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Mathew

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  1. Nossa, desculpa, só vi hoje tua pergunta 😳 Sabe que eu não lembro? Normalmente nas cidades pega relativamente bem. Você terá problemas no Lago Titicaca (normal) e nos passeios, tipo Vale Sagrado, Maras, Machu Picchu. Acho que o pior lugar de internet era Ollanta, que é uma das menores cidades. Mas se eu não escrevi nada a respeito é porque não tiver muitos problemas com internet.
  2. Acho que está bom teu roteiro. Vai dar pra curtir bem os locais. Eu só fiquei todo aquele tempo em Melbourne pq meu parente conhecia bem o local, senão é desnecessário. Sydney tb, não precisa ficar muito tempo, a não ser que você tenha um conhecido que te mostre locais. Algo muito bacana "próximo" à Melbourne são os 12 Apóstolos, mas teria que alugar um carro. Dizem que a estrada é muito bacana tb, vai costeando o oceano. Não fizemos por contenção de custos mesmo, e meu parente já tinha ido, aí não forcei pra ir novamente.
  3. Ficamos no JJ's Backpackers Hostel. Mas assim, ele é relativamente longe do centrinho (uns 20min a pé) e não é lá grande coisa. Café era bem precário, e as acomodações também. Mas se quiser gastar pouco...
  4. Dia 26 – 10/06 – BRISBANE - SURFERS PARADISE (GOLD EAST) Fomos de ônibus para Surfers Paradise. Há a possibilidade de ir de trem, mas parece que demora mais. O ônibus vai direto, 1h aproximadamente. Paramos na rodoviária e fomos a pé até o Hostel (era um pouco longe, mas tudo bem). Ficamos no Surfers Paradise Backpackers Resort (não é um Resort, só pra avisar). Custou AUD 40,00 para cada, mas ficamos em quarto duplo bem bacaninha. Almoçamos num restaurante Vietnamita (New Saigon Restaurante). Comida boa e bem típica. No final teve até um café estilo vietnamita, mas não achei lá grande coisa. De tarde fomos ao encontro de uns brasileiros que ficamos de ver por lá, caminhamos na praia com aqueles edifícios imensos (ao estilo de Camboriú) e andamos no centrinho. Fomos para perto de um dos canais artificiais que tem por lá para ver o pôr do sol, mas tinha muitas nuvens e não ficou legal. Paramos num bar com uma gerente brasileira tomar cerveja. Parece que essa região é a que mais concentra brasileiros em toda a Austrália (levando em consideração a quantidade de habitantes australianos). Jantamos por ali mesmo, compramos uns souvenirs (tem uma loja bem grande, mas os preços são "normais"). No calçadão estava tendo uma feirinha de vários artigos, e tinha até um rapaz com várias araras brasileiras enjauladas, para que as pessoas fossem tirar fotos (e eram absurdamente caras as fotos). Várias espécies em extinção, bem triste ver aquilo. GASTOS Hostel - AUD 40,00 Almoço - AUD 23,00 Cerveja - AUD 7,00 Janta - AUD 16,00 Souvenirs - AUD 20,00 TOTAL = AUD 106,00 Dia 27 – 11/06 - BYRON BAY Não tinha muito o que fazer em Surfers, então alugamos um carro e fomos para Byron Bay, visto que nossa amiga inglesa também iria para lá nesse dia. A brasileira que estava em Surfers também foi com a gente. Chegamos na cidade ainda de manhã (1h de carro se não me engano) e fomos para o Cape Byron Lighthouse. Cheio de gente, estacionamento lotado, mas conseguimos uma vaguinha. O local é bem bacana, e vimos um monte de golfinhos. Ali é o ponto mais ao leste de terras australianas. Muitos surfistas vão ali também, visto que tem ondas de melhor qualidade. Farol Golfinhos Voltamos e fomos almoçar. De tarde nos encontramos com a inglesa e fomos tomar banho no mar e depois apreciar o pôr do sol. Nisso vimos umas pessoas tomando chimarrão, chegamos bem na cara dura e já descobrimos mais 3 brasileiras, mas aí eram pessoas que viviam lá mesmo. A nossa amiga brasileira voltou pra Surfers de ônibus ali pelas 15h De noite saímos jantar e fizemos um grupo de 3 brasileiros, a inglesa e uma belga. Acabamos indo pra um bar e ficamos tomando cerveja, e quando decidimos ir jantar estava tudo fechado (lembrando que por lá às 09h meio que fecha tudo já). Encontramos um restaurante mexicano no estilo Fast Food e comemos lá. Decidimos no dia seguinte ir ver o nascer do sol no farol. GASTOS Hostel - AUD 34,00 Almoço - AUD 17,00 Aluguel Carro - AUD 50,00 Estacionamento farol - AUD 4,00 Almoço - AUD 16,00 Cerveja - AUD 10,00 Janta - AUD 12,00 Aluguel toalha - AUD 5,00 Estacionamento Hostel - AUD 5,00 TOTAL = AUD 153,00 Dia 28 – 12/06 - SUFERS PARADISE (GOLD EAST) Saímos bem cedo (umas 5h30min acho) e fomos direto para o farol. Chagando lá não dá pra ir de carro até o topo, e já estava tudo cheio o estacionamento por ali. Rodrigo conseguiu encontrar um canto e fomos. Bem bacana o nascer do sol. Inclusive vimos baleias beeem ao longe, mas dava pra ver quando respiravam. Nascer do sol Baleias Depois fomos tomar café numa padaria, deixamos a Belga no Hostel e fomos para o Tamborine National Park. Meio desorganizado esse parque, você chega num local, tem uns mapas um pouco complicados, e aí precisa se virar. Vimos uma trilha pra fazer que tinha algumas cachoeiras. Mas como não tinha chovido nada, praticamente não tinha água. Depois fomos para a Natural Bridge and Glow Worm Cave. A caverna no buraco é legalzinha, mas os Glow Worm não vimos. Parece que só à noite, e mesmo assim precisa de alguns aspectos a mais. Ali é mega rápido, 30min vê tudo. Natural Bridge Dali fomos para Snapper Rocks, porque as meninas iriam voltar para Byron Bay (e conseguiram uma van que levaria do aeroporto), e nós iríamos devolver o carro em Surfers. É umas pedras na praia onde tem vários surfistas, nada muito especial. Ao fundo dá para ver os prédios altos de Surfers Paradise. Deixamos as meninas no aeroporto e voltamos devolver o carro. Andamos um pouco no centrinho e procuramos um Hostel onde ficar. Ficamos no Sleeping Inn, mas NÃO FIQUEM LÁ! É horrível, e ainda teve gente fazendo festa até altas horas da madrugada. O banheiro cheio de água, tudo molhado. Deveríamos ter ficado naquele outro que já havíamos dormido. GASTOS Café - AUD 10,00 Mercado - AUD 5,00 Sorvete - AUD 4,00 Combustível - AUD 17,00 Hostel - AUD 35,00 Souvenirs - AUD 35,00 Janta - AUD 15,00 Cerveja - AUD 8,00 TOTAL = AUD 129,00 Dia 29 – 13/06 – GOLD EAST - SYDNEY Pegamos um Uber até o aeroporto (que é relativamente longe), tomamos café por lá mesmo e zarpamos em direção à Sydney. Em Sydney pegamos o trem até o centro e decidimos ficar num lugar diferente: Space Q Capsule Hotel. Você dorme numas cápsulas, é bem interessante. O trem lá também é bacana, é de 2 andares. Cápsulas (peguei a foto da internet, eu só tinha vídeos) Trem de 2 andares Deixamos nossas tralhas no Hostel e fomos caminhar. Passamos pelo Hyde Park, entramos no Jardim Botânico e saímos na Baía (que é o melhor local pra tirar fotos da Opera House). Dali fomos em direção à Opera House, almoçamos e voltamos pro Hostels já era quase noite. Nessa volta o Rodrigo falou de um doce da Starbucks que eu precisava experimentar. Procuramos no Google Maps um e fomos. Entramos num shopping que ia pro subterrâneo, e andamos, andamos, até que encontramos a Starbucks e não tinha. Só que achei interessante a quantidade absurda de lojas que tem no subterrâneo, tanto que fomos sair num prédio distinto daquele que entramos. St Mary Cathedral Opera House e Ponte Centro Dormimos um pouco e à noite voltamos ao cais, pois naquele período em que estávamos lá estava acontecendo o Vivid Sidney. São vários pontos de show de luzes e sons, algo extraordinário. Ainda bem que tivemos essa sorte. Centro à noite com a iluminação do Vivid Opera House com a iluminação do Vivid O show acabava à meia noite, e nós tínhamos chegado lá era umas 22h passada já, e ainda precisávamos comer algo. Então vimos um pouco (tinha uns mapas com atrações numeradas), paramos pra comer numa das praças de alimentação, e deixamos pra ver o resto no dia seguinte. GASTOS Uber - AUD 23,00 Café - AUD 17,00 Trem - AUD 17,00 Hostel - AUD 78,00 (2 diárias) Almoço - AUD 14,00 Chocolate - AUD 3,00 Janta - AUD 15,00 TOTAL = AUD 167,00 Dia 30 – 14/06 - SYDNEY Acordamos sem saber muito o que fazer, e decidimos atravessar a ponte e ir do outro lado da baía. Na ponte você tem 3 opções: passar caminhando (é de graça); subir numa das torres dela pra tirar fotos (acho que era quase 40 dólares); ou atravessar a ponte por cima da ferragem ("míseros" 290 dólares 😱). Pois bem, fizemos o de graça mesmo. Atravessando a ponte Do outro lado tentamos achar alguns pontos bacanas para fotos, mas o que mais me interessava, que é um tal de Kirribilli Point, é fechado pq lá é a casa de alguém grande (tipo o Comandante da Marinha Australiana, não lembro). É bacana pq a estrutura das casas muda completamente, parecendo que se está numa cidade completamente diferente. Ponte Visão do outro lado da Baía Almoçamos por lá mesmo (Rodrigo deu uma exagerada numa comida com pimenta...) e voltamos. À noite nos encontramos com uma amiga do Rodrigo, fomos ver o resto do Vivid, e fomos em um cassino assistir o começo da Copa. Porcaria, mas o cassino era bacana. Voltamos pro Hostel era 1h passada. O interessante é que se caminha altas horas da madrugada praticamente sem medo algum na rua... GASTOS Café - AUD 12,00 Almoço -AUD 18,00 Chocolate - AUD 3,00 Janta - AUD 18,00 Cerveja - AUD 18,00 TOTAL = AUD 69,00 Dia 31 – 15/06 – SYDNEY - MELBOURNE Pegamos o metrô para voltar para Melbourne: a viagem havia acabado. No aeroporto tive que ir atrás de imã de geladeira de Sydney, pq a Neila decidiu pedir um de última hora. Acabei que encontrei uns chaveiros que estávamos procurando a viagem inteira, e já trouxemos 😁. Em Melbourne pegamos o SkyBus, paramos na Southern Cross. Rodrigo pediu uma sopa, disse que não estava muito bem. Acabamos indo pra um Hostel, visto que o rapaz que ele morava já tinha alugado o quarto dele para outra pessoa (na real tinha alugado o apartamento inteiro, pq eles também iriam sair de lá). Durante o dia fomos ver de alguns assuntos dele pendente na escola; fomos num outlet olhar outras coisas; devolver itens para o amigo mexicano dele... À noite saímos com outros brasileiros para despedida e para assistir futebol (eu não gosto de futebol, mas acompanho...) GASTOS Metrô - AUD 17,00 Café - AUD 20,00 Souvenirs - AUD 35,00 Skybus - AUD 19,00 Sopa - AUD 5,00 Hostel - AUD 30,00 Almoço - AUD 13,00 Janta - AUD 12,00 TOTAL = AUD 151,00 Dia 32 - 16/06 – MELBOURNE - SÃO PAULO Bem cedinho peguei o trem, fui até o aeroporto, tomei um café e vim embora. Trouxe uma das malas do Rodrigo junto, visto que ele tinha 3 e não queria pagar excesso. Ele iria pousar um dia na minha casa em São Paulo antes de voltar para a cidade dele. GASTOS SkyBus - AUD 19,00 Café - AUD 16,00 TOTAL = AUD 35,00 RESUMO DE GASTOS (cotação do AUD multiplicando o real por 2,7) GASTOS EM DÓLARES AUSTRALIANOS = AUD 3.562,00 GASTOS EM PASSAGENS AÉREAS COMPRADAS ANTECIPADAMENTE = R$ 5.693,74 GASTO COM VISTO = R$ 395,74 GASTO COM SEGURO VIAGEM = R$ 384,00 GASTO TOTAL = R$ 16.090,88 DICAS FINAIS Uma observação que eu gostaria de deixar. Muitos relatos e muita gente fala em ir até CAIRNS fazer o mergulho na barreira de corais. Pode até ser um lugar relativamente mais barato, mas os corais estão bem feios, e não tem mais nada pra fazer por lá. Se nós soubéssemos disso, teríamos economizado uns 3 dias de viagem, além da passagem de Cairns até Hamilton Island, que foi absurdamente cara. Tem outro aeroporto em Arlie Beach, mas não tem voos partindo de Cairns. Então se gasta uns 100 AUD a mais pra fazer o mergulho em Arlie Beach, e se economiza dias de viagem e muitos gastos para ir para Cairns. Um lugar que ouvimos falar muito foi a tal da Fraser Island. Não achei muito interessante pelo que eu vi, mas talvez não tenha visto direito. Vale a pena dar uma pesquisada melhor. Sobre comida: eu fiz meus cálculos de que iria gastar AUD 35,00 por dia com refeições. Gastei beeeem mais, pq a comida é cara mesmo. Só pra ter noção, se você for num restaurante "normal", vai gastar em média AUD 20,00 por refeição (pratos baratos). Pratos com carne bovina não baixam de AUD 30,00. Nos Fast Foods a comida sai entre 12 e 15 dólares. Então eu recomendo alocar NO MÍNIMO AUD 50,00 por pessoa por dia para alimentação.
  5. Olá thaislivio. Não fui pro Outback. Meu primo até pediu pra eu olhar se queria fazer os não. Mas aí olhei, não vi nada muito interessante. Parece que é a tal da pedra vermelha, e só. Talvez num futuro que eu volte pra lá faça. Sobre as praias, é tudo muito relativo. Necessário é ir pra Arlie Beach e ver a barreira de corais e Whitehaven. Essa é OBRIGATÓRIA! As outras somente se você gostar MUITO de praia, e daí é ir pra curtir, ficar no sol, tomar banho, pq não tem muita diferença das nossas praias. Vou tentar terminar o relato agora final de semana.
  6. Dia 20 – 04/06 - CAIRNS – HAMILTON ISLAND - AIRLIE BEACH Dia de ir para Arlie Beach. Pegamos um Uber até o aeroporto, tomamos café lá mesmo (diferentemente do Brasil, as coisas no aeroporto não são absurdamente caras - dá pra se falar que são equivalentes). Nosso voo iria até Hamilton Island (foi o voo mais caro da viagem, uns 600 dólares). Depois comento sobre esse "probleminha". De lá ainda precisaríamos pegar um barco até Arlie Beach, o qual custaria mais 55 dólares (http://www.cruisewhitsundays.com/resort_connections.aspx). Fomos nos hospedar no Magnums Airlie Beach. É uma espécie de vila no centro da cidade, bem bacana, bem arborizado, e a um preço bacana. Almoçamos, olhamos alguns passeios, demos uma volta pela cidade (ela é bem pequena, praticamente só vive do turismo mesmo). Diferentemente de Cairns lá tem mar e praia, mas nada assim muita grandioso. A água é encantadoramente bonita, e a cidade muito simpática. Claro que não podia deixar de existir a prainha artificial deles... Indo de barco de Hamilton Island para Arlie Beach Praia de Arlie Beach Praia artifical GASTOS Uber - AUD 5,00 Café - AUD 16,00 Ferry - AUD 55,00 Hostel - AUD 120,00 (4 diárias) Almoço - AUD 24,00 Janta - AUD 14,00 TOTAL = AUD 234,00 Dia 21 – 05/06 - AIRLIE BEACH Decidimos fechar o passeio para Whitehaven com a Cruise Whitsundays mesmo (http://www.cruisewhitsundays.com). A princípio tínhamos visto também uma passeio de meio dia para a barreira de corais dali, mas depois verificamos que ele somente é fornecido no verão. Lá no balcão da empresa fomos informados que caso comprássemos qualquer passeios com eles, ganharíamos um transfer de ida e volta para Hamilton Island, MAS esse transfer não poderia ser usado para que fôssemos até o aeroporto (não podia levar bagagens). Sacaninha eles... Bem, mas foi bom por outro lado. Fechamos a Whitehaven para o dia 06/06, e no dia 07/06 iríamos fazer trekking na minúscula Hamilton Island (várias trilhas por lá). Aproveitamos e já compramos o transfer para ir embora no dia 08/06. Nesse dia ficamos dando uma de turistas de praia. Fomos na praia artificial tomar banho, depois ficamos sentados ali nas pedras para ver o pôr do sol. GASTOS Café - AUD 15,00 Tour Whitehaven - AUD 229,00 Transfer Ferry - AUD 55,00 Mercado - AUD 20,00 Cerveja - AUD 5,00 TOTAL = AUD 324,00 Dia 22 – 06/06 - AIRLIE BEACH Dia de conhecer a tão famosa Whitehaven Beach!!! Saímos bem cedo para fazer o check in no porto. O barco iria fazer uma parada em Hamilton Island para pegar mais gente, e depois partiria para a praia. Nós estávamos só pelo café da manhã... 😅 Nem precisou Dramin aqui. Acho que já estávamos anestesiados de tanto andar de barco. A primeira impressão da praia é magnífica. A areia branca se destaca demais. O barco fica um pouco longe da praia, e as pessoas são levadas por uma outra embarcação menor. Nós pegamos o passeio com o Hill Inlet Lookout, e com direito a fazer uma trilha guiada lá. Na entrada do barco eles dividem as pessoas em grupos, para que depois venha o barco buscá-las e levar até o Hill Inlet. Então mal andamos na praia e já fomos pra Hill Inlet. Esse acho que é o lugar mais impressionante. A mistura de cores, branco, verde e azul, é algo que vale muito a pena mesmo fazer. Chegando lá a guia leva até uma trilha para ver o lookout, e depois libera para ficar caminhando, tomar banho, fazer o que quiser. Acho que tivemos de 2h a 2h30min pra olhar tudo por lá, então deu tempo de sobra. A água é absurdamente transparente. Dá vontade de ficar lá o dia inteiro olhando. Cada vez dá vontade de tirar foto, pois parece melhor do que antes. Hill Inlet Água cristalina Depois voltamos pra Whitehaven e almoçamos (um hambúrguer que a pessoa mesmo montava com os ingredientes disponíveis - cuidar muito as gaivotas!!). Logo depois as guias vem pedir quem quer fazer as trilhas, se prefere a longa ou a pequena. Fomos fazer a longa (que nem é tão longa assim, uns 4km acho). A guia super divertida, ia parando e contando várias curiosidades. Eu não curti muito pq estava de chinelo, e isso com a areia me destruiu os pés. Então acabei indo de pé descalço e sofri um bocado. Whitehaven Beach Na volta da trilha andamos na praia, tiramos fotos, e acabou o dia. Passou bem rápido mesmo. Na volta eles servem um lanche da tarde, e era já noite quando chegamos em Arlie Beach GASTOS Janta - AUD 11,00 Cerveja - AUD 5,00 TOTAL = AUD 16,00 Dia 23 – 07/06 - AIRLIE BEACH Nesse dia fomos fazer trekking na Hamilton Island, com o translado que tínhamos ganho. A ilha é muito bonita, cheia de resorts. Carros não existem, só alguns caminhões de transporte e micro-ônibus. As pessoas se deslocam com aqueles veículos elétricos que existem nos campos de golf. Mas é bem pequena, dá pra fazer tudo a pé sem problema algum. No dia que compramos o passeio de Whitehaven Beach a pessoa nos deu o mapa de trekking da ilha. Demos uma olhada na internet, do que seria interessante ver, e criamos um roteiro que iria contornar quase toda a ilha. Uma coisa interessante. De manhã (descobrimos depois que era por causa da maré), a praia de frente pra um dos maiores resorts estava horrível. Mas à tarde ficou "normal". Achei que a trilha iria ser mais no meio do mato, mas não é. Então passar bastante protetor e usar algo na cabeça. Do início da trilha até o Passage Peak (que é o ponto mais alto) tem bastante subida, mas é tranquilo. Depois nos encaminhamos pro South East Head. Aqui é quase só descida, vai que vai. Nesse caminho passamos por uns arbustos que só existem na Austrália (se não me engano), e neles, por muita sorte, encontramos uma espécie de periquito muito colorido. Tinha, uns 30. Ainda bem que tava com muito zoom pra pegar eles de perto. Dali fomos pra Escape Beach, onde almoçamos, e depois pra Coral Cove. Ambas são praias "desertas". Escape Beach Coral Cove No caminho da volta vimos algo voando morro abaixo: um canguru!! Não imaginei que viria algum deles numa ilha tão pequena. E parecia bem selvagem. Chegamos no porto e ficamos esperando o barco. Pegamos um sorvete, que me custou miserou 10 dólares!!! 😱 Só que assim, eu pedi 2 bolas. 1 bola era 2 das nossas. Quando ela pôs a segunda, eu pensei "como vou comer isso sem derrubar tudo?". Mas foi, devagar e com cuidado. Fiquei enjoado de doce depois disso. GASTOS Café - AUD 15,00 Sorvete - AUD 10,00 Janta - AUD 12,00 TOTAL = AUD 37,00 Dia 24 – 08/06 - AIRLIE BEACH - HAMILTON ISLAND - BRISBANE Nesse dia iríamos para Brisbane. O nosso avião sairia de Hamilton Island à tarde, então durante a manhã deu tempo de arrumar as bagagens. Chegamos em Brisbane já era tardezinha. Pegamos o trem que leva até o centro da cidade (AUD 16,00), e no dia anterior tínhamos escolhido ficar no Summer House Backpackers, num quarto compartilhado para 4 pessoas. Da estação do trem até lá dá uns 10min, sendo que ali tem vários hostels um atrás do outro. No nosso quarto já tinha uma menina, da Inglaterra, que não conversava muito. Iria ter hambúrguer gratuito no hostel, mas como começou a chover (o churrasco seria na parte de cima, descoberta) nós saímos catar algo ali perto, que tinha uma espécie de centro comercial. Tinha várias opções, mas eram relativamente caras, então pegamos um frango num restaurante português (praticamente cortaram metade do frango e deram metade pra cada um). Nesse dia não fizemos nada, visto que chegamos muito tarde na cidade. A Inglesa foi fazer festa à noite, mas como não fomos convidados, dormimos mesmo. GASTOS Café - AUD 20,00 Souvenirs - AUD 10,00 Internet - AUD 20,00 Trem - AUD 16,00 Hostel - AUD 62,00 (para 2 diárias em quarto compartilhado - 4 camas) Janta - AUD 15,00 TOTAL = AUD 143,00 Dia 25 – 09/06 - BRISBANE A Inglesa no dia anterior tinha nos dito algumas coisas a fazer. À noite também demos uma pesquisada, e decidimos ir caminhar pela cidade mesmo. Seguimos o Brisbane River até a History Bridge (tem calçada ao lado do rio o tempo todo). Passamos por cima da ponte, e voltamos pelo outro lado. Iniciamos ali perto da Victoria Bridge, onde tem uma espécie de piscina pública, roda gigante. Algo que achei bacana foi tipo um templo budista, bem bonitinho. Victoria Bridge Templo Outra coisa muito interessante é a preservação dos bens públicos. O parquinho de crianças cheio, uns brinquedos interessante que dá até vontade de nós adultos experimentar. 😀 Em um determinado ponto do percurso tem um paredão de pedra, e lá tinha centenas (sim, muita gente) praticando escaladas. Escalada History Bridge Vista de cima da ponte Do outro lado do rio, depois de passar pela ponte, há vários locais para comer do lado do rio, e alguns barcos a serem pegos, inclusive um bem antigo, que aparentemente tinha almoço à bordo, e tinha uma bandinha com uma musica muito bacana sendo tocada. Barco Fomos almoçar num restaurante brasileiro (O Brasileirinho) que encontramos ali por perto. Cardápio bem brasileiro, comida ótima, funcionários brasileiros, muito brasileiro comendo... Brigadeiro dos caras sensacional, melhor que muito que se come em SP (que cometem o crime de fazer de lata!!) Voltamos a caminhar, ficamos naquela piscina um pouco sentados, passamos pelo letreiro Brisbane (entupido de gente) e voltamos pelo centro da cidade. Parque ao lado do rio À noite tinha jogo num estádio ali próximo, então tínhamos um australiano no quarto, e uma canadense (que falava pelos cotovelos). Ficamos bem amigos dela, que inclusive iria para a região de Surfers Paradise enquanto estaríamos por lá. Fomos jantar num bar, tomamos cerveja, e voltamos dormir. Visão do topo do Hostel GASTOS Almoço - AUD 25,00 Ônibus - AUD 19,00 (ônibus de Brisbane para Surfers Paradise, comprado pelo site) Cerveja - AUD 7,00 Janta - AUD 15,00 TOTAL = AUD 66,00 Continua...
  7. Dia 13 – 28/05 – TASMANIA Procuramos muito o que fazer nesse dia, até que descobrimos um lugar bem ao sul com águas termais e uma caverna. Parecia interessante, então fomos até lá. O local se chama Hastings Caves and Thermal Springs. As águas termais não estavam lá muito agradáveis. Se não me engano estava 26ºC, mas fora tava uns 5ºC. Tinha uma pessoa nadando lá, deixamos passar. Ali tem uma trilha bem pequena para ir ver de onde a água termal surge, e quando ela se junta com a água fria. Fizemos pois tínhamos que esperar o horário do passeio, que seria às 12h. Aqui tem que pagar, não faz parte do ticket dos parques (mesmo sendo um parque, paga-se pelo guia). Valor de AUD 24,00 por pessoa. Da recepção até a caverna é meio distante, dá uns 10min de carro em velocidade baixa. O local é bem bacana, eles fizeram uma estrutura interna muito bonita, preservando a caverna. Sai até casamento lá dentro! Se quiser tirar fotos, câmera com flash. Celular não deve ficar bom. Não deixam usar tripé internamente. O local é muito bonito, o guia também é bacana. Fizemos nós 2 e mais um casal, então tava bem tranquilo, deu para ver tudo bem sossegado. O passeio demora uns 40 min acho. Dali voltamos para Hobart, e durante o dia descansamos, andamos mais um pouco pela cidade, arrumamos as bagagens e devolvemos o carro. Ficamos novamente no The Nook Backpackers, mas dessa vez nos colocaram num quarto melhor, até com uma sacadinha fechada. Aqui é onde saem os casamentos e até apresentações musicais, visto que a acústica é muito boa. Isso era um rio que existia internamente na caverna. GASTOS Gasolina - AUD 60,00 Hastings Caves - AUD 24,00 Souvenirs - AUD 10,00 Hostel - AUD 33,00 Almoço - AUD 10,00 Lanche - AUD 5,00 Janta - AUD 12,00 TOTAL = AUD 154,00 Dia 14 – 29/05 – TASMANIA - MELBOURNE Dia de voltar para Melbourne. Nosso voo era bem cedo, então fomos de Uber até o aeroporto, que é beeeem longe do centro. Se tivéssemos visto isso antes, teria sido melhor ficar um dia a mais com o carro alugado e devolver no aeroporto. Existe um ônibus que leva até lá, mas para 2 pessoas valia a pena pegar Uber. Para uma só vale o ônibus. Aqui na real foram 1 dia e meio de descanso praticamente. Chegamos em Melbourne, colocamos as roupas sujas pra lavar. Fomos até a escola do Rodrigo ver do certificado (que não estava pronto, pra variar... não é só brasileiro que deixa tudo pra última hora 😂). De tarde fomos dar umas olhadas nos Outlets que tem, compramos uma escova elétrica por AUD 24,00, que vinha com 2 cabeças. Bacana ela, gostei de usar. Só cuidar que é 220 volts e a tomada é Australiana, então tem que ter um adaptador. O problema de ser voltagem maior não influenciou aqui. Coloquei numa tomada 110 e está funcionando. Não sei até quando, mas está hahaha. Vou aproveitar para falar do Cassino Crown. Ele é muito grande, e durante a noite tem show de fogos (fogo mesmo, labareda de fogos) na frente (nem sei onde é a frente), mas é a parte voltada para o rio. Acho que a cada hora, não tenho certeza. É bacana assistir um dia próximo, pra sentir o calor, e noutro dia (ou na hora seguinte) da ponte, que aí consegue ver todos (são 4 torres acho). Ali no cassino é interessante pegar o cartão de membro. Com ele você recebe AUD 10,00 para gastar nos caça-níquéis. Eu gastei e ganhei AUD 12,00, que podia ser sacado e gastado em outros jogos, ou simplesmente ficar pra ti. Eu fiquei, não gosto de jogos de azar. Parece que depois de 1 semana eles te dão mais AUD 20,00, mas o meu deu erro, sei lá, nem peguei. Esse valor que eles te dão não pode ser sacado, então você obrigatoriamente precisa jogar, e aí conforme você vai convertendo, pode ir sacando. Lá existe um restaurante que cobra AUD 7,50 pra escolher 3 tipos de comida diferentes. É uma boa refeição e por um preço excepcional pra quem não quer gastar muito. Além disso, se você usar o cartão de membro na compra, você ganha uns pontos, que podem ser trocados por bebidas quentes nas máquinas do cassino (horríveis as bebidas), ou você pode usar como desconto no restaurante, que aí sai uns AUD 4,50 a comida (não cheguei a usar nele, mas é algo assim). GASTOS Uber Hobart - Aeroporto - AUD 16,00 (para 1 pessoa, para 2 dá AUD 32,00. Acho que o ônibus era AUD 24,00) Café - AUD 14,00 Skybus - AUD 19,50 Almoço - AUD 7,50 Escova Elétrica - AUD 24,00 Janta - AUD 10,00 TOTAL = AUD 91,00 Dia 15 – 30/05 – MELBOURNE Mais um dia inteiro em Melbourne. Tínhamos visto de ir em algum lugar de bicicleta alugada, não lembro o nome. Mas o dia estava cinzento, meio chuvoso. Acabamos ficando em casa para arrumar as malas para o calor. Na real a gente sempre saía dar umas voltas, fazer algo. À noite combinamos com a Isabela e o casal de anfitriões do Rodrigo (que também são brasileiros) de ir no Imax. Eles possuem a 3ª maior tela do mundo. Tinha Deadpool 2 e Solo para assistir. Como eu iria entender muito pouco, decidimos ir ver o Solo mesmo, que aí eu vejo navezinha e efeitos especiais 😂. A tela é imensa mesmo. Precisa desviar o olhar pra conseguir abarcar tudo. E o som era impressionante. Teve uma hora que alguém do filme falou, e acho que todo mundo virou pro lado, pq parecia alguém da platéia gritando. GASTOS Almoço - AUD 10,00 Café - AUD 4,00 Imax - AUD 38,00 TOTAL = AUD 52,00 Dia 16 – 31/05 – MELBOURNE - CAIRNS Dia de deslocamento. Fomos para Cairns, 3h de voo. Lá pegamos um Uber pro Hostel. O cara do Uber falava pra kct, começou a dar várias indicações do que fazer por ali. É um local famoso pela Floresta Tropical. Mas né, brasileiro vê floresta tropical todo dia 😅. Fomos para Cairns mesmo para ir mergulhar na barreira de corais. Nesse dia acabamos só caminhando pela cidade, visto que no dia seguinte viria um amigo mexicano (que também está fazendo intercâmbio em Melbourne) do Rodrigo para passear com a gente. Então andamos no calçadão, fomos conhecer o centrinho, e demos uma olhada no valor dos passeios. Acabamos fechando com a Pro Dive (https://prodivecairns.com/). Seriam 3 paradas, sendo 2 para snorkel livre e outra para mergulho. No almoço paramos para comer carne de crocodilo. Pegamos um hambúrguer mesmo. Tem um gosto de frango misturado com peixe, mas o hambúrguer tira bastante o gosto natural né. Era bom. De noite comemos uma comida turca se não me engano. Não estou falando muito das comidas, mas fomos em restaurantes de vários cantos do mundo, visto que a Austrália propriamente dita não possui assim uma comida típica. Só se for falar com Canguru mesmo, mas ouvi dizer que não é bom. Acabamos não comendo. GASTOS Skybus - AUD 19,50 Café - AUD 15,00 Uber - AUD 16,00 Almoço - AUD 12,00 Hostel - AUD 88,00 (para 4 dias) Janta - AUD 33,00 Passeio - AUD 305,00 TOTAL = AUD 488,50 Dia 17 – 01/06 - CAIRNS Nesse dia pela manhã chegou nosso amigo mexicano, e junto com ele (na real não junto, mas já estava na cidade) um colega de quarto de Taiwan, que também iria ficar ali conosco nesses dias, mas estava em outro Hostel. Já havíamos planejado ir para Trinity Beach e Palm Cove, que são locais recomendáveis a se visitar. Uma informação importante: Cairns não tem praia!!! Pois é, é um banhadão. Aí eles criaram uma prainha artificial, e o povo fica lá pegando sol. "Praia" de Cairns Vimos que existe uma linha de ônibus turístico que leva para esses locais. Compramos os bilhetes com o motorista mesmo (pede informação que ele fala quantas "áreas" é necessário comprar). O bilhete dura o dia inteiro, então tem que guardar, pois são ônibus diferentes para ir em cada uma das praias, e elas são relativamente longas umas da outras (do centro de Cairns dá uns 26km). Tivemos bastante azar. O clima estava muito ventoso, e devia ter dado algum temporal no mar, visto que a água estava muito suja. Caminhamos um pouco pela praia, fomos numa espécie de lookout que não dava pra ver nada, e continuamos seguindo uma trilha que tinha ali no meio do mato. Fomos parar numas pedras, e dali seguimos em direção a um banhado que tinha próximo. Depois voltamos pro ponto de ônibus e almoçamos por lá mesmo. Vale a pena fazer isso? NÃO. Nada de interessante para se ver. Vai, olha a praia, segue pra Palm Cove (ou fica na praia se a água estiver boa e o clima agradável). Trinity Beach Esperando o busão Pra ir pra Palm Cove tem que pegar o ônibus Cairns-Trinity Beach, descer na rodovia e esperar o ônibus Cairns-Palm Cove. Demorou um bocadinho, mas tínhamos o dia inteiro pra matar. Palm Cove tava a mesma porcaria a água e o vento. É bem mais bonito, várias palmeiras bacanas, pena que a água tava decepcionante. Voltamos para a cidade e fomos para o Night Market. É um lugar bacana, com preços super acessíveis em relação a souvenirs, comida e massagens tailandesas. Palm Cove GASTOS Ônibus - AUD 10,00 Almoço - AUD 21,00 Janta - AUD 10,00 Café e sobremesa - AUD 14,00 Souvenirs - AUD 39,00 Equipamentos GoPro - AUD 15,00 TOTAL = AUD 109,00 Dia 18 – 02/06 – CAIRNS Esse era o dia do nosso mergulho. O barco iria sair às 08h se não me engano, e precisávamos estar lá às 07h30min para o check in. Também aproveitamos para comer lá no porto, visto que seria nos dado um chá da manhã, mas não sabíamos se teria comida de sustância ou só bolachinhas, por exemplo. Aí no barco eles separam os que irão fazer mergulho dos que não irão, dão várias explicações, passam vídeos, pedem pra assinar e preencher uma tonelada de formulários e separam os grupos e com qual mergulhador profissional vai ir (4 pessoas por mergulhador). Eu e o Rodrigo iríamos na 2ª parada, e o China e o Mexicano iriam na 3ª parada. Algo muito importante: LEVEM DRAMIN!!! Aquele barco movimentava muito. Eu comecei a me sentir enjoado, já enfiei um goela abaixo. Não sei se falei que o Rodrigo passou mal no Spirit of Tasmania. É, pois é, aqui ele também estava começando a se sentir mal. No barco eles distribuem embalagens para vomitar, e pelo que notei também disponibilizavam comprimidos. Chegando no local estava muitoooo frio, muito vento. Aí eles informam onde pode fazer o snorkel, quais sinais fazer para mostrar se estiver com problema ou se afogando, e liberam a manada pra ir colocar as roupas. Existem roupas para evitar as águas vivas, e a roupa de mergulho propriamente. Eu usei só a de mergulho. A água estava MARAVILHOSA. Parecia aquecida (esse excesso de calor que está matando os corais, visto que fica extremamente raso ali). Tem um problema em fazer snorkel: as ondas. Não sei se era por causa do vento forte, mas tinha muita onda, e toda hora entrava água no respiradouro. Depois de muitá água tomada que aprendi que eu tinha que nadar um bocado, e depois deixar a onda ir me levando, com os pés virado para ela. Só assim conseguia fazer adequadamente. É muito bacana, muito raso (tem que cuidar pra não se enroscar nos corais), muito peixe bonito, tartaruga. Pena que os corais perto da superfície são mais feios. Os que se veem no mergulho são mais bonitos, mas ao fundo. Algo importante: Não deixam filmar se você não tem certificação. Tem algumas exceções: Você precisa estar com ambas as mãos livres. Então, se você tiver aquele engate que vai na mão, ok, eles deixam. Outra forma é comprar máscara que dá pra fixar a GoPro nela. Como eu só tinha aquele trocinho amarelo que boia e que tinha que ir segurando, não me deixaram usar no mergulho. O bacana é que é um mergulho "livre". Os que fiz no Brasil o mergulhador ficava me segurando. Aqui não, ele ia guiando (e levando uma menina mais problemática), e nós outros 3 íamos atrás. O Rodrigo era o primeiro mergulho dele inclusive! Depois disso teve o almoço (estava frio), e aí o próximo ponto de snorkel. Depois disso teve o lanche da tarde (que eu quase perdi, visto que fiquei o máximo possível no snorkel), e depois volta. Acho que ainda estava sobre o efeito do Dramin, então nem senti a volta. De noite fomos novamente no Night Market jantar e depois dormir. Visão da barreira de cima do barco (não dá pra ver nada né, mas) Eu só gravei vídeo, então essa fotos são "prints" dos vídeos gravados. GASTOS Café - AUD 14,00 Janta - AUD 22,00 Sobremesa - AUD 9,00 TOTAL = AUD 45,00 Dia 19 – 03/06 - CAIRNS Nesse dia dormimos até mais tarde, fomos almoçar no centrinho, e depois ficamos caminhando pelo calçadão da orla, sentados na praia artificial, tomando cerveja em bares, essas coisas de férias mesmo, o tal do "descanso". Tínhamos olhado alguns museus para olhar, mas ou estava fechados, ou tinha que pagar, então ficou por isso mesmo. Praia artificial Povo torrando (adoram fazer isso lá) GASTOS Almoço - AUD 15,00 Café e doce - AUD 10,00 Cerveja - AUD 12,00 Chocolate - AUD 4,00 TOTAL = AUD 41,00 Continua...
  8. Dia 10 – 25/05 - TASMANIA Partimos de New Norfolk numa manhã muito gelada, com o carro coberto de uma fina camada de gelo, para o Mount Field National Park. Famosinho por algumas cachoeiras e pela neve quando está muito frio (o que não foi nosso caso). Esse parque está abarcado naqueles dos AUD 60,00 que pagamos, assim como o Freycinet no dia anterior. Chegamos pegamos o mapa, verificamos qual trilha poderia ser feita. Aqui há alguma bem extensas, de até alguns dias de caminhadas. Só chegamos até o primeiro estacionamento, pois nos pareceu que os outros locais são mais visitados em caso de haver neve mesmo. Fizemos a caminhada que passava pelo Russell Falls, Horseshoe Falls e Lady Barron Falls. Nada assim muito espetacular, ainda mais para que conhece Prudentópolis no Paraná né... Primeira trilha é asfaltada, depois vira chão batido mesmo Russell Falls Horseshoe Falls Lady Barron Falls A trilha é no meio da floresta, e em certo momento tem o Tall Tree Walk, que são uns pinheiros gigantes que existem lá. Foi bem rapidinho, acho que em 2h fizemos tudo, mesmo parando pra colocar tripé pra tirar foto das cachoeiras. Aí tínhamos uma longa parte da tarde ainda, e começamos a ver o que poderíamos fazer. Decidimos ir até Strathgordon, para ver a Gordon Dam. Durante o trajeto é avisado que nos próximos 100km + ou - não existem postos de combustível, então vá com o carro abastecido. O local é basicamente uma vila de apoio para as pessoas que trabalham na barragem (acredito que seja uma usina hidroelétrica, mas diferente das nossas). Dá pra ir até na área de concreto caminhando. Pelo que notei pessoal faz Rapel ali com alguma agência, provavelmente de Hobart. Chegamos já era umas 15h, ficamos lá um tempo e próximo das 16h voltamos. Gordon Dam Decidimos ir pernoitar em Sorell, uma cidade próxima a Hobart já. Ficamos no Blue Bell Inn, uma hospedagem de 1826 se não me engano, bem bacaninha. GASTOS Hostel - AUD 49,00 Combustível - AUD 25,00 Janta - AUD 8,00 TOTAL = AUD 82,00 Dia 11 – 26/05 - TASMANIA Iríamos nesse dia em vários pontos bem turísticos numa espécie de península. Na ida passamos por um lugar muito estranho, onde um pouco era água, depois era areia. Tinha até uma placa falando que quando ventava ficava mais bonito o local. A primeira delas foi a Tessellated Pavement, uma espécie de pavimento criado pela própria natureza (pelas ondas). Á algo bem difícil de acreditar, visto parecer algo feito pelo homem. Após seguimos pro Blow Hole. nada muito interessante, o mar que entra num buraco. Ficamo lá tentando pegar alguma onda bacana. Ali também se passa pelo Fossil Bay Lookout. Fossil Bay Lookout Seguimos então pro Tasman Arch e pro Devils Kitchen (esses podem ser feitos juntos, deixa o carro no primeiro estacionamento e vái até o Devils Kitchen a pé, é uns 300m acho. Tasman Arch Tudo é feito bem rápido, umas 2h se demorar muito mesmo. Dali fomos pro Remarkable Cave, que é uma caverna onde entra o mar. Nesse lugar existem algumas trilhas a serem feitas, se tiver tempo de sobra vale pesquisas sobre elas. Mas se for pra fazer uma, faça a que vá até a ponta do Cape Raoul. Lá tem umas formações rochosas bem interessantes. Não chegamos a fazer em razão de demandar umas 4 ou 6h de caminhada ida e volta se não me engano, e não tínhamos esse tempo disponível mais. Remarkable Cave Cape Raoul Um outro local que parece muito bonito e bem visitado é o Port Arthur Historic Site. Até chegamos a ir até lá, mas era uns 40 dólares a entrada por pessoa. Achamos meio exagerado, então não fizemos. Seguimos para Nubeena para almoçar (já era umas 15 ou 16h) e depois seguimos para Hobart. Nesse caminho mais uma vez vimos um local bacana para pôr do sol, e paramos para contemplar (e tirar fotos). A parte bacana de ir de carro é essa, você tem liberdade, e acaba descobrindo as coisas por conta própria. Essa foi a primeira viagem internacional que usei carro, visto que as outras não tinha muita coragem (Peru e Bolívia). Mas pretendo começar a usar mais veículos alugados (e até Camper Vans) para fazer meus roteiros e minhas viagens). Em Hobart ficamos no The Nook Backpackers. Nos colocaram numa despensa praticamente, onde mal cabia a beliche 😂. Mas faz parte. GASTOS Sorvete - AUD 5,00 Almoço - AUD 16,00 Hostel - AUD 33,00 Janta - AUD 23,00 TOTAL = AUD 82,00 Dia 12 – 27/05 - TASMANIA Pela manhã fomos para o Wellington Park. Achávamos que teríamos alguma trilha para subir até o topo, mas não, vai de carro mesmo, tudo asfaltadinho. Chegamos tiramos uma fotos, e fomos ver algo pra fazer. Encontramos uma trilha meio inutilizada que nos levaria para umas formações rochosas que achamos interessante, e seguimos. No caminho encontramos poças de água congeladas, um canguru bem escondidinho, e as pedras que queríamos. Voltamos pra cidade, acabamos pegando um outro hotel (Welcome Stranger Hostel), descansamos um pouco e no fim do dia fomos conhecer um pouco de Hobart, caminhar pelo cais, pelo centro. É um lugarzinho bem bacana. Acabei nem tirando fotos da cidade 😕 Visão do topo do Monte Wellington de Hobart Alguma reserva florestal encoberta ainda cedo Nosso amiguinho canguru selvagem Rodrigo contemplando a vista GASTOS Café - AUD 15,00 Hostel - AUD 47,00 Lanche- AUD 11,00 Janta - AUD 20,00 TOTAL = AUD 93,00 Continua...
  9. Dia 07 – 22/05 - TASMANIA Chegamos na Tasmânia ali pelas 6h da manhã, e fomos retirar o carro que tínhamos alugado para todos os dias em que estaríamos lá. Foi pego pela EuropCar. Foi nos dado uma Toyota Klugger, por um valor que eu achei fantástico: AUD 229 para 7 dias com ela, sendo que nesse montante está incluso o valor de AUD 50,00 porque iríamos devolvê-la em Hobart. De Devonport seguimos direto para Cradle Mountain. Lá fazia muito, mas muito frio. Aproveitei e comprei uma touca, senão iria congelar as orelhas. Nos foi informado a respeito de um ticket para todos os parques da Tasmânia. O valor de AUD 60,00 para a família, sendo possível ingressar em todos os parques por 2 ou 3 meses, não lembro direito. Vimos que valia muito a pena, pois só nesse seria uns 19 dólares cada, além do estacionamento (e esse ticket cobre os estacionamentos também). Então adquirimos, nos equipamos com roupas quentes, e decidimos fazer um trekking que nos levasse até o Marions Lookout, passando pelo Crater Lake, e aí voltaríamos pelo Lake Lilla e Dove Lake. Esse roteiro não existe, nós que vimos que seria interessante fazer na hora. São fornecidos mapas, então dá pra montar um, e toda a trilha é extremamente bem sinalizada. Tem uma trilha para dar a volta no parque e passar literalmente no pico da Cradle Mountain, mas ele é de 8h de caminhada se não me engano, e precisa cuidar muito pois o tempo é imprevisível lá no inverno. Pra quem vai de carro, se deixa o veículo no estacionamento principal e de tempos em tempos tem um ônibus do parque que leva o pessoal para o início das trilhas. Não chegamos a descobrir se podia ir até os outros estacionamentos com nosso carro, acho que sim. Mas como iríamos iniciar em um estacionamento e terminar noutro diferente, foi melhor usar o transporte do parque. Início da Trilha Wombat No caminho já conheço o primeiro animal, o tal do Wombat. Muito fofinho. A trilha é meio que num terreno alagado, então fizeram ela como se fosse uma ponte. O Crater Lake é bem bacana, e o Marions Lookout seria melhor se não estivesse encoberto. Mas valeu a caminhada, fizemos amizade com um corvo simpático que queria comida. Panorâmica do Crater Lake Panorâmica do Marions Lookout (esse é o Dove Lake) Quando chegamos no lago deu pra ver um pouco da Cradle Mountain Nós tínhamos um roteiro meio pré pronto, mas nada reservado, o mais flexível possível. Então decidimos ir pernoitar em Launceston. Ficamos na Hillview House, por um valor de AUD 74,00, quarto com banheiro privativo. Dali fomos jantar um Hambúrguer e voltamos descansar. A cidade não é turística nem nada, então não tem muito o que se fazer ali. GASTOS Aluguel Carro - AUD 119,00 Entrada Parques - AUD 30,00 Café/Almoço - AUD 13,00 Hotel - AUD 37,00 Janta - AUD 18,00 TOTAL = AUD 217,00 Dia 08 – 23/05 - TASMANIA Partimos de Launceston em direção ao leste. Iríamos ver Bay of Fires e Binalong Bay. Nesse percurso nós nos perdemos um pouco, fomos parar no meio de uma reserva florestal, a qual havia pego fogo há algum tempo e tinha várias árvores ainda negras. Interessante é que, mesmo numa estrada de chão minúscula, havia placas indicando alguma coisa. Chegamos em Saint Helens, almoçamos numa padaria, compramos algumas porcarias no mercado, e partimos para nossos destinos. Bom, Bay of Fires não tem nada pra fazer. É uma praia, bem bonitinha, e só. Fomos, tiramos umas fotos, caminhamos um pouco, acabou. Bay of Fires Binalong Bay também não é lá grande coisa. Uma baía, com umas pedras meio avermelhadas. Nos divertimos com um Pelicano, ficamos andando nas pedras, o Rodrigo voou o drone dele, não tinha muito mais o que fazer. Parece que o pôr do sol fica bacana ali, com aquelas pedras avermelhadas. Vimos isso depois numas fotos do local. Pelicano Ponta da Binalong Bay Voltamos pra Saint Helens para decidir onde dormir. Isso é algo complicado nessas cidades pequenas. Existem poucas acomodações, em algumas poucas cidades, visto que a maioria é minúscula. Olhamos por muito tempo até encontrar um Hostel bacana em Bicheno, uma cidade famosa pelos pingüins. No percurso vimos um Santuário de animais logo antes de Bicheno, e decidimos passar lá no dia seguinte, visto que já estava fechado. Fomos jantar numa Pizaria bem boa ali no centrinho (Pasini's), e também fomos no mercado comprar algo para almoço no dia seguinte, visto que iríamos fazer outro trekking. GASTOS Almoço - AUD 15,00 Mercado - AUD 10,00 Gasolina - AUD 32,00 Janta - AUD 16,00 Hostel - AUD 37,00 TOTAL = AUD 110,00 Dia 09 – 24/05 - TASMANIA Logo cedo fomos para o East Coast Natureworld. Paga-se 26 dólares por pessoa, e 1 dólar se quiser comprar um pacotinho de ração para os cangurus. Chegamos era quase 10h, hora de alimentar os animais. Fomos direto para os Demônios da Tasmânia, que seriam os primeiros a serem alimentados, e ficamos só nós 2 lá e o guia. Eu entendia muito pouco do que ele falava, meu inglês não é uma maravilha, e quando é australiano falando, ai lasca tudo. Mas o bichinho é interessante. Depois ele foi tratar os cangurus e, por fim, um Wombat que eles têm separado que foi resgatado. Demônios Cangurus Wombat Rodrigo brincando com o Canguru Depois disso ficamos livres para andar pelo local, interagir com os animais. Demos uma volta, olhamos tudo e fomos brincar com os cangurus 😁. Várias fotos, vídeos. Os cangurus da Tasmânia são bem menores que os do Outback australiano. Acho que chegam a 1 metro de altura e olha lá, parecem tudo filhotes. Nem lembro que horas eram fomos em direção ao Freycinet National Park, que fica logo abaixo. Ali também tinha várias trilhas para fazer, mas tínhamos pesquisado na noite anterior que a mais bacana seria a do Mount Amos. É uma trilha considerada difícil e perigoso, mas curta. Se não me engano 4km ida e volta. Só que ela é praticamente na pedra da rocha, e grande parte dela praticamente uma escalada. Tipo, se a rocha estiver lisa da chuva desista, não vai conseguir. E também use bota de trilha, ela é essencial para dar a garradeira necessária e evitar um tombo feio e até a morte ☠️. Subimos, e num determinado trecho que você praticamente se enfia num vão, eu decido olhar pra baixo e gelo completamente. Tava muito alto, eu tava me cagando 😂. Sério, achei que não teria coragem de descer. Chegamos no topo, maravilhosa a vista da Wineglass Bay e de uma outra baía juntas (tem trilhas pra essas praias também). Almoçamos lá o que havíamos pego no mercado, e descemos. Até que não foi tão ruim quanto eu imaginei, mas praticamente se desce sentado, grudado na rocha. Na descida encontramos um grupo de meninas subindo. Meio perigoso, visto que já era umas 16h, e às 17h na Tasmânia já é escuro. Nessa trilha tem umas marcações na pedra sobre o caminha a ser percorrido, então tem que ficar atento pra não errar. São váaaarias marcações, mas né, sempre bom cuidar. Panorâmica do topo do Mount Amos O Mount Amos é um desses aí, não lembro qual Chegamos no estacionamento, e lá tinha uns cangurus selvagens querendo comida dos turistas. Na ida pro pouso vimos que ia dar um pôr do sol bacana, paramos numas pedras para tirar fotos, voar drone, essas coisas. Pôr do sol Como saímos dali já era noite, e iríamos até New Norfolk (umas 3h de carro), pegamos muitos animais na estrada. Tem que cuidar muito, pois eles adoram ir pra estrada à noite (acho que por causa do calor do asfalto, não sei), e tem muitos animais mortos nos acostamentos por causa disso. Chegamos no destino, tínhamos escolhido um lugar chamado Junction Motel New Norfolk. Lá o proprietário estava nos esperando com pressa, visto que era quase 20h e o check in era até esse horário. Assim que pegamos as chaves ele, que estava com uma galera, e alguns já beeem embriagados, nos informaram para ir jantar rápido, visto que cidades pequenas tudo fecha cedo. Nos indicou 2 locais e sumiu. Um adendo aqui. Realmente, na Tasmânia é 20h, no máximo 21h já está praticamente tudo fechado. Seguimos sua recomendação e fomos para o Shangai Restaurant. Chegando lá encontramos o proprietário do Motel e aquela galera sentados. Fomos convidados a nos juntar e eles. Aparentemente eram todos moradores dali, alguns residiam no Motel por longos períodos (tudo achismo isso 😂). haviam levado umas 4 garrafas de vinhos, nos ofereceram tanto que tivemos que aceitar. Vinho tasmaniano, muito bom. E começa a vim comida chinesa até não acabar mais, e eu só pensando no quanto aquilo iria dar... Ali pelas 21h o pessoal decidiu voltar pro Motel, e nós fomos acertar a conta. Nisso o proprietário diz que era tudo por conta dele. Ganhamos a janta "de grátis" 😁. Pagamos bem caro o Motel, AUD 120,00 para os dois, mas pelo menos ganhamos a janta. GASTOS Café - AUD 17,00 Souvenirs - AUD 20,00 East Coast Natureworld - AUD 26,00 Motel - AUD 60,00 TOTAL = AUD 123,00 Continua...
  10. Iniciamos então mais um relato, dessa vez sozinho, visto que minha namorada não pode ir em razão do trabalho. Como tinha um primo fazendo intercâmbio na Austrália, e as aulas já haviam terminado, decidimos fazer uma viagem de 30 dias para conhecer um pouco do País. Começamos pelas passagens. Elas estavam com valores de R$ 4.700,00 ida e volta. Ali por final de Fevereiro houve uma mega promoção da Quantas, que derrubou as passagens para R$ 2.200,00. Quando estava em R$ 2.800,00 em comprei, e no dia seguinte foi o pico da baixa. Mas preferi aproveitar antes, com medo que voltassem pros 4 mil reais. Comprei pela Decolar.com, pois o site da Quantas não queria funcionar. Aproveitei e adquiri um Seguro de Viagem no valor de R$ 384,00. O roteiro meio que foi feito pelo meu primo, tendo nós conversados e feito algumas adaptações. Depois da viagem vimos que poderia ter sido muito aprimorado, mas isso só vem com a experiência mesmo. Em Março fiz meu visto, que custou R$ 395,74. Fiz tudo online, usando esse site para ajudar em algumas coisas: https://quatrocantosdomundo.wordpress.com/2013/09/22/como-tirar-o-visto-para-a-australia/ Ali por maio eu comprei dólares australianos de um brasileiro que mora lá. Depositei em reais na conta dele aqui, e ele depositou em dólares na conta do meu primo. Tinha feito a conta que iria gastar uns 3 mil dólares. Comprei 2.200 dele, e os outros 800 seriam do meu primo, visto que eu havia comprado as passagens áreas internas na Austrália para nós dois. Tudo para "baratear", evitando gastos com IOF e lucros das casas de câmbio. A cotação que consegui foi de R$ 2,68. GASTOS INICIAIS - Passagem Brasil – Austrália – Brasil – R$ 2.812,00 - Seguro Viagem – R$ 384,00 - Visto = R$ 395,74 TOTAL = R$ 3.591,74 Dia 01 e 02 – 16/05 e 17/05 – SÃO PAULO - MELBOURNE Meu avião saiu de Guarulhos às 18h45min. Feito escala em Santiago (Chile) de 2h e depois em Auckland (Nova Zelândia) mais 2h. Um voo beeeem cansativo. Uma dica. Na ida eu peguei a poltrona 26 no voo de 10h entre Santiago e Auckland. É uma poltrona que tem muito espaço para se esticar, visto que ficar numa saída de emergência. Achei muito bom. Tentei pegar na volta, mas não tinha mais. Aí pega na janela e consegue apoiar as pernas na porta de emergência, dá um bom sono. Dia 03 – 18/05 - MELBOURNE Cheguei em Melbourne às 09h25min da manhã. O meu primo já tinha comprado a passagem do SkyBus pela internet (AUD 18,00) (https://www.skybus.com.au/). Esse ônibus faz o trajeto aeroporto / centro de Melbourne a cada 10min mais ou menos. Tem os que vão em bairros, mas o mais usado é o que vai até a estação Southern Cross. Fui até lá e ele foi me buscar. Ficamos na casa em que ele estava hospedado, no Southbank. Como o horário da Austrália é +13 o horário do Brasil, eu precisava ficar acordado o dia todo pra "ajustar" meu corpo, visto que quando é dia no Brasil, é noite na Austrália. Então fomos caminhar pela cidade. Fomos pelas margens do Rio Yarra, passamos pela Chinatown, e caminhamos até a Argyle Square. Ali próximo existe em restaurante chamado Universal Italian, que serve um frango parmegiana IMENSO, e por um valor extremamente em conta (AUD 14,00). Comemos era umas 16h já. Na volta passamos pela pela Biblioteca Estadual e pela estação Flinders Street e fomos pra casa. Consegui ficar acordado até às 20h aproximadamente, e aí capotei. Margens do Rio Yarra Margens do Rio Yarra Argyle Square Chicken Parmegiana no Universal Italian GASTOS SkyBus - AUD 18,00 Universal Restaurante - AUD 14,00 TOTAL = AUD 32,00 Dia 04 - 19/05 – MELBOURNE Nesse dia iríamos visitar outros locais. O Rodrigo convidou uma amiga dele para ir junto, a Isabela, a qual nos acompanhou nos quase 30km de caminhadas na cidade. Começamos pelo Shrine of Remembrance. Fomos para o Royal Botanic Gardens. Dali entramos no National Gallery of Victoria. Depois dessa longa caminhada fomos comer um Harbúrguer na Degraves Street se não me engano, que é uma ruela cheia de restaurantes e bares. Dali seguimos para o Fitzroy Gardens e voltamos pela passarela que dá ao Melbourne Cricket Ground. Nesse caminho passa pelo The Federation Bells, que são uma espécie de sinos que tocam umas músicas de tempos e tempos. Dá até para você criar uma música no site deles e colocar lá para tocar. Encerramos o dia na Munich Brauhaus com um casal de brasileiros que também são amigos do meu primo. Shrine of Remembrance Royal Botanic Gardens Royal Botanic Gardens Fitzroy Gardens Margens do Rio Yarra GASTOS Hambúrguer - AUD 24,00 Cerveja e Linguiça - AUD 19,00 Doce - AUD 6,00 TOTAL = AUD 49,00 Dia 05 - 20/05 – MELBOURNE O casal de amigos do meu primo do dia anterior se juntou a nós para conhecer o Abbotsford Convent. Nesse local é servido aqueles almoços que você paga quanto quer. Eles dão sugestões de valores, informando o quanto cada valor cobre dos custos deles. É um lugar bacana, muitas pessoas vão se exercitar lá. Algo que fica no centro de uma metrópole, e que parece que vocês está no interior, com cavalos, vacas. Tem até uma feirinha rural lá. Para ir até lá usamos o trem. Para usar o transporte público é necessário o MyKi, que precisa ser comprado e carregado com créditos (https://www.ptv.vic.gov.au/tickets/myki). Eu acabei usando um dos amigos do Rodrigo, então só gastei o valor do transporte, que varia conforme o destino. Algo importante sobre o transporte público. Você precisa apresentar o cartão na máquina sempre que entra e sai das estações, pois a cobrança é pela distância, então vai cobrar quando você sai. Nos subúrbios, como no bairro de Abbotsford Convent, não existe catraca nem nada, vai tudo na confiança. Problema é que, se você não fizer e algum fiscal passar pelo transporte verificando, a multa é altíssima (uns 200 doláres). Outra coisa é que, vamos supor que custe 4 dólares o deslocamento, e você só tem 2. O seu saldo vai ficar negativo, mas não tem problema. Você só pode ficar negativo 1x. Então, para pegar transporte novamente depois, terá que fazer uma recarga. Por fim, no centro de Melbourne há uma área de Tram gratuito. Tram é tipo uns bondes, que andam no asfalto sobre trilhos. Nós não o utilizamos, mas mesmo sendo gratuito acho que precisa dar o "tap" no cartão na entrada e saída dele. Depois do almoço fomos para Brighton Beach. É um local nobre da cidade, com grandes mansões. Ali próximo existem os Brighton Bathing Boxes, local bem turístico. Não achei nada assim muito interessante, mas o povo vai lá tirar fotos. A última das cabaninhas foi vendida por míseros 350 mil dólares 😱. É gostar de jogar dinheiro fora... Dali começou a chover e acabamos pegando ônibus / tram para ir para casa. Abbotsford Convent Abbotsford Convent Mansões em Brighton Beach Brighton Bathing Boxes Vista do centro de Melbourne a partir do caminho que fizemos pela baía Interior de um Tram GASTOS Transporte - AUD 10,00 Almoço Convento - AUD 10,00 Lanche tarde - AUD 10,50 Janta - AUD 15,00 TOTAL = AUD 50,50 Dia 06 – 21/05 – MELBOURNE - TASMANIA Nesse dia iríamos para a Tasmânia com o Spirit of Tasmania (https://www.spiritoftasmania.com.au/). Foi pago AUD 85,00 pelo deslocamento noturno, aproximadamente 10h no barco. Pode escolher camas se quiser (mais caro), mas se não pegar existem poltronas demarcadas para dormir. São bem confortáveis, como de um ônibus semi-leito. Também fornecem cobertor e travesseiro. Muito importante: LEVE DRAMIN!!! O Rodrigo acabou passando mal logo que o barco saiu da baía e entrou em alto mar. Eu dormi e não precisei tomar nada. Dá para ir de avião. O valor é praticamente o mesmo. A diferença é que vai até a capital, Hobart, e o barco vai até Devonport, que fica ao norte da ilha. Mas fizemos pela experiência mesmo. Deve ser bacana no verão, que aí pega o pôr do sol e o nascer do sol no barco. Como era noite pegamos escuro o tempo todo. Tem também a opção de fazer o trajeto diurno (quando pegamos não tinha, acho que devido à pouca demanda). Nesse dia não fizemos nada de mais. Coisas administrativas que ele precisava fazer na escola, ficamos arrumando malas, dormindo até mais tarde... Spirit of Tasmania Spirit of Tasmania Interior do Spirit of Tasmania GASTOS Almoço - AUD 17,00 Doce tarde - AUD 5,00 barco - AUD 85,00 Guloseimas barco - AUD 6,00 TOTAL = AUD 113,00 Continua...
  11. DIA 09 - 04/01/17 - 1º dia do tour - Salar de Uyuni Chegamos em Uyuni às 07 horas, depois de uma rápida parada no caminho para um café da manhã (servida no ônibus mesmo, mas ele para em um local se você quiser dar uma espichada nas pernas). Ao chegar já fomos bombardiados por pessoas querendo ofereceu tour. A primeira coisa que fiz foi pedir se haveria tour de 3 dias. SIM, HAVERIA!!! . O Rally não iria nos atrapalhar (ou iria hahaha). Entramos numa das empresas ao lado de onde para a Todo Turismo, e tava entupido de gente. Falei q iria voltar outra hora e nos mandamos pro centro. Eu tinha anotado umas empresas que falavam ser boas para fazer o tour, e a primeira delas era a Esmeralda. Porém eu não sabia onde ela se localizava. Fomos caminhando, olhando, até que chegamos no calçadão. Ali sim você é atacado a cada minuto por pessoas que oferecem passeios. Encontrei a Esmeralda e fomos lá ver. Dispensamos as rotas, visto que são praticamente todas iguais. O valor dra de Bs. 800,00 por pessoas, mas choramos um pouco e fizeram por Bs. 750,00. Já tinha 2 canadenses no nosso veículo, e depois de nós entraram 2 equatorianos e fechou nosso carro. Deixamos as malas ali e fomos comprar um ônibus para Sucre. Segundo a mulher do Esmeralda somente uma empresa faz o caminho direto até Sucre. Chegamos no local e é o ó hahaha. Pegamos 2 passsagens a Bs. 70,00 cada, ônibus noturno para dali a 3 dias. Ele sai às 22h e chega às 05h (se não estou enganado). Voltamos para o calçadão e paramos num bar tomar um café (Bs. 40,00). Ficamos ali sem fazer nada, visto que teríamos que esperar até às 10h30min pro nosso tour sair. Voltamos pra agência e eles pedem pra levar somente uma cargueira, para não sobrecarregar o veículo, a não ser que vá para o Chile. Fizemos isso e enquanto estávamos lá, vimos algumas pessoas pedir tour, e aparentemente já não tinha mais vagas. Pelo que notamos as agência "sérias" possuem um número limitado de tour diários (a Esmeralda tem somente 1 tour de 3 dias por dia). Agora existem as agência "não tão sérias", que se localizam onde os ônibus param (tipo aquela que eu entrei quando cheguei em Uyuni). Parece que eles vão pegando gente e colocando em veículos até encher. Não posso falar se são boas ou não, mas fica a dica. O preço era o mesmo, melhor pecar pela qualidade. Uma coisa interessante que nos foi oferecido por um homem oferecendo tours era o "tour invertido". Começa pelos desertos altiplânicos e termina em Uyuni. Aí, no 1ºdia você faz aquele percurso imenso que se faz no último dia. Sei lá, pode ser interessante, talvez você pegue os locais mais vazios... Já no veículo estávamos nós, o casal de equatorianos e 2 meninas gringas (Austrália se não me engano). Elas entendiam muito mal espanhol, então a Neila estava feliz que ia treinar o inglês delas. Parece que essas meninas fariam o tour de 1 dia, e que iriam trocar de veículo depois. Porque aconteceu isso eu não sei. Paramos no cemitérios de trens, e é aquele entrevero de gente, coisa ruim pra tirar foto. Cemitério de Trens Depois vamos pro salar propriamente dito. Se para nos Ojos do Salar, que é a água vindo pra cima. Pela explicação do guia, o salar é um pedaço do mar que ergueu, depois secando. São 3 metros de sal, e a parte inferior é puro água. Ojos do Salar Dali fomos pro Hotel de Sal para almoçar. É nesse hotel que tem aquele monumento do Rally Dakar e as bandeiras. Ele nos deu 20min enquanto preparava o almoço, e ficamos tirando fotos e caminhando. Estava muito, mas muito quente ali. Dentro daquele hotel eu tava me sentindo mal. O almoço é bem servido, tem refrigerante e sempre uma fruta de sobremesa. Dali fomos direto pra Ilha de Cactus. O roteiro normal é parar para tirar as fotos em perspectiva, mas como tinha esse "problema" de trocar de passageiros, fomos direto. A ilha é bem bacana. Paga-se Bs. 30,00 por pessoa, e pode usar o banheiro daí. Tem algumas subidinhas e caminhadas, mas nada muito exigente. Visão a parte da Ilha de Cactus Cactus Panorâmica Um portal que tem na Ilha Na volta pro veículo ficamos sabendo que os canadenses estavam ali desde meio dia quase. Ou seja, ficaram umas 5h naquele lugar, em razão dessa "troca". Já estavam bem putos. Fomos fazer as fotos em perspectiva e, aparentemente, eles (os canadenses) já tinham feito e não gostaram muito de ter que ficar mais um tempo "parados". Pois bem, o nosso guia fez as fotos, nos orientou, tudo muito bacana. E parece que o guia dos canadenses não tinha feito a foto pra eles. Aí se alegraram um pouco e pararam de reclamar. Pessoas do tour Depois disso iríamos ver o pôr-do-sol. Mas estava beeem encoberto. Ficamos um pouco lá e decidimos ir embora. Que cagada. No dia seguinte ouvi uns brasileiros falando que o pôr-do-sol tinha sido maravilhoso, tendo ficado todo o deserto avermelhado. Então fica a dica: TEIME PARA FICAR NO PÔR-DO-SOL, NEM QUE ESTEJA CHOVENDO!!! Até porque depois disso se vai pro Hostel dormir, então não custa ficar 1h ali brincando no sal. O Hostel fica num vilarejo (na real o escolhido pela agência, visto que passamos por vários Hotéis de Sal no caminho). Ali ficamos num quarto com sal no chão (coisa chata, só pra fazer bagunça), e o nosso quarto era o único com banheiro e chuveiro. Sorte grande!!! #sqn. O vaso não estava funcionando, mas o chuveiro a princípio estaria. Sim, estava, mas só com água fria... E além disso tínhamos pago Bs. 20,00 para tomar banho quente Além disso, um dos canadenses era vegetariano, e nosso guia avisou a cozinha sobre isso. Mas a comida veio para não-vegetarianos. É um problema dos vegetarianos isso. Numa viagem dessas, de 3 dias, deve ser bem complicado manter esses hábitos, ainda mais num país sem muito estrutura como na Bolívia. GASTOS Tour Salar - Bs 1.500,00 Ônibus uyuni - Sucre - Bs 140,00 Café - Bs 40,00 Entrada Ilha Cactus - Bs 60,00 Banho Hostel - Bs 20,00 TOTAL = Bs 1.760/1,95 = R$ 902,56 DIA 10 - 05/01/17 - 2º dia do tour - Lagoas Altiplânicas No dia seguinte, beeeem cedo, partimos para as lagoas altiplánicas. Eu não lembro os nomes, mas são várias. Pela manhã nós fomos num lugar estranho que parece uma estação de trem. Ali tem um vulcão semiativo. Depois nós vamos para um lugar que é derramamente de lava já seca (beeeem antiga). O mais interessante aqui seria ver a fumarola do vulcão, mas estava encoberto de nuvens (e tb é bem longe). Vulcão Semiativo Esculturas nas pedras Esculturas nas pedras Lagoa Panorâmica de Lagoa Lagoa + Flamingos Durante a manhã tudo tranquilo, sol e um calorzinho. Mas de tarde esfriou muito e começou a chover. O guia tinha falado que de tarde ia esfriar, mas eu não sabia que seria tanto. Como não dá pra pegar as mochilas, é muito recomendável que se leve uma blusa a mais no interior do veículo. Eu estava com uma manga curta e uma jaqueta corta vento e sentia bastante frio quando descíamos. Pior ainda que chovia! Essa parte da tarde foi bastante estragada em razão da chuva. A árvore de pedra mal deu pra fotografar, teve lugares que nem conseguimos parar, e a Laguna Coloranda tava... tosquíssima, sem flamingo, sem cor, sem poder caminhar em razão da chuva Árvore de Pedra Laguna "Colorada" Depois da Laguna Colorada tem uma cobrança estra e caríssima que só fomos descobrir lá (na real eles falaram na agência). São cobrados Bs. 150,00 por pessoa para ingressar no Parque que começa na Árbol de Piedra e vai até a divisa com o Chile. Esse valor não tinha visto em nenhum relato e aparentemente é algo novíssimo. Dali fomos procurar um lugar para dormir. É um alojamento ali na Laguna Colorada mesmo. Isso é feito bem cedo, ali pelas 16h, para conseguir lugar. Nos ajeitamos e fomos comer um lanche que o guia nos proporcionou. Depois os canadenses ficaram mexendo nos celulagres/notebooks, a Neila e os equatorianos dormiram, e eu fui caminhar (agora beeem agasalhado, porque ficava cada vez mais frio). Nesse caminhar vi os guias jogando uma pelada (jogar futebol nessas altitudes não é pra qualquer um) e fiquei escutando uns brasileiros que estavam viajando por conta própria, em 3 veículos. Foi aí que ouvi eles falarem do pôr-do-sol no salar no dia anterior, visto que eles acamparam no salar. Deve ser magnífico o céu por lá, mas como estava nublado não sei se conseguiram ver algo. Alojamento Nisso eu notei que tava ficando bacana pra um final do dia bonito e fui buscar minha câmera. Depois a Neila decidiu sair também e os equatorianos também apareceram. Ficamos caminhando e conversando sobre nossos países, tirando algumas fotos, e ali pelas 19h30min fomos jantar (nosso guia tinha nos falado para aparecer ali pelas 19h). Nessa noite ganhamos um vinho boliviano. Era suave, mas tudo bem, mal deu um copinho para cada um. Final do Dia Nesse local a energia elétrica é controlada. Então eles ligariam a rede das 20h às 22h para quem quizesse carregar seu apetrechos. Aqui não tem banho quente. Se quiser, toma frio, mas estava extremamente frio pra fazer isso. Depois da janta fiquei conversando com o pessoal e fomos dormir, visto que no dia seguinte iríamos madrugar novamente. GASTOS Tickets parque - Bs 300,00 Água 2 litros - Bs 10,00 TOTAL = Bs 310/1,95 = R$ 158,97 DIA 11 - 06/01/17 - 3º dia do tour - Altiplânico Andino Nesse dia acordamos às 04h. Saímos de noite e fomos até os gêiseres. Depois, indo em direção às piscinas térmicas, encontramos um local coberto de neve. Até o guia parou para tirar fotos, visto que era algo anormal. Até que enfim a natureza estava colaborando um pouco. Gêiser Neve Pegamos alguns pontos de chuva isolados, mas chegando nas piscinas fazia sol. Os tickets custam Bs 6,00 por pessoa e dão direito ao banho e ao uso dos banheiros. Entramos eu, Neila e a equatoriana. O marido dela não teve coragem. O guia tinha dito que a água era de 30ºC, então pensei que passaria frio, mas estava MARAVILHOSO!!! Pena que é pouco tempo (40min ao todo, visto que tínhamos que levar os canadenses pra divisa com o Chile). Vale muito a pena entrar. Não é tão frio quanto parece, e uma vez lá dentro você não quer mais sair Piscina termal De banho tomado, fomos em direção ao Deserto de Salvador Dali e à Laguna Esmeralda. Depois é ir até a divisa com o Chile e a viagem praticamente termina... ou não A fila para a emigração Boliviana era imensa. Pelo menos andava mais rápido que nos aeroportos. Uma casinha, no meio do nada, coisa bem Boliviana mesmo. É bacana ver o contraste entre um País e outro. No lado do Chile, tudo asfaltado; no lado da Bolívia, estrada de chão (isso quando existe estrada!) Deserto Salvador Dali Laguna Esmeralda Divisa Bolívia / Chile Fila Emigração Depois de uns 30min ali, em que estávamos esperando um suporto primo do guia que voltaria com a gente, partimos de volta pra Uyuni. Eu tinha lido como é importante que o pessoal que viaje junto seja companheiro. Realmente. Nosso guia tinha dito para que revesássemos os bancos. No 1º dia eu e a Neila fomos no do meio. No 2º falei com os equatorianos para trocar e fomos no fundo. No 3º dia pensei que os canadenses iam se tocar, mas não, pegamos novamente o lugar da frente e o do meio e o resto que se lasque. Também reclamavam demais, a canadenses sempre querendo cortar o guia. Pessoas bem complicadas. Mas pelo menos nos demos bem com os equatorianos. Na volta o primo do guia foi no fundo e eu fui na frente. Foi uma longaaaa viagem até chegar ao meio dia, em que paramos num vilarejo para almoçar. Depois do almoço continuamos nosso viagem. No meio do caminho o guia parou em um local com umas formações rochosas interessantes. Depois disso seguimos direto até San Cristobal, onde foi feito uma parada para usar banheiro e comer algo. Comemou um picolé (Bs 4,00 cada). Não era a melhor coisa do mundo, mas pelo preço até que não era dos piores. Formações rochosas Então seguimos viagem e uns 10 min depois, nuam espécie de enruzilhada, fomos parado num bloquei. Finalmente O RALLY SE MOSTRAVA A NÓS! Carros do Rally Que bacana, que emocionante... bom se fosse. Parece que com a quantidade de chuva que tinha caído eles se atrasaram. Era pra ter passado nesse ponto às 14h, mas com muitos retardatários, ficaria fechado até às 20h, ou mais. Os guias tentaram cruzar pelo deserto, mas a polícia impediu. Ficamos 1h ali, até que um dos guias falou para ir por um determinado local que não tinha polícia. Aí foi aquela comitiva de veículos traçados pelo meio do deserto. O Rally bem belo pela estrada, e nós no meio do deserto, sendo muito mais emocionante que eles. Íamos meio que acompanhando a estrada, até que os guias meio que ligaram o "foda-se" e se meteram na estrada principal, junto com os veículos do Rally (eram poucos que passavam lá de vez em quando). Chovia e a estrada estava bem escorregadia, então íamos numa velocidade amena. Quando víamos que um veículo da corrida estava vindo, íamos bem pro canto e diminuíamos a velocidade para que ele passasse. Chegou um momento que acabou a chuva e o vidro do nosso carro começou a encher de respingos de lama. A água do parabrisa não funcionava. Aí eu, que estava na frente, enchia as garrafinha de água, me colocava pra fora do carro pela janela e jogava no vidro. Uma coisa muito emocionante, disputar um rally e ainda servir de limpador de para brisas Teve certos momentos que chegávamos a acompanhar os corredores. Meu maior medo era encontrar uma barreira policial e se lascar, mas foi tudo "tranquilo" até Uyuni. [media] [/media]No Rally. Esse carro da frente era competidor Chegando lá chovia demais e a cidade estava DEBAIXO DA ÁGUA. Sério, tinha chovido muito, e inclusive tinha GELO nas calçadas. Pedi pro guia se isso era normal, e ele disse que nunca tinha acontecido antes. E eu com esperanças de ir pro Salar tirar foto do reflexo... haha, sonho. Uyuni debaixo de água (aquilo branco na calçada é neve ) Paramos próximo à agência e ficamos esperando a chuva diminuir, mas não diminuia. O calçadão parecia um rio de tanta água. Decidimos ir correndo pra agência. Pensamos que os equatorianos viriam também, mas eles simplesmente desapareceram. Nem nos despedimos ou trocamos contatos Fomos procurar algum local para tomar um banho, mas um Hotel que oportunizava isso disse que por causa do alagamento as bombas deles não estavam funcionando. Desistimos e fomos para um restaurante que vimo. Já estava cheio de gente querendo refúgio. Pedimos uma pizza e ficamos ali até que a chuva parou, o alagamento meio que se foi, e a cidade começou a voltar ao normal aos poucos. Com o fim da chuva fomos em direção à nosa partida do ônibus. Bom, o local era um chiqueiro e estava entupido de gete. Também, sairiam 2 ônibus pra Sucre naquele horário! A viagem foi boa. O ônibus não é leito mas estava confortável. GASTOS Tickets Águas Calientes - Bs 12,00 Banheiro no almoço - Bs 4,00 Pocolé San Cristobal - Bs 8,00 Janta - Bs 98,00 TOTAL = Bs 122/1,95 = R$ 62,56 DIA 12 - 07/01/17 - Sucre Chegamos em Sucre ali pelas 5h da manhã. Meio estranho aquela rodiviária, tudo fechado, escuro, bem sinistro. Catamos um táxi e ele disse que sairia Bs 10,00 pra ir até o Hotel. Reservei o Villa Oropeza Guest House pelo Booking. Fica no centrnho histórico e achei o preço bem acessível pela qualidade. Claro, não é barato igual La Paz, já que em Sucre os valores já aumentam um pouco. Bom voltando ao táxi. Ele andou um monte, muito barato o preço. Chegando lá vi que só tinha notas de 100 e 200... pedi pra ele esperar e solicitei para a atendente do Hostl que fizesse a troca do dinheiro. Ela não uis me dar trocados, me deu só 2 de 50. Aiai, saí e dei uma notade 50 pro taxista. Foi minha boa ação na Bolívia. Depois me liguei que poderia ter pdido Bs 10 pra atendente e solicitad que ela me cobrasse no check out. É uma dica besta, mas SEMPRE tenha dinheiro trocado, ainda mais quando você vai andar de táxi de madrugada. Nos acomodamos. O quarto enorme, cama enorme, chuveiro quente... AHHH, CHUVEIRO QUENTE Tomamos um banho maravilhoso e fomos dormir. O passeio pelo Salar é ótimo, mas retornar ao conforto também é muito bom. Dormimos até ali pelas 10h e fomos conhecer um pouco da cidade, já que ficaríamos somente um dia. Pegamos um mapa turístico no Hostel e fomos nos guiando. É aquela típica cidade antiga européria. Muito bem cuidada, e com trocentas igrejas. A Plaza 25 de Mayo é o coração do local. Olhei no TripAdvisor algum local para comer e vi que falavam muito bem do Abis Café. Decidimos ir almoçar lá. Pedimos o prato do dia, e podia escolher entre as entradas, principas e sobremesas. Quando eio a entrada... PQP, o prato era IMENSO! . Pedimos uma sopa, mas veio um balde de comida. Comemos... e quando veio o principal. Eu não consegui comer de jeito nenhum. Vinha muita comida mesmo. Depois ainda deram uma bela porção de sorvete. Pela quantidade de comida que vem achei muito barato. Custo Bs 108,00 para 2 pessoas. Depois disso vasculhamos um pouco mais a cidade e fomos dormir. Não tinha organizado nada para fazer ali, só conhecer a cidade mesmo. À tarde fomos novamente para a praça. Eu queria trocar dinheiro, mas era domingo. Só tinha aquele pessoal de rua, e eu não tava muit a fim de trocar com eles. Fomos num outro local e comemos um doce e tomamos café/chocolate quente. Os doces eram bons, mas definitivamente o café boliviano é ruim... Também compramos chocolates da marca Sucre, que custou Bs 16,00 cada. Eu tinha lido que era barato, mas não achei não. E o gosto não é dos melhores. Tem outra marca, ParaTi. Mas esse sim é caro. Não fui ver o preço, mas as lojas são chiquérrimas. À noite comemos algo no quarto. Aquele lanche da tarde nos deixou cheios. Centro de Sucre Centro Sucre Centro Sucre GASTOS Táxi - Bs 50,00 (só lembrar que o vaor real foi 10) Almoço - Bs 108,00 Chocolate - Bs 48,00 Café/lanche - Bs 87,00 TOTAL = Bs 293/1,95 = R$ 150,25 DIA 13 - 08/01/17 - Sucre - Santa Cruz de La Sierra Fizemos o check out e pedimos um táxi para ir ao aeroporto. Na recepção nos informaram que existe um ônibus que leva té lá, e que demora em média 1h, sendo o táxi até o local pra pegar o ônius entre 5 e 10 bolivianos. Pra quem não quer gastar vale a pena, poruqe o táxi até o aeroporto custa Bs 70,00. Eu tinha visto no Maps que o aeroporto era ali pertinho, mas não é. É longe pra kct. O taxista demorou uns 40 min, e olha que ele corria um monte. No caminho, vários deslizamentos de rochas. Um perigo! Chegamos no aeroporto, novíssimo, mas cheio de goteiras. Lembrei das obras brasileiras. Despachamos as malas, pagamos a taxa de embarque (num guichê apartado) e fomos tomar um café. Nisso estava fechado de neblina, e vimos que o voo foi atrasado. Era pra sair às 09h05min, ficou para as 10h30min. Fazer o que. Quando stava quase chegando na hora, no auto falante nos chamaram (a todos do voo) pra o ghichê. Chegando lá eles tavam falando que o voo iria sair só as 15h. Tive que escutar umas 4x pra ter certeza que estava ouvindo corretamente. Parece que tinha um temporal muito feio em Santa Cruz, e que nosso avião iria decolar de lá. Mas em razão do tempo ia esperar melhorar. Então ficamos por looongas horas no aeroporto. Almoçamos e ficamos conversando com 2 brasileiros. Às 15h conseguimos sair de Sucre. Em Santa Cruz troquei um pouco de dinheiro, o suficiente pra durar até o fim, e fomos pro Hostel. O aeroporto também feca beeem afastado da cidade, então se anda bastante de táxi. Ficamos no Jodanga Backpackers Hostel. É um hostel bem famoso, tanto que quando falei o endereço o taxista já falou que era esse hostel. Ele fica localizado num bairro nobre da cidade, com um parque imenso e cheio de casas bonitas. Ficamos hospedados na frente do hostel, num terreno onde eles colocaram 3 containers. Bem confortável, com ar condicionado e silenciosos. Quarto Container Eu tinha planejado conhecer a cidade, mas devido ao atraso do avião, só conseguimos chegar já fim do dia. Então ficamos no Hostel mesmo e decidimos ir gastar a "grana" que tinha num restaurante chique. Olhei bastante no TripAdvisor e fomos no TANTA. Local bem bacana, e as comidas bem caras também (não tanto como no Brasil, mas caras para padrões mochileiros). Eu pedi um Tacu Tacu a lo Pobre, que custou uns 70 bolivianos, e a Neila um outr prato que também custou + ou - isso. O valor total com a bebidas e sobremesas foi Bs 220,00. Interessante é que você está num restaurante chique e pede um táxi. Aí chega um carro que dá até medo de entrar, ou pq vc vai ser sequestrado, ou pq ele vai querbar no meio do caminho. E pior, o cara não sabia nem como chegar no endereço . Depois vi que poderíamos ter ido a pé. É relativamente perto, e as noites bolivianas são bem movimentadas. Mas eu tenho certo receio de sair à noite onde não conheço. GASTOS Hostel Sucre - Bs 316,00 Táxi aeroporto Sucre - Bs 70,00 Taxa Embarque aeroporto - Bs 22,00 Café - Bs 30,00 Táxi aeroporto Sta Cruz - Bs 60,00 Hostel Sta. Cruz - Bs 300,00 Táxi até o Tanta - Bs 20,00 Janta no Tanta - Bs 220,00 Táxi até o Hostel - Bs 12,00 TOTAL = Bs 1.050/1,95 = R$ 538,46 DIA 14 - 09/01/17 - Santa Cruz de La Sierra - São Paulo Último dia! Nosso voo sairia às 12h de Sta. Cruz, então saímos bem cedo, ali pela 8h30min. Troquei os bolivianos que tinha por reais, deixando uma pequena quantidade para os Free Shops. Entrando no local do embarque a gente dá de cara com uma fila IMENSA!!! A fila de emigração . Ficamos 1h30min nela e, quando estávamos quase pra passar, o funcionário da Gol nos chama para "pular a fila" porque nosso voo estava se aproximando. Não precisava, até porque ficamos mais um tempão esperando depois, mas... Ali a polívia abre e verifica as bagagens de mão. Verifica a de todo mundo! Então, se for entrar ou sair da Bolívia, tem que cuidar muito os horários de conexão e chegada nos aeroportos, porque o sistema migratório deles é HORRÍVEL!!! 1/3 da Fila da Emigração Depois de todo esse tempo você entre nos Free Shops. Bem, não vale a pena. O preço nos nos é ABSURDO!!! Conseguimos comprar alguns chocolates (acho que tínhamos 100 bolivianos). Com uns trocados que sobraram compramos uma coxinha (fui lá e pedi o que conseguia comprar com aquele valor ). E aí acaba a viagem! GASTOS Táxi aeroporto Sta Cruz - Bs 70,00 TOTAL = Bs 70/1,95 = R$ 35,89 CUSTO TOTAL DA VIAGEM = Bs 9.485,00/1,95 = R$ 4.864,10 + R$ 3.838,67 (passagens aéreas) = R$ 8.702,77
  12. DIA 07 - 02/01/17 - La Paz Para esse dia havíamos programa de fazer os tours pela cidade de La Paz. Logo depois do café fomos na agência e pegamos o Walking Tour para a manhã (tem às 09h40min e às 13h40min) e o dos Teleféricos (Cable Car Tour) para a tarde, que possui horários às 11h e às 15h. Pegamos ali no Loki Hostel mesmo. O valor do Walking foi Bs 20,00 por pessoa e o dos Teleféricos Bs 50,00. O guia pede se quer em inglês ou em espanhol, veio nos buscar no Hostel e nos levou até a Iglesia de San Francisco, que fica na Plaza Mayor. Lá ele fala algumas curiosidades bem bacanas sobre a igreja. Dentro é muito bonito. É também explicado como se deu a conversão dos índios, uma sacanagem interessante dos Espanhóis (que vou deixar para que aprendam lá mesmo) Iglesia de San Francisco Depois vamos para a Calle de las Brujas, que se localiza na Calle Linares. Eu queria muito conhecer esse local porque tinha lido que é o melhor lugar para comprar quinquilharias É muito bacana e, segundo ele, muito místico. Muitos bolivianos não gostam de andar por ali, então é tomado de turistas. Nos é falado sobre como fazem os feitiços e explica o que é usado em cada um. Também dá um tempo para quem quiser comprar coisas. Lhamas empalhadas numa das lojinhas na Calle de las Brujas Depois vamos até a Plaza San Pedro. Em frente à ela existe uma Penitenciária, que antigamente existiam passeios nela. Era a principal atração da cidade Porém, devido a problemas dos mais diversos, foi proibido tal passeio. MAS, segundo o guia, ainda dá pra fazer ele na clandestinidade. Eu que não quero entrar numa cadeia na Bolívia... Além disso ela é completamente comandada pelos presos. Não vou ficar falando tudo aqui também né... Em seguida nos encaminhamos para a Plaza Murillo. No caminho ele para pra mostrar alguns prédios interessantes. São muito bonitos, mas não tirei fotos porque a fiação em excesso estragava tudo. A Plaza Murillo é o coração administrativo de La Paz, onde se encontra o Palácio do Governo e o Congresso Nacional. Em volta há várias repartições públicas. Ali também nos é contado curiosidades sobre a praça e sobre os antigos presidentes. É bacana fazer esse passeio antes do Teleférico, visto que depois o teleférico passa por cima da casa de um prefeito que teve que fugir para não ser morto, e o guia da manhã nos contou como ele conseguiu fugir. Catedral na Plaza Murillo Congresso Nacional Por fim vamos para a Calle Jaén. Essa é uma rua amaldiçoada, tanto que o padre vai lá benzer ela de tempos em tempo. Interessante que a empresa desse tour fica nessa rua, e também tem um Hostel ali. Se você quiser tirar a prova, vai dormir lá e depois vem aqui contar se ouviu relamente barulhos estranhos Calle Jaén Aí o guia nos leva novamente até a Plaza Mayor e nos deixa, solicitando, claro, uma propina, se alguém quiser dar. Eu até queria dar, porque ele é realmente muito bom, mas acabei não dando O tour acabou ali pelas 12h30min. Disseram que seria somente 2h, mas foram quase 3h. Tínhamos que sair do quarto quádruplo antes das 13h pra ir pro quarto matrimonial, no qual eu tinha reserva. Deixamos as cargueiras no depósito deles e fomos almoçar no Hostel mesmo (Bs 65,00). Às 15h a guia dos teleféricos chega. Iríamos somente nós 2 e uma francesa, que estava em outro Hostel. Primeiro subimos a ladeira do Loki Hostel para chegar ao Teleférico Vermelho. Todos os tickets são pagos pela guia, e eles custam Bs 3,00 por pessoa, e precisa ser pago novamente se você sair do bonde nas estações, ou quando troca o teleférico (do amarelo pro verde, por exemplo, visto que eles são interligados). O vermelho não possui ligação com outros ainda, mas o teleférico azul, que está em El Alto, está quase pronto e será a primeira ligação do vermelho. É bacana fazer esse passeio para conhecer, e também para ver a cidade, que acho muito bacana. Ela é aquele tom marrom, visto que as casas não são pintadas. Essa guia nos falou que as casas pintadas pagam mais impostos, então as pessoas não pintam. Sei lá, meio estranha essa lei. E deve ser uma lei Municipal de La Paz, ou Estadual do distrito a que pertence La Paz, visto que em Sucre quase tudo é pintado, e em Santa Cruz tb. Como as pessoas não podem pintar as casas, ela pintam os portões e comprar vidros com películas coloridas. Foi a forma deles enfeitarem um pouco suas residências. Visão de um pequeno pedaço de La Paz Chegando em El Alto nós caminhamos uns 20min pra pegar uma van, visto que é longe o Teleférico Amarelo. Nesse percurso passamos pelo Mercado das Bruxas de El Alto, que só é frequentado por locais. Ali sim deve sair uns feitiços da poha... Tanto que estavam fazendo um e, quando eu e a francesa tiramos fotos, uns senhores começaram a gritar com a gente. Aí a guia nos explicou que o povo acredita que quando se tira foto deles, você está roubando um pouco da alma deles. Então, se for tirar foto das pessoas, peça autorização antes. E se quiser tirar foto dos rituais deles, é melhor que não vejam você fazendo isso. Calle de las Brujas em El Alto Chegamos num parque de diversões. Ali a guia arranja uma van pra nós. Mais uma aventura. Queria ter filmado a senhorinha avisando pra onde a van iria, era muito bacana o tom da voz e a velocidade que ela falava. As vans que se pega no caminho também são pagos pela guia. Essa acho que custou Bs 2,00. O Teleférico Amarelo é um dos maiores. Acho que foram 20min nele até chegar no Verde. Aqui a cidade começa a ficar melhor. Já é uma classe média, e passamos bem próximo da Residência Oficial da Presidência da República. Descendo de El Alto com o Teleférico Amarelo Já o Teleférico Verde está incurstado no bairro de luxo da cidade, a zona sul. Ali se veem mansões e prédios grandes e bonitos, aqui já tudo pintado. Onde o teleférico passa por cima as casas perdem valor. Se perde privacidade e as torres deixam a visão mais feia, então os ricos daqui não queriam a construção. Mas o governo deu um "faz-me-rir" e o pessoal acabou colaborando (em parte). Chegando no fim da linha verde vemos o Shopping da cidade e as universidades privadas. Ali nos despedimos do teleférico e voltamos pro centro de Van. O preço da van aqui foi Bs 3,50 (acho que varia com a distância do destino). Nesse percurso passamos em frente às Embaixadas, à Residência da Presidência e, inclusive, de um Banco do Brasil! O passeio terminou era umas 18h e ficamos novamente na Plaza Mayor. DICA: Fique um dia em La Paz para fazer esses dois passeios. Para mim foram sensacionias, vale muito a pena e o preço é baixíssimo. Se for fazer sem guia você perde a oportunidade de ficar sabendo da história e das curiosidades da cidade e do País. Voltamos pro Hostel e fomos tomar um Sunday de Nutella, que tínhamos visto no cardápio (Bs 17,00). É bem grandinho, mas não é lá muito bom. Como tínhamos tomados isso, nossa janta foi um cafézinho no quarto e umas bolachinhas. Ah, esqueci de falar. No quarto matrimonial do Loki Hostel eles dão chás, cafés, 2 garrafinhas de 600ml de água, e tem uma garrafa térmica que esquenta água. Muito bacana! GASTOS Café - Bs 24,00 Walking Tour - Bs 40,00 Almoço - Bs 65,00 Tour Teleféricos - Bs 100,00 Sunday - Bs 17,00 TOTAL = Bs 246/1,95 = R$ 126,15 DIA 08 - 03/01/17 - La Paz - Salar de Uyuni Esse era um dia de folga. A princípio iríamos fazer um passeio de dia inteiro numas ruínas incas. Mas como já estávamos cansados de andar apertados sacolejando em vans, decidimos "não fazer nada"... em partes, claro. Primeiro fomos arrumar o óculos de sol da Neila. Ali perto do Hostel tem ao menos 30 óticas. Entramos numa e iriam cobrar 20 Bs pelo conserto (era só trocar aquele suporte que fica no nariz. Pois bem, serviço de 5 min no Brasil. Meia hora depois a pessoa volta e parece que tinham enchido de super bonder no óculos, e ainda veio torto. Quando a Neila foi experimentar meio que a gambiarra quebrou e a moça levou pra quem consertou. Voltou melhor, mas pura cola, até na lente tinha cola. É uma coisa tão simples, só colocar um novo! Blz, fazer o que. Dali fomos pra Calle de las Brujas comprar presentes. Compramos uns artesanatos pra família e pra nós. A Neila comprou uma blusa de lã e eu comprei uma espécie de poncho pra minha irmã. É muito barato! O poncho custou Bs 120,00 e a blusa Bs 85,00. Parecem bem boas, só não sei como vão ficar depois de lavar. (a Neila disse que lavou a dela na máquina e a blusa continua intacta ) Voltamos pro Hostel, guardamos as coisas e fizemos check out, colocando as cargueiras no depósito. Eu pretendia comer novamente no Restaurante Pub 7200, mas quando chegamos lá estava fechado. Como estávamos por ali fomos no Little Italy, que já havíamos tomado café no dia do Downhill. Como é italiano, pedimos pratos individuais de lasagna e raviole de lhama. O meu achei muito exagerado no queijo e sem carne, e o da Neila estava muito picante... Não é muito bom, e é consideravelmente caro pela qualidade (Bs 100,00). Depois de comer fomos no Museu da Coca, que é ali perto. Eles te dão uma bala de coca pra experimentar. Não é essas vendidas no mercado. Amortece a língua de forte que é, e não tem açúcar. Ficamos acho que 1h lá. Você vai lendo umas plaquinhas, é bem interessante. Na saída o restaurante que eu queria ir estava aberto. Pelo que notei ele abre às 13h. Dali fomos fazer o roteiro que havíamos feito no dia anterior, mas por conta própria. Eu queria tirar umas fotos que não consegui porque tinha que mudar a lente da câmera. Já as coloquei ali em cima, então não vou repetir. Caminhamos até ali pelas 16h e voltamos pro Hostel. Ficamos lá sentados, tomando chá de coca e escutando uns brasileiros que não conseguiam se decidir sobre que tour iam fazer, enquanto um que se achava o fodão (que já tinha ido pra Bolívia 2 anos atrás) ficava falando um monte de bobagens (tal como "no Downhill se você ficar muito pra trás eles recolhem tua bicicleta e te fazem ir de van). Não sei onde ele viu isso, mas no dia que fomos existiam vários retardatários e nenhum foi obrigado a ir de van... Ali pelas 19h fomos pra Todo Turismo a pé. É pertinho (em frente à Estação de Ônibus). Chegando lá sentamos nos sofás e conversamos com uma brasileira. Ela disse que iriam ficar só um dia no Salar porque não iria ter passeio de 3 dias por causa do Rally Dakar. Eu gelei!!! Olhamos na internet e ela estava certa: IA TER O DAKAR MESMO!!! Só que verifiquei que eles entrariam na Bolívia no dia 05/01 e estariam em Uyuni somente no dia 08/01. Como eu ia ver o passeio lá em Uyuni, pensei "eles não vão ficar quase 1 semana sem fazer passeio. Vai sair, nem que seja clandestino hahaha". No horário embarcamos e seguimos viagem. Na saída eles servem uma janta (uma marmita quente), café ou chá e um chocolate. Tinha um filme em inglês com tradução espanhol, e eu não conseguia nem ouvir e nem ler. A viagem foi tranquila. Não era o ônibus leito, mas era confortável. GASTOS Café - Bs 24,00 Conserto óculos - Bs 20,00 Hostel - Bs 332,00 Atesanias e roupas- Bs BS 380,00 Almoço - Bs 100,00 Tickets Museo Coca - Bs 30,00 TOTAL = Bs 886/1,95 = R$ 454,10
  13. DIA 05 - 31/12/16 - Copacabana - Isla del Sol Fomos tomar café às 07h30min e fizemos o check out. Decidi levar as cargueiras pra Isla del Sol, vai que dá um problema e precisamos dos remédios... Fomos em direção ao porto e logo veio um vendedor de passeios. Não precisa se preocupar com isso, tem vários deles o tempo todo vendendo passeios pra todos os lugares ali perto. Pegamos 2 pra Isla (Bs 40,00) e ficamos esperando, visto que sairia às 08h30min. Logo vão se formando as filas e ouvimos alguém chamar para a parte Sul da ilha, que seria nosso destino. Entramos no primeiro barco e fomos embaixo. Já tinha ido na parte de cima da outra vez que visitei o lago. Pelo menos daquela vez foi bem frio. E também é bom usar protetor, porque são 1h30min no sol (caso vá em cima). Durante o percurso começou a chover, e como estava tudo cheio, quem foi em cima se molhou Bom, 1h30min depois chegamos na ilha. Fomos procurar algum lugar pra ficar. No primeiro Hostel não tinha vaga. Aí uma senhora fala que no dela tem. Olhamos, tinha água quente, valor de Bs 100,00 por pessoa, fechamos. No quarto tinha 1 cama de casal e 1 de solteiro, mas ficaríamos somente nós. É o Hostel Puerto Alegre. Chegando no Sul ele é de facílima localização. Ah, logo que se chega no porto você já é abordado pelo Pedágio. Bs 10,00 por pessoa para poder ter acesso ao Sul... Caso queira mais opções de Hostel você tera que subir o cerro, e isso vai lhe demandar pelo menos meia hora, pois é beeem íngreme. Vimos muita gente indo na direção Sul-Norte com cargueiras, gente até com mochila de mão grande. É algo beeem puxado, então só faça se você tem um certo preparo. Não sabia bem como iria fazer o passeio. Como teria que ir pro Norte, e eu sabia que somente teria barco às 13h30min, fomos dar uma olhada no porto, vai que... E pior que deu certo. Encontramos um casal que estava negociando um passeio privado pro norte. Se fossemos juntos sairia Bs 50,00 por pessoa. Como eu tinha anotação de que o barco normal sairia BS 20,00 por pessoa, decidi aceitar. Não era algo assim tão absurdo. Meia hora de barco e chegamos ao Norte da ilha. Não sabia bem como fazer ali, então tentei algumas informações. Olhando um mapa grande que tem ali no porto um senhor (que parecia um guia) veio e nos deu algumas informações básicas. Como era quase meio dia fomos procurar algo para comer. Entramos num lugar sem nome nem nada e comemos uma Truta (Bs 60,00). Depois seguimos em direção à trilha. Passa por uma praia cheia de turistas acampando, e no morro tem uma estradinha. Andamos um pouco e já vem outro pedágio, o Norte (Bs 10,00 por pessoa). Aí você vai caminhando, apreciando a vista. Não é muito puxado o trajeto até um local que tem umas coisas Incas. Nada muito interessante. Tem uma mesa de sacrifícios que sairia uma foto com o Titicaca, MAS estava sempre cheia de bolivianos usando ela para comer. Sei lá, eu tive a impressão que os turistas bolivianos são mal educados, tanto com os monumentos e esculturas quanto com os turistas de outras nacionalidades... Porco turistando Praia cheia de barracas Praia isolada da Ilha Contruções Incas Trecho do percurso Trecho do percurso Depois disso vem mais um pedágio, o da região Central (Bs 15,00 por pessoa). Essa é a parte mais complicada. Você sobe bastante até ficar relativamente plano, mas sempre tem algumas subidinhas. Anda, anda e anda. Nos disseram que seria 4h ao todo, e fizemos nesse tempo mesmo. Durante o percurso superior tem pelo menos 3 verificações de pedágio (se você pagou o do Meio, visto que tem alguns atalhos pra se livras dos cobradores). Algo muito, mas muito importante mesmo: PROTETOR SOLAR e CHAPÉU/BONÉ!!! Quando fomos pro Perú encontramos um casal de brasileiros. A menina estava com o nariz vermelho, parecia que até tinha tido bolhas. Foi nessa ilha. E nos dias seguintes fizemos o Walking Tour em La Paz, e encontramos outra brasileira também todas queimada no rosto. Quer ver o que me econteceu, porque eu coloquei protetor meio por cima e não notei que minhas camisa levantou durante o trajeto? E pior que só fui notar quando fui tomar banho. Retornando ao Sul tem uma cobrança de pedágio pra essa parte. Como já havia pago, foi só apresentar o ticket. Então é IMPORTANTE que você guarde esses tickets em um lugar acessível. Ali na parte alta do Sul tem vários Hostels e Restaurantes. Então começa a descida. Tenho pena de quem sobe isso, é muito, mas muito íngreme! Aí vamos descendo pelo caminho que parece mais correto, e numa das paradas pra deixar os burros de carga passar um senhor diz que estamos no caminho errado. Ele indica um desvio e, depois de errar novamente, uma menina nos informa o caminho correto. Poha, é tão simples colocar umas plaquinhas ali. Não, vai errando que alguém te fala o caminho certo. Sei lá, por ser bem turístico poderia ser minimamente sinalizado. Chegamos no Hostel e fomos tomar banho. O aquecimento é por sol, então acho preferível tomar banho durante o dia. Problema é que vinha água a conta gotas, e quente demais! Só que se você vai esfriar ela, aí ele desliga a quente e só vem fria Tomamos banho pelando mesmo, se molhando de vez em quando. À noite aquilo ali vira um breu. Não tem iluminação, nem sinal de internet, nem telefone. A internet falaram que era problema em Copacabana, por isso não tinha ali. Nosso Hostel aparentemente não tem lugar pra comer que seja abrigado, então fomos em um restaurante ao lado. Só nós, e aquela semi escuridão. É bom pra andar de noite lanterna de celular ou normal mesmo. Não sei como é na parte superior da ilha, mas eu não irira subir tudo aquilo na escuridão. E mesmo se tivesse luz, é muita subida! Comemos Truta (pra variar) e também pegamos uma água 2L, que totalizou Bs 95,00. Era umas 21h e já estávamos na cama. Final de ano bom, no meio do nada. Até teve uns fogos, umas bombetas, mas nem me interessei em olhar. Não sou fã de fogos de artifícios e aquela barulhera toda. Eu tinha lido que a parte NORTE é melhor, mas não concordo não. Ela é minúscula, mal tem restaurantes e vi pouquíssimos Hostels. Se for acampar, vá para o Norte, mas se for ficar em algum Hostel, definitivamente o SUL é melhor. GASTOS Hostel Aldea del Sinca - Bs 350,00 Barco Copa até Sul - Bs 40,00 Passe Sul - Bs 20,00 Barco Sul até Norte (privado) - Bs 100,00 Almoço - Bs 60,00 Passe Norte - Bs 20,00 Passe Meio - Bs 30,00 Janta á água - Bs 95,00 TOTAL = Bs 715/1,95 = R$ 366,67 DIA 06 - 01/01/17 - Isla del Sol - Copacabana - La Paz Esse dia a princípio ficaríamos na Isla del Sol ou em Copacabana, visto que não sabia como seria o transporte. Mas era feriado, primeiro do ano, e tudo funcionava como qualquer outro dia normal. Tomamos café no quarto mesmo, visto que o café só seria servido depois das 08h30min, pois eles tinham que esperar vir os pães de algum lugar (Copacabana?). Fomos pegar um barquinho. Era pra sair às 08h30min, mas chegamos ali pela 08h, já colocaram pessoas num barquinho e fomos. Ainda bem que ele não estava bem cheio, e andava muito rápido. Acho que deu menos de 1h o percurso. Chegamos em Copacabana era pouco mais das 09h. Fomos na emprese Titicaca Tours para comprar as passagens. Li sobre eles no fórum mesmo, mas achei o serviço igual o do Vicunã. Eles tem lugar para deixar as cargueiras, caso queira. A passagem é Bs 50,00 por pessoa e sai às 13h. Mas, se você quiser ir antes, tem ônibus e vans o tempo inteiro na praça. Não descobri se eles só saem quando lota, ou saem de 30 em 30 minutos... Descemos a rua turística e sentamos num café que tinha internet. Pra não ser aproveitador demais pedimos coisas quentes para beber. Eu já falei que os bolivianos definitivamente não sabem fazer café? Sei lá se é o grão, o modo de preparo. Todos cafés ou algo que envolva café não era bom. Ou tivemos o azar de só ir em lugares ruins Ficamos nesse local olhando as fotos do Deathroad, que tinham colocado no Facebook, e nos atualizando, já que ficamos pelo menos 1 dia inteiro sem internet. Ali pelas 11h migramos para um restaurante e almoçamos. Quando saímos decidimos experimentar uma coisa que tem muito em Copacabana: PIPOCA!!! Tem várias tendas vendendo inúmeras coisas estranhas. Uma delas até parece uma concha marinha, mas é uma massa feita com trigo. A pipoca deles é feita com massa de milho, parecida com uma que existe no Brasil que, pelo menos no RS era vendida num pacote rosa e era mega doce, mas muito boa. Pipocas! O ônibus saiu no horário, foi cheio, mas não teve problema de venda de bancos duplos. Único problema foi uma boliviana folgada que ficava pedindo pro pessoa fechar as janelas porque ela estava com frio. E uma senhora atrás de mim não queria que eu baixasse o banco... Chegamos em La Paz na rodoviária e fomos caminhando até o Loki Hostel. É bem pertinho, umas 3 quadras e quase só descida. Chegando lá não tinha vaga em matrimoniais e em duplos. Pessoal encheu o Hostel pra virada do ano e ainda estava lá se recuperando da ressaca Pegamos um quarto quádruplo que, a princípio, só tinha nós. Se não me engano era Bs 68,00 por pessoa. Depois colocaram mais uma casal no nosso quarto. Nem conversamos, pois quando eles entraram nós saímos pra jantar, e quando nós voltamos eles saíram. Quando voltaram novamente já estávamos dormindo, e no dia seguinte eles dormiram a manhã toda. Falavam inglês, mas não sabíamos de onde era. VISÃO GERAL DE COPACABANA Há várias coisas para se fazer, mas muitas delas você depende de taxi ou condução. No Titicaca vi que existem certas grutas/praias, as ilhas flutuantes, a Ilha do Sol e a Ilha da Lua. Se quiser ir visitar tudo reserve ao menos 3 dias entre Copcabana e Isla del Sol. Copacabana é uma cidade da rota de quem vai/vem do Peru, então tá sempre cheia de ônibus e de mochileiros pelas ruas. Porém Copacabana é a cidade mais cara da Bolívia. Muitos falam ser Santa Cruz, mas achei Copa mais cara. GASTOS Barco Isla até Copa - Bs 50,00 Ônibus para La Paz - Bs 100,00 Cafés - Bs 32,00 Pipoca - Bs 5,00 Almoço - Bs 60,00 Lanches - Bs 26,00 Janta - Bs 70,00 TOTAL = Bs 343/1,95 = R$ 175,89
  14. DIA 03 - 29/12/16 - Downhill Hoje era o dia de descobrir o quão assustadora era a Ruta de la Muerte! No dia da compra você tem que ler um monteee de intruções, falar se tem seguro de vida/saúde (seguro viagem serve). Se não tiver é falado que pode ser cobrado a mais pelo seguro. Como eu tinha não me preocupei. No voucher também fala o que precisa ser levado (repelente, protetor solar, óculos, 1 roupa a mais, 1 calçado a mais, toalha, câmera, acho que era isso). O micro da Barracuda sai de frente a um restaurante chamado Little Italy. Deu 5 minutos de caminhada do Hostel. Como o café no Hostel somente é servido depois das 7am, no Voucher fala que você pode ir tomar café nesse restaurante. Aproveitamos e fomos. Os café são tudo meio parecido. Ou tem ovo e bacon e tudo o mais gorduroso, coisa de Americano, ou vem pão e presunto ou doce, que é mais nosso estilo Sulamericano. Pegamos café e um sanduíche cada, custou ao todo Bs 42,00. Aquele pão deles meio sem graça, que não cresce, seco. No fim da viagem não me descia mais aquilo. Pra não ficar tão ruim eles torram, aí ele fica bem mais comível. Nossa van saiu às 7h30min. No caminho são dadas as instruções e vão sendo distribuidos os equipamentos (no dia de comprar o passeio eles pegam algumas medidas e te tão alguns equipamentos pra testar). Há uma pequena parada para banheiro e para quem quiser comprar algo, e depois chegamos ao local de treinamento (1h de viagem). O treinamento é onde a estrada começa a descer. Eles dão dicas e você ajusta a bicicleta e testa ela. Desse local serão 21 km em asfalto, com veículos andando. É um local muito bonito, com várias montanhas. Ainda bem que pegamos um dia limpo, com pouca neblina. Local de treinamento Um guia vai na frente e outro atrás, além do micro que sempre está atrás. Eles vão tirando fotos no caminho. Vi comentários de que as fotos não seriam boas, mas eu gostei bastante delas. Paradas no caminho Paradas no caminho Quase no fim do asfalto há uma pausa para um sanduíche. Um dos gringos comprou um café numa das barraquinhas na beira da estrada. Dá uma cubada nisso... Vai um Café? Quando se chega no fim do asfalto se embarca novamente na vã, por são mais 9 km com subidas até começar realmente a Estrada da Morte. Serão 33 Km de estrada de chão, morro abaixo Nesse momento é pago um valor de Bs 50,00 por pessoa para poder descer a estrada. É uma espécie de pedágio para turista (muito comum no País). No início se desce aos poucos e para bastante para apreciar a vista. Ali pelo km 15 paramos em frente a uma cachoeira enorme que dá na pista para comer algo. Nesse local os guias nos fazem passar embaixo da água. Depois disso vem longos trechos. Num deles (acho que eram 9 km) começou a chover forte. Pau e pau descendo a ladeira e a chuva pegando... No fim da descida é bom ter cuidado. Começa a ter vilarejos e pessoas na estrada. Ao acabar fomos recepcionados num hostel (acho que é só uma casa mesmo) com piscina. Ali ficamos esperando o almoço ficar pronto. No nosso grupo haviam vários argentinos e pessoas de outras nacionalidades, além de uma Senhora que foi somente para conhecer a estrada. Ela ficou na van, não desceu de bicicleta. Não sei se o preço muda. Pegamos uma cerveja (Bs 25,00). Foi um dos itens que eu achei mais caros na Bolívia, e em todo lugar o preço é parecido. É disponibilizado banho quente (precisa aguardar 1min com o chuveiro ligado para vir água quente). A comida não é dar melhores, mas matou a fome. A volta é o mais chato. São de 3h a 4h para voltar. Se volta pela estrada nova, a que substituiu a estrada da morte. Chegamos no hostel era já noite, depois das 20h. Ah, no retorno ganhamos uma camisa da empresa (a camisa da Gravity e duma outra chamada Altitude são as mais bonitas), e o guia pegou nossos emails para disponibilizar um link no Dropbox para pegar as fotos tiradas por eles. Eles também as colocam no Facebook da emprsa. Retorno (to escorado no banco, escondido, lá no fundo) [media]https://www.youtube.com/embed/7S2sUtdDW-w[/media] Compacto que eu fiz com algumas partes Exaustos, tomamos um banho e fomos jantar no Hostel mesmo (Bs 47,00). Segundo o pessoal da recepção é tranquilo sair na rua até as 22h. La Paz é uma cidade bem noturna. À noite enche de barraquinhas nas ruas e as pessoas saem comer e comprar. Parece bem mais movimentado que durante o dia. De manhã, até às 09h, a cidade é morta. GASTOS Café - Bs 42,00 Ticket turista Estrada da Morte - Bs 100,00 Cerveja - Bs 25,00 Janta - Bs 47,00 TOTAL = Bs 214/1,95 = R$ 109,70 DIA 04 - 30/12/16 - La Paz - Copacabana Dia de ir para Copacabana! Nós já havíamos visitado o Titicaca 2 anos antes, quando fomos pro Peru. Visitamos por Puno. Nesses dias eu queria ir fazer um trekking em Sorata. Tinha combinado com uma empresa 3 dias de trekking para a Laguna Glaciar. Mesmo que ela não tivesse a geleira no verão, teria uma boa vista da Cordilheira Real. Pois bem, tínhamos combinado o valor de US$ 260,00 por pessoa. Aí quando aceitei eles ficaram umas 2 semanas sem dar notícias. Solicitei novamente e falaram que não iria ser possível por esse valor, que não tinha encontrado grupo, e que o valor teria que ser de US$ 560,00 por pessoa. Meio absurdo, desisti na hora. Eu mandei email pra 4 agência que, a princípio, fariam esse trekking, e somente 1 respondeu. Procurei muito na internet e parece que ninguém fez isso, ou se fez não relata. Talvez se você for até Sorata de busão encontre lá alguém ou alguma agência que faça. Pois bem, a partir disso mudei meu roteiro e, vamos pra Copacabana... Pagamos o Hostel (Bs 594,00 por 3 diárias) e a empresa passou com o ônibus no Hostel mesmo nos pega às 07h. Vicunã Travel. Pois bem, aí o ônibus vai até a estação de ônibus mesmo. Lá eles venderam um monte de banco repetido, foi uma bagunça... O banco da Neila também não deitava. Passou a confusão, saímos da rodoviária passado das 08h. Aí eu dormi. Deu 1h de viagem, acordo com aquele ônibus balançando feito bicho. Fui ver e estávamos no meio do favelão que é El Alto. 1h de viagem e mal havíamos saído de La Paz Eles estão reformando a Estrada Real (que liga La Paz a Copacabana). Mas os bolivianos não são muito espertos. Eles acharam melhor destruir tudo, pra despois ir construindo. Então o ônibus tem que fazer uns desvios mirabolantes e demora pra kct. Umas 2h depois disso o ônibus para novamente pro canal que tem que atravessar de barco. Ônibus num barco grande, pessoas num minúsculo. No dia que fomos tava ventando muito, o lago tava bem revolto, fazia umas ondas sinistras, mas atravessa bem rapidinho. Esperamos meia hora para pegar o ônibus novamente, e dali até Copa é mais 1h em média. Chegamos próximo do meio dia. Nos situamos e fomos pro nosso hostel. Tinha reservado um chamado La Aldea del Inca. Fiz a reserva anteriormente pelo Booking. Foi o mais caro de todos (Bs 350,00 a diária). SOBRE HOSPEDAGEM LA ALDEA DEL INCA O local é bem bonito. Achei a recepção bem estranha, o cara meio que não gostou de nós, sei lá. Parecem um monte de cabaninhas os quartos, bem decoradinhos e enormes. A localização também é excelente, a 1 quadra do centrinho turístico. Mas o edredon que tinha era muito, mas muito pesado mesmo. Eu passei a noite lutando com ele. Tira, coloca, tira, coloca. Eles podiam colocar algo mais confortável, e não meter umas anilhas de 10kg dentro de um edredon... O chuveiro também era bem ruinzinho. Vinha pouca água e não esquentava muito (era a energia elétrica). Bom, deixamos as coisas e fomos procurar um local pra comer. Entramos em um que achamos legalzinho na primeira quadra da rua turística (aparentemente quanto mais perto do Titicaca, mais caro). Estávamos lá, curtindo uma música boliviana, e de repente a música para. Ia até pedir para religar, mas depois, quando voltamos pro Hostel, descobrimos que havia acabado luz na cidade Olhei o mapinha turístico e vi umas pedras que pareciam ser bacanas. Parecia que era uma espécie de observatório Inca, para marcar os solstícios. Meio que atravessamos a cidade e lá tem uma subidinha. Como sempre, sobe um pouco e quase morre. Demoramos uns 30min pra subir tudo para meio que se decepcionar. Achei que seriam umas pedras mega gigantes, mas eram relativamente pequenas. Observatório Inca (tem uma outro nome, mas não lembro...) Panorâmica de Copacabana. Ao fundo Cerro Calvário Na ida passamos na Igreja da cidade (a maior) e tiramos umas fotos. Dentro dela também é muito bonito, mas é proibido fotografar. Na cidade tinha uma festividade por causa da virada do ano. Vários carros estavam com flores, chapéus e outras alegorias mais para serem abençoados. Igreja Carros enfeitados Olhamos o que tinha de interessante nas barraquinhas de rua e voltamos pro Hostel. Dormimos um pouco e nada da luz voltar. Ali pelas 18h subimos o morro (Cerro Calvário). Foram mais uns 30min de sofrimento... Queríamos pegar um pôr do sol bonito no Titicaca, mas tudo indicava que não haveria, pois estava fechando pra chuva. Topo do Cerro Calvário Ficamos aguardando até ter certeza que iria chover e voltamos rápido. Pegamos um atalho que vimos as Cholitas usarem e quase descemos a ladeira na corrida. Já estava chuviscando quando chegamos no Hostel. Pois bem, chuva, sem luz... deitamos e ficamos lá. Alí pelas 20h30min voltou a luz Nos arrumamos e fomos catar um lugar para jantar. Entramos num que achamos legalzinho, ele estava todo com luz de velas e só tinha um casal. Nessa viagem não fotografei nem guardei o nome dos restaurantes e comidas. Quando fui pro Peru eu tinha muito medo da alimentação (não saber o que pedir). Mas depois da 1ª viagem pro exterior você pede o que der na telha (ou o que for mais tranquilo) e come Voltamos dormir para no dia seguinte ir para a Isla del Sol... GASTOS Loki Hostel - Bs 594,00 Uso Terminal de Ônibus - Bs 4,00 Travessia Titicaca - Bs 4,00 Bolachas- Bs 18,00 Almoço - Bs 140,00 Ticket Observatório Inca - Bs 20,00 Imã de geladeira - Bs 10,00 Janta - Bs 87,00 TOTAL = Bs 877/1,95 = R$ 449,74
  15. Pois bem, vamos a mais um relato Antes de iniciar vou colocar o valor gasto ANTES da viagem com passagens aéreas que comprei pela internet. Passagem SP - Sta. Cruz - SP - R$ 2.936,10 Passagem Sta. Cruz - La Paz - R$ 545,45 Passagem Sucre - Sta. Cruz - R$ 357,72 TOTAL PASSAGENS AÉREAS - R$ 3.838,67 Lembrando sempre que TODOS os valores são referentes a 2 pessoas!!! DIA 01 - 27/12/16 - SP - Sta. Cruz de la Sierra - La Paz Saímos de Guarulhos às 10h25min e chegamos em Sta Cruz de la Sierra às 11h20min. O fuso horário é de 2h, e o voo demorou umas 3h. Fomos com a GOL, e no percurso nos dão um sanduíche para comer. Decidimos ir para Sta. Cruz em razão do valor da passagem. Para La Paz era uns 500 reais e mais por pessoa, e indo pra Sta. Cruz e depois pra La Paz em gastei 500 nas 2 passagens, então valeu a pena. Chegando em Sta. Cruz começa o martírio boliviano: A IMIGRAÇÃO!!! Era só o nosso voo, mas demorou 1h pra passar. Por isso vai uma DICA: se for fazer conexões na Bolívia, deixe um espaço considerável de tempo. Nós chegamos às 11h30min, e o nosso voo para La Paz saia às 14h30min, então tinha tempo. Depois dos trâmites burocráticos fomos trocar dinheiro (levei 1800 dólares ao todo). Trocamos 100 dólares por uma cotação de 6,85 bolivianos no aeroporto. Achei que seria pior... Almoçamos (custou Bs 130,00) e ficamos aguardando o voo pra La Paz. Já tinha comprado pela internet voo com a Amaszonas (https://www.amaszonas.com/es-bo/). Li no fórum que os aviões na Bolívia costumam atrasar, mas os deles não, porque são menores. Chegamos em La Paz ali pelas 15h30min e já sentimos um pouco do Soroche . 4 mil metros acima do mar não é pra qualquer um. Fomos atacados por um taxista que cobrava 60 bolivianos para ir até o Hostel. Como eu tinha anotado + ou - esse valor, aceitamos. DICA: Você pode ir de van (2Bs), mas a mochila vai incomodar um bocado. Também pode pedir um taxi (ou van) até o teleférico vermelho. Ele vai te deixar no centro turístico de La Paz e custa 3 Bs. DICA 2: Nós quando fomos pro Peru usamos Ginkgo Biloba, nos ajudou bastante. Dessa vez também usamos. Eu achei muito útil, mas o Soroche foi um pouco mais fortinho. Nada mais do que algumas dores de cabeça e sonhos estranhos, mas não ficamos mal como muitos ficam. É baratinho e tomávamos 1 cápsula por dia 7 dias antes da viagem, e continuamos tomando durante toda a viagem. Melhor prevenir né... Além disso compramos muitoooos remédios pra diarréia, estômago, vômito. Meu maior medo da Bolívia era a comida. Todos os relatos que eu lia alguém passava mal, então fomos com uma farmácia na mala . Floratil, Imosec e Dramin são essenciais. Você até compra lá, mas por um preço beeem maior que aqui. Remédios Voltando ao relato, ficamos no Loki Hostel (https://lokihostel.com/). A diária de um quarto matrimonial estava Bs 198,00. O local é bem bacana, mas os quartos sao velhos. Pelo menos tem ducha quente... Eles possuem uma agência de turismo (na real concentram serviços de várias agências). No dia já agendamos o passeo Chacaltaya + Vale de la Luna para o dia seguinte (28/01) por Bs 200,00 e o Downhill para o dia 29/01 ao custo de Bs 1.260,00. Pegamos com a Barracuda, que tinha ouvido falar bem no fórum. A Gravity (que aparentemente é a melhor) estava cobrando Bs 850,00 por pessoa, e tinha outras 2, umas uns 450 e outra uns 380 Com os passeios agendados fomos ver o centro. Queríamos encontrar um mercado e local para trocar dinheiro. Nos foi indicado o Mercado Lanza (várias barraquinhas. Depois ficamos sabendo que ele foi construído para abrigar o comércio ambulantes). E pra trocar dinheiro fomos na esquina com a igreja que tem ali no centro (a principal, porque tem uma igreja por quadra). Trocamos 500 dólares a uma cotação de 6,95. Mercado Lanza no centro de La Paz Depois de perambular pelo mercado, tentando se achar nas centenas de barraquinhas, encontramos uma que vendia água e outra com bolachas e porcarias diversas. Também compramos uma caixa de BomBom (essa marca mesmo). A caixa custou Bs 25,00 e durou praticamente toda a viagem Eu queria comprar um chip pro celular ter internet. Me localizo muito pelo Google Maps. Comprei um da TIGO, que o rapaz me falou ser a com melhor cobertura. Realmente, funcionava em muito lugares, até no Chacaltaya! Paguei Bs 7,00 pelo chip e mais Bs 10,00 pra pôr uma carga nele, o que me renderia 1 GB de internet por 7 dias. Porém os 7 dias passaram e a internet continuou. Um problema é que você precisa registrar ele, mas não possuimos documentos bolivianos para registrar. Deixei sem registrar e todo dia eles me enviavam msg enchendo o saco. Acho que fica 10 dias sem registro, e depois eles te cortam a linha. Então no fim da viagem eu fiquei sem a internet do chip Voltamos pro Hostel, já que é bom descançar no primeiro dia. No 7º andar do Hostel tem um restaurante/bar. Lá eles servem desde café da manhã até janta (o café não é incluso na diária). Fomos lá jantar. Não lembro o que pedimos, mas custou Bs 58,00 para ambos, sem bebidas. GASTOS Almoço aeroporto Sta. Cruz - Bs 130,00 Taxi Aeroporto para centro La Paz - Bs 60,00 Passeio Chacaltaya e Luna - Bs 200,00 Passeio Downhill - Bs 1.260,00 Mercado - Bs. 37,00 Chip TIGO + carga - Bs 17,00 Janta - Bs 58,00 TOTAL = Bs 1.762/1,95 = R$ 903,50 DIA 02 - 28/12/16 - Chacaltaya e Vale de la Luna Fomos tomar café (Bs 24,00) e ficamos lá ambaixo aguardando e tomando chá de coca. A Neila (minha namorada) não estava se sentindo muito bem, então fui numa farmácia comprar Soroche Pills. Custavam Bs 4,00 cada (carinho). A van veio nos pegar e foi aquela balanço até lá. Tava tão abafado naquela van que minhas mãos começaram a formirgar, eu já estava me sentindo meio mal. No caminho tomamos uma Soroche Pills cada, pq o topo do Chacaltaya fica a 5.600m, então previnimos. É pago Bs 15,00 por pessoa para entrar (paga pros guias mesmo). Lá já, frio pra kct , começamos a subir. Dá 10 passos e para. E assim você sobre, sei lá, 500m ao todo, que parecem uma eternidade. O guia deu 1h30min pra ir até o topo e voltar. Mas estava tão fechado de neblina que subimos até o primeiro pico (são 2) e nem fomos até o próximo. Não tinha nada para se ver mesmo... Voltamos pra perto das vans, e como não iria ter almoço, comemos um pouco das nossas bolachas. DICA: Vá bem, mas bem encasacado mesmo. É muito frio. Devia ta perto de 0º, mas com o vento era sensação negativa. Casa no Céu em Chacaltaya Quase no topo! Esse é o monte. Mal dá pra ver o 1º pico! Na volta estávamos bem melhor, abriram um pouco mais as janelas. Descobrimos uma australiana com perícia em dormir sentada. Aquela van ia picando e ela dormia com um equilíbrio absurdo, sem se encostar em nada O Vale de la Luna fica na zona sul de La Paz, então é demoradinho atravessar toda a cidade com aquele trânsito caótico. No percurso o guia recolheu Bs 15,00 de cada uma para as entradas no Vale. Chegando lá um calorão dos infernos. 0º de manhã na montanha, 30º à tarde no vale... O Vale parece umas estalactites ao contrário. É algo bem interessante de se ver. O passeio dura uns 40 min para ver tudo. É tudo meio parecido, mas vale a pena. Ponte Panorâmica Voltamos alé pelas 16h e fomos no Hostel comer algo (Bs 30,00). Também fomos numa farmácia comprar repelente (era romendado pro Dowhill, custou Bs 33,00). Fomos na agência do Hostel e já compramos as passagens de ônibus pra Copacabana e pra Uyuni. Meu problema aqui era saber se nos feriados do dia 31/12 e 01/01 haveriam barcos e ônibus em Copacabana. Como era uma incógnita, só comprei de ida, e veria o que iria fazer por lá. Para Copacabana compramos com a Vicunã Travel, e para Uyuni com a Todo Turismo (http://www.todoturismosrl.com/). Tinha lido que a Trans Omar não era muito boa, então decidi pagar um pouco mais (250,00 pela Todo e 200,00 pela Omar por pessoa) Olhei no TripAdvisor algum lugar pra comer e encontrei o Restaurante Pub 7200. Ele fica dentro do Museo da Coca. Na entrada do Museo vai ter uma escadaria à esquerda. É meio sinistro, mas vá porque o lugar é maravilhoso Decoração Frutas típicas para degustar antes da comida GASTOS Café - Bs 24,00 5 Soroche Pills - Bs 20,00 Entrada Chacaltaya - Bs 30,00 Entrada Vale de la Luna - Bs 30,00 Lanche de tarde - Bs. 30,00 Repelente - Bs 33,00 Passagem Copacabana - Bs 90,00 Passagem Uyuni - Bs 500,00 Janta no Restaurante Pub 7200 - Bs 80,00 TOTAL = Bs 837/1,95 = R$ 429,23
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