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debalves

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Tudo que debalves postou

  1. Acho que se postasse todos os dias em um mesmo relato, ficaria melhor para ler tudo de uma vez... Eu acabei de voltar da Itália e fiquei curiosa em ler seu relato e ver os lugares por onde você passou, se visitou algum lugar que eu não fui, mas está parecido com o meu, só que a ordem dos lugares que visitamos foi diferente! Legal! Tô curtindo ler tudo!
  2. Adorei o relato! Cara, que sufoco com o carro no areal atolado na beira do precipício! São essas que a gente ri depois que passa! Um dia eu consigo ir a Grécia e conhecer os seus encantos! Obrigada por todas as informações!
  3. Olha Thati, nós chegamos chegamos em Florença por volta de 14h, almoçamos e saímos para caminhar pela cidade. No final do dia, lá pelas 18h, tínhamos conhecido a Santa Maria del Fiore (Duomo), a Piazza Della Repubblica, Mercado Porcellino com a fonte e a Piazza della Signoria. Depois caminhamos até a Ponte Vecchio. Acho que até daria pra ir na Piazzale Michelangelo também, mas estávamos cansados. Acho que conseguimos conhecer todos os pontos principais da cidade... Mas não conhecemos as outras igrejas, nem o Palácio Pitti, nem os Jardins de Boboli, nem conhecemos o Palazzo Vecchio por dentro e nem os milhares de outros museus que existem espalhados pela cidade... Mas como a nossa viagem foi com contenção de despesas, não teríamos dinheiro para visitar esses lugares todos mesmo! No dia seguinte fomos a Accademia e a Galleria Degli Uffizi, que como eu disse, foi bastante cansativo no mesmo dia, mas dá pra fazer, sim... Acho que dá pra visitar os principais pontos turísticos da cidade em um dia e meio, porque tudo é relativamente perto, mas não dá pra conhecer tudo não... Mas, ficamos contentes com o que visitamos!
  4. Estação de Pisa Centrale Em frente a estação uma praça bonitinha Santa Maria della Spina Piazza dei Miracoli Rodrigo e a torre Débora pagando mico com a torre Antes de subir... Vamos subir! Nós lá em cima Vista lá de cima Rodrigo fazendo palhaçada... Do ladinho do sino Descendo... A igreja por fora A igreja por dentro Nós amamos a torre, fazemos um trio perfeito! Quando desce do trem em Riomaggiore Quando desce do trem em Riomaggiore dá pra ver esse cenário também, quando desce do trem em Riomaggiore Pena que a foto do túnel para pedestres não ficou boa... Explorando a cidade A vista bonita fica para lá E conseguimos achar o cartão postal da cidade! Foram muitas fotos do local... é bem lindinho mesmo! E mais uma foto de lá, para terminar!
  5. Continuando o relato... Escolhemos o dia dos museus para sábado (ontem, no relato), porque achamos que no domingo poderia ficar muito cheio... e no dia seguinte, que era domingo, escolhemos visitar outras cidades. Já tínhamos pago com antecedência, pela internet, o ticket para a subida para a Torre de Pisa e tínhamos que chegar lá! Eu tinha lido anteriormente que era muito rápido, mais barato e fácil comprar os bilhetes de trens regionais na hora, não sendo necessário comprar com antecedência, pela internet, pois os lugares não acabam com facilidade e também eles mantém o mesmo preço. O que não sabíamos é que íamos passar tanto sufoco no dia de hoje com esses trens regionais! E assim fizemos. Fomos para a estação de trem, procuramos uma maquininha de venda, compramos a passagem, que estava escrita “Firenze – Pisa Centrale”, sem número de trem, nem nada. O trem saía daqui a 30 minutos. O Rodrigo foi perguntar para uma funcionária de uma cabine de informações, como fazíamos para validar o ticket e ela explicou, mas como não entendemos muito bem o inglês dela, o que ela falou, ele perguntou se era uma pessoa ou uma máquina e a funcionária foi grossa com ele, repetiu “I SAID A MACHIIIINE”, de forma muito áspera. Agradecemos e saímos dali sem fazer mais perguntas. Achamos a máquina verde que valida o bilhete, inserimos e validamos. E começamos a procurar a plataforma, procura daqui, procura dali... e nada de achar o trem que ia para “Pisa Centrale”! Resolvemos andar pra achar e nada de achar... Achamos um funcionário que estava circulando lá no meio do caminho e fomos perguntar, mas novamente um inglês misturado com italiano que não entendíamos, mais o barulho dos trens... e ele falava uma palavra que não entendíamos... Pedi desculpas: “I'm sorry, I didn't understand you...” e ele abriu ou dois braços e olhou pra cima, bufando. Achei essa atitude muito sem noção para quem lida com o público! Nem na Espanha, que todo mundo diz que os espanhóis são grosseiros, nem lá fomos tratados assim! Quando de repente os céus iluminaram e eu entendi! Ele estava falando “Folonica”... e esse era o nome da cidade que o trem ia pra lá (mas de onde surgiu essa cidade?!). Quando finalmente entendemos, ele falou que nós tínhamos 3 minutos pra chegar na plataforma 7 e estávamos na 3 (ou o contrário, não me lembro!). Nunca corri tanto na minha vida! E fiquei surpresa porque minha coluna aguentou firme e forte! Na nossa frente tinha três senhoras correndo tanto quanto a gente e gritando para o trem não sair. Conseguimos entrar no trem e a porta fechou atrás da gente! Ufa! O trem estava cheio, mas andamos pra lá e pra cá e conseguimos achar dois lugares, um de frente para o outro. Rodrigo ficou repetindo que nunca mais faria uma coisa dessas, com cara feia. Não consegui relaxar preocupada se o trem ia mesmo para Pisa. Fiquei prestando atenção em uma telinha com as próximas estações, que dava pra ver do meu lugar, mas só aparecia o nome de outras cidades. Até que apareceu Pisa e eu respirei aliviada. Rapidinho chegou e descemos do trem junto com quase todo mundo que estava na viagem também! Descemos, andamos pela estação à procura de um banheiro e achamos um Mc Donald’s que tinha um banheiro que era pago (0,80) pra usar. Pelo menos era bem limpinho. Usamos e saímos da estação, procurando como chegar à torre. Convenci o Rodrigo a irmos andando e apreciando o caminho. Estava bem friozinho... As ruas estavam bem vazias, afinal era domingo de manhã! Ele traçou a rota pelo google maps e fomos andando... Logo, logo chegamos na igrejinha de Santa Maria della Spina, muito lindinha, no meio do caminho, à beira do rio. Estava tendo uma maratona na cidade e haviam algumas ruas fechadas para os corredores, mas conseguimos passar sem problemas. Seguimos o caminho andando e apreciando as construções... até que avistamos a torre, ao longe. Chegando mais perto, vimos que a praça estava totalmente lotada de turistas, exército, e mais os maratonistas, pois a linha de chegada era ali pertinho... O céu estava com umas nuvens super escuras, parecendo que ia chover, mas Graças a Deus não choveu em nenhum momento que estivemos visitando. Tiramos inúmeras fotos... Eu quis tirar a clássica foto como se estivesse empurrando a torre e quase matei o Rodrigo de vergonha, porque ele não queria tirar essa foto... Mas todo mundo lá estava fazendo! Demos a volta nas construções, tirando fotos... e nos dirigimos ao guarda-volumes para deixar a mochila. Achei que não podia subir de mochila, mas com a minha bolsa a tira-colo eu poderia, porém o funcionário que ajuda a organizar o guarda-volumes falou que nem a minha bolsa poderia. Fui pegar as coisas que eu precisaria de dentro da bolsa e ele reclamou em italiano, que eu tinha que ter feito isso antes, pois a fila estava grande, pra ele atender... Não respondi nada, mas a minha vontade era dar uma resposta bem dada... como eu ia imaginar que não podia nem subir com a bolsinha?! O nosso horário de subida era 11:15 e nos encaminhamos para a fila. Ficamos esperando, mas de repente várias pessoas falaram que nós podíamos passar a frente delas (será que eram pessoas de outros horários?!) e chegamos na entrada, uma funcionária passou o leitor de código no nosso papel da internet (dessa vez não precisava trocar o papel impresso por um ticket de papel, não) e teve outra funcionária que passou um aparelho detector de metais na gente e nos liberaram. Entramos na torre. Já dá pra sentir que ela é torta, já no primeiro piso. Começamos a subir e é muito engraçado, pois a gente não vê nada de diferente, mas sente a inclinação enquanto está subindo... Por conta do meu sedentarismo, tive que parar algumas vezes pra “tomar um ar”, mas logo, logo chegamos (achei que a subida ia ser mais árdua). Lá em cima tiramos mais fotos, e ainda dava pra subir mais um pouquinho, em uma parte que ficava mais perto dos sinos. Tiramos mais fotos. Eu tinha lido que só se pode ficar 30 minutos lá em cima, mas não vi nenhum funcionário que mandasse as pessoas descerem. Ficamos um pouco, tiramos mais fotos e depois descemos, com a mesma sensação de estar sendo “jogado” para o lado, sem ter a visão, por dentro, que está inclinado. Saindo da torre, aproveitamos para visitar a igreja, mas chegamos no horário que estava tendo missa e não podia tirar fotos. Achei a igreja muito bonita por dentro! Por sorte, chegamos no horário da bênção final e logo depois o segurança não falou mais nada sobre tirar fotos, várias pessoas começaram a tirar fotos e nós também tiramos algumas e saímos. Não entramos nos outros prédios, pois era tudo pago e achei caro! Pegamos nossas coisas de volta no guarda volume, com o funcionário, e seguimos, para almoçar, a fome já estava apertando! Procuramos no Trip Advisor um restaurante ali perto que fosse barato e ele indicou um restaurante chamado Ristoro Pecorino. Queríamos sentar numa mesa que estava vazia, mas logo a garçonete falou que aquela mesa estava reservada e não podíamos sentar. Mas colocaram uma outra mesa pra gente. Escolhemos e pedimos os pratos, a comida veio rápida, mas eu achei médio, não era o melhor macarrão que já comemos... e a porção também não era lá tão generosa. Os funcionários nos atenderam bem, colocaram um guarda-sol, pois estava batendo sol na gente, mas eram bastante sérios. Terminamos a refeição, quando o pessoal da mesa reservada chegou. Aproveitamos pra usar o banheiro do restaurante, pagamos a conta no caixa, pra ser mais rápido, e saímos. Pronto, já tínhamos visitado Pisa, Realmente não é uma cidade de muitos atrativos assim e como era domingo, fora da Piazza dei Miracoli não tinha muita coisa aberta. Pegamos o caminho de volta pra estação de trem. No caminho de volta, falei com Rodrigo: Eu vi na internet que é fácil chegar a Cinque Terre partindo de Pisa, vamos tentar?! A idéia era conhecer só uma das Cinque Terre, pois já era de tarde e não conseguiríamos conhecer todas! Escolhemos Riomaggiore, que era a primeira e mais fácil de chegar. Compramos na máquina uma passagem “Pisa-Riomaggiore”. Procuramos qual trem pegar, mas descobrimos, na hora que tínhamos que pegar o trem pra Levanto e tivemos que trocar de trem em La Spezia. Já estávamos mais espertinhos e acertamos o caminho sozinhos! Chegando a Riomaggiore, sãos e salvos, saímos da estação, entramos em um túnel de pedestres, saímos no meio da cidade e andamos pela cidade meio perdidos, pois o Google maps não ajudou muito... subimos, vimos que aquela ladeira não ia dar em lugar nenhum legalzinho e descemos de novo. Achamos a parte do cais que todo mundo tira fotos, tiramos várias fotos também. Tentamos achar algo pra lanchar, mas tudo era bem caro, desistimos. Tinha bastante turista francês, pra todo lugar que andávamos, ouvíamos alguém falando francês. Após andar pra lá e pra cá, resolvemos pegar o caminho de volta. Era umas 17h. Fomos a estação de trem de novo, ao guichê, com a funcionária, e compramos as passagens da volta. Trem regional que é mais barato (e no guichê só dava pra comprar trem regional mesmo). Perguntamos como voltar e ela falou que o trem iria parar em “La Spezia”, tínhamos que procurar o trem para “Pisa Centrale” e em “Pisa Centrale” trocar de trem novamente para um que fosse para Florença. Na passagem estava escrito “Riomaggiore-Firenze” somente. Já estávamos mais espertinhos, achamos que ia ser fácil! Validamos a passagem em uma maquininha verde perto do guichê. Pegamos um trem lotado até La Spezia, fomos igual sardinha em lata. Descemos, aquela correria das pessoas procurando seus trens, nós também procurando e... cadê o trem para Pisa?! Não achamos em visor nenhum... Ficamos nervosos. Procuramos mais um pouco e nada! Achamos um funcionário com um mini-tablet na mão. Perguntamos como fazíamos pra voltar, estávamos perdidos e não achávamos o trem pra Pisa. O funcionário procurou daqui e dali no aparelho na mão dele e... falou que não sabia. Ficamos mais nervosos ainda! Foi quando Deus iluminou e não sei de onde surgiu (não sei se apareceu no visor, ou o que foi), o nome Sarzana. O Rodrigo falou o nome do lugar: Sarzana. O funcionário falou que então era isso! Sarzana! Foi quando a gente soube que ao invés de fazer baldeação em Pisa, tínhamos que fazer baldeação em Sarzana, que fica dentro de La Spezia ainda. E aí eu pergunto: de onde surgiu essa Sarzana?! Esperamos 30 minutos por esse bendito desse trem (aproveitamos para ir no banheiro na estação e o preço era 1 Euro), subimos nele, mas ele atrasou no meio do caminho e tivemos só 5 minutos pra achar o “Sarzana-Firenze”. Tinham várias outras pessoas igual a nós, querendo pegar o de Firenze também. Assim que descemos, Rodrigo viu o número da plataforma no visor, do trem que ia para Firenze. Saímos correndo de novo! Passa no subterrâneo correndo de uma ponta a outra da estação, pra chegar a plataforma 2... e as outras pessoas correndo na mesma situação! É desesperador! Parece até aquelas gincanas de adolescente! Chegamos do outro lado e o trem para Firenze estava atrasado também. Pausa para respirar. Ele chegou e corremos para pegar lugares próximos. Conseguimos! E daí tivemos a sorte que ele veio direto e não teve mais baldeação. E dormimos no trem, de tão cansados que estávamos! Quando me falaram que os trens da Itália eram problemáticos, eu imaginei que os problemas fossem só atrasos! Eu não imaginei que a gente tinha que descobrir qual trem pegar e ter que sair correndo, assim, desse jeito tão confuso! Quando chegamos em Firenze, fomos em um restaurante chamado American Dinner, fiquei curiosa em lanchar lá, pois tem um visual muito legal! E as garçonetes usam patins! Os sanduíches estavam bonszinhos e gostamos bastante! Tivemos um pequeno problema de comunicação com as garçonetes, pois elas não sabiam muitas palavras nem de inglês e nem de espanhol, mas tentavam e deu pra todo mundo se entender no final! Lanchamos e voltamos correndo para o hotel, antes que desse 23h para não pegar a porta lá da entrada fechada! E fomos descansar... e para amanhã, temos passeio para Veneza! Conseguimos fazer um bate-volta que foi muito legal!
  6. Porta para a troca de ingressos da internet para os de papel Em frente ficam as filas de entrada Eu e o Rapto das Sabinas E olha lá o David! David de ladinho Outro salão com mais esculturas e pinturas A tela que mostra como fazem as esculturas está ao fundo Mais salas com mais pintura Galleria degli Uffizi por fora Uffizi por dentro Nós e a Vênus Lá de cima... E mais salas... e mais arte... E mais arte... Pausa para um café (em pé mesmo, porque sentado é mais caro...) Pausa para a foto com a torre Mais obras de arte... Mais obras de arte... Finalmente Da Vinci... E finalmente Caravaggio Nós lá em cima da Piazzale Michelangelo O "dono" da praça Rodrigo e o Porcellino
  7. No dia seguinte, em Florença, era dia de conhecer os museus mais famosos da região! Já tínhamos comprado os ingressos pela internet, Accademia pela manhã e Uffizi à tarde. A nossa sorte é que o Academia era bem pertinho do hotel. Fomos andando e rapidinho chegamos lá. Chegamos com mais de 15 minutos de antecedência. Eu tinha lido no blog Viaje na Viagem como proceder, que fila entrar pra trocar o papel da internet pelo ingresso. Porém, quando a gente chegou, eu confundi as informações e fiquei procurando a “porta 3” no Academia... mas a “porta 3” é no Uffizi... Ninguém merece! Mas, conseguimos encontrar! Era a última porta, do lado esquerdo, com um guichê, e que na porta do lado tem uma pequena loja tipo lanchonete + souvenir. Na parede em frente ficavam as filas pra entrar no museu e também a de comprar ingresso. Pegamos a fila errada, que era pra quem tinha reservado guia, mas fomos informados pelas senhoras que estavam na nossa frente, e depois conseguimos achar um funcionário pra dizer onde era a certa e mudamos de fila. A fila andou e entramos rápido. Nós demoramos até bastante no primeiro salão, admirando as obras, principalmente “O Rapto das Sabinas” e quando passamos para o salão ao lado, a grata surpresa de ver o Davi de Michelangelo, ao vivo na nossa frente! Tiramos muitas fotos e observamos tudo... é uma emoção grande poder ver uma obra-prima tão bem feita! Passamos para os salões ao lado, mais esculturas e pinturas, tudo muito bonito...Tinha até um vídeo explicando como eles fazem as esculturas de várias formas diferente... até que chegamos ao final... O museu não é muito grande, mas como vimos tudo com calma, já era hora do almoço. Procuramos no Trip Advisor algum restaurante perto que fosse barato e achamos o Bistrot La Capannina. Lugar pequenininho, simples, de família, mas com comida muito boa e barata! Recomendamos muito! Tinha o Menu do dia que era óóóótimo! Super recomendo esse principalmente, 5 Euros cada prato! Como estava cheio, tivemos que esperar vagar lugar, mas isso aconteceu rápido. Dentro, ouvimos em outras mesas, brasileiros conversando alto (pelo menos 2 grupos) e falando sobre dupla cidadania... Parece que todo mundo está querendo sair do Brasil no momento... Comemos, pagamos no caixa e saímos, procurando como chegar ao próximo museu. Fomos andando e chegamos rapidinho lá, é do lado da Piazza Della Signoria. Procuramos a porta número 3 (Agora sim, porta 3! À direita de quem entra, pela Piazza della Signoria) e trocamos nosso papel de compra pela internet pelos ingressos de papel. Isso só pode ser feito 15 minutos antes do horário. Nossa visita estava marcada para às 15h. Com o ingresso na mão, encontramos um funcionário no meio do caminho, perguntamos qual era a nossa fila e ele indicou a última fila pra frente. Entramos atrás de um grupo de turistas. Pelo que eu entendi era a mesma fila dos grupos com guia. A fila era um zigue-zague sem tamanho... Também teve uma senhora com uma mocinha, ambas loiras, conversando entre si em inglês, que vieram como quem não quer nada e se enfiaram na frente de uns orientais que estavam na nossa frente... Outras duas que furaram fila na maior cara de pau... Estou suspeitando que esse negócio de furar fila é prática comum e muito realizada entre os turistas... que feio! Seguindo aquele zigue-zague todo e sem fim, novamente passamos pelo detector de metais e passamos por um rapaz que achei que ia passar o leitor de código no nosso ingresso, mas não passou, só olhou... sobe uma escada, tem uma pequena mostra de alguns pintores numa saleta, sobe mais um pouco de escada, algumas esculturas e um aviso para continuar com o ingresso em mãos... e aí sim, um rapaz conferindo os ingressos das pessoas. Acho que agora entramos no museu finalmente! Muitas esculturas e algumas salas interligadas, fomos andando, olhando tudo com calma... até que, quando já estávamos cansados, achamos as salas dedicadas a Botticelli e a famosa “O Nascimento da Vênus”. Bem linda! Continuamos... pinturas e esculturas famosas, outras nem tanto... anda muito e pra caramba naqueles corredores... ficamos cansados e ainda era 17h... Acho que foi nesse meio-tempo que passamos numa cafeteria no meio do caminho e tomamos um cafezinho em pé mesmo e tiramos algumas fotos em um terraço bonito que dava pra ver o topo do Palazzo Vecchio. Depois andamos mais, mais obras de arte, admira uma pintura daqui e dali, anda mais um pouco, mais outros artistas... E Rodrigo ansioso para chegar às pinturas de Da Vinci, mas ainda tinha outros artistas no meio... Deu um sinal no alto falante que até 18:50 todos tinham que sair... Acho que já era próximo de 18h e ainda faltava um bocado para chegar no Da Vinci e estávamos bastante cansados... Aceleramos o passo, olhando tudo mais rápido... algumas esculturas, mais pinturas... e chegamos no Da Vinci! Iluminação especial para as obras, espaço mais cheio de turistas (principalmente os grupos)... e obras lindas! Admiramos tudo com um pouco mais de calma... mas com a coluna, pernas e pés doloridos! E também finalmente chegou as obras do Caravaggio (tinha até esquecido que tinha nesse museu, que pecado! Já estava bastante cansada!) E, um pouco depois a lojinha e a saída. Finalmente terminamos o nosso passeio de museus! Se foi loucura olhar tudo em um só dia?! Realmente foi bastante cansativo, mas não deixou de ser divertido... Adoro olhar essas obras de arte e ficar imaginando como eles conseguiam fazer tudo com tanto primor! Devia ser umas 18:30 e achamos cedo para comermos alguma coisa. Fomos andando até a ponte depois da Ponte Vecchio e tiramos mais fotos e ficamos admirando a vista. Comentei algo com o Rodrigo que faltou a gente ir até a Piazzale Michelangelo e discutimos um pouco a respeito se íamos ou não... e ele meio que se sentiu desafiado a ir até lá. Traçou a rota e fomos andando. Andamos um bocado e não foi muito distante nem muito difícil chegar a Porta San Miniato quanto eu achei que poderia ser... Mas a partir dali, era só subida e bem cansativo para quem não está acostumado! Subimos, mas já tínhamos perdido o pôr do sol... Acho que a maioria do pessoal que tinha ido ver o pôr do sol estava descendo, porque era muita gente descendo! Chegamos finalmente lá em cima e vimos a cidade iluminada! É muito bonita! Acho que talvez se tivéssemos visto a cidade durante o dia, fosse mais bonito... ou não... mas foi bonito do jeito que foi! Paramos para ficar olhando a cidade iluminada à noite e vi que próximo a nós tinha um casal conversando em inglês, e o rapaz tinha acabado de pedir a moça em casamento e dado um anel para ela! Tão romântico! Rodrigo e eu ficamos abraçadinhos lá admirando a vista (ainda mais que estava bem friozinho) e depois descemos pra procurar um local pra jantar. Paramos naquele início da subida, pois o Rodrigo tinha visto um restaurante no Trip Advisor que era por ali, que tinha boa indicação e preços baixos... Procuramos daqui e dali e não achamos onde era (o mapa indicava algo que dava em um “meio do mato” que parecia quintal de alguma residência por ali). Desistimos de encontrar. Acabamos olhando o menu de um restaurante de esquina ali perto, chamado I Bastioni di San Niccolò e vimos que os preços não estavam ruins. Queríamos entrar, mas não tinha lugar do lado de dentro e o garçom perguntou se queríamos esperar uns 15 minutos ou jantar do lado de fora... O Rodrigo falou que do lado de fora estava bom... mas o problema é que do lado de fora tinha um vento muito frio e eu não aguentei... e resolvemos esperar pra entrar. Entramos até rápido, menos de 15 minutos, e a única mesa disponível era do lado de uma mesa de uns brasileiros de Goiás falando muito alto... acabamos prestando atenção em toda a conversa e sabendo da vida deles, mesmo sem a gente querer! Confesso que eu fiquei um pouco sem graça com a situação... Como estávamos muito cansados e já tínhamos conversado muito durante todo o dia, estávamos sem assunto e aconteceu que ouvimos a conversa dos outros, mesmo. E descobrimos também que a garçonete era amiga do filho da senhora que estava falando alto e era brasileira também (não sei se ela era dona do lugar, mas estava servindo as mesas) Desde que chegamos, os garçons estavam conversando conosco em inglês e nós respondíamos em inglês também e continuamos... Comemos nossa pizza e perguntei pra moça se ela era brasileira e ela respondeu que sim, chegou há pouco na Itália e conversou um pouquinho conosco. Mas logo pagamos e fomos embora descansar. Voltamos para o hotel caminhando, pra fazer a digestão, mas estávamos cansados e se tivéssemos descoberto um lugar fácil de comprar passagem de ônibus (os ônibus também não pareciam estar passando a toda hora, por isso também fomos caminhando), tínhamos voltado fácil, fácil de ônibus! No caminho passamos por uma loja que vendia gelatos, chocolates, crepes e chocolate quente, chamada Venchi. Acabamos comprando um copinho de chocolate quente bem bonzinho e fomos tomando, porque a noite estava bem fria. Também passamos pelo Porcellino de novo... e como tinham poucos turistas em volta dele, Rodrigo quis tirar foto com ele também. Depois voltamos para o hotel e fomos descansar.
  8. Thati, eu tive que cortar Verona do meu roteiro, por falta de tempo disponível pra conhecer todas as cidades que eu queria.... mas uma amiga foi a Verona e adorou, me deixando com mais vontade de conhecer. Também não fui a San Gimignano, pois tinha deixado Siena e San Gimignano para o mesmo dia (eu também li a respeito de pessoas que faziam as duas cidades no mesmo dia, mesmo de ônibus). Fomos primeiro a Siena, mas acabamos ficando mais cansados no final da viagem e acabamos acordando mais tarde, pegamos um ônibus em Florença que ia direto pra Siena, chegamos lá por volta de 11h, passeamos bastante, almoçamos, e quando vimos, já era 15h e achamos que ficava muito corrido pra ir pra San Gimignano, tendo que fazer baldeação mesmo sendo a partir de Siena. Achamos Siena legal, não conhecemos San Gimignano, mas pelo que eu vi das fotos de San Gimignano, eu penso que acharia lá mais legal ainda.
  9. Duomo esplendorosa... Tem como não se apaixonar?! Nós no nosso lugar ao sol provando que estivemos lá! Hahaha Dentro da Duomo, só dava pra ir até onde a cordinha demarcava Piazza della Repubblica com o carroussel Mercado com o Porcellino ao ladinho Foto turística clássica com o Porcellino Netuno em reformas Um grande sorvete cinza à direita... Piazza della Signoria Loggia dei Lanzi, na Piazza della Signoria Palazzo Vecchio Ponte Vecchio Mais da ponte
  10. No dia seguinte acordamos, arrumamos nossas coisas, fechamos a conta do hotel e seguimos para o Termini, pegar um trem para Firenze. Chegamos relativamente cedo, nos dirigimos ao local onde saíam os trens daquele tipo, consultamos um funcionário de um balcão de informações sobre como deveríamos proceder, e era só esperar aparecer a plataforma na tela, mesmo (a informação do trem, com o horário já estava lá, só faltava a plataforma)... Apareceu o número, pegamos uma fila, passamos por um funcionário com um leitor de código que passou no papel impresso que tínhamos nas mãos, nos dirigimos ao trem, procuramos o nosso vagão (lá o vagão chama carrozza), entramos. Tudo muito tranquilo. Não achamos nenhum lugar onde colocar as malas, só em um maleiro acima das nossas cabeças e Rodrigo teve que levantar nossas malas acima da cabeça pra colocar, já que minha coluna não me deixa fazer essas graças, não (arrastar a mala, que tem rodinhas, eu consigo, mas tentei entrar com ela no trem, que é alto, puxando, acabei fazendo movimento errado e a coluna ficou doendo). O nosso trem ia pra Veneza, mas descíamos em Florença (só descobrimos que ia para Veneza lá na hora). Colocamos o despertador do celular para caso dormíssemos, não íamos parar só em Veneza! Hahaha Dormimos porque estávamos bem cansados... De vez em quando dava pra dar uma espiada na linda paisagem na janela... Mas próximo da hora de descer, não sabíamos se teríamos que descer muito rápido, se ia dar tempo de fazer as coisas com calma, e nos dirigimos à porta do trem e ficamos esperando o trem chegar na estação e parar. Outras pessoas fizeram o mesmo. Quando o trem parou e fui descer com a mala, tinha um pequeno espaço na plataforma, cheia de gente esperando pra entrar, e assim que consegui colocar o pé nesse espaço, segurando a mala, veio um homem não sei de onde, que cruzou a minha frente e me deu um encontrão, me fazendo doer ainda mais o meu ombro e a minha coluna. Ninguém merece! Chegamos em Florença, ao redor da estação de trem, a Santa Maria Novella, estavam tendo algumas obras. Rodrigo novamente traçou a rota pelo celular até o hotel e fomos. Foi muito difícil puxar a mala (mesmo que tenha aquelas facilitadoras e abençoadas rodinhas) pelas ruas de Florença, muita dor nas costas. Achei Florença encantadora, mesmo que tenhamos passado por algumas ruas mais sujinhas... Passamos por uma rua que tinha muitas barbearias que pareciam ser de árabes e uma rua cheia de restaurantes chineses e indianos... Acho que estávamos em alguma região de imigrantes. Aprendemos que nas ruas maiores, os pedestres ficam nas calçadas, mas nas ruas menores, todos os pedestres vão pela rua mesmo, já que as calçadas são muito estreitas. Chegamos no hotel, mas... peraí... a entrada é de um museu?! Descobrimos que a entrada era do museu, que ficava mais ao fundo, mas na lateral tinha um elevador antigo meio tenebroso, que dava para a entrada do hotel, que era no segundo andar. O nome do hotel é hotel Colomba. Subimos e logo de frente tinha o balcão do hotel. Já passava das 14h quando chegamos e nos disseram que o quarto ainda não estava pronto, mas se esperássemos uns 15 minutos, estaria. Podíamos deixar as malas e ir passear, mas eu queria esperar pra ir ao banheiro, e também deitar uns 10 minutos pra alongar e acomodar a coluna e decidir onde ir almoçar. Nos passaram todas as informações de lugares para visitar, com mapa e tudo mais, código para abrir a porta lá de baixo, se chegássemos depois das 23h, onde era o salão do café da manhã, local perto que poderíamos ir almoçar, etc e tal. No mesmo piso, depois de uma saletinha, onde ficamos esperando, era a porta do nosso quarto... Achei tudo meio com cara de hostel... parecia que todos os quartos do hotel ficavam espalhados por esse piso, como se fosse uma grande casa... Mas apesar da estrutura física de hostel, era um hotel mesmo, e o staff muito simpático, não tivemos do que reclamar. Depois do quarto limpo, entramos. Quarto grande e muito confortável. Deitei uns 10 minutos pra alongar a coluna e parecer ficar de novo no lugar e decidimos onde ir comer. O Rodrigo teve a ideia de comermos pizza (estávamos morrendo de fome), escolhemos uma e fomos andando até a pizzaria, que chama Livio. Gostamos mais da pizza de Florença do que a de Roma. A pizza dessa pizzaria enchia bem a barriga, borda grossa. Ambiente pequeno e de família. Depois de comer, fomos andar pela cidade e conhecer os principais pontos turísticos que desse pra conhecer nesse dia. Fomos caminhando, passamos pela Basílica de São Lourenço, mas não entramos, passamos por uma feira de rua de roupas e acessórios, continuamos caminhando e caminhando e qual não foi nossa surpresa quando encontramos o Duomo, a catedral de Santa Maria Del Fiore. Ela é simplesmente fabulosa... Ao chegar perto e se deparar com ela, ficamos repetindo “uaaauuu”... Muito linda mesmo. Muitos turistas em volta e indianos vendendo bugigangas. Entramos em uma fila (pequena até), pra entrar na igreja, mas lá dentro não tinha muito por onde circular, muitos lugares em restauro e não podíamos chegar perto da cúpula... só a víamos a uma certa distância... Podíamos descer e ver abaixo, acho que tinha algum museu, mas estava entulhado de gente e não me interessei. Não compramos nenhum ingresso para subir na cúpula (minha coluna e meu sedentarismo não fariam dessa uma tarefa fácil) e nem pra entrar em nenhum desses prédios do conjunto que era pago. Fiquei meio revoltada, pois tudo é pago...e não é barato! Saímos da igreja, continuamos seguindo e encontramos a Piazza della Repubblica, com o carrossel na frente. Adorei! Tiramos bastante fotos e seguimos. Foi lá que vimos um ônibuszinho muito fofo que circula pela cidade e que é pequenininho! Realmente pra andar nessas ruas estreitas, só assim mesmo. Encontramos o Mercado com a fonte do Porcellino. Muito cheio de turista. Rodrigo foi tirar uma foto minha jogando a moeda, mas achou que alguém tinha mexido na calça dele (ficou com medo de ser um pickpocket) e perdeu o momento da foto. Mas a minha moeda não caiu no ralinho... fiquei triste... ele nem quis tirar a foto com o Porcellino também, ficou meio estressado... Continuamos andando e encontramos a Piazza della Signoria. Linda também, com o Palazzo Vecchio e a Loggia dei Lanzi. Tiramos muitas fotos, olhamos todas as estátuas, tudo com calma... Só não gostei porque a fonte de Netuno estava em reformas e não dava pra ver nada dela, estava toda coberta... E também tinha uma escultura moderna que parecia um grande sorvete (ou será um grande cocô?!) cinza, bem no meio da praça... Eu tinha visto vídeos de pessoas que visitaram há pouco tempo e no meio da praça tinha uma escultura de um homem montado em uma tartaruga... onde ela estava? Por que trocaram por essa? Eu preferia ter visto a outra, acharia mais interessante. Me desculpem os amantes de arte contemporânea, mas não gostei dessa que parece um sorvete não... O Rodrigo queria dar por encerrado nosso tour pela cidade, mas eu queria conhecer a Ponte Vecchio e subir até a Piazzale Michelângelo, para ver o pôr do sol lá de cima... andamos até a ponte (que não fica muito longe), tiramos várias fotos e fiz o Rodrigo ir andando até a próxima ponte para tirar foto da Ponte Vecchio de longe. Neste momento, o sol já estava se pondo e as fotos ficaram boas mas não conseguiram traduzir a beleza do momento... Rodrigo reclamou do cansaço... eu também estava cansada, e resolvi deixar a subida para um próximo dia... Voltamos e no meio do caminho mudança de tempo, um vento frio tenebroso... Esfriou muito! Como isso aconteceu?! Voltamos para o hotel e lá perto resolvemos ir em um restaurante chamado Il Giardino di Barbano. O restaurante é bem bonzinho, eles têm um cardápio visual, que achei a ideia bem bacaninha, é mais fácil escolher os pratos pela foto. Comemos pratos simples de massa e voltamos para descansar no hotel.
  11. Thati_freitas, com 1 mês de antecedência é muito difícil achar bons hotéis ou hostels a preços bons... ou você acha os supercaros ou você acha os que não valem nada a pena... a não ser que você vá ficar na casa de alguém! Algumas reservas de entradas e trens também ficam muito difíceis de encontrar... r as passagens de avião aumentam os preços! Se você tem algo em vista com bom preço, é bom correr mesmo!
  12. Entrada dos Museus do Vaticano (é onde tem a seta vermelha pintada na foto, o portãozão é a saída!) Museu egípcio dentro dos Museus do Vaticano Vamos ver as esculturas Encantada em poder ver toda essa bela arte de perto! Museu dos mapas... dá pra passar mais rapidinho por esse, mas não deixa de ser bonito! Fascinante Muito lindo Se eu bem me recordo, acho que essa escada era caminho pra saída... Macarrão que levou um século pra ficar pronto. Praça São Pedro... Enquanto esperávamos na fila pra entrar, vamos tirar fotos! Pietá, na lateral, assim que entra, e o tanto de turista para vê-la. Basílica São Pedro... Enorme! Saindo... Ciao Vaticano Castelo Sant'angelo Ponte Achei que essa foto ficou show Ponte, de longe Hamburguer!
  13. E vamos em frente! No dia seguinte tínhamos visita ao Vaticano! Lembrando que meu marido não gosta de visitação a igrejas, mas aceita ir comigo, desde que eu não arraste ele pra toda e qualquer igreja que eu ver no caminho! Hehehe. Optamos por ir no Vaticano em dia que não tivesse o Papa, apesar de eu ter vontade de ver o Papa, não sabia se só ia ver ele bem minúsculo, lá ao longe e passar aperto com a multidão, então optamos por ir em dia que não tivesse missa do Papa. Tínhamos reservado ingressos para os museus do Vaticano com antecedência pelo site (Achei bastante caro, 14 Euros por pessoa) e tínhamos que estar lá 9:30, o horário reservado. Rodrigo traçou a rota, fomos com nosso Roma Pass de metrô (cheio como sempre) até a estação mais perto e andamos até as entrada dos museus do Vaticano. Chegando perto, novamente todo aquele pessoal tentando te vender visita guiada pelo caminho, mas dessa vez falávamos que já tínhamos o ingresso e eles nos deixavam em paz. Entramos numa fila de quem tinha comprado on line e a fila andou muito rápido. Passamos pelo detector de metais, segurança reforçada, e entramos. No saguão, cheio de grupos, tudo muito confuso, tivemos que procurar o guichê para trocar nosso papel de internet por ingressos de papel (achei meio sem sentido isso, mas tudo bem). Sorte que a confusão de grupos de pessoas na frente dos guichês estava um pouco assustadora, mas a fila não era tão grande e também andou rápido. Seguimos subindo escadas juntamente com a multidão e lá em cima passamos nosso ingresso pela catraca. Sobe mais escada e agora acho que dá pra começar a visitar! Eu tinha visto alguns vídeos do YouTube de viagens e lido em alguns lugares, que você pode fazer o caminho que quiser, visitando a parte que quiser primeiro... pelo menos foi assim que eu entendi. Falei com o Rodrigo: Quero conhecer primeiro o museu egípcio (que nos fascina) e por último vamos a Capela Sistina, porque eu acho que da capela sistina não dá pra voltar para os outros salões. Olhamos o mapa e parecia ser tudo em um mesmo nível. Começamos pelo museu egípcio e acabamos por demorar bastante tempo vendo tudo... No final acabamos caindo em um corredor extenso, com muitas esculturas, todas lindíssimas! Esse corredor era em L, e no final, tinha que voltar tudo. Já era hora do almoço e só tínhamos visto pouca coisa dos museus... Comecei a ficar muito preocupada. Tentamos procurar todos os outros salões e continuar a visita, achamos um pátio em formato octogonal, com algumas esculturas famosas e seguindo um pátio redondo com uma estátua dourada de Hércules, tudo muito lindo, mais algumas esculturas adiante e... chegamos em uma escada que indicava Capela Sistina... Não, não queremos ir ver a Capela Sistina agora... queremos ver os outros salões... Procura daqui, procura dali... nada de achar. Fitas nos corredores impedindo a gente passar para outro lado, só podia fazer um único caminho... Voltamos em sentido contrário da visitação para ver se perdemos alguma coisa (ainda bem que ninguém brigou com a gente, mas foi tarefa difícil com os grupos de turistas andando numa direção e a gente na direção contrária! Hahaha). Chegamos ao pátio aberto de novo e nãda de achar os outros salões. Decidimos ir almoçar, já era lá pelas 13h, ou mais, e precisávamos descansar um pouco as pernas. Falei com o Rodrigo: Se subirmos e só acharmos a Capela Sistina, deixemos pra lá e vemos a Capela Sistina e vamos embora... Não dava pra sair dali e entrar de novo, então acabamos por almoçar no restaurante (bistrô) que existe lá dentro (que é um pouco caro e as porções não são tão grandes quanto os preços). Eu pensei em comer sanduíche, pra ficar mais barato ainda, mas o Rodrigo me convenceu a comer massa, haviam alguns pratos que não eram tão caros. Pedi uma massa a Carbonara e ele uma lasagna, mas a lasagna dele chegou e nada de chegar meu prato. Já estava quase levantando pra perguntar se era tão difícil assim fazer uma massa a carbonara, quando o meu chegou. E não sei se foi porque eu estava nervosa na hora, mas nem achei tão gostoso assim. Quando terminamos, Rodrigo levantou, pagou no caixa, fomos no banheiro dentro do museu (o restaurante não tinha banheiro) e seguimos. Então, se não tem outro caminho, vamos por esse mesmo. Subimos as escadas e qual não foi a nossa surpresa ao ver que os outros salões do mapa (que pareciam ser todos no primeiro piso), eram no segundo... e a gente podia visitar todos eles antes da Capela Sistina! Por que na placa só tinha escrito "Capela Sistina" ?! Hoje (sim, somente hoje), eu li as letras miúdas do mapa que dizem “piano superiore / upper level” abaixo do nome de algumas das salas! Bem, continuamos a visita e passamos por mais muitos outros salões com mapas, esculturas, tetos pintados, tudo muito lindo. E sobe escada, e passa por corredor, e desce escada... algumas áreas em reforma... um mundo lá dentro! Tinha uma reforma acontecendo próximo as Salas de Rafael (que tem as pinturas dele), achei que não íamos conseguir ver, mas conseguimos! São impressionantes e imperdíveis! Passamos por uma parte de arte contemporânea e confesso que como o antigo me fascina muito mais e já estávamos bem cansados, passamos bem rapidinho por essa parte. Seguimos então para a Capela Sistina... desce umas escadas estranhas, até parece que a gente não está indo para o lugar certo... e sobe escada de novo. Como não pode fotografar, guardamos a máquina e o celular, pra não ter confusão. Seguimos e entramos. Paramos para olhar tudo, mas os seguranças obrigam a gente a não ficar parado no mesmo lugar, pois mais pessoas querem entrar. É muita informação ao mesmo tempo! Você quer ver tudo, mas ao mesmo tempo os seguranças ficam gritando “no photos, no videos!” e ficam gritando pra todo mundo respeitar e fazer silêncio e a gente perde a concentração do que está olhando. Fiquei me sentindo abafada, como se estivesse em um ambiente hostil... não gostei do clima do lugar... e o que era pra ser bonito, acabei achando feio. Ficamos pouco tempo e saímos. E seguimos mais corredores. Haviam mais salões enfeitados, tudo muito bonito, mas não conseguíamos mais prestar atenção em nada e nem fotografar mais nada. Estávamos muito cansados. Passamos pela lojinha e só tinha coisas muito caras. Seguimos, fomos ao banheiro e depois saímos do museu. Já era umas 16h e nem acreditei que ficamos tanto tempo lá dentro! Seguimos pelo lado de fora, contornando o muro, anda-se bastante, até chegar à Piazza San Pietro. Vamos visitar a Basílica de São Pedro, pois hoje é nosso último dia em Roma (aliás, nosso único dia no Vaticano). Chegando lá, uma fila imeeensa pra passar pelo detector de metais e entrar na Basílica. Entramos no final da fila e falei com o Rodrigo: “não é melhor perguntar se é aqui mesmo?”, quando a menina na nossa frente perguntou para a moça que estava na frente dela, em inglês, se a fila era essa mesmo. Após a resposta afirmativa, a moça falou que de manhã a fila costuma ser maior e que estávamos em um bom horário... Eita! Ah! E já ia esquecendo de comentar que durante o tempo que passamos na fila, teve um casal que chegou, estava na sombra e, de mansinho, foram andando junto com a fila e se enfiaram atrás da gente, como quem não quer nada... furaram a fila numa boa, na maior cara de pau! Acho tão feio quando a pessoa faz isso! É uma falta de respeito com quem está na fila, no sol, há mais tempo! Por pouco eles não se enfiam na frente da gente, e se fizessem eu acho que faria barraco, mesmo sendo a praça de São Pedro! Eles estavam falando em espanhol entre si, mas se fossem brasileiros, eu ia perguntar se não têm vergonha em deixar o povo brasileiro com má fama... Nós já não estamos com boa fama por aí e as pessoas não colaboram! É uma vergonha! Enfrentamos aquela fila toda, passamos pelo detector de metais e entramos. Anda-se mais um bocado do detector de metais até a igreja. Entramos finalmente. A igreja é muito, muito muito muito grande! A Pietá fica bem na lateral direita, logo que se entra, sempre cheia de turistas para vê-la... mas atrás de um vidro... É tão triste ver que as obras de arte têm que ficar assim, tão longe do povo... Seguimos em direção ao altar principal. Estava tendo uma missa e tinha um segurança bloqueando uma passagem que dava no altar principal. Algumas pessoas podiam passar pra assistir a missa, mas nós continuamos o passeio. Vimos tudo o que o cansaço nos permitiu e saímos. Perguntei no grupo do Whats App da família, se alguém ia querer alguma lembrança do Vaticano e comentando que era tudo muito caro (na lojinha do Vaticano só tem coisa chique, fina e cara... eu esperava encontrar alguma medalhinha de santo, calendariozinho ou algo mais em conta, fiquei muito triste de não ter). Eu estava pensando na minha avó, quando escrevi no grupo da família, mas quase todo mundo respondeu que queria alguma coisa benta, menos ela, tadinha! Saímos da Piazza San Pietro e encontramos algumas lojinhas que tinham medalhinhas e imagens de santos... Compramos algumas lembrancinhas de 1 ou 2 Euros (o mais barato que achamos) e seguimos. Compramos também um gelato, mas não foi perto da Piazza San Pietro não, pois lá tinham poucos sabores e era caro... Achamos uma lojinha mais perto do Castelo Sant'angelo, que estava bem bom! E tinham alguns portugueses que se reconheceram e estavam conversando em português de Portugal perto de onde ficamos degustando o gelato, bem legal! Passamos pelo Castelo Sant'angelo e esse era um lugar que eu queria visitar, nem que fosse só por fora, pra tirar fotos, mas já estava escuro e as fotos tiveram que ser com ele iluminado à noite mesmo, mas não deixou de ser bonito! Alguns amigos meus que foram e visitaram lá dentro gostaram e outros acharam que não vale a pena a visita. Não conseguimos visitar por dentro, porque já estava fechado, não achei que ia passar tanto tempo assim dentro dos museus do Vaticano... Mas passamos! Achamos engraçado que haviam algumas noivas tirando fotos de casamento nesse cenário... Muito lindo, mas ficamos com pena que os vestidos eram muito “pelados” e já estava fazendo bastante frio nessa noite. Procuramos um ponto de ônibus que pudéssemos voltar, mas nosso Roma pass já havia expirado e tínhamos que comprar a passagem de ônibus. Falei com o Rodrigo: temos que procurar uma tabacaria pra comprar, que era o que eu tinha pesquisado antes: as passagens de ônibus são compradas nas tabacarias - tem um T grande na porta). Procura daqui, procura dali, pergunta daqui, pergunta dali... e todo mundo só indicava o outro lado da rua... Ficamos passando de um lado a outro, procurando uma tabacaria e nada! Até que achamos, sem querer, uma máquina de vender passagem, no meio da rua (aliás, da praça)! Compramos as passagens e pegamos o ônibus pra voltar, tranquilos, tinha lugar até pra sentar no ônibus. Nessa noite estávamos cansados de comer massa e pizza e Rodrigo foi procurar uma hamburgueria para comermos. Achamos uma que era relativamente perto do hotel e fomos para lá. O nome do lugar é Toast & Co. Burger Lab. Recomendamos muitíssimo! Fomos muito bem atendidos, os donos são muito simpáticos e a comida é bem gostosa! Voltamos para o hotel em seguida, pois tínhamos que descansar, amanhã é dia de ir para Florença! Se pudéssemos, ficaríamos mais tempo para visitar mais lugares em Roma... Mas o tempo e a grana são curtos e vai ficar para uma próxima vez!
  14. Eu ainda não fui, mas um amigo meu comparou Bogotá a São Paulo (mais friozinho, vida noturna, museus, tudo beleza) e Cartagena a Paraty (cidade histórica com mar, pra curtir de casalzinho)
  15. Mochileiro das Galáxias, desculpe dar mais um pitaco aqui. O Adriano já comentou sobre isso, mas vou citar meu exemplo. Quando eu fui para a Espanha, íamos fazer uma viagem de trem noturno entre Granada e Barcelona (eram umas 8 horas de viagem, se não me engano) e me abriram os olhos que não é tão confortável quanto eu imaginava e que eu talvez não fosse aproveitar bem o dia seguinte de tão cansada que eu estaria. Desisti do trem noturno e foi quando achamos uma passagem de low cost mega barata e ficamos super felizes! Compramos. Só que o aeroporto em Granada fica bastante distante e tivemos que pegar táxi (na época não tinha uber ou outras facilidades, que também não sei se no momento já tem por lá). O táxi custou uma média de 30 euros, tivemos que chegar com 2 horas de antecedência e tomar café no aeroporto, que era caro, porque o café do hostel quando a gente saiu (era cedo demais quando tivemos que ir ao aeroporto) ainda não estava aberto. Ficar esperando até a hora de embarcar é um porre. Chegando em Barcelona, não precisamos pegar táxi, porque o metrô vai até o aeroporto, se não me engano e acabamos pegando um ônibus, foi mais tranquilo, mas o gasto que tivemos com o vôo nem ficou tão diferente assim do gasto que teríamos com o trem, porque tivemos que somar o táxi. Por isso virei grande fã dos trens, você não tem toda a burocracia de embarque que existe nos aviões e chega praticamente dentro das cidades, enquanto a grande maioria dos aeroportos ficam longe das cidades que queremos visitar. Eu não sou grande entendedora das cidades que você quer visitar, mas meu conselho é procurar como você poderá fazer o deslocamento da cidade até o aeroporto e do aeroporto até a cidade (existe metrô? Existe shuttle? ou só de táxi mesmo?!) Abraços!
  16. Thati e Diana, vou falar dos gastos mais para o final do relato, mas vou mandar uma mensagem pra vocês pra adiantar as coisas!
  17. Santa Maria Maggiore Admirando o Altare Della Patria Visão meio lateral do Altare della Patria Vista do Altare Della Patria da Piazza Venezia Mercado de Trajano Campidoglio Teatro Marcello No meio do caminho... Santa Maria in Cosmedin "camuflada" por causa da obra Teste de fidelidade (epa!) Campo dei Fiori Templo de Adriano Fontana di Trevi à noite Essa é a pizza brotinho na Itália
  18. No dia seguinte, nosso terceiro dia em Roma, eu tinha deixado espaço no nosso roteiro para visitar os lugares que não tinha dado tempo da gente visitar. E se tivéssemos visitado todos, poderíamos conhecer os jardins da Villa Borghese ou a Basílica de São Paulo Fora dos Muros... essa parece que é um pouco mais longe, mas pelo que eu pesquisei, dá pra ir de metrô. Porém, a esta altura do campeonato, eu confesso que estava um pouco desanimada. Ao que tudo indica, a basílica foi construída no local onde se acredita que tenha sido sepultado São Paulo (e gosto bastante da história dele), porém pelo que eu pesquisei, a basílica é imensa, suntuosa, com mosaicos com os rostos de todos os papas da história... Nada contra igrejas bonitas, eu gosto muito de vê-las... Mas isso tudo é um pouco diferente do que pregava São Paulo sobre simplicidade e humildade. Mas tudo bem, se desse tempo, iríamos ver. Percebi que quase não visitamos igrejas ainda (Será que ficamos saturados de visitar igrejas quando fomos na Espanha e em Portugal?! hahaha) e a Itália é onde se concentra o maior número de igrejas por metro quadrado (brincadeirinha). Iríamos começar o dia visitando a igreja de Santa Maria Maggiore (que depois percebemos que passamos em frente às costas dela, puxando as malas, para chegar ao hotel e nem nos demos conta!). A igreja é bem bonita e estava com uma segurança bem forte do exército (aliás, vários pontos turísticos e estações do metrô estavam fortemente guardados pelo exército), tinha detector de metais e tudo pra entrar na igreja! a igreja é linda por dentro e também estava em reforma. Depois seguimos para o Altare della Patria (ou monumento a Vittorio Emanuele II) que não deu pra visitar ontem, e subimos (tinha uma grade com um portão na frente das escadas e cada grupo que entrava, a funcionária falava para respeitar o local, não sentar nos degraus e nem lanchar por ali). Tiramos fotos (pelo menos as fotos eram permitidas). Subimos até onde nos era permitido e tiramos mais fotos. Sei que tem museu ali no local, mas não fomos... O orçamento e o tempo estão curtos, é uma pena! Ô cidades fartas de museus, essas da Itália! Descemos e avistamos próximo um local onde dava pra espiar o Mercado de Trajano por fora. Fomos lá tirar algumas fotos, porém o local não estava tão movimentado de turistas quanto outros, e fomos abordados por vários africanos que vinham querendo cumprimentar, perguntando de onde éramos, querendo vender coisas de prata ou de madeira, mas de forma muito impositiva, que dava um certo medo. Teve um que veio apontando o sapato do meu marido e falando algo que não conseguimos compreender e se aproximando rápido na direção da gent. Saímos fora a passos rápidos, deu uma sensação de muita insegurança. Enquanto todos os guardas estavam concentrados no Altare della Patria, eles se aproveitavam dos locais onde não tinha tanta segurança para abordar os turistas. Não conseguimos tirar tantas fotos quanto queríamos e continuamos andando pela mesma calçada, passamos de novo pelo Altare della Patria e chegamos rapidamente a Piazza del Campidoglio. Tiramos várias fotos e ficamos um pouco tristes porque o tempo e o orçamento estão realmente curtos para a gente visitar tantos museus em uma só viagem! Ali também existem os museus capitolinos que dizem que o acervo é show! Andamos até a parte de trás, onde é possível ter mais uma visão do Forum Romano de cima. Depois fomos para uma parte meio lateral, ainda atrás, com uns banquinhos de pedra à sombra de árvores, algumas pessoas locais descansando e passeando com cachorro e alguns turistas também, descansamos uns 5 minutos e decidimos onde ir almoçar. Ali perto não existem tantos restaurantes a preços módicos, então optamos por um que parecia a melhor opção no momento, chamado Vinando. Rodrigo traçou a rota no celular e fomos andando... percebemos que tínhamos que entrar em uma viela muito estranha e tentamos seguir mais a frente, mas a próxima viela também era estranha... então resolvemos arriscar... Anda por uma rua estreita e estranha, pega outra mais estranha ainda... até que surge um clarão, com alguns restaurantes e uma paisagem linda de casas tipicamente italianas, bem lindinho. Ali estava o restaurante. Não tinham mais mesas livres do lado de fora e entramos para almoçar lá dentro. Tudo era muito chique e pensei que a gente ia morrer numa grana... Mas olhando o cardápio, até que encontrávamos pratos a preços mais compatíveis com o nosso orçamento. E a comida estava gostosa. Uma dica dos restaurantes italianos: Eles são muito rápidos em servir os pratos, mas se depois de comer, você tiver pressa, levante e vá ao caixa, porque eles simplesmente esquecem você na mesa. Eu vi os orientais sempre fazendo isso e depois descobri que é a forma mais rápida de sair do local, se você tiver pressa, pois se você ficar esperando o garçom olhar pra você, pra sinalizar que quer fechar a conta, iiihh... só no dia de são nunca! Almoçamos e seguimos, ali pertinho estava também outro ponto turístico do roteiro que ainda não tínhamos visitado: o Teatro Marcello. É um mini-coliseu, o que foi prontamente chamado por nós de “Colisinho”. Não dava pra entrar, tiramos algumas fotos por fora e continuamos, pois eu queria ir ver a Bocca della Verita. Andamos um bocado e encontramos alguns templos antigos interessantes (fechados) e seguindo, uma praça até charmosinha e até achamos que era ali... Mas como eu tinha visto que essa escultura era do lado de uma igreja, eu resolvi olhar a igreja que ficava do outro lado da rua (que inclusive estava em reformas e mais escondida do que outra coisa, foi difícil a gente perceber que ali era uma igreja) e não é que era ali mesmo?! A Boca da Verdade está localizada ao lado da Igreja de Santa Maria in Cosmedin, e a partir da Idade Média apareceu uma lenda sobre a boca: para saber se uma pessoa estava dizendo a verdade ou não, era necessário que ela colocasse a mão dentro da boca. Se ela estivesse mentindo, a boca devoraria a sua mão. Diz a lenda que alguns homens que viajavam a trabalho fizeram teste de fidelidade de suas esposas desta forma. Tinha uma fila gigante pra tirar foto com a escultura. Entramos na fila atrás de um grupo de orientais. É de graça, mas se você quiser ajudar, com doações para a igreja, pode ficar à vontade. Depois de tirada a foto, a única “saída” do local é para dentro da igreja. Entramos e não é que a igreja é muito lindinha?! Tem umas pinturas bem antigas, estilo bizantino, achei o máximo! Estava tendo uma apresentação de canto, linda, na hora que entramos! Visitada a Igreja rapidamente, já que ela é pequenininha, já passava das 16h, faltava ir conhecer o Campo de Fiori e os jardins da Villa Borghese e a Basílica de São Paulo. O Rodrigo já tinha determinado que a Villa Borghese ficava longe pra gente ir, ia demorar bastante tempo e eu já tinha ficado desanimada em conhecer a Basílica de São Paulo. Rumamos para o Campo de Fiori de ônibus (pegamos ali por perto mesmo) e quando chegamos, já estava tudo desmontado com só umas 3 barracas de flores montadas. Um caminhão de limpeza passava pra lá e pra cá e os turistas que ali transitavam, tentavam fugir do caminhão. Seguimos a procura de um gelato (fomos seguindo de onde as pessoas apareciam com sorvete na mão) e achamos a Gelateria Blue Ice. Bem gostosinho. Olhamos algumas lojas ali por perto e depois voltamos à pé para o hotel, passando por vários pontos turísticos que já tínhamos visto antes, como o Pantheon e a Fontana di Trevi (que é tão linda quanto de dia, iluminada à noite). Achamos finalmente o Templo de Adriano e tiramos fotos. Perto da Fontana di Trevi, ficamos procurando um museu que uma amiga minha falou que tinha visto quando visitou a cidade, que daria pra ver Roma por debaixo do solo, escavações que estavam fazendo na região. Não achamos o museu. Resolvemos procurar algum lugar pra comer uma pizza que fosse perto, mas que não fosse muito caro. Procuramos no Trip Advisor e andamos até o local que encontramos que era barato, tinha fila na porta com tempo de espera. Desistimos desse e resolvemos olhar os restaurantes em volta e achamos um que nos agradou: o Pizza Roma, que tinha uns preços agradáveis. A princípio achei o lugar bem chique, mas por mim tudo bem, desde que os preços estejam dentro do nosso limitado orçamento. Comemos e retornamos ao hotel para descansar.
  19. Mochileiro das Galáxias, acho bacana você ler os relatos de viagem de outros mochileiros para ter uma idéia de como as pessoas fazem. O Adriano deu ótimas dicas que devem ser levadas muuuito em conta sobre o inglês, a alimentação, passagens, roupas, gastos e tudo mais. Às vezes mesmo sabendo inglês maneirinho, a gente passa perrengue, imagina com um inglês basicão?! Muitas das vezes a gente fica muito ansioso, querendo visitar tudo de uma vez, como se o mundo fosse acabar amanhã... Mas na maioria dos casos, menos é mais. Se você conhecer menos cidades, mas conseguindo conhecer da melhor forma possível, tudo flui ... e sempre haverão novas viagens! A gente acaba perdendo muito tempo nos deslocamentos e é muito cansativo, tem que levar em conta isso também. Todas as pessoas que visitaram muitos países em pouco tempo, depois que voltam (destruídos, porque é muita loucura), relatam que se fossem fazer de novo, não fariam do mesmo modo. Abraços!
  20. Olá Thatamello! A melhor coisa pra se ter uma ideia de tempo em viagem e dicas de locais, é ler outros relatos de viagens postados aqui no Mochileiros. É difícil dizer quando tempo ficar em cada cidade, mas você colocou no seu roteiro várias cidades que são grandes e que talvez precisem de um pouco mais de tempo pra serem apreciadas... nunca fui a Paris, mas algumas pessoas dizem que o melhor seria ficar 5 ou 6 dias pra aproveitar bem a cidade... por isso que é bom ler os relatos e ver o que as pessoas costumam fazer! Sem contar que os deslocamentos entre uma cidade e outra são cansativos, custam tempo e dinheiro e têm que ser planejados com cuidado. Quanto a época do ano, em novembro, dezembro, janeiro e fevereiro, você deve pegar tempo muito muito frio nesses lugares. Junho, julho e agosto costumam ser quentes, mas também é alta temporada e tudo costuma ser mais caro. Algumas pessoaa viajam em abril, maio ou setembro e outubro, para pegar tempo não tão quente e não rão frio e custos melhores. Espero que eu tenha ajudado alguma coisa! Abraços!
  21. Adorei todo o seu relato, Monique! Eu estava planejando uma viagem para Colômbia para agora, outubro de 2017, mesmo sabendo que em outubro chove bastante (meu marido e eu iríamos arriscar), porém um colega de trabalho meu, que é colombiano, falou para terminantemente não ir em Setembro ou Outubro, porque chove muito e estraga os passeios... Por esse e outros motivos, acabei trocando o destino da viagem (que já aconteceu), mas ainda quero ir a Colômbia (Bogotá, Cartagena e San Andrés, como você foi), mas para mim é difícil tirar férias nos meses que não chove tanto lá... sem contar que já li relatos de pessoas que foram em um mês que não chove muito e acabou chovendo bastante durante a viagem. É muito bom saber que a chuva não te atrapalhou! Agradecida por ter postado tantas dicas! Abraços!
  22. Estou pesquisando sobre a Grécia e adorei seu relato! Agradecida por escrevê-lo!
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