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debalves

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Tudo que debalves postou

  1. Eu ia sugerir a rede FresCo... quando você se cansar das tapas! Almoçamos lá e não é caro e a comida é boazinha! Gostamos!
  2. @juliad cadê você?! Consegui fazer minha viagem pra Itália e agradeço muito pela ajuda com seu relato! Abraços!
  3. Oi @zervelis! Eu tenho uma dúvida que pode parecer meio boba... Eu queria muito que meu próximo destino de férias fosse a Grécia, só que esbarro em um problema: Não dirijo nem no Brasil, então não tenho como alugar algo para me locomover quando faço viagens... e estou particularmente preocupada com minha locomoção dentro das ilhas. Estava pensando em conhecer os destinos mais manjados da Grécia mesmo (Atenas, Santorini e Mykonos), mas vi você recomendando fortemente só alugar carro/moto/ quadriciclo e não pegar Busão em Mykonos... fiquei triste... mas os ônibus de lá são tão ruins assim? Dá pra pelo menos conhecer as principais praias de ônibus? E em Santorini, dá pra conhecer os principais pontos de ônibus também? Agradeço desde já o carinho com que você passa todas as informações e tira as dúvidas de todos!
  4. Hahaha também queria saber noticias de vocês Thati e Jackson, como foi a viagem de vocês?!
  5. Opa, cheguei por aqui para ler o seu relato, com um certo atraso, mas cheguei! Adoro suas viagens e seus relatos! Aguardando a continuação! Esse com certeza vai ajudar para minha futura viagem para Japão e também para EAU que também estão na minha interminável lista de lugares para conhecer! Hehehe. Beijos!
  6. Jackson, nós fizemos nosso seguro pela Mondial Travel e acabei de ser informada pelo meu marido que também estava em português, igual ao seu. Mas também não nos pediram nada quando entramos na Europa, sendo que entramos pela Itália mesmo.
  7. Thati curta bastante e compartilhe conosco um relato das suas experiências também! Vai ser bem legal!
  8. Oi Jackson! As tomadas lá são três pinos seguidos, muito parecida com a nossas que temos em casa. Conseguíamos ligar nossos carregadores nas tomadas sem dificuldades. Mas nós temos um daqueles adaptadores universais que sempre carregamos conosco nas viagens pra não passar aperto.
  9. Palazzo Vecchio Igreja de Orsanmichele Igreja de Orsanmichele por dentro Museu Leonardo Da Vinci Museu Leonardo Da Vinci por dentro Museu Leonardo Da Vinci por dentro (aparelho de ginástica criado por ele) Museu Leonardo da Vinci por dentro Me despedindo da legítima pasta italiana Uma pasta com salmão e abobrinha!
  10. Siiiimmm! Finalmente estamos de volta para finalmente escrever sobre o final da viagem! No dia seguinte acordamos, tomamos o último café da manhã italiano, fizemos as malas, fechamos a conta do hotel, agradecemos a hospitalidade, deixamos as malas na salinha que eles indicaram, para a gente bater perna pela cidade até a hora de irmos embora. Aproveitamos que ficaram lugares a serem visitados na cidade e fomos tentar conhecê-los. O Rodrigo queria conhecer o Museu Da Vinci (nós fomos em uma exposição sobre o Da Vinci que teve aqui no Rio de Janeiro há um tempo atrás e eu achei que iria ser a mesma coisa e não estava muito animada pra ir... Mas o Rodrigo admira muito o Da Vinci e queria ir, ainda mais que era na mesma entrada do hotel!). Fomos ver o preço e custava 7 Euros a entrada. Achei caro. Fomos passear pela cidade. Chegamos na Piazza della Signoria de novo e fomos ver o preço para visitar o Palazzo Vecchio, que fiquei curiosa em ver. Entramos e tiramos algumas fotos na entrada, que é muito bonita e era de graça. Chegamos até a porta do museu, tinha os valores e o preço para conhecer tudo, inclusive a torre, era 18 Euros. Para conhecer só o museu, 10 Euros. Achei mais caro ainda, pois Rodrigo e eu iríamos desembolsar 20 Euros! Tudo bem que o museu deve ser show, mas já gastamos com os principais museus da cidade e achei muito caro ficarmos desembolsando tanto, mesmo que seja em cultura, que gostamos. Cheguei a conclusão que não dá pra visitar todos os museus que a gente quer na Itália que ficamos muito mais pobres! Saímos e fomos atrás da igreja de Orsanmichelle, que é de graça e fiquei curiosa em visitar, pois era um antigo mercado de grãos que depois virou igreja. Infelizmente o museu da igreja só abre às segundas. A Igreja é realmente muito lindinha, gostei bastante! Saindo da igreja, andamos mais um pouco pela cidade (muito mais cheia de turistas em grupos andando pela cidade, com seus guias) e resolvemos ir no museu Da Vinci mesmo, pois todos os outros lugares que pensamos em ir eram muito mais caros! O museu é pequeno, mas bem bacana e tem algumas coisas interativas, bem legal para crianças. Ficamos olhando tudo com bastante calma. Ao terminar a visita, já era hora do almoço e fomos no restaurante que gostamos mais de Florença, o Bistrot La Capannina. Novamente lá, vimos uma família de brasileiros próximos a nossa mesa conversando sobre dupla cidadania e imigração para a Itália. Almoçamos nossa última pasta legítima italiana e voltamos para o hotel. Pegamos nossas malas e fomos para a rodoviária de Florença novamente, pois descobrimos ontem que lá tem um ônibus que vai para o aeroporto, graças a Deus (antes ficamos pensando que nossa única solução seria o táxi, mas esse shuttle caiu dos céus!). Chegamos cedo e ficamos esperando o ônibus. Eram umas 15h e achamos que o ônibus das 15h já tinha passado. De repente apareceu o ônibus, parou alguns segundos, tempo só para um homem subir, e saiu de novo! Ficamos surpresos por ver que o ônibus estava atrasado e que saiu tão rápido! Como não pegamos esse (se a gente pegasse, ia chegar muito cedo ao aeroporto), ficamos esperando pelo próximo, de 15:30 (sim, eles saem de 30 em 30 minutos). Nós e mais algumas outras pessoas ficamos esperando... Mas o de 15:30 não apareceu. Ficou todo mundo revoltado, reclamando, mas ficou por isso mesmo. Na tela o horário mudou para 16h, sem nenhuma explicação. Ficamos tensos, pois se o de 16h também não aparecesse, corríamos o risco de perder o voo. Mas o de 16h apareceu (atrasado e lotado de gente). Colocamos nossas malas no bagageiro embaixo, entramos, validamos os bilhetes, e conseguimos um espacinho para sentar, mas um senhor foi sentado nos degraus do chão (isso aconteceu também porque duas mochileiras ao invés de colocarem suas mochilas enormes no bagageiro do ônibus, decidiram colocar nos bancos atrás delas e depois não conseguiam tirar de lá, porque ocupavam muito espaço). Descobrimos que esse ônibus antes de ir para essa rodoviária, passava em outro(s) lugar(es), pois já veio cheio de gente! Fomos para o aeroporto para nossa primeira viagem até Roma, pois tínhamos conexão e graças a Deus seguiu tudo tranquilo, conseguimos pegar o voo em Roma sem nenhum problema e seguir para o Rio... O voo de Roma de volta para o Rio estava cheio de curitibanos que ainda iam para suas cidades e fiquei com dó, muitas horas de viagem, coitados! No voo da volta também tinham mais filmes na telinha da poltrona que não tinham na ida e ficou mais divertido viajar! Chegamos por volta de 4h da manhã no Rio para finalmente descansar dessas andanças todas, mas felizes por realizar mais um sonho de viagem! Quanto aos custos, que muita gente perguntou (e eu já até dei essa resposta para algumas pessoas que já estavam às vésperas de viajar): Antes da Itália, tínhamos visitado a Espanha na época que o Euro estava melhor, depois Portugal e Alemanha (quando o euro começou a ficar bem ruim pra gente) e não lembro de termos tido gastos tão grandes quanto lá na Itália. Tentamos comer pratos de 7-10 – no máximo 12 Euros por refeição (cada um) + bebida e às vezes dividíamos uma sobremesa... isso no almoço e na janta. E tomávamos um gelato cada um à tarde, do mais barato, em torno de 2-3 Euros. O café da manhã estava incluído no hotel. Também compramos souvenirs, mas coisa pouca, tipo ímã de geladeira, caneta, no máximo uma camisa da cidade. Mesmo assim, nosso gasto ficou em torno de 90 euros por dia o casal (sem contar hospedagem)... Acho que dá pra gastar menos (também dá pra gastar mais hahaha), se fizer mais esforço. Os pratos mais simples (macarrão com molho de tomate e manjericão), eram os mais baratos, tipo 5 - 7 euros, mas não dá pra passar a viagem inteira comendo só isso, né?!) Ah! Também compramos passagens de trem para as cidades próximas que visitamos e ingressos em geral também. Os ingressos, como eu já comentei antes no relato, eu achei os preços bem salgados... Tinha ingresso de igreja que era 7 euros cada um e ingresso de museu variava de 7-10-até 14 Euros! Achei bem caro. Não fomos em todas as igrejas e museus, não deu. Lá na Itália, os hotéis e alguns outros lugares têm uma taxa extra de turismo, acho que isso que encarece a cidade. E alguns restaurantes têm uma taxa de serviço incluída também, mas é tipo 2-4 Euros. A água quase sempre era de graça (Roma tem fonte pra todos os lados da cidade e encontramos algumas fontes em outros lugares, como Siena também). Eu já vi gente reclamando de eu ter gasto muito, com pratos por exemplo de 5 Euros... mas é quase impossível encontrar mais barato, só se você só fizer um lanche rápido, que eu acho que deve sair até mesmo esse preço... mas também eu não consigo passar 12 dias fazendo só lanchinhos e andando para baixo e para cima o dia inteiro, que é provável que eu caia dura no lindo chão da Itália. Mas cada um é cada um e cada experiência de viagem é única. E cada um sabe onde o calo aperta e onde pode economizar. E quando começamos a viajar para longe, eu era muito mais ansiosa, achando que o mundo fosse acabar e eu não ia conseguir fazer mais viagens... Hoje vejo que não é preciso tentar conhecer o mundo todo em 10 dias, que sempre que a gente tenta fazer dessas coisas, acaba perdendo algo (e o mais certo nesse caso é perder saúde)... juntando dinheiro, sempre teremos novas viagens para aproveitar! Eu espero que eu tenha ajudado os futuros viajantes da Itália com esse meu relato tanto quanto fui ajudada quando estava montando o roteiro da viagem e qualquer dúvida, é só perguntarem! Agradeço todos os comentários feitos aqui! Abraços a todos e até a próxima viagem!
  11. Oi Gláucia! Fico feliz em poder ajudar assim como fui ajudada quando precisei! Obrigada pelo feedback! Se tiver alguma dúvida e eu puder responder, estamos aí!
  12. Oi de novo pessoal! Voltei a trabalhar e ficou mais difícil continuar o relato, mas aguardem que falta pouco! No último dia ainda conseguimos passear mais um pouquinho por Florença... e vou falar também sobre os gastos que tivemos! Abraços a todos!
  13. Oi Lu! Que bom que posso ajudar com meu relato! Fico muito feliz! Vou falar ainda sobre os gastos em geral!
  14. Oi Thati! Eu lembro que quando pegamos o ônibus que vai do aeroporto para o Termini, ele passou por uma área mais escondida (que eu acho que era tipo na parte de trás) próximo ao Termini, que tinha até morador de rua... achei bem feio... Mas continuando o caminho, a lateral onde o ônibus parou era movimentada e não era tão feia quanto essa parte que passamos anteriormente não. Mas pra dizer a verdade, como é um lugar cheio de turistas chegando e saindo de Roma, é bom ter cuidado com batedores de carteira e tudo mais, em qualquer horário do dia, mas não acho que vá ser perigoso de passar aperto não. lembrei que vi policiais na parte de dentro também!
  15. Ih, desculpa, Jackson, eu acabei não usando guarda-volumes lá não... Mas li sobre isso que o Adriano escreveu, que é muito confuso e às vezes você chega e está fechado, tendo que esperar abrir!
  16. Piazza Salimbeni - Siena Chegando na Loggia della Mercanzia Loggia della Mercanzia Escadinha ao lado que vai dar na Piazza del Campo Piazza del Campo, com o Palazzo Publico Difícil enquadrar a Piazza del Campo toda... parece que sempre falta alguma coisa! Mais da Piazza del Campo Fonte Gaia Duomo de Siena Vista da Toscana que achamos no meio do caminho. Voltando de ônibus para Florença Santa Maria Novella, em Florença
  17. E aconteceu que no dia seguinte nos programamos para acordar cedo, mas nem tão cedo assim e acabou que estávamos muito cansados dessas andanças todas dos últimos dias e nos atrasamos... Eu tinha lido na internet que era possível visitar Siena e San Gimignano em um só dia (metade do dia em cada cidade) e como nós visitamos Pisa em metade de um dia, achamos que seria no mesmo esquema. Porém iríamos nos livrar das baldeações loucas dos trens italianos, pois eu tinha lido que era melhor ir de ônibus. Pesquisei as informações nestes sites: http://www.paraviagem.com.br/roteiro-de-metade-de-1-dia-em-san-gimignano-na-italia/ http://www.viajenaviagem.com/2012/05/florenca-5-bate-voltas-de-trem-ou-onibus Bem, eu tinha lido que as saídas dos ônibus eram na lateral da estação de trem de Florença e lá fomos nós procurá-la... procura daqui e dali e nada de encontrar a bendita. Muita obra no entorno atrapalhando... Até que encontramos, meio escondido, um local próximo à estação que parecia uma saída de estacionamento, entre várias construções comuns e que tinha escrito “Autostazione”. Eu esperava que as saídas dos ônibus fossem na lateral mesmo da estação de trem, mas na lateral da estação de trem só tinha táxis e ônibus comuns para dentro da cidade... ou esperava encontrar algo mais parecido com a Rodoviária do Rio de Janeiro, que é enooorme. Resolvemos entrar e vimos que era ali mesmo, tinham vários ônibus parados ali dentro. Procuramos o guichê e compramos as passagens para Siena no Ônibus que sairia daqui a uns 3 minutos e custou mais ou menos 7 Euros cada. Corremos e pegamos o ônibus. Foi uma pequena corridinha (menor que as dos trens, pois o ônibus estava na nossa cara, praticamente) dentro do ônibus tem a maquininha de validar o bilhete. Seguimos viagem e confesso que fui cochilando e acho que o ônibus ia direto... Foi um pouquinho mais de 1h de viagem e de vez em quando eu ia olhando as paisagens da Toscana pela janela. O ônibus é daqueles de viagem, bem confortável. Não sei se o ônibus que os sites recomendavam pegar eram esse, mas esse foi bem bom, gostei bastante. Perto do ponto final, subiram alguns fiscais e conferiram o bilhete de todo mundo e deram uma bronca em um turista oriental que não validou seu bilhete. Perto do ponto final também, vimos alguns italianos locais pedindo para o motorista para descer em um ou outro “ponto” por ali. Quando chegou no ponto final, os fiscais avisaram que era o ponto final e todo mundo desceu. E fomos explorar a cidade. No meio do caminho da ida, Rodrigo foi pesquisando como faríamos para ir a San Gimignano depois do almoço. E ele acabou descobrindo que mesmo de Siena, teríamos que fazer uma baldeação em um lugar chamado Poggibonsi. Pelo que eu tinha lido na internet, eu achei que indo para Siena não precisaria fazer essa baldeação, que só seria feita, partindo de Florença. Estava enganada e o caminho assim ficaria muito mais chato, correndo o risco de perdemos algum ônibus no meio do caminho, demorando mais o trajeto e ficarmos meio perdidos. Fomos explorando Siena, mas é uma cidade pequena, andamos um pouco e já achamos a Piazza Salimbeni e logo depois a Loggia della Mercanzia, que estava fechada em restauração. Descemos uma escada ao lado e achamos a Piazza Del Campo, bem bonita e diferente. Tiramos várias fotos. Seguimos por algumas ruas, subindo e encontramos a Duomo de Siena. Muito bonita! Deve ser linda por dentro também, mas como se pagava (e caro!) para entrar (eu li que a entrada são 15 Euros!), vai ficar para uma próxima vez. Estava próximo das 14h e estávamos com fome. Procuramos algum restaurante perto, que fosse barato, mas novamente o que o Trip Advisor nos indicou estava fechado. Olhamos os restaurantes perto da igreja e vimos um bem caro e logo em frente, outro restaurante mais simples, que nem tinha nome do lado de fora, só umas mesinhas, mas o nome estava no menu, e era Osteria Bonelli. Pedimos massa (preços em torno de 7 Euros, por aí) e as porções não eram grandes, mas estava bem gostoso! Aproveitamos para usar o banheiro do local e depois fomos bater mais perna. O céu estava muito carregado, como se fosse chover a qualquer minuto e já passava das 15h. Nesse momento decidimos, com muita dor no coração, não ir conhecer San Gimignano (ficou para uma próxima vez, que pena), pois seria um tanto aventureiro e estava meio tarde pra tanta aventura. Andamos mais um pouco pela cidade, compramos alguns biscoitos que estavam deliciosos e voltamos para a praça de onde saíam os ônibus (eu até avistei o ônibus que ia para Poggibonsi nessa praça, mas já tínhamos decidido por voltar para Florença. Compramos o ticket na maquininha, faltava novamente uns 3 minutos para o horário do ônibus, mas assim que corremos para pegar o ônibus, este saiu embora. Ficamos fazendo hora, sem muita coisa pra fazer naquela praça (tinha só um café mixuruca aberto) esperando pelo próximo, que demorou mais ou menos 1h pra chegar. Voltamos para Florença e foi uma viagem de um pouco mais de 1h também... Se tivéssemos ido a San Gimignano, a viagem de volta, que também teria baldeação, seria em torno de 2h e tínhamos que pensar nisso também, ou seja, não teríamos muito tempo para aproveitar San Gimignano. No ônibus, duas meninas estudantes sentaram atrás da gente e foram conversando alto a viagem quase toda. Quando uma das meninas saiu, sentou um menino e o casal foi conversando alto o resto da viagem inteira... E foi aí que eu percebi como o italiano é tão parecido com o Português, entendi quase tudo o que eles conversavam! E como foi chato, pois eu queria descansar, e não conseguia! Quando voltamos para Florença, já que estávamos próximo da Igreja de Santa Maria Novella, fomos lá vê-la de perto, que ainda não tínhamos ido. .. Depois fomos procurar alguns souvenires e dar mais uma volta pela cidade. Jantamos no restaurante Livio de novo, as últimas pizzas da viagem, as verdadeiramente italianas! Sentamos, pedimos nossas pizzas e foi quando alguns outros clientes foram embora, e depois disso o que aconteceu foi meio estranho, a família dona do restaurante estava meio festiva, andando pelo salão, conversando alto, mais parecia que era a casa deles e nós ficamos meio incomodados, esbarravam na minha cadeira toda hora, era meio estranho como os clientes eram menos importantes que a confraternização da família dona do restaurante. De repente chegou um casal com uma mala, se cumprimentaram todos, beijos e abraços, colocaram a mala no chão próximo ao balcão do caixa (e próximo a nós) e abriram a mala e começaram a tirar roupas e darem para ou outros de presente ali, na nossa frente, como se não estivéssemos do lado deles... então tá, né?! Comemos e saímos logo, e fomos até o American Dinner novamente, tomar um milkshake que estava divino! Depois voltamos para o hotel descansar. O dia seguinte seria tristemente o dia de volta, mas íamos tentar ir em algum museu ou visitar mais coisas pela cidade.
  18. Primeira impressão de Veneza Estação de trem de Veneza Vários canais bonitinhos pelo caminho Vista lá de cima da Ponte Rialto Vista lá de baixo, da Ponte Rialto. Lindinho! No meio do caminho... Praça, com a igreja, as poças, os turistas e as aves Mais foto da Piazza San Marco Pra cá da igreja, o Relógio Para lá da Igreja, o Palazzo Ducale, mais praça, leões alados e um cais com vista bonita. Ponte do Suspiro Mais paisagem bonita Achamos as mãos, arte contemporânea na cidade. Não só de canais e pontes vive Veneza Mas os canais e as pontes fazem todo o sucesso!
  19. Continuando... No dia seguinte era dia de Veneza! Vou explicar antecipadamente como tudo aconteceu. Quando decidimos ir a Itália, é claro, surgiu a vontade de conhecer Veneza. Mas como não tínhamos muito tempo e nem muito dinheiro disponível para se hospedar na cidade, que é uma cidade cara, fui pesquisar se era possível fazer algum bate-volta para Veneza a partir de Roma ou de Florença, que eram as duas cidades que já tínhamos decidido ficarmos hospedados. Como são muitas horas de viagem e as pessoas preferem conhecer tudo o que a cidade tem a oferecer, quase ninguém faz bate-volta, então foi um pouco difícil descobrir se era viável. E descobri por esse site aqui: http://www.voupraroma.com/como-ir-de-roma-a-veneza-num-bate-e-volta/ Só que quando fomos pesquisar as passagens de trem, as passagens de Roma para Veneza eram mais caras do que as de Florença para Veneza... Então decidimos ir a Veneza quando estivéssemos em Florença. Compramos antecipadamente a passagem do trem (não tão antecipadamente quanto eu queria, mas deu tudo certo!), no dia nos dirigimos até a estação de trem de Florença (Santa Maria Novella) e procuramos o nosso trem na telinha (sim, ele estava lá!). Na frente da plataforma, tinha um funcionário com um leitor de código, passou no nosso papel impresso e procuramos o nosso vagão e sentamos nos nossos lugares. Muito tranquilo, pois era o trem de alta velocidade, mais caro, porém com maior conforto. O nosso único problema é que tinha uma família, todos falando em inglês entre si, só que estavam espalhados pelo vagão, cada um sentado em um lugar...Nós éramos pra estar sentados um de frente para o outro, mas quando chegamos já estavam pai e filha sentados e nós acabamos por ficar sentados um do lado do outro, tendo que dividir o espaço das pernas com eles... e eles conversavam entre si, a menina fechou a cortina da janela, para não bater sol nela e nós não conseguíamos ver quase nada lá fora... então decidimos dormir um pouco, mas eles conversavam e com isso, nos acordavam... estavam falando sobre algum conhecido deles que estava em outra cidade e perdeu o passaporte, como ele teria que proceder. E foram mais ou menos umas 2h e pouco de viagem assim, sem conseguir descansar como queríamos. Chegando ao nosso destino, saímos do trem e da estação com aquela tão famosa vista dessa cidade tão diferente e encantadora. O Rodrigo traçou uma rota pelo celular para chegar a ponte Rialto e depois a Piazza San Marco e fomos caminhando e apreciando tudo... A cada cantinho, uma vista bonita, um canal lindinho, uma loja com alguma coisa diferente, uma foto, um comentário entre nós... Foi bem tranquilo... Só que tudo sempre lotado de turistas, alguns grupos passando rápido, fazendo bagunça, outros apreciando como nós... Volta e meia ouvíamos alguém perto falando português do Brasil, ou seja, vimos muitos brasileiros por lá! Chegamos a Ponte, local lotado, difícil até de tirar fotos. Já estava na hora do almoço e já estávamos com fome, mas decidimos prosseguir. Andamos mais e mais até chegar a Piazza San Marco. Deve ter tido maré alta na noite passada, pois tinham muitas poças d’água e muitas gaivotas querendo ficar nas poças e voando... fora os pombos... ou seja, a qualquer minuto poderíamos ser atingidos por cocô de pássaro, vi uma menina oriental na minha frente ser atingida em cheio e gritar. E logo depois senti no meu braço! Sorte que foi de raspão (pouca coisa) e eu tinha lencinho na bolsa e pude limpar! Não sei se estava assim por causa das poças ou se sempre é assim, mas fiquei meio tensa! Ficamos por lá fugindo das gaivotas e tentando tirar fotos. Já passava das 13h e resolvemos procurar um lugar para comer. Todos os lugares que eu tinha pesquisado na internet que eram baratos e as pessoas indicavam nos blogs que eu li, todos eram bem distantes de onde estávamos. Procuramos no Trip Advisor algum lugar perto que fosse barato e quando chegamos lá, tinha um cartaz na porta pedindo desculpas porque estava fechado. E estava fechado... Ficamos muito tristes... Vieram duas mocinhas como nós e tiveram a mesma reação... Acabamos por olhar o cardápio de um lugar que fica ao lado desse que estava fechado e que chama San Gallo Ristorante. Vimos que tinham alguns pratos de 10 Euros e o garçom veio até a porta tentar nos convencer a entrar... como já estávamos com fome e cansados, resolvemos comer ali mesmo, esses pratos mais baratos da casa, que eram em torno de 10 Euros. O restaurante é bem arrumadinho e tinham alguns grupos de homens de terno, como se fosse algum almoço de reunião... Alguns casais bem vestidos também... Me achei meio pouco arrumada para o local! Hehehe A comida estava boa, depois aproveitamos para usar o banheiro do restaurante e vimos que tinha um salão mais para dentro enorme, com muitas mesas! Pagamos no caixa e seguimos nosso passeio: vamos voltar a Piazza San Marco e tentar entrar na igreja. Quando voltamos a praça, havia menos poças nos chão e menos gaivotas. Seguimos para a fila de entrada e me bateu a dúvida se era mesmo de graça. Olhamos todas as placas que tinham na fila e só falava que dava pra “reservar” a entrada on line, pra não precisar entrar na fila. Como não sabíamos disso, entramos na fila e ficamos mais ou menos uns 15 minutos até chegar perto da entrada. Chegando perto da entrada, vimos o movimento de algumas pessoas que estavam de mochila reclamando que não podia entrar de mochila... como assim?! Somente na porta da entrada, tinha uma placa dizendo que não podia entrar de mochila e um funcionário barrando as pessoas e explicando que tinha que deixar a mochila em um guarda-volumes na calle San Basso. O Rodrigo estava com uma “sacochila” e o funcionário não deixou ele entrar mesmo assim. Seguimos para essa rua, achamos a porta do guarda- volume, deixamos a sacochila do Rodrigo lá, voltamos para a fila, mais 15 minutos e conseguimos entrar finalmente. O mais chato é que quem vem de fora e olha para a entrada, não consegue ver essa placa por causa das pessoas que estão na fila, que ficam na frente, por isso todo mundo só descobre quando chega na porta da entrada! Também se descobre essa informação antes, lendo em algum relato de viagem antes de ir, mas se eu li, não me lembrei! Hehehe. Saímos avisando todo mundo que víamos de mochila na fila, que eles não deixavam entrar de mochila, pra que eles fossem no guarda-volumes logo! Só que um rapaz na nossa frente deixou o filho na fila e foi, mas voltou reclamando que não tinha mais lugar no guarda-volumes e que ele teria que esperar... Acabou que só entrou a esposa dele (que chegou depois) com o filho... que estranho não ter mais lugar! Bem, entramos e tinham vááários cartazes dizendo que não podia filmar ou fotografar. Mas todo mundo estava com câmera na mão e nenhum funcionário para reclamar de nada. Rodrigo e eu ficamos sem graça, porque nós respeitamos todas essas regras, mas achamos sem sentido não poder fotografar, pois quanto mais as pessoas virem como é bonito, mais vão querer visitar! E a igreja é muuuito bonita por dentro! Tanto quanto por fora. O espaço de visitação era curto, mas tinha muita coisa pra se olhar no teto e nas paredes! Haviam outras partes dentro da igreja, como o museu e a parte de cima da igreja que poderiam ser visitados, mas era tudo pago e a nossa viagem estava sendo com economia de despesas. Saímos da igreja, pegamos nossa sacochila no guarda-volumes e continuamos passeando pela praça. Chegamos na parte do cais, mais fotos, e avistamos um amontoado de turistas mais adiante para ver a ponte dos suspiros. Fomos lá também. Vários casais tirando fotos se beijando... mas peraí... essa ponte não é famosa porque os condenados a pena de morte olhavam a paisagem e davam seu último suspiro ali?! Achei meio fúnebre e nada romântico essa história! Hehehe Bem, decidimos não passear de gôndola, pois não tínhamos nem muito tempo e nem muito dinheiro disponível... 90 Euros por gôndola não é um dinheirinho pouco não... É claro que a gente fica com dó, mas temos que priorizar os custos, já que o orçamento não é tão distendido assim! Voltamos dali com calma, paramos para comprar um sorvetinho, depois paramos para comprar souvenir e continuamos seguindo com calma até a estação de trem de volta. Nosso horário era 19h, tínhamos algum tempinho e aproveitamos para sentar e descansar as pernas um pouco, dentro da estação de trem, minha coluna já estava pedindo arrego! E até ganhamos um café de graça que estava sendo distribuído por uma marca local! Legal! Próximo da hora do nosso trem nos encaminhamos para a plataforma que o visor indicava, procuramos nosso vagão e nossos lugares e sentamos e viajamos tranquilos, dormindo de novo, até porque do lado de fora estava escuro e não dava pra ver quase nada. Do nosso lado uma família de orientais que viajavam sem fazer muito barulho também. Ah! Quase que eu ia esquecendo de falar: As pessoas sempre perguntam sobre o cheiro de Veneza. Na maioria das vezes sentimos cheiro de mar, maresia, somente. Só sentimos cheiro forte no canal (cheiro de esgoto), uma vez, quando estávamos passando numa pontezinha e dois barcos que vieram em sentido contrário e quase bateram. Um dos barcos foi tentar dar ré, pra passar pelo outro com mais espaço e com isso, fez maior turbilhonamento da água que acabou dando cheiro ruim. Não sei se na maré baixa, se realmente fica com mais cheiro, mas não pegamos maré baixa. Voltando para Florença, o Rodrigo viu que perto da Duomo tinha uma pizzaria chamada Mr Pizza e quis ir lá ver como era. Achamos as pizzas gostosinhas (assim como todas as pizzas de Florença) e depois seguimos para o hotel de volta. Chegando ao hotel, a porta do museu (a porta da entrada lá da frente) já estava fechada e finalmente tivemos que digitar o código em uns botõeszinhos que ficavam na parede ao lado da porta. Digitamos e ela se abriu automaticamente, parecia até a Porta da Esperança `do Silvio Santos (quem é antiguinho vai lembrar disso! Hahaha). Entramos e ela depois de um tempo fechou automaticamente de novo. Achamos tão legal que ficamos arrependidos de termos corrido pra chegar antes da porta fechar, nos outros dias! Hahaha! Fomos descansar porque no dia seguinte, tinha mais passeio para mais cidades! Vamos tentar ir a Siena e San Gimignano! Está acabando... que triste...
  20. Eu tinha visto isso antes da viagem também e acabei esquecendo, porque o primeiro domingo do mês foi exatamente o dia que embarcamos e só chegamos lá na segunda-feira!
  21. Oi Jackson! No primeiro dia não achamos porque procuramos no lado errado da estação de trem, depois voltamos e vimos as lojas que vendem. Realmente não é difícil encontrar chip para celular, o chato é que os pacotes que as operadoras oferecem (wind, Tim, 3...) são engessados, com preços caros, muitos GB (sobrou no final da viagem) sendo que na Alemanha no ano passado conseguimos bem mais barato, com menos GB, mas que deu pra aproveitar a viagem inteira, de acordo com o que usamos. Por isso ficamos rodando tanto, procurando o chip, estávamos procurando preço mais em conta com GB justo! Os preços eu vou falar mais no final de tudo, mas tentamos comer refeições que fosse até 10 Euros, o prato, pra cada um. E realmente não marcamos hora na entrada do Coliseu não, chegamos com o Roma Pass e entramos na fila de entrada diferente (de grupos e de roma pass) e entramos direto, bem rápido. Que bom que está gostando do relato, fico feliz em poder ajudar!
  22. Oi Thati! Pois é, apesar dos perrengues com os trens italianos, conseguimos ir e foi bem legal! Estava escurecendo perto de 19h. Beijos!
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