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debalves

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Tudo que debalves postou

  1. Poxa, que pena... também queria ler a continuação do relato
  2. Que legal Dani_e_Nati! Muito feliz por vocês! E excelente dica pra quem ainda não conhece Paris, como eu também... quem sabe dá pra fazer em alguma oportunidade de conexão longa?!
  3. Coliseum, Colosseo ou Coliseu ?! Dentro deste Mais deste Coliseu e Arco de Constantino (vista da Via Sacra) Ângulo ótimo para tirar fotos Via Sacra - início visita Forum Romano e Palatino Vista de cima, do Forum Romano Andando entre as ruínas do Palatino Cárcere Mamertino Pizza ao taglio
  4. No dia seguinte, acordamos um pouco mais descansados, cabelos mais arrumados e mais animados, porqueee... era dia de Coliseu!!! Comemos um café da manhã bem farto e fomos em direção ao Termini, mais uma vez, tentar achar o chip de dados para o celular, para não depender só de wi-fi (que praticamente existia só no hotel e nos restaurantes que íamos comer. Se acontecesse de no meio do caminho se queríamos consultar alguma coisa relacionada a mapas, meios de transporte ou restaurantes, não conseguíamos). Chegando no Termini, conseguimos pesquisar quase todos os cantos daquela estação e ficamos até cansados. Comparamos preços e acabamos comprando um chip da 3, que foi a melhor relação custo-benefício que achamos. Só ficamos chateados, pois na Alemanha, os preços dos chips eram mais baratos e havia chips com menor quantidade de dados, o que era melhor pra gente... enquanto que na Itália só encontrávamos chips de muitos gigas e por preços altos (tipo 20 , 25, 30 Euros). Outra dica: O Rodrigo pesquisou e descobriu que havia um mercado chamado Coop que vendia chips... fomos em dois, porém eles não vendem. Em um deles, a caixa não entendia o que estávamos falando. e no outro, a caixa nos recomendou falar com um rapaz que disse que teríamos que descer as escadas e lá encontramos as lojas da Wind, da 3, da TIM, etc. Resolvido o problema do chip, fomos para o Coliseu de metrô, que estava mega-lotado, pra variar! Já eram 11h e eu queria ter ido para lá umas 8h-9h Chegando lá, é estonteante a visão da saída do metrô, dando de cara com o Coliseu! Muito lotado de turistas zanzando e muita gente querendo vender passeio guiado e muito indiano querendo vender bugigangas. Como eu tinha visto que daria pra entrar “de graça” com o Roma Pass (as primeiras duas atrações turísticas que você visita com o Roma Pass, não precisa pagar), porém conversei com alguns amigos meus que não conseguiram entrar deste modo e ficamos apreensivos quanto a isso, não tínhamos comprado os ingressos com antecedência, para tentar entrar com o Roma pass, e o valor da visita guiada era 30 Euros por pessoa, mais o ingresso, pelo que eu entendi... Não tenho nada contra visitas guiadas, adoro, mas estava acima do nosso orçamento Estávamos procurando a fila para entrar com o Roma Pass, quando fomos abordados por um funcionário de lá e achamos que era mais um querendo vender visita guiada... Já estávamos falando que não queríamos, quando ele falou “não, não sou vendedor, não”. E nos ajudou a achar a entrada para quem tem o Roma Pass, que é a mesma de quem está em grupos. Entramos na fila e percebemos um casal que veio vindo como quem não quer nada e furou a fila na maior cara dura... é tão triste ver essas coisas acontecendo, que falta de respeito das pessoas! A fila andou rápido e conseguimos entrar com o Roma Pass numa boa! Lá dentro fiquei muito arrepiada tentando imaginar como eram os dias dos romanos que iam para as arquibancadas assistir os jogos... Tiramos várias fotos, exploramos todos os cantos e no final, já cansados, saímos... Tiramos mais fotos do Arco di Constantino, que fica bem próximo, sentamos na sombra, em frente à bilheteria do Forum Romano, debaixo de umas oliveiras, e ficamos pensando o que faríamos, se começaríamos uma nova visita, dessa vez ao Forum Romano, ou se iríamos almoçar... Já eram umas 13h e resolvemos ir almoçar... Agora, com o chip, pesquisamos algum lugar próximo que fosse rápido de comer e seguimos rumo a ele. Encontramos o Pasta Imperiale e adoramos! Depois descobrimos que fica relativamente próximo ao hotel que ficamos também! É barato, rápido, tranquilo e gostoso! E a atendente foi super simpática. Comemos lá dentro, em uma das poucas mesinhas, e foi muito tranquilo. Após almoçar, seguimos nossa visitação. Entramos na Via Sacra, passamos pela catraca com nosso Roma Pass novamente e seguimos a visitação primeiramente subindo ao monte Palatino e depois descendo ao Forum Romano. Não vou dizer que visitamos todos os cantinhos, pois o lugar é imenso e às vezes tudo parece muito igual, muitas ruínas, sendo necessário muita imaginação pra entender como era o lugar. É bastante cansativo... Alguns lugares estavam fechados, pra restauração e não encontramos os afrescos da casa de Augusto de jeito nenhum (só víamos as plaquinhas indicando por onde seguir pra encontrar, seguíamos e encontrávamos outros lugares diferentes e também mais lugares fechados em restauração e no final de tudo, não encontramos a casa dele) https://viagemcomthatha.com (ela escreveu: Palatino e Fórum Romano – como entender esses dois lugares) Esse site acima ajudou um pouco a entender o local, porém com a correria antes da viagem, não imprimi e levei comigo, e tive que lembrar as coisas de cabeça e ia tentando explicar para o Rodrigo. Mas ficamos maravilhados com a vista de cima (de quem está descendo o Palatino), do Forum Romano... é de cair o queixo... Tiramos várias fotos, andamos bastante, eu queria colher todas as frutas (vi muitos limões) e azeitonas (adoooro azeitona) que eu via pelo caminho, e levar para o Brasil, mas o Rodrigo não deixou (brincadeirinha!) e após visitar tudo, quando já estava pra fechar, saímos... mas não tínhamos encontrado o cárcere Mamertino, que eu queria conhecer pois Pedro e Paulo ficaram presos lá e eu gosto bastante da história de vida de Paulo. Achei que a entrada do cárcere ficava pelo fórum, mas pelo mapa, o Rodrigo foi indicando o caminho e achamos uma ladeira, que ao subir, encontramos algumas igrejas, mais uma vista para o Forum e a entrada do cárcere, que já estava fechada... Fiquei me sentindo um pouco frustrada, pois achei que iria ver o cárcere como ele era, mas na verdade construíram uma grande igreja acima dele, o que eu acho que descaracterizou um pouco o local... Não entramos, mas confesso que fiquei um pouco frustada e perdi a vontade de ir lá novamente para tentar visitar. Também não vimos o Mercado de Trajano, que fica próximo, e nem os outros Foruns, todos perto, mas que era tudo ruína e já estávamos muito cansados de ver ruínas! Ali pertinho fica o Monumento a Vittorio Emanuelle e andamos até lá... Já estava escurecendo e o Rodrigo pediu para a gente visitá-lo no dia seguinte, pois não teríamos boas fotos do local. Mesmo assim tiramos algumas fotos e procuramos uma sorveteria próxima (já estava escurecendo e esfriando e queríamos tomar sorvete antes do tempo esfriar!). Encontramos a Vale Gelato, que na verdade tivemos que andar um pouquinho até lá e comemos um gelato, que estava muito mais gostoso e maior do que o do dia anterior (e pelo mesmo preço do de ontem, conseguimos comer 2 sabores!) Voltamos de ônibus da Piazza Venezia até a rua principal próxima ao hotel e voltamos para o hotel pra descansar uns minutos e procurar algum local pra jantar. Acabamos decidindo por experimentar pizza ao taglio (vende os pedaços, a quilo) e encontramos um local chamado Pizzeria Boccaccia, pequeno, mas bonzinho, e pedimos vários pedaços diferentes e comemos no balcão. Eles diziam ter pizza de Nutella também... queríamos pedir, mas já tinha acabado, segundo o funcionário... então voltamos para o hotel e no caminho compramos alguns macarons numa casa de gelatos que também vendia macarons e comemos de sobremesa. Voltamos para o hotel e fomos descansar.
  5. Duas esquinas da Via delle quattro fontane Vista de longe da Piazza del Quirinale. Fontana di Trevi Igreja de Sant’Ignazio di Loyola Pantheon Piazza Navona Piazza del Popolo Piazza di Spagna Huuummm macarrão...
  6. Novamente grata por todas as informações colhidas por aqui, posto esse relato de nossa mais recente viagem, que foi pela Itália, onde ficamos hospedados em Roma e Florença e fizemos alguns felizes bate-voltas para algumas cidades (Vaticano, Pisa, Riomaggiore, Veneza e Siena), sendo no total, mais ou menos 10 dias (tirando os dias que passamos no avião). Antes dessa viagem, realizamos algumas outras pela Europa, por conta própria também. Antes de tudo, relembro que a minha ideia de fazer uma viagem pela Itália vinha já desde o ano passado, quando mudamos os planos para uma viagem para a Alemanha, que sairia mais barata. O chato é que a situação econômica atual continua não tão favorável, e acabamos por nos render a uma viagem mais enxuta para a Itália, mudamos o roteiro para que ficasse mais barato e não daria pra visitar a Itália de ponta a ponta, como eu queria, mas fico grata por tudo o que pude viver nesses dias! Mas, alguns meses antes da nossa viagem, aconteceu de tudo nas nossas vidas, o que foi bastante tenso. Eu acabei evoluindo com uma hérnia de disco na coluna lombar em junho, estando em tratamento, porém não ainda 100% recuperada. Meu sogro, que se tornou um senhor rebelde, teve que ser internado no hospital para fazer hemodiálise, e teve alta pra casa faltando 1 semana para a nossa viagem (o que nos deixou muito preocupados em como eles ficariam sem a nossa ajuda, pensamos até em desistir da viagem) e a minha avó (uma velhinha também muito rebelde) teve uma celulite muito inflamada no pé e está em tratamento... Isso sem levar em conta que o meu emprego não está pagando os salários direito, devido à crise, o que tornou a tarefa de juntar dinheiro pra viajar bem mais preocupante! Ou seja, muitas preocupações que poderiam ter feito a gente não ter ido ou quem sabe até termos voltado correndo de repente, mas nada disso aconteceu, graças a Deus! Todos os tratamentos seguiram seus rumos e nós conseguimos aproveitar o tempo na Itália pra conhecer tudo o que foi possível... só não conseguimos descansar, porque era bater perna o dia todo! Então vamos lá, segue o relato! Conseguimos uma promoção de passagem de avião pela Alitalia uns 4-3 meses antes da viagem. Foi um achado muito bom! Estávamos encontrando, para nós dois, preços de passagem acima de 8mil ou 9 mil... e pela promoção conseguimos as nossas passagens por 7 mil. Só fiquei muito apreensiva com relação a perda de bagagem, pois isso aconteceu com alguns diferentes amigos meus, pela Alitalia (e eu tinha jurado pra mim mesma não voar por essa companhia por causa desses problemas). Também reservamos hotéis pelo Booking com indicação de amigos e, com mais ou menos 1 mês de antecedência, compramos o Roma Pass, compramos passagem de trem de Roma pra Florença e compramos algumas entradas com antecedência: As entradas dos Museus do Vaticano, dos museus de Florença (Accademia e Galeria Ufizzi) e a subida na Torre de Pisa (essa foi com 3 dias de antecedência, na verdade). A pesquisa que fiz com relação a pontos turísticos, deslocamentos, como se virar, restaurantes, etc, ficou tudo meia-boca devido à falta de tempo e excesso de preocupação nas nossas vidas com relação às pessoas mais próximas... Mas agradeço todos os escritores do Mochileiros.com e dos blogs de viagem que consultei (os blogs: paraviagem ; dicasdaitalia ; voupraroma; e é claro, viajenaviagem) A viagem de avião da ida era por volta de 15h e nós estávamos muito cansados, o Rodrigo, meu marido, estava virado tentando terminar um trabalho pra entregar no seu emprego antes de sair de férias... As malas foram arrumadas em cima da hora... e não conseguimos dormir no avião! Achei o espaço e a poltrona da Alitália muito mais desconfortáveis do que qualquer outra empresa (a poltrona fazia com que eu me sentisse como a letra C, prejudicando ainda mais minha coluna... Tive que colocar almofada na coluna lombar, pra tentar amenizar isso e dei essa dica pra vários outros passageiros na mesma situação, se sentindo desconfortáveis). Não tenho do que reclamar do serviço nem da comida, mas os banheiros deixaram um pouco a desejar também (pia entupida, banheiro mais sujinho, etc). As opções de filmes eram todas velhas e ninguém estava assistindo nada. Teve uma criança que ficou mexendo em um tablet barulhento a noite toda (essa criança não dorme não?!) e vários adultos resolveram fazer rodinha de amigos e conversar, fazendo com que eu me sentisse em um bar, ouvindo a conversa dos outros, só que não, eu queria dormir... Ah! E ainda teve o senhorzinho da frente que ligou a luz dele para ler a noite toda (se eu descobrir que ele dormiu com o livro na mão, ao invés de ler, vou ficar com muita raiva... então é melhor eu achar que ele estava lendo a noite toda mesmo) e a luz mais ia na minha cara do que outra coisa... É, não foi fácil, nem com cansaço acumulado eu consegui dormir direito! Está certo que o vôo foi 15h e nesse horário ninguém (exceto nós, que estávamos virados), sente sono... mas quando o avião chegasse ao solo iria ser 6h da manhã lá (mais ou menos 1h da manhã aqui... e nesse horário as pessoas dormem, né?! E não ficam jogando conversa fora ou as crianças ficam brincando em tablets barulhentos!) e assim que chegássemos, já estávamos com o roteiro em mãos para visitar praças e pontos turísticos... mas como se faz isso sem ter dormido bem várias noites seguidas?! Chegamos às 6h e até sair do avião, passar pela imigração (que foi a entrevista mais rápida que eu já passei em toda a minha vida, não fizeram nenhuma pergunta!), achar a saída do aeroporto, etc e tal, já era quase 8h da manhã. Alguns dias antes da viagem, eu tinha visto um vídeo no YouTube de um garoto que dava dicas de o que fazer na cidade, no intervalo de uma conexão longa... e nesse vídeo ele pegou um ônibus na saída do aeroporto, que deixava ele no Termini, a estação central de trens e metrô da cidade. Nosso hotel ficava próximo ao Termini. Seguimos a dica e pagamos o ônibus na cabine e pegamos o ônibus, que diz ter wi-fi, mas esse não funciona. Pagamos em torno de 6 Euros para cada, confortável, enquanto o trem do aeroporto para o Termini, sairia por mais ou menos 14 Euros cada um. O único problema é que demorou 1h ou mais, não me lembro, para chegar ao Termini e o trânsito no caminho estava bem congestionado. (Screenshot do vídeo do Youtube que eu peguei a dica: Vista da plaquinha dos guichês dos ônibus, na lateral do lado de fora do Aeroporto) Chegando ao Termini, procuramos o lugar onde tínhamos marcado de pegar nosso Roma Pass. É só apresentar o comprovante da compra e eles te dão o cartão. Compramos com antecedência, com lugar marcado para resgatar, pra não ter nenhum problema. O Rodrigo ficou pesquisando no Termini, com o wi-fi de algum restaurante próximo, que estava aberto, onde que ele poderia comprar um chip de dados para o celular, pois não vimos nada no aeroporto, como vimos na Alemanha, da última vez que viajamos. No Termini também não foi diferente, ficamos procurando a loja na lateral onde estávamos e não achávamos... deixamos para lá porque estávamos cansados e partimos para o plano b: ir para o hotel! Fomos seguindo as indicações que nos foram dadas, até chegar no hotel, que como eu disse, era próximo ao Termini, uns 15 minutos, mais ou menos. Depois dessa peregrinação toda, chegamos ao hotel umas 11h da manhã e tinha quarto disponível para deixarmos as coisas e nos acomodar (achávamos que iríamos deixar as malas em algum depósito e já bater perna, mas pudemos subir). Ficamos no hotel Virgílio e gostamos muito de lá! Procuramos no TripAdvisor algum lugar legal para almoçar e fomos. O nome do restaurante era I Monticiani que depois descobrimos que era Argentino e servia carnes. Mas na verdade o que queríamos mesmo era provar a autêntica macarronada italiana... provamos e adoramos! Dentro do restaurante falamos em Espanhol (na verdade, normalmente nos restaurantes notamos que primeiro os garçons falam em Italiano e quando eles vêem que você é turista, depois já falam alguma coisa em inglês, ou perguntam se você fala em Espanhol ou inglês... falamos em inglês e espanhol em vários lugares e não tivemos problemas em sermos entendidos... Na verdade tivemos problemas, algumas vezes, em entender o inglês deles, que em alguns momentos era péssimo!). Aproveitamos para procurar novamente o chip do celular (já que o funcionário do hotel falou que na mesma rua do restaurante havia uma loja que vendia chip). Achamos uma loja que vendia algumas coisas relacionadas a celular, mas não chip de dados... procuramos mais um pouco e nada! De barriga cheia, e com algum atraso dentro do roteiro que eu tinha feito (na verdade, achei que a gente ia bater perna pela cidade umas 9h ou 10h da manhã e estávamos começando umas 13h), fomos conhecer a cidade. Começamos pela Via Delle Quattro Fontane, que eu vi que ficava muito próximo de onde estávamos, e que é uma rua comum, que tem em cada esquina uma fonte diferente. Muito bonito, mas muito tenso, carros passando bem próximo, sem muito lugar pra ficar parado esperando abrir o sinal. Conhecemos então as manhas do tráfego italiano: Quando atravessar a rua, quando esperar porque os carros não vão parar pra você passar... é um pouco parecido com o Rio de Janeiro, sendo que aqui, os carros não param nunca, pra você passar, e lá alguns param ou diminuem a velocidade. Dali seguimos para a Fontana Di Trevi. Erramos o caminho e quase chegamos a Monumento a Vittorio Emanuelle, mas voltamos e seguimos o caminho certo de novo... A melhor parte é que no caminho encontramos uma outra praça grande e com monumento majestoso, chamada Piazza del Quirinale. Gostamos. Descemos uma escada (nunca iríamos imaginar que o caminho era por ali, mas era) e seguimos achando as indicações para a Fontana. Quando fomos chegando perto, mesmo antes de chegar, já dá para perceber a majestade do monumento, é muito emocionante... E muito lotado de gente! Achamos que nunca iríamos conseguir chegar perto da Fontana, mas conseguimos. E ouvimos vários apitos de guarda porque não pode sentar na Fontana, e as pessoas estavam sentando e os apitos não param! Descobrimos, assim, que não se pode mais sentar na beirada da Fontana. Ali resolvemos experimentar nosso primeiro Gelato Italiano. Escolhemos uma lojinnha e compramos. Sinceramente, não foi o gelato mais gostoso que comi e estava mais “pobrinho”, pequeno... depois viemos a descobrir que haviam melhores! Tiramos várias fotos ali e seguimos para o Pantheon. Passamos antes pela igreja de Sant’Ignazio di Loyola. Eu queria visitar essa igreja, pois o teto é muito bem pintado e parece que as imagens estão em 3D. Diz a história que os jesuítas não tinham muito dinheiro para a construção da igreja e por isso não construíram uma cúpula suntuosa, porém Andrea del Pozzo, criou uma pintura tridimensional e a ilusão que a igreja possuía uma cúpula. Muito bacana! Queríamos ver também o Templo de Adriano, que são as ruínas de um templo, porém atrás construíram um prédio moderno. Fica próximo, mas não estávamos achando. Continuamos a caminhar e encontramos o Pantheon... esplendoroso também! E uma fila imensa para entrar... Mas que estava andando rápido. Já passava das 16h e fiquei com medo de não chegar a tempo de encontrá-lo aberto. Mas deu tempo, graças a Deus! Praça lotada, Pantheon lotado, entrada de graça. Ficamos boquiabertos com o local. Tiramos mais fotos lá dentro e seguimos adiante. Vimos placas indicando a direção da Piazza Navona e seguimos elas! Já estávamos muito cansados e achei até que nosso tour iria terminar por ali e o que não desse pra ver hoje, a gente tentaria ver em outro dia... mas fiquei um pouco apreensiva pois como tínhamos pouco tempo disponível, pelo meu planejamento, todos os dias estavam um pouco cheios de locais para conhecer e achei que algum local iria ficar um pouco prejudicado para se visitar. Dessa vez foi Rodrigo quem me animou a continuar. Visitamos a Piazza Navona (cheia de indianos querendo nos vender alguma coisa) e achei que eu iria achá-la mais bonita... é bonita, mas achei que iria encontrar mais beleza no local. As fontes laterais estavam em reforma. Muita gente sentada descansando. Tiramos mais fotos e Rodrigo e eu tentamos ir conhecer mais a Piazza del Popolo. Andamos muito... e muito mesmo... e nos arrependemos, pois já estávamos bastante cansados. Uma das igrejas estava em reforma, o que deixou a paisagem mais estranha... Muitas crianças brincando e pessoas passeando com cachorros... Muitos indianos querendo empurrar flores pra gente (que depois obviamente iriam cobrar por elas). Tiramos algumas fotos e resolvemos seguir e conhecer a última praça do roteiro: Piazza di Spagna. Seguimos andando bastante (eu queria conhecer também a rua das lojas chiques, mas acabou que pegamos outro caminho e não conheci... mas vi muitas lojas chiques próximas à Piazza), e chegamos. Praça muuuuito lotada de turistas, difícil tirar uma foto, excursão de crianças junto e também indianos querendo vender bugigangas... Muito confuso! Tiramos rapidamente algumas fotos e saímos rapidamente dali (não gosto de lugares muito cheios assim, fico tensa). Resolvemos pegar o metrô para voltar, porque não íamos aguentar voltar andando. Fomos usar nosso Roma Pass pela primeira vez. Metrô cheio, mas deu pra gente ir. Descemos na Piazza della Repubblica, que é outro local turístico, mas mais “feinho” da cidade, e seguimos de volta ao hotel. Chegamos no hotel destruídos de cansados... E fomos tirar um cochilinho, para depois jantar... só que dormimos mais de 2h e ficou um pouco tarde... e ainda estávamos cansados... resolvemos comer em um restaurante que passamos pelo caminho da volta, que ficava bem próximo ao hotel, chamado L’Antica Fraschetta. Pedimos Pizza e um tiramisu. O Rodrigo achou (depois que provamos outras pizzas), que foi a pior pizza que comemos, de todas... Mas não estava ruim não... Comemos e voltamos para o hotel para tomar banho e dormir mais um pouco. Colocarei algumas fotos a seguir!
  7. Gente, que doido! Aparentemente esse meu relato sumiu da minha lista de "tópicos que fui eu quem criei" e também apareceram algumas fotos aí no meio que não fui eu quem fez upload... que estranho!
  8. A mensagem acima do adrianolb já resumiu tudo... os deslocamentos são cansativos e é importante ver se eles não vão "gastar" as horas do seu dia ou te fazerem ter uma noite mal-dormida, que atrapalhe o dia seguinte. Além de tudo que foi falado, eu acrescentaria que a viagem de trem é interessante quando são poucas horas de deslocamento, e de trem você sempre chega dentro da cidade. Já as de avião são ótimas quando você descobre que o trem levaria uma eternidade pra chegar... mas tem que lembrar que de avião precisa chegar com uma certa antecedência nos aeroportos, sem contar que a grande maioria dos aeroportos ficam longe dos centros das cidades e você precisa de tempo pra se deslocar até la (e às vezes mais dinheiro, quando a cidade não tem metrô óu ônibus que chegue no aeroporto). Quando fomos a Lisboa, ficamos 4 dias... depois rumamos para Porto por trem e ficamos uns 3 dias lá. Em Madrid, fomos em outra viagem, em outro ano, e ficamos 4 dias também. Fomos de Madrid para Sevilla de trem e de Sevilla para Grana de trem também. De Granada para Barcelona encontramos um preço ótimo de low cost e fomos de avião. Em Barcelona também ficamos 4 dias, mas a cidade é enorme e acho que poderíamos ficar até mais dias... mas até que passeamos bem e no final das contas, gostei de ter ficado 4 dias. Ainda não fomos para Roma, então não posso dizer nada a respeito, mas acho que ficaria uns 4 ou 5 dias também. Espero ter ajudado em alguma coisa!
  9. Eu acho legal ter guardada um foto com você naquele lugar que você sempre vê os outros nas fotos deles... é como se fosse um troféu ter conseguido chegar lá! Mas nem todo mundo acha isso... fomos a Praga e não percebemos que não tiramos foto na frente do portão do "castelo de Praga" ... até comentamos, meu marido e eu, entre nós: como provaremos que estivemos lá?! Rs! Existem muitas outras fotos da gente lá dentro, mas essa nós esquecemos!
  10. E se me permite um pitaco, cuidado com os pickpockets que são comuns na Europa principalmente dentro de transportes públicos e locais turísticos famosos!
  11. Olá! Acompanhando por aqui também! Nossa! Quanta confusão no início da viagem! Quantos perrengues! Mas depois que passa a gente ri de tudo, né? ! Ansiosa para ler sobre Cartagena e Bogotá, que quero ir também! Seu relato está show!
  12. Oi Cheila! Gostei muito do seu relato! Obrigada por compartilhar conosco! Pegando dicas por aqui também! Que pena que você não pode ir em Cayo Bolivar! Pretendo ir em abril mas não sei como é o clima lá nesse mês, algumas pessoas dizem que é bom e outras dizem que tem tempo ruim
  13. Também gostaria fe saber sobre abril! Já li em sites dizendo que chove muito, mas em outros sites dizendo que só chove muito em maio!
  14. Embrera, muito legal o seu relato! Agradecida por toda descrição dos passeios com detalhes! Continue, por favor!
  15. Puxa, achei que ia ler sobre Cartagena também... fiquei curiosa! Abraços!
  16. Oi Suzy! Estava procurando alguém que já tivesse ido a Peru e Colômbia numa mesma viagem e você mostrou que meu sonho pode se tornar realidade! Há um tempo sonho em conhecer o Peru e por esses dias me entusiasmei com Cartagena também. Mesmo já tendo passado um tempinho, amei o seu relato e me inspirou bastante! E as fotos então?! A foto com a lhama sorrindo foi a melhor! Obrigada por compartilhar! Abraços!
  17. Hehehe pois é Juliana! A gente ri agora que passou, mas na hora é tenso! Sim! Vai sim, recomendo! Gostei muito! Beijos!
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