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Vivicristina

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Tudo que Vivicristina postou

  1. Gostaria de compartilhar com vcs minha primeira viagem internacional com meu marido - aquela que seria o pontapé (na superação do receio de andar de avião) para conhecer muitos lugares pelo mundo, para além de nossas viagens de carro. No início, pensamos em ficar todo o tempo - total de 6 dias (novembro/2013) - em Mendoza, com um leve pulinho no Chile, só pra passear no ônibus que faz a travessia pelas Cordilheiras. No decorrer da organização da viagem decidimos pelo seguinte: Mendoza - 3 dias. Buenos Aires - 3 dias - 1 dia de bate-volta a Colônia del Sacramento, no Uruguai. A opção de companhia aérea foi a Aerolineas Argentinas: confesso que com todos os relatos negativos que li pela internet, quase desisti, mas fui em frente e posso dizer que, apesar de ter pago uma das tarifas mais caras (cerca de R$ 3.300,00 para duas pessoas ida e volta), simplesmente amei viajar pela AA. Por apenas 150,00 dólares modifiquei minha conexão em Buenos Aires - antecipando em 3 dias, pois já havia comprado ida e volta por Mendoza, deu tudo certo. O aeroporto em Mendoza é bem pequeno, fácil de se localizar. Não teve atraso algum nos vôos. Chegamos por Ezeiza, e que bom que encontramos um excelente funcionário que nos conduziu ao local certo com a máxima atenção, empurrando um idoso na cadeira de rodas junto com mais uns 3 idosos e nós dois - se não fosse por ele, tínhamos perdido a conexão, pois Ezeiza é bem confuso - eu achei! Na imigração foi bem tranquilo, não pediram nada e carimbaram o passaporte - simples assim. O retorno foi pelo Aeroparque, tranquilo também. Para minha primeira viagem de avião, a ida foi perfeita (Galeão - Ezeiza - Mendoza), fiquei até envergonhada de não ter usado avião antes! Já o retorno, no vôo Aeroparque - Galeão, o bicho pegou! Muito tenso, instável todo o tempo, achei que ia morrer, mas tô aqui! O valor da passagem parcelei em 6x no cartão de crédito, sem juros. Levei 500,00 dólares e meu amigo Juan trocou pra mim em Mendoza, com cotação no Blue de 8,50 cada dólar. Bem, já fui bem alertada sobre notas falsas e taxistas espertos, mas uma coisa me chamou atenção: eles ADORAM dar notas velhas de troco. Não são simplesmente velhas: são despedaçadas, rasgadas, parecem que foram lavadas na máquina, um horror! Ficamos hospedados em Mendoza na casa de amigos. Em BsAs, ficamos no Hotel La Fresque, que achei muito bom: esquina da Av de Mayo (rua da Casa Rosada e Café Tortoni) com a 9 de Julio (rua do Obelisco), com metrô na porta. maravilha. Só aceitam dinheiro, mas reservei pelo site da AA e parcelei em 10x ( )! Foi R$ 159,00 a diária para casal com café da manhã (simples, bem simples). O elevador é antigo e pequeno, no quarto tem mosquito, o ar condicionado tem que pedir ao rapaz da recepção para ligar (são muitas janelas, acho que eles temem o desperdício!). No mais foi excelente, voltaria sempre! 1º dia - Mendoza (quarta-feira) Chegamos em Mendoza por volta de 10h. O suficiente pro Ronaldo ficar com medo de ficar perdido, porque minha amiga só chegou às 11h Fomos pra casa dela, tomamos um banho e descansamos. Na parte da tarde, passeamos pelas praças da cidade. Nossa, a zona urbana de Mendoza é linda e muito arborizada, fiquei fascinada! Praças lindas, muitos casais, famílias inteiras curtindo aqueles espaços. Muito legal. Trocamos nossos dólares e fomos pagar nosso passeio de sexta-feira para o Aconcágua. A noite fomos fazer um programa família, num shopping (não lembro o nome). Lá decidimos por um lomito (gente, muito grande esse sanduíche, a carne é enorme). Juan me perguntou o que eu iria beber e disse: guaraná Fiquei sem graça! Veronica, minha amiga, logo disse: oh amiga, aqui tem guaraná não. Fiquei triste... kkk. Depois passo os custos pra vcs. Após esse passeio, fomos pra casa dormir. 2º dia Mendoza Logo pela manhã, fomos caminhar no Parque General San Martin. Lindo, muito lindo mesmo. Após essa caminhada, fomos conhecer uma bodega, senão não parece que fomos até lá! Como Juan tinha um amigo que trabalhava na Bodega da Chandon, este nos encaixou de graça num grupo de brasileiros. Melhor impossível, pois além de ser gratuito, a guia falava português fluente - meu espanhol é de viajante: dias da semana, suco, talheres... Na degustação, amei o Chandon Delice e comprei uma garrafa, é claro. Nem acredito, mas fiquei chapada com 3 doses, dormi a tarde inteira! Na parte da tarde, fomos de carro a Villavicencio, muito legal o passeio, já percebendo o "sertão" mendoncino. De noite, fomos a um mercado comprar carnes, pois Juan queria nos apresentar um bom churrasco - que em geral é consumido só com salada ou batata frita (papas). Após o jantar, fomos dormir. 3º dia - Mendoza Levantamos cedo para irmos ao Aconcágua, numa van. Somente nós dois éramos brasileiros, e a guia falava em espanhol e inglês. O passeio é bem cansativo - cerca de 10h - mas é imperdível! O ponto alto, pra mim, é a Puente del inca, lindíssimo. Almoçamos por lá um comida muito boa, por 90 pesos com bebida cada pessoa. Na volta, quase que deixo o Ronaldo por lá: inventou de subir mais um pouco pra fotografar a neve e ficou com falta de ar. Como foi sozinho, a van já estava saindo sem ele. Então galera, cuidado, altitude é terrível. Cansados, a noite fomos passear um pouco no centro da cidade para visitarmos a estação de trem (o trem é lindo, bem limpinho), comer um alfajor havanna, tomar um helado (Ronaldo pediu de coco, risos novamente, não tem coco). Fomos novamente ao Parque General San Martin, que tem uma linda iluminação noturna, e depois fomos descansar para partir para BsAs no dia seguinte. continua...
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