Ir para conteúdo

debalves

Membros
  • Total de itens

    367
  • Registro em

  • Última visita

  • Dias Ganhos

    10

Tudo que debalves postou

  1. Também estava procurando informações a respeito, só que pensei em ir para João Pessoa e de lá para Porto de Galinhas... alguém acha viável ou inviável ? É difícil de condução? Agradeço qualquer informação
  2. Obrigada marianabmcastro pelos elogios! Ninguém estava comentando nada enquanto eu estava escrevendo, achei que não tinha ninguém lendo, eu estava carente de feedback! Hehehe Pois é, na hora é desesperador! Mas agora a gente ri montes! Mas essas lembranças que fazem as nossas viagens únicas, não é mesmo?! Obrigada pelo comentário! Qualquer dúvida, se eu conseguir responder, estamos aí! Boa viagem! Depois escreve tudo aqui para eu acompanhar também, vou adorar ler! Bjos!
  3. debalves

    João Pessoa

    Gente, alguém pode me dizer como é o carnaval em João Pessoa? Eu não gosto muito de muvuca, confusão e agito (por isso sempre fujo do Rio de janeiro em época de carnaval), mas se tiver um bloco ou outro ou pequenos desfiles, tudo bem. Um amigo meu falou que em João Pessoa não tem carnaval, mas procurando na internet vi que existe uma "programação" para a folia de rua na cidade e fiquei receosa. Agradeço as informações!
  4. Sei que já passou muito tempo de sua viagem, mas adorei seu roteiro! Bem legal! Obrigada por compartilhar!
  5. Valeu Maguki! Fico feliz que pude ajudar! Depois conta sua experiência por aqui também! Abraços!
  6. Juliad, acompanhando! Está muito bom o seu relato (e está me ajudando a sonhar um pouquinho mais com a Itália!)
  7. Caramba, felipe.araujo, você colocou aqui um monte de dicas legais! Obrigada por compartilhar! Abraços!
  8. Oi Paula! Gostei muito do seu relato e agradeço por ter compartilhado por aqui! Também adoro ler relatos e seria muito bom se todos que comentam e depois viajam também pudessem escrever! Sonho com uma viagem para o Peru, ainda estou pesquisando... mas fico preocupada com essa história de época de chuvas também (porque talvez eu tenha que planejar algo para fevereiro). Não sei se conseguiria viajar assim, como você, sem ter fechado hostel, nem ter comprado ingressos, eu sou meio paranoica com essas coisas! hahaha... mas talvez eu tenha que me arriscar um pouco mais, não?! Abraços!
  9. Nós indo visitar o Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Deutsches Museum Interatividade em Deutsches Museum
  10. E chegamos ao último dia de viagem... Dia que teve até uma surpresa pra nós! Acordamos, bastante desanimados e cansados do corre-corre nessa viagem ãã2::'> (tentamos não correr tanto, mas é impossível quando os lugares que visitamos tem tantas coisas legais pra se conhecer!) e ficamos pensando em não fazer nada "pesado". Falei com o Rodrigo que poderíamos conhecer o Deutsches Museum, que li na internet as pessoas falarem bem, nem que fosse só pra dar uma passada de leve, mas a ideia não nos animou de pronto. Acordamos, tomamos café e arrumamos as malas. Tivemos que fazer o check out no hotel às 11h e ainda ganhamos um presentinho do hotel! (guardamos as malas em um espaço reservado pra isso), mas o nosso vôo era só à noite... Saímos para caminhar e refizemos todo o trajeto turístico da cidade, da Karlstor até a Viktualienmarkt, acho que esperando para ver algo diferente... e ficamos sentados nos banquinhos das árvores da praça pensando o que poderíamos fazer. Uma amiga sugeiru que procurássemos lojas de trabalhos manuais para comprar linhas e tudo mais (que eu gosto), mas procuramos no Google e não encontramos nada perto, só longe... ficamos desanimados e desistimos... e fomos almoçar. Retornamos para a Trattoria Luigi al Mercato, já que não queríamos comer nada com tempero forte no dia de pegar o avião e almoçamos lá novamente. Ficamos pesquisando o que fazer para preencher o tempo até à noite e nos rendemos a ideia de procurar o museu, finalmente. Rodrigo pesquisou como chegar lá (esse museu também fica em uma ilha, assim como os de Berlim!) e seguimos via tram. Chegando lá, descobrimos que estava tendo um encontro de cientistas, com palestras e tudo mais (não sei dizer o que era) e pela manhã o museu não estava aberto e à tarde a entrada era gratuita. Que sorte! Fomos até a parte de informações para perguntar e confirmamos a informação, deixamos as bolsas no locker e entramos! E achamos tudo muito legal! O museu é realmente show! Nós ficaríamos o dia inteiro lá se possível, muita informação bacana, muita coisa que a Alemanha inovou na tecnologia (como o primeiro submarino, que foi alemão e estava lá, pra gente ver como era por dentro), informações sobre barcos (em tamanho real, dentro do museu!), aviões, máquinas a vapor, geração de energia, astronomia, instrumentos musicais diferentes... tudo muito legal! Quase que eu ia esquecendo de falar que o museu em toda parte tem algo interativo, então é ótimo para crianças! E lá no último andar, dá pra ver a cidade toda e tirar boas fotos também. Nesse momento, quando subimos, o tempo que ficou bom durante toda a nossa viagem (Graças aos Céus!) estava mudando e com cara de que ia chover... Vimos o que deu pra ver no tempo que tivemos disponível e saímos de lá na hora que precisávamos para voltar de tram ( e ainda vimos o Isartor meio de longe, pena que eu não tinha visto sobre ele antes de visitar Munique, como indicação de lugar legal, para incluir no nosso roteiro) e voltamos para o hotel, pegamos as malas e rumamos para a estação de trem, a hauptbahnhof. Chegamos lá, mas o Rodrigo viu pelo Google algumas informações desencontradas sobre trem e metrô que teríamos que pegar (com as malas), fazendo baldeações, ficamos meio confusos... e vimos ao longe, o ônibus da Lufthansa, que nos levaria direto para o aeroporto ao pagarmos em torno de 11 Euros. Rodrigo ficou chateado por pagar tanto pelo ônibus, mas o convenci que seria mais prático, menos estressante (acabamos não ficando com muito tempo livre e fiquei com medo de nos enrolarmos com as baldeações e atrasarmos para chegar no aeroporto), mais confortável e o que economizamos no museu, gastaríamos no ônibus (era exatamente o mesmo preço!). E fomos. Confesso que até dormimos no ônibus, pois estávamos confortáveis e tranquilos, indo direto ao aeroporto e chegamos bem. Fizemos conexão em Frankfurt, que foi meio estressante, pois depois que o avião aterrissou, ainda ficou esperando (não entendi se foi a escada para descer do avião ou se ficamos esperando algum problema com a parte de descarregar bagagens) e depois tivemos que correr muuuito para chegar ao nosso avião para o Rio. Mas conseguimos chegar a tempo e fomos tranquilos, porque tinha bastante lugar vago no voo, muito bom! Considerações finais: Fiz bastante pesquisas antes da viajar, mas mesmo assim fiquei surpresa por ter visto tanta coisa bonita e legal e pelo acolhimento que tivemos! Berlim é uma cidade vibrante, cheia de história, mas tentando aprender com a história e seguir em frente! Munique tem um ar ainda mais acolhedor e é muito lindinha! Praga tem construções maravilhosas, pra todo lugar onde se olha, tem prédios lindos, mas é muito cheia de turistas, o que me deixou pouco à vontade... mas gostei de ter conhecido mesmo assim! Cuidado com as casas de câmbio de Praga, pois algumas anunciam um preço mais baixo, mas quando se vai trocar o dinheiro, eles põem uma taxa que acaba aumentando o valor e a gente fica tiririca no final de tudo! Andando mais um pouco, acabamos por encontrar casas de câmbio com preços mais justos e sem taxas. Gastamos em torno de 70 Euros por dia em Berlim e de 90 Euros por dia em Munique, sem levar em conta as diárias dos hotéis, só levando em conta gastos com alimentação, transporte, ingressos e souvenirs (que também não somos de comprar muito). Acabamos usando o cartão de crédito mais do que o esperado, mas tudo bem, faz parte! É possível beber água da torneira em todas as cidades pelas quais passamos, o que nos ajudou a economizar um pouco na água (eu bebo bastante água! Hehehe) Bem, acho que foram só essas as considerações. Se alguém tiver alguma dúvida, é só perguntar! Espero que eu tenha animado mais gente a viajar por essas cidades tão encantadoras também! E até a próxima, pessoal!
  11. Com relação a valor, estou meio por fora, já que fui faz bastante tempo, por volta de 2011... sinto muito...
  12. Os dois são ótimos destinos, depende do que você tem em mente... Buenos aires tem um clima diferente, mais romantiquinho e Santiago é mais moderninha, mas não deixa de ser bonita ...Você pode até também associar os dois, ficando 5dias em Buenos Aires e 5dias em Santiago, já que mais do 5 dias em cada cidade e acho que você não vai ter muito o que fazer e vai ficar chato ... faz pesquisas sobre os lugares aqui nos foruns e tira suas conclusões! Espero ter ajudado! Abraços!
  13. Local na estação de Munique para comprar o Bayern Ticket. local em Hohenschwangau onde a gente desce do ônibus, tem um banheiro em frente e dá pra ver o castelo lá no alto. Parada do ônibus (onde tem os banheiros) Subindo, pra chegar na bilheteria "boquinha" antes do castelo Lateral do castelo Nós e a lateral do castelo Frente do castelo Vista (parcial) da frente do castelo Outra parte da vista da frente do castelo No caminho para Marienbrücke - parte 1 No caminho para Marienbrücke - parte 2 No caminho para Marienbrücke - parte 3 Marienbrücke Vista da Marienbrücke... Muito difícil enquadrar nós e o castelo na foto! Füssen Uma praça em Füssen Em Füssen
  14. No dia seguinte, era dia de conhecer o Castelo de Neuschwanstein. Acordamos cedo, nos dirigimos a estação de Hauptbahnhof e fomos onde o pessoal do hotel nos indicou: Uma parte que tem uns guichês, um do lado do outro. No meio do caminho avistamos um guichê de informações que tinha uma fila enoooorrrrmmme de turistas de mochilas e tudo mais. Vencemos a tentação de entrar nessa fila (até porque não tínhamos muito tempo disponível para aquela fila) e fomos procurando onde tinha os guichês um do lado do outro. Entramos em uma pequena fila e aguardamos nossa vez. Pedimos o Bayern Ticket, mas não sei se o senhor que estava do outro lado entendeu e perguntou para qual cidade e dissemos “Füssen” e ele imprimiu o ticket, deu o valor, o Rodrigo pagou e saímos dali para fazer hora para o nosso trem. Foi quando o Rodrigo foi conferir o ticket e viu que o senhor nos tinha vendido outro ticket, para o horário de 8:53, com uma conexão no meio do caminho... ei, peraí, o Bayern Ticket era só a partir de 9h e para aquele horário, não tinha conexão... voltamos para o guichê e entramos no que estava mais vazio, mas a moça que estava do outro lado falou que só quem podia trocar era quem nos tinha vendido. Entramos na fila que tínhamos entrado na primeira vez, com um pouco mais de gente, e fiquei um pouco tensa se o horário passasse e não desse mais tempo de trocar... Mas a fila andou relativamente rápida e deu tempo. Explicamos para o senhor o que aconteceu (e ele ficou meio irritado, pois ficamos floreando e não falamos diretamente o que queríamos! Como eu já comentei, os alemães gostam que sejamos diretos no que queremos falar! ), mas trocou o bilhete sem problemas e ficou repetindo que achou que queríamos o bilhete para aquele horário e não para mais tarde e ainda deu uma moedinha de troco (o Bayern Ticket era um pouco mais barato que o outro). Com o ticket certo, dessa vez, nos dirigimos para onde é a plataforma dos trens (achei que era meio escondida, depois da última que se avista no salão principal, ainda andamos mais um pouco e descobrimos mais algumas para a direita). E ficamos por ali esperando o nosso trem. Depois acabamos indo bisbilhotar algumas lojinhas da estação e quando voltamos, o trem já estava lá no lugar (faltando 30 min para partir!). Conferimos com uma funcionária se aquele era o nosso trem mesmo e subimos e escolhemos os lugares e esperamos partir. O trem saiu exatamente no horário e uns 15 min depois que saiu apareceu uma funcionária verificando todos os tickets. Lembro que o Rodrigo usou o Google tradutor para ver algum texto que estava escrito e pelo que estava escrito, teve que escrever o nome dele no ticket. A viagem durou um pouquinho mais de 2h, mas não consegui dormir porque quando estava pegando no sono, essa funcionária que conferia os tickets entrou falando alto e depois, também, por causa de uma chinesa brigando com um chinês e que emitia alguns sons estranhos, que me davam sobressaltos, quando eu estava quase cochilando... Decidi, por bem, ir apreciando a paisagem, enquanto o Rodrigo cochilava. A paisagem é lindinha e as casinhas parecem muito com as que vi no Sul do Brasil. Chegando em Füssen, na estação de trem, todos os turistas rumaram tipo peregrinação, para o ponto de ônibus (não tem erro, é só seguir a multidão ). Ao chegar no ponto onde os ônibus ficam, tinham alguns 73 e 78 parados (os dois sinalizavam que iam para Hohenschwangau). Subimos em um, apresentando o Bayern Ticket, mas já estava cheio e fomos em pé. A cidade de Füssen me pareceu muito fofinha, mas nesse primeiro momento só vimos a cidade pela janela do ônibus. O ônibus seguiu até um ponto em Hohenschwangau em frente a uns banheiros públicos e algumas pessoas (inclusive brasileiros, que falavam português), assim que abriu a porta, saíram correndo para o banheiro. ãã2::'> Nós, como estávamos preocupados com o horário do ticket, fomos procurar a bilheteria primeiro. Dali já dava pra ver o castelo, majestoso, em cima da montanha! Subimos uma pequena ladeira (as ruas lá são um tanto inclinadas) e encontramos a bilheteria. Como tínhamos reservado o ingresso pela internet, pegamos uma fila especial, que só tinha umas 3 pessoas, enquanto a fila para comprar estava imensa e um visor mostrava que só tinham ingressos disponíveis para depois de 14h (e era perto de meio-dia). Nosso ingresso era pra 13:50. Após trocar a reserva pelos ingressos, seguimos para o banheiro (que custava 50 centavos de Euro para usar - e o mais interessante é que perto tinha uma máquina que transformava 1 ou 2 euros em 0,50 e usamos e deu certo!). Depois paramos em uma vendinha no meio do caminho que vendia currywurst para fazer uma boquinha. E ainda ajudamos um casal de brasileiros procurando onde tinha banheiro. Após terminar o lanchinho, fomos procurar onde tinha o ônibus que subia para o castelo, mas tinham muitos ônibus de turismo parados por ali e fiquei confusa achando que podia ser um daqueles, já que não tinha nada escrito... Mas então o Rodrigo avistou mais à frente uma construção de madeira (uma bilheteria para o ônibus) e um ônibuszinho já lotado saindo e deixando algumas pessoas na fila e fomos para lá. Compramos o bilhete para o ônibus (3 Euros para subir e 1 para descer) e eu não sei o porquê, achei que poderíamos descer à pé e só compramos a subida! Em frente à bilheteria dá pra ver o castelo de Hohenschwangau, lindinho também! Fomos para a fila e ficamos esperando bastante tempo (e a fila só crescendo) e eu fiquei preocupada pois só nos restava em torno de 30 min para chegar lá em cima! Se não chegássemos à tempo, poderíamos perder nossos ingressos! Mas graças a Deus o ônibus chegou (não só 1, como 2) e partiram cheios, ainda deixando gente na fila e subiu uma subida tão grande e sinuosa que me deu arrependimento por ter optado por descer à pé... Ainda mais quando chegamos lá em cima e não vi nenhuma bilheteria de ônibus lá na chegada... Mas isso a gente via depois. Ao ônibus parar, ainda tivemos que subir uma ladeira à pé (que cansou bastante) e de forma rápida, pra não perder o horário. Passamos por toda a lateral do castelo, vimos a paisagem linda ao redor dele, mas passamos batido e chegamos na entrada faltando poucos minutos e esbaforidos! Ufa! Mas chegamos a tempo! Na entrada existe um visor mostrando o número do bilhete e o horário. Ao dar nossos horários (e mais de uma porção de gente que estava lá esperando), um funcionário liberou as catracas e as pessoas passavam o código de barras do ticket no leitor da catraca e passava adiante. Andamos em fila e nos agrupamos em um salão com uma vista maravilhosa da cidade lá embaixo e um guia veio nos falar, em inglês, a história do castelo e nos advertir para não tocar em nada e não tirar fotos. A visita do castelo é guiada e é só um grupo sair de um salão que outro entra. E é um sobe sobe de escada no começo, e desce muita escada no final! O castelo é lindo, achei todas as pinturas das paredes e a ornamentação dos cômodos divina! Pena que não se pode tirar fotos... E o guia explicou todos os cômodos e todas as histórias do lugar... muito bacana! Porém a visita dura pouco (em torno de uns 40 min) e logo estávamos liberados para passar por dentro da loja do castelo, passar pelo lugar onde tem a cafeteria (e banheiros) e em seguida, sair dele (descendo todas as escadas e passando por um túnel frio e úmido, até achei que fossemos parar nas masmorras, mas achamos a saída para a lateral mesmo! ) Ao sair do castelo, fomos tirar fotos dele e da paisagem (linda!). Depois rumamos para a ponte Marienbrucke (mais ladeira, mais subida! ) e tiramos várias fotos de lá também (só que o lugar dá um pouquinho de medo... Muita gente acumulada, chão de madeira e muito vento!) O que eu achei mais incrível é que tem um funcionário para ficar ali na ponte, tomando conta! Mas a vista é deslumbrante! Descemos para o ponto do ônibus e ficamos na fila esperando por ele, para tentar descer mesmo sem ter comprado o ticket antes. Ficamos tentando descobrir por onde se descia, para descer à pé, se era pelo mesmo caminho que o ônibus subia, mas achei muito estreito! Atrás de nós, alguns brasileiros falando português. Como tinha brasileiro nessa visita desse castelo! Atenção que o último ônibus para a descida é às 18h. Ao chegar o ônibus, o Rodrigo falou com o motorista e ele aceitava pagamento na hora e subimos. Graças a Deus não precisaríamos descer aquilo tudo à pé! E ao o ônibus descer aquelas curvas todas, vimos alguns adolescentes se espremendo na montanha, para o ônibus passar, que estava subindo à pé... Ou seja, o caminho era por ali mesmo! Mesmo estreito! E era tão estreito que quando um ônibus subia, outro não podia descer ao mesmo tempo! ãã2::'> Chegando lá embaixo, logo pegamos o ônibus que descia de Hohenschwangau para Füssen. Chegamos em Fussen e faltavam 10 minutos para as 17h e fomos passear um pouquinho pela cidade. Achei a cidade muito fofa! Uma graça! Tiramos algumas fotos e compramos sorvete. E rumamos para a estação de trem pois faltava pouco para as 18h e não queríamos voltar tarde. Chegando a estação de trem, vimos que o último trem para Munique era às 18h... err... ahn... não nos atentamos para isso... mas graças a Deus deu tudo certo e estávamos antes das 18h na estação... e esta foi só enchendo de turistas (e ficamos com medo de não ter lugar para todos e termos que viajar 2h em pé!). Assim que o trem chegou e abriu as portas, foi um corre-corre só! ãã2::'> E consegui pegar lugares para mim e para o Rodrigo! Mas depois vimos que próximo a nós tinha até sobrado alguns lugares! O trem partiu e consegui ir dormindo (acho que desmaiei de tão cansada!). Quando acordei, vi que tinha um grupo de brasileiros conversando com um mexicano atrás de nós... mais brasileiros! O trem foi direto a Munique (passando por várias estações no meio do caminho) e ao chegar lá, depois das 20h, fomos procurar algum lugar pra comer... como a estação de trem de Munique fica perto do hotel, resolvemos comer em um restaurante italiano na esquina perto do hotel também que no primeiro dia a funcionária do hotel nos indicou chamado Ottantanove. Tinha um grupo grande de indianos comemorando algo lá também. O ambiente é agradável e o preço não é tão caro como pensávamos que poderia ser... e a comida era gostosa.. aprovamos! E voltamos para o hotel para descansar... amanhã seria o último dia da viagem... triste...
  15. Frauenkirche Em frente a Frauenkirche Encontramos no meio do caminho Odeonsplatz Theatinerkirche (Igreja de São Cateano) Vista da Odeonsplatz Templo de Diana ao centro do Hofgarten Pianista dentro do Templo do Diana Rio Eisbach Englischer Garten Surf no Rio Eisbach, Englischer Garten Residenz Museum Mais do Residenz E mais do Residenz Siegestor
  16. No dia seguinte acordamos e fomos procurar uma banca de jornal para comprar algumas revistas (umas que eram encomendas de amigos e outras para nós mesmos). Perguntamos no hotel e a funcionária disse que por ali não havia nenhuma perto, somente na estação de trem (a Hauptbahnhof) que era relativamente perto do hotel. Fomos até lá, mas na primeira loja de revistas e jornais que achamos (a que era mais visível), não achamos nada do que queríamos... Por sorte, logo em seguida achamos uma mais escondida que tinha tudo... Pelo menos foi bom para conhecermos melhor a estação. Mas nisso nós perdemos algum tempo... Seguimos para Marienplatz novamente (fomos de tram até perto da rua que dá na lateral da prefeitura, o que facilitou) e visitamos a Frauenkirche, que eu achei que estava fechada, mas vi no instagram, no dia anterior, que tinha gente a visitando. Pena que não dá para tirar fotos por dentro e a famosa “pegada do diabo” estava coberta, não sei o porquê, com a grade em frente fechada. Seguimos e tiramos fotos da Marienplatz que ontem não conseguimos tirar, pois a máquina fotográfica tinha dado problema. Dali seguimos para a Odeonsplatz, tiramos algumas fotos e imaginamos aquela praça através dos anos... Pena que a igreja ao lado (Theatinerkirche) estava totalmente coberta, em obras, e não vi ninguém entrando naquele momento lá, estava totalmente em obras, com guindaste e tudo. Fomos dali até o Hofgarten, o jardim nos fundos do Residenz (ficamos um pouco na dúvida se estávamos no caminho certo para chegar ali, mas nos achamos direitinho ), e tinha um pianista tocando no templo de Diana... um pianista!!! Estava lindo! E eu nunca iria imaginar que uma pessoa pudesse levar um piano até um local público e tentar divulgar seu trabalho. Contemplamos ele só um pouco, pois as vespas nos perturbaram bastante... Como já estava na hora do almoço, resolvemos almoçar, para depois visitar o Residenz (na verdade na verdade, minha ideia era visitar o Residenz logo pela manhã e deixar as coisas ao ar livre para a tarde, mas já que perdemos algum tempo na banca de revistas, pela manhã, resolvi inverter o roteiro). Dali fomos procurar um lugar para almoçar, mas só encontramos locais caros... Então resolvemos visitar outro lugar que ficou pendente de ontem, ou seja, procurar o lugar do Englischer Garten onde tinha o surf (procuramos na internet ontem com mais afinco e descobrimos que era perto da entrada do parque que é perto do Residenz e... bingo! Lá mesmo!). Ficamos observando por alguns poucos minutos os surfistas (e estava cheio de espectadores e de locais aproveitando o momento de calor ao lado do rio) e de lá fomos procurar finalmente algum lugar para almoçar... E o jeito foi voltar ao Viktualienmarkt, já que ali por perto definitivamente não encontrávamos nada barato. Voltamos ao mercado e assim que chegamos nele, sem querer paramos bem em frente a um restaurante chamado Kleiner Ochs'nbrater, com mesinhas do lado de fora e um sistema de escolhas de pratos um tanto diferente... Na verdade, não entendemos como funcionava, mas vimos as pessoas apontando para as comidas que tinham como opção e os balconistas servindo os pratos (não tinha muita coisa, eram basicamente salsichas, repolho, batata e pão) e depois as pessoas pagavam de acordo com o que escolhiam. O Rodrigo pesquisou no trip advisor e estavam falando bem, então fomos experimentar. Fiquei “segurando” nossos lugares nas mesas do lado de fora e o Rodrigo foi “escolher” nossos pratos, que acabaram sendo salsicha, batata e pãozinho (e eu fiquei com um pretzel). Comemos, ficamos satisfeitos, ainda comemos sorvete em uma barraca próxima, ajudamos um casal de turistas espanhóis a tirarem dúvida sobre o preço de alguns artigos em uma barraca próxima também (fiquei bastante orgulhosa de nós mesmos! Hahaha ) e rumamos novamente, de metrô (que foi mais rápido do que o tram), para o Residenz. Chegando lá (a entrada fica na praça em que de frente está o Teatro Nacional), fomos comprar o ingresso e compramos o ticket combinado Museu + Sala do tesouro real. Não compramos para o Teatro Cuvilliés, pois fomos avisados que não teríamos tempo para ir vê-lo (e se nos demorássemos muito, não conseguiríamos nem ver o que compramos, então não poderíamos dormir no ponto! ). Fizemos um circuito pequeno no museu (e existe um grande!!! Eu já achei o pequeno bem grande, o grande deve ser enorme! ), mas conseguimos ver tudo e admirar a grandeza e a exuberância do lugar! Saindo do museu + visita aos tesouros, após passada rápida no banheiro (perto da bilheteria tem banheiro, é um pouco do lado de fora do museu, mas não do lado de fora do prédio, não fiquem desesperados), e como ainda tinha sol iluminando tudo, rumamos via metrô, para a Ludwigstrasse e fomos tirar fotos do Siegestor (o arco do triunfo de Munique). Bem bonito, mas me pareceu não tão bem cuidado... Ficamos pouco por ali, é um local mais para estudantes, tem universidade ali perto e uma via larga, com muitos carros passando. Depois voltamos para a Viktualienmarkt via metrô também. Se o turista tiver disposição, acho que dá pra fazer esse percurso (Marienplatz - Viktualienmarkt - Odeonsplatz - Ludwigstrasse) à pé... Mas nós estávamos um pouco cansados e com pressa para dar tempo de ver tudo e usamos e abusamos do transporte! De volta na Viktualienmarkt, sentamos nas cadeirinhas em volta das árvores para resolver onde iríamos comer e vimos uma movimentação da população com relação a um jogo de futebol. Muita gente de camisa de time e muita gente já bêbada e gritando e cantando (na verdade já tínhamos visto as pessoas com camisas de time no metrô, mas as bêbadas, só ali mesmo)... Como não gostamos muito desses ambientes confusos, resolvemos comer por ali pela praça mesmo e depois nos afastar da confusão... Comemos em um restaurante NordSee (porém não tinha lugar para sentar e comemos de pé mesmo, em mesa alta, estilo Espanha! Hehehe ). Lembrando que já tínhamos comido nesse restaurante antes, de peixes, em Praga, e gostamos bastante. Dali rumamos para o hotel, descansar. No dia seguinte iríamos cedo para visitar o castelo de Neuschwanstein. Ao voltar para o hotel, perguntamos ao funcionário se teríamos que comprar a passagem do trem (o Bayern ticket) com antecedência (por exemplo, naquele momento, para o dia seguinte... como estávamos perto da estação de trem, poderíamos ir lá rapidinho e comprar), mas ele explicou onde dentro da estação que teríamos que ir para comprar e falou que era tranquilo, dava pra comprar no mesmo dia, um pouco antes, e até imprimiu a lista com os horários dos trens e nos explicou tudo, quais tinham baldeação e quais era diretos. E fomos dormir aliviados.
  17. Bsgnpereira, sem querer ser intrometida, mas não são muitos bate-voltas não? ! Eu sei que a gente fica morrendo de vontade de conhecer tudo ao mesmo tempo, mas eu tenho a tendência a ficar muito cansada nesses bate-voltas e nesses casos eu até prefiro ficar mais tempo em uma cidade e menos tempo correndo de uma lado para outro (já que a gente gasta tempo com os deslocamentos mesmo)
  18. Gilsi, é bom demais, né? ! Mas sou suspeita pra falar porque também amei a Andalusia quando fui, mas já gostava da cultura deles antes! [sMILING FACE WITH SMILING EYES]
  19. debalves

    Munique

    Legal as informações que você deu, adrianolb! Muito bom! Confesso que não vi tantas informações antes de viajar sobre os sistema de transporte deles, mas até que nos viramos bem quando estivemos lá !
  20. debalves

    Munique

    A gente comprou um ticket que era pra 2 dias, se não me engano para grupo de 5 pessoas, que saía mais barato que o ticket pra 2 pessoas, para qualquer tipo de transporte e tinha que validar. Validamos dentro do primeiro tram que pegamos. Como nós chegamos na cidade de ônibus e a estação era muito perto do hotel, dava pra ir à pé, não tivemos a experiência de chrgar pelo aeroporto e comprar o ticket na maquininha (compramos o ticket de transporte com o pessoal do hotel, eu tinha lido que lá os hotéis vendem e foi muito prático pra gente )
  21. Quando fui pra Espanha em 2014 e Portugal em 2015 usamos somente o wi-fi do hotel e dos restaurantes onde parávamos pra comer e pedíamos a senha do wifi (quando tinha). Mas agora indo para a Alemanha, compramos um simcard de 1 ou 2 gigas, não me lembro, o que nos ajudou bastante a descobrir como chegar nos lugares (a gente usava o google maps e ele dava a opção de transporte e até as estações por onde ia passar, o que era bom pra gente se orientar ). Mas comparando Espanha e Portugal com a Alemanha, o transporte na Alemanha é muito mais extenso, o que deixou a gente perdido no primeiro dia! Usávamos basicamente para nos encontrarmos dentro das cidades mesmo... no hotel, usávamos o wifi do hotel. Mas quando fomos pra Praga, esse simcard não servia lá. Tinha que comprar outro (como iamos ficar pouco tempo, acabamos não comprando )
  22. Nós e Karlstor Neuhauser Strasse Igreja de São Miguel Frauenkirche Coluna de Maria Glockenspiel Neues Rathaus Adorei essa fonte na Marienplatz Biergarten Viktualienmarkt Viktualienmarkt Englischer Garten - Chinesischer Turm Em algum lugar do Englischer Garten. Em algum outro lugar do Englischer Garten.
  23. Continuando o relato, no dia seguinte, em Munique, era dia de bater perna pela cidade! Acordamos, compramos um ticket de transporte na recepção do hotel (eu já tinha lido que lá os hotéis também vendem os tickets e para a gente foi muito bom, pois não precisaríamos procurar uma máquina de vender tickets em local mais distante, para depois ir passear pela cidade, já que tinha um ponto de tram quase em frente ao hotel) para os dias que iríamos transitar em Munique (e o mais interessante é que um ticket para grupo de 5 pessoas saía mais barato que um ticket para duas e eles mostraram isso pra gente), pegamos um tram quase na porta do hotel e fomos até o ponto que tinha a praça (Karlsplatz) que na frente tinha a Karlstor. O Palácio da justiça (Justizpalast) e a Kaufhof (primeira loja de departamentos do pós-guerra de Munique) ficam ali próximos também, mas só olhamos tudo por fora. E fomos tirar fotos na Karlstor e andar pela Neuhauser Strasse (principal rua de compras da cidade) e ir até a Marienplatz tirar mais fotos também. E qual não foi nossa tristeza quando a máquina fotográfica começou a dar problemas para tirar as fotos e o Rodrigo ficou algum tempo tentando consertar, sentado nas cadeirinhas da Neuhauser Strasse, enquanto eu andava pra lá e pra cá e entrava em algumas igrejas e via algumas vitrines. Bem, deve ser muito bom comprar em Munique, mas como o nosso orçamento era limitado, nós somente olhamos vitrines! ãã2::'> Achei legal que até lojas como C&A estavam vendendo versões das roupinhas típicas de lá! Vimos muitas lojas que vendem essas roupas também, mas tudo muuuuito caro! O que compramos foi somente souvenirs e blusa (tínhamos encomenda de blusa pra levar também!) Naquele momento, de manhã, tinham poucos turistas transitando. Com o problema da máquina parcialmente resolvido, continuamos andando até a Marienplatz, passamos pela St Michael kirche, mas estava fechada. Passamos pela Frauenkirche,mas estava com uma das torres cobertas, em obras e eu achei que também estava fechada e passamos direto. Vimos a Marienplatz com a Neues Rathaus (com o Glockenspiel – o relógio que os personagens dançam), a Coluna de Maria e a Altes Rathaus. A Marienplatz também tinha vários pontos com tapumes de obras, não atrapalhava transitar, mas dava um ar mais confuso à praça. Como chegamos em frente ao relógio próximo das 11h, ficamos esperando o evento. Juntaram-se vários turistas pra assistir também. O relógio deu as badaladas e tocou musiquinha e depois de alguns minutos que o show começou. Os personagens encenam uma luta entre cavaleiros e dança também! É muito interessante se a gente pensar também na questão que quando foi construído, não existiam recursos como nós temos agora e eles são tão bem elaborados! Muito legal... mas um tanto demorado para quem fica com o pescoço apontado pra cima! Acho que ficamos por volta de 15 min olhando tudo! Terminado o show (que é sempre às 11h, às 12h e às 17h), seguimos em frente e avistamos a entrada do Museu de brinquedos antigos no prédio da antiga prefeitura (fica meio escondidinho). Não ficamos muito animados em visitar não, quem sabe quando tivermos nossos filhos e voltarmos lá com eles... Também vimos, em frente, uma outra igreja que achamos que era a Peterskirche, entramos, mas não era... Saímos e demos de cara com essa igreja (que era no mesmo lado da calçada onde a gente estava). Não achamos porta de entrada aberta, somente um guichê vendendo entradas (não sei se era pra subir em alguma torre da igreja ou se era pra entrar na própria igreja), mas confesso que fiquei um pouco desanimada e só a vimos por fora. .. ali próximo também se encontra uma estátua de Julieta (de Romeu e Julieta, vimos um guia falando para um grupo de turistas) e até agora não entendemos o porquê de ela estar ali, mas todo mundo faz como em Verona, passa a mão na coitada da Julieta, pra dar sorte! Seguimos em frente e achamos a Viktualienmarket (a princípio demorei pra entender se era ali mesmo ou se era apenas uma feira comum ), mas logo avistamos o Biergarten, que já estava muuuito cheio e vimos que era ali mesmo! Tentamos conseguir um espaço para nos sentar no Biergarten, para almoçar, mas não somos muito bons em disputas corporais (hehehe, brincadeirinha) e fomos procurar algum restaurante bem avaliado no TripAdvisor. Vimos que próximo tinha uma galeria com mercado e restaurantes da Eataly, bem bacana, mas achamos os restaurantes com preços caros. Do lado de fora, vimos alguns restaurantes e um era bem avaliado, chamado Trattoria Luigi Al Mercato. Fomos conferir. A garçonete (que também parecia ser a dona do local) disse que não falava inglês, mas ensaiou falar alguns dos igredientes (de resto como o italiano é parecido com o português e estamos acostumados a ler esses nomes de pratos italianos, foi fácil). Escolhemos nossos pratos, os preços realmente não eram ruins e o sabor era ótimo! Depois de almoçarmos e pit stop no banheiro, voltamos para o hotel para tentar recarregar as baterias da máquina fotográfica para ver se ela melhorava (ainda estava problemática) e voltamos pelo mesmo caminho. Aí, à tarde, a Neuhauser Strasse já estava muito cheia de Turistas! Ficamos surpresos com a diferença com relação à manhã! Ah! E a igreja de São Miguel já estava aberta e fomos lá ver como era por dentro (bonita e clara por dentro) Após pit stop no hotel, seguimos para o Englischer Garten, de tram. Novamente o Rodrigo pesquisou no Google e ele nos deu as dicas. Já chegando próximo, já víamos jovens de trajes de banho, todos molhados, como se estivessem acabado de sair do rio circulando pelas ruas. O Gloogle nos deu a dica e saltamos em um ponto bem próximo a chinesischer turm. Entramos por um lado do parque e percebemos que o lado era errado. Atravessamos a rua e fomos para o outro lado, e demos de cara com a torre chinesa que é bem bonita, e o Biergarten, bem grandinho, algumas pessoas bebendo, mas muitas mesas vazias (mas era próximo de 16h ou 17h, não me lembro... talvez mais próximo ao horário do almoço ou mais tarde ficasse mais cheio!). Fomos atrás do local onde as pessoas fazem surf no rio Eisbach, mas eu não sei o porquê (fiz a pesquisa errada em casa, antes da viagem) eu achei que era próximo à torre chinesa, mas não era... Andamos bastante pelo parque sem achar o local do surf... Saímos do parque com medo de que escurecesse e fica mais difícil andar por lá (já que o parque é enorme e não vi poste de luz em alguns locais!). Só teve uma coisa boa disso tudo: vimos um esquilinho! Mas não deu pra tirar foto, ele foi mais rápido que nós! Também vimos locais bem legais do parque, as pessoas de lá são privilegiadas por terem e cuidarem bem desse parque tão bacana! Saímos em algum lugar que não sei dizer qual era e pegamos um tram de volta. Na volta foi engraçado, porque entraram alguns jovens molhados de banho de rio no tram e molharam o chão todo, e estavam só de roupa de banho... Onde eles guardavam os tickets deles?! Mistéééério... Voltamos para a Marienplatz e ficamos sentados nas cadeirinhas, decidindo onde iríamos lanchar. Bateu vontade de conhecer algum lugar com hambúrguers (sem ser de rede conhecida de fast food) e o Rodrigo viu no TripAdvisor novamente um lugar relativamente próximo chamado Hans im Glück e nos colocamos a caminho, à pé. Só que procuramos e não achamos o local... andamos para lá e para cá e nada... parecia que aquele número não existia! Já estávamos quase desistindo, quando percebemos que era do outro lado da rua (o número devia estar errado na internet), um local que mais parecia um prédio de museu ou algo do tipo. Sentamos nas mesinhas do lado de fora, achei meio mal iluminado, e a garçonete, apesar de ter nos dado todas as informações que perguntávamos, era meio sem paciência... mas os hambúrgueres eram muuuuito bons! Tem alguns que são bem diferentes, mas são gostosos, mesmo! Aprovados! Voltamos caminhando para o hotel, mas resolvemos, no meio do caminho, procurar algum lugar que vendesse um docinho... Fomos caminhando, passamos pela Karlstor, quando percebemos que os lugares já estavam fechando e tinha uma movimentação de policiais entrando pela escadinha do metrô... ficamos com receio de ser alguma coisa ligada a terrorismo e tratamos de ir para o ponto do tram andando bem rapidinho (do outro lado da Karlstor, graças a Deus, bem afastado da movimentação da polícia), para voltar para o hotel. Observação: Quando pegávamos o tram para voltar para o hotel, o ponto de desembarque não era colado à calçada ( como no ponto da ida) e vimos isso se repetir em alguns outros lugares que pegamos tram também. Mas lá as pessoas são educadas e os motoristas dos carros que estão próximos (já que muitas das vezes os carros e os trams partilham a mesma via) esperam as pessoas embarcarem e desembarcarem dos trams e não as atropelam, como eu acho que aconteceria aqui no Brasil, se tivesse um sistema parecido. Dentro dos trams existem máquinas de vender tickets, que são diferentes das de validação. Também é obrigatório validar os tickets. Voltamos para o hotel e fomos descansar, no dia seguinte, iríamos ao Münchner Residenz e eu queria muito conhecer esse palácio de Munique!
×
×
  • Criar Novo...