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Marthon Luiz Garcia Livram

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Tudo que Marthon Luiz Garcia Livram postou

  1. ROTEIRO Dia 01: Planejamento e chegada Ainda nem imaginava conhecer a Austrália, quando um dia rodando a time line do facebook aparece uma prima que estava despedindo do país depois de um ano de intercâmbio em uma praia que me encheu os olhos. Claro, logo perguntei: Onde é isso?? Ela disse: “Whitehaven beach – um paraíso”, e respondi: “Lindo demais, um dia piso neste lugar”. Em 2010 decidi estudar inglês fora do país para aperfeiçoar durante minhas férias de trabalho, com a negociação que fiz na empresa seriam 40 dias em Sydney, e claro, que já que eu estava do outro lado do mundo eu ia querer turismo também, né?. Se fosse só para estudar tinha escolhido um país mais em conta. Durante o período que estava em aula, havia um feriado e pensei: Perfeito! Assim eu poderia ir a um lugar mais longe, e ainda pensei: “é agora que vou naquele lugar que vi na foto da minha prima que me fez brilhar os olhos”. Com a ajuda da minha professora comprei a passagem de ida e volta: Sydney -> Airlie Beach. Neste momento foi engraçado uma coisa, eu como brasileiro queria dividir o valor da passagem em muitas vezes, e falava isso com a professora e ela não entendia. Depois de muito explicar entendi que na Austrália não tinha esta coisa de dividir o valor não, é a vista, em uma vez…rs. Comprei e pensei, vou assim mesmo e quando voltar resolvo isso ($$). Quando chegou o dia, acordei cedo e sai de Manly (bairro de Sydney), peguei o ônibus, depois o ferry (barco) e ainda um metrô e em um pouco mais de uma hora estava no aeroporto pronto para voar. Na época voei pela Qantas, sai de Sydney ás 11:55 am, cheguei em Hamilton Island 14:25 p.m e já embarquei em um ferry rumo a Airlie Beach e ás 16h00 estava na cidade. Fui na loucura para Arlie Beach sem reservar nada, e as duas primeiras tentativas de hostels que tentei estavão lotadas, quando achei uma, ufa!! fiquei aliviado… rs. Após deixar minhas coisas sai para ver as agências e o que eu conseguia, parei logo na Explore Whitsundays (link no fim do post) e lá tinha um tour de 2 dias e 2 noites de barco pelo arquipélago que passava na bendita praia que fui para conhecer. O grupo sairia só no outro dia e por só ter uma vaga, eles me fizeram um bom preço (A$ 354), como estava em cima da hora e no fim do dia, fechei e não fui nem procurar outra empresa. Fechei a noite bebendo chopp com os amigos de quarto do hostel que tem um bar super bacana na frente. Post completo com mais fotos, orçamento e outras informações sobre a austrália no blog: http://queromochilar.com.br/australia/whitsundays-island-australia/ Dia 2: Partindo de barco. O barco partia somente ás 14h00 com isso tive a manhã para andar um pouco por esta pequena cidade que é lindinha demais, e logo fica fácil entender por que é um dos destinos mais procurados da Austrália. Andei por suas ruas, orla, fui comprar as coisas para a viagem de barco e ás 14h00 peguei minha mochila e fui direto para o ponto de encontro. Como funciona este passeio de 2 dias e 2 noites velejando? Vão 28 pessoas e 3 tripulantes em um barco de 24 metros, o que fui chamava Boomerang, e foi construído na Itália. O esquema aqui de alimentação são porções e frios, tudo comida mais fácil, servem estas porções (snacks) no almoço e jantar, e algumas frutas no decorrer do dia. Não tinha como comprar nada no barco e o esquema era o chamado BYO (bring your own), o que significa que tínhamos que levar nossas coisas. Fiquei na base do Chips e pão..rs. Quando chegamos cada um tem seu lugar de dormir já demarcado, e é meio que todo mundo junto, quase um sobre o outro na verdade, pelo menos neste passeio que fiz, então torça para ninguém roncar…rs. Este tour foi bem legal para mim que estava estudando inglês, pois só tinha eu de brasileiro e tinha gente do mundo inteiro: Alemanha, EUA, Inglaterra, Espanha, Canadá etc… e foi ótimo enturmar com esta galera e ter só que falar em inglês. Como não há quarto, conforto, internet etc… pelo menos no que fui, todos ficam a maior tempo na parte de cima do barco. Neste primeiro dia já fui limpinho e de banho tomado, pois a recomendação era de tomar um banho por dia e de 1 minuto, pois a água no barco é limitada. A noite foi só diversão, era na maioria amigos de grupos de 2 ou 3 pessoas, e foi bem divertido os papos. Dormir é o pior dos momentos, quando mais sentimos o barco e recomendo levar dramim. A primeira noite foi estranha, dormi bem apertado com pessoas estranhas, lembro que acordei e demorei a voltar dormir, sai lá fora e fui presenteado com um céu super estrelado e lindo, pensei, o dia amanhã promete, só que não, nublou na hora que mais queria sol…rs. Dia 03- Whitehaven Beach Amanheceu e nosso primeiro passeio era conhecer a minha tão sonhada praia. O lugar é tão bonito, que foi utilizado em vários ocasiões em Os Piratas do Caribe. Esta praia tem 7 km de extensão, um mar turquesa e uma areia muito branca, composta de 98% sílica pura. Esta areia está sempre em movimento e muda o desenho com o vento e a maré, formando um cenário que parece pintura. Vista de cima é perfeição garantida. A praia está bem preservada, pois fica em um parque nacional e as visitas são restritas. A taxa geralmente esta inclusa no passeio, mas chega a A$ 50,00. Não é a toa que ela já foi eleita várias vezes como a praia mais bonita do mundo. Quando desembargamos fazemos um pequena trilha mata á dentro de uns 10 minutos até chegar no mirante para o paraíso. Trilha simples, fácil e sem muito sol. Quando finalmente cheguei ao chamado Hill Inlet, o mirante para a Whitehaven Beach, só pensei: “Uau, que showwwww!” Eu não me conformava que no dia não estava aquele super sol que combina com o lugar e hoje não me conformo que na época eu não sabia nada de foto e nem tinha uma boa máquina, mas… pelo menos tenho que voltar, né??…rs Depois do mirante tivemos ainda uma hora na praia para praticar esportes, nadar etc… e eu preferi conhecer a ilha. Por causa das águas vivas recomendam nadar com aquela roupa tipo segunda pele, eu não tinha e preferi não arriscar. Acreditem, nesta praia tem até um banheiro químico e é limpíssimo, coisas da Austrália. Daqui, continuamos nosso passeio e fomos terminar vendo um belo por do sol em um banco de areia no meio da praia que também foi um momento único (desculpe, não me recordo o nome deste lugar..rs). A noite a conversa, as risadas e bate papo rolavam solto no barco e o mais legal foi o banho de 1 minuto que não limpou nada, dormi salgado…rs. Dia 04- Mergulho – Snorkel Mais um dia amanhece e nós aqui neste paraíso, e já que o passeio vai terminar e estamos em uma região tão abençoada, por que não fechar mergulhando, não?? Somos orientados a não pisar nos corais e lá vamos nós, a única tristeza é que na época eu não tinha uma Gopro e não tenho como mostrar como lá em baixo é lindo! Depois deste belo snorkel com uma grande variedade de vida aquática voltamos contemplando as belas paisagens. No fim do dia estávamos todos em Arlie Beach e agora é despedir e voltar correndo para Sydney. Cheguei do passeio e quase nem tive tempo de nada, já corri para o ferry para ir para Hamilton pegar meu voo, e foi um pouco ruim fazer isso, primeiro, o banho de um minuto com um pouquinho de água não lavava nada e neste dia eu tinha feito snorkel e estava todo cheio de sal, sujo de protetor e areia e ainda bem queimado…rs. Assim mesmo tive que voltar para Sydney. Lembro que tentei até lavar o cabelo na pia do banheiro do aeroporto com um shampoo para abaixar e melhorar a aparência, mas não deu muito certo e fui embora parecendo um doido mesmo… kkkkk. Cansado e exausto cheguei bem tarde em casa (Dee Why – Sydney), mas na minha mochila e na memória trouxe comigo mais um lugar incrível que sempre sonhei para lista. E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA?? Orçamento para o dia: R$ 1.935,00 / 4 dias. Passagem aérea: R$ 805,00. Passeio de Barco: A$ 354 = R$ 850,00. Hospedagem 2 dias Hostel- 8 camas misto: R$ 130,00. Alimentação e bar: R$ 70,00. Compras para barco com cerveja: R$ 80,00. * A Austrália é cara, vá preparado! * Não inclui valores de deslocamento em Sydney que também é caro..rs.
  2. Minas foi sempre conhecida por suas lindas cidades históricas e eu queria entender só uma coisa: “Por que Serro não é tão famosa se é tão linda? Serro foi a primeira cidade histórica de Minas tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, em 1938, e é também a terra do queijo e da cachaça. O queijo de Serro tem qualidade garantida não só por palavras, pois seus queijos foram os primeiros bens registrado como Patrimônio Imaterial de Minas Gerais em 2002, e também no ano de 2008 entrou na lista de Patrimônio Imaterial do Brasil. Interessante, não? Que tal saber mais deste lugar incrível vendo belas fotos? Acesse o blog: http://http://queromochilar.com.br/minas-gerais/serro-mg/
  3. TIPO DE VIAGEM: Bate e volta de Ouro Preto. UM POUCO SOBRE MARIANA… Mariana foi a primeira vila e cidade do estado de Minas Gerais. A cidade foi também, no século XVII uma das maiores produtora de ouro para a coroa Portuguesa e com toda esta importância acabou tornando-se a primeira capital do estado após participar de uma disputa onde a Vila que arrecadasse a maior quantidade de ouro seria elevada a capital da então Capitania de Minas Gerais. Assim como Ouro Preto, a cidade tem muita história pra contar e belas igrejas com suas arquiteturas únicas e devido a proximidade, apenas 10 km de Ouro Preto, a maioria das pessoas faz bate e volta e passam somente o dia lá, o que é uma ótima pedida caso seu tempo na região seja curto, mas uma noite pelo menos lá deve cair bem, pois a cidadezinha é super simpática e eu faria isso se fosse com mais tempo, portanto fica a dica. Mais informações de Mariana e também de Ouro Preo com belas imagens no Blog: http://queromochilar.com.br/minas-gerais/mariana-mg/ ROTEIRO Planejamento – O que fazer em Mariana? Estava em Ouro Preto e já havia planejado que durante esta viagem um dia todo eu dedicaria a Mariana, e além da cidade estava nos planos conhecer a Mina da Passagem. Com isso acordei cedo e logo fui para o meu primeiro destino a Mina da Passagem. 1- Mina da Passagem. Horário de funcionamento: Segundas e terças de 9h00 às 17h00 e quartas a domingos de 9h00 às 17h30. Entrada: Eu paguei R$ 40,00 (não tem meia entrada) – Pesquisando vi que já esta R$ 60,00 reais nos dias atuais. Duração: 1 hora. Como Chegar? A Mina da Passagem fica no caminho entre Ouro Preto e Mariana, 7,4 km do centro de Ouro Preto, á aproximadamente 15 minutos, a mina é localizada bem ao lado da rodovia e esta bem sinalizada, portanto encontrá-la é bem fácil, depois observem o mapa abaixo com as atrações de Mariana. Também é possível chegar por transporte público na Mina. Basta pegar o ônibus que vai a Mariana solicitar para parar na Mina da Passagem. Um pouco sobre a Mina da Passagem… Esta é a maior mina de ouro aberta a visitação do mundo, por isso não dá para não conhecê-la, apesar de achar o preço bem salgado…rs. Sua fundação é do início do século XVIII, e desde a sua fundação estima-se que foram retirados aproximadamente 35 toneladas do metal precioso. Hoje ela não esta mais ativa e seu único objetivo é o turismo. O tour é todo guiado (também com este valor só faltava não ser, né?..rs) e ainda no lado externo começamos escutando um pouco da história da mina e do garimpo do ouro – bem interessante!Após as explicações vamos direto conhecer as galerias subterrâneas, que é o melhor da visita. Para chegar as galerias vamos com um trolley de 315 m de extensão e 120 m de profundidade.O cenário do interior da mina é lindo, e lá embaixo as explicações continuam. A temperatura no interior é estável o ano todo, entre 17 a 20 graus Celsius.Com toda esta profundidade, as galerias acabaram chegando ao lençol freático, e formando um belo lago. Tem até mergulho para profissionais da área.Todos os Mineradores, em suas minas tem a imagem da sua padroeira Santa Barbara.Nas paredes da mina podemos observar veios de quartzos. A mineração seguia estes veios, pois o ouro costumava ficar embaixo deles. Em minas como esta o ouro extraído não é na forma de pepita bruta mais, e sim vem da trituração das rochas.As rochas trituradas passa por um processo de separação da rocha e do ouro, podemos observar este processo na primeira fotografia, que é explicado no inicio do tour. Após conhecer esta bela Mina seguimos para Mariana, e fomos direto para o Centro de Atendimento ao Turista – CAT. Endereço: Ria direira, 91 – Centro Histórico. Horário: das 8h00 as 17h00. Do centro, fizemos o planejamento abaixo e iniciamos o tour pelo principal lugar e o símbolo de Mariana, a Praça Minas Gerais.2- Praça Minas Gerais. Este lugar consiste nas atrações: Igreja São Francisco de Assis e Nossa Senhora do Carmo, além da Casa da Câmara e Cadeia. Estas igrejas são os cartões postais da cidade, e são um belo conjunto arquitetônico. A Igreja de São Francisco de Assis é mais antiga e foi construída 1762, já a igreja de Nossa Senhora do Carmo foi construída em 1784, ambas tem arquitetura barroca e possuem uma bela fachada talhada em pedra sabão. Horário de funcionamento: Igreja São Francisco: Terça a domingo: 08h00 – 12h00 / 13h30 – 17h00 Igreja N. Sra do Carmo: Terça a domingo: 09h00 – 12h00 / 13h30 – 17h00 Casa da Câmara e Cadeia Diariamente das 8h00 às 18h00 Entrada: Igreja São Francisco: R$ 4,00. Igreja Nossa Senhora do Carmo e Câmara: Gratuita. Duração: Em torno de 40 minutos. Um pouco sobre a Praça Minas Gerias… As principais atrações de Mariana estão nesta praça. Aqui é onde esta mais preservada a arquitetura colonial e barroca na cidade.2.1- Igreja São Francisco de Assis. Esta igreja tem os púlpitos em pedra sabão atribuídos a Aleijadinho e a nave e sacristia com pintura de Manoel da Costa Athayde, que esta sepultado aqui, na tampa número 94. Em frente a Igreja encontramos o pelourinho, que é era o local usado para castigar os escravos, esta lá para lembrarmos deste período triste onde a escravidão era comum no Brasil.Infelizmente no dia estava fechada e não era possível a visitação. 2.2- Igreja de Nossa Senhora do Carmo. Antigamente o teto desta igreja tinha sido pintado por um grande artista, Francisco Xavier Carneiro, mas infelizmente, em 1999 ocorreu um grande incêndio e as pinturas se perderam, felizmente o altar foi preservado. Esta igreja destaca-se das outras pela fachada, com florões na porta e torres cilíndricas, o que lhe da um ar soberano e a primazia na arte e no belo.2.3- Casa da Câmara e Cadeia. Aberta a visitação, aqui esta preservado o mobiliário e arquitetura da época (séculos XVIII e XIX). Antigamente na parte inferior funcionavam três cárceres, que eram destinados aos presos brancos, aos negros e as mulheres. Aqui também já chegou a ser senzala e casa de fundição de ouro. No andar superior já funcionaram o Fórum e prefeitura Municipal, hoje abriga a Câmara de Vereadores. Bem interessante e vale a pena conhecer.Depois de muito aprender com a Casa da Câmara e Cadeia, fomos a pé, ladeira acima rumo a mais uma igreja- São Pedro dos Clérigos. 3- Igreja São Pedro dos Clérigos A caminhada da Praça Minas Gerais até a Igreja é de apenas 500 m, e no caminho vamos admirando as casas e até mesmo outras igrejas, por isso vá a pé. Além de tudo esta ladeira é bem mais tranquila que as de Ouro Preto, então sem preguiça…rs.Quando fui estava fechada, mas vale a subida para ver a cidade de cima. Um pouco sobre a Igreja São Pedro dos Clérigos… Sua construção iniciou em 1752, mas ela logo foi abandonada e assim ficou por 180 anos. Dá pra crer? Suas torres demoraram 100 anos para serem construídas, pois cariam três vezes. Com estas insistentes quedas logo surgiram as lendas, de que os escravos, ao subirem as escadas para a construção das torres, viam, de cima, a cidade de Mariana tomada por um “rio de sangue”, pois o pátio da igreja era usado como local de forca para escravos rebeldes. Por desespero, conta a lenda que eles se atiravam lá de cima, causando a própria morte e seriam eles os causadores das quedas das torres e motivo da igreja até hoje permanecer inacabada.Mas vou subir 500 metros de ladeira para ver uma construção inacabada? Sim… pois daqui, você também tem uma bela visão da cidade de Mariana.Depois de contemplar a bela vista do lugar para a cidade, descemos rumo a Praça Gomes Freira 4- Praça Gomes Freire Para realmente conhecer uma cidade nada melhor que observar a praça, não é? Por isso mesmo uma passadinha na Praça Gomes Freire é imperdível. Esta praça esta bem próxima da Praça Minas Geais, caso não queira subir para a Igreja São Pedro dos Clérigos , pode ir direto para lá. Além de bem verde e rodeada de casarões coloniais bem preservados, aqui há vários ótimos restaurante, sendo o melhor lugar da cidade para você almoçar, mas claro, a preços de turistas. Quando chegamos na praça já se passava do meio dia, e estávamos morto de fome, a cidade lotada e os restaurantes também. Almoçamos em um chamado Casarão Grill, que era a quilo, por tanto rápido que era o que procurávamos. Apesar do preço salgado, pois estava na área dos restaurantes para turistas a comida era ótima e almocei olhando a praça, um momento bem agradável.“Bucho cheio”, fui conhecer a última atração do meu roteiro. 5- Catedral Basílica da Sé. Horário de Funcionamento: De terça a domingos, das 8h00 às 18h00. Apresentações do Órgão: Toda sexta e domingo de manhã, as apresentações do órgão são pagas e devem ser compradas com antecedência. Entrada: Museu Arte Sacra: R$ 5 – estudante paga meia entrada. Concertos do Órgão: R$ 30,00 Duração: 40 min. Um pouco sobre a Catedral Basílica da Sé… Construída no século XVIII, a Catedral esta na praça Cláudio Manoel. Esta foi a primeira catedral da capitania e é uma das mais ricas do Brasil. Por fora, ela parece algo simples, mas não se engane, pois ela é cheia de beleza no interior, com lustres de cristais, obras de aleijadinho e um grande tesouro o famoso órgão alemão. Por que tão famoso este Órgão? Então… este é um Órgão Alemão construído por Arp Schnitger, um dos maiores construtores de órgãos de todos os tempos. O órgão foi trazido da Alemanha em 1753 como presente da coroa portuguesa ao primeiro Bispo de Mariana. Gostaria muito de ver um concerto deste órgão, pois deve ser lindo e são poucos que sabem usá-lo, mas como não me programei para isso essa vontade ficou para uma próxima visita a cidade. Na catedral além do órgão temos um belo Museu de Arte Sacra que vale a pena conhecer. Após a ultima vista, fomos caminhando em direção ao carro passando pela rua conhecida como Direita. 6- Rua Direita Esta rua recebe o nome de direita, pois nela moravam as pessoas com prestígio na cidade, conhecidas como direita. Nesta rua você irá se sentir em uma viagem no tempo, por causa das suas pedras e os belos conjuntos de obras arquitetônicas dos séculos XVIII e XIX. Nesta rua e nas proximidades há várias lojinhas de souvenir, assim como na Praça Gomes, sendo um ótimo lugar para fechar seu dia. E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA?? Orçamento para o dia: R$ 297,75 Hotel em Ouro Preto: R$ 150,00. Gasolina (ida e volta) gasto dividido para duas pessoas: R$ 8,75 Entradas nas atrações: R$ 49,00. Lembrancinhas: R$ 15,00. Almoço: R$ 25,00 Jantar com chopp: R$ 50,00 Quer continuar a viagem? Mais informações de Meriana e Ouro Preto direto no Blog: http://queromochilar.com.br/minas-gerais/mariana-mg/
  4. Coloquei a foto errada, a primeira foto que é a Cahu Rabo de cavalo e a outra o Tabuleiro..ok Ah a Atbuleiro esta fechada de maio de 2017 por 6 meses.
  5. INFORMAÇÕES DE: Abril de 2017. ROTEIRO PARA: 2 dias. TIPO DE VIAGEM: Viagem para curtir feriado. HOSPEDAGEM: Fiquei hospedado na roça de um amigo no distrito de Tabuleiro, à 20 km da cidade, e para quem quiser ficar mais próximos das atrações principais (cachoeiras) recomendo ficar neste distrito. Devido ao grande fluxo turístico há uma boa infra estrutura hoteleira em Conceição do Mato Dentro e seus distritos. Você não terá dificuldade de encontrar a opção que caiba no seu bolso e expectativa, pois tem desde Hostel a Pousadas. Estas informações mais detalhadas e com belas fotos estão no site: http://www.queromochilar.com.br SOBRE O PARQUE ESTADUAL SERRA DO INTENDENTE. Sem sombra de dúvidas este é um dos parques mais bonitos de Minas Gerais, e para deixá-lo ainda mais especial é nele que encontramos a bela Cachoeira do Tabuleiro – a maior do estado. Por estar situado em uma região de transição entre Mata Atlântica, Cerrado e Campos Rupestres, o parque abriga uma grande biodiversidade endêmica, ou seja, espécies únicas que só ocorrem aqui, e devido esta característica tão peculiar da região em junho de 2005 este parque se transformou em núcleo da Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço, o que abrange uma nova perspectiva para a conservação desta biodiversidade aliada ao desenvolvimento econômico e humano do Estado de Minas Gerais, mas foi somente em 2007, que o Parque do Intendente surgiu unindo a Área de Proteção Ambiental Serra do Intendente e o Parque Municipal Ribeirão do Campo, protegendo um total de 13.500 hectares. Nesta área protegida, aberta a visitação, é possível contemplar belas paisagens e ainda praticar alguns esportes de aventura como rapel, escalda, base jumping (Somente com autorização da Secretária de Meio Ambiente, Gerente do Parque), mas o mais comum são as pessoas procurarem o parque para trekking (caminhada) e banho nas suas belas cachoeiras. Conhecer alguns destes atrativos requer preparo físico, mas acima de tudo um olhar ecológico para entender a beleza e importância deste lugar. Andar pela serra do Intendente e ter orgulho de mais uma patrimônio natural do nosso país e nos sentir mais vivos e privilegiados por poder presenciar tudo aquilo com nossos próprios olhos. Como chegar? A principal entrada do parque fica no distrito de Tabuleiro e é de lá que fazemos a trilha para a principal cachoeira e demais atrações, como atravessar o parque andando 30 km até Lapinha da Serra. No post anterior, estou explicando como chegar em Conceição de mato Dentro, abaixo esta o trajeto de Conceição ao distrito de Tabuleiro. Quando estiver em Conceição do Mato Dentro, pegue a MG-010 ruma a Itapanhocanga, ande nela por 2,9 km, aproximadamente 8 minutos. Aqui você verá um trevo, com placas indicando distrito de tabuleiro, a partir daqui agora a estrada é de terra, e são mais 17 km até o distrito, mas não se preocupe a estrada esta em boas condições e esta bem sinalizada com placas, você chegará sem problemas. Quando ir? O Parque pode ser visitado o ano todo, mas se o seu objetivo for conhecer os atrativos naturais e aproveitar as cachoeiras é melhor evitar o período de inverno, pois por ser uma cidade alta e rodeada por montanhas costuma fazer bastante frio. Em julho ocorrem registros de temperatura menores que 10 graus e no verão apesar da temperatura melhorar para curtir os atrativos naturais costuma chover muito, o que pode prejudicar seu roteiro. IMPORTANTE: A principal atração – A Cachoeira do Tabuleiro – Está fechada para reforma da trilha desde maio de 2017, por aproximadamente 6 a 8 meses. Consulte antes de ir. Segurança. Os principais cuidados que temos que ter com a nossa segurança ao visitar o parque são: Trombas d´água: No período de chuva corre o risco de ocorrer trombas d´água. Geralmente o Parque monitora as chuvas e quando há risco eles não liberam a visitação nas atrações para nossa segurança. Queda de própria altura: Algumas trilhas temos que andar muito por pedras, e algumas delas são escorregadias, por isso cuide de escolher o calçado adequado e ter muita cautela. Afogamento: Alguns poços são bem fundos, o do Tabuleiro por exemplo tem 18 metros, então se não conhecer as águas e não souber nadar bem não se arrisque muito, seja cauteloso. Em alguns lugares de cachoeira há os chamados fossos, que são formado pelo impacto da água, que nada mais são que uns buracos, onde há casos de pessoas que caíram neles e com a força da queda não conseguiram voltar para superfície, se afogando. Sempre converse no parque com quem conhece a área e fique bem seguro antes de entrar. ROTEIRO Planejamento Várias são as atrações do parque e as minhas escolhidas para este dia foi claro, a Cachoeira do Tabuleiro, e a Rabo de Cavalo. A Cachoeira do Tabuleiro tem uma trilha mais cansativa e pesada, por isso após ela você não vai querer fazer mais nada (A trilha estará sendo reformada e deve ficar mais fácil), então reserve um dia só para ela. Já a Cachoeira Rabo de Cavalo você pode conciliar com outro atrativo e fazer ela em uma manhã ou tarde, como eu fiz e terá outro período do dia para outro atrativo, como no meu primeiro dia estava chovendo acabei curtindo a cidade de Conceição na parte da manhã e a tarde, fui conhecê-la. As duas cachoeiras são distante uma da outra, tendo que ir de carro até a portaria, sendo assim fazer as duas em um mesmo dia acaba sendo bem inviável. NO blog: http://www.queromochilar.com.br tem muito mais informações sobre a trilha e uma ficha técnica com todas as informações. Dia 01: Cachoeira Rabo de Cavalo. Horário de funcionamento: Das 08h00 ás 15h00 . Entrada: R$ 10,00 (Na verdade pesquisei que são R$ 10,00, mas quando fui não tinha ninguém na portaria e entrei sem pagar. Ressaltando que há uma casa de um cuidador e neste dia eu só entrei pois estava com um morador da cidade, portanto bem orientado…rs). Como chegar. Partindo de Conceição do Mato Dentro. Distância de Asfalto: 2,9 km Distância de Terra: 17,2 km. No mesmo caminho saindo de Conceição do Mato Dentro rumo ao distrito de Tabuleiro, você vai andar por 12,9 km até uma bifurcação, onde vai ver uma placa para Cachoeira Rabo de Cavalo, e vai seguir a estrada por mais 7,2 km. Não se preocupe a estrada esta bem sinalizada e em boas condições. A viagem partindo de Conceição leva em torno 50 minutos. Dia 02: Cachoeira do Tabuleiro. Horário de funcionamento: Das 08h00 ás 14h00 . Entrada: R$ 10,00. Como chegar. Partindo de Conceição do Mato Dentro. Distância de Asfalto: 2,9 km Distância de Terra: 17 km até o distrito de Tabuleiro + 3,3 km até a portaria do parque. Após chegar ao distrito de Tabuleiro, são apenas mais 3,3 km de terra até a portaria do parque. A portaria dispõe de guarita de controle, estacionamento, área de Camping com banheiros e vestiários. Aqui você irá pagar uma taxa de R$ 10,00 e terá acesso ao parque. Importante ressaltar que neste dia que fui, no fim de abril de 2017 era o último dia da antiga trilha, pois a partir de maio o acesso a cachoeira estará fechado para construção de uma nova trilha para facilitar o acesso, a previsão de reabertura é de 6 a 8 meses, então se estiver pensando em conhecê-la procure se informar. Acesse: http://www.queromochilar.com.br e
  6. Como chegar? Chernobyl fica ao norte da Ucrânia, já quase na fronteira com a Bielorrússia, a 153 km de Kiev – a capital, de onde é possível chegar de carro em aproximadamente 2h30min de deslocamento. Por ser uma área de acesso restrito você só ira chegar até lá com auxílio de agências autorizadas e existem várias delas em Kiev, e dou mais informações no decorrer do post. Segurança. Claro que não sou louco de ir para um lugar deste se não me sentisse seguro e sem pesquisar antes. Você sabia que apenas algumas horas andando pelos lugares indicados neste tour temos o mesmo efeito de uma exposição de radiação que em um voo transatlântico, pois é! Os níveis de radiação que somos expostos são baixos e não apresentam risco para saúde. Para a segurança de quem se aventura neste exótico passeio para entrar na zona de exclusão temos que seguir algumas regras, como: 1- Não se alimentar durante o tour. 2- Não ingerir líquidos durante o tour. 3- Não sair das trilhas e nem tocar em objetos sem a consentimento do guia. 4- Não pisar em poças d’agua, lama e nos musgo que crescem no chão, estes dizem ser extremamente radioativos ..rs. 5- Evitar áreas com vegetação – nestes lugares a contaminação pode ser mais alta. Alguns estudos relataram que as árvores caídas nesta área ainda estão lá intactas porque a radiação inibiu a decomposição e que toda camada de solo nessas áreas está altamente contaminada. Quando chegamos e saímos da zona de exclusão passamos por uma inspeção. A inspeção é o seguinte: Você passa em uma máquina que se detectar um nível alto de contaminação por radiação em um dos seus pertences você tem que retirá-lo e ele será destruído. O mais comum é contaminar calçados, por pisarem em local proibido. Então cuidado, você não vai querer ir embora descalço...rs. No blog: www.queromochilar.com.br - Tem muito mais fotos e dicas importantes . Passe lá para conferir. ROTEIRO Planejamento para visitar Chernobyl. Acho que uma visita a Chernobyl é o top 1 dos passeios macabros que há por ai, pelo menos para mim... rs. Como estava em Kiev não queria deixar de conhecer este lugar e adorei a visita. Mesmo com as piadinhas que ia voltar radiotivo, nascer mais um olho, que era louco e etc... resolvi conhecer este lugar. Gosto de ver de perto lugares que foram palco de grandes acontecimentos da história, e isso não inclui só bons acontecimentos. Pela internet pesquisei e descobri que para fazer a visita precisa-se de uma agência e de uma autorização do governo que deve ser solicitada com pelo menos 11 dias de antecedência, sendo que pedidos solicitados com menos que isso são automaticamente recusados. As agências oferecem passeios de 1 ou 2 dias, eu optei pelo de 1 dia e fiquei satisfeito. Passos para visitação precisa: 1- Encontrar uma agência (Informações no fim do post). 2- Preencher formulário em inglês que será enviado pela agência. 3- Agência recebe formulário e encaminha para o governo. 4- Ocorre a análise da ficha - governo. 5- Envio da autorização para a agencia - governo. 6- Te informam da autorização. IMPORTANTE: Levar com você no passeio o mesmo documento que citou na autorização. Você apresentará os documentos para entrar na zona de exclusão e em outras ocasiões lá dentro nos check points. O guia falou de casos em que a pessoa citou o RG na autorização e levou o passaporte e acabou sendo barrado, não podendo fazer o passeio. As visitas bate e volta de Kiev, capital da Ucrânia, levam cerca de 8 horas. Dia 14 - Tour guiado em Chernobyl e Pripyat. A hora marcada pela agência para sair o tour foi as 8h50min de frente do Dnipro Hotel, no centro na European Square em Kiev. O transporte foi em uma minivan, que estava em boas condições e era bem confortável. Algumas horas de estrada e estávamos já chegando a Zona de Exclusão, a partir daqui só entramos com autorização. A estrutura “turística” da Zona de Exclusão é bem razoável, nada muito grandioso ou moderno, tudo muito simples, mas bem controlada. Aqui mostramos nossas autorizações e passaportes e então começamos nosso tour sinistro. 1- Museu e Memorial. Antes de tudo começando escutando as histórias do desastres - tudo em inglês - e direto em um pequeno museu que há nas imediações. Este museu achei bem sem graça, poucas coisas, só uns objetos pendurados, algumas fotos penduradas nas paredes contando a história, mas tudo em russo, assim fica difícil, né?? Foto: A tragédia gerou altos índices de cancer de tireoide, deformacao de fetos e recem nascidos. Dizem que o museu de Chernobyl em Kiev é bem mais interessante que isso, mas infelizmente não consegui conhecê-lo para dar minha opinião para vocês. Após as explicações e o Museu vamos direto para uma área externa onde estão expostas todas as máquinas que trabalharam na contenção da radiação na época, os atores principais deste cenário. Aqui também tem um belo monumento realizado para homenagear os bombeiros, os verdadeiros heróis desta tragédia. Pessoas que deram suas vidas pela do povo da Ucrânia. Foto: Segundo o guia ao morte dos heróis desta tragédia foi bem dolorosa, dizem que eles cozinharam de dentro pra fora, devido a exposição exagerada a radiação. Daqui entramos na van e fomos explorar o entorno da Usina, onde havia uma creche-escola infantil. 2- Escola- creche para crianças. Quando o sino de alerta tocou e a cidade foi evacuada as aulas das crianças foram interrompidas, famílias saíram de casa sem olhar para trás e trabalhos foram abandonados pela metade, desespero total, imagine abandonar tudo que é seu em questões de minuto, sem carregar nada? Deve ser desesperador... E isso mostra esta escola, ainda com sapatos de crianças, brinquedos, berços e muito material escolar. Foto: O colégio com a lição pela metade no quadro negro. Foto: O tempo todo com o guia caminhamos com um medidor de radiação para controlar a exposição a radiação e evitar ficar muito tempo em lugares onde ela possa estar muito alta. Depois da escola fomos então para o lugar principal, o sarcófago que cobre o reator 4. 3- Sarcófago do reator 4. Estar de frente ao Reator 4 a 15 metros do sarcófago com um contador de Geiger (medidor de radiação) na mão foi uma experiência que me marcou e sem dúvida uma das mais exóticas até então. Neste ponto não podemos ficar mais que 15 minutos, pois os níveis de radiação aqui são mais altos, então uma exposição demorada pode trazer riscos. Logo após o acidente a equipe de bombeiros contiveram temporariamente o buraco causado pela explosão, algo paleativo foi feito neste dia, e somente em novembro, quase 7 meses após o corrido concluíram outra estrutura provisória de concreto, bem mais resistente, chamada de “Sarcófago”, com o objetivo de conter a radiação dentro do reator. Essa estrutura tinha uma validade de 30 anos e dizem que há um risco iminente dela ruir e causar um acidente muito pior do que a primeira explosão e espalhar no mundo inteiro níveis de radiação altíssimos, por isso desde 2007 a Ucrânia trabalhou o projeto conhecido como New Safe Confinement (NSC), que nada mais é que uma nova estrutura que conseguiria conter a radiação com segurança por mais 100 anos. A inauguração está prevista para 2017. Daqui fomos conhecer a famosa cidade fantasma Pripyat. 4- Pripyat - A cidade fantasma. Antes de explorá-la foi preciso conhecer um pouco sobre esta cidade pelo nosso guia. Pripyat foi a cidade base da Usina. Criada em 1970 com objetivo de abrigar os trabalhadores, hoje estimam estar inabitável pelos próximos 20.000 anos. Na época Pripyat era tida como a menina dos olhos da União soviética, uma cidade modelo, onde tudo funcionava de acordo com os mandamentos da doutrina socialista e com ela queriam mostra ao mundo que este modelo funcionava (Não ia durar muito observando os países socialista que temos hoje, né?...rs). Seus prédios para época eram modernos e confortáveis, a cidade possuía uma biblioteca de primeira, além de supermercados bem equipados, quadras para esportes e toda uma estrutura para lazer. Pripyat era uma promessa para união soviética. Suas escolas tinham objetivo de formar futuros lideres e cientistas, seus ginásio esportivo prometiam criar os melhores atletas do país. A cidade tinha até um restaurante, algo muito raro em um regime socialista onde tudo é fornecido em pontos de distribuição. Na época somente no terceiro dia após a explosão o alarme da cidade de Pripyat soou, o exercito invadiu a cidade e em 3 horas removeu os 50.000 habitantes. Os habitantes de Prypyat além de abandonar suas casas e todos os seus pertences não puderam ficar nem com a roupa do corpo e foram todos realocados em um campo de refugiados em Belarus. Para evitar o aumento da tragédia o governo tomou duas ações: 1. Evacuação da população da zona de risco: Em 10 dias após o ocorrido, mais de 130 mil pessoas foram evacuadas no raio de 30 km em torno da Usina. 2. Tentativa de conter o fogo: Helicópteros lançaram 5 mil toneladas de areia e chumbo na chama do reator, que não parava de queimar e expelir fumaça radioativa. Esta cidade foi 100% evacuada as pressas por sua população, que teve que abandonar todos seus pertences. Após o abandono sofreu inúmeros saques, e ficou ainda mais destruída e a mercê da natureza e do tempo que deu a ela um ar de abandono e o apelido de cidade fantasma. Por questões de segurança e risco de desabamento desde 2008 não é permitida a entrada nos prédios e várias das construções da cidade. Foto: Show ver a natureza recobrando seu espaço e tomando conta de tudo. Neste tour passamos por vários pontos importantes da cidade, que eram bastante frequentados pela população. Fotos: Um fato interessante é que foi criado para o lazer das famílias um parque de diversão e a evacuação ocorreu dias antes da inauguração da roda gigante, a mais esperada pela criançada. 5- Saída da zona de exclusão. Na saída há o checkpoint Dytyatky, há especialistas que medem seus níveis de radiação ao sair da Zona de Exclusão. Obs: Pra falar a verdade eu estava saindo apitou a máquina, mas não tive que deixar meu tênis não, o guia mandou eu passar e ficou por isso, mas a regra é sempre levar um calçado extra, caso você tenha problema, eu estava com o meu na mochila. Liberado, agora estavamos prontos para o almoço... 6- Almoço na Usina de Chernobyl. Há na área da Usina, na verdade uma cantina, que é mantida pelo governo, onde são oferecidas refeições normalmente já inclusa nos tour (fique tranqüilo, os alimentos trazidos de fora...rs). Há medidores de radiação que indicam que é seguro comer essa comida e ingerir líquido aqui, mas você encontrará nas suas pesquisas vários blogs dizendo que é melhor levar sua própria água e sanduíche. Eu confiei e almoçei aqui tranquilasso. , acho que não tem por que estarem colocando turistas em risco. Informações de valores e muito mais dicas no http://www.queromochilar.com.br
  7. INFORMAÇÕES DE: Fevereiro de 2017. HOSPEDAGEM: Airbnb – Aplicativo para hospedagem. ROTEIRO Planejamento Um feriado de Carnaval é preciso programar com pelo menos 2 ou 3 meses de antecedência devido a demanda e também para tentar correr dos preços exorbitantes que aparecem na época. Capitólio, como é turístico e anda na moda, não é diferente, e para reduzir o orçamento de uma viagem assim, uma das melhores alternativas que encontrei foi ficar em outra cidade nos arredores do lago de Furnas. Os hotéis e pousadas esta época do ano estavam com preços além do imaginável, por isso nesta viagem usei pela primeira vez o AirBnb, o aplicativo de alugueis de casas para férias e feriados, foi um teste, e agora virei cliente e recomendo. Eu e a turma pegamos um apartamento no centro de Piumhi para 5 noites e 4 dias por R$ 1.045 (com taxa de limpeza). Um imóvel de 3 quartos para até 8 pessoas, ou seja, o carnaval todo por R$ 130,63 / pessoa, bem em conta, não?? O POST completo recheado de foto, contatos e demais informações esta no blog http://www.queromochilar.com.br.'>http://www.queromochilar.com.br. Sobre a hospedagem com AirBnb Foi a primeira experiência de muitas, após reservado o imóvel, entramos em contato com a proprietária, quem nos instruiu sobre passeios, recebeu os primeiros que chegaram no imóvel, apresentou o bairro e teve o cuidado de deixar um lanchinho para quando chegássemos. Não tivemos nenhum tipo de problema. Só tenho Elogios a Francisca. Sobre a escolha de Piumhi. A cidade fica a 20 km de Capitólio, é uma cidade bem estruturada e bem menos movimentada. Como os atrativos ficam afastados de Capitólio, você acabará andando 30 km a mais (ida e volta) para fazer os passeios, isso dará em torno de 10 reais a mais (R$ 2,50 por pessoa se dividir por todos do carro), e ira economizar até um terço do valor da hospedagem que pagaria na disputada Capitólio. Ah, outra coisa, tem um pedágio de R$ 5,50 de Piumhi à Capitólio, ida e volta, mas mesmo assim acaba compensando. Planejando os passeios Como saímos na sexta as 15h30 de Montes Claros e chegamos ás 00h40 – nove horas de viagem por causa do trânsito pesado – e acordamos no sábado cedo, tivemos o dia todo pela frente para curtir as atrações deste lugar. Como todos ainda estávamos cansados, fomos nos passeios mais “próximos” e planejamos Morro do Chapéu na parte da manhã e Cascata Ecopark na parte da tarde. Morro do Chapéu. Entrada: Gratuito. Horário: Sem horário de funcionamento. Duração do passeio: Umas 3 horas – Contando deslocamento e caminhada. O Morro do Chapéu é um mirante natural a 1.293 metros de altitude de onde podemos aproveitar um belo visual do”Mar de Minas”. A vista do lago de Furnas daqui é incrível. Como chegar: Para chegar ao Morro do Chapéu, peguei a MG-050, sentido Canyons e andei até a estrada do Dique. Você vai seguir as placas do Hotel Engenho da Serra. Após andar 24 km (de Piumhi), ou 12 km se sua referência for de Capitólio, você vai cruzar a pista e entrar sentido o hotel Engenho da Serra, esta entrada é em uma curva e péssima de visão, achei perigosa. Após entrar começa a estrada de terra de 10,1 km até o topo, você vai passar pela estrada do Dique, e vai seguindo. Há Placas, logo vai ver uma indicando a entrada para o Morro do Chapéu. Havia trechos muito ruins para o carro ainda mais por que havia chovido, não eram atoleiros, mas trechos com buracos e pedras, muito ruim mesmo. Achamos carros voltando, desistindo e nos alertando, mas teimosos que somos resolvemos seguir, fui de Uno, mas não indico carro baixo se não for habilidoso em estrada de terra. Uma hora de carro e chegamos a um ponto quase no mirante que preferimos não passar com o carro e seguimos a pé devido as mas condições da estrada. Mapas: Estão disponíveis no Blog: http://www.queromochilar.com.br Sobre o Trekking: Impossibilitados de subir o morro até o final com carro, resolvemos terminar a pé, pois estávamos bem próximos. Fomos cortar caminho, pois era mais curto que seguir a estrada e fomos por uma trilha bem íngreme no meio dos morros, andamos menos de 1 km, mas foi um pouco puxado devido a subida. Quando chegamos no topo o visual compensa tudo. Lá de cima temos uma visão privilegiada do lago de furnas com seu verde esmeralda incrível que rende excelentes foto. Cascata Ecopark. Entrada: R$ 35,00 – Preço do Carnaval; Preço normal R$ 30,00. Horário: 9h00 as 18h00. Duração do passeio: Recomendo 4 horas – Mas pode-se ficar lá o dia todo. Como Chegar: Após o Morro do Chapéu, voltamos para MG-050 sentido Passos andamos por mais 24 km (22 min) e chegamos na entrada do Ecopark. Aqui também temos que cruzar a pista, mas é mais tranquilo e a estrada de terra é bem curta, praticamente insignificante. Sobre a Cascata Ecopark No lugar há um restaurante que serve somente porções pequena a preços bem salgados (Ex: R$ 35,00 de filé de carne e R$25,00 de mandioca) e uma trilha curta de 1,2 km (ida e volta) com acesso ao mirante, cachoeiras e piscinas naturais. No Ecopark há uma trilha curta e de fácil acesso, onde começamos passando pela parte de cima das cachoeiras e chegamos a um mirante para os Canyons e depois vamos a duas quedas d´água onde é possível banho de cachoeira, o lado ruim é que não há poços com boa quantidade de água para banho. O começo da trilha é bem sinalizado, mas depois vamos seguindo a trilha rumo ao mirante e ficamos sem saber onde termina, então seguimos até ver que se andássemos mais não mudaria a paisagem. Depois dos Mirantes fomos rumo as cachoeiras, para chegar até lá temos algumas pedras escorregadias como obstáculos, mas nada perigoso, só ter cuidado. Em alguns trechos temos que passar por água, o que pode molhar o tênis. Como esta trilha é fácil, curta e com mais de três paradas, recomendo ir de chinelo. A primeira cachoeira é a melhor para banho, com uma queda d´água que termina no lago dos Canyons de furnas e é possível ver várias lanchas que fazem os tours chegando para apreciar a paisagem. Para finalizar a trilha temos uma pequena escaladas em pedras para passar por outro poço de banho e outra cachoeira, a da entrada do Ecopark, na primeira foto. Acabou que ficamos das 12h30min até as 17h curtindo este belo lugar até retornarmos para Piumhí. Acordamos cedo e às 9h00 fomos direto para o Paraíso Perdido. Paraíso Perdido. Entrada: R$ 40,00 (carnaval) – Normalmente R$ 35,00. Horário: 8h00 as 18h00. Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado. Como chegar: Para chegar no Paraíso Perdido, pegamos novamente a MG-O50 sentido Passos, e andamos por 53 km (vindo de Piumhi) até chegarmos a estrada de terra que está em boas condições e são somente mais 4,6 km até a portaria da propriedade. O acesso é fácil, não se preocupe, pois é bem sinalizado e daqui podemos ver a hidrelétrica de furnas. Quando chegamos a fila de carros para entrar estava enorme, e esperamos em torno de uns 30 min para conseguir chegar a portaria. Na portaria, recebemos as instruções de funcionamento do lugar e segurança e seguimos rumo as cachoeiras. Sobre o Paraíso Perdido O Paraíso perdido tem uma excelente estrutura, com um ótimo restaurante e instrutores para todo lado para alertarmos de perigo, só que juro, esperava mais. Havia lido que aqui havia 18 piscinas naturais e 8 quedas, eu paguei 40 reais e vi 3 quedas (eu considerei, não sei como contam 8 ). Pelo que eu vi, as quedas estão todas no mesmo percurso e não são grandes, é uma quase grudada na outra e também considerei só dois poços naturais, confesso que fiquei decepcionado com este lugar e pelo que lia achava que seria o melhor de todos, mas não foi. Nossa sorte foi ter chegado cedo e curtido a cachoeira e o poço, pois próximo ao meio dia os instrutores começaram a retirar todo mundo por risco de tromba d´água, e para sair foi bem chato, pois só tem um caminho e estava lotado. Sobre a trilha: Para fazer a trilha não é permitido levar comida, nem garrafas descartáveis, mas como não revistam a mochila todo mundo acaba levando. Só não deixar lá, né pessoal?? Acho que vocês não fariam isso… A trilha é bem curta, mas quase 100% sobre as pedras, o que pode deixá-la um pouco perigosa, principalmente em dias de chuvas. Há três quedas pelo caminho, onde podemos tomar banho, e também há travessia na água. Eu recomendo ir de chinelo nesta trilha ou sapatilha aquática. A trilha é bem sinalizada e por ser um caminho único de ida e volta se for temporada fica lotada e um caos para subir e descer, mesmo com a equipe do lugar orientando o povo. Acabamos almoçando por aqui, pois há um restaurante ótimo com comida a quilo (R$ 38,00 / kg). Saindo daqui fomos curtir a cachoeira do Filó que estava próxima e no caminho de volta para Capitólio. Cachoeira do Filó Entrada: Gratuita. Horário: Sem horário de funcionamento. Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado. Como chegar: A Cachoeira do Filó fica nas margens da MG-050, vindo de Capitólio está do lado direito, mas como estávamos voltando do paraíso perdido ela está ao lado esquerdo há 1,1 km. Não tem placa sinalizando o local, mas não tem erro, é cheio de carros parados no acostamento, ônibus, assim viu a muvuca fique sabendo que é lá. Sobre a Cachoeira do Filó A cachoeira do Filó é top! Uma bela queda d´água com um poço enorme excelente para banho. Como é gratuita e bonita está sempre lotada. Parando na rodovia é só andar 100 m. Há a possibilidade de subir até o mirante, só ir contornando a queda dá água e subir pela mata, mais uns 100 m e você estará no topo da cachu, além de ter acesso ao poço atrás da mesma. O lado ruim é que ninguém cuida deste lugar, uma pena. E por estar assim ao Deus dará o pessoal MAL EDUCADO deixa lixo, e ouvi dizer até que estava tendo assaltos lá, por isso, cuidado. Trilha do Sol. Entrada: R$ 40,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 35,00. Horário: 8h00 as 18h00. Duração do passeio: Um período (Manha ou tarde) é o recomendado. Como chegar: Como quase todos passeios, a trilha do sol também fica na MG-050, no Km 304, há 38,1 km de Piumhi. Há sinalizações na estrada indicando a entrada da estrada de terra onde temos que entrar. A estrada de terra é ótima e somente 1 km. Sobre a Trilha do Sol Recomendo ir no primeiro horário, principalmente em véspera de feriado, pois a portaria estava lotada e uma bagunça no inicio da manhã. Neste dia fiquei feliz, pois realmente fiz uma trilha. E achei o melhor dos passeios pagos, sério, é imperdível este lugar. Há três atrativos principais na trilha do sol: 1- Cachoeira no Limite. 2- Cachoeira do Grito. 3- Poço Dourado. Ah, e a parte naturista se não tiver acanhado…rs. Sobre a Trilha – Passando pelos 3 atrativos. Primeiro fomos em direção a Cachoeira no Limite e penso que é por onde devemos começar a trilha. Uma caminhada de apenas uns 25 minutos e estamos no lugar. A trilha é show, pelo cerrado florido e rodeado de paisagens incríveis, poucas subidas e descidas e a mais fácil das 3. Depois da cachoeira e do banho de chuva, voltamos o caminho até a bifurcação inicial com as placas e agora vamos rumo a cachoeira do Grito. A trilha para o grito também é bem tranquila, com subidas pouco íngremes e paisagens incríveis. Somente para descer até a cachoeira que os mais sedentários sofrem um pouco, pois tem uma escada com 69 degraus que na volta cansa um pouco as pernas rsrs…. Após subir a escada para o retorno vamos seguindo as placas rumo ao poço dourado, que é o mais top de todos os atrativos na minha opinião. Como eu não tinha lido nada sobre este lugar, esse poço foi uma bela surpresa. Para chegar até lá temos uma descida íngreme, e chegamos em um poço, na hora não achei nada demais, mas então descobri que as pessoas estavam entrando em uma abertura na mata seguindo o córrego e descobrimos que o poço na verdade era lá dentro. Entrei no córrego e fui seguindo, tem horas que a água chega quase na cintura (minha cintura de uma pessoa de 1,67 m…rs), mas a maior parte do trajeto a água fica no joelho. O caminho dentro do córrego no meio da mata é espetacular, ainda mais que durante a trilha temos paredes com muitas pedrinhas empilhadas que deixam o lugar ainda mais interessante. No final da trilha temos uma cachu que é impossível resistir, ainda mais você estando todo suado da caminhada. Mesmo com travessia em água, recomendo na trilha do sol ir de tênis, pois são 4 km. O lugar tem estrutura com restaurante, que apesar de não ter comido por lá, parece ser bom. Daqui fomos direto para o lugar onde saem os passeios de lancha que já estava agendado. No local ficam dois restaurantes, entre eles, o do Turvo que estava saindo pessoas para fora. Então resolvemos almoçar no Águas Minas (R$ 40,00 / kg), fila menor e comida ótima. Passeio de Lancha nos Canyons. Entrada: R$ 100,00 (Carnaval) – Normalmente R$ 80,00. Horário: Agendado – das 8h00 as 16h00. Duração do passeio: 2 horas. Após o almoço fomos procurar o Furnas Aventura, a empresa que nos levaria para fazer o Canyon de lancha, o passeio foi incrível, mas a empresa uma decepção. Umas duas semanas antes do passeio liguei e reservei o mesmo para 6 pessoas, na data que liguei me informaram o preço de R$ 80,00 por pessoa, informei todos meus amigos e na hora que chegamos lá estavam cobrando R$ 100,00, ok, entendo que aumentam o preço do carnaval, mas deviam informar seus clientes, pois combinar uma coisa e fazer outra para mim é falta de respeito. Questionamos a situação e a única alternativa que nos deram foi desistir do passeio, disseram claramente que não precisavam da gente e que a fila de espera era grande, se quiséssemos desistir podíamos ficar à vontade. Sem outra opção e sem vontade de ficar sem fazer o principal de Capitólio, acabamos indo e curtindo muito, mas nunca mais uso esta empresa e nem recomendo. Nosso passeio de lancha saiu as 14h00 de frente ao restaurante do Turvo e teve duração de 2 horas. Pedem para não levar garrafas de vidros, destilados e caixas térmicas grandes, pois o espaço é pequeno. Mapa do passeio de lancha no Aplicativo Wikiloc. Fomos direto nos Canyons com as duas cachoeiras, cuada e de cuadinha, quando vamos chegando a paisagem é fantástica e ver aquelas duas quedas de água no meio daquele Canyon com águas verde esmeralda com certeza é uma cena para se gravar na mente para vida toda. Este lugar é o cartão postal de Capitólio e Lago de Furnas. O lugar estava lotado demais e não atrapalhou o bom banho no rio e as fotos. Depois daqui fomos conhecer o Vale dos Tucanos, onde nosso motorista explicou sobre a história do lago de furnas e esclareceu várias dúvidas. Este vale tem pontos de 80 até 190 metros de profundidade. Não paramos para nadar, pois o tráfego de lanchas e jets estava grande, sendo nadar perigoso. Fomos então na cachoeira do Ecopark pelo Canyon – onde fomos no nosso primeiro dia – e a vista deste angulo foi demais. Depois fomos para frente da Lagoa Azul, que estava bem cheia e ruim descer para nadar, penso que nem azul estaria….rs. Tinha que pagar R$ 20,00 para acessar e como é possível fazer por terra este passeio, o nosso piloto nos levou para finalizar o passeio em um lugar desconhecido, o Vale das esmeraldas, lá estava bem tranqüilo e finalizamos nosso passeio com um banho delicioso aqui. Mais paisagens incríveis na volta e ao som do Bob Marley tocando na lancha retornamos, foi um passeio incrível, com certeza imperdível. Aproveitando que ainda era 16h00 fomos conhecer outro lugar muito procurado – o Mirante do Canyon. Sobre o Mirante do Canyon Entrada: Gratuita. Horário: Aberto. Duração do passeio: Em torno de 40 min. Como Chegar: Após o restaurante do Turvo, andei sentido Passos mais 5,4 km e cheguei a entrada do mirante. Você irá ver muitos carros estacionados no acostamento. Neste dia, paramos um pouco mais afastado, uns 100 m, em uma entrada de estrada de terra, pois tínhamos escutado que a polícia estava multando os carros estacionados irregularmente no acostamento. O acesso ao mirante é supertranquilo, apenas 300 metros da rodovia e plano, lá temos uma visão incrível das duas cachoeiras que desaguam no Canyon. Por ser gratuito e de fácil acesso nem preciso dizer que lá está sempre lotado, né? Em frente ao mirante há uma outra cachoeira gratuita e bem bonita, a Diquadinha. E DAÍ, QUANTO FICOU A BRINCADEIRA?? 1- Orçamento minha viagem: R$ 249,75 / dia / pessoa. Considerado: Gastos com carro (14 km /l) e pedágio dividido por 4 passageiros + Passeios + Compras + Alimentação fora Hospedagem Airbnb + Viagem de Montes Claros a Piumhi. 2- Orçamento sem hospedagem e combustível do deslocamento MOC – Piumhi: R$ 122,98/ dia / pessoa. Muito mais dicas e informações no http://www.queromochilar.com.br
  8. Um roteiro de Manaus a Ilha do Marajó de 20 dias, com viagem típica nos barcos dormindo em redes, passando pelas cidades mais interessantes da região norte como Presidente Figueiredo e Alter do Chão. Dicas imperdíveis do que fazer, comer e comprar nas capitais da floresta Manaus e Belém, além de experiências inesquecíveis como nadar com botos, contato com animas, árvores centenárias, tribo indígena e trekkings no meio da floresta. Um trajeto com tudo que tem direito, boa comida, banhos de rio, cachoeira e praia e belos pôr do sol. Um roteiro prontinho para quem sonha assim como eu sonhei conhecer a maior floresta do planeta. Comece este tour por aqui: http://queromochilar.com.br/amazonas/manaus/
  9. INFORMAÇÕES DE: Agosto de 2012. ROTEIRO PARA: 4 dia. TIPO DE VIAGEM: Mochilão - Capitais Leste Europeu. HOSPEDAGEM: Poxa! Infelizmente perdi as anotações com o nome dos 2 hostels que fiquei na cidade. SOBRE Confesso que não esperava tanto, mas esta bela cidade me surpreendeu e muito! São Petersburgo é a segunda maior cidade russa, com 1 MM de habitantes e é conhecida como uma metrópole ocidentalizada e capital cultural do país, Peter, como também é chamada, já foi também a capital do império russo. A cidade esta localizada em um ponto estratégico, as margens do rio Neva e próxima ao golfo da Finlândia no mar Báltico, e por isso foi e ainda é uma cidade de grande importância histórica para o país e também por estar em vários canais é conhecida como a Veneza do Norte. São Petersburgo já teve outros dois nomes no século passado, que as vezes pode soar mais comum se você for uma amante de história. Até 1924, a cidade era conhecida como Petrogrado, depois passou a se chamar Leningrado, nome que ficou marcado na história com o Cerco a Leningrado, quando a Alemanha nazista durante a segunda guerra mundial cercou a cidade proibindo a entrada de suprimentos e acabou matando grande parte da população de frio e fome. Somente após 1991, após o colapso da URSS a cidade voltou a ter seu nome original. Toda a viagem com mais detalhes no blog: www.queromochilar.com.br ROTEIRO Planejamento Esta foi realmente a primeira vez que coloquei a mochila nas costas e cai no mundo sem planejar nada, mas nada mesmo, e foi desta vez que aprendi a importância do planejamento em uma viagem com o fim definido. Com menos de 30 dias antes da viagem resolvi tirar férias do trabalho e como estava em cima do hora e queria viajar para fora fui pesquisar países que não precisavam de visto, pois não teria tempo hábil de tirar um. Não me interesso muito pelos destinos procurados por todos na Europa e a Rússia sempre me chamou a atenção, e quando vi que brasileiros para turismo não precisava de visto, decidi ir para lá na hora. Convidei uma amiga que sempre viaja e ela topou, assim compramos nossa passagem: Ida - São Petersburgo e Volta - Praga, 3.000 km uma da outra e 20 dias para conhecer o máximo que conseguíssemos do leste europeu. Decidimos conhecer as capitais do leste europeu: Moscou, Kiev, Varsóvia e Praga, e ainda passamos por São Peterburgo, Novgorod, ambas na Rússia, e ah, como posso esquecer, até Chernobyl visitamos...rs. Foto: Mapa Planejamento - Roteiro. Roteiro: 1- São Petersburgo: 4 dias. 2- Novgorod: 2 dias. 3- Moscou: 4 dias. 4- Kiev : 2 dias. 5- Chernobyl: 1 dia. 6- Varsóvia: 3 dias. 7- Praga: 3 dias. 8- Pilsen: 1 dia. Dia 01: Chegada em São Petersburgo. O Voo Saiu de São Paulo em direção a Londres, com duração de aproximadamente 11h, chegando lá tivemos que aguardar nossa conexão, que foi em torno de umas 5 horas de espera, o lado bom é que o aeroporto de Londres é gigante, e se deslocar lá dentro foi uma aventura...rs. Encontrado o portão e embarcado, foram mais 3 horas de voo até São Petersburgo. Ufa! Chegamos 19 horas depois e com fuso todo bagunçado...rs. Dia 02: Descobrindo São Petersburgo. Chegando em São Petersburgo, em seu aeroporto pequeno e bem simples, fomos passar pela alfandega. Já no guiche a moça "brancona de zóio azul" tentou conversar comigo, não nos entendemos, e entrei..(rs). Até hoje não sei por que me segurou e o que queria, foi dai que vi a dificuldade que a língua ia ter nos dias para frente, só ideia mesmo, pois ia ter muita história para contar. No aeroporto aproveitei para sacar dinheiro da moeda local e então fomos procurar um táxi, para nos levar até o hostel. Dai bateu a insegurança: Meu Deus, como me comunicar? Tinha um papel com o nome e endereço do hostel em inglês e russo, após vários assédios de taxistas, fechamos com um oficial do aeroporto, pois ficamos com medo de pegar qualquer um. Chegando no Hostel fomos conferir a reserva, e acredita, a única hospedagem que eu reservei de toda a viagem eu havia feito para o mês seguinte. O hostel não tinha quarto disponível para os 4 dias que ficaríamos em São Petersburgo, mas para os próximos três tinha, então, cansados de viagem e com preguiça de procurar outro hostel aceitamos ficar aqui por três dias e trocar de hostel depois. Instalados fomos conhecer a cidade, pois tínhamos a tarde toda pela frente. O Hostel estava bem localizado e próximo ao centro histórico da cidade, com isso fomos explorá-la andando. O primeiro lugar que nos deparamos foi a belíssima Catedral Santo Isaac. Sobre a Catedral Santo Isaac Horário de funcionamento: Todos os dias, exceto às quarta-feiras, das 10h30 às 18h00. Há um período no ano, entre maio e setembro onde é possível tour noturno (18h00 às 22h30). Entrada: 250 Rublos (R$ 16,00) - 150 rublos ( R$ 10,00) para estudantes. Esta é a maior e mais linda catedral de São Petersburgo, construída entre 1818 e 1858, foi dedicada ao padroeiro de Pedro, o Grande e hoje funciona como museu. Ela é gigantesca e sua capacidade é de 14 mil pessoas. Na sua decoração foram usados mais de 40 tipos de minerais, sendo que seu zimbório é todo revestido de granito, e o seu interior, paredes e chão são de mármores russos, italianos e franceses. O mais interessante é que sua cúpula de 22 m de diâmetro é revestia com quase 100 kg de ouro. Tudo nela é imenso e não é a toa, pois é a 4a maior do mundo. O melhor é que pode-se subir até à base da cúpula a mais de 100 metros de altura e de lá de cima temos uma incrível vista de São Petersburgo. É possível comprar o ingresso em máquinas de auto atendimento que ficam na entrada da igreja na fachada da Praça, há também uma outra entrada na fachada oposta. Creio que sem planejamento neste dia acertamos no nosso primeiro passeio, pois a vista da cidade da cúpula é incrível, e a mais linda da cidade. Em relação ao percurso, se não gostar de escadas sofrerá um pouco, pois são mais de 300 degraus que você terá pela frente. Daqui fomos para a Praça do Palácio. Sobre a Praça do Palácio. Já próximo a Catedral esta a praça do Palácio e do Hermitage, um dos maiores museus do mundo, composto por 10 prédios. Acabamos não entrando no museu que estava com uma fila imensa e custava 400 rublos, em torno de R$ 25 reias. Hoje me arrependo disso... rs. Esta praça é enorme e linda, toda rodeada com belos prédios, e cheio de carroças com cavalos para agradar os turistas, com pessoas vestidas com roupas dos século passado e o lugar também é excelente para começar a conhecer São Petersburgo. Foto: Praça do Palácio. Foto: Coluna de Alexandre, 1834, no centro da praça com 40 m. No topo, há um anjo de 6 m e ao fundo esta o Arco do Triunfo em memória a vitória da Rússia na batalha com Napoleão Bonaparte. Por hoje foi só, agora descansar para os próximos dias. Dia 03 São Petersburgo a pé. No segundo dia continuamos nosso tour a pé pela cidade, voltamos a praça do palácio, e de lá fomos andando seguindo um mapa para a área com mais atrações. Peter é muito linda e penso que explorar suas ruas e atrativos a pé é a melhor maneira de conhecê-la, sem pesquisar fiz isso e depois descobri que várias pessoas indicam fazer a cidade a pé, sorte!!. Fomos primeiramente caminhando as margens do rio neva e cruzamos ele pela ponte Dvortsoviy em direção as colunas rostrais, o caminho é show, e vale a pena. Uma paradinha na Ilha Vassílevski onde estão prédios históricos da Universidade Federal de São Petersburgo. Estes prédios formam uma bela paisagem junto ao rio Neva. Foto: Spit of Vasilievsky Island. Mais algumas quadras dali estávamos em frente as magníficas Colunas Rostrais. Sobre as Colunas Rostrais Estas colunas foram erguidas em 1810 para simbolizar o poder da Frota Báltica Russa e servirem de faróis náuticos e hoje são uns dos símbolos da cidade. Todas elas possuem seis rostras (tradicionalmente, as proas de navios capturados). Em sua base há esculturas representando os grandes rios da Rússia, como: Volga, Neva e Volkhov. OBS: Elas são acesas somente em feriados. Não é a toa que esta cidade é chamada de Veneza do norte, cortada por vários rios a cidade tem mais de 150 pontes, e para facilitar a navegação, elas são móveis, e algumas delas são erguidas em um determinado horário da noite, e se você não se planejar bem, pode ficar preso em algumas das "ilhas da cidade". Não me recordo este horários, de subida e descida das pontes retrateis, mas sei que são tarde da noite até de manha, e que é uma das informações mais importantes para você saber para se programar, caso procure passear pela cidade. Andamos muito esta tarde, paramos bebemos cerveja, descansamos, e fechamos o dia próximo ao nosso ponto de partida no rio Neva, em frente ao Cavaleiro de Bronze, monumento em homenagem a Pedro, o Grande, um dos símbolos da cidade. Interessante saber que o pedestal da estátua é a Pedra do Trovão, a maior pedra já movida por humanos. A pedra pesava 1500 toneladas, e foi esculpida até ficar com 1.250 ton. Dia 04: Museu e mais City tour a pé. Acordamos cedo e fomos direto conhecer o Museu do Cerco a Leningrado. Sobre o Museu do cerco a Leningrado. Horários: 10h00 às 17h00 todos os dias, menos nas Quartas-feiras e a última quinta-feira de cada mês. Endereço: Solyanoi Lane, 9 | Metro: Chernyshevskaya Valor: RUB 250 (R$ 16,00). Eu sou um apaixonado pela segunda guerra, sempre quis ler tudo, assistir documentários, e com isso, claro que queria conhecer o Museu que contava a triste história do famoso cerco a Leningrado. Só recapitulando, este cerco criado pelos nazistas durante a guerra tinha um único propósito: matar toda a população de Leningrado de fome. Com isso os nazistas criaram um cerco em volta da cidade impedindo o abastecimento de suprimentos básicos, num bloqueio que durou quase 900 dias e ocasionou na morte de quase 50% da população (aproximadamente 500 mil pessoas) de frio, fome e bombardeios. No pico de calamidade a população contava com apenas um pão de 125g por dia, obtido por cartões de ração. O Museu é pequeno e com pouco conteúdo e até meio escondido, demoramos um tempinho para encontrar. Nele há poucas informações em inglês, mas pelo preço e pela história penso que vale a pena. Eu adorei, mas sou suspeito para falar por gostar de tudo que envolva a segunda guerra. Foi um passeio de umas duas horas, e muito bom para entender melhor os capítulos desta história triste que fala de racionamento de comida, roubos de cartões de suprimento, canibalismo e a superação da população. Uma coisa interessante é que as funcionárias são bem velhinhas e algumas são sobreviventes daquela época. Entendi conversando com uma delas e achei incrível. Do Museu decidimos ir para a ferrovia da cidade tentar comprar passagem para o nosso próximo destino. Como tínhamos muitos dias, resolvemos pesquisando a região que havia uma cidade que tinha tudo para ser interessante no caminho entre Moscou e São Petersburgo - Novgorod, e com isso resolvemos para uns dias por lá. Fomos de táxi e chegando na estação ferroviária de Moscou (Sim, esse nome mesmo - Ferroviária Moscou em São Petersburgo) olhamos para uma placa enorme e tudo em russo, não conseguíamos encontrar nem o nome da cidade, quanto mais entender os horários, não dava para saber nada versos nada. Pegamos a fila e chegamos no guichê, e quem disse que a funcionária falava inglês? Sem conseguir nos comunicar saímos os dois procurando alguém que falasse inglês, e como foi difícil. Uns 10 minutos depois encontramos no embarque uma comissária e ela arranhava um inglês suficiente para nos comunicarmos. Pedimos ajuda para ela, e ela estava ocupada, esperamos uns minutos, e ela correu com a gente até o guichê, comprou nossa passagem, explicou como funcionava o embarque e ainda anotou na nossa agenda coisas como: Onde pego o trem para Novgorod?? Pode nos levar até lá?? Assim se ficássemos perdido isso podia nos ajudar no dia do embarque...rs. Depois desta aventura e com as passagens em mãos fomos pegar o metro ou um ônibus, mas devido a impossibilidade de comunicação resolvemos subir pé e ir passeando pela cidade com o nosso mapinha e foi uma excelente pedida. Começamos subindo a Nevsky Avenue, passamos por várias estátuas, monumentos e lugares lindos. Peter realmente é lindo. Durante a subida paramos para almoçar e achamos este restaurante super simpático, com comida russa tradicional: A maior supresa nesta avenida foi uma loja de doces incrível que achamos do nada. Esta loja era um tipo de padaria, mas além de doces vendia carnes nobres, queijos e várias outras coisas de alta qualidade, foi um tour conhecer esta loja de tão linda, tenho uma foto do nome dela em russo, mas meu teclado não consegue digitar...rs. Então se arrisque na Nevsky Avenue e repare sempre do seu lado direito (se estiver subindo da estação ferroviária rumo a catedral). Também durante o caminho, conhecemos a Catedral “Lady Kazan”, construída tendo como inspiração a Basilica de São Pedro no Vaticano. Uma bela arquitetura ao acesso de todos. Dia 04: Sagrado Coração e Fortaleza de São Pedro e São Paulo. Já tínhamos batido tanta perna em Peter e ainda não tínhamos visto uma das mais incríveis arquiteturas da cidade, a igreja Sagrado Coração. Decidimos pegar aqueles ônibus que fazem city tour. Detalhes sobre preços, horários e etc...no link aqui: http://citytourspb.ru/ Neste tour passamos na frente de vários lugares que já havíamos conhecido a pé. Neste tour tínhamos direito a fazer duas decidas, paramos na primeira vez na frente do Catedral do Sangue Derramado (nome oficial: Templo da Ressurreição de Cristo). Sobre a Catedral Santo Derramado Entrada: 250 rublos + 100 rublos (R$ 22,40 tudo) - audio guide em inglês, alemão, francês, italiano e espanhol. Horário de funcionamento: Todos os dias, exceto às quartas-feiras Esta Catedral foi construída no final do século XIX e inspirada na catedral de Moscou (São Basílio). Além do mesmo estilo, com cúpulas coloridas em forma de gotas, ganhou o nome de Catedral do Sangue Derramado por ter sido construída onde foi assassinado, por terroristas russos, o Imperador Alexandre II, que fez grandes reformas no Estado durante seu governo, dentre elas decretado o fim da servidão na Rússia. Antes de irmos para frente da Catedral fomos andar em uma feirinha bem simpática que há na frente, e vale a pena, foi a melhor que encontramos na cidade. Nossa segunda parada foi para conhecer a Fortaleza de São Pedro e São Paulo, lugar que é o marco zero de São Petersburgo, onde tudo começou. Sobre a Fortaleza Entrada: Horário de Funcionamento: A primeira construção aconteceu em 1703 na Ilha Zayachy por Pedro, o Grande com a intenção de proteger o país de ataques suecos que aconteciam com frequência na Grande Guerra do Norte. Este lugar abriga algumas construções importantes, como a Catedral de São Pedro e São Paulo, com sua torre enorme que pode ser vista de vários pontos da cidade. Depois da guerra esta fortaleza foi transformada em uma prisão política. Como a fortaleza fica às margens do Rio Neva, os russos aproveitam os dias de verão para ser refrescarem, então normalmente verá pessoas nadando por lá. A Catedral de São Pedro e São Paulo, aqui localizada é a igreja mais antiga da cidade, com estilo diferente das tradicionais igrejas ortodoxas russas. Em frente a igreja havia uma exposição sobre armas muito interessante, gratuita, que não sei nem falar se sempre está lá ou dei sorte. Depois disso tudo corremos para o Hostel, pois como disse no começo, tínhamos que trocar, e nossa foi uma loucura....rs. Pegamos um Táxi e mostramos o endereço no papel, o Táxi nos deixou exatamente na rua e no número, mas não tinha hostel lá. E como conversar com o motorista??? Sem saber o que fazer, ficamos com as malas na calçada, entrei na farmácia que tinha na nossa frente, e perguntei se alguém falava inglês, espanhol ou alguma coisa e não falavam... então pronunciei hotel em todos os sotaques possíveis, e deu certo. O rapaz da farmácia me levou no meio da quadra e mostrou um hotel, não era lá, mas pelo menos o hotel era bom e o recepcionista falava inglês e explicou onde tinha um hostel perto. Ufa!!! Chegamos...rs O hostel era bem simples, mas foi tranqüilo, apesar que no meio da noite um doidão de cueca saiu colocando o farol na cara de todos da cama e acordando, mas como não entendo russo não sei o que queria até hoje, penso que estava procurando a cama dele no quarto errado...kkkkk. Dia 05: Viagem para Novgorod. Nosso quinto dia era dia de deslocar...rs Acordamos cedo e fomos pegar nosso trem para um cidade incrível que foi uma das surpresas inesperadas da cidade. Leia Novgorod.. NÃO POSSO DEIXAR DE PROVAR: Em São Ptersburgo, além da vodka, procure experimentar: Borshch – Prato Tradicional - Sopa de beterraba; Pirozhki – Pastéis que podem ter recheio de batatas, carne, repolho, queijo e até salmão; Shashlyk – São os kebabs russos – com carne e legumes; Okroshka – Bem gostosa - Uma sopa fria com vegetais (pepinos, cebolas, batatas, ovos e carne ou presunto); LIÇÕES APRENDIDAS: 1. Catedral Santo Isaac: Recomendo fazer o passeio completo! A vista na cúpula é linda e indico, inclusive, que esse seja um dos seus primeiros passeios em São Petersburgo, para você ter uma boa idéia da cidade. Visualizando São Petersburgo ao entardecer é um dos maiores prazeres que um viajante pode desfrutar. 2. Museu Hermitage é um dos maiores museus de arte do mundo. 3. Ovos de Fabergé, este museu em São Petersburgo 4. Peterhof, palácio de Pedro o grande 5. Palácio de Catarina, palácio Pavlovsk. 6. Saber o horários das pontes. 7. A mlehor maneira de conhecer a cidade é a pé, epgue um mapa e se aventure. 8. Comida: A mistura de sabores agridoces é comum. 9. Comunicação na Rússia. Escrever
  10. INFORMAÇÕES DE: Julho de 2015. ROTEIRO PARA: 3 dias TIPO DE VIAGEM: Mochilão de férias na Amazônia - Parte I. HOSPEDAGEM: Casa de amiga. SOBRE MANAUS Manaus é uma cidade grande, em torno de 2 MM de habitantes e é a capital do , sendo o principal centro financeiro, corporativo e econômico da Região Norte. Manaus é também uma cidade histórica e portuária, localizada no centro da maior floresta tropical do mundo na confluência dos rios Negro e Solimões, por isso é também uma das cidades brasileiras mais conhecidas mundialmente, principalmente pelo seu potencial turístico e pelo ecoturismo, o que faz de Manaus o décimo maior destino de turistas no Brasil. A minha impressão foi que Manaus é uma cidade bem espalhada, o que difere das demais capitais, o centro da cidade não achei muito atrativo em relação a beleza de arquiteturas, exceção para o magnífico Teatro, símbolo da riqueza da era da borracha, que é espetacular. Há também muita sujeira em algumas ruas, ponto que não agrada a ninguém, mas a beleza desta capital, esta especialmente na sua culinária peculiar de sabor sem igual, e os atrativos de sua floresta, com toda sua fauna, flora e cultura. Viagem completa e mais informações no http://www.queromochilar.com.br ROTEIROS Dia 01: Planejamento e chegada na Amazônia. 20 dias passei por: Presidente Figueiredo, Santarém (Viagem de barco) , Alter do Chão, Belém e Ilha do Marajó. Tudo detalhado no http://www.queromochilar.com.br Uma andança pela Amazônia curtindo a natureza era um sonho antigo, como amante da natureza e engenheiro florestal não podia adiar mais o sonho de conhecer este pedaço tão especial do nosso país. Comecei a planejar a viagem com 3 meses de antecedência, encontrei uma promoção de passagem aérea e resolvi ir para Manaus, com a volta por Belém. Fiz um trajeto que iria conhecer também Presidente Figueiredo, depois ir de Barco para Santarém e conhecer Alter do Chão (Pará), ir de avião para Belém, e fechar a viagem com a ilha do Marajó, isso tudo em 20 dias. Comprei as passagens aéreas com calma e bosn preços, reservei pousadas e analisei a época do ano, que apesar de não ser a melhor, pois os rios ainda estão cheios, era possível fazer tudo que eu planejava. Meu voo saiu de Montes Claros, as 6:00h fez escala em BH, e meio dia peguei o avião rumo a Manaus. Foram 3 horas e voo, e chegamos as 14h (Manaus é uma hora a menos), assim tínhamos o dia todo pela frente. No avião, sobrevoando por horas uma floresta gigante que parece sem fim, eu estava encantado com a imensidão da Amazônia e isso aumentou ainda mais a ansiedade de conhecer a capital da floresta. Quando o avião se prepara para descer, tem hora que da janela vemos só a imensidão do rio, é tanta água, que perdemos até o rumo, não vemos a terra, show de bola. Ao chegar fui recebido por uma amiga da época de adolescência, Heloisa, que fazia tempo que não via, e fui recebido no melhor modo possível. Ela nos levou no restaurante Tambaqui de banda, que tem em vários lugares da cidade e pedimos claro, um Tambaqui de Banda (o peixe cortado ao meio) com baião de dois, farinha Uarani e de entrada caboca enrolada: banana da terra enrolada no pirarucu. Tudo é tão bom, que te aconselharia comer a mesma coisa caso vá neste restaurante. Depois deste almoço "bão demais" fui descansar para a noite dar uma volta pela cidade. Fomos na cachaçaria do Dedé, no Manauara Shopping: Bebemos nossas cervejas artezanais de trigo, mais porção de pirarucu na farinha uarani, porção de tambaqui, e assim fechei o primeiro dia, só bebendo e comendo peixe. Resumindo só tenho dicas de comida pra um dia, o melhor de Manaus...rs. Dia 02: Centro da Cidade de Manaus Acordei e minha amiga me levou direto para tomar um café regional no famoso Café Regional da Priscila, não pude deixar de provar o X-Caboquinho (R$ 16,00), vem queijo, tucumã, e é bem interessante, não sei se diria muito gostoso, gostei, mas não tanto, apesar que comeria novamente sem problemas. Já o bolo de mandioca deste café é de tirar o chapéu. Neste café tem de tudo, vários sucos diferentes, bolos, tapiocas, ou seja, toda a cultura do norte em um único lugar. Éramos para ter tomado o café e feito tudo mais rápido para seguir o conselho da minha amiga de não andar no centro no inicio da tarde, mas atrasamos e entendemos logo o porque do conselho. Minha amiga estava de carro e nos deixou em um ponto chamadoBola da Supram (Bola é rotatória em Manaus) onde o taxi custa 5 reais para o centro. Você fica no ponto, dá o sinal, o taxi para, e assim ele vai pegando mais pessoas pelo caminho até encher, e então de deixa no centro, isso tudo por apenas R$ 5,00/pessoa. Chegando no centro pedi para ficar próximo ao Teatro Manaus, fui então ao teatro e comprei o ingresso R$ 40,00 (inteira - estudante paga meia). O tour no teatro Manaus leva 1 h, e quando chegamos tivemos que esperar uns 40 min para fazer o nosso. Enquanto isso fui para a pracinha da frente, fiquei tirando fotos da bela arquitetura, e derretendo de calor, sério bem que tinham me avisado pra eu não andar pelo centro a tarde, o calor é insuportável, reclamei, reclamei e reclamei e nada adiantou, só fiquei mais soado e mal humorado. Fui então fazer o tour de uma hora dentro do teatro, que estava quente e não tem ar. O Teatro e sua história é bem interessante, mesmo com todo este calor valeu a pena, eu só indico ir no primeiro horário. Sobre o Teatro Amazonas O Teatro Amazonas é um teatro brasileiro localizado no largo de São Sebastião, no centro de Manaus. O teatro, inaugurado em 1896, é a expressão mais significativa da riqueza de Manaus durante o Ciclo da Borracha. A orquestra Amazonas Filarmônica regularmente ensaia e se apresenta em seu interior. O Teatro destaca-se também pelo estilo eclético de sua estrutura e os detalhes únicos de sua cúpula, o que o torna um dos monumentos mais conhecidos do Brasil e conseqüentemente o símbolo mais proeminente de Manaus. Na porta do teatro um intermediador me ofereceu um passeio de um dia com os passeios: Nadar com botos, encontro das águas, conhecer uma tribo e etc... por 140,00 por pessoa. Não fechei na hora, mas sai com o contato dele. Depois do tour pelo teatro, fomos para a feira de artesanato Teneiro Aranha, que funciona todos os dias. Este é o melhor lugar para se conhecer o artesanato de Manaus, que eu achei mais bonito que o de Belém em relação a variedade e preço. E como eu ainda passaria por Belém, deixei para comprar muita coisa lá e me f***. Comprei algumas lembrancinhas e souvinirs e então fui cohecer o Mercadão. O Mercado Municipal Adolpho Lisboa, como todos mercadões é um dos mais importantes centros de comercialização de produtos regionais. Ele foi inaugurado em 1882, e é inspirado no Mercado de Les Halles de Paris. O Mercado está de frente para o Rio Negro e é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional - IPHAN. Não há lugar melhor para se conhecer os peixes regionais, as frutas típicas, algumas que desconhecemos, e observar seus moradores e outras peculiaridades da culinária e cultura da região amazônica. Aproveitei e comprei bombons de Cupuaçu e tomei um açai com tapioca. Tomei o açaí achando que seria igual o que temos aqui no sul e sudeste, mas o de lá é totalmente diferente, e se come com farinha de tapioca, estranhei no começo, mas depois de muito repetir comecei até a gostar..rs. Muitas pessoas comem com peixe frito, o que infelizmente não cheguei a provar. Aproveitei que estava no centro e fui ao porto já comprar a passagem de barco para Santarém. O porto fica bem próximo ao teneiro aranha e no caminho fui chamado a atenção pela polícia pra não ficar dando bobeira com minha camera (rs), então deve-se ter cuidado aqui pelo jeito. Depois da passagem comprada fui na casa das redes comprar a minha "cama" para viagem aé Santarém. Comprei das mais baratas (R$ 35,00), pois iria descartar, mas como esta na terra da rede se quiser uma boa lembrança, esse é o lugar, no meu caso eu ainda ia viajar muito para carregar a rede na mochila então peguei uma baratinha. Depois de feito tudo que queira, e já ficando irritado com o calor, peguei um Taxi e voltei para a casa da minha amiga, pois não via a hora de um banho e ar novamente. A tardezinha do mesmo dia fomos todos ver o por do sol na praia de ponta negra, uma área nobre da cidade, na beira do Rio Negro, que possui uma orla muito bem estruturada, com barraquinhas de sorvetes regionais e comidas típicas, praia e espaço para show, sendo um lugar dez para praticar exercício e curtir um fim de tarde. Aproveitei e jantei um tacacá na barraca "Tacacá da Socorro" e adorei, comi também um pirarucu a casaca, que também é bem gostoso. De sobremesa fui na Glacial, que tinha lido sobre e comi um sorvete de Tucumã e Tapioca, e desta vez não achei muito interessante não pra falar a verdade. Dia 03: Curtindo a natureza em Manaus Acordei cedo e fui direto para o INPA. Entrei logo no primeiro horário as 9h. Sobre o INPA. Entrada : R$ 5,00. Criado em 1952 e implementado em 1954 - o Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (INPA) - realiza estudos científicos do meio físico e das condições de vida da região amazônica para promover o bem-estar humano e o desenvolvimento sócio-econômico regional. Atualmente, o INPA é referência mundial em Biologia Tropical. Os primeiros anos do INPA foram caracterizados pela exploração da área por meio de pesquisas, levantamentos e inventários de fauna e de flora. Hoje, o desafio é expandir de forma sustentável o uso dos recursos naturais da Amazônia. O INPA é um excelente lugar para conhecer mais sobre a Flora e Fauna amazônica. Há um mini zoológico ponde podemos ter contato com os habitantes da floresta como: ariranhas, jacarés e até um tanque com peixe boi. Na parte do bosque da ciência, além de mostrar como é a vida dos ribeirinhos, tem alguns exemplares interessantes da floresta, como a maior folha de dicotiledônea já registrada no mundo, com a dimensão de: 2,5 m x 1,44 m - Folha de Coccoloba. Fiquei em torno de uma hora e meia andando no INPA e vi muita coisa interessante. Do INPA fui direto para o MUSA. Sobre o MUSA Entrada: R$ 15,00 / pessoa - Tem direito a subir na torre e fazer a uma trilha, tudo guiado. O Musa é o jardim botânico de Manaus e foi criado recentemente (2009). Ele ocupa 100 hectares de uma reserva florestal do INPA e sua principal atração é a torre de 42 m de altura para observação da floresta de cima. A trilha para torre leva em torno de 50 min (ida e volta) e para subir os 42 metros de altura para observar o dossel da floresta tem 3 paradas uma a 15 metros, outra a 28 metros e a final já aos 42 metros, onde vemos a imensidão da reserva florestal. Vale muito a pena! Depois de subir a torre fui fazer a outra trilha onde o ponto máximo é encontrar o imenso Angelim Pedra com idade estimada de 600 anos. Sai do MUSA e fui direto encontrar minha amiga que estava me esperando para apresentar o mantenedouro de fauna silvestre (Estância Paraíso) que sua família mantém. Este mantenedouro é um belo trabalho feito pelos seus pais, onde animais resgatados sem condições de retornarem ao habitat natural são mantidos. O xodó do lugar era a recém chegada Anta Antônia, que eu estava doido para conhecer e fiquei apaixonado. Muito simpática a Antônia, fizemos vários selfies rs rs. Para fechar o dia com chave de ouro meus amigos nos levaram para curtir uma tarde totalmente manauara, coisas fora de roteiro turístico. Fomos a um bar flutuante no rio negro (Flutuante da TIA). O Bar flutuante é uma estrutura suspensa no rio e melhor lugar não há pra se refrescar daquele calor infernal, além de nadar você pode fazer SUP e é um lugar bem relaxante, foi um dos dias mais agradáveis desta viagem. Depois deste bar flutuante onde ficamos até anoitece (na verdade fechar rs), fomos para outro bar flutuante, o Amazon, onde continuamos bebendo nossa cerveja, e servindo de petisco para os mosquitos. Como não havíamos comido nada depois que fomos embora ainda paramos em uma famoso restaurante o Bom Prato para fecharmos a noite. Este restaurante chama a atenção pois é todo decorado com fotos e Lps do Roberto Carlos, o dono é obcecado pelo Rei. A viagem continua… acesse o site e veja mais 7 post desta viagem (http://www.queromochilar.com.br) Próximo Relato: Floresta Amazônica. NÃO POSSO DEIXAR DE ... PROVAR: 1- Tambaqui de banda - Hoje o meu peixe preferido. 2- Outros ótimos peixes regionais para experimentar: Matrinchã e Pirurucu. 3- Farinha Uarani. 4- Tome pelo menos um dia café regional. 5- Tomar um açaí com Tapioca no mercado (mesmo que não goste...rs). 6- Pimenta Murupi no Tucupi (No café da Priscila há umas ótimas para comprar). NOTAS: 1- Evite o centro da cidade a tarde. O Calor realmente é quase no limite do insuportável, sério, um dos lugares mais quentes que já conheci, melhor fazer os passeios do centro pela manhã, pois a tarde,não é possível bater perna por um longo tempo, você derrete literalmente e se chove em vez de amenizar parece uma panela de pressão. 2- O ideal para visitar o Musa é reservar de 2 a 3 horas. 3- Os artesanatos mais bonitos que vi na Amazônia estavam no teneiro aranha. 4- Você acha passeios pela floresta facilmente no centro da cidade, não precisando programar nada com antecedência. Há várias empresas oferecendo estes passeios no centro.
  11. Leia outros dois relatos do Egito no Blog : www.queromochilar.com.br
  12. Luxor – Egito INFORMAÇÕES DE: Setembro 2016. ROTEIRO PARA:2 dias. TIPO DE VIAGEM: Tour guiado pelo Egito – 20 dias – Parte I. HOSPEDAGEM: Cruzeiro no Nilo – Radamis II. SOBRE LUXOR. Luxor é uma cidade no sul do Egito, cujo nome significa “campo fortificado”. Luxor é também uma das principais cidades do pais, com uma população de aproximadamente 500 mil habitantes, e esta situada a 670 km de Cairo. Esta importante cidade cresceu a partir das ruínas de Tebas, capital do Império Novo (1550-1069 A.C). A sua riqueza arquitetônica e cultural, fazem desta cidade a mais monumental das que abrigam vestígios da antiga civilização egípcia, por isso, é conhecida como o maior museu ao ar livre do mundo. O Nilo separa Luxor em duas partes: na margem oriental encontramos os vestígios dos mais importantes templos consagrados aos deuses da mitologia egípcia, e a margem ocidental, dedicada aos mortos, localiza-se algumas das mais importantes necrópoles do antigo Egito, e onde foram feitos alguns dos achados arqueológicos mais significativos da antiga civilização, como o túmulo de Tutancâmon, descoberto em 1922 . Planejamento da viagem e Chegada ao Egito. Egito sempre foi o meu maior sonho de viagem, e eu vivia adiando por ouvir que não era a hora, que era perigoso, até que no começo do ano, por acaso eu vi uma postagem no facebook de um guia de viagens que falava português fluente. Lembrando dos perrengues que passei quando fui para Rússia, resolvi consultar este agente de viagens, e pedir ajuda para fazer o trajeto que queria, e ele com conhecimento, me apresentou um trajeto melhor do que eu esperava, e por não ser excursão (que odeio), pensei vou arriscar. Dei uma pesquisada sobre ele em sua página, vi que havia pessoas que o conhecia, que ele já havia atendido até o grupo sepultura, e fechei minha viagem dos sonhos com o Moisés. Loucura, né? Achei ele no face, depositei 35% do valor com antecedência e rezei para ele ser de verdade, e ele era, graças a Deus..rs. Planejei toda minha viagem com ele, que sempre foi muito solicito em tudo, atencioso e gentil, e pessoalmente ele como pessoa e seu trabalho não deixaram a desejar. Moisés faz todo tipo de viagem, no meu caso fiz um tour privado, só eu e uma amiga, mas ele faz excursões em grupos também, e seu tour é bem mais em conta que comprar em uma agencia aqui no Brasil. Comecei minha viagem dos sonhos saindo de Montes Claros as 6:00h com destino a São Paulo, de onde eu partiria para o Egito 1:00 am. Felizmente não tive que esperar este tempo todo a conexão, passei a tarde em São Paulo com amigos e parentes, e depois fui direto para o Aeroporto de Guarulhos. Voei pela Ethiopian Airlines, e foi a primeira vez por esta empresa. Foi um voo não muito tranqüilo, tinha muita criança e foi um choreiro só, mas a empresa em si é boa, e teve alimentações bem gostosa (Na ida). Eles também tiveram o cuidado de na compra da passagem identificar restrições alimentares, o que pra mim, que tenho um pouco de intolerância a lactose foi um grande diferencial. O voo faz uma parada depois de 7 horas de voo em Lomé (Capital de Togo, já na África), onde abastece e pega mais passageiros, depois voa por mais 5 horas até Addis Ababa, capital da Ethiopia, onde trocamos de aeronave e são mais 3 horas até Cairo. Foram umas 17 – 18 horas de viagem até chegar em Cairo, cheguei em torno de 1h30min am, o fuso horário em Cairo nesta época do ano são de 5 horas a mais em relação ao Brasil. Quando cheguei no aeroporto de Cairo, corri para o banheiro, e adivinha a primeira coisa que me aconteceu, me pediram gorjeta. Na hora mesmo já percebi que tudo que li na internet sobre as “propinas” era a mais pura verdade, e ao longo dos relatos vou descrevendo as várias situações que encontrei. Chegando na saída já fui recebido pelo agente enviado pelo Moisés, meu guia, que foi me ajudar a tirar o visto, encontrei também minha grande parceira de viagens Luana. Quando damos entrada no país, não passamos por guichês, e no próprio corredor preenchemos o papel de entrada e somos abordados pelos agentes que nos fazem as perguntas de sempre: Onde vamos? De onde somos? Onde vamos ficar? O que estamos fazendo aqui? etc… Este agente enviado por Moisés me ajudou nesta entrevista, e depois foi comprar meu visto. Paguei $ 35 Dólares no visto. Não há necessidade nenhuma de tirar visto com antecedência para ir para o Egito, mas como as coisas sempre mudam é sempre bom pesquisar. Como iríamos de Cairo diretamente para Luxor, tivemos que esperar até as 6h00min am para pegar nosso voo, e este agente enviado acabou que foi útil para ganharmos tempo procurando a EgyptAir, e também acabamos trocando com ele $100 dólares a um câmbio de $1 -> 9 Libras Egípcias (L.E), um pouco melhor que o oficial, que era 8.8, e descobrimos isso só depois, na hora que trocamos ficamos apreensivos, e por isso mesmo trocamos só $100. ROTEIROS Dia 01: Luxor. O voo partindo de Cairo tem duração de 55 min, e as 7:00 h chegamos em Luxor, onde fomos recebido por outro Mohamed, de apelido Samura (Quase todo mundo no Egito chama-se Mohamed…rs), um guia excelente, simpático e que entende muito de história do Egito. Foto: Chegando em Luxor é possível observar o contraste do deserto do Saara e a vida surgindo próximo as águas do Nilo. Ainda bem cansados da viagem e “fedidos”…rs, fomos direto conhecer o Templo de Karnak, o maior do mundo, com construções pertencentes a 13 reis diferentes desde o século 19 A.C. Sobre o Templo de Karnak (Valor da Entrada: $ 80 L.E). Karnak, é o principal templo destinado ao Deus Amon-Rá, sendo um enorme complexo de santuários, resultado de mais de 2 mil anos de construções, onde cada rei que assumia construía mais uma parte. Este templo também foi por séculos o principal local de culto aos deuses de Tebas (antiga Luxor). O Templo é balizado por uma série de pátios e pilares, a sala hipostila possui uma verdadeira floresta de 134 colossais colunas em forma de enormes papiros com 21 m de altura e 4 m de diâmetro. Numerosos edifícios secundários completam o grande templo de Amon-Ra, como: capelas de Osíris, templo de Ptah, templo de Opeth etc… Na minha cabeça, para ir a um templo deste eu ia sair da cidade, mas para a surpresa não, ele estava praticamente no meio dela. O acesso de carros a estas áreas são restritos e já de cara, observamos que o nosso guia nos identificou como turistas brasileiros, e isso aconteceu na maioria dos templos, e é bom ver que estão cuidando da segurança destes lugares tão especiais. Quando chegamos ao templo, a primeira coisa que fomos entender foi a sua estrutura através de uma maquete, e depois de uma incrível aula do Samura fomos , conhecê-lo. Na entrada do Templo, com as várias estátuas de cabeça de carneiro eu já estava feliz e tirando várias fotos, até que entrei na sala com colunas gigantes em formatos de papiro e não conseguia parar de pensar, como aquilo devia ser lindo na época, e entendi o por que lá era o maior templo do Egito. Tudo simplesmente fantástico. Sobre o Tempo de Luxor (Valor da Entrada: $ 60 L.E). Ainda encantados com a grandiosidade de tudo que vimos, fomos direto para o Templo de Luxor, bem próximo ao de Karnak, a aproximadamente uns 3 km. O Templo de Luxor foi iniciado na época de Amenófis III e aumentado mais tarde por Ramsés II. Este templo é o único monumento do mundo que contém em si mesmo documentos das épocas faraônica, greco-romana, copta e islâmica, com nichos e frescos coptas e até uma Mesquita (Abu al-Haggag). Assim como Karnak, este templo era dedicado Amón e sua esposa. No século II, o templo foi ocupado pelos romanos, e depois foi sendo abandonado gradualmente. O templo foi coberto pelas areias do deserto, até que em 1881 o arqueólogo Gaston Masperore o descobriu . Para iniciar a escavação a vila que entretanto tinha crescido perto do templo teve de ser retirada, apenas permanecendo uma mesquita, construída pelos árabes. Após esta manhã incrível de muita história fomos para o nosso barco fazer o check in. Recebemos um suco de Karkade (Hibisco), muito bom, que é a bebida de boas vindas no Egito, e até que enfim pude tomar um banho e me esbaldar no excelente almoço do barco, além de dormir até o horário da janta, e nos preparar para madrugar no próximo dia. Dia 03: Luxor. Acordamos as 3:00 a.m para o ver o sol nascer em um balão. Quando fechei minha viagem este voo estava incluso, mas para quem for sozinho este voo custa $ 110 dólares. Saímos do barco com nosso café da manhã pronto (preparam um lanche para levarmos se solicitar), e fomos para o ponto de encontro. Para chegar até lá vamos de carro até um barco, de onde atravessamos o Nilo para outra margem. Na outra margem, mesmo a esta hora já tinha algumas crianças pedindo gorjeta, acabei dando parte do meu café para elas. Como chegamos bem cedo vemos toda a preparação dos balões, e para mim era novidade, tirei muita foto e filmei muito. Tudo pronto subimos, e vamos sobrevoando o vale dos reis, o templo da rainha Hatshepsut e colossos de Memmón, até surgir como uma bola de fogo o Sol, e proporcionar um nascer muito especial para ser lembrado para sempre. O voo de balão dura em torno de 50 min, e é muito quente, fiquei até meio “pururucado”…rs, este é o único desconforto, ainda mais por estar no Egito, mas vale o calorzão. Terminado o passeio fomos direto para os Colossos de Mêmnon, um passeio rápido com mais explicações de história . Os colosssos são duas estátuas gigantescas do faraó Amenófis III. Estas duas estátuas eram entendidas como guardiãs do templo funerário do faráo. O templo tinha cerca de 385 000 metros, sendo um dos maiores da Antiguidade, mas foi completamente destruído devido às inundações do Nilo e à extração de materiais. Logo depois seguimos para o vale dos reis, o lugar onde eram sepultados os faraós. Sobre o vale dos Reis: ( Valor de $ 100 L.E) No vale do rei estão 62 tumbas descobertas, sendo que o ingresso da direito a entrada em três tumbas, e a mais famosa a de Tutancâmon temos que pagar a parte mais $100 L.E ( aprox. R$ 40 reais). Não ficam abertas as 62 tumbas para visitação, elas se revezam no intuito de preservá-las. Quando entramos no vale dos reis, vemos uma maquete interessante que nos explica, como é o complexo, e depois deste ponto, nada mais de fotos. As três tumbas que visitei foram: Horemseb, Merenptah e Ramsés IV. Estas tumbas tem amplo corredores, com as paredes todas pintadas contando a história dos faraós, até chegar ao local onde ficavam os sarcófagos, em nenhuma delas há tesouros ou múmias, somente as pinturas bem preservadas. Antigamente os faraós eram enterrados com toda sua riqueza e com tudo o que pudessem utilizar na sua vida após a morte, por isso muita destas tumbas foram saqueadas. Os guias são proibidos de entrar junto nas tumbas, e na entrada de todas elas, ainda mais que estavam vazias quando fui, somos perseguidos pelos guardiões, que não param de nos seguir querendo gorjetas. Tentamos até não dar muita atenção a suas explicações para não ter que pagar, mas não tem jeito, na hora de sair te abordam e querem um “dinheirinho”, e reclamam se der coisa pouca. Eu optei por entrar na tumba de Tutamkamon e não me arrependi, pois foi muito interessante vê-lo ainda bem preservado, seus pés com dedos compridos, suas mãos, dentes, dá pra observar cada detalhe, e no dia que fui estava só eu e ele. Pena que não tirei fotos. Após a visita, passamos por uma loja de suvenir feitos com pedras, na tentativa de que gastássemos nosso dinheiro, mas começo de viagem ninguém quer carregar peso na mala, tudo muito lindo, mas foi só pra ver mesmo e Logo depois fomos já para o belo Templo de Hatshepsut, a única mulher faraó que governou o país. Sobre o Tempo de Hatshepsut: (Valor da Entrada: $ 50 L.E). O Templo de Hatshepsut, é um dos mais belos do antigo Egito. Foi construído por ordem da rainha-faraó Hatshepsut para ser seu templo funerário. Hatshepsut foi uma das mulheres mais poderosas da antiguidade, mais poderosa do que Cleópatra e Nefertiti. Voltamos para o barco para descansar e partir com destino a Edfu, onde continuo o relato. Roteiro da viagem: Próxima parada: Edfu. NOTAS: 1- Luxor é uma cidade que vive muito do turismo, e assim como todo o Egito, hoje esta com o turismo em baixo, com ótimos preços. 2- No Egito te pedem gorjeta para tudo. Fujam das pessoas que te seguem, e ande sempre com trocado. 3- Luxor não parece ser uma cidade com muitos atrativos, penso que a melhor maneira de conhecê-la é desde mesmo modo, fazendo o Cruzeiro no Nilo. Post e demais histórias: http://queromochilar.com.br/egito/luxor-egito/
  13. Caros amigos. Infleizmente não posso mochilar por mais de 30 dias, sendo o mochileiro assalariado, pois não abro mão da minha vida profissional e passo 12 meses trabalhando para me perder no mundão 1 mês inteiro. Faço isso todos os anos, e com esta experiência ajudo você em meu blog com dicas, tours, trilhas, trekking etc... Blog: http://www.queromochilar.com.br Siga nosso tópico, clicando no seguir tópico.
  14. Desta vez não fui de mochila e fui com outro objetivo, uma viagem curta de Carnaval para ficar noivo, mas vou relatar minha experiência para ajudar os outros viajantes e mochileiros que usam o site para trocar experiência, já que sempre pesquiso tudo aqui..rs! Mais fotos e informações na minha página do face que convido todos a curtirem: https://www.facebook.com/clickspelomundo?ref=hl Qualquer dívida específica que puder ajudar, me escrevam por mensagem na página do face que retorno, ok. Vamos lá... Dia 14: GUA – SP para EZEIZA – Buenos Aires. Fiquei muito tempo pesquisando passagens para Buenos Aires, e na Black Friday em novembro vi a melhor opção comprando um pacote pelo Hotel Urbano, onde estava R$ 1.450 por pessoa, e incluía: 4 diárias em Hotel 3 estrelas, Passagem Ida e Volta, translado e 1 City tour. Voo: Pela Turkish Airlines, uma empresa turca, avião e serviço de bordo excelentes. Saiu tudo dentro do previsto: 3 horas de viagem, e chegando em Buenos Aires fomos de bus para o Hotel Gran Orly. Não gostamos muito do hotel, mas era bem localizado, e pelo preço que conseguimos era de se esperar, o pior do hotel era o cheiro de mofo do carpete. Chegamos no Hotel meia noite, e fomos dormir, pois no outro dia íamos fazer muita coisa. Dia 15: Buenos Aires. Já que estava pago, saímos com a agência para fazer o city tour e ganhar tempo, assim passamos por vários pontos e bairros: La Boca, Estadia La Bamboneira (Não entramos pois estava tendo jogo), meia hora de parada no Caminito para compras e fotos, depois fomos passando por outros bairros e ouvindo instruções da guia, paramos na Floralis Generica para fotos, e em frente está a bela universidade de direito, depois fomos para casa rosada, onde de domingo tem visita guiada e gratuita, mas para quem tiver paciência para a fila, que cada grupo espera 40 minutos. Descemos do city tour na praça 25 de maio, a que fica em frente a Casa Rosada, pois ao lado tem a feira de San Telmo, todos os domingos, bem legal pra comprar lembrancinhas e outras bobeiras. Andamos toda a feira de San Telmo, até a Plaza DORREGO , onde paramos para matar a saudade do Chorizo com papas no restaurante Todo mundo. Depois fizemos o trajeto da feira novamente, voltando ao ponto de partida – Casa Rosada, no caminho fechamos o passeio para o Zoo Luján, em um Kioske de uma agência que estava 50 reais mais barato que o passeio oferecido pela agência que fez nosso translado (Qualit Travel), ficamos preocupado em fechar passeio na rua, mas deu tudo certo. Depois de chegarmos novamente na praça 25 de maio e descansarmos um pouco, e entramos na Catedral Metropolitana, que é muito linda, e depois caminhamos até o Obelisco, onde tiramos mais fotos e bebemos uma cerveja, então fomos caminhando até nosso Hotel. A noite saímos de taxi para comer no Restaurante Siga La Vaca, que é barato comparando o mesmo serviço no Brasil, saiu em torno de 50 reais um rodízio com carnes, sobremesa e um litro de bebida a escolher (cerveja, refri) ou 1 vinho. Depois da janta, já umas 22 horas fomos caminhar pelo Puerto Madero, fomos andando até a Puente de La Mujer, caminhar a noite no Puerto Madero foi tranqüilo, estava preocupado, mas estava bem movimentado e tem muitos bares e restaurantes e foi um passeio bem agradável. Dia 16: Buenos Aires Íamos fazer o passeio do Tigre, mas a agencia nos esqueceu e remarcou para quarta, então ficamos até 10:30 da manhã esperando e perdendo tempo. Depois fomos de Taxi conhecer o Jardim Japonês, onde paga 50 pesos para entrar, um lugar bem bonito e agradável , depois fomos andando rumo ao Jardim botânico, no caminho vimos a sorveteria Freddo e aproveitamos para tomar um cucuruchu de Dulce de Leche, simplesmente perfeito, chegando no Jardim Botânico por ser segunda –feira fomos informados que estava fechado para visitações. Decidimos ir conhecer o cemitério da Ricoleta, visitamos o Túmulo da Evita, e depois andamos um tempo na feirinha que tinha na praça em frente e entramos numa galeria que fica ao lado, almoçamos na Hard Rock Café, comemos um sanduíche bem gostoso e compramos um boné e camisetas na loja, pois estavam convertendo o peso a 4,5, ou seja 1 real = 4,5 pesos, e na rua estávamos comprando a 4, sendo assim pagamos em reais. Antes de ir embora, a umas 10 quadras do cemitério tem a livraria El Ateneo, com uma arquitetura incrível, vale à pena conhecer. As 20:00 horas passaria o translado para o Señor Tango, então fomos para o hotel. Muitos falam que o Señor Tango é mais teatral, mas é o melhor, por isso escolhemos ele, e realmente é uma apresentação bem bonita e emocionante, pagamos carinho, R$ 270 por pessoa, com jantar ( entrada, prato principal e sobremesa), bebidas e o show. Indico e repetiria o show! No final do show voltamos para o hotel com o translado. Dia 17: Zoo Luján. Saímos as 9:00 horas do Hotel, com destino a Luján, uma cidade a 60 km de BsAs para conhecer o famoso Zoológico. Havia lido relatos sobre maus tratos dos animais deste zoológico, e quase não fui, mas resolvi ir, pois minha noiva queria muito, então, chegando lá já nos orientaram para ir primeiro na fila dos mais concorridos: Leão, Tigre e Filhotes. Esperamos em cada fila 40 minutos em média, e é bastante desgastante ficar tanto tempo em fila, pra ficar 1 minuto na jaula com o Animal dopado para tirar uma foto, e hoje depois de ver, eu realmente acredito que os animais são dopados, o tigre nosso estava até com a língua pra fora praticamente desmaiado no chão, e o leão de olhos fechados de tão sonolento, a sensação de passar a mão em um animal deste é bem legal, mas acho que não paga tanta judiação, hoje não recomendo ninguém ir ou colaborar com isso, me senti mal, contribuindo com este espetáculo. Depois das filas, ainda fomos na cobra, araras e elefante: os únicos que não são dopados e que ficam o dia todo fazendo a mesma coisa... coitados. Foram só 2:30 no Zoo, quando fechar com a agencia combine a quantidade de horas, pois esse tempo foi muito corrido para conhecer tudo, tem que ser pelo menos 3 horas, e na saída passamos por Luján para ver a Catedral de Nossa Senhora de Lujan- padroeira da Argentina, que é linda, tiramos fotos e voltamos para Buenos Aires. A agencia nos deixou próximos ao famoso Café Tortoni, antes de irmos para la estávamos com fome e comemos umas empanadas baratas em uma lanchonte próxima e pegamos uma fila de uns 30 minutos para entrar no CaféTtortoni, onde tomamos um café gelado perfeito, acompanhados com Churros com o melhor doce de leite do mundo (desculpe MG)...rs. Dia 18: Passeio no Tigre. Saímos as 9:00 horas para a região metropolitana de BsAs, para conhecer o Delta do Tigre, é interessante o passeio, cultura nunca é demais, mas não achei nada tão extraordinário, apesar de tudo recomendo. Passeamos por uma hora e ouvimos as explicações de como funciona o delta, como as pessoas vivem por lá, então voltamos para BsAs, e descemos na Florida, como era nosso ultimo dia, aproveitamos para comprar coisas: Famacity: Cosméticos bem baratos, a Ana fez a festa! RS RS. Carrefour: doce de Leite Sereníssima. Entramos na Galería Pacifico, que é linda e estilo as galerias da Europa, mas não compramos nada . Descemos pra despedir e almoçar no Puerto Madero, almoçamos muito bem em um bom restaurante : Madero, por 37 reias a vontade, excelente este lugar! Então a noite fomos pra o aeroporto, descobrimos que o vôo foi cancelado, e esta história melhor não entrar em detalhes, tudo estava perfeito demais e foi. BsAs me surpreendeu, sempre achei que era exagero das pessoas, mas como conheci já alguns países achei que não ia achar lá estas coisas, e fiquei apaixonado por esta cidade, realmente um lugar romântico e lindo!!! Dicas importantes: 1- Ouvimos, vivenciamos e presenciamos que é normal as agências esquecerem ou remarcarem as datas que fecham os passeios, então cuidado, e tentem fechar sempre com a mesma. 2- Taxi é bem barato. 3- Taxistas dão uma de “João sem Braço”: você entrega a nota, eles falam alguma desculpa (na minha disse que estava rasgada) e devolvem uma outra nota falsa e fica com a sua verdadeira, e eles devolvem o troco. Geralmente fazem isso com notas grandes de 100 pesos. 4- Taxistas não gostam e reclamam que paguem em Real. 5- Esta ocorrendo um golpe também que jogam água em você e enquanto você fica distraído procurando o motivo, eles furtam objetos na sua bolsa. 6- Sempre perguntem a taxa de conversão quando consumir em restaurante, lojas etc... as vezes está mais barato que o cambio que fez na rua, e compensa pagar em real. 7- Por podermos em vários lugares pagar nas 3 moedas(Pesos , Real e Dolar), não troque todo seu dinheiro, vá utilizando de acordo com cada situação e em qual moeda compensa pagar. Lembre-se que o cambio paralelo sempre é mais vantajoso que o oficial. 8- O cambio, pode ser feito facilmente na Florida, tem muita gente oferecendo, fiz lá, e não tive problemas. 9- Penso que vale a pena comprar o Senor Tango antecipado e pela internet. 10- Não aconteceu nada conosco, mas vale lembrar que em Buenos Aires tem muitos furtos, então sempre de olho nos pertences.
  15. José Eduardo, recomendo a agencia sim. Comigo pelo menos fizeram tudo que combinaram, não tive o que reclamar. Mas em La PAz, tem muitas na rua caso queira deixar pra fechar por lá. Sim, viajei sozinho até o Equador. Foi tranquilo, até lá, pois lá tive um "problemão"...rs Abraco
  16. Valeu demais... estou querendo ir na pascoa e seu relato me ajudou muito!
  17. Oi... então, nos só tinhamos pesquisado os passeios que queriamos fazer, sem fechar com agencia nenhuma.. a ideia era fechar lá... e eles fecharam tudo no dia mesmo.. disseram qye tem muitas agencias lá e foi tranquilo.
  18. Priscila... Esta empresa é muiot boa, e relativamente barata... eu não arriscaria outra! Pode confiar...rs Boa viagem,... e lembre-se sempre.. vc esta viajando na America Latina, não na europa!! Cautela e desconfiança sempre... ( eu esqueci disso...rs)
  19. Terminei o relato: parte-ii-peru-e-equador-1-dia-triste-t102918.html Quanto aios gastos, gastei em torno Bolivia e Peru, uns R$ 5.000 - Tudo!!! se quiser, me mande seu e-mail na minha pagina (endereço no inicio do relato), que te envio minha planilha de planejamento que fui colocando os custos, ok. Abraço
  20. Desculpem! demorei demais pra entrar aqui...rs então respondendo as duas perguntas. fui de carro, moro em Montes Claros, deu 1.200 km... encontrei lá um casal de amigos que vieeram de SP por Brasilia, e alugaram um carro em Brasilia... O nosso carro se acabou na estrada entre São Jorge e Alto Paraíso. eu vi que na cidade tinha algumas agencias que tinha o transporte e levavam o pessoal no seus bugs... mas não procurei saber questão de preso e disponibilidad, entao nao sei como funcionaria, mas sei que é possivel. ok. Abraço
  21. Parte II – Depois da Bolívia, vou continuar minha história, mas agora pelo Peru e um dia no Equador. Todos os registros, experiências e dicas, também compartilho na minha página no face, que convido todos para curtirem, e caso queiram alguma dica desta viagem ou de outros lugares dos álbuns da página, é só escrever por mensagem. https://www.facebook.com/clickspelomundo?ref=hl Meu planejamento inicial era passar por 3 países em 22 dias: Bolívia: La Paz e Copacabana – Já relatado (bolivia-la-paz-e-copacabana-t102533.html) Peru: Puno, Cuzco e região do vale sagrado, Nazca e Lima. Ecuador: Quito / Laguna Quilotoa – Ia pra Galápagos, mas um assalto e uma cirurgia me impossibilitaram. Dia 05- Data 17/09/2014 – Puno. Após passar a manhã toda conhecendo Copa, peguei o ônibus da agencia de viagem que fechei em La Paz com destino a Puno. O ônibus sai de Copa as 13h e chega em torno das 17 horas na rodoviária de Puno. Passar pela aduana é Tranquilo. Na rodoviária tem um guia esperando que te direciona a uma van que te leva até o porto, de onde parte o barco para as Ilhas Uros. A viagem a Uros leva uns 40 minutos, e é tranquila, vamos escutando a história da região e passa rápido. Chegando nas ilhas flutuantes somos apresentados a cultura local, como viviam, o que comiam, a história, e como constroem as ilhas, tudo muito interessante e apresentado pelo nosso guia, que após as explicações nos libera para fotos e para comprar os artesanatos locais. Vão te assediar muito, então se não tiver afim, já vai saindo fotografando para não te prenderem e constrangerem. Vemos o entardecer da ilha e em torno das 19 horas estamos novamente na rodoviária. Peguei um ônibus no mesmo dia as 22h para Cuzco. Conheci no passeio um casal pernambucano e conversamos muito até dar o horário. Tinha comprado minha passagem com antecedência e pelo site da empresa Cruz der sur – dita a melhor do Peru e acredito, pois é muito boa!! Tem refeição, TV com filmes... excelente. Achei Puno uma cidade feia e fedida! Eu não recomendaria pernoitar lá. Para quem esta de passagem, ou vai pra Copacabana ou sobe o Peru espere o próximo destino pra dormir. Não via a hora de um banho, tinha subido o calvário de Copacabana, andado pela cidade, fiz as ilhas Uros com todas minhas malas, mas banho agora só em Cuzco. As 5:30 cheguei em Cuzco. Dia 06- Data 18/09/2014 – Cuzco. Esperei até umas 6:30 , tomei café na rodoviária da Cruz der Sur, que é bem limpinha e bem localizada, estava achando que o Taxi ia ser uma fortuna, e quando fui ver 10 soles até o hostel que eu estava ou região da Plaza e Armas. Fiquei no Intro Hostel, tinha visto a indicação na revista viagem e turismo, e recomendo, adorei o clima do hostel e tudo nele! Bem bacana! Não é 100%, mas é um bom hostel! Tinha programado este dia pra definir meus dias na região. Andei na rua, pesquisei em umas 3 agencias como ir pra Machu Picchu e fazer o vale sagrado e acabei fechando com a agencia que ficava no próprio hostel. Cometi um erro, comprei a passagem pra Macchu Picchu e não comprei a passagem de trem, e ficou complicado de fechar minha programação, assim, acabei tendo que pagar caro e mudei tudo que havia programado. Depois fui curtir a cidade: Andei por tudo, as igrejas, Plaza de armas, mercado, e o único museu que fui foi o INKA, que não está no bilhete turístico. É 10 Soles e bem legal, tem múmias lá dentro, bem interessantes! Comi o Cuy, prato típico, na verdade o que chamamos de porquinho da índia, fiquei com nojo, confesso, mas estava bem bom. Comprei muitas lembrancinhas. Depois fui em um mercado e direto para o hostel e dormi, que no outro dia ia pro Vale Sagrado. Dia 07- Data 19/09/2014 – Vale sagrado. No passeio, passamos por feiras antes para sermos incentivados a comprar, e é mais barato que Cuzco. Arrependi das compras anteriores... rs! Primeira Parada Pisaq: Pisaq é o lugar pra se comprar prata. Passamos nas lojas, conhecemos o processo de fabricação dos artigos de prata e somos incentivados a comprar e compramos... rs! Prata da boa. Pechinche sempre, dá certo! Antes de entrar no sitio arqueológico de Pisaq vc compra o boleto turístico completo por 130 soles, ou parcial 70 soles, como não ia ter tempo pra fazer o city tour completo de Cuzco, comprei o Parcial, que era os passeio do dia mais Morays, que iria no Domingo. Este boleto parcial vale por dois dias consecutivos e ninguém avisou, e eu comprei, já o boleto completo vale por 10 dias. Após as explicações do guia saímos pra conhecer as ruínas por uns 40 minutos. Segunda parada: almoço em Urubamba: eles param em um restaurante pra almoçar a vontade por 20 soles. Dois brasileiros que conheci lá e leram um relato e comprovaram pra nós, fizeram o teste de fingir que não ai almoçar no restaurante e na saída eles foram abordados por funcionários que ofereceram o almoço pela metade do preço. Terceira parada Ollamtaytambo: As ruínas de Ollamta são enormes e muito lindas. Vale a pena. Mais histórias Incas. Quarta Parada: Igreja de Chinchero. Aprendemos mais sobre a cultura e o sincretismo religioso da região e suas marcas. O passeio todo foi das 9:00 até as 20:00 – um dia cansativo mais produtivo! Dia 08- Data 20/09/2014 – Machu Picchu. Foi extremamente cansativa minha ida pra M.P e minha falha no Peru. O plano inicial era ir de Ollamtaytambo, as 19:00 depois do passeio do Vale e dormir dois dias em Águas Calientes e subir Huayna Pichu, mas por falta de bilhete de trem, tive que mudar minha programação. Sai as 3:30 de Cuzco rumo a Ollamtaytambo, as 6:10 peguei o trem pra Macchu Picchu. É muito caro o trem $ 100 dolares (ida e volta), mas tem outras alternativas mais baratas e menos cômodas, mas eu não tinha tempo a perder. O caminho é lindo demais, e chegamos as 7:40 em Águas, e as 8:25 subi rumo ao santuário, em uma estrada incrível! As 9:00 comecei com um guia o tour por Machu P, e fiquei lá a manha toda, meu ingresso para subir Huayna era para as 7:00, então perdi! Depois das explicações, fiquei andando admirando as ruínas e fotografando.. É lindo e incrível, ver como é perfeita a engenharia e conhecimento dos Incas e a escolha do local, cercado por montanhas. Para descer de bus pra Águas Calientes são $10, foi uma surpresa pra mim. rs Cheguei umas 14:00 horas, almocei e fui conhecer e fotografar águas Calientes. Bem interessante a cidade. Encontrei os amigos paranaenses que havia feito no passeio do vale sagrado e fiquei tomando umas com eles até meu trem, que era só as 22h pra Ollamta, de onde peguei uma Van da Agencia até Cuzco. Cheguei as 1:37, quase 24 horas acordado!! Mas que dia perfeito! Dia 09- Data 21/09/2014 – Morays e Salinas de Maras. Passeio mais curto: das 9:00h as 15:00. Primeiro, fomos conhecer as salinas de Maras, um local bem interessante de extração de sal de um curso d’água de concentração de sal de 50%. Segundo: Ruínas de Morays para entender a agricultura dos Incas. Muito interessante o conhecimento deles de agricultura! E entender como funciona o desenho. Meu boleto turístico estava vencido, fiquei preocupado de observarem, mas não observaram e eu passei e não precisei comprar outro! Não penso que sacaneei, pois ninguém me orientou que ele era válido por 2 dias. Chegando em Cuzco, almocei e arrumei a mochila pra ir para rodoviária. As 18 horas tinha bus pra Nazca. Comprei antecipado Cruz der sur. Dia 10- Data 22/10/2014 – Nazca. Viagem longa de 14 horas sem parada, e quando o dia amanhece vemos o perigo que é a estrada, muita curva fechada e os ônibus tem que curvar buzinando pra alertar, e as vezes parar para dar passagem a outros veículos, o trecho é de arrepiar! Cheguei cedo na cidade e logo fui abordado e me falaram $ 80 o voo, como tinha lido $ 95 o preço dos voos achei um bom negócio, mas era tocaia RS RS ! Como eu estava desesperado por um banheiro e cheio de malas também nem quis pesquisar pela cidade, aceitei! Depois de muito tempo no banheiro, algo que foi constante no Peru e Bolivia, sai pra negociar com o cara. Daí veio a história, $ 80 é um avião maior, que vc pode não ir à janela, o menor de 5 pessoas é $ 150, reclamei e fechei com ele $ 115, mas com café da manhã, e eu ficaria no hotel em um quarto até o horário do meu bus que é as 23 h. No aeroporto percebi, e depois a tarde lendo nos avisos, que eu devia ter ido direto da rodoviária para o aeroporto e lá ter fechado o passeio ou ido em uma agencia, mas meus problemas intestinais me fizeram ter pressa e na verdade aquela hora pagava qualquer coisa por um banheiro, mais que pra ver as famosas linhas. Rsrs Fui pro aeroporto, lá assistimos um vídeo do National G. de uns 40 min sobre as linhas, e depois sobrevoamos em uma aviãozinho de 5 pessoas, que chacoalha e dá muita tontura por uns 20 min, devemos sobrevoar uns 12 desenhos... é legal de se ver! Pra quem ta sem grana, tem uns mirantes no deserto que vc sobe e pode observar alguns dos desenhos, mas nada como sobrevoar. Depois do voo andei pela cidade, almocei e consegui trocar minha passagem das 23h para as 16h, não quis ficar mais na cidade e fazer os aquedutos, pois tinha muitos dias ainda de férias e Cuzco me quebrou.. também Nazca em si não é uma cidade atraente! Dia 11- Data 23/10/2014 – Lima. Cheguei de madrugada em Lima, e antecipei minha diária no Hostel Pariwana, já no caminho de Taxi pela cidade fiquei surpreendido, Miraflores parece Europa! É linda, limpa e organizada! O Hostel Pariwana foi o dos melhores que já fiquei, e olha que já fiquei em hostel em 14 países, sou rodado! RS Muito bom mesmo. Sai no dia pra conhecer a agradável Miraflores pela manhã: Praça Kenedy, toda Orla, com o Parque do Amor e do Farol, Lacomar Shopping, e na parte da tarde por 30 soles, fui de Taxi para o centro histórico ver o palácio do governo, Praças famosas etc.. A noite fui apresentado a Lima por um Peruano amigo de uma amiga, que me levou ao bairro Barranco um bairro boêmio e cheio de vida, gostei muito! Mas era terça e estava vazio. E conheci outros pontos da cidade! Lima é linda e surpreendente! Dia 12- Data 24/10/2014 – Lima. Meu último dia no Peru conheci o centro arqueológico de Miraflores, bem interessante, andei mais por Miraflores, e fui comprar coisas que estava precisando. No fim da tarde rachei o taxi com uma Holandesa até o aeroporto, onde as 21:20 eu ia pegar o voo pra Quito. Neste mesmo voo, encontrei o meu amigo de tempos de facul, que ia continuar a viagem comigo! Agora com companhia. Dia 13 - Data 25/10/2014 – Quito – Laguna Quilotoa. Chegamos em Quito de Madrugada, e logo pegamos um Taxi até o Vibes Hostel, nosso próximo destino. O aeroporto é bem longe e da $25. Taxi no equador é barato! Como íamos acordar as 5:30, encontramos mais uma amiga na entrada do hostel e já fomos dormir. As 6:10, pegamos a excursão que pagamos a empresa Gulliver que fechamos do Brasil, um passeio para Laguna Quilotoa. Um lugar longe 150 km de Quito, e este passeio leva o dia todo! Até chegar no passeio, passamos pelo interior do pais, conhecendo mercados de animais, artesanatos, verduras etc... tudo muito típico, mas achei que ficamos tempo demais nestes passeios, sendo que preferia gastar mais tempo na Laguna! Conhecemos também como vivem os índios do Equador. Chegando na Laguna não tem como não se impressionar! É lindo demais... A descida é muito difícil, escorregadia, cheio de areia e pedra, temos que descer nos apoiando, quase caindo toda hora, e subir, meu amigo, pior ainda! Achava que o calvário de Copa foi difícil, nem se compara a isso, ainda mais a quase 4.000 m de altitude. Descemos eu e meu amigo até a beira da lagoa, na hora de subir, tem a opção de subir com mula por $10, optamos por voltar a pé! Que burrice! Meu amigo arregou na metade, quando viu uma mula sobrando com um dos caras e pediu pra subir com ela. Eu não tive opção, continuei subindo, foi muuuuuuito difícil, achei que não ia dar conta! São apenas 2 km, 4 km ida e volta, mas muito íngreme e na altitude, além de escorregadia, é difícil! Mas dei conta e fiquei todo orgulhoso. Morto de cansaço e sede, fui recebido com o almoço muito bom! Conheci outros vários brasileiros, e foi um dia bacana demais. Voltamos então pra Quito, e chegamos umas 20:00 h, decidimos eu, meu amigo e amiga das antigas do Brasil e uma nova brasileira que conhecemos ir direto para um bar! Nem tomar banho, pois estávamos cansado, fomos então.. comemos porção e bebemos cerveja, meu amigo foi um pouco mais cedo para o hostel e ficou eu e a Luana, esperando beber mais uma para ir. Fechamos a conta aproximadamente meia note e meia e fomos embora a pé pro hostel, que fica bem próximo. FIM DA VIAGEM! – TRISTE E SEM GALÁPAGOS. No meio do caminho, a uns 20 m do hostel, percebi que íamos ser assaltados, olhei pra minha amiga e gritei “corre que a gente vai ser assaltado”, e eu não corri, fiquei, pois se corresse eles pegariam ela, que eu corro mais, e eu não ia conseguir ver, como homem e amigo, ela ser roubada por aqueles vagabundos sem fazer nada. Os 5 voaram em cima de mim e a menina tentou correr atrás da Luana, só que ela correu e deu uns tapa pra trás e ela desistiu, Lu saiu ilesa e chegou até o socorro. Enquanto me assaltavam pra me derrubar quebraram meu joelho, e quando cai saquearam todos meus bolsos, e rasgaram até minha calça. Uma mulher de rua começou a gritar, e o fato da Luana ter fugido fez com que eles fossem rápidos, nem observando que eu estava de mochila. Perdi meu iphone e levaram minha carteira, que tinha uns $ 20 dólares. Meu dinheiro estava no Money Pocket dentro da calça, e não viram.. graças a deus, tinha uns 600 dólares! Além de não levarem minha mochila, onde estava minha canont3i nova com todas as fotos da minha viagem e minha maquina de tirar fotos embaixo da água que comprei pra ir pra galápagos e o passaporte, se levassem minha Mochila estaria ferrado. Só percebi que meu joelho estava quebrado ao tentar levantar pra correr depois do assalto e cair duas vezes, que então olhei e me dei conta e fiquei parado aguardando alguém vir! Logo chegou a Luana, e mais gente! E um tempo depois o socorro, que imobilizou minha perna e foi a novela pra conseguir um hospital, fui pra 2 hospitais públicos que não aceitaram, e só as 5 horas da manhã deram entrada em um hospital particular mas que pertence ao próprio governo do Equador( de graça) onde fui medicado e fiz raio x, que o diagnostico foi fratura patelar e precisaria de cirurgia. Eu tinha seguro viagem, mas não conseguiram contactar! Nunca viagem sem Pessoal!! A Luana e o Beto perderam o dia. Eu ia operar de graça no Equador, mas como ia voltar e receber cuidados depois, até teria coragem, pois o hospital e os médicos pareciam ser muito bons, mas e meus amigos coitados, iam perder as férias. Então resolvi operar no Brasil, me dei alta, peguei a autorização, a Luana ficou o dia inteiro correndo atrás pra mudar minha passagem o Beto comprando remédio e tala, e até me ajudando no banho RS RS ... e assim troquei a passagem e sai umas 22 h do hospital, as 7:50 peguei o voo pro Brasil, dormimos no aeroporto. Meus amigos na fila conheceram um brasileiro, Pedro, que me ajudou o caminho todo até chegar em SP. Com o joelho quebrado tive que viajar até SP, de SP até BH e BH até Montes Claros, onde minha namorada me recebeu! Viagem muito difícil, mas muito feliz pelo apoio recebido pelo caminho pelas companhias aéreas e os Brasileiros que fui encontrando no caminho. Ahhh Que inveja depois do meus amigos em Galápagos nas férias que planejei por 6 meses! RS RS RS ... mas dos males o menor, já operei, estou em recuperação e cada dia melhor, vai demorar um pouco, alguns meses pra eu ficar bom 100%, mas já penso no meu próximo mochilão, agora com muito mais cautela. RS RS Lado Ruim: A Policia no Equador não deu a mínima atenção pra mim, nem B.O fizeram, nem tentaram rastrear meu Iphone ou conversar comigo!! Diferente da equipe de socorro e do Hospital que foram 1.000%! Espero ajudar alguém na sua mochilada Abraço Dicas em Resumo: 1- Não troque dinheiro na fronteira Peru x Bolívia, eles te passam a perna no cambio. Tente trocar na próxima cidade. 2- Taxi no Peru é barato! 3- Compre ingresso pra Macchu Picchu com antecedência, e compre também a passagem de trem, que é muito cara e acaba rápido! Tem que comprar os dois. 4- O Boleto parcial de turismo de Cusco vale por dois dias somente, ao contrário do completo que vale 10 dias, e isso ninguém avisa! 5- Pechinche sempre no Peru – Dá certo! Se for desistindo da compra, vão abaixando o preço. 6- Faça o Vale Sagrado antes de Machu Picchu. 7- Nazca: fuja do assédio e vai direto pro aeroporto, e lá feche seu passeio com as próprias empresas aéreas. 8- Equador: depois que fui assaltado e de todo ocorrido, meus amigos disseram que todos falaram que o país esta muito violento e que tem que ter muito cuidado o tempo todo! Evitar andar sozinho, de mochila, mochila na frente, pegar Taxi sempre etc... então, quem for ao Equador Cuidado!
  22. Aletucs... que orientação mais útil esta sua!!! Não sabia desta questão da água!, Valeu demais!!!! Perfeito o relato, vou levar esse conhecimento sempre comigo! Tainovieira, eu só conheci La Paz e Copa, pois meu objetivo maior neste trip era o Peru, a Bolívia veio de brinde, mas vou voltar, pois tem muitos lugares que sei que são imperdíveis!! Valeu!!
  23. Olá Pedrada! Cheguei a pensar mesmo amigo se diarréia e altitude tinha alguma coisa a ver, mas nem pesquisei, mas fiquei muito mal depois de copa, e não passava nunca..sofri com isso, tentei de tudo, até remédio de verme! já que os pra cortar não funcionavam mais.... Sofri demais...kkkkk... Brinco que conheci todos os banheiros do Peru e Bolívia e maneiras possíveis de usá-los...kkkk... mas Ta valendo a experiência!
  24. Mais uma vez venho contribuir com o Mochileiros, já que o site foi a minha principal fonte de informações para montar o trajeto do meu Mochilão de 2014. Todos os registros, experiências e dicas, também compartilho na minha página no face, que convido todos para curtirem, e caso queiram alguma dica desta viagem ou de outros lugares dos álbuns da página, é só escrever por mensagem. https://www.facebook.com/clickspelomundo?ref=hl Meu planejamento inicial era passar por 3 países em 22 dias: Bolívia: La Paz e Copacabana. Perú: Puno, Cusco e região do vale sagrado, Nazca e Lima. Ecuador: Quito / Laguna Quilotoa – Ia pra Galápagos, mas um assalto e uma cirurgia me impossibilitaram. Vou separa os relatos em 3 Partes: Primeira Parte – Bolívia. Dia 13/09 – Longa Viagem MOC a La Paz Sai de Montes Claros as 6:00 e somente as 20:30 peguei um voo de Guarulhos para Santiago, cheguei meia noite e meu voo era somente as 12:00 no outro dia, com chegada as 16:00 h em La Paz. Mesmo com 12 horas de escala e no aeroporto de Santiago, quase perdi meu voo. Quando cheguei no Chile, eu deveria ter dado entrada no pais e no outro dia, ir para área de voos domésticos para pegar meu voo para La Paz! Ninguém me orientou, então eu entrei na Ala dos outros voos em conexão internacional, dormi por lá, afinal estava indo pra outro pais. Estava estranhando pela manhã que meu voo não aparecia na tela, eu perguntei 3 vezes, e nas duas primeiras me diziam que meu voo apareceria uma hora antes, mas eu pensava, já tem a programação do dia todo na tela, como não tem o meu?? Depois que entendi, que eles achavam que eu queria saber o portão, e somente na terceira tentativa, que um agente da LAN me disse que eu teria que pegar este voo no Embarque doméstico, ou seja, eu teria que passar pela imigração, dar entrada no país e correr para o embarque que era do outro lado do aeroporto... isso faltava 40 min pro meu voo. Foi a correria, fui na fila contrária, conversei com um cara de imigração, que me ajudou, cortou fila comigo, e corria o aeroporto todo, ajudou eu preencher os papeis e dar entrada, me explicou e cheguei 5 min antes do voo... minhas pernas ficaram doloridas por dois dias, e cheguei pingando de suor. Eu nem podia ter ido pra área do aeroporto onde estava, mas no fim tudo deu certo. Dia 14/09 e 15/09 – La Paz Cheguei em La Paz as 16:00 horas, tentem sempre ir na janela, pois a viagem em si já é linda. O deserto e a cordilheira dos Andes são incríveis vistos de cima! Ao chegar um taxista já me abordou e falei o nome da rua, ele me disse 60 bolivianos, quando estava no taxi já no caminho e mostrei o número, ele disse que era 70 bolivianos, por que a localização era mais longe... depois vi que era tudo baléla... Muita sacanagem, mas como era pouca coisa, não quis brigar, apesar de ter ficado p... da vida com a falta de respeito! Então dica um: combine bem antes!! Fiquei no Sagarnaga hotel: Bem simple e barato ($22), muito bem localizado mas sem luxo: Próximo ao museu de Coca, Calle de las Brujas, igreja São Francisco...etc.. Como era meu primeiro dia e passo mal com altitude preferi um hotel, pelo fato de na Bolívia ser barato praticamente tudo! Na primeira noite sai para comer, e comi em um dos restaurantes que achei mais limpinhos, e parecia ser um dos caros, saiu em torno de R$ 35 reias minha refeição, e comi carne de llama, nome do prato; “Sillpancha de llama”, no restaurante La Casona – Gostei muito e recomendo.. Em La Paz tem que se ter muito cuidado com o que e onde come!! 15/09/2014- Tour pela cidade: no outro dia, eu paguei do Brasil a agencia pelo site turismoboliviaperu.com, um tour por La Paz, e passagens e passeio pra Copacabana com pernoite e Puno nas ilhas Uros, pois como meu tempo estava curto eu não conseguiria fazer todos estes passeios por conta própria, então optei por uma agencia. Mas se quiser deixar pra ver estas coisas lá em La Paz é tranquilo, tem muitas agencias no centro. Primeiro passeio: Em La Paz, 11 km da cidade fui pro Valle de La Luna, passando pelos bairros residenciais e conhecendo melhor a cidade. O Valle de La Luna, é um lugar bem interessante, que vale a pena.. em uma hora pode-se conhecer as esculturas formadas pela natureza (vento e água) interessante demais. Depois passei pelo Tour na Plaza Murillo com a sede do Governo, o mirante Kili Kili, Calle Jaen com seu estilo colonial preservado, catedral da cidade, Igreja São Fransisco,o bom de ser guiado é que foi tudo muito proveitoso, pois o guia me explicava tudo e tirava minhas dúvidas. E olha que todo tour, fiz sozinho. As 14:00 já tinha terminado o tour e aproveitei o dia para comprar roupa da rua Llampu e Generales. Outra dica, tudo muito barato na Bolívia, calças de caminhada, jaquetas jeans e couro, aproveitem... Visitei o museo de Coca, fraquinho, e 7 bolivianos, mas vale, pois tem um café dentro onde pode experimentar produtos como o chá de coca, bolo etc... Jantei em um restaurante que fica na entrada do museu de coca, chamado The colonial Pot, também bem bom, comi assado de lhama. Dia 16/09 – Copacabana. Conforme combinado com a agencia as 8:00h sai do hotel Sagarnaga rumo a Copa. Saindo da cidade temos ideia da pobreza do país e 3 horas depois estava em Copa, com o guia me esperando, fui ao Hotel Perlas do Titicaca, gostei bastante, e indico. Bem limpinho e bom, não me lembro preço por que paguei a agencia no pacote, mas penso que não é caro. Almocei a Truta do Titicaca, e as 13:30 fomos de barco pra ilha do sol, fui em cima do barco, no inicio esta muito lindo, mas começou a ficar muito frio depois e não tinha como descer mais...rs o caminho pelo Titicaca é lindo. Chegando na ilha conheci toda a história do ilha do sol, e fiz a trilha de 2 km até o templo do sol, onde o barco esperava para o retorno. No caminho além da paisagem, encontramos os nativos vendendo seus produtos, oferecendo fotos com llhamas e vamos entendendo a história.. caminhar a 3.800 m é mais cansativo, então bastante água sempre!! No inicio da trila tem uma fonte feita pelo Incas que representam seus mandamentos, não roubar, não mentir e não ser preguiçoso, o guia diz que é tradição e te incentiva a beber daquela água que diz ser rejuvenescedora.. NÃO BEBA!.. Eu li várias vezes pra não beber aqui no site e Bebi... RS RS.. Não sei se foi isso mais nos próximos dias da minha viagem não saia de banheiro, só comecei a parar de ir no banheiro depois de tomar um remédio de verme que servia pra todos os tipos.... pois eu estava muito mau, banheiro toda hora e todo lugar por uns 5 dias!!! RS Se não foi aqui nesta fonte, foi em algum outro lugar na Bolívía, quando forem pra lá vai entender o por que...rs rs!! Não desrespeitando, pois adorei os bolivianos e a identidade cultural do país, todos ali tem minha admiração e repeito. no dia 17/09 - Parte da manha: subi o Calvário, que tem uma vista incrível do lago e da cidade e a subida é pesada, bem cansativa, não é facil pessoal!! Sem preparo físico fica quase impossível, mas vale a pena o esforço, depois conheci a Matriz com a Virgem de copacabana e o mercado municipal e as 13 h fui pra PUNO. Quanto ao Peru - Farei um novo relato. RESUMO - DICAS GERAIS SOBRE A BOLÍVIA. 1- Não coma em qualquer lugar: Logo vão observar que são desapegados a higiene quando comparados a nós brasileiros, então estranhamos seus costumes como: vender batata e pipoca na rua e encher os pacotinhos com a mão, vender bebida pra todo mundo no mesmo copo e etc... Então é muito arriscado uma intoxicação alimentar, verme etc..! 2- Compre roupa: Tudo é muito barato, o que eu fiz, foi viajar com meias e cuecas velhas, e comprei novas, fui jogando as velhas fora para não ocupar a mala. Jaquetas de couro, jeans também são bem baratos – refaça seu armário. 3- Golpe: Estava acontecendo em La Paz de os turistas serem abordados por uma falsa turista que se aproxima pedindo pra você tirar uma foto e então puxa conversa, quando chega um homem alegando ser policial e se identifica com crachá e pede pra você e a falsa turista entrarem em um taxi que vão te levar a delegacia, alegando que tão entregando notas falsas de dólar e precisam interrogar vocês, e depois que entra no carro te assaltam. Uma mulher que conheci no Hotel caiu neste golpe, e o golpe estava sendo divulgado pelo hotel a todos os turistas. Qualquer dúvida pergunte pela minha página que estou a disposição: https://www.facebook.com/clickspelomundo?ref=hl
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