya (perto das torres) de novo. Como queríamos ver o show das águas da Fuente Magica e se voltássemos para o hostel, era voltar e sair de novo, ficamos fazendo hora por ali. Fomos ao shopping, compramos uns sucos que eram quase vitaminas num quiosque (gostosos!) e ficamos passeando por lá, no fresquinho. Depois saímos e voltamos para o Palacio Nacional. Tivemos que subir pela rua lateral, bem íngreme, pois a parte das escadas rolantes estava interditada por causa do show no palco que montaram lá. E na hora esperada para o show das águas, os turistas começaram a se juntar e... nada! O show (de uma banda local) estava começando e... Nada! Perguntamos para um guardinha e ele falou que naquela semana não tinha show das águas... ficamos muito, mas muito tristes (e um pouco revoltados) pois perdemos a oportunidade de fechar a viagem com chave de ouro... dizem que esse show é lindo! Mas não vimos. Não sabemos se não teve por causa daquele andaime e manutenção do local, ou se não teve por causa do palco com show, de La Mercè. Voltamos para o shopping e comemos em um dos restaurantes de lá chamado Frank Four. A comida estava boa, mas o restaurante é pequeno e lotado! Mandamos mensagens para a família aproveitando o wi-fi do shopping (um dos poucos lugares que conseguimos usar wi-fi gratuito nas ruas!). Voltamos para o hostel, de metrô, para descansar finalmente. Não conseguimos visitar Tibidabo e nem Agbar, pois ficavam bem mais distantes e não tivemos tempo disponível. No dia seguinte acordamos cedo para fechar a conta do hostel e seguir para o aeroporto, voltar para casa, tristes por ter terminado esse sonho que se realizou, mas felizes pois ele se concretizou! Agradeço a todos que tiveram paciência de ler o relato e se tiverem alguma dúvida, é só perguntar! Nós acabamos não anotando os gastos que tivemos no dia-a-dia... Mas nossos gastos ficaram muito próximos às previsões que fizemos na nossa planilha. Vou tentar passar para vocês por aqui imagens da nossa planilha! Abraços a todos!
  9. Gentem, ainda vou terminar meu relato! Falta muito pouco, mas estou enrolada com meu trabalho e outras coisas... Juliana Champi, minha leitora assídua, já deve ter até viajado e voltado!
  10. No dia seguinte, em Barcelona, caminhamos pela rua do hostel, e em alguns passos a mais chegamos na Catedral de Barcelona, que visitamos. Voltamos pelo mesmo caminho e visitamos a Plaça Reial e mais adiante o mercado La Boquería. Continuamos por Las Ramblas e ao final encontramos o monumento em homenagem a Cristóvão Colombo. Tiramos fotos e continuamos a visitar aquela parte do porto. Eu tinha planejado diferente, mas já que estávamos tão perto, o planejamento foi alterado e continuamos seguindo... Visitamos em seguida o Mare Magnum, o shopping chic de Barcelona e foi lá que avistei o restaurante da rede Fesc Co, que tinha sido citado aqui em outro relato de viagem e fiquei bem feliz, pois não tínhamos encontrado nenhum ainda e estávamos pra lá de cansados das famosas tapas espanholas! Decidimos seguir e voltar lá depois. Continuamos e encontramos o Oceanário de Barcelona. Fizemos uma visita e ficamos encantados com tudo! Sei que existem outros oceanários maiores, mas esse é enoooorme e vale a pena visitar! Confesso que subestimei o tamanho dele! É ótimo, principalmente se estiver com crianças! E quando já estávamos com as pernas bambas e morrendo de fome, loucos pra sair dali, percebemos que tinha uma outra parte, com os tanques com os pinguins... E não pudemos deixar de visitar também! Saímos azuis de fome, mas felizes por termos feito essa visita ao oceanário! Voltamos no Mare Magnum e fomos ao restaurante Fresc Co comer – e muito! É uma cadeia de restaurantes self-service com preço fixo (que não achei muito barato, mas considerando que você pode comer tudo o que quiser e quantas vezes quiser repetir, está ótimo!). Fiquei pensando que se os brasileiros levassem a ideia do restaurante à quilo para a Espanha, tanta gente ficaria feliz! Ai que saudade que eu tinha de comer comida que não fossem porções de tapas! Se bem que de opções de carnes, quando fomos, só tinha frango... Mas deu para o gasto! Eles têm muita salada, legumes, verduras (eu adoro) e massas também. Incluindo pizza. Comemos muito e continuamos nossas andanças. O Rodrigo traçou uma rota até a praia, que estava relativamente perto, e lá fomos nós! Seguimos pelas ruas largas e depois por mais ruas estreitas e chegamos a Barceloneta. Caminhamos pela orla e ficamos olhando as pessoas na praia... eu queria entrar, mas o Rodrigo não estava muito disposto... e eu tinha deixado a praia, no meu planejamento, para o último dia, então meu biquíni tinha ficado na mala nesse dia... Então ficamos só observando o mar. E depois voltamos pelo mesmo caminho. No meio do caminho compramos sorvete, pois o dia estava quente e a gente merecia! Vimos muitos palcos serem montados em alguns lugares estratégicos e não sabíamos, estávamos lá justamente na época de La Mercè, um festival em Barcelona em homenagem a padroeira da cidade. E isso nos atrapalhou um pouco posteriormente. Voltamos para o hostel, pesquisamos onde lanchar e fomos a um lugar que vende pizzas. Na verdade, o lugar onde pesquisamos não estava aberto nesse dia e tivemos que escolher outro. Acabamos entrando em outro perto e demos muita sorte! Pedimos a pizza e comemos no balcão mesmo. Estava muito gostosa! O nome do lugar é Made in Sicily No dia seguinte estávamos com ingressos comprados para a Igreja Sagrada Família. Pegamos o metrô e fomos sem problemas. Entramos na fila e veio um funcionário verificando o horário de entrada. A nossa entrada na igreja era 9h e compramos o acesso à torre no horário das 11h. Ao entrar, pegamos outra fila para o áudio guia e em seguida entramos na igreja. A igreja é liiinda! Por dentro e por fora. Indescritível! Eu a imaginava de forma diferente. Mas foi muito melhor! Visitamos cada cantinho possível e ainda ficamos esperando uns 15 minutos para entrar na fila de acesso à torre. Sobe-se via elevador e desce pela escada. A vista lá de cima é incrível... Muito alto mesmo! E fomos descendo pelas escadas em caracol em seguida (a fila anda, é difícil não passar sem ser de um em um!). A descida não é muito confortável e nós ficamos atrás de um grupo de orientais que queriam tirar fotos e mais fotos e nós, a todo minuto, tínhamos que parar atrás deles! Até ajudamos eles a tirarem algumas fotos e eles nos ajudaram a tirar fotos também. Em alguns momentos a gente encontra algumas “sacadas” nos espaços das escadas e que dá pra ver a vista mais livremente por ali... dá um certo medo... Descemos tudo, voltamos para a igreja, visitamos o museu que tem ao lado e depois saímos. A fila para entrar, nesse momento estava mil vezes pior! Decidimos aproveitar e almoçar logo. Quase em frente ao lugar que saímos, tinha um restaurante no mesmo esquema do FrescCo, chamado Lactuca, self-service com preço fixo e boa comida. Comemos e seguimos em frente. O restaurante até que é bonzinho! Pegamos o metrô e fomos até o Arc de Triomf visitá-lo. Só que tivemos uma surpresa quando chegamos. A gente só conseguia ver um lado dele. Queríamos ver o outro lado e não conseguíamos, pois estavam montando barraquinhas para uma feira de uvas de vinhos das cidades ao redor. E o segurança que estava lá no local estava pedindo para as pessoas não ficarem lá. Vimos vários turistas na mesma dificuldade que a gente, em chegar no arco (colocaram uma barraquinha do lado da outra, sem espaço para passar... e empilhadeiras e funcionários passando para lá e para cá carregando material. Ficamos decepcionados. Perguntamos ao segurança se estávamos indo na direção certa para visitar o Parc de La Ciutadella (nesse momento o eu inverti e falei Parc de La Ciudatella e o guardinha ficou me perguntando o que eu estava falando umas 3 ou 4 vezes e eu repetindo com vergonha – já nem sabia mais o que eu estava falando – ele deveria estar rindo horrores de mim por dentro!) e ele resolveu me responder numa mistura de espanhol com inglês que o parque ficava para o lado de lá, era só ir seguindo reto. Graças a Deus eu consegui entender o que ele falou, agradeci e seguimos na direção certa. Visitamos o parque que parece um parque bem comum, pessoas deitadas na grama descansando após o almoço, laguinho com patos e outros pássaros, que as pessoas também podem passear de barquinho, tudo bem tranquilo. Existem algumas esculturas ao longo do parque. Sentamos para descansar um pouco e observar as pessoas... Depois continuamos seguindo e encontramos o que parecia um mini parque de diversões, com umas barraquinhas, etc e tal, tudo fechado. Próximo achamos a famosa la cascada monumental, esculturas com o laguinho na frente, cuja fonte estava desligada. Mas mesmo desligada ela é bem bonita! Estava fazendo um calor infernal e resolvemos prosseguir com o passeio. Perto da entrada também tem o Castell Dels Tres Dragons, que é bem bonitinho. Hoje abriga o museu de zoologia. Não parecia estar aberto. Seguimos adiante. Também não visitamos o zoológico, que parece que é anexo ao parque. Retornamos para o metrô e pegamos de volta ao hostel. Mas saltamos bem antes e andamos em direção a Casa Milà (que estava em reformas, com um pano na frente, mas mesmo assim dava pra entrar para visitar, porém não entramos porque o ingresso era muito caro) e a Casa Batlló (também não entramos pois o preço era mais de 20 Euros para casa pessoa e a fila na porta estava enorme). Para quem trabalha com arquitetura, construção civil, ou até mesmo decoração, e os que gostam do assunto, acho que é bem interessante a visita, mas não achamos que fosse algo que nos prenderia a ponto de pagar mais de 40 Euros em casa visita! Retornamos para o hostel, cansados de andar por toda a cidade nesses dias. Eu ainda tentei convencer o Rodrigo a irmos no Museo Picasso, mas foi em vão... estávamos muito cansados! Descansamos um pouco e fomos jantar. Assim que saímos do Hostel encontramos um desfile (parte de Las Mercè), com bonecos grandes, dragões, “alas” dançando coreografado, como se fosse o carnaval brasileiro e até um pessoal tocando na percussão! Muito bacana! Logo depois veio o carro da prefeitura limpando tudo! Como nesse dia comemorávamos nosso aniversário de casamento, fomos jantar em um restaurante mais chique e o Rodrigo acertou na escolha! As pessoas que frequentavam não estavam vestidas a rigor, mas o restaurante era um pouco mais chique do que os outros que fomos até agora e demos sorte pois não reservamos e conseguimos lugares. O garçom foi simpaticíssimo e a comida estava muito gostosa! Comemos massa, como gostamos! O nome do lugar é La Locanda. Recomendamos! Fica próximo a Catedral. Na volta passamos por alguns dos palcos que estavam montados pela cidade em comemoração a padroeira... e a festa estava só começando! Mas não festejamos muito, pois no dia seguinte iríamos passear mais pela cidade!
  11. P.S.: Onde está circulado no mapinha acima, foi por onde entramos no parque.
  12. Ih caramba, não faço idéia! Já passava das 15h quando chegamos lá (o nosso horário de entrada da parte restrita era 16h) mas não sei se chegando de manhã e comprando pra tarde se teria ingresso disponível. .. quando eu pesquisei, antes da gente ir, eu vi muita gente reclamando da disponibilidade de ingressos para a Sagrada Família e por isso era bom comprar pela internet. .. mas resolvemos comprar para o Park Guell também só por via das dúvidas e acabou que foi bom ter comprado antes!
  13. debalves

    Madri

    Nós também pegamos metrô no horário de rush e fora dele com mala e mochila em madrid, indo e voltando do centro e para entrar e sair do vagão não teve problema, inclusive é até comum ver gente com mala nos vagões. .. só não é aconselhável levar mala muito grande e pesada porque em algumas estações se tem que passar por roleta e por escada (que não é escada rolante) carregando a mala no muque! Aliás achei um absurdo muitas estações do metrô de Madrid não terem escadas rolantes! Mas como o colega disse, tome cuidado com carteira, pois quem está com mala e prestando atenção nas estações se torna um alvo fácil para os batedores de carteira! Assim que chegamos levaram a carteira do meu marido desse jeito. Estava dentro da mochila. Abriram a mochila dele e não percebemos nada! E olha que estávamos o tempo todo de olho um no outro! Sorte que os euros estavam comigo e os passaportes não estavam junto com a carteira. Só tivemos que bloquear o cartão de crédito do meu marido e não pudemos contar com ele... depois conseguimos a carteira de volta com outros documentos brasileiros que estavam nela com o achados e perdidos do metrô madrilenho (pois o ladrão tinha jogado fora a carteira). Ele só roubou 100 Reais que estavam na carteira que tínhamos separado para voltar do aeroporto para casa de táxi na volta pra casa!
  14. Gente, alguém sabe dizer se em novembro faz muito frio em Portugal, feito em dezembro ou janeiro? Agradeço qualquer informação!
  15. Oi IsabelAlgebaile! Fiquei feliz em saber que sua viagem foi legal! Aaahh, depois conta aqui os detalhes! Quero colher o máximo de informações possível para eu fazer a minha viagem! Obrigada!
  16. No dia seguinte acordamos e seguimos para a Catedral de Granada. Achei essa Catedral mais clara do que as outras e acho que por isso gostei mais dela. Nós custamos um pouco a achar a entrada, pois quando andamos, através das indicações do mapa, achamos a Catedral, mas primeiramente achamos a saída (alguns turistas estavam saindo por ali) e a entrada ficava pelo outro lado. Como sempre, ficam alguns pedintes na porta... Continuamos, seguimos as indicações do mapa e com um pouco de custo encontramos a Plaza de Bib-Rambla, que não é nenhuma praça que as pessoas comentem que visitaram, mas para mim foi muito importante, pois li um livro que conta a história da guerra civil espanhola, e a história era centrada nessa praça. Fiquei muito feliz em conhecê-la! Seguimos novamente pelo mapa e com muito custo novamente encontramos a Alcaiceria. Não achei nada de mais... Só é um pouquinho interessante em conhecer... Mas muito apertado e com muitas lojas que já perderam a essência da Alcaiceria e mais parece um shopping com muitos produtos chineses! Vimos muitas lojas vendendo ervas para chá e achei muito interessante! Andando por ali pelas redondezas, sem querer encontramos o “Corral del Carbón”. Tem uma placa na frente explicando que é isso, mas na verdade não explicava muito... Não sabíamos do que se tratava e olhamos só superficialmente (não entramos) e tiramos várias fotos, pois a arquitetura é linda! Estava meio vazio, o que nos deixou na incerteza se poderíamos entrar também. Depois pesquisamos e descobrimos que é da época nazaríe e servia de armazém de mercadorias para vender ali mesmo e também para abrigar os vendedores que passavam pela cidade. Mais tarde no século XVI, os cristãos adaptaram para representações teatrais. Voltamos para a Plaza Bib-Rambla e almoçamos no Bistrot Granada, um hambúrguer gourmet, bem gostoso! Nesse momento estava um vento, como se fosse virar o tempo... E nós ficamos na praça observando os turistas passarem em fila, junto com seu guia, ou sozinhos ou em pares. Por ali por perto também vimos uma feira e procuramos um mercadinho para comprar sabonete, pois os que tínhamos levado, por um erro de conta, acabou antes da hora! E em Barcelona, nosso próximo destino, talvez os preços fossem bem mais caros. Em seguida, nos embrenhamos pela cidade e fomos parar no Parque Garcia Lorca, um parque um pouco distante, de entrada gratuita, que eu li relatos de blogs pessoas que moravam em Granada e que gostavam muito desse parque. Vimos a parte da cidade mais “moderna” e diferente do que vimos nas proximidades de Alhambra. Esse parque não é muito grande e é bem simples. Tinha somente alguns moradores locais passeando na hora que fomos, mas também, não fomos em um horário que poderia ter bastante gente, como por exemplo no final da tarde. A atração principal do parque são as flores e acho que principalmente as rosas. Os canteiros são bem arrumados, de forma que formem desenhos muito bonitos. Voltamos para as proximidades do hotel com direito a passada em loja que vende artigos de dança flamenca (mas tudo muito caro!). O meu marido ficou falando que tínhamos que ir numa apresentação de dança Flamenca em Granada também (ei, peraí, essa fala tinha que ser minha!) e eu preocupada em ele descansar, pois ele ainda estava se sentindo bem sem energia por causa da gripe/sinusite. Eu estava me dando por satisfeita em ter assistido aquela apresentação de rua na Plaza Nueva. Mas ele me convenceu e fomos em uma apresentação em um local perto do hotel, chamado La Alboreá. Ficamos preocupados pois não reservamos nada antecipado. Mas como chegamos cedo, ainda encontramos lugares disponíveis. O casal de bailaores que se apresentaram, a cantaora e o guitarrista são muito bons também (mas ainda achei os de Sevilla melhores!) e pelo nome deles, parecem que são todos da mesma família! Saí novamente extasiada por ter assistido tanta pasión com alma flamenca e voltamos para o hotel para descansar. Primeiro fomos lanchar e decidimos que seria pizza. Andamos para lá e para cá procurando uma boa pizza e resolvemos ficar numas mesas, numa praça (Plaza Romanilla) perto da catedral com uma estátua diferente de um homem com um burrinho, e nos sentamos nas mesinhas de um restaurante chamado El Aguador. O garçom foi muuuuito simpático e a pizza estava muito gostosa! Só nos arrependemos do lugar onde sentamos que tinha perto uma mesa com quatro senhoras que fumavam acendendo um cigarro atrás do outro, estavam feito chaminé! Bem, no dia seguinte, era dia de rumar para Barcelona! Para viajar para Barcelona, vimos que de trem levaria por volta de 8h de viagem. O Rodrigo comparou com o avião, que levaria somente por volta de 2h de viagem e o preço era muuuito parecido e comprou as passagens de avião. O chato de se ir de avião é que geralmente os aeroportos são numa parte mais afastada da cidade. Acordamos bem cedo e não conseguimos tomar o café da manhã do hotel (só consegui “roubar” uns pãeszinhos com recheio de chocolate que eram embalados individualmente), fechamos a conta do hotel e pedimos um taxi. Fomos para o aeroporto, mas o táxi foi bem caro, tipo mais de 30 Euros. Neste momento nos arrependemos de ter ido de avião! Entramos no aeroporto e ficamos meio perdidos em onde fazer o check in, o aeroporto não era bem sinalizado. Entramos em uma fila de check in para Madrid sem querer e atrás do que parecia uma delegação de jogadores de basquete (se eu não me engano da Austrália) e eu fiquei muito nervosa em perder o voo. Percebemos que estávamos na fila errada quando alguém do guichê gritou Barcelona e nós corremos para a fila do lado, que estava minúscula. Fizemos o check in e fomos para uma cafeteria tomar o café da manhã com os pãeszinhos roubados. Sofremos naquela espera normal de aeroportos até embarcar em um aviãozinho da Vueling, parceira da Iberia, por onde voamos. Não sei o porquê mas nos colocaram em poltronas separadas e pedimos para a senhora que iria sentar entre nós para trocar de lugar e ela adorou, pois não queria sentar no meio, queria a ponta do corredor mesmo! Ela seguiu trabalhando em seu laptop e nós cochilando em nossos lugares. Ao desembarcar em Barcelona nos deparamos com um aeroporto imenso de cidade grande novamente. Seguimos procurando uma saída ou alguma informação que pudéssemos chegar no centro da cidade e perguntamos em um balcão de informação como chegar ao metrô. Foi quando a atendente, bem simpática, nos informou que existia o Aerobús e por ele poderíamos chegar muito mais perto do hotel, sem ter que trocar de linha de metrô (ele iria quase que direto, com poucas paradas). O preço era por volta de 6 Euros. Ela nos indicou onde teríamos que descer (na Plaza Catalunya) e onde teríamos que pegar esse Aerobús. Como estávamos traumatizados com a história do metrô de Madrid, resolvemos pegar esse ônibus mesmo. E realmente foi muito prático! Compramos os tickets na máquina, subimos no ônibus, colocamos as malas em um compartimento próprio dentro do ônibus e sentamos e olhamos tudo pela janelinha. Ele fez algumas paradas antes de chegar na Plaza Catalunya, a nossa parada, que era a última. Pegamos nossas malas, descemos do ônibus e ficamos tentando nos encontrar e saber como faríamos para chegar no hostel. Perguntamos a um jornaleiro como fazer pra chegar lá e ele nos indicou e disse que teríamos que andar sete quarteirões. Ahn... ele disse sete?! Resolvemos pegar um táxi, pois estávamos com as malas que nesse momento já pesavam mais do que quando saímos de casa com elas, mas o taxista não quis nos levar e falou que andando, era rapidinho. Resolvemos ir à pé, já que não tinha jeito! A cidade é enorme, com gente de tudo quanto é tipo e nacionalidade e acho que tive um choque cultural pois estávamos saindo de uma cidade menor e pacata para essa loucura de cidade. Minha primeira reação foi não gostar e me sentir oprimida... mas depois até que eu gostei de lá, sim! Pegamos as Ramblas e seguimos puxamos nossas malas... E lá é cheio de turista puxando suas malas, portanto não nos sentimos sozinhos! Hehehe. O problema é que o chão não colabora muito e a mala não desliza muito bem... Pior que isso, só se o chão fosse de pedras portuguesas! No meio do caminho a roda da minha mala prendeu em um buraco e ela caiu, entortando a alça. E eu fiquei com uma verdadeira mala sem alça para carregar! Pìor que isso, só dois disso! Seguimos em frente, sem dar tempo para o cérebro registrar que estávamos em sofrimento! E chegamos na rua do hostel, finalmente. E acho que nós realmente andamos uns sete quarteirões! Achei que caminhamos uma eternidade... Mas a primeira impressão de quando se chega a um lugar é sempre assim mesmo... depois, caminhar sem as malas para cá e para lá nas Ramblas foi fácil! Chegamos no Hostal e fomos bem atendidos. O quarto era bem simples e a janela dava para uma parede. Descemos para almoçar e, adivinha?! Achamos um Burguer King perto e foi para lá que nós fomos! Ficamos no Hostel Fernando, que foi muito bem recomendado aqui no Mochileiros e não nos arrependemos. É simples, mas mais barato do que todos os hotéis de duas e três estrelas que pesquisamos pela internet. A cidade estava cheia de bandeiras da Catalunha e estava ouriçada com o plebiscito da Escócia, que abria precedentes para eles pedirem a separação da Catalunha da Espanha também. Almoçamos e seguimos para o Parc Guell, pois como a cidade tem muuuita coisa para se ver, comprei o ingresso pela internet para esse mesmo dia para as 16h, para dar tempo de chegarmos e irmos para lá... Mas depois eu meio que me arrependi, pois estávamos bem cansados da viagem, mesmo que essa tenha sido curta! Perguntamos no hostel e eles nos informaram onde poderíamos pegar o ônibus para ir para lá (era perto da Plaza Catalunya). Antes, entramos em uma estação de metrô mais próxima e compramos um bilhete (como nos foi recomendado pelo staff do hostel). O bilhete de 10 viagens serve para o casal e ele dá direito a andar de metrô e ônibus também. Fomos para o ponto de ônibus e achamos que ele iria parar ali de qualquer forma e não fizemos sinal. Uma velhinha que estava no ponto fez o sinal em cima da hora e o motorista acabou parando um pouco longe. A velhinha ficou reclamando do motorista e o motorista reclamando da velhinha! Me senti como no Rio de Janeiro de volta! Foi aí que descobrimos que temos que fazer sinal para o ônibus, mesmo na Espanha! Se não me engano, o número do ônibus é 24. Achei que o trajeto demorou um bom bocado, vimos alguns turistas que também queriam chegar lá descerem antes da hora porque tinham visto uma placa apontando o parque, mas na verdade a placa estava só indicando a direção. E quando o ônibus subiu, subiu subiu e subiu, eu sabia que estava no caminho certo. Mas achei que poderia ser melhor explicado. Nós só sabemos onde teríamos que saltar do ônibus porque uns dois rapazes orientais ficaram falando que era ali e desceram e nós descemos atrás (e parecia não ter mais nenhum turista dentro do ônibus!) Encontramos então, ao atravessar a rua, uma das entradas do parque. Na bilheteria as pessoas não conseguiam comprar mais as entradas para a parte restrita do parque para aquele mesmo dia. Pedimos informação e o rapaz nos explicou como chegar nessa parte mais restrita, entrando por onde entramos (e quando imprimimos as entradas, junto tinha um mapa do parque, o que facilitou bastante). Seguimos (já estava perto da hora de entrar) e pegamos a fila para a entrada da área restrita. Estava um sol de rachar, mas nós não estávamos com roupas adequadas, pois tínhamos viajado de avião com um ar condicionado potente no mesmo dia e quando descemos, soubemos que tinha acabado de chover, então ficamos receosos de colocar roupas mais frescas! O parque é realmente muito bonito e fiquei encantada com a genialidade de Gaudi. Só passamos por algumas situações meio estranhas, como a turista que queria tirar foto da paisagem, e ficou brigando com os outros turistas (que estavam tirando suas fotos e passeando também) que estava saindo na foto sem querer. Gente estranha! Passeamos pelo parque todo e voltamos, cansados, para o hotel pelo mesmo ônibus. O ônibus da volta já tinha uma gravação e uma telinha falando o nome dos lugares das paradas (que o da ida não tinha). O mais legal é que o ônibus não tem catraca e as pessoas entram e colocam seus tickets de passagem na maquininha sem problemas! Só vi uma vez uma moça entrar pela porta de trás do ônibus e o motorista ficou reclamando até não poder mais, mas parou no mesmo momento em que ela foi para a maquininha e validou seu ticket. Aqui no Brasil essas coisas não iam dar certo... triste, triste... Fomos jantar em seguida e o Rodrigo, meu marido, pesquisou um restaurante mexicano, relativamente perto do hotel, para irmos, já que estávamos cansados de hambúrguer e pizza (mas cidades pequenas não tem tantas opções e agora estávamos em cidade grande!). Fomos no Rosa Del Raval. O restaurante é decorado todo com temática mexicana e gostamos muito. A comida estava muito gostosa e o atendimento foi bom. Só achamos engraçado, pois as garçonetes estavam como que forçando a gente a falar inglês, enquanto queríamos falar em espanhol (e elas faziam cara de quem não entendia nada, quando falávamos em espanhol!) Voltamos para o hostel em seguida para descansarmos, pois os dias em Barcelona tendem a ser cheios!
  17. Caramba! Muito legal a sua viagem! Gostei bastante do relato e das fotos! Obrigada por compartilhar conosco! Abraços!
  18. Olá cristianommachado! Obrigada por deixar seu relato por aqui! Estou colhendo informações sobre viagem para Portugal que dure entre 7 e 10 dias para uma futura viagem. Você achou que sua viagem foi "corrida" ou deu pra aproveitar tudo com calma? Abraços!
  19. Olá gabidominicci! Li o seu relato e gostei muito! Estamos planejando ir a Portugal em breve, pois esse ano queríamos conhecer Portugal e Espanha e só deu pra ir para a Espanha... Você conseguiu ir a França e Itália depois? O que eu achei mais legal no seu relato é que você foi conhecer Matosinhos... A minha cunhada é louca para conhecer essa cidade, pois foi onde o pai dela nasceu e eu confesso que eu nunca vi relato nenhum de viagem falando dessa cidade! Fiquei muito feliz por ter lido o seu relato! Obrigada por compartilhar conosco! Abraços!
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