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debalves

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Tudo que debalves postou

  1. Muito legal o seu relato! Tenho amigas que vão amar ler ele! Faço dança do ventre e o sonho de algumas alunas e professoras é conhecer o Egito. Tem até uma professora que descobri há pouco tempo que organiza excursões para lá. Obrigada por compartilhar!
  2. Olá Roberta! Não achei seu roteiro ruim, mas acho que vai ficar bem corrido! Eu fiz uma viagem para a Espanha no ano retrasado e uma viagem para Portugal no ano passado. Ficamos mais ou menos 4 dias nas cidades maiores e 3 dias nas menores... achei pouco tempo para Barcelona (4 dias) e Sevilla(3 dias), que achei que tinha muito o que se ver. .. mas isso vai de cada um também! E você ainda tem que pensar que os deslocamentos demoram um certo tempo também, mesmo sendo trem (de Sevilla para Granada não conseguimos passagem para o trem de alta velocidade e ficamos uma manhã inteira para chegar na outra cidade! ). Não cheguei a conhecer Valencia, mas pelo que eu li, acho que se tem muito o que conhecer também! Minha sugestão é você ler muitos relatos de viagem para ter uma idéia do que as pessoas fizeram e pesar se o que você prefere é conhecer todas as cidades, mesmo que corrido (um pouquinho de cada) ou se prefere conhecer bem um número menor de cidades. Espero que eu tenha ajudado alguma coisa!
  3. Obrigada Sheila! Fico feliz em poder ajudar! Qualquer dúvida, é só falar! Boa viagem (e se puder, depois coloca seu relato aqui no Mochileiros para a gente acompanhar! )
  4. Gente! Adorei esse tópico. Tenho muita vontade de conhecer a Itália e vocês estão me ajudando a organizar um roteiro também! Peço para que se for possível postarem relatos de viagem, vou amar ler! Abraços!
  5. Obrigada Karis! Fizemos uma viagem para Madrid e Barcelona em 2014 (e passamos por Sevilla e Granada) e está relatado aqui no Mochileiros também! Feliz 2016 pra você também! Espero que sua viagem seja show! Depois relata aqui no Mochileiros pra gente acompanhar! Abraços!
  6. Olá Rodfduarte! Também gostei bastante do seu relato! Estou colhendo informações sobre a Itália, para tentar ir conhecer, quem sabe, ano que vem. Quero defender as mulheres: fizemos, meu marido e eu, uma viagem para a Espanha e uma para Portugal e consegui levar minhas coisas todas em uma mala média e foi a nossa salvação, pois não dirigimos e usamos bastante o metrô e as malas grandes são piores para passar pelas roletas e subir e descer escadas! E todas as vezes que a gente viajou, achava tudo tão caro que não comprava quase nada de besteira! Voltamos de Portugal e nem comprei lembrancinha pra ninguém da família e depois tive que explicar que achava tudo caro! Se você puder, depois compartilha mais relatos de viagem! São muito bons para quem está se planejando! Abraços!
  7. Poxa, nem me fale, nunca dá tempo pra visitar tudo mesmo... Ou como a Juliana Champi já disse: Mais um motivo para voltar!
  8. Que maravilha esse seu relato, juliad! Estou amando! Agradeço por compartilhar! Antes da minha viagem eu só tinha lido relatos de pessoas que tinham feito o cruzeiro pelo rio Douro passando por essas cidades, mas esse passeio é caro e não dava pra gente fazer. Consegui poucas informações antes da viagem, a gente ia tentar ir de trem e ver no que ia dar quando chegaasse lá, mas mesmo assim não deu... Muito bom ler esse seu relato para quando eu conseguir voltar ir lá também! Ansiosa pela parte de Régua! Abraços!
  9. Alguém com frio aí?! Igreja de São Francisco, caminho para a Plaza do Obradoiro e a Catedral de Santiago Plaza do Obradoiro Catedral de Santiago de Compostela Detalhe da Catedral Interior da Catedral Ruas de Santiago (centro histórico) Em Viana do Castelo - Igreja de Santa Luzia Mirante em frente a Igreja de Santa Luzia, para admirar Viana do Castelo Nas ruas de Viana do Castelo
  10. No nosso último dia “útil” em Porto , já tínhamos contratado um serviço de passeio para Santiago de Compostela, por uma empresa que pesquisamos anteriormente, a Living Tours. Muito antes da viagem, eu havia pesquisado em formas de ir para essa cidade que eu queria muito conhecer, por transporte público, porém todas as informações que encontrei me indicavam muitas horas dentro de ônibus, tendo que descer em um ponto e subir em outro ônibus. Como não queríamos passar a maior parte do tempo preocupados com o caminho, optamos por contratar esse serviço que foi muito bom. Eles haviam combinado por e-mail passar 8h no nosso hotel e assim o guia (Helio) com a van o fez (ou melhor, carrinha, como os portugueses dizem). Passamos em mais alguns hotéis e fomos junto com um casal de japoneses, um casal de americanos e um casal de suíços, todos de mais idade (a “melhor idade”) e todos conversando em inglês. O guia se disponibilizou a falar em português conosco e em inglês com eles, mas o Rodrigo se comunica bem em inglês e eu tenho um pouco de dificuldade, pela falta de prática, em formar frases, mas quando escuto, consigo entender bem, então falamos que ele poderia falar só em inglês. Ele se atrasou um pouco no caminho da ida, devido ao trânsito dentro do Porto, mas depois, pela estrada, fomos bem. Passamos pelo porto de Leixões (até porque um casal que estaria junto conosco estava hospedado em um hotel lá perto) e eu fiquei conhecendo um lugar que o pai da minha cunhada (que nasceu em Matosinhos) comentou que conheceu bastante na infância dele em Portugal (só que o porto de Leixões naquela época era pequeno e só para barcos pesqueiros, hoje o porto está enorme e é via de entrada de cargas grandes!) Depois rumamos para a Espanha, passando pelo Minho, por Vigo (demos uma pequena parada para que as pessoas pudessem ir ao banheiro) e em seguida chegamos a Santiago. O guia explicou vários pormenores sobre a cidade e sua história, sobre os peregrinos e sobre o santo que dá nome à cidade. Nos deixou em frente a Igreja de São Francisco, nos ensinou como chegar a Plaza de Obradoiro e a Catedral e nos deu 3h para visitarmos o que quiséssemos e almoçar, para depois voltar para o mesmo ponto que ele nos deixou. Depois fiquei sabendo de uma amiga que fez um passeio para lá por outra empresa e essa deixou o grupo numa parte baixa e tiveram que subir até a praça, sendo bastante cansativo. Fiquei feliz pelo nosso guia não ter feito o mesmo. A cidade de Santiago de Compostela realmente tem uma magia no ar. E são tantos peregrinos com suas mochilas, roupas coloridas e cajados (alguns até de bicicletas). Foi muito legal ter vivenciado essa experiência, mesmo sem ter feito o caminho! A Catedral estava com uma parte em obras de restauração, o que não tirou sua imponência, mas acho que sem a obra ela deve ser ainda mais bonita! Passamos um tempo admirando a Catedral por fora (estava ventando muito frio do lado de fora!), depois procuramos a entrada e ficamos admirando ela por dentro, toda dourada, enorme, imponente. Havia uma fila gigantesca para subir na parte de trás do altar e abraçar o santo do altar (por trás), mas nós não entramos na fila, pois não tínhamos muito tempo disponível. Saímos da Catedral, passeamos um pouco pelas ruas ao redor, chegamos em uma praça que dava pra ver uma parte mais moderna da cidade, e o Rodrigo adorou essa parte mais moderna. Procuramos algum lugar para almoçar e só encontrávamos restaurantes que serviam frutos do mar (que eu não sou fã). Achamos uma Cervecería 100 Montaditos e bateu saudades (comemos em uma quando estivemos na Espanha no ano passado) e fomos almoçar lá. Depois de almoçar, ainda passeamos mais um pouco e rumamos para o ponto de encontro, nos encontrando com os outros turistas que estavam na van com a gente. Logo logo, a van chegou e o guia estava preocupado se todos tínhamos almoçado. Ele nos levou de volta a Portugal e no caminho parou em uma cidade chamada Viana do Castelo. Nos contou a história da cidade e nos levou até a igreja de Santa Luzia, que fica no alto de um morro. Paramos lá para conhecer a igreja e depois a van nos levou até a cidade para fazermos um lanche e conhecermos um pouco desta cidade que é muito lindinha, gostei muito. Ao retornar para a van, seguimos viagem e voltamos novamente para o Porto e o guia nos deixou em nossos hotéis. Estávamos bem cansados e com fome novamente. Eu tinha lido em alguns blogs, antes da viagem, sobre um restaurante chamado Lagostim, que as pessoas gostaram bastante desse restaurante. Convenci o Rodrigo a comermos lá (nós tínhamos passado por esse restaurante ontem, quando fomos comer o hambúrguer) nosso último bacalhau português legítimo antes de voltarmos para o Brasil (outro agora só no Natal, se a crise econômica assim permitir!). Achamos que os preços não estavam lá tão baratos quanto achávamos que íamos encontrar (cada prato era em torno de 12 Euros). Achei o meu bacalhau com algumas partes sem sal. E o restaurante estava bem cheio (com muitos turistas), os garçons demoravam a chegar a nossa mesa. Achei que ia ter uma melhor experiência lá devido aos elogios que eu tinha lido antes da viagem. De barriga cheia, voltamos para o hotel e descansamos. No dia seguinte fizemos o check out de manhã cedo e rumamos via táxi para o aeroporto (o staff do hotel nos explicou como ir de metrô, porém tinha que fazer baldeação e segundo eles, ia demorar 40 min para chegar ao aeroporto, sendo que de táxi, levaríamos só 20 min). Pegamos o primeiro voo de Porto para Lisboa e depois de Lisboa para Rio, uma viagem que demorou um dia inteiro, um pouco cansativa, porém era bom estar de volta em casa, com família e amigos... E agora é pensar no próximo destino! Espero poder planejar novamente com a ajuda do Mochileiros.com e contar com a presença de vocês, lendo os meus relatos também! Até a próxima!
  11. Esperando ansiosa por essa sua parte da história! Meus bisavós eram de Régua e vieram para o Brasil trazendo meu avô com 4 anos. Antes da viagem eu tinha pensado em a gente conhecer Régua. Não sabemos se ainda temos parentes lá e os documentos do meu avô se perderam no tempo. Antes da nossa viagem pesquisamos e vimos que a cidade é pequena, o atrativo é o vinho. Os passeios por empresa eram caros e a gente pensou em pagar a passagem de trem e ir por conta própria. Mas no dia chovia canivetes, meu marido não estava muito animado (viagem a dois conta com isso também, né?!) e ele nem bebe (ou seja, não tem o atrativo do vinho) e acabamos ficando só pelo Porto mesmo. Mas um dia eu volto com a família e com meu pai, principalmente, para ele conhecer a terra do pai dele!
  12. Em Vila Nova de Gaia - descendo para conhecer as Caves Cálem Em frente a Cálem Sardinhas na brasa: Visita a Cave:
  13. No dia seguinte, eu não tinha planejado muita coisa para esse dia. Era dia de tentar fazer um passeio especial, se tivéssemos dinheiro sobrando... ou fazer o que não tinha dado tempo de fazer nos outros dias (no Porto mesmo) ou, quem sabe, eu ainda tinha esperanças, tentar conhecer a cidade onde meu avô nasceu. Meu avô nasceu em Régua e até o momento só tínhamos visto passeios para lá que incluíssem um cruzeiro pelo rio Douro com degustação de vinho. Não que a gente não goste da ideia, mas o orçamento não permitia (dia de semana era 60 Euros para cada pessoa e final de semana, 88 Euros para cada pessoa). Daí, surgiu a idéia de pegarmos um trem na Estação de São Bento e ir para lá, só que a viagem dura 2h (e dizem que a vista é linda) e não sabíamos muito bem o que encontrar por lá... Bem, na verdade, já tínhamos pesquisado e tínhamos visto que é uma cidade pequena, sem atrações turísticas (exceto pelos restaurantes e o vinho. E tínhamos visto os preços dos restaurantes pelo Trip Advisor e não eram nada convidativos para aquele momento de final de viagem, com a grana mais apertada). Em Porto estava chovendo... O Rodrigo foi olhar o tempo em Régua e era o pior dos pesadelos: chuva forte com raios (como assim?!) Então, somando todos esses fatores, com muito pesar no coração, desistimos da ideia de ir para Régua. Ficará para, quem sabe, uma próxima oportunidade, quando poderemos ir junto com meu pai, para ele conhecer a terra do pai dele... E quem sabe ainda more alguém da família lá, que a gente se apresenta e ganha até um convite para almoçar na casa deles?! Hehehehe Então, diante disso e debaixo de chuva, fomos até vila Nova de Gaia e ficamos passeando por lá. O Rodrigo até então não tinha se animado muito para visitar uma cave, mas diante da situação, ele até gostou da ideia. Almoçamos no Restaurante Douro Velho (Comi sardinha finalmente! Me falaram que a sardinha portuguesa era muito gostosa, que eu tinha que provar, mas eu estava tendo dificuldades de encontrar nos cardápios... Talvez pelas restrições na pesca, para preservação, que também me falaram que estava acontecendo) e a comida estava gostosa, porém o restaurante estava lotado e o atendimento dos garçons, embora eles estivessem brincando com os clientes e tudo mais, deixou a desejar. Também visitamos uma Cave, a Cálem, que confesso que foi a primeira que entramos, meio que fugindo da chuva... Eu não tenho muito conhecimento sobre vinhos (e já me falaram que é um hobby muito caro para manter, então era melhor eu nem me interessar! Hehehehe, essa foi boa ) e também não tenho conhecimento sobre qual seria a melhor cave a visitar. Vi boas resenhas sobre a Cálem no Trip advisor e por isso também foi uma boa opção para nós. A visita foi curta, porém bem explicada. E no final teve degustação de dois dos deliciosos vinhos do porto que eles produzem. Muito bom. Passeamos mais um pouco pela região e fomos investigar quanto era para subir de teleférico. O preço era 5 Euros por pessoa e resolvemos subir à pé mesmo. Ao retornarmos para o Porto, voltamos de metrô, pois este ainda estava na zona que o bilhete que compramos abrangia. O Rodrigo tinha procurado um lugar que tivesse hambúrguer artesanal, como o que a gente tinha comido em Lisboa e que estava muito bom. Encontramos um restaurante chamado Munchie que era bem avaliado no Trip Advisor e bem localizado, perto de vários outros restaurantes. Rumamos para lá. Estava chovendo um pouco. Essa hamburguería era diferente: primeiro você pede no balcão, paga, e espera na mesa a atendente levar o pedido. O lugar não é grande e ficamos no último salão, que tinha mais espaço. A atendente quando foi levar nosso pedido, escorregou na escadinha entre um salão e outro (por causa do molhado da chuva) e quase caiu. Ela ficou bem, graças a Deus, mas algumas batatas nossas se perderam e ela nem falou nada. Achei o hambúrguer gostoso, porém um pouco gorduroso demais e depois, à noite, ficamos sentindo os efeitos tardios da comida mais gordurosa. E fomos descansar, pois no dia seguinte era dia de acordar cedo, tinha o nosso passeio para a tão esperada cidade de Santiago de Compostela!
  14. Praça da Liberdade Igreja dos Clérigos (a torre fica atrás) Vista da Igreja dos Clérigos Torre dos Clérigos Igreja do Carmo e das Carmelitas Nós e a Ribeira + Ponte D.Luis I A francesinha: Lá em cima da Ponte Em Vila Nova de Gaia:
  15. No dia seguinte, no Porto, acordamos e pegamos o metrô novamente até a estação de São Bento (de novo). Andamos novamente em direção a Praça da Liberdade, tiramos mais fotos (e tinha mais turistas na rua), seguimos subindo a ladeira até a Torre dos Clérigos, visitamos a igreja e tiramos fotos da torre por fora, mas não no aventuramos a subir todos os degraus (já tivemos nossa cota de degraus ultrapassada contando todos os da Espanha no ano passado e os de Portugal esse ano!) Só a vista de lá de cima da igreja já é muito bacana. E chegamos na igreja na hora de um concerto de Órgão. Foi muito bonito. Continuamos seguindo, atravessamos uma praça e fomos até a Igreja da Nossa Senhora das Carmelitas e Igreja do Carmo (que são duas igrejas geminadas), são muito bonitas e todas azulejadas por fora. Achei as igrejas do Porto mais cheias de pompa e douradas por dentro. Só é triste lembrar que esse provavelmente é o ouro que pertencia ao Brasil. Nesse momento a chuva deu as caras novamente, chovendo fraco. Seguindo adiante, encontramos a Livraria Lello e Irmão, mas a fila do lado de fora estava absurdamente grande. Desistimos de entrar. Seguimos pelas ruas e encontramos o Palácio da Bolsa. A entrada custava 6 Euros para cada pessoa (O Rodrigo não estava muito animado, nesse momento também a grana já estava meio curta... Como não era prioridade, acabou ficando para uma próxima vez. Mas tenho uma amiga que foi e disse que lá dentro é muito bonito). Continuamos seguindo e encontramos a Ribeira, com a Ponte Luis I. Tiramos muitas fotos, ficamos admirando tudo e fomos pesquisar preços dos restaurantes para almoçar. Vimos alguns com uns preços bem salgados e ficamos felizes quando vimos que no primeiro restaurante na parte mais acima, chamado Farol Boa Nova, não tinha preços muito caros. Resolvemos experimentar a Francesinha (um prato típico de lá), que tinha o preço ainda mais em conta. Íamos fica do lado de fora, mas chovendo, corríamos o risco da chuva apertar e o toldo não ajudar em nada e ficarmos molhados. Logo surgiu um lugar do lado de dentro e ficamos protegidos. Eu gostei da Francesinha, apesar de ter mais cara de lanche do que de almoço. Após o almoço, seguimos admirando mais a região da Ribeira e da ponte. Íamos subir pelo funicular, porém a fila era enorme também e então subimos os muitos degraus (mais degraus?!) ãã2::'> ao lado da ponte para chegar a parte de cima. Nessa hora já tinha parado de chover. A parte de cima é bem legal pela vista bonita que tem. E o metrô passa bem ao lado dos pedestres (turistas) na ponte. Ao lado da ponte, tem um lugar turístico chamado Muralha Fernandina. Tínhamos pensado em ir lá ver como é, porém pela ponte dá pra ver que parece uma versão reduzida do Castelo de São Jorge e desistimos de ir lá. Seguimos e chegamos ao outro lado, a Vila Nova de Gaia, mas resolvemos deixar o outro lado para um outro momento. Voltamos e descobrimos sem querer que a ponte fica muuuuito próxima a Catedral (porém ontem quando visitamos a Catedral, assim que a avistamos, seguimos para vê-la pela frente e por isso não vimos a ponte! Passamos por ela e nem percebemos!) Bem, nesse momento, já estávamos bem cansados de toda a maratona (será que estou ficando velha para viajar?!) e a minha sugestão era voltar para o hotel e descansar um bocado. Mas por pegadinha do destino, meu casaco quentinho que eu levei quebrou o zíper e o Rodrigo cismou que tínhamos que comprar um novo casaco para mim. Realmente a falta do zíper fazia toda a diferença com o ventinho frio do momento. Descobrimos uma van que levava até o El Corte Inglés de Vila Nova de Gaia e depois trazia de volta para a praça da Liberdade. Resolvemos arriscar e fomos até lá. Garimpamos um casaco com o preço mais barato que achamos e bem quentinho (e tivemos que incluir esse gasto a mais no cartão de crédito... Que Nossa Senhora da Boa Cotação nos proteja!) e depois pegamos a van de volta (e descobrimos que eles têm uma lista de hotéis que podem deixar os passageiros na porta e o nosso estava na lista, então fomos deixados na porta do nosso hotel). Esse El Corte Inglés parece um shopping, com vários andares diferentes, é bem bacana, mas fica bem afastado da parte turística, por isso que tem esse serviço de van. Depois de voltarmos, o Rodrigo pesquisou um bom lugar para comermos pizza que posse perto e encontrou um restaurante chamado Mamma Mia, bem aconchegante e gostoso. E por fim, descansamos finalmente, na expectativa do dia seguinte.
  16. Estação de São Bento por dentro: Estação de São Bento por fora Praça da Liberdade Catedral do Porto Estávamos subindo pela rua e assim que avistamos a Catedral, subimos a ladeira para vê-la de frente. Lateral da Catedral Vista de lá de cima Elas estão por toda a parte! No restaurante para assistir o Fado
  17. No dia seguinte fizemos o check out no hotel em Lisboa e pegamos o metrô até a estação Entrecampos. Na estação de Entrecampos procuramos a parte dos trens e onde teríamos que pegar o trem para Porto (passagem comprada previamente pela internet). A tela que estava mostrando os trens que chegavam na plataforma nº 1 (a que teríamos que ficar esperando) deu problema e ficamos sem saber qual trem chegava (e chegavam vários diferentes numa mesma plataforma) e ficamos meio perdidos, na dúvida se era ali mesmo. Sem contar que, com medo de chegarmos atrasados, chegamos um pouco cedo demais e tivemos que esperar um bocado pelo trem! Algumas pessoas paravam a gente para perguntar se ali que pegava o trem para Porto e estávamos na mesma dúvida. Aliás, nessa viagem um fato inusitado aconteceu! Depois disso, ficamos até achando que meu marido tem cara de português (apesar de ele ter umas feições meio árabes). Várias pessoas pararam ele em diversos momentos para pedir informações! Foi muito engraçado! E nem sempre conseguíamos ajudar, coitados! Até que na hora da viagem, a tela descongelou e mostrou o que queríamos: Naquela plataforma entraria o trem para o Porto. Ufa! O trem parou e se fez um vão muito grande entre o trem e a plataforma, e as pessoas idosas tiveram muita dificuldade de descer com as malas e quem estava na plataforma teve que ajudar. Foi meio preocupante... Para todos que estavam do lado de fora também subirem com as malas foi igualmente chato... mas após subirmos, procuramos nossos lugares no trem e viajamos uma viagem tranquila, de mais ou menos 3h, até o Porto. Chegando ao porto, zonzos por termos dormido na viagem, descemos na estação já com a ideia de pegarmos um táxi, já que a baldeação do metrô ia dar um certo trabalho. O táxi custou em torno de 12 Euros. Chegamos ao hotel (novamente esse foi escolhido pelo Rodrigo, lembrando que o Rodrigo não gostou de ter se hospodado em hostel quando viajamos da última vez e procurou hotéis mais em conta, mas quando procuramos, vários já não tinham mais quartos disponíveis) e o nome era Tryp Porto Centro, muito bom e relativamente perto da estação de metrô Marquês. O staff do hotel nos apresentou alguns folhetos de passeios e a gente ficou de dar uma resposta, mas confesso que no momento, o que queríamos mesmo era comer e dormir, devido ao ritmo frenético que adotamos nos últimos dias! Pedimos ao staff do hotel recomendação de local para assistir Fado e nos recomendaram um local chamado O Fado, com o custo de 60 Euros para o casal, que daria até para ir à pé até lá, muito mais em conta do que em Lisboa. Pedimos para o pessoal do hotel reservar nossos lugares e tivemos bastante sorte, pois já não tinha mais vagas para o final de semana, mas teve uma desistência para aquela noite. Acho que se tivéssemos procurado mais, tínhamos com certeza encontrado locais mais em conta... Mas nos demos de presente essa noite com fado e jantar romântico chique. Não fizemos os passeios oferecidos pelo hotel (que eram pela empresa Living Tours, a mesma que tínhamos pesquisado antes da viagem e que tínhamos já fechado um passeio para Santiago de Compostela, que coincidência!) pois a grande maioria tinha um preço que não poderíamos pagar no momento... Até acharia o máximo conhecer outras cidades perto com a facilidade de ser levada e trazida, com guia, mas o preço não nos permitia naquele momento. Ficará para uma próxima vez. Perguntamos em qual restaurante próximo poderíamos almoçar, pois já era por volta de 14h e a recepcionista indicou um restaurante na esquina, de nome Marinhos, um restaurante simples, que a comida era bem mais barata e ainda por cima gostosa também, cada prato por volta de 5,90 Euros! E o pessoal do restaurante bem simpático! Gostamos muito! Eu comi lombo de porco e o Rodrigo comeu salmão. Após estarmos bem alimentados, fomos de metrô até a Estação de são Bento e fomos explorar um pouco da cidade. Tiramos várias fotos da estação por dentro e ela realmente é muito linda. Seguimos caminho para um lado, subindo, e encontramos a Praça da Liberdade. Depois descemos e para o outro lado da estação conhecemos também a Sé do Porto. Apesar de a cidade ser também de altos e baixos, nos fazendo queimar bastante calorias, achei tudo muito perto e a cidade muito bonita, colorida, contrastando com as cores escuras dos monumentos mais antigos. Resolvemos voltar e deixar pra conhecer mais da cidade amanhã, já que tínhamos hora marcada para assistir o fado. Voltamos, descansamos um pouquinho, nos arrumamos e fomos de metrô por uma parte (descemos na Estação de São Bento novamente) e andando um pouquinho também, até lá, que é um lugar bem escondidinho. Chegamos cedo demais e estava chuviscando um pouco. Ficamos esperando perto da porta, mas confesso que tive um pouco de medo, pois o lugar era um tanto deserto e ainda temos o nosso instinto de preservação brasileiro. Mas logo os funcionários abriram as portas e nós e algumas pessoas que também esperavam pelas redondezas pudemos entrar. Nos deram uma entrada e duas opções de pratos (Lombo de porco e salmão, sendo que dessa vez eu comi o Salmão e o Rodrigo o lombo de porco) e enquanto jantávamos, alguns outros casais foram chegando e o lugar foi enchendo. A comida estava muito saborosa. Após jantarmos (e a grande maioria das pessoas presentes também), os músicos se ajeitaram e a cantora foi apresentada e entrou. O show foi belíssimo e emocionante. Depois do intervalo, um cantor também se apresentou e foi igualmente belo. E o show foi acontecendo, sempre com alguns intervalos no meio. Até que foi feito um intervalo maior e serviram as sobremesas (tínhamos algumas opções para escolher) e em seguida o show continuou. Mas logo após, no intervalo que se seguiu, já estávamos muito cansados e preocupados com a volta e pedimos a conta e saímos. Não sei se saímos no final ou se ainda faltava muito para terminar o show, mas apesar de termos saído assim, eu adorei o show que foi, como eu já disse, belíssimo e emocionante! E eu fiquei com a música “Uma Casa Portuguesa” na cabeça! Hehehe. E descobrimos que choveu bastante enquanto estávamos lá dentro, assistindo o espetáculo. Voltamos à pé até a estação de metrô e encontramos alguns gringos bêbados (principalmente alemães) no meio do caminho. Foi engraçado. Vou fazer um adendo para comentar sobre o metrô do porto: Achei um tanto difícil. Tem um funcionário que fica orientando como comprar os passes, porque temos que comprar de acordo com as “zonas” que vamos frequentar ãã2::'> (e ainda tem que escolher se o passe vale só por uma passagem ou se é válido por 24 h). Usamos por umas duas vezes os “serviços” do funcionário que fica explicando sobre o bilhete. Sem contar que não existem catracas, mas a gente tem que validar o bilhete na máquina que fica no meio do caminho, pois se o fiscal ver que o seu bilhete não foi validado, é multa na certa. Como o metrô não tem catracas, passamos por algumas desagradáveis situações de pedintes dentro do metrô, à noite. Bem, nesse dia voltamos para o hotel após o show e fomos dormir, para no dia seguinte explorar mais do Porto.
  18. Vista lá do alto do Castelo de São Jorge Castelo de São Jorge Sítio Arqueológico Miradouro Santa Luzia Sé de Lisboa Cascais - Praia da Rainha Cascais - Praia da Ribeira O caminho para a Boca do Inferno Boca do Inferno de um lado Boca do inferno do outro lado
  19. E chegamos ao nosso último dia “útil” em Lisboa. Como ainda não tínhamos conhecido o Castelo de São Jorge, rumamos para lá em primeiro lugar. Chegamos de ônibus ao Chiado novamente e fomos subindo pelas ruas (ladeiras) que tinham os indicadores para onde ficava o Castelo. Chegando lá em cima, descobrimos alguns elevadores e escadas que poderiam nos levar ao mesmo lugar (Tá bem, essa parte foi um tanto mal planejada, eu deveria ter visto isso previamente). Mas a melhor parte de subir tudo à pé é gastar as calorias adquiridas com a gostosa comida – principalmente os doces- portuguesa! Hehehe! Chegando ao castelo, compramos os tickets e fiquei surpresa com a entrada altamente informatizada (a gente que tem que passar o ticket no leitor, que libera a entrada e só tem uma funcionária fiscalizando tudo). A primeira coisa que fomos fazer foi ficar admirando a belíssima vista do lugar, estava um dia bonito, apesar do ventinho frio. E fiquei admirando uma senhora idosa de andador que passou perto de mim, persistindo, mesmo com a calçada de pedra, irregular do jeito que era! Entramos e fomos conhecer a parte famosa do castelo. Na parte da frente do castelo se encontram vários pavões e achei aquilo tudo um tanto esdrúxulo. Entramos no Castelo, mas achei mais do mesmo, um tanto parecido com o castelo dos Mouros, mas em menor porte e menos divertido. Tinha uma fila imensa para ver a Câmara Obscura (que tem um sistema óptico de lentes e espelhos que permite ao visitante observar a cidade em tempo real e com 360°), que o Rodrigo até ficou interessado, mas devido a fila, desistimos. Vimos, por cima, um sítio arqueológico que tinha na lateral, mas só podia entrar no lugar com visita guiada e a próxima era só daqui a 2 horas. Eu queria entrar no museu, mas a hora já estava adiantada e fui convencida pelo Rodrigo que não teríamos tempo. Saímos do Castelo e descemos as ruelas até encontrar o Miradouro de Santa Luzia. O Rodrigo o achou um tanto “caindo aos pedaços”, devido aos azulejos faltando e o aspecto de pouca conservação. Também nos sentimos incomodados com as pessoas que ficavam circulando e tentando nos vender toda espécie de coisa. A vista é realmente bonita, mas também não ficamos muito tempo lá. Descemos mais um pouco e achamos que estávamos indo para o caminho errado, perguntamos e continuamos descendo para a Sé de Lisboa. Tiramos uma foto com o Bonde passando na porta de igreja e depois entramos. Fiquei contente, pois na Espanha todas as igrejas se pagavam para entrar e nas igrejas de Portugal, somente se paga para entrar no claustro. Assim, eu conseguia ver pelo menos as igrejas por dentro e tentar imaginar como seria a vida das pessoas que viviam na cidade e frequentavam a igreja, em todas as épocas pelas quais essas construções passaram. Saímos da igreja e voltamos para o Chiado. Procuramos um restaurante que fosse mais “escondido” dos turistas e portanto tivesse um preço mais em conta. Achamos um restaurante chamado A Campesina que tinha um preço em torno de 9 Euros cada prato e almoçamos lá mesmo. Comemos peixe e depois rumamos para o Cais do Sodré via ônibus (indicado pelo staff do hotel) para pegar o trem para Cascais. Após uma pequena dificuldade para encontrar a estação de trem e qual o trem que poderíamos pegar, fizemos a viagem para Cascais utilizando o nosso Lisboa Card. Chegando em Cascais, andamos um pouco e não foi difícil encontrar o caminho para a praia. Estava ventando bastante frio e por isso não fomos até o mar. Visitamos primeiramente a Praia da Rainha, que foi a que estava em frente, seguindo a rua em frente a saída da estação de trem. Depois andamos mais algumas ruas conhecendo o lugar e chegamos na Praia da Ribeira. Ficamos admirando as gaivotas e a praia e os cachorrinhos e seus donos, as construções, tudo. Perguntei como chegar a Boca do Inferno, pois tinha lido sobre esse lugar e fiquei curiosa. O senhor do quiosque de picolé disse para eu continuar andando uns 20 min da direção que ele apontou. Nós caminhamos acho que mais de 20 min e nada de achar o lugar. Sempre que avistávamos um conjunto de pedras e o mar batendo nelas, a gente se perguntava se tinha chegado, mas ainda não era o lugar. Andamos bastante e finalmente chegamos (e valeu a pena). O lugar é muito bonito e dá pra ver a fenda que o mar fez na rocha por diversos ângulos diferentes. É muito bonito mesmo. Quando decidimos voltar, já estava escurecendo e o Rodrigo estava sem o menor ânimo de voltar à pé, mesmo a calçada sendo ótima para se caminhar. Perguntamos em uma vendinha próxima onde poderíamos pegar um ônibus para voltar a cidade e o senhor que estava lá nos levou até o ponto de ônibus (que era pertinho) e disse que o único ônibus que passa ali iria nos levar até a cidade. Em pouco tempo não estávamos sozinhos no ponto, um grupo de 3 francesas se juntou a nós. Tivemos que pagar a passagem, pois o Lisboa Card não vale para os ônibus de Cascais e rapidinho chegamos de volta a estação de trem (estão construindo um shopping perto e acho que o lugar vai ficar melhor ainda!) e pegamos o trem de volta a Lisboa. Chegando de volta a Lisboa, o Rodrigo estava com vontade de comer hambúrguer artesanal por causa de uns anúncios que tinha visto em Sintra no dia anterior e foi procurar no Trip Advisor um lugar para a gente comer disso em Lisboa também. Achamos um lugar chamado Hamburgueria 21, que tinha que descer em outra estação do metrô e andar um pouquinho. Não é um local muito voltado aos turistas e valeu a pena, o hambúrguer estava uma delícia! Estando em Lisboa não conseguimos assistir Fado. Só encontrávamos locais com preços que ficavam salgados para a gente (tipo mais de 50 Euros para cada pessoa) e como saíamos cedo, andávamos muito e voltávamos tarde, ficou difícil reservar vaga em algum lugar. Depois até descobrimos lugares mais em conta, mas também não fizemos reserva a tempo. Portanto resolvemos deixar essa missão para Porto (apesar de eu ter escutado que há uma certa “rivalidade” entre o Fado de Lisboa e o fado de Porto (assim como o samba do Rio e o samba de SP). Descansamos para no dia seguinte acordar cedo e ir a Porto.
  20. Na estação de trem de Sintra, a vista do Castelo dos Mouros Primeiras impressões do Palácio da Pena Encantados pelo Palácio da Pena Caminho para o Castelo dos Mouros Encantados pelo Castelo dos Mouros Quinta da Regaleira Travesseiro e Queijadinhas
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